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Comunidade poderá fiscalizar o consumo de energia elétrica na UFSM

O consumo de energia na universidade vem sendo bastante inferior às metas de economia estipuladas pelo governo



Devido à falta de chuva que tem afetado a maior parte do Brasil nos últimos meses, e ao consequente declínio no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas (matriz responsável por cerca de dois terços da energia produzida no país), o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto 10.799/2021, publicado em 25 de agosto no Diário Oficial da União. O decreto estabelece medidas para a redução do consumo de energia elétrica no âmbito da administração pública federal. Entre as principais medidas, o documento estabelece – no artigo 4º – que “os órgãos e as entidades deverão buscar reduzir o consumo de energia elétrica nos meses de setembro de 2021 até abril de 2022 em percentual de 10% a 20% em relação à média do consumo do mesmo mês nos anos de 2018 e 2019”.

Na UFSM, o consumo de energia em 2021 já vem sendo bastante inferior às metas de economia estipuladas pelo governo, tendo em vista que – em razão da pandemia de Covid-19 – as atividades presenciais na universidade estão suspensas desde março do ano passado, com exceção das unidades onde o trabalho presencial é indispensável, como no caso do Hospital Universitário de Santa Maria, por exemplo. Respeitando o que determina o parágrafo 1º do artigo 4º, a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) publicou gráficos comparativos do consumo de energia elétrica, por meio dos quais o público poderá fiscalizar a economia alcançada mês a mês.

Para se ter uma ideia, no mês de julho de 2021 foram consumidos 910.136,8 kWh de energia elétrica na UFSM. Isso representa uma redução de 35,69% com relação à média de 2018 e 2019 para o mesmo mês. Neste ano, a redução média foi de 38,98% até o momento. Para facilitar a estimativa de consumo de energia em cada unidade e subunidade, a Proinfra também disponibiliza – anexa aos gráficos – uma calculadora de estimativa de consumo, a qual consiste em uma planilha eletrônica que auxilia a calcular o gasto de energia de aparelhos elétricos e eletrônicos.

O decreto, em seu parágrafo 3º, determina ainda que cada órgão ou entidade federal deva criar em seu âmbito uma Comissão Interna de Conservação de Energia (Cice), cuja manutenção será obrigatória até 30 de abril de 2022. A Cice terá a função de “assessorar os dirigentes na adoção de medidas para a redução do consumo de energia elétrica”. Na UFSM, já existe uma comissão informal para tratar do assunto. O Gabinete do Reitor e a Proinfra analisam a possibilidade de formalizá-la e transformá-la na Cice da instituição.

Ao final do decreto, consta um anexo com 47 recomendações para o uso eficiente da energia elétrica na administração pública federal. Elas incluem dicas de utilização de aparelhos de ar-condicionado, iluminação, computadores, geladeiras e congeladores, aquecedores e refrigeradores de água e elevadores. Recomenda-se ainda a retirada da tomada, ao serem desligados, de aparelhos eletrônicos que ficam em modo de espera, bem como a realização de campanhas de conscientização para os servidores públicos e a valorização da eficiência energética na contratação de bens e serviços.

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