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Polifeira do Agricultor inicia a comercialização de ovos de galinhas livres de gaiola



Na edição da última terça (9) da Polifeira do Agricultor, foi lançada a marca própria de ovos coloniais de galinhas livres de gaiola, com a venda da produção da Quinta da Gama. Em apenas duas horas, foram comercializadas cerca de 140 dúzias de ovos, o que mostra o grande interesse do público em alimentação saudável e natural, proveniente de um sistema no qual os animais são criados com bem-estar, alimentação mais natural e livres de gaiolas. A Polifeira está acontecendo nas terças-feiras, das 7h às 12h, na Avenida Roraima, entre a Faixa Velha (RS-509) e a Faixa Nova de Camobi (RSC-287).

Esse lançamento faz parte de uma série de ações dentro do projeto de extensão “Produção de Ovos Coloniais da Região Central Galinhas Livres de Gaiolas”, desenvolvido para apoiar agricultores que se qualificaram em avicultura colonial e viabilizar os processos relacionados ao desenvolvimento de sistemas de produção de ovos coloniais. Existem, ligadas ao projeto, três unidades de inspeção de ovos coloniais na Região Central, sendo duas na forma de entreposto (Entreposto de Ovos Granja Quarta Colônia e o Entreposto de Ovos do Colégio Politécnico da UFSM) e a Casa do Ovo Agudense, localizada no município de Agudo. Esta somente recebe ovos das granjas que fazem parte do projeto, enquanto que os outros dois entrepostos podem receber ovos de diferentes granjas, desde que estas sejam registradas na Inspetoria Veterinária.

O projeto já envolve produtores de oito municípios (Jari, Dilermando de Aguiar, Santa Maria, Restinga Seca, Formigueiro, Faxinal do Soturno, Itaara e São João do Polêsine), com um total de aproximadamente 10 mil aves. Alguns agricultores já estão comercializando a produção, como a Granja Quarta Colônia, a Granja Novo, a Granja Agudense e a Quinta Dom Guilherme, dentre outras. 

A Quinta da Gama iniciou na última terça a comercialização na Polifeira, mas outros agricultores estão em fase inicial de produção de ovos e deverão em breve escoá-los por meio de marca própria e da marca do projeto. Todos criam suas aves em condições de produção livres de gaiolas e com acesso a espaços de pastoreio (piquetes), onde os animais podem ciscar livremente, caçar insetos e tomar sol, ou seja, expressar suas características naturais. Os ovos de galinhas livres de gaiola também podem ser adquiridos na Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro), em sua loja central na Praça Saturnino de Brito, em horário comercial.

O projeto de extensão prevê ainda o lançamento de um e-book para os interessados em empreender na avicultura colonial. Trata-se de um conjunto de orientações relativas a esse tipo de empreendimento, organizados pelos autores Gustavo Pinto da Silva, Leandro Magon, Giselia Morin e Cristiano Dotto. O livro será lançado de forma gratuita pela Editora da Cooperativa dos Estudantes do Colégio Politécnico.

Representando o Colégio Politécnico, fazem parte da equipe do projeto o técnico em agropecuária Cristiano Dotto, o professor Gustavo Pinto da Silva e bolsistas das áreas da Comunicação e Zootecnia. Pela Coopercedro, é coordenado por Josemar Brutti, Alcione Claro e Leandro Magon. Todo o trabalho é mediado pela equipe da publicitária Mara Matiuzzi Kunzler, responsável pela criação e produção das peças publicitárias do projeto.

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