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				<title>Técnico em Agropecuária da UFSM faz visita técnica em cantina no Geoparque Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/01/tecnico-em-agropecuaria-da-ufsm-faz-visita-tecnica-em-cantina-no-geoparque-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 11:23:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[técnico em agropecuária]]></category>

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						<description><![CDATA[Alunos e professores do Colégio Politécnico visitaram propriedade em Ivorá]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

[caption id="attachment_63553" align="alignright" width="851"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/2-Geoparque-e-turma.jpg"><img class="wp-image-63553" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/2-Geoparque-e-turma.jpg" alt="foto colorida horizontal com pessoas em uma área verde, com parreirais, árvores e morros ao fundo, iluminados por luz solar que parece ser de início ou fim de dia" width="851" height="403" /></a> Estudantes do técnico em Agropecuária realizaram imersão em extensão rural[/caption]
<p>Nesta quinta-feira (31), estudantes do curso técnico em Agropecuária do Colégio Politécnico da UFSM realizaram uma visita técnica na Cantina do Nito, em Ivorá, parceira do Geoparque Quarta Colônia. Durante a visita, a turma aplicou instrumentos e métodos da extensão rural para compreender uma unidade de produção agropecuária em sua totalidade. Através da preparação prévia, os estudantes compreenderam diferentes categorias de análise de uma propriedade rural: antes, dentro e fora da porteira.</p>
<p>Os futuros técnicos em agropecuária compreenderam sobre a história da propriedade, as principais atividades agropecuárias, as formas de gestão, o acesso aos mercados e também sobre os desafios da sucessão familiar rural. Tudo isso articulado com a prática cotidiana da família de Ângelo Freo Simonetti e Neuza Simonetti, empreendedores rurais da Cantina do Nito.</p>
<p>Durante a manhã, os estudantes realizaram uma caminhada pela propriedade junto com a família, estratégia utilizada pela extensão rural para conhecer de forma mais aprofundada cada sistema de produção. <span style="font-size: revert;color: initial">A propriedade apresenta diversas fontes de renda, uma característica da agricultura familiar. No passado, produzia tabaco, mas com diversos cursos de qualificação e especialização na área vinícola, os empreendedores decidiram parar com a produção de fumo para apostar no atual negócio. Atualmente, a Cantina do Nito tem foco na fruticultura, tendo como carro-chefe o vinho colonial e demais variedades. Atualmente, são parceiros do Geoparque Quarta Colônia, com o geoproduto vinho colonial. No lugar são produzidos vinhos branco, rosé e tinto, de forma artesanal, há várias gerações pela família. A cantina fica localizada na Linha Simonetti, em Ivorá, e recebe turistas de todos os lugares do Brasil.</span></p>
<p>A disciplina de Extensão Rural e Cooperativismo no técnico em Agropecuária do Politécnico objetiva desenvolver um trabalho de agente de desenvolvimento a partir de uma formação crítica. O estudante precisa ser capaz de estabelecer métodos de extensão voltados para o desenvolvimento rural sustentável e para os diferentes públicos que compõem o rural brasileiro.</p>
<p>Para o professor Ezequiel Redin, no curso pretende-se que os futuros técnicos tenham a capacidade de refletir com a realidade da agricultura familiar, em especial, conectada com as famílias do Geoparque Quarta Colônia. "É uma oportunidade de ensino e aprendizagem horizontal, onde vamos aprender e trocar experiências com os agricultores que estão na lida", diz o docente. </p>
<p>Nessa disciplina, os estudantes têm a oportunidade, com base nos diagnósticos rurais, de refletir sobre os problemas da agropecuária familiar e, com isso, construir materiais, sejam eles tradicionais ou virtuais, que possam auxiliar no processo de disseminação de informação cientifica para os produtores rurais.</p>
<p>Durante o dia estiveram presentes 22 estudantes, acompanhados pelo professor Ezequiel Redin, docente da disciplina e responsável pela área de extensão rural do Geoparque e do Politécnico da UFSM. Além disso, Leandro Gabbi, mestre em Gestão de Organizações Públicas e assistente administrativo do Geoparque Quarta Colônia, realizou uma fala sobre a importância do Geoparque Quarta Colônia e o impacto social na vida das pessoas e da preservação de um território em eminência internacional. Participaram ainda a professora Luciane Miritz, docente da disciplina de Mercados e Consumo, realçando a importância da construção social de mercados para as famílias rurais.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenadora do curso de Agronomia da UFSM assume vice-presidência Sul da Sober</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/07/26/coordenadora-do-curso-de-agronomia-da-ufsm-assume-vice-presidencia-sul-da-sober</link>
				<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 11:07:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[sober]]></category>

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						<description><![CDATA[Janaína Balk Brandão tomou posse na Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63109" align="alignright" width="581"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/07/Image.jpeg"><img class="wp-image-63109" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/07/Image.jpeg" alt="" width="581" height="348" /></a> Posse ocorreu em evento na ESALQ/USP, em Piracicaba[/caption]
<p>A professora do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM <span class="qu" role="gridcell"><span class="gD" data-hovercard-id="janainabalkbrandao@hotmail.com" data-hovercard-owner-id="85">Janaína Balk Brandão tomou posse como v</span></span><span style="font-size: revert;color: initial">ice-presidente Sul da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober) durante o 61º Congresso da Sober, que está sendo realizado na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), em Piracicaba (SP), desde domingo (23) até esta quinta-feira (27).</span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Janaína, que é professora permanente do programa de pós-graduação em Extensão Rural e coordenadora do curso de Agronomia da UFSM, foi diretora da entidade por duas gestões, e avalia que assumir a vice-presidência Sul representa um desafio a mais. Ela ficará no cargo por dois anos.</span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">A Sober é uma sociedade científica que tem o objetivo de desenvolver as ciências sociais rurais (Administração, Economia, Extensão, Comunicação e Sociologia Rural) e suas correlatas. Promove, por meio de seus congressos anuais e da publicação trimestral da Revista de Economia e Sociologia Rural, o intercâmbio científico, a pesquisa e o ensino em ciências sociais rurais.</span></p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe Phenoglad ministra estação técnica para agricultores de Nova Esperança do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/16/equipe-phenoglad-ministra-estacao-tecnica-para-agricultores-de-nova-esperanca-do-sul</link>
				<pubDate>Tue, 16 May 2023 20:51:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade faz parte da entrega de resultados da 11° fase do projeto Flores para Todos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_62257" align="alignright" width="543"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/Estacao-gladiolos-dia-de-campo-NES.jpg"><img class=" wp-image-62257" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/Estacao-gladiolos-dia-de-campo-NES-300x300.jpg" alt="" width="543" height="543" /></a> A estação técnica sobre a produção de gladíolos foi ministrada pela professora Lilian Osmari Uhlmann[/caption]

Na última sexta-feira (12), ocorreu mais uma entrega de resultados da 11ª fase do projeto Flores para Todos, desta vez em Nova Esperança do Sul, na propriedade da família Minuzzi, que ingressou no projeto neste semestre, com o cultivo dos gladíolos. Na propriedade, que tem como base a produção de hortaliças, as flores constituem uma alternativa adicional de renda e diversificação para a propriedade.

Estava inserida nesse contexto uma das estações técnicas do dia de campo: “A cultura do gladíolo como alternativa de renda e diversificação para a pequena propriedade familiar”, que foi ministrada pela professora da UFSM Lilian Osmari Uhlmann, representando a Equipe Phenoglad, e pela engenheira agrônoma Monique Chaves, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS).

A família Minuzzi é uma das 17 beneficiadas na 11ª fase do projeto e está satisfeita com a produção, pois 100% das flores haviam sido vendidas ou estavam encomendadas até a data do evento. Frente a esse sucesso, pretendem aumentar a produção dos gladíolos para outras épocas e expandir a produção para outras flores do projeto, como girassol e estátice.

Além da estação sobre o projeto Flores para Todos, outras três estações técnicas fizeram parte do dia de campo:

- “Pnae e gestão da propriedade”, dirigida pela extensionista social rural Lisandra Bolzan Snowareski, da Emater/RS;

- “Proteção de fontes”, ministrada pelo extensionista rural agropecuário Wladimir Bolzan Cadó, da Emater/RS;

- “Fertirrigação”, com o extensionista rural agropecuário Otávio Poleto, da Emater/RS.

O evento contou com cerca de 50 participantes, sendo a maioria deles produtores rurais do município. Também estiveram presentes o prefeito de Nova Esperança do Sul, Ivori Antonio Guasso Júnior, e o secretário municipal de Agricultura, Carlos Biasi. O dia de campo foi uma realização em conjunto da Equipe Phenoglad da UFSM, Emater/RS e Secretaria Municipal de Agricultura.

<b>Números do projeto –</b> Desde o seu início, em 2018, o Projeto Flores para Todos já alcançou 269 famílias rurais e 45 escolas de campo em 16 estados brasileiros e também no Distrito Federal. Os números da 11ª fase do projeto, atualmente em andamento, são os seguintes:

Girassol: 12 produtores e duas escolas do campo em 14 municípios de três estados brasileiros;

Gladíolo: 17 produtores, uma escola do campo e uma universidade em 12 municípios;

Dália: seis produtores em seis municípios;

Ornitogalo: três produtores em três municípios.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário na UFSM vai discutir os casos de trabalho análogo à escravidão no meio rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/12/seminario-na-ufsm-vai-discutir-os-casos-de-trabalho-analogo-a-escravidao-no-meio-rural</link>
				<pubDate>Fri, 12 May 2023 11:23:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[gepa]]></category>
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		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCS]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho análogo à escravidão]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade será realizada no dia 26 de maio, no auditório do CCSH]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-11-at-10.21.35-1.jpeg"><img class="alignright  wp-image-62198" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-11-at-10.21.35-1.jpeg" alt="" width="539" height="539" /></a>O Grupo de Estudos sobre Trabalho, Agricultura e Movimentos Sociais (Tramas) e o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi), com apoio do Grupo de Estudos sobre o Pós-Abolição (Gepa) e dos Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Extensão Rural da UFSM, promovem o seminário "Trabalho rural contemporâneo e os casos de trabalho análogo à escravidão".<br /><br />Aberto a toda a comunidade, o seminário ocorrerá no dia 26 de maio, sexta-feira, às 14h, no auditório do CCSH - Prédio 74C, e contará com a presença da deputada federal e socióloga Reginete Bispo (PT-RS), do vice-presidente da Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais do RS (Fetar-RS) e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Uruguaiana, Olibio Freitas, da docente Leonice Mourad, do Neabi, e do docente Everton Picolotto, do Tramas.</p>
<div>Para participar do evento, não é preciso fazer inscrição prévia. O registro da presença será feito no dia e será expedido certificado de participação.</div>
<div> </div>
<div>Mais informações na página no <a href="https://www.instagram.com/p/CsGpC7osVIw/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Núcleo da UFSM convida para pré-lançamento de documentário sobre arroz ecológico cooperativado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/11/nucleo-da-ufsm-convida-para-pre-lancamento-de-documentario-sobre-arroz-ecologico-cooperativado</link>
				<pubDate>Thu, 11 May 2023 18:37:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[O documentário foi produzido pelo Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta sexta-feira (12), às 13h, haverá o pré-lançamento do documentário <i>Arroz Agroecológico Cooperativado: Aprendizados e Ensinamentos da Reforma Agrária</i>, que foi produzido durante a 20ª Festa da Colheita do Arroz Agroecológico, ocorrida em março deste ano em Viamão. O evento é organizado tradicionalmente pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e o documentário foi produzido pelo <a href="https://www.instagram.com/nep_terra/" target="_blank" rel="noopener">Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária da UFSM</a>. Fruto de um trabalho de pesquisa e colaboração entre o núcleo e diversas comunidades rurais, cooperativas agrícolas e movimentos sociais, a produção do audiovisual tem o apoio do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf) e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM. O pré-lançamento ocorre no auditório do Nesaf, localizado prédio 44F do campus sede.

O objetivo principal do documentário é apresentar os aprendizados e ensinamentos obtidos ao longo dos anos com a implementação de práticas agroecológicas na produção do arroz, além de destacar o papel da reforma agrária nesse contexto. A Festa da Colheita do Arroz Agroecológico é um evento tradicional que reúne produtores, pesquisadores, estudantes e entusiastas da agricultura sustentável. De acordo com os produtores do documentário, a iniciativa busca ampliar o diálogo e promover uma reflexão sobre os desafios e benefícios da agricultura sustentável, bem como a importância de políticas que incentivem a justiça social e o desenvolvimento rural.

Um <i>teaser</i> do documentário está disponível abaixo:

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=nIVxm6HAAwU&amp;t=2s[/embed]

<em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Centro de Ciências Rurais</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Núcleo da UFSM doa equipamentos para montar agroindústrias em comunidades quilombolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/04/28/nucleo-da-ufsm-doa-equipamentos-para-montar-agroindustrias-em-comunidades-quilombolas</link>
				<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 18:29:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora social]]></category>

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						<description><![CDATA[Foram beneficiadas comunidades quilombolas dos municípios de Salto do Jacuí e Arroio do Tigre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_62021" align="alignright" width="424"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/04/nedet.jpg"><img class=" wp-image-62021" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/04/nedet-198x300.jpg" alt="" width="424" height="642" /></a> Comunidade quilombola de Salto do Jacuí recebe equipamentos doados pelo Nedet (foto: Fernanda Miranda)[/caption]

O Núcleo de Estudos e Extensão em Desenvolvimento Territorial e Territorialidades (Nedet) da UFSM, coordenado pelo professor José Marcos Froehlich (dos programas de pós-graduação em Extensão Rural e Ciências Sociais), realizou na última segunda-feira (24) a doação de equipamentos para as comunidades quilombolas de Júlio Borges (de Salto do Jacuí) e Linha Fão (de Arroio do Tigre), localizadas na região Centro Serra do Rio Grande do Sul. Os itens serão utilizados pelas associações quilombolas na montagem de empreendimentos agroindustriais de panificados e de produção de hortaliças. Dentre os equipamentos doados, estão incluídos fogões, forno elétrico, refrigerador, freezer, mesas inoxidáveis, máquina para massas, amassadeira, batedeira e liquidificador. Em valores atualizados, o valor total dos equipamentos ultrapassa R$ 55 mil.

Os recursos para a aquisição dos equipamentos doados às comunidades foram obtidos por meio do projeto “Produção e gestão quilombola em empreendimentos econômicos solidários no território Centro Serra do RS: mediações e tecnologias sociais em contextos de interculturalidade”, financiado por meio da chamada Nº 27/2017, lançada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em conjunto com o Ministério do Trabalho e a Secretaria Nacional de Economia Solidária.

Os empreendimentos Associação Quilombola Linha Fão, de Arroio do Tigre, e Associação Remanescente de Quilombo Júlio Borges, de Salto do Jacuí, foram incubados pela Incubadora Social da UFSM no período de 2016 a 2021. A previsão era que a doação dos equipamentos ocorresse em 2021, mas a recorrência da pandemia de Covid-19 acabou atrasando esta ação. Conforme o professor José Marcos, “no atual contexto acadêmico brasileiro, esta é uma ação de extensão universitária das mais significativas, no sentido de demonstrar que é possível colocar a ciência e o conhecimento realmente a serviço da inclusão socioprodutiva de parcelas historicamente marginalizadas da sociedade brasileira, como as comunidades quilombolas, contribuindo concretamente para oportunizar geração de trabalho e renda, melhorar as condições de vida e as escolhas que estas pessoas podem fazer e a autonomia que podem alcançar”.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos chega pela primeira vez à fronteira oeste do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/07/projeto-flores-para-todos-chega-pela-primeira-vez-a-fronteira-oeste-do-rs</link>
				<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 17:55:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>

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						<description><![CDATA[Ação faz parte da 11ª fase do projeto, que já está presente em 16 estados brasileiros e no Distrito Federal]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_61150" align="alignright" width="609"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/1675782184817blob.jpg"><img class=" wp-image-61150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/1675782184817blob-300x225.jpg" alt="" width="609" height="457" /></a> O plantio das flores ocorreu na segunda-feira (6), sob forte calor[/caption]

Na última segunda-feira (6), a Equipe PhenoGlad da UFSM esteve em Alegrete para levar pela primeira vez o Projeto Flores para Todos para a região da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. Com tradição na criação de gado e cultivo do arroz, a região agora abre as portas para o cultivo de flores como negócio para gerar renda nas propriedades.

De acordo com o coordenador nacional do Projeto Flores para Todos e da Equipe PhenoGlad, professor Nereu Augusto Streck, este foi um marco histórico para a floricultura brasileira, pois o cultivo de flores não é comum na região, que têm no empreendedorismo com gado e arroz uma tradição de longa data. “Por ser uma região que tem alta geração de riquezas, temos fortes indícios que as flores também têm um potencial muito grande”, aposta o professor.

“Fizemos o plantio inédito de gladíolo, dália de corte e <i>Ornithogalum</i> visando altas produtividades com o que se tem de melhor em termos de genética no Brasil e com os princípios fundamentais para uma produção sustentável sob o ponto de vista ambiental, econômico e social, e daqui a duas semanas será feita semeadura de girassol de corte”, complementa Streck. “Em comum acordo com representantes locais do poder público que dão assistência a produtores de Alegrete, concentramos as quatro espécies em uma única propriedade, a do Sr. Paulino Nazaro da Silva, para facilitar o manejo e realizar um dia de campo regional em abril deste ano para entregar os resultados para toda a região da fronteira oeste do Rio Grande do Sul”, conclui o coordenador.

Além da Equipe PhenoGlad da UFSM, participaram das atividades de extensão o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo e presidente da Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul, Leonardo Cera, o presidente da Associação de Engenheiros Agrônomos de Alegrete, Jorge Adão Silva, e o inspetor-chefe do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea/RS) em Alegrete, Lulo José Pires Corrêa. Durante os próximos três meses, a Equipe PhenoGlad fará visitas técnicas semanais aos cultivos de flores para treinar e capacitar o produtor e os técnicos e entidades alegretenses envolvidos no projeto.

Desde o início, em 2018, o Projeto Flores para Todos já alcançou 269 famílias rurais e 45 escolas de campo em 16 estados brasileiros (incluindo ainda o Distrito Federal), de Norte a Sul do Brasil, com uma produção de 244 mil flores de gladíolo, estátice, girassol de corte, dália e O<i>rnithogalum</i>.

Outras informações sobre o Projeto Flores para Todos constam em suas redes sociais (<a href="https://www.instagram.com/p/CoVlbmVPndj/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/PhenoGlad" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do Colégio Politécnico visitam propriedade de agricultor participante da PoliFeira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/16/estudantes-do-colegio-politecnico-visitam-propriedade-de-agricultor-participante-da-polifeira</link>
				<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 12:03:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade contou com reflexões sobre os alimentos e foi marcada pelo contato com o ambiente rural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_60483" align="alignright" width="754"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/image_50450689.jpg"><img class="wp-image-60483" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/image_50450689.jpg" alt="Foto colorida horizontal com um grupo de jovens ouvindo um homem um senhor de idade, situados à frente do grupo, em uma área de mata" width="754" height="565" /></a> Alunos visitaram a propriedade rural de André Raddatz, em Três Barras[/caption]
<p dir="ltr">A turma da primeira série do Ensino Médio do Colégio Politécnico da UFSM participou recentemente de uma visita à propriedade rural de André Raddatz, em Três Barras. A atividade foi realizada com o intuito de providenciar uma melhor aproximação dos adolescentes com a vivência na agricultura, assim como para promover um contato maior com as frutas e os legumes fora do prato, para aprender sobre o processo de produção, história e comercialização direta ao consumidor. A dinâmica foi planejada por Jessica Romeiro, zootecnista e mestranda em Extensão Rural, e implementada na disciplina Conversações Contemporâneas, conduzida pelas professoras Cândida Martins Pinto e Kelly Cristini Granzotto Werner.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, os estudantes puderam apreciar a natureza ao caminhar pela propriedade, fazer trilhas entre as árvores, provar frutas como <em>physalis</em>, pêssego e café, conhecer a produção de diversas hortaliças e a história da mandioca biofortificada. André Raddatz, o anfitrião, recebeu a todos com muito zelo e explicou sobre os processos que utiliza em suas plantações, assim como a funcionalidade das agroflorestas que mantém. A aprendizagem sobre a agroecologia e as agroflorestas foi intensa. No final da prática, Jessica organizou uma brincadeira com a turma, para testar a atenção na atividade e os conhecimentos sobre o assunto, com um jogo de perguntas e respostas em formato de quiz. </p>
<p dir="ltr">A PoliFeira do Agricultor, do qual Raddatz é participante, é um projeto de extensão de uma feira livre com o propósito de aproveitar o espaço diverso da UFSM para criar referências e práticas de reflexão sobre a produção e consumo de alimentos saudáveis. Ademais, a PoliFeira auxilia em uma reconexão das pessoas com a comida e em um repensar das decisões alimentares, assim como apoia a agricultura familiar. Os produtores são regionais e prezam pelo manejo biológico em suas produções. Tal prática, de unir atividades de ensino com atividades de extensão, forma parte também dos objetivos do projeto.</p>
[caption id="attachment_60484" align="alignleft" width="451"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/image_67546881.jpg"><img class="wp-image-60484" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/image_67546881.jpg" alt="foto vertical colorida com jovens, de costas, caminhando em meio a uma trilha na mata" width="451" height="602" /></a> Entre as atividades, estudantes fizeram trilhas[/caption]
<h3 dir="ltr">Conhecimento na prática</h3>
<p dir="ltr">O esperado é que cada vez mais ações como essa visita técnica sejam executadas. Jessica, que realizou seu estágio do curso de formação de professores na feira até início de agosto deste ano, afirma que sua ideia para o exercício surgiu a partir do estágio. Ela relata também que se aproximou do assunto, pensou em algo para promover a agricultura familiar em um sistema agroecológico de produção e levou esse conhecimento a estudantes do Colégio Politécnico. Assim, chegou ao desenvolvimento final de sua elaboração com a proposta da visita.</p>
<p dir="ltr">Para finalizar a tarde, Raddatz ofertou lanches de sua produção aos visitantes, que voltaram para o Colégio após uma reflexão sobre a comida que está em seus pratos todos os dias. Um dos aprendizados foi sobre a agricultura familiar ser a principal responsável pela produção dos alimentos disponibilizados para o consumo da população brasileira, já que o número é de 70%. Outra reflexão foi sobre a contaminação química dos alimentos, evitada nas propriedades vinculadas à PoliFeira, por não ser permitida a utilização de produtos deste tipo. A feira faz análises semanais para garantir que os produtos a serem comercializados não estejam contaminados.</p>
<p dir="ltr">O aluno Otávio Maziero dos Santos elogiou a iniciativa. “Admirar de perto a agricultura familiar é observar a nossa principal fonte de alimentação, algo do qual temos conhecimento quase que apenas pelos livros didáticos”, comenta. Além disso, o jovem diz que, para ele, ver que a agricultura familiar está, a cada dia que passa, mais moderna e tem se tornado mais ecológica, com as agroflorestas, foi um aprendizado interessante. Ele cita o momento como único e complementa: “nos tirou da nossa bolha urbana, para que pudéssemos perceber como funciona o meio rural”.</p>
<p dir="ltr"><em>Com informações e fotos da Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM vai falar sobre o Brasil rural em conferência na Universidade de Sevilha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/09/28/professor-da-ufsm-vai-falar-sobre-o-brasil-rural-em-conferencia-na-universidade-de-sevilha</link>
				<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 18:15:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

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						<description><![CDATA[José Marcos Froehlich realiza mobilidade internacional na instituição espanhola, na qualidade de professor visitante sênior]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<p>Docente do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, o professor José Marcos Froehlich realiza atualmente mobilidade internacional na Universidad de Sevilla, na Espanha, na qualidade de professor visitante sênior no Departamento de Antropologia Social. Na universidade espanhola, ele vai ministrar nesta quinta-feira (29) a conferência “Olhares sobre o Brasil rural contemporâneo”, que começa às 12h30min (horário local) na Facultad de Geografía e Historia. A sua estada na Espanha é viabilizada pelo Programa Ecossistemas Sustentáveis, vinculado ao Programa Institucional de Internacionalização (Print) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM ministra conferência na Universidade de Sevilha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/19/professor-da-ufsm-ministra-conferencia-na-universidade-de-sevilha</link>
				<pubDate>Thu, 19 May 2022 11:18:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Capes PrInt]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[SAI]]></category>
		<category><![CDATA[universidade de sevilha]]></category>

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						<description><![CDATA[José Marcos Froehlich está na Espanha como professor visitante pelo Capes/Print]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O professor José Marcos Froehlich, dos Programas de Pós-Graduação em Extensão Rural e Ciências Sociais da UFSM, ministra conferência nesta quinta-feira (19), às 18h30 (horário local), na Faculdade de Geografia e História da Universidade de Sevilha, Espanha, onde ele se encontra como p<span style="color: initial">rofessor visitante sênior, por intermédio do Programa Ecossistemas Sustentáveis, vinculado ao Capes/Print da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">A conferência tem como título “<em>El Postdesarrollo y sus múltiples - El buen vivir y las emergencias de otros mundos posibles</em>".</span></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Polifeira do Agricultor retorna à UFSM com produtos saudáveis, sustentáveis e diversificados</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/04/29/polifeira-do-agricultor-retorna-a-ufsm-com-produtos-saudaveis-sustentaveis-e-diversificados</link>
				<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 22:05:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>

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						<description><![CDATA[Feira do Colégio Politécnico estimula a produção orgânica na agricultura familiar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Na última quinta-feira (28), as tendas da Polifeira do Agricultor retornaram ao seu espaço original, o Largo do Planetário (no campus sede da UFSM), onde cerca de 30 famílias de produtores rurais expõem diversos produtos. Durante a pandemia, a feira era realizada na Avenida Roraima (entre a Faixa Nova e a Faixa Velha de Camobi), a qual, devido ao sucesso, vai continuar com suas atividades nas terças-feiras de manhã. Pela mesma razão, desde o começo de abril, o Shopping Praça Nova também recebe os produtores no segundo e quarto domingo de cada mês. Desde a criação da feira, em 2017, o público de cada edição, realizada semanalmente às quintas-feiras, tem sido estimado entre 800 a 900 pessoas. No último domingo (24), a <a href="https://www.ufsm.br/2022/04/25/polifeira-do-agricultor-comemora-5-anos-em-busca-de-alternativas-para-uma-alimentacao-saudavel/" target="_blank" rel="noopener">Polifeira comemorou o seu 5º aniversário</a>.</span></p>
[caption id="attachment_58419" align="alignright" width="642"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/IMG_5796.jpg"><img class=" wp-image-58419" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/IMG_5796-300x200.jpg" alt="" width="642" height="428" /></a> O público pôde, pela primeira vez desde o início da pandemia, voltar a saborear os produtos da Polifeira à veda no campus[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Aspiração à qualidade –</b> Conforme o coordenador da Polifeira, Gustavo Pinto, professor do Colégio Politécnico, a ideia para a concepção do projeto veio de sua pesquisa de doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, no município de Santiago. Lá, ele observou a diferença entre as feiras locais e as de Santa Maria. Nas primeiras, não é permitida a venda de produtos que não sejam produzidos localmente. Nas segundas, a maior parte dos agricultores revendiam produtos comprados de outrem, algo que não lhe agradava. “Quem revende não tem como garantir a qualidade, quem produziu foi outra pessoa, a qual ele não sabe quem foi e não sabe o que há por trás do alimento em questão”, constata. Com isso, ele buscou uma proposta que desse garantia ao consumidor, a partir de um produto local. Para dar ainda mais gás à iniciativa, seu aluno, o produtor rural André Raddatz, se inspirou nas aulas do professor e enxergou uma oportunidade de pôr em prática o que aprendeu na sala de aula e na vida. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Diversidade de produtos –</b> Com a feira, André pode expor seus produtos limpos e sem agrotóxicos, como variadas hortaliças e frutas de um modo geral. As batatas-doces à venda em sua tenda são certificadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Outro alimento de destaque em sua produção é a bergamota de variedade japonesa, chamada Kitson. Compota, conserva e milho doce somam-se às opções para quem passar pela barraca de André. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Durante a pandemia, o produtor não se sentiu prejudicado no comércio. Como a feira ocorria em um local aberto, na Avenida Roraima, isso deixava as pessoas mais confortáveis do que em um mercado fechado. Ademais, André expandiu seu negócio nesses dois últimos anos, com um serviço de <i>delivery</i> (com venda pelo Whatsapp) em parceria com a esposa. O feito foi bem-sucedido na medida em que ela deixou o antigo emprego, estudou gastronomia e hoje vende comida congelada, tudo em decorrência das portas abertas pela feira. Conforme Gustavo, a continuidade das vendas dos produtores no período pandêmico foi uma preocupação sua e de sua equipe. “Se fosse o contrário, é o fim da renda deles, mas conseguimos que ninguém deixasse de comercializar”, afirma.</span></p>
[caption id="attachment_58420" align="alignleft" width="576"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/IMG_5851.jpg"><img class=" wp-image-58420" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/IMG_5851-300x200.jpg" alt="" width="576" height="384" /></a> Fundada por um estudante de Administração da UFSM, a empresa Arboria é especializada na venda de alimentos desidratados[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Empreendedorismo jovem –</b> Também está presente na feira a empresa Arboria, do estudante de Administração da UFSM Vinícius Mortari. Seu comércio são produtos desidratados, feitos com o intuito de aumentar a qualidade de alimentos já conhecidos pelos consumidores, como os da cesta básica, cuja qualidade de produção está em decadência, segundo Vinícius. Assim, ele trabalha com cortes de frutas na intenção de propor à população uma comida saudável. O proprietário descreve sua mercadoria como livre da adição de açúcar e outros componentes, apenas baseada em conhecimento de como cortar fruta e secá-la.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A semente de sua empresa surgiu em uma disciplina do curso de Administração sobre inovação, voltada ao empreendedorismo digital, indústria 4.0, <i>big data</i> e temas afins. Inicialmente, ele pensou em unir dois elementos diferentes: aplicativos e cultivos verticais. Porém, a ideia não foi adiante. No meio disso, ele se interessou pelos estudos da área de cultivação e pelo processo de dessecação. Nesse sentido, ele pretende estudar e aprimorar as técnicas envolvendo o cogumelo Shimeji.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Multiculturalismo –</b> Quem frequentar a Polifeira também terá a chance de conhecer novos lanches pela primeira vez, na tenda do casal venezuelano Maximiliano Escalona e Nayibel Garcia. Ambos são engenheiros agroindustriais e acadêmicos da UFSM. Ele cursa o Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos e a ela cursa o Mestrado em Extensão Rural. Juntos, vendem pratos típicos de seu país, como <i>arepa</i>, <i>tequeño</i> e empada, que têm como base a farinha de milho, a qual na Venezuela é branca. Porém, esse tipo de farinha é raro no Brasil, por isso precisam utilizar a farinha brasileira.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O empreendimento começou na pandemia, quando o casal vendia os produtos em casa. A partir disso, amigos e colegas começaram a aprovar a comida e o negócio foi conhecido e divulgado, com cada vez mais pedidos de encomendas. Em sequência, expuseram no feirão colonial do Centro de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter e, no ano passado, ingressaram na Polifeira, a partir de edital. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>E</b><b>xtensão universitária –</b> Para André, o apoio da universidade é imprescindível. Com assistência, orientações e visitas técnicas, ele adquire conhecimento e habilidades para melhor lidar com os frutos de sua terra. “Conheci um agricultor que trabalha com erva-mate, azeitona e trigo orgânicos. Isso me ajuda muito, porque vejo o trabalho de outras pessoas, e consegui esse contato através dos professores ligados à Polifeira”, relata. </span></p>
[caption id="attachment_58421" align="alignright" width="674"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/IMG_5855.jpg"><img class=" wp-image-58421" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/IMG_5855-300x200.jpg" alt="" width="674" height="449" /></a> Com a venda de lanches típicos produzidos por um casal de venezuelanos, a internacionalização tornou-se um diferencial da Polifeira[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Para o professor Gustavo Pinto, esse é o diferencial do projeto. Com a equipe de alunos e técnicos, os produtores são acompanhados e supervisionados. Nas visitas, pode-se observar o crescimento dos legumes, por exemplo. Aliás, há como identificar se o alimento possuiu resquícios de resíduos químicos, com análises feitas no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas. Se houver resíduos, inicia-se um processo de entendimento das razões que motivaram o produtor a tal ação, pois este não é o objetivo da feira. </span></p>
<p>“<span style="font-family: Times New Roman, serif">Qual é o trabalho da Universidade? É fornecer essa infraestrutura, como, por exemplo, criar essa referência de feira no campus que não havia antes”, aponta o coordenador. Outra questão apresentada por ele é a da informação e tecnologia, como quando há o relato do tipo “estou perdendo a minha alface por causa de uma doença”. Nesse momento, os técnicos vão atrás de uma resposta e solução. Igualmente, quando há produção agrícola em excesso, os especialistas orientam um caminho de destino, como a venda a outro canal de comercialização. O projeto também incentiva o produtor a conhecer outras realidades. “Nós já os levamos para visitar outros lugares, produções, eventos, seminários, colocamos no carro e vamos passear. Esse é o projeto dos agricultores”, lembra Gustavo. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Significado</b><b> do alimento –</b> Para o coordenador, um dos efeitos mais importantes da feira é que o estudante possa consumir um alimento com significado. Ele exemplifica ao dizer que, se é consumida uma bergamota da feira, não é uma qualquer, pois ela foi produzida por um agricultor da região e garantirá renda para sua família. “O produtor viu todo o processo, ele conhece o conjunto, então é algo significativo”, aponta o professor. Maximiliano é um dos produtores que podem constatar isso. “Tenho família, três filhos, a feira é uma renda extra para nós, então é bem importante a nossa participação.” Ele também justifica que, no espaço da Polifeira, tem a oportunidade de explicar para as pessoas o que é cada alimento da gastronomia venezuelana, pois elas, em um primeiro momento, podem ter resistência a comprar. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Aliado a isso, Gustavo considera a feira um espaço educativo e de formação não só para o mercador, mas também para o estudante universitário. Para ele, esse é um dos grandes resultados do processo. Para ilustrar, ele cita um acadêmico de Direito que, ao conhecer e se envolver com a feira, terá mais conhecimento sobre a produção agrícola e derivados. Assim, no futuro, estará apto a trabalhar com leis que facilitem a vida dessa população, pois não será totalmente alheio a ela. O coordenador acredita que esse é o grande lance da feira, onde pessoas de todas as áreas podem se envolver. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Como participar –</b> O produtor que deseja participar da Polifeira deve estar atento à abertura de editais na <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/politecnico/" target="_blank" rel="noopener">página do Colégio Politécnico</a>. Para alunos da UFSM, são publicados editais próprios. A Polifeira acontece nos seguintes dias, horários e locais: </span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Polifeira do Agricultor no campus sede da UFSM: todas as quintas-feiras no Largo do Planetário, das 13h às 17h30min;</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Polifeira do Agricultor no Shopping Praça Nova: segundo e quarto domingo de cada mês, das 14h às 20h;</span></p>
<p>– <span style="font-family: Times New Roman, serif">Polifeira do Agricultor na Avenida Roraima: todas as terças-feiras, entre a Faixa Velha e a Faixa Nova de Camobi, das 7h às 12h30min.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Gabrielle Pillon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Fotos: Letícia Klusene, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Edição: Lucas Casali</i></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina ensinou confecção de buquês de flores para agricultores familiares em Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/04/28/oficina-ensinou-confeccao-de-buques-de-flores-para-agricultores-familiares-em-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 22:05:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade faz parte do Projeto Flores para Todos, que está levando alternativas de renda com as flores para agricultores familiares de todo o Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_58399" align="alignright" width="519"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/1651182338899blob.jpg"><img class=" wp-image-58399" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/1651182338899blob-300x224.jpg" alt="" width="519" height="387" /></a> A oficina foi ministrada pelo professor da UFSM Nereu Streck (ao centro)[/caption]
<p>Na terça-feira (26), aconteceu uma oficina técnica sobre buquês na propriedade do casal Maria Elza Carvalho e Diesser Artier Mota, em Cachoeira do Sul, que participam atualmente da nona fase do Projeto Flores para Todos, desenvolvido pela Equipe Phenoglad da UFSM. A atividade contou também com a participação da extensionista Adriana Pereira, do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS) de Paraíso do Sul, e da produtora Carmem Lovato, que está produzindo gladíolos em Paraíso do Sul.</p>
<p>Segundo o professor Nereu Augusto Streck, que ministrou a oficina, esta atividade faz parte da etapa avançada do Projeto Flores para Todos. “Desde 2018, quando o Projeto começou, mais de 200 famílias de agricultores rurais em todo Brasil aprenderam a cultivar as flores recebendo instruções de manejo desde o plantio até a colheita. Agora em 2022 o projeto inicia a última etapa da qualificação dos agricultores, que é agregar valor às suas flores produzidas através da arte floral, gerando ainda mais renda para sua família”, explica o professor Nereu, que é um dos coordenadores nacionais do projeto e que também é artista floral.</p>
<p>A nona fase do Projeto Flores para Todos está acontecendo de Norte a Sul do Brasil, em mais de 40 famílias e escolas do campo, com a produção de gladíolos, estátice, girassol e dálias.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representantes da UFSM participam do Encontro Latino-Americano de Pós-Graduação em Saneamento Global</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/09/representantes-da-ufsm-participam-do-encontro-latino-americano-de-pos-graduacao-em-saneamento-global</link>
				<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 15:44:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[daniel picilli]]></category>
		<category><![CDATA[encontro latino americano de pós-graduação em saneamento global]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57923</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM terá representantes no 1º Encontro Latino-Americano de  Pós-Graduação em Saneamento Global, que acontecerá nesta quinta (10), em Montevidéu/URU. O evento é organizado pela Universidade Tecnológica do Uruguai em parceria com IHE Delft Institute for Water Education, com o objetivo debater conteúdos, materiais, treinamentos e cursos de pós-graduação (online e presencial) na área de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM terá representantes no 1º Encontro  Latino-Americano de  Pós-Graduação em Saneamento Global,  que acontecerá nesta quinta (10),  em Montevidéu/URU. O evento é organizado pela Universidade Tecnológica do Uruguai em parceria com IHE Delft Institute for Water Education, com o objetivo debater conteúdos, materiais, treinamentos e cursos de pós-graduação (online e presencial) na área de saneamento, através do uso de uma plataforma de capacitações fornecida pelo IHE Delft (Global Sanitation Graduate School – GSGS).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Fazem parte da representação brasileira o pesquisador Alexandre Troian, que atualmente está em pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM e o professor Daniel Gustavo Picilli, do Programa de Engenharia Sanitária Ambiental, além de representantes da Universidade Federal de Viçosa, Unipampa e UERGS-São Francisco de Paula.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Encontro prevê a participação de 34 participantes, representando 20 países da América Latina e Caribe. De acordo com Alexandre Troian, os principais objetivos da representação da UFSM são:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-&nbsp;&nbsp;Fomentar ações&nbsp;interativas que envolvem a pesquisa e ensino entre a Universidade Tecnológica do Uruguai e Universidade Federal de Santa Maria, como: mobilidade de docentes e&nbsp;&nbsp;discentes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-&nbsp;&nbsp;Analisar a possibilidade de acordo entre a o IHE Delft (Institute for Water Education – com sede na Holanda) e a UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-  Averiguar a potencialidade dos materiais fornecidos pelo IHE Delft no sentido de subsidiar os cursos existentes na UFSM, ou ainda, se for considerado viável, pensar cursos e/ou capacitações inéditas nesta área para nossa universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além destes objetivos estratégicos, Troian também afirmou que outra meta é levantar possibilidades de financiamento para a pesquisa em saneamento na universidade, além da importância da instituição estar inserida no debate global sobre o saneamento. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário do Grupo Tramas da UFSM discutirá ações dos movimentos rurais na pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/01/seminario-do-grupo-tramas-da-ufsm-discutira-acoes-dos-movimentos-rurais-na-pandemia</link>
				<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 12:33:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[grupo tramas]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos rurais]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57382</guid>
						<description><![CDATA[Atividade será no dia 10 de dezembro, com transmissão pelo YouTube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/Movimentos-rurais.jpg"><img class="alignright  wp-image-57383" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/Movimentos-rurais.jpg" alt="" width="573" height="322" /></a>O Grupo de Pesquisa Trabalho, Agricultura e Movimentos Sociais (Tramas), vinculado ao Departamento de Ciências Sociais do CCSH e aos Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais e em Extensão Rural da UFSM, promove o seminário “Levantamento das ações dos movimentos rurais na pandemia” no dia 10 de dezembro, às 9h, pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=eQx4MD_dLIA&amp;ab_channel=GrupoTramasUFSM" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DeQx4MD_dLIA%26ab_channel%3DGrupoTramasUFSM&amp;source=gmail&amp;ust=1638444812106000&amp;usg=AOvVaw3TCIOhH4UXQPSUpYLQE72f">canal do YouTube</a>. A convidada, Camila Penna, doutora em Sociologia (UnB), mestre em Ciência Política (UnB) e bacharel em Relações Internacionais (PUC Minas), atua em pesquisas na área dos movimentos sociais, sociologia rural e políticas públicas.</p>
<p>A crise sanitária, política, social e econômica, fortalecida pela pandemia da Covid-19, tem trazido diversas preocupações no que se refere a temas como a democracia e desigualdades no Brasil. Em meio a esse cenário, os movimentos sociais rurais têm buscado alternativas para reestruturar sua agenda política, colocando em debate temas como a reforma agrária, os direitos previdenciários, garantia de direitos à alimentação da classe trabalhadora urbana e rural, combate aos agrotóxicos e segurança alimentar.</p>
<p>O Grupo de Pesquisa Tramas é um espaço de aglutinação de pesquisadores e estudantes e de construção de conhecimento coletivo. As pesquisas desenvolvidas pelo Grupo se articulam em torno de uma perspectiva multidisciplinar nas Ciências Sociais, tendo como foco principal os estudos sobre os movimentos sociais, o sindicalismo e a representação política das classes sociais e dos grupos sociais subalternos; as relações de trabalho no mundo contemporâneo e a especificidade do trabalho rural; as mudanças no mundo rural e na agricultura com o estabelecimento de cadeias globais para os produtos agropecuários; as dinâmicas da agricultura familiar e/ou campesinato; gênero e geração no mundo rural e urbano.</p>
<p><em>Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM será palestrante na Espanha em encontro sobre segurança alimentar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/22/professor-da-ufsm-sera-palestrante-na-espanha-em-encontro-sobre-seguranca-alimentar</link>
				<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 20:37:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57258</guid>
						<description><![CDATA[O docente José Marcos Froehlich vai falar sobre projetos e ações da UFSM para a inclusão socioprodutiva]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O professor José Marcos Froehlich, do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, será um dos palestrantes do Encuentro Internacional de Universidades por una Alimentación Justa, Sostenible e Saludable em el Marco de los ODS (<i>objetivos de desenvolvimento sustentável</i>). O evento ocorre na terça (23) e quarta-feira (24), em Madri, de forma híbrida – presencial e on-line. A participação de Froehlich será no segundo dia do encontro, durante a mesa-redonda “La alimentación justa, sostenible e saludable em la actividad educativa, investigadora y de divulgación de las universidades”, a qual começa às 18h (horário local). Em sua manifestação, que será via internet, ele vai falar sobre “Projetos e ações para a inclusão socioprodutiva e o acesso aos mercados agroalimentares territoriais: experiências da UFSM”.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">De acordo com a organização do evento, este será “um espaço de intercâmbio de boas práticas em que diferentes comunidades universitárias, tanto espanholas como latino-americanas, compartilharão suas experiências investigadoras, formativas, de divulgação e de extensão com a comunidade, em torno da transformação do sistema alimentar desde o enfoque dos direitos e da soberania alimentar”. O encontro é liderado pela Universidad Nacional de Educación a Distancia, com a colaboração das organizações Justicia Alimentaria e Ideas, contando com o apoio da prefeitura de Madri.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A programação e outras informações sobre o encontro estão disponíveis na página <a href="https://alimentalauniversidad.org/" target="_blank" rel="noopener">alimentalauniversidad.org</a>.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo do Colégio Politécnico lança o livro “Do Campo para os Mercados”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/10/18/grupo-do-colegio-politecnico-lanca-o-livro-do-campo-para-os-mercados</link>
				<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 18:59:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Publicada no formato e-book, a obra sistematiza pesquisas relacionadas à produção de alimentos na região central do RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_56956" align="alignright" width="499"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/10/244786080_4361537690620135_7717422407736879905_n.jpg"><img class=" wp-image-56956" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/10/244786080_4361537690620135_7717422407736879905_n.jpg" alt="" width="499" height="330" /></a> Autores compareceram ao lançamento do livro na Praça Saldanha Marinho[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Como parte da programação da Feira do Livro de Santa Maria, ocorreu no dia 7 de outubro o lançamento do e-book <i>Do Campo para os Mercados: Produção e Comercialização de Frutas, Hortaliças e Alimentos Processados na Região Central do Rio Grande do Sul</i>, publicado pela Editora UFSM. O livro, dividido em artigos, foi escrito por diversos autores e teve organização dos professores Janaína Balk Brandão e Roni Blume. A obra sistematiza pesquisas e experiências realizadas nos cinco primeiros anos do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/gipag" target="_blank" rel="noopener">Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Agroalimentares Georreferenciadas (Gipag)</a>, em especial aquelas que compreendem a região central do Rio Grande Sul, com foco em produtos perecíveis, especialmente alimentos tradicionais processados e hortifrutigranjeiros. O evento contou com a presença do grupo de autores, da direção do Colégio Politécnico, bem como do gerente regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), Guilherme Godoy dos Santos, e do secretário de Desenvolvimento Rural de Santa Maria, Rodrigo Menna Barreto. É possível adquirir a obra na página da <a href="https://editoraufsm.com.br/ultimos-lancamentos/do-campo-para-os-mercados.html" target="_blank" rel="noopener">Editora UFSM</a>.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O livro possui um caráter interdisciplinar e oferece dados empíricos inéditos, apresentando aos leitores uma análise diferenciada sobre as cadeias agroalimentares. As formas encontradas pelos agricultores para comercialização de seus produtos e as práticas de conexão entre produção rural e espaço urbano são temas de destaque na obra. Como explica a professora Janaína Balk, a publicação é uma forma importante de devolução e retorno do conhecimento para a sociedade, para os agricultores envolvidos em processos produtivos na região e para os agentes públicos que facilitaram o desenvolvimento das saídas a campo, promovendo assim a aproximação da universidade com a sociedade e a difusão do conhecimento produzido. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Além do potencial científico, também é objetivo da obra incentivar pessoas e organizações da comunidade regional a discutirem, em conjunto com a universidade, as políticas públicas de reterritorialização e ressocialização alimentar, bem como o desenvolvimento territorial. O coordenador do Gipag, Gustavo Pinto, explica que esses conceitos são centrais quando se propõe retomar a relação entre as pessoas e o território com as questões relativas à origem dos alimentos, destacando o papel que a economia circular pode ter na inclusão de pessoas do lugar e no desenvolvimento territorial. Como destacam os autores no prefácio, entender as dinâmicas locais, os entraves e também as potencialidades auxilia o poder público na disponibilização de dados que permitam maior segurança na tomada de decisões voltadas às estratégias de desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O Gipag busca desenvolver projetos de ensino, de pesquisa e de extensão dentro da temática da alimentação e suas relações. O grupo é formado por profissionais de quatro áreas do conhecimento (ciências sociais aplicadas, ciências humanas, geociências e ciência da computação) vinculados ao Colégio Politécnico e programas de pós-graduação em Extensão Rural e Administração da UFSM. O objetivo do grupo é atuar nas questões agroalimentares, em uma relação direta com o espaço físico, analisando as relações entre campo e cidade. Busca-se a realização de estudos com metodologias transformadoras, que representem soluções para a inclusão social, a geração de oportunidades e a melhoria das condições de vida.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</i></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto busca compreender o papel das universidades latino-americanas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/10/15/projeto-busca-compreender-o-papel-das-universidades-latino-americanas-para-os-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel</link>
				<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 19:13:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos do desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Sequência de uma pesquisa interinstitucional iniciado em 2014 na Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, o projeto “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o papel das universidades latino-americanas: resultados, avanços e novos desafios&#8221; visa a internacionalização de pesquisas, o intercâmbio entre Universidades e países, diante de um tema de pesquisa que ainda é pouco explorado. Desde o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Sequência de uma pesquisa interinstitucional iniciado em 2014 na Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, o projeto “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o papel das universidades latino-americanas: resultados, avanços e novos desafios" visa a internacionalização de pesquisas, o intercâmbio entre Universidades e países, diante de um tema de pesquisa que ainda é pouco explorado. Desde o projeto original, o projeto é realizado juntamente com a Universidade del Salvador e a Universidad Nacional de Entre Ríos, na Argentina</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2017, buscou-se a aproximação com o curso superior de Gestão em Turismo da UFSM, que prontamente passou a fazer parte dos estudos e pesquisas sobre o tema até a total adesão e coordenação das atividades da Rede USAL-UFSM nos anos seguintes. O projeto tem como objetivo a criação e disseminação de conhecimentos sobre turismo e ODS até dezembro de 2021 e identificar as atividades desenvolvidas nas universidades relacionadas à formação e educação em turismo e ODS até março de 2023.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A parceria com as Universidades del Salvador e a Universidad Nacional de Entre Ríos no projeto passou a ser vinculado à Plataforma de Turismo para os Objetivos da Organização Mundial de Turismo (OMT). Desse modo o projeto está entre as pesquisas de singular importância internacional, cujas análises e dados publicados servem&nbsp; como referência para investimentos, iniciativas e salvaguarda do patrimônio territorial.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Recentemente, a professora Caroline Ceretta assumiu a coordenação do projeto, juntamente com os professores Luciana Davi Traverso (CCSH/DADM), Marcelo Ribeiro (CCSH/DTUR) e Tiago Patias (UFSM Palmeira das Missões/ PPGAGR), dando continuidade ao trabalho de pesquisa sobre o tema Turismo e ODS. Na Argentina, as pesquisadoras da <em>Universidad del Salvador</em> (USAL), Buenos Aires, envolvidas com o projeto são: Claudia Toselli (coordenadora geral do projeto), Adriana Ten Hoeve e María Martha Lucano. Na <em>Universidad Nacional de Entre Rios</em>, Argentina, participam do projeto as pesquisadoras  Andrea Takáts e Irene Aguer. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a coordenadora, uma das peculiaridades do projeto será estar à frente do desenvolvimento de ferramentas e instrumentos para medir o turismo sustentável, ofertar cursos e oficinas de capacitação em turismo sustentável e identificar programas de bolsas de estudo e intercâmbio regional e internacional entre discentes e pesquisadores do Brasil e Argentina.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>"Além disso, a realização do projeto permite identificar nos destinos turísticos em crescimento, possibilidade de aplicar e medir indicadores de sustentabilidade, de modo que a intervenção participativa com as comunidades locais serve de apoio para produção, análises e avaliações do impacto do turismo nas localidades".&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com a conclusão da primeira fase de desenvolvimento do projeto, está prevista a realização de parcerias junto aos municípios da Quarta Colônia, de modo que possam ser verificadas iniciativas de turismo, indicadores de sustentabilidade e a possibilidade de atender aos objetivos do desenvolvimento sustentável. Com a proposta do Geoparque Quarta Colônia, os estudos sobre sustentabilidade e turismo se tornam ainda mais presentes nas ações e iniciativas que compõem a gestão do produto turismo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Procurando ajudar o turismo a ser mais sustentável, o projeto busca conhecer, avaliar, verificar e chancela destinos turísticos comprometidos com a sustentabilidade, uma vez que, um dos propósitos desta pesquisa é conhecer diferentes perspectivas, interferências e situações envolvendo sustentabilidade, turismo e os objetivos do desenvolvimento&nbsp; sustentável previstos na Agenda 2030 da ONU.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>"Além disso, os estudos do turismo e sustentabilidade, que são trabalhados no curso de gestão em turismo da UFSM já estão sendo abordados nas discussões sobre turismo, e enfatizam frequentemente, a necessidade de atenção aos pontos que tratam dos indicadores de sustentabilidade, pois estes trazem orientações importantes: reiteram a importância do planejamento integrado e o monitoramento de aspectos ligados à sustentabilidade", explica Caroline Ceretta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Espera-se que o projeto possa dar continuidade a outras temáticas que envolvam sustentabilidade e turismo, assim como a compreensão da contribuição das Universidades envolvidas na temática do turismo e aplicação dos ODS. Estas são ações que deixarão uma importante tarefa que será revisar as atividades desenvolvidas nas Universidades que estejam relacionadas à formação e educação em turismo e ODS no Brasil.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para os professores e alunos voluntários do Brasil envolvidos neste importante projeto internacional, é um momento singular para o avanço das pesquisas e estudos sobre turismo, sustentabilidade e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS, pois além de conhecer o que está circulando em termos de informação, dados e conhecimento sobre a temática no país, nos mais variados ambientes públicos e privados, é possível identificar lacunas ou mesmo necessidades de concepção de indicadores capazes de verificar, medir, avaliar e salvaguardar ações no setor de turismo e suas áreas de influência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Mariana Souza, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM publica dossiê internacional sobre trabalho e política no campo na América Latina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/07/08/professor-da-ufsm-publica-dossie-internacional-sobre-trabalho-e-politica-no-campo-na-america-latina</link>
				<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 13:04:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[UFBA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56247</guid>
						<description><![CDATA[Everton Picolotto organizou dossiê publicado em caderno da UFBA com professor da Alemanha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="font-weight: 400">O professor dos programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Extensão Rural da UFSM Everton Picolotto organizou, juntamente com o professor Marco Teixeira, da Freie Universität, de Berlin, Alemanha, o dossiê "Reconfigurações nos mundos do trabalho e na organização política no campo na América Latina", publicado recentemente na revista <a href="https://periodicos.ufba.br/index.php/crh/issue/view/2210/showToc" target="_blank" rel="noopener">Caderno CRH</a>, da Universidade Federal da Bahia (UFBA). </p>
<p style="font-weight: 400">O dossiê conta com a colaboração de pesquisadores de diversos países da América Latina (Argentina, Brasil, Equador e México) e da Alemanha, incluindo um artigo da egressa Iolanda Araujo e da doutoranda Janaína Betto, ambas do PPG em Extensão Rural da UFSM, intitulado "Movimentos sociais rurais e feminismos: percursos e diálogos na construção do feminismo camponês e popular". </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ciclo de palestras sobre experiências em extensão rural inicia nesta sexta (2)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/07/02/ciclo-de-palestras-sobre-experiencias-em-extensao-rural-inicia-nesta-sexta-2</link>
				<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 11:31:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56191</guid>
						<description><![CDATA[Palestra inaugural será com professor da UFRGS, às 16h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM promove a partir desta sexta (2) o Ciclo de Palestras/Lives Experiências em Extensão Rural. Serão realizadas palestras em todas as sextas-feiras do mês de julho (2, 9, 16, 23 e 30), das 14h30 às 16h30. </p>
<p>A palestra inicial, que será ministrada em horário diferente das demais, das 16h às 18h desta sexta (2), terá como temática “Saúde mental na pós-graduação em tempos de pandemia” e será ministrada pelo professor do <span style="font-size: inherit">Departamento de Psicologia do Desenvolvimento e da Personalidade da UFRGS</span> Adolfo Pizzinato<span style="font-size: inherit">. A transmissão será pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=U0VUo_-ZNds" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</span></p>
<p>O ciclo de palestras é aberto à população em geral, sem necessidade de inscrição. Para obter certificado, é preciso ter participação mínima em 75% das palestras.</p>
<p>Mais informações e programação das palestras na página do PPGExR no <a href="https://www.facebook.com/ppgexr" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.  </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM lança aplicativos para auxiliar agricultores familiares</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/25/projeto-da-ufsm-lanca-aplicativos-para-auxiliar-agricultores-familiares</link>
				<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 11:31:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofeira UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[C7 Ater Fetag-RS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[C7 RastreAI]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[cr campeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55397</guid>
						<description><![CDATA[O Projeto de Ciência Rural Campeiro (CR Campeiro), projeto de extensão rural do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM, está disponibilizando dois aplicativos para auxiliar agricultores, sobretudo de pequeno porte. Os apps surgiram por meio de uma parceria entre o CR Campeiro e a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">O Projeto de Ciência Rural Campeiro (CR Campeiro), projeto de extensão rural do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM, está disponibilizando dois aplicativos para auxiliar agricultores, sobretudo de pequeno porte. Os apps surgiram por meio de uma parceria entre o CR Campeiro e a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), inserida no projeto de pesquisa “Desenvolvimento de Inovações Tecnológicas em Sistemas de Informações e Ações Articuladas de Difusão do Sistema CR Campeiro nas Áreas de Gestão Municipal e Rural”.</p>
<p dir="ltr">O lançamento dos programas ocorreu durante a 1ª Agrofeira da UFSM, no início de março, com a presença de Adrik Richter, assessor de Política Agrícola e Agroindústria da Fetag-RS, Guilherme Velten, assessor de Meio Ambiente e coordenador do projeto junto à Fetag-RS, e do professor Enio Giotto, coordenador do projeto, que apresentou os softwares e explicou seu funcionamento. Leia mais sobre cada um dos dois sistemas abaixo:</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Tela-de-abertura-de-execucao-do-Sistema-C7-RastreaAl.png"><img class="alignright  wp-image-55402" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Tela-de-abertura-de-execucao-do-Sistema-C7-RastreaAl.png" alt="" width="401" height="299" /></a>O <strong>C7 RastreAI</strong> <strong>- Sistema de Gestão e Rastreabilidade de Frutas, Verduras e Legumes</strong> foi desenvolvido de acordo com as especificações técnicas da Instrução Normativa 02/2018, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e tem como principais funções realizar o cadastro de produtores rurais e de lotes de comercialização de produtos vegetais, emitir etiquetas de identificação com QR Code e fazer o controle de lotes de produção por meio de um caderno de campo, com registros de implantação e de aplicações de defensivos.</p>
<p dir="ltr">Conforme demonstrado durante o lançamento, funciona da seguinte forma: o produtor faz um cadastro do lote de produtos para comercialização, com informações sobre local, insumos utilizados, defensivos, data de produção, entre outras informações do caderno de campo. Após completar esse cadastro, as informações são transmitidas a um banco de dados remoto, e o produtor pode gerar um QR code ou código de barras, que será utilizado para identificar os produtos desse lote. O consumidor poderá, então, tirar uma foto do QR Code e ser direcionado para o site da Fetag-RS, que conterá as informações sobre o produto.</p>
<p dir="ltr">Para Guilherme Velten, da Fetag-RS, o Sistema de Rastreabilidade é importante porque leva inovação e tecnologia ao agricultor familiar. “Sabemos que um agricultor tradicional, já consolidado, tem mais facilidade e acesso a essas ferramentas, então, é de suma importância que a agricultura familiar também tenha acesso a essas tecnologias. E tudo isso, somado a outras condições, colaboram com a associação rural, são atrativos para o jovem permanecer”, afirma.</p>
<p dir="ltr">O  <strong>C7 Ater Fetag-RS Digital</strong> - <strong>Sistema de Assistência Técnica e Extensão Rural Digital</strong> tem como funções básicas realizar o cadastro de produtores e propriedades rurais,  de profissionais de assistência técnica, fazer o agendamento e execução de visitas técnicas a propriedades rurais e a execução de levantamentos para o projeto Recuperação de Biomas-RS. O sistema também tem suporte de tecnologia Geotag, em que é possível capturar fotografias na propriedade e associá-las ao georreferenciamento automaticamente, permitindo ao profissional de assistência técnica gerar diversos tipos de relatórios, em formato PDF, que são transmitidos ao servidor e podem ser compartilhados por WhatsApp ou visualizados no próprio aplicativo.</p>
<p dir="ltr">Tanto o C7 RastreAI quanto o C7 Ater Fetag-RS Digital estão em suas primeiras versões, que deverão ser atualizadas conforme a demanda de uso. Gratuitos, funcionam em sistema Windows e podem ser instalados tanto diretamente pelo agricultor ou em um sindicato de produtores rurais, pois os sistemas têm suporte para múltiplos cadastros.</p>
<p dir="ltr">Para mais informações, acesse o site do <a href="http://www.crcampeiro.net/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.crcampeiro.net/&amp;source=gmail&amp;ust=1616674100433000&amp;usg=AFQjCNFC0bPBaYGImzQtZX9JtmxFZFDATg">CR Campeiro</a>.</p>
<p dir="ltr"><em>Texto: <span style="font-family: times new roman, serif">Ana Laura Mayumi Soares Iwai, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1ª Agrofeira UFSM acontecerá entre os dias 1º e 03 de março</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/02/24/1a-agrofeira-ufsm-acontecera-entre-os-dias-1o-e-03-de-marco</link>
				<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 19:30:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agrofeira UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55161</guid>
						<description><![CDATA[Em virtude do cenário ocasionado pela pandemia de Covid-19 — que levou ao cancelamento das principais feiras do setor do agronegócio no Rio Grande do Sul —, entre os dias 1º e 3 de março de 2021, será realizada a 1ª Agrofeira UFSM: uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com apoio das ações voltadas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"left","id":55171,"width":458,"height":458,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/02/card1-mesa-de-abertura.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/02/card1-mesa-de-abertura.jpeg" alt="" class="wp-image-55171" width="458" height="458" /></a></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em virtude do cenário ocasionado pela pandemia de Covid-19 — que levou ao cancelamento das principais feiras do setor do agronegócio no Rio Grande do Sul —, entre os dias 1º e 3 de março de 2021, será realizada a 1ª Agrofeira UFSM: uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com apoio das ações voltadas à agricultura desenvolvidas pela instituição. O evento, que será transmitido via <a href="https://farol.ufsm.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Farol UFSM </a>nos turnos da manhã e da tarde, trará ao público ações que contribuem para o avanço do mercado no país, além de contar com lançamentos de aplicativos e livros sobre a temática.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>A Mesa de Abertura do evento, dia 1º, às 10h, contará com a presença do representante da Expoagro Afubra, Marcos Antonio Dornelles; do presidente da Cotrijal, Nei César Manica, e do representante da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo – SAF/MAPA, Fernando Schwanke. No mesmo dia, às 14h, acontecerá a mesa temática sobre Agricultura de Precisão/digital, com o Curso de Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão da UFSM; o Projeto Advanced Farm 360; e a apresentação de Inovações Geotecnológicas Aplicadas às Ciências Florestais – Floresta de Precisão.&nbsp;</p>
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<p><br>No dia 02, às 14h, a temática será sobre Agricultura Familiar, com o lançamento do Software de Rastreabilidade de Produtos Vegetais para a Agricultura Familiar do RS e do Aplicativo de Assistência Técnica e Extensão Rural Digital para Profissionais de Assistência Técnica. A mesa também trará o Projeto Flores para Todos, assim como a Equipe Simanihot e Emater/RS-Ascar, trazendo, ao público, a Extensão Rural, com a cultura do alimento do século 21. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Finalizando o evento, no dia 03, às 14h, a mesa será sobre Economia do Agronegócio e Produção Vegetal, com a apresentação da análise da evolução do mercado global de alimentos e com o lançamento da linha de livros “Ecofisiologia visando altas produtividades”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Mais informações sobre o evento podem ser obtidas com a Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (CAFE), através do e-mail&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="mailto:cafe.pre@ufsm.br" target="_blank">cafe.pre@ufsm.br</a>.</p>
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<p><em>Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa da edição online da Feira Internacional do Cooperativismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/12/01/feicoop-feira-internacional-do-cooperativismo-inicia-edicao-online-de-1o-a-15-de-dezembro</link>
				<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 19:22:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Feicoop]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A FEICOOP – Feira Internacional do Cooperativismo terá sua edição On-line entre 01 e 15 de dezembro de 2020, trazendo como proposta, &#8220;Construindo a sociedade do Bem Viver: Por uma Ética Planetária&#8221;, com o intuito de revelar alternativas de empreendimentos sociais, geração de emprego e renda, diálogo entre os povos, fortalecimento de comunidades, geração de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A <a href="http://feicoop.com.br/content/home/default1.asp">FEICOOP – Feira Internacional do Cooperativism</a>o terá sua edição On-line entre 01 e 15 de dezembro de 2020, trazendo como proposta, "Construindo a sociedade do Bem Viver: Por uma Ética Planetária", com o intuito de revelar alternativas de empreendimentos sociais, geração de emprego e renda, diálogo entre os povos, fortalecimento de comunidades, geração de conhecimento e construção de alianças. E nessa edição a Universidade Federal de Santa Maria tem um papel fundamental, através do <a href="https://web.facebook.com/fomentoeconomiasolidariaufsm">Projeto Fomento à Economia Solidária</a>, sob coordenação da Profª Drª Gisele Guimarães e da Pró-reitoria de Extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"left","id":54667,"width":390,"height":390,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/12/120844618_2678880985659163_8773345877068785007_o-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-54667" width="390" height="390" /></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com a coordenadora executiva da Feira, Irmã Lourdes Dill, as atividades da FEICOOP são construídas por muitas mãos, de indivíduos e entidades, que trabalham&nbsp; para a realização dessa edição especial de forma autogestionada e participativa. Essas iniciativas “São experiências que transformam vidas, que incluem o campo e a cidade, especialmente os trabalhadores, e que formam e fortalecem um novo jeito de tratar a economia no mundo.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>O Projeto</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além do apoio organizativo da UFSM, realizado por uma equipe transdisciplinar que conta com 5 estagiários e 6 bolsistas (alunos de graduação) e atuação voluntária de mestrandos e doutorandos do Programa Pós-Graduação em Extensão Rural, da UFSM, a feira é realizada pelo Projeto Esperança/Cooesperança, com a Cáritas Rio Grande do Sul, além de outras Entidades, Organizações, Movimentos, Pastorais e Empreendimentos de Economia Solidária, a partir de uma metodologia “aprendente e ensinante”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Projeto está presente todos os sábados no Centro de Economia Solidária Dom Ivo Locheirster, promovendo atividades de&nbsp; capacitação para agricultores e feirantes por meio de atividades de conscientização a respeito da Rotulagem, Embalagem de Produtos e ações que visam respeitar as normativas de boas práticas de manipulação de alimentos e protocolos de segurança frente às estratégias de combate ao COVID-19. Há também atividades&nbsp; de pesquisa&nbsp; a respeito das mudanças percebidas na feira, além de suporte técnico à horta comunitária “Neide Vaz”, localizada no Loteamento Zilda Arns, também fornecendo orientações técnicas a produtores de leite em sistemas produtivos de base ecológica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com a Coordenadora, Profª Gisele, o projeto apresenta uma questão social muito evidente que passa pelo “Fortalecimento dos pequenos empreendimentos rurais e urbanos por meio de ações de formação e capacitação dos sujeitos, contribuindo assim para maior visibilidade dos produtos da Economia Solidária, como estratégia de desenvolvimento sustentável.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>A Feira</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-54668 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/124788270_111512170766204_3572374441066183241_o-300x224.jpg" alt="" width="413" height="308" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O desafio de organizar uma feira que traz esperança em seu histórico, se torna ainda mais importante diante da Pandemia de Covid-19, que em 2020 impossibilitou a realização presencial da feira em suas datas tradicionais, na segunda semana de julho, que no ano passado reuniu mais de 300 mil pessoas em seus 5 dias de realização. Assim foi necessário buscar novas formas de financiamento comercialização, divulgação e trocas de experiências, por isso, mesmo que de forma On-line a feira terá uma programação completa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mas para que possamos fazer ainda mais, inspirando pessoas e iniciativas de empreendimentos sociais, precisamos da ajuda de diversos colaboradores. Para você que quer contribuir com a realização da Feicoop edição especial On-line está sendo disponibilizado uma <a href="http://feicoop.com.br/content/knowledgebase/kb_view.asp?kbid=140">Vaquinha</a>, com o intuito de arrecadar recursos para a realização desse trabalho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A FEICOOP contará com diversas Atividades Autogestionadas propostas pelas entidades parceiras, Feira On-line de comercialização de produtos e uma série de Atividades culturais e artísticas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><strong>1ª Jornada Formativa da FEICOOP</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54669" align="alignleft" width="363"]<img class=" wp-image-54669" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/20201121_085215-300x225.jpg" alt="" width="363" height="272" /> Equipe transdisciplinar realiza atividades de capacitação para agricultores todos os sábados[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A 1ª Jornada Formativa da FEICOOP é composta por uma série de Atividades Autogestionadas a partir das propostas coletivas dos empreendimentos, fóruns, redes e consumidores/as, reunindo trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, tratando-se de um processo construído em mutirão, em que as diversas entidades participantes da FEICOOP, junto aos seus parceiros, construíram uma programação de oficinas e rodas de conversa para todos os públicos, que se articulam aos <a href="http://feicoop.com.br/content/knowledgebase/kb_browse.asp?cat_browse=1&amp;cat_id=8">Eixos Temáticos</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>A FEICOOP&nbsp; também promoverá um debate intercontinental a respeito da Economia Solidária, trazendo para a mesa debatedores de todas as regiões do Brasil, além de especialistas de diversos países, como Argentina, Espanha, Estados Unidos, Japão e México. Acompanhe pelo site a programação de <a href="http://feicoop.com.br/content/knowledgebase/kb_view.asp?kbid=168">seminários</a> e <a href="http://feicoop.com.br/content/knowledgebase/kb_view.asp?kbid=169">atividades autogestionadas</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>1ª Feira virtual de Economia Solidária</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Também será realizada a 1ª Feira virtual de Economia Solidária,&nbsp; que se apresenta como espaço de mostra, divulgação e comercialização da riqueza e diversidade produtiva dos empreendimentos de Economia Solidária. As <a href="https://eita.coop.br/feira-internacional-do-cooperativismo/">Inscrições</a> podem ser realizadas até o dia 30 de novembro. A Feira tem como principal eixo de divulgação a página no <a href="https://www.facebook.com/groups/feiravirtualfeicoop20">Facebook</a>, com mais de 900 membros, em que empreendimentos podem divulgar seus produtos e encontrar clientes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><strong>1ª Mostra de arte cultura e diversidade de ECOSOL</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Outro marco muito importante para a história da FEICOOP são as apresentações artísticas e culturais, para manter essa linda tradição realizaremos a 1ª Mostra de arte cultura e diversidade de ECOSOL com diversos artistas. Para a organização a arte, a cultura e a diversidade são parte daquilo que mais enriquece o viver em coletividade. É na troca com o outro que aprendemos sobre o mundo, sobre nós mesmos, e, mais do que isso, onde reconhecemos a imensa força daqueles que, juntos, sabem que um mundo bem melhor é possível, confira a <a href="http://feicoop.com.br/content/knowledgebase/kb_view.asp?kbid=2">programação</a> completa.&nbsp;</p>
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<p><em>Texto: Organização da FEICOOP</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM divulga ações voltadas ao fomento à economia solidária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/10/projeto-da-ufsm-divulga-acoes-voltadas-ao-fomento-a-economia-solidaria</link>
				<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 12:55:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto Fomento à Economia Solidária na Região Central do Rio Grande do Sul, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realiza uma série de ações com o intuito de fortalecer a economia solidária, a agricultura familiar, o comércio justo e o consumo ético e solidário, além de apoiar a Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54360" align="alignright" width="450"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-09-at-17.04.39-1.jpeg"><img class="wp-image-54360" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-09-at-17.04.39-1.jpeg" alt="" width="450" height="337" /></a> Projeto oferece suporte técnico à horta comunitária no Loteamento Zilda Arns[/caption]
<p>O projeto Fomento à Economia Solidária na Região Central do Rio Grande do Sul, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realiza uma série de ações com o intuito de fortalecer a economia solidária, a agricultura familiar, o comércio justo e o consumo ético e solidário, além de apoiar a Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), que neste ano terá uma edição virtual especial.</p>
<p>O projeto é executado pela UFSM, em parceria com o Projeto Esperança/Cooesperança, e conta com cinco estagiários e seis bolsistas (alunos de graduação), além da atuação voluntária de mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR).</p>
<p>Sob coordenação da professora Gisele Martins Guimarães, o projeto está presente todos os sábados no Centro de Economia Solidária Dom Ivo Lorcheister, promovendo atividades de capacitação para agricultores e feirantes por meio da realização de cursos de boas práticas de fabricação, rotulagem, embalagem de produtos e medidas de prevenção à Covid-19, além de oferecer suporte técnico à horta comunitária Neide Vaz, localizada no Loteamento Zilda Arns, também fornecendo orientações técnicas a produtores de leite em sistemas produtivos de base ecológica.</p>
<p>O projeto Fomento à Economia Solidária também desenvolve ações que visam respeitar as normativas de boas práticas de manipulação de alimentos e protocolos de segurança frente às estratégias de combate à Covid-19, realizando atividades de pesquisa a respeito das mudanças percebidas na feira.</p>
<p>De acordo com a coordenadora, o projeto apresenta uma questão social muito evidente que passa pelo “fortalecimento dos pequenos empreendimentos rurais e urbanos, por meio de ações de formação e capacitação dos sujeitos, contribuindo, assim, para maior visibilidade dos produtos da economia solidária, como estratégia de desenvolvimento sustentável”.</p>
<p>As ações do projeto visam ao estímulo do consumo dos produtos da agricultura familiar em uma perspectiva de segurança alimentar, conscientização para a produção e consumo dos produtos agroecológicos entre outras atividades.</p>
<p>Confira algumas ações e mais informações sobre o projeto na página no <a href="https://www.facebook.com/fomentoeconomiasolidariaufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Dissertação da UFSM ganha Prêmio Sober de Mestrado em Sociologia Rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/09/dissertacao-da-ufsm-ganha-premio-sober-de-mestrado-em-sociologia-rural</link>
				<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 12:55:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres rurais]]></category>
		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[sober]]></category>

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						<description><![CDATA[Juliana Almeida Costa, mestra em Extensão Rural pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM, teve sua dissertação premiada pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober). Com o título “Mulheres rurais e plantas medicinais: saberes, socialidades e autonomia feminina”, a dissertação foi selecionada e premiada como a Melhor Dissertação de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p>Juliana Almeida Costa, mestra em Extensão Rural pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM, teve sua dissertação premiada pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober). Com o título “Mulheres rurais e plantas medicinais: saberes, socialidades e autonomia feminina”, a dissertação foi selecionada e premiada como a Melhor Dissertação de Mestrado em Sociologia Rural pela banca examinadora do 58º Congresso da Sober.</p>
<p>Orientada pelo professor Joel Orlando Bevilaqua Marin, a dissertação de Juliana aborda as relações estabelecidas entre as mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que são referências em suas comunidades, regiões ou para o próprio movimento social ao qual pertencem, e as plantas medicinais para a construção da autonomia e protagonismo feminino, “além de como essas mulheres, a partir da lógica do cuidado, que é uma prática imposta a nós, mulheres, pela sociedade patriarcal, conseguem ressignificar e construir processos de emancipação social”, explica.</p>
<p>A mestra em Extensão Rural conta que toda sua trajetória de trabalho com mulheres assentadas da Reforma Agrária envolveu as plantas medicinais. Antes de começar seu mestrado Juliana trabalhou 14 anos com famílias assentadas nos municípios de Jóia e Tupanciretã, através do programa de assessoria técnica, social e ambiental do Incra, entre os anos de 2003 e 2017.</p>
<p>Para realizar a pesquisa de campo, Juliana entrevistou seis mulheres, de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, que foram referências para o setor de saúde do MST da sua comunidade e região. As pesquisas para sua tese começaram em agosto de 2018 e a defesa de seu trabalho foi em agosto de 2019. “Muitas das observações e percepções que constam na minha dissertação foram apreendidas em outras vivências, tanto nas vivências de trabalho quanto nas vivências que tive com essas mulheres em alguns outros momentos ao longo do mestrado, como em encontros e espaços coletivos delas que tive a oportunidade de participar”, afirma.</p>
<p>Juliana enfatiza a importância da UFSM e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural na conclusão de seu trabalho. “Este trabalho só foi possível de ser realizado por mim porque foi realizado na UFSM, universidade pública, gratuita e de qualidade, que permite nossa qualificação profissional de maneira tão espetacular. A acolhida pelo programa de uma temática que traz mulheres militantes de um movimento social e suas relações com as plantas medicinais como eixos centrais demonstra que o programa compreende a importância da diversidade de ideias dentro da ciência", destaca.</p>
<p>De acordo com Juliana, os resultados de sua pesquisa são experiência de extrema relevância para a sociedade e para a ciência brasileira. “Creio que o principal resultado foi a compreensão de que as mulheres que fazem parte desta pesquisa só ressignificaram o cuidado porque estavam organizadas coletivamente, porque o coletivo cumpre um papel fundamental na organização e emancipação das mulheres. Além disso, a compreensão que elas têm sobre a importância de seus saberes e suas trajetórias é outro ponto interessante, pois saber sobre as plantas é importante para suas famílias, comunidades, movimentos sociais, mas saberem o quanto estes saberes são valiosos, isso é importante para a humanidade”, analisa.</p>
<p>A cerimônia para a entrega do prêmio aconteceu no dia 27 de outubro, na Assembleia Geral dos Associados do 58º Congresso da Sober, realizada de forma virtual.</p>
<p><em>Texto: Ana Júlia Müller Fernandes, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Resumo sobre extensão na área do Direito é premiado em mostra científica online</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/06/resumo-sobre-extensao-na-area-do-direito-e-premiado-em-mostra-cientifica-online</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 17:42:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cepedi]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Educomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[UPE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52772</guid>
						<description><![CDATA[O resumo &#8220;Cepedi Educomunica Direito: das Oficinas de Práticas Educomunicativas como Tecnologia Assistiva&#8221; foi premiado com menção honrosa na 1ª Mostra Científica Online – Extensão e Pesquisa Durante o Isolamento Social, promovida pela Universidade de Pernambuco (UPE). A produção acadêmica é de autoria da mestre em Direito e em Extensão Rural da UFSM Bárbara Chiodini [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O resumo "Cepedi Educomunica Direito: das Oficinas de Práticas Educomunicativas como Tecnologia Assistiva" foi premiado com menção honrosa na 1ª Mostra Científica Online – Extensão e Pesquisa Durante o Isolamento Social, promovida pela Universidade de Pernambuco (UPE).</p>
<p>A produção acadêmica é de autoria da mestre em Direito e em Extensão Rural da UFSM Bárbara Chiodini Axt Hoppe e do mestrando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM Luan Moraes Romero, com orientação do coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Direito e Internet (Cepedi), Rafael Santos de Oliveira. O resumo faz alusão às atividades de capacitação desenvolvidas no último semestre, tanto no âmbito da UFSM quanto da Universidade Franciscana (UFN), para os alunos de graduação e pós-graduação, sobre o fazer extensionista em uma perspectiva educomunicacional.</p>
<p>De forma inovadora, a UPE propôs que a mostra ocorresse em ambiente virtual. Junto aos resumos submetidos, também foi pedido pela instituição organizadora que um vídeo de apresentação dos trabalhos fosse enviado. Durante os dias 17 e 18 de junho, todos as 160 produções audiovisual foram exibidas em um canal do Youtube atrelado à mostra, e os participantes foram convidados a comentar nos vídeos uns dos outros. No último dia 26 de junho, a comissão organizadora divulgou o nome dos trabalhos que foram contemplados com a menção honrosa. A premiação foi uma surpresa para os autores e também uma boa notícia em meio à pandemia. "Receber a menção honrosa foi uma ótima surpresa. Nos indica que nosso projeto de extensão tem caminhado na direção certa, mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia", ressalta Bárbara.</p>
<p>A situação desafiadora imposta pela pandemia de Covid-19 não foi destaque só na forma com que a mostra científica ocorreu, mas também foi catalisador da reformulação das atividades de capacitação para extensão desenvolvidas no projeto "O Direito Achado na Web: Riscos e Oportunidades do Ciberespaço", que passaram a ser desenvolvidas no ambiente virtual. Mesmo em outras ambiências, a abordagem dialógica e reflexiva é mantida, assim como a atenção na construção de ações em consonância com as realidades sociais que são trazidas na bagagem de cada um dos alunos envolvidos nas capacitações.</p>
<p>O projeto "O Direito Achado na Web" faz ações de cunho educomunicacional em parceria com a Escola Municipal de Ensino Fundamental Duque de Caxias. No biênio de 2018-2019, foram desenvolvidas oficinas com as crianças dos quartos e sextos anos, além de trabalhar com o EJA. Nesses dois anos, já passaram pelas ações 189 crianças e pré-adolescentes e também 49 jovens e adultos do EJA, com acompanhamento de cinco professores.</p>
<p>Em 2020, já se planeja o retorno de ações com a escola, também em âmbito virtual, assim como novos projetos serão gestados após as capacitações, como por exemplo discussões com a comunidade sobre privacidade pessoal, <em>fake news</em> e liberdade de expressão nas redes sociais.</p>
<p>Para saber mais sobre as ações do projeto de extensão e sobre as atividades do Centro de Pesquisas e Estudos em Direito e Internet, acesse <a href="http://www.cepedi.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.cepedi.org&amp;source=gmail&amp;ust=1594141462259000&amp;usg=AFQjCNEA16lolCthFrfKiXrVOQg0hNy0BQ">www.cepedi.org.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        