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				<title>Brasil avança em Liberdade de Imprensa, mas sofre com disparidade de gênero nas redações e ataques aos jornalistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/liberdade-de-imprensa</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:46:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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						<description><![CDATA[Estudo coordenado por professora da UFSM e publicado em ebook da WJS destaca momento atual da atividade jornalística no país
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p style="text-align: left">A Liberdade de Imprensa no Brasil avançou, segundo relatório recém divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Neste ano, o país figura na 52ª posição do ranking geral da RSF e, pela primeira vez, superou os Estados Unidos, que caiu para a 64ª colocação. Embora apresente melhorias, o país enfrenta problemas comuns aos de outras nações, como a judicialização do trabalho da imprensa. Além disso, no Brasil, existe disparidade de gênero nas redações e ocorre aumento dos casos de violência contra jornalistas. Os dados são de estudo inédito da World of Journalism Study (WJS), grupo internacional de pesquisadores do qual faz parte a professora Laura Storch, coordenadora do Grupo de Estudos em Jornalismo <a href="https://www.ufsm.br/grupos/ejor">(EJOR)</a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  </p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O jornalismo tem o compromisso de informar de maneira responsável os assuntos de interesse público. Ao acompanhar e cobrar o cumprimento do papel de quem atua nos três poderes - executivo, legislativo e judiciário -, a imprensa exerce o chamado “quarto poder”. A mídia acaba, assim, contribuindo com a garantia da democracia. Em função do ofício, que implica na exposição a riscos na apuração de informações, o jornalista está em posição de fragilidade e frequentemente sofre com violências, censura, perseguições e manifestações de ódio.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Mundo-na-liberdade-de-imprensa-1.jpg" alt="Imagem colorida horizontal sobre liberdade de imprensa. Em primeiro lugar, Noruega. Em 52º Brasil. EUA. e, 64º" />													
		<h3><b>Liberdade de Imprensa no mundo atinge níveis mais baixos do século XXI</b></h3>
<p></p>
<p>A pontuação média geral dos 180 países monitorados pela&nbsp;<a href="https://rsf.org/pt-br/ranking-2026-liberdade-de-imprensa-no-n%C3%ADvel-mais-baixo-em-25-anos" target="_blank" rel="noopener">Repórteres Sem Fronteiras (RSF)</a>&nbsp;está no nível mais baixo deste século. Divulgado na antevéspera do Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, celebrado no dia 3 de maio, o ranking de 2026 revela que 52% da população mundial vive em lugares em que o trabalho de jornalistas é considerado “difícil” ou “muito grave”. Entre os motivos para tal quadro estão: a ocorrência regular de conflitos armados, a existência de regimes ditatoriais, a polarização política, a criminalização da atividade jornalística e a falta de políticas públicas.</p>
<p>A liberdade de imprensa é monitorada a partir de indicadores econômicos, políticos, legislativos, sociais e de segurança pública. Um dos destaques negativos apontados pela RSF é o índice legislativo, que revela o abuso de mecanismos como lei de segurança para cercear o trabalho da imprensa tanto em regimes autoritários, como a Rússia (172°), quando em países que já foram exemplo de democracia, como Estados Unidos (64º).</p>
<p>“A gente está vivendo um momento muito particular da história em que estamos acompanhando no mundo inteiro um recrudescimento tanto de regimes políticos mais totalitários, quanto de lógicas de mercado mais totalitárias. Esses elementos geram uma pressão importante sobre o jornalismo, num momento em que o próprio jornalismo está fragilizado pelas mudanças internas que está passando”, analisa a professora Laura Storch sobre o ranking da RSF.</p>
<p>A crise a que a pesquisadora se refere tem dois eixos centrais: a sustentabilidade financeira da profissão e a credibilidade da imprensa. A sustentabilidade financeira se revela na dificuldade do “fazer jornalismo”, com a necessidade de atualização de equipamentos caros, as rotinas intensas de trabalho e a manutenção da segurança dos trabalhadores. Já a credibilidade é posta em xeque quando há questionamento da pertinência da profissão e dos profissionais diante do crescimento da figura do influenciador digital, do uso da inteligência artificial e da mudança da dieta informativa.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Brasil-na-liberdade-de-imprensa.jpg" alt="Gráfico colorido horizontal mostra evolução do ranking de liberdade de imprensa no Brasil: que estava em 111 em 2011 e saltou para a posição 52 neste ano, ou seja, melhorou" />													
		<h3><b>Brasil na contracorrente da América Latina</b></h3>
<p> </p>
<p>Pela primeira vez, o Brasil está em posição superior à dos EUA, e está em 52º lugar no ranking da RSF, subindo cinco colocações em relação ao ano passado. O avanço na liberdade de imprensa no país é ainda mais notável se comparado com cinco anos atrás, quando estava em 111º lugar. O relatório da entidade identifica que a mudança do governo de Jair Bolsonaro, que tratava a imprensa de forma truculenta e desacreditava a mídia, para o de Luís Inácio Lula da Silva, que dialoga com jornalistas, foi considerada decisiva para a mudança do quadro. </p>
<p>“Existe um certo enrijecimento social em relação à política em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil”, pondera a professora Laura. A pesquisadora compara dados da pesquisa da RSF com os de estudo que realizou com o grupo de <i>World of Journalism Study </i>e revela<i>: </i>“temos claramente a percepção dos jornalistas brasileiros de que aquele momento do governo Bolsonaro foi muito desafiador e muito agressivo para o trabalho jornalístico. Tinha essa exposição produzida pelos próprios discursos do presidente naquele momento”.</p>
<p>O continente americano passa por uma situação semelhante à das regiões mais perigosas e mortais para o exercício do jornalismo, como Oriente Médio e Europa Oriental - atingidas por guerras e conflitos -, devido à atuação sistemática de governos (Estados Unidos, Argentina e El Salvador) e à violência dos cartéis (México, Equador e Peru). Ao avaliar os dados da região, a <a href="https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/a-liberdade-de-imprensa-nas-americas-cai-drasticamente-em-meio-a-repressao-global-aponta-relatorio-da-rsf/" target="_blank" rel="noopener">LatAm Journalism Review</a> pontua o caso do Brasil como “uma luz nas Américas”, pelo retorno da normalidade democrática, reforço da transparência, do acesso à informação e da independência institucional. Apesar da melhora, a liberdade de imprensa no país é abalada pelo aumento da judicialização e os casos de violência de todos os tipos, incluindo a praticada pelo crime organizado. </p><h3><b>Disparidade de gênero na redações</b></h3>
<p>A rede internacional de pesquisadores <a href="https://worldsofjournalism.org/" target="_blank" rel="noopener">World of Journalism Study</a><i> </i>publicou neste ano, <i>pelo</i> <i>Knight Center,</i> um e-book sobre o exercício da profissão na América Latina. O estudo trilíngue (português, espanhol e inglês) se baseia em entrevistas feitas com mais de 4 mil jornalistas de 11 países pela rede de pesquisadores WJS.</p>
<p><i>O</i> capítulo “Jornalismo brasileiro: Desafios de insegurança, autocensura e disparidades de gênero” é assinado pela professora Laura Storch, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade de Siegen, na Alemanha. O texto destaca que o jornalismo no país é exercido em um contexto marcado por insegurança estrutural, precarização do trabalho e pressões constantes, que impactam diretamente na prática profissional. O Brasil tem altos índices de ataques a jornalistas, incluindo casos de assédio, perseguição, o que contribui para um ambiente hostil e de risco. Em função disso, muitos profissionais recorrem à autocensura como estratégia de autoproteção, evitando determinados temas ou abordagens para reduzir possíveis retaliações. O cenário é agravado pela instabilidade laboral proveniente de contratos frágeis, múltiplos empregos e baixa remuneração. Além do intenso desgaste emocional.</p>
<p>Além disso, o capítulo destaca barreiras estruturais da profissão, a exemplo das desigualdades de gênero na imprensa. De acordo com os pesquisadores, as mulheres têm menos estabilidade na carreira e enfrentam mais assédio e insegurança. A professora da UFSM enfatiza que a questão de gênero transparece na profissão por ser uma característica social.</p>
<p>“As nossas sociedades têm essa característica de que o trabalho da mulher é mais desvalorizado. Existe uma desigualdade estrutural. E isso se repete no jornalismo também. Nesse caso, tanto as pesquisas nacionais, quanto as internacionais vão demonstrar sistematicamente, que existem diferenças muito importantes, em relação ao trabalho da mulher e ao trabalho do homem jornalista, bem como em relação aos tipos de violência que eles sofrem também”, explica.</p>
<h3><b style="background-color: transparent;color: #000000;font-family: Arial, sans-serif;font-size: 11pt;white-space: pre-wrap;text-align: justify">A cada 1,7 minuto, um jornalista brasileiro é agredido virtualmente</b></h3>
<p>O relatório da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), divulgado em 2025, registrou 900 mil ataques virtuais a jornalistas. O número representa uma média de 2,5 mil agressões diárias ou cerca de 1,7 por minuto, indicando um crescimento de 35% em relação ao período anterior.</p>
<p>A Abert aponta que pelo menos nove jornalistas de veículos, como jornais, sites e emissoras de televisão, foram impedidos de realizar coberturas políticas, esportivas e regionais no ano passado, o que representa um aumento de 55% se comparado ao período anterior. A professora explica que normalmente, os casos de ataques contra jornalistas são muito particulares, e que a maioria dos profissionais depende do apoio oferecido pelas instituições. As empresas de mídia, por outro lado, nem sempre têm protocolos bem estabelecidos para lidar com as situações. A pesquisadora compara com a situação das enchentes, em que os jornalistas ficaram expostos a uma série de riscos, mas que os protocolos foram sendo estruturados com o tempo. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No Brasil, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é a responsável por defender os direitos trabalhistas dos jornalistas, e  a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entidade sem fins lucrativos voltada ao jornalismo de interesse público, defende a liberdade de expressão e o aprimoramento das técnicas de investigação jornalística.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Reportagem: Ellen Scwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Infografia: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Edição: Maurício Dias</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Jornalismo da UFSM realizam visita técnica ao Diário de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/05/06/estudantes-de-jornalismo-da-ufsm-realizam-visita-tecnica-ao-diario-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 22:53:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo digital]]></category>

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						<description><![CDATA[Redação: Lavínia Coradini, bolsista da coordenação do curso de Jornalismo. Revisão e edição: Profa. Luciana Carvalho. Na tarde da quinta-feira, 30/05, alunos do quinto semestre do curso de Jornalismo da UFSM realizaram uma visita técnica ao Diário de Santa Maria, acompanhados pela professora da disciplina de Jornalismo Digital I, Luciana Carvalho, também coordenadora do curso. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Redação</strong>: Lavínia Coradini, bolsista da coordenação do curso de Jornalismo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Revisão e edição:</strong> Profa. Luciana Carvalho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na tarde da quinta-feira, 30/05, alunos do quinto semestre do curso de Jornalismo da UFSM realizaram uma visita técnica ao Diário de Santa Maria, acompanhados pela professora da disciplina de Jornalismo Digital I, Luciana Carvalho, também coordenadora do curso. A atividade integrou a proposta da disciplina de aproximar os estudantes das práticas contemporâneas do jornalismo e das transformações do setor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1037,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-06-at-18.12.28-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-1037" /><figcaption class="wp-element-caption">Turma de Jornalismo Digital I foi conhecer o jornalismo multiplataforma na prática. <strong>Selfie</strong>: Amanda Borin.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os estudantes visitaram todos os setores, do comercial à redação, passando pelos estúdios das rádios +FM92.7 e CDN. Na redação integrada, puderam bater um papo com alguns jornalistas, dos mais experientes aos recém formados - muitos egressos da UFSM - que produzem conteúdo para o jornal impresso e online, redes sociais, TV e rádios. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo do percurso, puderam entender melhor os processos de apuração, edição e publicação de notícias, além das dinâmicas da produção radiofônica, desde a elaboração de roteiros até as entradas ao vivo. Um dos alunos, Felipe Trost, 23 anos, relata que o contato direto com profissionais contribui para uma compreensão mais concreta do funcionamento das redações. Segundo ele, a experiência mostrou como o jornalismo impresso e o digital se complementam na circulação de informações relevantes para a comunidade local. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A visita teve como objetivo aproximar os acadêmicos da prática profissional e proporcionar uma vivência do mercado de comunicação regional. A atividade também reforçou a importância da formação prática durante a graduação, ampliando o olhar dos estudantes sobre as possibilidades de atuação no jornalismo. Entre os temas abordados, estiveram os desafios enfrentados pelas empresas de comunicação na era digital. Os profissionais do Grupo destacaram a necessidade de adaptar conteúdos para diferentes plataformas, como portais e redes sociais, além de adequar a linguagem a distintos públicos, cenário que amplia as demandas sobre os trabalhadores do jornalismo.<br><br><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>InovaTec UFSM seleciona bolsista de Jornalismo para produção de podcast </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/26/inovatec-ufsm-seleciona-bolsista-de-jornalismo-para-producao-de-podcast</link>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:27:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas para alunos]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec parque tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[O InovaTec UFSM &#8211; Parque Tecnológico publicou um edital para seleção de estudantes de Jornalismo que desejam atuar na produção do podcast Ecos da Inovação e demais atividades relacionadas ao ambiente de inovação. O pré-requisito é ter cursado ou estar cursando a disciplina de Radiojornalismo II do curso de Comunicação Social &#8211; Jornalismo.  A bolsa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">O InovaTec UFSM - Parque Tecnológico publicou um edital para seleção de estudantes de Jornalismo que desejam atuar na produção do podcast Ecos da Inovação e demais atividades relacionadas ao ambiente de inovação. O pré-requisito é ter cursado ou estar cursando a disciplina de Radiojornalismo II do curso de Comunicação Social - Jornalismo. </p>
<p dir="ltr">A bolsa é destinada a estudantes que desejam ampliar suas habilidades no âmbito sonoro. Como parte das atribuições, o selecionado irá atuar em um projeto radiofônico do Parque Tecnológico, auxiliar no planejamento e desenvolvimento do projeto, apresentar pautas para o programa, agendar entrevistas com diferentes fontes ligadas a empreendedorismo e inovação, apurar informações em fontes confiáveis, redigir roteiros, realizar a locução e mediação do programa e contribuir com outras atividades de apoio relacionadas ao InovaTec UFSM, como a cobertura de eventos e redação de notícias. </p>
<p dir="ltr">É desejável que os inscritos possuam conhecimento prévio da linguagem radiofônica, proatividade e disponibilidade para participar do programa. As inscrições serão realizadas por meio do <a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5226" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao%3D5226&amp;source=gmail&amp;ust=1774617404454000&amp;usg=AOvVaw2c-eJ0zrln_RSVhPXYpZao">formulário eletrônico</a> e permanecerão abertas até o dia 1º de abril. Para realizar a inscrição, o estudante deverá enviar uma cópia do comprovante de matrícula atualizado, uma cópia do currículo da Plataforma Lattes atualizado e seu portfólio de trabalhos/projetos em um link no Google Drive. </p>
<p dir="ltr">O processo seletivo será dividido em duas etapas, a primeira corresponde à análise do currículo e do portfólio, com peso de 5 pontos, e a última será referente a uma entrevista individual e presencial, também com peso 5. A segunda etapa incluirá a avaliação de uma atividade prática em que os candidatos terão que apresentar um roteiro de um boletim informativo de rádio com a duração máxima de 2 minutos. </p>
<p dir="ltr">De acordo com o edital, para essa atividade o estudante deverá pesquisar previamente no <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec&amp;source=gmail&amp;ust=1774617404454000&amp;usg=AOvVaw1tuLkQWBFRC2km8jor90iC">site</a> ou nas <a href="https://www.instagram.com/inovatec.ufsm/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/inovatec.ufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1774617404454000&amp;usg=AOvVaw0CbN0R1NSp4fSLY2NKTBTv">redes sociais</a> do InovaTec UFSM e selecionar três pautas ou mais (notícias, projetos, eventos ou iniciativas) para compor o conteúdo do boletim. A proposta é simular um material informativo de podcast/rádio, com linguagem clara, dinâmica e adequada ao público. No dia da entrevista, o candidato deverá apresentar o roteiro finalizado e realizar sua leitura em voz alta. </p>
<p dir="ltr">A avaliação desta etapa irá considerar a organização e coerência das ideias, a qualidade e estrutura do roteiro, a adequação da linguagem ao formato de áudio e a interpretação na leitura (entonação, ritmo e clareza). As entrevistas serão realizadas entre os dias 6 e 8 de abril, no Prédio 61H da UFSM. A data e horário serão informados por e-mail aos selecionados na primeira etapa. </p>
<p dir="ltr">Para mais informações acesse o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2026/03/EDIT_INOVATEC_BOLSISTA_2026_02-1.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/884/2026/03/EDIT_INOVATEC_BOLSISTA_2026_02-1.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1774617404454000&amp;usg=AOvVaw080PeC4ROG80sLHWGHgOHF">documento.</a> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>02/2026 - Seleção de bolsista de jornalismo para atuar no InovaTec UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/editais/002-2026</link>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/?post_type=editais&#038;p=3981</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia – INOVATEC, por meio da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo da UFSM (PROINOVA/UFSM), torna público o processo seletivo para a contratação de bolsista de jornalismo, nos termos da resolução 01/2013-UFSM.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia – INOVATEC, por meio da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo da UFSM (PROINOVA/UFSM), torna público o processo seletivo para a contratação de bolsista de jornalismo, nos termos da resolução 01/2013-UFSM.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenadora do curso participa de treinamento em conferência internacional da União Europeia e FGV</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/21/coordenadora-do-curso-participa-de-treinamento-em-conferencia-internacional-da-uniao-europeia-e-fgv</link>
				<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 00:24:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desinfomidia]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[grupos-Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=1008</guid>
						<description><![CDATA[A professora Luciana Carvalho, coordenadora do curso de Jornalismo da UFSM &#8211; Campus Santa Maria e líder do Grupo de Pesquisa Desinfomídia (UFSM/CNPq), participou de um treinamento sobre ‘Manipulação e Interferência Estrangeira da Informação’, realizado de 17 a 19 de março, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília.  O curso integrou a programação da conferência internacional [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A professora Luciana Carvalho, coordenadora do curso de Jornalismo da UFSM - <em>Campus </em>Santa Maria e líder do Grupo de Pesquisa Desinfomídia (UFSM/CNPq), participou de um treinamento sobre ‘Manipulação e Interferência Estrangeira da Informação’, realizado de 17 a 19 de março, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1009,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/conferencia.jpg" alt="" class="wp-image-1009" /><figcaption class="wp-element-caption">Representantes da SECOM da Presidência, Nina Santos, e da AGU, Marcelo Almeida, abriram a conferência com o painel “O impacto da Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes no Processo Democrático”. <strong>Imagem</strong>: FGV COMUNICAÇÃO.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso integrou a programação da conferência internacional ‘Desinformação, Soberania e Democracia na Era da Inteligência Artificial’, realizada pela Delegação da União Europeia no Brasil e pela Escola de Comunicação da FGV, em parceria com a Debunk.org - <em>think tank</em> com sede na Lituânia focada em detectar e desmascarar campanhas de desinformação online. O treinamento foi ministrado por analistas da Debunk e pesquisadores da FGV a jornalistas, fact-checkers, pesquisadores, universidades e ONGs de várias regiões brasileiras. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1010,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/fimi_fgv-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-1010" /><figcaption class="wp-element-caption">Professora Luciana Carvalho, do curso de Jornalismo da UFSM, com jornalistas e pesquisadores de todo o Brasil que participaram de treinamento na FGV Brasília durante evento da União Europeia. <strong>Imagem</strong>: FGV COMUNICAÇÃO.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a docente da UFSM, foi uma oportunidade de atualização sobre como identificar e enfrentar campanhas de desinformação que são promovidas por agentes externos visando atacar nossa democracia. “Foi um privilégio estar nesse curso e conhecer uma modalidade de desinformação que ainda não tinha estudado, sobretudo ter acesso a um conhecimento especializado que poderá ampliar a atuação do Desinfomídia. Além disso, foram dias de ótima convivência com colegas incríveis e de muito networking”, afirmou a professora Luciana.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1011,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/painel.jpg" alt="" class="wp-image-1011" /><figcaption class="wp-element-caption">O segundo painel da conferência abordou “Desafios da desinformação e interferência estrangeira no Brasil e na América Latina”, com a participação de Marcela Ríos Tobar (diretora para América Latina e Caribe do International IDEA) e Patricia Campos Mello (jornalista da Folha de São Paulo). A moderação foi de Beatriz Farrugia, analista sênior da Debunk.org.<br></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudante de Jornalismo conquista estágio na revista “piauí”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/03/20/estudante-de-jornalismo-conquista-estagio-na-revista-piaui</link>
				<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:16:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[O estudante Pedro Moro, do 7º semestre do curso de Jornalismo, foi selecionado para um estágio de seis meses na revista piauí, uma das mais prestigiadas publicações do país no campo do jornalismo narrativo. As atividades iniciaram no começo de março, com uma imersão completa na estrutura da revista, participação em reuniões de pauta e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":1007,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/Foto_-Acervo-pessoal-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-1007" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pedro Moro, na sede da revista "piauí", no Rio de Janeiro. <strong>Foto:</strong> Acervo pessoal.</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudante Pedro Moro, do 7º semestre do curso de Jornalismo, foi selecionado para um estágio de seis meses na <a href="https://piaui.uol.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista <em>piauí</em></a><em>,</em> uma das mais prestigiadas publicações do país no campo do jornalismo narrativo. As atividades iniciaram no começo de março, com uma imersão completa na estrutura da revista, participação em reuniões de pauta e encontros com as equipes de checagem, de redes sociais e de edição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pedro conta que conheceu a revista em 2023, logo no início da graduação. Desde então, tem identificação com a proposta editorial da revista. Diferente do jornalismo factual, a <em>piauí</em> é conhecida por apostar em matérias com abordagem aprofundada e em tom literário, característica que chamou a atenção do estudante.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O processo seletivo nacional incluiu entrevistas com o editor-chefe e com estagiários da redação. Para Moro, um dos principais aprendizados até agora foi perceber a valorização de perfis autênticos. Segundo ele, apostar na própria singularidade faz toda diferença. O estudante acredita que sua seleção esteja relacionada ao interesse em unir o jornalismo aos quadrinhos. A combinação de interesses pessoais com a prática jornalística é essencial para ir além do padrão, comenta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Agora, a atuação segue de forma remota. Mas o período imerso na redação da revista, no Rio de Janeiro, entre os dias dois a sete de março, e viabilizado pela publicação, permitiu compreender bem o funcionamento interno, especialmente o rigor da equipe de checagem: “São apenas três pessoas responsáveis por essa etapa, mas o nível de exigência é muito alto”, relata.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Pedro Moro, a experiência no estágio deve agregar elementos significativos à sua formação em Jornalismo na UFSM, diversificando compreensões sobre a prática da reportagem e aproximando a teoria do exercício profissional. Ele destaca que já está em processo de apuração de matérias e vê a oportunidade como um passo importante na carreira. A expectativa, comenta, é que essa experiência também contribua para abrir portas a outros estudantes da universidade. O estágio continua até agosto deste ano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1005,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2026/03/Foto_-Acervo-Pessoal-2-1024x630.jpeg" alt="" class="wp-image-1005" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pedro Moro (esquerda) com a equipe do podcast Foro de Teresina. <strong>Foto: </strong>Acervo pessoal.</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Redação e reportagem:</strong> Lavínia Coradini - Bolsista; estudante do curso de Jornalismo</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Imagens:</strong> Pedro Moro/Arquivo Pessoal</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádio UniFM transmite série de entrevistas com mulheres que fazem a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/06/radio-unifm-transmite-serie-de-entrevistas-com-mulheres-que-fazem-a-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:31:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72143</guid>
						<description><![CDATA[As entrevistadas compartilharam experiências profissionais e pessoais, refletindo sobre os desafios e as contribuições das mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/mulheres-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/mulheres-1-819x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação da série de entrevistas." width="575" height="719" /></a>Desta segunda (9) até a próxima sexta-feira (13), a UniFM 107.9 apresenta a série de entrevistas “Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram”, veiculada dentro do programa <i>Ponto de Partida</i>, que vai ao ar das 7h às 8h30min, com as entrevistas transmitidas em torno das 8h. Com duração média de meia hora cada uma, as entrevistas foram realizadas pela estudante Prisley Zuse, do curso de Jornalismo.</p><p>A iniciativa integra a programação do mês de março em alusão ao Dia Internacional das Mulheres e busca dar visibilidade às trajetórias daquelas que ocupam espaços de liderança, ensino, pesquisa e extensão na UFSM. A série é uma parceria da Casa Verônica, da Pró-Reitoria de Extensão e das rádios da UFSM.</p><p>As entrevistadas compartilharam experiências profissionais e pessoais, refletindo sobre os desafios e as contribuições das mulheres em suas áreas e na construção da universidade e da sociedade.</p><p><b>Convidadas da série</b></p><p>Cinco mulheres com trajetórias de destaque em diferentes áreas participam da iniciativa:</p><p><b>Segunda-feira (9):</b> Renata Rojas, professora do Departamento de Estatística. Recebeu em 2025 o Prêmio Para Mulheres na Ciência (L’Oréal/ABC/Unesco). Integra a Academia Brasileira de Ciências e atua como embaixadora do Instituto Internacional de Estatística. Coordena o projeto GuriasTec, que incentiva meninas na área da tecnologia.</p><p><b>Terça-feira (10):</b> Elaine Resener, professora de ginecologia e obstetrícia. Primeira e única mulher a dirigir o Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) e a atuar como superintendente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) na instituição. Também foi Secretária de Saúde de Santa Maria (2006-2009). Ao longo da carreira, recebeu 29 comendas e distinções por sua atuação acadêmica e na gestão em saúde pública.</p><p><b>Quarta-feira (11):</b> Simone Messina, técnica em assuntos educacionais e doutora em Educação pela UFSM. Diretora do Jardim Botânico da UFSM, é referência em iniciativas de educação ambiental e na aproximação entre universidade e comunidade.</p><p><b>Quinta-feira (12):</b> Raquel Guerra, professora do Centro de Artes e Letras, com atuação voltada a projetos que articulam teatro, circo, audiovisual e formação artística. Raquel também dirigiu o Teatro Caixa Preta em sua reabertura e atualmente está à frente da Coordenadoria de Cultura e Arte da UFSM.</p><p><b>Sexta-feira (13):</b> Marcia Henke, professora do curso superior de Redes de Computadores do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism). Doutora em Informática, coordena o projeto de extensão Gurias em Redes, que aproxima meninas em idade escolar da área da computação.</p><p>A série “Mulheres que fazem a UFSM: trajetórias que inspiram” também pode ser acompanhada pela internet, no <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> das rádios da universidade</a>. Posteriormente, as entrevistas serão disponibilizadas no <a href="https://open.spotify.com/show/1kh22biupdbZzdntWKXO5a?si=cbc84c61a7b54c21&amp;nd=1&amp;dlsi=82e6fab4de7e4f85" target="_blank" rel="noopener">Spotify das Rádios da UFSM</a>.</p><p><i>Texto: Núcleo de Rádio</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Recepção Estudantil marca início do semestre letivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/02/28/recepcao-estudantil-marca-inicio-do-semestre-letivo</link>
				<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 09:34:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=1000</guid>
						<description><![CDATA[Curso de Jornalismo terá tour e momento com a coordenação na terça-feira, dia 3 O curso de Jornalismo também participa das atividades de Recepção Estudantil 2026.1 da UFSM, com atividades planejadas pela Coordenação de curso e por veteranos. Além desses momentos específicos, organizados pelos cursos, a UFSM também preparou uma série de eventos para a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:heading {"level":5} -->
<h5 class="wp-block-heading"><em>Curso de Jornalismo terá tour e momento com a coordenação na terça-feira, dia 3</em></h5>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso de Jornalismo também participa das atividades de Recepção Estudantil 2026.1 da UFSM, com atividades planejadas pela Coordenação de curso e por veteranos. Além desses momentos específicos, organizados pelos cursos, a UFSM também preparou uma série de eventos para a primeira semana de aulas. O objetivo é oferecer acolhida e celebrar a entrada dos novos estudantes na Universidade. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na terça-feira, 3/3, está previsto um momento de conversa com a coordenação, quando o grupo de ingressantes receberá as boas-vindas e informações iniciais sobre o curso de Jornalismo. O encontro será na Sala 3128 - Prédio 74B (CCSH). A seguir, os calouros farão um <em>tour </em>guiado pela <em>Casa da Comunicação</em>, conhecendo a equipe e a estrutura dos meios de comunicação da UFSM. Os veteranos ainda organizaram uma segunda visita, ao <em>Estúdio 21</em>, para apresentar o laboratório. Ela está prevista para a sexta-feira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação completa da <strong>Recepção Estudantil</strong> da UFSM, que vai de 1 a 6 de março, está <strong><a href="https://www.ufsm.br/eventos/recepcao-estudantil-1o-semestre-de-2026#programacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponível aqui</a></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading">Programação específica do curso de Jornalismo</h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Segunda-feira, 2/3</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>10h - Centro de Convenções - <strong>Recepção Estudantil </strong>da UFSM<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Abertura Oficial</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Palestra <strong>"Você não é confiável, por isso a ciência existe"</strong>, com Ana Bonassa, do <a href="https://www.instagram.com/nuncavi1cientista/">@nuncavi1cientista</a> (<a href="https://www.instagram.com/p/DVRib9gCWi4" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais</a>)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Terça-feira, 3/3</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>13h30 - Sala 3128 - Prédio 74B - <strong>Conversa com a Coordenação</strong></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><em>Tour </em>guiado na <strong>Casa da Comunicação</strong> (após o encontro com a coordenação)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sexta-feira, 6/3</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>14h - Prédio 21 - <strong>Visita ao <em>Estúdio 21</em></strong> e teste de câmera (promovida pelos veteranos)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading">Programação Específica do Centro de Ciências Sociais e Humanas</h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:heading {"level":5} -->
<h5 class="wp-block-heading">02 de março</h5>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>9h – Hall do Prédio 74C (próximo à portaria)<br>13h – Hall do Prédio 74B (próximo ao elevador e aos banheiros do térreo)<br>15h – Hall do Prédio 74A (próximo ao painel artístico)<br>19h – Auditório do CCSH (Prédio 74C, sala 4222), reunindo os cursos noturnos</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/02/20/integra-ccsh-promove-acolhimento-aos-estudantes-no-primeiro-dia-de-aula">Saiba mais clicando aqui</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Contato com a coordenação de curso:</strong> coordenacaojn@ufsm.br. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2026/1: Curso de Jornalismo divulga horários e salas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2026/02/27/2026-1-curso-de-jornalismo-divulga-horarios-e-salas</link>
				<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:32:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/?p=998</guid>
						<description><![CDATA[O horário e a sala das disciplinas oferecidas pelo curso de Jornalismo Campus Sede, neste primeiro semestre letivo de 2026, podem ser visualizados no link a seguir. O documento também informa sobre o/a docente responsável pela disciplina. Estudantes devem ficar atentas/os aos avisos de cada disciplina, remetidos por e-mail ou via Moodle. CLIQUE AQUI | [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O horário e a sala das disciplinas oferecidas pelo curso de Jornalismo Campus Sede, neste primeiro semestre letivo de 2026, podem ser visualizados no link a seguir.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /--><!-- wp:paragraph -->
<p>O documento também informa sobre o/a docente responsável pela disciplina. Estudantes devem ficar atentas/os aos avisos de cada disciplina, remetidos por e-mail ou via<em> Moodle</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /--><!-- wp:paragraph /-->		
					<a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1AySaHAKvNbhtnW3dJLmG0mwwrI0Deexqj-brvb4l4Xs/edit?usp=sharing" target="_blank">
									CLIQUE AQUI |  Jornalismo | Horário e salas 2026.1
					</a>
		<p>A tabela serve de referência para docentes e para estudantes, e será atualizada caso houver alguma alteração.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Dúvidas:</strong> coordenacaojn@ufsm.br</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/infraestrutura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a Infraestrutrura do CCSH.</a></p><p><iframe src="https://docs.google.com/spreadsheets/d/e/2PACX-1vTC_fWLMdn6p9ApiB2rJLEdoiptsOD-56QcQ_rx9krsAGvkx-zSkTuJVPB9_yEPmmDvE14IxMZWEFxe/pubhtml?widget=true&amp;headers=false"></iframe></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Desinfomídia lança chamada de capítulos para livro sobre desinformação e saúde mental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/29/desinfomidia-lanca-chamada-de-capitulos-para-livro-sobre-desinformacao-e-saude-mental</link>
				<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 19:47:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71923</guid>
						<description><![CDATA[A obra está vinculada ao projeto de extensão VerdadeiraMente e integra iniciativa contemplada pelo CNPq, em parceria com o Ministério da Saúde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Grupo de Pesquisa Desinfomídia abriu chamada de capítulos para o livro “Comunicação, Desinformação e Saúde Mental: disputas de sentido, circulação e recepção no ecossistema midiático”, que será organizado por Luciana Menezes Carvalho e Rômulo Oliveira Tondo, líder e vice-líder do grupo, respectivamente.

A obra está vinculada ao projeto de extensão <a href="https://projetoverdadeiramente.com/" target="_blank" rel="noopener">VerdadeiraMente</a> e integra uma iniciativa contemplada em <a href="http://memoria2.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;filtro=abertas&amp;detalha=chamadaDivulgada&amp;idDivulgacao=12405" target="_blank" rel="noopener">edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Saúde</a>. O projeto reúne pesquisadoras e pesquisadores da área de comunicação e saúde, com foco na divulgação científica, nas ações extensionistas e no enfrentamento à desinformação em saúde mental, em articulação com a comunicação pública e com as políticas de cuidado no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

O livro propõe reunir capítulos que analisem a desinformação como fenômeno estrutural do ecossistema midiático contemporâneo e seus impactos no campo da saúde mental. A abordagem considera não apenas os processos de produção e circulação da informação, mas também a forma como os conteúdos são recebidos, interpretados e ressignificados por diferentes públicos, em contextos socioculturais diversos.

A chamada contempla contribuições teóricas, empíricas, metodológicas e relatos de experiência que dialoguem com a interface entre comunicação, desinformação e saúde mental. Trabalhos interdisciplinares, extensionistas e com recortes regionais terão prioridade na avaliação.

Entre os eixos temáticos indicados estão: os ecossistemas de desinformação em saúde; os estudos de recepção e consumo midiático; as relações entre plataformas digitais, juventudes e subjetividades; as políticas públicas de comunicação em saúde mental; e as iniciativas de literacia midiática, informacional e em saúde.

Os textos completos devem ser enviados até 18 de junho de 2026, às 23h59, para os e-mails do projeto e dos coordenadores. A previsão de retorno dos pareceres é para o início de setembro de 2026. O cronograma prevê a publicação do e-book entre dezembro de 2026 e janeiro de 2027.

Faça o <em>download </em>da <a href="https://drive.google.com/file/d/1uBnrYme2vjuimqs9UfApzKxX1aEDzKDY/view" target="_blank" rel="noopener">chamada completa com os eixos temáticos</a> e do <a href="https://docs.google.com/document/d/1u7ME50rfAwV8N0aUoUSbxyxXr7CEwhQ8/edit?pli=1" target="_blank" rel="noopener"><i>template</i> de submissão</a>.

<i>Texto: Desinfomídia</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM e da Colômbia lançam e-book sobre jornalismo e memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/19/pesquisadores-da-ufsm-e-da-colombia-lancam-e-book-sobre-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:10:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[editora facos]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71684</guid>
						<description><![CDATA[Obra reúne textos em português e em espanhol e está disponível no site da Editora Facos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left">O milpa – laboratório de jornalismo (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book "Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns". A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. O e-book traz textos em espanhol e em português, tem acesso aberto e está <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns&amp;source=gmail&amp;ust=1766224318059000&amp;usg=AOvVaw3S1pSf4te18m6JIG0ZhwA3">disponível no site da Editora Facos-UFSM</a>.</p>
<p>Os nove textos da coletânea são convites à reflexão sobre distintas práticas de pesquisa e procuram fomentar o diálogo de saberes na América Latina. Ao aproximar realidades dos dois países, o e-book proporciona o contato com as tarefas do jornalismo quando observado em realidades sociais complexas e em território cujas feridas ainda pulsam no imaginário e na realidade social.</p>
<p>O projeto de pesquisa, do qual este livro é um dos produtos finais, é uma investigação nascida em solo colombiano, no contato com intensas experiências jornalísticas e de narrativa do conflito. Em sua fase final, a investigação “Escrituras possíveis, lugares (in)comuns: saberes, sujeitos e compreensões sobre o jornalismo narrativo latino-americano”, contou com apoio financeiro do edital 07/2024 da Capes, por meio do Programa Move La America, que proporcionou a vinda do doutorando Amaury Núñez González, da UdeA, para o doutorado sanduíche na UFSM, além de Auxílio Pesquisador Orientador, fomentando ações no escopo do projeto, em especial a realização do Simpósio Internacional Jornalismo e Memória, em maio e em junho de 2025, cujas intervenções e debates motivaram a elaboração dos textos presentes na obra.</p>
<p>A organização do livro é do professor Reges Schwaab (Poscom/UFSM) e dos doutorandos Amaury Núñez González (UdeA/Colômbia) e Wellington Hack (UFSM). Assinam os textos os pesquisadores Jorge Bonilla, Raúl Hernando Osorio Varga, Amaury Núñez González, da Colômbia; Angela Zamin, Marta Maia, Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, María José Gonzalez Piris, Jorge Ijuim, Hila Rodrigues, Helena Paz de Andrade Pessoa, Felipe Adam, Josué Gris, Micael Olegário, Júlia Petenon e Reges Schwaab, do Brasil.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>milpa lança e-book sobre Jornalismo e Memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/12/17/milpa-lanca-e-book-sobre-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:38:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Acadêmica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=184</guid>
						<description><![CDATA[A obra reúne contribuições de pesquisadores brasileiros e colombianos O milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns. A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><em>A obra reúne contribuições de pesquisadores brasileiros e colombianos</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O <b>milpa - laboratório de jornalismo</b> (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book <b>Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns</b>. A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. O e-book traz textos em espanhol e em português, tem acesso aberto e <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank" rel="noopener">está disponível no site da Editora FACOS-UFSM</a>.</p>
<p>Os nove textos da coletânea (veja lista a seguir) são convites à reflexão sobre distintas práticas de pesquisa e procuram fomentar o diálogo de saberes na América Latina. Ao aproximar realidades dos dois países, o e-book proporciona o contato com as tarefas do jornalismo quando observado em realidades sociais complexas e em território cujas feridas ainda pulsam no imaginário e na realidade social. </p>
<p>O projeto de pesquisa, do qual este livro é um dos produtos finais, é uma investigação nascida em solo colombiano, no contato com intensas experiências jornalísticas e de narrativa do conflito. Em sua fase final, a investigação “Escrituras possíveis, lugares (in)comuns: saberes, sujeitos e compreensões sobre o jornalismo narrativo latino-americano”, contou com apoio financeiro do edital 07/2024 da Capes, por meio do <i>Programa Move La America</i>, que proporcionou a vinda do doutorando Amaury Núñez González, da UdeA, para o doutorado sanduíche na UFSM, além de Auxílio Pesquisador Orientador, fomentando ações no escopo do projeto, em especial a realização do <i>Simpósio Internacional Jornalismo e Memória</i>, em maio e em junho de 2025, cujas intervenções e debates motivaram a elaboração dos textos presentes na obra.</p>
<p>A organização do livro é do professor Reges Schwaab (POSCOM/UFSM) e dos doutorandos Amaury Núñez González (UdeA/Colômbia) e Wellington Hack (UFSM). Assinam os textos os pesquisadores Jorge Bonilla, Raúl Hernando Osorio Vargas, Amaury Núñez González, da Colômbia; Angela Zamin, Marta Maia, Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, María José Gonzalez Piris, Jorge Ijuim, Hila Rodrigues, Helena Paz de Andrade Pessoa, Felipe Adam, Josué Gris, Micael Olegário, Júlia Petenon e Reges Schwaab, do Brasil.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
														<a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank">
							<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/12/divulga_ebook-1024x577.jpg" alt="" />								</a>
		<p><strong>Informações técnicas:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px">GONZÁLEZ, Amaury Nuñez; SCHWAAB, Reges; HACK, Wellington (orgs.). <strong>Jornalismo e memória</strong>: escrituras possíveis, lugares (in)comuns. Santa Maria, RS : FACOS-UFSM, 2025.</p>
<p style="padding-left: 40px"><strong>ISBN</strong> 978-65-5773-110-9</p>
<hr />
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><strong>Capítulos, autoras e autores:</strong></p>
<ul>
<li>La iconografia del conflicto: imagenes, memoria y atrocidad - <strong>Jorge Ivan Bonilla</strong> (Universidad Eafit/Colômbia)</li>
<li>Residencia en la transnarrativa: viajes transmodernos… sujetos y personas en tránsito - <strong>Raúl Hernando Osorio Vargas</strong> (UdeA/Colômbia)</li>
<li>Narrativas de la memoria: procesos creativos y formatos innovadores en la representación del pasado - <strong>Amaury Núñez González</strong> (UdeA/Colômbia)</li>
<li>Periodistas por las veredas del dolor - <strong>Angela Zamin</strong> (UFSM/Brasil)</li>
<li>Narrativas do jornalismo de posição contra o esquecimento: memória e testemunho sobre a ditadura - <strong>Marta R. Maia</strong> (UFOP/Brasil) e <strong>Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior</strong> (UFF/Brasil)</li>
<li>O Memoricídio e a ressurreição de Nísia Floresta: a autora, escritora, jornalista, tradutora, educadora não pode ser esquecida - <strong>María José Gonzalez Piris</strong>  e <strong>Jorge Ijuim</strong> (UFSC/Brasil)</li>
<li>Entre notícias e assombrações: jornalismo e memória em Mariana - <strong>Hila Rodrigues</strong> e <strong>Helena Paz de Andrade Pessoa</strong> (UFOP/Brasil)</li>
<li>Vozes inaudíveis: a invisibilidade feminina nas biografias publicadas no Brasil (1990-2020) - <strong>Felipe Adam</strong> (UFPel/Brasil)</li>
<li>Gestos, contextos e memórias do narrar de jornalistas brasileiros em reportagens do Prêmio Gabo (2013-2023) - <strong>Josué Gris</strong>, <strong>Micael Olegário</strong>,<strong> Júlia Petenon</strong>,<strong> Reges Schwaab</strong> (UFSM/Brasil)</li>
</ul>		
					<a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank">
									Clique aqui para acesso gratuito ao e-book
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Uma década dando voz ao que o mundo cala: Gritos do Silêncio completa 10 anos de existência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/27/uma-decada-dando-voz-ao-que-o-mundo-cala-gritos-do-silencio-completa-10-anos-de-existencia</link>
				<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 22:07:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Facos]]></category>
		<category><![CDATA[gritos do silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio UniFM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71492</guid>
						<description><![CDATA[Celebração do projeto de extensão e programa radiofônico teve a presença de atuais membros e ex-participantes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71495" align="alignleft" width="566"]<img class="wp-image-71495" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_1160-300x196.jpg" alt="" width="566" height="370" /> Evento integrou a programação da Quarta Autoral e ocorreu no Dona Maria Lounge[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na noite do dia 19 de novembro, foi realizado o evento de celebração dos 10 anos de existência do projeto de extensão Gritos do Silêncio, programa desenvolvido por alunos dos cursos de Comunicação Social da UFSM, vinculado à Rádio UniFM 107.9. A ação integrou a programação da Quarta Autoral, atividade que tem como objetivo promover a criação artística de Santa Maria, sediada no bar Dona Maria Lounge.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encontro teve a presença de membros atuais, estudantes que já deixaram a iniciativa e egressos da Universidade que participaram do grupo durante a graduação. A comemoração foi aberta com uma fala da acadêmica de Jornalismo, Rinália Figueiredo, que destacou a importância da realização do Gritos do Silêncio. Vale destacar que o principal intuito dos episódios são dar espaço e visibilidade à pautas ignoradas pela grande mídia e torná-las acessíveis à comunidade, através do radiojornalismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A aluna, que ingressou na UFSM no início deste ano, conta que fazer parte do projeto reforça a sensibilidade que um comunicador precisa ter. “O Gritos me mostra que o jornalismo funciona muitas vezes como uma ponte de compromisso com o outro. Tudo o que vivo no projeto está formando a profissional que quero ser algum dia, alguém que usa a comunicação para escutar as pessoas”, afirmou Rinália.</span></p>
<p><b>Nas ondas da UniFM 107.9</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O programa do Gritos do Silêncio vai ao ar todas às quartas-feiras, das 13h às 14h, com diferentes apresentadores e convidados. A iniciativa foi criada em 2015 pelos então acadêmicos Caline Ganbim, Dreyfus Gomes e Mayara Souto, com a mesma missão dos dias de hoje: disseminar informações acerca de movimentos sociais, minorias sociais e culturais.</span></p>
[caption id="attachment_71494" align="alignright" width="481"]<img class="wp-image-71494" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_1120-300x215.jpg" alt="" width="481" height="345" /> Programa é vinculado à Rádio UniFM 107.9 e vai ao ar todas às quartas-feiras[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Após a abertura, foi exibida uma vídeo-reportagem produzida pela estudante de Jornalismo, Camille Moraes, sobre o funcionamento da atividade e o impacto dela no desenvolvimento profissional dos discentes de Comunicação. Entre as entrevistadas estava a atual coordenadora Débora Dalla Pozza, diretora de produção das Rádios da UFSM, que também estava presente na celebração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na filmagem, a jornalista dá detalhes sobre os bastidores do Gritos do Silêncio e exemplifica de que forma participar do projeto auxilia o crescimento dos integrantes: “com as trocas (de ideia) com os técnicos (de áudio) e conforme a gente consegue escutar, ouvir, dar sugestões, aprimorar os temas, os entrevistados… Tudo isso vai qualificando a produção e também gerando uma experiência enriquecedora para todos os envolvidos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante Camila Castilho, que hoje é bolsista do programa, revela que sempre foi uma pessoa muito tímida e não gostava de ter os holofotes voltados para si, preferindo atuar nos bastidores. Entretanto, quando passou a se envolver mais com a iniciativa, no seu próprio tempo, teve evolução nesses quesitos. “A partir desse ano, eu comecei a trabalhar na produção geral e ir testando. Eu fazia pequenas coisas e, quando vi, estava apresentando”, enfatizou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rinália evidencia que, outro fator que impacta o crescimento de cada participante, é o próprio trabalho em grupo. “O que eu mais aprendi no Gritos foi o espírito de cooperação que existe na nossa equipe. Produzir um programa não é simples. Precisamos encontrar as fontes, organizar o roteiro, conciliar com outras atividades e, claro, lidar com os imprevistos. Nem sempre as coisas saem como a gente planeja, mas é justamente nessas horas que o coletivo aparece”, salientou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após a exibição ao vivo na Rádio UniFM 107.9, os episódios são disponibilizados pelo Spotify - clique </span><a href="https://open.spotify.com/show/4VwLyvNMHnlYrEbXcJxdXi" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">aqui</span></a><span style="font-weight: 400"> para acessar o Gritos no Cast.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto e fotos: Pedro Pereira, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Corrida a favor do tempo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2025/11/11/corrida-a-favor-do-tempo</link>
				<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 18:24:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[30ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[ed30]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=4120</guid>
						<description><![CDATA[Campeã sul-americana de atletismo, Jaqueline Beatriz Weber divide a vida entre o esporte e a ciência.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:audio {"id":4121} -->
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/11/audio-perfil.mp3"></audio></figure>
<!-- /wp:audio -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Natural de Teutônia, interior do Rio Grande do Sul, Jaqueline Beatriz Weber, 30, demonstrou cedo o interesse e a aptidão pelo esporte. Ainda na escola, seu talento no atletismo chamou a atenção e lhe rendeu medalhas e convocações para as seleções brasileiras de base. Aos 17 anos, mudou-se para Santa Cruz do Sul, decidida a ir atrás do sonho de ser atleta profissional. A velocidade com que despontou contrastava com a lentidão na valorização de seu esporte no país, desafio enfrentado desde o início de sua trajetória.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De lá pra cá, entre glórias e frustrações, 13 anos se passaram, e uma rotina de 12 treinos por semana, resiliência e muita dedicação colocaram a gaúcha entre as melhores do país nas corridas de meio-fundo (provas de 800m a 3000m).&nbsp; Entre 2023 e 2025, foi campeã sul-americana Indoor, categoria disputada em estádios fechados, representou o Brasil nos Jogos Pan-Americanos, no Mundial de Atletismo e no Mundial de Corrida de Rua. Feitos relevantes, mas que segundo a atleta não afastaram as contestações: ‘’já me perguntaram se eu trabalho além de correr, então eu digo que correr é o meu trabalho. No início foi difícil lidar com isso, mas usei como combustível para provar para todo mundo que fiz a escolha certa’’, comenta Jaqueline.&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4125,"width":"1133px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/11/Site-2-1-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-4125" style="width:1133px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre pistas e pesquisas </strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar das conquistas, as incertezas de uma jornada como atleta profissional no Brasil, que em geral estende-se por apenas um terço da vida dos competidores, fizeram com que Jaqueline investisse seu tempo também nos estudos. Nas palavras dela, ‘’os atletas ganham os holofotes e contam com suporte financeiro de instituições quando estão bem, e quando eles param são deixados de lado, com ainda dois terços de vida pela frente. Então, é preciso estar preparada’’.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nos primeiros anos da dupla carreira, a esportista conciliou os treinos com a graduação em Educação Física na Universidade de Santa Cruz  (Unisc) e no final de 2024, recebeu o título de mestra em Gerontologia, ciência que estuda o envelhecimento humano, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A escolha do tema de seu mestrado não foi por acaso: com o intuito de arquitetar sua aposentadoria, ao longo dos dois anos, a corredora pesquisou sobre o envelhecimento e o processo de transição de carreira de atletas olímpicos meio-fundistas no Brasil. Em seu estudo, Jaqueline investigou como eles administram o fim de suas trajetórias nas pistas, como foi a adaptação a novas funções, e qual foi o impacto da rotina regrada na saúde e na qualidade de vida pós-carreira. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preparada para o futuro</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os resultados da pesquisa indicam uma transição de carreira promissora para Jaqueline. Corredores de alta performance que se mantiveram academicamente ativos apresentaram um processo de transição mais suave e positivo, principalmente no que diz respeito à necessidade de nova profissão em uma idade considerada precoce. Outro dado favorável indica que nenhum dos atletas entrevistados apresentou dores ou lesões oriundas da alta performance; pelo contrário, a maioria se encontram fisicamente ativos, o que reforça a eficácia da prática diária de exercícios físicos na melhora da saúde e da qualidade de vida.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com a conclusão de seu mestrado, a desportista tem se dedicado exclusivamente ao atletismo. Atualmente, está em fase de preparação, na busca para obter o índice necessário para a disputa dos Jogos Olímpicos de 2028, seu grande objetivo de carreira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto corre contra o relógio, em busca da vaga olímpica, Jaqueline também corre em prol da vida. Em meio à rotina intensa de treinos, ela ainda encontra tempo para compartilhar suas experiências com crianças e adolescentes, por meio da Associação Medalha de Ouro,&nbsp; projeto social que estimula a prática esportiva e oferece orientação a quem sonha trilhar caminhos parecidos com o dela.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro e fora das pistas, o legado de Jaqueline Weber continua a ser escrito. E ela está preparada para qualquer linha de chegada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4124,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/11/Site-1-1-1024x649.jpg" alt="" class="wp-image-4124" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Repórteres: João Victor Barbat e Matheus Lanzarin</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Contato: joao.barbat@acad.ufsm.br /  lanzarin.matheus@acad.ufsm.br </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Link para a reportagem: <a href="https://youtu.be/_k-pFHcZAh4?si=aN-7X_ve4anRqpSB">https://youtu.be/_k-pFHcZAh4?si=aN-7X_ve4anRqpSB</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrante do milpa participa de cobertura jornalística da COP30 em Belém</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/11/11/integrante-do-milpa-participa-de-cobertura-jornalistica-da-cop30-em-belem</link>
				<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:53:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=182</guid>
						<description><![CDATA[O jornalista e integrante do milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Micael dos Santos Olegário, participa neste mês de novembro da cobertura jornalística da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA). Micael é mestrando no Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) e pesquisa sobre práxis comunicativa e jornalismo socioambiental. De [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/11/micael_COP_30-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>O jornalista e integrante do <b>milpa - laboratório de jornalismo</b> (CNPq/UFSM), Micael dos Santos Olegário, participa neste mês de novembro da cobertura jornalística da <b>Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30)</b>, em Belém (PA). Micael é mestrando no <b>Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom)</b> e pesquisa sobre práxis comunicativa e jornalismo socioambiental.</p>
<p>De 10 a 21 de novembro, a COP30 reúne diversas lideranças globais para discutir alternativas para lidar com a crise climática. Esta é a primeira vez que o encontro acontece no Brasil, na Amazônia. Repórter do <a href="https://projetocolabora.com.br/colabora-na-cop30/" target="_blank" rel="noopener">#Colabora - Jornalismo Sustentável</a><b>, </b>Micael atuará na cobertura da conferência, com foco na escuta de pessoas e comunidades já atingidas pelas mudanças climáticas. </p>
<p>O jornalista ficará na <a href="https://projetocolabora.com.br/ods17/colabora-se-junta-a-20-veiculos-em-alianca-inedita-de-cobertura-na-cop30/"><b>Casa do Jornalismo Socioambiental</b></a>, espaço que vai hospedar jornalistas de diferentes estados do Brasil. A iniciativa é uma parceria entre <b>21 veículos de comunicação</b>, entre eles, o #Colabora. O local também contará com uma programação de atividades sobre <strong>j</strong><b>ornalismo e temas socioambientais</b>, além de lançamentos de relatórios, ferramentas e outros produtos para a imprensa e a sociedade civil.</p>
<p>Natural de Caibaté (RS), no interior do Rio Grande do Sul, Micael se formou em jornalismo pela <b>Universidade Federal do Pampa (Unipampa)</b> e ingressou no mestrado em 2024.</p>		
					<a href="https://projetocolabora.com.br/author/micael-olegario/">
									COP 30 | Leia as reportagens produzidas por Micael Olegário direto de Belém
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenador do milpa integra júri do 47.º Prêmio Vladimir Herzog</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/11/06/coordenador-do-milpa-integra-juri-do-47-o-premio-vladimir-herzog</link>
				<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 19:56:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Vladimir Herzog]]></category>
		<category><![CDATA[PVH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=177</guid>
						<description><![CDATA[Reges Schwaab atuou na categoria Produção Jornalística em Áudio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e coordenador do<i> milpa – laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM), Reges Schwaab, compôs o júri do 47.º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (PVH). Ele atuou na categoria Produção Jornalística em Áudio, cujo trabalho premiado foi a audiossérie <a href="https://premiovladimirherzog.org/dois-mundos-1o-episodio/">Dois Mundos</a>, de Vinicius Sassine, Raphael Concli, Daniel Castro, Gustavo Simon e Magê Flores, publicada pela Folha de S. Paulo. A solenidade de premiação aconteceu em 27 de outubro de 2025, em São Paulo, seguida de uma roda de conversa com os vencedores, registrada no canal <a href="https://www.youtube.com/watch?v=3QPJjSgHOwU">@tvpuc do Youtube</a>.</p><p>O júri responsável pela seleção dos finalistas foi formado por 58 convidados. Em Sessão Pública de Julgamento realizada em 7 de outubro, a Comissão Organizadora elegeu os vencedores. O prêmio reconhece jornalistas, repórteres fotográficos e artistas que atuam na defesa da democracia, da paz, da justiça e dos direitos humanos. Nesta edição, foram recebidas quase 500 inscrições, divididas em oito categorias: texto, vídeo, áudio, multimídia, fotografia, arte e livro-reportagem. As produções premiadas podem ser conferidas no <a href="https://premiovladimirherzog.org/">site do PVH</a>.</p><p>O evento de 2025 também marcou os 50 anos do assassinato de Vlado, patrono do prêmio. No cronograma, em 25 de outubro, foi realizado um ato inter-religioso em memória do jornalista e de todas as vítimas da ditadura militar. No dia seguinte, 26 de outubro, foi inaugurado o Calçadão do Reconhecimento, que projeta a aplicação de quase dois mil tijolos gravados com o nome de cada um dos vencedores do PVH ao longo de suas edições.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes da UFSM vencem prêmio de Jornalismo da Secretaria do Meio Ambiente do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/30/estudantes-da-ufsm-vencem-premio-de-jornalismo-da-secretaria-do-meio-ambiente-do-rs</link>
				<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:46:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência de notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[fepam]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo em quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[SEMA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71138</guid>
						<description><![CDATA[Cerimônia de entrega dos troféus aconteceu no dia 29 de outubro, no Jardim Botânico, em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM, do campus Santa Maria, foram vencedores na categoria jornalismo universitário do </span><a href="https://www.estado.rs.gov.br/governo-anuncia-os-vencedores-do-premio-sema-fepam-de-jornalismo-ambiental-2025"><span style="font-weight: 400">Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental</span></a><span style="font-weight: 400">. O anúncio dos premiados e a entrega dos troféus aconteceu na quarta-feira (29), no Jardim Botânico de Porto Alegre, em cerimônia realizada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema).</span></p>
[caption id="attachment_71140" align="alignright" width="529"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-10.07.02.jpeg"><img class="wp-image-71140" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-10.07.02-300x258.jpeg" alt="Foto colorida e horizontal de quatro jovens que estão lado a lado, sorrindo e segurando prêmios. Da esquerda para a direita: um homem de óculos veste camisa bege e segura um certificado, uma mulher de cabelo loiro veste vestido preto e segura um troféu com mosaico colorido, outro homem, também segura um troféu semelhante e veste camisa preta e o quarto homem, de óculos e bigode, veste camisa azul e segura um certificado. Ao fundo, várias pessoas estão em pé, em um ambiente iluminado, com árvores e decoração de natureza." width="529" height="455" /></a> Estudantes de Jornalismo João Victor Souza, Jessica Mocellin, Pedro David Moro e Alexandre La-Bella (Foto: Mariana Henriques)[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><b>Os trabalhos premiados</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em primeiro lugar ficou o podcast narrativo “</span><a href="https://www.instagram.com/margempodcast"><span style="font-weight: 400">À margem</span></a><span style="font-weight: 400">” e, na segunda posição, a reportagem em quadrinhos “</span><a href="https://www.ufsm.br/2025/05/13/hq-ansiedade-climatica"><span style="font-weight: 400">Quando a rua enche</span></a><span style="font-weight: 400">”. Ambos os trabalhos foram encaminhados pelo estudante Pedro Pagnossin Moro ao edital da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho em áudio foi produzido em conjunto com Alexandre La Bella, Jessica Mocellin e João Victor Souza para a disciplina de Radiojornalismo III, ministrada pelo professor Maicon Kroth, e veiculado no Spotify. Já a HQ foi feita para a Agência de Notícias, sob a supervisão do jornalista Maurício Dias, e foi publicada no site e nas redes sociais da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ambas as produções tratam das consequências da crise climática causada pelas enchentes de 2024 na vida de moradores que vivem às margens do Arroio Cadena no Bairro Urlândia, em Santa Maria. Entre os temas abordados está a ansiedade climática, sentimento de aflição quando chove – ou ocorrem outros fenômenos naturais – por pessoas que sofreram perdas de entes queridos, animais de estimação, moradias, negócios, móveis e/ou objetos pessoais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de moradores atingidos pelas enchentes, os estudantes ouviram fontes especializadas, como a coordenadora do Plano Municipal de Redução de Riscos, Andrea Nummer; o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Neves; a psicóloga especialista em situações de Emergências e Desastres, Melissa Couto; e o meteorologista Murilo Lopes, da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pedro celebrou a conquista ainda durante a formação: “Receber esse prêmio significa que fomos bons jornalistas e que conseguimos tratar as histórias com ética e dignidade. Para mim e para os meus colegas que produzem o podcast, estar entre os premiados reforça a importância da nossa profissão e o quanto ela é necessária, ainda mais quando pensamos no futuro do mundo. Poder contribuir de forma tão marcante, mesmo ainda estudantes, mostra que estamos no caminho certo.” </span></p>
<p><b>O Prêmio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental reconhece trabalhos jornalísticos voltados à sustentabilidade, às mudanças climáticas e ao uso consciente dos recursos naturais e energias limpas. </span><span style="font-weight: 400">Com o tema “Construindo juntos um futuro mais forte para o RS”, a </span><a href="https://sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental2025"><span style="font-weight: 400">terceira edição do prêmio</span></a><span style="font-weight: 400"> reforçou a importância da união da sociedade na reconstrução adaptada e resiliente frente aos eventos meteorológicos extremos que impactam o Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A edição de 2025 registrou recorde de participação, com 235 trabalhos concorrendo nas seis categorias: fotojornalismo, webjornalismo, jornalismo impresso, radiojornalismo ou </span><i><span style="font-weight: 400">podcast</span></i><span style="font-weight: 400">, telejornalismo e jornalismo universitário.</span></p>
<p><em>Com informações da Ascom/Sema</em></p>
[caption id="attachment_71139" align="aligncenter" width="841"]<img class=" wp-image-71139" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/29214728_2225754_GDO-300x169.jpeg" alt="Fotografia horizontal colorida com várias pessoas em cima de um palco, uma ao lado da outra, segundo os prêmios" width="841" height="474" /> Vencedores das seis categorias foram reconhecidos na cerimônia (Foto: Igor de Almeida/Ascom Sema)[/caption]
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas de integrantes do milpa serão levadas à 40ª JAI UFSM e ao 8º Congresso de Extensão da AUGM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/10/25/pesquisas-de-integrantes-do-milpa-serao-levadas-a-40a-jai-ufsm-e-ao-8o-congresso-de-extensao-da-augm</link>
				<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 21:19:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=175</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisas têm como foco o estudo da prática jornalística]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entre os dias 3 e 7 de novembro, acontece a 40ª edição da Jornada Acadêmica Integrada da UFSM (JAI). Durante o evento, membros do <i>milpa – laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM) irão apresentar duas pesquisas em andamento no grupo, focadas na compreensão do Jornalismo e de sua participação na constituição de outras formas de narrar a sociedade.</p><p>O texto <i>“Uma epistemologia da apuração imersiva como método no jornalismo”</i>, de autoria de Josué Ângelo Gris, sob orientação do professor Reges Schwaab, busca compreender como o método jornalístico da imersão é capaz de construir uma perspectiva decolonial na Comunicação. O trabalho é um recorte da pesquisa de mestrado em andamento no <i>milpa</i>, e articula diferentes formatos e denominações utilizadas pelo jornalismo para realizar um panorama geral de como a metodologia de apuração vem sendo acionada no jornalismo latino-americano.</p><p>O trabalho <i>“Saberes (in)comuns: o conhecimento jornalístico em um não-lugar”</i>, de Wellington Hack, também sob orientação do professor Reges Schwaab, articula bases dos Estudos em Jornalismo e da Filosofia na compreensão do conhecimento social produzido pela prática noticiosa. A partir de uma abordagem teórico-crítica, o trabalho realiza uma revisão conceitual dos trabalhos brasileiros que utilizam a noção do jornalismo como conhecimento no início da década de 2020. A pesquisa integra o trabalho de doutorado que vem sendo realizado no <i>milpa</i> e conta com apoio do CNPq.</p><h4><b>8º Congresso de Extensão da AUGM</b></h4><p>No final do mês de novembro, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, acontece o 8º Congresso de Extensão da AUGM. No evento, o doutorando Wellington Hack apresentará o trabalho <i>“Filosofia em saberes (in)comuns: o jornalismo na educação popular pré-universitária”</i>. </p><p>A pesquisa é resultado de ações de extensão desenvolvidas com foco na Educação Básica que buscam unir a produção jornalística com o ensino de Filosofia. Por meio de uma leitura crítica de mundo, o trabalho ressalta os potenciais dessa união para a construção de novos imaginários coletivos e para fornecer instrumentos de emancipação às classes populares. O trabalho é apoiado pelo CNPq, Ministério da Educação e Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do curso são finalistas de Prêmio de Jornalismo Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/jornalismo/2025/10/09/estudantes-do-curso-sao-finalistas-de-premio-de-jornalismo-ambiental</link>
				<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 01:22:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM foram selecionados entre os finalistas do Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. Uma das produções foi feita como atividade do curso e a outra como conteúdo da Agência de Notícias da UFSM. O podcast narrativo “À margem” e a reportagem em quadrinhos “Quando a rua enche” [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM foram selecionados entre os finalistas do Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. Uma das produções foi feita como atividade do curso e a outra como conteúdo da Agência de Notícias da UFSM. O podcast narrativo “<a href="https://www.instagram.com/margempodcast">À margem</a>” e a reportagem em quadrinhos “<a href="https://www.ufsm.br/2025/05/13/hq-ansiedade-climatica">Quando a rua enche</a>” foram encaminhados pelo estudante Pedro Pagnossin Moro ao edital da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O trabalho em áudio foi produzido em conjunto com Alexandre La Bella, Jessica Mocellin e João Victor Souza para a disciplina de Radiojornalismo III, ministrada pelo professor Maicon Kroth, e veiculado no Spotify. Já a HQ foi feita para a Agência de Notícias, sob a supervisão do jornalista Maurício Dias, e foi publicada no site e nas redes sociais da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ambas as produções tratam das consequências da crise climática causada pelas enchentes de 2024 na vida de moradores que vivem às margens do Arroio Cadena no Bairro Urlândia, em Santa Maria. Entre os temas abordados está a ansiedade climática, sentimento de aflição quando chove – ou ocorrem outros fenômenos naturais – por pessoas que sofreram perdas de entes queridos, animais de estimação, moradias, negócios, móveis e/ou objetos pessoais.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além de moradores atingidos pelas enchentes, os estudantes ouviram fontes especializadas, como a coordenadora do Plano Municipal de Redução de Riscos, Andrea Nummer; o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Neves; a psicóloga especialista em situações de Emergências e Desastres, Melissa Couto; e o meteorologista Murilo Lopes, da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Trabalhar com jornalismo ambiental tem sido uma experiência marcante, ainda mais experimentando diferentes formatos. Foi desafiador contar algo tão recente e que afetou tanta gente, mas também muito importante. No podcast, buscamos dar voz às pessoas e entender melhor o impacto das chuvas e na HQ, tentei traduzir tudo isso de forma mais sensível e visual”, comentou Pedro. O universitário e bolsista da Coordenadoria de Comunicação Social ainda ressalta a relevância de tratar sobre meio ambiente: “Acredito que esse tipo de trabalho faz a gente repensar o papel do jornalismo em tempos de crise climática”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A&nbsp;<a href="https://sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental2025">terceira edição do Prêmio</a>&nbsp;da Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental tem como tema “Construindo juntos um futuro mais forte para o RS”. O objetivo da premiação é reconhecer produções jornalísticas que tratam de meio ambiente, mudanças climáticas, uso consciente dos recursos naturais e energias limpas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":847,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/466/2025/10/01-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-847" /></figure>
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<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chamada de textos e imagens para publicação comemorativa da FACOS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/editoras/facos/2025/10/06/chamada-de-textos-e-imagens-para-publicacao-comemorativa-da-facos</link>
				<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 20:47:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Ebook]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[produção editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/editoras/facos/?p=591</guid>
						<description><![CDATA[A FACOS-UFSM Editora e o Departamento de Ciências da Comunicação do CCSH lançam chamada de originais (textos e imagens) para publicações alusivas às comemorações do cinquentenário da FACOS, seus cursos, projetos e laboratórios.  A chamada é destinada a estudantes, docentes, técnicos e egressos que fazem parte da história e do cotidiano do Departamento. São aceitos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A FACOS-UFSM Editora e o Departamento de Ciências da Comunicação do CCSH lançam <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/editais/002-2025" target="_blank" rel="noopener">chamada de originais</a> (textos e imagens) para publicações alusivas às comemorações do cinquentenário da FACOS, seus cursos, projetos e laboratórios. </span></p>
<p>A chamada é destinada a estudantes, docentes, técnicos e egressos que fazem parte da história e do cotidiano do Departamento. São aceitos textos de caráter pessoal e autobiográfico, além de r<span style="font-weight: 400">elatos sobre o convívio cotidiano, histórias curiosas, crônicas, contos, anedotas, episódios, dificuldades e desafios da vida na UFSM. As imagens (fotografias, desenhos, ilustrações, charges ou colagens) que resgatem memórias ou retratem relações do convívio na Universidade.</span> <span style="font-weight: 400">Os materiais poderão ser de autoria individual ou coletiva.</span></p>
<p>Como sugestão, os materiais irão compor obras em comemoração aos:</p>
<p><span style="font-weight: 400">53 anos da FACOS e do DCC</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">53 anos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">31 anos do Gabinete de Leitura</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">30 anos da Facos Agência</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">30 anos da Assessoria de Relações Públicas</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> 22 anos do Estúdio 21</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">20 anos do POSCOM</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">15 anos do curso de Comunicação Social Produção Editorial</span></p>
<p>Os materiais podem ser enviados até 27 de outubro pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe6aydZPVhAmfSrlld20JEIyKNkELcpWU6i6fgjrn0II-oXfg/viewform?usp=sharing&amp;ouid=101125853196002131806">formulário</a>.</p>
<p>Dúvidas podem ser sanadas através do email facos.editora@ufsm.br</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rádio Universidade Resiste</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2025/10/02/radio-universidade-resiste</link>
				<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 16:36:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[30ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[#ed30]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=4106</guid>
						<description><![CDATA[Como a emissora continua em meio ao declíno da AM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:audio {"id":4114} -->
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Audio-Site-Revista-.mp3"></audio></figure>
<!-- /wp:audio -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O rádio alcança semanalmente 80% da população brasileira, segundo a Kantar IBOPE Media, mas enfrenta limitações técnicas: 68% das emissoras utilizam equipamentos com mais de dez anos de uso, de acordo com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT). Além disso, muitas emissoras AM enfrentam desafios logísticos e financeiros para migrar para a faixa FM, um processo iniciado em 2013 com o Decreto nº 8.139, que visa melhorar a qualidade de áudio e competitividade frente às mídias digitais. A migração exige investimentos em novos equipamentos, pagamento de outorgas (que variam de R$ 8 mil a R$ 4 milhões a depender da cidade e potência) e, em grandes centros, depende da liberação da faixa estendida após o desligamento do sinal analógico de TV, concluído em 2023. Esses custos e a demora na aprovação de projetos pelo Ministério das Comunicações e Anatel dificultam o processo, especialmente para emissoras menores.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O sistema de Amplitude Modulada (AM) surgiu em 1906 e se consolidou no período pós-Primeira Guerra Mundial, com destaque para o grande alcance do sinal. A Frequência Modulada (FM), que surgiu em 1933 e se consolidou nos anos 1960, trouxe qualidade sonora superior, menos interferência e programação mais variada. Com o tempo, o rádio enfrentou novos desafios trazidos pela televisão, pela internet e pelas plataformas digitais. A sobrevivência do meio passou a depender da reinvenção de sua linguagem e formatos.&nbsp;<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em meio a esse cenário, a Rádio Universidade 800 AM, da UFSM, destaca-se como exemplo de adaptação e compromisso com a comunidade, com operação mantida em AM e alcance ampliado via<em> streaming online</em>. A emissora resiste aos desafios e inova com a transmissão <em>online</em>, que expande sua audiência globalmente. Durante a enchente de maio de 2024, no Rio Grande do Sul, a Rádio Universidade permaneceu no ar enquanto outras mídias sofreram interrupção por falta de infraestrutura digital. O diretor do Núcleo de Rádios da UFSM, Jonathan Ferreira, relembra o período: “A FM ficou fora do ar por 15 dias. Já a AM seguiu no ar e informou a população.” A equipe da universidade organizou uma campanha que arrecadou rádios AM e os distribuiu às comunidades afetadas, o que reforçou sua relevância social.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM mantém duas emissoras: a Rádio Universidade, inaugurada em 1968, e a UniFM 107.9, lançada em 2017. Ambas desempenham papel relevante na formação universitária e na prestação de serviço público. A Rádio Universidade e a UniFM nasceram com o objetivo de divulgar as atividades da instituição e, conforme estimativa do Núcleo de Rádios da UFSM em 2020, chegou a ultrapassar um milhão de ouvintes. De acordo com dados fornecidos pela direção das Rádios, a Universidade AM alcança 51 cidades da região, enquanto a UniFM cobre cerca de 20 municípios, com audiência aproximada de 480 mil pessoas. A programação educativa, cultural e científica, apoiada por uma equipe multidisciplinar integrada à comunidade acadêmica, consolida a missão pública das emissoras, que transcendem a lógica comercial.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação da 800 AM inclui coberturas de vestibulares, congressos, projetos acadêmicos e eventos institucionais, além de conteúdos de cidadania e divulgação científica. “O rádio público não pode ser pensado com lógica comercial. Ele tem que chegar aonde o mercado não tem interesse em ir”, afirma Ferreira. A emissora conta com 10 servidores, entre jornalistas, sonoplastas e programadores, dois operadores terceirizados e bolsistas dos cursos de Jornalismo, &nbsp;Jornalismo, Relações Públicas, Produção Editorial, Engenharia Acústica, Música e Tecnologia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4108,"width":"1448px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Copia-de-IMG_0910-edit-web-1-1024x649.jpg" alt="" class="wp-image-4108" style="width:1448px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo de mais de cinco décadas, a 800 AM passou por diversas mudanças técnicas. Discos e fitas foram substituídos por sistemas digitais por computador, sistema esse que foi ampliado com o surgimento da conexão<em> Wi-Fi</em>. O locutor Roberto Montagner destaca que, com o<em> streaming,</em> a diferença de qualidade entre AM e FM deixa de ser relevante. “Hoje qualquer rádio pode ser ouvida online, de qualquer lugar do mundo”, explica. Embora muitas AM tenham migrado para FM, a 800 AM permanece em sua frequência original. “O grande diferencial do AM é o alcance geográfico. Ele chega a lugares que o FM não alcança, especialmente em regiões remotas”, observa Jonathan<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o site Tudo Rádio, apenas três universidades no Rio Grande do Sul ainda mantêm estações AM: a UFSM, a UFRGS e a UCPel. O Atlas da Notícia de 2023 aponta que mais de 26 milhões de brasileiros vivem em “desertos de notícia” — municípios sem veículos jornalísticos locais. Neste contexto, emissoras universitárias, como a 800 AM desempenham um papel essencial ao oferecer informações de interesse público, programação educativa e cultural, além de dar visibilidade a comunidades negligenciadas pela grande mídia.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O pesquisador Luiz Arthur Ferraretto, da UFRGS, define em seu artigo científico <em>“Uma proposta de periodização para a história do rádio no Brasil”</em> que o atual momento da radiodifusão é de convergência, em que o rádio expande sua presença em <em>podcasts, streamings e web</em> rádios. Para ele, o futuro do AM dependerá de sua capacidade de adaptação às transformações tecnológicas e culturais. A Rádio Universidade AM mostra que é possível inovar sem abandonar a missão pública que a originou. Seu papel pedagógico, cultural e social sustenta sua relevância, mesmo em meio às ondas da crise.<br><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Desesrtos de Informação</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Quem vive em um deserto de informação enfrenta uma realidade distante e desconexa com o resto do mundo e até mesmo da sociedade, e são vulneráveis a possíveis desastres socioambientais. Um exemplo claro disso foi durante as enchentes de Maio de 2024 no Rio Grande do Sul que deixou centenas de famílias desabrigadas. Durante a tragédia as pessoas afetadas tinham dificuldade para se informar sobre pontos de coletas de doações e locais de abrigo, pois a energia elétrica foi afetada e a internet instável.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para tentar mitigar este problema, foi lançado no dia 24 de Março de 2025 o Fundo de Apoio ao Jornalismo (FAJ). A primeira iniciativa no Brasil com o objetivo de apoiar o Jornalismo Local. Foram selecionadas até 15 organizações, que receberam entre R$75 mil e R$150 mil por ano durante três anos. Quem empreendia nesse setor sabe que, embora não fosse uma quantia absurdamente volumosa, esse tipo de recurso tem o potencial de transformar completamente organizações pequenas em veículos profissionais e de qualidade.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":4110,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Copia-de-Flavio-de-Mello-no-primeiro-estudio-Arquivo-Flavio-e-Maria-Elena-de-Mello-Web-1-1024x653.jpg" alt="" class="wp-image-4110" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Repórteres</strong>: <em>Renan Silveira, Pedro Felipe de Almeida, João Pedro Amaral</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Fotos:</strong> <em>Matheus Lanzarin/Acervo Rádios UFSM&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra na próxima semana vai discutir como noticiar o suicídio de forma responsável</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/30/palestra-na-proxima-semana-vai-discutir-como-noticiar-o-suicidio-de-forma-responsavel</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 21:07:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70833</guid>
						<description><![CDATA[O tema será abordado pela professora Larissa Morais, da UFF, e pelo assessor de comunicação Antonio Vianna, do Ministério da Saúde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Em alusão à campanha Setembro Amarelo, o grupo de pesquisa Desinfomídia, por meio do projeto de extensão VerdadeiraMente, promove na próxima terça-feira (7), às 18h, a palestra “O suicídio na mídia: como noticiar de forma responsável”. O evento online, que será transmitido via Google Meet, conta com o apoio do curso de Jornalismo da UFSM (campus sede) e do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul.

A atividade busca qualificar a cobertura jornalística do tema, orientando estudantes e profissionais de comunicação para uma abordagem ética e baseada em evidências. Os palestrantes são Larissa Morais, professora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora na área de jornalismo, e Antonio Vianna, assessor de comunicação do Ministério da Saúde e doutor em Mídia e Cotidiano pela UFF. Ambos são autores da cartilha “Suicídio de jovens na mídia: orientações para estudantes e profissionais da imprensa e da educação”, em comjunto com a professora Denise Tavares.

Os interessados em assistir à palestra devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdKFBllJfKNsyyBt64XkN3ilCBK0hpADVDz_hmaMuivcLTk3A/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>. Outras informações constam nos perfis do <a href="https://www.instagram.com/desinfomidia.ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Desinfomídia</a> e do <a href="https://www.instagram.com/projetoverdadeiramente/" target="_blank" rel="noopener">VerdadeiraMente</a> no Instagram.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>094/2025 - 094-2024 - PRE - Seleção de Bolsista de Jornalismo para a SDE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/094-2025</link>
				<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 19:42:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[SDE]]></category>
		<category><![CDATA[seleção de bolsista]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?post_type=editais&#038;p=13755</guid>
						<description><![CDATA[<p>A Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE) da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), abre processo seletivo para nova/o bolsista, de graduação ou pós-graduação, para atuar na área de <strong>Jornalismo</strong>.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE) da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), abre processo seletivo para nova/o bolsista, de graduação ou pós-graduação, para atuar na área de <strong>Jornalismo</strong>.</p>
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						<item>
				<title>UFSM participa do 45º Acampamento Farrapo de Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/18/ufsm-participa-do-45o-acampamento-farrapo-de-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 19:34:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[A universidade está presente na edição com a Rádio Galponeira, Entrevero Farrapo e ações no Sabadão de Negócios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) participa do 45º Acampamento Farrapo, realizado no município. As celebrações iniciaram na última sexta-feira (12) e seguem até domingo (21), no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella.

Durante todo o evento, a UFSM/FW estará presente com a Rádio Galponeira, sob responsabilidade do curso de Jornalismo, que contribui com a sonorização do ambiente. Além disso, o Departamento de Tradições Gaúchas (DTG) Vaqueano Blau Nunes mantém seu espaço ativo, reunindo docentes e discentes em almoços e jantares para celebrar o mês do gaúcho.

[caption id="attachment_70553" align="alignright" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Foto-1_JPG.jpg"><img class=" wp-image-70553" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Foto-1_JPG-300x200.jpg" alt="Foto horizontal. Mostra alunos enfileirados posando para foto, sob uma barraca inflável da UFSM, de cor azul." width="630" height="420" /></a> Alunos da UFSM que participaram do Sabadão de Negócios, no Acampamento Farroupilha[/caption]

No último sábado (13), a UFSM/FW também participou da edição do Sabadão de Negócios, organizado pela Associação Empresarial de Frederico Westphalen, dentro da programação da Semana Farroupilha.

A atração cultural fica por conta da participação do Piquete dos Quero-Queros, que vai representar a universidade no 14º Entrevero Farrapo, competição, que reúne provas ligadas ao tradicionalismo gaúcho. O evento é idealizado e realizado anualmente pelo DTG Vaqueano Blau Nunes, da UFSM/FW. A equipe adversária será de outra universidade de Frederico Westphalen, os Missioneiros da URI, da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, com 20 integrantes.

O Entrevero Farrapo é uma gincana cultural que reúne provas ligadas ao tradicionalismo gaúcho. Conforme o edital, estão previstas 13 provas: declamação de poesia; cevando o mate; dança tradicional; dança de salão; nós de lenço e trança; grito de guerra/apresentação da equipe; interpretação musical; professor(a) pilchado(a); bocha argentina; prova solidária; prova de encilha; truco; e vaca parada. A atividade busca difundir a cultura regional e promover a integração entre a comunidade acadêmica, a universidade e a sociedade local. A equipe vencedora será registrada na galeria dos campeões, receberá troféu e premiação. Nesta edição, o Banrisul é parceiro do evento, oferecendo prêmio em vale-compra de supermercado, no valor de R$ 500,00 a R$ 2 mil.

Segundo a vice-diretora da UFSM/FW e coordenadora do DTG, professora Eliane Pereira dos Santos, a participação da universidade no Acampamento Farrapo é muito positiva. “Temos duas ações fortes: a condução da Rádio Galponeira e a organização do Entrevero Farrapo. Essas iniciativas dão visibilidade à instituição, valorizam a cultura gaúcha e promovem integração com a comunidade e com outras universidades convidadas. É também um momento de dedicação dos estudantes, servidores e colaboradores, que se engajam para que tudo aconteça”, destacou.

Ela também ressaltou a importância social do Entrevero Farrapo. “Uma das provas é solidária, com arrecadação de alimentos destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade. Essa dimensão, aliada à valorização da tradição, mostra que o evento vai além da competição, fortalecendo laços culturais e comunitários”, concluiu.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</i>

<i>Foto: Projeto Seja UFSM-FW</i>]]></content:encoded>
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				<title>Mais que confecção, uma forma de expressão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2025/09/18/mais-que-confeccao-uma-forma-de-expressao</link>
				<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 12:06:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[30ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[#ed30]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[A técnica do upcycling reúne moda sustentável e autenticidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Para escutar o áudio da reportagem, clique abaixo:</p>
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<!-- wp:audio {"id":4104} -->
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Reportagem-em-audio-1.mp3"></audio></figure>
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<!-- wp:image {"id":4102,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Imagem-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4102" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Mathias Ilnick</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para o senso comum, a moda pode parecer isto mesmo: um sistema superficial, movido pela lógica irracional do consumo. A acadêmica de Artes Visuais da UFSM Dárica Gomes não enxerga assim. “É algo afetivo, emocional, das raízes. É ancestral”, comenta a jovem a respeito de sua relação com o fazer artístico e a confecção de roupas. Ela afirma que a costura é uma forma de se conectar com as origens e alcançar um estilo único.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Além de estudante, Dárica é uma das colaboradoras do <a href="https://www.instagram.com/brechapenas/">Brechó Apenas</a>, um empreendimento coletivo que expõe seu acervo, geralmente, no brique da Vila Belga e no <em>hall </em>do Restaurante Universitário I (RU I). O espaço de convivência do RU é casa para muitos outros negócios, organizados, inclusive, pelos próprios estudantes. Para expor, nenhum acordo é necessário; o Brechó Apenas, por exemplo, somente se instala e põe à venda peças de garimpo e de fabricação própria - muitas delas, com o uso do <em>upcycling</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Trata-se não apenas de uma técnica, mas da “epítome da autenticidade”, como descreve Pedro Ivo Vieira, idealizador do <a href="https://www.instagram.com/relancebrecho/">Relance Brechó</a>. O <em>upcycling</em> é uma abordagem sustentável na qual materiais que seriam descartados são transformados em novos produtos. Diferente da reciclagem tradicional, não há decomposição de matéria - o novo produto é criado a partir do velho, sem destruir sua forma original. No universo da moda, o <em>upcycling</em> acontece com recortes, costuras, pinturas e outras personalizações que dão continuidade à história das peças.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>No Perspectiv</em> é o nome dado pelo relações públicas formado pela UFSM Brenner Barbosa à linha de peças sustentáveis produzida para seu Trabalho de Conclusão de Curso. As roupas, inspiradas nos estilos <em>Y2K</em>, <em>Clubber Punk</em> e <em>Hip-Hop</em>, foram produzidas a partir da reutilização de aparatos encontrados em pequenos bazares, todos bastante gastos e com avarias. Barbosa define-as como peças que atingiram o seu ciclo máximo na visão comercial.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto, acompanhado de uma série de vídeos e fotografias, simboliza o que o profissional de Relações Públicas descreveu como a falta de perspectiva para encontrar sua visão de mundo dentro de Santa Maria. Os artistas visuais Leo Penna e Rayssa Barcelos, amigos de Brenner, foram responsáveis pela tradução desses sentimentos nas peças ao trabalharem com estamparias que cobriam os rasgos das roupas originais. “Foi uma ligação de relações que eu tive durante a minha graduação, que diziam respeito às coisas que eu era e que eu sou”, explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Muito mais que uma iniciativa sustentável para a indústria têxtil - visto que o setor é responsável por, aproximadamente, <a href="https://www.ellenmacarthurfoundation.org/a-new-textiles-economy">2% a 8% das emissões globais de gases de efeito estufa</a>, segundo estudo de 2017 da <em>Ellen MacArthur Foundation</em> -, o <em>upcycling </em>se mostra, também, uma maneira singular de expressão pessoal. Para Brenner, a técnica ressignifica algo criado por outra pessoa e produzido em larga escala. Ele acrescenta: “você revive uma coisa que poderia estar morta. Você transmite a sua realidade, a sua verdade, os seus consumos, as coisas em que você acredita”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sustentabilidade ainda não é tendência</strong></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesmo que velados, estigmas relacionados ao mercado da moda sustentável ainda persistem. Em questionário realizado de forma <em>on-line</em> com 62 estudantes da UFSM, 25% informaram que não costumam comprar roupas em brechós. Dárica, do Brechó Apenas, ratifica o dado: “muitas vezes, a gente recebe críticas do tipo: ‘olha ali, aquele pessoal comprando roupa velha’”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Relance Brechó, empreendimento inaugurado em Santa Maria no ano de 2021 e atualmente localizado no bairro Botafogo, no Rio de Janeiro, faz sucesso com o público carioca - mas não foi assim em todos os lugares por onde passou. Pedro Ivo percebe, desde a mudança, uma “diferença gritante” no interesse dos gaúchos e dos cariocas por moda sustentável. Segundo seu relato, os compradores da cidade maravilhosa deteriam maior poder aquisitivo, fator que incentiva a valorização de seu trabalho e das roupas comercializadas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O fato é que a moda sustentável - nisso, inclui-se a técnica de reciclagem têxtil - ainda não faz parte da corrente de consumo cultural dominante. Para entusiastas da temática, “o <em>upcycling</em>, realmente, é o futuro”, como manifestou Pedro Ivo. Essa opinião é reiterada não só pelos artistas independentes, mas por grandes nomes da indústria como a estilista britânica Vivienne Westwood. Ela costumava dizer que o único efeito possível que alguém pode ter no mundo é por meio de ideias impopulares.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<hr />
<p><strong><em>Repórteres:</em></strong> Camille Moraes e Pedro Gonçalves</p>
<p><strong><em>Contato:</em> </strong>camille.moraes@acad.ufsm.br/ pedro.marion@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
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