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				<title>FoodTech Skills – o InovaTec promove dois workshops sobre práticas laboratoriais e registros de produtos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/11/07/foodtech-skills-a-inovatec-promove-dois-workshops-sobre-praticas-laboratoriais-e-registros-de-produtos</link>
				<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 21:46:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[No mês de novembro, o InovaTec UFSM Parque Tecnológico, em parceria com o Sebrae, ofertará dois workshops que fazem parte da programação do Foodtech Skills – uma sequência de eventos que visam promover a união do ensino e da prática sobre tecnologias na área de foodtech. Nesta edição, a temática será voltada a práticas laboratoriais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
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<p><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/eventos/foodtech-skills-workshops-agrega-agro"><img class="alignright wp-image-12409 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/11/foodtech-skills-294x300.jpg" alt="" width="294" height="300" /></a>No mês de novembro, o InovaTec UFSM Parque Tecnológico, em parceria com o Sebrae, ofertará dois workshops que fazem parte da programação do <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/eventos/foodtech-skills-workshops-agrega-agro"><strong>Foodtech Skills</strong></a> – uma sequência de eventos que visam promover a união do ensino e da prática sobre tecnologias na área de foodtech. Nesta edição, a temática será voltada a práticas laboratoriais e registros de produtos.</p>
<p>O primeiro encontro acontecerá no dia 12, às 9h, e tem como título “RDC nº 839/2023 e registros de produtos”. O conteúdo será voltado aos tópicos-chave: entendimento prático da RDC n° 839/23; aplicação da norma nas empresas e serviços relacionados; legislação vigente, desafios e oportunidades; organização e gestão documental como base para novos mercados; e uso das certificações e regulamentações de maneira assertiva.</p>
<p>Já o segundo, que será no dia 26, às 9h, se intitula “Boas práticas laboratoriais e sustentáveis”. E abordará os assuntos: higiene, qualidade e sustentabilidade em processos (com base nas legislações vigentes e obrigatoriedades); bases legais e operacionais para boas práticas; impactos positivos na segurança e imagem empresarial; e conexão com futuras exigências de certificações e mercado.</p>
<p>Ambos workshops serão ministrados no InovaTec UFSM (Prédio 61H), por Fabiana Rosa de Freitas e Tiago Santos de Almeida, sócios-proprietários da Agrega Agro e Negócios.</p>
<p>Os workshops são abertos ao público, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas abaixo através dos formulários conforme o tema:</p>
<p><strong><a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5136">RDC nº 839/2023 e registros de produtos</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5137">Boas práticas laboratoriais e sustentáveis</a></strong></p>
<p>O InovaTec UFSM Parque Tecnológico realiza atividades como essas com o objetivo de ampliar conhecimentos e proporcionar oportunidades de aprendizado tanto para a comunidade acadêmica quanto para o público de Santa Maria. Os workshops do Food Tech Skills de novembro acontecem com apoio do Sebrae RS.</p>
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<div class="row contato">
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<p class="titulo-conteudos"><span style="font-size: revert;color: initial">Contato para tirar dúvidas: <a href="mailto:comunicacao.inovatec@ufsm.br"><strong>comunicacao.inovatec@ufsm.br</strong></a>.</span></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Disciplina de Análise Sensorial de Alimentos: onde os cinco sentidos humanos se encontram</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/02/disciplina-de-analise-sensorial-de-alimentos-onde-os-cinco-sentidos-humanos-se-encontram</link>
				<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[análise sensorial]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[Do curso Superior de Tecnologia de Alimentos, a disciplina realiza pesquisas com produtos da Polifeira do Agricultor e pode trazer benefícios aos produtores.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="457" data-end="791">Ao tocar em um animal de estimação, sentir o cheiro de uma comida afetiva ou degustar um alimento pela primeira vez, os cinco sentidos humanos se relacionam. Esses mesmos sentidos,  visão, olfato, tato, paladar e audição, são utilizados pela disciplina de Análise Sensorial de Alimentos do curso Superior de Tecnologia em Alimentos para avaliar produtos alimentícios.</p>
<p data-start="793" data-end="1270">Na análise sensorial, a opinião do consumidor é fator fundamental. Nesse contexto, a Polifeira do Agricultor é parceira da disciplina. Jusane Carvalho, proprietária da banca Boutique da Colônia, explica que a experiência ajuda a avaliar a viabilidade de venda de um alimento. Segundo ela, a disciplina já a auxiliou a perceber que alguns produtos, como queijos e derivados lácteos que produzia, não correspondiam às expectativas dos consumidores, refletindo em baixos lucros.</p>
[caption id="attachment_70359" align="alignleft" width="700"]<img class="wp-image-70359 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-01-at-11.11.22-4-1024x768.jpeg" alt="Fotografia horizontal colorida. A esqueda cabines numeradas de um a cinco, cada uma com uma luz de uma cor diferente ligada, respectivamente: lilás, vermelho, amarelo, verde e azul. Ao centro um corredor que leva até uma janela no fundo da sala. À direita uma parede de azulejos brancos que reflete as cores da iluminação." width="700" height="525" /> Cabine utilizada para os testes[/caption]
<h3 data-start="1272" data-end="1309">Alimentos como objetos de estudo</h3>
<p data-start="1310" data-end="1942">A análise sensorial considera aspectos físico-químicos e microbiológicos dos alimentos para verificar se estão de acordo com regulamentos técnicos e livres de contaminação. Também investiga, por meio da análise toxicológica, a presença de compostos ou resíduos nocivos. “Muitas vezes as pessoas esquecem que o alimento pode estar de acordo com os aspectos físico-químicos, microbiológicos e toxicológicos, mas não está apropriado sensorialmente. Por isso, a análise sensorial utiliza métodos para avaliar se o produto está de acordo com o que o consumidor espera”, comenta a professora da disciplina, Flávia Michelon Dalla Nora.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, a professora conta sobre a importância do interesse do consumidor para a análise sensorial e a produção de alimentos. “As preferências do consumidor vão mudando com o passar do tempo. Por exemplo, temos um crescente aumento de interesse por produtos</span><i><span style="font-weight: 400"> plant-based</span></i><span style="font-weight: 400">, que sejam ambientalmente amigáveis. Isso pode ser um diferencial para que a pessoa escolha o produto.” A disciplina prepara os futuros profissionais para compreender o que é de maior interesse ao público consumidor, para que o produtor tenha respostas positivas e vendas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse tipo de análise não funciona apenas para alimentos, os mais diversos tipos de produtos podem ser avaliados. Cremes corporais, shampoos, perfumes, móveis, carros e até cores de paredes podem ser examinados para o interesse do consumidor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na análise sensorial de cosméticos itens como, cheiro, cor, durabilidade, conforto e segurança para a pele são levados em consideração. O importante é que o produto seja funcional, cumprindo o que promete, mas que seja seguro e confortável para o uso. Flávia exemplifica: “</span><span style="font-weight: 400">muitas vezes usamos um hidratante para as mãos que fica muito pegajoso, muito umectante. A gente não quer isso, queremos uma boa espalhabilidade, que ele seque rápido e que não deixe a pele grudenta”.</span></p>
<h3>Teoria, prática e extensão</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A disciplina, ofertada nos dois semestres do ano, é obrigatória para o</span><span style="font-weight: 400"> mas pode ser cursada por acadêmicos de outros cursos como Disciplina Complementar de Graduação (DCG). Ela é formada por trinta horas de teoria, quinze horas de prática e outras quinze com prática de caráter extensionista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cadeira é um diferencial para os futuros profissionais, a professora Flávia Michelon Dalla Nora destaca, “hoje as vagas na área de análise sensorial crescem bastante, tanto para estágio, quanto para trabalho. Poucas pessoas vão para essa área, é pouco explorada ainda, principalmente pelos tecnólogos em alimentos. Mas é uma área que cresce bastante, porque a gente precisa entregar produtos a serem comercializados que estejam  de acordo com o que o consumidor espera”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o semestre, os alunos aprendem sobre a relevância do local da pesquisa para os resultados. O Laboratório de Análise Sensorial, vinculado ao Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, é fundamental para que as pesquisas com consumidores sejam realizadas. O espaço é preparado para receber as degustações, com cabines individuais que permitem a prova de alimentos sem que fatores externos impliquem nos resultados. </span><span style="font-weight: 400">Atualmente, o laboratório está informatizado, com computadores. Além disso, a iluminação pode ser controlada pelos pesquisadores, com diferentes tons e cores. O espaço pode ser reservado para quem precisar realizar análises sensoriais. Para isso, é necessário entrar em contato com o  Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os acadêmicos estudam as diferentes classes de testes: </span><span style="font-weight: 400">discriminativos, afetivos e descritivos. “Uma empresa que faz produção de panetones precisou trocar os seus fornos. Será que os novos fornos vão mudar a qualidade dos produtos?”, exemplifica a professora. Através dos métodos discriminativos, os acadêmicos buscam perceber se há diferenças ou não entre as amostras analisadas. Já com os afetivos, realiza-se a pesquisa com os consumidores, buscando entender qual das amostras foi a preferida. E no método descritivo realiza-se a avaliação geral do produto, descrevendo de texturas á gostos e cores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No primeiro semestre de 2025, os acadêmicos realizaram a </span><span style="font-weight: 400">análise de um hidromel. </span><span style="font-weight: 400">Eles foram responsáveis por planejar e escolher o tipo de teste, pensar no número de pessoas que provariam e codificar as amostras. Após o teste, realizaram o tratamento de dados e a análise dos números resultantes. Assim, a turma pode entregar um relatório com os resultados obtidos, indicando quais foram os aspectos preferidos dos consumidores e o que pode ser melhorado.</span></p>
<h3><img class="alignright wp-image-70361 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Diferentes-classes-de-testes.jpg" alt="Ilustração colorida. Na parte superior está escrito em roxo: “Diferentes classes de testes”. Abaixo são descritas as três categorias de métodos da análise sensorial, cada uma acompanhada de ilustrações.

A primeiro é &quot;métodos discriminativos&quot;. O texto diz:  &quot;os acadêmicos buscam perceber se há diferenças ou não entre as amostras analisadas&quot;. Ao lado, há uma ilustração de três pedaços de queijo alinhados em formato de meia lua, o primeiro queijo tem a casca laranja, enquanto os outros são amarelos. 

A segunda categoria, &quot;Métodos Afetivos&quot;, está ao lado direito da ilustração, abaixo do método citado antes.  O texto diz: &quot;realiza-se a pesquisa com os consumidores, buscando entender qual das amostras foi a preferida&quot;. A ilustração ao lado esquerdo traz rostos de três pessoas em cores diferentes. O rosto em roxo tem uma expressão de espanto. O rosto em laranja tem uma expressão descontente e o rosto em azul está sorridente. 

O último teste é o de &quot;Métodos Descritivos&quot;. O texto diz: &quot;realiza-se a avaliação geral do produto, descrevendo de texturas a gostos e cores&quot;. Ao lado, há a ilustração de uma prancheta azul com uma folha marcada com itens de lista e gráficos coloridos. Ao lado da prancheta há um lápis amarelo. " width="526" height="661" />Entendendo o consumidor </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Flávia, as empresas que realizam análises sensoriais têm vários benefícios: otimização e padronização de produtos, adequação às necessidades do consumidor e avaliação da concorrência. “As edições limitadas da Pepsi, por exemplo, servem como uma estratégia para testar novos produtos no mercado, avaliando sua aceitação antes de decidir sua permanência ou não</span><span style="font-weight: 400">”</span><span style="font-weight: 400">, exemplifica Flávia. </span></p>
<h3>A análise sensorial na Polifeira do Agricultor </h3>
<p><span style="font-weight: 400">A disciplina também atua na Polifeira do Agricultor. Os acadêmicos analisam produtos de algumas bancas, como a Boutique da Colônia, de Jusane Carvalho, participante da feira há seis anos. Sua primeira experiência ocorreu há dois anos. “tivemos uma resposta bem significativa, porque a gente consegue ter a resposta do público para que a gente possa melhorar. É uma experiência, atividade válida”</span><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Suas cucas foram o primeiro produto avaliado que, segundo a proprietária, foram muito elogiadas, com poucas considerações para mudanças. Já na segunda análise, pastinhas de queijo foram o objeto de estudo e não tiveram continuidade. “Não vingou, era um produto muito caro, não teve rotatividade. Mas em sabor e textura, ele foi aprovado”, conta a empreendedora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Jusane acredita que a relação da Polifeira com a disciplina é benéfica: “A gente tem a prática, mas muitas vezes não temos a teoria. Os alunos trazem para nós a teoria e nós levamos a parte prática. É uma troca e eu considero isso muito valioso.”</span></p>
<h3>Quem participa das análises sensoriais?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Qualquer pessoa pode participar das análises sensoriais. É preciso, no entanto, observar a composição do alimento, especialmente em casos de restrições alimentares. Antes de iniciar a pesquisa, o participante preenche um termo de consentimento autorizando o uso das respostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O laboratório de Análise Sensorial </span><span style="font-weight: 400">está no prédio 42 do Centro de Ciências Rurais (CCR)</span><span style="font-weight: 400">, na </span><span style="font-weight: 400">sala 3212. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto e fotos: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Design gráfico: Lisa de Mello, estudante de desenho industrial e estagiária na Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entenda como ler rótulos de alimentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/04/entenda-como-ler-rotulos-de-alimentos</link>
				<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 13:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[alto teor açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[alto teor gordura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[embalagens de alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[tabela nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[Disciplina do curso de Tecnologia de Alimentos ensina como as embalagens devem ser feitas para cumprir normativas e facilitar a vida dos consumidores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você já se deparou com dificuldades ao ler o rótulo de algum produto alimentício? Já encontrou informações que não entendeu nas embalagens de algo que costuma comprar? No curso de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), uma cadeira tem como objetivo lidar com esses problemas corriqueiros na vida de parte da população. A disciplina de Embalagens de Alimentos, ministrada pela professora associada do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, Aline Sobreira Bezerra, tem como proposta ensinar os estudantes sobre como ler e produzir embalagens e rótulos. </p><p>A disciplina destaca, entre outros assuntos, a resolução <a href="https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&amp;tipo=RDC&amp;numeroAto=00000727&amp;seqAto=002&amp;valorAno=2022&amp;orgao=RDC/DC/ANVISA/MS&amp;codTipo=&amp;desItem=&amp;desItemFim=&amp;cod_menu=1696&amp;cod_modulo=134&amp;pesquisa=true">RDC 727 de 2022</a>, emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata da rotulagem de alimentos embalados. A normativa da Anvisa estabelece que são informações obrigatórias nos rótulos os seguintes itens: denominação de venda, lista de ingredientes, nova fórmula, rotulagem nutricional, conteúdo líquido, instruções de conservação, informações de procedência (identificação de origem e do lote) e prazo de validade. As embalagens também precisam informar sobre a presença de aditivos alimentares e advertir sobre a presença de lactose, o açúcar do leite,  ou de outros ingredientes que podem causar alergias em pessoas predispostas.</p><p>Existem algumas exceções em que esses itens não são obrigatórios, como lista de ingredientes em embalagens pequenas, com painel principal menor que 10 cm²; embalagens de alimentos com apenas um ingrediente, a exemplo do café e do chimarrão; e nova fórmula para alimentos destinados para fins industriais ou serviços de alimentação.</p><p>Além disso, todas as informações obrigatoriamente devem estar escritas em português, com caracteres de tamanho, realce e visibilidade adequados, e com tamanho mínimo de letras e números de 1 milímetro. Ainda, as embalagens não podem trazer informações que induzam o consumidor ao erro e nem ressaltar fins medicinais ou terapêuticos.  </p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/infografico-embalagem-1-1024x683.jpg" alt="" />													
		<h3><b>Conheça</b><b> elementos obrigatórios dos rótulos de alimentos</b></h3><h4><b>1 -Denominação de venda</b></h4><p>O item diz respeito ao padrão de identidade e qualidade do produto. É o nome que define o alimento, e deve estar na parte principal (frente) do rótulo, para que o consumidor identifique a natureza do alimento.</p><p>Por exemplo, na embalagem do chocolate neste post, a denominação de venda consta no texto na parte superior do lado da frente do rótulo: “Chocolate com castanhas 60% cacau”. </p><p>Por vezes, a denominação de venda pode não estar bem destacada, o que gera confusão no consumidor. É o caso das embalagens de leite condensado e de mistura láctea, que são parecidas, mas apresentam composições e características diferentes. A denominação de venda da mistura é: “mistura láctea condensada de leite, soro de leite e amido”.</p><h4><b>2 - Lista de ingredientes</b></h4><p>É a enumeração de tudo que está presente na composição do alimento, em ordem decrescente de proporção. Nela também estão listados os aditivos alimentares, que são regulamentados pela Resolução <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-rdc-n-778-de-1-de-marco-de-2023-468499613">RDC 778/2023</a> e pela <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-in-n-211-de-1-de-marco-de-2023-468509746">Instrução Normativa 211/2023</a>, ambas da Anvisa. Na imagem do chocolate, no topo da página, percebe-se que o ingrediente principal é a manteiga de cacau, gordura natural que confere textura e cremosidade.</p><p>A professora Aline Bezerra destacou os aditivos como uma das informações que podem ser mais complexas para o consumidor. Segundo a Anvisa, os aditivos são ingredientes sem propósito de nutrir, adicionados aos alimentos para modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, o processamento, o preparo, o tratamento, a embalagem, o acondicionamento, a armazenagem, o transporte ou a manipulação de um alimento. As informações dos aditivos precisam incluir a sua função tecnológica, que diz respeito ao uso ou efeito daquele aditivo em determinado alimento, e prova que é tecnologicamente necessário e não prejudicial à saúde. </p><p>Nas informações nutricionais presentes em, por exemplo, uma embalagem de açaí estão os estabilizantes goma guar, goma xantana e carboximetilcelulose sódica. A professora explicou que a função tecnológica, para que aquele aditivo serve, é a palavra “estabilizantes”, seguido dos nomes de cada um. “Sempre precisa ter a função tecnológica e o nome. Aquilo é para estabilizar aquele produto, ou seja, tornar esse alimento mais estável”, comentou. Esses estabilizantes são especialmente utilizados em produtos embalados e servem para preservar a qualidade. </p><p>Outros tipos de aditivos alimentares são os conservantes, os corantes, os adoçantes, o bicarbonato de sódio e os emulsificantes. Apesar de parecer similar a função dos conservantes, os estabilizantes mantêm a qualidade do produto. Já os conservantes têm como função preservar a segurança do alimento.</p><h4><b>3 - Rotulagem nutricional </b></h4><p>A tabela de informação nutricional apresenta todos os nutrientes que aquele alimento contém e o seu respectivo valor nutricional. Com a resolução 429/2020 da Anvisa, uma das principais mudanças da <a href="https://nutrimixconsultoria.com.br/nova-tabela-de-informacao-nutricional-a-influencia-da-resolucao-rdc-n-429/">Nova Tabela de Informações Nutricional</a>  foi a revisão do tamanho das porções, já que antes esse número era padronizado e não correspondia às porções reais consumidas.</p><p>Além disso, estabelece que calorias e açúcares adicionados devem ser destacados, em negrito, e com uma fonte maior, para facilitar a leitura dos consumidores e alertar sobre o valor energético de cada produto. Da mesma forma, os açúcares adicionados precisam obrigatoriamente ser descritos, e em uma linha específica.</p><p>Na parte de cima da tabela, logo abaixo do título, a primeira informação é o tamanho das porções, que agora declara o número das porções por embalagem e menor variabilidade entre porções. Em seguida, são enumerados os nutrientes presentes. Cada nutriente agora tem a descrição do seu valor nutricional por 100 mg de alimento, para que seja possível fazer comparações, além do cálculo percentual do valor diário.</p><h4><b>4 - Advertências de alergênicos</b></h4><p>As informações sobre alergênicos devem ficar dispostas próximas à lista de ingredientes. Trata-se da menção à presença de ingredientes que podem causar uma reação alérgica em pessoas predispostas a essa condição. Conforme a resolução RDC 26/2015, da Anvisa, são 17 alimentos alergênicos principais, como glicose, lactose, glúten, trigo, cevada, aveia, soja, amendoim, castanhas e crustáceos. </p><p>No exemplo do chocolate, existe a indicação de que há derivados de leite e soja, e pode conter avelã, amendoim, castanha de caju, pistache e amendôa.</p><p>“Existe uma lista grande de alergênicos, mas se eu tiver alergia a algum desses ingredientes, eu vou conseguir visualizar. Isso fica sempre em caixa alta e em cor contrastante, para ficar mais claro para o consumidor”, explica Aline.</p><h4><b>5 - Advertências de alto teor de ingredientes críticos</b></h4><p>A rotulagem nutricional de advertências é um elemento que passou a ser obrigatório apenas em 2020, com as resoluções <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-de-diretoria-colegiada-rdc-n-429-de-8-de-outubro-de-2020-282070599">RDC 429/2020 </a>e  <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-in-n-75-de-8-de-outubro-de-2020-282071143">IN 75/2020</a>. A rotulagem nutricional diz respeito à presença de componentes críticos para a saúde do consumidor, que são: açúcar adicionado, gordura saturada e sódio. As embalagens devem identificar se  teor é baixo, alto ou médio em uma porção. A partir das resoluções, essa informação obrigatoriamente deve aparecer na parte frontal da embalagem, e é representada por uma lupa. </p><p>O exemplo utilizado nesta matéria, o chocolate com castanhas, traz a lupa no canto direito superior com o alerta do alto teor de açúcar adicionado e de gordura saturada.</p><p>“A maior inovação da rotulagem foi essa lupa, porque ela traz um alerta para a população que vai chegar no mercado e vai comprar esse produto. Fica mais claro para o consumidor”, destacou. A professora ainda acrescenta: “É muito difícil a gente olhar uma tabela de informação adicional e ler assim: açúcar, carboidrato, 27, 18... O que é isso? Mas aqui eu sei que, por exemplo, tem alto teor de açúcar adicionado, e, se eu for diabético, não vou poder consumir”. </p><p>Aline informou que essa mudança na rotulagem fez com que muitas empresas alterassem a fórmula dos alimentos, para tentar escapar do aviso da lupa, que consequentemente, ficou mais destacada na embalagem e afasta alguns consumidores. Por isso, algumas alterações no sabor podem ser detectadas em alguns produtos.</p><h4><b>6 - Data de validade e lote</b></h4><p>Também são informações obrigatórias. A data deve conter o dia se a validade for inferior a três meses. Se for superior, pode trazer mês e ano. O lote é um dado que ajuda no rastreio da produção, informação relevante em caso de algum problema, como contaminação.</p><h3><b>Rotulagem no exterior</b></h3><p>Apesar de ser uma inovação no Brasil, outros países já haviam se adaptado ao rótulo nutricional frontal há alguns anos. O primeiro país a adotá-la foi o Equador em 2013, seguido pelo Chile em 2016, Uruguai em 2018, Peru em 2019 e México em 2020. </p><p>Desde 2012, a <a href="https://www.paho.org/pt/brasil">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</a> promovia discussões e políticas públicas sobre a necessidade de reduzir doenças ligadas à obesidade e ao excesso de peso. Entre as iniciativas, está a indicação de alto teor de açúcar adicionado, gordura saturada e sódio. Cada país pode personalizar como essa informação é apresentada na embalagem, como a lupa usada no Brasil. Os termos que podem ser utilizados para descrever tal questão são determinados pela <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-in-n-75-de-8-de-outubro-de-2020-282071143">IN 75/2020</a>. Atualmente, os países do Mercosul trabalham em conjunto para estabelecer as regulações de rotulagens. </p><h3><b>Embalagens acessíveis</b></h3><p>A acessibilidade é uma necessidade que o Brasil ainda não conseguiu implementar nos rótulos. Algumas alternativas estão em uso em outros países. É o caso dos rótulos em QR code e em braille. O uso de relevo em embalagens, com informações principais destacadas em cores e sinalizações, são outras iniciativas que melhoram a acessibilidade de produtos alimentícios. </p><p>Embora também sejam utilizados em alguns itens nacionais, os rótulos acessíveis ainda não estão disseminados em todos os produtos. “A gente deveria trabalhar mais nisso. Hoje o que eu vejo como propostas o QR Code, o braille e o acesso pelo celular para que as informações contidas no rótulo sejam ouvidas. Deveria ter mais aqui no Brasil.”, comenta Aline.</p><h3><b>A importância de&nbsp;</b><b style="font-size: calc(1.3rem + 0.6vw);color: #000000">aprender sobre rótulos e embalagens&nbsp;</b></h3>
<p>A cadeira Embalagens de Alimentos é obrigatória do curso de Tecnologia de Alimentos. Também existe a displina complementar de graduação (DCG) Rotulagem na Indústria de Alimentos. Além dos alunos do curso, estudantes de Nutrição costumam frequentar as disciplinas.&nbsp;</p>
<p>Aline explicou que, além de serem disciplina que apresentam conhecimento teórico a respeito das rotulagens, os alunos também aprendem a produzir seus próprios rótulos. Assim, muitos estudantes aproveitam para elaborar embalagens para os próprios produtos, como é o caso de Luísa Lesonier, aluna das duas cadeiras que vende pães de queijo. Luísa criou rótulo para o pão de queijo sob a orientação da professora Aline.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="1015" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/1747746054032-e1749041869683-1024x1015.jpg" alt="Foto colorida horizontal de embalagem de pão de queijo. O rótulo tem formato de caixa pequena amarela com uma área circular aberta. Existe a indicação de alto teor de gordura saturada." />											<figcaption>Embalagem de pão de queijo feita por estudante do curso de Tecnologia de Alimentos</figcaption>
										</figure>
		<p>A importância de ter conhecimento sobre rótulos não se limita apenas aos estudantes da área ou a quem trabalha com produção ou venda de alimentos. Toda a população necessita ler rótulos antes de comprar um produto, seja para checar a validade, por ter alergia ou restrição alimentar, por dieta ou por outro motivo. Nem sempre essa é uma tarefa fácil, por conta da presença de termos técnicos não comuns no dia a dia, ou apenas desconhecimento das seções de um rótulo. </p><p>“Uma das atividades deles é pegar quatro rótulos de produtos e avaliar se estão de acordo com as resoluções. Eles olham e percebem isso aqui não tem, isso aqui está faltando, isso aqui está errado. Eles começam a olhar de uma forma mais técnica, pois geralmente somos muito leigos nesse assunto. Realmente é uma coisa difícil. Mostrar isso para o aluno e ele poder repassar o conhecimento para outra pessoa, para um parente, é muito importante”, comenta Aline.</p><p><i><strong>Texto e foto</strong>: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i><strong>Arte</strong>: Daniel Michelon de Carli</i></p>
<p><i><strong>Edição</strong>: Maurício Dias</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Municípios do CISGA participam de curso sobre Análises e Detecção de Fraudes em Leite</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/04/15/municipios-do-cisga-participam-de-curso-sobre-analises-e-deteccao-de-fraudes-em-leite</link>
				<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 12:06:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[#Leite]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[cisga]]></category>
		<category><![CDATA[laticínios]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCTA]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[Municípios do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Serra Gaúcha (CISGA) participaram de curso sobre Análises e Detecção de Fraudes em Leite que aconteceu no Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Alimentos e Bebidas (CEAB) no distrito de Fazenda Souza em Caxias do Sul, no dia 07 de abril. O curso foi ministrado pela professora Neila Richards, docente do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="size-full wp-image-11555 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/04/15-04-2025-e1744718691879.jpg" alt="" width="580" height="450" />Municípios do <a href="https://www.cisga.com.br/"><strong>Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Serra Gaúcha (CISGA)</strong></a> participaram de curso sobre <em>Análises e Detecção de Fraudes em Leite</em> que aconteceu no Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Alimentos e Bebidas (CEAB) no distrito de Fazenda Souza em Caxias do Sul, no dia 07 de abril.</p>
<p>O curso foi ministrado pela professora Neila Richards, docente do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFSM.</p>
<p>Participaram do curso médicos veterinários dos Serviços de Inspeção Municipais de Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Fagundes Varela, Nova Bassano e Nova Roma do Sul e, também técnicos de diversas empresas do RS, de outros municípios e da Secretaria de Agricultura do Estado do RS.</p>
<p>A capacitação fez parte do programa de atualização e treinamento contínuo promovido pelo Consórcio CISGA, visando sempre aprimorar a qualidade de seu corpo técnico, demonstrando o compromisso do consórcio com a qualidade e a segurança dos alimentos, fortalecendo a atuação dos Serviços de Inspeção Municipais (SIMs) e promovendo uma cadeia produtiva mais transparente e confiável para todos.</p>
<p>Para o médico veterinário do SIM de Nova Roma do Sul, Gustavo Erhardt, o curso foi uma excelente oportunidade para aprender e desenvolver novas técnicas de identificação de fraudes em leite. “Essa capacitação vai melhorar a nossa capacidade de apoiar os laticínios e queijarias registrados nos municípios consorciados, garantindo o controle e a prevenção de fraudes na matéria-prima recebida e uma fiscalização mais efetiva, contribuindo assim para a segurança e qualidade dos produtos que chegam aos consumidores”, afirmou Gustavo.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Diretor do CCR participa de missão oficial em Portugal e avança em parcerias internacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2024/11/19/diretor-do-ccr-participa-de-missao-oficial-em-portugal-e-avanca-em-parcerias-internacionais</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 12:05:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[capes print]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 24 de outubro e 8 de novembro, o professor Alessandro Dal’Col Lúcio, Diretor do Centro de Ciências Rurais da UFSM, esteve em missão oficial em instituições portuguesas pelo Programa CAPES/PRInt, promovendo a internacionalização e a ampliação de parcerias acadêmicas e científicas. Durante a missão, o professor Alessandro visitou: Instituto Politécnico de Bragança [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="flex-shrink-0 flex flex-col relative items-end">
<div class="pt-0">
<div class="gizmo-bot-avatar flex h-8 w-8 items-center justify-center overflow-hidden rounded-full">
[caption id="attachment_10906" align="alignleft" width="514"]<img class="wp-image-10906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/11/foto3-1024x768.jpg" alt="" width="514" height="385" /> <span style="color: #808080"><em>Visita ao Instituto Politécnico de Bragança</em></span>[/caption]
<p class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><span style="font-size: revert;color: initial">Entre os dias 24 de outubro e 8 de novembro, o professor </span><a href="https://www.instagram.com/adlucio72/"><strong style="font-size: revert;color: initial">Alessandro Dal’Col Lúcio</strong></a><span style="font-size: revert;color: initial">, Diretor do Centro de Ciências Rurais da UFSM, esteve em missão oficial em instituições portuguesas pelo Programa </span>CAPES/PRInt<span style="font-size: revert;color: initial">, promovendo a internacionalização e a ampliação de parcerias acadêmicas e científicas.</span></p>
<p class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><span style="font-size: revert;color: initial">Durante a missão, o professor Alessandro visitou:</span></p>
<ul>
<li class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><strong style="font-size: revert;color: initial">Instituto Politécnico de Bragança (IPB)</strong><span style="font-size: revert;color: initial">, incluindo a Escola Superior Agrária, a Escola Superior de Tecnologia e Gestão, o Centro de Investigação de Montanha e o Centro de Investigação de Digitalização e Robótica Inteligente;</span></li>
<li class="relative p-1 rounded-sm flex items-center justify-center bg-token-main-surface-primary text-token-text-primary h-8 w-8"><strong style="font-size: revert;color: initial">Instituto Politécnico de Setúbal (IPS)</strong><span style="font-size: revert;color: initial">, com visitas à Escola Superior de Tecnologia do Barreiro e à Escola Superior de Tecnologia de Setúbal.</span></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="group/conversation-turn relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn">
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<div class="min-h-8 text-message flex w-full flex-col items-end gap-2 whitespace-normal break-words [.text-message+&amp;]:mt-5" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="294fe894-5b93-480d-891b-364c1314967d" data-message-model-slug="gpt-4o">
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p><span style="font-size: revert;color: initial">As atividades incluíram reuniões com as Presidências dos Institutos, direções das escolas, coordenadores de cursos de graduação e pós-graduação, chefias de departamentos e líderes de centros de investigação. Nessas ocasiões, foram apresentadas as potencialidades da UFSM em ensino, pesquisa e inovação, e discutidas possibilidades de cooperação entre as instituições.</span></p>
[caption id="attachment_10907" align="alignright" width="446"]<img class="wp-image-10907" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/11/foto9-1024x768.jpg" alt="" width="446" height="335" /> <span style="color: #808080"><em>Visita ao Instituto Politécnico de Setúbal</em></span>[/caption]
<p><strong>Resultados e avanços da missão</strong><br /><br />A visita consolidou importantes avanços, incluindo:</p>
<ol>
<li>
<p><strong>Tratativas para um Programa de Dupla Diplomação</strong> entre o IPS e a UFSM nas áreas de Administração, Engenharia de Produção, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Sanitária e Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Aprovação do Programa de Dupla Diplomação na área de Zootecnia</strong> entre o IPB e a UFSM, já válido em ambas as instituições.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Início das tratativas para novos Programas de Dupla Diplomação</strong> entre o IPB e a UFSM em Agronomia, Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Engenharia Florestal, Engenharia Elétrica, Ciências Contábeis, Administração e Economia.</p>
</li>
</ol>
<p>Além disso, foram discutidos projetos futuros de pesquisa conjunta, incluindo programas de mobilidade acadêmica, “sanduíches” e “co-tutela” para graduações, mestrados e doutorados.<br /><br />A missão reforça o compromisso da UFSM com a internacionalização do ensino superior e amplia oportunidades para estudantes e pesquisadores por meio de parcerias estratégicas, beneficiando tanto a comunidade acadêmica da UFSM quanto as instituições portuguesas.</p>
</div>
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</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mascotes do CCR se unem para trazer momentos de lazer para crianças da ONG Cipriano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/05/13/mascotes-do-ccr-se-unem-para-trazer-momentos-de-lazer-para-criancas-da-ong-cipriano</link>
				<pubDate>Mon, 13 May 2024 11:08:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65807</guid>
						<description><![CDATA[Além das brincadeiras, grupo doou kits de higiene e alimentos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_65808" align="alignleft" width="332"]<img class="wp-image-65808 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/05/ong.jpg" alt="" width="332" height="546" /> A solidariedade vem acompanhada de atos de carinho[/caption]
<p>Na manhã da última sexta-feira (11), os mascotes do Centro de Ciências Rurais da UFSM proporcionaram momentos de alegria e diversão para as crianças atendidas pela <a href="https://www.instagram.com/ong.cipriano/">ONG Cipriano</a>, em Santa Maria. A ação envolveu recreação e distribuição de kits contendo doces, materiais educativos e itens essenciais de higiene pessoal.</p>
<p>A iniciativa foi coordenada pelo Diretório Acadêmico da Engenharia Florestal, pela Turma 105 da Agronomia e pela Coordenação do Curso Superior em Tecnologia de Alimentos, com apoio da Coordenação do Curso de Engenharia Florestal e do Curso de Agronomia.</p>
<p>Para auxiliar as ações deste grupo de voluntários entre em contato com o <a href="https://www.instagram.com/daef_ufsm/">DAEF (Diretório Acadêmico da Engenharia Florestal da UFSM)</a> ou <a href="https://www.instagram.com/ata105ufsm/">ATA 105 (Turma 105 da Agronomia da UFSM)</a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório da UFSM imprime chocolates com casca de laranja</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/08/04/laboratorio-da-ufsm-imprime-chocolates-com-casca-de-laranja</link>
				<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 11:57:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63192</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo do projeto é contribuir com alimentação saudável e reduzir o descarte de alimentos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas por ano no mundo. Pensando nesta problemática, pesquisadores da UFSM encontraram alternativas que podem servir para diminuir esse desperdício, começando pelo Restaurante Universitário (RU). Frutas que iriam para o cardápio são transformadas em chocolates, impressos em formatos inusitados.</p>
<p>O trabalho é desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologias de Alimentos da UFSM. Na prática, eles imprimem chocolates em uma impressora 3D, com um diferencial: o adicional da casca da laranja. De acordo com Juliano Barin, docente do Departamento de Tecnologia e Ciência Alimentos, e Angélica Inês Kaufmann, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, a ideia é que a casca de laranja, além de contribuir com o processo de impressão, gera um alimento mais saudável e um aproveitamento de frutas que seriam descartadas pelo RU.</p>
<p><strong>Conheça a iniciativa na matéria da TV Campus:</strong></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->https://www.youtube.com/watch?v=m7lpRSl5dS0]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>InovaTec terá laboratório de fabricação para foodtechs e bioinsumos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/06/16/inovatec-tera-laboratorio-de-fabricacao-para-foodtechs-e-bioinsumos</link>
				<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 19:54:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=62524</guid>
						<description><![CDATA[A previsão é que o BioFabLab e o FoodTech FabLab sejam instalados no segundo semestre deste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Em expansão no mundo todo, os laboratórios de fabricação (conhecidos como <i>fablabs</i>) também se expandem no Brasil. Em 2023, dois projetos de <i>fablabs</i> serão implantados na UFSM: o de bioinsumos será o primeiro do Rio Grande do Sul nessa área, enquanto que o de <i>foodtechs</i> será o primeiro na América Latina nesse ramo. Com os nomes respectivos de BioFabLab e Food Tech FabLab, eles contarão com recursos do Ministério da Agricultura e Pecuária, tendo como órgão executor o InovaTec UFSM Parque Tecnológico, e contando ainda com o apoio da Prefeitura de Santa Maria e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Termo derivado da expressão em inglês <i>fabrication laboratory</i>, os <i>fablabs</i> são ambientes equipados com máquinas e ferramentas de fabricação digital que impulsionam e incentivam a inovação, a aprendizagem e o empreendedorismo local. Esses ambientes surgiram junto com o crescimento da cultura <i>m</i><i>aker</i>, fornecendo espaços de interação entre empreendedores, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral para que possam experimentar, aprender, compartilhar conhecimento e desenvolver projetos a partir do uso de tecnologias colaborativas. Os <i>fablabs</i> possuem tecnologias como impressoras 3D, cortadoras a laser e máquinas de fresagem CNC (<i>computer numeric control</i>), entre outras ferramentas de fabricação

[caption id="attachment_62572" align="alignright" width="557"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/media-1.jpg"><img class=" wp-image-62572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/media-1-225x300.jpg" alt="" width="557" height="743" /></a> O professor Juliano Barin desempenha atividades de pesquisa e ensino na área de foodtechs (foto: Izadora Lemes Rocha)[/caption]

O primeiro laboratório de fabricação foi desenvolvido por um programa do Center for Bits and Atoms no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Dados disponibilizados pelo Instituto FabLab Brasil localizaram 147 <i>fablabs</i> pelo país e, desse total, seis se encontram no Rio Grande do Sul. Um fato relevante é que nenhum deles trabalha nas áreas de <i>foodtech</i><i>s</i> ou de bioinsumos.

Para Maria Daniele Dutra, gestora do InovaTec e coordenadora dos projetos que serão executados na UFSM, os <i>fablabs </i>são espaços pensados para dar acesso facilitado à inovação e ferramentas às pessoas, seja por meio da formação aberta e gratuita, seja por potencializar as redes e o processo colaborativo, que intensificam a aprendizagem prática da tecnologia.

<b>Food Tech FabLab –</b> Para o <i>fablab</i> no ramo de <i>foodtechs</i>, o objetivo é implantar um sistema indutor de inovação e empreendedorismo no Parque Tecnológico da UFSM, através da instalação de uma infraestrutura física com equipamentos, fornecendo assim capacitação profissional e treinamentos nessa área. As <i>foodtechs</i> são empresas que trabalham ressignificando os sistemas alimentares, utilizando tecnologias para criar soluções inovadoras que podem aprimorar seus nichos de aplicação, como os listados a seguir:

- processamento de alimentos;

- novos ingredientes e produtos;

- sistemas de entrega por aplicativo (<i>delivery</i>) e rastreabilidade;

- varejo e <i>food service</i>, que inclui novos equipamentos e serviços, trabalhando até mesmo em soluções para o desperdício de alimentos.

“Vai impactar muito positivamente em questão de acesso e geração de conhecimento, porque – ao se trabalhar com <i>fablab</i> – estaremos gerando uma série de conhecimentos que depois serão explorados na pesquisa, pelas empresas, e que vão agregar conhecimentos novos que até então não se tinha. Então, se espera que com isso consigamos induzir os processos de inovação, e assim, gerar novos empreendimentos”, afirma o professor Juliano Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, que desempenha atividades de pesquisa e ensino na área de <i>foodtech</i>.

Uma característica importante do Rio Grande do Sul é que as <i>foodtechs</i> aparecem entre os 10 principais segmentos econômicos do estado, ocupando a 9ª colocação, diferentemente do cenário nacional, onde o ramo está fora do top 10. Outra característica importante é que Santa Maria é a cidade que apresenta maior concentração de <i>foodtechs</i> na região Sul.

Não à toa, a UFSM é uma instituição que tem parceria com o maior <i>hub</i> de <i>foodtechs</i> da América Latina: o Food Tech Hub Latam. Além disso, <i>cases</i> de sucesso como o aplicativo de entregas Delivery Much e a empresa de máquinas de café Baristo, que foram incubadas na UFSM e hoje atuam em escala nacional, mostram a importância e o potencial do investimento nesse setor.

[caption id="attachment_62573" align="alignleft" width="516"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/media.jpg"><img class=" wp-image-62573" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/media-225x300.jpg" alt="" width="516" height="688" /></a> Chocolates feitos a partir de uma impressora 3D de alimentos (foto: Izadora Lemes Rocha)[/caption]

<b>E</b><b>quipamentos –</b> As tecnologias que serão utilizadas foram selecionadas de acordo com o potencial de inovação que podem trazer aos processos de produção de ingredientes e alimentos. Elas não privilegiam alguma área específica, de forma que atendam uma maior diversidade de demandas, incluindo áreas como vegetais minimamente processados, sucos, bebidas, proteína animal e <i>plant-based</i>, emulsões, aromas, microrganismos e massas, entre outras. Entre os equipamentos que serão adquiridos, destacam-se impressora 3D de alimentos, extrusora de proteínas (<i>plant-based</i>), pasteurizador a frio, extrator de aromas sem uso de solventes, homogenizador de alta pressão, liofilizador e <i>spray dryer</i>.

Outro setor que será beneficiado, segundo Juliano Barin, será o regulatório, incluindo órgãos de controle como a Vigilância Sanitária e o próprio Ministério da Agricultura. “Tentaremos integrar o regulatório a essas pesquisas, então o próprio órgão regulador vai ter um suporte que pode ser usado através desse laboratório, para embasar suas decisões em cima da segurança e registro dos produtos. Então vamos ter vários atores da sociedade que estarão cobertos”, completa.

<b>BioFabLab –</b> O projeto do BioFabLab que será implantado tem como objetivo criar um espaço de criação e inovação que apoiará empreendedores no setor agropecuário, com foco na área de bioinsumos. Os bioinsumos consistem em processos ou tecnologias de origem vegetal, animal ou microbiana, destinados ao uso na produção, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agropecuários.

“Hoje no Brasil se perde muito no pós-colheita. Frutas – principalmente frutas e hortaliças. Então, você pode utilizar um microrganismo para controlar esses fungos que atacam as frutas, diminuindo a incidência desses fungos, consequentemente você preserva ela por mais tempo”, afirma o professor Márcio Mazutti, do Departamento de Engenharia Química da UFSM.

O Brasil é um dos países que mais utilizam agrotóxicos no mundo, e os bioinsumos surgem como uma alternativa sustentável que esses produtores podem acessar e utilizar em sua cadeia produtiva. Segundo Mazutti, muitas vezes os pequenos agricultores ficam à mercê dessas tecnologias, o que acaba afetando na produtividade das colheitas e na preservação desses produtos. Assim, a utilização de bioinsumos pode beneficiar a cadeia do agronegócio da região. “A partir do momento que você começa a disseminar conhecimento, você começa a mostrar para esses pequenos agricultores que é possível eles começarem a pensar em produzir um biodefensivo, ou (caso não queiram produzir) que eles podem comprar de diferentes empresas, biodefensivos e aplicá-los. [...] Eu acho que essa é a principal contribuição que você tem em termos de desenvolvimento regional”, pontua.

Assim, o BioFabLab terá o objetivo de promover e criar soluções inovadoras que promovam a saúde do solo, a proteção de culturas e a sustentabilidade agrícola. Dentro desse ambiente, está previsto o desenvolvimento de microrganismos benéficos, biofertilizantes, biopesticidas e outros produtos biológicos que podem substituir ou complementar insumos químicos tradicionais, visando reduzir o impacto ambiental e promover práticas agrícolas mais sustentáveis.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Boas Práticas para Serviços de Alimentação ocorre em 15 e 16 de dezembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/29/curso-de-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-ocorre-em-15-e-16-de-dezembro</link>
				<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:17:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60617</guid>
						<description><![CDATA[O público-alvo inclui estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 15 e 16 de dezembro, será oferecido na UFSM o Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h, na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será oferecida uma turma, com 35 vagas e no mínimo 10 participantes. Ao custo de R$ 150,00, a inscrição pode ser realizada nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela doutoranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos.

Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com e também na página <a href="https://www.ufsm.br/eventos/boaspraticas/" target="_blank" rel="noopener">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Boas Práticas para Serviços de Alimentação ocorre nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/21/curso-de-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-ocorre-nesta-semana</link>
				<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 20:11:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60557</guid>
						<description><![CDATA[O público-alvo inclui estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na quinta (24) e sexta-feira (25), será oferecido na UFSM o Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h, na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será oferecida uma turma, com 35 vagas e no mínimo 10 participantes. Ao custo de R$ 150,00, a inscrição pode ser realizada nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela doutoranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos.

Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com e também na página <a href="https://www.ufsm.br/eventos/boaspraticas/" target="_blank" rel="noopener">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Edital da Fapergs vai destinar R$ 7,5 milhões para projetos de desenvolvimento de agrotecnologias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/09/06/edital-da-fapergs-vai-destinar-r-75-milhoes-para-projetos-de-desenvolvimento-do-agronegocio</link>
				<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 19:29:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[agittec]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=59610</guid>
						<description><![CDATA[A iniciativa visa a estimular a pesquisa e a geração de tecnologia e inovação no universo agro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<p>O Inova Agro, novo edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), vinculada à Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (Sict), foi lançado na última quinta-feira (1º), no RS Innovation Agro Stage, palco da inovação na 45ª Expointer, evento que ocorreu de 27 de agosto a 4 de setembro no município de Esteio. Serão aportados R$ 7,5 milhões destinados a projetos multidisciplinares, científicos e tecnológicos para o desenvolvimento do agronegócio gaúcho.</p>
<p>O objetivo do edital é apoiar equipes de pesquisa instaladas no Rio Grande do Sul cujo foco seja a inovação de produtos e processos abrangendo pelo menos um dos seguintes temas: agronomia, recursos florestais e engenharia florestal; ciência e tecnologia de alimentos; engenharia agrícola; medicina veterinária, zootecnia e recursos pesqueiros. Pessoas físicas vinculadas a instituição de ciência e tecnologia (ICT), empresas de pequeno e médio porte e <i>startups</i> são o público-alvo, sendo que parcerias entre ICTs e empresas serão priorizadas.</p>
<p>A iniciativa visa a estimular a pesquisa e a geração de tecnologia e inovação no universo agro. “Há alguns critérios de avaliação. Serão considerados, por exemplo, o mérito e originalidade científica/tecnológica da proposta, o potencial de inovação e a capacitação da equipe executora”, disse o diretor técnico-científico da Fapergs, Rafael Roesler.</p>
<p>As propostas devem ser submetidas até 21 de outubro, e a divulgação do resultado final deve ocorrer a partir de 17 de novembro. Os projetos aprovados terão o prazo máximo de 36 meses para execução. O edital completo está disponível <a href="https://fapergs.rs.gov.br/edital-fapergs-sict-06-2022-inova-agro" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>O lançamento contou com a presença do secretário Alsones Balestrin (Sict), que destacou que o investimento em projetos de fomento ao agronegócio já atingiu a marca de R$ 38,5 milhões. “Esse não é o primeiro investimento de inovação no agronegócio, mas um edital exclusivo ao setor privilegia a importância desse segmento para o desenvolvimento do Estado. Isso é algo muito importante para fomentarmos ainda mais o nosso agronegócio”, afirmou.</p>
<p><i>Texto: Assessorias de comunicação da Fapergs e Sict</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Boas Práticas para Serviços de Alimentação ocorre nos dias 11 e 12 de julho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/23/curso-de-boas-praticas-para-servicos-de-alimentacao-ocorre-nos-dias-11-e-12-de-julho</link>
				<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 18:21:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58958</guid>
						<description><![CDATA[O público-alvo inclui estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Nos dias 11 e 12 de julho, será oferecido na UFSM o Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h, na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será oferecida uma turma, com 35 vagas e no mínimo 10 participantes. Ao custo de R$ 150,00, a inscrição pode ser realizada nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela doutoranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 997059898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com e também na página <a href="https://www.ufsm.br/eventos/boaspraticas/" target="_blank" rel="noopener">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de pesquisa sobre insetos comestíveis está com seleção aberta para bolsista</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/30/projeto-de-pesquisa-sobre-insetos-comestiveis-esta-com-selecao-aberta-para-bolsista</link>
				<pubDate>Mon, 30 May 2022 22:37:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58704</guid>
						<description><![CDATA[Para ganhar a bolsa Fipe, é necessário que o candidato disponha de 16 a 20 horas semanais para as atividades do projeto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Estão abertas até esta terça-feira (31) as inscrições na seleção para bolsista do projeto de pesquisa Insetos Comestíveis: Percepção do Consumidor, coordenado pela professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM. Podem candidatar-se alunos dos cursos de graduação em Agronomia, Tecnologia em Agronegócio, Tecnologia em Alimentos, Medicina Veterinária, Farmácia, Química Industrial e áreas afins. Para ganhar a bolsa, que é financiada pelo Fundo de Incentivo à Pesquisa (Fipe), é necessário que o candidato disponha de 16 a 20 horas semanais para as atividades do projeto, e também que participe da edição 2022 da Jornada Acadêmica Integrada (JAI), entre outros requisitos.

Os interessados devem enviar um e-mail para neilarichardspandemia2020@gmail.com, o qual deve conter as informações e os documentos exigidos no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/05/Edital-Bolsista-FIPE-2022F.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital de seleção</a>. O processo seletivo consiste em entrevista e análise do currículo.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mostra de empreendimentos da Quarta Colônia ocorre quinzenalmente no Royal Plaza Shopping</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/04/14/mostra-de-empreendimentos-da-quarta-colonia-ocorre-quinzenalmente-no-royal-plaza-shopping</link>
				<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 21:50:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58264</guid>
						<description><![CDATA[Realizada pelo projeto Geoprodotto da UFSM, a Mostra Saberes e Sabores ajuda empreendedores locais a popularizar seus produtos caseiros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_58265" align="alignright" width="556"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/KEY1935.jpg"><img class=" wp-image-58265" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/KEY1935-300x200.jpg" alt="" width="556" height="371" /></a> A mostra surge como uma forma de expor a elaboração de produtos com identidade própria[/caption]

<span style="font-family: Times New Roman, serif">A Mostra Saberes e Sabores, do projeto de extensão Geoprodotto da UFSM, acontece neste final de semana no 3º andar do Royal Plaza Shopping. Esta é a quinta edição do evento, que (desde a sua segunda edição) ocorre quinzenalmente. Serão dois dias de evento: o primeiro é nesta sexta-feira (15), das 11h às 20h, e o segundo é neste sábado (16), das 10h às 22h. A professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, é uma das integrantes da comissão organizadora, junto com as empreendedoras Tânia Cervo e Raquel Melo e a nutricionista Greici Uliana. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Objetivo –</b> O projeto Geoprodotto surgiu para incentivar ações transversais e interdisciplinares com os empreendedores da região da Quarta Colônia de Imigração Italiana, ao buscar fortalecê-los com vistas a um melhor aproveitamento das suas potencialidades, envolvendo-os no processo de resgate, construção, preservação, valorização e principalmente na propagação da memória e identidade local dos produtos elaborados e comercializados na comunidade. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Com esse objetivo, a mostra surge como uma forma de expor a elaboração de produtos com identidade própria, unida com a integração da bio e geodiversidade do território da Quarta Colônia. Dessa forma, consegue-se conceber, compartilhar e gerar novos conhecimentos em prol das perspectivas sustentáveis na região. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Origem –</b> Como informa a professora Neila Richards, as ações do projeto tiveram início em setembro do ano passado, com visitas pontuais a alguns empreendimentos e orientações online. Em dezembro, o Royal Plaza Shopping abriu um espaço para que o projeto pudesse mostrar os empreendimentos legalizados da Quarta Colônia. Segundo ela, o sucesso foi tanto que o convite para apresentar a mostra se repetiu. Nesse momento, o convite foi para que o evento fosse realizado com periodicidade fixa, quinzenalmente. “Vejo esse projeto como um filho que saiu de casa para ter seu próprio espaço”, comenta Neila.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Crescimento – </b>A organizadora exalta a evolução do projeto, com a vinda de duas novas empreendedoras: Raquel Melo, da empresa Sr. Dino, e Tânia Cervo, da Cervo Agro indústria. “Já cresceu e já caminha sozinho”, orgulha-se. Ao listar os feitos do Geoprodotto, ela cita o apoio do projeto a pequenas agroindústrias familiares da região da Quarta Colônia, incluindo a orientação a respeito do processo produtivo, da produção em si e da comercialização de seus produtos com qualidade, em consonância com a legislação vigente. “Devidamente certificados, o projeto está levando à geração de empregos e renda nas pequenas propriedades rurais da região, além de estimular e capacitar estudantes da UFSM na prática”, comenta. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Produtos – </b>Dentre os produtos comercializados, com a identidade característica da região, estão cucas, biscoitos, bolachas, geleias, salame, vinho, queijos, mel, ovos, souvenir (como canecas e bordados), facas personalizadas, hortifrúti, salgados, massa caseira, bolos, pão de mel, sabonetes artesanais e água para lençol, dentre outros. Os empreendimentos que farão parte da mostra neste final de semana são: </span>

[caption id="attachment_58266" align="alignright" width="553"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/KEY1825.jpg"><img class=" wp-image-58266" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/KEY1825-300x200.jpg" alt="" width="553" height="368" /></a> O projeto valoriza a bio e geodiversidade da região, com produtos que fazem referência, por exemplo, ao patrimônio paleontológico[/caption]

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Arteiras por Amor (de Faxinal do Soturno);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Colina Artesanato (de Silveira Martins);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Sr. Dino (de Agudo);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Doce Lembrança – Saboaria Artesanal e Velas Aromáticas (de Faxinal do Soturno);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Fases Personalizados (de Faxinal do Soturno);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Cutelaria Menegassi (de Agudo);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Azienda Bastiani (de Faxinal do Soturno);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Cervo Agroindústria (de Faxinal do Soturno);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">JBW Doces e Sabores (de Silveira Martins);</span>

• Laticínios Fazendouro<span style="font-family: Times New Roman, serif"> (de São João do Polêsine);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Giacomini Alimentos (de São João do Polêsine);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Armazém dos Salgados (de Faxinal do Soturno);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Mel Schüller (de Agudo);</span>

• <span style="font-family: Times New Roman, serif">Granja Dom Gentil (de Faxinal do Soturno);</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">• Vinhos e Sucos Val Feltrina.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Realizada pela UFSM e pelos empreendimentos integrantes do projeto, a mostra conta ainda com o apoio do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (Consesus) da Quarta Colônia, Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) Central e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS).</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Gabrielle Pillon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Fotos: Divulgação</i></span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Edição: Lucas Casali</i></span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Doutoranda da UFSM desenvolve microcápsulas de ômega 3 para tornar alimentos mais saudáveis</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/05/04/doutoranda-da-ufsm-desenvolve-microcapsulas-de-omega-3-para-tornar-alimentos-mais-saudaveis</link>
				<pubDate>Tue, 04 May 2021 04:36:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[agittec]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55683</guid>
						<description><![CDATA[Na pesquisa, a gordura saturada de hambúrgueres foi substituída por microcápsulas inteligentes de ômega 3]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="p1">Uma pesquisa revolucionária vem sendo desenvolvida por Rosane Heck, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA) da UFSM. Com o objetivo de trazer mais saúde através dos alimentos, a doutoranda tem atuado há seis anos, desde seu mestrado, no desenvolvimento de técnicas para aumentar o teor do ômega 3 principalmente em produtos cárneos. Nos últimos dois anos, a pesquisa – que tem orientação do professor Paulo Cezar Bastianello Campagnol – vem sendo realizada com financiamento da <span class="s1">Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior</span> (Capes).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada que traz benefícios à saúde humana, prevenindo doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer e trazendo auxílio em tratamentos estéticos, como no combate à celulite. Alguns estudos mostram que esse nutriente também pode auxiliar no tratamento de doenças degenerativas do cérebro. Porém, o ômega 3 não é produzido pelo nosso corpo, ou seja, precisa vir de uma fonte externa. Ele é extremamente necessário para manter nosso corpo saudável, tanto que já existem, há alguns anos, fármacos no mercado com a proposta do ômega 3 extraído de peixes vendido em cápsulas gelatinosas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">No ano de 2015, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, que faz parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), classificou as carnes processadas como cancerígenas.<span class="Apple-converted-space">  </span>Nesse grupo estão também produtos derivados do tabaco, o amianto, raios solares e fumaças provenientes de automóveis, ônibus e caminhões. Os especialistas concluíram que cada porção de 50 gramas de carne processada ingerida diariamente aumenta em 18% o risco de uma pessoa contrair câncer colorretal.</p>
<p class="p1">Diante de tal cenário, com sua pesquisa, Rosane conseguiu desenvolver um método que retira gordura saturada da carne e adiciona microcápsulas de ômega 3 para fazer esse equilíbrio. Um hambúrguer de 100 gramas possui entre 20% e 23% de gordura saturada. Desses 20%, se retira metade da gordura saturada (em torno de 10 gramas). No teste feito pela doutoranda, ela explica que 2% de ômega 3 é adicionado a cada 100g, ou seja, 2 gramas de microcápsulas. Essa quantidade do nutriente equivale a 15% da necessidade diária recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo a classificação do órgão, essa quantia já caracteriza o alimento como rico em ômega 3.</p>
<p class="p1">Produzidas nos laboratórios do PPGCTA, as microcápsulas inteligentes de ômega 3 – como foram batizadas – têm no máximo 100 micra de tamanho, ou seja, 0,001 milímetro, o que significa que são invisíveis a olho nu. Esse tamanho possibilita que elas sejam adicionadas em qualquer produto alimentício.</p>
<p class="p1">A pesquisa possui um grande diferencial a seu favor na produção dessas cápsulas. O ômega 3,,em sua forma pura, quando aquecido se torna tóxico para o corpo humano. Então a ideia de colocá-los em hambúrgueres que serão submetidos ao fogo ou chapas que alcançam altas temperaturas soa até antagonista. Rosane conseguiu desenvolver uma barreira térmica em seu microencapsulamento. Esse revestimento externo possibilita um aquecimento de mais de 100 graus Celsius, e até congelamentos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/ilustração_agência.jpg"><img class="alignright  wp-image-55684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/05/ilustração_agência.jpg" alt="" width="538" height="303" /></a>Outro diferencial conseguido com essa técnica é que ela possui uma espécie de gatilho. Esse gatilho é uma liberação controlada no intestino humano. “De nada adianta pensar apenas na<span class="Apple-converted-space">  </span>produção da cápsula e sua implementação no produto. Ela pode ser colocada na boca e já pode romper com a mastigação. No PH ácido do estômago, também poderia se perder a absorção dos nutrientes. Com essa técnica desenvolvida durante meu mestrado e aperfeiçoada no meu doutorado, nós conseguimos produzir esse gatilho de ativação. Ou seja, ela vai passar por todo o trato gastrointestinal, e vai chegar lá no intestino, onde é absorvido esse nutriente,<span class="Apple-converted-space">  </span>e só aí vai romper a cápsula. Assim a pessoa não vai precisar consumir dez gramas de ômega 3 para absorver apenas um”, revela Rosane.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">O terceiro diferencial dessa técnica é que ela consegue mascarar o sabor e odor de peixe, um problema comum nas cápsulas gelatinosas disponíveis em farmácias. É uma característica do ômega 3 esse sabor e odor, mesmo não tendo sido extraído do peixe, que é o caso desse projeto. A origem da matéria-prima, tanto das paredes das cápsulas quanto do seu conteúdo, é vegetal – as plantas utilizadas são segredo industrial. Ou seja, é um produto com sinal verde para vegetarianos e veganos, que muitas vezes possuem dificuldade na substituição desse nutriente em sua dieta. Esse grupo de pessoas é desfavorecido de produtos no mercado. O co-orientador da pesquisa de doutorado, Cristiano Ragagnin de Menezes, é vegetariano, o que foi também importante para o desenvolvimento do trabalho, comenta Rosane. Ela também frisa que o processo de fabricação das microcápsulas é livre de testes em animais.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1"><b>Publicação – </b>O periódico científico Meat Science publicou o artigo da pesquisa desenvolvida na UFSM em 2017. Desde então a revista já lançou 1.106 outros artigos científicos, e o de Rosane segue sendo um dos mais citados. O periódico tem conceito A1, sendo a maior referência científica quando se fala de produtos cárneos.</p>
<p class="p1">A doutoranda conta que já publicou sete artigos na Meat Science, e acredita que sua pesquisa tenha tamanho prestígio pelo pioneirismo. “Em testes anteriores, pesquisadores tentaram criar as paredes das cápsulas com gelatina, porém esse material fica sólido quando refrigerado, mas ao aquecer retorna ao estado líquido, desfazendo a cápsula. Essa técnica que utilizamos nunca havia sido realizada”. Rosane diz<span class="Apple-converted-space">  </span>que o processo de publicação na revista foi rápido: o artigo foi encaminhado, retornou com pequenas correções a fazer e em 30 dias estava online.<span class="Apple-converted-space">  </span>Desde então a pesquisa tem avançado, o que possibilitou a construção de mais artigos. O doutorado está em seu último ano e a tese será defendida em setembro. Até lá, a pesquisadora possui novos planos.</p>
<p class="p1"><strong><span class="s2">F</span></strong><b>uturo do projeto – </b>Em janeiro, a <i>startup</i> que tem Rosane como sua CEO<i> </i>foi incubada na Pulsar Incubadora, que fica no Centro de Eventos da UFSM e é gerida pela Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec). Com o nome de W3 Special Ingredients, a empresa já possui seis pessoas em sua equipe, incluindo Rosane, seu orientador e co-orientador. Agora eles esperam a liberação do espaço físico, que ficará pronto em até dois meses. O modelo escolhido pelo grupo para operar os negócios é o B2B, que consiste no fornecimento de insumos para que indústrias de alimentos produzam e comercializem o produto final, que pode variar desde almôndegas até sorvetes.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1"><span class="Apple-converted-space">  </span>Representantes de instituições de países como Israel, Holanda, Argentina e França já entraram em contato, mas a W3 não deixa de formar conexões no país. A startup participou do Food Tech Hub, que acontece fisicamente em São Paulo e tem o objetivo de ajudar empresas a identificar fontes relevantes de conhecimento, apoio e parcerias. “Costumo dizer que essas conexões podem ser resumidas em uma frase: transformar <i>paper</i> em PIB”, completa Rosane.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=iPPc5WYrhs8</p>
<p class="p1"><i>Texto: Tina Cambuy, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></i><i>Ilustração: Luis Ricardo Kaufmann<br /></i><i>Edição: Lucas Casali</i></p>
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				<title>Pesquisadores da UFSM desenvolvem biorreator multifuncional para o tratamento de poluentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/11/pesquisadores-da-ufsm-desenvolvem-biorreator-multifuncional-para-o-tratamento-de-poluentes</link>
				<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 19:36:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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						<description><![CDATA[Na terça-feira (10), o diretor da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec) da UFSM, Hélio Leães Hey, acompanhou os professores pesquisadores Leila Queiroz Zepka e Eduardo Jacob Lopes, ambos do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, na última etapa de seleção do programa Emerge Labs BRF, em São Paulo. Esse [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_51384" align="alignright" width="580"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/03/Professor-Eduardo-Jacob.jpg"><img class=" wp-image-51384" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/03/Professor-Eduardo-Jacob.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a> Professor Eduardo Jacob Lopes apresenta ao público a tecnologia desenvolvida para a BRF. Foto: Hélio Leães Hey[/caption]

Na terça-feira (10), o diretor da <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)</a> da UFSM, Hélio Leães Hey, acompanhou os professores pesquisadores Leila Queiroz Zepka e Eduardo Jacob Lopes, ambos do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, na última etapa de seleção do programa <a href="https://emerge.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Emerge Labs BRF</a>, em São Paulo. Esse é um programa que alavanca a inovação de base científica no Brasil a partir da conexão entre a ciência e o mercado.

Nesta edição, a empresa participante é a Brasil Foods SA (BRF). Com a ajuda do programa, a companhia realizou em 2019 uma chamada para cientistas, pesquisadores, e empreendedores que tivessem soluções para o desperdício e segurança de alimentos. Dos 125 trabalhos inscritos, 16 chegaram ao último módulo da seleção, incluindo o estudo do grupo de pesquisa em intensificação de bioprocessos, coordenado pelos professores da UFSM.

Neste último módulo, eles apresentaram a tecnologia para as lideranças da BRF, cientistas empreendedores, representantes de fundos de investimentos e empresas parceiras da companhia. Segundo o professor Eduardo Jacob Lopes, “essa tecnologia, além de ser ambientalmente sustentável, pode revolucionar as estações de tratamento de efluentes líquidos da BRF, que é um setor caracterizado exclusivamente pela geração de despesas, transformando-o em um setor superavitário dentro da cadeia de produção”, explica.

A tecnologia, denominada de biorreator multifuncional, converte simultaneamente os três principais poluentes das águas residuárias industriais em uma biomassa, cuja composição apresenta elevado potencial de reutilização em rações animais, biocombustíveis e produtos de química fina, valorizando a cadeia de produção da empresa. O grupo que desenvolve a tecnologia conta com aproximadamente 25 pesquisadores, distribuídos em todos os níveis da pesquisa científica, tecnológica e inovação.

Para o diretor do Emerge, Daniel Pimentel, o projeto dos pesquisadores é um trabalho de extrema relevância, não só na ciência que eles desenvolveram, que procura entender e reduzir os efluentes da BRF, mas também para o aproveitamento desses resíduos e a geração de novos produtos. “Isso pode estimular não só a transferência de tecnologia, mas a pesquisa que sai da bancada até o mercado, gerando royalties para as universidades e pesquisadores”, destaca. A BRF terá três meses para a definição dos modelos de investimento e parcerias. Caso a tecnologia da UFSM for escolhida, a Agittec realizará o processo de <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/instrumentos-de-interacao-ufsm-empresa/">licenciamento</a> dela, que permitirá o uso do biorreator multifuncional na empresa.

<b>Sobre o programa –</b> O Emerge Labs trabalha junto às grandes organizações para auxiliá-las a explorar a camada da inovação tecnológica, utilizando a ciência de ponta existente no Brasil. Junto aos cientistas, a organização busca desenvolver competências de mercado na equipe, bem como auxiliar a modelagem das melhores estratégias de transferência das tecnologias.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação da Agittec</i>]]></content:encoded>
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				<title>Workshop de Compostos Bioativos e Qualidade de Alimentos ocorre em maio de 2020 na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/12/13/workshop-de-compostos-bioativos-e-qualidade-de-alimentos-ocorre-em-maio-de-2020-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 20:43:37 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Em sua 3ª edição, o Workshop de Compostos Bioativos &amp; Qualidade de Alimentos vai ocorrer de 13 a 15 de maio de 2020 no Auditório Flávio Miguel Schneider. A realização do evento, que acontece de forma bienal, é do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos da UFSM, em uma promoção conjunta com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Em sua 3ª edição, o Workshop de Compostos Bioativos &amp; Qualidade de Alimentos vai ocorrer de 13 a 15 de maio de 2020 no Auditório Flávio Miguel Schneider. A realização do evento, que acontece de forma bienal, é do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos da UFSM, em uma promoção conjunta com pesquisadores que atuam nessa área em outras duas instituições: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professores do Instituto Federal (IFSC) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), das universidades federais de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e do Pampa (Unipampa) e da Universidade Franciscana (UFN) também participam do workshop, o qual conta ainda com a colaboração de pesquisadores da Universidade de Granada e do Instituto de la Grasa, da Espanha.

Nesta terceira edição do workshop, o foco será a transformação dos compostos bioativos durante a digestão de alimentos e a sua contribuição para a saúde humana e animal. Serão abordados ainda métodos avançados de análise e a nanoencapsulação de compostos bioativos. O evento está organizado em sessões temáticas, que serão abertas com conferências ministradas por pesquisadores nacionais ou estrangeiros de atuação destacada na área, seguidas da apresentação de trabalhos orais. Estes serão selecionados dentre os resumos submetidos ao evento, que também serão apresentados em sessão de pôsteres. Haverá ainda sessões de grupos de trabalho, para reunião e discussão de propostas de cooperação entre os pesquisadores. Além disso, nesta edição haverá a oferta de minicursos como atividade pré-evento.

A programação preliminar, relação dos palestrantes, instruções para inscrição, normas e prazos para submissão de trabalhos, entre outras informações, estão disponíveis na <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcta/?post_type=eventos&amp;p=460">página do evento</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Curso de boas práticas em serviços de alimentação ocorre nos dias 15 e 16 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/08/13/curso-de-boas-praticas-em-servicos-de-alimentacao-ocorre-nos-dias-15-e-16-de-agosto-2</link>
				<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 16:18:59 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Nos dias 15 e 16 de agosto, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com duração de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 15 e 16 de agosto, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com duração de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma turma com 35 vagas e no mínimo 10 participantes.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela mestranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural.

Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Ao custo de R$ 150,00, as inscrições podem ser realizadas nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.

Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com, ou ainda na página <a href="http://www.ufsm.br/boaspraticas">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Grupo multidisciplinar lança o livro “Mandioca para Alimentação Humana e Animal”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/31/mandioca-para-alimentacao-humana-e-animal</link>
				<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 22:00:42 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Grupo multidisciplinar de extensão e pesquisa em mandioca, a Equipe Simanihot lançou o livro Mandioca para Alimentação Humana e Animal. Com linguagem simples, ilustrativa e direta, a obra tem o objetivo de orientar produtores, agroindústrias e extensionistas, sendo um incentivo para o desenvolvimento e crescimento da agricultura familiar. Traz informações atualizadas e aplicadas, proporcionando avanços [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/Capa.jpeg"><img class="alignright wp-image-48898" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/Capa.jpeg" alt="Capa do livro &quot;Mandioca para alimentação humana e animal&quot;, com destaque para folhas, mandiocas cortadas e farinha de mandioca" width="250" height="345" /></a>Grupo multidisciplinar de extensão e pesquisa em mandioca, a Equipe Simanihot lançou o livro <i>Mandioca para Alimentação Humana e Animal.</i> Com linguagem simples, ilustrativa e direta, a obra tem o objetivo de orientar produtores, agroindústrias e extensionistas, sendo um incentivo para o desenvolvimento e crescimento da agricultura familiar. Traz informações atualizadas e aplicadas, proporcionando avanços que permitem ampliar a utilização da mandioca e seus derivados. O livro contém ainda uma importante parte da história da cultura da mandioca no Brasil.

A obra será lançada em três encontros em diferentes estados brasileiros: Congresso Brasileiro de Agrometeorologia, que ocorre de 12 a 16 de agosto em Catalão (GO); Expointer, realizada de 24 de agosto a 1º de setembro em Esteio (RS); Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos, que acontece de 10 a 12 de novembro em Campinas (SP).

Ao custo de R$ 20,00, o livro pode ser adquirido com os autores e integrantes da Equipe Simanihot e, em breve, na Livraria UFSM. A relação dos autores – todos integrantes da equipe – pode ser conferida abaixo:

- Bruna Lago Tagliapietra, nutricionista e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos (PPGCTA) da UFSM;

- Alencar Junior Zanon, engenheiro agrônomo e professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM;

- Maritiele Naissinger da Silva, nutricionista e doutoranda do PPGCTA;

- Alexandre Ferigolo Alves, engenheiro agrônomo mestrando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da UFSM;

- Charles Patrick de Oliveira Freitas, engenheiro agrônomo e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGA) da UFSM;

- Maximiliano Segundo Escalona Jiménez, engenheiro agroindustrial e doutorando do PPGCTA;

- Luana Fernandes Tironi, engenheira agrônoma e extensionista rural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater);

- Amanda Thirza Lima Santos, engenheira agrônoma e doutorando do PPGA;

- Paula de Souza Cardoso, engenheira agrícola e mestranda do PPGEA;

- Gilmara Peripolli Tonel, técnica em alimentos e aluna do curso Técnico em Agropecuária do Colégio Politécnico da UFSM;

- Luiza Brum Rodrigues, aluna do curso de Agronomia da UFSM;

- Neila Silvia Pereira dos Santos Richards, engenheira de alimentos e professora do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM;

- Nereu Augusto Streck, engenheiro agrônomo e professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM.

Outras informações sobre a Equipe Simanihot constam em suas páginas no <a href="https://www.facebook.com/simanihot/">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/simanihot/">Instagram</a> e <a href="https://twitter.com/simanihot">Twitter</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Curso de boas práticas em serviços de alimentação ocorre nos dias 15 e 16 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/31/curso-de-boas-praticas-em-servicos-de-alimentacao-ocorre-nos-dias-15-e-16-de-agosto</link>
				<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 18:44:34 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Nos dias 15 e 16 de agosto, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com duração de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 15 e 16 de agosto, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com duração de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma turma com 35 vagas e no mínimo 10 participantes.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela mestranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural.

Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Ao custo de R$ 150,00, as inscrições podem ser realizadas nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.

Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com, ou ainda na página <a href="http://www.ufsm.br/boaspraticas">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Curso de boas práticas em serviços de alimentação ocorre nos dias 12 e 13 de junho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/05/21/curso-de-boas-praticas-em-servicos-de-alimentacao-ocorre-nos-dias-12-e-13-de-junho</link>
				<pubDate>Tue, 21 May 2019 18:54:21 +0000</pubDate>
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<p>Nos dias 12 e 13 de junho, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma turma com 35 vagas e no mínimo 10 participantes.</p>
<p>O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela mestranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural.</p>
<p>Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).</p>
<p>Ao custo de R$ 150,00, as inscrições podem ser realizadas nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.</p>
<p>Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com, ou ainda na página <a href="http://www.ufsm.br/boaspraticas">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.</p>
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				<title>Curso de boas práticas em serviços de alimentação ocorre nos dias 9 e 10 de abril</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/19/curso-de-boas-praticas-em-servicos-de-alimentacao-ocorre-nos-dias-9-e-10-de-abril</link>
				<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 18:40:07 +0000</pubDate>
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							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 9 e 10 de abril, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma turma com 35 vagas e no mínimo 10 participantes.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela mestranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural.

Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Ao custo de R$ 150,00, as inscrições podem ser realizadas nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.

Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com, ou ainda na página <a href="http://www.ufsm.br/boaspraticas">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Vaga para aluno de iniciação científica voluntário no Núcleo Integrado de Desenvolvimento e Análises Laboratoriais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/11/vaga-para-aluno-de-iniciacao-cientifica-voluntario-no-nucleo-integrado-de-desenvolvimento-e-analises-laboratoriais</link>
				<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 14:49:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[centro de ciências rurais]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  O Núcleo Integrado de Desenvolvimento e Análises Laboratoriais (Nidal) do Centro de Ciências Rurais (CCR) seleciona aluno de iniciação científica voluntário para desenvolver atividades de pesquisa junto ao Grupo de Pesquisa Compostos Bioativos, coordenado pela professora Tatiana Emanuelli. O grupo trabalha com potencial biológico de frutas nativas em modelos experimentais de diabetes, aterosclerose e de úlcera gástrica.

Os alunos interessados em se envolver com pesquisa que tenham disponibilidade de horários devem estar regularmente matriculados nos cursos de graduação em Farmácia ou em Tecnologia de Alimentos da UFSM.

Para participar do processo seletivo é preciso enviar e-mail com nome, curso e semestre para greicymmc@gmail.com e s_somacal@hotmail.com até 15 de março para agendamento de entrevista.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de boas práticas em serviços de alimentação ocorre nos dias 14 e 15 de fevereiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/01/28/curso-de-boas-praticas-em-servicos-de-alimentacao-ocorre-nos-dias-14-e-15-de-fevereiro</link>
				<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 12:57:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[Nos dias 14 e 15 de fevereiro, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 14 e 15 de fevereiro, será oferecida na UFSM uma nova turma do Curso de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Com carga horária de 16 horas, o curso vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h na sala 5140 do prédio 44 do campus sede. Será disponibilizada uma turma com 35 vagas e no mínimo 10 participantes.

O conteúdo programático é dividido em quatro unidades: microbiologia de alimentos, legislação relacionada a boas práticas, doenças transmitidas por alimentos e higienização. As aulas serão ministradas pelo professor Luis Fernando de Pellegrin, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, e pela mestranda Valéria Braccini, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural.

Autorizado pela Secretaria Estadual da Saúde, o curso é aberto à comunidade em geral, tendo como público-alvo estudantes de graduação, técnicos da área de alimentos, proprietários e responsáveis por serviços de alimentação (mercados, restaurantes, padarias, pastelarias, cantinas, bufês, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatessens, lanchonetes, pastelarias, rotisserias, ambulantes e feirantes, serviços de alimentação para eventos, cozinhas de instituições de longa permanência para idosos e instituições de ensino).

Ao custo de R$ 150,00, as inscrições podem ser realizadas nas salas 5143 ou 5125 do prédio 44. O curso tem fluxo contínuo, ou seja, é oferecido todos os meses.

Mais informações pelos telefones (55) 3220-8074, (55) 3220-8257 e (55) 99705-9898, pelos e-mails lfvpelegrini@gmail.com e boaspraticastca@gmail.com, ou ainda na página <a href="http://www.ufsm.br/boaspraticas">www.ufsm.br/boaspraticas</a>.]]></content:encoded>
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				<title>Laboratório da UFSM passa a oferecer serviço de análise do azeite de oliva</title>
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				<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 19:31:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[Vinculado ao Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, o Laboratório de Análise de Alimentos da UFSM começou a ofertar neste mês o serviço de análise da qualidade do azeite de oliva, incluindo análises físico-químicas para confirmar se o produto está de acordo com as exigências do Ministério da Agricultura e também análises complementares. As [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Vinculado ao Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, o Laboratório de Análise de Alimentos da UFSM começou a ofertar neste mês o serviço de análise da qualidade do azeite de oliva, incluindo análises físico-químicas para confirmar se o produto está de acordo com as exigências do Ministério da Agricultura e também análises complementares.

As análises realizadas pelo laboratório são as seguintes:

- Índice de acidez;

- Índice de peróxidos;

- Extinção específica no ultravioleta;

- Índice de refração;

- Índice de saponificação;

- Umidade e material volátil;

- Composição de ácidos graxos;

- Teor de colesterol;

- Compostos fenólicos totais;

- Composição de compostos fenólicos.

Informações quanto ao preço dos serviços, entre outras, podem ser obtidas pelos telefones (55) 3220-8254, (55) 3220-8353 e (55) 3220-8364. Produtores de azeite de oliva e outros interessados no assunto também podem esclarecer suas dúvidas pelo e-mail dtcalimentos@gmail.com e no endereço <a href="http://coral.ufsm.br/dtca/index.php/analises">coral.ufsm.br/dtca/index.php/analises</a>.]]></content:encoded>
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