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				<title>UFSM leva a extensão universitária ao Pará em missão do Projeto Rondon</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/31/ufsm-leva-a-extensao-universitaria-ao-para-em-missao-do-projeto-rondon</link>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:26:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Rondon]]></category>

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						<description><![CDATA[Equipe interdisciplinar da universidade promove oficinas de saúde, educação, cultura e cidadania em Novo Repartimento (PA)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73636" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8399.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8399-768x1024.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical de estudantes que integram a equipe do Projeto Rondon da UFSM no interior de uma viatura militar durante deslocamento na centésima operação do Projeto Rondon. Seis estudantes vestem coletes amarelos de identificação e estão sentados em bancos laterais distribuídos nos dois lados do veículo. Cinco deles olham para a câmera e dois seguram recipientes para bebidas. A imagem é registrada a partir da abertura traseira da viatura do 52º Batalhão de Infantaria de Selva, permitindo visualizar a estrutura interna do veículo, as escotilhas superiores abertas e o céu ao fundo." width="575" height="767" /></a> Rondonistas da UFSM participaram de treinamento no 52º Batalhão de Infantaria de Selva[/caption]<p>A centésima operação do Projeto Rondon, denominada Operação Carimbó, foi realizada no Pará de 6 a 25 de julho, contando com a participação de uma equipe UFSM, designada para atuar no município de Novo Repartimento. A instituição integrou a missão com uma equipe formada pelos professores Silvana Bastos Cogo, do Departamento de Enfermagem, e Clóvis Paniz, do curso de Farmácia, além de oito estudantes de diferentes cursos de graduação. A preparação para a atividade começou em 2025, após a aprovação da proposta da universidade, e envolveu meses de capacitação antes da chegada da equipe ao Pará.</p><p>Entre 7 e 11 de julho, os participantes realizaram treinamentos no 52º Batalhão de Infantaria de Selva e, posteriormente, seguiram para Novo Repartimento, onde desenvolveram 48 oficinas nas áreas de saúde, educação, cultura, direitos humanos e justiça. As ações beneficiaram 2.453 pessoas e resultaram na emissão de 1.973 certificados.</p><p>Coordenado pelo Ministério da Defesa, o Projeto Rondon reúne universitários de diferentes instituições do Brasil em ações extensionistas voltadas à promoção da cidadania e ao desenvolvimento local, especialmente em municípios do interior do país. “Foram dias de convivência intensa, trabalho em equipe, desafios, mudanças de planos e contato com uma realidade muito diferente daquela a que estamos habituados”, afirma Clóvis Paniz.</p><p>Para a professora Silvana Cogo, a participação da UFSM alcançou os objetivos propostos. “Acreditamos que contribuímos de forma positiva com a comunidade e, ao mesmo tempo, proporcionamos uma formação diferenciada aos rondonistas”, ressalta.</p><h3><b>Saúde em diálogo com a comunidade</b></h3><p>As ações na área da saúde concentraram parte da programação da equipe da UFSM em Novo Repartimento. A partir das demandas apresentadas pelo município, os rondonistas realizaram oficinas e capacitações para profissionais da atenção primária à saúde, agentes comunitários, agentes de combate às endemias, trabalhadores da educação e moradores. Os encontros abordaram temas como primeiros socorros, hanseníase, saúde mental, curativos e feridas, saúde da mulher, saúde da pessoa idosa, cuidado com crianças e adolescentes, além de higiene e manipulação de alimentos.</p><p>Entre os momentos mais marcantes da operação, a estudante de Enfermagem Raila Oliveira destaca a dinâmica “Mural das Experiências”, que reuniu agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias para compartilhar vivências sobre o trabalho desenvolvido no município. “Foi um momento de muita escuta, aprendizado e troca de experiências”, afirma. Para a acadêmica, a atividade evidenciou o comprometimento das equipes locais com o cuidado à população.</p>[caption id="attachment_73637" align="alignleft" width="550"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8717-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_8717-1-768x1024.jpg" alt="Fotografia colorida na vertical de uma oficina sobre higiene e segurança alimentar realizada por integrantes do Projeto Rondon da UFSM. Em primeiro plano, sobre uma mesa de madeira, há um material didático ilustrado, uma bacia plástica verde com frutas, um frasco branco, um pano azul e uma escova de limpeza. Ao fundo, uma integrante uniformizada do projeto aparece parcialmente ao lado da mesa enquanto conduz a atividade. Mais atrás, outras pessoas permanecem sentadas em bancos de madeira." width="550" height="733" /></a> Oficina sobre higiene e manipulação de alimentos integrou as ações de saúde[/caption]<p>A estudante de Medicina Alessandra da Rosa avalia que a principal contribuição da equipe esteve na adaptação do conhecimento acadêmico às necessidades da população. “Transformar informações clínicas em algo que uma agente comunitária de saúde, uma merendeira ou uma senhora conseguissem aplicar no dia seguinte foi o que realmente fez diferença”, afirma. A experiência também ampliou sua compreensão sobre a saúde pública. “Fomos até lá para ensinar e voltamos aprendendo”, conclui.</p><p>Estudante de Enfermagem, Anna Luiza Tochetto integrou o eixo de direito durante a operação. A experiência exigiu que estudasse temas fora de sua área de formação e participasse de oficinas sobre cidadania e garantia de direitos. “Foi necessário sair da minha zona de conforto, buscar novos conhecimentos e aprender constantemente durante toda a operação”, relata.</p><h3><b>Direitos, cultura e educação no território</b></h3><p>As ações nos eixos de cultura, educação, direitos humanos e justiça ampliaram a programação da equipe da UFSM em Novo Repartimento. As oficinas abordaram temas como acesso à justiça, Estatuto da Criança e do Adolescente, mediação de conflitos, metodologias ativas e inteligência artificial na educação, além de formação de agentes culturais, cine-debates, oficinas de artesanato, música, dança e rodas de conversa voltadas à valorização da cultura local e ao fortalecimento da cidadania. Estudantes dos cursos de História, Direito, Pedagogia e Letras participaram da organização e da condução das atividades.</p><p>Integrante do eixo de cultura, o estudante de História Wilian de Oliveira destaca que a operação proporcionou contato direto com a memória e a identidade de Novo Repartimento. Segundo ele, conhecer a história do município e compreender sua relação com os povos indígenas ampliou sua percepção sobre a realidade local. “Retorno da operação mais consciente do papel que a universidade pode exercer junto à sociedade e mais motivado a continuar desenvolvendo ações que aproximem o conhecimento acadêmico das necessidades da população”, afirma.</p><p>A estudante de Direito Maria Fernanda Feldmann participou da elaboração e da condução de oficinas sobre acesso à justiça, fortalecimento da rede de proteção, prevenção às diferentes formas de violência e garantia de direitos, destinadas a profissionais do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Conselho Tutelar e das áreas da educação, saúde e segurança pública. “Busquei traduzir temas que muitas vezes parecem distantes da população, mostrando como o direito pode ser um instrumento de garantia de direitos e transformação social”, afirma.</p>[caption id="attachment_73638" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/equipe.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/equipe-1024x768.jpg" alt="Foto colorida na horizontal. Em um corredor, oito estudantes e dois professores da equipe do Projeto Rondon pela UFSM aparecem reunidos em um abraço coletivo, em um momento de confraternização. O grupo está próximo à parede, que possui revestimento verde na parte inferior e fotografias, placas e símbolos relacionados a atividades militares e ao Projeto Rondon na parte superior. Os participantes vestem camisetas amarelas e verdes, e alguns usam óculos. Ao fundo, há portas e placas de identificação das salas. A cena transmite descontração, união e integração entre os integrantes da equipe." width="575" height="431" /></a> Equipe de rondonistas da UFSM em um momento de confraternização[/caption]<p>A repercussão das atividades entre os participantes foi um dos destaques da experiência. “Me emocionou perceber que muitas pessoas saíam das oficinas dizendo que finalmente compreendiam melhor seus direitos e onde buscar ajuda”, relata a estudante.</p><h3><b>A extensão universitária na formação dos estudantes</b></h3><p>Para o professor Clóvis Paniz, a participação no Projeto Rondon mostrou que a extensão universitária ultrapassa os limites da sala de aula ao aproximar estudantes e docentes de diferentes realidades. A convivência com a população de Novo Repartimento evidenciou, segundo ele, a importância da escuta, da troca de conhecimentos e da atuação conjunta entre diferentes áreas. “O Projeto Rondon permite aos estudantes e professores um contato mais próximo com diferentes realidades”, relata.</p><p>A atuação da UFSM na centésima operação reforça a trajetória da universidade na extensão e no diálogo com a sociedade. O docente destaca que iniciativas como essa aproximam o conhecimento acadêmico das necessidades encontradas fora dos espaços universitários. “Experiências como o Projeto Rondon fortalecem essa relação porque aproximam a universidade das demandas concretas da sociedade”, afirma.</p><p>Para a professora Silvana, o principal resultado da participação está justamente na troca construída durante a operação. “Levamos um pouco da UFSM para Novo Repartimento, mas certamente trouxemos conosco muito mais do que conseguimos levar”, destaca.</p><p>Mais informações sobre essa e outras atividades da UFSM no Projeto Rondon podem ser acessadas no Instagram, no perfil <a href="https://www.instagram.com/nucleorondonufsm/" target="_blank" rel="noopener">@nucleorondonufsm</a>.</p><p><i>Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Fotos: arquivos pessoais de participantes do Projeto Rondon</i></p><p><i>Edição: Lucas Casali</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Proposto pelo Migraidh, Comitê de Atenção ao Migrante e Refugiado é criado em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/03/20/proposto-pelo-migraidh-comite-de-atencao-ao-migrante-e-refugiado-e-criado-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 19:13:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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						<description><![CDATA[A Prefeitura oficializou, por decreto, a criação do comitê, que foi sugerido ao Município em 2021 pelo Migraidh]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Executivo Municipal de Santa Maria publicou, em 4 de março, o <a href="https://leismunicipais.com.br/a/rs/s/santa-maria/decreto/2024/6/56/decreto-n-56-2024-institui-o-comite-municipal-de-atencao-ao-migrante-e-refugiado-no-municipio-de-santa-maria-comire-sm" target="_blank" rel="noopener">decreto Nº 56/2024</a>, que institui o Comitê Municipal de Atenção ao Migrante e Refugiado (Comire-SM). A consolidação deste espaço de articulação entre os órgãos públicos vinculados aos três entes federados e à sociedade civil é um importante avanço na governança migratória local e na região. Tal proposta foi encaminhada pelo Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional (Migraidh) da UFSM em 2021, no encerramento do 2º Curso de Formação em Direitos Humanos para Servidores Públicos e Atores Sociais de Santa Maria.

O Comire é um espaço estratégico intersetorial e interinstitucional, que conta com a participação de diversos órgãos públicos, sociedade civil e a população migrante e refugiada, constituído para articular e propor a estratégia de atenção ao migrante e refugiado na rede de serviços, equipamentos e políticas públicas no município, além de atuar na sua implementação, monitoramento e avaliação. O comitê assegura a participação da população migrante e refugiada nas discussões das políticas públicas locais destinadas ao acolhimento e integração de imigrantes.

Segundo a professora Giuliana Redin, coordenadora do Migraidh, “tanto o acolhimento, quanto a integração da população migrante, refugiada e que estão em mobilidade humana internacional representam um grande desafio para as cidades de recepção, em decorrência das particularidades das migrações: a dificuldade documental, a barreira linguística, a diferença cultural, ausência de vínculos sociais no destino, as dificuldades no reconhecimento da formação profissional, a desinformação, a xenofobia, dentre outras situações”. Portanto, ela reforça que “é essencial que as cidades estejam preparadas para garantir abrigamento, acesso a serviços públicos, inserção produtiva e laboral, trabalho decente, ou seja, condições para que o imigrante e o refugiado possa dar continuidade ao seu projeto de vida”. Além disso, destaca que “as cidades precisam estar preparadas para agregar o potencial humano e cultural da imigração ao desenvolvimento local e regional”.

Dentre as atribuições do Comire, estão a proposição da estratégia municipal de atenção à população migrante no município e criação de políticas públicas; a articulação das redes públicas, privadas e filantrópicas em torno do acolhimento, da inserção laboral, do acesso à educação, da saúde e da assistência social; a formação e capacitação permanente de agentes públicos e atores sociais; o recebimento de denúncias de violação de direitos e encaminhamento às autoridades competentes; o desenvolvimento de estudos, pesquisas e documentos orientadores sobre as migrações internacionais; o estímulo e apoio a conferências e à auto-organização das associações de migrantes e refugiados.

Trata-se de um importante instrumento de proteção e promoção dos direitos humanos da população migrante e refugiada, uma vez que o Comire tem como princípio a observância no âmbito local e regional da política de Estado de direitos humanos assegurada na Lei de Migração (13.445/2017), Lei de Refúgio (9474/97), Constituição Federal e tratados internacionais, que reconhecem os migrantes e refugiados como sujeitos de direito. Dentre estes princípios, destaca a promoção e garantia da igualdade da população migrante em relação aos habitantes nacionais e combate a qualquer forma de discriminação; a garantia de acesso a direitos, independentemente da condição migratória, e facilitação documental, considerando a condição atípica da população migrante e do refugiado; assistência social e abrigamento; a educação inclusiva, com respeito à diversidade e acesso ao ensino do português como língua de acolhimento, com respeito à interculturalidade; a saúde integral; incentivo à diversidade cultural, trabalho, emprego e renda, dentre outros.

O Comire é um primeiro e importante passo no avanço a uma política pública municipal voltada à população migrante e refugiada, a exemplo da lei municipal de São Paulo, sancionada em 2014, e da lei de Porto Alegre, sancionada recentemente, em 2023. Uma política pública instituída em lei assegura que pessoas em condição de vulnerabilidade estejam protegidas diante de situações degradantes potencializadas pela sua condição desfavorável. Para tanto, o Comire poderá contribuir ativamente para a mobilização social em torno de uma política local destinada ao acolhimento e integração.

<i>Texto: Migraidh</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Governo Federal anunciam a criação do Programa Progredir Geoparque Caçapava</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/01/15/ufsm-e-governo-federal-anunciam-a-criacao-do-programa-progredir-geoparque-cacapava</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 19:44:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[progredir]]></category>

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						<description><![CDATA[A nova fase da política social tem início previsto para o segundo semestre de 2024 em Caçapava do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), em conjunto com a prefeitura de Caçapava do Sul e com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), anunciou nesta semana o início do programa Progredir Geoparque Caçapava. A iniciativa, inspirada no Progredir Geoparque Quarta Colônia, oferecerá cursos de qualificação profissional às pessoas inscritas no Cadastro Único do Governo Federal. A nova fase da política social tem início previsto para o segundo semestre de 2024 em Caçapava do Sul.

De acordo com Jaciele Carine Vidor Sell, pró-reitora adjunta de Extensão da UFSM e coordenadora institucional do Progredir Geoparques, o desenvolvimento do programa no território ressalta o papel da UFSM junto aos geoparques, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e para o empoderamento da comunidade local. “O Progredir é uma estratégia que valoriza a cultura e o patrimônio local por meio da geração de novas oportunidades de trabalho e de renda. Isso está diretamente relacionado ao ideal de Geoparque, que é a conexão das pessoas com o seu território”, ressalta.

A implementação do Progredir no território de Caçapava do Sul foi viabilizada por meio de um aditivo ao plano de trabalho já existente na UFSM, e contou com a articulação do secretário de Cultura e Turismo, Stener Camargo, e da secretária de Planejamento e Meio Ambiente, Cássia Freitas. Com os novos recursos destinados pelo MDS, a expectativa é que o geoparque receba mais de 400 horas de cursos de qualificação profissional. Todas as formações contarão com lanches e materiais didáticos para os participantes, kits para o acompanhamento das atividades propostas e cuidadoras para crianças entre 0 e 6 anos.

O Progredir Geoparque Caçapava será executado em parceria com os dois Centros de Referência da Assistência Social (Cras) do município. A equipe desses espaços será responsável pela inscrição das(os) participantes e pela organização dos espaços que receberão os cursos do programa. A gerência administrativa será de responsabilidade da equipe da UFSM, incluindo a emissão dos certificados e a gestão dos recursos financeiros destinados pelo Governo Federal.

De acordo com Angelita Zimmermann, responsável técnica pelo programa na UFSM, a experiência exitosa do Progredir Geoparque Quarta Colônia tem inspirado diversos gestores públicos por sua dinâmica de qualificação profissional integrar diversas áreas do conhecimento, além do reconhecimento do potencial de trabalho das pessoas que vivem no lugar e da valorização das peculiaridades do patrimônio cultural, histórico e ambiental do geoparque. “O processo formativo e a certificação do Progredir tem possibilitado a melhoria na qualidade de vida, no bem-estar social e na geração de trabalho e de renda aos egressos dos cursos”, enfatiza.

Certificado em 2023 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como geoparque mundial, Caçapava do Sul fica localizada na região central do Rio Grande do Sul. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem aproximadamente 32.500 habitantes e uma extensão territorial de mais de 3 mil km². Do total da população, cerca de 35% têm rendimento menor que dois salários mínimos. Dados do MDS apontam que Caçapava do Sul tem 6.586 famílias inseridas no Cadastro Único, sendo que 2.672 famílias são atendidas pelo Programa Bolsa Família. Na cidade, considerada uma das maiores produtoras de minério do país no século passado, atualmente as áreas de comércio e de serviços são responsáveis por mais de 50% das posições formais de trabalho.

“A experiência que tivemos com o programa no território do Geoparque Quarta Colônia foi surpreendente, um exemplo de como uma qualificação feita com estrutura adequada e ministrantes muito bem preparados pode impactar de maneira positiva na vida das pessoas. Principalmente quando falamos de pessoas em uma situação de vulnerabilidade no aspecto socioeconômico. Esperamos que em Caçapava do Sul possamos obter, além de resultados efetivos e um número satisfatório de certificados entregues, pessoas mais aptas e motivadas para atuarem no mercado de trabalho”, ressalta Patrícia Freitas, da Subdivisão de Geoparques da UFSM.

Os cursos ofertados no território serão selecionados por meio de um edital de credenciamento publicado pela PRE/UFSM ainda neste semestre. Com base nas prioridades apontadas pelo município de Caçapava do Sul, os cursos terão duração média de 50 horas, com temáticas relacionadas às principais áreas econômicas do território. Além disso, por ser um programa desenvolvido em um geoparque mundial, também serão contempladas formações voltadas ao turismo e à sustentabilidade.

Todas as informações sobre a implementação do programa no território, a chamada para cursos e tutores interessados em atuar no Progredir Geoparque Caçapava poderão ser acompanhadas pelo site <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre" target="_blank" rel="noopener">ufsm.br/pre</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Programa Progredir</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Progredir Geoparque Quarta Colônia realiza a primeira formatura de 2023 em Agudo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/06/15/progredir-geoparque-quarta-colonia-realiza-a-primeira-formatura-de-2023-em-agudo</link>
				<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 20:20:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Na ocasião, foram certificadas mais de 20 estudantes do curso de Culinária Básica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto Progredir Geoparque Quarta Colônia, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão UFSM, realizou, na tarde de quarta-feira (14), a formatura do curso de Culinária Básica, na cidade de Agudo. Realizada no Centro de Referência e Assistência Social (Cras), esta foi a primeira cerimônia de 2023 do Progredir, e contou com a certificação de mais de 20 estudantes do projeto.

Jaciele Carine Vidor Sell, diretora do Quarta Colônia Geoparque Unesco e coordenadora dos Geoparques UFSM, ressaltou a contribuição dos moradores locais na configuração do território enquanto um geoparque mundial, reforçando que esses espaços devem estar diretamente vinculados às populações locais e seu bem-estar. Jaciele apontou ainda para o papel do Progredir como uma política de qualificação e motivação dos moradores para que possam trabalhar em conjunto no desenvolvimento dessas comunidades.

Para o pró-reitor de Extensão da UFSM, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, a formatura foi um momento de celebrar a trajetória dos estudantes dentro dos territórios, enfatizando a troca de conhecimentos promovida pelo Progredir e a transformação social pautada na educação. Flavi também apontou para o papel de protagonistas das mulheres formadas no curso, atuando como exemplos em suas famílias e comunidades.

[caption id="attachment_62566" align="alignright" width="675"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/DSC_0094.jpg"><img class=" wp-image-62566" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/DSC_0094-300x200.jpg" alt="" width="675" height="450" /></a> A solenidade ocorreu na quarta-feira (14) no Cras de Agudo (foto: Camila Steinhorst)[/caption]

De acordo com o vice-prefeito de Agudo, Pedro Álvaro Müller, os cursos desenvolvidos pelo Progredir ressaltam a importância das parcerias para a promoção da autonomia das estudantes. Para o gestor, a formatura é um momento de valorização da caminhada das cursistas, incentivando a busca contínua do conhecimento.

O curso de Culinária Básica teve início no mês de abril, e ofereceu 50 horas de atividades às moradoras de Agudo. A formação teve como foco mães, possibilitando que elas pudessem reproduzir boas práticas culinárias em suas casas. Dentre os conteúdos trabalhados, estão os aspectos básicos do processamento de alimentos, métodos de conservação e preparo de alimentos.

<b>Para as formadas, o curso foi uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional</b>

De acordo com a dona de casa Cemilda Terezinha dos Santos e Silva, o curso foi uma forma de ampliar seus conhecimentos e desenvolver novas técnicas de culinária no seu dia a dia. “A gente nunca sabe que chega. Um dia a gente pode precisar de algo. Muitas vezes a gente trabalha tanto para fora, e eu trabalhei muito para fora, então não tive tempo para fazer essas coisas. Mas agora, quanto tive tempo, e teve esse curso aqui, eu adorei”, ressalta a formanda. Cemilda ainda enfatiza a vontade de participar de novos cursos do Progredir.

“Eu gostei muito do curso e a gente aprendeu várias novidades. Nunca a gente aprende demais, sempre conseguimos conhecer coisas novas”, ressalta a cuidadora de idosos Lenice Lisete Jockem Manzke. A estudante, que também desenvolve artesanatos a partir de crochê e tricô, destaca que esse foi o terceiro curso de que participou pelo Progredir, trazendo a importância dessas formações para a qualificação do seu trabalho e para a sua vida pessoal.

Leônida Schumacher, dona de casa e ex-trabalhadora de lavouras, já participou de dois cursos do Progredir. Para ela, as formações são ocupações que proporcionam o desenvolvimento pessoal. “Participar do curso foi muito bom. Para a gente que não tem muito estudo, foi muito bom. E eu espero que continue”. Leônida destaca que ainda está aperfeiçoando os seus trabalhos artesanais para que possa compartilhar a sua produção.

<b>Cras de Agudo recebe brinquedos para os próximos cursos</b>

Após a formatura, a equipe do Progredir Geoparque Quarta Colônia realizou a entrega de brinquedos para o Cras de Agudo. Os brinquedos são frutos de uma doação realizada pela Receita Federal em maio deste ano.

As doações são destinadas às atividades desenvolvidas pelas cuidadoras de crianças no período em que os pais ou responsáveis participam das formações profissionais realizadas pelo Progredir, possibilitando que as crianças não fiquem desassistidas durante o tempo de realização das formações.

O Projeto Progredir Geoparque Quarta Colônia é uma política pública desenvolvida pela UFSM em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus) e os Cras dos nove municípios da região. A ação é financiada com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, e objetiva a qualificação profissional de pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Progredir Geoparque Quarta Colônia</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é apoiadora da Campanha do Agasalho 2022 da Prefeitura de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/03/ufsm-e-apoiadora-da-campanha-do-agasalho-2022-da-prefeitura-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 20:31:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[As arrecadações seguem até 31 de julho, em mais 25 pontos de coleta espalhados pela cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/fotoresize.jpg"><img class=" wp-image-58767 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/fotoresize-300x225.jpg" alt="" width="552" height="414" /></a>A Prefeitura de Santa Maria, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, começou as arrecadações da Campanha do Agasalho 2022 no feriado de aniversário de Santa Maria, em 17 de maio. Há mais de 25 pontos de coleta espalhados pela cidade, com o objetivo de apoiar famílias e comunidades em vulnerabilidade social.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">As arrecadações de roupas de inverno e cobertores em bom estado de conservação seguem até 31 de julho, nos locais listados ao final do texto. Novos pontos ainda poderão ser apresentados, pois a Prefeitura segue em diálogo com outros possíveis parceiros da Campanha do Agasalho 2022.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Para as pessoas que mais precisam, a distribuição das arrecadações começou na segunda-feira (30), no pavilhão B do Centro Desportivo Municipal (CDM). Quem quiser receber os agasalhos, cobertores e calçados poderá ir ao local nas segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h ao meio-dia. O CDM também é ponto de coleta da campanha de segunda a sexta-feira, de manhã e à tarde, mas a distribuição das doações se dará apenas nos dias e horários antes mencionados.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A Prefeitura pede que as roupas e cobertores sejam lavados e empacotados em sacos plásticos fechados. Também solicita que não sejam doados roupas íntimas, biquínis, roupas de festas e sapatos de salto alto. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A ação deste ano tem os seguintes parceiros: Rede Vivo, Royal Plaza Shopping, Monet Plaza Shopping, Shopping Praça Nova, Avacon Administradora de Condomínios, Universidade Franciscana (UFN), Vida Card, Associação Motociclística Gaudérios do Asfalto, Banco de Alimentos, UFSM e Faculdade Metodista de Santa Maria (Fames). Já os patrocinadores são a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (Apusm) e Sulclean.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Mais informações pelos telefones (55) 3223-7179 e (55) 97400-6490 (ligações e Whatsapp)</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">PONTOS DE COLETA:</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Centro Desportivo Municipal (CDM)</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Centro Administrativo Municipal (Prefeitura)</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Rede Vivo</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Monet Plaza Shopping</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Câmara de Dirigentes Lojistas</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Apusm</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Avacon Administradora de Condomínios</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Imobiliária Cancian</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">UFN</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Restaurante Entrevero</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Vida Card</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Royal Plaza Shopping</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Associação Motociclística Gaudérios do Asfalto</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Banco de Alimentos</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">UFSM, no Colégio Politécnico e hall da Reitoria</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Oral Sim</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Lumenk</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Sulclean</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Grupo Voalle</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Safira Modas</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Fames</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Faculdade Palotina (Fapas)</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Faculdade de Direito de Santa Maria (Fadisma)</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Clube Recreativo Dores</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Totem</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Lojas Safira</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Lilica e Tigor</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Associação dos Transportadores Urbanos de Passageiros de Santa Maria (ATU)</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Shopping Praça Nova</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Redemaq</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Centro Óptico</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Elegância Center Shop</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Santa Maria</i></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Migraidh é grupo parceiro de programa de capacitação sobre migração e refúgio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/09/migraidh-e-grupo-parceiro-de-programa-de-capacitacao-sobre-migracao-e-refugio</link>
				<pubDate>Mon, 09 May 2022 17:36:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58489</guid>
						<description><![CDATA[Com origem em Caxias do Sul, o Formigra terá pelo menos 20 cursos online e gratuitos em diferentes tópicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O mundo testemunha o que tem sido considerada a pior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Mais de 5 milhões de pessoas já fugiram da Ucrânia em razão da invasão pela Rússia. Com isso, o tema da migração e do refúgio tem estado ainda mais em evidência, assim como a necessidade de que sua discussão alcance um número maior de atores sociais.</p>
<p>Aprofundar esse debate e capacitar pessoas no atendimento de migrantes e refugiados é uma das principais motivações do Programa de Formação e Capacitação em Mobilidade Humana e Deslocamentos Forçados (Formigra), promovido pela Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo (escalabrinianas), por meio do Centro de Atendimento ao Migrante (CAM) de Caxias do Sul, ao lado de cinco universidades. O projeto de extensão, que tem alcance nacional e ocorrerá ao longo de 2022, terá seu lançamento oficial em evento na Universidade de Caxias do Sul (UCS) nesta terça-feira (10).</p>
<p>Por meio do projeto de extensão, planeja-se oferecer, em 2022, pelo menos 20 cursos, em diferentes tópicos, voltados a servidores públicos, funcionários ou voluntários de entidades assistenciais ou ONGs que atuem em prol de migrantes e refugiados, universitários que estudem os temas e demais interessados de todo o país.</p>
<p>Cinco cursos já têm programação fechada para o primeiro semestre, e outros quatro cursos para o segundo. As inscrições são gratuitas para todos, com a possibilidade de ser cobrado um valor simbólico àqueles que desejarem ter o certificado.</p>
<p>As cinco instituições de ensino superior (IES) que também promovem o Formigra são: UCS, Universidade de Passo Fundo (UPF), Universidade Federal da Bahia (UFBA), UFSM e Universidade Federal do Pampa (Unipampa). No caso da UFSM, a parceria com o programa se dá por meio do Migraidh – Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional, que é vinculado ao curso de Direito.</p>
<p>Para o coordenador do programa no CAM, Adriano Pistorelo, a parceria com as IES permite uma formação a nível universitário, com a possibilidade de que os participantes recebam certificações que possam ser utilizadas em seus projetos futuros e acadêmicos.</p>
<p>“Nosso principal propósito é que a gente capacite e leve adiante a responsabilidade social dentro de um tema tão atual, o de migrações e refúgios. É um debate que merece o comprometimento de atores da sociedade civil, de entidades e de universidades, não apenas dentro da sociedade gaúcha, mas também da brasileira”, afirma Pistorelo.</p>
<p><b>Próximas atividades –</b> O primeiro curso da iniciativa já foi realizado. Em 27 de abril, Adriano Pistorelo apresentou o seminário Regularização Migratória pela Via Laboral e Acesso Migranteweb 2.0, com certificado oferecido pela UPF. As inscrições para outras quatro atividades deste semestre devem ser divulgadas em breve:</p>
<p>- Os Impactos do Deslocamento Forçado na Saúde Mental, em 16 de maio, das 15h às 17h30min, com certificados oferecidos pela UCS;</p>
<p>- Capacitação para a Mídia – Dicas de Comunicação para Atores Ligados à Temática Migratória, em 23, 25 e 27 de maio, das 9h às 11h, com certificados oferecidos pela UCS;</p>
<p>- Advocacy na Prática: Caminhos e Aprendizados ao Fazer Incidência Política, em 2 e 9 de junho, das 18h às 20h, com certificados oferecidos pela UCS;</p>
<p>- Deslocamento Interno, Aprimoramento e Inclusão dessa Categoria no Ordenamento, em 15 de junho, das 9h às 11h, com certificados oferecidos pela UPF.</p>
<p>Criado em 1984, o CAM tem sede em Caxias do Sul e representa o serviço de responsabilidade social da Associação Educadora São Carlos, sua mantenedora. É uma das obras da Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo, cuja origem se deu em Piacenza, na Itália, em 1895, e que desde então está presente no Brasil. O CAM presta serviços de acolhimento a migrantes, refugiados e apátridas, com orientação para regularização de documentos, <i>advocacy</i>, empregabilidade e saúde mental, entre outras formas de integração à sociedade brasileira.</p>
<p><i>Com informações da equipe do CAM</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Serviço Social da UFSM promove atividade em alusão ao mês do assistente social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/05/26/servico-social-da-ufsm-promove-atividade-em-alusao-ao-mes-do-assistente-social</link>
				<pubDate>Wed, 26 May 2021 14:51:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Social]]></category>

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						<description><![CDATA[Desafios da política de assistência social frente à pandemia serão discutidos nesta quinta (27)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/mes-do-AS.jpg"><img class="alignright  wp-image-55894" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/mes-do-AS.jpg" alt="" width="378" height="378" /></a>O curso de Serviço Social da UFSM promove o evento “Mês do assistente social: os desafios da política de assistência social frente à pandemia”, a ser realizado nesta quinta-feira (27), às 19h, no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC4M5r6O75clY-Hc7RFmX61g" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UC4M5r6O75clY-Hc7RFmX61g&amp;source=gmail&amp;ust=1622126570945000&amp;usg=AFQjCNFgmVt4mXhSvEJ8F5SWu2tAbnc9dA">canal do YouTube</a>. </p>
<p>A mesa de debates busca agregar conhecimentos e relatos de experiência a respeito da política de assistência social durante a pandemia da Covid-19, abordar os desafios dos profissionais e a construção de estratégias dos estágios em Serviço Social, compreendendo a assistência social como serviço essencial.</p>
<p>Além das questões pertinentes aos desafios, é um momento de propiciar um espaço de reflexão e problematização em relação ao compromisso com a formação de qualidade, com a excelência dos serviços prestados pelos profissionais e a garantia da proteção social e dos direitos dos usuários, demandatários desta política social pública.</p>
<p>A atividade é em comemoração ao mês do assistente social. </p>
<p><em>Fonte: Núcleo de Divulgação Institucional do CCSH</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programação online da Semana do Assistente Social da UFSM discute temas ligados à pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/14/programacao-online-da-semana-do-assistente-social-da-ufsm-discute-temas-ligados-a-pandemia</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2020 11:27:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>

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						<description><![CDATA[A Semana do Assistente Social do Curso de Serviço Social da UFSM está sendo realizada até esta sexta-feira (15) de forma virtual, devido à pandemia da Covid-19. As atividades diárias podem ser acompanhadas por todos os interessados por meio do Youtube e do Facebook. Vídeos sobre temas atuais e relevantes para a profissão, a maioria [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/image-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-52159" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/05/image-1.jpg" alt="" width="375" height="375" /></a>A Semana do Assistente Social do Curso de Serviço Social da UFSM está sendo realizada até esta sexta-feira (15) de forma virtual, devido à pandemia da Covid-19. As atividades diárias podem ser acompanhadas por todos os interessados por meio do <a href="https://www.youtube.com/channel/UC4M5r6O75clY-Hc7RFmX61g" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Youtube</a> e do <a href="https://www.facebook.com/cursodeservicosocialufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>. Vídeos sobre temas atuais e relevantes para a profissão, a maioria deles relacionados à pandemia, são publicados às 19h.</p>
<p>Nesta quinta (14), os temas são "Desafios do trabalho profissional com pessoas idosas e suas famílias em tempos de pandemia", com Solange Maria Teixeira (UFPI); "As relações sociais frente à crise do capital: a atuação do assistente social no contexto de pandemia", com Luisa Cordeiro (UFSM); e "Atuação do assistente social em situações de calamidade pública e pandemia", com Nadianna Marques (UFSM).</p>
<p>Na sexta-feira (15), os temas serão "Comunicação pública e Serviço Social em tempos da pandemia da Covid-19", com a professora Kênia Augusta Figueiredo (UnB); "Formação continuada no Serviço Social: singularidades e pluralidade dos assistentes sociais formados no Brasil e em Portugal", com Cristina Fraga (UFSM); e "Estágio em Serviço Social em tempos de pandemia", com as assistentes sociais Julia Flores e Thaesa Bacellar (UFSM).</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>'UFSM nas Ruas' promove o Seminário de Políticas Públicas para a População de Rua</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/28/ufsm-nas-ruas-promove-o-seminario-de-politicas-publicas-para-a-populacao-de-rua</link>
				<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 13:25:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas em situação de rua]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[situação de rua]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45772</guid>
						<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (29), tem início o I Seminário de Políticas Públicas para a População de Rua da UFSM. A ação, organizada por alunos e professores do curso de Terapia Ocupacional (TO), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade, por meio do Projeto UFSM nas Ruas, tem como objetivo discutir as políticas básicas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><img class="alignleft wp-image-45781" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/nas-ruas.jpg" alt="" width="280" height="140" />Nesta quinta-feira (29), tem início o I Seminário de Políticas Públicas para a População de Rua da UFSM. A ação, organizada por alunos e professores do curso de Terapia Ocupacional (TO), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade, por meio do Projeto UFSM nas Ruas, tem como objetivo discutir as políticas básicas relacionadas à população que vive em situação de rua em Santa Maria, bem como estimular a reflexão social sobre a temática.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/eventos/seminariodepoliticaspublicas/">Seminário</a> é uma das ações desenvolvidas pelo Projeto UFSM nas Ruas, vinculado à PRE. Segundo o professor Francisco Nilton de Oliveira, do Departamento de Terapia Ocupacional e organizador do Seminário, a proposta de criação do ‘UFSM nas Ruas’ surgiu a partir de alguns fatores específicos. Neste caso, destaca-se a experiência e a participação da professora Amara Holanda Battistel, também vinculada ao Departamento de Terapia Ocupacional e organizadora do Seminário, na ação voluntária conhecida como ‘Café Solidário’.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade ocorre nas manhãs de domingo, na Praça Saldanha Marinho, centro de Santa Maria, e é realizada por um grupo de pessoas motivadas em acolher e assistir a população que vive em situação de rua no município. Conforme explica a professora, um dos intuitos do grupo era pensar em formas de mobilizar a cidade, prefeitura e instituições em relação ao conhecimento e à execução de políticas públicas que pudessem melhorar as condições de vida dos moradores de rua. Pensando nisso, Amara propôs a criação do Projeto na Universidade, além de sugerir a parceria com o professor Francisco Nilton, responsável em trabalhar a perspectiva do trabalho social na Terapia Ocupacional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A partir das atividades propostas durante o Seminário de Políticas Públicas, os moradores que vivem em situação de rua serão transportados, ainda pela manhã, desde a Casa de Passagem e da Praça Saldanha Marinho até a UFSM. No campus, além do café da manhã e do almoço no Restaurante Universitário, participarão de palestras previstas durante a programação e irão conhecer o Jardim Botânico. Para Amara, a experiência é fundamental para essa população, pois representa uma possibilidade de vislumbrar um cenário de vida diferente do qual estão inseridos. Conforme a professora, muitos deles têm uma profissão, mas hoje não a exercem “Então voltar para esse ambiente (da Universidade) é uma forma de também instigar eles a realmente sair da sua situação atual e buscar esses caminhos novamente. Porque eles estão na situação de rua não por culpa deles, ou porque eles querem, mas o fato de ver e ter contato de novo com aquilo que um dia ele teve, pode mobilizar mais essa potência interior de aproveitar o que vem sendo oferecido”, explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> <strong>Atividade discutirá políticas e assistência </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outro objetivo o I Seminário de Políticas Públicas para a População de Rua é proporcionar aos alunos, professores,pesquisadores e comunidade em geral um espaço de formação e reflexão. Ainda, conforme Amara, esta é uma oportunidade para que provocar a sensibilização e a formação dos acadêmicos com um “olhar para o outro”, voltando a atenção para a diminuição das diferenças sociais. Francisco explica que a reflexão parte da discussão sobre a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d7053.htm">Política Nacional paraa População em Situação de Rua, aprovada pelo Decreto 7.053/2009</a>. De acordo com o professor, a ideia é sim trazer a discussão teórica sobre o tema, já que o Seminário ocorre na academia, porém não se restringirá apenas a esse aspecto. Nesse sentido, pretende-se pensar as políticas públicas desenvolvidas principalmente em Santa Maria por meio da participação coletiva, inserido a população que vive em situação de rua no município durante o debate e proporcionando um espaço onde eles poderão falar e serão ouvidos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os professores ressaltam que as políticas públicas desenvolvidas em Santa Maria e que estão relacionadas aos moradores que vivem em situação de rua, ainda são bastante incipientes. Além de questões práticas, como o fechamento do Restaurante Popular, responsável por oferecer refeições a baixo custo para a população em vulnerabilidade, e as dificuldades em utilizar os banheiros públicos localizados nas praças da cidade, que em alguns períodos do dia ficam fechados. Existem questões institucionais que ainda não foram resolvidas.</p>
<p>Francisco explica que atualmente os moradores são acolhidos na Casa de Passagem e assistidos pelo Conselho Regional de Serviço Social (CRESS), além do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Entretanto, segundo o professor, é necessário um melhor planejamento de políticas municipais capazes de articulara interface da saúde com a assistência social, para que o atendimento aos moradores de rua seja melhorado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a programação do seminário, serão debatidos temas relativos à Política Nacional de Assistência Social no Rio Grande do Sul e a Política de Assistência a Moradia.  Além destas, serão discutidas questões relativas à integração entre a Assistência Social com a saúde e geração de renda. Na ocasião, os moradores terão espaço para contar suas histórias ao público.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O I Seminário de Políticas Públicas para a População em Situação de Rua da UFSM ocorre nos próximos dias 29 e 30, no Salão Imembuí, localizado no prédio da administração central da Universidade. A participação é aberta à comunidade acadêmica e a população interessada, mediante a inscrição prévia e gratuita pelo e-mail: <a href="mailto:seminario.pop2930@gmail.com">seminario.pop2930@gmail.com.</a> Os estudantes inscritos receberão certificado de 16h pela participação durante os dois dias de evento. A programação completa da atividade pode ser conferida na página do evento no Facebook.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Bárbara Marmor, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição: Maurício Dias</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
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