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				<title>Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise completa 2 anos de atuação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/01/31/obcc-2-anos</link>
				<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 13:36:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação de crise]]></category>
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						<description><![CDATA[O OBCC é um dispositivo institucional vinculado à UFSM - em parceria com UFRGS, USP e Fiocruz - dedicado a fomentar e fortalecer a cultura da prevenção e da gestão de riscos e de crises no Brasil sob a perspectiva da comunicação

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							<content:encoded><![CDATA[  <img class="wp-image-68207 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Marca-OBCC.jpg" alt="Selo do OBCC. A imagem tem um fundo escuro sólido, um quadrado vermelho no lado esquerdo com a sigla OBCC escrita em branco. Ao lado do quadrado vermelho, está escrito Observatírio Brasileiro de Comunicação e Crise" width="350" height="350" />O ano de 2024 gerou impactos profundos para a população e a sociedade. Dentre os acontecimentos mais marcantes, o desastre climático no Rio Grande do Sul e as queimadas em grande parte do Brasil. Tais episódios impuseram muitos desafios para as instituições, para as autoridades e para os gestores de áreas ligadas à proteção, defesa, segurança, logística, saúde e também à comunicação, os quais precisaram fazer frente a este cenário de modo a gerir as crises e mitigar seus impactos.

Nesse contexto, o <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise" target="_blank" rel="noopener">Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise (OBCC) </a>tem o papel não apenas de registrar os acontecimentos críticos. Por meio de notícias, artigos, entrevistas, catalogação de produção científica e de orientações, busca informar e orientar a população e as organizações, inspirar ações, hábitos e comportamentos relacionados a situações de risco e de crise, apoiar e suscitar pesquisas acadêmicas, além de provocar a criação de políticas públicas. De forma mais abrangente, o OBCC buscou em sua atuação nestes 2 anos gerar discussões e reflexões em todos os âmbitos, desde pequenas comunidades, passando pelas universidades, que resultaram em ações concretas pelas organizações e pelo Poder Público.

Para esta missão, o OBCC dispõe de uma equipe formada por pesquisadores e professores de quatro instituições: <b>UFSM, UFRGS, USP e Fiocruz</b>. Além disso, conta com um Conselho Consultivo formado por especialistas sêniores de universidades do Brasil e de Portugal, e também, com colaboradores eventuais que atuam nas áreas de comunicação, risco e crise.
<h3><b>Novas seções do portal do OBCC </b></h3>
Em 2024, quatro novas seções foram incluídas no portal do OBCC:

O estabelecimento da cultura de prevenção e de gestão de riscos e de crises exige olhar atento para o entorno e para os acontecimentos críticos já vivenciados, seus desdobramentos, impactos, aprendizados e legados. Tendo isso em vista foi criada a seção <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/casos-de-crise" target="_blank" rel="noopener">Casos de Crise</a>, com o objetivo de registrar os fatos e a memória histórica, que fornece subsídios aos processos de prevenção e de gestão, a fim de que erros cometidos no passado não mais se repitam. A cada ano, serão incluídos 10 novos casos, com breve descrição de causas, comunicação empreendida, formas de gerenciamento, consequências, impactos e aprendizados.

Nesse contexto - em que permanentes riscos e constantes ameaças se apresentam às organizações, ao meio ambiente, às pessoas e à sociedade - a comunicação tem papel-chave na prevenção de crises e na preparação para estes momentos críticos quando inevitáveis. Nessa direção, na seção <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/prevencao-de-crises" target="_blank" rel="noopener">Prevenção de Crises</a> são compartilhadas iniciativas, materiais, ações e campanhas de comunicação que têm o objetivo de informar, alertar, prevenir e preparar a população a fim de diminuir os impactos de uma crise.

Como forma de contribuir para a superação de cenários críticos, além de pensar em formas de aperfeiçoamento da comunicação em contextos extremos, o OBCC elenca na seção <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/orientacoes-para-a-sociedade" target="_blank" rel="noopener">Orientações para a sociedade</a> algumas direções básicas para prevenção, mitigação, preparação, resposta, restabelecimento e recuperação. As orientações partem de uma perspectiva comunicacional e leva em conta uma visão interdisciplinar visto que a gestão de riscos e de crises é um processo complexo de atuação conjunta de áreas especializadas. Tais sugestões são voltadas à população, às organizações públicas e privadas, governos e aos veículos de comunicação para ação em casos como ataques a escolas, tempestades, incêndios florestais, deslizamentos de encostas, ciclones, inundações e enchentes.

E, a fim de que a população entenda cada uma destas situações, foi criada a seção <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise?page_id=312" target="_blank" rel="noopener">Glossário de Crise</a>, um espaço destinado à publicação de verbetes relacionados a risco e crise no contexto das organizações e da sociedade sob a perspectiva comunicacional. Com atualização quinzenal de vocábulos - que vão de A a Z - a ideia é tornar mais claros conceitos, termos técnicos e expressões, contribuindo para a popularização da ciência e para o pensamento sobre a área. Ao final, o conteúdo será transformado em um e-book a fim de que circule e cumpra o seu papel.
<h3><b>Novidades para 2025</b></h3>
Em constante evolução e aprimoramento, o Observatório terá três novidades para este terceiro ano de atuação:

Primeiramente, o OBCC ganha uma<b> </b>renovação na marca e na denominação, a fim de abranger práticas e áreas que já vinham sendo contempladas, para além da comunicação de crise especificamente. Com isso, o OBCC passa a se chamar Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise, com o objetivo de demarcar sua atuação no Brasil e ampliar seu campo de análise. Esta é a primeira novidade, que já pode ser conferida em todos os espaços em que o Observatório tem presença digital.

Além disso, a partir de 2025, o OBCC contará com uma Equipe de Colaboradores, além da equipe de coordenação e do conselho consultivo que já atuam junto ao Observatório. Serão cerca de 15 novas pessoas, entre elas especialistas, professores, consultores e pesquisadores das áreas de risco, crise e comunicação. Nesse sentido, busca-se amplificar a atuação do Observatório Brasileiro de Comunicação e Crise, gerando mais diversidade de conteúdos e conhecimentos.

Por fim, neste ano, acontecerá o <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise?page_id=312" target="_blank" rel="noopener">lançamento do e-book Glossário de Crise</a>, publicação construída coletiva e colaborativamente que contará com 50 verbetes nesta edição. O objetivo é tornar mais claros conceitos, termos técnicos e expressões relacionadas a risco e crise no contexto das organizações e da sociedade sob a perspectiva comunicacional, contribuindo assim para a popularização da ciência e para o pensamento sobre a área.

<i><b>Texto</b>: OBCC</i>]]></content:encoded>
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				<title>Observatório da Comunicação de Crise é lançado por pesquisadores da UFSM em parceria com universidades brasileiras e portuguesas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/08/lancamento-obcc</link>
				<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 11:00:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação de crise]]></category>
		<category><![CDATA[obcc]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM FW]]></category>

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						<description><![CDATA[Ao oferecer conteúdo acessível e gratuito, iniciativa objetiva auxiliar práticas profissionais e acadêmicas através da popularização da ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p align="justify"><img class="wp-image-61159  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/IMG-20230208-WA0032-1.jpg" alt="" width="400" height="400" />Esta quarta-feira, 08, marca o início da implementação do <span style="text-decoration: underline"><a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise"><span style="color: #1155cc;text-decoration: underline">Observatório da Comunicação de Crise (OBCC)</span></a>,</span> dispositivo inédito no país dedicado a reunir o conhecimento produzido no campo da Comunicação em torno da gestão de crise em organizações. Em um único site, o Observatório busca armazenar a produção sobre o tema nos mais diversos formatos, como artigos, capítulos de livros, teses e dissertações, além de filmes, séries e documentários. Paralelamente, artigos de opinião e análises de casos sobre acontecimentos atuais também estão presentes na plataforma.</p>
<p align="justify">A ação é coordenada pelo professor Jones Machado, do departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, no campus de Frederico Westphalen. Juntam-se a ele demais pesquisadores da Instituição e de outras universidades, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade de São Paulo (USP), a Fundação Cásper Líbero e a FACCAT - Faculdades Integradas de Taquara. A Universidade do Minho (UMinho) e a Universidade Beira Interior (UBI), localizadas em Portugal, também integram o projeto.</p>
<h3 align="justify"><b>Gestão de crise: organizar, popularizar e orientar </b></h3>
<p align="justify">Segundo o coordenador, o Observatório surge de uma lacuna de historicidade, memória e aprendizado de casos críticos que aconteceram no Brasil. “Veio dessa dificuldade de buscar, de encontrar e de verificar esses cenários em termos práticos e teóricos”, explica. Ele continua ao dizer que existem outros sites na temática, com enfoque mercadológico. Porém, o diferencial do OBCC é sua origem institucional, no Grupo de Pesquisa em Estratégias Midiáticas Organizacionais (EstratO), da UFSM em Frederico Westphalen.</p>
<p align="justify">Jones elenca os dois principais objetivos do projeto: o primeiro é a sistematização do conhecimento produzido no campo no que se refere a risco, crise, comunicação de crise, comunicação de risco e gestão de crise no âmbito das organizações. Já o segundo é o monitoramento das situações de risco nesse contexto, com o acompanhamento da forma como a crise é gerenciada, estratégias de comunicação empreendidas e as práticas implementadas pelos profissionais da área. A observação do desdobramento midiático desses casos também está abrangida no conteúdo da iniciativa. Jones explica ainda que "a<span style="font-size: revert;color: initial">o contribuir para a popularização da ciência, buscamos nos aproximar da sociedade, no oferecimento de repertório gratuito em uma única plataforma. Assim, oferecemos subsídios para práticas profissionais, pesquisas científicas, trabalhos em sala de aula, materiais para professores de graduação e pós-graduação, dando visibilidade à área".</span></p>
<h3 align="justify"><b>O porquê de estudar Comunicação de Crise</b></h3>
<p align="justify">A comunicação de crise é uma das principais subáreas da comunicação organizacional e das Relações Públicas, conta o professor, pois envolve elementos de extrema importância a uma organização, como identidade, imagem e reputação. Por conta disso, as discussões e pesquisas nesta área são essenciais não apenas para a existência das organizações, mas também à sociedade e para a análise de impactos sociais, ambientais e econômicos. Assim, o debate fomenta o aperfeiçoamento diário das práticas, não só de profissionais da comunicação, como também da administração, contabilidade, economia, dentre outras.</p>
<p align="justify">Para isso, o OBCC realiza a catalogação de diferentes materiais como livros, capítulos de livros, produtos audiovisuais, trabalhos acadêmicos e textos em geral.</p>
[caption id="attachment_61158" align="aligncenter" width="800"]<img class="wp-image-61158" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/IMG-20230208-WA0033-1.jpg" alt="" width="800" height="417" /> Itens já catalogados no Observatório[/caption]
<h3 align="justify"><b>Parceira internacional </b></h3>
<p align="justify">Com a experiência do trabalho remoto no contexto da pandemia, as trocas entre universidades distantes se organizaram e se intensificaram, o que facilita a parceria com as instituições portuguesas no OBCC, aponta Jones. “Trocamos experiências e compartilhamos informações para mantermos as teorias sempre atualizadas e qualificadas”, acrescenta. Ainda, dentre os planos futuros, estão aprofundar as relações com mais países e publicar um livro.</p>
<p align="justify">Além disso, o Observatório auxilia na internacionalização da UFSM. “Temos o intuito de que esse tema se popularize, não apenas com casos que temos no Brasil. Logo, além dessa aproximação entre pesquisadores da área, vamos buscar o intercâmbio de práticas comunicacionais e gerenciais, tendo acesso às perspectivas de outras localidades sobre seus casos e comparar com as nossas vivências, por exemplo”, afirma Jones.</p>
<h3 align="justify"><b>Discutir casos emergentes e evitá-los</b></h3>
<p align="justify">A cultura da prevenção não é uma realidade no Brasil. Em gestão de crise, há diversos casos que poderiam ser evitados, caso houvesse o cuidado preliminar. Essa concepção é tratada em uma <a href="https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise/joao-jose-forni"><span style="color: #1155cc"><u>entrevista </u></span></a>publicada no site do OBCC e serve de alerta aos profissionais, anuncia o coordenador.</p>
<p align="justify">Como exemplo, um dos acontecimentos que será abordado no OBCC é a invasão à Praça dos Três Poderes, em Brasília. Segundo Jones, houve diversos sinais que premeditaram o ataque à democracia, mas que foram ignorados, isto é, divulgação em redes sociais, organização de ônibus e o próprio atentado ao Capitólio norte-americano em janeiro de 2021. “Foi algo que podia ser evitado. Era uma questão de tempo e oportunidade para ocorrer”, relata. Com isso, o Observatório percorrerá as perguntas que ficaram em aberto, como a contestada reação de autoridades de Brasília, os prejuízos financeiros, físicos e simbólicos, a responsabilização, as medidas tomadas e os aprendizados de tudo isso. "M<span style="font-size: revert;color: initial">uitas crises não impactem em mortes, mas em pobreza, em mais desigualdade social, em problemas ambientais, acidentes, crimes, falência, desemprego, em falta de segurança. Nem todas são inesperadas, não surguem do ‘nada’. Antes de tudo isso, nós temos sinais, nós temos riscos, os quais nos dão informações. Os gestores, tanto da área de comunicação quanto das outras áreas, precisam estar atentos a esses sinais e a esses riscos justamente pra evitar essas outras grandes crises futuras", finaliza Jones.</span></p>
<h3 align="justify"><strong>Equipe integrada</strong></h3>
<p align="justify">Além do professor Jones, na coordenação geral, fazem parte da equipe do OBCC os seguintes pesquisadores: professoras Patrícia Milano Pérsigo (UFSM/Coordenação de Pesquisa), Daiane Scheid (UFSM/Coordenação de Monitoramento), Carolina Frazon Terra (Faculdade Cásper Líbero/Coordenação de Conteúdo), relações públicas Jean Felipe Rossato (UFRGS/Coordenação de Comunicação), acadêmico Francisco Ernesto Carvalho Soares (UFSM/Iniciação Científica).</p>
<p align="justify">Figuram como conselheiros os seguintes professores Andreia Athaydes (FACCAT), Gisela Gonçalves (UBI – Portugal), João José Ferreira Forni (Comunicação &amp; Crise),  Jorge Duarte (USP/Embrapa), Luiz Alberto de Farias (USP), Marlene Regina Marchiori (UEL), Paulo Nassar (USP/Aberje), Rudimar Baldissera (UFRGS),Teresa Ruão (UMinho – Portugal) e Wilson da Costa Bueno (USP).</p>
<p align="justify"><em>Texto: Gabrielle Pillon, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
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