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Cursos de formação continuada na área de Educação Especial serão oferecidos pela UFSM a partir de dezembro



Ingressar em um curso de formação continuada é uma forma de atualizar conhecimentos sobre determinada área. Quem opta por um curso deste viés, tem a oportunidade de desenvolver novas competências e aperfeiçoar saberes que farão toda a diferença no exercício profissional.

Pensando nisto, a Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) da UFSM, em parceria com a Diretoria de Educação Especial do MEC, deu início às tratativas de cursos de formação continuada, extensão e  aperfeiçoamento, ofertados totalmente a distância para profissionais da área de Educação Especial. A previsão de início é para o segundo semestre de 2020, no mês de dezembro.

Com a justificativa de que apenas 5,8% dos professores da Educação Básica possuem alguma formação no campo da Educação Especial e somente 42% dos professores que atuam no atendimento educacional especializado tem formação para a referida atuação, serão ofertados, especificamente, os cursos de Aperfeiçoamento em Serviço de Atendimento Educacional Especializado para estudantes com altas habilidades, com duração de seis meses, e o curso de Serviço de Atendimento Educacional Especializado a estudantes da Educação Especial, de oito meses. O primeiro busca capacitar professores em nível de aperfeiçoamento, e o segundo procura formar professores para realizar atendimento educacional especializado nas salas de escolas comuns da rede pública de ensino.

Segundo a coordenadora de Ações Educacionais da UFSM, professora Silvia Pavão, a UFSM já ofertou cerca de dez edições de cursos de formação continuada em atendimento educacional especializado, formando aproximadamente dez mil alunos. “O papel da UFSM, como uma instituição formadora de profissionais nas mais distintas áreas, é, após a diplomação, manter contato com egressos dessa ou de outras instituições, para levar até eles o que existe de novo, o que a pesquisa, que é produzida pela universidade, pode contribuir para práticas profissionais ainda mais assertivas. Na área da Educação Especial ou outras, o papel continua sendo o mesmo”, destaca a professora.

Com uma oferta para todo território nacional, ambos os cursos disponibilizarão 500 vagas cada um. A proposta, além de contribuir com a qualidade da educação, é a de “atender às demandas dos processos de inclusão educacional, que exigem a reestruturação das práticas pedagógicas da Educação Especial e comum nos diferentes níveis de ensino”, explica Silvia.

Em fase inicial, a UFSM ainda está definindo equipes de trabalho, materiais bibliográficos, cronograma e atualização de conteúdos programáticos, e logo o Caed divulgará formas de se inscrever.

Texto: Eloíze da Silva de Moraes, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias


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