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				<title>Em sua 2ª edição, evento “Isso é CAL” terá atrações artísticas, atividades de lazer e gastronomia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/em-sua-2a-edicao-evento-isso-e-cal-tera-atracoes-artisticas-atividades-de-lazer-e-gastronomia</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:12:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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						<description><![CDATA[Em formato livre e gratuito, o evento ocorre no prédio 40 do campus sede, Teatro Caixa Preta e arredores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/isso-cal.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/isso-cal-819x1024.jpg" alt="" width="575" height="719" /></a>Neste domingo (24), a partir das 15h, ocorre a 2ª edição do evento “Isso é CAL”, que vai proporcionar ao público atrações variadas, incluindo shows de música, performances de teatro e dança, feira de economia criativa (com produtos autorais, artesanais e de design) e espaço de alimentação, com a presença de <i>food trucks</i> e da Polifeira do Agricultor. Em uma realização do Centro de Artes e Letras (CAL) e da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, as apresentações artísticas vão ocorrer de forma livre e gratuita no prédio 40 do campus sede, Teatro Caixa Preta e arredores.</p><p>Entre as apresentações musicais confirmadas, estão o show da banda Black Cat; “Misterioso Pássaro”, com Gérson Werlang; show acústico autoral, com Clairana; “Chuva – Pocket Show”, com Luiza Morais; e “Aqui Oh!”, com Alberto Ceolin, Arthur Caldo, Leonardo Feldmann e Vicenzo Martins. Haverá ainda a performance do espetáculo de teatro “Língua Preta”, do Grupo Dramaturgiras, e a apresentação do projeto Mojubá: Grupo de Danças Populares Brasileiras.</p><p>Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/calufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do CAL no Instagram</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Peça teatral ambientada na ditadura uruguaia será apresentada na sexta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/17/peca-teatral-ambientada-na-ditadura-uruguaia-sera-apresentada-na-sexta-feira</link>
				<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 23:00:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[Antonio Pedrazzi dirige Joaquín Denicolay, ator de origem uruguaia e sobrinho do personagem que interpreta no espetáculo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Cartaz-Peca-Nunca-Mas.jpeg"><img class=" wp-image-71417 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Cartaz-Peca-Nunca-Mas-215x300.jpeg" alt="" width="537" height="749" /></a>Nesta sexta-feira (21), às 18h, será apresentada no Ateliê da Estação a peça “Nunca Más: Uma História Real”, que rememora, de modo intimista, episódios conturbados da vida de um personagem preso pela ditadura uruguaia na década de 1970. A representação teatral baseia-se em depoimentos de familiares, pesquisa na internet e documentos oficiais. A dramaturgia é de Antonio Pedrazzi (que também é o diretor da peça) e Joaquín Denicolay, ator de origem uruguaia e sobrinho do personagem que interpreta no espetáculo. A apresentação, que tem entrada gratuita, é uma atividade da disciplina Ateliê de Criação de Cena: Direção Teatral e Dramaturgia, do curso de Artes Cênicas UFSM. Os professores orientadores são Arthur Belloni e Vanessa Corso.

<span style="font-weight: 400">Antonio compartilhou a inspiração para a criação da peça: “no princípio, escrevi uma história fictícia de um personagem uruguaio, em um contexto de ditadura. Convidei o ator Joaquín Denicolay para que trabalhássemos juntos, ele aceitou. Durante o processo, descobrimos a história real de Hilian, um familiar de Joaquín, que esteve preso e desaparecido durante a ditadura uruguaia. Começamos a pesquisar e encontramos muito mais do que imaginávamos. A peça é, também, sobre o processo de criação, entre arquivos disponíveis e investigação da memória do que é sensível”.</span>

<span style="font-weight: 400">Além disso, o estudante de artes cênicas ainda contou sobre sua trajetória como diretor. “Já fui diretor de teatro em peças com público fechado e com convidados externos à UFSM. Portanto, essa é a primeira vez que irei apresentar um trabalho feito inteiramente para o público externo, aberto ao público. No dia 21 de novembro de 2025, no Ateliê da Estação, Joaquín apresentará, além da peça teatral, uma pesquisa de todo este semestre, feita com nossa dedicação, além de entrevistas e constante apoio de sua família, que vive no Uruguai”, disse.</span>

<span style="font-weight: 400">De acordo com Antonio, a produção do espetáculo contou com um longo processo de pesquisa. “O processo foi movido por uma investigação constante, em sala de ensaio, com improvisações e jogos teatrais, e fora de sala, em meio a pesquisa documental sobre o Uruguai da década de 1970/80 e período da ditadura. Durante a produção, contamos com pesquisas já realizadas e, também, entramos em contato com instituições, como a Faculdade de Ciências Humanas e Educação, da Universidade da República do Uruguai (UdelaR) e o Grupo Cálice, da UFSM”, revelou.</span>

O Ateliê da Estação localiza-se na Vila Belga, na Rua Manoel Ribas, 1900 (perto da esquina com a Avenida Rio Branco), ao lado da Escola Municipal de Aprendizagem Industrial (Emai).

<i><span style="font-weight: 400">Com informações de Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</span></i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI Performativa teve apresentações de dança, música e artes cênicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/05/jai-performativa-teve-apresentacoes-de-danca-musica-e-artes-cenicas</link>
				<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 20:01:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
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						<description><![CDATA[Aos estudantes se propicia um espaço para apresentações em formatos que fogem do convencional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na manhã desta quarta-feira (5), um círculo de pessoas se reuniu no palco do Centro de Convenções da UFSM para a realização da Jornada Acadêmica Integrada (JAI) Performativa. A atividade tem como objetivo unir a pesquisa com a prática. Na JAI Performativa, os alunos dos cursos de Dança, Música e Artes Cênicas têm a oportunidade de performar seus trabalhos de uma forma que foge do convencional, sem ser através das modalidades de apresentação oral ou banner.

[caption id="attachment_71275" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-05-jai-performativa-Paulo-Barauna-6.jpg"><img class=" wp-image-71275" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-05-jai-performativa-Paulo-Barauna-6-300x200.jpg" alt="Foto horizontal colorida. Mostra um grupo de pessoas sentadas em círculo sobre o palco de um auditório vazio. Em primeiro plano, pessoas estão descalças ou com calçados leves, formando uma roda de conversa no centro do palco de madeira. Ao fundo, as fileiras de assentos escuros do auditório permanecem vazias e iluminadas pelas luzes dos corredores laterais. A iluminação superior destaca o grupo central, sugerindo uma atividade de reflexão, ensaio ou oficina artística. À esquerda, uma mulher de blusa branca e calça verde; ao centro, várias pessoas em posição relaxada, incluindo um homem de camiseta vermelha e outro de blusa colorida; à direita, mais participantes, alguns de costas e outros atentos à conversa." width="637" height="424" /></a> Primeiro os alunos realizaram as suas apresentações e depois falaram um pouco sobre sua pesquisa para a roda de conversa formada por colegas e público[/caption]

Primeiro os alunos realizam as suas apresentações e depois falam um pouco sobre sua pesquisa para os colegas e o público. O espaço é uma verdadeira roda de conversa para debater as artes. O professor do Departamento de Artes Cênicas e coordenador da JAI Performativa, Daniel Plá, destacou a importância do evento: “é um lugar onde as pesquisas que estão na metodologia da prática podem estar inseridas e nós podemos apresentar elas num formato que seja mais coerente com os modos como a gente produz conhecimento”.

O professor destacou também que a universidade é pioneira nesse modelo de apresentação de artes da cena, sendo único no país. “Ao mesmo tempo que tem ciência em que as pessoas apresentam os seus objetivos, os seus autores, as suas referências, nós apresentamos isso a partir de uma forma onde o espaço, o corpo, esses outros conhecimentos do sensorial também estão implicados”, complementa.

O formando em Artes Cênicas Tarso Pimentel veio presenciar as apresentações e compartilhou que tem adorado acompanhar as performances e poder debater com os colegas. “É muito interessante conseguir ver o que o pessoal tá pesquisando, como essas pesquisas vão sendo construídas, principalmente quando a gente consegue analisar esse campo da prática também sendo feita.”

A estudante de Artes Cênicas (habilitação em Interpretação Teatral) Eduarda Tomé apresentou a obra “Matando Mosquitos”, que desenvolveu ao longo de um ano nas disciplinas de Metodologia da Criação Cênica e Atelier da Composição e Interpretação. A acadêmica pesquisa autobiografias dentro do campo das artes cênicas misturando as linguagens de teatro, dança, música e poéticas tecnológicas.

Na performance apresentada, Eduarda se baseou em referências da atriz, diretora e dramaturga Janaína Leite, além de outras memórias criativas para composição cênica, incluindo seus textos próprios. “Tem sido ótimo participar vendo outras perspectivas, estando no palco que é um pouco a nossa zona de conforto. Porque é um evento acadêmico, mas é importante ressaltar também que esse espaço da cena também faz parte da academia”, compartilhou.

O discente do Mestrado em Artes da Cena Jean Morales trouxe uma pesquisa voltada para a protagonização da figura negra como produtora de conhecimento, em espaços como terreiros e escolas de samba. A ideia é observar o que esses espaços têm para oferecer no modo de criação de personagens. “Dadas as circunstâncias que a gente vive num país colonial, colonizado, a gente sempre vê esses corpos negros, enfim, em lugares de subalternidade, em personagens subalternos, nunca como protagonistas”, explicou o mestrando.

Jean participou pela primeira vez da JAI e ressaltou que ficou muito surpreso com a organização do evento. “Para mim foi surpreendente, acho que nós não temos, no amplo nacional de pesquisas, muitas universidades que cedam esses espaços mais performativos. Então, acho que isso é precursor, inovador e isso é ciência, arte, inovação, tudo que tem de melhor na UFSM.”

<i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docente da UFSM apresenta espetáculo de dança em Porto Alegre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/03/docente-da-ufsm-apresenta-espetaculo-de-danca-em-porto-alegre</link>
				<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 11:55:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>

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						<description><![CDATA["Pena" será apresentado no Multipalco Eva Sopher na quarta (5)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71208" align="alignright" width="471"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/TUI2.jpg"><img class="wp-image-71208" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/TUI2.jpg" alt="foto colorida horizontal de uma bailarina sentada num palco de madeira, só com uma luz sobre ela, que tem o braço direito estendido" width="471" height="314" /></a> Silvia Wolff em cena[/caption]
<p>A bailarina e professora de Fundamentos da Dança Clássica do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM Silvia Wolff apresenta seu espetáculo solo "Pena" no Multipalco Eva Sopher, em Porto Alegre, na próxima quarta-feira (5), às 19h. Os ingressos estão disponíveis no <a href="https://theatrosaopedro.eleventickets.com/#!/home" target="_blank" rel="noopener">site</a> do Theatro São Pedro.</p>
<p>"Pena" é o resultado de uma jornada de superação e reconexão com a arte, após a artista ter sofrido um AVC aos 34 anos. Silvia, que teve carreira internacional em instituições como a Deutsche Oper Berlin e o The Pennsylvania Ballet, precisou de um longo processo de reabilitação, chegando a sair do hospital em cadeira de rodas. Após, ela se tornou professora na UFSM e desenvolveu um método inovador chamado "Balé possível", fruto de seu pós-doutorado na Universidade de Lisboa.</p>
<div>O espetáculo tem direção de Flávio Campos e iluminação de Raquel Guerra, ambos também docentes da UFSM.</div>
<div> </div>
<div><em>Foto: Divulgação</em></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Shopping Praça Nova recebe mostra de espetáculos dos cursos de Artes Cênicas da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/shopping-praca-nova-recebe-mostra-de-espetaculos-dos-cursos-de-artes-cenicas-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 19:45:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[Promovida pelo projeto de extensão “Porta Aberta”, a mostra visa a fomentar a circulação dos projetos artísticos produzidos nos cursos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Inicia-se neste sábado (25) – com a apresentação da peça “E Agora?” – a 1ª Mostra dos Cursos de Artes Cênicas (habilitações em Direção Teatral e Interpretação Teatral) no Shopping Praça Nova. Esse será o primeiro dos cinco espetáculos previstos. Conforme a sinopse, “dois personagens mascarados vivem suas individualidades até serem confrontados pela necessidade de conviver, compartilhar espaços e experiências. Com uma linguagem cênica que transita entre o absurdo e o humor, o espetáculo investiga as sutilezas das relações humanas, explorando a comicidade corporal e o poder expressivo das máscaras”. Com direção e orientação do professor Elcio Rossini, a peça inicia-se às 17h na sala LUC2 101 (no piso superior do shopping), onde também serão encenados os demais espetáculos que compõem a mostra. A classificação indicativa é livre e a duração é de aproximadamente 40 minutos.</p>
[caption id="attachment_71118" align="alignright" width="561"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG-20251008-WA0002.avif"><img class=" wp-image-71118" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG-20251008-WA0002.avif" alt="Foto quadrada. Mostra duas pessoas sob um fundo preto. Uma (à esquerda) tem cabelo comprido e liso e está vestida de preto, enquanto que a outra, com cabelo curto e ondulado e veste uma camisa branca sob um colete preto. Ambos estão mascarados, e estão abraçados em uma postura semelhante à de uma dança de salão." width="561" height="566" /></a> Primeiro espetáculo da mostra, a peça “E Agora?” apresenta personagens mascarados, com uma linguagem cênica que “transita entre o absurdo e o humor”[/caption]
<p>A mostra continua neste domingo (26), às 19h, com o espetáculo “Descompasso”, o qual é dirigido pelo estudante Thales Schlottfeldt, sob a orientação da professora Mariane Magno Ribas. Inspirada em textos de Alexandre Patricio de Almeida e Liana Ferraz, a peça apresenta um homem e uma mulher que percorrem uma trajetória delicada e complexa “através da poesia do movimento, da subjetividade das emoções e da fragilidade do amor”, segundo a sinopse. O espetáculo tem classificação indicativa de 14 anos e duração aproximada de 50 minutos.</p>
<p>Promovida pelo projeto de extensão “Porta Aberta”, a mostra visa a fomentar a circulação dos projetos artísticos produzidos nos cursos de Artes Cênicas da UFSM. Os componentes artísticos, espetáculos e performances foram desenvolvidos de acordo com as diretrizes de ensino e pesquisa das disciplinas de Ateliê de Criação de Cena. O projeto de extensão, que está em seu oitavo ano, é coordenado pela professora Mariane Magno Ribas, a qual também é a atual coordenadora das duas habilitações em Artes Cênicas.</p>
<p>A programação prossegue na próxima sexta-feira (31) e nos dias 6 e 28 de novembro, quando serão apresentados, respectivamente, os espetáculos “Maldito”, “Cérebro-Coração” e “À Procura de um Autor”. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no balcão de atendimento do shopping.</p>
<p>A programação completa e outras informações constam no <a href="https://extensaoportaberta.wixsite.com/website-4" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> da mostra</a>, a qual conta com o apoio do Centro de Artes e Letras (CAL), Centro de Processamento de Dados (CPD), Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e Imprensa Universitária.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório de Figurinos do CAL é espaço para explorar a criatividade e expressar a arte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/16/laboratorio-de-figurinos-do-cal-e-espaco-para-explorar-a-criatividade-e-expressar-a-arte</link>
				<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 20:23:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[O acervo de figurinos tem mais de 5 mil peças disponíveis para atender as demandas do centro e da comunidade em geral]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71017" align="alignright" width="608"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Lab-Figurino-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-60.jpg"><img class=" wp-image-71017" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Lab-Figurino-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-60-300x200.jpg" alt="Foto horizontal colorida. O espaço retrata uma parte do laboratório, mostra um armário e prateleiras cheios de roupas e sapatos organizados. Em primeiro plano, no centro da imagem, há um grande armário de madeira com portas abertas, revelando diversas roupas penduradas em cabides. Abaixo delas, sapatos de diferentes estilos estão dispostos lado a lado em prateleiras. Sobre o móvel, aparecem algumas malas empilhadas. À esquerda, há parte de outra estante com mais roupas coloridas. A luz natural penetra suavemente pela lateral, destacando os diferentes tons de tecido. Ao fundo, é possível ver mais roupas penduradas e parte da parede branca do ambiente, completando a sensação de um acervo de figurino bem organizado." width="608" height="405" /></a> A sala do laboratório está repleta de roupas, sapatos e chapéus dos mais variados tipos e cores, utensílios que estão catalogados e dispostos de forma organizada[/caption]

O Laboratório de Figurinos do Centro de Artes Letras (CAL) fica localizado na sala 1226 do prédio 40 do campus sede da UFSM. A sala é um espaço de pesquisa e interação, onde os estudantes podem experimentar figurinos, pesquisar e entender melhor os personagens que vão interpretar em suas produções. O laboratório atende qualquer curso da universidade e da comunidade em geral.

A professora do curso de Licenciatura em Teatro e coordenadora do laboratório, Camila Borges Santos, conta que o espaço existe há 30 anos, e que tudo começou com uma pequena mala de roupas, que aos poucos foi se tornando o acervo que é hoje, contando com mais de 5 mil peças disponíveis. Ela compartilha que futuramente o laboratório vai se mudar para o térreo do CAL, se tornando uma boutique. “A gente quer que esse laboratório seja um lugar prazeroso de se estar. Um lugar bonito onde você consegue olhar os figurinos, escolher, fazer as composições e que seja esse lugar prazeroso.”

O laboratório é fundamental para as produções teatrais, já que o figurino é um elemento essencial para a cena. Camila explica que, no curso, os atores e diretores refletem sobre a concepção dos espetáculos como um todo, pensando na luz, trilha sonora e figurinos, então vêm para o laboratório para pesquisar para cada produção. “O figurino está a serviço do ator, a serviço da história que o ator está contando. Então ele tem que ser funcional, não só bonito esteticamente, mas ele tem que ser maleável, ele tem que deixar o ator fazer o que é preciso fazer na ação, no movimento para contar aquela história”, complementa. Por essa razão, a manutenção das peças é essencial.

A professora também compartilha que durante a pandemia o laboratório sofreu uma grande baixa de figurinos, tendo em vista que muitas pessoas foram embora e não devolveram as peças retiradas. “Todo o acervo que nós temos aqui hoje estava reduzido a um terço do que nós temos agora. Então a gente teve todo o trabalho de ganhar acervo, de organizar, de colocar em dia esse laboratório”, conta.

[caption id="attachment_71018" align="alignleft" width="562"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Lab-Figurino-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-39.jpg"><img class=" wp-image-71018" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Lab-Figurino-Fotos-Daniel-Michelon-De-Carli-39-300x200.jpg" alt="Foto horizontal colorida. A imagem retrata a professora Camila sorrindo e gesticulando em meio a um espaço repleto de roupas penduradas, de diversas cores. No centro da imagem, está uma mulher de cabelos castanhos e camisa lilás estampada, sorrindo e gesticulando com as mãos. Suas unhas estão pintadas de rosa, e a expressão é descontraída." width="562" height="374" /></a> A professora Camila Borges Santos é a coordenadora do Laboratório de Figurinos[/caption]

<b>Manutenção –</b> Para garantir a conservação das peças, Camila e os bolsistas do laboratório trabalham realizando pequenas manutenções, como costuras, reparos e a limpeza dos figurinos. “Aqui a gente tem camisas femininas, masculinas, saias, calças… Todo o figurino é separado pela nossa equipe para que, quando tu venha com uma proposta daquilo que tu imagina, o bolsista já possa direcionar o aluno”, explica Camila. A professora conta ainda que estão tentando adquirir uma máquina de costura para o laboratório, para facilitar esse processo de manutenção.

Para as escolas e comunidades de fora que solicitam as vestimentas, não há nenhuma taxa de cobrança. Só é necessário assinar um termo de compromisso para catalogação. “São inúmeras escolas que contam com esse espaço, que frequentam aqui o nosso laboratório, e que são sempre muito bem-vindas. Para a gente é um prazer receber não só os estudantes, professores e servidores aqui da universidade, mas toda a comunidade que precisa desse elemento da cena que é o figurino”, explica a professora.

Atualmente, o laboratório está produzindo as roupinhas dos bonecos de manipulação (para teatro de fantoches), que serão usados por alunos da disciplina de Montagem. Além disso, o laboratório auxilia diversas produções da Licenciatura em Teatro e do Bacharelado em Artes Cênicas.

O laboratório não confecciona seus próprios figurinos, mas aceita doações de peças. É possível entrar em contato através do e-mail lab.figurino.cal@ufsm.br.

<i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Daniel De Carli</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Além do Caixa Preta: Espaço Rozane Cardoso une história e arte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/26/alem-do-caixa-preta-espaco-rozane-cardoso-une-historia-e-arte</link>
				<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 14:02:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[mural]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69042</guid>
						<description><![CDATA[UFSM conta com o primeiro Caixa Preta do RS, essencial para a formação de artistas e disseminação da arte]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69184" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A0510-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A0510-1-1024x683.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas sentadas em cadeiras no teatro, de frente e dos lados de uma mulher que está em pé" width="1024" height="683" /></a> Espaço multiuso oferece diversas possibilidades de organização (Foto: Jessica Mocellin/Arquivo)[/caption]
<p>O primeiro Teatro Caixa Preta do Rio Grande do Sul está na Universidade Federal de Santa Maria. Por mais que seja conhecido apenas como “Caixa Preta”, esse anfiteatro sem estrutura fixa tem um nome: Espaço Rozane Cardoso. </p>
<p>Localizado no prédio 40, do Centro de Artes e Letras (CAL), o Caixa Preta foi fundado em 5 de abril de 1988. Dentre os diferentes tipos de formato, o Espaço Rozane Cardoso é um <em>b</em><em>lack box </em>(caixa preta) multiuso e que oferece liberdade de organização, o que torna possível mudar a posição da plateia ou do palco, como for necessário.</p>
<h3><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/O-que-e-um-teatro-Caixa-Preta-Daniel-Michelon-De-Carli-100.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/O-que-e-um-teatro-Caixa-Preta-Daniel-Michelon-De-Carli-100.jpg" alt="arte colorida quadrada com explicações sobre o que é um black box, tendo ao centro a ilustração de duas diferentes configurações do teatro vista de cima, e abaixo, uma citação da professora Raquel, com uma foto dela do lado direito" width="471" height="471" /></a>Caixa Preta no mundo</h3>
<p>Movimentos de inovação artística tomaram a Europa em 1960. Foi nesse período que o Caixa Preta se popularizou. A principal ideia era eliminar elementos que tirassem o foco do público, do ator e do texto, buscando valorizá-los. “Esse modelo surge na Europa a partir da ocupação de espaços antigos, fábricas e depósitos abandonados, que foram transformados em espaços culturais”, conta a diretora do Teatro Caixa Preta da UFSM, Raquel Guerra. </p>
<p>Quando popular, o formato foi utilizado em universidades, já que era um modelo barato e flexível, oferecendo diversas possibilidades para os alunos experimentarem, testarem novas organizações e produções artísticas. </p>
<h3>Caixa Preta na UFSM </h3>
<p>Após voltar de sua viagem de mestrado nos Estados Unidos, em 1983, os professores Irion Nolasco e Maria Lúcia Raimundo tiveram a ideia de montar um teatro multiuso na UFSM. A inauguração do espaço, cinco anos depois, foi feita com performances artísticas, que variavam entre peças teatrais e exposição de esculturas. </p>
<p>A pintura “500 anos da Invasão da América”, desenvolvida pelo artista Juan Amoretti, foi inaugurada em 1992. “O Amoretti conta que na época o Caixa Preto era branco. Diziam que havia muita pichação no mural e o reitor da época pediu para o Departamento de Artes Visuais fazer uma pintura ali”, relata Raquel Guerra. </p>
<p>A diretora também conta que, após a demora da iniciativa, Amoretti decidiu realizar a pintura, mesmo com poucos recursos. “Na época, o mural não tinha cores tão vivas, não porque não era o desejo do artista, mas porque não tinha os materiais”, acrescenta Raquel. </p>
<h3><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Linha-do-tempo-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Linha-do-tempo-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg" alt="arte colorida quadrada com uma linha do tempo do Espaço Rozane Cardoso, de 1960 a 2024, descrita de cima para baixo do lado esquerdo, e do lado direito duas imagens antigas do teatro" width="779" height="642" /></a>Rozane Cardoso </h3>
<p>Quando inaugurado, o espaço passou a ser chamado de Anfiteatro do CAL. Em 1993, após uma campanha publicitária realizada por professores e alunos em busca de outro nome, o local foi denominado Teatro Caixa Preta. Em 2007, após o falecimento da professora Rozane Cardoso, o Caixa Preta passou a se chamar Espaço Rozane Cardoso. </p>
<p>Rozane Cardoso foi professora no CAL e lutou para que o espaço do Caixa Preta fosse revitalizado. Formada em Artes Cênicas e mestre em Ciência do Movimento Humano pela UFSM, a professora foi pioneira na arte de palhaçaria na Universidade. Com sua identidade de "palhaça da coxilha”, levou sorrisos para muitos lugares. </p>
<h3>Formação dos artistas da UFSM </h3>
<p>“É indiscutível a relevância desse espaço teatral para a nossa formação como pessoas de teatro. Pensar um curso de teatro sem o seu edifício teatral, aqui especificamente num modelo desmontável, é como pensar um curso de música sem os seus instrumentos, as ciências da natureza sem os seus laboratórios. Afinal, nossa prática dentro deste espaço é experimental, ela oferece oportunidade de errar, é pedagógica, pois aprendemos com os erros”, descreve Renata Côrrea em seu Trabalho de Conclusão de Curso intitulado<a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/31123/CORREA_TCC.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank" rel="noopener"> “Mulheres do Teatro Caixa Preta”.</a></p>
<p>Segundo a professora Raquel, o principal objetivo do espaço é servir de laboratório de estudos, para formação e profissionalização. É nele que os estudantes podem colocar em prática aquilo que aprendem em sala de aula. “Eles podem trabalhar com atuação, cenografia, iluminação, pensar em uma encenação que use outro espaço”, exemplifica.</p>
<p>Além disso, a equipe de bolsistas do Teatro possui formações ainda mais especializadas. Segundo Raquel, eles podem aprender gestão cultural, organização de agenda, fazer contato com os artistas, fazer o mapeamento do palco e produzir a montagem da iluminação para eventos. </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/A-importancia-para-os-alunos-caixa-preta-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/A-importancia-para-os-alunos-caixa-preta-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg" alt="arte colorida quadrada com informações sobre o objetivo do espaço, uma citação da professora Raquel, com foto dela ao lado, e abaixo, foto de bastidores, com grupo de atores em circulo com roupas coloridas" width="472" height="472" /></a></p>
<h3>Um Caixa, múltiplas alternativas </h3>
<p>Um Teatro Caixa Preta pode se transformar em diversas configurações. Mudar a posição do palco, ter diferentes modos de distribuir a plateia e até inserir os espectadores no espetáculo são algumas opções dentro dos caixas pretas. </p>
<p>Existem diversos tipos de anfiteatros que podem ser utilizados de acordo com o espetáculo a ser apresentado. O caixa preta possui a versatilidade de ser um pouco de cada um deles. Uma organização italiana (quando o público fica em frente ao palco), de arena (o público cerca o palco pelos lados), bilateral (o público fica em lados opostos com a cena ao centro) ou em ambiente imersivo (quando o público pode se mover com a encenação), são alguns exemplos de organização do espaço. Essa é a liberdade que o espaço plano, sem objetos e palco fixos, oferece para os artistas e graduandos da UFSM. </p>
<h3>Eventos internos e externos </h3>
<p>“Hoje em dia, o Caixa está a serviço de todo o Centro de Artes e Letras, além de receber eventos de fora”, comenta o atual diretor do CAL, Gil Roberto Costa Negreiros. Quando chegou à direção, em 2022, o espaço estava fechado, o que, segundo ele, deixava as pessoas “agoniadas”. Para abrir o teatro, uma comissão com pessoas de todas as áreas do CAL foi organizada. Então, o espaço teve que passar por pequenas reformas e profundas limpezas para que fosse aberto. “E eu falei: vamos abrir, mesmo com todos os problemas. Porque é igual à nossa casa, se não usar, vai estragar do mesmo jeito”, relembra Gil Roberto.  </p>
<p>A unidade de extensão é administrada pela comissão, responsável por organizar a agenda do Caixa Preta. Para realizar o agendamento, é necessário preencher um formulário, disponível no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/servicos/teatro-caixa-preta" target="_blank" rel="noopener">site do teatro</a>.</p>
<h3>O futuro do Espaço Cultural Rozane Cardoso</h3>
<p>Há previsão de melhorias do Teatro Caixa Preta. Segundo o diretor do CAL, Gil Roberto, um projeto realizado pela Pró-Reitoria de Infraestrutura visa transformar o espaço, deixando-o mais acessível, mas sem mudar o seu estilo de caixa preta. Ainda não há prazos nem valores definidos. </p>
<p>Já o mural do Caixa Preta “500 Anos de Invasão da América”, que <a href="https://www.ufsm.br/2024/08/28/revitalizacao-do-mural-do-teatro-caixa-preta-o-restauro-da-expressao-artistica-no-campus" target="_blank" rel="noopener">começou a ser revitalizado em agosto de 2024,</a> foi inaugurado no evento <a href="https://www.ufsm.br/2025/03/24/evento-isso-e-cal-celebra-a-inauguracao-do-mural-revitalizado-de-juan-amoretti" target="_blank" rel="noopener">Isso é CAL</a>, em março de 2025. O fruto de Juan Humberto Torres Amoretti continua como marco para o espaço que ajuda a formar artistas. </p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/IC3A9565-1-1024x683.jpg" alt="" />
<figcaption><em>Apresentação no Caixa Preta durante o Isso É CAL (Foto: Jessica Mocellin/Arquivo)</em></figcaption>
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<figcaption><em>Rozane como a "palhaça da coxilha" no Calçadão de Santa Maria (Foto: Arquivo)</em></figcaption>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/UFSM.1984.133.002_141.jpg" alt="" />
<figcaption><em>Início da construção do Caixa Preta, na década de 1980 (Foto: Arquivo/DAG)</em></figcaption>
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<p><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti</em></p>
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						<item>
				<title>Teatro Caixa Preta recebe o espetáculo “Gira Teresinhas” nos dias 23 e 24 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/12/teatro-caixa-preta-recebe-o-espetaculo-gira-teresinhas-nos-dias-23-e-24-de-agosto</link>
				<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 22:07:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[A apresentação mescla dança contemporânea, teatro e música ao vivo. Uma das sessões, no dia 23, terá tradução em Libras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Gira.jpeg"><img class=" wp-image-70124 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Gira-240x300.jpeg" alt="" width="535" height="668" /></a>Nos dias 23 e 24 de agosto, o Teatro Caixa Preta recebe o espetáculo <a href="https://centromeme.com.br/meme/teresinhas.html" target="_blank" rel="noopener">“Gira Teresinhas”</a>, que mescla dança contemporânea, teatro e música ao vivo. Quase 20 anos após a sua estreia, o espetáculo já foi apresentado em várias cidades brasileiras. De acordo com a sinopse, “seis intérpretes, entre 30 e 60 anos, dividem o palco para contar a trajetória de uma mulher comum – e por isso mesmo extraordinária. Em ‘Teresinhas’, a experiência de vida de Terezinha Jardim Machado, mãe do diretor e coreógrafo Paulo Guimarães, se transforma em matéria poética e política. Da juventude à maturidade, a obra percorre caminhos de afeto, ruptura e reinvenção”. A primeira apresentação, no dia 23 (sábado), às 19h, será especial, pois contará com tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras). No dia 24 (domingo), haverá uma sessão regular, com início às 16h. Ambas têm entrada franca.

<b>Outras atividades –</b> O curso de Licenciatura em Teatro da UFSM informa que no sábado (23), logo após a sessão, haverá uma roda de conversa com os artistas que atuam no espetáculo, a qual será mediada pelo professor Odailso Berté, do curso de Licenciatura em Dança da UFSM. Também será oferecido um workshop gratuito no domingo (24), às 10h, no Centro de Artes e Letras (CAL) – prédio 40 do campus sede, ao lado do teatro. Trata-se de uma “atividade prática que aprofunda os processos criativos do espetáculo”.

O espetáculo conta com financiamento do sistema Pró-Cultura RS. A reserva dos ingressos e a inscrição no workshop podem ser realizadas <a href="https://www.centromeme.com.br/agenda/girateresinhas/santamaria.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Em sua 10ª edição, Noite da Dança ocorre nesta terça-feira no Teatro Caixa Preta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/23/em-sua-10a-edicao-noite-da-danca-ocorre-nesta-terca-feira-no-teatro-caixa-preta</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 04:56:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[A partir das 19h, o público poderá assistir gratuitamente a obras de dança contemporânea, clássica e popular]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/CARTAZ-NOITE-DA-DANCA.jpeg"><img class=" wp-image-69586 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/CARTAZ-NOITE-DA-DANCA-240x300.jpeg" alt="" width="559" height="699" /></a>A comunidade de Santa Maria poderá assistir nesta terça-feira (24) a diversas obras de dança produzidas na UFSM. Promovida pelo curso de Licenciatura em Dança da UFSM, a 10ª Noite da Dança inicia-se às 19h no Teatro Caixa Preta – anexo ao prédio 40 do campus sede. Trata-se de uma mostra artística com criações de estudantes do curso, incluindo trabalhos de disciplinas e projetos. A mostra contempla também coreografias produzidas no curso de Bacharelado em Dança e, neste ano, inclui ainda uma obra produzida por estudantes das Artes Cênicas. Os ingressos estão disponíveis gratuitamente na plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/noite-da-danca-24-06/2985177" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a>.

Durante pouco mais de uma hora, serão apresentadas 11 obras, que perpassam a dança contemporânea, a dança clássica e as danças populares. A mostra abre com a instalação coreográfica “EntreLaços”, da turma de Danças Contemporâneas II: Estudos Labanianos. Para adentrar o Caixa Preta, a plateia terá de passar por uma instalação. Além disso, nesta edição, pela primeira vez a mostra terá o formato de semi-arena. “A ideia é que, durante o curso, os e as estudantes investiguem diversas formas de propor dança, por isso não apresentar apenas no chamado palco italiano”, explica a professora Neila Baldi, coordenadora do projeto de extensão Noite da Dança.

A noite segue com outras obras contemporâneas de dança, como “Em Tempos”, coordenado pela professora Márcia Feijó, e “Tic Tac”, coordenado pela professora Giovana Domingos. Nesta edição, serão três obras de danças populares: “Florescer”, “IbeJiro” e “(Fé)stividade”, sob coordenação do professor Jessé Cruz. Será apresentada ainda a obra de balé clássico “Dorin”, orientada pela professora Silvia Wolff. E o grupo de pesquisa Dramaturgiras, das Artes Cênicas, apresentará “Noite de Dengos, Fragmento de uma Obra Teatral”.

A mostra também terá duas obras que discutem questões de gênero: “Pajuball – Sessão da Tarde” e “Botando o Corpo para Jogo”, orientadas pelo professor Odailso Berté. Esta última terá um jogo com a participação da plateia. A mostra encerra-se com “Xabunda de Criança”, obra infantil que também convida a plateia a participar, sob orientação de Neila Baldi.

A Noite da Dança é um projeto de extensão que visa levar à comunidade de Santa Maria as produções cênicas do curso de Licenciatura em Dança, recebendo inscrições de cenas coreográficas de outros cursos de formação em artes da instituição. É um projeto duplamente formativo: inclui formação de plateia de dança e investigações cênicas para estudantes da área. A equipe organizadora da 10ª Noite da Dança é composta pelos estudantes Priscila Portz, Karine Monteiro e Lauane Lencina e Matheus Aguirre e pela professora Neila Baldi.]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Silêncio, Som: espetáculo fará parte do 7º Festival Internacional de Teatro de Uruguaiana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/12/silencio-som-espetaculo-fara-parte-do-7o-festival-internacional-de-teatro-de-uruguaiana</link>
				<pubDate>Mon, 12 May 2025 13:18:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[A obra de Renata Gassen conta com performers para demonstrar o “descobrir da música”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69068" align="alignleft" width="585"]<img class="wp-image-69068 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/silencio-218-1024x683.jpg" alt="" width="585" height="390" /> “Silêncio, Som” concorre a melhor espetáculo e melhor trilha sonora[/caption]
<p>Um espetáculo cênico-musical que se baseia no som e nas sensações. O movimento é som, mas “tudo pode ser considerado como música se for pensado para ser ouvido como música”, segundo John Cage, um dos compositores mais influentes do século XX. Em “Silêncio, Som”, silêncio, som e acaso se encontram em uma só apresentação.</p>
<p><span style="font-weight: 400">O espetáculo foi desenvolvido pela diretora teatral Renata Diefembach Gassen, egressa do curso de Artes Cênicas – Direção Teatral da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), formada em 2024. A ideia surgiu ainda durante a graduação, quando Renata observava músicos no Centro de Convenções da UFSM e se interessava pelos movimentos e expressões durante as execuções musicais. Ao conhecer a obra de John Cage — que, segundo ela, representa uma ruptura na música clássica —, percebeu que muito do que o compositor fazia no palco era, essencialmente, cênico. “Ele tem uma montagem, </span><i><span style="font-weight: 400">4′33″</span></i><span style="font-weight: 400">, em que um músico está sentado ao piano e não toca nada. São 4 minutos e 33 segundos de silêncio”, explica Renata. Para ela, isso mostra como muitos músicos se tornam parte de seus próprios instrumentos.Então, a ideia surgiu: transformar músicos em performers. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Como é a música quando eu caminho na rua? O som dos meus passos reverberam, o som das pessoas conversando na rua, a criação do burburinho. Todo esse caos do dia a dia pode ser interpretado como música”, comenta Renata sobre o estudo feito para entender a produção de música em todo lugar. Além disso, a autora buscou entender sobre como a produção de sons é vista atualmente, com a internet e o excesso de informações sonoras. Murray Schafer é uma referência para ela. O conjunto de sons vindos da poluição sonora e da velocidade da internet pode modificar a sensibilidade das pessoas para a música. </span></p>
<h3>A ambiguidade entre som e silêncio</h3>
<p>“Lembro-me de buscar a relação de ambiguidade entre as palavras ‘silêncio’ e ‘som’. Foi a primeira coisa de tudo, pois sempre me intrigou a forma como o silêncio pode remeter a algo assustador, o vazio, a dor… Mas também à paz, à calmaria, à ternura, ao respeito”, escreveu Renata em seu Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado <em data-start="2720" data-end="2737">Movimento é Som</em>.</p>
<p><span style="font-weight: 400">O espetáculo se insere no teatro experimental e contemporâneo, o que permite a ausência de personagens fixos. Os participantes podem ser eles mesmos em cima do palco. “Eles são atravessados em alguns momentos por personagens, algo que começa a se rascunhar, mas que é bem efêmero. Rapidamente some, e é novamente o músico fazendo música”, explica a diretora. Com uma narrativa não linear, mas com atmosfera imersiva, a obra propõe ao público a construção de uma paisagem sonora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O início da apresentação pode soar abstrato, com sons de mastigação ou passos sobre galhos, por exemplo. No entanto, ao final, instrumentos e uma estrutura musical mais clara se revelam. Para Renata, trata-se do “descobrir da música”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O espetáculo é completamente modulável”, explica a diretora. A peça não possui uma estrutura rígida e permite improvisações por parte dos performers. A organização em módulos possibilita também que as cenas mudem de ordem entre as apresentações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A primeira versão do “Silêncio, Som” foi fruto de uma disciplina do quinto semestre da graduação de Renata. Com o tempo, a ideia amadureceu e se transformou no que é hoje. O projeto irá participar do Cena Livre, o 7º Festival Internacional de Teatro de Uruguaiana. </span></p>
<h3>Performers: atores e não atores</h3>
[caption id="attachment_69069" align="alignright" width="603"]<img class="wp-image-69069 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/silencio-170-1024x683.jpg" alt="" width="603" height="402" /> Durante a apresentação, os participantes podem ser eles mesmos em cima do palco.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Em seu TCC, Renata explica que trabalhou com atores e não-atores, em sua maioria músicos. “Os músicos, em sua prática artística, quando estão diante do público, seus corpos, atitudes e ações, não são o foco principal do espetáculo. O foco está na execução da música, no som. A inexperiência me encanta, no sentido de que ela dá a abertura certa para que eu possa conduzir os performers até a expressividade máxima dentro da verdade de cada um”, escreveu em sua pesquisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, pessoas de diversos cursos participam do espetáculo. Estudantes de História, Música, Desenho Industrial, Dança entre outros. Paulo Barauna, estudante de Desenho Industrial na UFSM, é um deles. Paulo é fotógrafo e foi convidado a fazer a divulgação e as fotos do espetáculo. “Eu, com a câmera, estava em movimentação junto com os integrantes. Eu tinha liberdade, já estava inserido naquele meio. Então, comecei a fazer som e brincar junto com eles. Desde então, fui me inserindo aos poucos no espetáculo”, relembra Paulo sobre o começo de sua participação no projeto. Atuando como performer, uma prática que saia de seu conforto, Paulo diz que pode ser ele mesmo dentro do espetáculo, “basicamente vou ser um fotógrafo em cena”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">João Pedro Ventura de Moraes é estudante de </span><span style="font-weight: 400">Música e Tecnologia na UFSM e chegou ao espetáculo por indicação de um amigo, que já participava. Segundo ele, atuar no projeto o ajudou a melhorar seu lado artístico, “às vezes quando a gente pensa em música pensamos em começo, meio e fim. Mas não pensamos em atribuir isso de forma bem experimental, até mesmo para o teatro. Isso é a liberdade artística que o ‘Silêncio, Som’ me proporciona”. Buscando sair da monotonia, o músico encontrou uma motivação a mais para fazer sua arte. A relação com pessoas de outros cursos também é um fortalecedor do projeto, para Moraes.  “Complementa muito, é necessário ter mais disso na UFSM”.<br /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, a equipe do “Silêncio, Som” é composta por 15 pessoas. Os participantes costumam ser convidados pela diretora para integrarem o grupo, já que precisam ter relação com a música. </span></p>
<h3>Cena Livre 2025 </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Neste ano, o “Silêncio, Som” fará sua primeira apresentação em um festival. O 7º Festival Internacional de Teatro de Uruguaiana vai ser o palco. “ A </span><span style="font-weight: 400">gente viu que foi selecionado para poder participar de um festival de teatro grande, de uma cidade grande. É um festival reconhecido. Isso só vai abrir portas para a gente futuramente”, comenta Paulo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste festival, o “Silêncio, Som” concorre a melhor espetáculo e melhor trilha sonora. “Para nós é muito importante ter passado, porque é um teatro muito experimental e contemporâneo”, conta Renata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Cena Livre de 2025 vai acontecer de 13 a 17 de maio e prevê receber cerca de 5 mil pessoas. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. O “Silêncio, Som” se apresentará no dia 14 de maio às 09H30, no Teatro Municipal de Uruguaiana. </span></p>
<p> </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo Barauna <br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espetáculo de teatro “4poc4l1ptic4” será apresentado nesta segunda-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/24/espetaculo-de-teatro-4poc4l1ptic4-sera-apresentado-na-proxima-segunda-feira</link>
				<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 19:25:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[Em seu trabalho, Duane Castro busca expor a fragilidade dos conceitos de gênero e sexualidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/perf-cartaz.jpg"><img class=" wp-image-68889 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/perf-cartaz-212x300.jpg" alt="" width="464" height="657" /></a>O Laboratório de Performance, Arte e Cultura (Labarc) convida o público a assistir na próxima segunda-feira (28) a um espetáculo integrante do evento PerformAções. Trata-se de “4poc4l1ptic4”, performance da estudante Duane Castro, resultado do seu trabalho de conclusão do curso de Licenciatura em Teatro da UFSM. Realizado sob a orientação da professora Marcia Berselli, o trabalho em questão intitula-se “4poc4l1ptic4: Feita no Fervo e na rua, Graduada em Babado e Possessa de Ardor – o Processo de Criação Transperformativo”. De acordo com ela, a obra consiste em um “processo criativo em performance focado na corporeidade transgênero e proponente de uma estética transperformativa”. Com duração aproximada de uma hora, o espetáculo inicia-se 17h no Teatro Caixa Preta – anexo ao prédio 40 do campus sede.

O ingresso, que é gratuito, pode ser reservado por meio da plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/4poc4l1ptic4/2926125?_gl=1*ewlx5f*_gcl_au*MTYzNzg3NTExMi4xNzQ0MTI0NjM0*_ga*MjM1OTk1MzQ4LjE3NDQxMjQ2MzM.*_ga_KXH10SQTZF*MTc0NTQxODY5Ny4yLjEuMTc0NTQyMDIyOC4xMi4wLjExMTI5MTE1ODc.&amp;share_id=copiarlink&amp;referrer=linktr.ee" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a>. A classificação etária é para maiores de 14 anos de idade.

<b>Sinopse –</b> “O processo cênico dialoga sobre a travestilidade vivenciada pela artista, que passa pelo seu processo de transição no interior do Rio Grande do Sul, sendo assim marcada tanto por desafios e violências, quanto pela autorrealização e pertencimento à sua comunidade. Duane questiona: ‘em que lugar a travestilidade e a transgeneridade são colocadas na sociedade interiorana sul-rio-grandense?’, assim como ‘a que lugar pertence a arte que é produzida pelas pessoas trans no Brasil?’ A performer também busca expor no seu trabalho a fragilidade dos conceitos de gênero e sexualidade operantes na sociedade ocidental e provoca um movimento de rompimento dessas estruturas, pensando no ‘traviarcado’, o lugar onde todas as pessoas podem exercer suas identidades de gênero e sexualidade de maneira não hierarquizada, em uma utopia transfeminista.”]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento “Isso é CAL” celebra a inauguração do mural revitalizado de Juan Amoretti</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/24/evento-isso-e-cal-celebra-a-inauguracao-do-mural-revitalizado-de-juan-amoretti</link>
				<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 13:11:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Juan Amoretti]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

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						<description><![CDATA[Além da inauguração, ocorreram espetáculos, oficinas artísticas e shows musicais, entre outras atividades]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68617" align="alignright" width="583"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9647.jpg"><img class="wp-image-68617" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9647.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas circulando em uma área aberta ao lado de um prédio do CAL, com árvores  e mesas de sala de aula com livros sobre elas" width="583" height="388" /></a> Público interagiu com oficinas, espetáculos e outras atividades nos arredores do CAl[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na intenção de comemorar a revitalização do mural </span><span style="font-weight: 400">“500 Anos de Invasão da América Latina”, pintado na fachada do Teatro Caixa Preta, do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, ocorreu, na tarde deste domingo (23), o evento “Isso é CAL”. Na ocasião, o Centro e seus arredores tornaram-se fontes de riqueza artística com exposições, oficinas e performances teatrais e musicais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o diretor do Centro e coorganizador do evento, Gil Roberto Costa Negreiros, o evento objetivou a integração interna entre alunos e professores do CAL, mas também fortalecendo os laços culturais com a comunidade local. “Os prédios aqui do Centro são divididos, e às vezes, a nossa identidade acaba se perdendo. E aquilo que nos une é a arte. Então, realizar esses momentos valorizam e humanizam os trabalhos criados aqui dentro”, explicou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A docente do Departamento de Artes Cênicas e coorganizadora do evento Raquel Guerra destacou que, além de celebrar a revitalização do Mural de Amoretti, o evento simboliza uma renovação geral do CAL. “Hoje estamos homenageando diversas conquistas do Centro, como a inauguração do nosso Acervo Bibliográfico, um novo Laboratório de Informática, entre outros. São várias comemorações”, revela.</span></p>
[caption id="attachment_68618" align="alignleft" width="594"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9790.jpg"><img class="wp-image-68618" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9790.jpg" alt="foto colorida horizontal de um homem assinando &quot;Amoretti&quot; em uma parede pintada em tons de azul e verde" width="594" height="396" /></a> Juan Amoretti deixou sua assinatura no mural revitalizado[/caption]
<h3>O mural: da criação à revitalização</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A criação do mural </span><span style="font-weight: 400">“500 Anos de Invasão da América Latina” surgiu da ment</span><span style="font-weight: 400">e de Juan Humberto Torres Amoretti, que é pintor, desenhista, escultor e professor. O artista, nascido em Lima, no Peru, chegou ao Brasil em 1974 e lecionou na UFSM entre 1975 e 2008. Dentro da Universidade, Amoretti lutou para trazer o Mural revitalizado à vida. A obra, finalizada originalmente em 1992, traz características da cultura peruana em seus traços e aborda a reflexão sobre os processos de colonização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A revitalização do mural iniciou em agosto de 2024, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, que primeiramente firmou diálogos com Amoretti, e após isso, conseguiu receber suporte financeiro do CAL, da </span><span style="font-weight: 400">Pró-Reitoria de Extensão (PRE)</span><span style="font-weight: 400"> e do Grupo do Teatro Caixa Preta. O processo de repintura também contou com apoio de estudantes de Artes Visuais, por meio de um projeto de extensão criado para a revitalização, e ex-alunos do Centro que se voluntariaram. Mais detalhes sobre a ação podem ser conferidos nas reportagens produzidas pela </span><a href="https://www.ufsm.br/2024/08/28/revitalizacao-do-mural-do-teatro-caixa-preta-o-restauro-da-expressao-artistica-no-campus" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Agência de Notícias da UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://youtu.be/5DXmPtAZ4do?si=462bomp1YuxeHzds" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">TV Campus</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em clima de celebração, Amoretti discursou ao público presente em frente ao mural sobre a história da obra, suas características e o processo de luta pela revitalização. O artista ainda encerrou a cerimônia de inauguração com o ato de assinatura oficial do mural, e ainda reforçou que “a Universidade está fervendo de ideias, e que todos devem lutar pelo que acreditam no mundo”.</span></p>
[caption id="attachment_68619" align="alignright" width="599"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9575.jpg"><img class="wp-image-68619" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9575.jpg" alt="foto colorida horizontal mostra pessoas à frente de tripés com telas sendo pintadas, tendo como fundo o mural do CAL" width="599" height="399" /></a> Oficina estimulou a criatividade por meio da pintura[/caption]
<h3>Exposições, oficinas e performances foram realizadas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além da inauguração calorosa do mural, o momento foi marcado por oficinas, exposições, espetáculos e cerimônias que celebram os avanços conquistados pelo Centro de Artes e Letras. Nesse sentido, </span><span style="font-weight: 400">as salas do Prédio 40 (CAL), o Teatro Caixa Preta, o Largo da Biblioteca Central e a fachada do Mural no Teatro hospedaram as </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/eventos/isso-e-cal"><span style="font-weight: 400">atividades da programação do evento.</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sob a sombra do mural revitalizado aconteceu a oficina de artes visuais “Explorando as cores e misturas, narrativas e criações”, na qual o público pôde empunhar pincéis e criar suas próprias obras de arte. Coordenado pela professora do Departamento de Artes Visuais Talita Esquivel, o momento buscou aproximar o público do contexto artístico. “Essa oficina promove a extensão do conhecimento produzido dentro da Universidade e permite que a comunidade tenha mais noção sobre pinturas, cores e a ciência que desenvolvemos aqui”, argumentou a professora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Talita contou com o suporte da aluna de Artes Visuais Paula Aschidamini, que ajudou na elaboração da proposta para a oficina realizada. “Quando soubemos sobre o evento, pensamos em algo que pudesse aproximar as pessoas, então decidimos fazer uma oficina sobre a teoria das cores”, explicou. O momento foi voltado à experimentação, ou seja, os participantes puderam exercitar o uso das cores e tentar entender qual mensagem elas transmitem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudante de Dança Licenciatura Andrei Barcelos arriscou explorar suas habilidades artísticas na oficina, e disse que a atividade chamou-lhe a atenção. “Eu não tenho conhecimento com pincéis, tintas, essas coisas, e essa atividade é para fazermos algo espontâneo e natural. Me senti confortável por não ter que seguir um padrão”, acrescenta.</span></p>
<h3>Uma tarde de inaugurações</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma grande conquista celebrada durante o evento foi a inauguração do Laboratórios de Informática do CAL. Na ocasião, os laboratórios receberam o nome da ex-diretora do Centro de Artes e Letras, Ivone Mendes Richter, responsável por trazer o primeiro computador gráfico ao curso de Desenho Industrial, na década de 1980. “Na época eu conheci um professor da Universidade de Kiel, na Alemanha, e ele me apresentou computadores voltados a trabalhos com design gráfico. Então, a UFSM fez um intercâmbio com essa a instituição e conseguimos trazer a tecnologia para cá”, recordou a ex-docente, acrescentando que “ver as salas cheias de equipamentos modernos trouxe uma grande alegria”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também aconteceu a cerimônia de inauguração do Acervo Bibliográfico Maria Luíza Ritzel Remédios, na Biblioteca Central da UFSM. Em 2014 o Conselho do Centro de Artes e Letras já havia escolhido o nome de Maria para o acervo, porém, não havia acontecido qualquer celebração da abertura do local desde então. Maria foi professora de Literatura Portuguesa do Departamento de Letras Vernáculas e uma das principais doadoras do primeiro acervo do Centro. “Neste evento estamos reconhecendo todos os avanços que o Centro tem conquistado nos últimos tempos”, disse Negreiros.</span></p>
[caption id="attachment_68620" align="alignleft" width="440"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9694.jpg"><img class="wp-image-68620" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9694.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em pé conversando em um corredor de prédio" width="440" height="293" /></a> Douglas Dornelles (de camiseta vermelha) na inauguração do mural “Narrativa Silvestre”[/caption]
<h3>Os murais do futuro</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em paralelo à celebração da obra de Amoretti, o aluno do curso de Artes Visuais Douglas Dornelles Medeiros teve seu mural “Narrativa Silvestre” inaugurado. Visualmente, a obra traz elementos sobre a fauna e flora nativas do Rio Grande do Sul. Poeticamente, o artista explicou que o mural busca reforçar a importância da preservação ambiental, tendo em vista o atual contexto de mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim como o mural de Amoretti, a obra de Douglas irá precisar de revitalizações de tempos em tempos. Nesse sentido, o artista comentou sobre a importância de reforçar a memória por meio do cuidado com as obras artísticas. “Eu acho que daqui uns 50 anos vai ser ainda mais importante pensarmos na questão ambiental, então a temática deste mural é atual e no futuro será ainda mais. A arte está sempre aí e no futuro serão necessários outros murais com mensagens relacionadas aos momentos que ainda virão”, pondera.</span></p>
[caption id="attachment_68622" align="alignright" width="659"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9758.jpg"><img class="wp-image-68622" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9758.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em um palco em frente ao mural ao anoitecer" width="659" height="440" /></a> "Isso é CAL" deverá ter novas edições no futuro[/caption]
<h3>O que esperar do próximo “Isso é CAL”?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O evento, em sua primeira edição, foi uma realização do CAL junto ao Gabinete do Reitor, </span><span style="font-weight: 400">Pró-Reitoria de Extensão (PRE)</span><span style="font-weight: 400">, Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e o Teatro Caixa Preta. A docente Raquel Guerra revelou que o último evento integrativo realizado em grande escala pelo Centro ocorreu em 2018, quando houve uma programação de 12 horas ininterruptas de atividades culturais. “Esse é o primeiro evento que chamamos de ‘Isso é CAL’, e promovemos uma programação com diversas atividades acontecendo simultaneamente, oferecendo mais opções para o público que vem prestigiar”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reitor da UFSM, Luciano Schuch, prestigiou o evento e destacou que o “CAL é o pulmão responsável por expandir a cultura de dentro da Universidade”. Para Luciano, a inauguração do mural, agora revitalizado, é um grande marco na história da UFSM e motivo de orgulho à comunidade santa-mariense. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em concordância com o depoimento do reitor, a vice-reitora, Martha Adaime, elogiou a atual gestão do Centro pela elaboração do evento. “Esse momento tem sido responsável por levar a cultura, a arte e a educação para a comunidade interna e externa da Universidade. A gente percebe que as pessoas estão se integrando e estão interessadas no que este Centro tem a oferecer. A comunidade da UFSM só tem a agradecer por isso”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em relação ao futuro do evento, o diretor do CAL revelou que as próximas edições ainda serão pensadas pela gestão, e que o próximo passo será recolher um <em>feedback</em> do público sobre o primeiro evento. “Ainda não conversamos sobre o ano que vem, mas queremos lutar para que aconteça novamente”, disse o diretor do Centro.</span></p>
<p><em>Confira mais imagens do evento:</em></p>
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<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column {"width":"100%"} -->
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":68625,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9721-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-68625" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação do grupo de danças Mojubá</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9771-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-68624" /><figcaption class="wp-element-caption">Juan Amoretti foi homenageado</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9565-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-68627" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação teatral no Caixa Preta</figcaption></figure>
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<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Jéssica Pavan, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Iniciativa da UFSM promove o contato de crianças com a cultura popular por meio do lazer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/01/28/iniciativa-da-ufsm-promove-o-contato-de-criancas-com-a-cultura-popular-por-meio-do-lazer</link>
				<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 20:31:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto de extensão atende bebês de 6 meses a crianças de até 12 anos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Idealizado pela professora de Educação Física Ariane Corrêa Pacheco e pelo professor de Dança Jessé da Cruz, o Programa “Brinca + UFSM: lazer e cultura popular em movimento” surgiu em 2024 com o intuito inicial de fomentar projetos de extensão voltados às infâncias e integrar uma rede de apoio para as mães estudantes da universidade. Atualmente, o projeto prioriza a participação de crianças que residem na Casa do Estudante Universitário (CEU), além de filhos de servidoras e de estudantes da UFSM, bem como alunos da rede pública de Santa Maria que se encaixam na faixa etária do programa. Em 2024, o Brinca + UFSM contou com o apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e promoveu oficinas vinculadas ao teatro, dança e educação física.</p>
<p><b>Práticas e metodologias – </b>A iniciativa conta com a participação de alunos da Educação Física, Dança e Teatro, que desenvolvem atividades com as crianças, tais como: jogos, brincadeiras dirigidas relacionadas à cultura popular, contação de histórias, lendas e peças teatrais. Essas atividades são realizadas no turno oposto ao horário escolar dos pequenos e servem como uma ferramenta para o desenvolvimento da cidadania. O programa não tem como objetivo reforçar os conteúdos escolares, mas sim proporcionar a construção de vínculos entre as crianças, oferecer suporte às mães universitárias, ajudando-as a equilibrar os estudos com a criação de seus filhos, e construir saberes relacionados à cultura popular. “O acolhimento não está distante da formação e o objetivo do programa é garantir o acesso ao direito social de estudar e o direito das crianças ao lazer e à formação. Enquanto instituição pública, temos essa responsabilidade”, comenta a coordenadora.</p>
<p>Para acompanhar os editais de participação, é possível acessar o perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/brincamaisufsm/" target="_blank" rel="noopener">@brincamaisufsm</a> ou entrar em contato pelo e-mail brincamais@ufsm.br.</p>
<p><i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Licenciatura em Teatro realiza fórum de estágios na próxima quinta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/29/licenciatura-em-teatro-realiza-forum-de-estagios-na-proxima-quinta-feira</link>
				<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 18:19:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67806</guid>
						<description><![CDATA[Pela manhã, professores vão discutir “Perspectivas sobre o teatro e a educação”. À tarde, alunos compartilham experiências de estágio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/Forum-de-Estagios.jpg"><img class=" wp-image-67807 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/Forum-de-Estagios-300x300.jpg" alt="" width="530" height="530" /></a>Na próxima quinta-feira (5), ocorre o Fórum de Estágios do Curso de Licenciatura em Teatro da UFSM. Pela manhã, das 9h às 11h, haverá uma mesa de debates com o tema “Perspectivas sobre o teatro e a educação”. Participarão da atividade os professores Marcia Berselli, Raquel Guerra, Camila Borges e Rafael Cardoso Jacinto, que atuam nos cursos de Teatro e Artes Cênicas da UFSM. No turno da tarde, das 14h às 16h, os estudantes vão compartilhar suas experiências de estágio.

Aberto à participação do público em geral, o fórum acontece no auditório localizado no prédio 74E do campus. Os interessados podem se inscrever <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfs5-K5oy0Ha9Go9us89OBOQmjAIGB26HhvjSR9I_zy47axhg/viewform?vc=0&amp;c=0&amp;w=1&amp;flr=0&amp;pli=1" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI Performativa envolve prática com pesquisa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/28/jai-performativa-envolve-pratica-com-pesquisa</link>
				<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 11:38:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[jai performativa]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudantes apresentaram suas pesquisas durante a manhã e tarde do dia 27]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Um círculo de pessoas sentadas no meio do palco do Centro de Convenções marcou o início da JAI Performativa da tarde desta quarta-feira (27). Ao todo, foram 17 performances apresentadas ao longo do dia.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9489-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Lucca Adams abordou sua trajetória pessoal  e diferentes identidades</figcaption>
										</figure>
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Realizadas por estudantes dos cursos de  Dança, Música e Artes Cênicas, as apresentações buscaram misturar a prática com a pesquisa. “É um espaço muito importante, porque ele representa uma especificidade de pensamento. De como a gente produz conhecimento e como atuamos, tanto na sala de aula quanto nas pesquisas, extensão e ensino”, comentou o professor do Curso de Dança Bacharelado e organizador das apresentações da tarde, Flávio Campos.</p>
<p>O professor também relatou sobre a importância do evento para a valorização das Artes na Universidade e destacou o desejo que em apresentações futuras o público seja mais diverso. “A gente entende que é uma maneira de mostrar para a Universidade como trabalhamos. É uma pena que ficamos entre a gente, que outros cursos não venham nos encontrar, saber, nos ouvir e trocar ideias”. </p>
<p>No período da manhã, sete trabalhos foram apresentados. Entre eles estavam “Pele em Contato (2024): Pesquisa em Práticas Coreográficas”, desenvolvido por Cecília Martins,  “(Des)Orientalismos: performando um corpo inventado”, realizado por Giovana Domingos, e “Tríade Mulheres em Movimento”, Rudinara Barcelos. </p>
<p>Durante a tarde, outras 10 pesquisas foram expostas. Luis Hani, estudante de Dança, foi um dos alunos a apresentar e expôs seu trabalho “TRANSmute: uma visão trans junto ao Método BPI”. “Foi um trabalho que surgiu do nada, por uma necessidade de eu conseguir entender o porquê que não me ver nos locais me afetavam tanto”, relata. Durante a apresentação, Hani conversou com a roda e fez uma panqueca doce. Em um diálogo sobre pertencimento, o estudante contou sua trajetória buscando encontrar seu “quintal”, termo comentado pelo professor Flávio Campos. “Depois de um tempo, eu notei que esse quintal não é um pátio, ele é um lugar que eu me sinto livre. Faz um mês que eu entendi que meu quintal é uma cozinha.” Depois, compartilhou a importância dos momentos que passava com sua família e todos eles aconteciam dentro deste “quintal”. </p>
<p>O projeto “Eu adoro purpurina: o caminho brilhante” também foi um dos apresentados. Lucca Adams, bacharel em Dança, narrou sua trajetória como criança no CTG (Centro de Tradições Gaúchas) em transformação para um homem “gaúcho, tradicionalista, gay e que adora purpurina”. Durante a performance, Lucca se vestiu de diferentes roupas, conversou com o público e terminou com um desenho das vestimentas que entrelaçou durante suas falas. Transformações e a possibilidade de se tornar várias pessoas em si mesmo foram abordados por Adams. “É fundamental ter esse espaço na JAI Performativa que provoca a prática como pesquisa, mas que também dá espaço de compartilhamento. Nos projetos que eu trabalho isso é fundamental”, compartilha o artista. </p>
<p>O trabalho de Helena Leimann, “Experimentações do corpo em Dança Moderna: tronco e sua potência em mover-se”, demonstrou a força de movimentos da dança. A apresentação de Luana Furtado, “Feminismos e Criação em Performance: sangue do diabo” narra sobre violências sofridas por mulheres. Combinou o uso da pigmentação rosa, produto da mistura de água, amônia e solução alcoólica de fenolftaleína, em roupas brancas.  Assim, lembrou de marcas que, por mais que não sejam vistas, são sentidas. </p>
<p>O dia de performances foi finalizado por apresentações como a de Samuel Theodor Pagani, “Vício” e Polyana Fernandes, “Isso pode ser dramaturgia: Criações a partir de experiências da escutação”. </p>
<p>Após a apresentação dos trabalhos, alguns minutos eram reservados para que o público pudesse compartilhar perspectivas e interpretações. </p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="55b0feb" data-elementor-lightbox-title="Luis Hani fez panquecas para falar sobre o seu &quot;quintal&quot;" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Nzc2IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTUwOS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI1NWIwZmViIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9509.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9509-768x512.jpg" alt="Luis Hani fez panquecas para falar sobre o seu &quot;quintal&quot;" /><figcaption>Luis Hani fez panquecas para falar sobre o seu "quintal"</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="55b0feb" data-elementor-lightbox-title="Luana Furtado em “Feminismos e Criação em Performance: sangue do diabo”" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Nzc0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTQzMy5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI1NWIwZmViIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9433.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9433-768x512.jpg" alt="Luana Furtado em “Feminismos e Criação em Performance: sangue do diabo”" /><figcaption>Luana Furtado em “Feminismos e Criação em Performance: sangue do diabo”</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="55b0feb" data-elementor-lightbox-title="Helena Leimann, demonstrou a força de movimentos da dança" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Nzc1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTQxOS0xLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjU1YjBmZWIifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9419-1.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9419-1-768x512.jpg" alt="Helena Leimann, demonstrou a força de movimentos da dança" /><figcaption>Helena Leimann, demonstrou a força de movimentos da dança</figcaption></figure></a>			
		<p><em>Texto e fotos: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores e alunos de Música e Artes Cênicas apresentam a “História do Soldado”, de Stravinsky</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/30/professores-e-alunos-de-musica-e-artes-cenicas-apresentam-a-historia-do-soldado-de-stravinsky</link>
				<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 19:30:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67455</guid>
						<description><![CDATA[A estreia será nesta quinta (31), às 20h, no Theatro Treze de Maio, com uma reprise na sexta (1º), no mesmo horário, no Teatro Caixa Preta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/462846431_18300559393206623_1546188388291989591_n.jpg"><img class=" wp-image-67457 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/462846431_18300559393206623_1546188388291989591_n-300x300.jpg" alt="" width="575" height="575" /></a>Uma obra do compositor russo Igor Stravinsky – reunindo música, teatro e dança – será apresentada pela primeira vez ao público santa-mariense por professores, estudantes e egressos dos cursos de Música e Artes Cênicas da UFSM. Trata-se da “História do Soldado”, que estreia nesta quinta (31), às 20h, no Theatro Treze de Maio, com uma reprise na sexta-feira (1º), no mesmo horário, no Teatro Caixa Preta, localizado junto ao Centro de Artes e Letras (CAL) – prédio 40 do campus sede.</p>
<p>Composta em 1918, a obra baseia-se em um conto do também russo Alexander Afanasyev. O espetáculo conta a história de um soldado que faz um pacto com o diabo, ao trocar o seu violino por promessas de riqueza. O libreto foi escrito em francês pelo suíço Charles Ferdinand Ramuz. No entanto, nas apresentações de Santa Maria, a obra será narrada e cantada em português.</p>
<p>A narradora será a professora de Artes Cênicas da UFSM Silvana Baggio, enquanto que o soldado terá como intérprete o ator Pedro Diana, egresso do curso. Os outros dois papéis do espetáculo, o do diabo e o da princesa bailarina, serão interpretados respectivamente por duas alunas do curso: Fernanda Florence e Manoela Michelin.</p>
<p>A música será executada por um hepteto, sob a regência do maestro Cláudio Ribeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participam do grupo quatro docentes dos cursos de Música da UFSM. Um deles é o diretor artístico do espetáculo, Gilmar Goulart, que será o percussionista. Ele estará acompanhado dos professores Diogo Baggio (no contrabaixo), Clayton Miranda (no trompete) e Diego Ramires (no Trombone). Ao violino, estará Michael Penna, maestro da Orquestra Jovem do Recanto Maestro. Completam o grupo Ezequiel Zimmer, bacharel em Fagote, e Eder Roberto Nunes, estudante do Bacharelado em Clarineta.</p>
<p>O espetáculo é uma realização da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (vinculada à Pró-Reitoria de Extensão da UFSM) e do CAL, contando com o apoio da Prefeitura de Santa Maria e do Teatro Caixa Preta. Os ingressos podem ser adquiridos gratuitamente no <a href="https://theatro13demaio.com.br/eventos-mes/historia-do-soldado/" target="_blank" rel="noopener">site do Theatro Treze de Maio</a> e na plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/historia-do-soldado/2691988" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a> (para a apresentação no Caixa Preta).</p>
<p>Outras informações constam nas páginas da orquestra nas redes sociais (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inventando Moda: seminário debate figurino cênico e indumentárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/16/inventando-moda-seminario-debate-figurino-cenico-e-indumentarias</link>
				<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 13:42:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[adereços]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[figurino]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67247</guid>
						<description><![CDATA[Seminário contará com discussões, rodas de conversa, apresentações e oficinas práticas sobre figurinos e adereços]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Nos dias 24 e 25 de outubro acontece a 1ª edição do Seminário do Laboratório de Figurino, o Inventando Moda. O evento tem como objetivo a pesquisa, a discussão e o debate sobre o figurino cênico. Também propõe a experimentação prática, através de oficinas, do figurino e de adereços. O seminário também abordará a pesquisa sobre tecidos, texturas, estampas, cortes, concepções, composição de tecidos e de cores.</p>
<p>O propósito da iniciativa é dar destaque para o processo de criação, discussões e pesquisas sobre o figurino, no âmbito profissional e escolar. O figurino é um elemento importante na composição das visualidades da cena, por isso, faz-se necessário o aprimoramento e a formação neste campo.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto para interessados em pensar, discutir e criar sobre figurino e indumentária. As inscrições podem ser feitas através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdAqePkcxANTmyBMBcM9xpWCZoYRmaiWmfmTJbF6W9vmbKXTQ/viewform">formulário</a>.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline">24 de outubro</span><br />Teatro Caixa Preta</p>
<p dir="ltr"><strong>08h30:-</strong> Abertura do Seminário</p>
<p dir="ltr"><strong>08h45 – 10h:</strong> Alinhavando idéias: a caracterização cênica como dramaturgia da visualidade <br />Com: Prof. Lucas Larcher - Artista-docente-pesquisador, atuando como Diretor de Artes Cênicas no Ministério da Cultura - Escritório Estadual de São Paulo (MINC-SP), como Professor Colaborador no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e como Coordenador de Serviço Educativo da Manaká Cultural. Pós-Doutorando e Doutor em Artes pela UNESP, Mestre em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e graduado em Teatro pela mesma instituição, com bolsa sanduíche no exterior (CNPq-CAPES) na Universidade de Évora (UÉ), em Portugal. Como artista, exerce, principalmente, as funções de diretor, de ator(-manipulador) e de caracterizador cênico (figurino, maquiagem, cabelos e adereços). Na esfera docente, ocupa-se com frequência das áreas de Pedagogia do Teatro, de Teatro de Animação, de Design Cênico e de Teoria do Teatro. Enquanto pesquisador, dedica-se ao Teatro Infantojuvenil, com ênfase nas relações entre práticas artísticas e proposições pedagógicas para a formação de professores. Integra o grupo de pesquisa 'Poéticas cênicas: visuais e performativas', registrado junto ao diretório do CNPq.</p>
<p dir="ltr"><strong>10h30 – 12h:</strong> – Corpo e visualidades: mascaramentos decoloniais<br />Com: Prof. Daniel Costa - Artista da Cena, pesquisador e Docente. Atua como docente na Universidade Federal de Uberlândia (Escola de Educação Básica - ESEBA/UFU). É  docente nos Programas de Mestrado Profissional em Arte - ProfArtes/UFU, no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (IARTE/UFU).  Licenciado em Dança e Teatro. Bacharel em Dança.  Possui licenciatura em Pedagogia Educação Especial.   Lidera o Grupo Aroeira (CNPq) e integra como pesquidador o Grupo Pindorama (Unicamp/CNPq). É autor das Coletâneas "Arte na Educação Básica" (1ª e 2ª edição), "Estudos sobre o Corpo" e dos livros "Corpo e Diásporas Performativas" e "Encruzilhadas de uma dança-teatro brasileira: f(r)icção arte-vida em processo de criação". Site: www.danielcosta.art.</p>
<p dir="ltr"><strong>14h – 16h:</strong> Anderson Martins, do Grupo de Teatro Por que não?</p>
<p dir="ltr"><strong>16h:</strong> Performance Fora da Casinha - Profa. Tatiana Wonsik Recompenza Joseph</p>
<div> </div>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline">25 de outubro</span></p>
<p dir="ltr"><strong>08h30 – 10h:</strong> Processo Criativo: cruzamentos entre artes visuais e figurino <br />Com: Luciano Santos - Natural de Santa Maria/ RS/ Brasil; Onde reside e atua. Mestre em Artes Visuais / UFSM. Participação em mais de 40 exposições coletivas e 10 exposições individuais com premiações em vários salões – como 18˚Salão Jovem Artista do Grupo RBS TV; Salão de Arte Religiosa de Santa Maria e XII Salão Latino Americano/ Museu de Arte de Santa Maria, entre outros - recentemente atuando também com curadoria. Artista Visual. Artesão. Performer. Figurinista de teatro e ballets folclóricos gaúchos. Cenógrafo. Carnavalesco. Com trabalho essencialmente em colagem analógica onde tem na cópia reprográfica e no imagético religioso católico, somados a questões de memória pessoal, o ponto de partida de sua obra; essencialmente voltada às questões populares da fé onde traça transversais de significados e ressignificações carnavalizadas na criação de imbricado universo pessoal mítico alegórico. Sua Virgem Maria e suas figuras anacrônicas – com “olhares reais” - perpassam sutilezas únicas criando “entidades” tangíveis e instigadoras.</p>
<p dir="ltr"><strong>10h30 - 12h:</strong> Figurinos Ecológicos - pensamentos e práticas<br />Com: Paula Martins -  Artista e pesquisadora, investiga como a filosofia ecológica pode inovar o design de cenografia e figurinos, promovendo diálogos essenciais entre as artes cênicas e o meio ambiente. Formada em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2014) e em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro (2018), obteve seu mestrado em Artes em 2022. Atualmente, é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e integra o Grupo de Pesquisa em Figurino, Indumentária e Tecnologia Cênica da USP.</p>
<p dir="ltr"><strong>14h – 17h:</strong> Oficina - Técnica de crepagem: modelando direto sobre o corpo<br />Com: Professor Junior Ruviaro é professor e empresário do ramo de moda. Formado em Publicidade e propaganda pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e Design de Moda pela UFN (Universidade Franciscana), mestre em Humanidades e Linguagens (UFN) é proprietário da confecção feminina Limite Urbano desde 1987. Especialista em modelagem plana e Moulage é professor do Curso de Design de Moda da UFN desde 2016 onde leciona as disciplinas de modelagem, costura, moulage e modelagem digital.</p>
<p dir="ltr"><strong>17h30:</strong> Desfile “Inventando Moda” </p>
<p dir="ltr"><strong>18h: </strong>Encerramento</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina de teatro é ofertada para mulheres de toda a comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/16/oficina-de-teatro-e-ofertada-para-mulheres-de-toda-a-comunidade</link>
				<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 04:54:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67236</guid>
						<description><![CDATA[O único requisito é que as participantes tenham no mínimo 18 anos de idade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p1"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/imagem.jpg"><img class=" wp-image-67237 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/imagem-212x300.jpg" alt="" width="440" height="623" /></a>Como atividade integrante da disciplina Estágio Supervisionado II – Teatro na Comunidade, a estudante Sofia Dotto, do curso de Licenciatura em Teatro da UFSM, vai ofertar gratuitamente a oficina Teatro para Mulheres. Nos encontros, estão previstas atividades como alongamentos, meditações, jogos teatrais (de aquecimento, criação e improviso), leituras, reflexões e conversas. O único requisito é que as participantes tenham no mínimo 18 anos de idade.</p>
<p class="p1">Haverá duas turmas, cada uma com 15 vagas. A primeira terá encontros nas quartas-feiras, das 10h às 12h, e a outra, nas quintas-feiras, das 19h às 21h. As interessadas podem se inscrever <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfaBumLIHzMmRiBc5APEDAPTf-qDGCDRAN_gisD9BlcRsnoRw/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina de Fotografia de Espetáculo é oferecida para a comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/04/oficina-de-fotografia-de-espetaculo-e-oferecida-para-a-comunidade</link>
				<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 18:04:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67082</guid>
						<description><![CDATA[Os encontros vão ocorrer nas últimas semanas de outubro e nas primeiras de novembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/card-oficina.jpg"><img class=" wp-image-67083 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/card-oficina-240x300.jpg" alt="" width="489" height="612" /></a>O curso de Licenciatura em Teatro da UFSM vai ofertar à comunidade a Oficina de Fotografia de Espetáculo, a qual é vinculada à disciplina de Estágio Supervisionado de Docência em Teatro II (DAC 1143). A proposta é que cada participante aprenda os conceitos básicos envolvidos no trabalho de fotografar espetáculos, incluindo conhecimento técnico da fotografia, sensibilidade, concentração, rapidez, iluminação e posicionamento no espaço. A oficineira será Daniele Wilhelm, estudante do curso, tendo como base o livro “A arte da fotografia de espetáculo”, de Emidio Luisi.

Estão previstos dois encontros por semana, com 3 horas de duração cada um, nas duas últimas semanas de outubro e nas primeiras de novembro. Os participantes não precisam ter equipamento profissional, mas devem trazer os seus celulares na oficina, cujo local ainda não foi definido. Os interessados podem se inscrever <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_lsjMRTHtY6tHru_HfOQbt4P1QCD6ul6ypPDanDgvvlpctg/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Artes Cênicas apresentam peça Hecatombe no Theatro Treze de Maio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/17/estudantes-de-artes-cenicas-apresentam-peca-hecatombe-no-theatro-treze-de-maio</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 21:11:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66853</guid>
						<description><![CDATA[Apresentação retrata um cenário pandêmico, com aumento de número de casos de uma doença desconhecida]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O que acha de prestigiar uma peça de um vírus que evidencia a verdadeira humanidade? Hecatombe retrata um cenário pandêmico e será exibido às 20h do dia 21 de setembro no Theatro Treze de Maio, através do edital de ocupação ao Theatro Treze de Maio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Hecatombe” foi desenvolvido no curso de Bacharelado em Artes Cênicas - Interpretação Teatral da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através de uma disciplina de processo colaborativo. O espetáculo foi apresentado anteriormente no Teatro Caixa Preta - Espaço Cultural Rozane Cardoso, com quatro apresentações realizadas em dezembro de 2023.</p>
<p>A peça que desde sua estreia vem conquistando o público e a crítica, agora integra o grupo “Teatro Experimental Universitário - Studio I”, popularmente conhecido por “TEU”, que busca promover a circulação de espetáculos gerados nas disciplinas dos cursos de Bacharelado em Artes Cênicas e Licenciatura em Teatro da UFSM, em atividade desde os anos 90.</p>
<p><strong>Sinopse:</strong><br />Nas últimas semanas, o número de casos de uma doença ainda desconhecida aumentou 13 vezes e o número de países afetados triplicou. Atualmente, existem mais de 118 mil casos em 114 países e 4.291 pessoas perderam a vida. Outras milhares estão lutando por suas vidas em hospitais. Nos próximos dias e semanas, esperamos ver o número de casos, o número de mortes e o número de países afetados aumentar<br />ainda mais. A Organização Mundial da Saúde está avaliando esse surto 24 horas por dia e nós estamos profundamente preocupados com os níveis alarmantes de disseminação, gravidade e a falta de ações governamentais. Portanto, avaliamos que a doença pode ser caracterizada como uma pandemia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palhaças na universidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/palhacas-na-universidade</link>
				<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 10:47:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[13ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9851</guid>
						<description><![CDATA[Livro da Editora UFSM traz pesquisas
sobre palhaçaria feita por mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>“Os textos destas pesquisadoras trançam com delicadeza e precisão os tempos do passado, do presente e do futuro, para retratar o universo em expansão das mulheres palhaças”. Essas palavras são de Maria Brígida de Miranda, professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), e fazem parte do prefácio da obra Palhaças na Universidade - Pesquisas sobre palhaçaria feita por mulheres e as práticas feministas em âmbitos acadêmicos, artísticos e sociais. A organização do livro, que tem quinze capítulos, foi proposta em 2018 na mesa de debates ‘Mulheres na academia’, no festival internacional ‘Esse monte de mulher palhaça’. Ana Wuo, professora do curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e Daiani Brum, doutora em Teatro pela Udesc, ficaram responsáveis por reunir pesquisas que abordassem a atuação de mulheres como palhaças, artistas e pesquisadoras.</p>		
												<img width="1920" height="1080" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Destaque-Palhacas-na-universidade.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Afinidade com a temática não faltou para as organizadoras. Ana Wuo começou a fazer cursos de palhaçaria durante o período de graduação na Unicamp, na década de 1990. Daiani Brum teve seu primeiro contato com a arte palhacesca durante o bacharelado<br />em Artes Cênicas (2012) pela UFSM. Para Ana Wuo, a palhaçaria não é só a arte do fazer rir ou do rir de si, mas também é uma profissão que possibilita trabalhar com as ingenuidades, fragilidades e inadequações do ser humano frente à vida. Além disso, Wuo destaca que esse livro “possibilita abrir um espaço para que as práticas feministas possam ser divulgadas tanto no âmbito acadêmico quanto no artístico".</p><p>Daiani Brum identifica a palhaçaria como “um espaço em que muitas corporeidades têm a possibilidade de estabelecer suas narrativas e sua comicidade”. A ideia da obra é discutir ainda mais sobre esse tipo de riso: não somente o que se dirige a outra pessoa e se utiliza de fragilidades, mas que também enaltece a força das pessoas e traz uma melhor convivência com o ser diferente. A existência do Palhaças na Universidade está atrelada a esses fatores e almeja romper a invisibilidade e as dificuldades de exercer o protagonismo da mulher na profissão.</p>		
			<h2>Mulher, negra e palhaça</h2>		
		<p>O artigo “Palhaça Negra: palhaçaria como hackeamento dos racismos e ruptura de grilhões”, escrito por Adriana Patrícia dos Santos, é o texto que abre a obra Palhaças na Universidade. A pesquisa apresenta uma perspectiva fundamentada nas experiências da autora enquanto palhaça negra. Santos afirma que “falar de palhaçaria feminina e/ou da mulher palhaça se faz cada vez mais urgente nos<br />dias atuais, e falar de palhaça negra é uma intersecção fundamental nesse debate”. Ela também destaca que as discussões sobre as diversas expressões da mulher palhaça se intensificaram e com isso há a ressignificação dos legados da prática palhacesca, “sobretudo criando recentes abordagens cômicas a partir da demanda de seus próprios corpos e experiências”</p><p><strong>Reportagem:</strong> Gustavo Salin Nuh<br /><strong>Ilustração e diagramação:</strong> Luiz Figueiró</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI Performativa proporciona espaço para expressão artística e disseminação de conhecimento </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/31/jai-performativa-proporciona-espaco-para-expressao-artistica-e-disseminacao-de-conhecimento</link>
				<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 20:58:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64367</guid>
						<description><![CDATA[Evento deu aos alunos a oportunidade de conhecer e apresentar pesquisas nas artes ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p1">Na última quarta-feira (25), o palco do Centro de Convenções recebeu a 7ª edição da JAI Performativa, integrante da programação da 38ª edição da Jornada Acadêmica Integrada (JAI). O evento é<span class="Apple-converted-space">  </span>voltado para discentes, docentes e demais interessados em ampliar e aprofundar o diálogo com a prática e a pesquisa performativa. Neste ano, foram 16 trabalhos apresentados. Além das apresentações, os participantes contaram com a presença da pesquisadora Alba Vieira, da Universidade Federal de Viçosa (UFV). A JAI Performativa foi organizada pelos professores da UFSM Daniel Plá, do curso de Artes Cênicas, e Flávio Campos, do curso de Bacharelado em Dança.</p>


[caption id="attachment_64368" align="alignright" width="561"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/20231025_142051.jpeg"><img class=" wp-image-64368" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/20231025_142051-300x214.jpeg" alt="" width="561" height="400" /></a> Apresentação da estudante Estela Godoy de Paula, do Bacharelado em Dança[/caption]
<p class="p1">“A JAI Performativa nasce do desejo de criar um espaço no qual discentes das artes da cena pudessem apresentar seus trabalhos – resultantes de pesquisa, ensino e extensão – dentro de um formato que refletisse o atual estado da arte das mais diversas reflexões e discussões da nossa área de conhecimento”, conta Flávio. Ele continua<span class="Apple-converted-space">  </span>ao dizer que, assim, surge a ideia de manter um espaço que estivesse além dos pôsteres e das comunicações orais, “cruzando e ampliando a noção de comunicação das nossas mais diversas formas de produzir e disseminar conhecimento”, acrescenta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">Sobre a experiência, o professor descreve como incrível, por proporcionar reflexões sobre a necessidade de realizar formações continuadas, na intenção de ampliar as discussões e as experiências de alunos e professores. Ele afirma que ações como esta viabilizam um aprofundamento no que diz respeito às artes da cena, além do diálogo com as mais diversas perspectivas e abordagens da prática como pesquisa. “Não é uma mostra artística ou de performance, muito mais que isso, é um mergulho vertical dentro da prática como pesquisa, abordagem em desenvolvimento constante, faz mais de duas décadas, tanto no Brasil, como no mundo”, ressalta Flávio.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">Uma das apresentações foi de<span class="Apple-converted-space">  </span>Estela Godoy de Paula, acadêmica do 6º semestre do Bacharelado em Dança. Ela apresentou o trabalho “Contato: os possíveis caminhos de um processo de criação”, a qual advém de uma pesquisa a partir dos formatos de apresentação em uma performance, contendo diversas esferas, como vídeo, dança, projeção, elementos cênicos, interação com o público e texto. A respeito do momento de se apresentar, ela conta: “Foi bom! Acho que nós artistas estamos acostumados com essa exposição, mas ainda assim há o frio na barriga, que falamos que, se não houver, ‘está errado’. Então foi emocionante, como sempre”. Por fim, Estela salienta a importância<span class="Apple-converted-space">  </span>da JAI Performativa por ser um espaço onde se comprova que a pesquisa de corpo também é pesquisa, e dessa forma, valida a formação e arte dos estudantes.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1"><i>Texto e foto: Gabrielle Pillon, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p class="p1"><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
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				<title>Centro de Artes e Letras promoveu a 1ª Semana Preta na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/18/centro-de-artes-e-letras-promoveu-a-1a-semana-preta-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 14:56:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[mês da consciência negra]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento contou com apresentações, palestras e rodas de conversa que exaltaram a presença de pessoas negras na Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63753" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.25.jpeg"><img class="wp-image-63753" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.25.jpeg" alt="foto colorida horizontal com duas moças à frente do que parece ser um auditório, se vê algumas poltronas vazias. Ao fundo há um televisor e numa mesa de lado garrafas térmicas" width="610" height="457" /></a> Organização foi do Diretório Acadêmico Nei D’Ogum[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A 1ª Semana Preta organizada pelo Diretório Acadêmico Nei D’Ogum (Dano), dos cursos de Artes Cênicas e Teatro da UFSM, teve início na terça-feira (12) e encerrou no domingo (16). Através de espetáculos, palestras, apresentações entre outras atividades, a Semana Preta buscou dar visibilidade para a importância de pessoas negras dentro da Universidade e, principalmente, na área artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento aconteceu majoritariamente no prédio 40, do CAL, e no Teatro Caixa Preta. A programação contou com a presença de artistas e acadêmicos de Porto Alegre e Viamão, além de trazer espetáculos produzidos pelos alunos do curso de Teatro da Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Andrielle Razeira, estudante de Teatro e uma das organizadores da Semana, o evento vinha sendo planejado desde junho e teve como uma de suas inspirações Abdias do Nascimento, fundador do primeiro teatro negro do Rio Grande do Sul. No dia da abertura, Andrielle comentou sobre algumas questões que foram levantadas na organização dessas atividades. Uma delas foi: “é possível a gente esquecer que existem pessoas negras dentro da Universidade? Podemos concluir uma graduação esquecendo disso? É possível ir para faculdade e pensar que sou só uma aluna ou preciso sempre lembrar que sou uma aluna preta dentro da Universidade?”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A conclusão que ela e outros estudantes chegaram foi que não é possível. De acordo com Andrielle, a sociedade lembra a estudantes negros todos os dias quem são e o que é esperado deles. Não podem apenas ser alunos, são lembrados diariamente de qual é sua posição para a sociedade, seja por colegas, professores ou por qualquer pessoa que não compartilhe de sua negritude.</span></p>
[caption id="attachment_63754" align="alignleft" width="544"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.15.jpeg"><img class="wp-image-63754" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.15.jpeg" alt="foto vertical colorida com quatro pessoas à frente do auditório, em pé, uma mulher está falando ao público" width="544" height="725" /></a> Grupo de poesia de Porto Alegre esteve presente[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“A gente queria retribuir essa lembrança, que não vem de um jeito amigável, não vem de um jeito muito legal, para que eles conheçam um pouco da nossa cultura, das coisas que a gente acredita. Outra coisa também é que a gente tem sempre a nossa ancestralidade conosco, quando a gente entra em cena, entra em qualquer local a gente carrega isso”, destaca Andrielle.</span></p>
<h3>"Poetas Vivos" na UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A abertura teve a presença do grupo de poesia de Porto Alegre chamado "Poetas Vivos". A apresentação ocorreu na terça (12), às 19h. Além dela a organização também passou como seria a programação da 1° Semana Preta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O grupo de poetas estava representado por Felipe Deds, Mariana Marmontel, MC DaNova e com o convidado e também poeta Maicon PNA. "Poetas Vivos" é conhecido por participar de projetos, visitar escolas, universidades, se apresentar em eventos, centros culturais e espaços públicos, com o intuito de levar cultura, arte, música e afroempreendedorismo. Os poetas também acreditam que, além de resistência, a autoestima, saúde mental e afeto são fatores essenciais na luta contra o racismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nossa proposta é levar um pouco de arte, um pouco de poesia pra dentro dos espaços que a gente acredita que são importantes de ter uma plantação de uma semente que vai além da poesia, mas que também transmita a educação, que transmita um pouquinho de educação antirracista. Viemos trazendo isso pra dentro de escolas, universidades, através de oficinas, palestras, intervenções. E sair de Porto Alegre e vir pra Santa Maria fazer isso é muito especial pra nós. A gente acredita muito na potência que a arte tem. A gente precisa de um pouco de carinho também, de autocuidado, afeto, e a gente vem trazendo isso através das nossas poesias da melhor forma”, comenta DaNova.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">"Poetas Vivos" surgiu de rodas de slam, espaços em que pessoas podem declamar poesias que falem sobre resistência, preconceitos e dificuldades de quem faz parte de alguma minoria. O grupo teve inicio em 2018 e desde então se apresenta pela capital e outras cidades, passando até mesmo pelo TEDx. </span></p>
[caption id="attachment_63755" align="alignright" width="611"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL4863.jpg"><img class="wp-image-63755" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL4863.jpg" alt="foto colorida horizontal com pessoas sentadas, de costas, voltadas para um rapaz sentado à frente, de moletom branco e com um notebook nas pernas" width="611" height="407" /></a> Programação contou com oficinas e palestras[/caption]
<h3>Corpos negros no palco</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a semana ocorreram oficinas e palestras que abordaram assuntos do corpo negro em cima dos palcos. Em uma das atividades ministrada pelo mestrando em Artes Cênicas da UFRGS Diordinis Baierle, houve a discussão do que seria o teatro negro e para quem ele seria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diordinis entende que a dramaturgia negra expressa as experiências de corpos negros, e que essas nem sempre precisam ser representadas através de violências ou contadas apenas pelo viés do racismo. Ainda em sua fala Diordinis destacou a importância de o teatro negro ser composto por pessoas negras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre a 1° Semana Preta, Diordinis comentou: “A gente tem poucas pessoas (negras) aqui dentro da Universidade, então se a gente tem um lugar que possa reativar e resgatar isso, eu acho que é nesse lugar que é a importância desses eventos. Para a gente começar a conversar, a poder compartilhar vivências, compartilhar isso que é 'escrevivências', compartilhar uma forma que vá tomando força para que se aquilombar, digo 'aquilombar' no sentido de ficar juntos, a gente realmente está unido para pensar novas práticas, para pensar uma forma de ser menos racista nelas, uma forma de pensar novos autores, novas autoras”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de palestras e discussões sobre teatro negro, também ocorreram espetáculos em que pessoas negras estavam no palco abordando assuntos sobre negritude, que não focassem apenas no racismo. Como no espetáculo “Ubumpuru Transversal: uma corpa marginal”, que ocorreu na sexta-feira (15), e falava também sobre transexualidade e suas vivências. </span></p>
[caption id="attachment_63756" align="alignleft" width="483"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL5027.jpg"><img class="wp-image-63756" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL5027.jpg" alt="foto colorida horizontal de um palco escuro, cum uma atriz encanando sob um fraco jato de luz" width="483" height="322" /></a> Atividade mostrou ao público o potencial artístico e cultural da UFSM[/caption]
<h3>“Quem tem Orixá tem tudo”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O espetáculo “Esperando Zumbi”, dirigido por Andrielle Razeira, encerrou a 1ª Semana Preta. Marcada por muitas referências históricas e ancestralidade, a atividade mostrou ao público o potencial artístico e cultural que a UFSM tem. Andrielle conta que “Esperando Zumbi” se apresenta como uma crítica à forma como pessoas negras ainda são vistas pela sociedade, em um ato de reafirmação de espaço e direito. “Para que as pessoas não se esqueçam da gente e não se esqueçam que a gente não é só mais um aluno de Artes Cênicas. Nós somos alunos de Artes Cênicas negros, e é assim que a gente trabalha”, encerra a artista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de Produção Editorial Isabel dos Santos destaca a importância do evento para a conscientização e valorização da cultura negra. “É interessante porque nós não estamos nem em novembro, o Mês da Consciência Negra. E isso é muito bom, porque é algo que precisa ser falado sempre”, disse a jovem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, os idealizadores se preparam para o Mês da Consciência Negra, com o intuito de continuar dando espaço a pessoas negras. Além disso, a expectativa é de que a Semana Preta se torne anual e conte cada vez mais com a participação do público. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriel Escobar e Andreina Possan, estudantes de Jornalismo<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Gabriel Escobar<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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				<title>1/2023 - SELEÇÃO DE ESTUDANTES PARA ATUAREM COMO COLABORADORES NO DESCUBRA UFSM 2023 / RUA DAS ARTES - TEATRO /ARTES CÊNICAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/editais/001-2023-38</link>
				<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 21:01:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
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		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>Os Cursos de Teatro Licenciatura e Artes Cênicas Bacharelado tornam pública a seleção para estudantes colaboradores (auxiliares) durante a Rua das Artes do Descubra UFSM 2023:</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Os Cursos de Teatro Licenciatura e Artes Cênicas Bacharelado tornam pública a seleção para estudantes colaboradores (auxiliares) durante a Rua das Artes do Descubra UFSM 2023:</p>
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						<item>
				<title>Diversão, aprendizado e muita arte fizeram parte do 1º Festival de Teatro Estudantil Boca do Monte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/08/14/diversao-aprendizado-e-muita-arte-fizeram-parte-do-1o-festival-de-teatro-estudantil-boca-do-monte</link>
				<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 14:58:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Oito espetáculos foram apresentados no Teatro Caixa Preta e mobilizaram cerca de 90 estudantes da região até sábado (12)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63309" align="alignright" width="541"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8802-scaled-e1692024201487.jpg"><img class="wp-image-63309" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8802-scaled-e1692024201487.jpg" alt="foto colorida quadrada com pessoas no palco escuro, luz baixa, vestidas de branco, agachadas para uma selfie" width="541" height="569" /></a> Os espectadores foram levados para outro planeta na peça "O Planeta Macambúzios"[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na sexta (11) e no sábado (12), o Teatro Caixa Preta da UFSM foi sede do Festival de Teatro Estudantil Boca do Monte. O evento foi idealizado por duas alunas do curso de Teatro - Licenciatura da Universidade, Bruna Nathalia Alves da Silva e Natália de Souza Machado, que, durante a realização de seus trabalhos de conclusão de curso e estágios, notaram a importância de aproximar a prática teatral dos estudantes da rede básica de ensino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bruna conta que a motivação surgiu do contato que ambas as idealizadoras tinham com festivais de teatro. “Nós viemos de festivais estudantis, estamos na UFSM por conta deles, e quando chegamos em Santa Maria percebemos que não havia esses espaços, aí começamos nossos estágios e notamos o potencial dos alunos para o teatro, logo pensamos numa forma de trazer eles para a Universidade”, relata. “Esperamos que seja um momento de muita diversão, muita arte, em que os alunos possam ter contato com quem faz teatro”, complementa Natália. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O festival foi dividido em duas categorias. A primeira abarcou espetáculos de alunos dos 4 aos 11 anos de idade, e a segunda, alunos dos 12 aos 18 anos. Ao todo, oito espetáculos foram apresentados nos dois dias de eventos e mais de 90 alunos participaram. Para Manuela Santos Belmiro, integrante do grupo de teatro do Centro de Referência Familiar Recanto do Sol, poder mostrar a peça para outros alunos foi uma grande oportunidade. “Ensaiamos muito para estar aqui, erramos, fizemos de novo, e eu estou muito animada para apresentar”, conta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a coordenadora do Teatro Caixa Preta e docente de Artes Cênicas, Raquel Guerra, o festival denota o potencial extensionista da UFSM. “Para o Teatro Caixa Preta, que é uma unidade de extensão universitária do Centro de Artes e Letras e da Universidade como um todo, receber esse público externo, o público das escolas, é fundamental pro fomento futuro desse espaço”, destaca. Em concordância com Raquel, o diretor do Centro de Artes e Letras, Gil Roberto Costa Negreiros, pontua: “é um momento de integração entre as famílias e a Universidade”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro dia do evento contou com a apresentação da peça “Jardim de Cataventos”, realizada por Camila Borges e Marcelo Schmidt. Mesclando música e poesia, o espetáculo despertou a imaginação e arrancou sorrisos das crianças. “Toda vez que falamos em 'Jardim de Cataventos' nosso coração enche de alegria, a gente ama estar no palco, nesse lugar que é o teatro, compartilhando essas poesias”, conta Camila, artista e docente do Centro de Artes e Letras. </span></p>
[caption id="attachment_63310" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8702.jpg"><img class="wp-image-63310 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8702-1024x683.jpg" alt="foto colorida horizontal com dois atores no palco, com luz baixa e cataventos coloridos pendentes do teto. O homem toca violão e a mulher segura um catavento" width="1024" height="683" /></a> Com muita música e interatividade, Camila e Marcelo apresentaram o espetáculo "Jardim de Cataventos"[/caption]
[caption id="attachment_63311" align="alignright" width="512"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8843-scaled.jpg"><img class="wp-image-63311" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8843-scaled.jpg" alt="foto vertical colorida com duas meninas no palco, encenando, uma segura uma vassoura" width="512" height="767" /></a> Alunas do grupo de teatro da Emaet encenam a peça "Cadê Minha Vó?"[/caption]
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">As famílias que estiveram presentes relatam emocionadas a participação. “É sempre muito bom ver o desenvolvimento dessa gurizada, essa oportunidade grande de se expressar através do teatro e de poder assistir à peça dos colegas”, destaca Lídia Raymundo, mãe da Maisa, que fez parte da peça “Cadê Minha Vó?”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para os acadêmicos envolvidos na organização, foi uma oportunidade de aprofundar o aprendizado da sala de aula. “Poder auxiliar no processo foi maravilhoso, a gente ama fazer teatro e se diverte fazendo isso, ainda mais quando vemos o Teatro Caixa Preta repleto de alunos”, conta Sara Lourenço, acadêmica de Teatro - Licenciatura. Para ela, a meta já é uma segunda edição do evento. “O festival possibilitou aos estudantes de escolas públicas uma vivência teatral enriquecedora e emocionante e não tem experiência melhor que essa”, completa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das duas categorias contarem com premiações, o objetivo do festival foi o aprendizado e não a competição. Ao fim de cada uma das peças, os alunos foram convidados a conversar com os jurados, para entenderem o que poderiam melhorar e como enriquecer o espetáculo com novas ideias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos jurados do primeiro dia de evento, o artista e professor Gelton Quadros, pontua a importância do teatro na vida dos pequenos. “O teatro não é pra você se tornar um profissional do teatro, é para a vida, para aprender a se comunicar bem com as pessoas, é inteligência espacial, inteligência emocional, trabalhar a afetividade no contato com o colega, tudo isso é passado e ensinado no teatro e é levado pra vida”, diz.</span></p>
[caption id="attachment_63312" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8869.jpg"><img class="wp-image-63312 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8869-1024x683.jpg" alt="foto colorida horizontal com crianças sentadas num chão azul, em semicirculo, com alguns adultos atrás, em pé" width="1024" height="683" /></a> Os alunos se divertiram com as avaliações dos jurados[/caption]
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<p><em>Texto: Milene Eichelberger, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: <span style="font-weight: 400">Gustavo Leme Damascena <br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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