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Produções argentinas e brasileiras se destacam no festival Assimetria



No canto superior, imagem de mãos fazendo um desenho. Na imagem inferior, o rosto de uma mulher jovem que grita. A expressão é de dor ou medo.
Produções argentinas levaram dois dos cinco prêmios do Assimetria

O Assimetria – Festival Universitário de Cinema e Audiovisual entregou as premiações para os melhores produções na noite desta quarta-feira (29), no Centro Integrado de Cultura (CIC), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Realizado em conjunto com a Universidade Federal de Santa Maria, o Assimetria teve início na segunda (27). Neste ano, o festival teve como cidade sede Florianópolis e transmissões simultâneas em Santa Maria. 

O prêmio de melhor filme, na categoria ficção, ficou com o curta-metragem argentino “Y ahora elogiemos las películas”. Na categoria experimental, o filme “YYY”, também da Argentina, levou o prêmio. Na categoria  documentário, a produção “Um lugar ao sul”, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), destacou-se. Já o filme “Sem Nome” venceu na categoria júri popular. A organização do Assimetria entregou menção honrosa para o curta “Que som tem a distância?” da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Ao todo, 19 documentários, 21 ficções e 13 produções experimentais do Brasil, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai participaram do festival. Entre as brasileiras, realizações de 13 instituições de ensino superior da região Sul. 

De acordo com a organização, a meta para a próxima edição é contemplar produções de todo o Brasil

Texto: Pablo Iglesias, estudante de Jornalismo, bolsistas da Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias

 


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