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				<title>Borboletas da região central do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/editoras/facos/borboletas-da-regiao-central-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 21:30:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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						<description><![CDATA[Borboletas da região central do Rio Grande do Sul Frank Thomas Sautter]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><h1><strong>Borboletas da região central do Rio Grande do Sul</strong></h1>
<h6>Frank Thomas Sautter</h6>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores do LAGEOLAM realizam atendimento emergencial em Agudo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/08/15/professores-do-lageolam-realizam-atendimento-emergencial-em-agudo</link>
				<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 15:08:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[O prefeito de Agudo, Luís Henrique Kittel,solicitou  os pesquisadores do LAGEOLAM, apoio para realização de laudos técnicos de unidades habitacionais afetadas pela catástrofe climática em Agudo. . Participaram, de forma voluntária, os professores: Andrea Nummer, Romário Trentin, Rinaldo Pinheiro e Luiz Eduardo Robaina, que já realizaram atendimentos em outras cidades, como Dona Francisca. Ivorá, Faxinal [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-15-at-11.12.34-1024x576.jpeg" alt="" />													
		<p>O prefeito de Agudo, Luís Henrique Kittel,solicitou  os pesquisadores do LAGEOLAM, apoio para realização de laudos técnicos de unidades habitacionais afetadas pela catástrofe climática em Agudo. .</p><p>Participaram, de forma voluntária, os professores: Andrea Nummer, Romário Trentin, Rinaldo Pinheiro e Luiz Eduardo Robaina, que já realizaram atendimentos em outras cidades, como Dona Francisca. Ivorá, Faxinal do Soturno, Mata, Paraíso do Sul e Vale Vêneto. </p><p>Após a ocorrência dos desastres no Estado do Rio Grande do Sul, em abril de 2024, muitos municípios ainda sofrem com as consequências dos eventos extremos. Dessa vez, o atendimento foi em Agudo, em que houveram diversos eventos de movimento de massa e erosões de margem, trazendo perigo aos moradores próximos. </p><p>Acompanhe abaixo as imagens.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/DJI_0289-300x225.jpg" alt="default" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5830-225x300.jpeg" alt="IMG_5830" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5794-300x225.jpeg" alt="IMG_5794" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5816-225x300.jpeg" alt="IMG_5816" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5820-300x225.jpeg" alt="IMG_5820" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5857-225x300.jpeg" alt="IMG_5857" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5845-225x300.jpeg" alt="IMG_5845" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/08/IMG_5831-225x300.jpeg" alt="IMG_5831" /></figure>			
		<p> </p><p>Veja mais sobre os atendimentos emergenciais já realizados nos outros municípios clicando no botão abaixo.</p>		
			<a href="">
									Clique aqui
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFSM divulga resultados parciais da pesquisa de mapeamento da comunidade acadêmica durante os eventos climáticos extremos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcsociais/2024/06/27/programa-de-pos-graduacao-em-ciencias-sociais-da-ufsm-divulga-resultados-parciais-da-pesquisa-de-mapeamento-da-comunidade-academica-durante-os-eventos-climaticos-extremos</link>
				<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:56:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia climática]]></category>

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						<description><![CDATA[O conteúdo pode ser conferido no link abaixo: https://zenodo.org/records/12521337  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O conteúdo pode ser conferido no link abaixo:</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><a href="https://zenodo.org/records/12521337">https://zenodo.org/records/12521337</a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph /--></p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone wp-image-2288 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/532/2024/06/capa.jpg" alt="" width="438" height="627" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrantes do Laboratório de Geologia Ambiental participam do CICLO DE ESTUDOS E ACOLHIMENTO: Geografar o Cotidiano, Entender o Mundo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/06/04/integrantes-do-laboratorio-de-geologia-ambiental-participam-do-ciclo-de-estudos-e-acolhimento-geografar-o-cotidiano-entender-o-mundo</link>
				<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 00:18:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ESTUDO]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[desastre]]></category>
		<category><![CDATA[dia do geógrafo]]></category>
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						<description><![CDATA[Durante os dias 27 a 29 de maio de 2024, o curso de geografia recebeu o evento, alusivo ao dia do geógrafo: Ciclo de Estudos e Acolhimento: Geografar o Cotidiano, Entender o Mundo, uma parceria entre os cursos de Graduação em Geografia, PPGGeo e PROFGEO.   O evento trouxe uma temática importante em relação às situações atuais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante os dias 27 a 29 de maio de 2024, o curso de geografia recebeu o evento, alusivo ao dia do geógrafo: Ciclo de Estudos e Acolhimento: Geografar o Cotidiano, Entender o Mundo, uma parceria entre os cursos de Graduação em Geografia, PPGGeo e PROFGEO. </p><p> O evento trouxe uma temática importante em relação às situações atuais do Estado do Rio Grande do Sul, tratando da atuação do geógrafo frente à crise ambiental e reflexões sobre o contexto que estamos vivendo.</p><p>Na segunda feira, dia 27, os integrantes de mestrado do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam">Laboratório de Geologia Ambiental</a>, Antônio Von Ende Dotto e Marco Antônio da Rosa Soares trouxeram a reflexão sobre o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0oEoqOv-uu8">Papel do Geógrafo no Estudo de Áreas de Risco</a>. O professor Anderson Augusto Volpato Scotti também participou do evento no dia seguinte, discorrendo acerca dos<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cm8IBZnVkDU"> Aspectos do Ambiente e sua Relação com os Desastres Naturais no Rio Grande do Sul</a>. Junto à ele, ao mesmo dia, o aluno de xx Luciano Marquetto, tratou sobre <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cm8IBZnVkDU">A Importância das águas Subterrâneas para o Aumento da Resistência Climática no Abastecimento Público</a>. </p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/06/1-1024x576.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/06/2-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>As discussões trazidas na roda de conversa, que aconteceu online, são de suma importância para o desenvolvimento de profissionais qualificados nos estudos e na atuação frente aos desastres naturais, situação cada vez mais frequente não só no Estado, como em todo Brasil. </p><p>Além disso, o trabalho dos mestrandos Antônio e Marco está relacionado com o <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/05/27/plano-municipal-de-reducao-de-riscos-pmrr-santa-maria-rs">PMRR (Plano Municipal de Redução de Riscos) de Santa Maria</a>, auxiliando na identificação, mapeamento dos&nbsp; locais suscetíveis a riscos e desastres.</p>		
													<img width="1024" height="498" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-15.31.30-1-1024x498.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de pesquisa do LAGEOLAM realiza a primeira oficina no bairro Urlândia para a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR - Santa Maria/RS)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/05/27/grupo-de-pesquisa-do-lageolam-realiza-a-primeira-oficina-no-bairro-urlandia-para-a-elaboracao-do-plano-municipal-de-reducao-de-riscos-pmrr-santa-maria-rs</link>
				<pubDate>Mon, 27 May 2024 23:08:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[No dia 15 de maio de 2024, a comunidade das Vilas Urlândia e Santos se uniram ao grupo de pesquisa do Laboratório de Geologia Ambiental da UFSM na primeira oficina para elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos do município.  Após o início das chuvas intensas no Estado do Rio Grande do Sul, no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="825" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-14.04.18-1024x825.jpeg" alt="" />													
		<p>No dia 15 de maio de 2024, a comunidade das Vilas Urlândia e Santos se uniram ao grupo de pesquisa do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam">Laboratório de Geologia Ambiental</a> da UFSM na primeira oficina para elaboração do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/05/27/plano-municipal-de-reducao-de-riscos-pmrr-santa-maria-rs">Plano Municipal de Redução de Riscos</a> do município. </p><p>Após o início das chuvas intensas no Estado do Rio Grande do Sul, no dia 1 de maio de 2024, muitos moradores locais foram atingidos, tornando ainda mais clara a importância do projeto que está sendo realizado. Na região, foram verificados eventos de inundação, alagamento e erosões de margens fluviais, gerando grandes problemas para a comunidade, como perdas materiais e agravamento da situação de risco dos moradores.</p><p>Durante a execução do trabalho, a participação da comunidade enriqueceu as informações previamente levantadas pelos pesquisadores e apresentaram a sua visão acerca dos problemas observados, com a experiência de quem vive no local. </p><p>A oficina foi realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental São Carlos, na região norte do bairro Urlândia, onde os docentes do LAGEOLAM explicaram o significado do PMRR e sua importância e qual o objetivo da oficina com a comunidade. Foram também apresentados  conceitos como inundação, alagamentos e  erosões de margem. Os participantes se organizaram em grupos e com a ajuda dos docentes e bolsistas identificaram suas residências e caracterizaram os problemas que enfrentaram nas ruas, pátios e moradias, observando o local do bairro, e a altura que a água atingiu.  </p><p>Além de relatar a gravidade das ocorrências atuais, a comunidade também informou sobre os problemas que já haviam ocorrido no local, proporcionando uma cronologia dos eventos, que são recorrentes. </p><p> </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.51-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.51 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.52-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.52 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.55-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.55 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.53-3.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.53 (3)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.55.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.55" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.51-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.51 (2)" /></figure>			
		<p>Durante a atividade, a comunidade demonstrou notável conhecimento sobre onde vivem e os eventos que presenciam, entendendo de forma particular as dinâmicas fluviais que ali ocorrem. </p><p>A execução da oficina deu suporte para os trabalho de campo realizados logo após, nos dias 16 e 17 de maio, onde os pesquisadores percorreram as Vilas Urlândia e Santos, observando presencialmente os fatos relatados pela comunidade. Os mapas elaborados com o auxílio da população serviram de instrumento para os dias de campo, já que ali foram anotados os limites das inundações e alagamentos demarcados pelos moradores. </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR - Santa Maria/RS)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/05/27/plano-municipal-de-reducao-de-riscos-pmrr-santa-maria-rs</link>
				<pubDate>Mon, 27 May 2024 12:32:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desastres]]></category>
		<category><![CDATA[PMRR]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisadores do Laboratório de Geologia Ambiental iniciaram, no dia 10 de março de 2024, suas pesquisas para a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos de Santa Maria/RS.   Desde que o convite foi feito pelas Secretaria de Periferias do Ministério das Cidades, em julho de 2023, o grupo de pesquisadores do LAGEOLAM faz parte do  Projeto Multicêntrico de Pesquisa-Ação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Pesquisadores do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam">Laboratório de Geologia Ambiental</a> iniciaram, no dia 10 de março de 2024, suas pesquisas para a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos de Santa Maria/RS.  </p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/Instagram_Facebook_Feed-1080x1080px-1024x1024.jpg" alt="" />													
		<p style="text-align: left">Desde que o convite foi feito pelas Secretaria de Periferias do Ministério das Cidades, em julho de 2023, o grupo de pesquisadores do LAGEOLAM faz parte do  Projeto Multicêntrico de Pesquisa-Ação e Inovação, visando a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos do município de Santa Maria. O trabalho está sendo executado por uma equipe técnica composta pelos professores da Universidade Federal de Santa Maria: Andréa Valli Nummer, Luís Eduardo de Souza Robaina, Romário Trentin e Rinaldo Barbosa Pinheiro, com a participação de bolsistas de graduação e pós-graduação: Antonio Von Ende Dotto, Juliane dos Santos Pinto, Maria Giovanna Torquato Faustino e Marco Antônio Rosa Soares.</p><p style="text-align: left">O Plano Municipal de Redução de Riscos é um documento de suma importância frente aos desastres sociambientais, sendo um instrumento de prevenção, mitigação e resposta aos desastres e suas consequências. Em decorrência da situação climática atual, a elaboração de um PMRR completo e eficiente é imprescindível para os todos os municípios. </p><p>A elaboração do PMRR também terá o apoio do Comitê Gestor de Redução de Risco de Desastres (CGRRD), criado no dia 05 de março de 2024, através decreto Nº 57, da Prefeitura Municipal de Santa Maria. O Comitê é composto por representantes das seguintes Secretarias/Órgãos:</p>		
					<ul>
							<li>
											<a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/gabinete_prefeito">
										Gabinete do Prefeito
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/estruturacao/699-superintendencia-de-elaboracao-projetos">
										Secretaria de município de Elaboração de Projetos e Capacitação de Recursos – SECAP
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/habitacao">
										Secretaria de município de Habitação e Regularização Fundiária – SMHRF
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/smds">
										Secretaria de município de Desenvolvimento Social – SMDS
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/infraestrutura">
										Secretaria de município de Infraestrutura e Serviços Públicos – SMISP
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://defesacivil.santamaria.rs.gov.br/index.php">
										Superintendência de Defesa Civil – SDC
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/ambiental">
										Secretaria de município de Meio Ambiente – SMA
											</a>
									</li>
								<li>
											<a href="https://iplan.santamaria.rs.gov.br/">
										&nbsp;Instituto de Planejamento de Santa Maria – IPLAN&nbsp;
											</a>
									</li>
						</ul>
		<p>O grupo de pesquisadores irá trabalhar 11 áreas de riscos presentes em 6 bairros do município de Santa Maria, sendo eles:</p>		
					<ul>
							<li>
										Bairro João Goulart (Vila Schirmer e Residencial Km 3);
									</li>
								<li>
										Bairro Urlândia (Vila Urlândia e Vila Santos);
									</li>
								<li>
										Bairro Noal (Vila Lídia);
									</li>
								<li>
										Bairros Salgado Filho e Carolina (Beco do Guarani);
									</li>
								<li>
										Bairro Itararé (Vila Canário, Vila Bela Vista, Vila Bürger e Vila Nossa Senhora Aparecida);
									</li>
								<li>
										Bairro Km 3 (Vila Bilibio).
									</li>
						</ul>
													<img width="1024" height="710" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/Areas-Selecionadas2-1024x710.jpg" alt="" />													
		<p>Durante os 18 meses previstos para a elaboração do trabalho, estão sendo realizadas oficinas e trabalhos de campo, afim de avaliar os perigos e a vulnerabilidade dos locais de estudos, principalmente em relação aos eventos de inundação e movimentos de massa.</p><p>A participação da comunidade é de grande importância para o projeto, considerando que os moradores possuem conhecimento acerca do local em que vivem. As oficinas permitem que a população seja ouvida e que novas informações sejam trocadas, estimulando uma comunidade ativa e participativa frente às questões que os atinge, e ainda possibilita que os pesquisadores se familiarizem com a realidade do local de estudo, entendendo seus processos físicos e sociais. </p><p>Os trabalhos de campo estão sendo executados a fim de identificar, classificar e localizar a vulnerabilidade das habitações e seus respectivos perigos em relação aos eventos suscetíveis. Essa etapa permite o conhecimento técnico dos setores de risco e a elaboração do mapeamento, etapa que iniciou em maio de 2024, </p><p>Como produto do Plano Municipal de Redução de Riscos, os pesquisadores ainda irão, a partir do mapeamento das áreas de risco e das análises das realidades locais, elaborar propostas e projetos de medidas preventivas e de mitigação de desastres, compatíveis com cada área em questão.</p><p>Além da grande importância do trabalho gerado para o município com a elaboração do PMRR, o projeto e a parceria entre o Ministério das Cidades, a Secretaria de Periferias e a Universidade também explora o aprimoramento de métodos de mapeamento e análise de riscos. A união dos objetivos, quando alcançados, vão possibilitar um avanço da metodologia de elaboração dos PMRRs, a formação de profissionais qualificados e eventuais atualizações de políticas públicas do município. Ao final, a meta é atender as demandas da sociedade local no enfrentamento dos desafios climáticos observados, gerando uma sociedade mais resiliente.</p><p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A Boate: Percurso Virtual​</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/memorial-kiss/2024/04/15/a-boate-percurso-virtual</link>
				<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 17:49:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#tragédia]]></category>
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		<category><![CDATA[boate kiss]]></category>
		<category><![CDATA[Kiss]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[TOUR VURTUAL]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/memorial-kiss/?p=203</guid>
						<description><![CDATA[Atenção! Os ícones em amarelo são avisos de gatilho que alertam sobre depoimentos com alto impacto emocional. O visitante escolhe interagir conforme sua sensibilidade. Para continuar clique no botão abaixo. Dismiss this alert. Percurso Virtual: Boate Kiss]]></description>
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									Percurso Virtual: Boate Kiss
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão​</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/memorial-kiss/2024/04/15/missao</link>
				<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 17:45:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#tragédia]]></category>
		<category><![CDATA[boate]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Kiss]]></category>
		<category><![CDATA[maquete interativa]]></category>
		<category><![CDATA[missão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/memorial-kiss/?p=200</guid>
						<description><![CDATA[           Missão O memorial virtual tem como objetivo preservar a memória da tragédia de Santa Maria. Este site é uma plataforma de diálogo com a sociedade em torno da tragédia de Santa Maria. O Memorial  reúne, preserva e exibe o patrimônio imaterial de um local de sofrimento: a boate Kiss. Este [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.295;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt"><strong>           Missão</strong></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.295;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">O memorial virtual tem como objetivo preservar a memória da tragédia de Santa Maria. Este site é uma plataforma de diálogo com a sociedade em torno da tragédia de Santa Maria. O Memorial  reúne, preserva e exibe o patrimônio imaterial de um local de sofrimento: a boate Kiss. Este projeto não tem fins lucrativos. Oferece-se o recurso para sociedade de forma aberta, plural e gratuita. Com ele é possível  transcender as fronteiras físicas da cidade de Santa Maria para alcançar o espaço global. O memorial também tem como missão ser um centro especializado sobre memórias, testemunho e novas tecnologias digitais. </p><p style="padding-left: 40px"><strong>O Memorial </strong></p><p> Reúne em um único espaço a pluralidade de lembranças das vítimas e dos sobreviventes que estão dispersas entre as recordações das famílias, seus amigos e vizinhos. apresentando 1) o espaço físico onde ocorreu o incêndio – que não mais existe –; 2) as recordações dos sobreviventes a partir de seus depoimentos e testemunhos em forma escrita e oral; 3) dados sobre as irregularidades arquitetônicas da boate e 4) as fotos do espaço antes e após o incêndio e um vídeo do percurso pelo interior da casa noturna. Todos esses recursos estão disponibilizados no tour virtual.</p><p style="padding-left: 40px"><strong>História</strong></p><p> A maquete digital interativa da boate Kiss foi idealizada em 2021 a pedido do Ministério Público Fiscal de Rio Grande do Sul para ser utilizada como prova no contexto do júri realizado em dezembro de 2021 na cidade de Porto Alegre. Para tanto foi assinado um acordo técnico de cooperação entre a UFSM e o MP. Ao longo das audiências, o recurso foi utilizado para acompanhar os depoimentos das vítimas-sobreviventes. O cenário do crime fez seu ingresso na sala de audiências permitindo aos integrantes do júri popular conhecer o local. Em 2023 decidimos compartilhar a maquete interativa. Para tanto, adaptamos ela para que seu uso fosse compatível com uma variedade de dispositivos, desde computadores convencionais até experiências mais imersivas em realidade virtual a partir de um celular, como o Google Cardboard. Para tanto, o tour foi estruturado com fotografias panorâmicas 360°, semelhantes à experiência do Google Street View, proporcionando uma imersão completa nos diversos ambientes do local.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>‘O feminismo não é entregue de bandeja’</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/o-feminismo-nao-e-entregue-de-bandeja</link>
				<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 17:06:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo feminista estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9579</guid>
						<description><![CDATA[Estudo expõe as vivências e aprendizados de um coletivo feminista estudantil no Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em um artigo publicado em 2021, intitulado<u> <a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/j5vPMR6hbtzNgjGPK5Y43PF/?lang=pt" target="_blank" rel="noopener">“O feminismo não é entregue de bandeja: saberes e práticas de um coletivo feminista estudantil</a></u><u>”</u>, a mestra em Psicologia Vanessa Soares de Castro, junto às pesquisadoras Adriane Roso e Camila dos Santos Gonçalves, escreveu sobre sua experiência com o Coletivo Ovelhas Negras, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), campus Ibirubá. O artigo deriva da dissertação de mestrado de Vanessa, defendida em 2019 na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), sob orientação da professora Adriane Roso e denominada “<u><a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/17097/DIS_PPGPSICOLOGIA_2019_CASTRO_VANESSA.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank" rel="noopener">Movimentos Feministas, Minorias Ativas: percurso de um coletivo de estudantes brasileiras do Ensino Médio Integrado</a></u>”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Coletivo Ovelhas Negras foi fundado, em 2016, por alunas do terceiro ano do Ensino Médio Integrado do IFRS e foi acompanhado pela pesquisadora ao longo de 2017 e 2018, quando participaram da pesquisa 17 estudantes, todas mulheres, entre 15 e 20 anos. No artigo, enfatiza-se a atuação das integrantes do movimento no Instituto, mostra-se o modo como elas se organizaram durante o período observado, as atividades que promoveram e os resultados dessas ações.</p>


<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/Capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: colagem horizontal e colorida, em tons de roxo, rosa e azul escuro, de cartazes com teor feminista. Os cartazes estão espalhados pela imagem e tem formatos quadrados e retangulares. Eles carregam frases como: &quot;Não somos um fetiche&quot;; &quot;Girl Power&quot;; &quot;Ovelhas Negras&quot;; &quot;Lute como uma garota&quot;; &quot;Nenhuma a menos&quot;; &quot;Aborto: questão de saúde pública&quot;; &quot;Não me elogie insultando outra mulher&quot;; &quot;Respeito antes do gênero!&quot;; &quot;Vamos juntas?&quot;; &quot;Viva El feminismo&quot;; &quot;Tire seu patriarcado do meu caminho que eu quero passar com meu amor&quot;. O fundo é rosa com textura pontilhada." loading="lazy" width="1024" height="667">

A pesquisa se desenvolveu a partir da elaboração de um diário de campo, produzido por meio do contato de Vanessa com o Coletivo, que ocorreu com a participação em reuniões, encontros e ações promovidas pelas estudantes. Vanessa, que trabalha como psicóloga na instituição de ensino em que o Coletivo atua, relembra como surgiu a vontade de pesquisar essa temática: “Na época da minha graduação - me formei em 2013 -, não tive nada sobre 'gênero', não era um assunto que se debatia. Então, quando esse assunto começou a surgir, fui pesquisar e daí veio a curiosidade, a vontade de entender mais sobre e o que levava aquelas meninas a se interessarem por isso”, relata.
<table style="border-collapse: collapse;width: 100%">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%"><b>Feminismo:</b>

O feminismo não é um movimento homogêneo, pois é constituído por diferentes mulheres, com diferentes vivências, reivindicações e práticas. Ao ser estudado, costuma ser dividido em “ondas”, que seriam momentos sócio-históricos em que diferentes pautas ganham destaque, como foi, por exemplo, a reivindicação do direito ao voto para as mulheres. No entanto, a periodização do feminismo em ondas é bastante controversa, já que transmite a ideia de que o movimento se desenvolveu em uma única direção e modo, em todos os lugares e ao mesmo tempo - o que não é correto. Isso acontece pois, por muito tempo, a história do movimento feminista foi pautada por uma literatura europeia e norte-americana, que deixou de lado a pluralidade do movimento das mulheres ao redor do mundo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
Atualmente, busca-se trabalhar questões feministas interligadas a outros temas sociais, como raça, classe e sexualidade, uma vez que esses temas são complementares - e não excludentes. Também há busca por uma literatura nacional, que valorize movimentos regionais, constituintes da identidade brasileira. No país, temos importantes nomes, hoje reconhecidas como grandes pensadoras do movimento feminista, como a filósofa, escritora e ativista <u><b><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/ensaistas/1426-sueli-carneiro" target="_blank" rel="noopener">Sueli Carneiro</a></b></u>, e a linguista e escritora <u><b><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/188-conceicao-evaristo" target="_blank" rel="noopener">Conceição Evaristo</a></b></u>.&nbsp;&nbsp;

Levando em conta essa multiplicidade de campos e assuntos a serem explorados, Vanessa e as demais autoras do artigo delimitaram três campos culturais importantes para análise e os contextualizaram por meio de teorias e autores da área da Psicologia Social . Os três campos são: “sororidade”, “controle dos corpos e sexulidades” e “ser mulher/ser feminista”.
<table style="border-collapse: collapse;width: 100%">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%"><b>Sororidade:</b>

As&nbsp; integrantes do Coletivo interpretaram o termo “sororidade” como algo que se opõe à “rivalidade feminina”. Elas se apropriaram do termo e o renovaram ao utilizá-lo para caracterizar solidariedade e coletividade. As estudantes do Coletivo Ovelhas Negras abordam esses temas por meio da confecção de cartazes e ações coletivas. Um exemplo de ação realizada foi a disponibilização, por parte da escola, de caixinhas para a doação de absorventes. Para manter em anonimato a identidade das alunas participantes, são utilizadas letras (A, na citação abaixo) para referir-se às falas das estudantes no diário de campo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<i>A. falou sobre a questão da sororidade, de como é um assunto que ela acha que precisa ser bastante abordado. Disse que por mais que já faça parte do Coletivo e já se diga feminista desde o ano passado, foi só neste ano que começou a ver em si mesma a questão da “rivalidade feminina”, de como reproduzia isso, e começou a tentar mudar </i>(Diário de campo, registro do dia 01/10/2018, p. 67).&nbsp;

Vanessa ressalta que a delimitação dos tópicos surgiu do entendimento acerca do cotidiano das estudantes. Desse modo, falar sobre sororidade é entender as relações interpessoais desenvolvidas no colégio: “Quando falam da questão da sororidade, eu vi ali uma forma de elas lidarem com as relações interpessoais, o modo como essas relações estão presentes no cotidiano delas enquanto adolescentes e dentro da escola”, explica.
<h3>Controle dos corpos e das sexualidades</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Já no tópico do “controle dos corpos e das sexualidades'',&nbsp; as autoras abordam o modo como o Coletivo atuou com mobilizações sobre o direito das estudantes vestirem as roupas que quiserem, sem que isso influencie no julgamento que terceiros fazem delas. Tal mobilização surgiu ainda em 2016, quando as alunas promoveram o “Ato Contra a Cultura do Estupro”, <u><b></b></u><u><b><a href="https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/05/vitima-de-estupro-coletivo-no-rio-conta-que-acordou-dopada-e-nua.html" target="_blank" rel="noopener">em solidariedade a um caso de estupro coletivo sofrido por uma jovem no Rio de Janeiro</a></b></u>.&nbsp;</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O entendimento e o uso de diferentes termos pelas integrantes do Coletivo se modificou com o tempo. O termo “assédio” passou a ser adotado pelas jovens com maior frequência no lugar de “cultura do estupro”, por se tratar de um termo de mais fácil entendimento e também por caracterizar vivências mais próximas às estudantes. Outra questão que apareceu com a pesquisa foi o necessário cuidado com máximas como “meu corpo, minhas regras”, por se tratar de uma retórica que não leva em conta o modo como os corpos estão socialmente relacionados, ou seja, não se trata apenas de um corpo individual - de uma pessoa -&nbsp; mas de todas as questões sociais e históricas relacionados à ele, devido ao gênero, sexualidade, raça, classe, dentre outros fatores.&nbsp;</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O que se percebe, de acordo com os relatos trazidos pelas pesquisadoras, é que o Coletivo está em constante processo de “desacomodação”, em que as estudantes começam a entender suas relações com o cotidiano e com teorias próprias dos estudos feministas. A partir de conversas, ações e inserção em outros contextos, novas discussões emergem.</p>

<h3>Ser mulher e ser feminista</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O terceiro tópico é o “ser mulher/ser feminista”, em que é caracterizado como as estudantes entendem a construção social das diferentes formas de agir em sociedade, que são diferentes para homens e para mulheres. Neste tópico, ganha destaque o debate das jovens em torno das diferentes exigências sociais que são postas para meninos e meninas, desde a infância, quando meninos costumam ser ensinados a seguir um determinado ideal de masculinidade e as meninas são ensinadas a seguir um ideal de feminilidade. O próprio nome do Coletivo ser “Ovelhas Negras” remonta à ideia das estudantes não serem bem vistas pelas famílias por terem um posicionamento questionador.&nbsp;&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Há uma separação do que é esperado de homens e mulheres com base no gênero, e as alunas debatem sobre isso. Um exemplo é a divisão sexual do trabalho, em que a mulher é designada para trabalhos domésticos e reprodutivos e os homens estão na esfera produtiva. Outro modo de perceber essa separação é a partir da classificação de trabalhos mais valorizados por meio do salário - <u><b><a href="https://g1.globo.com/dia-das-mulheres/noticia/2022/03/08/mulheres-ganham-em-media-205percent-menos-que-homens-no-brasil.ghtml" target="_blank" rel="noopener">com os homens recebendo valores mais altos</a></b></u>. As jovens entendem o “ser” feminista como o momento em que se percebe tais desigualdades e se busca mudar essa realidade.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A. falou sobre a questão do machismo no curso técnico em Mecânica, de como não há nenhuma professora na área técnica, e de como os professores homens do curso são machistas. [...] Ela também contou da dificuldade ao procurar estágio, de como uma mulher, mãe do dono da empresa, disse que só estavam contratando homens [...] porque as mulheres não ficavam na área, já que Engenharia Mecânica não é curso para mulher. Além disso, segundo a estudante, quando a empresa contrata mulheres, é apenas em setor sem tantos homens, pois do contrário elas são assediadas - o que faz com que a empresa apenas resolva contratar menos mulheres (Diário de campo, registro do dia 01/10/2018, p. 68).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A visão do Coletivo sobre o “ser” mulher se baseava, no ínicio, em uma noção homogeneizante, o que é pontuado no artigo. A intersecção do gênero com outros marcadores como raça e classe não era considerado inicialmente, muito também por se tratar do primeiro contato das jovens com o movimento. A complexidade do debate foi alcançada com o tempo, quando foram incorporadas outras problemáticas.</p>

<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/ColFem_Capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Fotografia horizontal e colorida de uma faixa horizontal branca pendurada em um corrimão. A fotografia está em ângulo diagonal, o que permite ver a entrada de um prédio cinza, com porta e janelas, uma rampa de acesso e a parte inferior da rampa. Na faixa, em letras vermelhas, a frase: &quot;Respeite minha existência ou aceite minha resistência&quot;. No lado direito da faixa, em preto, o símbolo do feminismo." loading="lazy" width="1024" height="667"><figcaption>Faixa confeccionada pelas estudantes.</figcaption></figure>
<h3>Para além do superficial: discursos que devem incomodar</h3>
<p id="docs-internal-guid-59978e9d-7fff-6970-1503-0ca6f4e0b5ae" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Tópicos como raça, classe social e sexualidades são pontos que perpassam o feminismo e o ato de ser feminista. No artigo, é pontuado como a questão da negritude ganhou destaque nos debates do Coletivo depois de uma estudante negra integrar o grupo e a participação de alunas em uma palestra sobre a história da filósofa e ativista Angela Davis, além da notícia do assassinato da socióloga e vereadora Marielle Franco.&nbsp;</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ontem, nós assistimos à palestra sobre a Angela Davis, negra, feminista, mulher de luta. E naquela mesma hora Marielle Franco, mulher, vereadora do Rio de Janeiro, negra, feminista, e fiscal da intervenção militar que vinha relatando abuso de poder por parte dos policiais foi assassinada com 5 tiros na cabeça e no rosto (Diário de campo, registro do dia 19/03/2018, p. 43-44).</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Vanessa pontua a importância de compreender o quanto os discursos produzidos pelas estudantes fugiam da superficialidade. A pesquisadora conta que muitos estudantes chegavam ao Instituto com noções acerca do que é caracterizado como assédio, o que é consentimento e outros tópicos importantes, mas a noção de uma luta coletiva ainda era algo complexo e longe da realidade desses jovens. Com o passar do tempo e a participação dos e das estudantes em ações promovidas pelo Coletivo, além do ingresso de novas integrantes no meio, os debates se aprofundavam, com a inserção de novas temáticas.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No período analisado, a maioria das estudantes eram meninas brancas, de classe média e da região urbana. Ampliar o debate para tópicos que envolvem e fomentam outras discussões sociais era uma preocupação presente no Coletivo. “É importante fazer essa ligação, entender que questões de gênero se relacionam com raça, com classe e debater sobre isso”, enfatiza Vanessa.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As jovens buscavam constantemente avaliar e refletir sobre as próprias ideias, na busca por um feminismo amplo, capaz de melhorar a vida das pessoas. A frase que dá nome ao artigo, “o feminismo não é entregue de bandeja”, deriva da fala de uma das integrantes, o que mostra o entendimento delas acerca do ser feminista, caracterizado como difícil por ir na contramão do pensamento vigente na sociedade.&nbsp;</p>
<p dir="ltr"></p>
A. disse que o feminismo não é algo ‘entregue de bandeja’ para elas, é preciso ir atrás, buscar, pesquisar, e vai ser algo incômodo. B. complementou, afirmando que dizem que o feminismo é chato (no sentido de que causa muito incômodo, atrapalha certas coisas), e as pessoas têm razão nesse ponto, pois ele é mesmo, precisa ser (Diário de campo, registro do dia 20/03/2018, p. 49).
<h3>O uso das redes sociais</h3>
<p id="docs-internal-guid-65b80492-7fff-5875-0c5b-6d4a25c84b98" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O meio digital tem se tornado um ambiente em que diversos debates surgem e temáticas diversas são colocadas em pauta diariamente, em diferentes plataformas de redes sociais digitais. Para o Coletivo Ovelhas Negras, as redes sociais se constituíram como importantes locais para entender e observar o que acontecia, quais assuntos eram abordados e como as estudantes poderiam incorporar esses debates ao cotidiano escolar.&nbsp;</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Vanessa enfatiza que, mesmo&nbsp; com as redes sociais como espaços importantes de debate,&nbsp; as discussões devem ultrapassar o ambiente virtual. “Era uma preocupação minha tentar trazer pra elas algumas discussões de forma simples, mas que também consiga dar a complexidade daquele assunto. Trazer de uma forma que seja acessível, mas que também consiga mostrar o quanto aquilo tem nuances”, destaca a pesquisadora.</p>

<h3>Pandemia e o retorno à ações presenciais</h3>
<p id="docs-internal-guid-9dfcea6b-7fff-f3ef-1c97-50400669c366" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com a pandemia de Covid-19, as ações do Coletivo - que aconteciam principalmente por meio de rodas de conversa e ações práticas, como a confecção de cartazes, tiveram de ser interrompidas e os modos de atuação do grupo foram prejudicados. Vanessa conta que o processo de retomada dessas atividades ocorre, ainda que lentamente: “O que eu sinto é que eu preciso estar ali tentando ajudar, tentando criar um ambiente em que elas possam atuar e dar algumas orientações”, ressalta.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A pesquisadora também reitera que algumas atividades que já eram produzidas nos anos anteriores foram retomadas, além da renovação do Coletivo com o ingresso de novas participantes. “Eu sinto que é um espaço que precisa ser reconquistado, elas têm reivindicações e precisam ser ouvidas”, ressalta.</p>
<strong><em>Expediente:</em></strong>

<em><strong>Reportagem:</strong> Milene Eichelberger, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em>

<em><strong>Design gráfico:</strong> Julia Coutinho, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em>

<em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em>

<em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Edição geral:</strong> Mariana Henriques e Luciane Treulieb, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O maior esqueleto de dinossauros do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/o-maior-esqueleto-de-dinossauros-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 13:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dinos na Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dinos]]></category>
		<category><![CDATA[dinossauro no RS]]></category>
		<category><![CDATA[dinossauros]]></category>
		<category><![CDATA[esqueleto]]></category>
		<category><![CDATA[esqueleto de dinossauro]]></category>
		<category><![CDATA[fóssil]]></category>
		<category><![CDATA[fóssil de dinossauro]]></category>
		<category><![CDATA[maior esqueleto do RS]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9333</guid>
						<description><![CDATA[Fóssil revela um carnívoro de grande porte que caçava nas paisagens de Santa Maria há 230 milhões de anos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Há cerca de 20 anos, a equipe do Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (LEP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizava uma escavação de rotina em um sítio paleontológico na área urbana de Santa Maria quando descobriu um fóssil peculiar.&nbsp;</p>
												<img width="1024" height="669" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/1capa_DinoRS-1024x669.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida de um paleontólogo ajoelhado em um terreno arenoso. Ele tem pele parda, cabelos escuros, barba rala e escura; usa chapéu cinza e luvas brancas; veste camisa branco gelo por cima de camiseta cinza escuro, calça azul marinho e botas pretas; ele está ajoelhado e segura uma picareta cinza com cabo amarelo. O chão é arenoso em tom de laranja pastel, tem algumas pedras em marrom alaranjado. Abaixo do solo, ossos espalhados na terra marrom. Acima do terreno arenoso, vegetação baixa em verde musgo. Acima, o céu azul com nuvens." loading="lazy">

Dentes serrilhados e em formato de faca, juntamente com pernas musculosas e tamanho avantajado, faziam desse dinossauro, o “Saturnalião”, um animal temível. Do focinho até a ponta da cauda, ele devia medir cerca de quatro metros e meio de comprimento, fazendo dele o maior esqueleto de dinossauro já encontrado no Rio Grande do Sul. Apesar de não estar completo, comparações com animais de parentesco próximo nos permitem visualizar como seria o restante do esqueleto.
<figure>
										<img width="1024" height="456" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/especime_11330_escala_humana-1024x456.jpg" alt="Descrição da imagem: ilustração horizontal e em preto de uma simulação de dinossauro do lado de um homem. A simulação está em ícones pretos. No centro do dinossauro, em branco, o nome &quot;UFSM 11330&quot;; imagens de ossos estão distribuídos no focinho, na mandíbula, no pescoço, nas pernas e no calcanhar. Ao lado, na direita da imagem, homem em pé, com altura maior que o dinossauro. Abaixo, linha com flechas dos dois lados, que vai da extremidade da boca até o fim da cauda do dinossauro, e o número &quot;4,5m&quot;. O fundo é claro com textura de papel amassado." loading="lazy"><figcaption>Espécime UFSM 11330, o "Saturnalião", e seu tamanho comparado com um humano de cerca de 1,8 m de altura. Os fósseis conhecidos podem ser visualizados na silhueta.</figcaption></figure>
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										<img width="1024" height="339" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/reconstrucao_em_vida_escala_1_metro-1024x339.jpg" alt="Descrição da imagem: simulação colorida de um dinossauro marrom com pele escamosa. Ele está de perfil, tem a cabeça baixa na altura das costas, curvado, anda sobre duas patas e tem duas patas menores na parte da frente do corpo. Tem cauda longa, que começa grossa e termina fina. O olho é laranja, tem dentes pontiagudos e língua vermelha. Abaixo da cauda, há uma linha preta e o número &quot;1m&quot;. O fundo é branco." loading="lazy">

<figcaption>Reconstrução do dinossauro em vida. A cauda tem um metro de comprimento.</figcaption></figure>
Porém, antes de conhecer melhor a história desse achado incrível, vamos entender por que os fósseis encontrados no Rio Grande do Sul são alguns dos mais importantes do mundo. Os dinossauros (grupo que inclui as formas não-avianas - extintas há 66 milhões de anos) e as aves constituem os fósseis mais amplamente reconhecidos pelo público geral Eles dominaram as paisagens da maior parte da <a style="text-align: justify" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/post466/">Era Mesozoica</a>, uma faixa do tempo geológico que se estende mais ou menos de 250 milhões de anos até 66 milhões de anos, e que é dividida em três períodos: Triássico, Jurássico e Cretáceo. Enquanto os dinossauros do Jurássico e Cretáceo, tais como Tyrannosaurus, Diplodocus ou Stegosaurus, já constam no imaginário popular, aqueles do Triássico ainda são pouco conhecidos, apesar de sua importância.
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										<img width="1024" height="222" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/Tabela_do_Tempo_Geologico-1024x222.png" alt="Descrição da imagem: linha dos tempos geológicos horizontal e colorida. Da esquerda para a direita: retângulo cinza com o texto &quot;Pré-Cambriano&quot;, entre os números &quot;4,5 vi&quot; e &quot;540 ma&quot;; retângulo verde escuro com o texto &quot;Era Paleozoica&quot;, entre os números &quot;540 ma&quot; e &quot;252 ma&quot;; retângulo maior em azul claro com o texto &quot;Era Mesozoica&quot;, entre os números &quot;252 ma&quot; e &quot;66 ma&quot;. Acima do retângulo da Era Mesozoica, três retângulos menores: o primeiro, roxo, tem o texto &quot;Triássico&quot;, e está entre os números &quot;252 ma&quot; e &quot;200 ma&quot;; o segundo, em azul, tem o texto &quot;Jurássico&quot;, e está entre os números &quot;200 ma&quot; e &quot;145 ma&quot;. O terceiro, em verde vivo, tem o texto &quot;cretáceo&quot; e está entre os números &quot;145 ma&quot; e &quot;66 ma&quot;. O último retângulo, em amarelo, tem o texto &quot;Era Cenozoica&quot; e está entre o número &quot;66 ma&quot; e a palavra &quot;Presente&quot;. No retângulo do Triássico, há uma flecha vermelha e um ícone de dinossauro, em vermelho, e o número &quot;233 ma&quot;. O fundo é branco." loading="lazy">

<figcaption>Tabela do tempo geológico indicando a idade (em milhões de anos) aproximada do material estudado.</figcaption></figure>
O Período Triássico se estende de 250 milhões de anos até 200 milhões de anos e começou com a maior extinção em massa já registrada. Essa extinção eliminou a maior parte da fauna do então supercontinente Pangeia, uma massa de terra única que abarcava todos os continentes que nós conhecemos nos dias de hoje. Tal extinção aconteceu ao longo de vários milhões de anos e reduziu muito a diversidade dos animais dominantes da época, como os sinápsidos (grupo que inclui os mamíferos, seus ancestrais e parentes próximos), o que permitiu que os arcossauros (grupo formado por aves, crocodilos, seus ancestrais e parentes próximos) os substituíssem nos ecossistemas continentais. Porém, foi somente em meados do Triássico que os primeiros dinossauros começaram a aparecer.
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										<img width="1024" height="580" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/info_DinoRS-1024x580.jpg" alt="Descrição da imagem: mapa em imagem horizontal e em tons de vermelho vinho e verde escuro pastel. O mapa é da Pangéia. Lugares como Eurásia, América do Norte, América do Sul, África, Índia, Antártica e Austrália estão em um aglomerado só. Na localização da América do Sul, duas linhas pontilhadas estão ligadas a dois blocos de texto com listagem de tipos de dinossauros: Gnathovorax cabreirai; Staurikosaurus pricei; Saturnalia tupiniquim; Buriolestes schultzi; Bagualosaurus agudoensis; Nhandumirim waldsangae; Herrerasaurus ischigualastensis; Sanjuansaurus gordilloi; Chromogisaurus novasi; Eoraptor lunensis; e Panphagia protos. O fundo é na cor verde escuro em tom pastel." loading="lazy">

<figcaption>Ilustração do supercontinente Pangeia, indicando a posição aproximada dos continentes atuais. Círculos vermelhos indicam as posições aproximadas das localidades na Argentina (à esquerda) e no Brasil (à direita) com os mais antigos dinossauros conhecidos, com a lista de espécies para cada um dos países.</figcaption></figure>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Quando consideramos os registros inequívocos, ou seja, aqueles que temos “certeza” a partir da identificação dos esqueletos fósseis ou da datação das rochas, os mais antigos dinossauros são aqueles encontrados em rochas de cerca de 230 milhões de anos no Sul do Brasil e na Argentina. Existem registros de possíveis dinossauros que potencialmente seriam até mais antigos que esses, porém nem todos os autores concordam com a classificação desses materiais ou faltam estudos de datação dos sedimentos dos quais eles procedem para se ter certeza se seriam realmente mais antigos. No Brasil, tais fósseis são encontrados na Formação Santa Maria, que se estende de Leste a Oeste ao longo da depressão central do Rio Grande do Sul. <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/nem-todo-fossil-e-de-dinossauro/#:~:text=Isso%20significa%20que%20os%20dinossauros,os%20insetos)%20e%20de%20plantas.">Nem todos os fósseis achados nessas rochas são de dinossauros</a>, mas, mesmo assim, eles são relativamente raros e considerados de extrema importância para a paleontologia mundial no que diz respeito à origem dos dinossauros.</p>
É neste contexto que a equipe do LEP UFSM trabalhava no dia que encontraram um esqueleto incompleto em uma das ravinas avermelhadas do sítio “Cerro da Alemoa”, em Santa Maria. Os fósseis foram exumados em três datas diferentes, por conta do tamanho e da fragilidades dos elementos, e receberam o código UFSM 11330. Logo que foram escavados, os paleontólogos e estudantes sabiam que estavam diante de um animal relativamente grande e que se tratava de um dinossauro. Na época, apenas duas espécies brasileiras de dinossauros encontradas em rochas daquela idade (mais ou menos 230 milhões de anos) eram conhecidas: o Staurikosaurus pricei e o Saturnalia tupiniquim. Com as informações limitadas que tinham em mãos, a equipe considerou preliminarmente que o exemplar UFSM 11330 compartilhava mais semelhanças com Saturnalia; porém, o novo espécime apresentava o dobro do tamanho ou até mais, o que lhe conferiu o apelido de “Saturnalião”.
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/Sitio-Cerro-da-Alemoa-1024x576.jpg" alt="Descrição da imagem: Fotografia horizontal e colorida de uma elevação de terra do tipo arenosa, na cor marrom alaranjado. Há grama e vegetações rasteiras no solo e, ao fundo, árvores altas em verde escuro. No fundo, o céu azul." loading="lazy">

<figcaption>Fotografia do sítio Cerro da Alemoa, em que foi realizada a coleta do material estudado. </figcaption></figure>
Ao longo dos anos, outros pesquisadores e alunos iniciaram seus trabalhos de descrição do esqueleto fóssil do “Saturnalião”, mas nenhum trabalho seguiu adiante para publicação final em periódico científico. Foi somente em anos recentes que o “Saturnalião” viria a ser analisado novamente. Em 2017, eu já fazia parte do LEP e, durante uma visita à coleção de paleovertebrados no prédio da Antiga Reitoria, o curador e chefe do laboratório, professor Átila Da Rosa, me mostrou os elementos preservados daquele dinossauro e me ofereceu a oportunidade de trabalhar com o material. Essa pesquisa teve como resultado um <a href="https://doi.org/10.1080/14772019.2021.1873433">artigo científico publicado no início de 2021</a>, que viria a compor um dos quatro capítulos do meu Trabalho de Conclusão de Curso, que defendi no fim de 2019.
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										<img width="1024" height="580" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/fotografia_mauricio_por_janaina2-1024x580.jpg" alt="Descrição da imagem: fotografia horizontal e colorida de um homem de pele branca acrocado sobre solo arenoso de cor marrom alaranjado. Ele tem cabelos escuros; usa máscara preta e chapéu cinza; veste camiseta cinza escura e colete bege, calça preta e botas brancas. Olha para um objeto que está nas mãos. Ao fundo, arbustos e árvores em verde escuro, e o céu ao fundo, claro." loading="lazy">

<figcaption>Maurício Garcia em trabalho de campo em um sítio do Período Triássico no município de Agudo (RS). Fotografia por Janaína Dillmann.</figcaption></figure>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Nesse artigo, em co-autoria com os pesquisadores Rodrigo Müller, Flávio Pretto, Átila Da Rosa e Sérgio Dias da Silva, nós reavaliamos o material disponível que constitui o “Saturnalião” e discutimos suas implicações. Após preparação e triagem dos fósseis encontrados, constatamos que, além dos restos pertencentes a um dinossauro, elementos de um rincossauro, tipo de réptil abundante que conviveu com os primeiros dinossauros nas paisagens do Triássico, estavam ali misturados. O esqueleto do “Saturnalião” é composto por ossos da cabeça, coluna vertebral e pernas do animal, vários dos quais são muito importantes para identificar a qual grupo de dinossauros pertenceu aquele indivíduo.&nbsp;</p>
Para nossa surpresa, o “Saturnalião” estaria mais próximo do grupo Herrerasauridae, que contempla animais carnívoros de médio a grande porte, como o Staurikosaurus, do que aos Sauropodomorpha, como Saturnalia, grupo que inclui os grandes dinossauros saurópodes, que milhões de anos à frente viriam a se tornar os maiores vertebrados terrestres que já existiram.
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										<img width="1024" height="647" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/reconstrucao_em_vida_por_Caetano_Soares-1024x647.jpg" alt="Descrição da imagem: simulação artística, horizontal e colorida, de um dinossauro alongado, de perfil, com pele verde escuro e acinzentada em alguns pontos. Ele está em uma floresta em tons de verde." loading="lazy">

<figcaption>Representação paleoartística do espécime UFSM 11330, o "Saturnalião". Escultura e fotografia por Caetano Soares.</figcaption></figure>
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										<img width="1024" height="580" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/Gnathovorax_e_Saturnalia_por_Matheus_Fernandes-1024x580.jpg" alt="Ilustração horizontal e em tons de cinza de dois dinossauros em movimento. Eles estão sobre água. O primeiro, na esquerda, é do tipo Gnathovorax, está em pé sobre duas patas, tem corpo alongado, cauda grossa e cabeça pequena, e tem penugem na parte do pescoço. O outro, na direita da imagem, é do tipo Saturnalião, é um dinossauro alongado, comprido e robusto, está em pé sobre duas patas e tem outras duas pendentes; tem cauda alongada e grossa e cabeça grande." loading="lazy">

<figcaption>Representação paleoartística de dois dos dinossauros encontrados no Triássico da região central do RS. À esquerda Saturnalia tupiniquim e à direita Gnathovorax cabreirai. Ilustração por Matheus Fernandes.</figcaption></figure>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Apesar dos novos dados obtidos, a falta de alguns elementos diagnósticos, como o osso da coxa (fêmur), impediu a atribuição do espécime UFSM 11330, o “Saturnalião”, a uma espécie nova ou a alguma já conhecida. No entanto, o “Saturnalião” é, até então, o maior registro de um esqueleto de dinossauro no Rio Grande do Sul e adiciona à diversidade de herrerassaurídeos, que antes contava apenas com o já citado Staurikosaurus (encontrado em Santa Maria) e Gnathovorax cabreirai (encontrado em São João do Polêsine). Além disso, o grande tamanho do “Saturnalião” nos permite reforçar a ideia de que dinossauros predadores de grande porte estavam presentes há 230 milhões de anos&nbsp; no Triássico do Sul do Brasil, e nos fornece uma visão mais completa da teia alimentar desta época.</p>
<strong><em>Expediente:</em></strong>

<em><strong>Texto:</strong> Maurício Garcia, bacharel em Ciências Biológicas pela UFSM e estudante de Mestrado em Biodiversidade Animal pelo Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal - PPGBA/UFSM;</em>

<em><strong>Design gráfico:</strong> Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em>

<em><strong>Mídia social:</strong>&nbsp;Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Ludmilla Naiva, acadêmica de Relações Públicas e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em>

<em><strong>Edição de Produção:</strong>&nbsp;Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Edição geral:</strong>&nbsp;Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM estará presente em 40 cidades do Rio Grande do Sul através da Educação à Distância</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/17/ufsm-estara-presente-em-40-cidades-do-rio-grande-do-sul-atraves-da-educacao-a-distancia</link>
				<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 18:25:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[edital 9/2022 capes]]></category>
		<category><![CDATA[polos UAB]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[uab]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57988</guid>
						<description><![CDATA[Serão até 2160 vagas em cursos de graduação e especialização nos polos EaD da Universidade Aberta do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A partir de um processo de discussões interinstitucionais, foram realizadas as articulações da 1ª fase do<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-a-distancia/editais-uab/edital-no-09-2022-chamada-para-articulacao-de-cursos-superiores-na-modalidade-ead-no-ambito-do-programa-universidade-aberta-do-brasil-uab" target="_blank"> <strong>Edital Nº 09/2022</strong></a> da CAPES para ofertas de cursos no programa Universidade Aberta do Brasil (UAB) em 2022. As reuniões envolveram diferentes instituições de ensino, como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Riograndense (IFSul) e também 64 polos, abrangendo municípios de todas as regiões do estado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A CAPES fomentará mais de 155 mil novas vagas em cursos de graduação e especialização lato sensu das instituições públicas de ensino superior integrantes do Programa<br>Universidade Aberta do Brasil (UAB) para abertura de turmas nos municípios mantenedores dos Polos EaD UAB a partir de julho de 2022 até julho de 2025.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na UFSM, a articulação de ofertas e cursos foi coordenada pelas professoras Vanessa Ribas Fialho e Susana Cristina dos Reis, coordenadoras da UAB na instituição. Todo o processo contou com o acompanhamento da Professora Liziany Muller, Diretora da CTE e do Professor Jerônimo Tybusch, Pró-reitor de Graduação da UFSM. Para a Professora Vanessa Ribas Fialho, Coordenadora-Geral da UAB na UFSM, “um dos maiores objetivos do Sistema UAB é contribuir com a Política Nacional de Formação de Professores e, em função disso, grande parte dos cursos ofertados se dedicam&nbsp; à formação inicial e continuada de professores da educação básica.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com Vanessa, para que esse objetivo seja concretizado, as instituições participantes do sistema se comprometem em ampliar e interiorizar a oferta de cursos, por meio da modalidade de educação a distância. “A interiorização se torna importante em um território como o do nosso país, quando tenta reduzir as desigualdades de acesso ao ensino superior, com a ajuda de polos de apoio presencial. A UFSM entende essa necessidade e, por isso, se esforça para estar presente no máximo de polos”, salienta a professora.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;Nesta fase 1 do edital, a UFSM terá até 2160 vagas, sendo que 30% delas são vagas de especialização (648 vagas) e 70% para graduação (1512 vagas). A proposta apresentada pela UAB/UFSM atende 40 polos com a oferta de 10 diferentes cursos de graduação e 4 especializações. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A divulgação do resultado preliminar da fase 1 está prevista para o dia 23 de março. Os cursos e polos aprovados pela CAPES terão ofertas em 2022/2, 2023 e 2024. Neste momento já acontecem as tratativas para responder a fase 2 do Edital 09/2022 UAB/CAPES. Cursos d<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Confira a lista de polos e cursos contemplados na solicitação da UFSM:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Graduações (10)</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ciências da religião<br>Educação do Campo<br>Educação Especial<br>Física<br>Geografia<br>Letras Espanhol<br>Letras Português<br>Licenciatura em Computação<br>Pedagogia<br>PEG - Formação de Professores para Educação profissional</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Especializações (4)</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Educação Ambiental<br>Gestão Educacional<br>Ensino de Filosofia no Ensino Médio<br>TIC - Aplicada à Educação</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Polos (40)</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Agudo<br>Bagé<br>Balneário Pinhal<br>Cacequi<br>Cachoeira do Sul<br>Camargo<br>Candelária<br>Canguçu<br>Constantina<br>Cruz Alta<br>Encantado<br>Esteio<br>Herval<br>Hulha Negra<br>Itaqui<br>Jacuizinho<br>Novo Hamburgo<br>Palmeira das Missões<br>Panambi<br>Quaraí<br>Rio Grande<br>Rosário do Sul<br>Santa Maria<br>Santana do Livramento<br>Santo Antônio da Patrulha<br>São Francisco de Paula<br>São Gabriel<br>São João do Polêsine<br>São Sepé<br>Sapiranga<br>Sapucaia do Sul<br>Sarandi<br>Seberi<br>Serafina Corrêa<br>Sobradinho<br>Três de Maio<br>Tio Hugo<br>Três Passos<br>Vila Flores</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Informações: <em>Equipe de Comunicação da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE/PROGRAD)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa UFSM Detecta divulga primeiros resultados da detecção de variantes do SARS-CoV-2 no norte do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/10/04/programa-ufsm-detecta-divulga-primeiros-resultados-da-deteccao-de-variantes-do-sars-cov-2-no-norte-do-rs</link>
				<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 17:43:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[norte do RS]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Sar-Cov-2]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Detecta]]></category>
		<category><![CDATA[variantes]]></category>

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						<description><![CDATA[Na manhã da última sexta-feira (01), o Programa UFSM Detecta, desenvolvido com o objetivo de pesquisar as variantes na região norte do estado, realizou uma live em sua página no Facebook com a presença da imprensa local, para divulgar os primeiros resultados das pesquisas. A apresentação dos dados foi feita pelos pesquisadores coordenadores do programa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na manhã da última sexta-feira (01), o Programa UFSM Detecta, desenvolvido com o objetivo de pesquisar as variantes na região norte do estado, realizou uma <em>live</em> em sua página no Facebook com a presença da imprensa local, para divulgar os primeiros resultados das pesquisas. A apresentação dos dados foi feita pelos pesquisadores coordenadores do programa Ângela Batista, Daniel Graichen e Terimar Moresco.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Desde o início da pandemia, o UFSM Detecta realiza testes de COVID-19. <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/palmeira-das-missoes/2021/05/18/ufsm-detecta-ira-analisar-as-variantes-do-novo-coronavirus-na-regiao-de-palmeira-das-missoes/">Em abril deste ano</a>, o programa desenvolvido no campus de Palmeira das Missões conseguiu submeter o projeto de pesquisa <em>Vigilância Genômica de SARS-CoV-2 na Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul</em>, ou <em>Detecta-Variantes,</em> no edital Auxílio Recém Doutor- ARD n.º10/2020 da <a href="https://fapergs.rs.gov.br/">Fundação de Amparo à pesquisa do Estado do RS (FAPERGS)</a>. Na ocasião, o programa foi contemplado com o financiamento de R$ 22.500,00 para cobrir os custos dos materiais a serem utilizados para as análises. E, à medida que as pesquisas avançaram, tornou-se possível também o mapeamento genômico do vírus desde o mês de julho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na <em>live</em>, a equipe explicou o conceito do surgimento das linhagens ou variantes: “Se pensar que o vírus tem um material genético, com o tempo, ele vai sofrendo mutações. Algumas delas trazem benefícios para ele. Isso vai se acumulando, criando linhagens que passam a dominar aquela região, dominando as variantes antigas. Analisar o material genético, o genoma do vírus - que é algo muito extenso - para saber qual a variante é uma técnica bastante complexa, mas existem alguns atalhos”, explica Graichen.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O atalho adotado na metodologia da equipe se deu através do sequenciamento parcial de um segmento do vírus, o que é muito mais rápido e tão efetivo quanto analisar todo o genoma. Existe uma proteína presente no vírus, a <em>spike,</em> que se liga na célula humana. Essas novas variantes, como a DELTA e a GAMA, possuem mutações justamente nessa proteína. Ao invés de olhar todo o genoma, os pesquisadores analisaram essa proteína e viram as mutações presentes nela, comparando se essas mutações pertenciam à linhagem original, gama, alfa, delta, e assim por diante.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os reagentes para esse tipo de pesquisa são importados e existe uma corrida mundial atrás deles por isso demoram para chegar. Em julho, o programa já havia recolhido 25 amostras, mas só conseguiu mostrar seus resultados recentemente. “Gostaríamos de ter começado antes, mas tivemos tempo para aprimorar nossa técnica. A partir de agora o UFSM Detecta vai poder dar resultados semanais”, completa Daniel.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mapeamento indica predomínio da variante Delta na região norte</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudo agora já consegue informar qual variante está mais presente na macrorregião norte do estado. "Selecionamos 25 amostras e estamos notificando as cidades onde essas variantes que trazem preocupações foram encontradas. Algumas amostras tem a variante gama, mas também detectamos a variante delta, que possui uma alta taxa de transmissão. A Delta foi encontrada em cidades como Planalto, Engenho Velho, Redentora, Rodeio Bonito e Palmeira das Missões. Das 25 amostras, 10 pertenciam à variante delta, isso é mais de 50%. Está dominando a região.”, explica Ângela.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A disseminação destas variantes pode ser muito perigosa, porque a linhagem passa a dominar uma cidade e logo se tem um surto na região. Isso preocupa os pesquisadores, já que o momento em que estamos da pandemia é de reabertura de locais e descuidos por conta da vacina.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a pesquisadora Terimar Moresco, ainda é muito cedo para dizer como as variantes afetam as pessoas que possuem apenas a primeira dose da vacina, já que estar vacinado não impede a transmissão do vírus. “Pesquisas recentes da Fiocruz mostram que quando o indivíduo está com as duas doses e está imunizado, a chance de agravamento é muito menor. Então esse dado continua sendo como das outras linhagens anteriores, mas ainda não sabemos como as variantes afetam pessoas que não estão com a vacina completa, mas no Rio Grande do Sul estamos com uma alta cobertura vacinal”, complementa. O que se tem de diferença são alguns indícios da contaminação, como por exemplo, a Delta não tem como sintoma muito comum a perda de paladar e olfato, ocorrência evidente em outras variantes. 73% dos gaúchos já receberam a primeira dose e 45% estão com as duas doses completas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A transmissão ao vivo no <em>Facebook</em> contou também com perguntas da imprensa respondidas pelos coordenadores do programa, e pode ser encontrada na íntegra na <a href="https://www.facebook.com/ufsmdetecta">página do projeto</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Tina Cambuy, bolsista de jornalismo na Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em><br><em>Foto-destaque: UFSM Palmeira das Missões</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Plataforma desenvolvida na UFSM digitaliza os processos de certificação sanitária animal no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/12/plataforma-desenvolvida-na-ufsm-digitaliza-os-processos-de-certificacao-sanitaria-animal-no-rs</link>
				<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 18:19:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[certificação sanitária animal]]></category>
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						<description><![CDATA[Lançada no mês de setembro, a Plataforma de Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, ferramenta online inédita desenvolvida por professores e alunos do Colégio Politécnico da UFSM, tem como principal objetivo levar agilidade aos profissionais envolvidos na certificação sanitária animal do estado. A ferramenta busca, ainda, unificar atividades de produção de proteína animal, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Lançada no mês de setembro, a <a href="https://pdsa-rs.com.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma de Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul</a>, ferramenta online inédita desenvolvida por professores e alunos do Colégio Politécnico da UFSM,  tem como principal objetivo levar agilidade aos profissionais envolvidos na certificação sanitária animal do estado. A ferramenta busca, ainda, unificar atividades de produção de proteína animal, em especial as cadeias de Avicultura e Suinocultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto é resultado de um Contrato de Cooperação Técnico-científica entre FUNDESA (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS) e FATEC (Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência). Além desses órgãos, estabeleceu-se uma parceria entre entidades públicas e privadas para a implementação da plataforma: Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</a> (MAPA), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos (SIPS) e Laboratórios Veterinários Credenciados.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Certificação sanitária é exigência para trânsito de aves e ovos férteis no país</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Coordenado pelo professor Alencar Machado, do Colégio Politécnico da UFSM, o projeto teve início em 1º de junho de 2019 e possui duração de 2 anos - podendo ser renovado após esse período. A intenção é seguir proporcionando a organização sistêmica das atividades e garantir o desenvolvimento e proteção sanitária das atividades de produção.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A função dessa ferramenta online de certificação é "harmonizar e integrar todas as etapas do processo da certificação, do almoxarifado de emergência e da biosseguridade na avicultura e suinocultura, assim como desenvolver a cooperação técnico-científica com a participação de instituições, organizações e setores públicos e privados”, explica professor Luiz Fernando Sangoi, também responsável pelo projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Exigência para trânsito de aves e ovos férteis no país, a certificação sanitária animal também é ponto de partida para a exportação de material genético. Dessa forma, a ferramenta digital possui os seguintes módulos:&nbsp; Módulo Sistema de Certificação Sanitária de Estabelecimentos Avícolas do RS, Módulo Sistema de Controle e Distribuição de Estoques de Materiais de Emergência e Vigilância e Módulo Sistema de Biosseguridade da Avicultura e Suinocultura do RS.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os módulos permitirão o acompanhamento de todo o processo em tempo real, garantindo celeridade, rastreabilidade e confiabilidade na certificação. A plataforma ainda contará com a análise de dados vacinais e a ocorrência de doenças, os quais serão notificados pelos médicos veterinários que prestam assistência técnica, permitindo ao Serviço Veterinário Oficial a adoção de medidas de defesa sanitária de forma adequada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><strong>Capacitação dos envolvidos foi adaptada ao modo remoto</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>A gestão de dados da plataforma será realizada por usuários com níveis distintos de acesso ao sistema que contempla os seguintes portais: Portal Empresa, Portal Responsável Técnico (RT), Portal Serviço Veterinário Estadual (SVE), Portal Laboratórios Credenciados e Portal SVO-RS Gestor (MAPA).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A capacitação dos envolvidos no processo, que no começo do projeto estava prevista para março em um evento na Serra Gaúcha, foi adaptada ao modo remoto em razão da pandemia. “Com treinamentos através de videoconferências e auxílio técnico por uma central de relacionamento, para todos os envolvidos no processo, com o objetivo de garantir o entendimento dos processos e qualidade das informações prestadas”, comenta Sangoi. Foram capacitados médicos veterinários das agroindústrias (responsáveis técnicos), laboratórios credenciados e médicos veterinários do serviço oficial estadual e federal.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Eloíze Moraes, bolsista de jornalismo da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em><br><em>Foto-destaque: Kelly Martini</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da Covid-19 debate saúde mental e mudanças nas relações sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/17/jornada-multidisciplinar-de-enfrentamento-da-covid-19-debate-saude-mental-e-mudancas-nas-relacoes-sociais</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 14:04:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
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		<category><![CDATA[Farol UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da COVID 19]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>
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						<description><![CDATA[No segundo dia da 1ª Jornada Multidisciplinar Online sobre o Enfrentamento da Covid-19, as duas palestras apresentadas trataram dos temas da ansiedade e a mudança de cotidiano e comportamento devido a esse momento de isolamento social. Transmitido pelo Farol UFSM, o segundo dia contou com a participação da psicóloga Vanessa Coelho e com a Dra. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No segundo dia da 1ª Jornada Multidisciplinar Online sobre o Enfrentamento da Covid-19, as duas palestras apresentadas trataram dos temas da ansiedade e a mudança de cotidiano e comportamento devido a esse momento de isolamento social. <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/10-jornada-multidisciplinar-online-sobre-o-enfrentamento-da-pandemia-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Transmitido pelo Farol UFSM</a>, o segundo dia contou com a participação da psicóloga Vanessa Coelho e com a Dra. Miriam Cabrera Corvelo Delboni, docente do departamento de Terapia Ocupacional na UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A psicóloga Vanessa Coelho expôs alguns conceitos sobre a saúde mental e dicas para lidar com a ansiedade. “No momento que estamos vivendo, a mudança gera medo, imprevisibilidade e incertezas que geram uma preocupação muito grande e, como consequência, vem a ansiedade” explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Vanessa revelou que a procura por psicólogos e profissionais da saúde está cada vez maior, pois os efeitos provocados pela ansiedade estão bem mais frequentes neste período. O quadro preocupa, pois outros transtornos podem vir à tona, como estresse pós traumático, depressão e TOC ( transtorno obsessivo-compulsivo).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final da palestra, a psicóloga compartilhou com os espectadores 13 dicas para ajudar quem sofre com ansiedade. Entre elas estão diminuir a quantidade de acesso a notícias sobre a pandemia, cuidar da alimentação, fazer exercícios físicos, não se cobrar tanto e reconhecer suas pequenas vitórias. “ Não se culpe por não conseguir fazer todas as atividades que você planejou ou por não estar conseguindo ser tão produtivo. Agora é o momento para se acolher e se autoconhecer”, enfatiza.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por fim, Vanessa ensinou uma técnica para ajudar a controlar as crises de ansiedade, o Registro de Pensamentos Disfuncionais (RPD). De acordo com a psicóloga, “a RPD&nbsp; ajuda a melhorar o controle do pensamento e assim muda a emoção e comportamento da pessoa. Muitas vezes nós temos pensamentos distorcidos que não correspondem com a realidade ou que vai de acordo com o que estamos enxergando o mundo e da forma que estamos nos sentindo. Treinando e fazendo várias vezes essa técnica, a tendência é de pensarmos positivo e de conseguirmos nos acalmar”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Terapia Ocupacional e Pandemia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na segunda palestra do dia, a professora Miriam Cabrera falou sobre as alterações das rotinas nas ocupações humanas e nos papéis ocupacionais. Também apresentou alguns conceitos e impactos das disfunções ocupacionais pela pandemia de Covid-9 e a contribuição da terapia ocupacional para esse momento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A professora explicou que o isolamento social rompeu com o cotidiano das pessoas. Isso, provocou mudanças nas rotinas e nas relações sociais. A terapia ocupacional pode ser pensada como uma maneira de organizar as novas rotinas e novas formas de se relacionar durante esse contexto de pandemia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Buscar o equilíbrio ocupacional é equilibrar esses ritmos da vida cotidiana, das áreas do autocuidado, do estudo, do lazer. É importante que nós consigamos identificar quais são os nossos valores, nossas crenças, quais são nossos contextos nesse momento, o que me alimenta, quais os valores que te sustenta?”, questiona a terapeuta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Miriam enfatiza a importância do tempo e de gerir de forma equilibrada o desempenho das atividades do dia a dia e classificá-las em urgentes, necessárias e as de prazer. “Experimentar novas atividades como cozinhar, pintar ou desenhar, ameniza as privações que estamos vivendo. Sinta-se em novas ações, novas atividades, reflita sobre cada ação que você realiza e como você se enxerga naquele momento,” aconselha.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>As duas palestras apresentadas no segundo dia da 1.ª Jornada Multidisciplinar Online sobre o Enfrentamento da Covid-19 estão disponíveis no site do <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/10-jornada-multidisciplinar-online-sobre-o-enfrentamento-da-pandemia-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Farol UFSM</a>.</p>
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<p><em>Reportagem: Ana Júlia M. Fernandes, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em edição histórica, novos rumos das ações da UFSM na sociedade são discutidos no 5º Fórum Regional Permanente de Extensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/12/em-edicao-historica-novos-rumos-das-acoes-da-ufsm-na-sociedade-sao-discutidos-no-5o-forum-regional-permanente-de-extensao</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 14:44:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Forum de Extensão UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante as últimas semanas, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM vem discutindo com a comunidade interna as novas possibilidades para as ações práticas na sociedade sul-riograndense. O Fórum Regional Permanente de Extensão, realizado semestralmente nas cidades-sede da UFSM, foi realizado pela primeira vez de forma totalmente virtual desde a sua criação, em 2016, e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Durante as últimas semanas, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM vem discutindo com a comunidade interna as novas possibilidades para as ações práticas na sociedade sul-riograndense. O Fórum Regional Permanente de Extensão, realizado semestralmente nas cidades-sede da UFSM, foi realizado pela primeira vez de forma totalmente virtual desde a sua criação, em 2016, e contou com a participação de, aproximadamente, 700 pessoas dos cinco <em>campi</em> da Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na abertura do evento, o reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Paulo Afonso Burmann, destacou o intenso trabalho que a Instituição vem realizando para escutar a sociedade e atender às demandas propostas pela comunidade regional. Burmann também lembrou dos trabalhos desenvolvidos pela UFSM durante a pandemia de Covid-19, em especial junto aos órgãos de Estado, realizando exames para a detecção do vírus e para pensar estratégias de enfrentamento à doença. Por fim, o Reitor ressaltou o papel do Fórum na qualificação da Universidade, que busca sempre servir de apoio nos locais em que está inserida. Para o Vice-Reitor da UFSM, Luciano Schuch, os trabalhos realizados pela Extensão são fundamentais para que as instituições públicas mostrem sua importância e sua força para a sociedade, em especial no contexto de ataque às Universidades que o Brasil vivencia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Pró-Reitor de Extensão da UFSM, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, lembrou que a realização do Fórum foi um desafio colocado pela atual gestão da Instituição, a fim de que a UFSM estivesse mais próxima e dialogando com a sociedade. Flavi destacou que a realização do evento busca promover uma troca constante entre os conhecimentos da universidade e os saberes da comunidade, além de ser um canal para a sistematização das demandas sociais, que podem resultar em ações práticas na comunidade. O Pró-Reitor de Extensão também lembrou que a edição do Fórum realizada no primeiro semestre procura ouvir e organizar a comunidade interna da UFSM para que, no segundo semestre, esta esteja apta a atender às demandas das comunidades das quais está inserida.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No evento, foram apresentados os resultados do Fórum de Extensão de 2019 e alguns resultados do Fiex 2020 no campus sede da Instituição. O Pró-Reitor Adjunto de Extensão e Coordenador de Articulação e Fomento à Extensão, Rudiney Soares Pereira, lembrou que, somente no campus de Santa Maria, 187 Ações de Extensão foram contempladas com recursos do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX) em 2020. Por fim, Rudiney apresentou algumas informações sobre o novo aplicativo de coleta de dados que vem sendo desenvolvido pela PRE, em que o participante escolherá o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável que deverá ser prioridade para as ações da UFSM.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa edição especial do Fórum contou com a presença da professora e Pró-Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sandra de Deus, que comentou sobre os desafios de executar a Extensão Universitária no cenário de preocupação que o país enfrenta. Sandra lembrou que a Extensão não pode se confundir com o assistencialismo, embora possa e deva estar ao lado dos grupos vulneráveis.&nbsp;Além disso, a professora enfatizou que a Extensão representa a heterogeniedade da Universidade, atuando não somente com grupos vulneráveis, mas também com o empresarial e os outros segmentos da sociedade.&nbsp;Para ela, o papel central da Extensão está no diálogo aberto, que busca promover a interação transformadora no extensionista e na sociedade. Sandra também comentou que é preciso que a Extensão ouça as demandas da comunidade e traga os conhecimentos populares para dentro da Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A próxima edição do Fórum Regional Permanente de Extensão está prevista para o mês de novembro, podendo ocorrer de forma presencial nos quatro&nbsp;<em>campi</em>&nbsp;da Instituição, mediante autorização dos órgãos de saúde. A edição do segundo semestre de 2020 objetiva conhecer e discutir as Ações de Extensão com a participação da comunidade externa.</p>
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<p><strong>Frederico Westphalen</strong></p>
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<p>Os participantes da edição do Fórum na UFSM Frederico Westphalen puderam se manifestar e expor alguns dos projetos e programas que estão sendo desenvolvidos pelo&nbsp;<em>campus</em>. Entre as ações apresentadas estão:&nbsp;<em>Agora a Feira é em Casa</em>, uma parceria da UFSM com a Agência de Desenvolvimento do Médio Alto Uruguai; o programa&nbsp;<em>Recicla Frederico</em>, uma parceria da Universidade com a prefeitura de Frederico Westphalen e com o CIGRES, que está atuando remotamente com palestras online sobre a temática do Meio Ambiente; o projeto&nbsp;<em>Sabão Caseiro</em>, que vem reutilizando óleo que é coletado pelas prefeituras da região; a&nbsp;<em>Plataforma Covid-19</em>, que auxilia os profissionais da saúde de Frederico e Palmeira das Missões; e o&nbsp;<em>Projeto Vídeo Entre-linhas</em>, que atua nas escolas da região. Além disso, os recursos empregados em projetos de enfrentamento à Covid-19 também foi um dos destaques da edição</p>
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<p><strong>Palmeira das Missões</strong></p>
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<p>Durante a realização do evento no&nbsp;<em>campus</em>&nbsp;de Palmeira das Missões, um dos encaminhamentos tomados foi a busca por novas parceiras com os poderes públicos da região. O diretor da UFSM Palmeira das Missões, Rafael Lazzari, ressaltou o papel que a Extensão vem desenvolvendo na região de abrangência da Instituição. O diretor lembrou dos testes realizados para a detecção da Covid-19, que estão sendo realizados pela comunidade acadêmica nos laboratórios da UFSM Palmeira das Missões. Além disso, Rafael também destacou as conversas com os prefeitos da região, que buscam, na UFSM, soluções para os problemas enfrentados pelos municípios, aumentando as demandas e os desafios da Extensão Universitária.</p>
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<p><strong>Cachoeira do Sul</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na edição de Cachoeira do Sul, a maior preocupação da comunidade acadêmica foi o alinhamento das Ações de Extensão com a Agenda 2030. O Vice-Diretor do&nbsp;<em>campus</em>&nbsp;da UFSM Cachoeira do Sul, Lucas Delongui, também lembrou das mais de 30 Ações de Extensão desenvolvidas pelos cursos do&nbsp;<em>campus</em>&nbsp;mais novo da UFSM. Lucas reforçou o papel da Extensão Universitária em atender às demandas da sociedade através de alguns exemplos já desenvolvidos pelo campus, como ações de ensino sobre sensoriamento remoto para a agricultura familiar, trabalhos do curso de arquitetura na preservação do patrimônio da cidade e ações de conscientização sobre a mobilidade sustentável, muitas dessas ações realizadas em parceria com o poder público municipal.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>A Extensão da UFSM no enfrentamento à Covid-19</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o período de distanciamento social, a Pró-Reitoria de Extensão está com um edital específico para o fomento de Atividades de Extensão que visem ao enfrentamento à Covid-19. Nos quatro<em>&nbsp;campi</em>&nbsp;da UFSM, já foram destinados mais de R$ 66.000,00 em Ações de Extensão de diferentes eixos temáticos. Essas ações, além de contar com recursos financeiros, recebem outras formas de apoio da PRE para o seu desenvolvimento. Salientamos que a PRE ainda está recebendo propostas interessadas em concorrer à chamada. Para saber mais sobre as ações e as normas de submissão, basta acessar o&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/covid-19/"><u>site da chamada</u></a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Redação: Wellington Felipe Hack/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Erica Medeiros/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>MIGRAIDH/CSVM integra parceria para diagnóstico e enfrentamento da COVID-19 entre a população migrante e refugiada do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/20/migraidh-csvm-integra-parceria-para-diagnostico-e-enfrentamento-da-covid-19-entre-a-populacao-migrante-e-refugiada-do-rs</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2020 13:49:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Migraidh]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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						<description><![CDATA[Por iniciativa do Fórum Permanente de Mobilidade Humana do Rio Grande do Sul, o Migraidh/CSVM da UFSM, juntamente com Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios de Brasília (CSEM-DF) e o Fórum Permanente de Mobilidade Humana de Passo Fundo, RS, realizaram na última semana (13 a 14 de maio) a pesquisa voltada ao Diagnóstico para o Enfrentamento [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Por iniciativa do Fórum Permanente de Mobilidade Humana do Rio Grande do Sul, o Migraidh/CSVM da UFSM, juntamente com Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios de Brasília (CSEM-DF) e o Fórum Permanente de Mobilidade Humana de Passo Fundo, RS, realizaram na última semana (13 a 14 de maio) a pesquisa voltada ao Diagnóstico para o Enfrentamento dos Impactos do Coronavírus (COVID-19) na População Migrante e Refugiada no RS. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a prof.ª Dr.ª Giuliana Redin, coordenadora do Migraidh/CSVM, “essa pesquisa é extremamente importante para, a partir dos dados empíricos levantados, orientar as ações emergenciais e estratégias dirigidas ao Poder Público, voltadas à prevenção, proteção e acesso a direitos da população migrante e refugiada no estado”. A pesquisa consultou 31 instituições, dentre organizações, coletivos e grupos que atuam com migrantes e refugiados no Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os resultados foram apresentados por ocasião da reunião do FPMH-RS, realizada na última sexta-feira (15) de forma remota, onde estiveram participaram representações de imigrantes haitianos, senegaleses e venezuelanos, Agência das Nações Unidas para Migrações (OIM), Ministério Público Federal (MPF), Defensoria Pública da União (DPU), Núcleo Regional de Interiorização da Operação Acolhida, Cruz Vermelha Brasileira-RS (CVB-RS), Cáritas Brasileira-Regional RS, Aldeias Infantis SOS-RS, Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Governo do Estado (SJCDH), Comitê Estadual de Atenção a Migrantes e Refugiados, Apátridas e Vítimas do Tráfico de Pessoas (COMIRAT-RS), Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), CIBAI Migrações, Associação do Voluntariado e da Solidariedade de Porto Alegre (AVESOL), Comitê Municipal de Atenção a Imigrantes (COMIRAT-PoA), Centro de Acolhimento ao Migrante de Caxias do Sul (CAM), Fórum de Mobilidade de Passo Fundo (FMPF), MIGRAIDH/CSVM e demais instituições e coletivos da sociedade civil que atuam com imigrantes e refugiados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para assistir a reunião na íntegra, acesse <a href="https://mconf.ufrgs.br/spaces/forum-permanente-da-mobilidade-humana/recordings?fbclid=IwAR30EpG4ckrLu-ZuQ2Z6UFSCkQZjjk5hvfK2fnEhdrhQB7dYyh79XYSmsw0">aqui. </a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Informações: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem cinco projetos de pesquisa  contemplados em edital da FAPERGS para o combate à COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/29/ufsm-tem-cinco-projetos-de-pesquisa-contemplados-em-edital-da-fapergs-para-o-combate-a-covid-19</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 15:03:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[fapergs]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[Lançado no início de abril pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o edital emergencial Ciência e Tecnologia no combate à COVID-19 anunciou o resultado preliminar dos projetos selecionados. Cinco pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria tiveram seus projetos contemplados e receberão fomento para a execução.&nbsp; O edital contemplou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Lançado no início de abril pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o edital emergencial Ciência e Tecnologia no combate à COVID-19 anunciou o resultado preliminar dos projetos selecionados. Cinco pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria tiveram seus projetos contemplados e receberão fomento para a execução.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O edital contemplou pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, que apresentaram pesquisas com potencial de retorno em curto prazo. De acordo com a Fundação, o período de execução dos projetos é de 12 meses, com um investimento total estimado em R$ 5 milhões, com possibilidade de suplementação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os projetos que serão executados na UFSM são pesquisas que contemplam os impactos da pandemia na saúde mental de estudantes e profissionais de saúde, impactos socioeconômicos, desenvolvimento de plataformas de diagnóstico e desenvolvimento de produtos antivirais candidatos terapêuticos para a COVID-19.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Projetos da UFSM contemplados</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><em>Ansiedade, depressão, estresse e sua relação com a saúde e percepção de riscos e danos de profissionais de enfermagem de hospitais de referência do Rio Grande do Sul no enfrentamento da pandemia COVID-19: estudo de métodos mistos, </em>da professora Alexa Pupiara Flores Coelho, do curso de graduação em Enfermagem da UFSM-Palmeira das Missões.</li><li><em>Saúde mental e uso de substâncias psicoativas em estudantes da área da saúde durante a pandemia da covid-19</em>, da professora do Departamento de Enfermagem Daiana Foggiato de Siqueira. </li><li><em>Observatório socioeconômico da covid-19: uma análise do impacto da pandemia em questões econômicas e sociais por meio de uma perspectiva estadual, regional e nacional</em>, do professor do  Departamento de Economia e Relações Internacionais Daniel Arruda Coronel. </li><li><em>Desenvolvimento de uma plataforma multiplex para diagnóstico molecular diferencial de COVID-19</em>, do professor Eduardo Furtado Flores, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva.</li><li><em>Estudo dos Efeitos da Azitromicina, Anticorpo anti-CD147, Indometacina e Nimesulida na Infeção de Células Pulmonares Humanas com SARS-CoV2</em>, da professora Micheli Mainardi Pillat, do Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UFSM. </li></ul>
<!-- /wp:list -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>FAPERGS permite que pesquisadores destinem parte de recursos para ações de combate ao COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/01/fapergs-permite-que-pesquisadores-destinem-parte-de-recursos-para-acoes-de-combate-ao-covid-19</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 17:42:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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						<description><![CDATA[A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) está construindo ações emergenciais para mobilizar a comunidade científica na luta contra o novo coronavírus. Na última terça-feira (31), a FAPERGS publicou uma resolução que autoriza pesquisadores com projetos em andamento a utilizarem parte dos recursos disponibilizados para o desenvolvimento de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) está construindo ações emergenciais para mobilizar a comunidade científica na luta contra o novo coronavírus. Na última terça-feira (31), a FAPERGS publicou uma <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/Resolução-02-2020-Covid-19.pdf"><strong>resolução</strong></a> que autoriza pesquisadores com projetos em andamento a utilizarem parte dos recursos disponibilizados para o desenvolvimento de ações de pesquisa voltadas ao combate à pandemia de COVID-19. As ações não podem, porém, comprometer substancialmente a execução do projeto original. De acordo com o diretor-presidente da Fundação, Odir Dellagostin, esta é a primeira de diversas medidas que serão implementadas durante o período de isolamento social.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para formalizar esta alteração no orçamento,&nbsp; o pesquisador interessado deve encaminhar um e-mail para <a href="mailto:covid19@fapergs.rs.gov.br">covid19@fapergs.rs.gov.br</a>,&nbsp; informando o valor que será destinado para estas ações, bem como o objetivo. A aprovação será comunicada também por e-mail, sem necessidade de nenhum outro documento físico.&nbsp; De acordo com a Fapergs, este procedimento permite que a alteração seja documentada para que seja considerada no momento da análise da prestação de contas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A FAPERGS também informa que passou aceitar, provisoriamente, documentação digitalizada. Porém, os originais devem ser encaminhados após o período de quarentena. Ainda segundo o diretor-presidente, a Fundação trabalha na atualização dos sistemas para que, no futuro, seja possível a realização de trâmites sem papel.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Fundação também está elaborando um edital emergencial de apoio à projetos de pesquisa aplicada para contribuição direta no enfrentamento da pandemia. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Informações: FAPERGS</em><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>HUSM lança tutorial sobre o uso dos EPIs para profissionais de saúde durante pandemia de COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/23/husm-lanca-tutorial-sobre-o-uso-dos-epis-para-profissionais-de-saude-durante-pandemia-de-covid-19</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 14:26:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Santa Maria, em parceria com o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE), produziu um vídeo com instruções aos profissionais de saúde sobre o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19). No tutorial, o médico infectologista Alexandre Schwarzbold [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Santa Maria, em parceria com o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE), produziu um vídeo com instruções aos profissionais de saúde sobre o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No tutorial, o médico infectologista Alexandre Schwarzbold e a enfermeira Débora dos Santos apresentam a sequência adequada do uso dos EPIs, que atendem à nota técnica 04/2020 e que são a barreira mínima de proteção do profissional de saúde para o atendimento de pacientes com suspeita de COVID-19. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Confira o tutorial:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p></p>
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