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				<title>Projeto ofereceu oficinas de intervenção psicossocial para adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa</title>
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				<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 17:27:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"left","id":1466,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2021/04/Screen-Shot-2021-04-16-at-15.35.26-1.jpg" alt="" class="wp-image-1466" /></figure></div>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos projetos de extensão contemplados com bolsa pelo Observatório de Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Maria (ODH/UFSM) ofereceu oficinas de intervenção psicossocial para adolescentes que estão cumprindo medidas socioeducativas. Coordenado pela professora <strong>Jana Gonçalves Zappe</strong>, o projeto tinha previsão de realizar 30 oficinas com 40 adolescentes no ano de 2019, a fim de dar continuidade às atividades desenvolvidas no ano anterior no <strong>Centro de Atendimento Socioeducativo Regional de Santa Maria</strong> (CASE-SM). No entanto, foi possível ir além da expectativa inicial, com um total de 116 oficinas e a participação de 85 adolescentes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Isso foi possível graças a uma ampliação do projeto, que passou a contar com a professora, três mestrandos e três graduandas em Psicologia, além da disponibilização de espaços físicos para realização das oficinas. Com a pandemia do novo coronavírus, foram desenvolvidas outras ações que dessem continuidade ao projeto. Apesar da redução do número de adolescentes cumprindo medidas socioeducativas, as atividades foram mantidas para os que estavam.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Semanalmente, os adolescentes recebiam cartas que demandavam respostas de suas questões pessoais, como estavam se sentindo e a situação no Case. Todas as respostas aos escritos dos adolescentes eram individualizadas. Apesar de no início não haver muita adesão ao projeto, com o passar do tempo, eles passaram a interagir e a participar da ação, escrevendo semanalmente.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Projeto do PPG em Psicologia lança cartilha para famílias com filhos adolescentes na pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/08/03/projeto-do-ppg-em-psicologia-lanca-cartilha-para-familias-com-filhos-adolescentes-na-pandemia</link>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 14:21:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto de extensão intitulado &#8220;Enlaces: Estudos e Intervenções em Terapia Familiar e de Casal&#8221;, vinculado ao Núcleo de Estudos Família e suas Relações (Nefre), do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFSM, elaborou uma cartilha que busca fornecer dicas e orientações abrangendo os desafios das famílias com filhos adolescentes neste período de pandemia. O [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto de extensão intitulado "Enlaces: Estudos e Intervenções em Terapia Familiar e de Casal", vinculado ao Núcleo de Estudos Família e suas Relações (Nefre), do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFSM, elaborou uma <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgp/wp-content/uploads/sites/518/2020/05/Cartilha-fam%C3%ADlias-com-adolescentes-na-pandemia.pdf?fbclid=IwAR3Sg52IzHyESmvNbBSciREyHLt7avDIeOjNdnCKSpKUZQBDNbmjG1eZDYE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cartilha</a> que busca fornecer dicas e orientações abrangendo os desafios das famílias com filhos adolescentes neste período de pandemia.</p>
<p>O projeto disponibiliza atendimentos clínicos gratuitos a famílias a partir da abordagem da Terapia Familiar Sistêmica. A partir de algumas demandas verificadas no acompanhamento às famílias durante a pandemia (os atendimentos foram interrompidos, mas os participantes seguem em contato com as famílias atendidas), surgiram questionamentos e demandas por mais informações sobre o período de distanciamento físico com filhos adolescentes em casa. Devido à escassez de materiais deste tipo na internet, e entendendo que a adolescência é um período muito singular do ciclo de vida, foi elaborado este material, que visa auxiliar famílias com adolescentes a passarem de uma forma mais tranquila por este período. </p>
<p>Os temas abordados na cartilha referem-se a características esperadas no período da adolescência, como as transformações (corporais, emocionais, sociais), os grupos, a escola, e a partir disso disponibilizam-se dicas sobre como os adolescentes e as famílias podem lidar com tudo isso nesse período complexo. A ideia é levar informações às famílias, propor dicas, mas sempre enfatizando que cada adolescente e família é único. Também são abordados aspectos como os espaços da casa, a divisão de tarefas, dentre outras temáticas. </p>
<p>A cartilha foi elaborada por três mestrandas do PPG em Psicologia, uma psicóloga mestre em Psicologia pela UFSM e seis acadêmicas do curso de Psicologia, sob a coordenação da professora Caroline Rubin Rossato Pereira. </p>
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													</item>
						<item>
				<title>Revista Sociais e Humanas recebe artigos sobre direitos da infância e juventude</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/01/22/revista-sociais-e-humanas-recebe-artigos-sobre-direitos-da-infancia-e-juventude</link>
				<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 14:12:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[revista sociais e humanas]]></category>

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						<description><![CDATA[A revista Sociais e Humanas, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) da UFSM, abriu até 20 de março o prazo de submissão de artigos para o Dossiê Temático da 2ª edição de 2020, que busca refletir sobre os avanços e as lacunas existentes e as necessidades de melhorias no que tange aos direitos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A revista <a href="https://periodicos.ufsm.br/sociaisehumanas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sociais e Humanas</a>, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) da UFSM, abriu até 20 de março o prazo de submissão de artigos para o Dossiê Temático da 2ª edição de 2020, que busca refletir sobre os avanços e as lacunas existentes e as necessidades de melhorias no que tange aos direitos da infância e juventude, considerando que em 2020 comemoram-se os 30 anos da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A intenção é publicar pelo menos um artigo de cada região do país, para contemplar suas especificidades.</p>
<p>Os artigos podem ser revisões de literatura ou resultantes de pesquisas empíricas, assinados pelo menos por um autor com título de mestre. Não serão aceitos trabalhos de graduandos/especialista como único autor, a não ser para a publicação na sessão Artística Cultural. Todos os textos passarão primeiramente pela leitura dos membros do conselho editorial e posteriormente para avaliação às cegas de pelo menos dois avaliadores.</p>
<p>Os eixos prioritários para o dossiê são: direitos das crianças e dos adolescentes; ética, cultural, consumo atrelado a crianças e adolescentes; história da criança e do adolescente brasileiros; implementação de políticas públicas para crianças e adolescentes; políticas de saúde e de assistência social voltadas para as crianças e os adolescentes; educomunicação, letramento midiático/competências de mídia voltadas à infância e juventude.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A tutela sob outro olhar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-tutela-sob-outro-olhar</link>
				<pubDate>Thu, 11 Oct 2018 20:54:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Tutelar]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ressignificando]]></category>
		<category><![CDATA[tutela]]></category>

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						<description><![CDATA[A relação entre os conselheiros tutelares e a população de Santa Maria é ressignificada por iniciativa de professoras da UFSM
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 500;">Quando você ouve falar em conselheiro tutelar, qual a primeira imagem que vem a sua cabeça? Embora sejam responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes em situações de negligência familiar, para muitas pessoas esses profissionais são sinônimos de medo, punição e repreensão. Percebendo a existência dessa concepção equivocada, a professora do departamento de Psicologia da UFSM Mônica Arpini criou, em 2017, o projeto de extensão <em>Ressignificando a Percepção da Comunidade Sobre a Atuação do Conselheiro Tutelar</em>. A iniciativa tem como objetivo transformar o imaginário popular sobre os profissionais por meio de ações que abordam os serviços prestados pelo setor em Santa Maria.</span>

&nbsp;

<img class="aligncenter size-full wp-image-4693" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/10/Box_ressignific.png" alt="" width="757" height="407" />

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<span style="font-weight: 500;">De acordo com Mônica, a ideia consiste em usar alguns recursos de mídia para dialogar com a comunidade sobre a prática do conselheiro tutelar. Desde o primeiro semestre de 2018, o Ressignificando conta com um programa semanal nas rádios Universidade e UniFM. Para a docente, ações como essa são necessárias porque o trabalho do conselheiro pode não alcançar seu potencial se a sociedade o transformar em vilão. “Ele é alguém que pode construir estratégias para que a situação se torne protetiva e a criança possa sentir que tem alguém que olha por ela, que protege ela”, ressalta a coordenadora.</span>

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<span style="font-weight: 500;">Por meio do projeto de extensão, que também conta com a ajuda da professora do Departamento de Serviço Social Rosane Janczura e com a estudante de mestrado Gabriela Christofari, a UFSM se mostrou importante na relação dos cidadãos de Santa Maria com os conselheiros tutelares. “O Ressignificando é um meio de campo entre a comunidade e o conselheiro, que é o ator principal desse projeto”, afirma Mônica. Para Renata Brondani, mestranda de Psicologia e participante da iniciativa, “é gratificante ouvir relatos de profissionais e famílias que puderam ressignificar um pouquinho as concepções sobre o que é a atuação de um conselheiro”.</span>

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<span style="font-weight: 500;">Outro recurso utilizado pelos membros do projeto é o Facebook, no qual são disponibilizados vídeos e cartilhas explicativos. A </span><a href="https://www.facebook.com/projetoressignificando/"><span style="font-weight: 500;">página</span></a><span style="font-weight: 500;"> na rede social foi criada pelos alunos de Jornalismo da UFSM Amanda Iung, Júlia Goulart e Pablo Furlanetto, responsáveis por pensar a comunicação do projeto nas mídias sociais. Para Amanda, um dos pontos mais enriquecedores foi “a experiência de trabalhar com pessoas reais para um objetivo maior em prol da comunidade”.</span>

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<span style="font-weight: 500;">Para transformar ainda mais a concepção principal do projeto, uma websérie foi realizada durante o primeiro semestre de 2018. Com os conselheiros tutelares como protagonistas da produção, a ideia dos vídeos- que ainda não estão disponíveis para o público- é apresentar os relatos obtidos ao público geral. “É um vídeo que pretende aproximar a comunidade das situações que o conselheiro tem que lidar diariamente e que a maioria das pessoas desconhece”, conta Pablo Furlanetto. </span>

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<b>Reportagem: </b><span style="font-weight: 500;">Paulo César Ferraz, acadêmico de Jornalismo</span>

<b>Edição: </b><span style="font-weight: 500;">Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Ilustração: </b><span style="font-weight: 500;">Mariana Machado, acadêmica de Desenho Industrial</span>]]></content:encoded>
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