<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?q=&#038;tags=medicina-veterinaria-preventiva&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 23:23:29 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Curso sobre Responsabilidade Técnica e Qualidade na Indústria reúne estudantes e profissionais na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/04/16/curso-sobre-responsabilidade-tecnica-e-qualidade-na-industria-reune-estudantes-e-profissionais-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 17:12:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[encorte]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=11563</guid>
						<description><![CDATA[Nos dias 11, 12 e 13 de abril de 2025, a Universidade Federal de Santa Maria sediou o curso “Responsabilidade Técnica e Controle de Qualidade na Indústria de Produtos de Origem Animal”, promovendo uma rica troca de conhecimentos entre profissionais e estudantes das áreas de Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia de Alimentos. A programação contou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="" data-start="207" data-end="552"><img class=" wp-image-11564 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/04/16-04-2025.jpg" alt="" width="567" height="490" />Nos dias <strong data-start="216" data-end="248">11, 12 e 13 de abril de 2025</strong>, a Universidade Federal de Santa Maria sediou o curso <strong data-start="303" data-end="399">“Responsabilidade Técnica e Controle de Qualidade na Indústria de Produtos de Origem Animal”</strong>, promovendo uma rica troca de conhecimentos entre profissionais e estudantes das áreas de <strong data-start="490" data-end="551">Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia de Alimentos</strong>.</p>
<p class="" data-start="554" data-end="919">A programação contou com temas essenciais para a atuação no setor industrial, como <strong data-start="637" data-end="717">microbiologia aplicada, legislação vigente, Programas de Autocontrole (PACs)</strong> e <strong data-start="720" data-end="743">atividades práticas</strong>, proporcionando aos participantes uma verdadeira imersão na rotina de trabalho e nos desafios enfrentados por responsáveis técnicos em indústrias de produtos de origem animal.</p>
<p class="" data-start="921" data-end="1252">Os <strong data-start="924" data-end="1016">certificados estão sendo emitidos pelo Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da UFSM</strong>, agregando valor à formação acadêmica e profissional dos participantes. O evento reafirma o compromisso da universidade com a qualificação técnica e com a aproximação entre a formação universitária e as demandas do mercado de trabalho.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM são contemplados no Prêmio O Futuro da Terra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/27/pesquisadores-da-ufsm-sao-contemplados-no-premio-o-futuro-da-terra</link>
				<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 11:35:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência do Solo]]></category>
		<category><![CDATA[ciências florestais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio o futuro da terra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66622</guid>
						<description><![CDATA[Premiação valoriza iniciativas que promovem a produtividade do agronegócio e a preservação ambiental no campo
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66647" align="alignright" width="684"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-27-at-07.47.45.jpeg"><img class="wp-image-66647" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-27-at-07.47.45.jpeg" alt="foto colorida horizontal de seis pessoas, 4 homens e 2 mulheres, em pose oficial. 3 homens seguram certificados. Ao fundo um palco iluminado" width="684" height="513" /></a> Professores da UFSM agraciados com o troféu: Gustavo Brunetto, Eduardo Furtado Flores e Mauro Valdir Schumacher (da direita para a esquerda)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A 28ª edição do Prêmio O Futuro da Terra contemplou pesquisadores e profissionais de diferentes áreas do agronegócio</span><b>, </b><span style="font-weight: 400">incluindo três professores da UFSM. A seleção destacou o trabalho de quem tem contribuído para o desenvolvimento do agronegócio e a preservação ambiental no Rio Grande do Sul. A premiação foi entregue na noite desta segunda-feira (26), durante a Expointer 2024, no Parque de Exposições de Esteio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Prêmio é realizado em parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e o Jornal do Comércio. Neste ano, os contemplados foram divididos em cinco categorias: 1) Prêmio Especial; 2) Cadeia de Produção e Alternativas Agrícolas; 3) Inovação e Tecnologia Rural; 4) Preservação Ambiental; e 5)  Startup do Agronegócio. Ao todo, 11 pesquisadores foram contemplados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Das cinco categorias, a UFSM teve três profissionais agraciados - um deles, por meio do Prêmio Especial. </span></p>
<h3>Prêmio Especial</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Professor titular do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da UFSM, Eduardo Furtado Flores conquistou o Prêmio Especial desta edição de O Futuro da Terra. Este é um reconhecimento por todo o trabalho realizado pelo pesquisador ao longo dos anos na formação de médicos, veterinários, mestres e doutores em Medicina Veterinária, que atuam no setor do agronegócio, principalmente na parte sanitária, com foco especial em epidemiologia e imunologia. Ele também pesquisa e desenvolve vacinas que dão suporte ao produtor rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O prêmio homenageia o conjunto da obra do pesquisador, focando em sua trajetória ao longo dos anos. Para Eduardo, esse reconhecimento é um indicador de que seu trabalho está no caminho certo: “esse reconhecimento para mim foi muito bom porque demonstra, ou pelo menos sugere, que toda a nossa trajetória, ao longo dos anos, tem sido no caminho certo e nos encoraja”. Formado pela UFSM em 1989, soma 35 anos de docência e trabalho. Sua contribuição para o desenvolvimento de pesquisas sanitárias no setor do agronegócio está entrelaçada com a história da Universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nos últimos cinco anos, colaborou em diversas pesquisas e diagnósticos de coronavírus, sendo, até hoje, membro do Comitê Científico assessor do governo do RS no combate à Covid-19. Também foi coordenador da força-tarefa da UFSM para diagnóstico molecular da Covid-19 entre os anos de 2020 a 2022. Estes trabalhos possibilitaram que cerca de 45 mil testes em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) fossem realizados na Região Central.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Confira a entrevista que o professor Eduardo Furtado Flores concedeu ao jornalista Gilson Piber, do programa Editoria 107.9, e saiba mais sobre sua trajetória:</span></p>
<p>[embed]https://open.spotify.com/episode/2e7XhZdFSLxSw3IGzQoNot?si=31b6723ed6b5430c[/embed]</p>
<h3>Categoria Cadeia de Produção e Alternativas Agrícolas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Gustavo Brunetto é um dos contemplados da categoria Cadeia de Produção e Alternativas Agrícolas deste ano. Professor associado 3 no Departamento de Solos da UFSM e orientador no mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da Universidade, Gustavo desenvolve pesquisas em calagem, adubação e nutrição mineral de plantas, com ênfase em frutíferas, há mais de 20 anos. Como resultado de seu trabalho e sua atuação no Departamento de Solos, onde coordena o Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces), desenvolveu novas tecnologias, como a criação de softwares para estimar o estado nutricional de plantas, sendo algumas delas:</span> <span style="font-weight: 400">CND-uva, CND-uva Farroupilha, CND-pessegueiro, CND-maçã, CND-citrus de mesa, CND-pêra, entre outros. Todos esses resultados podem ser acessados gratuitamente no site do </span><a href="https://www.gepaces.com.br"><span style="font-weight: 400">Gepaces</span></a><span style="font-weight: 400">. Em 2022, esteve entre os cientistas mais influentes do mundo, segundo levantamento da Universidade de Stanford em parceria com a Editora Elsevier BV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Gustavo destaca que a premiação representa um reconhecimento ao trabalho que o grupo de pesquisa que coordena, o Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces), junto com vários colaboradores vinculados à UFSM e a outras instituições públicas, tem realizado ao longo das últimas décadas. Além disso, para o pesquisador, esse também é um reconhecimento aos estudos que “permitem a geração de vários conhecimentos, que estão sendo divulgados e ajudam os agricultores a melhorarem as suas práticas de manejo em cultivos. Isso tem permitido o aumento da lucratividade do agricultor, com preservação ambiental, e faz com que ele permaneça na sua propriedade, evitando o êxodo rural”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O grupo de pesquisa Gepaces atua na produção de estratégias para diminuir poluições e contaminações em plantas e no ambiente, além de contribuir na seleção de espécies e cultivadores mais eficientes na absorção de nutrientes, permitindo que se use de forma mais eficientes alguns fertilizantes e, assim, aumentar a produtividade de cultivos e melhorar a qualidade dos alimentos.</span> <span style="font-weight: 400">“A difusão do conhecimento à sociedade é fundamental, pois mostra aos interessados o conhecimento geral, como ele pode ajudar a vida das pessoas. Mas também é uma oportunidade para observar os problemas presentes na sociedade, que podem ser temas de pesquisas futuras”, finaliza o pesquisador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na última semana, Gustavo Brunetto conversou com Gilson Piber, no Editoria 107.9. Ouça a seguir a entrevista:</span></p>
<p>[embed]https://open.spotify.com/episode/058UYM6ho3ByyUkxV3X9li?si=e4b85a4061814bdf[/embed]</p>
<h3>Categoria Inovação e Tecnologia Rural</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Contemplado na categoria Inovação e Tecnologia Rural, Mauro Valdir Schumacher é professor titular do Departamento de Ciências Florestais da UFSM, atua na graduação e pós-graduação em Engenharia Florestal e coordena o Laboratório de Ecologia Florestal do Departamento. O prêmio é resultado de cerca de 28 anos de trabalho, quando graduou-se em Engenharia Florestal pela UFSM. Seus trabalhos e pesquisas envolvem a qualificação de conhecimentos de ecossistemas florestais. Analisa os impactos nos campos e florestas a partir de plantações de árvores, como eucaliptos e pinus, monitora a manutenção de biodiversidade nestes espaços e busca aprimorar estudos de preservação e qualificação do solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mauro Valdir destaca que esses estudos e pesquisas demandam bastante tempo, tecnologia e equipamentos, que permanecerão no campo durante anos a fim de monitorar a medir diferentes variáveis que afetam a natureza. Por isso, receber este destaque no Prêmio O Futuro da Terra é uma forma de reconhecimento por todo o trabalho desenvolvido ao longo dos anos e um motivo para continuar desenvolvendo pesquisas e trabalhos na área florestal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, Mauro Valdir desenvolve, juntamente com seu grupo de pesquisa, um coletor de deposição atmosférica que permite analisar e quantificar reposições atmosféricas tanto fora quanto no interior das florestas e plantações. O coletor é feito 100% na UFSM e é produzido em impressora 3D, a partir de materiais não contaminantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O jornalista Gilson Piber conversou com o professor Mauro Valdir a respeito do Prêmio na categoria Inovação e Tecnologia Rural e sobre a importância do seu trabalho para o monitoramento e desenvolvimento do campo. Confira:</span></p>
<p>[embed]https://open.spotify.com/episode/6JPXBwIT9kQYTArIB4l5fq?si=rwj14y5eQpuJNlvP2AjWMg[/embed]</p>
<h3>Saiba mais sobre o Prêmio</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Desde 1997, o Prêmio O Futuro da Terra ocorre anualmente e destaca cientistas, pesquisadores, agricultores, instituições e empresas que têm contribuído para o desenvolvimento do agronegócio e da preservação ambiental no estado do Rio Grande do Sul, a partir de práticas inovadoras e sustentáveis. Ao todo, a partir das cinco categorias de contemplados, o objetivo é homenagear os trabalhos desenvolvidos e potencializar novas práticas. Saiba mais sobre cada uma das divisões:</span></p>
<p><b></b><b>- Prêmio Especial:</b><span style="font-weight: 400"> concedido a um pesquisador com méritos por sua contribuição para o avanço de conhecimentos em alguma área do agronegócio. É um prêmio pelo conjunto da obra do profissional;</span></p>
<p><b>- Cadeia de Produção e Alternativas Agrícolas: </b><span style="font-weight: 400">contempla iniciativas que saem do lugar comum da produção, além de projetos que tratam a produção ao longo de toda sua cadeia, com pesquisas para melhorar tanto a produção quanto o manejo e beneficiamento. Aqui, são relevantes as alternativas agrícolas e a relação da cadeia produtiva;</span></p>
<p><b>- Inovação e Tecnologia Rural: </b><span style="font-weight: 400">novos sistemas, técnicas ou equipamentos que contribuem para melhoria da produção e da produtividade rural. Nesta categoria, podem ser agraciados tanto pesquisadores como os empreendedores tecnológicos e os produtores rurais que aplicam a tecnologia desenvolvida na pesquisa;</span></p>
<p><b>- Preservação Ambiental</b><span style="font-weight: 400">: premia projetos que se destacam por aliar produção e preservação, seja na produção de animais, de vegetais e de minerais. Nesta categoria, podem ser contemplados os agentes antes da porteira, dentro da porteira e fora da porteira que enfocam a preservação ambiental;</span></p>
<p><b>- Startup do Agronegócio: </b><span style="font-weight: 400">nesta categoria, são premiadas jovens empresas que estejam trazendo ao agronegócio novos produtos ou serviços inovadores. </span></p>
<p>Confira a lista de todos os premiados e mais informações no <a href="https://fapergs.rs.gov.br/fapergs-e-jornal-do-comercio-entregam-o-premio-o-futuro-da-terra-na-proxima-segunda" target="_blank" rel="noopener">site da Fapergs</a>.</p>
<p><b></b><em><span style="font-weight: 400">Texto: Andreina Possan, estudante de</span></em><span style="font-weight: 400"> Jo</span><span style="font-weight: 400">rnalismo</span><em><span style="font-weight: 400"> e voluntária na Agência de Notícias<br /></span>Fotos: Divulgação</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Fiocruz seguem estudos relacionados às variantes do coronavírus</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/01/18/ufsm-e-fiocruz-seguem-estudos-relacionados-as-variantes-do-coronavirus</link>
				<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 14:55:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioquímica e biologia molecular]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[ciências da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[SARS-CoV-2]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM PM]]></category>
		<category><![CDATA[zootecnia e ciências biológicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65024</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisas conduzidas pelas instituições mostram a mudança na prevalência e impactos causados pelas variantes Gamma e Omicron durante a pandemia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Quase quatro anos após o início da pandemia da Covid-19 no Brasil, a UFSM e a Fundação Oswaldo Cruz seguem somando esforços no sentido de entender o impacto das linhagens d</span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">o vírus causador da doença, o</span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR"> SARS-CoV-2, no interior do Rio Grande do Sul e suas rotas de transmissão - um conhecimento que será útil para antecipar e aplicar medidas de contenção viral em futuros surtos.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Mesmo numa época em que os índices relacionados ao coronavírus registram uma queda acentuada, os estudos com o SARS-CoV-2 continuam sendo altamente relevantes, pois as linhagens novas, capazes de infectar e reinfectar a população, continuam a surgir. É crucial manter a vigilância para poder acompanhar essa evolução e poder também atualizar as vacinas com as linhagens que emergiram recentemente.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">O alerta é do pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz – Instituto Aggeu Magalhães, também conhecida como Fiocruz Pernambuco, Gabriel Wallau. “Agora estamos dando continuidade às análises para investigar a existência de padrões de transmissão viral entre o Rio Grande do Sul e outros estados e países fronteiriços, bem como entre cidades das regiões Central e Noroeste do RS, regiões pouco ou não investigadas em estudos anteriores”, explica o pesquisador, que é egresso da UFSM.</span></span></span></p>
<h3><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: large"><span lang="pt-BR">Brasil teve pelo menos três grandes ondas epidêmicas</span></span></span></h3>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Segundo Wallau, os agentes que causam doenças, como vírus e bactérias, estão constantemente sofrendo mudanças genéticas. Trata-se de um processo normal que, na maioria das vezes, resulta em pouca ou nenhuma alteração na capacidade patogênica desses agentes. Algumas modificações genéticas, entretanto, podem alterar a capacidade desses agentes em se espalhar ou em modificar os sintomas da doença que ele causa, tornando-os mais ou menos patogênicos ou fatais. Os “tipos” novos de vírus que surgem por variações genéticas são chamados de linhagens. Em uma pandemia como a da Covid-19, a quantidade de vírus se reproduzindo na população humana é muito alta. Assim, o número de novas linhagens tende também a ser maior. Como consequência, no decorrer da pandemia, quando os números de casos começam a cair, pode ocorrer o surgimento de uma nova variante e os números de casos retornam a aumentar. Estes fenômenos de aumento de casos associado a uma nova variante são chamados de “ondas epidêmicas”.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Ao longo da pandemia da Covid-19 o Brasil passou por pelo menos três grandes ondas epidêmicas: a primeira relacionada à entrada e espalhamento das linhagens originais importadas de outros países; a segunda, da linhagem Gamma, originada no país e primeiramente detectada no estado do Amazonas; seguida da onda de casos relacionada à linhagem Omicron, identificada pela primeira vez na África do Sul e que chegou ao Brasil no início de 2022.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">O desenvolvimento e popularização da tecnologia de sequenciamento de DNA, que permite ler diretamente no material genético, faz com que hoje se possa c</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">omparar o material genético dos vírus que estão se multiplicando em uma população </span></span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">e detectar o surgimento de novas linhagens. A este processo de acompanhamento da evolução das linhagens chama-se de “vigilância genômica”. No caso da Covid-19, a vigilância genômica no Estado foi e continua a ser conduzida por diferentes instituições ao longo da pandemia, cada uma contribuindo para um melhor entendimento das linhagens virais de SARS-CoV-2 circulantes e seu impacto na população, como forma de guiar as medidas de prevenção.</span></span></span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-18-at-08.37.35.jpeg"><img class="size-full wp-image-65026 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-18-at-08.37.35.jpeg" alt="" width="1280" height="720" /></a></p>
<h3><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Parceria permitiu pesquisa no interior do RS</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">O</span></span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR"> maior esforço de amostragem viral se dá em regiões metropolitanas, mais populosas, e por consequência há uma limitada representatividade de informações nas regiões menos populosas, como no interior gaúcho. Foi </span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">pensando em mitigar esse viés que pesquisadores da UFSM e a Rede Genômica Fiocruz estabeleceram uma parceria para realizar a vigilância genômica do SARS-CoV-2 nas regiões de Santa Maria e Palmeira das Missões.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Neste contexto, foram sequenciados e submetidos ao banco de dados internacional de vigilância genômica 772 genomas do vírus, de pelo menos cinco linhagens predominantes (B.1.1.28, P.1 - Gamma, P.2 - Zeta, AY – Delta e BA – Omicron), a partir de amostras provenientes de 96 cidades do Centro e Noroeste do estado. De Palmeira das Missões, 31 genomas de SARS-CoV-2 foram sequenciados, sendo 11 da variante Omicron, 19 da Gamma e 1 da linhagem XAG. De Santa Maria, 67 genomas de pacientes foram sequenciados, sendo 25 da variante Omicron, 38 da Gamma e 2 da Delta </span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">(confira na arte acima</span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">)</span></span></span><span lang="pt-BR">.</span></p>
<p><span style="color: #000000">“<span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">As compara</span></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">ções entre as linhagens Gamma e Omicron indicam uma</span></span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR"> clara mudança de comportamento epidemiológico, onde a linhagem Gamma foi associada com uma das maiores taxas de mortalidade na região, enquanto a entrada e espalhamento da linhagem Omicron gerou a maior onda de casos, porém com <a href="https://ti.saude.rs.gov.br/covid19/" target="_blank" rel="noopener">reduzida mortalidade comparativa</a>”, explica o pesquisador</span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">. Esse resultado revelou que o <a href="https://vacina.saude.rs.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">nível de vacinação da população</a>, que teve início em janeiro de 2021 para grupos prioritários, mas que só atingiu 90% da população adulta no final de 2021</span></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">, foi o principal determinante para a redução no número de casos fatais frente o espalhamento da linhagem Omicron, que é a mais infecciosa do vírus SARS-CoV-2 caracterizada até o momento.</span></span></span></p>
<p>“<span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Estes resultados da vigilância genômica reforçam a importância no investimento continuado no monitoramento de patógenos respiratórios que impactam a população gaúcha. As dores e perdas deixadas pela pandemia devem ser acompanhadas pela lição de que temos de buscar estar sempre preparados para novas emergências sanitárias. A vigilância genômica pode ser uma grande aliada na busca e planejamento das medidas de contenção e de prevenção a novas epidemias e pandemias”, salienta Wallau.</span></span></span></p>
[caption id="attachment_65027" align="alignright" width="699"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-17-at-15.24.43.jpeg"><img class="wp-image-65027" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-17-at-15.24.43.jpeg" alt="foto colorida horizontal com um grupo de homens e mulheres em um laboratório, com janelas pintadas de azul, todos de jaleco branco e usando máscaras" width="699" height="340" /></a> Equipe do Campus de Palmeira das Missões[/caption]
<h3><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Dois campi da UFSM estão envolvidos nos estudos</span></span></span></h3>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><span lang="pt-BR">Da UFSM, participam deste trabalho em parceria com a Fiocruz pesquisadores e estudantes dos campi de Santa Maria e Palmeira das Missões. Do Campus Sede, participam equipes do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular e do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva. Já a UFSM-PM está representada por professores do Departamento de Ciências da Saúde e do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas.</span></span></span></p>
<p><em>Foto: Arquivo </em><br /><em>Artes: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor Rudi Weiblen completa 45 anos de dedicação à UFSM e é reconhecido por sua contribuição na Medicina Veterinária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/06/01/professor-rudi-weiblen-completa-45-anos-de-dedicacao-a-ufsm-e-e-reconhecido-por-sua-contribuicao-na-medicina-veterinaria</link>
				<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 19:00:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Ciência Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Rudi Weiblen]]></category>
		<category><![CDATA[virologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=8340</guid>
						<description><![CDATA[Hoje (1º) é um dia especial para a Universidade Federal de Santa Maria e toda a comunidade acadêmica, pois o renomado professor Rudi Weiblen celebra 45 anos de dedicação e excelência na instituição. O professor Weiblen, atualmente professor titular do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, é uma referência na área e tem desempenhado um papel [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-8341 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/06/rudi-weiblen-296x300.jpg" alt="" width="396" height="401" /></p>
<p>Hoje (1º) é um dia especial para a Universidade Federal de Santa Maria e toda a comunidade acadêmica, pois o renomado <strong><a href="https://www.instagram.com/weiblenrudi/">professor Rudi Weiblen</a></strong> celebra 45 anos de dedicação e excelência na instituição. O professor Weiblen, atualmente professor titular do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, é uma referência na área e tem desempenhado um papel fundamental na formação de profissionais de Medicina Veterinária e no avanço da pesquisa científica.</p>
<p>Graduado em Medicina Veterinária pela UFSM em 1976, o professor Weiblen foi além em sua formação acadêmica e obteve seu mestrado e doutorado em Medicina Veterinária Preventiva pela University of Illinois, nos Estados Unidos, em 1981 e 1983, respectivamente. Sua sólida formação permitiu que ele se tornasse uma autoridade em sua área de atuação.</p>
<p>Além de suas atividades acadêmicas, o professor Weiblen é bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e atua como revisor em diversos periódicos científicos renomados, como o Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Pesquisa Veterinária Brasileira, Brazilian Journal of Medical and Biological Research, International Journal of Veterinary Medicine: Research and Reports, Research in Veterinary Science, Veterinaria Italiana, Archives of Virology, Brazilian Journal of Microbiology, Revista Brasileira de Ciência Veterinária, Ciência Animal Brasileira, Revista de Ciências Agroveterinárias e Ciência Rural.</p>
<p>O professor Weiblen possui uma vasta experiência na área de Medicina Veterinária Preventiva, com foco especial em temas como o Herpesvírus bovino 1 e 5, diarreia viral bovina, leucose bovina e outras viroses que afetam os animais domésticos. Sua expertise e dedicação na pesquisa dessas doenças têm contribuído para o avanço do conhecimento científico e para a melhoria da saúde animal.</p>
<p>Uma das maiores contribuições do professor Weiblen é o seu papel como editor-chefe da<a href="https://www.instagram.com/cienciarural/"><strong> Revista Ciência Rural</strong></a>, uma posição que ocupa desde 1997. Sob sua liderança, a revista tem se destacado como uma publicação de referência na área, promovendo a divulgação de pesquisas de alta qualidade e contribuindo para o avanço das ciências rurais.</p>
<p>Neste momento tão especial, a UFSM, o CCR e toda a comunidade acadêmica parabenizam o professor Rudi Weiblen pelos seus 45 anos de dedicação exemplar à instituição e pela sua inestimável contribuição para a Medicina Veterinária. Seu trabalho incansável e sua paixão pelo conhecimento têm deixado um legado duradouro, inspirando gerações de estudantes e pesquisadores. Que venham muitos anos mais de sucesso e realizações!</p>
<p><a href="https://youtu.be/3oB4B8bK0NM"><strong>Quer assistir um vídeo sobre o Professor Rudi? Clique aqui.</strong></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Força-tarefa permitiu realização de 1560 exames moleculares de coronavírus na UFSM em um mês</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/02/forca-tarefa-permitiu-realizacao-de-960-exames-moleculares-no-husm-em-um-mes</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 20:03:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[análises clínicas e toxicológicas]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[exames moleculares]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[lacen/rs]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[RT-PCR]]></category>
		<category><![CDATA[virologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52403</guid>
						<description><![CDATA[Em mais uma ação liderada pela UFSM no combate à Covid-19, uma força-tarefa integrada pela Universidade, com seus pesquisadores e laboratórios, e pelo Hospital Universitário de Santa Maria (Husm/EBSERH) completa seu primeiro mês com a realização de 1560 exames moleculares (RT-PCR). Na Região Centro, 960 testes foram aplicados, e na Zona da Produção e na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_52404" align="alignright" width="317"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-10.47.08.jpeg"><img class="wp-image-52404" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-10.47.08.jpeg" alt="" width="317" height="422" /></a> Biomédicas preparam master mix da PCR, que contém todos os reagentes necessários para o teste[/caption]
<p>Em mais uma ação liderada pela UFSM no combate à <a href="https://www.ufsm.br/coronavirus/observatorio//">Covid-19</a>, uma força-tarefa integrada pela Universidade, com seus pesquisadores e laboratórios, e pelo Hospital Universitário de Santa Maria (Husm/EBSERH) completa seu primeiro mês com a realização de 1560 exames moleculares (RT-PCR). Na Região Centro, 960 testes foram aplicados, e na Zona da Produção e na Região Celeiro, 600.</p>
<p>A iniciativa, que contou com recursos da Prefeitura de Santa Maria, por meio de destinação do Ministério Público do Trabalho, e união de esforços também com o Ministério Público Federal e a 4ª Coordenadoria Regional de Saúde (4ª CRS), permitiu a redução significativa no tempo de espera pelo resultado, que leva de 24 a 48 horas. </p>
<p>Ao permitir a detecção do vírus no começo da doença, o teste molecular é fundamental para o rápido diagnóstico, isolamento dos casos e contatantes e início imediato do tratamento do paciente, já que nesta fase a carga viral é maior. "É o teste padrão ouro para diagnóstico de infecções por coronavírus. Possui alta especificidade e sensibilidade, se coletado entre o terceiro e o sétimo dia dos sintomas", afirma o farmacêutico Elehu Moura de Oliveira, chefe do Setor de Apoio Diagnóstico do Husm.  </p>
<p><strong>Santa Maria </strong></p>
<p>De 30 de abril até 31 de maio, foram realizados 960 testes moleculares para SARS-CoV-2, sendo que 41 (4,27%) deram positivos e 919 (95,73%), negativos. Do total de exames, 170 foram de pacientes (16 positivos) e 790 de trabalhadores da saúde (25 positivos). "Estes exames realizados foram imprescindíveis para o diagnóstico de pacientes e trabalhadores da saúde, o que agiliza o isolamento, o tratamento e o retorno ao trabalho", afirma Elehu. </p>
<p>A prioridade para aplicação dos testes moleculares, conforme acordado pelo Conselho Estratégico de Santa Maria para o Enfrentamento à Covid-19, é para pacientes sintomáticos graves, pacientes sintomáticos leves e profissionais de saúde que atuam no combate ao novo coronavírus em instituições de saúde de Santa Maria e região. A capacidade foi estimada em 100 exames ao dia, podendo ser ampliada. Por enquanto, o trabalho transcorre conforme planejado. Houve um aumento na demanda na segunda e na terceira semana de aplicação. No momento, a demanda é menor que a capacidade diária. </p>
<p><strong>Palmeira das Missões</strong></p>
<p>Os exames moleculares (RT-PCR) também são realizados na UFSM Campus Palmeira das Missões. O trabalho foi iniciado em 22 de abril, após um mês de preparação, e até o momento foram aplicados 600 testes, dos quais 12% resultaram positivos. São contemplados todos os municípios da Região da Zona da Produção e parte dos municípios da Região Celeiro. </p>
<p>O trabalho é realizado nos laboratórios de Genética Evolutiva e de Microbiologia, envolvem três professores, um técnico-administrativo e 10 alunos e egressos. Segundo o professor de Biologia Molecular Daniel Sganzerla Graichen, a realização dos exames na UFSM-PM possibilita a tomada de decisões subsidiada em dados para todos os municípios contemplados. </p>
<p><strong>Como são feitos os testes</strong></p>
[caption id="attachment_52405" align="alignleft" width="317"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-10.47.08-1.jpeg"><img class="wp-image-52405" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-10.47.08-1.jpeg" alt="" width="317" height="564" /></a> Após o preparo do master mix da PCR, é colocado o RNA extraído das amostras. Este procedimento é feito em local separado ao preparo do mix.[/caption]
<p>O Laboratório de Análises Clínicas (LAC) do Husm tem a responsabilidade técnica para a Secretaria Estadual da Saúde do RS pela análise das amostras coletadas no hospital e nas demais unidades de saúde de referência no município e na região da 4ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), abrangendo o recebimento formal das amostras, o processamento e a liberação dos laudos por meio de um sistema de vigilância laboratorial da SES.</p>
<p>Inicialmente, um profissional de saúde coleta amostra com <em>swab</em> (um tipo de cotonete colocado na boca e no nariz) de um paciente internado ou de um profissional suspeito, internado ou não, para a realização do teste molecular. A coleta é rápida e indolor e a amostra conservada em frasco em temperatura adequada.</p>
<p>Já no hospital, após o recebimento do LAC, a amostra é encaminhada ao Laboratório do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), que conta com uma cabine de segurança biológica. Nela, os profissionais realizam a extração do RNA do SARS-CoV-2. Em seguida, o material é encaminhado ao Setor de Virologia do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, do Centro de Ciências Rurais (CCR), para o restante do procedimento e investigação do vírus pela técnica de RT-PCR. O resultado é encaminhado ao Laboratório de Biologia Molecular do LAC/Husm para análise e liberação do laudo. Todo o processo ocorre em até 48 horas.</p>
<p>Os resultados são encaminhados às instituições solicitantes, secretarias de saúde e órgãos de saúde do trabalhador, que, por sua vez, adotam as medidas de acordo com seus protocolos estabelecidos. Os casos relacionados ao Husm são notificados à Vigilância do Município, responsável pela divulgação dos resultados. Os testes foram validados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen/RS).</p>
<p><strong>Teste molecular foi "divisor de águas" no Husm</strong></p>
<p>A testagem molecular impactou de forma positiva na rotina dos profissionais da saúde, na avaliação da superintendente do Husm, Elaine Verena Resener. Antes do teste, se um funcionário tivesse sintoma, tinha que ficar até 14 dias afastado do trabalho. Agora, o resultado já sai no mesmo dia. Isso trouxe segurança e confiança para o funcionário permanecer no hospital. "No Husm, representou um verdadeiro 'divisor de águas', visto que trouxe oportunidade de testagem aos trabalhadores e monitoramento seguro para os pacientes, além do reconhecimento institucional da qualidade de nossos laboratórios pelo Lacen/RS", salienta Elaine.</p>
[caption id="attachment_52406" align="alignright" width="488"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-10.47.07.jpeg"><img class="wp-image-52406" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-10.47.07.jpeg" alt="" width="488" height="237" /></a> Interpretação dos resultados e liberação dos laudos[/caption]
<p>Segundo ela, em menos de um mês, reduziu-se em 361 dias a necessidade de afastamentos do trabalho. Todos os profissionais com sintomas gripais são testados com teste rápido e, se positivo, complementado com o teste molecular. "O afastamento desnecessário resulta um significativo impacto funcional, econômico e psicológico, além de restabelecer um clima de segurança e confiança na abordagem e enfrentamento da pandemia da Covid-19", observa a superintendente.  </p>
<p><strong>Mobilização institucional </strong></p>
<p>A realização de exames moleculares pela UFSM/Husm só foi possível graças a uma mobilização liderada pelo reitor, Paulo Afonso Burmann, e que envolveu diferentes setores internos. Uma equipe multiprofissional, integrada por docentes, servidores técnicos da área laboratorial e estudantes de pós-graduação, assumiu a tarefa, considerada essencial como uma das estratégias para controle da epidemia. </p>
<p>O Husm, por meio do LAC, iniciou estudos técnicos e de orçamento para realizar os exames moleculares, mas foi preciso uma mobilização maior, institucional. "O professor Burmann criou um grupo, intermediou reuniões para a efetividade das ações, que permitiram suprir um gargalo de exames para Santa Maria e região", relata o farmacêutico Elehu. O início dos trabalhos foi viabilizado com a destinação de recursos pelo Ministério Público do Trabalho, no montante de cerca de R$ 600 mil, utilizados para aquisição de equipamentos e insumos suficientes para a realização de seis mil testes iniciais para toda a região.  </p>
<p><strong>Trabalho interdisciplinar</strong></p>
<p>A iniciativa se destaca também pela interdisciplinaridade e envolve diferentes laboratórios da UFSM. O professor Alexandre Vargas Schwarzbold, do Departamento de Clínica Médica, do CCS, médico infectologista que chefia a Unidade de Pesquisa Clínica no Husm, trouxe do Conselho Estratégico da Covid-19 o chamamento da necessidade de testagem. Essa ação gerou a estruturação da força-tarefa mobilizadora laboratórios que já trabalhavam com a técnica de RT-PCR em seus programas. A participação de cada laboratório da UFSM foi essencial. O laboratório das professoras Marli Matiko Anraku de Campos e Priscila de Arruda Trindade, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, por exemplo, permitiu um nível de biossegurança (NB-2) mais adequado à extração do material genético do vírus que não poderia ter sido obtido no Husm e em nenhum outro local da Universidade. </p>
<p>Outro elo imprescindível desta cadeia é Laboratório de Virologia, do CCR, que já trabalhava com a técnica de RT-PCR e se adaptou à demanda urgente causada pela epidemia. "Essa força-tarefa, com coordenação do Burmann, foi essencial, na hora certa. Quando começaram os casos, não havia estrutura de diagnóstico montada, os diagnósticos eram enviados para o Lacen/RS, que foi ficando saturado, e demorava até 10, 12 dias para sair o resultado", destaca o professor Eduardo Furtado Flores, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva do CCR. A iniciativa da UFSM, também adotada por outras universidades, vem dando conta de praticamente toda a demanda por exames moleculares, aliviando o Lacen/RS.   </p>
<p>Em toda esta cadeia, atuam professores, técnicos do Husm-EBSERH e da UFSM, pós-graduandos e estagiários, que atuam em escalas diferentes. "Já se trabalhava com estas técnicas em vários locais da UFSM, havia <em>expertise</em>, só foi preciso articulá-las e estabelecer uma parceria nas ações", comenta o professor Alexandre. No total, são cerca de 30 pessoas diretamente envolvidas nas diferentes etapas. O professor Eduardo destaca o empenho de todos os envolvidos, em especial de mestrandos e doutorandos, que deixaram seus afazeres para auxiliar no trabalho, sob a supervisão de técnicos e professores. "Toda esta força-tarefa é conduzida de forma voluntária, ninguém ganha nada a mais por isso. O que estamos conseguindo fazer neste momento é exemplo de esforço conjunto", salienta. </p>
<p><strong>Iniciativa deve seguir rendendo frutos</strong></p>
<p>Para o professor Alexandre, foi só com a formação da força-tarefa, a partir do chamamento, que se viabilizou a execução deste trabalho. "Tínhamos a necessidade de diferentes <em>expertises</em> e das estruturas laboratoriais para viabilizar a técnica de RT-PCR aplicada ao diagnóstico do SARS-Cov-2, e isso pode ser um bom legado para ações conjuntas futuras em saúde pública. Após o pico da epidemia, vamos provavelmente seguir com projetos comuns nas diferentes áreas do conhecimento, entre elas o emprego de outras técnicas diagnósticas e sequenciamento gênico, por exemplo", afirma Alexandre. Alguns destes projetos já foram apresentados para órgãos financiadores. Para o professor, este trabalho desenvolvido durante a epidemia, além de capacitar recursos humanos e gerar conhecimento, desvela outro elemento importante a ser desenvolvido na Universidade, a interdisciplinaridade.</p>
<p>As expectativas para os próximos meses, no que se refere aos exames moleculares, estão relacionadas à evolução dos casos de Covid-19. A previsão é de que há kits para testes suficientes até agosto ou setembro. Em relação aos insumos necessários, um termo de cooperação entre a UFSM e o Lacen/RS prevê a continuidade no fornecimento dos itens assim que a capacidade atual esgotar: a Secretaria Estadual da Saúde entra com o material necessário, e a UFSM, com recursos humanos e <em>know how</em>. "Isso é importante porque não teremos o risco de parar os exames por falta de verba", afirma o professor Alexandre.</p>
<p>Para ele, a grande experiência é possibilitar ações conjuntas futuras, para que se possa dar respostas locais mais efetivas, sem que seja preciso depender do Lacen/RS ou Fiocruz, por exemplo. "Ter respostas locais é sempre o ideal para se tomar ações mais rápidas", afirma. </p>
<p><em>Texto: Agência de Notícias da UFSM</em><br /><em>Fotos: Assessoria de Imprensa do Husm</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Residentes de Medicina Veterinária da UFSM realizam ação informativa com feirantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/29/residentes-de-medicina-veterinaria-da-ufsm-realizam-acao-informativa-com-feirantes</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 11:09:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=51958</guid>
						<description><![CDATA[Residentes de Medicina Veterinária da UFSM, juntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, estão orientando os feirantes de Santa Maria sobre medidas preventivas à Covid-19. Na manhã desta terça-feira (28), foram realizadas intervenções na Polifeira do Agricultor, na Avenida Roraima. Os feirantes foram orientados sobre as normas do Decreto Municipal Executivo n° 62, de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_51959" align="alignright" width="448"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/WhatsApp-Image-2020-04-28-at-11.56.51-1.jpeg"><img class="wp-image-51959" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/WhatsApp-Image-2020-04-28-at-11.56.51-1.jpeg" alt="Foto colorida horizontal mostra quatro pessoas de máscara olhando para a câmera em frente a bancas de produtos com toldos amarelos" width="448" height="388" /></a> Ação percorre as feiras de Santa Maria nesta semana[/caption]
<p>Residentes de Medicina Veterinária da UFSM, juntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, estão orientando os feirantes de Santa Maria sobre medidas preventivas à Covid-19. Na manhã desta terça-feira (28), foram realizadas intervenções na Polifeira do Agricultor, na Avenida Roraima. Os feirantes foram orientados sobre as normas do Decreto Municipal Executivo n° 62, de 24 de março de 2020, e medidas de prevenção à Covid-19.</p>
<p>Ao longo dessa semana, as demais feiras do município receberão a ação, que tem orientação dos professores Luís Antônio Sangioni e Helton Fernandes dos Santos, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, do CCR, e da coordenadora do Serviço de Inspeção Municipal, Lidiaine Vieira Machado. </p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de boas práticas em serviços de alimentação terá nova turma em março</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/02/20/curso-de-boas-praticas-em-servicos-de-alimentacao-tera-nova-turma-em-marco</link>
				<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 14:42:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia dos Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[medicina veterinária preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Politécnico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=46592</guid>
						<description><![CDATA[Nos dias 14 e 15 de março, será oferecida mais uma edição do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação, promovido pelos departamentos de Medicina Veterinária Preventiva e Ciência e Tecnologia dos Alimentos. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h. Será oferecida uma [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 14 e 15 de março, será oferecida mais uma edição do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação, promovido pelos departamentos de Medicina Veterinária Preventiva e Ciência e Tecnologia dos Alimentos. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Será oferecida uma turma de 35 vagas, com no mínimo 10 participantes. O valor do investimento é de R$ 150,00. As inscrições podem ser feitas nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44 do campus de Santa Maria, onde vão ocorrer as aulas.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelos professores Luis Fernando de Pellegrin e por Valéria Braccini.

O curso tem autorização da Secretaria Estadual da Saúde. Ele é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Mais informações pelo telefone (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 ou (55) 997059898 ou pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com.

Mais informações no <a href="http://coral.ufsm.br/boaspraticas/">site</a>.]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        