<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?q=&#038;tags=laboratorio-de-silvicultura-e-viveiro-florestal&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 11:55:50 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Laboratório da UFSM tem aumento na demanda por mudas para áreas degradadas pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/17/laboratorio-da-ufsm-tem-aumento-na-demanda-por-mudas-para-areas-degradadas-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 11:27:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia natural]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[labsilvi]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66844</guid>
						<description><![CDATA[LABSILVI vem fazendo um trabalho voltado à produção de mudas para estas áreas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66845" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg"><img class="wp-image-66845" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas moças agachadas em meio a um viveiro de mudas, uma delas mede uma planta com uma régua e outra anota em uma planilha" width="602" height="401" /></a> Júlia e Maria Luiza estão entre os bolsistas que têm auxiliado nas atividades[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">As chuvas torrenciais de maio devastaram grandes extensões de áreas ribeirinhas a cursos d'água. Não é preciso sair do Campus Sede da UFSM para constatar o estrago deixado pelas enxurradas. Em toda a região, não foi diferente. São quilômetros e quilômetros de áreas a serem recuperadas. Desta forma, tem aumentado a demanda por mudas junto ao Laboratório de Silvicultura (LABSILVI) e Viveiro Florestal da UFSM. Porém, não há mudas suficientes. E o processo de produção pode levar até dois anos.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora Maristela Machado Araújo, do Departamento de Ciências Florestais, explica que, para o reflorestamento de áreas degradadas pelas chuvas, são indicadas mudas de espécies arbóreas e arbustivas florestais, em especial as reófitas, que são adaptadas à condição de fluxo rápido da água em beiras de rios. Só que a produção destas mudas é complexa e demorada. E por isso, é pouco comum, principalmente em viveiros comerciais - daí o aumento da demanda ao LABSILVI.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A dificuldade inicial está na coleta de propágulos e sementes a partir de árvores matrizes selecionadas, um trabalho árduo que é feito por Maristela e por alunos da Engenharia Florestal na beira de rios e córregos. "As reófitas têm uma semente raríssima. Muitas vezes temos que nos apoiar nas árvores ribeirinhas para a coleta de materiais", relata. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A partir disso, já com os propágulos no LABSILVI, têm início as fases de produção (enraizamento ou germinação), de crescimento e rustificação da muda (prática de transição entre o viveiro e plantio). É um trabalho que demanda mão de obra e recursos para insumos (substratos, fertilizantes, fitoreguladores, recipientes, entre outros) </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">e equipamentos (sopradores, mesas suspensas)</span><span style="font-family: Times New Roman, serif">. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">As estufas, recentemente danificadas por ventos fortes, também carecem de reparos.</span></p>
[caption id="attachment_66846" align="alignleft" width="603"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg"><img class="wp-image-66846" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg" alt="foto colorida horizontal com 3 corredores de mudas, cada um deles com plantas em diferentes estágios de crescimento, de pequenos caules até plantas já crescidas" width="603" height="402" /></a> Mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas no Campus Sede[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora estima que, na região, sejam necessárias atualmente milhares de mudas de dezenas de espécies, as quais apresentam comportamento diferente em relação ao crescimento, demanda hídrica, nutricional e lumínica, além das diferentes técnicas necessárias para sua obtenção. Uma vez enraizadas, as reófitas são espécies que formam abundante sistema radicular e ramos flexíveis, se espalhando e estabilizando os taludes das margens com maior flutuação das águas fluviais.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Atualmente, o LABSILVI está com os estoques de mudas praticamente zerados, especialmente de reófitas. As mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA). A intenção é contribuir com as iniciativas do projeto <a href="https://www.ufsm.br/2024/07/23/projeto-da-ufsm-foca-na-engenharia-natural-para-recuperar-areas-degradadas-pelas-chuvas" target="_blank" rel="noopener">“Engenharia natural: recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle de erosão nas áreas afetadas pelos eventos meteorológicos extremos no Rio Grande do Sul”</a>, vinculado ao Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE) da UFSM.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela acredita ser necessária a realização de cursos de capacitação de produtores sobre produção de mudas e formação de pequenos viveiros florestais, visando ampliar o suprimento de mudas de qualidade utilizadas em práticas de restauração de áreas. O ideal seria que os próprios produtores se apropriassem das tecnologias e, em suas propriedades, multiplicassem plantas para restabelecer áreas.</span></p>
<h3>Preparação para início de reflorestamento</h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela explica que a produção de mudas representa o início de um reflorestamento com objetivo comercial ou ambiental. Cada planta deve apresentar qualidade genética, física, fisiológica e sanitária, sendo capaz de se estabelecer no campo sem os cuidados recebidos no viveiro (que é um "berçário" para a semente germinar e ter seu desenvolvimento inicial). Desse modo, cada pequena planta produzida no viveiro somente existe porque houve planejamento e ações, desde a coleta do material utilizado na propagação, semeio e, posteriormente, o manejo, cujo tempo varia de oito a 24 meses, dependendo do porte da muda e da espécie.<br /><br />Daí a importância de um trabalho profissional e bem executado, como desenvolvido no LABSILVI. Localizado próximo à várzea, no Campus Sede, o laboratório e viveiro conta atualmente com área de produção de mudas, local para equipamentos e insumos e espaço didático para capacitação teórica e prática. O trabalho é conduzido por professores, oito alunos de graduação, dois de mestrado e três de doutorado.</span></p>
[caption id="attachment_66847" align="alignright" width="511"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg"><img class="wp-image-66847" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas, aparecendo somente braços e joelhos agachados, medindo plantas e anotando em planilha" width="511" height="340" /></a> Produção de mudas envolve várias etapas e pode levar até 24 meses[/caption]
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif">A importância do trabalho de acadêmicos</span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Além da mão de obra e de recursos disponíveis, são cada vez mais necessárias pesquisas relacionadas ao acesso aos propágulos, armazenamento, à conservação e multiplicação de plantas. Enfim, estudos que otimizem a produção de mudas, especialmente de espécies reófitas. É nisso que pesquisadores e acadêmicos de graduação e pós-graduação em Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR) estão empenhados. Alguns alunos, por exemplo, têm ajudado tanto nas coletas na beira de cursos d´água quanto no trabalho no viveiro.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Júlia Luiza Stahl, mestranda, e Maria Luiza Bertanha, graduanda em Engenharia Florestal, estão entre os bolsistas que acompanham os processos com as mudas nos espaços do LABSILVI. "É muito importante para nós esta prática, porque proporciona experiência profissional ao mesmo tempo em que aplica ensino, pesquisa e extensão", comenta Júlia.</span></p>
<p><em>Texto e fotos: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Bolsa de Sementes: 18 anos trabalhando na valorização de espécies florestais nativas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/05/21/projeto-bolsa-de-sementes-18-anos-trabalhando-na-valorizacao-de-especies-florestais-nativas</link>
				<pubDate>Fri, 21 May 2021 14:00:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[afubra]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de sementes]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[herbario]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55848</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa de extensão universitária da UFSM visa contribuir com a educação ambiental em comunidades rurais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_55851" align="alignright" width="473"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/imagem-retirada-do-site-da-afubra-2.jpg"><img class="wp-image-55851" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/imagem-retirada-do-site-da-afubra-2.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra, de cima, crianças analisando sementes em uma mesa, ao ar livre" width="473" height="263" /></a> Projeto envolve alunos de escolas de três estados[/caption]
<p dir="ltr">Completando 18 anos de trajetória, o projeto Bolsa de Sementes é uma iniciativa de extensão universitária da UFSM que visa contribuir com a educação ambiental, voltada ao desenvolvimento sustentável das comunidades rurais onde estão inseridas as escolas parceiras do projeto Verde é Vida, localizadas nos três estados da região Sul do Brasil. </p>
<p dir="ltr">Nas ações a partir das sementes, o objetivo é despertar e desenvolver nos estudantes e comunidades envolvidas o senso de pertencimento e de responsabilidade à conservação do meio ambiente. Desse modo, além da dedicação para o desenvolvimento das etapas, a Bolsa de Sementes possibilita experiências de extensão para acadêmicos e disponibiliza gratuitamente sementes de espécies florestais nativas à comunidade em geral no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. </p>
<p dir="ltr">Todo esse trabalho conta com a participação de alunos de graduação do curso de Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM, que são bolsistas do projeto e atuam diretamente na realização das atividades, auxiliados por pós-graduandos e sob orientação da professora coordenadora Maristela Machado Araujo. Conta-se também com a efetiva colaboração da professora Suelen Aimi, do Herbário do Departamento de Ciências Florestais. </p>
<p dir="ltr"><strong>Como o programa surgiu</strong></p>
<p dir="ltr">A Bolsa de Sementes, que faz parte do <a href="https://afubra.com.br/verde-e-vida.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://afubra.com.br/verde-e-vida.html&amp;source=gmail&amp;ust=1621678249598000&amp;usg=AFQjCNHuC3-TJ7z5-Iwf9-2SRmxkMKWqFg">Verde é Vida</a>, Programa de Educação Ambiental da Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra), foi criada em 2002 e teve como mentores o professor Juarez M. Hoppe (<em>In memorian</em>), juntamente com a equipe do projeto Verde é Vida, Adalberto Huve, José Leon Fernandes e Jorge Farias, hoje professor na UFSM. Apoiados pelo presidente da Associação, Haisi Gralow (<em>In memorian</em>), um ativista e entusiasta das questões ambientais, desejavam dar continuidade a uma ação conjunta que produziu a “Série Ecologia”, uma coleção de cinco livros ilustrados, dos quais foram distribuídos 85 mil exemplares gratuitamente a 922 escolas e bibliotecas.</p>
<p dir="ltr">Desde sua fundação, a iniciativa teve o apoio e contribuição da UFSM, sendo coordenado pelos professores Juarez e Mauro Schumacher. A partir de 2006, passou a ser coordenado pela professora Maristela Machado Araujo, com apoio de pós-graduandos e graduandos do curso de Engenharia Florestal, vinculados ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal (LabSilvi).</p>
[caption id="attachment_55852" align="alignleft" width="423"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/imagem-retirada-do-site-da-afubra-3.jpg"><img class="wp-image-55852" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/imagem-retirada-do-site-da-afubra-3.jpg" alt="" width="423" height="235" /></a> Atividades da Bolsa de Sementes contam com o apoio e a assistência técnica da UFSM e da Afubra[/caption]
<p dir="ltr"><strong>Como funciona o projeto</strong></p>
<p dir="ltr">A professora Maristela conta que as escolas participantes estudam as espécies florestais sob a orientação dos professores, que posteriormente selecionam as árvores matrizes, coletam e processam os frutos para extração e beneficiamento das sementes. Em seguida, pequenos lotes são embalados, identificados e quantificados, geralmente em gramas de sementes. Depois disso, são encaminhados às filiais, depois à sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul, que em seguida encaminha para o Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM, localizado no Campus Sede. </p>
<p dir="ltr">Nesse local, são realizadas as análises visuais e de conteúdo para verificação do estado morfológico e sanitário das sementes e do potencial para armazenamento, bem como o lote é conferido quanto à identificação das espécies realizada pelas escolas, que recebem o parecer técnico de acordo com seu estado. Os lotes de sementes que recebem o parecer viável são reembalados e armazenados em câmara fria e úmida, ficando disponíveis para doação. Informações como espécie e quantidade são registradas no nome da escola, formando um banco de dados que será revertido na pontuação.</p>
<p dir="ltr">No final de cada ano, com base na diversidade de espécies e quantidade de sementes, as escolas são bonificadas e premiadas, conforme seu desempenho, por meio de um cheque-bônus para aquisição de materiais e equipamentos. De forma complementar, dados parciais gerados são utilizados para elaboração de trabalhos acadêmicos que são publicados em eventos com temática relacionada à educação ambiental, visando divulgar essa iniciativa à sociedade.</p>
<p dir="ltr">O foco do projeto são sementes de espécies florestais nativas da região Sul do Brasil, ou seja, que ocorrem naturalmente nas florestas. Atualmente, a lista é composta por 135 espécies cadastradas, englobando, por exemplo: Araucária (<em>Araucaria angustifolia</em>), Pitangueira (<em>Eugenia uniflora</em>), Ipê-roxo (<em>Handroanthus heptaphyllus</em>), Grápia (<em>Apuleia leiocarpa</em>), Erva-mate (<em>Ilex paraguariensis</em>), Cabreúva (<em>Myrocarpus frondosus</em>) e Araçá (<em>Psidim cattleianum</em>), entre outras. </p>
<p dir="ltr">Todas as atividades desenvolvidas na Bolsa de Sementes contam com o apoio e a assistência técnica das equipes da Afubra e da UFSM. As 185 escolas participantes contam com um professor responsável e integrador, e em todos os endereços da Afubra há pelo menos um funcionário responsável pela Bolsa, os quais são capazes de esclarecer dúvidas ou contatar as equipes do Verde é Vida ou da UFSM. Considerando o elevado número de espécies, os questionamentos abordam desde a identificação de espécies e período de maturação aos procedimentos adequados para coleta dos frutos e extração das sementes, entre outros. </p>
<p dir="ltr"><strong>Planos futuros em meio a incertezas</strong></p>
<p dir="ltr">Em decorrência da pandemia, as atividades presenciais nas escolas foram suspensas desde março de 2020. Apesar disso, não foi observada redução expressiva na quantidade de sementes recebidas. No Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM, as atividades relativas à Bolsa de Sementes continuam sendo realizadas, seguindo os protocolos sanitários, com distanciamento social, uso de máscara e álcool gel. Desse modo, os pedidos de doação continuam sendo atendidos, mudando apenas o modo de realizar as solicitações, que agora são feitas pelo site ou e-mail.</p>
<p dir="ltr">Paralelamente, a equipe da UFSM e da Afubra estão trabalhando na elaboração de videoaulas sobre temas relacionados à valorização de espécies florestais nativas, identificação de espécies, coleta, processamento e armazenamento de sementes e atividades realizadas no projeto Bolsa de Sementes. O material produzido será utilizado para realização de um curso de formação em Educação Ambiental destinado aos professores das escolas parceiras e, posteriormente, divulgado no YouTube para o público geral. Além disso, estão sendo discutidas outras iniciativas visando o aprimoramento e a expansão da ação.</p>
<p dir="ltr">A solicitação de sementes pode ser feita pela comunidade em geral no <a href="https://afubra.com.br/bolsa-sementes.html" target="_blank" rel="noopener">site da Afubra</a>, por meio do envio de e-mail para <a href="mailto:bolsadesementes@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">bolsadesementes@gmail.com</a> ou presencialmente no LabSilvi/UFSM.</p>
<p dir="ltr"><strong>Resultados obtidos em 2020 </strong></p>
<p dir="ltr">Com o objetivo de compartilhar os resultados alcançados com o projeto, a Afubra transmitiu uma <em>live</em> no seu canal do YouTube, conduzida por José Leon Fernandes, Adalberto Huve e Romeu Schneider. Nos últimos 18 anos, o programa Verde é Vida, juntamente com as escolas participantes, coletou mais de 26,9 mil kg de sementes, abrangendo até 285 escolas. Durante esse período, houve 2.074 pedidos de escolas, entidades e viveiros interessados em produzir mudas a partir das sementes coletadas pelas escolas.</p>
<p dir="ltr">O ano ambiental do projeto sempre termina no mês de abril, e em 2019/2020, foram coletados 881,5 kg de sementes. Nos últimos oito meses de 2020, foram coletados 428,7 kg de sementes. A redução do número não foi drástica, pois diversas escolas permanecem realizando o envio, já que a coleta dos frutos e a extração das sementes são realizadas pelos estudantes e seus familiares em casa, o que permitiu a continuidade das atividades mesmo durante a pandemia. </p>
<p>Além disso, foi abordado que a cada quatro anos o projeto entra em um novo ciclo de parceria com as escolas, com mudanças que estão ligadas com a administração municipal. Esses e outros detalhes apresentados, incluindo imagens do projeto sendo desenvolvido na UFSM, podem ser conferidos na <a href="https://www.youtube.com/watch?v=C3BEFO50-68" target="_blank" rel="noopener">íntegra da <em>live</em></a>.</p>
<div class="adL"><em>Texto: Vitória Faria Parise, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em></div>
<div><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></div>
<div><em>Fotos: Reprodução/site da Afubra</em></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Bolsa de Sementes completa 18 anos de parceria entre UFSM e Afubra na valorização de espécies florestais nativas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/08/projeto-bolsa-de-sementes-completa-18-anos-de-parceria-entre-ufsm-e-afubra-na-valorizacao-de-especies-florestais-nativas</link>
				<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 12:42:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[afubra]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de sementes]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=54011</guid>
						<description><![CDATA[O projeto Bolsa de Sementes, uma parceria da Universidade Federal de Santa Maria e Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra)/Verde é Vida, está há 18 anos aliando esforços de ambas as instituições na realização de atividades de educação ambiental, por meio da valorização de espécies florestais nativas, com escolas públicas rurais do Rio Grande do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54012" align="alignright" width="484"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/Foto-entrega-do-Relatorio-Afubra.jpeg"><img class="wp-image-54012" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/Foto-entrega-do-Relatorio-Afubra.jpeg" alt="Foto colorida horizontal com sete homens e mulheres, posando para foto em uma área verde, todos usam máscaras" width="484" height="363" /></a> Entrega do relatório do 18º ano ambiental da Bolsa de Sementes, no Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal[/caption]
<p>O projeto Bolsa de Sementes, uma parceria da Universidade Federal de Santa Maria e Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra)/Verde é Vida, está há 18 anos aliando esforços de ambas as instituições na realização de atividades de educação ambiental, por meio da valorização de espécies florestais nativas, com escolas públicas rurais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.</p>
<p>O projeto foi idealizado e contou com a coordenação dos professores Juarez M. Hoppe e Mauro V. Schumacher. A partir de 2006, passou a ser coordenado pela professora Maristela M. Araujo, com apoio de pós-graduandos e graduandos do curso de Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR), vinculados ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal.</p>
<p>A professora Maristela destaca a importância dessa união do setor público e privado, pois, desde sua criação, o projeto viabiliza a realização de atividades práticas e permite experiências na extensão universitária. O<span style="font-size: inherit">s membros da Afubra, com </span>o apoio técnico da equipe da UFSM, orientam a comunidade escolar sobre a importância da conservação das espécies florestais nativas. Isso é realizado por meio da observação de árvores, sua forma, florescimento, frutificação, tipos de frutos, formas de coleta e extração das sementes.</p>
<p>Posteriormente, com a participação das famílias e professores, as sementes são coletadas, identificadas e enviadas para o campus sede da UFSM. No Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal, é confirmada a identificação das espécies e a análise visual do estado morfológico e sanitário das sementes. Após esse processo, as sementes viáveis são armazenadas em câmara fria e ficam disponíveis para a doação à comunidade geral. Os lotes de sementes enviados pelas escolas são registrados e, no final de cada ano, a Afubra promove a premiação, convertendo a pontuação em materiais e equipamentos necessários ao funcionamento das escolas que se destacam.</p>
<p><strong>Ações realizadas na década de 2010</strong></p>
<p>A partir de 2011, intensificou-se a seleção de árvores matrizes, diante da demanda de sementes para uso na restauração de áreas, principalmente para a produção de mudas. Já em 2015, a equipe da Afubra, professores e acadêmicos da UFSM iniciaram o Projeto Nascentes, que busca a recuperação de nascentes em propriedades rurais, além das atividades de educação ambiental. Esse projeto piloto foi realizado durante três anos na Escola Estadual Adolfo Mânica, em Boqueirão do Leão (RS), sendo modelo para a ampliação das ações em outras regiões participantes do projeto Bolsa de Sementes.</p>
<p>Em 2018, a ação iniciou na Escola Municipal Felipe Becker, em Santa Cruz do Sul (RS), dessa vez com a proposta de inserir a temática das espécies florestais nativas e sementes no contexto do aprendizado escolar. Os alunos participam de oficinas, palestras, gincanas, envolvendo a educação ambiental de modo inter e transdisciplinar, com apoio da extensão universitária. De forma complementar, busca-se apoiar os professores, com sugestões de atividades nas disciplinas ministradas, dentro dessa temática.</p>
<p>No dia 1º de outubro, a equipe da UFSM recebeu o vice-presidente da Afubra, Marco Dornelles, que é egresso da UFSM, o coordenador do projeto Verde é Vida, Adalberto Huve, e o engenheiro florestal gerente<br />do Departamento Agroflorestal da Afubra, Juarez Pedroso Filho, também egresso da UFSM. Novas ações no retorno das atividades presenciais foram planejadas de forma conjunta pela Afubra e Laboratório de Silvicultura. Na ocasião, foi entregue o relatório de atividades do 18° ano ambiental da Bolsa de Sementes.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        