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Coletivo Mulheres com Ciência promove evento de recepção às calouras



Foto colorida horizontal mostra três alunas, em pé, falando a colegas em uma sala de aula
Atividade ocorreu na noite de quarta-feira (20)

Na última quarta-feira (20), aconteceu no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) a segunda edição do evento “Mulheres na Ciência – Chegando à Universidade”, organizado pelo coletivo Mulheres com Ciência. Apesar de o encontro ter sido pensado para calouras, alunas que já estão inseridas no contexto da Universidade também participaram.

O evento foi organizado com o objetivo de criar um espaço de acolhimento e troca de experiências sobre o que é ser mulher no universo acadêmico, em especial na área das ciências e tecnologias.

A acadêmica do curso de Engenharia Acústica e integrante do coletivo Mulheres com Ciência Alice Becker Londero explica que o evento acontece desde o semestre passado e deriva de uma roda de conversa sobre trotes abusivos e assédio. “A chegada na Universidade é um momento impactante, um mar de informações e ao mesmo tempo desinformação, porque muitas vezes não sabemos onde procurar apoio ou ajuda”, explica Aline, salientando a intenção do encontro.

Durante o evento, foram debatidos temas como os desafios e a importância da mulher estar presente no campo da ciência, espaço que ainda é majoritariamente masculino.

Foto colorida horizontal mostra seis estudantes, posando para a câmera, quatro sentadas e duas em pé, tendo ao fundo tela do coletivo Mulheres na Ciência
Coletivo responsável pela atividade de recepção

Primeiramente, as alunas responsáveis pela organização do evento apresentaram dados sobre a discrepância que existe entre homens e mulheres no que diz respeito à ocupação de espaços profissionais e científicos, além de comentarem sobre o valor da representatividade e busca pela igualdade. Em um segundo momento, aconteceu um bate-papo sobre as vivências das alunas tanto no meio acadêmico como fora dele.

A caloura do curso de Ciências Biológicas Hellen Sbruzzi descreve a relevância que este tipo de espaço tem para quem está chegando na Universidade, uma vez que o machismo é uma realidade que permeia o cotidiano das mulheres. Hellen diz que “esse movimento é muito importante para termos voz e promove o empoderamento’’.

Ao longo do semestre, o coletivo fará uma abordagem especial às mulheres brasileiras que fizeram e fazem história na ciência, promovendo outras atividades relacionadas ao assunto.

Texto e fotos: Bruna Eduarda Meinen Feil, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias

Edição: Ricardo Bonfanti


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