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				<title>Professor da UFPE discute metafísica da raça</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/19/professor-da-ufpe-discute-metafisica-da-raca</link>
				<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 18:03:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Palestra será realizada na próxima segunda (24) no CCSH]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">O <a href="http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5203643631505171" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5203643631505171&amp;source=gmail&amp;ust=1763661080046000&amp;usg=AOvVaw3WZig_gnzeA-LaRuOeCXk-">Grupo de Estudos em Cognição e Realidade (CNPq)</a> da Universidade Federal de Santa Maria promove a palestra "Ceticismo Racial Robusto: O debate contemporâneo em metafísica da raça" na próxima segunda-feira (24), às 14h. A atividade será realizada na Sala de Conferências do Departamento de Filosofia da UFSM (Sala 2323, CCSH, Prédio 74A, 3º andar)</p>
<p dir="ltr">A palestra será apresentada pelo professor Rogério Saucedo Corrêa, do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE irá  discutir uma das questões centrais da metafísica social contemporânea: afinal, existem raças? O professor Rogério Corrêa defenderá o ceticismo racial robusto com base em argumentos contra as concepções realistas de que raças seriam tipos ideais, clados biológicos ou construções sociais.</p>
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													</item>
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				<title>Ciclo Trabalho, Música e Literatura ocorre na próxima terça (17)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/13/ciclo-trabalho-musica-e-literatura-ocorre-na-proxima-terca-17</link>
				<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 16:01:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[estudos do trabalho]]></category>
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						<description><![CDATA[Atividade fará diálogo sobre intelectualidade, raça e gênero]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="ltr">
<div class="gmail_quote">
<div dir="ltr">
<p><img class="wp-image-69498 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-09-at-09.37.12.jpeg" alt="" width="429" height="607" />O Núcleo de Estudos do Trabalho (NUEST), do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, realiza atividade do Ciclo Trabalho, Música e Literatura na terça-feira, às 15h, na sala 2243/74A (Centro de Ciências Sociais e Humanas, CCSH, campus sede).</p>
<p>A edição terá como tema "Escrevendo narrativas. Desafiando estruturas: intelectualidade, raça e gênero em diálogo". A apresentação será feita pelas estudantes Yasmim Lima e Luiza Stahl, acadêmicas de Ciências Sociais. As reflexões tem como base as obras das autoras Maria da Conceição Evaristo de Brito, Audrey Geraldine Lorde e Carla Madeira.</p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Gepacs promove curso on-line sobre violência relacionada a gênero, raça e sexualidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/02/gepacs-promove-curso-on-line-sobre-violencia-relacionada-a-genero-raca-e-sexualidade</link>
				<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 23:49:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Dividido em quatro módulos, o curso destina-se a profissionais das áreas de educação, saúde e segurança]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p1"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/Curso-de-Capacitação.jpeg"><img class="alignright  wp-image-56422" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/Curso-de-Capacitação.jpeg" alt="" width="663" height="771" /></a>Vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da UFSM, o Grupo de Pesquisa, Cultura, Gênero e Saúde (Gepacs) informa que começa no dia 11 de agosto o curso de capacitação on-line intitulado Reconhecimento de Direitos Humanos e Combate a Violências Relacionadas a Gênero, Raça e Sexualidade. O curso destina-se a profissionais das áreas de educação, saúde (incluindo profissionais de enfermagem e fonoaudiologia, entre outros) e segurança. A capacitação será realizada de forma remota, em razão das condições impostas pela pandemia Covid-19, com encerramento previsto para o mês de novembro.</p>
<p class="p1">Serão quatro módulos de 40 horas cada um (com aulas semanais de até 3 horas de duração), cujos temas e ministrantes podem ser conferidos no cartaz ao lado. A inscrição pode ser feita para o curso em sua integralidade ou por módulo.</p>
<p class="p1">O sistema de inscrições pode ser acessado <a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=4144" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Haverá a emissão de certificados.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"A Universidade se pinta de povo”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-universidade-se-pinta-de-povo</link>
				<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 19:40:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[cotas]]></category>
		<category><![CDATA[negras]]></category>
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		<category><![CDATA[novembro negro]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>

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						<description><![CDATA[Maria Rita Py Dutra, uma das primeiras mulheres negras a se tornar doutora no Centro de Educação da UFSM, fala sobre cotas, racismo e igualdade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <em>*Esta matéria foi atualizada em 21/11/2018, às 14:37.</em>

<span style="font-weight: 400">Dos 205,5 milhões de habitantes do Brasil, 46,7% se autodeclaram pardos e 8,2%, pretos. Apesar de, juntas, formarem a parcela majoritária da população nacional, essas pessoas raramente são vistas em comerciais de TV ou revistas, no atendimento de bancos, ocupando cargos de chefia em empresas e, até pouco tempo atrás, nas salas de aula das universidades.</span>

<span style="font-weight: 400">A luta contra a invisibilidade e as desigualdades faz parte da trajetória de Maria Rita Py Dutra, terceira </span><span style="font-weight: 400">mulher negra a se tornar doutora no Programa de Pós-Graduação do Centro de Educação da UFSM. A tese </span><i><span style="font-weight: 400">Cotistas negros da UFSM e o mundo do trabalho</span></i><span style="font-weight: 400">, defendida pela professora em agosto de 2018, discute as situações e condições que influenciam os cotistas negros desde a formação na UFSM até a inserção, ou não, no mercado de trabalho.</span>

<span style="font-weight: 400">Para isso, Maria Rita ouviu relatos de experiências e analisou o universo que está por detrás da problemática, como a desigualdade nos âmbitos econômico e de acesso, o apanhado histórico, a construção de identidades e o conflito de interesses. </span><span style="font-weight: 400">Foram entrevistados formandos dos cursos de Ciências Sociais, Enfermagem, Fisioterapia, Relações Públicas, Medicina Veterinária, Serviço Social, Educação Especial e História Licenciatura.</span>

<span style="font-weight: 400">Como resultado, Maria Rita aponta que, para os estudantes entrevistados, a  política de cotas representou um divisor de águas, mudando totalmente suas vidas. “</span><span style="font-weight: 400">Foram as cotas que abriram um mundo de possibilidades para esses estudantes, em que o ingresso e a superação do discurso racista foi necessária para a conclusão do curso. Na maioria dos casos, o primeiro diploma de ensino superior na família”, comenta Maria Rita, que celebra: </span><span style="font-weight: 400">“A universidade se pinta de povo”.</span>

<span style="font-weight: 400">A pesquisadora entende</span><span style="font-weight: 400"> que uma s</span><span style="font-weight: 400">ociedade igualitária e justa é construída e orientada nos bancos escolares. “Faz parte disso possibilitar que excluídos ingressem no espaço acadêmico, mas que, para além, a estrutura acadêmica seja repensada para que ocorram mudanças radicais em busca da igualdade”, afirma Maria Rita no decorrer da pesquisa. Ela compreende, ainda, que olhar para a conclusão do curso e a entrada no mundo do trabalho “fornece informações importantes para pensarmos em resultados na educação e reavaliarmos, por exemplo, as barreiras que cotistas enfrentam”.</span>

<span style="font-weight: 400">Na tese, Maria Rita compartilha que estudar as ações afirmativas e o racismo fez com que ela refletisse </span><span style="font-weight: 400">sobre questões que a marcaram de forma indelével nos quase 30 anos de carreira no magistério público estadual, sobre as quais ainda carrega marcas e dores não removidas</span><span style="font-weight: 400">.</span> <span style="font-weight: 400"> </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4861" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/11/DSC_1643_ed-1024x732.jpg" alt="" width="1024" height="732" />

<b>Política de cotas no Brasil e na UFSM</b>

<span style="font-weight: 400">O debate sobre as ações afirmativas reverberou no Brasil após a participação do país, em 2001, na III Conferência contra o Racismo e a Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata. Em 2003, foi pautado na UFSM pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab), e definiu-se como </span><i><span style="font-weight: 400">Programa de Ações Afirmativas de Inclusão Racial e Social</span></i><span style="font-weight: 400">. O sistema inclui o ingresso de afro-brasileiros, pessoas com deficiências, alunos de escolas públicas e indígenas no ensino superior.</span>

<span style="font-weight: 400">Em 2012, a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei das Cotas (nº 12.711/2012), que estabeleceu o sistema de cotas sociais e raciais para ingresso em universidades e institutos federais de todo o país. A legislação prevê a reserva de, no mínimo, 50% de vagas, por curso e turno, para estudantes oriundos de escolas públicas, além de destinar vagas para estudantes negros, pardos e indígenas, de acordo com o percentual populacional local dessas etnias.</span>

<span style="font-weight: 400">Perante a aprovação, surgiram várias perguntas quanto à legitimidade constitucional da política de cotas, às quais o Supremo Tribunal Federal (STF) respondeu, entendendo que a política fazia parte de um processo de correção das desigualdades sociais, inclusive daquelas baseadas na cor da pele.</span>

<span style="font-weight: 400">Atualmente, a UFSM não dispõe de uma política de acompanhamento e avaliação do processo de permanência dos cotistas negros. Segundo Maria Rita, essa questão ainda não despertou interesse nos pesquisadores por haver poucas referências de estudos sobre.</span>

<span style="font-weight: 400">Em sua tese, a professora salienta que a presença de alunos afro-brasileiros, indígenas, portadores de deficiência e provenientes de escolas públicas é asseguradora da diversidade e da democracia nas universidades públicas brasileiras. “A política afirmativa é necessária para reparar os aspectos discriminatórios que impedem o acesso de pessoas pertencentes a diversos grupos sociais às mais diferentes oportunidades”, pontua.</span>

<b>Trajetória de Maria Rita</b>

<span style="font-weight: 400">Professora desde 1967, quando concluiu o Curso Normal, passou 30 anos ensinando e se especializando em diferentes áreas, como química, pedagogia, história, ciências sociais. Desde 1988, seu trabalho envolve a temática étnico-racial e o racismo. Na intenção de romper barreiras, Maria Rita fez parte do projeto </span><i><span style="font-weight: 400">Combatendo o Racismo através da Literatura Infantil</span></i><span style="font-weight: 400"> entre 2003 e 2008, criado por um grupo de estudantes do curso de Museologia da Universidade Franciscana. Ali, contava histórias de questões raciais, além de ministrar oficinas e cursos a estudantes e professores no Museu Treze de Maio.  </span>

<span style="font-weight: 400">A experiência gerou </span><a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=436"><span style="font-weight: 400">frutos literários</span></a><span style="font-weight: 400">, como </span><i><span style="font-weight: 400">O Aniversário de Aziza</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Dia dos Negros</span></i><span style="font-weight: 400">. Na UFSM, Maria Rita participa do grupo </span><i><span style="font-weight: 400">Negros e</span></i> <i><span style="font-weight: 400">o Movimento Social Negro</span></i><span style="font-weight: 400"> (MN), que trata sobre direitos e igualdades, buscando contribuir para o aperfeiçoamento das políticas de cotas na Universidade.</span>

<span style="font-weight: 400">Pelo que ela representa, organizadores e coletivos que construíram a programação das atividades do mês da Consciência Negra em 2018 na UFSM homenageiam Maria Rita como a primeira patronesse da data. O momento marca, ainda, uma década de política de ações afirmativas na Universidade.</span>

<b>Reportagem:</b><span style="font-weight: 400"> Bibiana Pinheiro, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição: </b><span style="font-weight: 400">Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Fotografia:</b><span style="font-weight: 400"> Dartanhan Baldez Figueiredo</span>

<b>Ilustração da capa:</b><span style="font-weight: 400"> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial - A inspiração são as obras de </span><span style="font-weight: 400">Jean-Michel Basquiat, artista norte-americano que </span><span style="font-weight: 400">se dedicou às artes das ruas, como grafite, piche e colagens. As questões raciais e a população negra dos Estados Unidos perpassam grande parte da produção do artista, que é negro.</span>]]></content:encoded>
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