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Ouvidor geral da UFSM participa de roda de conversa no campus de Palmeira das Missões



Pessoas sentadas em forma de círculo em um grande espaço com cadeiras azuis, e em pé, à direita, o ouvidor
Roda de conversa ocorreu na quinta-feira (18)

Nesta quinta-feira (18), o ouvidor geral da UFSM, Jorge Renato Alves da Silva, participou de uma roda de conversa no campus de Palmeira das Missões, promovida pela Comissão Social do Núcleo de Ações Afirmativas, Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da Coordenadoria de Ações Educacionais. O tema da conversa foi “Os diferentes papéis das pessoas nos conflitos na Universidade”.

O ouvidor começou o bate-papo explicando que a Ouvidoria da UFSM é um órgão de controle interno que presta serviços de assessoria ao Gabinete do Reitor. É uma ferramenta disponibilizada aos usuários dos serviços prestados pela UFSM, para o encaminhamento de soluções de problemas ameaçadores ao bom funcionamento institucional.

A Ouvidoria, explicou Jorge, serve como canal de interação e mediação entre os usuários dos serviços prestados pela UFSM e a sua gestão. Através dela, os interessados poderão manifestar-se denunciando irregularidades constatadas; reclamando sobre o mau atendimento e a má qualidade dos serviços prestados; sugerindo mudanças julgadas necessárias e também elogiando o bom atendimento e encaminhamento das demandas.

O ouvidor explicou que as manifestações podem ser recebidas por carta, correio eletrônico ou formulário eletrônico disponibilizado em www.ufsm.br/ouvidoria. Após o recebimento é dado o encaminhamento adequado às solicitações.

 Jorge relatou que a Ouvidoria é um órgão que funciona como uma ponte entre o usuário do serviço público e a gestão da Instituição e frisou a importância de as pessoas se manifestarem, principalmente em casos de assédio moral e sexual. Destacou que, para a resolução de conflitos, o diálogo é fundamental. “A sala de aula precisa se transformar em um círculo para o diálogo, para assim resolver os conflitos. Não estamos aqui para formar robôs para o mercado. É preciso formar cidadãos, precisamos ser mais humanos”, finalizou.

Para a psicóloga do campus, Ticiane Lúcia dos Santos, uma das responsáveis pela atividade, a conversa foi altamente produtiva para esclarecer alguns pontos sobre a função da Ouvidoria e de como proceder quando preciso. “Achei importante a fala sobre o papel da Ouvidoria na UFSM expondo os encaminhamentos em relação as demandas que surgem da comunidade acadêmica, assim como o diálogo como caminho para a resolução de conflitos. É importante destacar também a fala do ouvidor em relação à participação social, pois devemos ocupar os espaços de deliberação como forma de conseguirmos mudanças em sociedade”, acrescentou.

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação UFSM-PM


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