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Agricultura de precisão teve destaque na 1º Agrofeira UFSM



A segunda-feira (1º) marcou o primeiro dia da primeira edição da Agrofeira UFSM, evento criado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE) a fim de mostrar ações voltadas à agricultura desenvolvidas pela Instituição. Pela tarde, dois projetos foram apresentados: o Advanced Farm 360, cujo responsável é o professor Luciano Zucuni Pes, e Inovações Geotecnológicas Aplicadas às Ciências Florestais – Floresta de Precisão, abordado pelo professor José Américo de Melo Filho. Ambos são voltados à agricultura de precisão, que foi o tema geral do primeiro dia do evento. O Sistema Geográfico de Gestão Rural CR Campeiro também teve destaque na programação.

Advanced Farm 360

Projeto Advanced Farm 360 é voltado a experimentos de agricultura de precisão na UFSM

Focado em ensino, pesquisa e extensão na agricultura de precisão, o projeto Advanced Farm 360 foi oficializado em fevereiro de 2021, embora já tivesse ações desde 2010. Serve como apoio às atividades do curso técnico em Agricultura de Precisão, do Colégio Politécnico, e para o mestrado profissionalizante em Agricultura de Precisão.

Para isso, já conta com a parceria de 17 empresas do ramo agrícola e com a chamada “Área nova”, espaço rural de 140 hectares do Politécnico, no campus sede da UFSM, em Santa Maria. De acordo com Luciano Pes, atualmente oito alunos bolsistas estão diretamente atuando no projeto, mas a estimativa é de que mais de 400 alunos do Politécnico serão beneficiados com as ações da Advanced Farm 360.

Além da participação das empresas e do Politécnico, a Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia da UFSM (Agittec) e alguns outros projetos vinculados ao Centro de Ciências Rurais (CCR), como o Projeto Aquarius e a Equipe FieldCrops, também têm papel importante no desenvolvimento do projeto.

Inovações geotecnológicas aplicadas às Ciências Florestais

Outro projeto novo apresentado no evento é o Inovações Geotecnológicas Aplicadas às Ciências Florestais – Floresta de Precisão. A ideia é ser um guarda-chuva para subprojetos futuros que tratem de assuntos como floresta de precisão e agricultura de precisão – técnicas de geoprocessamento empregadas em ambiente de sistemas geográficos de informação.

Durante a exposição, o professor José Américo Filho citou o exemplo das araucárias. Com a tecnologia utilizada, é possível monitorá-las e dimensionar as espécies fêmeas, assim como seu posicionamento geográfico.

As principais geotecnologias utilizadas são: Sistemas de Informações Geográficas (SIG), Posicionamento pelos Sistemas Globais de Navegações por Satélites (GNSS), Geoestatística, Sensoriamento Remoto (SR) e Fotogrametria, Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), Processamento Digital de imagens e interpretação e/ou classificação, LIDAR (light detection and ranging) e Topografia associada ao GNSS. O projeto tem, atualmente, três estudantes bolsistas.

CR Campeiro

O professor Enio Giotto, responsável pelo Sistema Geográfico de Gestão Rural CR Campeiro, também teve espaço no debate. Durante sua fala, mostrou a utilização da tecnologia disponível no site do projeto, que é um Sistema Geográfico de Gestão. Nele, é possível ter detalhes nas análises de inventários florestais, além de contar com alguns aplicativos associados, específicos para mensurações de florestas e de áreas, com aplicações de geodésia e de técnicas estatísticas.

Texto: Juan Grings, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista
Foto: Divulgação

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