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				<title>Festival do Minuto chega à UFSM com exibição gratuita e debate sobre audiovisual</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/16/festival-do-minuto-chega-a-ufsm-com-exibicao-gratuita-e-debate-sobre-audiovisual</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:04:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festival do minuto]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade será realizada no dia 23 de junho, a partir das 19h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Santa Maria recebe o Festival do Minuto no dia 23 de junho, às 19h, no auditório do prédio 67 da UFSM. Considerado o primeiro festival de vídeos de até 60 segundos do mundo, o Festival do Minuto foi criado no Brasil em 1991 e tornou-se uma referência internacional no formato de curtíssima duração, inspirando iniciativas semelhantes em mais de 50 países.</p>
<p>Atualmente, o festival funciona de forma permanente, gratuita e online, recebendo trabalhos de participantes de todas as idades e regiões. Os interessados podem enviar GIFs ou vídeos de até um minuto, com temas livres ou propostos em concursos específicos, por meio do site oficial do projeto.</p>
<p>A mostra em Santa Maria apresenta a seleção “Melhores Minutos de 2025”, reunindo obras que exploram diferentes linguagens, narrativas e experimentações audiovisuais. A iniciativa oferece ao público a oportunidade de conhecer a criatividade e a diversidade de realizadores que encontraram, no formato de apenas 60 segundos, uma maneira de contar histórias, provocar reflexões e explorar novas formas de expressão.</p>
<p>Após a exibição, será realizada uma mesa-redonda com os realizadores e pesquisadores do audiovisual Theodor Gonçalves, Dafne Pedroso e Neli Mombelli. O debate abordará aspectos da produção audiovisual contemporânea, os desafios da criação em formatos breves e a importância dos festivais para a circulação de novos olhares e narrativas.</p>
<p>A exibição é promovida pela UFSM e pela Universidade Franciscana (UFN). Com entrada gratuita e aberta à comunidade, o evento proporciona ao público um contato direto com uma das mais importantes iniciativas de difusão e incentivo à produção audiovisual de curta duração no Brasil.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAEd celebra 10 anos de atuação na UFSM com programação especial aberta à comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/16/caed-celebra-10-anos-de-atuacao-na-ufsm-com-programacao-especial-aberta-a-comunidade</link>
				<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:31:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[Coordenadoria de Ações Educacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividades ocorrem na sexta-feira (19), a partir das 10h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: small">A Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd), vinculada à Pró-Reitoria de Graduação da UFSM, celebra seus 10 anos de atuação na próxima sexta-feira (19) com uma programação especial que integra as comemorações pelos 66 anos da Universidade. </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: small">O evento ocorrerá das 10h às 12h, no hall do prédio 67, reunindo estudantes, servidores, gestores e comunidade acadêmica para celebrar uma década de iniciativas voltadas à promoção do acesso, da permanência e do sucesso acadêmico dos estudantes da UFSM.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: small">A programação contará com apresentação dos principais projetos, ações e resultados desenvolvidos pela Coordenadoria ao longo dos últimos 10 anos. </span></span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: small">Além do momento institucional, a celebração incluirá atividades interativas, vacinação contra a gripe, arrecadação de agasalhos para a Campanha do Agasalho e momentos de integração, com distribuição de pipoca, chá e café aos participantes.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: small">Criada com o propósito de fortalecer políticas de acolhimento, inclusão e acompanhamento estudantil, a CAEd consolidou-se como um importante espaço de desenvolvimento de ações educacionais voltadas à permanência e ao desempenho acadêmico dos estudantes da Universidade.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: small">Ao completar uma década de atividades, a Coordenadoria reafirma seu compromisso com a construção de uma universidade mais inclusiva, humana e comprometida com a formação integral de seus estudantes.</span></span></span></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM tem capítulo publicado em livro do Comitê Internacional de Críticos de Arquitetura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/professor-da-ufsm-tem-capitulo-publicado-em-livro-do-comite-internacional-de-criticos-de-arquitetura</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:03:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>

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						<description><![CDATA[O professor Ricardo de Souza Rocha assina texto sobre obra-prima da arquitetura contemporânea portuguesa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM (Campus de Cachoeira do Sul), o professor Ricardo de Souza Rocha terá um capítulo de sua autoria publicado no livro intitulado <a href="https://www.park-books.com/en/product/architecture-between-autonomy-and-engagement/1814" target="_blank" rel="noopener"><i>Architecture between Autonomy and Engagement</i></a>, que tem previsão de lançamento para novembro deste ano. O professor da UFSM assina um texto dedicado ao Pavilhão de Tênis da Quinta da Conceição, que é considerada uma obra-prima da arquitetura portuguesa contemporânea. Projetada pelo arquiteto Fernando Távora, a obra fica na cidade de Matosinhos, na região metropolitana do Porto.</p>
<p>O livro será publicado pela editora suíça Park Books. É organizado pelo Comitê Internacional de Críticos de Arquitetura, contando também com a participação de professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie. De acordo com a sinopse, “críticos de arquitetura internacionais de renome, em análises bem fundamentadas, comprovam que o desenvolvimento moderno em direção à abstração na linguagem arquitetônica não implica, de forma alguma, um silenciamento da comunicação, mas, ao contrário, que em alguns casos a simplificação da aparência é justamente o que torna a ambiguidade e a acessibilidade possíveis”.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança nesta quinta-feira (18) a 41ª edição do Festival Internacional de Inverno</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/ufsm-lanca-nesta-quinta-feira-18-a-41a-edicao-do-festival-internacional-de-inverno</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:26:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fiiufsm]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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						<description><![CDATA[Tradicional jantar no distrito de São João do Polêsine marcará a revelação da identidade visual do evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (18), às 20h, o distrito de Vale Vêneto, em São João do Polêsine, será palco do jantar de lançamento do <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/festivaldeinverno" target="_blank" rel="noopener">41º Festival Internacional de Inverno da UFSM</a> e da 41ª Semana Cultural Italiana. Como tradicionalmente acontece, o jantar terá como um dos grandes destaques a revelação oficial da marca e da identidade visual que, neste ano, ilustrarão o festival. Estarão presentes representantes da gestão da universidade, autoridades públicas municipais e estaduais, equipes organizadoras, mídias local e regional, além de representantes de instituições parceiras.

Tanto a marca quanto a comunicação estão sendo produzidas por estudantes dos cursos de Publicidade e Propaganda e Relações Públicas. Assim, o jantar celebra a sinergia entre o conhecimento produzido na UFSM e a forte tradição comunitária da Quarta Colônia de Imigração Italiana. O festival e a semana cultural reafirmam o compromisso da UFSM com a extensão e o desenvolvimento cultural da região, integrando a música erudita e a preservação histórica em uma celebração de forte impacto comunitário e fraterno.

Tanto o 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM quanto a 41ª Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto estão programados para acontecer de forma simultânea entre os dias 16 de julho e 2 de agosto de 2026. O lançamento oficial antecipa a atmosfera de integração cultural, música e gastronomia típica que movimenta o fluxo turístico e acadêmico da região anualmente.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Festival Internacional de Inverno</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW recebe a 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/ufsm-fw-recebe-a-15a-mostra-cinema-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:52:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Campus exibirá filmes que trazem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, emergência climática e preservação cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Programacao.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Programacao.jpg" alt="" width="625" height="349" /></a>Desta terça (16) até a próxima quinta-feira (18), o Campus da UFSM em Frederico Westphalen está entre os pontos de exibição da 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, iniciativa promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal do Ceará (UFC).</p><p>A ação tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema nacional e estimular debates sobre temas fundamentais para a sociedade, como diversidade, inclusão social, cidadania, combate às desigualdades e aos preconceitos. Além disso, a iniciativa busca ampliar os espaços de diálogo e conscientização, aproximando diferentes públicos de discussões essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e respeitosa.</p><p>Com o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, a edição deste ano destaca a mudança do clima como um dos grandes desafios contemporâneos. As produções selecionadas incentivam reflexões sobre os impactos da crise ambiental, a responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente e a necessidade de construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.</p><p>As sessões no campus ocorrem em diferentes momentos, têm entrada gratuita e são abertas ao público em geral. Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a mostra ocorre dentro da programação do Pensando Verde. No dia 18 de junho, no Estúdio de TV, haverá a exibição de várias películas. A programação consta na imagem acima e alguns dos trailers pode ser acessados por meio dos links abaixo:</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MyVpXNKuTGU" target="_blank" rel="noopener">“Cerrado, Coração das Águas”</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=pffVhgsfMQo" target="_blank" rel="noopener">“Volta Grande”</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=QdeEGPHj0hY" target="_blank" rel="noopener">“Sukande Kasáká – Terra Doente”</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=0J5bXdXJXrk" target="_blank" rel="noopener">“Eu Sou Raiz”</a></p><p><em>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>V Simpósio de Biogerontologia e Saúde debate desafios e perspectivas do envelhecimento na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/v-simposio-de-biogerontologia-e-saude-debate-desafios-e-perspectivas-do-envelhecimento-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:27:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ppggeronto]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM reúne pesquisadores, estudantes e comunidade para discutir saúde e envelhecimento nos dias 17 e 18 de junho.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="298" data-end="671">O Programa de Pós-Graduação em Gerontologia (PPGeronto) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promove, nos dias 17 e 18 de junho de 2026, o V Simpósio de Biogerontologia e Saúde. O evento será realizado no Auditório Wilson Aita, no Centro de Tecnologia (CT), e tem como objetivo promover reflexões sobre a saúde da pessoa idosa em diferentes contextos e realidades.</p>
<p data-start="673" data-end="952">Coordenado pela professora Melissa Medeiros Braz, o simpósio reúne pesquisadores, profissionais, estudantes e comunidade em uma programação que aborda temas relacionados ao envelhecimento, qualidade de vida, políticas públicas, segurança alimentar, obesidade e promoção da saúde. Nesta edição, o evento conta com quase 300 inscritos, entre eles mais de 100 pessoas idosas e pós-graduandos que participarão das atividades do turno da manhã do dia 18 de junho. A programação também inclui a participação de grupos de extensão da UFSM, reforçando o caráter formativo, interprofissional e de aproximação com a comunidade.</p>
<p data-start="1293" data-end="1421">As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfC6f2a-vMphPjh-oQGpVknozl1Et0Y2MSzNPaQMzKi41j6vg/viewform?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPNTY3MDY3MzQzMzUyNDI3AAGnGkhqx64G8ymIjygJkxWbx0_8kz9K7PWBX5Ue_LMLFKn53aUgRLIX_sFmvnU_aem_-opOvjaMkdSZtiaWfwHP1w">formulário</a>. Os interessados também poderão apresentar trabalhos na modalidade banner físico. As regras, o modelo de submissão, a programação completa e outras informações estão disponíveis no perfil oficial do evento no Instagram, <a href="https://www.instagram.com/simposiobiogeronto/">@simposiobiogeronto</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hub.Doc promove diálogo internacional sobre recuperação de acervos atingidos por enchentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/hub-doc-promove-dialogo-internacional-sobre-recuperacao-de-acervos-atingidos-por-enchentes</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:30:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[hub.doc]]></category>
		<category><![CDATA[hubdoc]]></category>

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						<description><![CDATA[Realizado durante a Semana Nacional de Arquivos, o debate promoveu a aproximação de experiências entre o Brasil e a Argentina]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A 10ª Semana Nacional de Arquivos (SNA) aconteceu entre os dias 8 e 12 de junho com a participação de instituições de todo país. Durante esse período, palestras, debates, seminários e oficinas foram desenvolvidos para aproximar a sociedade dos acervos documentais e destacar a importância da preservação da memória e do patrimônio histórico. </p>
<p>O tema da evento promovido pelo <a href="https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br">Arquivo Naciona</a>l, em 2026, foi <strong>“Arquivos, Democracia e Justiça Social”</strong>. A semana teve o intuito de refletir sobre o papel dos arquivos na promoção da justiça social, na reparação de desigualdades históricas e na construção de uma sociedade mais justa e democrática.</p>
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/transdoc">Hub.Doc</a> promoveu um intercâmbio de experiências entre Brasil e Argentina sobre a recuperação de documentos atingidos por enchentes. A Universidad Nacional Del Sur sofreu com os impactos de enchentes durante março de 2025, principalmente no subsolo da Biblioteca Central. </p>
<p>A inundação ocorrida em Bahía Blanca a partir do dia 7 de março de 2025 afetou arquivos na  Biblioteca Central Nicolás Matijevic, que teve mais de 130 centímetros tomados pela água. O evento comprometeu acervos bibliográficos, espaços de trabalho e serviços essenciais para a comunidade universitária. </p>
<p>A transmissão contou com a participação de Débora Flores, coordenadora geral do Hub.Doc e diretora do Departamento de Arquivo Geral (DAG) da UFSM , além dos profissionais argentinos Guadalupe Basualdo, antropóloga especializada em gestão de documentos eletrônicos; Victor Ferracutti, especialista em gestão de bibliotecas; e Gonzalo Faramiñan, bibliotecário e especialista em sistemas de informação. </p>
<p>Guadalupe, Victor e Gonzalo fizeram uma reconstrução cronológica dos acontecimentos de março de 2025 e pontuaram as providências tomadas para a recuperação dos arquivos das bibliotecas. “Eu e meus colegas acompanhamos a apresentação de vocês e falamos sobre o quanto nos identificamos com tudo que vocês mostraram. Quando o Gonzalo falou que ainda não tinha voltado a luz… a gente vivenciou muito isso”, contou Débora Flores ao fim da exposição. A troca de experiências permitiu discutir estratégias de recuperação de acervos atingidos por desastres climáticos e refletir sobre desafios comuns enfrentados por instituições brasileiras e argentinas diante de eventos extremos. </p>
<p>A live <a href="https://www.youtube.com/watch?v=aHD9X4aHsHw">"Salvar la memoria después de la inundación: estrategias y desafíos en el rescate del patrimonio bibliográfico y documental de la Biblioteca Central de la Universidad Nacional del Sur"</a> pode ser vista no <a href="https://www.youtube.com/@hubdocufsm">canal do Youtube</a> do Hub.Doc. </p>
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista do Hub.doc<br />Edição: João Ricardo Gazzaneo, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário Shostakovich 120 reúne música, história e cultura em programação com convidados nacionais e internacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/seminario-shostakovich-120-reune-musica-historia-e-cultura-em-programacao-com-convidados-nacionais-e-internacionais</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:59:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[recital]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73224</guid>
						<description><![CDATA[Evento celebra os 120 anos de nascimento do compositor russo Dmitri Shostakovich com palestras, mesas-redondas e recitais abertos ao público]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza, de 15 a 17 de junho, o Seminário Shostakovich 120, evento que celebra os 120 anos de nascimento do compositor russo Dmitri Shostakovich (1906-1975). A programação reúne palestras, mesas-redondas, comunicações de pesquisa, masterclasses e recitais, promovendo o diálogo entre música, história, literatura, teatro, política e relações internacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Organizado pelo Centro de Artes e Letras (CAL), pela Coordenação dos Cursos de Música e pelo grupo de pesquisa PerformaMus, o seminário busca discutir a vida e a obra de Shostakovich em seu contexto histórico, político e cultural, abordando temas como a relação entre arte e poder, a censura, a cultura soviética e o papel da música durante a Guerra Fria.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os convidados internacionais está David Haas, professor da University of Georgia (Estados Unidos), reconhecido por suas pesquisas sobre música russa e autor de importantes estudos sobre Shostakovich. Também participa do evento o pianista e professor Daniel Tarquínio, da Universidade de Brasília (UnB), formado pelo Conservatório Rimsky-Korsakov, em São Petersburgo, na Rússia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programação conta ainda com a participação de docentes da UFSM e de outras instituições, como Silvana Baggio, que abordará as relações entre Shostakovich e o teatro soviético, e Guilherme Barros, que apresentará pesquisas sobre performance e gravações da obra do compositor. Uma mesa-redonda dedicada às relações entre música e política internacional reunirá o diplomata Wellington Müller Bujokas e o pesquisador espanhol Santiago Guerra, com mediação do professor José Renato Ferraz da Silveira, do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além das atividades acadêmicas, o seminário contará com três recitais abertos ao público, realizados às 19h no Salão Imembuí, no prédio da Reitoria. O repertório inclui obras de Shostakovich e de outros importantes compositores russos e soviéticos, como Sergei Rachmaninoff e Edison Denisov, interpretadas por professores e estudantes da UFSM, além de convidados da UnB e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).</p>
<p>As palestras e comunicações ocorrerão na sala 1203 do Prédio 40, no Centro de Artes e Letras. Haverá ainda um recital especial da classe de piano da UFSM, no dia 16 de junho, às 12h30, na Sala Sebastian Benda, localizada no Prédio 40B.</p>
<p>A programação completa do semário está disponível <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/0-Seminario-Shostakovich-120-Livreto_versao-revisada_15_06.pdf">aqui.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM/PM lança plataforma gratuita com dados sobre riscos e eventos climáticos no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/projeto-da-ufsm-pm-lanca-plataforma-gratuita-com-dados-sobre-riscos-e-eventos-climaticos-no-rs</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:47:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes 2024]]></category>
		<category><![CDATA[escritório de inovação rio da várzea]]></category>
		<category><![CDATA[P&D Clima]]></category>
		<category><![CDATA[rio da várzea]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73222</guid>
						<description><![CDATA[P&amp;D Clima oferece subsídios para governos, ógãos de defesa civil, pesquisadores e sociedade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><img class="wp-image-73223 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/PD-Clima.jpg" alt="Imagem colorida vertical. A peça gráfica tem como imagem de fundo o teclado de um notebook acima de uma mesa. Em destaque, a tela de um celular com uma das imagens da P&amp;D Clima, incluindo um mapa do Rio Grande do Sul. No canto inferior à esquerda, o título, em branco, P&amp;D Clima. Mais abaixo, o selo de 20 anos da UFSM-PM" width="414" height="517" />Com o objetivo de disponibilizar informações climáticas de forma gratuita, simples e acessível, transformando dados em informação útil para a tomada de decisão, nasce o “P&amp;D Clima: Ciência e Informação Contra a Crise Climática no RS”, uma plataforma voltada ao enfrentamento das mudanças climáticas no Rio Grande do Sul. A iniciativa, criada em resposta às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, foi desenvolvida por meio do Escritório Local de Inovação Rio da Várzea (ELI-RV), vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p dir="ltr">As enchentes que atingiram o estado em 2024, consideradas um dos maiores desastres climáticos da história recente do Brasil, evidenciaram a necessidade de reunir, organizar e disponibilizar dados climáticos confiáveis para apoiar a compreensão de riscos, o planejamento de ações e o enfrentamento de eventos extremos. Nesse contexto, a plataforma foi criada para orientar a tomada de decisões, apoiar políticas públicas e fortalecer a resiliência das comunidades afetadas.</p>
<p dir="ltr">Ao transformar dados em conhecimento acessível, o <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true">P&amp;D Clima</a> busca oferecer subsídios para que governos, órgãos de defesa civil, pesquisadores e a sociedade possam identificar riscos com maior antecedência, planejar medidas preventivas, construir cidades mais resilientes e tomar decisões mais assertivas diante de eventos climáticos extremos.</p>
<p dir="ltr">A criação da plataforma digital constitui uma das três grandes frentes de atuação do projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR).</p>
<p dir="ltr">A primeira frente adota uma abordagem qualitativa, baseada em visitas técnicas a regiões que enfrentaram grandes desastres ambientais e climáticos. O objetivo é compreender os fatores que contribuíram para esses eventos, com especial atenção à governança ambiental e à comparação entre as estratégias adotadas em diferentes contextos nacionais e internacionais. Além de experiências em países como Estados Unidos, Japão e Espanha, a equipe também realiza estudos em locais brasileiros marcados por tragédias socioambientais, como Mariana e Brumadinho (MG). No Rio Grande do Sul, os pesquisadores promoverão, ainda, uma imersão nas áreas mais afetadas pelas enchentes de 2024, buscando identificar desafios, respostas institucionais e oportunidades de aprimoramento das políticas de prevenção e gestão de riscos.</p>
<p dir="ltr">A segunda frente de atuação possui caráter quantitativo e concentra-se na análise dos dados coletados ao longo da pesquisa. A partir dessas informações, os pesquisadores pretendem gerar previsões relacionadas a situações de risco, contribuindo para o planejamento e a tomada de decisões em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.</p>
<p dir="ltr">Por fim, a terceira frente consiste no desenvolvimento da plataforma, concebida como um produto tecnológico voltado à sociedade. A ferramenta reúne dados, informações e indicadores de forma acessível, permitindo que gestores públicos, pesquisadores e a comunidade em geral tenham acesso a conteúdos que auxiliam na compreensão dos riscos climáticos e ambientais, fortalecendo ações de prevenção e monitoramento.</p>
<p dir="ltr">Para o professor Nelson Guilherme Machado Pinto, coordenador do projeto, o principal diferencial do P&amp;D Clima em relação a outras plataformas está na organização das informações por região de modo a contemplar as 28 regiões dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDEs) do Rio Grande do Sul. Segundo ele, essa estrutura facilita o acesso a dados específicos de cada território, tornando as informações mais úteis para gestores públicos, pesquisadores e para a população em geral.</p>
<p dir="ltr">Outro aspecto destacado por Nelson é a aproximação entre a universidade e a sociedade, por meio da disponibilização de conteúdos de fácil compreensão e acesso gratuito. “A gente está com o El Niño anunciado para este ano e, possivelmente, vai enfrentar algumas questões climáticas associadas a esse fenômeno. Então, essa é uma forma de a gente contribuir, enquanto universidade, grupo de pesquisa e programa de pós-graduação, trazendo informações confiáveis e dados acessíveis para a população. Como a plataforma é gratuita e aberta a todos e todas, ela permite que qualquer pessoa tenha acesso a conteúdos importantes para entender melhor essas questões e se preparar diante dos desafios climáticos”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">A plataforma já está disponível e pode ser acessada por meio de computadores, tablets e smartphones. Nela, os usuários encontram informações ambientais, econômicas e demográficas, além de dados relacionados às enchentes de 2024 e a outros desastres naturais que impactaram o Rio Grande do Sul. A ferramenta busca democratizar o acesso ao conhecimento e contribuir para o planejamento, a prevenção e a adaptação frente aos desafios climáticos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o projeto</strong></p>
<p dir="ltr">O P&amp;D Clima foi desenvolvido no âmbito do projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR/UFSM-PM). </p>
<p dir="ltr">O projeto foi aprovado no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Voltado a Desastres Climáticos, em dezembro de 2024, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). A pesquisa tem como foco as enchentes de grandes proporções que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, buscando discutir os fatores que contribuíram para os desastres climáticos do estado, com foco na governança ambiental e na comparação com modelos adotados em outros países. </p>
<p dir="ltr">Como parte das atividades do projeto, a equipe realizou missões técnicas em Brumadinho (MG) e Mariana (MG), em 2025, e, em 2026, em Nova Orleans (EUA) e Tóquio, no Japão, locais marcados por grandes desastres ambientais e climáticos. As visitas possibilitaram o estudo de diferentes experiências de gestão de riscos, recuperação de áreas afetadas e reconstrução de comunidades. </p>
<p dir="ltr">O projeto também prevê uma missão técnica em Valência, na Espanha, ampliando a análise comparativa entre o Rio Grande do Sul e experiências internacionais voltadas à prevenção, adaptação e mitigação de desastres, além de visitas nas áreas mais afetadas pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul.</p>
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<div><i>Divisão de Divulgação Institucional UFSM-PM</i></div>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Clube de leitura de quadrinhos realiza diálogo sobre obra de Alison Bechde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/clube-de-leitura-de-quadrinhos-realiza-dialogo-com-alison-bechde</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:46:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[clube de leitura de quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73219</guid>
						<description><![CDATA[Encontro ocorre nesta terça (16) às 17h no Prédio 40A]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-73220 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-15-at-08.59.06.jpeg" alt="Cartaz vertical com fundo preto e imagem da capa do livro Fun Home, que é uma janela com um pessoa atrás de uma cortina. À frente da capa da livro, a foto do autor.  " width="368" height="491" />O Grupo de Pesquisa Oficina Escrita, Histórias em Quadrinhos e Tradução: Teoria da Literatura e Práticas Literárias (GPOQT) da UFSM realiza nesta terça-feira (16) o primeiro encontro do clube de leitura “Departamento dos Pequenos Quadros”. O evento acontecerá no Prédio 40A, na sala 2120, às 17h.</span>

<span style="font-weight: 400">Coordenado pela professora Maria Clara Carneiro, o clube, centrado em histórias em quadrinhos, conversará a respeito de Fun Home, de Alison Bechdel. A obra está disponível para empréstimo na plataforma MEC Livros.</span>

<span style="font-weight: 400">O encontro será mediado e apresentado pelos doutorandos das Letras Ícaro Gonçalves e Gabriel Cavalcanti, com o objetivo promover o debate crítico e estimular a leitura das histórias em quadrinhos como uma linguagem autônoma e particular. Além disso, busca popularizar a recente plataforma MEC Livros do Governo Federal.</span>

<span style="font-weight: 400">A atividade integra projeto de extensão organizado pelo grupo de pesquisa e oferece certificados de participação para os ouvintes. Mais informações pelo <a href="https://www.instagram.com/gpoqt.ufsm?igsh=eTNvdzR4a3RvMzd4">@gpoqt.ufsm</a></span><span style="font-weight: 400">.</span>

<span style="font-weight: 400"><strong>Fun Home</strong> - Uma Tragicomédia em Família narra memórias da infância e juventude da autora e aborda temas como orientação sexual, luto e suicídio, enquanto é tecido de modo não-linear, como uma meticulosa investigação a respeito da figura de seu pai, diretor de uma casa funerária apaixonado por literatura, que morreu quando Bechdel ainda era jovem. A autora reconstrói as próprias memórias na medida em que reflete e questiona o ambiente doméstico em que cresceu. Monta um estudo elaborado a respeito de seu pai e analisa a firmeza com que ele regia a casa, sua possível homossexualidade, os casos que teve ao longo da vida e as circunstâncias de sua morte.</span>

<i>Com informações do GPOQT/PPG Letras/CAL</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento sobre sustentabilidade e ação climática ocorre nesta segunda (15)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/evento-sobre-sustentabilidade-e-acao-climatica-ocorre-nesta-segunda-15</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:44:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[hub de inovação social]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73216</guid>
						<description><![CDATA[Aberta ao público, programação ocorre na antiga Reitoria da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73218" align="alignright" width="451"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-12-at-12.52.23-1.jpeg"><img class="wp-image-73218" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-12-at-12.52.23-1.jpeg" alt="" width="451" height="564" /></a>  [/caption]
<p>O HUB de Inovação Social da UFSM (HUB IS/UFSM) convida a comunidade acadêmica e o público em geral para participar do evento “Sustentabilidade e ação climática”, promovido em alusão ao Mês do Meio Ambiente. Será nesta segunda-feira (15), às 9h30, na s<span style="font-size: revert;color: initial">ala 309 da antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria.</span></p>
<p>A programação contará com palestras e debates sobre sustentabilidade, mudanças climáticas, gestão ambiental, inventário de emissões de carbono, gestão de riscos e resiliência climática.</p>
<p>Serão emitidos certificados de duas horas de atividade.</p>
<p>Inscrições pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd9BeR5XrP9AMbXrXELnbzIGn142de9WoVBqLkRU6Kha2-T7Q/viewform" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM terá expediente especial nos dias de jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/12/ufsm-tera-expediente-especial-nos-dias-de-jogos-da-selecao-brasileira-na-copa-do-mundo-de-2026</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:42:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete da reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73213</guid>
						<description><![CDATA[Ordem de serviço publicada pela Reitoria estabelece horários diferenciados para servidores e orientações para atividades acadêmicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) publicou a <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Documento.pdf">Ordem de Serviço nº 16/2026-GR-UFSM</a>, que estabelece orientações sobre o expediente da instituição nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo da FIFA 2026.</p>
<p>Conforme o documento, nos dias de partidas da Seleção Brasileira, os servidores poderão se ausentar do expediente nos seguintes horários:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Jogos às 14h: saída a partir das 11h;</li>
<li>Jogos às 16h: saída a partir das 13h;</li>
<li>Jogos às 17h: saída a partir das 14h;</li>
<li>Jogos às 18h: saída a partir das 15h;</li>
<li>Jogos às 19h: saída a partir das 16h;</li>
<li>Jogos às 21h30: saída a partir das 18h30 para servidores com expediente regular após esse horário;</li>
<li>Jogos às 22h: saída a partir das 19h para servidores com expediente regular após esse horário.</li>
</ul>
<p>As horas não trabalhadas deverão ser compensadas posteriormente ou recuperadas por meio de Plano de Recuperação de Atividades.</p>
<p>A ordem de serviço também prevê a reorganização das atividades acadêmicas, quando necessário, e veda a realização de avaliações nos períodos abrangidos pela medida, salvo situações previstas nos respectivos Projetos Pedagógicos de Curso. As unidades responsáveis por serviços essenciais deverão manter seu funcionamento integral.</p>
<p>A íntegra da Ordem de Serviço nº 16/2026-GR-UFSM está disponível para consulta no <a href="https://portal.ufsm.br/documentos/publico/documento.html?id=15834204">Portal de Documentos da UFSM.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Linc disponibiliza curso de preparação rápida para o Teslle</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/12/linc-disponibiliza-curso-de-preparacao-rapida-para-o-teslle</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:00:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73211</guid>
						<description><![CDATA[Ao custo de R$ 70,00, a inscrição no curso pode ser feita até a próxima quinta-feira (18)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/2026-Novo-post-linc-shorts.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/2026-Novo-post-linc-shorts-819x1024.jpg" alt="" width="550" height="688" /></a>O programa Línguas no Campus (Linc) oferece nos dias 22 e 25 de junho, das 19h às 20h30min, o Linc Shorts #8, iniciativa que consiste em um curso on-line de curta duração, tendo como público-alvo pessoas inscritas no Teste de Suficiência em Leitura em Língua Estrangeira (Teslle) – para a realização da prova de inglês. Os participantes poderão desenvolver estratégias de leitura para otimizar o uso do tempo e a performance no Teslle, ao se familiarizar com a organização do teste e com os tipos de questões. Além disso, o curso vai disponibilizar um simulado com vistas a preparar candidatos para a dinâmica do Teslle.</p><p>O Linc Shorts é uma ação do Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (Labler) que oferta cursos, oficinas, tutoriais e consultorias sobre linguagem e línguas para fins acadêmicos.</p><p>Ao custo de R$ 70,00, a inscrição no curso pode ser feita até a próxima quinta-feira (18), por meio de <a href="https://www.cursoseeventos.ufmg.br/instituicao/UFSM/ofertas/12458" target="_blank" rel="noopener">formulário on-line</a>. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail labler@ufsm.br, bem como no <a href="https://www.instagram.com/linc_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do Linc no Instagram</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da UFSM ministra conferência plenária em congresso na Grécia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/12/pesquisador-da-ufsm-ministra-conferencia-plenaria-em-congresso-na-grecia</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:26:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Cepetro]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[grécia]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[laqia]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeq]]></category>
		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73209</guid>
						<description><![CDATA[Érico Flores foi o único brasileiro a apresentar conferência no Encontro da Sociedade Europeia de Sonoquímica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73210" align="alignright" width="521"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Erico.jpg"><img class="wp-image-73210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Erico.jpg" alt="" width="521" height="392" /></a> Docente apresentou trabalhos desenvolvidos por grupos da UFSM[/caption]
<p>O professor do Departamento de Química da UFSM Érico Flores foi um dos quatro pesquisadores internacionais convidados a apresentar uma conferência plenária durante o <a href="https://ess19.com/" target="_blank" rel="noopener">19th Meeting of the European Society of Sonochemistry</a> (19th ESS, 19º Encontro da Sociedade Europeia de Sonoquímica), realizado de 25 a 29 de maio na cidade de Chania, na ilha de Creta, Grécia. Estiveram presentes os principais pesquisadores em nível mundial na área de ultrassom e sonoquímica, com palestrantes da Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, Canadá, Japão, França, entre outros.</p>
<p>O ESS tem sido organizado pela Sociedade Europeia de Sonoquímica há várias décadas e atualmente é o mais tradicional evento internacional na área de ultrassom aplicado a reações e processos químicos. Nesse contexto, o grupo de pesquisa liderado pelo professor Érico na UFSM tem sido frequentemente convidado para palestras, nas quais os trabalhos mais recentes são apresentados e discutidos com pesquisadores de renome internacional.</p>
<p>Na Grécia, Érico ministrou a conferência plenária intitulada “<em>New advances in ultrasound based water treatment and green synthesis of metallic nanoparticles</em>” (“Novos avanços no tratamento de água baseado em ultrassom e para a síntese verde de nanopartículas metálicas”), apresentando os principais avanços e aplicações de sistemas de ultrassom de alta potência na área de tratamento de água para substâncias resistentes e também para novos tipos de síntese de nanomateriais.</p>
<p>Entre outras atividades, o grupo de pesquisa coordenado por Érico, dos programas de pós-graduação em Química (PPGQ) e em Engenharia Química (PPGEQ), tem sido frequentemente recebido destaque como referência na América do Sul na área de sonoquímica, contando com depósito de patentes, várias publicações de artigos científicos em revistas internacionais de alto impacto, além de capítulos de livros em cooperação com empresas e grupos de pesquisa do exterior.</p>
<p>A participação de pesquisadores em eventos de alto nível tem sido o resultado das ações de internacionalização e de inovação dos integrantes do Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (Laqia) e do Laboratório de Estudos em Petróleo (Cepetro), ambos vinculados ao Departamento de Química da UFSM.</p>
<p>Os seguintes pesquisadores também fazem parte da equipe responsável pela pesquisa apresentada no evento: professores Cezar Bizzi, Fábio Duarte, José Neri Paniz, Paola Mello, Rochele Picoloto e Rodrigo Bolzan, além do professor Juliano Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, e dos pós-doutorandos Altevir R. Viana, Gabriel T. Druzian, Mariele S. Nascimento e Thiago C. Pereira.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM sedia primeiro Encontro Presencial de Formação Continuada de Professores do Praema Pampa Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/12/ufsm-sediara-primeiro-encontro-presencial-de-formacao-continuada-de-professores-do-praema-pampa-sul</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:50:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[formação continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Praema]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73207</guid>
						<description><![CDATA[Evento é aberto ao público e ocorre neste sábado (13), a partir das 13h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73208" align="alignright" width="417"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Copia-de-PRAEMA-6.jpg"><img class="wp-image-73208" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Copia-de-PRAEMA-6.jpg" alt="" width="417" height="521" /></a>  [/caption]
<p>Neste sábado (13), a partir das 13h, o campus sede da UFSM recebe o primeiro Encontro Presencial de Formação Continuada de Professores do Praema Pampa Sul, que é um Programa Federal de Acompanhamento e Formação Continuada para o Ensino Multisseriado no Processo de Alfabetização, voltado à Região do Pampa no Rio Grande do Sul, viabilizado a partir de parceria entre Ministério da Educação (MEC) e UFSM, em regime de colaboração com as secretarias municipais e as coordenadorias regionais de educação do estado.</p>
<p>O evento, que é aberto ao público e ocorre junto ao Centro de Tecnologia, prédio 7, 2º andar, no Auditório Wilson Aita, é uma das etapas de um curso de aperfeiçoamento docente em formato híbrido (online e presencial), direcionado à turma de cursistas vinculados ao polo de Santa Maria, composta por professores alfabetizadores oriundos de diferentes redes públicas de ensino da região central. Além disso, o evento conta com a presença das equipes organizadoras do Praema Pampa Sul, composta por formadores, monitores, agentes culturais e coordenação geral.</p>
<p>Haverá uma programação diversificada, com momentos de acolhimento e abertura oficial, formação técnica, apresentações formativas de cunho artístico-cultural, rodas de conversa e integração interdisciplinar, dentre outros, a fim de proporcionar o enriquecimento do processo formativo docente e a troca de experiências entre os participantes, dentro de uma temática contextualizada ao território escolar e práticas didático-pedagógicas. </p>
<p>Além de promover a interação entre participantes e a difusão do conhecimento nas temáticas da alfabetização, o evento também será a oportunidade de outros interessados no curso realizarem sua inscrição durante o ato, visto que haverá equipe de apoio no local, para dirimir dúvidas e orientar sobre o início, meio e fim do curso.</p>
<p>Após o evento de Santa Maria, o Praema Pampa Sul segue com outros encontros formativos presenciais, nas cidades polos de Santana do Livramento (dia 20 de junho) e Uruguaiana (27 de junho), sempre no turno da tarde. </p>
<p>Mais informações sobre o Praema Pampa Sul podem ser obtidas pelo email <a href="mailto:praemaufsm@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">praemaufsm@gmail.com</a> e também nas <a href="https://www.instagram.com/praemasul.ufsm" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/praemasul.ufsm&amp;source=gmail&amp;ust=1781344134257000&amp;usg=AOvVaw2LtyOkqDn6Ie6AKVM9KxZW">redes sociais</a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Husm recebe 30 profissionais angolanos para atividades de formação e estágios supervisionados</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/11/husm-recebe-30-profissionais-angolanos-para-atividades-de-formacao-e-estagios-supervisionados</link>
				<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 20:20:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73206</guid>
						<description><![CDATA[O intercâmbio faz parte do Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde Brasil-Angola]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O que a troca de experiências entre profissionais de diferentes países pode trazer para a saúde pública? No Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), integrante da Rede HU Brasil, essa vivência faz parte da rotina de 30 profissionais angolanos que participam de atividades de formação teórico-prática e estágios supervisionados em diferentes áreas da saúde pública.

No dia 20 de maio, as cirurgiãs-dentistas angolanas Paula Margarida Van-Dúnem Paixão Franco Ferreira e Marcelina da Consolação José Kiluange participaram de uma visita ao curso de Odontologia da UFSM. Durante a atividade, as intercambistas conheceram o protocolo CTdBem, tecnologia apresentada pelo professor da UFSM, Gustavo Dotto, que permite a realização de tomografias odontológicas com baixa dose de radiação.

Segundo Gustavo, as profissionais também acompanham diariamente os atendimentos realizados pelos cirurgiões-dentistas do Husm, tanto no consultório e ambulatório quanto junto aos pacientes internados, incluindo unidades de internação e CTI. “Essa vivência permite compreender de forma integrada o papel da Odontologia no ambiente hospitalar e a atuação junto a pacientes com diferentes níveis de complexidade clínica”, explicou.

Sobre o protocolo CTdBem, Gustavo destacou que a tecnologia foi desenvolvida para ampliar o acesso a exames odontológicos por imagem em contextos hospitalares e públicos, utilizando a estrutura já existente nos hospitais, como tomógrafos médicos <i>multislice</i>, para gerar imagens com finalidade odontológica. “Isso é relevante para pacientes internados, oncológicos, politraumatizados, com necessidades especiais ou com dificuldade de deslocamento, porque possibilita que o diagnóstico odontológico por imagem seja realizado no próprio ambiente hospitalar, sem depender exclusivamente de serviços externos ou equipamentos odontológicos específicos”.

O professor também ressaltou que o protocolo foi desenvolvido com foco na redução da exposição à radiação, seguindo o princípio Alara, que busca utilizar a menor dose possível sem comprometer a qualidade diagnóstica. “O protocolo procura adaptar a aquisição das imagens à necessidade odontológica específica, reduzir exposições desnecessárias e evitar repetições de exames, mantendo a segurança do paciente como prioridade”.

A visita integrou as atividades do Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde Brasil-Angola, iniciativa de cooperação internacional voltada à qualificação técnica, científica e profissional de trabalhadores da saúde angolanos em instituições brasileiras. No Husm, são enfermeiros, fisioterapeutas, dentistas, assistentes sociais, médicos, farmacêuticos e psicólogos alocados em diferentes serviços e acompanhando atividades de formação clínica e vivências ligadas à assistência prestada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
<h3><b>Troca de experiências e aprendizagem no SUS</b></h3>
O programa reúne estudantes e profissionais com experiência prévia em instituições de saúde e gestão pública em Angola. A proposta é fortalecer o sistema público de saúde angolano por meio da troca de conhecimentos, da formação em serviço e da aproximação entre instituições de ensino e assistência dos dois países.

Médicas dentistas em hospitais públicos de referência em Angola, Paula Margarida Van-Dúnem Paixão Franco Ferreira e Marcelina da Consolação José Kiluange participam de uma vivência de três meses em odontologia hospitalar no Husm. Paula atua desde 2002 no Hospital Josina Machel, em Luanda, capital angolana. Marcelina é licenciada em Medicina Dentária e trabalha no Hospital Público Josina Machel, unidade de nível terciário no país. Durante o intercâmbio, ambas acompanham atividades assistenciais e multiprofissionais desenvolvidas no Husm.

Segundo Paula, “a vivência tem como objetivo conhecer e fazer uma troca de experiências do ponto de vista técnico-assistencial, cultural e humano. Temos acompanhado a integração das equipas multiprofissionais com a odontologia para prestar um atendimento seguro e humanizado aos pacientes. A ideia é adquirir conhecimentos para partilhar e replicar no nosso hospital em Angola”.

Durante o intercâmbio, a profissional acompanha práticas assistenciais voltadas a pacientes ambulatoriais e internados, além de protocolos relacionados à biossegurança, segurança do paciente e higiene oral em UTI. Paula também destacou o contato com a laserterapia utilizada na prevenção da mucosite oral em pacientes oncológicos e o acompanhamento de atendimentos odontológicos realizados antes de cirurgias cardíacas.

A cirurgiã-dentista ressaltou ainda a experiência de conhecer o protocolo CTdBem e a estrutura do curso de Odontologia da UFSM. “Foi uma experiência gratificante. O protocolo permite realizar tomografias com baixa dosagem de radiação e em curto espaço de tempo, o que pode auxiliar no despiste de focos infecciosos em pacientes internados, grávidas e crianças. Além disso, é um protocolo social e sem custo para o hospital”.

Para Paula, os conhecimentos adquiridos durante o período de formação poderão contribuir para qualificar o atendimento no hospital onde atua em Angola. “Vou levar para Angola os protocolos, os fluxogramas, a integração das equipes multiprofissionais e os conhecimentos sobre laserterapia e odontologia hospitalar. Também gostaria muito de levar o protocolo CTdBem, porque seria uma mais-valia para o nosso hospital. Todo esse aprendizado tem como objetivo melhorar e aperfeiçoar o atendimento aos pacientes de forma humanizada”, destacou.

O Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde Brasil-Angola foi lançado oficialmente em abril de 2024. A iniciativa é coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação, em parceria técnica com o Ministério da Saúde e a Rede HU Brasil, que mobilizam universidades, hospitais universitários e instituições públicas de ensino e saúde em diferentes regiões do país. Entre 2024 e 2026, foram ocupadas 434 vagas em 29 hospitais universitários federais e na administração central da Rede HU Brasil. Dessas, 255 correspondem a profissionais que iniciam suas atividades formativas no Brasil ao longo de 2026.
<h3><b>Sobre a HU Brasil </b></h3>
O Husm faz parte da Rede HU Brasil desde 2013. Criada por meio da Lei Nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.

<i>Texto: Coordenadoria de Comunicação Social da Rede HU Brasil</i>]]></content:encoded>
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				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM entrega os primeiros resultados do paisagismo em São João do Polêsine</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/11/equipe-phenoglad-da-ufsm-entrega-os-primeiros-resultados-do-paisagismo-em-sao-joao-do-polesine</link>
				<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

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						<description><![CDATA[Paisagismo sustentável e resiliente ao clima ganha espaço em mais um município da Quarta Colônia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73204" align="alignright" width="532"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0052.jpg"><img class=" wp-image-73204" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0052.jpg" alt="" width="532" height="399" /></a> Canteiros já embelezam a praça da cidade[/caption]
<p>Nas últimas semanas, a Equipe PhenoGlad da UFSM entregou os primeiros canteiros floridos na praça de São João do Polêsine e na Praça da Polenta, em Vale Vêneto. O trabalho é fruto da parceria da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, com a Prefeitura de São João do Polêsine, visando expandir o paisagismo do projeto para mais um município da Quarta Colônia.</p>
<p>“As tratativas iniciaram com a Prefeitura de Pôlesine no dia 9 de abril, e uma semana após a primeira reunião já entregamos os primeiros canteiros floridos na praça em frente à catedral da cidade", comenta o professor da UFSM Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e diretor de Pesquisa, Ensino e Extensão da Associação Riograndense de Floricultura (Aflori), responsável pelo design paisagístico.</p>
<p>A partir da primeira entrega de resultados seguiu-se na confecção de novos canteiros e concluiu-se a primeira meta, que era a praça florida para a Festa Regional do Arroz, que aconteceu entre os dias 15 e 17 de maio. Na sequência, teve início a modernização do paisagismo em Vale Vêneto, com vistas ao Festival de Inverno, já tendo sido entregues canteiros com flores.</p>
[caption id="attachment_73205" align="alignleft" width="530"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0056.jpg"><img class=" wp-image-73205" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0056.jpg" alt="" width="530" height="398" /></a> Trabalho envolve técnicas de paisagismo sustentável e resiliente[/caption]
<p>A parceria está levando técnicas internacionais de paisagismo sustentável e resiliente às mudanças do clima e a eventos meteorológicos extremos para o município de São João do Polêsine, um município que tem forte aptidão para o turismo religioso, gastronômico e paleontológico.</p>
<p>"Já construímos canteiros vitorianos clássicos e canteiros mais orgânicos, com linhas acentuadas inspirados no paisagista Roberto Burle Marx, nossa principal referência em paisagismo contemporâneo. E isso está agradando muito os turistas que visitam diariamente diferentes pontos turísticos do município", destaca Nereu.</p>
<p>Segundo ele, o sucesso e a rapidez de entrega de resultados em Polêsine é resultado da sinergia e trabalho focado a muitas mãos entre integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM e os gestores e funcionários públicos municipais, com amplo respaldo da atual gestão.</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Fórum reúne lideranças locais na próxima terça-feira (16) para debater direitos humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/forum-reune-liderancas-locais-na-proxima-terca-feira-16-para-debater-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:31:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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						<description><![CDATA[O 9º Fórum de Direitos Humanos ocorre nos turnos da manhã e tarde, no prédio do curso de Arquitetura e Urbanismo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/cronograma.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/cronograma-819x1024.jpg" alt="" width="550" height="688" /></a>A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e da turma da disciplina de Gestão de Eventos (do curso de Relações Públicas), promove na próxima terça-feira (16) o 9º Fórum de Direitos Humanos, que neste ano terá como tema “Direitos humanos para todas as pessoas”. O evento será realizado presencialmente no prédio do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM e reunirá comunidade externa, coordenadores e participantes de projetos de extensão vinculados ao ODH, estudantes, lideranças comunitárias e demais interessados na temática.</p><p>A proposta do fórum é fortalecer os vínculos entre universidade e comunidade por meio da escuta, do diálogo e da construção coletiva, promovendo espaços de troca sobre os desafios e as possibilidades relacionados aos direitos humanos nos diferentes territórios e contextos sociais. A proposta desse ano é inspirada na ideia de tecer direitos humanos, compreendendo que o fortalecimento do diálogo, da participação social e da construção coletiva acontece a partir do encontro entre diferentes pessoas e saberes.</p><p>Ao longo da programação, os participantes poderão acompanhar rodas de conversa e debates, buscando ampliar a visibilidade das ações desenvolvidas pela universidade e incentivar a participação ativa da comunidade nas discussões propostas pelo evento. A programação contará com uma manifestação institucional de abertura, seguida da palestra da pesquisadora e escritora Winnie Bueno, intitulada “Direitos humanos e Interseccionalidade”.</p><p>Na sequência, será realizada uma mesa de debate com lideranças locais, sob a mediação da coordenadora do ODH, professora Jane Schumacher. Os painelistas são os seguintes</p><p><b>Mariane Selister – </b>professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da UFSM e líder do Grupo de Pesquisa e Extensão GIDH – Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos;</p><p><b>Marquita Quevedo – </b>coordenadora da ONG Igualdade e militante e ativista do movimento LGBTQIAPN+;</p><p><b>Margarete Vidal –</b> presidente da Associação de Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (Asmar), recicladora e empreendedora;</p><p><b>Rutileia Campos – </b>mestranda em Educação pela UFSM, ativista do Movimento PCDs Brasil e coordenadora de ações afirmativas interseccionais do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da UFSM.</p><p><b>Cacique Natanael </b><b>Claudino</b><b> –</b> liderança do povo Kaingang na região de Santa Maria, responsável pela Aldeia Três Soitas e protagonista na defesa dos direitos indígenas.</p><p>O evento também terá um momento cultural e rodas de conversas temáticas, buscando ampliar a visibilidade das ações desenvolvidas pela UFSM e incentivar a participação ativa do público nas discussões propostas pelo fórum. As rodas de conversa serão organizadas a partir das temáticas: educação, infâncias e formação cidadã; saúde, bem-estar e cuidado; gênero, diversidade e direitos humanos; e inclusão social, cultura, territórios e participação social.</p><p>Além de promover a integração entre os cerca de 50 projetos vinculados ao ODH, o fórum também pretende estimular o compartilhamento de experiências entre estudantes, professores, extensionistas e públicos atendidos pelas iniciativas da UFSM.</p><p>As inscrições para a participação no evento podem ser realizadas por meio <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1WdgCZxMuQ75YZeCiZsNPYJ6i-8WM5Lw-zJ_CpKMAn9tLiA/viewform?fbclid=PAZXh0bgNhZW0BMQBzcnRjBmFwcF9pZA8xMjQwMjQ1NzQyODc0MTQAAaemzi5y5T4cPLT02wt3w2Z03CrY8v09v0kI9FLbShlWWLVOhE4odqT6KMSO7Q_aem_uq6MgtQMfu2FXWZ8jQFQbQ" target="_blank" rel="noopener">deste link</a>. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/odhufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do ODH no Instagram</a>.</p><p><i>Texto: disciplina Gestão de Eventos, do curso de Relações Públicas</i></p>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Abertas as inscrições para a 1ª Rústica do Meio Ambiente, em comemoração aos 20 anos da UFSM/PM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/abertas-as-inscricoes-para-a-1a-rustica-do-meio-ambiente-em-comemoracao-aos-20-anos-da-ufsm-pm</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 18:39:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 28 de junho, haverá a rústica adulta de 5 km, a caminhada de 3 km e a rústica infantil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Em comemoração aos 20 anos da UFSM Palmeira das Missões (UFSM/PM), a direção do campus, juntamente com a Câmara Municipal de Vereadores e a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer do município, promovem a 1ª Rústica do Meio Ambiente. A ação comemorativa, que será realizada no dia 28 de junho às 8h, é uma realização do Serviço Social do Comércio (Sesc/RS), com apoio da Associação Atlética Acadêmica Matilha (da UFSM/PM), Associação de Corredores Nutri Ação e Conexão Esportiva.

A iniciativa busca reunir atletas e a comunidade em geral com percursos planejados para diferentes faixas etárias e níveis de participação. A programação contempla a prova adulta de 5 km, a caminhada de 3 km e a rústica infantil, que contará com entrega de medalhas de participação, incentivando desde cedo a prática esportiva, a integração social e a adoção de hábitos saudáveis.

A largada será às 8h, em frente ao prédio 1 da UFSM/PM. O percurso será realizado integralmente no interior do campus, passando por diferentes espaços da universidade e proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer mais de perto a instituição. A chegada será no mesmo local da largada.

Segundo Felipe Moraes Correa, presidente da Atlética Matilha, a ideia de realizar uma rústica na UFSM/PM vem sendo construída desde 2025. A iniciativa surgiu do desejo de incentivar a prática esportiva, promovendo a corrida como uma atividade acessível não apenas à comunidade acadêmica, mas também à população em geral. Por meio do grupo de corrida Vem Pro Corre, criado pela atlética e aberto à participação de estudantes, servidores e moradores da cidade, a universidade passou a estimular a adoção de hábitos mais saudáveis e a integração por meio do esporte. “Para manter o pessoal no esporte e ter o esporte como algo terapêutico, surgiu a ideia das corridas da UFSM. E disso já veio essa ideia de trazer uma rústica para o campus”, destacou.

Além de incentivar a prática esportiva, a rústica também busca aproximar a comunidade da universidade, fortalecendo os vínculos entre a instituição e a população local. A iniciativa busca mostrar que a universidade é um espaço público, gratuito e acessível a todos, incentivando a comunidade a conhecer o campus, participar de suas atividades e usufruir de sua estrutura. “A importância do evento é trazer a comunidade para dentro do campus, para que as pessoas saibam que existe uma universidade aqui em Palmeira das Missões e que ela está aberta à comunidade. Queremos incentivar as pessoas a conhecerem e utilizarem mais esse espaço”, ressaltou Felipe.

A ação representa um momento de celebração, convivência e valorização da trajetória da instituição, que ao longo de duas décadas tem contribuído para a formação de profissionais, para a produção de conhecimento e para o desenvolvimento regional. Mais do que uma competição esportiva, a 1ª Rústica do Meio Ambiente propõe um encontro entre esporte, educação, sustentabilidade e cidadania, reforçando a importância da preservação ambiental e da construção de uma comunidade mais saudável, participativa e conectada com o futuro.

<b>I</b><b>nscrições – </b>As inscrições poderão ser realizadas até o dia 25 de junho, ou até o preenchimento do limite de participantes, de forma online (no endereço <a href="https://www.sesc-rs.com.br/esporte/corridas/" target="_blank" rel="noopener">www.sesc-rs.com.br/esporte/corridas</a>) ou presencialmente na unidade do Sesc Palmeira das Missões. Ao todo, serão disponibilizadas 200 vagas para pessoas a partir de 14 anos, sendo 170 para a rústica de 5 km, distribuídas entre as categorias feminina e masculina, e 30 para a caminhada de 3 km.

O evento também contará com a categoria deficientes visuais. No momento da inscrição, os atletas deverão informar o nome e os dados do guia que os acompanhará durante todo o percurso da prova.

O valor da inscrição para a corrida é de R$ 40,00, enquanto a participação na caminhada é gratuita. Já a rústica infantil não exige inscrição prévia, sendo aberta às crianças que desejarem participar da atividade.

A entrega dos kits será no dia e local da prova, das 6h30min às 7h30min, contendo número de peito, chip, camiseta e medalha de participação para quem concluir as provas.

<b>Premiação –</b> A premiação contemplará diferentes categorias e faixas etárias. Serão entregues medalhas aos cinco primeiros colocados de cada categoria e faixa etária, nos gêneros masculino e feminino. Além disso, as três equipes com o maior número de participantes inscritos, considerando todas as categorias e distâncias do evento, receberão troféus de reconhecimento.

Na categoria geral, os cinco primeiros colocados dos gêneros masculino e feminino também serão premiados com troféus. Os atletas contemplados na classificação geral não concorrerão à premiação por categoria.

<b>Links para inscrição:</b>

<a href="https://ecommerce.sesc-rs.com.br/ecommerce.paginaprodutoevento.aspx?3758,1%C2%AA-CAMINHADA-DO-MEIO-AMBIENTE-UFSM-20-ANOS-SEMEANDO-FUTURO--SESC%2F2026" target="_blank" rel="noopener">Caminhada</a>

<a href="https://ecommerce.sesc-rs.com.br/ecommerce.paginaprodutoevento.aspx?3757,1%C2%AA-R%C3%9ASTICA-DO-MEIO-AMBIENTE-UFSM-20-ANOS-SEMEANDO-FUTURO--SESC%2F2026" target="_blank" rel="noopener">Rústica</a>

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>O que aprendemos com as enchentes de 2024 para enfrentar novos eventos extremos </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/o-que-aprendemos-com-as-enchentes-de-2024-para-enfrentar-novos-eventos-extremos</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:26:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação de proximidade]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes 2024]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[hub.doc]]></category>
		<category><![CDATA[LAGEOLAM]]></category>
		<category><![CDATA[laqia]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[Neprade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PMRR]]></category>
		<category><![CDATA[projeto reflora]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>
		<category><![CDATA[TransDoc]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73187</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisas e projetos desenvolvidos na UFSM ajudam a compreender os impactos do desastre e a preparar respostas para futuras crises climáticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Há dois anos, as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul impulsionaram pesquisas em diferentes áreas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Enquanto o Estado lidava com as consequências da catástrofe, pesquisadores, extensionistas e estudantes voltavam seus esforços para compreender os impactos das chuvas extremas e produzir conhecimento capaz de orientar ações de recuperação, adaptação e prevenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Do estudo das áreas de risco à restauração ambiental, passando pela comunicação em situações de crise e pelo planejamento territorial, a tragédia impulsionou pesquisas e reforçou iniciativas que hoje ajudam a compreender os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Nesta última reportagem da série especial sobre o El Niño, a Agência de Notícias da UFSM apresenta algumas das contribuições da ciência produzida na universidade a partir da tragédia de 2024. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Hub.doc vira paradigma na recuperação dos arquivos afetados pelas enchentes</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73194" align="alignnone" width="921"]<img class=" wp-image-73194" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A8750-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra uma mão com luva branca, manuseando cuidadosamente um livro de registros danificado pelas enchentes. O documento apresenta páginas amareladas, manchas de umidade, sujeira e sinais de deterioração. Na folha aberta, é possível identificar campos preenchidos à mão e a inscrição “Banco Central do Brasil”. A cena registra uma etapa do trabalho de recuperação e preservação de documentos realizado pelo projeto Hub Doc. Ao fundo, desfocado, aparecem materiais e superfícies utilizados no processo de conservação do acervo." width="921" height="614" /> Documentos históricos passam por tratamento após as enchentes (Foto: Jéssica Mocellin)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/hubdoc"><span style="font-weight: 400">Hub Transdisciplinar de Pesquisa e Inovação em Arquivos</span></a><span style="font-weight: 400"> (Hub.doc) nasceu a partir de uma tragédia que colocou em risco parte da história da UFSM. Em 30 de abril de 2024, as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul inundaram o subsolo da Reitoria, onde estavam armazenadas cerca de 12 mil caixas de documentos permanentes da instituição. O acervo reunia registros administrativos, acadêmicos e funcionais produzidos ao longo de mais de seis décadas e considerados fundamentais para a preservação da memória universitária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A resposta começou ainda durante a emergência. Coordenada pela arquivista Débora Flores, diretora do Departamento de Arquivo Geral (DAG), a </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/operacao-recupera-acervo-ufsm"><span style="font-weight: 400">Operação Recupera Acervo </span></a><span style="font-weight: 400">mobilizou servidores, estudantes, voluntários, militares e especialistas de diferentes áreas para retirar, estabilizar e recuperar os documentos atingidos pela água. “Era uma sensação total de impotência. A nossa missão é proteger a informação e a memória da instituição”, lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo dos meses seguintes, aproximadamente 300 pessoas participaram da operação, que precisou enfrentar desafios logísticos inéditos, como a falta de energia, dificuldades de transporte e escassez de insumos em meio ao cenário de calamidade vivido pelo Estado. Entre as soluções adotadas, o congelamento dos documentos tornou-se a principal estratégia para interromper a deterioração causada pela umidade e pela proliferação de fungos. No começo, a operação utilizou freezers disponíveis na Universidade. Hoje, o projeto conta com quatro contêineres refrigerados instalados no campus sede da UFSM. O volume de material armazenado transformou a iniciativa em uma das maiores experiências de congelamento de documentos já registradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, a equipe passou a registrar detalhadamente cada etapa do processo. Relatórios, experimentos, fotografias e registros audiovisuais produziram uma base inédita de dados sobre recuperação documental em situações de emergência. O conhecimento acumulado passou a subsidiar orientações do Arquivo Nacional e despertou o interesse de instituições brasileiras e estrangeiras que enfrentaram problemas semelhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a conclusão da etapa emergencial, a estrutura criada para recuperar os documentos da UFSM começou a atender outras instituições. A partir de solicitações do Arquivo Nacional e de órgãos públicos afetados pelas enchentes em Porto Alegre, a Universidade ampliou sua atuação e passou a receber acervos de diferentes entidades para tratamento e recuperação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, o Hub.doc se consolidou como a primeira estrutura brasileira dedicada ao resgate emergencial e à preservação de grandes volumes documentais. Coordenada pela UFSM, com participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul e orientação técnica do Arquivo Nacional, a iniciativa reúne pesquisadores de diferentes áreas, projetos financiados por órgãos públicos e parcerias nacionais e internacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de recuperar documentos atingidos por desastres, o grupo produz conhecimento sobre preservação digital, gestão documental e resposta a emergências, transformando a experiência das enchentes em pesquisa, inovação e cooperação para auxiliar instituições que enfrentam situações semelhantes. “Hoje sabemos que essa estrutura está preparada para receber novos desafios e auxiliar outras instituições”, afirma Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dois anos após as enchentes, o trabalho de recuperação documental segue em andamento. Mais de 36 mil caixas de documentos ainda passam pelos processos de tratamento e preservação realizados pelo Hub.doc. Em maio de 2026, a iniciativa alcançou um marco importante com o esvaziamento completo de um dos quatro contêineres utilizados para armazenar os documentos congelados, resultado que representa a recuperação de aproximadamente 25% do acervo sob sua responsabilidade. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>O Plano Municipal de Redução de Riscos de Santa Maria</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73193" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/pmrr.jpeg"><img class="size-large wp-image-73193" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/pmrr-1024x768.jpeg" alt="Foto colorida na horizontal que exibe uma rua de chão batido, quatro pessoas caminham de costas em direção ao fundo da via. À direita, há uma casa em reforma, com janelas vazadas e com parte das paredes demolidas, além de um muro de tijolos aparentes em construção. Ao redor, árvores densas cobrem uma encosta, enquanto postes e fios elétricos acompanham a rua. O céu está limpo e azul, e a luz do sol ilumina a cena, projetando sombras no chão. " width="1024" height="768" /></a> Equipe do Lageolam realizando trabalho de campo (Foto: Andrea Nummer)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Embora tenha sido concluído após as enchentes de 2024, o </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/relatorios-pmrr-santa-maria-rs"><span style="font-weight: 400">Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR)</span></a><span style="font-weight: 400"> de Santa Maria começou a ser desenvolvido em 2023 como um novo plano e com diferente metodologia e abordagem. Coordenado pela professora Andrea Valli Nummer, do Departamento de Geociências da UFSM e pesquisadora do Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam), o trabalho teve como objetivo identificar áreas sujeitas a riscos geológicos e hidrológicos e propor medidas para reduzir os impactos desses eventos. O projeto contou com o apoio do Comitê Gestor de Redução de Risco de Desastres (CGRRD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo mapeou 16 vilas distribuídas em nove bairros de Santa Maria. Segundo Andrea, a seleção priorizou comunidades mais vulneráveis. “Começamos o mapeamento em 2024, escolhendo as áreas em Santa Maria que seriam as prioridades. Nessa seleção, precisava que houvesse comunidades envolvidas no risco para avaliar a vulnerabilidade”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos diferenciais do projeto foi a participação dos moradores no processo de mapeamento. Por meio da cartografia colaborativa, a população ajudou a identificar áreas atingidas por inundações e deslizamentos. “Eles ajudaram a mostrar até onde ia a água, o que escorregou, o que eles pensavam que podia ser uma solução”, relata a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais resultados, o PMRR apontou que os maiores problemas de Santa Maria estão relacionados às inundações e aos processos erosivos nas margens dos arroios. Ao todo, foram identificadas 396 edificações em áreas de alto risco e 245 em áreas de risco muito alto. O Morro do Cechella foi classificado como a área de maior risco geológico do município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de diagnosticar os problemas, o plano apresentou propostas de intervenções. “Junto com o mapeamento foram indicadas propostas de obras com um custo aproximado para mitigar o risco”, afirma Andrea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O PMRR foi entregue ao Executivo Municipal em outubro de 2025 e as informações produzidas pelo estudo já vêm sendo utilizadas pelo poder público. Um dos desdobramentos do trabalho foi a utilização dos dados do plano na construção de uma proposta para captação de recursos por meio do PAC Drenagem, que destinou R$39 milhões para obras de redução de riscos no entorno do Arroio Cadena. Após as enchentes, a equipe também realizou um estudo complementar na Vila Santa Tereza, solicitado pela Prefeitura devido a novos processos de escorregamento registrados na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a conclusão do plano em Santa Maria, os pesquisadores iniciaram uma nova etapa de trabalho. Andrea coordena atualmente a elaboração do primeiro Plano Municipal de Redução de Riscos de Cachoeira do Sul, desenvolvido em parceria com o Governo Federal e com entrega prevista para 2027.</span></p>
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<h3><b>Projeto ‘Reflora’ no resgate genético para recuperar a biodiversidade</b></h3>
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[caption id="attachment_73192" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-19.54.47-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-73192" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-19.54.47-3-1024x576.jpeg" alt="Fotografia horizontal colorida feita durante o dia ao ar livre. Em uma clareira gramada cercada por árvores de médio e grande porte, cerca de vinte pessoas estão reunidas em semicírculo. No centro da imagem, de costas, uma pessoa conduzindo uma explicação ao grupo. Os participantes estão espalhados pelo gramado, alguns com os braços cruzados e outros observando atentamente. À direita, há pessoas usando roupas de trabalho e equipamentos de proteção, como capacetes brancos. No chão, próximo ao grupo, encontram-se uma caixa térmica vermelha, uma garrafa de água e algumas ferramentas compridas apoiadas sobre a grama." width="1024" height="576" /></a> Professores e alunos da Engenharia Florestal participaram do curso de escalada de árvores nativas (Foto: arquivo pessoal)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Criado após os eventos climáticos extremos de 2024, o projeto Reflora busca recuperar áreas degradadas por meio do resgate genético de espécies arbóreas nativas. A iniciativa é uma união liderada pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul em parceria com a empresa de celulose CMPC e com o apoio institucional da Embrapii. O desenvolvimento científico e a aplicação prática da tecnologia de restauração ambiental ficam a cargo de grandes instituições de ensino, unindo a Universidade Federal de Viçosa (UFV) às universidades gaúchas UFSM, UFRGS, PUCRS e Unisc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o coordenador do projeto Reflora na UFSM, Jorge Farias, a proposta surgiu da necessidade de preservar a biodiversidade ameaçada pelas enchentes, deslizamentos e processos erosivos. Diferentemente de outras ações de restauração, o Reflora prioriza a conservação do patrimônio genético das espécies nativas. “O projeto foca na técnica de resgatar os materiais genéticos e em trabalhar com a manutenção e restabelecimento da biodiversidade arbórea”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante as primeiras etapas do trabalho, os pesquisadores identificaram áreas com perda de vegetação e passaram a selecionar espécies em risco, além de indivíduos considerados resilientes. “A gente identifica as áreas, o risco de perder esse material genético e também identifica árvores que foram extremamente resilientes”, afirma Farias. A partir desses exemplares, são coletados galhos para a produção de mudas por multiplicação vegetativa, técnica desenvolvida pela UFV após o desastre de Brumadinho. O método permite preservar características genéticas importantes para a adaptação das espécies às condições ambientais da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para a recomposição da vegetação nativa, o projeto pode ajudar a reduzir os impactos de futuros eventos extremos. Ao restaurar matas ciliares e recuperar espécies adaptadas ao território gaúcho, a iniciativa favorece os ecossistemas e processos naturais que aumentam a resiliência ambiental. Segundo Farias, a técnica também acelera o retorno da fauna nativa. “Ela vai atrair polinizadores e a biodiversidade. Então atrai os animais que se alimentam das flores, e aí depois vêm os frutos”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o Reflora está na fase de estruturação da infraestrutura e identificação dos materiais genéticos que serão resgatados. A equipe também realiza </span><a href="https://ufsm.br/r-1-70240"><span style="font-weight: 400">visitas de campo</span></a><span style="font-weight: 400"> e prepara laboratórios e casas de vegetação para a produção das mudas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com duração prevista de três anos, o projeto pretende produzir pelo menos seis mil mudas de espécies nativas. A expectativa é que as primeiras sejam apresentadas ainda neste ano e que os materiais genéticos estejam disponíveis para plantio a partir do inverno de 2027. Para Farias, o principal legado da iniciativa será a valorização da biodiversidade regional. “Precisamos ter material genético preservado. A biodiversidade é o material genético que nós temos aqui.”</span></p>
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<h3><strong>Comunicação de proximidade transforma memória em prevenção</strong></h3>
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[caption id="attachment_73191" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/comunicacao-de-proximmidade.jpeg"><img class="size-large wp-image-73191" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/comunicacao-de-proximmidade-1024x576.jpeg" alt="Foto colorida na horizontal. Em primeiro plano, um grupo de oito pessoas sorri para a câmera durante uma atividade de campo do projeto &quot;Comunicação de Proximidade&quot;. À direita, a coordenadora Aline registra a imagem em formato de selfie. Ao centro, estudantes e pesquisadores estão reunidos em uma calçada, alguns segurando pastas azuis utilizadas para a aplicação de questionários. Ao fundo, aparecem árvores, uma praça e edificações históricas da região central de Silveira Martins. " width="1024" height="576" /></a> Equipe realiza aplicação de questionários em Silveira Martins (Foto: Aline Dalmolin)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto “Comunicação de proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia” surgiu durante as enchentes. A partir da participação de professores e estudantes da Universidade em ações de apoio às comunidades afetadas, eles passaram a discutir como a comunicação poderia contribuir para reduzir os impactos de futuros desastres. “Pensamos como a gente poderia atuar de uma forma mais direcionada, mais efetiva do que apenas distribuindo coisas, tendo uma ação mais focada naquilo que a comunicação poderia oferecer”, explica a coordenadora, Aline Roes Dalmolin.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Contemplado por um edital do Proext-PG, o projeto da Comunicação Social reuniu pesquisadores de cinco programas de pós-graduação da UFSM para investigar como moradores, rádios comunitárias, escolas, igrejas, associações e órgãos públicos se informam em situações de risco. Entre os principais resultados, o grupo identificou que o rádio segue sendo uma das principais fontes de informação dos habitantes da área. “A maioria da população de qualquer faixa etária segue ouvindo rádio todos os dias”, afirma Aline. Os levantamentos também apontaram o crescimento do uso de meios digitais e reforçaram a necessidade de integrar diferentes canais em estratégias de alerta e comunicação de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa contribui para a preparação das comunidades diante de novos eventos extremos ao fortalecer a circulação de informações, ampliar a educação sobre mudanças climáticas e preservar a memória coletiva dos desastres. Um dos principais produtos do projeto é a série documental </span><i><span style="font-weight: 400">Marcas da Chuva</span></i><span style="font-weight: 400">, lançada em 2026, que reúne relatos de moradores da Quarta Colônia sobre as enchentes. Para a coordenadora, registrar essas experiências é uma forma de evitar que elas se percam ao longo do tempo. “Uma das coisas mais importantes que nós temos que cuidar nesse momento é trabalhar para que esses registros sejam feitos agora, assim eles não caem no esquecimento”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o projeto está na fase final. Além da publicação dos últimos episódios da série documental, a equipe elabora cartilhas educativas e documentos com orientações para escolas, associações comunitárias e gestores públicos sobre comunicação em situações de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os próximos passos está a finalização de um plano de comunicação para o município de Silveira Martins, desenvolvido em parceria com a prefeitura e que poderá servir de referência para outras cidades da região. Embora o ciclo atual se encerre neste ano, a expectativa é de continuidade por meio de novas pesquisas e parcerias. “A gente vê esse projeto como um primeiro passo, ele não termina agora de forma alguma”, afirma Aline.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acesse o perfil oficial do projeto para assistir à série </span><i><span style="font-weight: 400">Marcas da Chuva</span></i><span style="font-weight: 400">: </span><a href="https://www.instagram.com/comunicacaodeproximidade"><span style="font-weight: 400">@comunicacaodeproximidade</span></a></p>
<h3> </h3>
<h3><b>Pesquisas orientam recuperação de áreas atingidas pelas enchentes</b></h3>
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[caption id="attachment_73190" align="alignnone" width="828"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/neprade.jpeg"><img class="size-full wp-image-73190" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/neprade.jpeg" alt="Foto colorida na vertical. Em uma área de campo aberta, cerca de dez pessoas participam de uma atividade de restauração ecológica. Os participantes estão reunidos ao redor de uma estrutura formada por três postes de madeira cruzados no topo, utilizada como poleiro artificial para atração de aves. Algumas pessoas seguram ferramentas e realizam o plantio no solo coberto por vegetação seca. Ao fundo, há montanhas, árvores e um curso d’água, sob céu azul e sem nuvens. A atividade ocorre durante o dia e integra ações de recuperação ambiental em área rural. " width="828" height="874" /></a> Participantes da oficina de restauração ecológica em área de recuperação ambiental em Agudo. (Foto: arquivo pessoal)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com mais de 15 anos de atuação, especialmente no Corredor Ecológico da Quarta Colônia, uma das regiões mais afetadas pelas enchentes de 2024, o </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/neprade"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade)</span></a><span style="font-weight: 400">, da UFSM, direcionou seus esforços para compreender os impactos do desastre e produzir informações capazes de orientar a recuperação ambiental da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o núcleo desenvolve três projetos voltados ao monitoramento das áreas atingidas, à restauração ecológica e à avaliação da eficiência das estratégias testadas para o retorno dos serviços ecossistêmicos. Os estudos são realizados em parceria com instituições como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, a empresa Taesa S.A., a Fapergs e a Fundação Araucária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As pesquisas revelaram que as enchentes provocaram transformações profundas na paisagem da Quarta Colônia. “Nosso primeiro impacto foi observar a amplitude dos efeitos. A paisagem foi totalmente remodelada, o que nos mostrou que esse pode ser considerado um evento que atingiu proporção de evento de formação geológica”, afirma a coordenadora do Neprade, Ana Paula Moreira Rovedder. Os levantamentos identificaram remoção de solos, deposição de grandes volumes de sedimentos e alterações significativas em rios e encostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os pesquisadores também identificaram impactos menos visíveis. Análises dos sedimentos deixados pela enxurrada apontaram perdas importantes de nutrientes do solo. “Constatamos uma quantidade muito alta de alguns macronutrientes em depósito de sedimentos arenosos, como o potássio. Esses nutrientes vêm das lavouras atingidas”, explica Ana Paula. Além disso, o monitoramento registrou o avanço de espécies invasoras em áreas degradadas, fator que pode dificultar a regeneração da vegetação nativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar dos danos, os estudos apontam sinais de recuperação ambiental. Desde fevereiro de 2025, equipes acompanham áreas de matas ciliares e encostas em municípios da região e já observam o retorno gradual da vegetação arbórea. “Inicialmente nós tínhamos observado muito mais espécies rústicas, herbáceas, espécies que nós chamamos de ruderais.  Agora já registramos regeneração de espécies arbóreas”, relata a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de documentar os impactos do desastre, o trabalho busca contribuir para reduzir os efeitos de futuros eventos extremos. Os dados produzidos permitem identificar áreas com maior potencial de regeneração natural, definir técnicas de restauração mais adequadas para cada ambiente, reduzindo custos de recuperação, e fortalecer a resiliência climática da região. “Nós temos que criar resiliência climática através da adequação ambiental das propriedades rurais, o que significa atuarmos nas áreas produtivas e nas áreas de preservação permanente, entendendo que cada uma tem a sua função na paisagem”, destaca Ana Paula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, os projetos seguem em fase de monitoramento e análise dos dados coletados. Nos próximos anos, o Neprade pretende ampliar as ações de extensão junto às comunidades locais, implantar novas áreas de restauração produtiva com sistemas agroflorestais, recuperar matas ciliares degradadas e concluir o plano de recuperação para a Quarta Colônia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa é que os resultados sirvam de referência para outras regiões do Rio Grande do Sul afetadas por eventos climáticos extremos. “O legado que esses trabalhos deixam é um legado de alerta, mas também de esperança, que nós temos como melhorar, nós não precisamos ficar de braços cruzados”, conclui a pesquisadora.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Laboratórios monitoram contaminação ambiental após enchentes no Rio Grande do Sul</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73189" align="alignnone" width="730"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/departamento-de-quimica.jpeg"><img class="size-large wp-image-73189" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/departamento-de-quimica-730x1024.jpeg" alt="Foto colorida na vertical. Em um laboratório, uma pessoa vestindo jaleco branco e luvas azuis segura um tubo de ensaio contendo uma amostra líquida amarelada. Sobre a bancada, aparecem outros recipientes utilizados em análises químicas, incluindo frascos de vidro e tubos de coleta organizados em um suporte laranja. Ao fundo, há equipamentos laboratoriais usados em procedimentos de pesquisa. A imagem registra uma etapa de análise de amostras de água e solo realizadas por pesquisadores da UFSM para investigar possíveis contaminações ambientais após as enchentes no Rio Grande do Sul. " width="730" height="1024" /></a> Estudantes do departamento de Química analisam amostras para monitorar possíveis contaminantes ambientais. (Foto: Osmar Prestes)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">As enchentes também levantaram preocupações sobre possíveis impactos ambientais causados pela dispersão de resíduos, produtos químicos e outras substâncias transportadas pela água. Para investigar esses efeitos, pesquisadores do Departamento de Química da UFSM aprovaram o projeto “Estabelecer um programa de monitoramento de contaminantes em água e solo nos ambientes afetados pelas enchentes que ocorreram no estado do Rio Grande do Sul”, financiado e desenvolvido em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa conta com a participação do </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/larp"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP)</span></a><span style="font-weight: 400"> e do </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/laqia"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (LAQIA)</span></a><span style="font-weight: 400">. O projeto é coordenado pelo professor Osmar Damian Prestes e conta com a participação de oito pesquisadores e diversos alunos vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Química da UFSM. De acordo com o coordenador, surgiu uma necessidade de monitorar possíveis contaminações ambientais após a enchente. “Agora com a questão da enchente, o Ibama precisava de laboratórios aqui do Estado para realizar essas análises e fizeram contato conosco”, explica Osmar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2024, amostras de água e solo coletadas em diferentes regiões atingidas são analisadas na UFSM. Os pesquisadores investigam a presença de contaminantes químicos, como herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros compostos utilizados na agricultura, além de elementos inorgânicos potencialmente associados à contaminação ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados ainda não foram divulgados, pois seguem em fase de análise e interpretação pelo Ibama. Apesar disso, o projeto já contribui para a compreensão dos impactos ambientais do desastre ao produzir informações que poderão subsidiar futuras ações de monitoramento e gestão de riscos. “Uma das principais contribuições vai ser a geração de informação qualificada, a partir dos dados analíticos das regiões onde essas amostras estão sendo coletadas”, afirma Prestes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conhecimento gerado pela pesquisa poderá auxiliar órgãos ambientais a identificar áreas mais vulneráveis e planejar ações para reduzir os impactos de futuros eventos extremos. Os dados também servirão para monitorar a qualidade ambiental das regiões afetadas ao longo do tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o projeto está na fase final de execução e os resultados devem ser divulgados no próximo semestre. Como próximo passo, os laboratórios e o Ibama discutem a renovação da parceria para novas pesquisas na área de toxicologia ambiental, ampliando o monitoramento dos impactos ambientais no RS e em outras regiões do país.</span></p>
<h3><strong>Série especial sobre El Niño</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dois anos após o evento extremo, parte das respostas para compreender o que aconteceu e o que ainda pode acontecer, está sendo construída nos laboratórios, grupos de pesquisa e projetos de extensão da UFSM. As iniciativas apresentadas nesta reportagem mostram como diferentes áreas do conhecimento se mobilizaram para investigar os impactos do desastre, produzir dados inéditos e transformar experiências vividas durante a crise em conhecimento científico e memória. Em comum, os projetos reforçam o papel da universidade na geração de informações que ajudam a compreender as transformações ambientais em curso no Rio Grande do Sul.</span></p>
<p>Confira mais informações nas reportagens anteriores da série produzida pela Agência de Notícias:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-72801"><i><span style="font-weight: 400">El Niño volta ao radar no RS: especialistas da UFSM explicam o que esperar nos próximos meses</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> </span></i></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-72925"><i><span style="font-weight: 400">Dois anos após as enchentes históricas no RS, como o campo gaúcho está se adaptando às mudanças climáticas </span></i></a></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-73043"><i><span style="font-weight: 400">Quais são os desafios das cidades frente ao El Niño? </span></i></a></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400"><br />Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Banco de imagens da Agência de Notícias UFSM e registros dos projetos <br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: João Ricardo Gazzaneo</span></i></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nova espécie de réptil de 240 milhões de anos é descoberta no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/nova-especie-de-reptil-de-240-milhoes-de-anos-e-descoberta-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:54:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[triássico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73188</guid>
						<description><![CDATA[Espécie inédita do Período Triássico ajuda a compreender a evolução dos ancestrais dos dinossauros e crocodilos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="562" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Silescelida-acristata-por-Matheus-Fernandes-1024x562.jpg" alt="" />											<figcaption>Representação do Silescelida acristata (Imagem: Matheus Fernandes)</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="641" data-end="952">Paleontólogos descreveram uma nova espécie de réptil fóssil encontrada no interior do Rio Grande do Sul que pode ajudar a esclarecer um dos capítulos mais importantes da história evolutiva dos vertebrados terrestres: a origem dos arcossauros, grupo que inclui os dinossauros (incluindo as aves) e os crocodilos.</p>
<p data-start="954" data-end="1180">Batizada de <em data-start="966" data-end="989">Silescelida acristata</em>, a nova espécie viveu há 240 milhões de anos, em uma época em que os ecossistemas terrestres ainda se recuperavam da maior extinção em massa da história da Terra, a extinção Permo-Triássica. O estudo foi liderado por pesquisadores do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM) e foi <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-026-53740-9">publicado nesta quarta-feira (10), no periódico científico <em data-start="1406" data-end="1426">Scientific Reports</em>.</a></p>
<p data-start="1429" data-end="1887">O fóssil foi encontrado no município de Dona Francisca, na região central do Rio Grande do Sul, em rochas do Período Triássico Médio, com aproximadamente 240 milhões de anos. Esse sítio fossilífero faz parte do Geoparque Quarta Colônia UNESCO e já revelou uma rica fauna de espécies fósseis, incluindo fragmentos de alguns dos dinossauros mais antigos do mundo, bem como espécimes bem preservados de um dos maiores predadores terrestres do Período Triássico.</p>
<p data-start="1889" data-end="2160">O novo fóssil inclui partes dos membros de uma espécie até então desconhecida. Segundo os autores, a nova espécie pertence a um grupo de répteis arcossauriformes que apresenta características anatômicas próximas das observadas nos ancestrais dos dinossauros e crocodilos.</p>
<p data-start="1889" data-end="2160">As análises do grau de parentesco indicam que o animal pode estar relacionado aos Euparkeriidae, um grupo raro e ainda pouco compreendido, conhecido principalmente por fósseis encontrados na África do Sul, China, Rússia, Polônia e Alemanha. “Essa descoberta amplia significativamente a distribuição geográfica conhecida desses animais e reforça a importância do Brasil para o entendimento da evolução dos ancestrais dos arcossauros”, explica o paleontólogo Maurício S. Garcia, autor principal do estudo e aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM.</p>
<h3 data-start="2751" data-end="2781">A “redescoberta” do fóssil</h3>
[caption id="attachment_73198" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Fossil-de-Silescelida-acristata-e-paleontologo-Mauricio-Garcia-por-Rodrigo-Temp-Muller-²-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="401" /> Fóssil de Silescelida acristata e paleontólogo Maurício Garcia (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]
<p data-start="2783" data-end="3265">Além da relevância evolutiva, a descoberta possui uma história curiosa. Parte do fóssil que continha informações essenciais sobre sua procedência havia sido acidentalmente perdida por mais de duas décadas. Apenas em 2022, durante uma visita técnica, os pesquisadores localizaram o fragmento desaparecido na coleção científica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), permitindo confirmar a origem do espécime e realizar sua descrição e identificação formal.</p>
<p data-start="3267" data-end="3628">O nome <em data-start="3274" data-end="3287">Silescelida</em> une palavras do latim e do grego antigo que significam “silêncio” e “perna”. O silêncio é uma referência ao fato de que parte do fóssil ficou perdida por anos antes de ser finalmente redescoberta, enquanto “perna” refere-se ao fato de que o material encontrado consiste principalmente em ossos dos membros, incluindo o fêmur (osso da coxa). Já a palavra <em data-start="3643" data-end="3654">acristata</em> significa literalmente “sem crista”. Esse nome foi escolhido porque o fêmur desse animal não possui uma crista ou protuberância óssea elevada (conhecida como trocânter) onde o músculo da cauda se prenderia, característica que o diferencia de quase todos os seus parentes próximos.</p>
<h3 data-start="3937" data-end="3957">Um predador ágil</h3>
[caption id="attachment_73199" align="alignright" width="501"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Infografico1-1024x1009.jpg" alt="" width="501" height="494" /> Infográfico comparativo de tamanho do Silescelida acristata[/caption]
<p data-start="3959" data-end="4159"><em data-start="3959" data-end="3982">Silescelida acristata</em> era um animal relativamente diminuto, comparável em tamanho a um jacaré pequeno, de constituição esguia e locomoção quadrúpede. Sua dieta provavelmente incluía animais menores.</p>
<p data-start="4161" data-end="4507">Assim como espécies aparentadas, apresentava membros posicionados de forma semi-ereta, projetados mais abaixo do corpo do que lateralmente. Essa característica permitia uma locomoção mais eficiente e ágil, reduzindo o arrasto do ventre contra o solo e representando uma importante inovação na evolução dos ancestrais dos dinossauros e crocodilos.</p>
<p data-start="4509" data-end="4837">Os resultados da pesquisa mostram que a América do Sul pode ter desempenhado um papel mais importante do que se imaginava na diversificação dos arcossauriformes. A presença de <em data-start="4685" data-end="4708">Silescelida acristata</em> sugere que esse grupo era mais amplamente distribuído durante o Triássico do que indicava o registro fóssil conhecido até então. Dentre os já mencionados répteis arcossauriformes, <em data-start="4890" data-end="4913">Silescelida acristata</em> é o primeiro associado à linhagem dos Euparkeriidae a ocorrer na América do Sul.</p>
<p data-start="4996" data-end="5267">A descoberta também reforça o reconhecimento do Rio Grande do Sul como uma das regiões mais importantes do mundo para o estudo da fauna triássica, período que testemunhou a ascensão dos grupos que viriam a dominar os ecossistemas terrestres durante a Era dos Dinossauros.</p>
<p data-start="5269" data-end="5397">O fóssil de <em data-start="5281" data-end="5304">Silescelida acristata</em> está depositado no acervo científico da PUCRS, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.</p>
<p data-start="5399" data-end="5594">O estudo foi conduzido por Maurício Silva Garcia (CAPPA/UFSM), Gabriela Menezes Cerqueira (CAPPA/UFSM), Francesco Battista (UFRGS), Marco Brandalise de Andrade e Rodrigo Temp Müller (CAPPA/UFSM). A pesquisa recebeu apoio da CAPES, do CNPq e do INCT Paleovert. O acesso livre e gratuito ao artigo científico foi viabilizado pela CAPES.</p>
<p data-start="5736" data-end="5814"><em>Texto: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM realiza oficina sobre economia solidária nesta quinta-feira (11)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/09/projeto-de-extensao-da-ufsm-realiza-oficina-sobre-economia-solidaria-nesta-quinta-feira-11</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 22:32:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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						<description><![CDATA[Com palestras e relatos de experiência, a atividade ocorre no auditório do Nesaf, nos turnos da manhã e tarde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-08-at-19.10.01-1.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-08-at-19.10.01-1-576x1024.jpeg" alt="" width="500" height="889" /></a>O projeto de extensão “Promover: a economia solidária na promoção e fortalecimento de coletivos e empreendimentos sociais em Santa Maria” realiza nesta quinta-feira (11), a partir das 9h, a oficina “Economia solidária e moeda social”, no auditório do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf), localizado no prédio 44F do campus sede da UFSM.</p><p>Voltada à comunidade acadêmica e ao público interessado, a atividade busca discutir conceitos, práticas e experiências relacionadas à economia solidária e ao uso de moedas sociais como instrumentos de desenvolvimento local, de geração de renda e de fortalecimento comunitário.</p><p>A atividade terá início com a apresentação do projeto de extensão Promover, vinculado ao Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM. Em seguida, às 10h, a professora Ednalva Felix das Neves, do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento da UFSM, ministra a palestra “Evolução conceitual da economia solidária”.</p><p>No período da tarde, a partir das 13h30min, a mesa “Experiências com moeda social” reunirá representantes de diferentes locais, que compartilharão relatos sobre as iniciativas desenvolvidas em seus territórios. Entre os painelistas, destacam-se</p><p><b>Joaquim Melo</b> – Atuante em Fortaleza, é teólogo e especialista em desenvolvimento local, bancos comunitários e moedas sociais. Na capital cearense, fundou o Banco Palmas e a Moeda Social Palmas, considerados o primeiro banco comunitário e a primeira moeda social do Brasil, respectivamente. Também é reconhecido como criador da metodologia dos bancos comunitários e das moedas sociais circulantes do Brasil.</p><p><b>Giovanna Santos Albineli</b> – É estudante do curso de Ciências Econômicas da UFSM e integrante do projeto Promover. Possui experiência no setor financeiro e atua na gestão de empreendimento voltado à produção e comercialização de nozes-pecã.</p><p><b>Pedro Mônego</b> – É tecnólogo em Agronegócio pela UFSM e atualmente ocupa o cargo de secretário de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente de Restinga Seca.</p><p><b>Sobre o projeto Promover</b></p><p>O “Promover” é uma iniciativa de extensão universitária da UFSM que atua na capacitação e estruturação de empreendimentos de economia solidária. Com atuação multidisciplinar, o projeto</p><p>busca gerar oportunidades de trabalho e renda para populações em situação de vulnerabilidade social, contribuindo para o desenvolvimento local e regional e para a inclusão socioeconômica de grupos historicamente excluídos.</p><p>Os interessados em participar do evento podem se inscrever aqui. Haverá emissão de certificado para os participantes.</p><p><i>Com informações da Subdivisão de Comunicação do Centro de Ciências Sociais e Humanas</i></p>]]></content:encoded>
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				<title>UFSM/PM terá espaço institucional na 2ª Feira Regional de Lácteos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/09/ufsm-pm-tera-espaco-institucional-na-2a-feira-regional-de-lacteos</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 20:26:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[No evento, a UFSM/PM vai divulgar seus cursos de graduação e pós-graduação, bem como projetos de ensino, pesquisa e extensão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desta quinta-feira (11) até o próximo domingo (14), o Campus da UFSM em Palmeira das Missões (UFSM/PM) estará presente na 2ª Feira Regional de Lácteos (Ferlach), que será realizada no Centro de Eventos Milton Kamphorst, no município de Chapada (RS).

Voltada ao agronegócio e à cadeia produtiva do leite, a Ferlach é considerada uma das principais feiras do setor na região, reunindo inovação, negócios e troca de experiências entre produtores, empresas, instituições e especialistas. Ao longo de quatro dias, o evento contará com uma ampla programação, incluindo palestras técnicas, exposição de animais, agroindústrias familiares, espaços para expositores e atividades de integração e lazer para toda a família.

A UFSM/PM participará da feira com um espaço institucional dedicado à divulgação dos cursos de graduação e pós-graduação oferecidos no campus, além dos projetos de ensino, pesquisa, extensão e inovação desenvolvidos no âmbito da instituição. A iniciativa busca aproximar a universidade da sociedade, evidenciando sua contribuição para o desenvolvimento regional e para o fortalecimento do setor agropecuário.

A solenidade oficial de abertura será na sexta-feira (12), às 18h, mas a programação tem início no dia anterior. Na quinta-feira (11), às 19h, a Ferlach abre suas atividades com o 1º Fórum Regional do Leite, com a presença de autoridades, representantes do setor e da universidade. A professora da UFSM/PM Juliana Sarubbi participará do fórum com a palestra “Bem-estar animal: um aliado estratégico para sustentabilidade e rentabilidade”.

A presença da universidade na Ferlach representa uma oportunidade para promover o diálogo entre estudantes, docentes, pesquisadores, produtores rurais e profissionais do agronegócio, fortalecendo parcerias e ampliando a troca de conhecimentos. A expectativa é de que o evento reúna produtores, cooperativas, estudantes, pesquisadores e empresas ligadas ao agronegócio e ao setor leiteiro, consolidando-se como um importante espaço para a difusão de tecnologias, inovação e desenvolvimento sustentável no meio rural.

Programação e mais informações sobre a 2ª Ferlach constam no perfil do evento no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ferlachfeira/" target="_blank" rel="noopener">@ferlachfeira</a>.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
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				<title>Viva o Campus do Orgulho LGBTQIAPN+ acontece neste domingo (14)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/09/viva-o-campus-do-orgulho-lgbtqiapn-acontece-neste-domingo-14</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 20:12:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento integra a programação especial do mês da diversidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (através da Coordenadoria de Cultura e Arte e em parceria com a Casa Verônica), promove neste domingo (14) o Viva o Campus do Orgulho. Esse evento integra as ações da universidade em alusão ao mês do orgulho LGBTQIAPN+, reforçando o compromisso institucional com a promoção da diversidade, do respeito e dos direitos humanos. As atividades são abertas a toda a comunidade e acontecem durante a tarde.

A edição de 2026 contará com uma diversificada programação cultural, artística e educativa, gratuita e aberta à comunidade acadêmica e externa. Entre os destaques está a Feira LGBTQIAPN+ da Casa Verônica, que neste ano reúne 14 expositores. A feira é um espaço dedicado a empreendedores LGBTQIAPN+ da UFSM, promovendo geração de renda, visibilidade e permanência estudantil. A atração artística acontece no largo do Planetário e fica por conta de Clariana e da banda de pagode O Jeito Delas.

Além dessas atrações, estarão presentes no evento os parceiros fixos do Viva o Campus: Polifeira do Agricultor, Jardim Botânico, Hangar Aeroespacial, Arte Além do Ofício e projetos de extensão, como a oficina Olha o Passarinho e Projeto Célula.

O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o meio ambiente ao trazer a sociedade para o campus da instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.

<b>Programação:</b>

<b>Programação artística:</b>

15h – Clairana;

16h – banda O Jeito Delas.

Local: Largo do Planetário

<b>Casa Verônica</b>

14h às 18h – Feira LGBTQIAPN+, com 14 expositores. Haverá brechó de roupas, itens de crochê, tricô, macramê e amigurumis, acessórios de miçangas, artesanato em <i>biscuit</i>, brinquedos, bichinhos de pelúcias e jogos.

Local: Largo do Planetário

<b>Parceiros fixos:</b>

<b>Jardim Botânico</b>

14h às 18h – Visita livre à exposição de animais taxidermizados, telhado verde, jardim sensorial e horta mandala;

15h – Oficina Vestígios do Jardim: pintura com folhas naturais;

16h – Trilha guiada.

<b>Hangar Aeroespacial</b>

14h às 18h – Apresentações gerais e atividades no simulador de voo;

14h30min – Oficina de minifoguetes, com a Escola Piloto Aero;

<b>Polifeira do Agricultor</b>

14h às 18h, no Largo do Planetário.

<b>Arte Além do Ofício</b>

14h às 18h, no Largo do Planetário.

<b>Outros projetos de extensão:</b>

<b>Olha o Passarinho</b>

14h às 18h, no Largo do Planetário.

<b>Espaço Célula</b>

14h às 18h – Atividades de alfabetização científica por meio de observação microscópica.

Local: ao lado do Planetário

<i>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM realiza o I Simpósio de Banda de Música em parceria com a Brigham Young University (BYU)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/09/ufsm-realiza-o-i-simposio-de-banda-de-musica-em-parceria-com-a-brigham-young-university-byu</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:54:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bandas de música]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[encontro bandas de música]]></category>
		<category><![CDATA[Música UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento conta com a participação do professor Shawn Smith, da BYU, que será responsável por oficinas, workshops e pela regência dos concertos
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6321-Gabriele-Mendes-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal com pouca luz do palco do Centro de Convenções. A imagem mostra um músico sentado de lado tocando flauta. À frente dele uma partitura em duas páginas" />													
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<p>Começou nesta segunda-feira (8) o I Simpósio de Banda de Música da Universidade Federal de Santa Maria. O evento, organizado pelos cursos de Música da UFSM, tem como objetivo promover um espaço de estudo, discussão, aprimoramento, intercâmbio, performance, exposições de materiais sobre Bandas de Música e todas as suas especificidades. </p>
[caption id="attachment_73178" align="alignleft" width="502"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6371-Gabriele-Mendes-2-1024x683.jpg" alt="Professor Shawn sentado à mesa lê uma partitura. Ele usa camisa azul e óculos." width="502" height="335" /> Shawn Smith, regente convidado da BYU[/caption]
<p>O Simpósio também tem como finalidade fomentar e estruturar o programa de Banda de Música na UFSM tornando a instituição num centro de referência nesta área. Com palestras, oficinas, mesa redonda, ensaios e concertos, o evento reúne estudantes e profissionais da música em um momento de troca de conhecimentos.</p>
<p>Um dos destaques do simpósio é a presença do professor Shawn Smith, da Brigham Young University (BYU), do estado de Utah, nos Estados Unidos. Em sua primeira passagem por Santa Maria, Shawn descreve a experiência como maravilhosa e reforça: “estou muito feliz para poder trabalhar com a banda. É uma experiência muito maravilhosa ver o que está acontecendo com música aqui”, e destaca a estrutura do Centro de Convenções e o prazer de poder conhecer a UFSM.</p>
<p>O regente ministrou, na segunda, uma oficina sobre as bandas sinfônicas dos EUA e, ao longo da semana, ministrará oficinas sobre aquecimento, metodologia de ensaio e repertório para bandas sinfônicas.</p>
[caption id="attachment_73180" align="alignright" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6358-Gabriele-Mendes-2-1024x683.jpg" alt="Professor Clayton está em pé atrás de um pedestal com as mãos abertas e segura uma batuta fazendo sinal de quem rege uma orquestra. Atrás dele o auditório do Centro de Convenções " width="500" height="333" /> Professor Clayton Miranda do curso de Música da UFSM[/caption]
<p>O professor Clayton Miranda explica que banda sinfônica é uma disciplina obrigatória do curso de Música. “A gente quer ampliar essa essa formação e a discussão sobre esse tópico. Nas universidades federais do nosso país, você consegue contar nos dedos quais as que oferecem essa formação e essa possibilidade. Então hoje tá todo mundo, no estado e no país e fora dele, olhando para a UFSM”.</p>
[caption id="attachment_73182" align="alignleft" width="506"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A6407-Gabriele-Mendes-2-1024x683.jpg" alt="Alisson está sentado e tocando uma tuba, um grande instrumento de sopro. Ele está no Centro de Convenções " width="506" height="337" /> Alisson Pedroso, estudante do Bacharelado em Tuba, em ensaio para o concerto da Banda Sinfônica da UFSM[/caption]
<p>O estudante do Bacharelado em Tuba da UFSM, Alisson Pedroso, é um dos bolsistas da Banda Sinfônica da UFSM. Ele conta que desde o início do semestre, a partir do primeiro ensaio, a Banda se prepara para esta data. “O simpósio da banda foi algo conquistado pelos professores e alunos. A banda, no semestre passado, fez um concerto e inscreveu-se para que a gente conseguisse trazer o maestro Shawn, junto com toda a comitiva e todos os integrantes da banda, e fazer um trabalho de nível um pouco mais alto com a própria banda”.</p>
<p>O evento segue com um concerto na quarta-feira (10), às 20h, no Centro de Convenções da UFSM e um concerto de encerramento do simpósio, no mesmo palco, às 17h, deste sábado (13).</p>
<p><em>Texto: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Fotos: Gabriele Medeiros, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Edição: Maurício Dias</em></p>
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