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Na abertura da JAI, conferencista incentiva a inovação tecnológica para tornar o mundo melhor



A conferência Inovação Científica e Tecnológica e a formação de profissionais inovadores, proferida pelo reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Dr. Álvaro Toubes Prata, abriu nesta manhã a 26ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM. O engenheiro falou do legado científico e tecnológico sobre o qual foi construída a civilização e evidenciou o conhecimento que colocou o Brasil em posição de destaque entre as grandes nações. 


"Há 50 anos o país importava alimentos, hoje exporta", lembrou o palestrante. "O crescimento da expectativa de vida mostra que hoje já resolvemos uma série de problemas". Citou a pesquisa petrolífera, entre outras, para propor um olhar diferente – que ele chamou de "curiosidade científica e tecnológica" – sobre o mundo. Álvaro Toubes Prata propôs uma reflexão sobre a herança cultural que vamos deixar para as próximas gerações. E lembrou da imaginação de Steve Jobs (um dos fundadores da Apple, falecido há poucos dias) para dizer que devemos usar nosso conhecimento científico para propor uma mudança no mundo. E destacou outros líderes mundiais – como Thomas Edson e Nelson Mandela – que "olharam" e acreditaram que o mundo podia ser diferente. 

O professor usou exemplos aparentemente banais, como a caneta, a máquina de costura, a amplificação da voz através do microfone, o pneu, a prótese de um membro que substitui o movimento perdido, para perguntar: "quantos de nós apreciamos estas inovações tecnológicas? Quantos de nós nos impressionamos com estes avanços?" 


Ciência, filosofia, religião e a difusão do conhecimento 

O amadurecimento da visão científica foi um dos destaques da conferência de abertura da Jornada Acadêmica Integrada. O reitor da UFSC lembrou que "até o século 19 se contrapunha a fé, a religião, a filosofia, a ciência. Hoje elas são vistas de forma diferente. Quando começamos a refletir sobre isto, começamos a ter respostas para nossas questões fundamentais". 

O professor Prata argumenta que apesar de hoje termos um conhecimento científico muito grande, ele ainda não está difundido plenamente. "Será que o leigo consegue entendê-lo?", questiona. E finalizou sua conferência dizendo que "temos um compromisso com este país, mas ele ainda é muito incompleto. Precisamos colocar nosso esforço, à luz da nossa herança cultural, para produzir riquezas, sim, mas especialmente para reduzir desigualdades. Precisamos incentivar a inovação tecnológica e o espírito empreendedor para promover o desenvolvimento econômico e social, para tornar o mundo melhor". 

Para conferir a programação completa da Jornada Acadêmica Integrada, que prossegue até sexta-feira (21), acesse: 
http://w3.ufsm.br/jai/index.php?option=com_content&view=article&id=4&Itemid=9


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