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				<title>Jardim Botânico da UFSM amplia acervo didático com QR Codes e fortalece interdisciplinaridade e extensão </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/jardim-botanico-da-ufsm-amplia-acervo-didatico-com-qr-codes-e-fortalece-interdisciplinaridade-e-extensao</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:44:22 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Acervo composto por 74 animais taxidermizados está sendo qualificado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73742" align="alignright" width="426"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-11-at-15.05.30.jpeg"><img class="wp-image-73742" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-11-at-15.05.30.jpeg" alt="" width="426" height="568" /></a> Informações sobre os animais podem ser acessadas por QR Code[/caption]
<p dir="ltr">Embora seja um espaço tradicionalmente associado à flora, o Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (JBSM) é também um sistema vivo, que abriga diversas espécies de animais e possibilita a observação e compreensão das relações entre os diferentes componentes da biodiversidade. Nesse contexto, os animais taxidermizados complementam as experiências proporcionadas pelo espaço, permitindo a observação de características de espécies que nem sempre podem ser vistas diretamente em seu ambiente natural.</p>
<p dir="ltr">Assim, o Jardim Botânico está qualificando seu acervo de animais taxidermizados, composto por 74 exemplares. O trabalho envolve organização, conservação, cadastramento e informatização das informações, ampliando o potencial dos animais como recursos didáticos para o ensino, a educação ambiental e a divulgação científica.</p>
<p dir="ltr">A informatização do acervo teve início em 2025, a partir de uma atividade da disciplina de Projeto Integrador, do curso de Sistemas para Internet do Colégio Politécnico da UFSM. A solução foi posteriormente desenvolvida pelo aluno Gustavo Luís Pereira Santos, sendo implantada com auxílio dos professores Bruno Augusti Mozzaquatro e Daniel Lichtnow.</p>
<p dir="ltr">O sistema permitiu o cadastramento dos exemplares e a geração de QR Codes, possibilitando o acesso às informações de cada animal, com suas principais características. O acesso aos QR Codes pelos visitantes está disponível desde esta terça-feira (11).</p>
<p dir="ltr">Em 2026, a organização do acervo ganhou continuidade com o trabalho da estagiária Carolina Pippi Torri, do curso de Ciências Biológicas, sob orientação do professor Nilton Caceres, do Departamento de Ecologia e Evolução da UFSM. Carolina dedicou-se à organização, conservação e cadastramento dos 74 exemplares, contribuindo para a qualificação e sistematização das informações.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa evidencia o caráter interdisciplinar do Jardim Botânico, que aproxima diferentes áreas da Universidade, como Biologia, Ecologia, Tecnologia da Informação e Educação. O acervo passa, assim, a integrar conhecimento científico e recursos tecnológicos para ampliar suas possibilidades de utilização em ensino, pesquisa, extensão e educação ambiental.</p>
<p dir="ltr">Com a organização das informações e a utilização dos QR Codes, o acervo ganha uma nova dimensão educativa, aproximando o público da biodiversidade e fortalecendo o Jardim Botânico como espaço de conhecimento, aprendizagem e divulgação científica. </p>
<p dir="ltr">A digitalização das informações deverá, futuramente, alcançar também o acervo de flora do Jardim Botânico. Outra proposta prevê a instalação de novas placas de identificação com QR Codes, permitindo que os visitantes acessem informações sobre as espécies diretamente durante a visita. A implantação dessa etapa está prevista a partir da execução dos recursos obtidos por meio de edital da FINEP, ampliando a integração entre tecnologia, educação ambiental e divulgação científica no Jardim Botânico.</p>
<p dir="ltr"><em>Foto: Divulgação</em></p>
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				<title>Cappa inaugura exposição sobre grupo que inclui os mamíferos e seus parentes extintos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/30/cappa-inaugura-exposicao-sobre-grupo-que-inclui-os-mamiferos-e-seus-parentes-extintos</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:07:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[A mostra é fruto do TCC de Ana Laura Doneda, formanda do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73410" align="alignright" width="640"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/sinapsidos.jpeg"><img class=" wp-image-73410" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/sinapsidos.jpeg" alt="Na foto, destaca-se (pendurada em uma parede branca) uma “árvore genealógica” dos sinápsidos, contendo réplicas de fósseis e paleoartes. No centro da sala, estão expostos fósseis do Triássico sob uma redoma de vidra, apoiada sobre um pedestal preto retangular." width="640" height="545" /></a> A mostra inclui fósseis originais, réplicas, paleoartes, painéis educativos, um pequeno diorama e uma grande árvore filogenética ilustrada (foto: Tamara Piovesan)[/caption]

Na manhã da última segunda-feira (29), o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônica (Cappa) inaugurou uma nova exposição permanente em sua sede, localizada no município de São João do Polêsine. Intitulada “À sombra da árvore dos sinápsidos”, a mostra tem como foco o grupo do qual fazem parte os mamíferos e também seus parentes extintos. O público encontrará uma combinação de fósseis originais, réplicas, paleoartes, painéis educativos e uma grande árvore filogenética ilustrada, além de um pequeno diorama que representa um ambiente do Triássico.

Esses diferentes recursos foram pensados para tornar a exposição acessível e atrativa para visitantes de todas as idades, permitindo que compreendam conceitos como evolução, parentesco entre os organismos e origem dos mamíferos, e também destacando as descobertas realizadas no Rio Grande do Sul e o papel do Cappa na pesquisa e na divulgação desse patrimônio.

A exposição é fruto direto do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulado “Educar com fósseis à sombra da árvore dos sinápsidos: a construção de uma exposição paleontológica”, de autoria de Ana Laura Doneda, formanda do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFSM. O trabalho foi elaborado sob a orientação do professor Luiz Caldeira, do Departamento de Metodologia do Ensino, e a coorientação da doutoranda Tamara Piovesan, do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências da UFSM. Ambos são pesquisadores vinculados ao grupo de pesquisa Ideia – Educação em Ciências.

A exposição foi inaugurada logo após a apresentação do TCC. Além da própria autora e dos professores orientadores, o projeto contou também com a participação do biólogo Leonardo Kerber (paleontólogo do Cappa) e das estudantes Débora Borges, do curso de Desenho Industrial, e Alessandra Mesquita, da Licenciatura em Ciências Biológicas da UFSM.

Interessados em conhecer a mostra podem agendar uma visita guiada via Whatsapp, pelo número (55) 9.9974-1090. O público pode visitá-la diariamente (inclusive nos sábados e domingos), das 9h às 11h30min e das 13h30min às 17h.]]></content:encoded>
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				<title>Pesquisadora da UFSM estuda fóssil de ancestral dos mamíferos que viveu há 230 milhões de anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/pesquisadora-da-ufsm-estuda-fossil-de-ancestral-dos-mamiferos-que-viveu-ha-230-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:16:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
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		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Análise histológica de fóssil descoberto na Quarta Colônia revela que animal morreu jovem e ainda estava crescendo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Um fóssil encontrado em 2014 no município de São João do Polêsine, na região da Quarta Colônia, está ajudando a desvendar como características típicas dos mamíferos começaram a surgir ao longo da evolução. O espécime pertence à espécie <i>Prozostrodon brasiliensis</i>, um cinodonte que viveu há cerca de 233 milhões de anos e é considerado um dos grupos mais próximos da origem dos mamíferos. O estudo, conduzido por pesquisadores da UFSM e do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi publicado na revista científica internacional <a href="https://anatomypubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ar.70245" target="_blank" rel="noopener">The Anatomical Record</a>.

[caption id="attachment_73381" align="alignright" width="654"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/OUTRA.jpeg"><img class=" wp-image-73381" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/OUTRA-1024x682.jpeg" alt="A foto mostra um fóssil, à direita, e uma pequena régua (de 6 cm), à esquerda. Sobre o fóssil, está escrito o número 0457." width="654" height="436" /></a> Fóssil de Prozostrodon brasiliensis, encontrado em 2014, em São João do Polêsine[/caption]

A pesquisa é parte do trabalho de Iasmim Michelotti, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM e pesquisadora do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa). “O que mais me impressiona é poder observar, nesses fósseis tão antigos, características que mais tarde se tornariam típicas dos mamíferos. É fascinante imaginar que eles viveram há mais de 230 milhões de anos, em um mundo com clima, vegetação e fauna muito diferentes dos atuais e que, mesmo assim, muitos aspectos de sua anatomia já se assemelhavam aos dos mamíferos modernos”, conta Iasmim.
<h3><b>Cortes microscópicos revelam a idade do animal</b></h3>
Um dos resultados mais relevantes do estudo veio da histologia óssea, uma técnica que consiste em fazer cortes microscópicos nos ossos para analisar sua estrutura interna. Por meio dessas análises, foi possível identificar linhas de crescimento preservadas nos ossos e estimar que o indivíduo tinha entre dois e três anos de idade quando morreu. Mais do que isso: o animal ainda estava em fase de crescimento e não havia atingido a maturidade esquelética.

As análises também revelaram taxas de crescimento relativamente elevadas para um animal desse período geológico. Um crescimento mais acelerado é justamente uma das características associadas aos mamíferos modernos, e encontrá-la em um animal tão antigo oferece pistas sobre quando e como esse padrão começou a se estabelecer na linhagem que daria origem aos mamíferos.
<h3><b>Um animal pequeno, em um mundo muito diferente</b></h3>
[caption id="attachment_73383" align="alignleft" width="625"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/CAPA_1.jpg"><img class=" wp-image-73383" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/CAPA_1-1024x978.jpg" alt="Arte gráfica com reconstrução artística do Prozostrodon brasiliensis." width="625" height="597" /></a> Reconstrução artística do Prozostrodon brasiliensis[/caption]

O <i>Prozostrodon brasiliensis</i> era um animal de pequeno porte, provavelmente menor que um gambá atual. O fóssil estudado foi encontrado sem o crânio, mas crânios da mesma espécie descritos anteriormente medem cerca de 9 centímetros de comprimento. Com base nas características dentárias e no tamanho reduzido do corpo, os pesquisadores acreditam que o animal era insetívoro e generalista, alimentando-se principalmente de pequenos invertebrados como insetos e outros artrópodes.

Apesar de ainda não ser um mamífero, o <i>Prozostrodon</i> pertencia a um grupo muito próximo da origem desse grupo. Embora não seja possível afirmar com certeza se o animal possuía pelos, estudos recentes sugerem que os prozostrodontes (grupo ao qual pertencia a espécie) provavelmente já apresentavam algum tipo de cobertura corporal.

O animal viveu durante o Triássico Superior, no período Carniano, quando todos os continentes ainda estavam unidos no supercontinente Pangeia. O clima era mais quente que o atual, com estações bem marcadas e períodos de maior umidade. O ambiente era composto por extensas planícies com rios e lagos, cercadas por vegetação de samambaias e coníferas. Com ele coexistiam rincossauros, dicinodontes e alguns dos primeiros dinossauros.
<h3><b>Fóssil encontrado na Quarta Colônia preservado na UFSM</b></h3>
O espécime foi recolhido em 2014 no Sítio Fossilífero Marchezan, em São João do Polêsine, e está depositado na coleção paleontológica do Cappa, onde permanece disponível para pesquisa científica. A região da Quarta Colônia é reconhecida internacionalmente pela riqueza de seus afloramentos do Triássico e tem sido palco de importantes descobertas paleontológicas nas últimas décadas.

A pesquisa teve início em 2024, durante o Trabalho de Conclusão de Curso de Iasmim, e foi ampliada e concluída ao longo do mestrado, totalizando três anos de trabalho. Além da pesquisadora, participaram do estudo o biólogo e paleontólogo Leonardo Kerber, também da UFSM, e os pesquisadores Brodsky Dantas Macedo Farias, Marina Bento Soares e Lívia Roese-Miron, do Museu Nacional da UFRJ.

<i>Texto</i><i>: Isadora Bortolotto, estudante de </i><i>J</i><i>ornalismo e voluntária da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM/PM vai participar da 16ª Feira da Saúde de Palmeira das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/09/ufsm-pm-vai-participar-da-16a-feira-da-saude-de-palmeira-das-missoes</link>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:02:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[Os cursos de Enfermagem, Nutrição e Ciências Biológicas vão proporcionar diversas atividades à população durante o evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Com o objetivo de levar à população acesso à informação e a serviços de saúde, o Lions Clube de Palmeira das Missões realiza, no próximo sábado (11), a 16ª edição da Feira da Saúde. O Campus da UFSM em Palmeira das Missões (UFSM/PM) participará da iniciativa, atendendo a comunidade e compartilhando orientações sobre cuidados, prevenção e atenção à saúde.

A feira, já tradicional no município, acontecerá das 9h às 16h na Praça Paulo Ardenghi. A ação é uma parceria do Lions Clube com a Prefeitura Municipal de Palmeira das Missões, o Hospital de Olhos do Lions e outras entidades da região. Em caso de chuva, a programação será realizada na Escola Polivalente. A UFSM/PM estará presente no evento por meio dos cursos de Enfermagem, Nutrição e Ciências Biológicas, levando conhecimento e promovendo diversas atividades.

O curso de Enfermagem participará da programação durante o turno da manhã, realizando orientações e demonstrações sobre cuidados com a saúde. Serão cinco grupos desenvolvendo atividades relacionadas a diferentes temas: atenção primária à saúde, com orientações sobre quando procurar os serviços de saúde; conscientização sobre o consumo de água; saúde da pessoa idosa, por meio de atividades interativas e orientações sobre alimentação saudável, prática de atividade física e saúde mental; além de demonstrações de desengasgo infantil e em adultos. Nessas atividades, será apresentada a manobra de Heimlich, técnica de primeiros socorros utilizada em situações de engasgo.

Já o curso de Nutrição apresentará atividades voltadas à promoção da saúde e da alimentação saudável, por meio de dinâmicas e exemplos práticos, além de compartilhar informações sobre hábitos alimentares saudáveis. Os projetos Saber Rotulagem, Conscientiza, Nutrisan e Projeto de Atendimento Nutricional Materno Infantil (Proami) estarão presentes, auxiliando nas ações desenvolvidas.

O curso de Ciências Biológicas levará à população atividades informativas sobre o ciclo da febre amarela e de outras arboviroses, como Dengue, Zika e Chikungunya, doenças virais transmitidas pelo mosquito <i>Aedes aegypti</i>. O objetivo é orientar a comunidade sobre as formas de prevenção e conscientização em relação a essas doenças.

A participação da UFSM/PM na Feira da Saúde reforça o compromisso da universidade com a comunidade regional, promovendo a extensão universitária e a disseminação de conhecimento científico. Por meio das atividades desenvolvidas pelos cursos, a instituição busca contribuir para a promoção da saúde, a prevenção de doenças e o fortalecimento do cuidado com a população.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Pesquisador da Fiocruz ministra aula inaugural conjunta do CCNE, CCR e CCS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/04/pesquisador-da-fiocruz-ministra-aula-inaugural-conjunta-do-ccne-ccr-e-ccs</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:56:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Rivaldo Venâncio vai falar sobre “Pesquisa avançada e prática clínica: medicina tropical e formação acadêmica”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (5), acontece a aula inaugural “Pesquisa avançada e prática clínica: medicina tropical e formação acadêmica”, promovida pelo Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) em parceria com o Centro de Ciências Rurais (CCR) e o Centro de Ciências da Saúde (CCS). O evento será realizado no anfiteatro C (anexo ao prédio 18 do campus sede) e é aberto a toda a comunidade, sem necessidade de inscrição prévia.

Às 9h, acontece a conferência de abertura: “O papel da Fiocruz e das universidades no enfrentamento das emergências sanitárias pós-2024”, com o professor e pesquisador Rivaldo Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O palestrante é o atual chefe de gabinete da presidência da Fiocruz e é membro dos Grupos Assessores Técnicos para Dengue e para Chikungunya da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Às 14h, no mesmo local, Rivaldo Venâncio também participa da mesa-redonda “Dengue e Chikungunya: desafios da vigilância, manejo clínico e implementação de medidas de controle no Rio Grande do Sul”. Ele vai abordar o tema juntamente com Gabriel Wallau, que é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da UFSM, pesquisador em saúde pública da Fiocruz e do Instituto de Medicina Tropical Bernhard Nocht de Hamburgo (na Alemanha).

<b>Interdisciplinaridade, inovação e IA</b>

Para marcar a abertura do curso de <a href="https://www.ufsm.br/2026/01/20/novo-curso-da-ufsm-bacharelado-em-nanotecnologia-e-inovacao-computacional-e-ofertado-via-sisu" target="_blank" rel="noopener">Nanotecnologia e Inovação Computacional</a>, o CCNE realiza uma outra aula inaugural na próxima segunda-feira (9), com o tema “Interdisciplinaridade, inovação e inteligência artificial (IA): queremos uma universidade do século 19 ou 21?”. O ministrante será o físico Adalberto Fazzio, professor da Universidade de São Paulo (USP) e ex-reitor da Universidade Federal do ABC. Igualmente aberta ao público em geral, a aula inicia-se às 10h no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – prédio 8 do campus sede da UFSM.

Outras informações constam na <a href="https://www.instagram.com/ccneufsm/" target="_blank" rel="noopener">página do CCNE no Instagram</a>.

<i>Com informações da Subdivisão de Comunicação do CCNE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico promove atividades para crianças e acompanhantes durante as férias escolares</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/02/jardim-botanico-promove-atividades-para-criancas-e-acompanhantes-durante-as-ferias-escolares</link>
				<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 21:32:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[As atividades, que começaram na semana passada, vão até esta quarta-feira (4) e ocorrem no turno da manhã]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71935" align="alignright" width="608"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/2026-02-02-ferias-jardim-botanico-Paulo-Barauna-01.jpg"><img class=" wp-image-71935" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/2026-02-02-ferias-jardim-botanico-Paulo-Barauna-01-300x200.jpg" alt="Várias crianças confeccionam brinquedos com materiais recicláveis, uma mulher de cabelo loiro e jaqueta jeans as ajuda." width="608" height="406" /></a> Crianças participam de oficina de confecção de brinquedos com materiais recicláveis[/caption]

Durante a época das férias escolares, o Jardim Botânico da UFSM promove a atividade “Exploradores do Jardim Botânico – Férias na Natureza”, realizada ao longo de duas semanas, para aproximar a comunidade de Santa Maria da universidade e do meio ambiente. A primeira semana ocorreu nos dias 26, 27 e 28 de janeiro, e a segunda teve início nesta segunda-feira (2) e segue na terça (3) e quarta-feira (4). A programação é a mesma nas duas semanas, e inclui trilha, oficina sobre plantas suculentas, oficina sobre plantas carnívoras, atividade sobre reciclagem, brincadeiras com água e uma caça ao tesouro.

<b>Crianças participaram de trilhas e oficinas sobre plantas nesta manhã</b>

Em meio a diversas perguntas e interações das crianças, os monitores do Jardim Botânico conduzem as atividades e sanam as muitas dúvidas que surgem ao longo da manhã. “As crianças são muito curiosas, e a maioria nunca veio aqui no Jardim, então é muita pergunta. Semana passada foi muito bom, inclusive algumas crianças vieram semana passada e vieram de novo essa semana”, comenta Luana Rossi Guareschi, que está no último semestre do curso de Biologia e há dois anos é monitora do Jardim Botânico.

Luana também conta que, dentre as atividades que as crianças mais curtiram na primeira semana, estão a caça ao tesouro e as brincadeiras com água. “Acho que a caça ao tesouro, que vai acontecer amanhã, chama muito a atenção deles, e também a brincadeira com água, que acontece na quarta. Quarta passada foi um arraso, até porque choveu junto, então foi banho de balde, de bexiga, de mangueira, e banho de chuva tudo junto, e elas amaram, foi maravilhoso.”

[caption id="attachment_71936" align="alignleft" width="553"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/2026-02-02-ferias-jardim-botanico-Paulo-Barauna-10.jpg"><img class=" wp-image-71936" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/2026-02-02-ferias-jardim-botanico-Paulo-Barauna-10-300x200.jpg" alt="Em um auditório, várias crianças estão sentadas de costas em cadeiras pretas, observando dois adultos de frente para elas, usando camisetas verdes e mostrando plantas em uma mesa." width="553" height="368" /></a> Monitores do Jardim Botânico da UFSM ministram oficina para as crianças[/caption]

Na manhã desta segunda-feira (2), foi realizada uma trilha, uma oficina sobre plantas suculentas e uma atividade de confeccionar brinquedos com materiais recicláveis, como o bilboquê. Os monitores Vinícius dos Santos Borges e Muriel Brandt, ambos discentes do 5º semestre do curso de Engenharia Florestal, ministraram a oficina sobre plantas suculentas.

Vinícius explica que a oficina ensina as crianças a cuidar das plantas, e também de si mesmas e do planeta. “É uma experiência muito gratificante saber que estamos contribuindo para o aprendizado e futuro das crianças. Agora fizemos uma atividade sobre como cuidar das plantas, que elas precisam de água, nutrientes e sol, e também sobre como cuidar de nós mesmos, que também precisamos disso, mas que há outros cuidados, como com a mente. E que a natureza toda é conectada, estamos tentando passar essa mensagem para eles”, conta Vinícius.

Muriel, que também faz parte do projeto “Reino Encantado das Plantas – Aprendendo Botânica no Jardim Botânico da UFSM”, ministra as oficinas sobre plantas suculentas e carnívoras. “A educação ambiental é essencial em todos os âmbitos, e é muito bom fazer parte disso e poder ensinar o que aprendemos no curso e aqui no Jardim. Nesta atividade apresentamos as plantas que temos aqui, nós somos responsáveis pelas plantas suculentas e carnívoras, e ensinamos como cuidar e cultivar elas. Amanhã temos uma oficina para desmistificar mitos e verdades sobre plantas carnívoras”, comenta Muriel.

<b>Jardim Botânico promove a integração da comunidade com a natureza</b>

Segundo a diretora do Jardim Botânico, Simone Messina Gomez, as atividades são voltadas para crianças na faixa etária de 5 a 10 anos, e cerca de 40 crianças têm participado por dia. Por volta de cem crianças participaram da primeira semana. Além disso, neste ano os pais e acompanhantes também podem participar da programação, que agora conta com atividades voltadas para eles: trilha, pilates e meditação guiada.

[caption id="attachment_71937" align="alignright" width="607"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/2026-02-02-ferias-jardim-botanico-Paulo-Barauna-16.jpg"><img class=" wp-image-71937" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/2026-02-02-ferias-jardim-botanico-Paulo-Barauna-16-300x200.jpg" alt="Uma menina loira, usando roupas roxas claras e com uma faixa verde na cabeça, está olhando para baixo e tocando uma planta." width="607" height="405" /></a> Por meio de atividades lúdicas, acervo de plantas do Jardim Botânico da UFSM é apresentado às crianças[/caption]

Simone explica que, por meio destas atividades, o público é incentivado a vir para a universidade e para o Jardim. “É uma maneira de trazer o público, principalmente nessa época de férias em que as crianças estão em casa sem ter o que fazer, muitas vezes ficam só nas telas, então a ideia é trazer a criançada para cá. É muito democrático, porque qualquer pessoa pode se inscrever, dentro daquela faixa etária, e pelo valor ser baixo, então fica mais fácil para as pessoas terem acesso a essa oportunidade”, comenta a diretora.

O projeto “Férias na Natureza” é uma ação extensionista do Jardim Botânico que ocorre há cerca de cinco anos. Nela, são realizadas atividades com caráter lúdico, mas também educacional, em que as crianças aprendem sobre diversas temáticas relacionadas ao meio ambiente. “Os monitores vão instigando as crianças sobre a natureza, vão trazendo informações, e são todos alunos de graduação de cursos como Engenharia Florestal, Geografia, Biologia. São pessoas que são dessa área ambiental, e que têm esse conhecimento do Jardim, sobre quais são as principais árvores, o que são as plantas carnívoras, como cuidar de uma horta. Ao mesmo tempo que as crianças estão ali brincando, elas também estão aprendendo e absorvendo novos conhecimentos”, relata Simone.

Para participar, é necessário preencher um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScrdKgn_5exOlIX7NGGKayxYnBG8sCGODmdGOHu93egoL6Fvg/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">formulário online</a>. O valor dos três dias é R$ 60,00, dois dias são R$ 50,00, e um dia custa R$ 25,00. O valor cobrado pelas inscrições será utilizado para auxiliar na manutenção do Jardim. As atividades ocorrem pela manhã, das 8h às 12h. As inscrições ainda estão abertas para a terça (3) e quarta-feira (4).

Outras informações constam no perfil do Jardim Botânico da UFSM no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/jardimbotanicodaufsm/" target="_blank" rel="noopener">@jardimbotanicodaufsm</a>.

<i>Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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				<title>Projeto do Campus de Palmeira das Missões atua na proteção da espécie ameaçada de extinção</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/23/projeto-do-campus-de-palmeira-das-missoes-atua-na-protecao-da-especie-ameacada-de-extincao</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 21:26:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[Ação desenvolve atividades de educação ambiental, de suporte a políticas públicas e de reprodução da perereca-rústica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Embora a emergência climática tenha se tornado uma preocupação recorrente na sociedade, especialmente em períodos de grande mobilização social, nem todos os seus aspectos ganham destaque nos noticiários ou no debate público. Quase sempre direcionados aos eventos extremos que afetam a vida humana, os debates coletivos frequentemente negligenciam outras formas de vida à beira do desaparecimento. Esse é o caso da perereca-rústica, um pequeno anfíbio descoberto em 2008 na Mata Atlântica do Sul do Brasil e hoje ameaçado de extinção.

[caption id="attachment_69596" align="alignright" width="613"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/Perereca-Parque-das-Aves.jpg"><img class=" wp-image-69596" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/Perereca-Parque-das-Aves-300x169.jpg" alt="" width="613" height="345" /></a> Ameaçada de extinção, a perereca-rústica tem como habitat a Mata Atlântica do Sul do Brasil[/caption]

É nesse contexto que surge o projeto “Perereca-rústica: ações de divulgação científica e conservação de um anfíbio ameaçado de extinção da Mata Atlântica”, vinculado ao Campus da UFSM em Palmeira das Missões e coordenado pela professora Elaine Lucas Gonsales – pesquisadora responsável pela descoberta da espécie. A ação atua em locais em que a espécie é registrada e conta com parcerias externas, como o Parques das Aves (em Foz do Iguaçu), o Zoológico de São Paulo e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

“O nosso objetivo é promover ações direcionadas à conservação da perereca-rústica e dos campos de altitude da Mata Atlântica do Sul do Brasil. Atuamos com divulgação científica sobre a espécie e seu habitat, proposição de políticas públicas de conservação e atividades educativas em escolas e órgãos de meio ambiente”, comenta Elaine. A professora também destaca que, por meio das parcerias externas, o projeto desenvolve ações de reprodução <i>ex situ</i> da perereca-rústica – quando a prática de preservação acontece fora dos locais naturais de sua ocorrência.

Em 2024, o projeto foi contemplado com recursos do Fundo de Incentivo à Extensão (Fiex) para o desenvolvimento de suas atividades. No período, foram elaborados materiais informativos sobre a espécie e os locais onde é encontrada. Além disso, os integrantes participaram de oficinas de planejamento de ações de preservação junto à sociedade. “No ano passado, encaminhamos ao órgão estadual de meio ambiente [<i>do </i><i>Rio Grande do Sul</i>] a proposição para a criação de uma unidade de conservação que proteja o habitat da espécie alvo e os recursos naturais, pois os banhados em que a espécie ocorre são importantes reservatórios de água, utilizada inclusive na produção de alimentos”, lembra a professora.

O projeto desempenha um papel essencial ao conscientizar a sociedade sobre os impactos das mudanças climáticas – não apenas na saúde humana, mas também na vida das espécies e em seus ambientes. Além disso, ao promover espaços para o compartilhamento de experiências e saberes, a ação ainda estimula a reflexão sobre maneiras de mitigar os efeitos dessas mudanças no cotidiano.

Elaine destaca que os estudantes que participam da ação podem ver na prática a aplicação do conhecimento produzido no ambiente universitário, ampliando suas formações acadêmicas e sociais. “Os estudantes conhecem a importância da produção e difusão do conhecimento científico na sociedade. A partir da tradução dessa linguagem científica, são desafiados a comunicar essas informações, que podem ser aplicadas na prática por diferentes atores sociais em suas atribuições”, ressalta.

Como exemplo dessa atividade de popularização do conhecimento científico, Elaine cita o trabalho desenvolvido junto aos setores que realizam os licenciamentos ambientais nas regiões de ocorrência da perereca-rústica. “Organizamos documentos sobre a espécie e seu ambiente e entregamos aos setores de meio ambiente responsáveis. Assim, medidas mitigadoras e compensatórias ligadas à implantação de empreendimentos podem ser planejadas com maior eficiência, reduzindo a pressão sobre espécies ameaçadas”, finaliza.

<i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i>

<i>Foto: Parque das Aves</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM colabora com o maior banco de dados mundial sobre séries temporais da biodiversidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/29/ufsm-colabora-com-o-maior-banco-de-dados-mundial-sobre-series-temporais-da-biodiversidade</link>
				<pubDate>Thu, 29 May 2025 22:41:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

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						<description><![CDATA[A nova versão da plataforma BioTime foi lançada no dia 15 de maio por uma universidade escocesa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Os professores Tiago Gomes dos Santos e Sonia Zanini Cechin, do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, contribuíram com o maior banco de dados de séries temporais sobre a biodiversidade do planeta. A nova versão da plataforma <a href="https://biotime.st-andrews.ac.uk/" target="_blank" rel="noopener">BioTime</a> foi lançada no dia 14 de maio pela Universidade de St. Andrews (da Escócia). Esse banco de dados oferece uma visão sem precedentes sobre como a biodiversidade muda ao longo do tempo em todo o mundo, abrangendo quase 150 anos de registros ecológicos, de 1874 a 2023.

O lançamento da versão 2.0 da plataforma BioTime ocorreu na revista Global Ecology and Biogeography, contendo dados de mais de 553 mil locais onde ocorreram monitoramentos de abundância de espécies, o que ajuda pesquisadores, formuladores de políticas públicas e o público em geral a entender melhor a dinâmica complexa que as espécies enfrentam em um mundo em rápida mudança. A atualização da plataforma inclui quase 12 milhões de registros, representando mais de 56.000 espécies em ecossistemas marinhos, de água doce e terrestres. Este é o banco de dados mais abrangente de séries temporais de comunidades biológicas já criado.

A BioTime permite que os cientistas olhem além das notícias sobre extinção e explorem questões mais profundas e detalhadas sobre as mudanças nos ecossistemas e comunidades no contexto do uso da terra, mudanças climáticas e esforços de conservação ao longo do tempo. Pesquisadores têm usado o banco de dados para testar hipóteses sobre como a biodiversidade está mudando, revelando padrões mais complexos de mudanças ecológicas e também informando estratégias de conservação.

A <a href="https://biotime.st-andrews.ac.uk/" target="_blank" rel="noopener">publicação da BioTime 2.0</a> reúne 485 coautores de mais de 400 instituições, distribuídas em 40 países. “Como não podemos viajar no tempo, os dados de biodiversidade do passado são preciosos para nos ajudar a entender onde e como a biodiversidade está mudando”, comenta a professora Maria Dornelas, da Universidade de St. Andrews, que liderou o projeto.

“É um exemplo poderoso de como a comunidade científica pode se unir para construir algo maior do que qualquer pessoa ou equipe. Serve como um testemunho da cooperação científica global diante das rápidas mudanças do nosso planeta”, afirma o gerente do banco de dados da BioTime, Garrett Fundakowski, também da Universidade de St. Andrews.

<b>UFSM –</b> Os dois professores UFSM destacam que contribuíram com dados históricos sobre comunidades de anfíbios e répteis monitoradas no Sul e Sudeste do Brasil. Segundo eles, são grupos ainda pouco estudados, cujas comunidades podem ser utilizadas como ferramentas para compreender e monitorar impactos ambientais.

“Muitas espécies de anfíbios e de répteis são sensíveis às modificações ambientais, como supressão e fragmentação dos campos e matas nativas, bem como à contaminação das águas e também às mudanças climáticas e doenças”, afirma o professor Tiago. De acordo com a professora Sonia, “esse tipo de estudo reforça a importância do fomento à pesquisa de longa duração”.

<b>Cism –</b> Os docentes da UFSM alimentaram a base de dados com informações relativas aos animais encontrados no Campo de Instrução de Santa Maria (Cism), do Exército Brasileiro, e no Parque Estadual Morro do Diabo, no estado de São Paulo. No Cism, o monitoramento foi realizado de 1996 a 1998. As principais espécies encontradas foram as seguintes:

<b>Anfíbios (sapos, pererecas e rãs):</b>

- Sapo-cruz (<i>Rhinella henseli</i>);

- Sapo-cururu (<i>Rhinella icterica</i>);

- Perereca-do-banhado (<i>Boana pulchella</i>);

- Perereca-rajada (<i>Dendropsophus minutus</i>);

- Perereca (<i>Dendropsophus sanborni</i>);

- Rã-boiadora (<i>Pseudis minuta</i>);

- Perereca-de-banheiro (<i>Scinax fuscovarius</i>);

- Perereca-de-banheiro (<i>Scinax granulatus</i>);

- Perereca-nariguda (<i>Scinax squalirostris</i>);

- Rã-do-charco (<i>Leptodactylus chaquensis</i>);

- Rã-assobiadora (<i>Leptodactylus fuscus</i>);

- Rã-listrada (<i>Leptodactylus gracilis</i>);

- Rã (<i>Leptodactylus latinasus</i>);

- Rã-crioula (<i>Leptodactylus latrans</i>);

- Rã-de-bigodes (<i>Leptodactylus mystacinus</i>);

- Rã-chorona (<i>Physalaemus biligonigerus</i>);

- Rã-cachorro (<i>Physalaemus cuvieri</i>);

- Rã-de-inverno (<i>Physalaemus henselii</i>);

- Rãzinha-de-Rio-Grande (<i>Physalaemus riograndensis</i>);

- Rãzinha (<i>Pseudopaludicola falcipes</i>);

- Rãzinha (<i>Pseudopaludicola </i><i>cuvieri</i>);

- Sapinho-guarda (<i>Elachistocleis bicolor</i>);

- Sapo-da-enchente (<i>Odontophrynus americanus</i>).

<b>Répteis (serpentes):</b>

- Anfisbena-de-crista (<i>Amphisbaena kingii</i>);

- Cobra-de-vidro-dourada (<i>Ophiodes fragilis</i>);

- Cobra-de-vidro (<i>Ophiodes striatus</i>);

- Jararacuçu-do-brejo (<i>Palusophis bifossatus</i>);

- Cobra-de-cabeça-preta (<i>Tantilla melanocephala</i>);

- Cobra-da-terra (<i>Atractus reticulatus</i>);

- Muçurana (<i>Boiruna maculata</i>);

- Jararaquinha-do-campo (<i>Erythrolamprus almadensis</i>);

- Cobra-d’água-verde (<i>Erythrolamprus jaegeri</i>);

- Cobra-de-capim (<i>Erythrolamprus poecilogyrus</i>);

- Cobra-lisa (<i>Erythrolamprus semiaureus</i>);

- Cobra-d’água-meridional (<i>Helicops infrataeniatus</i>);

- Corredeira-listrada (<i>Lygophis flavifrenatus</i>);

- Falsa-coral amazônica (<i>Oxyrhopus rhombifer</i>);

- Papa-aranha (<i>Philodryas agassizii</i>);

- Cipó-listrada (<i>Philodryas olfersii</i>);

- Papa-pinto (<i>Philodryas patagoniensis</i>);

- Dormideira (<i>Dipsas ventrimaculata</i>);

- Corredeira-pintada (<i>Taeniophallus occipitalis</i>);

- Corredeira-carenada (<i>Thamnodynastes hypoconia</i>);

- Corredeira-lisa (<i>Thamnodynastes strigatus</i>);

- Cobra-espada comum (<i>Tomodon dorsatus</i>);

- Cobra-nariguda (<i>Xenodon dorbignyi</i>);

- Boipeva (<i>Xenodon merremii)</i>;

- Coral-verdadeira (<i>Micrurus altirostris</i>);

- Cruzeira (<i>Bothrops alternatus</i>);

- Jararaca-pintada (<i>Bothrops diporus</i>);

- Jararaca-do-pampa (<i>Bothrops pubescens</i>);

<b>Répteis (lagartos e lagartixas):</b>

- Lagartixa-marrom (<i>Cercosaura schreibersii</i>);

- Calango-liso (<i>Aspronema dorsivittatum</i>);

- Teiú (<i>Salvator merianae</i>);

- Teiú-verde (<i>Teius oculatus</i>).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ação de extensão da UFSM auxilia na preservação de bugios em extinção</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/22/acao-de-extensao-da-ufsm-auxilia-na-preservacao-de-bugios-em-extincao</link>
				<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 19:06:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Coordenado pela professora Vanessa Barbisan Fortes, a ideia do Projeto Sentinela surgiu entre os anos de 2008 e 2009, quando um surto de febre amarela assolou o Rio Grande do Sul, o que causou uma perseguição aos bugios, que também são vítimas da doença. Devido à desinformação, muitas pessoas caçam esses animais acreditando que eles [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_67339" align="alignright" width="591"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/ponte-768x576-1.jpg"><img class=" wp-image-67339" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/ponte-768x576-1-300x225.jpg" alt="" width="591" height="443" /></a> Oficina de construção das pontes de corda para bugios[/caption]

Coordenado pela professora Vanessa Barbisan Fortes, a ideia do Projeto Sentinela surgiu entre os anos de 2008 e 2009, quando um surto de febre amarela assolou o Rio Grande do Sul, o que causou uma perseguição aos bugios, que também são vítimas da doença. Devido à desinformação, muitas pessoas caçam esses animais acreditando que eles são transmissores do vírus e, com o objetivo de levar informações corretas para as pessoas, o projeto foi desenvolvido.

A ação se compromete em disseminar conhecimento sobre a importância de preservar a natureza, habitat natural dos macacos e de tantas outras espécies. Para isso, são realizadas palestras, oficinas e jogos em escolas para estudantes do ensino fundamental e médio. Contudo, o projeto vai além dos muros escolares, atendendo as demandas que aparecem pelo caminho. Vanessa menciona que, durante o período de enchentes que atingiram o Estado, o Sentinela desempenhou um papel de avaliar o impacto dos alagamentos na região da Quarta Colônia para os bugios, que atualmente sofrem com a ameaça de extinção. Esse convite partiu do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade.

“Durante todo o mês de agosto, até o início de setembro estivemos em campo, percorrendo as áreas que foram inundadas em toda a várzea de Agudo, nas matas que foram inundadas para dar um parecer sobre os bugios que ficaram ainda mais ameaçados. Vimos áreas onde as árvores foram todas derrubadas, e a mata ciliar, que é uma estrutura importante para conter enchentes futuras, e isso é muito prejudicial para os macacos também.”

Como forma de atenuar esses impactos percebidos, a iniciativa pretende realizar oficinas para recuperação da microbiologia do solo, perdida com as fortes chuvas. Nessas práticas, a comunidade poderá realizar o plantio de mudas e sementes para adquirir práticas que auxiliem na preservação ambiental.

Além disso, serão implementadas trilhas turísticas na cidade de Silveira Martins, com o intuito de instruir os turistas a respeito da preservação dos animais, enquanto ocorre a observação dos macacos que vivem na mata. As trilhas devem ser realizadas na propriedade Quinta Marco 50, ainda neste semestre.

<b>Desafios na proteção dos primatas</b>

A coordenadora do projeto conta que um dos principais empecilhos enfrentados na conservação dos primatas é a fragmentação do habitat, ou seja, a diminuição do espaço natural desses bichos:

“Os bugios são animais arborícolas e estão tendo que se deslocar pelo chão em alguns lugares porque as matas estão isoladas e isso causa uma maior exposição a atropelamentos e ataques de cães. Então, eles estão tendo que se deslocar pelos fios elétricos, o que gera muita eletrocussão.”

Vanessa comenta que, para evitar esses casos de electrocussão, o Sentinela realiza oficinas de confecção de pontes de corda (passagens aéreas) para bugios: Nós promovemos oficinas, ensinamos os estudantes da área da biologia sobre toda essa problemática do risco que os bugios correm e fizemos a instalação das pontes em um parque municipal em Santa Maria. Neste ano, pretendemos produzir essas passagens para instalar em propriedades nas regiões afetadas pelas enchentes, pois pudemos ver, durante as nossas visitas, os animais tendo que caminhar no chão subir abraçados em coqueiros porque não têm como pular, então ficou bem ruim para eles.”

O Projeto Sentinela também realiza um importante trabalho de resgate e acompanhamento de bugios machucados. Após esse processo, os macacos são soltos em seu habitat natural.

É possível acompanhar as ações desenvolvidas pela iniciativa através das suas páginas no <a href="https://www.instagram.com/projeto.sentinela_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/ProjetoSentinelaUFSM/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.

<i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Eventos da Pró-Reitoria de Extensão</i>

<i>Imagem: acervo do Projeto Sentinela</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos do ensino fundamental de escolas públicas podem participar da Olimpíada Morfológica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/09/alunos-do-ensino-fundamental-de-escolas-publicas-podem-participar-da-olimpiada-morfologica</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 20:16:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[ensino fundamental]]></category>

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						<description><![CDATA[A competição recebe inscrições de estudantes do 6º ao 9º ano, sob a responsabilidade de um professor orientador]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Tendo como tema “Biomas do Brasil”, a Mostra de Ciências Morfológicas da UFSM promove a Olimpíada Morfológica, da qual podem participar alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas da região central do Rio Grande do Sul, abrangidas pela 8ª Coordenadoria Regional de Educação. A inscrição dos alunos será realizada por um professor orientador responsável, sem limite de participantes e sem custo.

Ao serem inscritos, os estudantes recebem uma lista com nomes de animais e plantas que compõem os diferentes biomas brasileiros, distribuídos em três grupos: seres representativos; espécies em extinção; animais e plantas de produção e interesse econômico Os participantes pesquisarão e identificarão suas características morfológicas externas, seus hábitos e expectativa de vida, particularidades e importância ecológica ou econômica.

Como premiação, todas as escolas dos participantes que completarem a olimpíada, independentemente da classificação, vão receber:

- <i>packs</i> de cartilhas lúdico-interativas para incorporar a suas bibliotecas;

- um kit de lâminas microscópicas de tecidos animais;

- um kit de lâminas microscópicas de tecidos vegetais.

Todos os estudantes que completarem a olimpíada e seus docentes orientadores receberão um <i>pack</i> com as cartilhas acima descritas. Aos ganhadores (escolas, docentes orientadores e estudantes) serão entregues:

- kits contendo modelos anatômicos e lâminas histológicas animais e vegetais,

- medalhas e certificados de distinção e troféu às escolas.

Os estudantes e professores orientadores ganhadores (1° ao 3° lugar em cada categoria) serão convidados a participar do minicurso presencial de “Vivências Laboratoriais em Ciências Morfológicas”, que será realizado no Departamento de Morfologia da UFSM, na última quinzena de janeiro de 2025.

A olimpíada é realizada com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O formulário de inscrição e informações detalhadas sobre a olimpíada estão disponíveis <a href="https://www.ufsm.br/museus/mostra-morfologia/olimpiada-morfologica-2024-biomas-do-brasil" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe técnica da UFSM visita São João do Polêsine</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/05/17/equipe-tecnica-da-ufsm-visita-sao-joao-do-polesine</link>
				<pubDate>Fri, 17 May 2024 12:56:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[deslizamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65843</guid>
						<description><![CDATA[Especialistas fazem primeira avaliação de deslizamentos de terra na Quarta Colônia
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8295-1.jpg" alt="" width="502" height="334" />Uma equipe técnica formada por geólogos, geógrafos, biólogos, arquitetos e engenheiros visitou, na última quarta-feira (15), o distrito de Vale Vêneto, em São João do Polêsine. A iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria busca realizar uma primeira avaliação dos deslizamentos que aconteceram na região da Quarta Colônia, em virtude das chuvas que atingiram o estado.  </p>
<p>A Quarta Colônia sofreu com mais de uma centena de deslizamentos nas últimas semanas. A mobilização da equipe de pesquisadores da Instituição é um primeiro passo para o trabalho de proposta de soluções para a região. A bióloga e assessora do Gabinete do Reitor, Sonia Zanini Cechin, conta que a atuação do grupo multidisciplinar de profissionais irá permitir uma reconstrução das cidades pensada para evitar futuros desastres: “a ideia foi trazer essa equipe de profissionais para uma primeira avaliação do que aconteceu, para, posteriormente, nos debruçarmos sobre isso e conseguirmos propor soluções que possam ajudar a minimizar os estragos que ocorreram na região”, conta.</p>
<p>Matione Sonego, prefeito de São João do Polêsine, destacou a importância do trabalho da Universidade junto aos municípios: “essa equipe técnica é muito importante porque nós não temos, aqui no município, um corpo técnico que possa fazer esse tipo de avaliação”, contou. O prefeito também enfatizou que os deslizamentos ocorridos em São João do Polêsine fizeram o poder público repensar toda a estrutura da cidade: “nós estamos reavaliando toda a nossa situação, todas as nossas áreas de ocupação, todas as nossas construções, porque muitas áreas que nós tínhamos como seguras foram inundadas ou houve desmoronamento”, relata. </p>
<h3>Resiliência Climática</h3>
<p>Um dos tópicos pontuados pela equipe técnica é o necessário cuidado com as ações futuras. A engenheira florestal e professora da UFSM, Ana Paula Rovedder, destacou a necessidade das cidades estarem preparadas para futuros eventos climáticos extremos: “esperamos que de agora em diante o tema seja tratado com maior seriedade. É importante ouvir a comunidade científica para que nós possamos alcançar a resiliência climática”. A professora também explica o termo: “uma série de medidas, de políticas, de treinamentos e até mesmo de popularização do conhecimento, de conscientização da população, para reduzir danos nos próximos eventos”, conta.</p>
<p>Questionada sobre os processos de reconstrução e reflorestamento, Ana Paula destacou a necessidade de uma visão global, mas com adaptações locais: “temos locais como as várzeas dos grandes rios, onde o maior problema é a inundação, e locais como a Quarta Colônia, onde os principais problemas são os deslizamentos”, relata. A professora também destaca a qualificação das ações da UFSM: “nós temos toda a condição, enquanto Universidade, de trabalhar em tecnologias sociais e adaptativas para fazer o enfrentamento dessa situação”, enfatiza. </p>
<p>Os especialistas que formaram a equipe foram: Andréa Nummer, Luís Eduardo Robaina, Romário Trentin, Augusto Nobre e César De David (Geógrafos e Geólogos); Ana Paula Rovedder e Fabrício Sutili (Engenheiros florestais); Sonia Zanini Cechin (Bióloga); Rinaldo Pinheiro (Engenheiro civil).</p>
<p>Saiba mais sobre a visita técnica na matéria produzida para a TV Campus.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->https://www.youtube.com/watch?v=aPyRsZpv5p4<p><strong>Confira alguns registros da visita técnica:</strong></p>		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8295" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODU1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODI5NS0xLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6ImEyNzhjNGIifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8295-1.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8295-1-300x200.jpg" alt="AN1_8295" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8254" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODUzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODI1NC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8254.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8254-300x200.jpg" alt="AN1_8254" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8231" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODUyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODIzMS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8231.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8231-300x200.jpg" alt="AN1_8231" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8228" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODUxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODIyOC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8228.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8228-300x200.jpg" alt="AN1_8228" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8327" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODUwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODMyNy5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8327.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8327-300x200.jpg" alt="AN1_8327" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8336" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODQ5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODMzNi5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8336.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8336-300x200.jpg" alt="AN1_8336" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8363" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODQ4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODM2My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8363.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8363-300x200.jpg" alt="AN1_8363" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8235" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODQ3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODIzNS0xLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6ImEyNzhjNGIifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8235-1.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8235-1-300x200.jpg" alt="AN1_8235" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8266" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODQ2IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODI2Ni5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8266.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8266-300x200.jpg" alt="AN1_8266" /></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a278c4b" data-elementor-lightbox-title="AN1_8285" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1ODQ1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA1XC9BTjFfODI4NS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhMjc4YzRiIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8285.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/AN1_8285-300x200.jpg" alt="AN1_8285" /></figure></a>			
		<p><em>Texto e fotos: Milene Aparecida Eichelberger - acadêmica de jornalismo e estagiária na Agência de Notícias <br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos e atividades do CCNE serão apresentados à população na Praça Saldanha Marinho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/21/cursos-e-atividades-do-ccne-serao-apresentados-a-populacao-na-praca-saldanha-marinho</link>
				<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 20:51:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
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		<category><![CDATA[geografia]]></category>
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		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento CCNE na Praça busca aproximar a comunidade santa-mariense da universidade, por meio da divulgação científica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/1-1.jpg"><img class=" wp-image-64593 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/1-1-300x300.jpg" alt="" width="498" height="498" /></a>No próximo sábado (25), das 9h às 14h, o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM vai apresentar os seus cursos e atividades para as pessoas que estiverem passando pela Praça Saldanha Marinho, no centro de Santa Maria. Ação inédita, o evento <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/ccnenapraca" target="_blank" rel="noopener">CCNE na Praça</a> busca aproximar a comunidade santa-mariense da universidade, por meio da divulgação científica.

Entre as atrações, destacam-se exposições de réplicas do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), jogos didáticos da Central de Tutoria, visualização de células com os cursos de Ciências Biológicas, predição de alturas e quiz da Estatística, exposição do Jardim Botânico, experimentos e quiz da Física, apresentações e jogos pedagógicos da Geografia, jogos e projetos de pesquisa da Matemática. Também serão apresentadas as atividades do Programa de Educação Tutorial (PET) e do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe minicurso sobre preservação de répteis e anfíbios</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/24/ufsm-recebe-minicurso-sobre-preservacao-de-repteis-e-anfibios</link>
				<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 22:42:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento aconteceu através de parceria com a Sociedade Brasileira de Herpetologia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_64256" align="alignright" width="684"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL6956.jpg"><img class=" wp-image-64256" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL6956-300x200.jpg" alt="" width="684" height="456" /></a> O Brasil tem uma das maiores diversidades de anuros (sapos, rãs e pererecas) do mundo, alguns dos quais foram estudados no minicurso[/caption]

No último sábado (21), Santa Maria recebeu o minicurso “Anfíbios e répteis: conhecer para preservar”, idealizado pela Sociedade Brasileira de Herpetologia (SBH). A aula ocorreu de modo presencial, durante o dia todo, em um laboratório do prédio 17 da UFSM. Além de Santa Maria, outras 42 cidades de diferentes regiões do país sediaram o minicurso. Participaram da atividade nove alunos da Licenciatura em Ciências Biológicas da UFSM e dois professores da rede pública de ensino básico.

O curso ofertou uma aula teórico-prática em que os participantes puderam conhecer e aprender mais sobre a herpetofauna do bioma pampa. Na parte teórica, foram discutidas as principais características desse bioma, além de serem apresentadas as espécies de anfíbios e répteis que se encontram em Santa Maria. Na prática, os participantes puderam compreender a diferença de alguns grupos de animais muito parecidos na sua estrutura.

O minicurso surgiu de uma parceria da SBH com o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em Santa Maria, o minicurso foi organizado pelo Laboratório de Herpetologia da UFSM, coordenado pela professora Sonia Zanini Cechin. A organização foi de Amanda Brum (doutora em Biodiversidade Animal e integrante do Laboratório de Herpetologia há 10 anos), que também ministrou a aula, junto com dois alunos de pós-graduação do laboratório. Outros cinco acadêmicos em Ciências Biológicas também ministraram atividades.

[caption id="attachment_64257" align="alignleft" width="615"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7015.jpg"><img class=" wp-image-64257" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/MGL7015-300x200.jpg" alt="" width="615" height="410" /></a> O minicurso serviu de oportunidade de estudo dos répteis para professores da rede básica e inclusive para os próprios alunos de Ciências Biológicas da UFSM[/caption]
<h3>Parceria com a UFSM</h3>
De acordo com Amanda, a parceria com a universidade veio através de um e-mail encaminhado pela SBH, que contatou diversos herpetólogos do país, comunicando a ideia de um evento nacional sobre anfíbios e répteis, voltado para professores da rede pública. Amanda foi uma dessas pessoas e, junto com o laboratório, se colocou à disposição para fazer parte da iniciativa.

“Entendemos que atividades como essa são importantes para atualizar os professores sobre a herpetofauna, além de dar mais visibilidade para estes grupos de animais tão pouco estudados nas escolas”, relata.
<h3>Por que estudar o tema?</h3>
Amanda, assim como o público presente, entende a importância de que esse tema seja mais discutido e estudado. “Talvez poucas pessoas saibam, mas o Brasil é o detentor da maior diversidade de anuros (sapos, rãs, pererecas) do mundo, e um dos maiores detentores da biodiversidade de répteis. Nossa herpetofauna é muito rica e diversa, contudo pouco se fala sobre ela nas escolas, sendo um tema pouquíssimo abordado nos livros base da escola pública. Quando olhamos para o RS, também temos uma herpetofauna interessante e diversa, e que muitos têm medo, nojo ou asco. Estudar os anfíbios e répteis, e trabalhar eles em cursos de formação de professores, é importante para mostrarmos que, apesar de o bioma pampa ser, aparentemente, ‘só campo’, ele é muito diverso, abrigando diversas espécies importantes para o ecossistema, bem como espécies de interesse médico (como serpentes peçonhentas)”, destaca Amanda.

<i>Texto e fotos: Gabriel Escobar, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM contribuem em estudo que encontrou mais de 12 mil espécies no bioma Pampa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/06/02/pesquisadores-da-ufsm-contribuem-em-artigo-que-encontrou-mais-de-12-mil-especies-no-bioma-pampa</link>
				<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 14:19:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bioma pampa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia e evolução]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[O intuito é conscientizar a população sobre a preservação do bioma]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/Destaque-Bioma-Pampa.jpg"><img class="alignright  wp-image-62413" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/Destaque-Bioma-Pampa.jpg" alt="" width="495" height="382" /></a>Um <a href="https://escholarship.org/uc/item/7tp2k884" target="_blank" rel="noopener">estudo recém-publicado na revista Internacional Frontiers of Biogeography</a> aponta a presença de mais de </span>12.500 espécies<span style="font-weight: 400"> atualmente conhecidas no bioma Pampa, entre plantas, animais, fungos e outros micro-organismos. Pesquisadores da UFSM participaram do estudo, que teve como um dos principais objetivos mostrar a </span>importância do bioma Pampa para a preservação da biodiversidade<span style="font-weight: 400">. A pesquisa mostrou que o 2º menor bioma do Brasil é rico em espécies e território e abriga 9% da biodiversidade do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Denominado “</span><em>12,500+ and counting: biodiversity of the Brazilian Pampa</em><span style="font-weight: 400">” (“12.500 e contando: biodiversidade do Pampa brasileiro”), o artigo foi o </span>primeiro grande inventário<span style="font-weight: 400"> feito sobre o bioma Pampa no Brasil, reunindo mais de </span>120 pesquisadores de 70 instituições de pesquisa<span style="font-weight: 400">, sendo liderado pelo professor Gerhard Overbeck e os pesquisadores de pós-doutorado Bianca Ott Andrade e William Dröse, do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para esse estudo, foram reunidos especialistas de cada assunto, e cada um deles contribuiu com os dados que já possuíam de outras pesquisas e inventários, numa grande compilação sobre a</span> biodiversidade do bioma Pampa<span style="font-weight: 400">. A grande contribuição dessa pesquisa é o fato de que, pela primeira vez, foi reunida em um grande inventário, com o intuito de mostrar à sociedade como é amplo o número de espécies presentes no ambiente campestre e a importância em se preservar esse lugar, desmontando a ideia de que campo não tem valor científico, e que só teria utilidade quando transformado em lavoura. A ideia, a partir de agora, é realizar atualizações periódicas conforme o surgimento de novos dados.</span></p>
<h3>Contribuição da UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A professora </span>Sonia Terezinha Zanini Cechin, do Departamento de Ecologia e Evolução do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM, é co-autora<span style="font-weight: 400"> do artigo, e contribuiu com dados do grupo de anfíbios. </span><span style="font-weight: 400">Ela conta que a principal característica do Pampa é ser um </span>bioma campestre<span style="font-weight: 400">, chamado de <em>grassland</em>, que seriam vegetações terrestres caracterizadas pela predominância da vegetação graminoide (capins, gramas ou relvas). O clima temperado, com temperaturas médias entre 13°C e 17°C, garante ao bioma características únicas. No Brasil, ele compreende a </span>metade sul do Rio Grande do Sul<span style="font-weight: 400">, sendo um dos menores biomas encontrados no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Todo bioma, independente de seu tamanho, tem sua relevância, porque cada bioma possui espécies endêmicas - </span>espécies que só ocorrem exclusivamente em uma determinada região geográfica<span style="font-weight: 400">. Nesse bioma, </span>existem muitas espécies endêmicas, por isso, quando uma delas é extinta, ela é extinta de todo o planeta<span style="font-weight: 400">. E cada vez mais esse processo está acontecendo de maneira muito rápida, às vezes, em até algumas décadas”, explica Sonia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, os números encontrados no estudo mostram que o Pampa é </span><em>hotspot</em> - áreas do planeta com presença de grande biodiversidade <span style="font-weight: 400">e que estão passando por processos destrutivos (ameaças causadas por ação humana). Assim, ao se fomentar determinadas atividades agronômicas, precisa-se estudar que consequências elas podem trazer às espécies. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Sonia ainda ressalta que a sociedade tem uma ideia que preservar é plantar floresta. Porém, o bioma Pampa não é de floresta. Mesmo assim, não se torna menos importante. Nesse caso, a preservação é feita quando se mantêm os campos naturais.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da UFSM, também estiveram envolvidos no artigo, trazendo suas contribuições de dados de pesquisas, os autores </span>Bruna Marmitt Braun, Mayara Escobar da Silva, Elaine Maria Lucas, professora do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas do Campus Palmeira das Missões, e Pedro Joel Silva da Silva Filho, professor do Departamento de Biologia do CCNE<span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h3>Sobre o bioma Pampa</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Pampa é um bioma partilhado que se estende pelo Brasil, Argentina e Uruguai, ocupando uma área total de 700 mil quilômetros quadrados. Cerca de </span>dois terços da área do Rio Grande do Sul<span style="font-weight: 400"> são ocupados pelo Pampa, uma extensa área de </span>campo natural<span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A </span>Lei 12.651<span style="font-weight: 400">, conhecida como Lei de Proteção da Vegetação Nativa, estabeleceu que </span>20%<span style="font-weight: 400"> de cada propriedade rural deve ser preservada como “</span>reserva legal<span style="font-weight: 400">”. Porém, na prática, </span>menos de 3% desta vegetação de fato é preservada, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima<span style="font-weight: 400">. Um dos motivos que levam à não preservação desse bioma seria o fato que se tratam de </span>plantas rasteiras de larga escala, o que facilita a remoção<span style="font-weight: 400"> para o plantio e a transformação em lavouras. </span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Tatiane Paumam, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Arte: Unidade de Comunicação Integrada<br /></span><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos de Ciências Biológicas promovem em Palmeira das Missões o evento Campus sem Dengue</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/15/alunos-de-ciencias-biologicas-promovem-em-palmeira-das-missoes-o-evento-campus-sem-dengue</link>
				<pubDate>Mon, 15 May 2023 22:33:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=62243</guid>
						<description><![CDATA[A participação no evento é gratuita e aberta ao público em geral]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quarta-feira (17), às 13h30min, o auditório do Campus da UFSM em Palmeira das Missões recebe o evento Campus sem Dengue, promovido pelo diretório acadêmico do curso de Ciências Biológicas. A participação no evento é gratuita e aberta ao público em geral. A programação pode ser conferida abaixo:

<b>Programação:</b>

13h30min – Abertura;

13h40min – Palestra “Dengue: conceitos/definições, panorama e desafios”, com a coordenadora do Departamento de Vigilância em Saúde de Palmeira das Missões, Regina Peixoto Ardenghi ;

14h20min – Intervalo;

14h35min – Palestra “Gerenciamento de resíduos: a chave para prevenção da dengue”, com a coordenadora do Departamento Municipal do Meio Ambiente, Mariana Martins de Oliveira;

15h15min – Mesa redonda com as professoras da UFSM Fernanda Sarturi (docente com experiência na área da enfermagem, com ênfase na gestão em saúde e formação em saúde), e Elaine Lucas Gonsales (docente com experiência nas áreas de zoologia e ecologia, com ênfase em diversidade e conservação);

15h45min– Encerramento.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campus de Palmeira das Missões recebe comitiva do Fórum Brasil-China de Saúde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/03/06/campus-de-palmeira-das-missoes-recebe-comitiva-do-forum-brasil-china-de-saude</link>
				<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 21:35:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61323</guid>
						<description><![CDATA[Durante a visita, às 8h30min, será assinado memorando relativo ao uso de plantas medicinais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/forum.jpeg"><img class=" wp-image-61324 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/forum-233x300.jpeg" alt="" width="553" height="712" /></a>Nesta terça-feira (7), o Campus da UFSM em Palmeira das Missões vai receber representantes do Fórum Brasil-China de Saúde para uma agenda aberta no município. Na ocasião, será assinado um memorando de entendimentos com o objetivo de promover o desenvolvimento e uso de plantas medicinais no Brasil. A iniciativa é uma parceria entre o Instituto de Medicina Tradicional de Pequim, UFSM, Fórum Brasil-China de Saúde, Movimento dos Pequenos Agricultores e Hospital Santo Antônio, de Tenente Portela.

A a comitiva vai realizar uma visita no Hospital Público Regional, de Palmeira das Missões e, a partir das 8h30min, participa do evento na UFSM, que deverá reunir prefeitos, gestores, empresários e profissionais da área da saúde, entre outros representantes da comunidade regional.

O 1º Fórum Brasil-China de Saúde foi realizado no dia 14 de dezembro de 2022. Um dos objetivos do fórum é criar, em solo brasileiro, o primeiro Hospital Digital Brasil-China, reunindo as técnicas ocidentais e chinesas. A UFSM, por meio do Campus de Palmeira das Missões, foi convidada para participar do evento por conta da relevância estratégica em saúde no que diz respeito à produção de plantas medicinais.

Ainda em 2022, um projeto foi enviado ao Ministério da Saúde para que a cidade de Palmeira das Missões se torne um polo de produção de difusão do conhecimento para o consumo de plantas medicinais. Além do corpo técnico disponível, o Campus da UFSM em Palmeira das Missões apresenta a estrutura já implantada para este fim, o que inclui o Jardim Medicinal, um horto florestal para produção de plantas medicinais, em fase de implantação. Haverá ainda um laboratório de análise e de qualidade, também em fase de implementação, e a disponibilidade da área física para que, a partir de uma experiência bem-sucedida, seja possível disseminar as plantas medicinais testadas, para que sejam consumidas com segurança pela população.

A partir da realização do fórum, no ano passado, grupos específicos de atuação foram criados e, agora, iniciam-se os trabalhos para concretizar o objetivo do fórum, que é de aproximar interesses e gerar oportunidades concretas de intercâmbio e negócios. A UFSM integra o grupo sobre produção, comercialização e uso de fitoterápicos.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Acadêmicos da UFSM participam de projeto que estuda efeitos da perda de corais na costa brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/01/03/academicos-da-ufsm-participam-de-projeto-que-estuda-efeitos-da-perda-de-corais-na-costa-brasileira</link>
				<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 20:17:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[O estudo do projeto ReefSyn mostra que os peixes dos recifes brasileiros devem se adaptar melhor a um futuro com menos corais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Os corais aumentam a presença de peixes dos recifes na costa brasileira e, ao mesmo tempo, a perda dos corais parece não comprometer o papel dos peixes na manutenção do ecossistema. Estas são as conclusões de um estudo desenvolvido por pesquisadores do projeto ReefSyn, do Centro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Intitulado <i>Low functional vulnerability of fish assemblages to coral loss in Southwestern Atlantic marginal reefs</i> (“Baixa vulnerabilidade funcional de cardumes à perda de corais em recifes marginais do sudoeste do Atlântico”), o artigo foi publicado em outubro na revista <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-022-20919-9" target="_blank" rel="noopener">Scientific Reports</a>. Estes resultados contrastam com o que ocorre nos oceanos do Indo-Pacífico e Caribe, onde o declínio de corais frequentemente leva ao colapso geral de todo o ecossistema recifal. Assim, é possível que os peixes em recifes brasileiros consigam se adaptar melhor a um futuro com menos corais, que são extremamente sensíveis às mudanças climáticas.

Os recifes são estruturas formadas por esqueletos de invertebrados sobre as rochas das porções mais rasas dos oceanos. Estes ecossistemas ocupam apenas 0,000063% da superfície terrestre e abrigam pelo menos um quarto do conjunto da fauna e flora marinhas. Os corais são um dos organismos que ocupam os recifes de forma estrutural e chamam a atenção pela variedade de formas e cores. Entretanto, devido à pesca, poluição e às mudanças climáticas, estas espécies estão em declínio globalmente. Estima-se que 14% dos corais do mundo desapareceram entre 2009 e 2018, o que representa cerca de 11.700 km².

[caption id="attachment_60866" align="alignright" width="699"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/Coral-Millepora_FOTO_Ronaldo-Francini-Filho.jpg"><img class="wp-image-60866 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/Coral-Millepora_FOTO_Ronaldo-Francini-Filho.jpg" alt="" width="699" height="466" /></a> Os corais são espécies-chave para a manutenção da biodiversidade nos recifes brasileiros (foto: Ronaldo Francini-Filho)[/caption]

“Os recifes de coral no Brasil são considerados ‘marginais’ para o desenvolvimento da maior parte das espécies de corais. Como aqui as águas são turvas, há menos luz penetrando na coluna d’água e uma menor diversidade e cobertura de espécies de corais nos recifes quando a comparamos com a diversidade e cobertura encontradas em recifes do Indo-Pacífico e do Caribe”, explica Mariana Bender, docente do Departamento de Ecologia e Evolução da UFSM, coordenadora do ReefSyn e autora do estudo. Nos recifes brasileiros a cobertura predominante é de algas.

Mesmo não sendo muito abundantes, os corais do litoral brasileiro favorecem a ocorrência de peixes e assim ajudam a aumentar a diversidade de peixes recifais. “As colônias de corais oferecem muitos recursos para os peixes recifais, como abrigo e alimentação. Por isso, cerca de 40% das espécies de peixes analisadas, de um total de 113 espécies, têm maior probabilidade de ocorrer em locais com maior abundância de corais. Desta forma, a ocorrência dos corais beneficia as populações de peixes recifais”, explica André Luza, primeiro autor do estudo e pesquisador de pós-doutorado do ReefSyn.

No caso brasileiro, este papel dos corais se torna ainda mais interessante por serem importantes mesmo sendo pouco abundantes, em contraste às algas, que são muito comuns porém não aumentaram tanto quanto os corais a chance de ocorrência de peixes no modelo deste estudo. “Este resultado demonstra que os corais são espécies-chave para a manutenção da biodiversidade nos recifes brasileiros, mesmo não sendo dominantes como são nos recifes do Caribe e do Indo-Pacífico”, conclui Guilherme Longo, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e último autor deste trabalho.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores fizeram modelagens computacionais a partir da observação de peixes recifais em 36 pontos distribuídos ao longo dos 8.000 km de litoral brasileiro. A coleta de dados consistiu na instalação de câmeras de vídeo e fotográficas cobrindo dois metros quadrados em vários sítios de coleta, resultando em aproximadamente 4.000 horas de filmagem.

“Foram inúmeras câmeras para registrar a atividade dos peixes nos recifes. Com isso, foi possível registar e associar a atividade dos peixes sobre os organismos fixos no fundo do mar, em uma escala bem fina”, explica Bender. Este esforço de coleta foi possível graças à parceria com o projeto SisBiota Mar, também do CNPq.

Segundo os autores, os peixes recifais brasileiros provavelmente manterão boa parte das funções ecológicas que realizam, apesar dos declínios de corais induzidos pelo clima e consequente perda de peixes associados a corais.

“É importante destacar que não removemos experimentalmente os corais para identificar outros efeitos sistêmicos. Fizemos uma simulação computacional”, adverte Bender. Por exemplo, não se sabe quais os impactos em cascata com a retirada de espécies deste ecossistema – o que os cientistas chamam de extinção secundária –, ou ainda se a sobrepesca já afetou as funções ecológicas dos peixes recifais. “Extinções podem já ter ocorrido, e o que podemos estar vendo atualmente é um conjunto depauperado de peixes e invertebrados”, conjectura Luza. Outro ponto é que os modelos focam na probabilidade de ocorrência e não consideram impactos sobre abundância, sobrevivência ou reprodução destes organismos. “A conclusão de que os corais favorecem a ocorrência de peixes utilizando essa abordagem de modelo em larga escala espacial é um primeiro passo. Agora precisamos avançar com estudos experimentais para entender os mecanismos dessa relação entre peixes e corais”, projeta Longo.

Pautadas as limitações do estudo, estes resultados ainda são positivos para, por exemplo, planejar as melhores estratégias de conservação de recifes brasileiros focadas em refúgios climáticos, ou seja, na priorização de ambientes capazes de se adaptar às mudanças do clima. “Não se trata de entender que os corais não são importantes para o ecossistema recifal brasileiro. Ao contrário, a cobertura de coral potencialmente suporta populações de peixes recifais maiores e recifes com mais espécies de peixes. Isto confere maior capacidade dos ecossistemas recifais manterem a sua estrutura e função quando expostos a perturbações”, finaliza Bender.
<h3><b>Sobre o ReefSyn</b></h3>
O projeto “ReefSyn – Recifes Brasileiros no Antropoceno: Estimando os Impactos da Perda da Biodiversidade sobre o Funcionamento e Serviços Ecossistêmicos para Aperfeiçoar o Manejo Futuro e a Subsistência”, está vinculado ao Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) do CNPq. Tem como objetivo integrar dados da biodiversidade dos recifes brasileiros para responder questões sobre padrões de diversidade, mudanças climáticas, e serviços ecossistêmicos. O ReefSyn busca mapear as funções e os serviços oferecidos por recifes às populações humanas costeiras, e contribuir para o manejo e conservação dos ecossistemas recifais brasileiros. Para tal, o projeto reúne uma equipe de especialistas em diferentes áreas do conhecimento, e é desenvolvido em uma atmosfera colaborativa, de ciência aberta e reprodutível.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do SinBiose/CNPq</i>]]></content:encoded>
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				<title>Campus da UFSM em Palmeira das Missões participa do 1º Fórum Brasil-China de Saúde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/12/15/campus-da-ufsm-em-palmeira-das-missoes-participa-do-1o-forum-brasil-china-de-saude</link>
				<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 22:41:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[O Fórum reuniu universidades e empresas chinesas e autoridades do governo chinês]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, Campus Palmeira das Missões, participou nesta quarta-feira (14) do 1º Fórum Brasil-China de Saúde, organizado pelo Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. O evento foi realizado no formato híbrido, de forma presencial e também on-line, através da plataforma Zoom.

O Fórum reuniu universidades e empresas chinesas e autoridades do governo chinês. Participaram do fórum o reitor da UFSM, professor Luciano Schuch, o diretor da UFSM-PM, professor Luiz Anildo Anacleto da Silva, o vice-diretor, professor Daniel Graichen, e a professora Tanea Maria Bisognin Garlet, bióloga, com atuação na área de botânica e fisiologia vegetal. Por se tratar de uma ação internacional, a Secretaria de Apoio Internacional (SAI) da UFSM também estava presente através dos professores Paulo Bayard e Júlio Rodriguez.

De acordo com o vice-diretor da UFSM-PM, professor Daniel Graichen, a instituição foi convidada para participar do fórum por conta da relevância estratégica em saúde no que diz respeito à produção de plantas medicinais. “A participação da UFSM-PM neste evento foi um marco na cooperação em saúde entre Brasil e China. Fomos convidados pelo movimento dos agricultores familiares, na pessoa do senhor Romário Rossetto. O objetivo da atuação da UFSM-PM neste grupo é firmar uma cooperação para transferência de tecnologia, intercâmbio, produção e estudos na área de plantas medicinais”, afirma Graichen.

A base do diálogo do evento foi o desafio no sistema de saúde mundial que se agravou após a pandemia de Covid-19. A pandemia de Covid-19 aproximou chineses e brasileiros nas parcerias de equipamentos (EPIs), vacinas, pesquisas, profissionais, entre muitas áreas de intercâmbio. É sabido que o setor de saúde é estratégico e gera emprego e renda, além de novas oportunidades em tecnologia e desenvolvimento. Dessa forma, o evento foi uma iniciativa da Puyi Global, empresa sino-brasileira, liderada por Patrícia Zhao Chengcheng, formada em Física pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-graduação em Gestão de Serviços Hospitalares pelo Hospital Albert Einstein. Patrícia é CEO da Puyi Global, instituição privada de saúde voltada para comunidade chinesa no Brasil e com um modelo inovador de atenção multicultural e digital, que tem como foco a saúde inteligente.

Um dos objetivos da empresa, que foi discutido no fórum, é criar, em solo brasileiro, o primeiro Hospital Digital Brasil-China, reunindo as técnicas ocidentais e chinesas. Esse modelo de hospital visa tornar mais célere o diagnóstico, por meio de tecnologia, além de tornar mais acessível o tratamento, com redução de custos para governos e a iniciativa privada, com a diminuição das internações, entre outros benefícios.

[caption id="attachment_60814" align="alignright" width="703"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/12/forum-ok.jpg"><img class=" wp-image-60814" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/12/forum-ok-300x184.jpg" alt="" width="703" height="431" /></a> Durante o fórum os representantes da UFSM abordaram, entre outros assuntos, as pesquisas com plantas medicinais[/caption]

Patrícia Zhao tem atuado como ponte entre a China e o Brasil na área de saúde, tendo participado de seminários, encontros, eventos do governo chinês e de governo e entidades do Brasil, em especial durante a fase mais aguda da pandemia de Covid-19. Esta experiência serviu de inspiração para a criação do 1ª Fórum Brasil-China de Saúde, que teve como foco aproximar os dois países na busca de soluções conjuntas e intercâmbio direto neste setor, que gera emprego e renda, mas também é fator chave para o combate à pobreza extrema e base da busca pela igualdade entre os povos. E a saúde deve ser prioridade. “Brasil e China já são grandes parceiros, mas podem avançar muito no setor de saúde, principalmente, no combate à pobreza e na qualidade e bem-estar de vida de seus povos”, destaca Patrícia Zhao Chengcheng. Ela ressalta ainda que “desta forma, é estratégico pensar nas perspectivas do setor de saúde nos próximos anos, com foco no Brasil e na China, mas de uma forma transversal com o mundo, em curto, médio e longo prazo, a partir de um diálogo construtivo envolvendo autoridades, profissionais, especialistas, empresários, gestores públicos e privados, lideranças, empreendedores, entre outros, para debater as oportunidades do setor que mais cresce no mundo”.

<b>Novo Cenário –</b> Há mais de 15 anos, a China é a maior parceira comercial e de investimentos do Brasil. Desde 2018, antes da pandemia, a China já havia mudado seu foco de investimento e desenvolvimento com o Brasil, apostando nas startups e setores de alta tecnologia. Este novo cenário de pandemia “não totalmente controlada” obriga soluções perenes e inteligentes, o que abre portas para novas parcerias, principalmente, em áreas de comércio digital e produtos manufaturados. Mas também para o setor de saúde, que é um grande gargalo, principalmente, em diagnóstico, na prevenção e oferta de equipamentos. E as novas tecnologias, como os hospitais digitais e os tratamentos naturais, como os remédios fitoterápicos, com a expansão de sua produção, são uma realidade, que baixa custos e universaliza o atendimento. “O Brasil e a China possuem grandes populações e estão em desenvolvimento, com muitas prioridades, mas é sabido que se estiverem juntos podem ajudar seus povos, gerando mais negócios, mais oportunidades, mais vidas saudáveis. O primeiro passo na saúde é o diagnóstico, mas ele sozinho não resolve. Há uma emergência e uma urgência para esse desafio. E só a força coletiva é possível caminhar e inovar nas soluções”, finaliza Patrícia Zhao Chengcheng.

Em sua fala durante o Fórum, o vice-diretor da UFSM-PM, professor Daniel Graichen, contextualizou aos participantes do evento a região onde a instituição está inserida, uma região forte no agronegócio, mas também com milhares de pequenos produtores rurais e que possui a maior população indígena do Rio Grande do Sul. O pesquisador frisou a honra em participar do evento e ainda explicou o quanto a instituição é voltada para a área da saúde, possuindo cursos de Enfermagem, Nutrição e Ciências Biológicas. “Esta vocação foi potencializada no momento da pandemia, onde o nosso campus aqui em Palmeira das Missões organizou um processo de checagem e triagem e de testagem de Covid-19 para mais de 50 municípios da região”, lembrou Graichen.

Em termos de cooperação futura, o vice-diretor salientou que um projeto foi enviado ao Ministério da Saúde para que a cidade de Palmeira das Missões se torne um polo de produção de difusão do conhecimento para o consumo de plantas medicinais. “Aqui no campus temos a professora Tanea Garlet, especialista em plantas medicinais, que tem estudado o assunto há mais de 30 anos e tem sido uma importante difusora do uso destas práticas em comunidades locais, regionais e nacionais. Em termos de estrutura para que possamos avançar na consolidação deste projeto, além do corpo técnico disponível, a UFSM apresenta a estrutura já implantada para este fim, como o Jardim Medicinal; um horto florestal para produção de plantas medicinais, em fase de implantação; laboratório de análise e de qualidade, em fase de implementação; e a disponibilidade da área física para que possamos, a partir de uma experiência bem-sucedida, disseminar as plantas medicinais testadas para que sejam consumidas com segurança por várias populações que assim desejarem”, explicou.

O docente ainda salientou que a instituição está inserida em vários programas, incluindo a Fundação Oswaldo Curz (Fiocruz), onde a professora Tanea realiza um curso de especialização intitulado Inovação em Medicamentos da Biodiversidade com ênfase em plantas medicinais e fitoterápicos. “Esperamos que com esta experiência possamos ser um polo que coordene este processo de difusão dessas medicinas alternativas para outras partes do estado e do Brasil. A UFSM-PM quer ser a grande porta de acesso dessas tecnologias para o mercado e para a população brasileira”, finalizou Graichen.

A partir da realização do fórum, grupos específicos de atuação foram criados para que os trabalhos possam iniciar já no começo do próximo ano, concretizando o objetivo do fórum, que foi de aproximar interesses e gerar oportunidades concretas de intercâmbio e negócios. A UFSM-PM, dessa forma, irá integrar o grupo Produção, Comercialização e Uso de Fitoterápicos.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões, com informações de Dino Agência de Notícias Corporativas</i>]]></content:encoded>
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				<title>Jardim Medicinal da UFSM é inaugurado no Campus de Palmeira das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/12/13/jardim-medicinal-da-ufsm-e-inaugurado-no-campus-de-palmeira-das-missoes</link>
				<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 19:55:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[Como homenagem à sua atuação na UFSM, o jardim recebeu o nome da professora aposentada Amélia Moema Veiga Lopes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No dia 29 de novembro, foi realizada a cerimônia de inauguração do Jardim Medicinal da UFSM, no Campus de Palmeira das Missões. O local recebeu o nome de Jardim Medicinal Professora Amélia Moema Veiga Lopes, para homenagear a professora aposentada da UFSM. De acordo com a idealizadora do local, professora Tanea Maria Bisognin Garlet (bióloga, com atuação na área de botânica e fisiologia vegetal), a concretização do Jardim Medicinal foi um sonho que se tornou realidade. “Desde 2015, muito trabalho envolvendo acadêmicos, professores, servidores terceirizados e voluntários foi realizado para que culminasse na sua inauguração”, pontuou a docente.

[caption id="attachment_60771" align="alignright" width="636"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/12/jardim-medicinal-1.jpeg"><img class=" wp-image-60771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/12/jardim-medicinal-1-300x200.jpeg" alt="" width="636" height="424" /></a> A cerimônia de inauguração do Jardim Medicinal da UFSM ocorreu no dia 29 de novembro[/caption]

A inauguração contou com a participação de diversos segmentos da comunidade de Palmeira das Missões, incluindo o prefeito, vereadores, representantes da Secretaria Municipal de Educação, da 20ª Coordenadoria Regional de Educação, da Secretaria Municipal de Saúde e da 15ª Coordenadoria Regional de Saúde, professores municipais e estaduais, acadêmicos e docentes da UFSM, além de representantes parceiros do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS) e da comunidade em geral. “A cerimônia foi um momento de imensa felicidade e de muita gratidão, marcado pela presença da professora Amélia Moema Veiga Lopes, que deu nome ao Jardim Medicinal. Moema (como gosta de ser chamada) honra a sua homenagem, pois tem uma disposição e alegria contagiantes, além de vasto conhecimento no campo da botânica”, afirmou Tanea.

A ideia do espaço surgiu por meio de projetos de ensino, pesquisa e extensão, que vêm sendo desenvolvidos nos últimos anos na Campus da UFSM em Palmeira das Missões, explicou a pesquisadora. “Pensamos no Jardim Medicinal como um importante espaço para abrigar plantas de interesse medicinal e terapêutico e que possa servir de apoio ao desenvolvimento de ações educativas voltadas a escolas de educação básica, equipes de saúde, academia e comunidade em geral, proporcionando compartilhamento de experiências e oportunidade de aprendizado a todos”.

O vice-diretor do campus, professor Daniel Graichen, destaca que o projeto iniciou a partir de conversas entre docentes e técnico-administrativos em educação e, ao longo dos anos, foi crescendo em relevância, à medida que a docente levou a coleção de plantas rudimentares, aromáticas e medicinais para as escolas em projetos de extensão, divulgando o nome da universidade na comunidade local e regional. “Este é um local de aprendizado para os alunos tanto da Biologia, Nutrição e da Enfermagem, sobre os conhecimentos tradicionais de etnobotânica que podem ser aplicados na melhora da qualidade de vida das pessoas. O nome da professora Moema é muito simbólico para a UFSM, uma vez que ela foi uma das fundadoras do Jardim Botânico do campus sede e, agora, emprestando o nome ao Jardim Medicinal do Campus de Palmeira das Missões, completa este elo de formação de espaços”.

Graichen salienta que a expectativa é que o local seja um ambiente de aprendizado não só para a comunidade acadêmica, mas também para os estudantes das escolas municipais e estaduais do município e região, além de toda a comunidade. “A gente espera que, nos próximos anos, o Jardim Medicinal se consolide como um espaço para além da universidade, se tornando um jardim público e que outras pessoas continuem chegando à UFSM-PM a partir desses conhecimentos”, enfatiza.

Outros projetos ainda serão desenvolvidos ao longo do próximo ano, como a conclusão de algumas obras de arborização do jardim, e a construção de um meliponário (coleção de colmeias de abelhas sem ferrão), projeto que tem a coordenação do professor Luiz Eduardo Pucci. “A viabilização desses projetos também vai completar este ciclo formativo em que as pessoas podem passar por todo este complexo de plantas aromáticas e medicinais e também pelos seus polinizadores”, completa o vice-diretor.

O Jardim Medicinal Professora Amélia Moema Veiga Lopes está aberto à visitação de escolas, instituições e comunidade em geral. Para agendamento e mais informações, deve-se entrar em contato através do e-mail tanea.garlet@ufsm.br ou por meio da página do Jardim Medicinal no Instagram.

Quatro obras de divulgação científica sobre plantas medicinais, produzidas para as séries Extensão e Cadernos de Extensão, podem ser conferidas aqui: <a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/12225/meio%20ambiente.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank" rel="noopener"><i>Plantas Medicinais de Emprego Popular em Palmeira das Missões</i></a>, <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2019/12/Cartilha-Plantas-Medicinais.pdf" target="_blank" rel="noopener"><i>Plantas Medicinais Nativas de Uso Popular no Rio Grande do Sul</i></a>, <a href="https://drive.google.com/file/d/14Yh8ggV3j_Ar6Ufd9KSmjSz8zV7RDxwh/view" target="_blank" rel="noopener"><i>Jardim Medicinal: Integrando Conhecimentos</i></a> e <a href="https://drive.google.com/file/d/19xW28OzNGros6wzO23K9xdwA_i7DYd-Y/view" target="_blank" rel="noopener"><i>Plantas medicinais nativas de emprego popular no Rio Grande do Sul</i></a>.

<em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</em>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Herbário da UFSM inicia atividades comemorativas ao seu aniversário de 85 anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/07/herbario-da-ufsm-inicia-atividades-comemorativas-ao-seu-aniversario-de-85-anos</link>
				<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 19:24:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[herbário]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60321</guid>
						<description><![CDATA[A programação começou em 14 de outubro e segue até fevereiro de 2023, como atividades como palestras e oficinas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Fundado em 1938 pelo professor e médico Romeu Beltrão e indexado internacionalmente desde 1978, o <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/herbario-smdb/" target="_blank" rel="noopener">Herbário SMDB</a> iniciou uma programação de atividades em comemoração ao seu aniversário de 85 anos de existência. Romeu foi professor de botânica e farmácia anteriormente à fundação da universidade. Após o início das atividades da UFSM, ele se vinculou à instituição e a coleção foi incorporada a ela, inicialmente inserida no Departamento de Biologia – por isso a sigla SMDB, que significa “Santa Maria Departamento de Biologia” – e, posteriormente vinculada ao <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/" target="_blank" rel="noopener">Jardim Botânico da UFSM</a>, órgão suplementar do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE). Como o Herbário não possui uma data específica de fundação, apenas a certeza de que a coleção foi iniciada em 1938, decidiu-se comemorar o seu aniversário no mês de nascimento de Beltrão. Assim, em fevereiro de 2023 celebram-se os 85 anos do Herbário SMDB.

O Herbário tem inúmeros usos. O principal deles é como coleção científica para estudos de taxonomia – destaca-se a identificação de plantas, tombamento de testemunhos de pesquisas, etc. Porém, há várias outras funções, como coleção de referência para identificação de plantas, registros sobre mudanças ambientais, descoberta da época de floração, locais onde há espécimes raras, assim como a verificação da ocorrência de plantas que estão se tornando invasivas, entre outras. Em resumo, é um banco de dados botânicos de referência nacional e internacional.

A curadora do Herbário, professora Liliana Essi, aponta estudos que mostram que há mais de cem usos para um herbário e, na universidade, um dos mais importantes é como um espaço de extensão. Afinal, é um local aberto a toda a comunidade escolar e acadêmica (tanto da UFSM quanto de outras instituições), bem como para pesquisadores e comunidade em geral. Ou seja, está à disposição de qualquer um que tenha interesse em conhecê-lo.

Os feitos ao longo dos 85 anos se deram em etapas bem definidas. Liliana ressalta que, para além de pensar em acontecimentos expressivos, é preciso considerar que apenas a criação do Herbário, no interior do estado, em 1938, já foi um grande feito para a época. Mas ela destaca alguns marcos, como a participação de importantes botânicos do Rio Grande do Sul na construção da coleção. Um deles foi Balduíno Rambo, que também fez campanha pela criação do Jardim Botânico de Porto Alegre, reivindicou a declaração do Parque Itaimbezinho como parque nacional, organizou o Museu Rio-Grandense de Ciências Naturais e propiciou, através de suas pesquisas, a criação de um acervo de 50 mil exemplares de plantas, em 1948, o que representa cerca de 90% da flora nativa.

Outro destaque foi o início do processo de digitalização do acervo, em que foram passadas todas as informações de uma “biblioteca de plantas” para um sistema que pode ser acessado por qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Inicialmente, foram anexadas apenas as informações das etiquetas. Agora a equipe trabalha para adicionar também as imagens das plantas. Dessa forma, este acervo online torna-se um dos destaques mais recentes, marcantes e inovadores, uma vez que permite a visibilidade do trabalho desempenhado no Herbário a nível mundial. O herbário participa de uma rede dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), que organiza um grande herbário virtual chamado <a href="https://specieslink.net/" target="_blank" rel="noopener">Specieslink</a>, e é nele que se encontra o <a href="https://specieslink.net/col/SMDB/" target="_blank" rel="noopener">acervo digitalizado</a>.

O espaço físico do Herbário está localizado no prédio 21, no segundo andar. Liliana conta que existem planos para transferi-lo para um espaço maior, mais adequado ao tamanho da coleção, junto ao Jardim Botânico.

<b>Comemorações –</b> As atividades comemorativas foram pensadas de acordo com os principais interesses dos botânicos. Nas duas atividades já realizadas, por exemplo, foram expostas técnicas de fotografia de espécies vegetais e a produção de mapas, pensando na distribuição fitogeográfica. As próximas atividades oferecidas serão o Curso sobre Óleos Essenciais, que será ministrada pela professora Berta Heinzmann (do Departamento de Farmácia Industrial da UFSM), e a palestra sobre o Parque Municipal dos Morros, com a gestora do parque, Marina Deon, ambas no dia 18 de novembro.

“Toda a programação é voltada à conservação ambiental, aos botânicos e ao público leigo, não só acadêmico, mas também à comunidade em geral. Assim, nos meses de outubro, novembro e dezembro, haverá atividades diversas e oficinas de capacitação e, em fevereiro de 2023 (em data a ser divulgada), está prevista uma grande confraternização para encerrar as atividades comemorativas dos 85 anos”, declara a curadora.

A organização do evento é realizada pela professora Liliana e pelas técnicas de laboratório Viviane de Oliveira Garcia e Benardete Panno – que, inclusive, está no herbário há mais tempo que os curadores. No cotidiano do Herbário também colaboram estudantes e professores. Para se inscrever e conferir a programação completa alusiva aos 85 anos do Herbário, os interessados devem acessar o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeX9FvmUPMRXg_2vL5cCwgBibPcb-cr7IU0XfIHFY32s-qd5w/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CCNE</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Biomatemática da UFSM promove workshop internacional a partir de quarta-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/09/30/grupo-de-biomatematica-da-ufsm-promove-workshop-internacional-a-partir-de-quarta-feira</link>
				<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 20:01:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>

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						<description><![CDATA[A biomatemática é uma área do conhecimento que utiliza técnicas e métodos matemáticos para estudar fenômenos biológicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MainiHorario.jpg"><img class=" wp-image-59890 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MainiHorario-300x300.jpg" alt="" width="380" height="380" /></a>De 5 a 7 de outubro, ocorre na UFSM o workshop Biomatemática na Primavera em 29S53W (Mathematical Biology in Springtime at 29S53W). Os números e letras que constam no título do evento são uma referência às coordenadas geográficas de Santa Maria – latitude 29º Sul e longitude 53º Oeste). O workshop vai acontecer de forma presencial, em auditórios dos prédios básicos do campus sede, contando com palestrantes de universidades estrangeiras – University of Oxford (da Inglaterra), University of Ottawa (do Canadá), University Medical Center Utrecht (da Holanda), Universität Osnabrück (da Alemanha) – e brasileiras: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e universidades estaduais Paulista (Unesp) e de Campinas (Unicamp).

O professor Philip Maini, de Oxford, vai ministrar a palestra de abertura: “<i>Modelling Collective Cell Movement in Development and Disease”</i>. A conferência, que será proferida em inglês, ocorre na próxima quarta-feira (5), às 9h, no auditório A do prédio 17 (<em>conforme a imagem ao lado</em>).

A biomatemática é uma área do conhecimento que utiliza técnicas e métodos matemáticos para estudar fenômenos biológicos, como dinâmica de populações, invasões biológicas, controle de pragas e propagação de epidemias, entre outros. A programação será constituída por palestras, minicursos, mesas-redondas e apresentação de trabalhos (no formato de pôster).

Contando com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), o evento é promovido pelo Grupo de Biomatemática da UFSM. Outras informações sobre o workshop constam no <a href="https://sites.google.com/view/mbspringtime2022/home" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do evento</a> e em sua página no <a href="https://www.instagram.com/biomatematicaufsm22/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Avaliação da CAPES atesta excelência de programas de pós-graduação da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/09/14/excelencia-de-ppgs-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 18:13:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
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		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[25 programas de pós-graduação tiveram aumento de conceito na avaliação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
</p>
<p>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) divulgou o resultado da Avaliação Quadrienal dos cursos de pós-graduação referente ao período 2017-2020. A UFSM obteve resultados positivos expressivos, com aumento da nota em 25 Programas de Pós-Graduação (PPGs).</p>
<p>Dos PPGs da UFSM analisados pela Capes, 4 obtiveram conceito 7, nota mais alta na avaliação. Os programas de pós-graduação em Medicina Veterinária e Química mantiveram o conceito já obtido em avaliações anteriores e os programas de Ciência do Solo e Engenharia Elétrica aumentaram a nota de 6 para 7. Além destes, a UFSM também possui outros três programas com conceito 6: Agronomia, Biodiversidade Animal e Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica. Outros 21 programas possuem conceito 5, indicando grande qualidade e consolidação em suas áreas.</p>
<p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<p></p>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a98336d" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2022-09-14 at 12.01.25 (2)" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-14-at-12.01.25-2.jpeg"><img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-14-at-12.01.25-2-768x768.jpeg" alt="" loading="lazy"></a><br>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="a98336d" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2022-09-14 at 12.01.25 (2)" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-14-at-12.01.25.jpeg"><img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-14-at-12.01.25-768x768.jpeg" alt="" loading="lazy"></a><br>
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<h3><b>Os passos em direção ao grande objetivo</b></h3>
<p>Ao todo, 25 PPGs da Universidade aumentaram a nota nesta avaliação. Nove cursos que antes possuíam apenas mestrado, por terem elevado sua pontuação, poderão propor doutorado. Em reunião de conselho com os coordenadores dos PPGs, o reitor, Luciano Schuch, comemorou o resultado da Universidade, ao mesmo tempo em que alertou para indicadores fixos, os quais são cruciais para que a Instituição alcance um de seus objetivos propostos no Plano de Desenvolvimento Institucional: a nota 5 no Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC). Ao final do semestre, com a boa avaliação dos PPGs da UFSM na CAPES e com o resultado do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), a UFSM pode subir de posição.&nbsp;</p>
<p>Para isso, Schuch entende que, para além de criar novos programas, o crucial neste momento é o fortalecimento e consolidação dos já existentes. Na mesma perspectiva, a&nbsp; Pró-Reitora de Pós-graduação e Pesquisa, Cristina&nbsp; Nogueira, afirma que o momento é de qualificar os PPGs. “O nosso grande objetivo é qualificar, porque nós já temos programas de pós-graduação em quase todas as áreas do conhecimento, cerca de 70 ou 80%”, esclarece. Outra possibilidade elencada pelos gestores é a fusão de PPGs, para evitar a sobreposição de áreas. “Nossa gestão estuda fundir PPGs e deixá-los mais fortes, consolidados e de excelência”, destaca Cristina.&nbsp;</p>
<h3><b>Momento histórico e de consolidação</b></h3>
<p>Para a Pró-Reitora, esse é um momento histórico, pois há 20 anos a quantidade e a qualidade dos programas vem aumentando. Também, ela acredita que as notas refletem um amadurecimento da comunidade acadêmica, aliado ao papel das gestões anteriores, as quais “pavimentaram o caminho”, como diz Cristina. Para a continuidade desse progresso, ela analisa que deve-se fazer um trabalho sério, a fim de que os altos conceitos se mantenham e os médios os alcancem, pois já se passaram dois anos para o próximo quadriênio e, assim “é como se estivéssemos olhando uma foto de dois anos atrás. E neste período, os programas já estão produzindo mais ainda”, explica.&nbsp;</p>
<p>Agora, a partir desta avaliação, a UFSM está com 48,3% de cursos consolidados. Isto é, programas com conceito a partir de 5. Ao comparar com avaliações anteriores, pode-se notar que a maioria costumava ser conceito 3 a 4, com apenas 20% dos cursos consolidados. “Agora nós fizemos essa virada, por isso é histórico. Mas também não se consolidam programas do dia para a noite. Então nós estamos colhendo os frutos de um trabalho sério desenvolvido ao longo dos anos”, celebra a Pró-Reitora.&nbsp;</p>
<h3><b>Por trás dos números, muita dedicação</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b>Biodiversidade: </b>Um dos programas que mais se destacou na avaliação da CAPES foi o PPG em Biodiversidade Animal. Isso porque sua nota deu um salto desde a última avaliação: estava com 4 em 2016, e agora está com 6. Uma realização para o seu coordenador, o professor André Schuch. Para ele, isso se deve ao foco do programa na qualidade da formação dos alunos e na elaboração de relatório na plataforma Sucupira - quando a CAPES recebe informações para realizar sua avaliação.&nbsp;</li>
</ul>
<p>Ao longo dos cinco anos à frente da coordenação, André exalta o apoio dado pelo pessoal da PRPGP. Entre as metas futuras, está o trabalho na divulgação internacional do programa. A fim de continuar sua crescente, o coordenador pretende usar as novas ferramentas propostas pela UFSM para promover seu planejamento e autoavaliação. “Antigamente, fazíamos tudo na mão mesmo. Agora temos <i>software </i>para nos ajudar a comparar com outros programas”, aponta, complementando que a luta por mais recursos para projetos e bolsas acadêmicas sempre será fundamental.&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Medicina Veterinária: </b>Já é a terceira vez que o Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (PPGMV) recebe o conceito 7 pela CAPES. A coordenadora, Fernanda Silveira Flores Vogel, acredita que a nota traduz o trabalho da comunidade científica e a seriedade da coordenação. Um dos méritos do programa é o fato dos artigos científicos serem publicados em periódicos de alto valor de impacto e possuírem alta taxa de citação.&nbsp;</li>
</ul>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A internacionalização não fica de fora do PPG. O programa é consolidado em diversos países como Estados Unidos e Canadá, além de suas parcerias com o CAPES-PrInt. O&nbsp; PPGMV tem em seu corpo docente dois professores visitantes dos países mencionados. Fernanda também destaca o foco na formação dos acadêmicos, que saem do PPG com grande qualificação: "Além disso ressalta-se a qualidade dos nossos egressos. A maior parte estão bem colocados no mercado de trabalho”, conta.&nbsp;<br><b></b></p>
<ul>
<li><b>Química: </b>Na&nbsp; Pós-Graduação em Química a história não é diferente, manteve-se a nota máxima. O coordenador, Cezar Augusto Bizzi, atribuí o feito à comunidade acadêmica, como os docentes, estudantes e servidores. Ademais, ele define a pesquisa realizada no PPG como “na fronteira do conhecimento”, devido ao seu nível avançado, o qual é comparável à produção científica&nbsp; internacional. Como resultado, observa um corpo docente motivado, que trabalha incansavelmente, e um corpo discente que dá suporte para que a pesquisa aconteça através de seus trabalhos na pós-graduação, exalta Bizzi. “Basicamente, a ‘máquina’ funciona nessa motivação constante que nós temos das pessoas, tanto professores como e estudantes, para que a pesquisa seja feita com o máximo de qualidade possível” reitera.&nbsp;</li>
</ul>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Sobre a manutenção do conceito 7, o professor entende que é um reconhecimento do trabalho realizado a longo prazo e que possui grande destaque, também, no cenário internacional. Para ele, esse aspecto é fundamental, pois atrai a atenção de pesquisadores de todas as partes, em uma procura crescente, a qual gera um senso de estrutura da Instituição cada vez mais aprimorado, orgulha-se o coordenador.&nbsp;<br><b></b></p>
<ul>
<li><b>Engenharia Elétrica:&nbsp; </b>A Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGE) também é referência em qualidade, principalmente agora que subiu do conceito 6 para o 7. Porém, nem sempre foi assim. Nos anos 90, o programa recebeu uma recomendação de fechamento do curso por parte da CAPES. Isso fez com que um grupo de professores da época se organizassem e trabalhassem com um planejamento estratégico com foco nos indicadores da CAPES a fim de reverter a situação. O coordenador, Marco Antônio Dalla Costa, conta que, desde então, todas as ações foram feitas não só para recuperar o conceito favorável da CAPES, mas também para atingir a nota máxima. “Isso é resultado de um planejamento realizado há cerca de 30 anos, que passou desde uma recomendação de descredenciamento do programa a um dos principais em nível de excelência", explica.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Para a consolidação da nota 7, a internacionalização mais uma vez tem papel fundamental, através de diversos projetos de cooperação internacional realizados pelo PPGE nos últimos anos. Marco Antônio reconhece, também, o papel de se relacionar com a indústria nacional, buscando financiamentos de empresas e concessionárias de energia, seja para melhorar a infraestrutura de laboratórios, seja para promover bolsas para alunos trabalharem em projetos. Paralelamente, o professor ressalta que essa conquista só foi possível com o apoio de toda a PPGE e seus componentes, como professores, alunos e técnicos-administrativos em educação.&nbsp;<br><b></b></p>
<ul>
<li><b>Ciência do Solo: </b>o Prógrama de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) subiu sua avaliação de 6 para 7 neste quadriênio. O coordenador, Rodrigo Josemar Seminoti Jacques, atribui esse resultado a um trabalho de longo prazo desenvolvido por docentes, TAES e acadêmicos vinculados ao PPGCS, que estão extremamente comprometidos com a constante melhoria do programa. "É um processo de planejamento estratégico complexo, de engajamento da comunidade acadêmica com a qualificação do programa. São todos trabalhando na mesma direção, em busca de resultados de qualidade", explica o coordenador.</li>
</ul>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A internacionalização também é citada como ponto fundamental dessa nota. O PPGCS conta com docentes estrangeiros e viabiliza o intercâmbio de acadêmicos para outros países, além das publicações em revistas bem conceituadas e de alto impacto. Como resultado o coordenador afirma que agora as portas podem se abrir para maiores investimentos, tanto governamentais como de agências privadas, novas oportunidades ligadas ao setor produtivo, parcerias, trocas com outros programas de excelência, além de um maior reconhecimento por parte dos estudantes que buscam qualificação na área. Para Rodrigo o desafio que se impõe agora é a manutenção desta nota. "Não vamos nos acomodar, queremos manter a excelência! Seguimos discutindo e buscando melhorias para o programa. Esse processo é contínuo", finaliza.&nbsp;<br><b></b></p>
<h3><b>Como funciona a avaliação dos PPGS feita pela CAPES&nbsp;</b></h3>
<p>Ligada ao MEC, a CAPES é responsável pelo fomento, regulação e avaliação da pós-graduação no Brasil. A cada 4 anos uma avaliação&nbsp; dos programas é realizada. Os resultados apresentados agora são referentes aos anos de 2017 a 2020 e servem de referência para a concessão de auxílios por parte das agências de fomento, indicar o estágio de desenvolvimento e a qualidade de cada programa. O conceito pode fazer com que os programas possam abrir novos cursos, ganharem ou perderem bolsas ou mesmo serem descredenciados.</p>
<p>Dentre os critérios gerais de avaliação estão a produção científica de docentes e discentes, publicação em revistas com bom Qualis, formação do corpo docente e discente, além do impacto social do programa.&nbsp;</p>
<p>Depois da avaliação, os PPGS são classificados em conceitos que variam entre 1 e 7. Quando os programas recebem o conceito 1 ou 2, têm a autorização de funcionamento cancelada e perdem o reconhecimento dos cursos que oferecem. A nota 3 implica em um desempenho regular, atendendo ao padrão mínimo de qualidade. O conceito 4 é considerado um bom desempenho e é o valor exigido para que um programa possa ofertar doutorado. A nota 5 significa que o programa é muito bom, sendo a máxima para PPGs que ofertam apenas mestrado. Os conceitos 6 e 7 atestam a excelência de um PPG em nível internacional e essas notas só podem ser alcançadas por PPGs que oferecem doutorado.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">
</p><p style="color: #000000;font-size: 16px"><em>Texto: Gabrielle Pillon, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM vai contar com o primeiro laboratório do interior do RS com nível de biossegurança 3</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/09/12/ufsm-vai-contar-com-o-primeiro-laboratorio-do-interior-do-rs-com-nivel-de-biosseguranca-3</link>
				<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 22:43:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=59657</guid>
						<description><![CDATA[O Laboratório NB-3 Neuroimunologia da UFSM terá condições para a pesquisa com amostras vivas do novo coronavírus]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_59658" align="alignright" width="580"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/IMG-20220912-WA0028.jpg"><img class=" wp-image-59658" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/IMG-20220912-WA0028-200x300.jpg" alt="" width="580" height="871" /></a> Um dos principais equipamentos no interior do laboratório é a cabine de biossegurança, que é onde os pesquisadores vão manipular as amostras[/caption]

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Desde que o mundo foi pego de surpresa pela pandemia de Covid-19, buscam-se respostas sobre o modo de contaminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2), de como ele provoca a síndrome respiratória aguda grave e, principalmente, de formas eficazes de tratamento e profilaxia. Com a criação do Laboratório de Nível de Biossegurança 3 (NB-3) de Neuroimunologia, que vai começar a funcionar em breve, a UFSM dá um passo adiante para que seus pesquisadores possam buscar por si próprios, e de forma segura, respostas satisfatórias para esses questionamentos. Este é o primeiro laboratório com a classificação NB-3 do interior do Rio Grande do Sul. Além do novo coronavírus, o laboratório também oferece condições para a pesquisa de outros microrganismos que causam doenças potencialmente letais, incluindo vírus que provocam doenças como a Aids, febre amarela, gripe A, dengue, Zika e Chikungunya e bactérias como o bacilo de Koch (causador da tuberculose).</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O laboratório localiza-se no prédio 15B do campus sede da UFSM. De acordo com a sua coordenadora, professora Micheli Mainardi Pillat, a ideia de adaptar um laboratório do prédio para o nível NB-3 surgiu ainda no início da pandemia. Ela relata que, quando professores e acadêmicos dos programas de pós-graduação em Farmacologia e Ciências Farmacêuticas começaram a fazer pesquisas com o novo coronavírus (contando com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul – Fapergs), aproximadamente 60% do trabalho tinha de ser feito em Porto Alegre, em um laboratório da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), já que a UFSM não dispunha de um laboratório no qual se pudesse trabalhar com a cultura do vírus.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Esses programas de pós-graduação da UFSM já tinham o espaço físico e alguns dos equipamentos necessários para a instalação de um laboratório NB-3, como um <i>ultrafreezer</i> com capacidade de resfriamento de - 80 ºC e uma autoclave de barreira (usada para a esterilização de materiais). As adaptações foram realizadas pela empresa Biosafe Biossegurança Brasil, especializada no projeto e construção desse tipo de laboratório e que foi também responsável pelo treinamento dos professores, técnicos e alunos que vão atuar no Laboratório NB-3 Neuroimunologia.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Entrada –</b> No laboratório NB-3, é permitida somente a entrada de um número restrito de pesquisadores e técnicos autorizados, e para os quais a porta somente abre por meio da verificação por sensor biométrico. O espaço é aberto apenas para a entrada e saída das pessoas autorizadas e das amostras em pesquisa. E, para isso, existe um protocolo complexo que precisa ser rigorosamente obedecido.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Antes de uma pessoa entrar no laboratório NB-3, ela tem de passar por duas antecâmaras. A primeira delas (também conhecida como “antecâmara limpa”) é para a higienização das mãos e para vestir o equipamento de proteção individual (EPI), que inclui máscara PFF 2 ou N 95, máscara <i>face</i> <i>shield</i>, macacão, avental, luvas, óculos de proteção, calçados de segurança e propés. Como essas peças são todas descartáveis, e podem ser usadas somente uma vez, sempre que uma pessoa sai do laboratório deve despir o EPI na segunda antecâmara – também conhecida como “antecâmara suja”, pois recebe os pesquisadores e técnicos após saírem do laboratório.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Para alguém entrar no laboratório, tem de atravessar três portas – localizadas entre o corredor do prédio e a primeira antecâmara; entre a primeira e a segunda antecâmara; e entre a segunda antecâmara e o interior do laboratório. As três portas funcionam por sistema de intertravamento, ou seja, para abrir uma delas, é necessário que as outras duas estejam totalmente fechadas.</span>

[caption id="attachment_59659" align="alignright" width="635"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/IMG-20220912-WA0000.jpg"><img class=" wp-image-59659" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/IMG-20220912-WA0000-300x211.jpg" alt="" width="635" height="447" /></a> No final de julho, os professores, técnicos e alunos que vão atuar no laboratório passaram por um treinamento, que incluiu a manipulação do display onde constam as condições de pressão, temperatura, umidade e renovação do ar[/caption]

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Ar, pressão, temperatura e umidade –</b> No corredor do prédio, ao lado da porta de acesso à “antecâmara limpa”, há um medidor analógico para o controle da pressão no seu interior; logo abaixo, está um <em>display</em> digital que – além da pressão no interior do laboratório e das duas antecâmaras – informa também condições como temperatura, umidade e renovação do ar no interior desses recintos.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Tanto o laboratório como as duas antecâmaras têm um sistema de pressurização que garante que a pressão seja negativa no interior desses recintos. Esse é um expediente importante para obstruir a saída e propagação dos vírus e bactérias pesquisados no laboratório. Isso porque um ambiente com pressão menor “suga” o ar quando se comunica a um ambiente com pressão maior. Por isso, a cada porta que se abre para entrar no laboratório, a pressão decai gradativamente. Na primeira antecâmara, ela é de - 10 Pa; na segunda, é de - 20 Pa; por fim, dentro do laboratório, a pressão é de - 40 Pa.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">A pressurização desses ambientes é sustentada por um sistema centralizado e duplicado de condicionamento, exaustão e renovação do ar, para cujo funcionamento foi necessária a construção de uma verdadeira “casa de máquinas” no lado de fora. Além de realizar 27 trocas de ar por hora dentro do laboratório, fica a cargo desse sistema a manutenção da temperatura ambiente em cerca de 20 ºC e a umidade relativa do ar em aproximadamente 65%. A duplicação do sistema de ar é necessária para, no caso de falha no ar-condicionado principal, um outro de reserva entrar em operação. O laboratório também é protegido contra quedas de energia elétrica, pois está conectado a um gerador no lado de fora do prédio. E, para o caso de uma eventual emergência, foi instalado um sistema de alarme.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Dentro do laboratório –</b> O protocolo de segurança exige que, sempre que um pesquisador ou técnico entrar no laboratório, precisa estar acompanhado de pelo menos dois auxiliares – um dentro e outro do lado de fora do recinto. Caso o pesquisador necessite de algo que não esteja no laboratório, o auxiliar que fica de sobreaviso na parte externa pode levar até ele utilizando-se do <i>pass through</i>, que consiste em uma pequena caixa para passagem de materiais, comunicando o interior com o exterior do laboratório.</span>

[caption id="attachment_59660" align="alignleft" width="564"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/IMG-20220912-WA0014.jpg"><img class=" wp-image-59660" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/IMG-20220912-WA0014-300x200.jpg" alt="" width="564" height="376" /></a> Além da cabine de biossegurança (à esq.), um dos principais equipamentos com os quais o laboratório conta é a autoclave de barreira (à dir.), que serve para a esterilização de materiais[/caption]

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Entre os principais equipamentos que ficam dentro do laboratório (em uma área de aproximadamente 35 m<sup>2</sup>), além de alguns já mencionados (como a autoclave de barreira e o <i>ultrafreezer</i> de - 80 ºC), um dos principais é a cabine de biossegurança, que é onde os pesquisadores vão manipular as amostras. Com uma capacidade de recirculação de 70% do ar em seu interior e de filtragem dos outros 30%, essa cabine tem como finalidade obstruir a contaminação dos agentes biológicos manipulados e a sua propagação para fora desse equipamento.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O laboratório conta também com uma estufa, uma centrífuga, um microscópio ótico, uma geladeira e um computador para registrar os resultados das pesquisas. Outra adaptação importante no interior do laboratório foi a colocação de cantos arredondados entre a parede e o piso, para evitar o acúmulo de sujeira. Para o laboratório entrar em funcionamento, falta somente a instalação de uma bancada de aço inox.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Treinamento e amostras –</b> Além do projeto e construção do Laboratório NB-3 Neuroimunologia, a empresa Biosafe foi também responsável pelo treinamento dos pesquisadores que vão atuar nele. Realizado de 25 a 27 de julho, o treinamento na UFSM foi ministrado para 10 pessoas (entre professores, servidores técnico-administrativos e alunos) pela pesquisadora Camila Pereira Soares. Ela é doutoranda em Microbiologia na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação do professor Edison Luiz Durigon, que é um dos principais virologistas do país.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Durigon e sua equipe foram os primeiros no Brasil a isolar o novo coronavírus em laboratório. Também foram responsáveis por cultivar o vírus e enviar amostras inativas para vários laboratórios da rede de vigilância sanitária, para serem usadas como material de controle em testes do tipo PCR. Os cultivos de vírus realizados pela equipe de Durigon também têm abastecido laboratórios NB-3 de todo o país com amostras vivas do novo coronavírus. Isso inclui o laboratório da UFSM, que receberá em breve amostras de três cepas: a de Wuhan (causadora da primeira onda de Covid-19), a P1 (responsável por um surto significativo da doença que teve Manaus como epicentro) e a ômicron (variante de preocupação com alta disseminação identificada no final de 2021).</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Lucas Casali</i></span>

<em>Fotos: Luis Ferraz</em>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Agittec fecha o décimo contrato de licenciamento de tecnologia patenteada pela UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/07/28/agittec-fecha-o-decimo-contrato-de-licenciamento-de-tecnologia-patenteada-pela-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 20:33:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[patentes]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=59249</guid>
						<description><![CDATA[O contrato foi a assinado com a Auftek, para a comercialização de um novo dispositivo e método para análise de amostras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Coordenadoria de Transferência de Tecnologia, órgão da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec), fechou um novo contrato de licenciamento para a UFSM. O documento, que viabiliza a utilização de duas tecnologias desenvolvidas na instituição, foi assinado junto à empresa Auftek, incubada na Pulsar Incubadora da UFSM. Este é o décimo licenciamento feito pela agência. O número desses repasses de tecnologia tem apresentado crescimento significativo na instituição durante os últimos anos.</p>
<p>Dessa vez, aconteceu algo inédito na agência: um licenciamento de duas tecnologias para a Auftek, empresa incubada na UFSM. O projeto contou com a parceria da incubadora da UFSM, por intermédio do Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (Gepoc) e pelo Centro de Pesquisa e Intensificação, Integração e Inovação de Processos (3i), sob a orientação dos professores Leandro Michels e Juliano Barin, respectivamente.</p>
<p>Foram duas tecnologias licenciadas. A primeira chama-se “Dispositivo e método para análise de amostras”, que foi denominada como μTower. A segunda tecnologia desenvolvida é um dos elementos da μTower, que é denominada “Dispositivo e processo para troca de calor e homogeneização de misturas em tubos de ensaio” e realizará a agitação magnética do fluido que garantirá a análise microbiológica.</p>
<p>A μTower é o primeiro dispositivo brasileiro desenvolvido para identificar e monitorar o crescimento microbiano, além de possibilitar a obtenção da contagem total de bactérias na amostra. Esse equipamento busca reduzir o tempo de análises microbiológicas de dias para horas. O aparelho pode medir, por exemplo, os níveis de contaminação por salmonela em amostras de farinhas em menos de 24 horas e a contagem bacteriana total (CBT) de amostras de leite <i>in natura</i> em até 8 horas. Além disso, a aplicabilidade desse método pode ser estendida a outros segmentos da microbiologia, como para a análise da qualidade de bioinsumos, segurança biológica em frigoríficos e detecção rápida de doenças bacterianas em pacientes hospitalares, entre outros.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/infogafico-01-1-768x576-1.png"><img class=" wp-image-59250 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/infogafico-01-1-768x576-1-300x225.png" alt="" width="754" height="566" /></a></p>
<p>A Auftek Tecnologia é uma <i>startup</i> incubada na Pulsar, especializada em desenvolvimento de instrumentação para análise microbiológica. Sua principal área de atuação é a indústria alimentícia, com ênfase em redução de perdas, automatização e simplificação de análises microbiológicas com um diagnóstico rápido.</p>
<p>Os dispositivos foram produzidos em âmbito universitário. De acordo com o CEO da Auftek, Adriano Jaime, a UFSM auxiliou em todo o processo de criação das tecnologias através da doação de equipamentos e utilização de laboratórios. “Sem a universidade nós não conseguiríamos nem desenvolver a tecnologia base que nos levou à criação destes produtos”, completa o CEO.</p>
<p>Um licenciamento de tecnologia formaliza o direito de outra pessoa ou empresa comercializar um dispositivo e é um processo que envolve a Agittec como um todo. A Coordenação de Propriedade Intelectual da Agittec auxilia os pesquisadores desde o início do processo e fornece assistência de pesquisa de estado da técnica, para determinar se uma tecnologia atende aos requisitos de patenteabilidade, até o pedido de patente. Uma vez depositado, o processo será acompanhado por 20 anos de proteção técnica para revisão e cumprimento de todas as exigências publicadas pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Concomitantemente a esse processo, a Coordenadoria de Transferência Tecnológica é encarregada de definir a melhor estratégia para transferir a tecnologia à sociedade, por meio de possíveis empresas interessadas, e assim aproximar a universidade do mercado.</p>
<p><img class="wp-image-59254 size-full aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/infografico_licenciamento.png" alt="" width="10254" height="2874" /></p>
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<p>Com os licenciamentos aprovados, a Auftek ganha o direito exclusivo para comercializar as novas tecnologias desenvolvidas. Para Jaime, a aprovação tem uma importância estratégica. “É fundamental. Nós entramos no mercado com os produtos, onde somente nós podemos comercializá-los. Esse licenciamento define o futuro da empresa sobre um produto que foi desenvolvido dentro da UFSM”.</p>
<p><i>Com informações da Assessoria de Comunicação da Agittec.</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores da rede pública participam de formação continuada sobre plantas medicinais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/07/22/professores-da-rede-publica-participam-de-formacao-continuada-sobre-plantas-medicinais</link>
				<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 18:34:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=59188</guid>
						<description><![CDATA[As ações serão desenvolvidas ao longo do ano em seis encontros (um por mês), até dezembro, em parceria com a]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/formacao-continuada-2.jpg"><img class=" wp-image-59189 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/formacao-continuada-2-212x300.jpg" alt="" width="459" height="649" /></a>No dia 5 de julho, teve início no Campus da UFSM em Palmeira das Missões uma formação continuada sobre plantas medicinais, voltada para professores da rede pública de ensino do município. O projeto faz parte do programa de extensão Plantas e Saúde: Integrando Conhecimentos, sob a coordenação da professora Tanea Maria Bisognin Garlet. As ações serão desenvolvidas ao longo de seis encontros (um por mês), até dezembro, em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS) e com o apoio do jardim medicinal da UFSM.</p>
<p>O primeiro encontro contemplou o tema “Identificação de plantas e utilização medicinal”. Na ocasião, os participantes realizaram troca de mudas de espécies medicinais, condimentares e aromáticas. O próximo encontro acontece no dia 2 de agosto e terá como tema “Formas de utilização das plantas medicinais”. A programação completa está disponível na imagem ao lado.</p>
<p><i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        