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Polícia Rodoviária Federal prepara área para sede com apoio técnico da UFSM e do Colégio Politécnico

PRF solicitou apoio técnico ao Colégio Politécnico, através do curso de Geoprocessamento, para finalizar projeto de ampliação



foto colorida horizontal mostra os dois professores de chapéu, agachados, à frente de dois carros da PRF estacionados, e na frente deles o drone e um monitor
Professores Luiz Felipe Diaz de Carvalho e Lucio de Paula Amaral com os drones utilizados na primeira etapa da ação

Acordo de Cooperação Técnica entre Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Maria e UFSM viabilizará regularização fundiária de área para sede da PRF em Santa Maria. Localizada na BR 158, Km 319, a PRF solicitou apoio técnico ao Colégio Politécnico, através do curso de Geoprocessamento, para finalizar projeto de ampliação. Com suporte técnico dos professores e do trabalho dos alunos do curso de Geoprocessamento, será possível levar a cabo as exigências legais para o avanço das ampliações.

A reunião para tratar do acordo, realizada em junho na sede da PRF, contou com a presença da diretora do Colégio Politécnico, Marta Von Ende, dos professores Luiz Felipe Diaz de Carvalho, do curso de Geoprocessamento, Lúcio de Paula Amaral, representando o Programa de Pós-Graduação em Agricultura de Precisão, e do chefe da 9ª Delegacia da PRF/RS, Paulo Roberto da Silva Rodrigues, juntamente com o policial rodoviário federal Géson Garlet. Segundo Paulo Roberto, é imprescindível a participação do curso de Geoprocessamento nesse tipo de prestação de serviços, sem o qual o projeto não poderia avançar.

A Direção do Colégio Politécnico e os professores saudaram a parceria, destacando a importância da contribuição da Universidade e do Colégio em prol dos interesses da comunidade e das colaborações de estudo e extensão junto às instituições. Segundo os professores Luiz Felipe e Lúcio, o acordo é uma excelente ocasião para que a população conheça um pouco mais das atividades desenvolvidas no curso de Geoprocessamento, além de ser uma excelente oportunidade de aprendizado e treinamento para os alunos. 

A primeira etapa do projeto, com uso de drones para produção de ortomosaicos, já foi iniciada, e a ação prosseguirá com levantamento topográfico planimétrico com RTK (determinação dos limites do terreno) e confecção da planta georreferenciada com ortomosaicos que irá possibilitar a alocação do projeto arquitetônico, que está em fase final de elaboração.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico

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