<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?q=&#038;tags=terapia-ocupacional&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Sat, 14 Mar 2026 14:04:52 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Ciência e acolhimento: conheça pesquisa e grupo de apoio para parkinsonianos e familiares</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/11/ciencia-e-acolhimento-conheca-pesquisa-e-grupo-de-apoio-para-parkinsonianos-e-familiares</link>
				<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 17:58:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68795</guid>
						<description><![CDATA[Celebrada no dia 11 de abril, data busca conscientizar, informar e incentivar a busca do tratamento correto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson é comemorado nesta sexta-feira (11). E, no dia 4 deste mês, foi celebrado o Dia Nacional do Parkinsoniano. Parkinson é uma doença neurodegenerativa, em que os neurônios produtores de dopamina, em uma região do cérebro chamada substância negra, se degeneram. A dopamina tem a função de inativar os neurônios excitadores e, na falta dela, ocorre uma desregulação motora. </p>
<p>A Terapeuta Ocupacional e Técnica Administrativa em Educação da UFSM, Kátine Marchezan Estivalet, é pesquisadora da área e explica que “os principais sintomas motores mais comumente percebidos nas pessoas são o tremor, que acontece em repouso; a rigidez, na qual a pessoa acaba tendo uma resistência constante que impacta na amplitude do movimento; e a bradicinesia, que nada mais é do que a lentidão para manter o movimento”. A falta de dopamina, além de causar os sintomas motores, também causa sintomas não motores. “Quem tem Doença de Parkinson também pode ter problemas no sono, distúrbios de humor e alterações emocionais, como depressão e ansiedade, e também dor. Em outros casos, há também a prevalência de comprometimento cognitivo leve e de demência, nos casos de estágios avançados”, complementa a Terapeuta Ocupacional.</p>
<h3>É preciso desmitificar </h3>
<p>A Doença de Parkinson, apesar de não ter cura, tem tratamento, assim como Diabetes e Hipertensão, por exemplo. “O diabético ainda pode comer quindim, Parkinson não é uma sentença de morte. Eu sempre digo que as pessoas morrem com Parkinson e não de Parkinson”, frisa a psicóloga e Presidente da Associação Parkinson Rio Grande do Sul (APARS), Neusa Chardosim. Marlene Gomes Terra, co-fundadora do Movimento Parkinson Santa Maria, complementa: "A gente precisa que as pessoas entendam que a doença de Parkinson não define uma pessoa. Todos somos seres humanos”.</p>
<p>Há, ainda, o mito de que todo tremor é relacionado a Parkinson. O Neurocirurgião Alexandre Reis afirma “nem todo tremor é Doença de Parkinson e nem toda Doença de Parkinson é tremor”. Ele conta que Parkinson é uma enfermidade extremamente heterogênea, que se apresenta de maneiras diferentes em cada pessoa, e acrescenta que a doença também não é mais associada ao envelhecimento, por isso é necessário desmistificar.</p>
<p>Outra questão é a nomenclatura que não é mais utilizada. “Por mais que ainda possam ter pessoas que usem o termo ‘Mal de Parkinson’, não é um termo correto e pode gerar discriminação com as pessoas que têm a doença. Acho importante corrigir no sentido informativo e inclusivo, para evitar rotulações, assim como também acontece em outras doenças. Estamos falando de pessoas, antes de qualquer coisa”, explica Estivalet. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Arte-parte-interna-Parkinson-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Os tratamentos são destinados ao controle dos sintomas da doença. “Não são todas as pessoas que vão precisar de todos os tipos de reabilitação. É importante, mas a pessoa, junto com o neurologista, vai direcionar o tratamento diante das suas necessidades”, afirma Kátine , já que são diversas as possibilidades de tratamento. Uso de medicação, prática de exercícios físicos, operação cirúrgica, entre outros. A escolha vai de acordo com os sintomas apresentados por cada paciente.</p>
<p>Além disso, a Terapeuta Ocupacional da UFSM destaca que existe uma série de dificuldades no processo de tratamento: falta de orientação adequada sobre o uso correto da medicação, horários, dosagens e cuidados com a alimentação; desinformação sobre direitos, como acesso à medicação gratuita ou à cirurgia (quando indicada); dificuldades de acesso físico e financeiro aos serviços de saúde; diagnóstico tardio, muitas vezes por falta de informação, acesso ou erros médicos; e negação ou resistência ao diagnóstico, o que leva algumas pessoas a se limitarem apenas ao tratamento medicamentoso, sem explorar outras possibilidades.</p>
<p>Um constrangimento de pacientes com a Doença de Parkinson, comentado por Chardosim, é para comer em restaurantes. Por isso, em Porto Alegre, já existe uma parceria com a Tramontina para a confecção de talheres assistivos - garfos de cinco dentes e facas de lâminas super afiadas - que geraram confiança e preveniram os parkinsonianos de deixar a comida cair.</p>
<p>E com a finalidade de estimular a prática dos pacientes, a Psicóloga e Presidente da APARS reafirma que os exercícios são muito importantes: “Não parem! Quanto mais pararem, mais travados vão ficar” - e não só alongamentos, exercícios de peso também são importantes por conta da perda de massa muscular adquirida pela Doença de Parkinson.</p>
<h3>Pesquisa em andamento</h3>
<p>A Terapeuta Ocupacional da UFSM, Kátine Estivalet, realiza uma pesquisa vinculada ao programa de pós-graduação em Ciências da Reabilitação da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) sobre o tema. A pesquisa está em fase de coleta de dados e é um ensaio clínico randomizado que envolve propostas de intervenção de reabilitação neurológica inovadora. </p>
<p>O protocolo dela se difere das demais por considerar os sintomas motores nos membros superiores, “incluindo amplitude de movimentos amplos e finos, uso das mãos para realização de prensões e pinças, a força, a velocidade do movimento para realizar as tarefas e a destreza manual, além dos sintomas não motores como cognitivo”, adiciona Estivalet. </p>
<p>Como intervenção, a ideia é investigar se as abordagens vão melhorar os sintomas motores dos membros superiores e também os cognitivos. Dessa forma, o protocolo elaborado para a reabilitação é intensivo, o que justifica as sessões contínuas e diárias de prática mental, em que a pessoa vai imaginar determinada ação ou vai observar determinada ação assistindo a um vídeo. O protocolo também considera as atividades que são importantes para a pessoa e aqueles com que ela está com dificuldade em realizar ou que não consegue mais realizar por causa dos sintomas da Doença de Parkinson. </p>
<p>Nesta segunda-feira (07), foi publicado um <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0315148">artigo do estudo de protocolo da pesquisa, na Revista Plos One</a>, de acesso livre. O texto descreve o protocolo utilizado por Kátine e outros pesquisadores para que os demais profissionais possam usá-lo nas suas práticas. O artigo na revista científica permite o acesso de outros profissionais da reabilitação e de quem tiver curiosidade de aprofundar-se nos detalhes de como acontece a pesquisa.</p>
<h3>Resultados</h3>
<p>“O que temos de resultados que podem ser antecipados, diante da comparação do pré-teste e pós-teste de cada participante, é que para a maioria das avaliações, e para alguns participantes, houve uma melhora na pontuação, já que são avaliações quantitativas, o que reflete a melhora nos sintomas motores e cognitivos” comenta Estivalet. </p>
<p>Os resultados também são advindos por meio dos relatos dos participantes em relação à realização das suas atividades. Eles explicam qual atividade não estavam conseguindo fazer e agora conseguem, ou dificuldades em alguma atividade que demandava ajuda e estão conseguindo fazer de maneira melhor desempenhada. “São os retornos que motivam para a realização da pesquisa, no sentido de que realmente é uma proposta positiva na reabilitação”, acrescenta a pesquisadora</p>
<p>Para acompanhar e participar da pesquisa desenvolvida por Kátine Marchezan Estivalet, o telefone para contato é (55) 999369852.</p>
<h3>Movimento Parkinson: "se a gente tiver um grupo, ninguém nos segura"</h3>
<p>“É muito difícil a gente vivenciar um sofrimento, uma dor, seja nossa, ou de um companheiro, ou de um familiar, sozinho. Mas se a gente tiver um grupo, ninguém nos segura.” Essa afirmação é de Marlene Gomes Terra, de 68 anos, co-fundadora do Movimento Parkinson Santa Maria, sobre o papel do coletivo para os participantes. Co-fundadora porque o projeto foi criado em parceria com seu esposo Benônio Terra Villalba, de 67 anos, diagnosticado com Parkinson há cerca de nove anos. Marlene é pós-doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e foi docente e tutora na Residência Multiprofissional em Saúde, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na área de concentração Saúde Mental. Benônio formou-se em Medicina na UFSM e atuou no Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), no Serviço de Transplante de Medula e Hemato-oncologia.</p>
<p>O grupo se instituiu em outubro de 2023 com o auxílio de mais uma pessoa: Tatiane Medianeira da Conceição Vieira, formada em Educação Física pela UFSM. Foi ela quem disponibilizou o espaço para os encontros do projeto e, desde então, dá o suporte necessário para a continuação do programa voluntariamente. O Movimento Parkinson, em si, é completamente voluntário, e não é uma iniciativa de tratamento para parkinsonianos, mas sim de orientação, convívio e atualização para pessoas com a doença e familiares. O coletivo busca promover o acesso dos integrantes à multidisciplinaridade do tratamento por meio de palestras com profissionais de Fisioterapia, Neurocirurgia, Psicologia, Fonoaudiologia e Nutrição. Também conta com o envolvimento profissional dos participantes fixos: Enfermagem (Marlene), Medicina (Benônio) e Educação Física (Tatiane). Em 2025, a Terapeuta Ocupacional Kátine também passou a integrar a equipe.</p>
<h3>Encontro especial do mês de abril</h3>
<p>O último encontro do mês de abril foi especial, em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson e ao Dia Nacional do Parkinsoniano. A reunião aconteceu na quarta-feira (09), e contou com duas palestras via <i>Zoom</i>: da Psicóloga e Presidente da Associação Parkinson Rio Grande do Sul (APARS), Neusa Chardosim, e do Neurocirurgião Alexandre Reis, responsável pela cirurgia do Benônio e de mais quatro participantes do grupo.</p>
<p>Durante o encontro, a Tatiane, carinhosamente chamada de Tati por todos do coletivo, foi peça-chave para facilitar a comunicação. Ela providenciou caixa de som e microfone para melhorar a interação com os palestrantes, buscou bastões nórdicos - citados pela presidente da APARS - para ilustrar o uso para os presentes e demonstrou a prática ao final da videochamada. “A Tati é uma grande parceira, não só por nos ceder o espaço, mas pela capacidade profissional que tem e de como nos abraça”, conta Marlene.</p>
<p>Kátine ressalta a importância da calendarização para a conscientização. “É um dia de informação, não somente para as pessoas com Doença de Parkinson, que já estão em tratamento, mas também para quem ainda não sabe, alertando sobre a manifestação dos sintomas para buscar ajuda e ter um diagnóstico para fazer um tratamento correto”.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="438" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/image1-1-1024x438.jpg" alt="Integrantes do Movimento Parkinson estão sentados em cadeiras, em frente à uma tela que projeta o Dr. Alexandre Reis, durante a sua palestra no encontro especial de abril." />											<figcaption>Conversa com Alexandre Reis durante o encontro (Foto: Arquivo pessoal Tatiane Medianeira)</figcaption>
										</figure>
		<h3>Quem faz parte do Movimento Parkinson?</h3>
<p>Atualmente, são cerca de 30 participantes, incluindo parkinsonianos e familiares, e nem todos são moradores de Santa Maria. ”Nós temos pessoas que vêm de Agudo, de Livramento, da Mata. Nós temos pessoal, quando a gente faz por <i>Zoom</i>, também de Belo Horizonte, de outros estados, da Argentina e do Uruguai”, conta Marlene. </p>
<p>José Otavio Binato, de 76 anos, é um dos membros do grupo. Ele conta que só começou a se exercitar aos 75 anos: “O grupo me deu essa possibilidade”. Para ele, outro ponto essencial é a participação da família: “É muito importante para que eles possam entender as dificuldades da vida com Parkinson”. Em tom bem-humorado, José relembra um conselho do pai: “Três coisas são importantes na vida: a primeira é paciência, a segunda é paciência e a terceira, muita paciência!”. José também relata que levou tempo para a esposa entender que não precisava mais andar de mãos dadas: “Porque a gente perde toda a autonomia e aquela mão fica atrapalhando. ‘Ah, mas eu quero ajudar’, e acaba que não tá”, e o Movimento Parkinson ajudou nesse entendimento.</p>
<p>Benônio, um dos co-fundadores, foi quem motivou a iniciativa do coletivo, exatamente por ter a Doença de Parkinson. “Há uns dois anos e alguns meses eu fiz uma cirurgia chamada DBS, Deep Brain Stimulation, que é estimulação cerebral profunda. Foi com a colocação de dois chips cerebrais e um marcapasso que controla quando falha os movimentos. E aí a minha vida se transformou novamente”, conta Benônio. Ele ainda é um  estudioso da área e está sempre por dentro das atualizações da Doença de Parkinson no mundo inteiro. “Existem estudos na Argentina, na Espanha e na Inglaterra com relação aos benefícios do tango nos sintomas motores de parkinsonianos”, essa foi a atualização acrescentada pelo médico, para finalizar o último encontro, antes demonstrar seus anos de prática na dança com Marlene, para os integrantes do projeto.</p>
<h3>Futuro</h3>
<p>A palestra com a presidente da APARS teve um propósito maior: o desejo do grupo de se tornar um núcleo da Associação em Santa Maria. Neusa Chardosim afirmou que há interesse da entidade em descentralizar e interiorizar suas ações. Uma visita técnica está prevista para os próximos meses, e o objetivo é oferecer suporte sem tornar o grupo dependente. Marlene enxerga vantagens: “Podemos nos tornar uma potência do Rio Grande do Sul para justamente buscar recursos para tratamento, orientação, saber os melhores centros e trazer também para Santa Maria”.</p>
<p>Marlene, Benônio e Tatiane não contam com patrocínios e estão em constante procura de formas de divulgar o Movimento Parkinson para cada vez mais pessoas. “A gente precisa de divulgação. Quanto mais a gente espalhar o conhecimento, quanto mais falarmos que existe um grupo aqui em Santa Maria, que tem a intenção de orientação, de auxílio, de ajuda, melhor. A gente abraça, acolhe, para que nós possamos nos fortalecer enquanto pessoas!”, reforça Marlene. </p>
<p>Para mais detalhes sobre o coletivo e também caso haja intenção de integrar o grupo, basta contatar a Marlene (55) 981116657, ou o Benônio (55) 999711905.</p>
<h3>A tulipa vermelha</h3>
<p>A tulipa vermelha é o símbolo da campanha de conscientização da Doença de Parkinson. A associação foi instituída na década de 1980. Um floricultor holandês chamado J. W. S. Van de Wereld desenvolveu uma tulipa vermelha com bordas brancas e logo em seguida da criação da flor, foi diagnosticado com Parkinson e batizou a tulipa em homenagem ao médico que descreveu a enfermidade - James Parkinson. </p>
<p>Na Associação Parkinson do Rio Grande do Sul (APARS), alguns pacientes utilizam um cordão de girassol com a carteirinha de associado e uma tulipa vermelha para sinalizar a Doença de Parkinson. “Eles gostam de usar a sinalização porque evita o preconceito”, explica a Presidente da Associação.</p>
<p><em>Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em><br /><em>Arte: Daniel de Carli,designer</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Progep convida a comunidade para encontro sobre prevenção, percepção e cuidado do Alzheimer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/21/progep-convida-a-comunidade-para-encontro-sobre-prevencao-percepcao-e-cuidado-do-alzheimer</link>
				<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 22:50:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PROGEP]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68330</guid>
						<description><![CDATA[A terapeuta ocupacional Priscilla de Oliveira Reis também vai abordar aspectos relacionados à qualidade de vida do paciente e familiares]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/Card-Encontro.jpg"><img class=" wp-image-68331 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/02/Card-Encontro-300x300.jpg" alt="" width="533" height="533" /></a>Nesta terça-feira (25), a Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor – órgão vinculado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) – promove o encontro intitulado “Um olhar para o Alzheimer: prevenir, perceber, cuidar e acolher”. Alusivo à campanha Fevereiro Roxo e Laranja, o encontro começa às 9h, no auditório da Progep, localizado no prédio 48C do campus sede (ao lado do CPD). A atividade será conduzida pela terapeuta ocupacional da UFSM Priscilla de Oliveira Reis, que abordará aspectos relacionados à prevenção do Alzheimer e promoção da qualidade de vida do paciente e familiares.

Abertas a toda a comunidade, as inscrições para o encontro podem ser realizadas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdrO6iJFnnxSSBNE7OIABq_qg1WmaZqDM_Wcz7wzN_JC76wuQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>, até as 17h desta segunda-feira (24). A atividade também será transmitido para os servidores lotados nos campi fora de sede.

A campanha Fevereiro Roxo visa à conscientização sobre o Alzheimer, a fibromialgia e o lúpus, enquanto que o Fevereiro Laranja destaca a importância da prevenção e diagnóstico precoce da leucemia.

Outras informações constam na página da Progep no <a href="https://www.instagram.com/progepufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Terapia Ocupacional da UFSM leva tecnologia assistiva para professores em Angola </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/30/terapia-ocupacional-angola</link>
				<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 21:40:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[angola]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[educação inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[escola de todos]]></category>
		<category><![CDATA[missão internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia assistiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67384</guid>
						<description><![CDATA[Professora Amara Lúcia Holanda, do curso de Terapia Ocupacional, com participantes de formação voltada ao uso de tecnologias assistivas na educação inclusiva na capital Luanda A Missão de Educação Especial da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em Angola apresentou aos professores daquele país como utilizar a tecnologia assistiva com materiais do dia a dia. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-17.09.08.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-4683" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NDA0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDI0LTEwLTI1LWF0LTE3LjA5LjA4LmpwZWcifQ%3D%3D">
							<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-17.09.08-1024x682.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de mulheres" />								</a>
											<figcaption>Professora Amara Lúcia Holanda, do curso de Terapia Ocupacional, com participantes de formação voltada ao uso de tecnologias assistivas na educação inclusiva na capital Luanda</figcaption>
										</figure>
		<p>A Missão de Educação Especial da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em Angola apresentou aos professores daquele país como utilizar a tecnologia assistiva com materiais do dia a dia. O grupo, integrado por quatro professoras do curso de Terapia Ocupacional e um técnico-administrativo, mostrou, em um curso, como confeccionar produtos que podem auxiliar na autonomia de pessoas com deficiência em sala de aula ou em casa. A missão, integrante do projeto Escola de Todos Frase 3, ocorreu na capital Luanda entre 16 de agosto e 2 de setembro. </p><p>O curso de tecnologia assistiva teve como participantes professores e profissionais das equipes multidisciplinares de apoio à educação inclusiva. Mais do que oferecer o curso, a missão brasileira tem como objetivo criar um Catálogo de Tecnologia Assistiva, que deve ser lançado no segundo semestre de 2025 . A inciativa da UFSM visa à construção de um material voltado à educação inclusiva de “Angola para Angola”. </p><p>Durante as duas semanas da missão, 21 recursos de tecnologia assistiva foram compartilhados no curso. Divididos em 8 grupos, os alunos confeccionaram 168 produtos, como lápis, provas, pratos e talheres adaptados. O material será apresentado no catálogo.</p><p>Integraram missão as professoras Amara Lúcia Holanda Battistel, Daniela Tonús, Lucielem Chequim e Tânia Fernandes, do curso de Terapia Ocupacional, e pelo técnico-administrativo Daniel De Carli, da Agência de Notícias. As professoras cuidaram da formação dos professores angolanos e Daniel registrou as produções dos estudantes em fotos, e é o responsável pelo design do catálogo. O curso foi proposta por um amplo grupo de professores de Terapia Ocupacional.</p><p> </p>		
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-17.16.57.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2024-10-25 at 17.16.57" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NDAzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDI0LTEwLTI1LWF0LTE3LjE2LjU3LmpwZWcifQ%3D%3D">
							<img width="906" height="507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-17.16.57.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de uma sala de aula cheia de alunos sentados e professora ao fundo ao centro" />								</a>
											<figcaption>Professora Ana Claúdia Pavão, coordenadora do projeto Escola de Todos Fase 3, durante o diagnóstico para identificar as realidade das escolas angolas. (Foto acervo pessoal)</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Escola de Todos</b></h3><p>A <a href="http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf">Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva</a>, de 2008, tem como objetivo “assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação”. O documento, elaborado pelo Ministério da Educação com a colaboração de universidades públicas, inclusive a UFSM, traz, entre outras, as seguintes perspectivas: a formação de professores para o atendimento educacional especializado e demais profissionais, a acessibilidade urbanística, arquitetônica, nos mobiliários e equipamentos, nos transportes, na comunicação e informação. </p><p>Alguns dos tópicos apresentados na Política de Educação Especial se tornaram visados pelo governo angolano, que busca a implementação da educação inclusiva. Por isso, a iniciativa, resultado de cooperação técnica internacional, surge a partir de demanda do governo de Angola. A Agência Brasileira de Cooperação (ABC/ Itamaraty) indicou a UFSM como executora, já que realizava projeto semelhante em Cabo Verde. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">As ações nos dois países africanos - Angola e Cabo Verde - fazem parte da Escola de Todos Fase 3, projeto de pesquisa, vinculado aos Programas de Pós-Graduação em Educação e em Tecnologias Educacionais em Rede, coordenado pela professora Ana Cláudia Pavão. O objetivo do projeto é compreender os impactos das políticas públicas brasileiras de educação especial para o desenvolvimento de um sistema de ensino inclusivo nas nações africanos estudadas.</p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Em 2022, a Escola de Todos Fase 3 realizou uma prospecção para avaliar como é a educação angolana e de que forma a UFSM poderia auxiliar. “Quando fomos lá, visitamos as escolas, escutamos o governo e os professores, que nos diziam o que era necessário. No final, fizemos uma tomada do que nós vimos, do que eles queriam e do que podíamos oferecer”, conta a professora Ana Cláudia Pavão. </p><p style="color: #000000;font-size: 16px">Além do curso de Tecnologia Assistiva, a Escola de Todos promoveu, em 2024, cursos de Atendimento Educacional Especializado e Atenção às Diferenças em Angola, com, no total, 32 professores e 18 missões. Em Cabo Verde, cinco professores estiveram em duas missões.</p><p style="color: #000000;font-size: 16px"> </p>		
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-17.11.37-1.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-4683" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NDA1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDI0LTEwLTI1LWF0LTE3LjExLjM3LTEuanBlZyJ9">
							<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-17.11.37-1-1024x682.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de três mulheres em pé em uma sala de aula. Uma delas usa coloca um colete e as outras duas a ajudam a ajustar. Atrás delas, uma bandeira do Brasil está hasteada" />								</a>
											<figcaption>Professoras de Terapia Ocupacional mostram como produzir colete torácico </figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5099.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-5099" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Mzk5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC01MDk5LmpwZyJ9">
							<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5099-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de mulheres reunidas em volta de uma cadeira adaptada. Elas estão inserindo espaguetes de macarrão como forma de escosto e guarda da cadeira" />								</a>
											<figcaption>Estudantes utilizaram diferentes materiais e ferramentas para adaptar uma cadeira infantil</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5407-1.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-5407 (1)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Mzk4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC01NDA3LTEuanBnIn0%3D">
							<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5407-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de estudantes posando para foto. Eles estão sentados ou em pé ao lado e atrás de mesas. À mesa está o objeto feito de colagens" />								</a>
											<figcaption>Grupo de participantes mostra objeto que desenvolveu, um relógio de rotinas </figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Terapia Ocupacional e as tecnologias assistivas&nbsp;</b></h3>
<p></p>
<p>A Terapia Ocupacional (TO) é uma graduação ofertada no campus sede da UFSM. A área busca promover a autonomia e a qualidade de vida de pessoas impossibilitadas de realizar as atividades do dia a dia. Os profissionais atendem desde recém-nascidos até idosos que possam ter dificuldades físicas, mentais ou emocionais.&nbsp;</p>
<p>A Tecnologia Assistiva (TA) é um instrumento para facilitar as atividades dos pacientes da TO. Elas podem promover maior independência e inclusão social. Cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, aplicativos de leitura de tela e próteses são exemplos de TA’s.&nbsp;</p>
<p>Durante a viagem a Luanda, as Tecnologias Assistivas foram apresentadas como forma de levar a educação para todos, como forma de possibilitar a inclusão em um ambiente que seja preparado para receber pacientes da Terapia Ocupacional.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5051-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas adaptando cadeira infantil" />											<figcaption>Professoras da Terapia Ocupacional orientaram como adaptar itens do cotiadiano para auxiliar no ensino inclusivo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-4953-1024x683.jpg" alt="Foto colorida vertical de uma cadeira vermelha virada. Na imagem, um soldador é inserido no meio da assento" />											<figcaption>Estudantes utilizaram ferramentas como soldador para adaptar para o uso de crianças com deficiência</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-25-at-18.00.05-768x1024.jpeg" alt="Foto colorida vertical de homem com câmera ao alto registrando objeto. Ao lado dele, mulheres observam a fotografia sendo feita" />											<figcaption>Daniel fotografou itens feitos pelos estudantes para a elaboração do catálogo de tecnologias assistivas</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-4683.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-4683" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3MzkyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC00NjgzLmpwZyJ9">
							<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-4683-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida horizontal de homem sentado organizando figuras recortadas em uma folha de EVA" />								</a>
											<figcaption>Participantes do curso organiza figuras para confecção de placa de comunicação</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-4657.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-4657" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3MzkzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC00NjU3LmpwZyJ9">
							<img width="1920" height="1280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-4657.jpg" alt="Foto colorida horizontal de uma série de figuras em uma folha preta. As figuras são manipuladas por mãos" />								</a>
											<figcaption>Uso de figuras que facilitem expressar sentimentos podem auxiliar na educação inclusiva</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5007.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-5007" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Mzk0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC01MDA3LmpwZyJ9">
							<img width="1920" height="1280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5007.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Placa de comunicação é um dos recursos de tecnologia assistiva desenvolvidos em Angola</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>“De Angola para Angola”</b></h3>
<p>Por mais que os tipos de deficiências dos estudantes sejam semelhantes em Angole e no Brasil, realidades diferentes exigem estratégias alternativas. É isso que as terapeutas ocupacionais integrantes da missão acreditam.&nbsp;</p>
<p>Os materiais para a preparação das tecnologias assistivas que estavam disponíveis em Luanda, eram diferentes dos encontrados no Brasil. “A ideia desse curso foi tentar proporcionar a educação pensando na realidade que eles vivenciam lá”, comenta a professora Lucielem Chequim. Um exemplo disso foi o “espaguete de piscina”, usado para ajudar na flutuação dentro da água. Esse material estava previsto para a produção de um recurso de tecnologia assistiva e não foi encontrado com facilidade no país africano durante a missão. Então, as professoras de TO optaram por usar esponjas, que poderiam ser encontradas com maior facilidade.&nbsp;</p>
<p>Além disso, o catálogo será redigido em português angolano. Por mais que a língua seja a mesma, a diversidade linguística faz com que alguns objetos tenham nomenclaturas diferentes. “Por exemplo, o que nós chamamos de estilete, lá chamam de ‘X Acto’. Nós vamos preservar a língua deles no catálogo”, comenta a professora Amara Lúcia Holanda.&nbsp;</p>		
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5270.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-5270" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Mzk2IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC01MjcwLmpwZyJ9">
							<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5270-1024x683.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Confecção de colher adaptada </figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5306.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Fotografo Daniel Michelon De Carli - Angola - Agosto 2024-5306" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3Mzk3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzEwXC9Gb3RvZ3JhZm8tRGFuaWVsLU1pY2hlbG9uLURlLUNhcmxpLUFuZ29sYS1BZ29zdG8tMjAyNC01MzA2LmpwZyJ9">
							<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Fotografo-Daniel-Michelon-De-Carli-Angola-Agosto-2024-5306-1024x683.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Estudantes testaram a colher adaptada que fizeram durante a formação</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>A experiência na missão</b></h3>
<p>Dias cansativos, tomados pelo trabalho, mas extremamente gratificantes. É assim que os participantes definem o tempo passado em Luanda. “Eles são extremamente acolhedores e educados. A gente é recebido com muito cuidado.”, conta a professora&nbsp;Tânia Fernandes Silva.&nbsp;</p>
<p>Angola passou por três períodos de guerra civil entre 1975 e 2002, interrompidos pela busca da paz. Atualmente o país da África Subsaariana é marcado por desigualdades sociais e problemas econômicos, e ocupa a posição de número 150 de uma lista de 189 no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).</p>
<p>“O que acrescentou bastante para gente foi poder trabalhar com pessoas que valorizam muito o nosso trabalho e que tinham um entusiasmo muito grande em fazer tudo que a gente apresentava para eles”, compartilha Daniela Tonús.&nbsp;</p>
<p>“Acolhimento é a palavra”,&nbsp; define a professora Amara Holanda. O carinho e a gratidão que os alunos da missão compartilhavam com os professores e com Daniel De Carli foram marcantes. “Eu recebi um presente. É uma estátua chamada ‘O Pensador’, que é um símbolo internacional de Angola. Foi uma surpresa”, conta.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias&nbsp;</p>
<p dir="ltr">F<i>otos: Daniel Michelon De Carli</i></p>
<p dir="ltr"><i>Edição: Maurício Dias</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inscrições para roda de conversa sobre a doença de Alzheimer estão abertas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/04/inscricoes-para-roda-de-conversa-sobre-a-conscientizacao-acerca-da-doenca-de-alzheimer-estao-abertas</link>
				<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 10:24:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[pacto]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66699</guid>
						<description><![CDATA[Evento “Importância da atuação interdisciplinar com o idoso com demência e seu familiar
cuidador” acontece no HUSM em 18 de setembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/foto-husm-alzheimer.jpeg"><img class="alignright  wp-image-66700" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/foto-husm-alzheimer.jpeg" alt="" width="488" height="488" /></a>Acontece no Auditório Gulerpe, no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), no dia 18 de setembro, às 19h, a roda de conversa “Importância da atuação interdisciplinar com o idoso com demência e seu familiar cuidador”. Estarão presentes profissionais da saúde e pessoas envolvidas de alguma forma com a doença. Clique <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdUnYR4ECTdyz3p4GTXhUuOiiGwaKuGFvjA9XBPss09KotWMg/viewform" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para fazer a inscrição.</p>
<p>Após a palestra, haverá emissão de certificados, conforme o credenciamento realizado no dia. O evento é organizado e promovido pelo grupo de apoio de Santa Maria da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), com o apoio do Programa de Apoio aos Cuidadores da Terapia Ocupacional (PACTO), da UFSM.</p>
<p>A roda de conversa tem o objetivo de conscientizar a comunidade e eliminar a desinformação sobre o Alzheimer, visto que o mês de setembro é o Mês Mundial da Doença de Alzheimer. Ainda, a ideia é que, no dia, o HUSM tenha algumas partes iluminadas com a cor roxa, que foi o tom escolhido para iluminar todos os locais que irão promover alguma iniciativa sobre o tema, tanto no Brasil quanto fora do país.</p>
<p><em>Com informações do HUSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CUIDAR DE QUEM CUIDA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2024/07/22/cuidar-de-quem-cuida-2</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 00:52:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[29ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidadores]]></category>
		<category><![CDATA[ed29]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3941</guid>
						<description><![CDATA[Projeto acolhe pessoas responsáveis por idosos e adultos com doenças crônicas ou incapacitantes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Para escutar o áudio da reportagem, clique abaixo:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:audio {"id":3942} -->
<figure><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/REPORTAGEM-CUIDAR-DE-QUEM-CUIDA-1.mp3"></audio></figure>
<!-- /wp:audio -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/MG_3032-7-5-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida e em plano detalhe da pele de Neite, que enfoca as marcas da idade. A pele é branca. A idosa parece estar na faixa etária dos 80 a 90 anos. Na mão esquerda há um acesso venoso, fixado por um pedaço de fita. Está sentada em uma maca hospitalar e veste um avental na cor branca, com o nome “Hospital Universitário de Santa Maria” escrito na cor verde. Ela está coberta da cintura para baixo por uma manta branca com detalhes em vermelho. Ao fundo da imagem, desfocado, está um boneco sentado sobre uma almofada azul marinho. Ele tem a pele branca, veste um tip top azul marinho e está com uma chupeta azul claro na boca." />											<figcaption>Marcas da idade em paciente do HUSM | Foto: Giovana Chaves</figcaption>
										</figure>
		<p>No Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), a professora de Terapia Ocupacional (TO) da UFSM, Silvani Vieira Vargas, assume dois papeis: docente e cuidadora familiar. Devido ao progresso de doenças incapacitantes, sua mãe Neite, de 85 anos, está sob cuidado paliativo na ala geriátrica. Silvani relata que ter o conhecimento técnico e exercer o papel de cuidadora simultaneamente é algo muito angustiante. Apesar de ter atuado na área por 13 anos, ela diz se sentir desconfortável com a posição que ocupa hoje. “Minha formação faz com que eu saiba muitas coisas da área, mas aqui ele não é levado em conta. Aqui, eu sou apenas cuidadora”, conta Silvani.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a professora de TO da UFSM, Kayla Araújo Ximenes Aguiar Palma, compartilha sentimentos semelhantes aos de Silvani. Sua mãe, que completa 89 anos em breve, está em processo demencial e Kayla não imaginava experienciar o tema que estudou durante quase três décadas.</p>
<p>O Programa de Apoio a Cuidadores da Terapia Ocupacional (Pacto) surgiu em 2013, através de um olhar empático de Kayla,  que está com o pós-doutorado em  Gerontologia Biomédica pelo Instituto de Geriatria e Gerontologia (IGG) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) em andamento. Inicialmente, o projeto começou com o intuito de oferecer suporte técnico e emocional aos cuidadores de idosos e de adultos com doenças crônicas ou incapacitantes.</p>
<p>Atualmente, o Pacto é coordenado pela professora Silvani e desenvolve palestras, workshops e oficinas com profissionais da saúde. Uma das principais queixas relatadas pelos cuidadores é a sobrecarga, proveniente do processo de cuidado. Assim, o principal objetivo é o desenvolvimento de estratégias e possibilidades de cuidado, a fim de amenizar o cansaço. </p>
<p>O grupo amplia suas ações por meio de encontros on-line e presenciais - que ocorrem uma vez no mês -, tele acolhimento e atendimentos no ambulatório. Além disso, desenvolve atividades itinerantes nas cidades de Itaara e Silveira Martins, municípios próximos de Santa Maria. Tais práticas - que abrangem ensino, pesquisa e extensão - proporcionam formação inicial e continuada de acadêmicos de cursos de graduação da área da saúde, como Terapia Ocupacional, Psicologia e  Enfermagem, além de pós-graduandos e residentes da Universidade.</p>
<p>Para desenvolver os assuntos abordados nas capacitações, o grupo estuda sobre os temas que os participantes querem compreender. As ações abrangem desde conteúdos educativos sobre atenção à saúde dos idosos e seus responsáveis até atividades voltadas para melhorar a qualidade de vida e hábitos saudáveis. Os cuidadores têm uma classificação que os diferencia entre formais - que têm algum grau de capacitação técnica para o trabalho e recebe remuneração para tanto - ou informais, que têm um elo afetivo e de parentesco e não são remunerados para a função.</p>
<p>Há nove anos, Marlei do Carmo recebeu essa responsabilidade. Seu marido Cirilo, aos 60 anos de idade, foi diagnosticado com Alzheimer. A doença neurodegenerativa, progressiva e sem cura afeta 1,2 milhão de pessoas e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano no Brasil, de acordo com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).</p>
<p>Como cuidadora informal, Marlei relata que a rotina é cansativa e que, muitas vezes, se sente frágil, pois o trabalho requer paciência e atenção. “Cursei técnico de enfermagem e o estágio que fiz no Hospital Psiquiátrico foi bem difícil, me desgastou muito. Mas tenho uma grande fé em Deus e creio que se Ele me permitiu cuidar de alguém é porque sou capaz”, conta. Apesar do desafio, ela garante que todo o esforço e dedicação proporcionam melhores resultados no tratamento do marido e amenizam os sintomas da doença.</p>
<p>Em 2019, após indicação feita por um médico neurologista do HUSM que atendia Cirilo, Marlei começou a frequentar os encontros semanais do Pacto que, na época, eram presenciais. No ano de 2020, com o início da pandemia da COVID-19, os encontros passaram a ser feitos on-line. Devido à dificuldade de acesso, ela optou pela saída das atividades, mas guarda com muito carinho os momentos que compartilhou com o projeto. “Além de uma troca de experiências e conhecimento, fiz novas amizades que me ajudaram  a lidar com a situação de uma forma mais leve”, lembra.</p>
<p>A mudança do formato presencial para o on-line tornou-se o método definitivo dos encontros semanais após a pandemia. Entretanto, o grupo realiza, em parceria com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) Sub-Regional Santa Maria, um encontro presencial mensal com especialistas da área, no prédio da antiga Reitoria da UFSM, localizado no centro da cidade. Os eventos focam na psicoeducação em saúde, que relaciona instrumentos psicológicos e pedagógicos com o objetivo de ensinar o paciente e/ou os cuidadores, principalmente os informais, sobre a doença e seus tratamentos. Assim, é possível desenvolver um trabalho de prevenção e conscientização. </p>
<p>Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística <em><strong><a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38186-censo-2022-numero-de-pessoas-com-65-anos-ou-mais-de-idade-cresceu-57-4-em-12-anos" target="_blank" rel="noopener">(IBGE)</a></strong></em>, a população idosa - 60 anos ou mais - teve um aumento de 56% de 2010 a 2022. Nessa perspectiva, o Pacto surge como um lugar de aprendizado e de acolhimento para todos aqueles que se sentirem confortáveis em participar. </p>		
			<h4>Terapia da boneca</h4>		
		<p>O delírio é um estado de alteração mental que faz com que um indivíduo apresente uma visão distorcida da realidade, e isso pode ser demonstrado de diferentes formas: por meio de uma confusão mental, de uma redução da consciência e até mesmo de alucinações. A nomenclatura nos casos de idosos que apresentam a condição é <i>delirium</i>, especialmente quando está associado à confusão mental.</p>
<p>No mês de maio, próximo da sua primeira internação, Neite Vargas Vieira, mãe de Silvani, começou a ter <i>delirium </i>e alucinações com crianças em situação de risco - como quedas, acidentes e afogamentos. Diante disso, uma de suas noras lhe presenteou com um bebê <i>reborn</i>, carinhosamente chamado de “André Luiz”. O boneco, com aparência de um bebê real, ajuda a acalmar Neite em momentos de confusão mental.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/MG_3056-22-1-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida e em plano médio da interação entre Neite e Silvani com um boneco, em um leito hospitalar. À esquerda da imagem, é possível observar Neite. Ela tem pele branca, cabelos grisalhos na altura da orelha e está com a boca levemente aberta. Ela parece estar na faixa etária dos 80 a 90 anos. Está sentada em uma maca hospitalar e veste um avental na cor branca. Seu braço esquerdo está levantado, nele há uma pulseira de identificação e suas unhas estão pintadas de vermelho. No centro da imagem está Silvani, que se encontra de pé ao lado da maca. Ela parece estar na faixa etária dos 50 anos. Tem a pele branca, cabelos loiros, compridos e lisos e sorri enquanto olha o boneco. Veste uma blusa de cor marrom com detalhes em verde, rosa, branco e laranja, que tem uma amarração na parte do peito. Sobre a blusa, um crachá de identificação. Os braços dela, que seguram o boneco, estão apoiados em uma almofada azul marinho. À direita da imagem está o boneco, que é a representação realista de um bebê. Tem a pele branca, cabelos castanhos na altura da orelha e um sorriso. Veste touca branca de lã e um tip top azul com um prendedor de chupeta na altura do peito. Ele está sentado na almofada azul marinho e voltado para Neite. Ao fundo, há uma cortina bege que separa os leitos hospitalares." />											<figcaption>Interação entre mãe e filha no leito hospitalar I Foto: Giovana Chaves
</figcaption>
										</figure>
		<p>Do inglês, <i>Dolls Therapy,</i> a Terapia da Boneca é uma abordagem não farmacológica que ganha destaque no manejo dos sintomas da Doença de Alzheimer. Silvani relata que sua mãe sempre teve grande afeto por crianças e que se acostumou a viver rodeada por seus filhos, netos e bisnetos. Isso facilitou a inserção do boneco para amenizar as crises. Apesar disso, durante os momentos de lucidez, Neite tem plena consciência de que André Luiz não passa de um brinquedo.</p>
<p>Para ficar por dentro dos eventos do grupo, <em><strong><a href="https://www.instagram.com/pacto_ufsm/">acesse o Instagram do Pacto</a>. </strong></em></p>		
		<p><strong>Reportagem:</strong> Daniele Gabriel e Luiza Silveira Ventura</p>
<p><strong>Contato:</strong> daniele.gabriel@acad.ufsm.br/ventura.luiza@acad.ufsm.br</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Esperançando da UFSM produziu curta-metragem com adolescentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/12/07/projeto-esperancando-da-ufsm-produziu-curta-metragem-com-adolescentes</link>
				<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 14:36:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[esperançando]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[frente de ações educacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Letras-Inglês]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64780</guid>
						<description><![CDATA[Estreia do curta de terror ocorrerá no sábado (9)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Ao longo de 2023, o projeto de extensão Esperançando da UFSM, que realiza ações com adolescentes das instituições de acolhimento de Santa Maria, não se limitou a atividades convencionais, mas usou o universo da literatura e do cinema como ferramenta pedagógica. Uma das ações realizadas foi coordenada pela professora do Centro de Educação (CE) Jane Schumacher, da Frente de Ações Educacionais, juntamente com acadêmicas do curso de Letras-Inglês, Pedagogia, Terapia Ocupacional e da jornalista formada pela UFSM Julia Goulart, voluntária que fez a direção final que resultou na produção de um curta-metragem do gênero terror intitulado “Uma manhã de terror”.</p>
<p>Em uma abordagem inovadora, foram conduzidos ao longo do ano sete encontros nos quais contos de terror foram lidos, discutidos e analisados. A partir desses encontros, os adolescentes e a equipe coordenada pela professora elaboraram um roteiro para o curta e os personagens foram se moldando a partir das escolhas individuais. Os jovens estarem à frente com sugestões e propostas já é habito na organização de atividades do projeto, e assim foi com a escolha da temática. Em 2022 eles já haviam experienciado a gravação de outro curta com a mesma temática e gostaram tanto que pediram para repetir. As filmagens foram realizadas nas instalações da antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria.</p>
<p>A utilização do gênero de terror foi uma estratégia para tornar atrativas aos adolescentes as ações desenvolvidas pela equipe. Esse gênero promoveu um engajamento e participação dos jovens nas atividades educacionais propostas e diversificou as ações da Frente Educação, tornando-as mais dinâmicas e adaptáveis às diferentes preferências de aprendizagem. A abordagem utilizada foi sensível às diferenças individuais, culturais e éticas, promovendo o compartilhamento de vivências, o engajamento e a participação nas atividades e na produção do curta do Projeto Esperançando de 2023.</p>
<p>A estreia do curta ocorrerá no próximo sábado (9), apenas para participantes e convidados do projeto.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Perspectivas e desafios do envelhecer: eventos na UFSM marcaram o Mês da Longevidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/30/perspectivas-e-desafios-do-envelhecer-eventos-na-ufsm-marcaram-o-mes-da-longevidade</link>
				<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 14:15:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados de Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[grupo corpo mais]]></category>
		<category><![CDATA[jai 2023]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64333</guid>
						<description><![CDATA[Primeira edição da Jornada da Longevidade da UFSM ocorreu na sexta-feira (27)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64342" align="alignright" width="696"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8877.jpg"><img class="wp-image-64342" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8877.jpg" alt="foto colorida horizontal de um auditório visto de trás, com pessoas sentadas nas cadeiras e à frente a mesa composta por mulheres" width="696" height="464" /></a> Jornada da Longevidade integrou a programação da JAI[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH), ocorreu na sexta-feira (27), no auditório do Colégio Politécnico, a primeira edição da Jornada da Longevidade da UFSM - Perspectivas e Desafios do Envelhecer. O evento integrante da programação da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) e que compôs a programação do Mês da Longevidade, em parceria com o Sesc, Prefeitura de Santa Maria, Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa e UFSM, teve como objetivo promover e aprofundar discussões de produção técnico-científica acerca do envelhecimento e sua complexidade na contemporaneidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento teve como foco a troca de experiências entre estudantes e profissionais de diferentes áreas que atuam com a temática da longevidade e envelhecimento. De acordo com a professora do Departamento de Terapia Ocupacional Kayla Araujo Ximenes Aguiar Palma, a Jornada da Longevidade se torna importante uma vez que integra as pessoas que têm interesse na área. “Juntar pessoas do técnico, da graduação, da pós-graduação, pessoas que trabalham na área da gerontologia e proporcionar a eles, que têm interesse de escrever trabalhos, de entender mais as questões de envelhecimento, além de se conhecerem”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento começou com um momento cultural, a apresentação do Grupo Corpo Mais, coordenado pelo professor Gustavo Duarte. Em seguida, deu-se início às mesas de apresentação. A Jornada contou com quatro mesas de apresentações, divididos em quatro eixos: eixo 1 - Envelhecimento ativo e saudável; eixo 2 - Envelhecimento, gênero, sexualidade e relações étnico-raciais; eixo 3 - Processo de saúde e cuidado no envelhecimento; e eixo 4 - Gerontologia, educação e interfaces. Essas apresentações foram divididas em dois turnos, manhã e tarde. Ocorreram, ao longo do dia, cerca de 25 apresentações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de Medicina da UFN Rhaíssa Gabriela Maciel Pithan da Silva apresentou um trabalho no eixo 3, chamado "</span><span style="font-weight: 400">Queda: Desafios e Perspectivas do Longevo"</span><i><span style="font-weight: 400">. </span></i><span style="font-weight: 400">Em sua fala, a Rhaíssa apresentou questões sobre os desafios e perspectivas relacionados à longevidade, pesquisas em longevidade, medidas de prevenção e cuidados, além de inovações tecnológicas e avanços médicos que contribuem para aumentar a expectativa de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rhaissa destacou a importância do estudo sobre quedas. “Envelhecer é uma dádiva e falar sobre esse tema, queda, que é algo que atinge os idosos, é importante. A gente pode prevenir, educar a sociedade para cuidar dos nossos idosos e, além disso, cuidar do adulto para que ele não seja um idoso que sofre dessa questão”, diz a estudante.</span></p>
<h3>Medidas de prevenção e cuidados</h3>
[caption id="attachment_64343" align="alignleft" width="659"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8989.jpg"><img class="wp-image-64343" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_8989.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas sentadas em cadeiras vermelhas em um auditório e um homem de cabelo branco e camisa azul em pé conversando com elas" width="659" height="439" /></a> Professor da UFMG, Edgar Nunes Moraes conversou com participantes como dona Rosinha[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Durante sua fala, Rhaissa apresentou medidas de prevenção e cuidados importantes para pessoas da terceira idade:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Vacinação; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Rastreamento de condições médicas; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Adoção de medidas de segurança; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Práticas de higiene adequadas; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Gerenciamento de fatores de risco. </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Coordenação de cuidados médicos; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cuidados de enfermagem; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cuidados de saúde mental; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Serviços de suporte para garantir uma abordagem abrangente e personalizada.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Após as apresentações por mesa, o professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Edgar Nunes Moraes, ministrou uma palestra sobre “Como viver mais”. Em sua fala, o professor destacou o fato de que envelhecer é uma conquista e que para chegar à velhice de uma forma boa é preciso de cuidados. Edgar interagiu com a plateia e contou com o apoio de uma ouvinte do evento para uma mostra prática: Rosinha, uma senhora de 88 anos. O professor fez alguns questionamentos e atividades práticas para Rosinha. Concluiu, junto dos ouvintes, ao final do teste, que Rosinha é uma senhora saudável. O momento final da Jornada foi marcado pelo agradecimento ao professor Edgar e pela alegria e comemoração por conta do sucesso que o evento foi.</span></p>
<h3>Viva o Campus Mês da Longevidade</h3>
<p>Também integrando a programação do Mês da Longevidade, o Viva o Campus de domingo (29) teve atividades especiais voltadas à temática, como oficina de Tai Chi Chuan com médico geriatra, exposição do curso técnico em Cuidados de Idosos do Colégio Politécnico, orientações sobre direitos e violências contra pessoas idosas. No Centro de Convenções, ocorreu palestra sobre envelhecimento humano e cerimônia de homenagem ao 1º Destaque Direitos Humanos UFSM, professor Marco Aurélio de Figueiredo Acosta (<em>in memorian</em>).  </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriela Leandro, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de Desenho Industrial, bolsista<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>003/2023 - 2023/2/DTO/UFSM - Processo Seletivo: bolsta-estágio na Secretaria do Departamento do Curso de Terapia Ocupacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/editais/008-2023</link>
				<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 16:02:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[bolsista]]></category>
		<category><![CDATA[DTO]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/?post_type=editais&#038;p=2619</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>001/2023 - 2023/2/DTO/UFSM - Processo Seletivo: monitoria subsidiada - Terapia Ocupacional nos Contextos Hospitalares e Estudos do Fazer Humano III</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/editais/006-2023-2</link>
				<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 18:00:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[monitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoria subsidiada]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[TO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/?post_type=editais&#038;p=2588</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>014/2023 - 2023/1/CTO/ UFSM - Processo Seletivo: projeto de ensino: Viva Bem a idade que tem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/editais/014-2023</link>
				<pubDate>Wed, 31 May 2023 12:04:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CTO]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/?post_type=editais&#038;p=2493</guid>
						<description><![CDATA[<p>EDITAL Nº 014 / 2023 / CTO / UFSM PROCESSO SELETIVO DE VOLUNTÁRIOS PARA ORGANIZAÇÃO DO EVENTO VIVA BEM A IDADE QUE TEM</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>EDITAL Nº 014 / 2023 / CTO / UFSM PROCESSO SELETIVO DE VOLUNTÁRIOS PARA ORGANIZAÇÃO DO EVENTO VIVA BEM A IDADE QUE TEM</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>002/2023 - 2023/1/DTO/UFSM - Processo Seletivo: monitoria subsidiada - Terapia Ocupacional na Infância e Cinesiologia A</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/editais/005-2023-2</link>
				<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 12:23:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[monitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoria subsidiada]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[TO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/terapia-ocupacional/?post_type=editais&#038;p=2439</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CORRE DAZARTE OCUPA A SALA DA INCUBADORA SOCIAL DA UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/incubadora-social/2022/11/23/corre-dazarte-ocupa-a-sala-da-is-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 12:44:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caps]]></category>
		<category><![CDATA[Corte e Costura]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos Práticos]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de renda]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/incubadora-social/?p=606</guid>
						<description><![CDATA[Durante uma semana, entre os dias 3 e 10 de novembro, o Corre Dazarte ocupou a sala da Incubadora Social promovendo oficinas de costura. O grupo é um coletivo de economia solidária vinculado ao CAPS Companhia do Recomeço e incubado pela Incubadora Social da UFSM. Em um relato à IS-UFSM Joana Monteiro, estagiária de psicologia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-602 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/570/2022/11/741505da-8235-4233-9d96-dda5ce94e74b-2-1-300x203.jpg" alt="" width="721" height="488" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante uma semana, entre os dias 3 e 10 de novembro, o Corre Dazarte ocupou a sala da Incubadora Social promovendo oficinas de costura. O grupo é um coletivo de economia solidária vinculado ao CAPS Companhia do Recomeço e incubado pela Incubadora Social da UFSM. <img class=" wp-image-603 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/570/2022/11/Corre-Dazarte-IS-UFSM-4-300x282.jpg" alt="" width="514" height="483" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um relato à IS-UFSM Joana Monteiro, estagiária de psicologia do Corre, esclareceu que o empreendimento visa a geração de trabalho e renda, mas mais do que isso é um coletivo de saúde, que trabalha com saúde mental para usuários e usuárias do CAPS, álcool e outras drogas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ela relembra ainda, que o projeto iniciou suas atividades em costura com apenas uma máquina emprestada e que conforme a proposta foi crescendo surgiu a iniciativa de montar no grupo um espaço voltado para as mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então, colocou-se em prática as Mulheres no Corre, pensado como um ambiente para acolher essas histórias, que muitas vezes perpassam vulnerabilidades e dificuldades próprias. Criar a rede de acolhimento entre essas mulheres é também uma forma resistência e de apoio as transformações e desenvolvimento pessoal de cada uma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com essa ideia, o empreendimento tem ocupando a sala da Incubadora Social no Prédio de Ações Comunitárias e Empreendedoras no centro de Santa Maria. Utilizando das cinco máquinas de costura, e estrutura disponibilizadas pela IS, para ministrar os cursos de corte e costura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao gerar produtos para serem comercializados em feiras, o Corre Dazarte dá oportunidade de trabalho, ocupação e renda extra para os e as interessadas, movimentando a economia solidária local. Tais oficinas são voltadas para mulheres, mas abertas a todos os usuários do CAPS.</span></p>
<p><img class="wp-image-604 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/570/2022/11/Corre-Dazarte-IS-UFSM-5-300x184.jpg" alt="" width="898" height="550" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário nesta sexta-feira vai abordar a promoção da vida e prevenção do suicídio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/17/seminario-em-novembro-vai-abordar-a-promocao-da-vida-e-prevencao-do-suicidio</link>
				<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 20:20:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60110</guid>
						<description><![CDATA[A UFSM é uma das instituições apoiadoras do evento, por meio da PRE, Husm e Residência Multiprofissional em Saúde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta sexta-feira (18), ocorre em Santa Maria, no Itaimbé Palace Hotel, a 9ª edição do Encontro Regional de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio, em paralelo ao 1º Seminário Nacional de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio. Tendo como público-alvo profissionais e estudantes das áreas da saúde e educação, o evento tem como objetivo sensibilizar os participantes para um olhar ampliado com relação à saúde mental da população estudantil.

Com início às 8h30min e encerramento previsto para as 17h, o evento tem uma programação constituída por palestras, mesas-redondas, debates e relatos de casos. Entre os temas abordados, estão saúde mental, dispositivo de atenção para estudantes, mapeamento da saúde mental dos estudantes de Santa Maria e ações voltadas para o público estudantil. Psicólogos, enfermeiros, acadêmicos e professore da UFSM e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) estão entre os palestrantes.

A UFSM é apoiadora do evento, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) e da Residência Multiprofissional em Saúde. Os outros apoiadores são a Prefeitura de Santa Maria, Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio e Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Da organização do encontro e seminário, participam projetos e unidades do Husm, como o projeto de extensão Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio, o programa de extensão Espaço Nise da Silveira &amp; Associação de Familiares, Amigos e Bipolares de Santa Maria (Afab) e o Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar. O Estamira – Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Terapia Ocupacional, Saúde Mental e Vulnerabilidade Social da UFSM também participa da organização, junto com a Equipe Saúde da Casa do Estudante Universitário e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

As outras entidades, projetos e instituições organizadoras são o Fórum Permanente de Saúde Mental da Região Central, Grupo de Trabalho Integrado de Enfrentamento às Violências, Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica, Programa de Atendimento Especializado Municipal, Programa Saúde na Escola e Vigilância Municipal em Saúde (Vigilância da Violência).

As inscrições para assistir ao evento presencialmente já terminaram. Entretanto, preenchendo o <a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=4584" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição on-line</a>, ainda é possível participar via internet. A programação completa está disponível <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/Merged_document.jpg" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Congresso sobre estresse vai abordar pressões e mudanças impostas pela Covid-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/12/congresso-sobre-estresse-vai-abordar-pressoes-e-mudancas-impostas-pela-covid-19</link>
				<pubDate>Thu, 12 May 2022 19:43:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58562</guid>
						<description><![CDATA[Contando com o apoio da UFSM, o 22º Congresso de Stress da Isma-BR ocorre em junho em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM é apoiadora científica do 22º Congresso de Stress da Isma-BR, que é a seção brasileira da International Stress Management Association (Isma). O evento ocorre de 21 a 23 de junho em Porto Alegre, no hotel Plaza São Rafael, simultaneamente ao 24º Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho, 14º Encontro Nacional de Qualidade de Vida na Segurança Pública e 14º Encontro Nacional de Qualidade de Vida no Serviço Público.

As recentes pressões e mudanças impostas pela Covid-19 geraram um nível de estresse intenso, afetando cada vez mais profissionais no país e requerendo constante adaptação, o que tem exacerbado emoções, desencadeando depressão, doenças cardiovasculares e exaustão física e mental.

Temas como esses serão abordados durante o congresso. Entre os palestrantes, estão confirmados nomes como Sara Tamers, coordenadora de Desenvolvimento e Colaboração do Programa de Pesquisa do Programa Saúde Total do Trabalhador e da Iniciativa Futuro do Trabalho, ambos do Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional, nos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Na programação, destacam-se também a palestra da ministra Delaíde Alves Arantes, do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e a palestra do desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, gestor nacional do Programa Trabalho Seguro do TST.

Além disso, serão abordados temas relacionados às constantes demandas e adversidades na estrutura do trabalho, com o objetivo de criar uma maior conscientização sobre a saúde ocupacional e promover condições de trabalho saudáveis, dentro e fora das empresas, que sejam de interesse dos profissionais, das empresas e dos pesquisadores.

Outras informações sobre o evento estão disponíveis na página <a href="https://eventos.ismabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">eventos.ismabrasil.com.br</a>.

<i>Com informações do Núcleo de Comunicação Institucional do Centro de Ciências Sociais e Humanas</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é apoiadora científica de congresso sobre estresse e qualidade de vida no trabalho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/17/ufsm-e-apoiadora-cientifica-de-congresso-de-estresse-e-qualidade-de-vida-no-trabalho</link>
				<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 20:05:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57218</guid>
						<description><![CDATA[O congresso ocorre de 21 a 23 de junho de 2022, em Porto Alegre. A submissão de trabalhos está aberta até 22 de março]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-family: Times New Roman, serif">Está aberto o período de submissão de resumos para apresentação no 22° Congresso de Stress da Isma-BR, seção brasileira da International Stress Management Association. O congresso ocorre de 21 a 23 de junho de 2022, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre, simultaneamente ao 24° Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho, 14° Encontro Nacional de Qualidade de Vida na Segurança Pública e 14° Encontro Nacional de Qualidade de Vida no Serviço Público. A submissão para trabalho oral, simpósio e pôster digital deve ser feita até 22 de março. A UFSM é apoiadora científica do evento. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O melhor resumo de trabalho oral em cada categoria (Acadêmica, Empresarial, Segurança Pública e Serviço Público) receberá um prêmio de reconhecimento e será publicado no site da Isma-BR. Todos os trabalhos apresentados serão divulgados nos anais do congresso e terão o código ISSN, concedido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Além dos prêmios, os autores cujos trabalhos obtiverem as notas mais altas serão selecionados para <i>fast track</i> para publicação na Revista de Carreiras e Pessoas, Revista Economia e Gestão, Revista Gestão e Planejamento e Revista Pensar Acadêmico.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Destinadas a pesquisadores, acadêmicos, representantes de empresas públicas e privadas e profissionais liberais interessados em pesquisas e programas relacionados à qualidade de vida no trabalho, ao stress e à saúde, as apresentações objetivam examinar a teoria e a prática sobre questões atuais e de significativa relevância para a sociedade. A apresentação de pôsteres digitais será disponibilizada na feira de exposição, não requerendo a presença do autor.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Para palestrar no congresso, entre outros renomados profissionais, estão confirmados Sara Tamers (dos EUA), coordenadora de Desenvolvimento e Colaboração do Programa de Pesquisa do Programa Saúde Total do Trabalhador e da Iniciativa Futuro do Trabalho, ambos do Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional (Niosh), nos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, e o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região e gestor nacional do Programa Trabalho Seguro, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Mais informações pelo e-mail stress@ismabrasil.com.br, pelo telefone (51) 3222-2441 e na página <a href="https://www.ismabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.ismabrasil.com.br</a>.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Com informações do Núcleo de Comunicação Institucional do Centro de Ciências Sociais e Humanas</i></span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM realiza seminário sobre a rede de proteção à criança e ao adolescente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/03/projeto-de-extensao-da-ufsm-realiza-seminario-sobre-a-rede-de-protecao-a-crianca-e-ao-adolescente</link>
				<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 22:02:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Social]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57097</guid>
						<description><![CDATA[O 4º Seminário Esperançando – Redes de Esperança ocorre nos dias 23 e 24 de novembro, com transmissão via Facebook]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-family: Times New Roman, serif"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/247864317_607720333920474_1694530364631715647_n.jpg"><img class="alignright  wp-image-57099" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/247864317_607720333920474_1694530364631715647_n.jpg" alt="" width="562" height="562" /></a>Nos dias 23 e 24 de novembro, o Esperançando (projeto de extensão da UFSM) realiza o 4º Seminário Esperançando – Redes de Esperança, um evento satélite da 36ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), em formato on-line e gratuito. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Na edição deste ano, o evento tratará da rede pública de proteção à criança e ao adolescente, sua função, modo de funcionamento e alguns dos profissionais que nela atuam. O objetivo é dar visibilidade a essa rede, bem como às crianças e adolescentes que tiveram seus direitos fundamentais violados e que são por ela atendidos.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">No dia 23 de novembro, a partir das 18h, a assistente social judiciária Márcia Reny Soares, que atua em Santa Maria, falará sobre os caminhos que uma criança percorre até chegar a uma das duas instituições de acolhimento da cidade. Nesse mesmo dia, as professoras da UFSM Aline Siqueira e Rosane Janczura, respectivamente dos cursos de Psicologia e Serviço Social, abordarão o papel dos psicólogos e assistentes sociais na rede de proteção.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O segundo dia do evento, que começa mais cedo, às 15h, contará com um convidado internacional: João Pedro Gaspar, que coordena em Portugal um projeto semelhante ao Esperançando. Ele é investigador integrado do Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Coimbra e do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e Intervenção Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Gaspar coordena a Plataforma de Apoio a Jovens (Ex-)Acolhidos (Paje), situada em Coimbra, e compartilhará com o público brasileiro as experiências com jovens saídos de instituições de acolhimento de Portugal em razão da maioridade.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">A assistente em administração Alice Farias, servidora pública da UFSM e coordenadora do Esperançando, ressalta a importância do seminário na contribuição para o debate público e acadêmico sobre a rede de proteção à infância e adolescência. Para Alice, “a UFSM está formando profissionais que futuramente podem atuar nessa rede.”</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O evento também contribui para o esclarecimento da sociedade em geral, que terá a oportunidade de conhecer e entender um pouco mais sobre os caminhos que levam uma criança ou adolescente até o acolhimento institucional. Em Santa Maria, existem duas instituições de acolhimento: o Aldeias SOS e o Lar de Mirian e Mãe Celita. “É fundamental que a sociedade entenda pelo menos duas coisas: nem todos que estão em acolhimento institucional estão aptos a serem adotados e, principalmente, que esses jovens são vítimas de algum crime ou violação de seus direitos, e precisam ser vistos com um olhar mais acolhedor por todos nós”, esclarece Alice.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O evento é destinado a profissionais e estudantes das áreas de serviço social, psicologia, terapia ocupacional, ciências sociais, direito e educação, entre outras. O público-alvo inclui ainda conselheiros tutelares, pretendentes à adoção e comunidade em geral. A inscrição é gratuita e pode ser realizada <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfpvTK1Ecibnt828airQtcmdLoAIHmAv5ukRaW3kuW0PbeWWg/viewform" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O evento será transmitido no canal do Esperançando no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC2z1_8LEZCJgkrFrrjTSLqw" target="_blank" rel="noopener">Youtube</a> em sua página no <a href="https://www.facebook.com/esperancando" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>, onde é possível obter mais informações sobre o seminário e o projeto, que também dispõe de uma página no <a href="https://www.instagram.com/esperancandosm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um olhar para além dos muros da Universidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/um-olhar-para-alem-dos-muros</link>
				<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 15:54:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8719</guid>
						<description><![CDATA[O projeto UFSM nas Ruas atua para promover a cidadania para pessoas em situação de vulnerabilidade social.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As previsões meteorológicas apontavam para um temporal, mas o dia 10 de outubro foi marcado pelo intenso sol em Santa Maria. Na rua Alberto Pasqualini - antiga 24 Horas -, no centro da cidade, a alegria de muitas crianças e adultos foi proporcionada por grupos de voluntários, que se mobilizaram e promoveram uma ação de Dia das Crianças para filhos de catadores de material reciclável e pessoas em situação de rua. </p><p>Naquele domingo, foram distribuídos presentes e servidos lanches, incluindo uma variedade de doces. Mariluci, que estava com as duas filhas pequenas, celebrava que as meninas ganharam, além de brinquedos e livros, também uma cesta básica. Além das filhas dela, outras dezenas de crianças corriam e brincavam na área do evento. Entre os adultos, um homem muito ativo caminhava de um lado para o outro oferecendo alimentos e verificando se todos estavam satisfeitos. Reinaldo Santos é acadêmico do curso de Relações Internacionais da UFSM e um ativista da causa da população em situação de rua e em vulnerabilidade social. Ele é voluntário em vários projetos voltados para a população em situação de rua em Santa Maria, entre eles o <a href="https://www.instagram.com/ufsm_nas_ruas/?hl=pt-br">UFSM nas Ruas: mais portas, menos muros para catadores de materiais recicláveis e pessoas em situação de rua</a>, projeto de extensão criado em 2018 e vinculado ao curso de Terapia Ocupacional e ao Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitora de Extensão (ODH/PRE) da UFSM. </p>		
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/10/Ilustracao-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>O artigo 5° da Constituição Federal define que todos são iguais perante a lei e têm o  direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Apesar disso, no Brasil, muitos não têm acesso a alguns direitos básicos, como saúde, alimentação, trabalho e moradia. Essa é a realidade de aproximadamente 160 mil de pessoas que vivem em situação de rua, segundo <a href="https://polos.direito.ufmg.br/wp-content/uploads/2021/07/Relatorio-Incontaveis-2021.pdf">levantamento</a> feito pelo projeto Intocáveis em março de 2021. Os autores do estudo estimam que esse número seja ainda maior, uma vez que há subnotificação.</p><p>As ações do UFSM nas Ruas vão além do assistencialismo, que, embora tenha um papel importante para quem tem fome ou frio, não resolve os problemas estruturais. “Não basta oferecer só o pão e o agasalho. É preciso garantir a todos e todas os direitos sociais que, por meio de políticas públicas implementadas pelo Estado, cheguem a essas pessoas”, reflete Amara Lucia Battistel, coordenadora do projeto.</p><p>Antes da pandemia de Covid-19, havia um grupo de trabalho composto por discentes, docentes e voluntários de diversas áreas da UFSM que promovia ações na praça Saldanha Marinho, na região central da cidade. Entre as atividades, eram feitas rodas de conversas, práticas de esportes, brincadeiras e encontros musicais, que inclusive resultaram no grupo chamado “Samba na Praça”. “Essas atividades ocuparam um espaço significativo, tanto no cotidiano desses indivíduos, quanto para nós, que começamos a nos sentir inseridos no território e acolhidos por eles”, lembra Amara. </p><p>Aos poucos, o projeto ganhou grandes proporções e aumentou o número de participantes. Muitos deles não estavam em situação de rua, porém viviam em vulnerabilidade social, já que vivenciavam precárias condições de trabalho.</p>		
			<h3>Após a pandemia</h3>		
		<p>Com a chegada da pandemia, muitos projetos da UFSM precisaram se adaptar para continuar com seu caráter extensionista e de prestação de serviços para a comunidade santa-mariense em tempos de distanciamento social. Com o UFSM nas Ruas isso também aconteceu, mas, diferentemente de outros projetos, a necessidade de fazer a adaptação para o modelo remoto representou um grande desafio para os voluntários, visto que o público atendido não tem acesso aos recursos tecnológicos para tal. Assim, o projeto passou a se integrar às ações do Comitê Emergência Rua (CER), que consiste na reunião de diversos grupos que tem por intuito auxiliar a população em situação de rua e em vulnerabilidade social no cenário da pandemia.</p>
<p>Através do CER, o UFSM nas Ruas efetuou muitas ações de arrecadações de materiais de higiene, alimentos, roupas, álcool em gel, colchões, lençóis e diversos outros objetos necessários para a implementação de um centro de acolhimento, que funcionou como um abrigo temporário para as pessoas em situação de rua, a fim de prevenir o contágio pela Covid-19, no ano de 2020. Nessas ações, que aconteceram no Centro Desportivo Municipal (CDM), também foram oferecidas oficinas de artesanato, pintura e jogos.</p>
<p>Para comemorar o Natal e o Ano Novo, foram arrecadados alimentos para duas ceias, que foram servidas para um grupo de catadores no centro da cidade e na Casa de Passagem Maria Madalena. Em um cenário de crise sanitária e econômica, uma ação como essa só foi possível graças ao auxílio do voluntário Reinaldo Santos: “Sempre que posso eu me encontro com as pessoas em situação de rua, janto com eles, ouço suas dores e me voluntario para acolhê-los”.</p>
<p>Valdomiro Silva, que vive em situação de rua há aproximadamente oito anos, afirma que o UFSM nas Ruas é importante porque representa quem mais precisa. As ações propostas pelos voluntários do projeto de extensão permitem que ele e outras pessoas saiam da invisibilidade e tenham suas vozes escutadas pela população e pelo poder público. Os impactos da pandemia também atingiram quem vive nas ruas. Valdomiro conta que, apesar de se candidatar a muitas vagas de emprego, não é selecionado para nenhuma, o que o faz ficar dependente da solidariedade para sobreviver. Assim como ele, muitas pessoas passaram a viver em <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/populacao-em-situacao-de-rua-aumentou-durante-pandemia">situação de vulnerabilidade no Brasil desde o início de 2020</a>. “Vejo alguns amigos meus morando em albergues. Amigos que eu nunca imaginei que chegariam a essa situação. Mas, com os aluguéis subindo e a falta de emprego, muitos precisam recorrer a projetos como o UFSM nas Ruas”, afirma.&nbsp;&nbsp;</p>		
			<h3>Para dentro da academia</h3>		
		<p>Além de atuar com redes de solidariedade e de promoção da cidadania, o UFSM nas Ruas busca fomentar o debate dentro do ambiente acadêmico sobre o contexto da população em situação de rua e de catadores de materiais recicláveis. Através dos “Seminários de Políticas Públicas para as Pessoas em Situação de Rua”, o projeto possibilitou a fala e a presença desses cidadãos que muitas vezes se sentem à margem da sociedade. As duas primeiras edições do seminário aconteceram no Auditório Imembuí no Prédio da Reitoria da UFSM, em 2018 e 2019. A participação de pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade nesses eventos teve um valor simbólico, já que muitos deles sequer conheciam o espaço físico da Universidade.</p><p>Amara comenta que o seminário inicialmente causou certo impacto na comunidade acadêmica, mas fica feliz em saber que o evento instigou uma quebra de estigmas ao permitir o acesso dessa população à Instituição. “Compreendemos que esse espaço ajudou a promover direitos, garantiu protagonismo e gerou um sentimento de pertencimento a indivíduos que vivenciam a extrema vulnerabilidade social”, afirma.</p><p>A professora enxergou a necessidade de trazer a discussão também para dentro do curso do qual é docente. Depois de consultas sobre conhecimentos técnicos com profissionais do campo social em Santa Maria e Porto Alegre, Amara criou a disciplina complementar de extensão“Terapia Ocupacional Social e a População em Situação de Rua”. </p><p>A participação em um projeto como o UFSM nas Ruas contribui na formação profissional dos acadêmicos do curso que passam a olhar para os direitos humanos e inclusão social e, assim, vislumbrar soluções possíveis para uma sociedade mais justa e inclusiva. “Graças à experiência proporcionada pelo projeto, foi possível compreender o cuidado de forma integral, enxergando que os indivíduos possuem diferentes necessidades, desejos e realidades, influenciando em nossa atuação profissional”, expõe Mariana Mozzaquatro, bolsista do projeto e acadêmica do curso de Terapia Ocupacional.</p>		
			<h3>Uma nova fase do projeto</h3>		
		<p>Graças a uma parceria com a Casa de Passagem Mundo Novo, o UFSM nas Ruas irá compor o quadro de atividades do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão, localizado no Prédio da Antiga Reitoria. O projeto terá um espaço para acolher indivíduos em situação de rua. Interessados de outras áreas da Universidade podem contribuir na formação desse novo local que visa ampliar as ações e criar um ambiente de pertencimento para as pessoas em situação de rua. </p>		
			<h3>Por um Natal sem fome</h3>		
		<p>Junto a outras redes de solidariedade que compõem o CER, o UFSM nas Ruas está organizando o “Natal Sem Fome para catadores e pessoas em situação de rua”. Serão duas refeições nos dias 25 de dezembro de 2021 e 1° de janeiro de 2022.</p>		
												<img width="1024" height="514" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/10/Box-1024x514.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<section data-id="0020794" data-element_type="section"><section data-id="9f898e8" data-element_type="section"><p><b><i>Expediente</i></b></p><p><b><i>Reportagem: </i></b><i>Luís Gustavo Santos, acadêmico de Jornalismo e voluntário</i></p><p><b><i>Ilustração: </i></b><i>Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário</i></p><p><b><i>Mídia Social: </i></b><i>Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes e bolsista de Jornalismo; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária<br /></i></p><p><b><i>Edição de Produção: </i></b><i>Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><b><i>Edição Geral: </i></b><i>Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p></section></section>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professoras UFSM e UFPel realizam pesquisa para avaliar saúde mental durante a pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/10/07/professoras-ufsm-e-ufpel-realizam-pesquisa-para-avaliar-saude-mental-durante-a-pandemia</link>
				<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 20:20:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56868</guid>
						<description><![CDATA[Qualquer pessoa acima de 18 anos que more no Brasil pode participar da pesquisa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A pesquisa intitulada “Pandemia de Covid-19 no Brasil: avaliação de estados emocionais, cotidianos e dispositivos virtuais de ajuda e suporte mútuo à população” é coordenada pelas professoras Éllen Cristina Ricci, do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e Tatiana Dimov, do Departamento da Terapia Ocupacional da UFSM. Qualquer pessoa acima de 18 anos que more no Brasil pode participar da pesquisa. Basta preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdLvzVhrG-FX6Ifm44qG2n2as__bJaPsuFGL1Hfv6DYCJ3HMw/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário on-line</a>, que inclui questões quanto à escala de ansiedade, depressão e estresse.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Servidores podem participar de oficinas virtuais de alongamento e relaxamento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/09/22/servidores-podem-participar-de-oficinas-virtuais-de-alongamento-e-relaxamento</link>
				<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 13:10:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[cqvs/progep]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56774</guid>
						<description><![CDATA[A Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (CQVS/Progep), em parceria com o curso de Terapia Ocupacional, através do projeto Desempenho Ocupacional: Promovendo Qualidade de Vida no Trabalho, oferece  oficinas de alongamento e relaxamento para auxiliar na prevenção de lesões e redução de doenças e proporcionar a melhora na qualidade de vida e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">A Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (CQVS/Progep), em parceria com o curso de Terapia Ocupacional, através do projeto Desempenho Ocupacional: Promovendo Qualidade de Vida no Trabalho, oferece  oficinas de alongamento e relaxamento para auxiliar na prevenção de lesões e redução de doenças e proporcionar a melhora na qualidade de vida e no desempenho ocupacional dos servidores da UFSM.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">As atividades tiveram início no dia 13 de setembro e são desenvolvidas no formato virtual, pelo Google Meet, nas segundas e quartas-feiras, das 9h às 9h40, pelo <a href="https://meet.google.com/hba-hhob-csc" target="_blank" rel="noopener">link</a>, e nas terças e quintas-feiras, das 18h às 18h40, pelo <a href="https://meet.google.com/ark-mezi-rza" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Servidores podem participar sem a necessidade de inscrição prévia, em tempo real, com as bolsistas instrutoras, que contam com a orientação e a supervisão da terapeuta ocupacional Priscilla de Oliveira Reis Alencastro, coordenadora do projeto.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Servidores poderão participar de oficinas virtuais de alongamento e relaxamento a partir da próxima semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/09/10/servidores-poderao-participar-de-oficinas-virtuais-de-alongamento-e-relaxamento-a-partir-da-proxima-semana</link>
				<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 11:15:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[cqvs/progep]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56714</guid>
						<description><![CDATA[A Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (CQVS/Progep), em parceria com o curso de Terapia Ocupacional, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), através do projeto Desempenho Ocupacional: Promovendo Qualidade de Vida no Trabalho, ofertará oficinas de alongamento e relaxamento para auxiliar na prevenção de lesões e redução de doenças e proporcionar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">A Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (CQVS/Progep), em parceria com o curso de Terapia Ocupacional, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), através do projeto Desempenho Ocupacional: Promovendo Qualidade de Vida no Trabalho, ofertará oficinas de alongamento e relaxamento para auxiliar na prevenção de lesões e redução de doenças e proporcionar a melhora na qualidade de vida e no desempenho ocupacional dos servidores da UFSM.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">As atividades terão início na próxima segunda-feira (13) e serão desenvolvidas no formato virtual, exibidas na plataforma do Google Meet nas segundas e quartas-feiras, das 9h às 9h40, pelo <a href="https://meet.google.com/hba-hhob-csc" target="_blank" rel="noopener">link</a>, e nas terças e quintas-feiras, das 18h às 18h40, pelo <a href="https://meet.google.com/ark-mezi-rza" target="_blank" rel="noopener">link</a>. Os servidores poderão participar sem a necessidade de inscrição prévia, em tempo real, com as bolsistas instrutoras da modalidade, que contarão com a orientação e a supervisão da terapeuta ocupacional Priscilla de Oliveira Reis Alencastro, coordenadora do projeto.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lapics: projeto da UFSM aberto à comunidade ganha prêmio Kokhmahá</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/09/01/lapics-projeto-da-ufsm-aberto-a-comunidade-ganha-premio-kokhmaha</link>
				<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 11:54:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[LAPICS]]></category>
		<category><![CDATA[práticas integrativas e complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56669</guid>
						<description><![CDATA[Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde é um espaço multiprofissional que disponibiliza atendimentos gratuitos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_56670" align="alignright" width="401"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/09/atendimento-LAPICS.jpeg"><img class="wp-image-56670" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/09/atendimento-LAPICS.jpeg" alt="foto vertical colorida mostra uma mulher de jaleco e proteção facial massageando a cabeça de outra mulher deitada, ao fundo banner com logotipo do lapics, as mulheres estão de costas" width="401" height="535" /></a> Laboratório retomou suas atividades presenciais em julho[/caption]
<p dir="ltr">Na última sexta-feira (27), o Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Lapics) do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM recebeu o prêmio Kokhmahá. A premiação ocorreu durante a abertura do 15º Encontro Holístico Brasileiro – Saúde, Ciência e Espiritualidade, em Porto Alegre, e visa homenagear pessoas, entidades ou instituições que contribuem com o campo das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics).</p>
<p dir="ltr">O Lapics é um espaço multiprofissional, coordenado pelo professor do curso de Enfermagem da UFSM e pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFSC Marcio Rossato Badke, com a vice-coordenação da professora Ângela Kemel Zanella, do curso de Fisioterapia, e que tem como representante dos terapeutas a doutoranda Jana Rossato Gonçalves. Desde sua criação, em 2017, contou com mais de 50 terapeutas voluntários e realizou mais de três mil atendimentos presenciais individualizados.</p>
<p dir="ltr">Em março do ano passado, o laboratório teve suas atividades presenciais suspensas em decorrência da pandemia. Durante esse período, ampliou a atuação online. Em parceria com o Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), foram realizadas <em>lives</em> semanais com o foco no autocuidado dos profissionais da saúde. Ao todo, foram mais de 30 <em>lives</em> em 2020. Em julho de 2021, o Lapics foi autorizado a retomar suas atividades presenciais. Inicialmente, as vagas estão sendo priorizadas para profissionais da saúde da comunidade, com o intuito de prestar apoio àqueles que estão na linha de frente do combate à Covid-19.</p>
<p dir="ltr">As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) são práticas que utilizam recursos terapêuticos não convencionais, que consideram a escuta acolhedora, promovem o autocuidado e visam ao indivíduo como um todo, considerando seus aspectos físicos, psicológicos, emocionais e sociais, de modo a integrar e/ou complementar o modelo de cuidado convencional. Além disso, promovem a saúde e o bem estar a partir do cuidado centrado no próprio indivíduo e suas necessidades, tratando diferentes condições de saúde, sejam elas de origem física, emocional ou energética.</p>
<p dir="ltr">Buscando expandir o número de atendimentos e prestar um serviço ainda mais qualificado, o laboratório está sendo ampliado, ocupando mais dois espaços no prédio 20 do Campus Sede, os quais passam por reformas a fim de oferecer acessibilidade à comunidade que utiliza o serviço. Além desses espaços, o Lapics conta com o Laboratório de Hidroterapia, anexo ao Centro de Ciências da Saúde, e também possui parcerias público-privadas que possibilitam o atendimento em diversos locais da cidade de Santa Maria.</p>
<p dir="ltr"><strong>“Me trouxe muitos benefícios"</strong></p>
<p dir="ltr">A psicóloga assistencial do Husm Taiane Klein conheceu o projeto em 2018, e desde então participa das atividades do Lapics. Para ela, é importante buscar uma integração entre corpo, mente e espiritualidade, e também acredita que é uma forma de tratamento muito boa para suas crises de enxaqueca. Além disso, é uma forma de aliviar as tensões trazidas pelo trabalho, principalmente por ter contato constante com pessoas em situação de tristeza ou dor. A psicóloga afirma que as práticas a ajudam em todas as áreas da vida. “Me trouxe muitos benefícios, na época fiquei bastante tempo sem dores de cabeça, me sentindo saudável em vários aspectos, menos estressada, mais focada no que é realmente importante para mim, questões como família e autoestima. Também ampliei minha visão de vida“, afirma Taiane.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, estão sendo ofertados atendimentos de Reiki, Barras de Access, auriculoterapia e ventosaterapia. A oferta e agendamento das práticas depende da disponibilidade dos terapeutas que fazem o trabalho de forma voluntária, portanto, a cada semana, novas terapias podem ser inseridas na agenda, como outras podem não estar mais disponíveis.</p>
<p dir="ltr">O agendamento pode ser feito pelo número (55) 99155-7376, por WhatsApp, SMS ou ligação, nas sextas-feiras, das 13h às 17h. Serão passadas as informações sobre as práticas oferecidas na semana posterior e os horários disponíveis para o agendamento. </p>
<p dir="ltr"><strong>Quais são as práticas oferecidas pelo Lapics?</strong></p>
<p dir="ltr">O <strong>Reiki</strong> é uma técnica criada no Japão que consiste na imposição de mãos para transferência de energia de uma pessoa para outra, para que desta forma consigam alinhar centros de energia do corpo, conhecidos como chakras, promovendo o equilíbrio energético, necessário para manter o bem-estar físico e mental.</p>
<p dir="ltr"><strong>Barras de Access</strong> é uma técnica que utiliza toques terapêuticos em pontos específicos da cabeça que fazem com que a pessoa tire de sua vida padrões nocivos, ideias, crenças e outros arquivos mentais desnecessários acumulados ao longo do tempo.</p>
<p dir="ltr"><strong>Auriculoterapia</strong> é uma forma de medicina complementar baseada na ideia de que o pavilhão auditivo da orelha, ou aurícula, é um micro-sistema em que todo o corpo é representado por um mapa.</p>
<p dir="ltr">A <strong>ventosaterapia</strong> é um tipo de tratamento natural no qual são usadas ventosas para melhorar a circulação sanguínea em um local do corpo. Para isso, as ventosas criam um efeito de vácuo sobre a pele, que resultam na dilatação dos vasos sanguíneos naquele local.</p>
<p dir="ltr"><em>Texto: Ana Laura Iwai, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias UFSM</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em><br /><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto “Aqui tem UFSM" apresenta iniciativa do curso de Terapia Ocupacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/01/11/projeto-aqui-tem-ufsm-apresenta-iniciativa-do-curso-de-terapia-ocupacional</link>
				<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 14:15:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aqui tem ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[centro de ciências da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=54854</guid>
						<description><![CDATA[Na última sexta-feira (8) foi divulgado o quinto episódio do projeto “Aqui tem UFSM”, no qual é apresentado o projeto de extensão do curso de Terapia Ocupacional da Universidade que tem por objetivo a inclusão de pessoas com limitações funcionais e/ou sensoriais frente às ações desenvolvidas para a prevenção da contaminação por microorganismos, possibilitando, por [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na última sexta-feira (8) foi divulgado o <a href="https://www.facebook.com/watch/?v=719013182343704" target="_blank" rel="noopener">quinto episódio</a> do projeto “Aqui tem UFSM”, no qual é apresentado o projeto de extensão do curso de Terapia Ocupacional da Universidade que tem por objetivo a inclusão de pessoas com limitações funcionais e/ou sensoriais frente às ações desenvolvidas para a prevenção da contaminação por microorganismos, possibilitando, por meio dos equipamentos, pleno acesso por todas as pessoas, considerando o conceito de desenho universal.</p>
<p>A equipe projeta o dispenser de álcool em gel, ainda em fase de teste, que é acionado pelo pé, produzido com materiais de baixo custo, como o cano PVC. O projeto pretende ainda criar um painel de acrílico, que será utilizado na clínica terapêutica, evitando o contato entre o terapeuta e o paciente.</p>
<p>O projeto “Aqui tem UFSM” é composto por uma série de vídeos que visa divulgar os projetos de extensão do Centro de Ciências da Saúde (CCS) para a comunidade municipal e regional. Ao todo, serão sete produtos audiovisuais divulgados nas mídias sociais do Centro (Instagram, Facebook e Youtube) e na plataforma Farol da UFSM, e os seus áudios veiculados em rádios institucionais e comunitárias.</p>
<p>Iniciado em setembro de 2020, o projeto é uma proposta das acadêmicas de Relações Públicas que desenvolvem assessoria no CCS, em parceria com a equipe do Núcleo de Divulgação Institucional, e abrange todos os cursos do Centro: Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Farmácia, Medicina, Enfermagem, Odontologia e Fonoaudiologia.</p>
<p>Esta é apenas uma mostra dos 181 projetos extensionistas realizados nos cursos do CCS. O objetivo é contribuir com a popularização da ciência, divulgando os projetos de extensão para além das redes sociais, atingindo o meio radiofônico e, assim, reforçando o objetivo central de levar o conhecimento científico para o dia a dia das pessoas. Mesmo com a pandemia, os projetos de extensão do CCS estão atuando e promovendo saúde e qualidade de vida na região.</p>
<p><em>Fonte: Núcleo de Divulgação Institucional do CCS</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da Covid-19 debate saúde mental e mudanças nas relações sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/17/jornada-multidisciplinar-de-enfrentamento-da-covid-19-debate-saude-mental-e-mudancas-nas-relacoes-sociais</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 14:04:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Farol UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Multidisciplinar de Enfrentamento da COVID 19]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52573</guid>
						<description><![CDATA[No segundo dia da 1ª Jornada Multidisciplinar Online sobre o Enfrentamento da Covid-19, as duas palestras apresentadas trataram dos temas da ansiedade e a mudança de cotidiano e comportamento devido a esse momento de isolamento social. Transmitido pelo Farol UFSM, o segundo dia contou com a participação da psicóloga Vanessa Coelho e com a Dra. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No segundo dia da 1ª Jornada Multidisciplinar Online sobre o Enfrentamento da Covid-19, as duas palestras apresentadas trataram dos temas da ansiedade e a mudança de cotidiano e comportamento devido a esse momento de isolamento social. <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/10-jornada-multidisciplinar-online-sobre-o-enfrentamento-da-pandemia-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Transmitido pelo Farol UFSM</a>, o segundo dia contou com a participação da psicóloga Vanessa Coelho e com a Dra. Miriam Cabrera Corvelo Delboni, docente do departamento de Terapia Ocupacional na UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A psicóloga Vanessa Coelho expôs alguns conceitos sobre a saúde mental e dicas para lidar com a ansiedade. “No momento que estamos vivendo, a mudança gera medo, imprevisibilidade e incertezas que geram uma preocupação muito grande e, como consequência, vem a ansiedade” explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Vanessa revelou que a procura por psicólogos e profissionais da saúde está cada vez maior, pois os efeitos provocados pela ansiedade estão bem mais frequentes neste período. O quadro preocupa, pois outros transtornos podem vir à tona, como estresse pós traumático, depressão e TOC ( transtorno obsessivo-compulsivo).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final da palestra, a psicóloga compartilhou com os espectadores 13 dicas para ajudar quem sofre com ansiedade. Entre elas estão diminuir a quantidade de acesso a notícias sobre a pandemia, cuidar da alimentação, fazer exercícios físicos, não se cobrar tanto e reconhecer suas pequenas vitórias. “ Não se culpe por não conseguir fazer todas as atividades que você planejou ou por não estar conseguindo ser tão produtivo. Agora é o momento para se acolher e se autoconhecer”, enfatiza.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por fim, Vanessa ensinou uma técnica para ajudar a controlar as crises de ansiedade, o Registro de Pensamentos Disfuncionais (RPD). De acordo com a psicóloga, “a RPD&nbsp; ajuda a melhorar o controle do pensamento e assim muda a emoção e comportamento da pessoa. Muitas vezes nós temos pensamentos distorcidos que não correspondem com a realidade ou que vai de acordo com o que estamos enxergando o mundo e da forma que estamos nos sentindo. Treinando e fazendo várias vezes essa técnica, a tendência é de pensarmos positivo e de conseguirmos nos acalmar”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Terapia Ocupacional e Pandemia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na segunda palestra do dia, a professora Miriam Cabrera falou sobre as alterações das rotinas nas ocupações humanas e nos papéis ocupacionais. Também apresentou alguns conceitos e impactos das disfunções ocupacionais pela pandemia de Covid-9 e a contribuição da terapia ocupacional para esse momento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A professora explicou que o isolamento social rompeu com o cotidiano das pessoas. Isso, provocou mudanças nas rotinas e nas relações sociais. A terapia ocupacional pode ser pensada como uma maneira de organizar as novas rotinas e novas formas de se relacionar durante esse contexto de pandemia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Buscar o equilíbrio ocupacional é equilibrar esses ritmos da vida cotidiana, das áreas do autocuidado, do estudo, do lazer. É importante que nós consigamos identificar quais são os nossos valores, nossas crenças, quais são nossos contextos nesse momento, o que me alimenta, quais os valores que te sustenta?”, questiona a terapeuta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Miriam enfatiza a importância do tempo e de gerir de forma equilibrada o desempenho das atividades do dia a dia e classificá-las em urgentes, necessárias e as de prazer. “Experimentar novas atividades como cozinhar, pintar ou desenhar, ameniza as privações que estamos vivendo. Sinta-se em novas ações, novas atividades, reflita sobre cada ação que você realiza e como você se enxerga naquele momento,” aconselha.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As duas palestras apresentadas no segundo dia da 1.ª Jornada Multidisciplinar Online sobre o Enfrentamento da Covid-19 estão disponíveis no site do <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/10-jornada-multidisciplinar-online-sobre-o-enfrentamento-da-pandemia-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Farol UFSM</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Ana Júlia M. Fernandes, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM oferece materiais de apoio a cuidadores de idosos durante o período de distanciamento social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/15/projeto-da-ufsm-oferece-materiais-de-apoio-a-cuidadores-de-idosos-durante-o-periodo-de-distanciamento-social</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 11:15:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[pacto]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=51813</guid>
						<description><![CDATA[Durante o período de distanciamento social que vivenciamos, um dos grupos que precisam de maior atenção são os idosos — não apenas por estarem no grupo de risco do novo coronavírus (covid-19), mas também por precisarem de cuidados especiais com a saúde e com as tarefas cotidianas. Tendo em vista o convívio entre cuidadores de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/WhatsApp-Image-2020-04-13-at-23.34.10-410x1024-1.jpeg"><img class="alignright  wp-image-51814" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/WhatsApp-Image-2020-04-13-at-23.34.10-410x1024-1.jpeg" alt="" width="366" height="914" /></a>Durante o período de distanciamento social que vivenciamos, um dos grupos que precisam de maior atenção são os idosos — não apenas por estarem no grupo de risco do novo coronavírus (covid-19), mas também por precisarem de cuidados especiais com a saúde e com as tarefas cotidianas. Tendo em vista o convívio entre cuidadores de idosos e a terceira idade, o Programa de Extensão Pacto-UFSM vem desenvolvendo uma série de materiais e atividades de escuta e orientação profissional como forma de auxiliar neste momento, que se mostra tão difícil para grande parte da população.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">O Pacto – Programa de Apoio aos Cuidadores da Terapia Ocupacional, ação de extensão vinculada ao curso de Terapia Ocupacional do Centro de Ciências da Saúde da UFSM, atua desde 2018 com trabalhos voltados aos cuidadores de idosos formais (que atuam nas Instituições de Longa Permanência para Idosos, ou ILPIs) e informais (na sua maioria familiares do idoso). Coordenado pela professora Kayla Araujo Ximenes Aguiar Palma, o programa desenvolve mini capacitações dentro das ILPIs, além de encontros com cuidadores de idosos que sofrem com o Mal de Alzheimer — doença que afeta, prioritariamente, a região da memória do paciente —, dando suporte a esses cuidadores através de atividades de relaxamento, de escuta, assim como palestras.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Durante o período de distanciamento social ocasionado pela pandemia de covid-19, na qual foram suspensas as ações presenciais de extensão da UFSM, o projeto continua atendendo virtualmente esses cuidadores, através de materiais informativos enviados via redes sociais digitais. Entre os materiais encaminhados pelo grupo de extensionistas, produzidos em parceria com os alunos da disciplina Terapia Ocupacional em Gerontologia II, de  estão algumas informações sobre os cuidados a serem tomados durante este período, atividades para o estímulo cognitivo e emocional do idoso, sugestões de organização da rotina cotidiana e também cuidados com a saúde do cuidador. O programa de extensão também divulga, nas redes sociais, materiais com sugestões de atividades para serem desenvolvidas em casa.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">A professora do departamento de Terapia Ocupacional e coordenadora do Pacto-UFSM, Kayla Araujo Ximenes Aguiar Palma, reforça que, nesse período que vivenciamos, é fundamental redobrar os cuidados com os idosos e com os cuidadores. “Os cuidadores familiares, que estão 24h em contato com esse cuidado, precisam se cuidar para que não desenvolvam estresse crônico”, comenta a professora. A terapeuta ocupacional destaca que o cuidador também precisa dedicar alguns momentos de lazer para si, praticando atividades que goste, assistindo um filme ou dormindo.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Uma das dicas do programa, para reduzir os impactos desse período, é tentar manter, ao máximo, a rotina do idoso. “Se tomavam café juntos, continuem tomando; se praticavam caminhadas, façam algum exercício físico pela casa; se faziam terapia ocupacional ou fisioterapia, tentem fazer alguma das indicações do T.O. ou do fisioteapeuta. Tentem estimular a capacidade cognitiva e funcional do idoso o mais perto do habitual”, destaca Kayla. A professora finaliza lembrando a importância de seguir tanto as orientações de higiene e cuidado repassados pela mídia quanto as atividades com idosos, para que eles não fiquem focados apenas nas notícias, “deprimindo-se, já que se fala tanto na morte do sujeito idoso pela doença”.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Para ter acesso ao material ou conversar com os participantes do projeto, os interessados podem entrar em contato através do <a href="https://www.facebook.com/pactoufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Facebook</u></a> e do <a href="https://www.instagram.com/pacto_ufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Instagram</u></a> do Programa.</p>
<p style="text-align: left" align="justify"><i>Texto: Wellington Felipe Hack, do Núcleo de Divulgação Institucional da PRE</i><i></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2º Seminário de Políticas Públicas para a População em Situação de Rua será na sexta (29)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/11/25/2o-seminario-de-politicas-publicas-para-a-populacao-em-situacao-de-rua-sera-na-sexta-29</link>
				<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 12:33:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Campus da Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ocupacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=50559</guid>
						<description><![CDATA[O projeto UFSM nas Ruas, em parceria com o Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove o 2º Seminário de Políticas Públicas para a População em Situação de Rua na sexta-feira (29), a partir das 9h, no Salão Imembuí, 2° andar do prédio da Reitoria. O seminário objetiva debater as políticas públicas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto UFSM nas Ruas, em parceria com o Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove o 2º Seminário de Políticas Públicas para a População em Situação de Rua na sexta-feira (29), a partir das 9h, no Salão Imembuí, 2° andar do prédio da Reitoria.<br /><br />O seminário objetiva debater as políticas públicas de pessoas que vivem em situação de rua, bem como o acesso e circularidade dos conhecimentos em relação às pessoas que vivem nesta condição. O evento coloca em perspectiva um lugar para a construção coletiva de conhecimentos, trabalhos colaborativos e parcerias interinstitucionais, de modo a evidenciar a incessante busca por experiências na temática relacionada à população de rua. <br /><br />O evento é aberto ao público. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo <a href="https://forms.gle/tHvyrapQDDcGZ4Db8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link. </a>Vagas limitadas.<br /><br />Mais informações na página do evento no <a href="https://www.facebook.com/events/2512517555481064/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>. </p>
<p>Roberto Montagner, do programa Campus da Gente, da Rádio Universidade e UniFM, entrevistou as acadêmicas Júlia Lago e Marina Severo, do curso de Terapia Ocupacional, que estão na organização do evento. Ouça a entrevista: </p>
<p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/11/04-Marina-Severo-e-Júlia-Lago.mp3"][/audio]</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
							<enclosure url="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/11/04-Marina-Severo-e-Júlia-Lago.mp3" length="17462651" type="audio/mpeg" />
						</item>
					</channel>
        </rss>
        