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Curso capacitou membros das comunidades acadêmica e externa em audiodescrição



Fotografia horizontal e colorida de 31 pessoas agrupadas no interior de um auditório. São vinte e oito mulheres e dois homens, na faixa etária dos 20 aos 50 anos. Na primeira fila,  cinco delas estão agachadas e uma está sentada (em cadeira de rodas). Todas vestem roupas de inverno, seis delas usam óculos de grau e todas estão sorrindo. O auditório tem paredes brancas, com uma porta ao fundo. À frente das pessoas estão seis cadeiras dobráveis, estofadas na cor mostarda, com pranchetas.
Curso reuniu servidores, estudantes e comunidade externa

A Comissão de Audiodescrição do Núcleo de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) da UFSM promoveu o Curso Básico de Audiodescrição 2019. As 20 horas aula presenciais foram ministradas no auditório do prédio 21 do campus sede nas tardes de 3 a 7 de junho.

O curso integra o Projeto de Extensão Audiodescrição: Traduzindo Imagens em Palavras, da Caed, o qual tem por objetivo ofertar cursos de formação continuada em audiodescrição.

A equipe organizadora foi composta por integrantes da Comissão de Audiodescrição da UFSM: os servidores Cristian Evandro Sehnem, Cristina Strohschoen dos Santos e Fernanda Taschetto, a professora do curso de Educação Especial do Centro de Educação Josefa Lidia Costa Pereira, além das bolsistas Cíntia Pasa Lopes e Vitória Rodrigues no apoio técnico.

Nesta segunda edição do curso de audiodescrição, 26 alunos receberam o certificado de participação. Participaram dois estudantes de Residência Multiprofissional em Saúde Mental da Universidade Franciscana, 16 estudantes da UFSM (dos cursos de Comunicação Social, Educação Especial, Dança, Artes Visuais, Letras, Teatro, Educação Física, mestrado em Educação e doutorado em Educação em Ciências), cinco pessoas da comunidade externa (entre as quais a diretora técnica do Museu Histórico e Cultural das Irmãs Franciscanas, duas educadoras especiais e uma terapeuta educacional), quatro servidores da UFSM (do Planetário, Departamento de Ciências da Comunicação do CCSH, Pró-Reitoria de Graduação e Coordenadoria de Comunicação Social).

O conteúdo teórico abordou os tipos de audiodescrição (imagens estáticas e dinâmicas), as barreiras atitudinais, normas técnicas da ABNT, profissionais roteirista e consultor em audiodescrição, modos de publicação acessível, princípio inclusivo da audiodescrição e principais leis brasileiras pertinentes. Além disso, foram realizados inúmeros exercícios práticos.

Foto: Katia Moreira/Divulgação


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