<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?q=&#038;tags=teatro-caixa-preta-pt&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 16:57:24 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Além do Caixa Preta: Espaço Rozane Cardoso une história e arte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/26/alem-do-caixa-preta-espaco-rozane-cardoso-une-historia-e-arte</link>
				<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 14:02:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[espaço rozane cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[mural]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69042</guid>
						<description><![CDATA[UFSM conta com o primeiro Caixa Preta do RS, essencial para a formação de artistas e disseminação da arte]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69184" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A0510-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A0510-1-1024x683.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas sentadas em cadeiras no teatro, de frente e dos lados de uma mulher que está em pé" width="1024" height="683" /></a> Espaço multiuso oferece diversas possibilidades de organização (Foto: Jessica Mocellin/Arquivo)[/caption]
<p>O primeiro Teatro Caixa Preta do Rio Grande do Sul está na Universidade Federal de Santa Maria. Por mais que seja conhecido apenas como “Caixa Preta”, esse anfiteatro sem estrutura fixa tem um nome: Espaço Rozane Cardoso. </p>
<p>Localizado no prédio 40, do Centro de Artes e Letras (CAL), o Caixa Preta foi fundado em 5 de abril de 1988. Dentre os diferentes tipos de formato, o Espaço Rozane Cardoso é um <em>b</em><em>lack box </em>(caixa preta) multiuso e que oferece liberdade de organização, o que torna possível mudar a posição da plateia ou do palco, como for necessário.</p>
<h3><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/O-que-e-um-teatro-Caixa-Preta-Daniel-Michelon-De-Carli-100.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/O-que-e-um-teatro-Caixa-Preta-Daniel-Michelon-De-Carli-100.jpg" alt="arte colorida quadrada com explicações sobre o que é um black box, tendo ao centro a ilustração de duas diferentes configurações do teatro vista de cima, e abaixo, uma citação da professora Raquel, com uma foto dela do lado direito" width="471" height="471" /></a>Caixa Preta no mundo</h3>
<p>Movimentos de inovação artística tomaram a Europa em 1960. Foi nesse período que o Caixa Preta se popularizou. A principal ideia era eliminar elementos que tirassem o foco do público, do ator e do texto, buscando valorizá-los. “Esse modelo surge na Europa a partir da ocupação de espaços antigos, fábricas e depósitos abandonados, que foram transformados em espaços culturais”, conta a diretora do Teatro Caixa Preta da UFSM, Raquel Guerra. </p>
<p>Quando popular, o formato foi utilizado em universidades, já que era um modelo barato e flexível, oferecendo diversas possibilidades para os alunos experimentarem, testarem novas organizações e produções artísticas. </p>
<h3>Caixa Preta na UFSM </h3>
<p>Após voltar de sua viagem de mestrado nos Estados Unidos, em 1983, os professores Irion Nolasco e Maria Lúcia Raimundo tiveram a ideia de montar um teatro multiuso na UFSM. A inauguração do espaço, cinco anos depois, foi feita com performances artísticas, que variavam entre peças teatrais e exposição de esculturas. </p>
<p>A pintura “500 anos da Invasão da América”, desenvolvida pelo artista Juan Amoretti, foi inaugurada em 1992. “O Amoretti conta que na época o Caixa Preto era branco. Diziam que havia muita pichação no mural e o reitor da época pediu para o Departamento de Artes Visuais fazer uma pintura ali”, relata Raquel Guerra. </p>
<p>A diretora também conta que, após a demora da iniciativa, Amoretti decidiu realizar a pintura, mesmo com poucos recursos. “Na época, o mural não tinha cores tão vivas, não porque não era o desejo do artista, mas porque não tinha os materiais”, acrescenta Raquel. </p>
<h3><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Linha-do-tempo-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Linha-do-tempo-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg" alt="arte colorida quadrada com uma linha do tempo do Espaço Rozane Cardoso, de 1960 a 2024, descrita de cima para baixo do lado esquerdo, e do lado direito duas imagens antigas do teatro" width="779" height="642" /></a>Rozane Cardoso </h3>
<p>Quando inaugurado, o espaço passou a ser chamado de Anfiteatro do CAL. Em 1993, após uma campanha publicitária realizada por professores e alunos em busca de outro nome, o local foi denominado Teatro Caixa Preta. Em 2007, após o falecimento da professora Rozane Cardoso, o Caixa Preta passou a se chamar Espaço Rozane Cardoso. </p>
<p>Rozane Cardoso foi professora no CAL e lutou para que o espaço do Caixa Preta fosse revitalizado. Formada em Artes Cênicas e mestre em Ciência do Movimento Humano pela UFSM, a professora foi pioneira na arte de palhaçaria na Universidade. Com sua identidade de "palhaça da coxilha”, levou sorrisos para muitos lugares. </p>
<h3>Formação dos artistas da UFSM </h3>
<p>“É indiscutível a relevância desse espaço teatral para a nossa formação como pessoas de teatro. Pensar um curso de teatro sem o seu edifício teatral, aqui especificamente num modelo desmontável, é como pensar um curso de música sem os seus instrumentos, as ciências da natureza sem os seus laboratórios. Afinal, nossa prática dentro deste espaço é experimental, ela oferece oportunidade de errar, é pedagógica, pois aprendemos com os erros”, descreve Renata Côrrea em seu Trabalho de Conclusão de Curso intitulado<a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/31123/CORREA_TCC.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank" rel="noopener"> “Mulheres do Teatro Caixa Preta”.</a></p>
<p>Segundo a professora Raquel, o principal objetivo do espaço é servir de laboratório de estudos, para formação e profissionalização. É nele que os estudantes podem colocar em prática aquilo que aprendem em sala de aula. “Eles podem trabalhar com atuação, cenografia, iluminação, pensar em uma encenação que use outro espaço”, exemplifica.</p>
<p>Além disso, a equipe de bolsistas do Teatro possui formações ainda mais especializadas. Segundo Raquel, eles podem aprender gestão cultural, organização de agenda, fazer contato com os artistas, fazer o mapeamento do palco e produzir a montagem da iluminação para eventos. </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/A-importancia-para-os-alunos-caixa-preta-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/A-importancia-para-os-alunos-caixa-preta-Designer-Daniel-M-De-Carli.jpg" alt="arte colorida quadrada com informações sobre o objetivo do espaço, uma citação da professora Raquel, com foto dela ao lado, e abaixo, foto de bastidores, com grupo de atores em circulo com roupas coloridas" width="472" height="472" /></a></p>
<h3>Um Caixa, múltiplas alternativas </h3>
<p>Um Teatro Caixa Preta pode se transformar em diversas configurações. Mudar a posição do palco, ter diferentes modos de distribuir a plateia e até inserir os espectadores no espetáculo são algumas opções dentro dos caixas pretas. </p>
<p>Existem diversos tipos de anfiteatros que podem ser utilizados de acordo com o espetáculo a ser apresentado. O caixa preta possui a versatilidade de ser um pouco de cada um deles. Uma organização italiana (quando o público fica em frente ao palco), de arena (o público cerca o palco pelos lados), bilateral (o público fica em lados opostos com a cena ao centro) ou em ambiente imersivo (quando o público pode se mover com a encenação), são alguns exemplos de organização do espaço. Essa é a liberdade que o espaço plano, sem objetos e palco fixos, oferece para os artistas e graduandos da UFSM. </p>
<h3>Eventos internos e externos </h3>
<p>“Hoje em dia, o Caixa está a serviço de todo o Centro de Artes e Letras, além de receber eventos de fora”, comenta o atual diretor do CAL, Gil Roberto Costa Negreiros. Quando chegou à direção, em 2022, o espaço estava fechado, o que, segundo ele, deixava as pessoas “agoniadas”. Para abrir o teatro, uma comissão com pessoas de todas as áreas do CAL foi organizada. Então, o espaço teve que passar por pequenas reformas e profundas limpezas para que fosse aberto. “E eu falei: vamos abrir, mesmo com todos os problemas. Porque é igual à nossa casa, se não usar, vai estragar do mesmo jeito”, relembra Gil Roberto.  </p>
<p>A unidade de extensão é administrada pela comissão, responsável por organizar a agenda do Caixa Preta. Para realizar o agendamento, é necessário preencher um formulário, disponível no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/servicos/teatro-caixa-preta" target="_blank" rel="noopener">site do teatro</a>.</p>
<h3>O futuro do Espaço Cultural Rozane Cardoso</h3>
<p>Há previsão de melhorias do Teatro Caixa Preta. Segundo o diretor do CAL, Gil Roberto, um projeto realizado pela Pró-Reitoria de Infraestrutura visa transformar o espaço, deixando-o mais acessível, mas sem mudar o seu estilo de caixa preta. Ainda não há prazos nem valores definidos. </p>
<p>Já o mural do Caixa Preta “500 Anos de Invasão da América”, que <a href="https://www.ufsm.br/2024/08/28/revitalizacao-do-mural-do-teatro-caixa-preta-o-restauro-da-expressao-artistica-no-campus" target="_blank" rel="noopener">começou a ser revitalizado em agosto de 2024,</a> foi inaugurado no evento <a href="https://www.ufsm.br/2025/03/24/evento-isso-e-cal-celebra-a-inauguracao-do-mural-revitalizado-de-juan-amoretti" target="_blank" rel="noopener">Isso é CAL</a>, em março de 2025. O fruto de Juan Humberto Torres Amoretti continua como marco para o espaço que ajuda a formar artistas. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure><!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":70281,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/IC3A9565-1-1024x683.jpg" alt="" />
<figcaption><em>Apresentação no Caixa Preta durante o Isso É CAL (Foto: Jessica Mocellin/Arquivo)</em></figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":70282,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/pq-1024x668.jpg" alt="" />
<figcaption><em>Rozane como a "palhaça da coxilha" no Calçadão de Santa Maria (Foto: Arquivo)</em></figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":70283,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/UFSM.1984.133.002_141.jpg" alt="" />
<figcaption><em>Início da construção do Caixa Preta, na década de 1980 (Foto: Arquivo/DAG)</em></figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento “Isso é CAL” celebra a inauguração do mural revitalizado de Juan Amoretti</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/24/evento-isso-e-cal-celebra-a-inauguracao-do-mural-revitalizado-de-juan-amoretti</link>
				<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 13:11:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[isso é cal]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Amoretti]]></category>
		<category><![CDATA[mural]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68616</guid>
						<description><![CDATA[Além da inauguração, ocorreram espetáculos, oficinas artísticas e shows musicais, entre outras atividades]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68617" align="alignright" width="583"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9647.jpg"><img class="wp-image-68617" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9647.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas circulando em uma área aberta ao lado de um prédio do CAL, com árvores  e mesas de sala de aula com livros sobre elas" width="583" height="388" /></a> Público interagiu com oficinas, espetáculos e outras atividades nos arredores do CAl[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na intenção de comemorar a revitalização do mural </span><span style="font-weight: 400">“500 Anos de Invasão da América Latina”, pintado na fachada do Teatro Caixa Preta, do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, ocorreu, na tarde deste domingo (23), o evento “Isso é CAL”. Na ocasião, o Centro e seus arredores tornaram-se fontes de riqueza artística com exposições, oficinas e performances teatrais e musicais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o diretor do Centro e coorganizador do evento, Gil Roberto Costa Negreiros, o evento objetivou a integração interna entre alunos e professores do CAL, mas também fortalecendo os laços culturais com a comunidade local. “Os prédios aqui do Centro são divididos, e às vezes, a nossa identidade acaba se perdendo. E aquilo que nos une é a arte. Então, realizar esses momentos valorizam e humanizam os trabalhos criados aqui dentro”, explicou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A docente do Departamento de Artes Cênicas e coorganizadora do evento Raquel Guerra destacou que, além de celebrar a revitalização do Mural de Amoretti, o evento simboliza uma renovação geral do CAL. “Hoje estamos homenageando diversas conquistas do Centro, como a inauguração do nosso Acervo Bibliográfico, um novo Laboratório de Informática, entre outros. São várias comemorações”, revela.</span></p>
[caption id="attachment_68618" align="alignleft" width="594"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9790.jpg"><img class="wp-image-68618" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9790.jpg" alt="foto colorida horizontal de um homem assinando &quot;Amoretti&quot; em uma parede pintada em tons de azul e verde" width="594" height="396" /></a> Juan Amoretti deixou sua assinatura no mural revitalizado[/caption]
<h3>O mural: da criação à revitalização</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A criação do mural </span><span style="font-weight: 400">“500 Anos de Invasão da América Latina” surgiu da ment</span><span style="font-weight: 400">e de Juan Humberto Torres Amoretti, que é pintor, desenhista, escultor e professor. O artista, nascido em Lima, no Peru, chegou ao Brasil em 1974 e lecionou na UFSM entre 1975 e 2008. Dentro da Universidade, Amoretti lutou para trazer o Mural revitalizado à vida. A obra, finalizada originalmente em 1992, traz características da cultura peruana em seus traços e aborda a reflexão sobre os processos de colonização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A revitalização do mural iniciou em agosto de 2024, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, que primeiramente firmou diálogos com Amoretti, e após isso, conseguiu receber suporte financeiro do CAL, da </span><span style="font-weight: 400">Pró-Reitoria de Extensão (PRE)</span><span style="font-weight: 400"> e do Grupo do Teatro Caixa Preta. O processo de repintura também contou com apoio de estudantes de Artes Visuais, por meio de um projeto de extensão criado para a revitalização, e ex-alunos do Centro que se voluntariaram. Mais detalhes sobre a ação podem ser conferidos nas reportagens produzidas pela </span><a href="https://www.ufsm.br/2024/08/28/revitalizacao-do-mural-do-teatro-caixa-preta-o-restauro-da-expressao-artistica-no-campus" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Agência de Notícias da UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://youtu.be/5DXmPtAZ4do?si=462bomp1YuxeHzds" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">TV Campus</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em clima de celebração, Amoretti discursou ao público presente em frente ao mural sobre a história da obra, suas características e o processo de luta pela revitalização. O artista ainda encerrou a cerimônia de inauguração com o ato de assinatura oficial do mural, e ainda reforçou que “a Universidade está fervendo de ideias, e que todos devem lutar pelo que acreditam no mundo”.</span></p>
[caption id="attachment_68619" align="alignright" width="599"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9575.jpg"><img class="wp-image-68619" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9575.jpg" alt="foto colorida horizontal mostra pessoas à frente de tripés com telas sendo pintadas, tendo como fundo o mural do CAL" width="599" height="399" /></a> Oficina estimulou a criatividade por meio da pintura[/caption]
<h3>Exposições, oficinas e performances foram realizadas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além da inauguração calorosa do mural, o momento foi marcado por oficinas, exposições, espetáculos e cerimônias que celebram os avanços conquistados pelo Centro de Artes e Letras. Nesse sentido, </span><span style="font-weight: 400">as salas do Prédio 40 (CAL), o Teatro Caixa Preta, o Largo da Biblioteca Central e a fachada do Mural no Teatro hospedaram as </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/eventos/isso-e-cal"><span style="font-weight: 400">atividades da programação do evento.</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sob a sombra do mural revitalizado aconteceu a oficina de artes visuais “Explorando as cores e misturas, narrativas e criações”, na qual o público pôde empunhar pincéis e criar suas próprias obras de arte. Coordenado pela professora do Departamento de Artes Visuais Talita Esquivel, o momento buscou aproximar o público do contexto artístico. “Essa oficina promove a extensão do conhecimento produzido dentro da Universidade e permite que a comunidade tenha mais noção sobre pinturas, cores e a ciência que desenvolvemos aqui”, argumentou a professora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Talita contou com o suporte da aluna de Artes Visuais Paula Aschidamini, que ajudou na elaboração da proposta para a oficina realizada. “Quando soubemos sobre o evento, pensamos em algo que pudesse aproximar as pessoas, então decidimos fazer uma oficina sobre a teoria das cores”, explicou. O momento foi voltado à experimentação, ou seja, os participantes puderam exercitar o uso das cores e tentar entender qual mensagem elas transmitem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudante de Dança Licenciatura Andrei Barcelos arriscou explorar suas habilidades artísticas na oficina, e disse que a atividade chamou-lhe a atenção. “Eu não tenho conhecimento com pincéis, tintas, essas coisas, e essa atividade é para fazermos algo espontâneo e natural. Me senti confortável por não ter que seguir um padrão”, acrescenta.</span></p>
<h3>Uma tarde de inaugurações</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma grande conquista celebrada durante o evento foi a inauguração do Laboratórios de Informática do CAL. Na ocasião, os laboratórios receberam o nome da ex-diretora do Centro de Artes e Letras, Ivone Mendes Richter, responsável por trazer o primeiro computador gráfico ao curso de Desenho Industrial, na década de 1980. “Na época eu conheci um professor da Universidade de Kiel, na Alemanha, e ele me apresentou computadores voltados a trabalhos com design gráfico. Então, a UFSM fez um intercâmbio com essa a instituição e conseguimos trazer a tecnologia para cá”, recordou a ex-docente, acrescentando que “ver as salas cheias de equipamentos modernos trouxe uma grande alegria”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também aconteceu a cerimônia de inauguração do Acervo Bibliográfico Maria Luíza Ritzel Remédios, na Biblioteca Central da UFSM. Em 2014 o Conselho do Centro de Artes e Letras já havia escolhido o nome de Maria para o acervo, porém, não havia acontecido qualquer celebração da abertura do local desde então. Maria foi professora de Literatura Portuguesa do Departamento de Letras Vernáculas e uma das principais doadoras do primeiro acervo do Centro. “Neste evento estamos reconhecendo todos os avanços que o Centro tem conquistado nos últimos tempos”, disse Negreiros.</span></p>
[caption id="attachment_68620" align="alignleft" width="440"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9694.jpg"><img class="wp-image-68620" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9694.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em pé conversando em um corredor de prédio" width="440" height="293" /></a> Douglas Dornelles (de camiseta vermelha) na inauguração do mural “Narrativa Silvestre”[/caption]
<h3>Os murais do futuro</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em paralelo à celebração da obra de Amoretti, o aluno do curso de Artes Visuais Douglas Dornelles Medeiros teve seu mural “Narrativa Silvestre” inaugurado. Visualmente, a obra traz elementos sobre a fauna e flora nativas do Rio Grande do Sul. Poeticamente, o artista explicou que o mural busca reforçar a importância da preservação ambiental, tendo em vista o atual contexto de mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim como o mural de Amoretti, a obra de Douglas irá precisar de revitalizações de tempos em tempos. Nesse sentido, o artista comentou sobre a importância de reforçar a memória por meio do cuidado com as obras artísticas. “Eu acho que daqui uns 50 anos vai ser ainda mais importante pensarmos na questão ambiental, então a temática deste mural é atual e no futuro será ainda mais. A arte está sempre aí e no futuro serão necessários outros murais com mensagens relacionadas aos momentos que ainda virão”, pondera.</span></p>
[caption id="attachment_68622" align="alignright" width="659"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9758.jpg"><img class="wp-image-68622" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9758.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em um palco em frente ao mural ao anoitecer" width="659" height="440" /></a> "Isso é CAL" deverá ter novas edições no futuro[/caption]
<h3>O que esperar do próximo “Isso é CAL”?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O evento, em sua primeira edição, foi uma realização do CAL junto ao Gabinete do Reitor, </span><span style="font-weight: 400">Pró-Reitoria de Extensão (PRE)</span><span style="font-weight: 400">, Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e o Teatro Caixa Preta. A docente Raquel Guerra revelou que o último evento integrativo realizado em grande escala pelo Centro ocorreu em 2018, quando houve uma programação de 12 horas ininterruptas de atividades culturais. “Esse é o primeiro evento que chamamos de ‘Isso é CAL’, e promovemos uma programação com diversas atividades acontecendo simultaneamente, oferecendo mais opções para o público que vem prestigiar”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reitor da UFSM, Luciano Schuch, prestigiou o evento e destacou que o “CAL é o pulmão responsável por expandir a cultura de dentro da Universidade”. Para Luciano, a inauguração do mural, agora revitalizado, é um grande marco na história da UFSM e motivo de orgulho à comunidade santa-mariense. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em concordância com o depoimento do reitor, a vice-reitora, Martha Adaime, elogiou a atual gestão do Centro pela elaboração do evento. “Esse momento tem sido responsável por levar a cultura, a arte e a educação para a comunidade interna e externa da Universidade. A gente percebe que as pessoas estão se integrando e estão interessadas no que este Centro tem a oferecer. A comunidade da UFSM só tem a agradecer por isso”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em relação ao futuro do evento, o diretor do CAL revelou que as próximas edições ainda serão pensadas pela gestão, e que o próximo passo será recolher um <em>feedback</em> do público sobre o primeiro evento. “Ainda não conversamos sobre o ano que vem, mas queremos lutar para que aconteça novamente”, disse o diretor do Centro.</span></p>
<p><em>Confira mais imagens do evento:</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:group {"layout":{"type":"constrained"}} -->
<div class="wp-block-group"><!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column {"width":"100%"} -->
<div class="wp-block-column" style="flex-basis:100%"><!-- wp:gallery {"ids":[68625,68624,68626,68627],"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":68625,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9721-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-68625" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação do grupo de danças Mojubá</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":68624,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9771-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-68624" /><figcaption class="wp-element-caption">Juan Amoretti foi homenageado</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"lightbox":{"enabled":true},"id":68627,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/IC3A9565-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-68627" /><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação teatral no Caixa Preta</figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns --></div>
<!-- /wp:group -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Jéssica Pavan, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Centro de Artes e Letras promoveu a 1ª Semana Preta na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/18/centro-de-artes-e-letras-promoveu-a-1a-semana-preta-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 14:56:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[mês da consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[nei d&#039;ogum]]></category>
		<category><![CDATA[poetas vivos]]></category>
		<category><![CDATA[semana preta]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63752</guid>
						<description><![CDATA[Evento contou com apresentações, palestras e rodas de conversa que exaltaram a presença de pessoas negras na Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63753" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.25.jpeg"><img class="wp-image-63753" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.25.jpeg" alt="foto colorida horizontal com duas moças à frente do que parece ser um auditório, se vê algumas poltronas vazias. Ao fundo há um televisor e numa mesa de lado garrafas térmicas" width="610" height="457" /></a> Organização foi do Diretório Acadêmico Nei D’Ogum[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A 1ª Semana Preta organizada pelo Diretório Acadêmico Nei D’Ogum (Dano), dos cursos de Artes Cênicas e Teatro da UFSM, teve início na terça-feira (12) e encerrou no domingo (16). Através de espetáculos, palestras, apresentações entre outras atividades, a Semana Preta buscou dar visibilidade para a importância de pessoas negras dentro da Universidade e, principalmente, na área artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento aconteceu majoritariamente no prédio 40, do CAL, e no Teatro Caixa Preta. A programação contou com a presença de artistas e acadêmicos de Porto Alegre e Viamão, além de trazer espetáculos produzidos pelos alunos do curso de Teatro da Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Andrielle Razeira, estudante de Teatro e uma das organizadores da Semana, o evento vinha sendo planejado desde junho e teve como uma de suas inspirações Abdias do Nascimento, fundador do primeiro teatro negro do Rio Grande do Sul. No dia da abertura, Andrielle comentou sobre algumas questões que foram levantadas na organização dessas atividades. Uma delas foi: “é possível a gente esquecer que existem pessoas negras dentro da Universidade? Podemos concluir uma graduação esquecendo disso? É possível ir para faculdade e pensar que sou só uma aluna ou preciso sempre lembrar que sou uma aluna preta dentro da Universidade?”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A conclusão que ela e outros estudantes chegaram foi que não é possível. De acordo com Andrielle, a sociedade lembra a estudantes negros todos os dias quem são e o que é esperado deles. Não podem apenas ser alunos, são lembrados diariamente de qual é sua posição para a sociedade, seja por colegas, professores ou por qualquer pessoa que não compartilhe de sua negritude.</span></p>
[caption id="attachment_63754" align="alignleft" width="544"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.15.jpeg"><img class="wp-image-63754" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/WhatsApp-Image-2023-09-12-at-21.50.15.jpeg" alt="foto vertical colorida com quatro pessoas à frente do auditório, em pé, uma mulher está falando ao público" width="544" height="725" /></a> Grupo de poesia de Porto Alegre esteve presente[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“A gente queria retribuir essa lembrança, que não vem de um jeito amigável, não vem de um jeito muito legal, para que eles conheçam um pouco da nossa cultura, das coisas que a gente acredita. Outra coisa também é que a gente tem sempre a nossa ancestralidade conosco, quando a gente entra em cena, entra em qualquer local a gente carrega isso”, destaca Andrielle.</span></p>
<h3>"Poetas Vivos" na UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A abertura teve a presença do grupo de poesia de Porto Alegre chamado "Poetas Vivos". A apresentação ocorreu na terça (12), às 19h. Além dela a organização também passou como seria a programação da 1° Semana Preta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O grupo de poetas estava representado por Felipe Deds, Mariana Marmontel, MC DaNova e com o convidado e também poeta Maicon PNA. "Poetas Vivos" é conhecido por participar de projetos, visitar escolas, universidades, se apresentar em eventos, centros culturais e espaços públicos, com o intuito de levar cultura, arte, música e afroempreendedorismo. Os poetas também acreditam que, além de resistência, a autoestima, saúde mental e afeto são fatores essenciais na luta contra o racismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nossa proposta é levar um pouco de arte, um pouco de poesia pra dentro dos espaços que a gente acredita que são importantes de ter uma plantação de uma semente que vai além da poesia, mas que também transmita a educação, que transmita um pouquinho de educação antirracista. Viemos trazendo isso pra dentro de escolas, universidades, através de oficinas, palestras, intervenções. E sair de Porto Alegre e vir pra Santa Maria fazer isso é muito especial pra nós. A gente acredita muito na potência que a arte tem. A gente precisa de um pouco de carinho também, de autocuidado, afeto, e a gente vem trazendo isso através das nossas poesias da melhor forma”, comenta DaNova.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">"Poetas Vivos" surgiu de rodas de slam, espaços em que pessoas podem declamar poesias que falem sobre resistência, preconceitos e dificuldades de quem faz parte de alguma minoria. O grupo teve inicio em 2018 e desde então se apresenta pela capital e outras cidades, passando até mesmo pelo TEDx. </span></p>
[caption id="attachment_63755" align="alignright" width="611"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL4863.jpg"><img class="wp-image-63755" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL4863.jpg" alt="foto colorida horizontal com pessoas sentadas, de costas, voltadas para um rapaz sentado à frente, de moletom branco e com um notebook nas pernas" width="611" height="407" /></a> Programação contou com oficinas e palestras[/caption]
<h3>Corpos negros no palco</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a semana ocorreram oficinas e palestras que abordaram assuntos do corpo negro em cima dos palcos. Em uma das atividades ministrada pelo mestrando em Artes Cênicas da UFRGS Diordinis Baierle, houve a discussão do que seria o teatro negro e para quem ele seria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diordinis entende que a dramaturgia negra expressa as experiências de corpos negros, e que essas nem sempre precisam ser representadas através de violências ou contadas apenas pelo viés do racismo. Ainda em sua fala Diordinis destacou a importância de o teatro negro ser composto por pessoas negras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre a 1° Semana Preta, Diordinis comentou: “A gente tem poucas pessoas (negras) aqui dentro da Universidade, então se a gente tem um lugar que possa reativar e resgatar isso, eu acho que é nesse lugar que é a importância desses eventos. Para a gente começar a conversar, a poder compartilhar vivências, compartilhar isso que é 'escrevivências', compartilhar uma forma que vá tomando força para que se aquilombar, digo 'aquilombar' no sentido de ficar juntos, a gente realmente está unido para pensar novas práticas, para pensar uma forma de ser menos racista nelas, uma forma de pensar novos autores, novas autoras”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de palestras e discussões sobre teatro negro, também ocorreram espetáculos em que pessoas negras estavam no palco abordando assuntos sobre negritude, que não focassem apenas no racismo. Como no espetáculo “Ubumpuru Transversal: uma corpa marginal”, que ocorreu na sexta-feira (15), e falava também sobre transexualidade e suas vivências. </span></p>
[caption id="attachment_63756" align="alignleft" width="483"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL5027.jpg"><img class="wp-image-63756" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/MGL5027.jpg" alt="foto colorida horizontal de um palco escuro, cum uma atriz encanando sob um fraco jato de luz" width="483" height="322" /></a> Atividade mostrou ao público o potencial artístico e cultural da UFSM[/caption]
<h3>“Quem tem Orixá tem tudo”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O espetáculo “Esperando Zumbi”, dirigido por Andrielle Razeira, encerrou a 1ª Semana Preta. Marcada por muitas referências históricas e ancestralidade, a atividade mostrou ao público o potencial artístico e cultural que a UFSM tem. Andrielle conta que “Esperando Zumbi” se apresenta como uma crítica à forma como pessoas negras ainda são vistas pela sociedade, em um ato de reafirmação de espaço e direito. “Para que as pessoas não se esqueçam da gente e não se esqueçam que a gente não é só mais um aluno de Artes Cênicas. Nós somos alunos de Artes Cênicas negros, e é assim que a gente trabalha”, encerra a artista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de Produção Editorial Isabel dos Santos destaca a importância do evento para a conscientização e valorização da cultura negra. “É interessante porque nós não estamos nem em novembro, o Mês da Consciência Negra. E isso é muito bom, porque é algo que precisa ser falado sempre”, disse a jovem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, os idealizadores se preparam para o Mês da Consciência Negra, com o intuito de continuar dando espaço a pessoas negras. Além disso, a expectativa é de que a Semana Preta se torne anual e conte cada vez mais com a participação do público. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriel Escobar e Andreina Possan, estudantes de Jornalismo<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Gabriel Escobar<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Diversão, aprendizado e muita arte fizeram parte do 1º Festival de Teatro Estudantil Boca do Monte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/08/14/diversao-aprendizado-e-muita-arte-fizeram-parte-do-1o-festival-de-teatro-estudantil-boca-do-monte</link>
				<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 14:58:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>
		<category><![CDATA[teatro estudantil boca do monte]]></category>
		<category><![CDATA[teatro licenciatura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63308</guid>
						<description><![CDATA[Oito espetáculos foram apresentados no Teatro Caixa Preta e mobilizaram cerca de 90 estudantes da região até sábado (12)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63309" align="alignright" width="541"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8802-scaled-e1692024201487.jpg"><img class="wp-image-63309" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8802-scaled-e1692024201487.jpg" alt="foto colorida quadrada com pessoas no palco escuro, luz baixa, vestidas de branco, agachadas para uma selfie" width="541" height="569" /></a> Os espectadores foram levados para outro planeta na peça "O Planeta Macambúzios"[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na sexta (11) e no sábado (12), o Teatro Caixa Preta da UFSM foi sede do Festival de Teatro Estudantil Boca do Monte. O evento foi idealizado por duas alunas do curso de Teatro - Licenciatura da Universidade, Bruna Nathalia Alves da Silva e Natália de Souza Machado, que, durante a realização de seus trabalhos de conclusão de curso e estágios, notaram a importância de aproximar a prática teatral dos estudantes da rede básica de ensino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bruna conta que a motivação surgiu do contato que ambas as idealizadoras tinham com festivais de teatro. “Nós viemos de festivais estudantis, estamos na UFSM por conta deles, e quando chegamos em Santa Maria percebemos que não havia esses espaços, aí começamos nossos estágios e notamos o potencial dos alunos para o teatro, logo pensamos numa forma de trazer eles para a Universidade”, relata. “Esperamos que seja um momento de muita diversão, muita arte, em que os alunos possam ter contato com quem faz teatro”, complementa Natália. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O festival foi dividido em duas categorias. A primeira abarcou espetáculos de alunos dos 4 aos 11 anos de idade, e a segunda, alunos dos 12 aos 18 anos. Ao todo, oito espetáculos foram apresentados nos dois dias de eventos e mais de 90 alunos participaram. Para Manuela Santos Belmiro, integrante do grupo de teatro do Centro de Referência Familiar Recanto do Sol, poder mostrar a peça para outros alunos foi uma grande oportunidade. “Ensaiamos muito para estar aqui, erramos, fizemos de novo, e eu estou muito animada para apresentar”, conta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a coordenadora do Teatro Caixa Preta e docente de Artes Cênicas, Raquel Guerra, o festival denota o potencial extensionista da UFSM. “Para o Teatro Caixa Preta, que é uma unidade de extensão universitária do Centro de Artes e Letras e da Universidade como um todo, receber esse público externo, o público das escolas, é fundamental pro fomento futuro desse espaço”, destaca. Em concordância com Raquel, o diretor do Centro de Artes e Letras, Gil Roberto Costa Negreiros, pontua: “é um momento de integração entre as famílias e a Universidade”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro dia do evento contou com a apresentação da peça “Jardim de Cataventos”, realizada por Camila Borges e Marcelo Schmidt. Mesclando música e poesia, o espetáculo despertou a imaginação e arrancou sorrisos das crianças. “Toda vez que falamos em 'Jardim de Cataventos' nosso coração enche de alegria, a gente ama estar no palco, nesse lugar que é o teatro, compartilhando essas poesias”, conta Camila, artista e docente do Centro de Artes e Letras. </span></p>
[caption id="attachment_63310" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8702.jpg"><img class="wp-image-63310 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8702-1024x683.jpg" alt="foto colorida horizontal com dois atores no palco, com luz baixa e cataventos coloridos pendentes do teto. O homem toca violão e a mulher segura um catavento" width="1024" height="683" /></a> Com muita música e interatividade, Camila e Marcelo apresentaram o espetáculo "Jardim de Cataventos"[/caption]
[caption id="attachment_63311" align="alignright" width="512"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8843-scaled.jpg"><img class="wp-image-63311" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8843-scaled.jpg" alt="foto vertical colorida com duas meninas no palco, encenando, uma segura uma vassoura" width="512" height="767" /></a> Alunas do grupo de teatro da Emaet encenam a peça "Cadê Minha Vó?"[/caption]
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">As famílias que estiveram presentes relatam emocionadas a participação. “É sempre muito bom ver o desenvolvimento dessa gurizada, essa oportunidade grande de se expressar através do teatro e de poder assistir à peça dos colegas”, destaca Lídia Raymundo, mãe da Maisa, que fez parte da peça “Cadê Minha Vó?”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para os acadêmicos envolvidos na organização, foi uma oportunidade de aprofundar o aprendizado da sala de aula. “Poder auxiliar no processo foi maravilhoso, a gente ama fazer teatro e se diverte fazendo isso, ainda mais quando vemos o Teatro Caixa Preta repleto de alunos”, conta Sara Lourenço, acadêmica de Teatro - Licenciatura. Para ela, a meta já é uma segunda edição do evento. “O festival possibilitou aos estudantes de escolas públicas uma vivência teatral enriquecedora e emocionante e não tem experiência melhor que essa”, completa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das duas categorias contarem com premiações, o objetivo do festival foi o aprendizado e não a competição. Ao fim de cada uma das peças, os alunos foram convidados a conversar com os jurados, para entenderem o que poderiam melhorar e como enriquecer o espetáculo com novas ideias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos jurados do primeiro dia de evento, o artista e professor Gelton Quadros, pontua a importância do teatro na vida dos pequenos. “O teatro não é pra você se tornar um profissional do teatro, é para a vida, para aprender a se comunicar bem com as pessoas, é inteligência espacial, inteligência emocional, trabalhar a afetividade no contato com o colega, tudo isso é passado e ensinado no teatro e é levado pra vida”, diz.</span></p>
[caption id="attachment_63312" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8869.jpg"><img class="wp-image-63312 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/013A8869-1024x683.jpg" alt="foto colorida horizontal com crianças sentadas num chão azul, em semicirculo, com alguns adultos atrás, em pé" width="1024" height="683" /></a> Os alunos se divertiram com as avaliações dos jurados[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Milene Eichelberger, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: <span style="font-weight: 400">Gustavo Leme Damascena <br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina sobre trabalho em altura oferta vagas para a comunidade da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/23/oficina-sobre-trabalho-em-altura-oferta-vagas-para-a-comunidade-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 10:47:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=48800</guid>
						<description><![CDATA[O projeto de revitalização das práticas de utilização do Teatro Caixa Preta da UFSM, coordenado pela professora Raquel Guerra, está oferecendo à comunidade universitária uma oficina sobre a Norma Regulamentadora 35 (NR-35), que aborda o trabalho desenvolvido em altura. O objetivo da oficina é proporcionar aos alunos e servidores docentes e técnico-administrativos da UFSM um [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto de revitalização das práticas de utilização do Teatro Caixa Preta da UFSM, coordenado pela professora Raquel Guerra, está oferecendo à comunidade universitária uma oficina sobre a Norma Regulamentadora 35 (NR-35), que aborda o trabalho desenvolvido em altura.</p>
<p>O objetivo da oficina é proporcionar aos alunos e servidores docentes e técnico-administrativos da UFSM um conhecimento básico de teoria e prática do trabalho em altura de acordo com a norma, visando à execução das técnicas de forma segura, sobretudo aquelas ligadas a espetáculos. A ação integra projeto aprovado no edital do Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn 2019), lançado pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd).</p>
<p>A oficina acontece nesta terça-feira (23), das 8h às 12h e das 14h às 18h, no Centro de Treinamento do Grupo Simões, localizado na BR 287, nº 170, no bairro Urlândia.</p>
<p>As inscrições gratuitas podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdvN9SXLfO5oALI5ThVzEJ12XHQvytLfbNcksMmMmkRAjl_AA/viewform" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdvN9SXLfO5oALI5ThVzEJ12XHQvytLfbNcksMmMmkRAjl_AA/viewform&amp;source=gmail&amp;ust=1563964337619000&amp;usg=AFQjCNHE5W0-tKf-Efb_6OGJ--max3aTZg">neste link</a>.</p>
<p>O ministrante será Elton Fagundes, profissional de acesso por corda nível 3, membro do CEET/ABNT, socorrista, auditor, instrutor e palestrante na área.</p>
<p>Entre os temas abordados, estão: responsabilidades e comportamento do trabalho em altura; normas relacionadas; análise dos riscos inerentes ao trabalho em altura e espaço confinado; equipamentos de proteção individual (EPIs) e equipamentos auxiliares; recomendações de saúde; conceitos e tipos de ancoragens e nós; fator de queda e forças geradas numa queda; técnicas de progressão por corda; conhecimentos básicos da NR-35.</p>
<p>Serão fornecidos certificados de aprovação a todos que tiverem 100% de participação e até 70% de aproveitamento durante a oficina, conforme avaliação do instrutor. Outras informações são obtidas pelo telefone (55) 99946-4092.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto "TÃO TÃO 10 anos" apresenta espetáculo de dança no Teatro Caixa Preta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/12/ufsm-recebe-projeto-tao-tao-10-anos-com-espetaculo-no-caixa-preta</link>
				<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 17:46:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[espetaculos]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=46843</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM vai receber nesta quinta-feira (14) e sexta-feira (15) o &#8220;TÃO TÃO 10 ANOS&#8221; , projeto de circulação comemorativa de 10 anos do espetáculo de dança contemporânea “Tão longe, tão perto, tão perto, TÃO&#8230;” da Ânima Cia de Dança, de Porto Alegre. O projeto realiza a remontagem de “Tão longe, tão perto, tão perto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":46845,"align":"left","width":324,"height":485,"linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Crédito-Edu-Rabin-2-1.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/Crédito-Edu-Rabin-2-1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-46845" width="324" height="485" /></a><figcaption>Renata de Lélis e Viviane Lencina protagonizam espetáculo dirigido por Eva Schul, um dos maiores nomes da dança no Brasil. (foto:  Edu Rabin) </figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM vai receber nesta quinta-feira (14)  e sexta-feira (15) o  "TÃO TÃO 10 ANOS" , projeto de circulação comemorativa de 10 anos do espetáculo de dança contemporânea  “Tão longe, tão perto, tão perto, TÃO...” da Ânima Cia de Dança, de Porto Alegre. O projeto realiza a remontagem de “Tão longe, tão perto, tão perto TÃO...” e ações pedagógicas, ambas de forma gratuita em cada cidade contemplada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto vai circular este ano pelas cidades de Santa Maria , Bagé, Pelotas e Caxias do Sul. As atividades pedagógicas se dividem em oficinas, debates com o público e com convidados e a exibição de um documentário sobre a trajetória de Eva Schul, diretora da Ânima Cia de Dança, que em 2019 comemora 70 anos de vida e 55 anos de carreira. Ela dirige o espetáculo protagonizado pelas bailarinas criadoras Renata de Lélis e Viviane Lencina.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em Santa Maria, a programação está dividida em diversas atividades no Campus da UFSM. O  Espetáculo  "Tão longe, tão perto, tão perto TÃO ..." será apresentado em duas sessões na quinta (14) e na sexta (15), às 19h,  no Teatro Caixa Preta (anexo ao prédio 40). A <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/tao_cartaz-SM-1.jpg"><strong>programação completa</strong></a> inclui oficina de dança contemporânea no espaço Multiuso, debates, e  exibição do documentário sobre a trajetória de Eva Schul. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto é uma realização da Ânima Cia. de Dança e Tão Tão Produções Culturais, com  financiamento é do Fundo Pró-Cultura RS. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Relações humanas em movimento</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Tão longe tão perto, tão perto, TÃO..."  é um espetáculo de dança contemporânea que flerta com as linguagens do teatro e da performance. A peça utiliza como instalação cenográfica uma casa translúcida onde as bailarinas Viviane Lencina e Renata de Lélis se relacionam. Vemos na poética dos corpos em movimento, questões intrínsecas ao humano, a relação intensa e delicada entre duas mulheres, um amor e suas complexidades, onde ora se busca o encontro, ora há a necessidade de afastamento. A diretora Eva Schul, um dos mais importantes nomes da dança no país, orienta a montagem de “Tão longe, tão perto, tão perto, TÃO...”, convidando o público a espiar através das frestas e transparências da casa cenográfica, tornando-se voyeur do convívio íntimo entre elas. As criadoras buscam ressignificar a questão do amor e sexualidade, desvelando as subjetividades por baixo do vínculo afetivo entre duas mulheres.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>O processo de criação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos destaques do espetáculo que, no processo de pesquisa e montagem no ano de 2008, a direção foi realizada à distância. Diretora e criadoras não se localizavam sequer na mesma cidade, e durante meio ano, as tratativas e a pesquisa coreográfica eram elaboradas, ensaiadas, gravadas e depois discutidas através de diferentes mecanismos de comunicação.  Desde então, o conceito de distâncias reais e subjetivas, de comunicação e de tempo, mediados pela tecnologia, alteraram-se. Isto se deu  de tal forma, que não só é possível, mas muito simples conceber que aquilo que parece tão perto, logo estará longe, e aquilo que sequer imaginamos, pode não estar tão distante assim.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:core-embed/youtube {"url":"https://www.youtube.com/watch?v=YMOEWDhvI3U\u0026feature=share","type":"video","providerNameSlug":"youtube","className":"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"} -->
<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.youtube.com/watch?v=YMOEWDhvI3U&amp;feature=share
</div></figure>
<!-- /wp:core-embed/youtube -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Informações: Creuza Barreto (Divulgação). Fotografia: Edu Rabin</em><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Artes Cênicas promove I Mostra dos Espetáculos dos alunos do VI semestre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/22/curso-de-artes-cenicas-promove-i-mostra-dos-espetaculos-dos-alunos-do-iv-semestre</link>
				<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 16:06:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Caixa Preta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45676</guid>
						<description><![CDATA[O curso de Artes Cênicas &#8211; Direção e Interpretação Teatral promove  a I Mostra de Espetáculos do VI Semestre  2018. Será de 22 de novembro a 15 de dezembro, com oito espetáculos que serão realizados no Teatro Caixa Preta, no Bosque da UFSM e também na Estação Ferroviária de Camobi. A mostra é uma produção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O curso de Artes Cênicas - Direção e Interpretação Teatral promove  a I Mostra de Espetáculos do VI Semestre  2018. Será de 22 de novembro a 15 de dezembro, com oito espetáculos que serão realizados no Teatro Caixa Preta, no Bosque da UFSM e também na Estação Ferroviária de Camobi. A mostra é uma produção do curso de Artes Cênias e TEU Studio I, com apoio da UFSM e Centro de Artes e Letras. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":45677} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/image-1-709x1024.jpg" alt="" class="wp-image-45677" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        