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Abertura da 36ª JAI teve como destaque palestra sobre mulheres na ciência

A palestra foi ministrada nesta segunda-feira (22) pela professora Márcia Cristina Bernardes Barbosa, da Ufrgs



Professora Márcia Cristina Bernardes Barbosa proferiu a palestra de abertura

Teve início hoje (22) a 36ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM, que neste ano tem como tema “Ciência e esperança”. A abertura do evento contou com a apresentação do coordenador da JAI, Paulo Cesar Piquini, além de contribuições do reitor da universidade, Paulo Afonso Burmann, e do vice-reitor, Luciano Schuch. O evento ocorrerá até a próxima sexta-feira (26) e contará com diversas palestras (plenárias e temáticas) e performances artísticas ao longo da semana (transmitidas pelo canal da jornada no Youtube), além da apresentação dos trabalhos de pesquisa, ensino e extensão realizados pelos alunos durante o ano.

Em uma manifestação breve, o reitor parabenizou o Comitê da JAI 2021 e também agradeceu a presença da palestrante de abertura, a professora Márcia Cristina Bernardes Barbosa, do curso de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Em referência ao tema da palestra, “Mulheres na ciência: uma verdade inconveniente”, Burmann comentou sobre a importância da valorização feminina dentro do âmbito acadêmico e ressaltou: “Somos a 10ª universidade do mundo em produção científica feita por cérebros e mãos de mulheres. 50,4% da produção científica da UFSM é feita por mulheres, o que é motivo de muito orgulho para a nossa universidade”.

Durante o discurso, a cientista destacou alguns dos vários desafios que impedem ou dificultam o crescimento acadêmico e mercadológico das pesquisadoras no mundo, como por exemplo: a construção de estereótipos machistas, a deslegitimação da mulher, o assédio no meio de trabalho e a falta de apoio institucional ou empresarial durante a maternidade. Para Márcia, a ampliação de ações afirmativas que promovam a igualdade de gênero é necessária para a construção de uma consciência coletiva entre os pesquisadores e as pesquisadoras. “Empresas com maior diversidade fazem com que o grupo crie uma inteligência coletiva, o que gera uma maior eficiência”, afirma.

Ao final da abertura do evento, a UFSM Cia de Dança apresentou uma performance denominada “Homenagem a Aldir Blanc e Elis Regina”, em formato de vídeo, com uma duração de aproximadamente cinco minutos.

A programação completa e outras informações sobre a 36ª JAI estão disponíveis aqui.

Texto: Carla Giovana Essy, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Lucas Casali

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