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				<title>Equipe FieldCrops da UFSM coordena evento de soja no Paraguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/13/equipe-fieldcrops-da-ufsm-coordena-evento-de-soja-no-paraguai</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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						<description><![CDATA[Soybean Summit 2026 fortaleceu a conexão entre pesquisa aplicada e lavoura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73499" align="alignright" width="391"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2098.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-73499" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2098.jpeg" alt="" width="391" height="522" /></a> Evento reuniu 247 produtores e consultores no sábado (11)[/caption]
<p dir="auto">No sábado (11) foi realizado o Soybean Summit 2026, na cooperativa das Colônias Unidas, no Paraguai. O evento coordenado pela Equipe FieldCrops da UFSM fortaleceu a conexão entre pesquisa aplicada e lavoura, reunindo 247 produtores e consultores e consolidando-se como um importante momento para a discussão de estratégias voltadas ao aumento da lucratividade da soja.</p>
<p dir="auto">Da UFSM, participaram o professor Alencar Zanon, o pós-doutorando Alexandre Ferigolo e o doutorando Marcel Guevara, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA), além do aluno de Agronomia Matiah Vega.</p>
<p dir="auto">O principal destaque do evento foi a apresentação dos resultados do Soybean Money Maker, um amplo diagnóstico realizado em lavouras comerciais de soja com o objetivo de identificar os fatores que mais limitam a expressão do potencial produtivo. Ao transformar dados obtidos diretamente nas propriedades em conhecimento prático, o Soybean Money Maker fornece informações estratégicas para a tomada de decisão, contribuindo para sistemas de produção mais eficientes, rentáveis e sustentáveis.</p>
<p dir="auto"><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor de universidade dos EUA vai apresentar oportunidades de colaboração para alunos de Agronomia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/09/professor-de-universidade-dos-eua-vai-apresentar-oportunidades-de-colaboracao-para-alunos-de-agronomia</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:26:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

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						<description><![CDATA[A palestra visa a estimular o intercâmbio de estudantes e professores com a Oklahoma State University]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Convite-Palestra-Scott-Senseman.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Convite-Palestra-Scott-Senseman-819x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação do evento." width="575" height="719" /></a>No dia 20 de julho, o professor Scott Senseman estará na UFSM para apresentar uma palestra sobre oportunidades de colaboração com a Oklahoma State University, instituição na qual leciona. Tendo como público-alvo estudantes de graduação e pós-graduação em Agronomia, a palestra será uma oportunidade para conhecer as possibilidades de cooperação internacional entre as instituições, contribuindo para o fortalecimento de parcerias acadêmicas e científicas. A atividade inicia-se às 9h na Sala Cláudio Mussoi, localizada no prédio 42 do campus sede da UFSM.</p><p>A palestra é promovida pelo Departamento de Defesa Fitossanitária da UFSM, em parceria com a área de herbologia do curso de Agronomia. A atividade também tem o objetivo de estimular iniciativas de intercâmbio de estudantes e pesquisadores, tanto por meio do envio de alunos e professores da UFSM quanto da recepção de integrantes da instituição parceira.</p><p>O link para inscrição pode ser acessado por meio do QR Code disponível na imagem ao lado.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe FieldCrops da UFSM realiza Soybean Summit 2026 e reúne mais de 750 produtores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/equipe-fieldcrops-da-ufsm-realiza-soybean-summit-2026-e-reune-mais-de-750-produtores</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:25:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[soybean summit]]></category>

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						<description><![CDATA[Palestras foram ministradas por especialistas do Brasil, Argentina, Estados Unidos e Paraguai]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73457" align="alignright" width="640"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto_Summit_2026.jpeg"><img class="wp-image-73457" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto_Summit_2026.jpeg" alt="" width="640" height="360" /></a> Evento técnico-científico foi realizado em Passo Fundo[/caption]
<p style="font-weight: 400">A Equipe FieldCrops, grupo de pesquisa da UFSM, promoveu nos dias 30 de junho e 1º de julho, na Universidade de Passo Fundo (UPF), o Soybean Summit 2026, o maior evento técnico-científico com base em dados de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<p style="font-weight: 400">Com o tema “Colher + Investindo Certo”, o evento reuniu 767 produtores rurais, consultores, pesquisadores, estudantes e profissionais do agronegócio, consolidando-se como um importante espaço para a difusão de conhecimento e a aproximação entre universidade, pesquisa e setor produtivo.</p>
<p style="font-weight: 400">A programação contou com palestras ministradas por especialistas do Brasil, Argentina, Estados Unidos e Paraguai, abordando temas estratégicos para a produção de soja, como ecofisiologia, nutrição mineral, manejo para alta rentabilidade, agricultura de precisão, inteligência aplicada à produção, análise de dados de lavouras e perspectivas da agricultura mundial. Também foram promovidas mesas-redondas, momentos de networking e apresentações de tecnologias desenvolvidas por empresas parceiras.</p>
<p style="font-weight: 400">A UFSM teve participação de destaque na organização do evento, por meio da Equipe FieldCrops, coordenada pelos professores Nereu Streck e Alencar Zanon, reforçando o compromisso institucional com a geração e a transferência de conhecimento científico para o setor agropecuário. A iniciativa integra as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelo grupo, contribuindo para a formação de profissionais e para o aumento da competitividade da agricultura brasileira.</p>
<p style="font-weight: 400">Além do expressivo público presente, o Soybean Summit 2026 contou com o apoio de diversas empresas e instituições parceiras, fortalecendo a interação entre a universidade e o setor produtivo e evidenciando a importância da ciência aplicada para o desenvolvimento sustentável da agricultura.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Agronomia da UFSM/FW conhecem realidade do agronegócio no Cerrado brasileiro </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/02/estudantes-de-agronomia-da-ufsm-fw-conhecem-realidade-do-agronegocio-no-cerrado-brasileiro</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:22:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[
Visita técnica proporcionou contato com grandes sistemas produtivos, conhecimentos sobre agricultura irrigada, produtos biológicos e oportunidades profissionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73432" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Alunos-de-Agronomia-durante-visita-em-plantacao-de-canola-na-Fazenda-Barro-Branco.jpg"><img class="wp-image-73432" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Alunos-de-Agronomia-durante-visita-em-plantacao-de-canola-na-Fazenda-Barro-Branco.jpg" alt="" width="637" height="424" /></a> Alunos visitaram lavoura de canola na Fazenda Barro Branco[/caption]
<p dir="ltr">Alunos do Curso de Agronomia do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) realizaram a 15ª Visita Técnica ao Cerrado Brasileiro, de 20 a 26 de junho. Atividade complementar da disciplina de Agricultura Especial I, a viagem possibilitou compreender diferenças entre os sistemas agrícolas do Cerrado e da região Sul do país, conhecer sistemas produtivos em larga escala e aproximar os estudantes do mercado de trabalho.</p>
<p dir="ltr">Durante as atividades, os acadêmicos visitaram fazendas nos estados de Goiás (GO), Minas Gerais (MG) e Distrito Federal (DF). A programação incluiu visitas voltadas à produção de diferentes culturas. Além disso, a experiência possibilitou discussões relacionadas à produção de alimentos, manejo sustentável, uso de produtos biológicos, irrigação, agricultura digital e adaptação às mudanças climáticas, temas cada vez mais presentes no setor agrícola brasileiro.</p>
<h3 dir="ltr">Conhecimento na prática</h3>
<p dir="ltr">A iniciativa ocorreu sob a coordenação do professor Claudir José Basso, docente do departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA) da UFSM/FW, e da disciplina.  Também acompanharam a viagem os professores do departamento, Braulio Otomar Caron e Fernando Panno.</p>
<p dir="ltr">Para Basso, essa experiência revela aos acadêmicos possibilidades que vão além do cenário agrícola regional. “Trazer os alunos para essa realidade é importante porque o Cerrado ainda é uma região que vai crescer muito na produção de alimentos, na produção de energia”. Segundo pontua, “a ideia é apresentar um contexto totalmente diferente daquele que estamos acostumados a ver no Sul e também possibilitar aos estudantes oportunidades profissionais e de estágio”. </p>
<p dir="ltr">O docente enfatiza que a atividade contribui para aproximar os conteúdos trabalhados em sala de aula da prática no campo. “O algodão, por exemplo, é uma cultura que os alunos estudam dentro da graduação, mas muitos nunca tiveram contato direto com uma lavoura. Aqui eles conseguem visualizar isso, conversar com profissionais da área e entender melhor os sistemas de produção”, explica.</p>
<h3 dir="ltr">Diferenças climáticas e desafios de produção</h3>
<p dir="ltr">Na Fazenda Barro Branco, em Buritis (MG), os estudantes conheceram as plantações de sorgo e canola, que são destinadas para a produção de sementes. Diferentemente do Sul, onde as chuvas são mais distribuídas ao longo do ano, a região do Cerrado possui períodos bem definidos entre seca e chuva: um verão quente e chuvoso (outubro a abril) e um inverno seco (maio a setembro). A influência do clima foi observada durante as visitas, onde os alunos entenderam sua  interferência direta no planejamento das lavouras.</p>
<p dir="ltr">Vinícius Machado da Silva, gerente geral agrícola da propriedade e egresso da UFSM/FW, explicou que o manejo agrícola da região depende muito do calendário climático. “A principal diferença é o regime de chuvas. Isso exige planejamento das culturas, manejo de cobertura do solo e definição correta das épocas de plantio”. Silva comentou ainda sobre outro fator importante: a maior pressão de pragas e doenças, visto que o frio não atua da mesma forma que no Sul na quebra dos ciclos biológicos.</p>
<p dir="ltr">O proprietário da Barro Branco, Oscar Stroschon, também egresso da UFSM, iniciou as atividades no Cerrado em 1989 e atualmente soma áreas em Minas Gerais, Goiás e Bahia, atuando na produção de sementes e diferentes culturas agrícolas. O cultivo experimental de canola, por exemplo, iniciou em 2024 nas fazendas, com rápida ampliação da área destinada à oleaginosa, atualmente com cerca de 250 hectares. </p>
<h3 dir="ltr">Sustentabilidade e manejo biológico</h3>
<p dir="ltr">Na Agrícola Wehrmann, em Cristalina (GO), a turma conheceu sistemas de produção de hortaliças em larga escala, com destaque para batata e cebola, entre outras produzidas no local. Os estudantes acompanharam de perto os desafios relacionados à essas produções, com foco no manejo de plantas daninhas e na necessidade de rotação de culturas para manutenção da sanidade das áreas. </p>
<p dir="ltr">A empresa mantém uma biofábrica para multiplicação de microrganismos utilizados no manejo agrícola. Atualmente, 90% dos produtos utilizados em grande parte das áreas de produção são biológicos. De acordo com a coordenadora de Aprendizagem e Projetos Sociais da empresa, Andréia Lago, a adoção dos bioinsumos cresceu nos últimos anos a partir dos resultados observados no campo. “Hoje os produtos biológicos fazem parte da rotina da empresa. Além da questão da sustentabilidade, também existe retorno em qualidade e redução de custos”, comenta. </p>
<p dir="ltr">Durante a visita, Andréia também esclareceu sobre o controle de qualidade realizado desde a produção até o processamento dos alimentos, além das ações relacionadas à compostagem e redução de resíduos. Os alunos puderam conhecer a estrutura de beneficiamento e classificação de batatas, além dos sistemas de armazenamento e produção de sementes. </p>
<h3 dir="ltr">Tecnologia na produção de tomate</h3>
<p dir="ltr">Igualmente, práticas de manejo biológico foram observadas nas áreas de produção irrigada de tomate na Fazenda Onça (GO). A Fazenda é de propriedade dos sócios Carlos Alberto Moresco e Genes Ceppo os quais atuam em áreas arrendadas no Cerrado. Conforme Moresco, o tomate é uma cultura altamente dependente de tecnologia, inovação e manejo técnico, exigindo atenção constante em relação à irrigação, sanidade e condições climáticas. Durante a visita, os acadêmicos conheceram estratégias de manejo biológico no solo e nas aplicações foliares, além de práticas de rotação de culturas utilizadas para reduzir problemas fitossanitários e melhorar a produtividade.</p>
<h3 dir="ltr">Qualidade para exportação</h3>
<p dir="ltr">Na Fazenda Yanoama, no Distrito Federal, os estudantes conheceram o sistema de produção de café irrigado, voltado principalmente para exportação. A propriedade utiliza manejo biológico em diferentes culturas e vem reduzindo gradativamente o uso de produtos químicos. Além disso, utiliza resíduos orgânicos da própria produção na adubação das lavouras.</p>
<p dir="ltr">Para o administrador da fazenda, Roberto Nardi, os investimentos em manejo preventivo e equilíbrio do solo têm sido fundamentais para manter a produtividade e a qualidade da cultura. “Hoje trabalhamos bastante com aplicações biológicas e manejo de solo, buscando melhor enraizamento e equilíbrio da lavoura. No café, conseguimos reduzir significativamente o uso de químicos nos últimos anos”, explica. Outro diferencial que Nardi apresentou aos estudantes foi o manejo da irrigação para uniformizar a florada do café e melhorar a qualidade dos grãos produzidos.</p>
<h3 dir="ltr">Tecnologia e inovação</h3>
<p dir="ltr">A cadeia produtiva do algodão foi apresentada na Fazenda Pamplona, da SLC Agrícola, localizada em Cristalina (GO). Os acadêmicos também participaram de uma conversa sobre agricultura digital, telemetria e manejo regenerativo do solo, sistemas que vêm transformando os sistemas produtivos e ampliando a eficiência do agronegócio do Cerrado. Na ocasião, foram apresentados recursos de agricultura de precisão, monitoramento das áreas por imagens de satélite, aplicação localizada de defensivos e uso de bioinsumos produzidos em biofábricas próprias.</p>
<p dir="ltr">Para o coordenador de Produção Agrícola local, Lucas Cesar Martins, as mudanças climáticas vêm exigindo adaptações constantes nos sistemas produtivos. Por isso, a empresa adota o uso de plantas de cobertura e estratégias voltadas à conservação do solo e ao aumento da sustentabilidade dos sistemas produtivos. “Hoje existe uma preocupação muito grande com retenção de água no solo, aumento de matéria orgânica e diversificação de culturas. São práticas que ajudam a tornar os sistemas mais resilientes”, destaca.</p>
<h3 dir="ltr">Oportunidades profissionais</h3>
<p dir="ltr">Ao todo, 526 estudantes já participaram das visitas técnicas, que ocorrem desde 2010. Basso destaca que essa atividade prática “busca instigar os alunos a conhecer uma nova região para que, depois de formados, tomem suas decisões. É uma região que tem muito a crescer e muita oportunidade de trabalho”. “É uma chance que eu não tive dentro da minha graduação”, complementa. </p>
<p dir="ltr">Assim, muito além do aprendizado técnico, as viagens da disciplina aproximam os estudantes de oportunidades profissionais no Centro-Oeste brasileiro. Um case de sucesso é o do engenheiro agrônomo Vinicius Machado da Silva. Ele explica que a participação em uma edição anterior da viagem foi decisiva para sua trajetória profissional. “Depois da viagem, busquei uma oportunidade de estágio no Cerrado. Vim para conhecer a região e acabei construindo minha carreira aqui dentro da empresa”, relata.</p>
<p dir="ltr">A acadêmica do curso Esther Taborda, que participou da visita, destaca que retorna com uma visão mais ampla sobre o agronegócio brasileiro e sobre as possibilidades de atuação profissional. “A gente consegue conhecer culturas e sistemas produtivos que não fazem parte da nossa realidade no Sul. Também temos contato com empresas, produtores e oportunidades de estágio. Isso amplia muito nossa visão como futuros profissionais”, afirma. </p>
<p dir="ltr"><em>Texto e foto: Gracieli Fernandes/</em><em>Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa define parâmetros científicos para o uso de dejetos de coelhos como fertilizante</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/pesquisa-define-parametros-cientificos-para-o-uso-de-dejetos-de-coelhos-como-fertilizante</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:44:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73009</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa integra economia circular e inovação tecnológica para reduzir custos na agricultura familiar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Uma pesquisa do Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) e do campus local do Instituto Federal Farroupilha (IFFar/FW) estuda o potencial dos dejetos de coelhos como uma fonte de adubação orgânica sustentável. O projeto, que está no seu terceiro ano de execução, com apoio do Fundo de Incentivo à Pesquisa (Fipe), preenche uma lacuna na literatura científica. Embora o uso desses resíduos seja uma prática antiga e comum entre produtores, a aplicação ocorre de forma empírica, sem critérios sobre a quantidade exata necessária para cada cultura.

<b>A transição do conhecimento teórico para o desenvolvimento técnico</b>

Coordenado pela professora Ana Carolina Kohlrausch Klinger, docente do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais da UFSM/FW, o projeto visa suprir a carência de dados técnicos na literatura sobre a nutrição vegetal com resíduos da cunicultura. O objetivo central é oferecer aos agricultores familiares uma base científica que substitua o método de “tentativa e erro” por dosagens precisas que maximizem o crescimento das plantas. Segundo a docente, “o projeto surge de uma demanda real para reduzir custos dentro de sistemas familiares de produção e dar suporte técnico a um tema pouco explorado pela academia”, explica.

<b>Resultados práticos e limites nutricionais</b>

Os testes já apresentam resultados significativos sobre a viabilidade de cada tratamento. No caso da alface, os pesquisadores identificaram que o tratamento com maior viabilidade situa-se no nível de 50% a 75% de dejetos de coelho, nível muito parecido com o da cultura da couve. Por outro lado, os ensaios com lavanda, ainda em andamento, estimam que a substituição total do substrato comercial pelo dejeto de coelho não gera diferenças negativas no desenvolvimento, o que representa uma economia direta para o produtor.

A qualidade do adubo também depende da dieta dos animais. No Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Produção (Lepep) de cunicultura do IFFar, os coelhos recebem uma alimentação balanceada composta por ração comercial e volumosos, como capim-elefante, rami, aveia e subprodutos da alimentação humana, incluindo ramas de beterraba e cenoura. Esta integração reforça o conceito de agricultura circular, onde resíduos vegetais alimentam os animais e os dejetos destes retornam ao solo para nutrir novas culturas.

<b>Inovação em manejo e preservação de recursos hídricos</b>

Uma mudança estrutural nas instalações do IFFar revolucionou o recolhimento do material orgânico. A substituição das antigas canaletas por valas coletoras secas eliminou a necessidade de lavagem diária com mangueiras. Esta tecnologia simples preserva a água e garante que o dejeto permaneça seco e rico em nutrientes, facilitando o transporte e a aplicação pelo agricultor.

A coordenadora explica que “para que um produtor se aproprie de uma tecnologia, precisamos reduzir o número de operações. O sistema de valas permite que o adubo fique seco e pronto para o uso, exigindo menos esforço físico e maior eficiência”. A simplicidade desta solução tecnológica é um dos pontos de destaque em apresentações internacionais realizadas pela equipe em eventos.

<b>Impacto social e valorização no mercado</b>

Desenvolvido a partir de uma das linhas de pesquisa do grupo “Temas emergentes em Zootecnia”, o projeto integra estudantes dos cursos de Agronomia da UFSM/FW, Medicina Veterinária e Técnico em Agropecuária do IFFar/FW. A iniciativa promove a aproximação entre formação acadêmica e prática de campo, preparando os futuros profissionais para difundir métodos de produção ambientalmente corretos e socialmente justos.

Além dos impactos ambientais positivos, a utilização de adubação 100% orgânica reduz custos com insumos químicos e agrega valor comercial ao produto final, ampliando oportunidades de geração de renda para a agricultura familiar. O cronograma prevê a continuidade dos ensaios experimentais e a publicação de novos artigos científicos até janeiro de 2027, fortalecendo uma base de dados voltada à transformação de resíduos em alternativas produtivas sustentáveis.

Participam do projeto os estudantes Amanda Harnau Schuh, Léo Gustavo Erpen, Isabela Pozer, Germano Silvestre, João Vitor Agostini e Rhaysa Lima, além do técnico Marcelo Seibert, do pós-graduando Bruno Callai da Silva e das professoras Hilda Hildebrand e Denise Schmidt.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores da UFSM realizam palestras sobre irrigação em evento em Cruz Alta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/20/professores-da-ufsm-realizam-palestras-sobre-irrigacao-em-evento-em-cruz-alta</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:06:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72879</guid>
						<description><![CDATA[Especialistas de diferentes instituições compartilharam experiências e pesquisas voltadas ao enfrentamento da estiagem]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O município de Cruz Alta recebeu, no dia 13 de maio, a abertura do Tecnoshow da Irrigação e do 1º Encontro Internacional de Irrigantes. O evento reuniu produtores rurais, pesquisadores, estudantes e profissionais ligados ao agronegócio para debater tecnologias, estratégias de manejo e alternativas para ampliar a eficiência do uso da água na produção agrícola. Durante a programação, especialistas de diferentes instituições compartilharam experiências e resultados de pesquisas voltados ao enfrentamento dos impactos das estiagens e ao aumento da produtividade das culturas irrigadas.

A UFSM esteve representada por docentes e ex-docentes vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) e ao Centro de Ciências Rurais (CCR). A professora Mirta Petry apresentou a palestra “Irrigação e necessidade hídrica: diagnóstico das perdas e caminhos para aumentar a produtividade”, na qual abordou como o manejo adequado da irrigação pode contribuir para reduzir perdas de rendimento e melhorar a eficiência no uso da água.

Também participou do painel o ex-professor da UFSM Reimar Carlesso, um dos principais nomes da irrigação no país. Em sua palestra, “Uma visão global da gestão da irrigação”, o pesquisador trouxe uma perspectiva internacional sobre a evolução das técnicas de irrigação e os desafios relacionados à sustentabilidade dos recursos hídricos. O professor Alencar Junior Zanon apresentou o tema “Quanto o Rio Grande do Sul perde por seca em soja e milho?”, destacando os prejuízos econômicos e produtivos provocados pela falta de chuvas nas principais culturas agrícolas do estado.

A programação contou ainda com a participação de Lineu Neiva Rodrigues, da Embrapa Cerrados, que discutiu a importância da irrigação para conciliar produção de alimentos e sustentabilidade.

Encerrando o painel, os especialistas participaram de um debate conduzido pelo engenheiro agrônomo Rodrigo Rossato, interagindo com o público e aprofundando temas relacionados à gestão da irrigação.

A presença dos pesquisadores da UFSM reforça o papel da instituição na geração de conhecimento e no desenvolvimento de soluções voltadas ao uso eficiente da água e ao fortalecimento da agricultura irrigada no Brasil.

<i>Texto: PPGEA</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PoliFeira do Agricultor abre ponto temporário de vendas no Colégio Politécnico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/31/polifeira-do-agricultor-abre-ponto-temporario-de-vendas-no-colegio-politecnico</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:08:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa busca ampliar o acesso da comunidade acadêmica a alimentos da agricultura familiar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão do Colégio Politécnico da UFSM, iniciou no dia 10 de março a comercialização temporária de produtos em um ponto físico dentro do próprio colégio. A iniciativa, coordenada pela equipe do projeto, busca ampliar o acesso da comunidade acadêmica a alimentos provenientes da agricultura familiar e livres de agrotóxicos, já que os produtos vendidos na feira passam por análises regulares no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM, garantindo maior segurança e qualidade aos consumidores.

[caption id="attachment_72345" align="alignright" width="631"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Polifeira1.jpg"><img class=" wp-image-72345" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Polifeira1-1024x768.jpg" alt="A foto mostra uma edificação rústica (semelhante a um galpão) com base de tijolos e telhado de placas de metal. Na fachada, estão afixados cartazes que anunciam os produtos vendidos pela PoliFeira." width="631" height="473" /></a> O ponto de vendas temporário da PoliFeira localiza-se no espaço da antiga lancheria do Colégio Politécnico (foto: João Victor Souza)[/caption]

De acordo com Cristiano Dotto, coordenador da PoliFeira, a experiência também serve como um teste para que no futuro se almeje um ponto fixo permanente de vendas para o projeto. Segundo a agricultora familiar Miraci Sippert Schú, do município de Agudo, o novo ponto de comercialização dentro do colégio tem representado uma oportunidade adicional de venda para os feirantes. Ela conta que tem reposto os produtos duas vezes por semana, sempre trazendo mercadorias novas para manter a oferta de alimentos frescos aos consumidores que circulam pelo campus.

Para a produtora, a iniciativa também contribui para ampliar as oportunidades de comercialização da agricultura familiar. “Esse espaço dentro do Politécnico nos dá a oportunidade de fazer uma feira a mais na semana”, afirma. De acordo com ela, a presença de um ponto de vendas temporário facilita o contato com novos consumidores e fortalece a relação entre os agricultores e a comunidade acadêmica.

O ponto de comercialização localiza-se no espaço da antiga lancheria do Colégio Politécnico da UFSM. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

As feiras da PoliFeira seguem ocorrendo semanalmente nos seguintes locais:

• Terça-feira, das 7h às 12h30min – Avenida Roraima (entre a Faixa Nova e a Faixa Velha de Camobi)

• Quarta-feira, das 7h às 13h30min – Prédio 26A do campus (próximo ao estacionamento do Hospital Universitário)

• Quinta-feira, das 12h às 18h – Largo do Planetário

• Domingo – Largo do Planetário

<b>Critérios para participar como feirante permanente</b>

Para os agricultores interessados em integrar o grupo de feirantes permanentes, existem alguns critérios de seleção. Os agricultores devem estar comprometidos com práticas sustentáveis, produção própria e com interesse em participar ativamente das ações de ensino, pesquisa e extensão vinculadas ao projeto. Os demais critérios são os seguintes:

• Ser agricultor familiar de Santa Maria ou da região;

• Produzir aquilo que pretende comercializar (com possibilidade de complementação local ou regional);

• Visitar a feira ou participar de uma reunião coletiva para conhecer o funcionamento;

• Receber visita técnica na propriedade;

• Preencher a ficha de inscrição e assinar termo de compromisso com as regras da feira;

• Obter licença de feirante (no caso de feiras fora do campus).

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo WhatsApp do projeto: (55) 9.9221-0697. Novidades, bastidores e ações especiais da PoliFeira estão disponíveis em seu perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/polifeira" target="_blank" rel="noopener">@polifeira</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da PoliFeira do Agricultor</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM realiza plantio de flores no Monumento ao Imigrante Italiano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/31/projeto-da-ufsm-realiza-plantio-de-flores-no-monumento-ao-imigrante-italiano</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:44:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72331</guid>
						<description><![CDATA[Desde abril de 2025, o Projeto Flores para Todos realiza a restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72332" align="alignright" width="638"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_20260327_161226056_HDR.jpg"><img class=" wp-image-72332" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_20260327_161226056_HDR-1024x576.jpg" alt="Um homem e duas mulheres plantam flores em um canteiro localizado em torno a uma grande rocha. O canteiro fica à beira de uma estrada asfaltada, uma ladeira bastante inclinada aos pés de um morro. À esquerda, está estacionado um carro branco." width="638" height="359" /></a> Integrantes da Equipe PhenoGlad e da Prefeitura de Silveira Martins participaram do plantio[/caption]
<p>Na última sexta-feira (27) foi concluída mais uma etapa da restauração e modernização do paisagismo da cidade de Silveira Martins, realizada através do Projeto Flores para Todos em parceria com a Prefeitura e a UFSM. Integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM e da Prefeitura de Silveira Martins fizeram o plantio de flores em um canteiro localizado no Monumento ao Imigrante Italiano.</p>
<p>Situado na VRS 304, a 2,5 km da sede do município, o Monumento ao Imigrante Italiano é um belvedere construído em 1977 para homenagear o centenário da imigração italiana na região da Quarta Colônia. O local oferece uma vista panorâmica da serra e por isso recebe turistas que se deslocam para a cidade de Silveira Martins</p>
<p>Segundo o coordenador nacional do Projeto Flores para Todos, professor Nereu Augusto Streck, responsável pelo planejamento paisagístico, o embelezamento do Monumento ao Imigrante Italiano era uma das prioridades que a Prefeitura tinha desde o ano passado. “Agora concretizamos mais esta etapa com chave de ouro”, comemora o Professor. “A cada nova entrega de resultados reafirmamos o compromisso do Projeto Flores para Todos com a comunidade de Silveira Martins e os turistas que visitam o município”, conclui.</p>
<p>A restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins é realizada através do Projeto Flores para Todos. Iniciou em abril de 2025 e continuará nos próximos três anos, em conformidade com as demandas da Prefeitura.</p>
<p><i>Texto: Projeto Flores para Todos</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lidera rede pioneira de monitoramento de CO₂ em lavouras e pastagens do Sul do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-lidera-rede-pioneira-de-monitoramento-de-co%e2%82%82-em-lavouras-e-pastagens-do-sul-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:04:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de solos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[gases efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[labgee]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72204</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa utiliza torres de fluxo para monitorar gases de efeito estufa em sistemas agrícolas e aponta caminhos para a produção sustentável e a geração de créditos de carbono]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72209" align="alignright" width="647"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg"><img class=" wp-image-72209" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg" alt="" width="647" height="486" /></a> Rodrigo, Débora e Murilo monitoram dados no LABGEE (Foto: Ricardo Bonfanti)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma rede de medição de carbono instalada em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul está revelando, com precisão inédita, como diferentes sistemas de produção agropecuária interagem com o clima. Coordenado pela UFSM, por meio do Laboratório de Gases do Efeito Estufa (LABGEE), o projeto utiliza torres de fluxo, um equipamento semelhante à estação meteorológica, porém equipado com sensores mais precisos. Essas torres são consideradas o método mais avançado do mundo para medir continuamente a emissão e a absorção de gases de efeito estufa em lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa coloca a UFSM entre as instituições protagonistas no Brasil e no mundo no monitoramento contínuo e em tempo real do balanço de CO₂ em sistemas agrícolas, o que é estratégico para compreender o papel da agropecuária nas mudanças climáticas. No Brasil, pesquisas desse tipo em sistemas agrícolas monitorados continuamente por torres de fluxo são raras, especialmente em culturas importantes para a economia regional, como soja, arroz irrigado e pecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">À frente desta iniciativa, os professores Débora Roberti, do Departamento de Física do CCNE, e Rodrigo Jacques, do Departamento de Solos do CCR, destacam a importância deste trabalho, que, ao mesmo tempo em que ressalta o papel do manejo adequado das áreas agrícolas e desmistifica a produção rural - quando bem feita - como vilã das mudanças climáticas, projeta novos mercados e fortalece a internacionalização da UFSM.</span></p>
<h3>Sensores medem CO₂ em tempo real</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, nove torres de fluxo estão instaladas em diferentes sistemas produtivos do Sul do país, incluindo lavouras de soja, trigo, milho e arroz irrigado, além de pastagens naturais do bioma Pampa. Os equipamentos estão distribuídos em propriedades nos municípios gaúchos de Catuípe (duas unidades), Alegrete, Cachoeira do Sul (quatro unidades) e Santa Maria, além de uma área no Paraná. Os locais foram escolhidos por permitirem comparar manejos tradicionais ou melhorados das lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As torres de fluxo são equipadas com sensores altamente sensíveis, capazes de registrar de forma contínua as absorções e emissões de gases do efeito estufa de uma área. Os instrumentos realizam 10 medições por segundo, identificando se, por exemplo, o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400">) está sendo liberado para a atmosfera ou absorvido pelas plantas - e, após, armazenado no solo. “A metodologia em si é única no mundo, só ela que faz isso. É a mais avançada e universalmente aceita”, explica Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da medição dos gases, os equipamentos registram variáveis meteorológicas, como temperatura do ar e do solo, radiação solar e precipitação. Todos os dados são transmitidos automaticamente pela internet para o LABGEE, situado no prédio do INPE, onde são processados e analisados pelos pesquisadores e estudantes de pós-graduação de Física e Meteorologia, com apoio do meteorologista Murilo Lopes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com esse monitoramento contínuo, os cientistas conseguem calcular o chamado fluxo de carbono, que representa o saldo (balanço) entre o carbono retirado da atmosfera pelas plantas durante a fotossíntese e aquele liberado por processos naturais, como respiração das plantas, decomposição da matéria orgânica e atividade de organismos vivos. O acompanhamento permite identificar em tempo real, ao longo do dia, dos meses, das estações e dos anos, quando um sistema produtivo atua como emissor ou absorvedor de carbono.</span></p>
<h3>De meia em meia hora, por três anos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“É preciso no mínimo 10 medidas por segundo da concentração do CO₂ e da velocidade vertical do vento na atmosfera. Com uma análise estatística destes dados se obtém o fluxo, e então é possível dizer, a cada meia hora, se um sistema emitiu ou absorveu”, explica Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como as medições são realizadas continuamente, a cada meia hora, os pesquisadores conseguem acompanhar ao longo do ano o comportamento das emissões e absorções em cada área monitorada. Com um ano completo de dados, já é possível calcular o balanço anual de carbono de um sistema agrícola, pecuário ou natural e identificar práticas que aumentam a absorção ou as emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, para garantir resultados mais robustos, o monitoramento precisa se estender por períodos maiores, já que as condições climáticas variam de um ano para outro - no caso, três anos é o período mínimo determinado pelos pesquisadores para captar melhor estas variações. “Esse é o destaque desta técnica, que está na vanguarda das metodologias de medida de gás do efeito estufa na atmosfera”, salienta Débora.  </span></p>
[caption id="attachment_72258" align="alignleft" width="396"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72258 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" alt="" width="396" height="582" /></a> Uma das nove torres instaladas pela UFSM (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Pioneirismo e investimentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Débora destaca o pioneirismo do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), que acumula mais de 30 anos de experiência em monitoramento com torres de fluxo, com atualização constante das tecnologias utilizadas. “Nosso grupo, nos anos 1990, já participava de projetos na Amazônia. Mais tarde começamos a usar nos sistemas de manejo do Rio Grande do Sul, e começamos a monitorar mais continuamente a partir de 2010”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conjunto dos equipamentos utilizados no projeto representa um investimento de cerca de R$ 5 milhões, obtido pelo LABGEE ao longo dos anos por meio de projetos financiados por diferentes agências. </span></p>
<h3>Trabalho interdisciplinar</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A interdisciplinaridade é essencial para o êxito do projeto. Pesquisadores da Física, da Agronomia, da Meteorologia, trabalhando juntos, contribuem para o melhor entendimento dos resultados, que são utilizados por diversos grupos na UFSM, incluindo a área de sensoriamento remoto, e também de outras universidades. "É um trabalho bem amplo, e os resultados são compartilhados", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rodrigo exemplifica que, enquanto para as Ciências Rurais a ênfase maior é no armazenamento do carbono no solo, a Física se interessa pela contribuição dos gases para o aquecimento global, e a Economia estuda a venda e remuneração de créditos de carbono. "A fixação e emissão de carbono é um assunto que permeia vários grupos de pesquisa na UFSM, com diferentes óticas, e todos estão, de certo modo, dependentes de uma metodologia de quantificação, de como saber se um sistema produtivo, seja industrial ou agropecuário, está emitindo ou absorvendo. Aí é que entra esta metodologia, que é uma maneira mais moderna de quantificar", ressalta.</span></p>
<h3>Protagonismo e reconhecimento internacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho motiva tanto os produtores rurais envolvidos, que, com o manejo correto, visualizam no futuro monetizar créditos de carbono, quanto alunos de cursos como Física, Meteorologia, Agronomia e Engenharia Ambiental, que participam ativamente dos estudos e, mensalmente, visitam as propriedades nas quais as torres estão instaladas, sob a coordenação do meteorologista Murilo. "Nosso protagonismo é também na formação de recursos humanos para trabalhar com essa metodologia, que não é simples", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A referência da UFSM na área não é de hoje. "Somos pioneiros no Brasil para este monitoramento contínuo ao longo dos anos, com torres de fluxo. O grupo que tem o maior protagonismo é o nosso. Inclusive, por 20 anos, fizemos em Santa Maria o Congresso Brasileiro de Micrometeorologia, evento bianual que recebia a comunidade nacional e internacional", lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reconhecimento internacional só cresce. Atualmente, os dados obtidos pelas torres de monitoramento estão entrando em um banco de dados mundial, sendo utilizados por grupos de pesquisa de inúmeros países. "Somos um grupo muito internacionalizado, com inúmeras parcerias. Também recebemos muitos pesquisadores estrangeiros e enviamos alunos de doutorado e pós-doutorado para países como Portugal e Estados Unidos", acrescenta a pesquisadora.</span></p>
[caption id="attachment_72210" align="alignright" width="566"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg"><img class=" wp-image-72210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg" alt="" width="566" height="425" /></a> Dados são apresentados aos produtores participantes (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Importância ambiental e potencial econômico</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A agricultura é frequentemente apontada como uma das fontes de emissão de gases de efeito estufa, mas os estudos conduzidos pela UFSM mostram que sistemas produtivos bem manejados, como é o caso dos que estão sendo monitorados, também podem remover carbono da atmosfera, contribuindo para reduzir o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As medições feitas pelas torres de fluxo permitem identificar quais práticas agrícolas aumentam essa capacidade de captura, como o uso de plantas de cobertura, rotação de culturas, integração lavoura-pecuária e manejo adequado das pastagens. “Quanto mais planta tiver no solo, sem intervalos, maior é a absorção, porque o que absorve o CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400"> da atmosfera e coloca no solo são as plantas, por meio da fotossíntese. Sistemas sem pousios são os que mais absorvem”, destaca Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para reduzir o aquecimento global, essas práticas podem melhorar a fertilidade do solo e abrir oportunidades para geração de créditos de carbono na agropecuária, que podem ser comercializados com empresas interessadas em compensar suas emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estimativas indicam que, se metade das áreas de pastagens naturais do Pampa fosse utilizada para geração de créditos de carbono, seria possível produzir cerca de 3,3 milhões de créditos por ano. Considerando um valor médio de US$ 10 por crédito, o potencial de receita chegaria a US$ 33 milhões anuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, práticas que aumentam a captura de carbono — como rotação de culturas, plantas de cobertura e manejo adequado do solo — tendem a melhorar a fertilidade e a estrutura do solo, contribuindo também para maior produtividade agrícola.</span></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72276 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este-1024x575.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></a></p>
<p> </p>
<h3>O que mostra o monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados das pesquisas conduzidas pela UFSM têm indicado que práticas agrícolas adequadas podem transformar lavouras e pastagens em aliadas importantes no combate às mudanças climáticas, ao ampliar a captura de carbono e reduzir emissões de gases de efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No arroz irrigado, a introdução de pastagens de inverno nas lavouras reduziu as emissões de CO₂ em 20% e de metano em 60%. As lavouras que cultivam soja e trigo, muito comuns na região, podem absorver até três vezes mais CO₂ por hectare se intercaladas por plantas de cobertura. A produção de bovinos em pastagens do Pampa pode absorver CO₂ pelo correto manejo da pastagem, compensando as emissões de metano pelo gado, aliando a produção de uma carne de qualidade com absorção de gases do efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já a lavoura de trigo, segundo Rodrigo, é uma grande absorvedora de CO₂, mas deixá-la parada, sem cultivo, a torna uma emissora de CO₂. De maneira geral, conforme ele, as lavouras do RS têm potencial de serem absorvedoras de CO₂ e poderiam ser utilizadas para venda de créditos de carbono.  </span></p>
<h3>Próximos passos: novas culturas e créditos de carbono</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudos conduzidos pela UFSM seguem em andamento e buscam ampliar o conhecimento sobre como diferentes práticas agrícolas influenciam o balanço de gases de efeito estufa nos sistemas produtivos do Sul do Brasil. Os pesquisadores esperam que os dados obtidos possam orientar estratégias de produção mais sustentáveis, apoiar políticas públicas e fortalecer o papel da agropecuária na mitigação das mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim que cada um dos sistemas produtivos que estão sendo monitorados atualmente completar três anos de dados gerados, outras culturas poderão ser contempladas, como a integração entre lavoura e pecuária e a fruticultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro passo futuro, assim que houver dados de três anos em cada sistema, é trabalhar em projeto piloto de crédito de carbono. "Como esse trabalho não é em nível de pequenos experimentos, mas sim em nível de fazenda, esses dados que estamos gerando podem servir como uma linha de base para saber se os agricultores estão absorvendo ou emitindo, sendo possível, então, entrar no mercado de crédito de carbono", afirma Débora.</span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti</em><br /><em>Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De forma inédita, Equipe FieldCrops faz previsão de safra de soja com ferramenta baseada em ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/de-forma-inedita-equipe-fieldcrops-faz-previsao-de-safra-de-soja-com-ferramenta-baseada-em-ciencia</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:39:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72232</guid>
						<description><![CDATA[Ferramenta envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg"><img class="alignright wp-image-72234" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg" alt="" width="441" height="624" /></a></p>
<p>Antecipar o quanto o Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, vai produzir em cada região brasileira é uma meta arrojada e que pode mexer com o mercado internacional da principal <em>commodity</em> agrícola mundial e beneficiar o produtor brasileiro. A Equipe FieldCrops da UFSM atingiu esta meta e apresentou na semana passada a previsão de safra de soja para todo território nacional que a produz. A ferramenta científica envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial.</p>
<p>Como exemplo da força da ferramenta, o professor Nereu Augusto Streck explica que, para o Rio Grande do Sul, a estimativa feita pela Emater/RS é de 2.87 toneladas por hectare (ton/ha), e a estimativa da Equipe FieldCrops da UFSM, utilizando modelos matemáticos chancelados pela ciência e as ferramentas mais modernas de mineração de dados e inteligência artificial, é de 2.94 ton/ha, ou seja, a precisão da ferramenta é muito alta.</p>
<p>"Alcançamos uma ferramenta de gestão de riscos antes de o risco acontecer e até antes do produtor de soja colocar a semente na terra, o que vai ser uma grande virada de chave e colocar o Brasil ainda mais alto no cenário mundial do agronegócio", destaca Nereu.</p>
<p>O professor Alencar Junior Zanon, que aprendeu a metodologia de previsão de safra na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, e a trouxe ao Brasil, reafirma a importância do protagornismo da UFSM no desenvolvimento da ferramenta de previsão. O pesquisador destaca que, ao longo das safras 2025/2026, os produtores do <em>Soybean Money Maker</em> acompanharam o que o ambiente permitiu que colhessem em suas lavouras, pois essa tecnologia é mais uma das grandes ferramentas disponíveis dentro do maior diagnóstico de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Fazenda dentro da universidade”: 7° Dia de Campo do Advanced Farm 360º aproxima UFSM, produtores e tecnologias do agro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/fazenda-dentro-da-universidade-7-dia-de-campo-do-advanced-farm-360o-aproxima-ufsm-produtores-e-tecnologias-do-agro</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:15:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[advanced farm 360]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dia de campo]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[técnico em agropecuária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72223</guid>
						<description><![CDATA[Evento realizado na área agrícola do Colégio Politécnico apresentou pesquisas aplicadas e abriu as portas da UFSM para a comunidade conhecer, na prática, o que é produzido no setor]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72225" align="alignright" width="629"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0015.jpg"><img class=" wp-image-72225" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0015.jpg" alt="" width="629" height="419" /></a> Palestra de abertura teve como tema “Agricultura regenerativa na visão do produtor e da academia”[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O 7º Dia de Campo Advanced Farm 360º reuniu estudantes, pesquisadores, produtores rurais e comunidade na tarde de sexta-feira (20), na área agrícola do Colégio Politécnico da UFSM. Com programação voltada à apresentação de pesquisas e tecnologias para o agronegócio, o evento buscou aproximar a universidade da sociedade e difundir soluções aplicadas ao campo por meio de atividades práticas e estações temáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação iniciou com a abertura oficial e um painel sobre agricultura regenerativa como ferramenta de sustentabilidade nos sistemas de produção. Ao longo da tarde, os participantes foram divididos em grupos para percorrer as estações técnicas, com momentos de explicação e espaço para perguntas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a professora e colaboradora do projeto Jaqueline Sgarbosa, o dia de campo é pensado como uma estratégia de conexão direta com a sociedade. “É uma atividade desenvolvida com a finalidade de demonstrar para a comunidade o que estamos desenvolvendo de pesquisas, muitas delas em parceria com empresas, que atendem demandas reais dos produtores”, explica.</span></p>
[caption id="attachment_72226" align="alignleft" width="307"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0084-scaled.jpg"><img class="wp-image-72226" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0084-scaled.jpg" alt="" width="307" height="460" /></a> Professora Jaqueline Sgarbosa é uma das colaboradoras do projeto[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Ela destaca que o próprio conceito do projeto está ligado a essa integração. A proposta “360º” representa justamente o fechamento de um ciclo, conectando universidade, empresas e sociedade na construção de soluções para o setor agrícola. “Não basta desenvolver pesquisas, é preciso que elas sejam aplicadas e gerem recomendações mais assertivas para o produtor”, complementa. </span></p>
<h3>Tecnologias apresentadas no campo</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o roteiro técnico, os participantes passaram por cinco estações temáticas, que contemplaram diferentes áreas da produção agrícola:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Produção de arroz irrigado e manejo sustentável de áreas de várzea;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para a cultura da soja;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para a cultura do milho;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Agricultura digital e de precisão;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Inovações tecnológicas para o setor agropecuário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">A dinâmica permitiu que os grupos permanecessem em cada estação por cerca de 25 a 30 minutos, promovendo interação direta com os apresentadores e troca de experiências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a professora Magda Aita Monego, diretora do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico, o evento cumpre um papel fundamental ao difundir as tecnologias desenvolvidas na instituição para a comunidade. “A agricultura regenerativa conecta ciência, prática e visão de futuro no agro”, afirmou, durante a abertura.</span></p>
<h3>Formação prática e integração com o mercado</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além da difusão de tecnologias, o dia de campo também se consolida como espaço de formação prática para os estudantes. Mais de 40 alunos dos cursos de Agronomia e técnicos de Agropecuária e Agricultura de Precisão participaram da organização da atividade, vivenciando desde o planejamento até a execução do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Jaqueline Sgarbosa, esse é um dos pilares do projeto. A iniciativa funciona como uma “fazenda dentro da universidade”, permitindo que os estudantes tenham contato direto com práticas reais do campo. “Um dos nossos principais lemas é ensinar na prática, permitindo que os alunos coloquem em ação aquilo que aprendem em sala de aula”, afirma.</span></p>
[caption id="attachment_72227" align="alignright" width="306"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0167-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72227" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0167-scaled.jpg" alt="" width="306" height="459" /></a> Gabriela Câmpara e mais de 40 estudantes participaram da organização[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A relação com o setor produtivo também é um diferencial. Atualmente, o projeto conta com mais de 30 empresas parceiras, envolvendo áreas como sementes, fertilizantes, máquinas, tecnologias agrícolas e bioinsumos. Essa articulação, segundo a coordenadora, é fundamental para aproximar a universidade das demandas reais do campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A acadêmica de Agronomia Gabriela Câmpara, que atuou na organização, destaca justamente esse papel integrador. “O dia de campo faz essa conversa entre produtores, alunos e empresas. Todo mundo troca informação”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A experiência também impacta quem participa como visitante. A estudante do curso técnico em Agropecuária Gabriela Rodrigo Renzoni ressalta o aprendizado adquirido. “É muito proveitoso. São experiências novas e coisas que a gente pode usar no dia a dia e futuramente aplicar nas propriedades ou nas cooperativas”, afirma.</span></p>
<h3>Troca de experiências e impacto na formação</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A experiência também mobiliza egressos da instituição. Formada neste ano, Ana Lívia dos Santos Ribeiro retornou ao Colégio Politécnico para acompanhar a atividade. “É gratificante poder prestigiar os colegas e ver o esforço deles. Eu sei o quão importante é o desenvolvimento desse evento”, diz. Ela ainda reforça que a integração entre as áreas é um diferencial: “Sem a agricultura, a pecuária não sobrevive. É uma via de mão dupla”.</span></p>
[caption id="attachment_72228" align="alignleft" width="306"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0127-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72228" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0127-scaled.jpg" alt="" width="306" height="459" /></a> Acadêmico Marcos Dahmer participou como apresentador pela primeira vez[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Entre as apresentações, os próprios estudantes tiveram espaço para divulgar pesquisas. O acadêmico Marcos Rubens Dahmer, do terceiro semestre de Agricultura, participou como apresentador pela primeira vez, com um estudo sobre produtividade de arroz irrigado com uso de bioinsumos. O interesse pelo projeto surgiu após visitar a edição anterior do evento. “Quando participei no ano passado, percebi as possibilidades aqui dentro. Gostei e vi que era a área de campo que eu queria, então consegui me inserir no projeto”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a reitora da UFSM, Martha Adaime, também presente na abertura do 7º Dia de Campo Advanced Farm 360º, iniciativas como essa reforçam a qualidade da formação oferecida pela instituição. “Mais eficiente do que o número de estudantes é a qualidade dos estudantes. E aqui vemos a preocupação com ensino, pesquisa, extensão e inovação”, destacou.</span></p>
<h3>Evento estratégico para o setor agrícola</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os dias de campo são realizados em momentos estratégicos do calendário agrícola – uma vez no verão e outra no inverno. Segundo Sgarbosa, a escolha do período está relacionada ao ciclo das culturas, permitindo que os participantes visualizem, na prática, os resultados das tecnologias aplicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É nesse momento que conseguimos observar se aquilo que foi desenvolvido apresenta resultado ou não. O produtor quer ver o que está sendo feito, quer visualizar”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atividade sempre é aberta a diferentes públicos, incluindo estudantes, produtores, empresas e comunidade em geral. Nesta edição, houve maior adesão de participantes em relação aos anos anteriores: cerca de 500 participantes, reforçando o interesse crescente pelas discussões envolvendo inovação e sustentabilidade no agronegócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Realizado em uma tarde de altas temperaturas, o evento contou ainda com a distribuição gratuita de água para os participantes e foi encerrado com uma confraternização. A iniciativa reafirma o papel da universidade como espaço de produção e compartilhamento de conhecimento, aproximando teoria e prática no desenvolvimento do setor agrícola.</span></p>
<p><em>Confira mais imagens do evento:</em></p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":72229,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9996.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9996-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72229" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9982.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9982-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72230" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9979.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9979-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72231" /></a></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Giovanna Rist, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM desenvolve pesquisa para explorar potencial antioxidante e nutritivo das folhas de bambu</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/06/ufsm-desenvolve-pesquisa-para-explorar-potencial-antioxidante-e-nutritivo-das-folhas-de-bambu</link>
				<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 18:17:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[A pesquisa com o bambu envolve análises físico-químicas, nutricionais, funcionais e econômicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM está conduzindo o projeto “Explorando o potencial antioxidante e nutritivo das folhas de bambu”, uma iniciativa que investiga as propriedades funcionais e nutricionais das folhas de <i>Dendrocalamus asper</i>, espécie mais cultivada no Rio Grande do Sul. A pesquisa é coordenada pela professora Milene Teixeira Barcia, do Departamento de Tecnologia e Ciência de Alimentos da UFSM.

O projeto busca compreender como diferentes métodos de secagem e extração influenciam a presença de compostos bioativos, a capacidade antioxidante, a bioacessibilidade e a segurança toxicológica do chá produzido a partir das folhas. Além disso, pretende avaliar o uso do subproduto da extração para o enriquecimento de alimentos, ampliando o aproveitamento integral da planta e contribuindo para práticas sustentáveis na indústria alimentícia.

A pesquisa envolve análises físico-químicas, nutricionais e funcionais, além de avaliações econômicas relacionadas à viabilidade de produção, agregando conhecimento técnico e formando novos pesquisadores na área de ciência e tecnologia de alimentos.

O estudo é realizado em colaboração com um produtor de bambu, que fornece amostras das folhas para análise, compartilhando conhecimentos sobre o cultivo e as práticas produtivas adotadas no Brasil. A propriedade também abriga o Museu do Bambu, que já exibiu artigos científicos produzidos pelo grupo de pesquisa da UFSM.

Segundo a professora Milene Barcia, essa troca tem sido fundamental para garantir que a investigação responda a demandas reais do setor. “O objetivo central do grupo de pesquisa é avaliar o potencial funcional e nutricional das folhas de bambu. Além do chá, também investigamos outras potencialidades da folha de bambu, com projetos aprovados no CNPq e Fapergs, visando ampliar o uso da folha na área de alimentos”, explica.

A parceria permite, ainda, que estudantes tenham contato direto com as etapas produtivas, o que enriquece sua formação e aproxima a pesquisa da realidade de quem trabalha com o bambu no estado.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos entrega paisagismo do Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/15/projeto-flores-para-todos-entrega-paisagismo-do-espaco-multidisciplinar-de-silveira-martins</link>
				<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 20:38:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Silveira Martins]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto paisagístico foi elaborado pelo professor Nereu Augusto Streck, durante a 15ª e 16ª fases do projeto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71669" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IMG-20251211-WA0109.jpg"><img class=" wp-image-71669" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IMG-20251211-WA0109-300x185.jpg" alt="Foto horizontal. Tendo um prédio ao fundo, um homem agachado sobre um canteiro de flores fala para um público formado por cerca de 15 pessoas." width="637" height="393" /></a> Agachado sobre o canteiro, o professor Nereu Streck explica ao público o projeto paisagístico elaborado para o local[/caption]

Na última quinta-feira (11), o Projeto Flores para Todos entregou o paisagismo do Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins. Várias partes da área externa da instituição receberam tratamento paisagístico, desde o pomar até o gramado entre os prédios. Cada área teve um desenho paisagístico distinto e adaptado para as condições ambientais (luz e solo).

No pomar, uma área muito sombreada, os canteiros foram desenhados em estilo orgânico e receberam plantas que se adaptam ao ambiente de pouca luz o dia todo. Na área gramada entre os prédios, junto aos muros foram desenhados canteiros no estilo <i>mixed borders</i>, ou bordaduras mistas, e receberam espécies anuais e perenes com grande contraste de cores, texturas e alturas. Na área de entrada da instituição, a novidade foram os canteiros regenerativos, a tendência mais contemporânea no paisagismo mundial. Esses canteiros chamam a atenção pelo formato natural, com plantas espontâneas que regeneram o ambiente de cada canteiro de forma singular.

O projeto paisagístico foi do professor Nereu Augusto Streck e a execução foi durante a 15ª e 16ª fases do Projeto Flores para Todos, em 2025. “Em dezembro de 2024 fomos desafiados pela direção do Espaço Multidisciplinar a restaurar e vitalizar a área da instituição”, comenta. “Aceitamos o desafio, utilizamos as técnicas internacionais de sustentabilidade e um ano depois entregamos um paisagismo que preserva o ambiente e valoriza as espécies nativas, mas sem esquecer as espécies cultivadas que geram renda a produtores familiares de flores”, explica o professor. “Agora temos na instituição um laboratório a céu aberto para os visitantes, amantes das flores e estudantes que desejam conhecer o que se tem de mais moderno em paisagismo”, conclui.

A solenidade de entrega de resultados teve a presença do pró-reitor de Extensão, professor Flavi Ferreira Lisboa Filho, da diretora do Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, professora Cadija Coutinho, do diretor de Desenvolvimento Regional da Pró-Reitoria de Extensão, Leandro Nunes Gabbi, e da coordenadora do curso de Agronomia, professora Francine Damian. Durante o roteiro por todas as partes do paisagismo, os participantes ouviram explicações técnicas realizadas pelo professo Nereu, por integrantes da Equipe PhenoGlad e pelo professor Nelson Diehl Kruse, do Departamento de Defesa Fitossanitária.

<i>Texto: Projeto Flores para Todos</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos entrega nova etapa de restauração do paisagismo de Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/30/projeto-flores-para-todos-entrega-nova-etapa-de-restauracao-do-paisagismo-de-silveira-martins</link>
				<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 19:37:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71152</guid>
						<description><![CDATA[As espécies plantadas foram escolhidas por sua rusticidade e características estéticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71155" align="alignright" width="623"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG_20251029_181233427_HDR-1.jpg"><img class=" wp-image-71155" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG_20251029_181233427_HDR-1-300x181.jpg" alt="Foto horizontal. Mostra uma praça com canteiros, contendo também árvores, gramado, lixeiras e um monumento pintado de branco" width="623" height="376" /></a> Novos canteiros foram plantados na praça central de Silveira Martins[/caption]
<p>Nesta quarta-feira (29) foi concluída mais uma etapa da restauração e modernização do paisagismo da cidade de Silveira Martins, realizada através do Projeto Flores para Todos em parceria com a Prefeitura Municipal e a UFSM, representada pela Equipe PhenoGlad. Foi realizado o plantio de canteiros na praça central de Silveira Martins com espécies herbáceas com muito colorido. Os canteiros são em estilo vitoriano, com pequenas adaptações utilizando os conceitos de Burle Marx, o mais famoso paisagista brasileiro. Participaram das atividades integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM e da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e servidores da Prefeitura.</p>
<p>Segundo o coordenador nacional do Projeto Flores para Todos, professor Nereu Augusto Streck, responsável pelo planejamento paisagístico, as espécies plantadas foram escolhidas por sua rusticidade e características estéticas. “As flores que escolhemos em comum acordo com a Prefeitura de Silveira Martins são muito coloridas e aguentam sol, calor, chuva, frio e precisam pouca água, o que garante sua adaptação à grande variabilidade climática que estamos enfrentando nos últimos anos”, explica.</p>
<p>As ações de restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins através do Projeto Flores para Todos iniciaram-se em abril de 2025 e continuarão nos próximos três anos.</p>
<p><i>Texto e foto: Projeto Flores para Todos</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Agricultura orgânica estará em pauta em evento promovido pela Feira Ana Primavesi</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/29/agricultura-organica-estara-em-pauta-em-evento-promovido-pela-feira-ana-primavesi</link>
				<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 22:33:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[feira ana primavesi]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71136</guid>
						<description><![CDATA[Serão abordados temas como permacultura, agroecologia, sementes crioulas e certificação de alimentos orgânicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Seminario-agroecologia-31-out-2025.jpg"><img class=" wp-image-71137 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Seminario-agroecologia-31-out-2025-240x300.jpg" alt="" width="574" height="718" /></a>A <a href="https://www.instagram.com/feiraanaprimavesi/" target="_blank" rel="noopener">Feira Orgânica Ana Primavesi</a> convida a comunidade a participar nesta sexta-feira (31) do evento intitulado “Solo vivo, palavra viva: conversa sobre saberes e sabores orgânicos”. Visando a celebrar os saberes do campo, a agroecologia e a cultura alimentar, as atividades ocorrem nos turnos da manhã e tarde, com início às 8h30min, no Auditório Flávio Miguel Schneider, localizado junto ao prédio 42 do campus sede da UFSM. Entre os destaques da programação (disponível na imagem ao lado), está uma palestra às 10h com o permacultor João Rockett, que vai falar sobre “Agricultura de super existência”. Ao longo do dia, também haverá uma edição especial da feira orgânica, bem como da Feira de Sementes Crioulas.

A participação no evento é gratuita, sem necessidade de inscrição prévia. Os participantes vão receber certificado.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM representa o Brasil em simpósio internacional sobre produtividade agrícola na China</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/professor-da-ufsm-representa-o-brasil-em-simposio-internacional-sobre-produtividade-agricola-na-china</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 10:42:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[soybean money maker]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71099</guid>
						<description><![CDATA[Alencar Zanon foi convidado para apresentar resultados do projeto Soybean Money Maker]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71100" align="alignright" width="559"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-23.15.32-e1761301045734.jpeg"><img class="wp-image-71100" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-23.15.32-e1761301045734.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um homem de terno escuro, óculos, falando ao microfone em um palco de tom amadeirado, olhando de lado para um grande telão onde há um mapa do brasil e dados sobre a produção agrícola" width="559" height="345" /></a> Zanon participou do evento nesta semana na Huazhong Agricultural University[/caption]
<p>A UFSM marcou presença em Wuhan, China, em um dos mais importantes debates sobre a produção de alimentos. O professor Alencar Junior Zanon, do curso de Agronomia e dos programas de pós-graduação em Agronomia e Engenharia Agrícola, representou a instituição e o Brasil no International Symposium on Global Crop Yield Potential (Simpósio Internacional sobre Potencial de Produtividade Global de Culturas), realizado de segunda (20) a quinta-feira (23) na Huazhong Agricultural University.</p>
<p>O simpósio reuniu pesquisadores de instituições de destaque global, como a Universidade de Nebraska-Lincoln (EUA), a Universidade de Mar del Plata (Argentina), o Instituto de Pesquisa do Arroz das Filipinas e a Universidade Agrícola de China, contando com representantes de diversos países do mundo.</p>
<p>Zanon apresentou os resultados do projeto Soybean Money Maker (SMM), desenvolvido na UFSM. O SMM dedica-se a compreender as limitações das lavouras de soja no Brasil, fornecendo dados e recomendações técnicas para os produtores com o intuito de conciliar aumento da produção de soja com a redução do impacto ambiental. Além disso, dados levantados pelo SMM também servem de base para trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses dos integrantes da Equipe FieldCrops, coordenada por Zanon.</p>
<p>Membro do corpo editorial da revista Crop and Environment (considerada uma das 10 melhores na área de agronomia), Zanon ressaltou a honra do convite e destacou a qualidade da pesquisa no país anfitrião. “Fico muito surpreso e gostaria de destacar a pesquisa das universidades chinesas, pelo seu foco dentro da lavoura do produtor, entendendo todas as realidades que acontecem no ambiente de produção”, afirmou.</p>
<p>Para o futuro, a cooperação internacional será essencial. "O próximo passo, logo após construir este networking global, é conduzir experimentos para entender o máximo que pode ser produzido na atual área agricultável, onde nós, da Equipe FieldCrops, estaremos representando o Brasil nesses trabalhos", destaca o professor.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento na UFSM discute utilização de bioinsumos a partir desta terça (16)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/16/evento-na-ufsm-discute-utilizacao-de-bioinsumos-a-partir-desta-terca-16</link>
				<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:00:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[#bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[bioconnection]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70508</guid>
						<description><![CDATA[2º BioConnection é promovido pelo Grupo de Pesquisa em Manejo de Grandes Culturas de Coxilha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Grupo de Pesquisa em Manejo de Grandes Culturas de Coxilha da UFSM promove nesta terça (16) e na quarta-feira (17), das 18h às 22h, o 2º BioConnection. O objetivo é realizar um evento destinado a produtores rurais sobre a temática da utilização de bioinsumos na agricultura, seus desafios e inovações. A programação ocorre no Auditório Flávio Miguel Schneider, prédio 42, no Centro de Ciências Rurais (CCR).</p>
<p>Durante o evento, pesquisadores irão apresentar inovações tecnológicas e discutir diferentes aspectos dos bioinsumos, enquanto produtores rurais irão apresentar <em>cases</em> de sucesso e o uso desses insumos na agricultura.</p>
<p>O público-alvo é constituído por profissionais, produtores rurais, patrocinadores e estudantes de graduação e pós-graduação. </p>
<p>Programação e inscrições no <a href="https://conteudo.maissoja.com.br/bioconnection" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p>Mais informações na página do <a href="https://www.instagram.com/coxilhaufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> do Grupo de Pesquisa Coxilha UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores e startup da UFSM são agraciados com o prêmio “O Futuro da Terra”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/03/professores-e-startup-da-ufsm-sao-agraciados-com-o-premio-o-futuro-da-terra</link>
				<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 21:41:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[pulsar]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70384</guid>
						<description><![CDATA[Neste ano, a UFSM recebeu cinco prêmios, sendo contemplada em todas as categorias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Reconhecer pesquisas que contribuem para aperfeiçoar o desenvolvimento e o desempenho do agronegócio gaúcho é o objetivo do prêmio “O Futuro da Terra”, entregue pelo Jornal do Comércio em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). Neste ano, a distinção aos expoentes da pesquisa que beneficia diretamente o agronegócio foi entregue na segunda-feira (1º) à noite, no auditório da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), localizado no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 48ª Expointer. Neste ano, a UFSM recebeu cinco prêmios, sendo contemplada em todas as categorias.

Docente aposentado da UFSM, o professor José Miguel Reichert foi escolhido neste ano para receber o prêmio especial. Na categoria “Cadeias de Produção e Alternativas Agrícolas”, foi premiado o professor Volmir Sergio Marchioro, do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais do Campus de Frederico Westphalen. Juliano Smanioto Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, foi agraciado na categoria “Inovação e Tecnologia Rural”. Docente do Departamento de Ciências Florestais, Fabrício Jaques Sutili recebeu o prêmio na categoria “Preservação Ambiental”. Por fim, a empresa Crops Team (instalada na Pulsar Incubadora Tecnológica e vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico) venceu na categoria “Startup do Agronegócio”

Os vencedores são selecionados por um colegiado especial, composto por membros do Comitê de Assessoramento Científico e Tecnológico da área de Ciências Agrárias da Fapergs. Também foram contemplados professores das universidades federais do Rio Grande do Sul (Ufrgs), do Rio Grande (Furg), de Pelotas (UFPel) e da Fronteira Sul (UFFS), além de uma startup da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A lista dos 13 premiados e outras informações sobre a cerimônia de premiação constam no <a href="https://www.jornaldocomercio.com/expointer/o-futuro-da-terra/2025/09/1216702-jc-e-fapergs-destacam-importancia-da-ciencia-ao-entregar-premio-o-futuro-da-terra-na-expointer.html" target="_blank" rel="noopener">site do Jornal do Comércio</a>.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação da Fapergs</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM é jurada em concurso de produtos da agricultura familiar na Expointer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/03/professora-da-ufsm-e-jurada-em-concurso-de-produtos-da-agricultura-familiar-na-expointer</link>
				<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 04:09:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70377</guid>
						<description><![CDATA[A docente Neila Richards está atuando como avaliadora nas categorias de queijo colonial e doce de leite]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_70378" align="alignright" width="607"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Concurso-EMATER-queijo-01-09-2025-1.jpeg"><img class=" wp-image-70378" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Concurso-EMATER-queijo-01-09-2025-1-300x169.jpeg" alt="" width="607" height="342" /></a> Sentadas à mesa, as juradas Amanda de Souza da Motta, Neila Richards, Saionara Araujo Wagner, Tatiana Vieira e Larissa Bueno Ambrosini (da esq. para a dir.) experimentam queijos[/caption]

Considerada uma das maiores vitrines da agricultura brasileira, a 48ª Expointer começou no último sábado (30) e segue até o próximo domingo (7) no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Uma das principais atrações para quem visita a feira é o Pavilhão da Agricultura Familiar, que neste ano reúne o <a href="https://www.expointer.rs.gov.br/expointer-deste-ano-comeca-a-se-consolidar-como-a-edicao-dos-recordes" target="_blank" rel="noopener">número recorde de 456 empreendimentos</a>. Para avaliar os melhores alimentos à venda no local, está acontecendo o 13º Concurso de Produtos da Agroindústria Familiar. A professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, está atuando como uma das avaliadoras do concurso, nas categorias de queijo colonial e doce de leite.

Ao lado dela, também atuam como juradas as professoras Amanda de Souza da Motta, Saionara Araujo Wagner e Tatiana Vieira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e a pesquisadora Larissa Bueno Ambrosini, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DPPA), órgão da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação.

Além de queijo e doce de leite, o concurso conta com várias outras categorias: suco de uva tinto integral; vinho de mesa seco (nas categorias bordô, branco e outras uvas); vinhos finos tinto e branco; salame tipo italiano; linguiça de carne suína defumada; cachaça prata; cachaças envelhecidas em barril de carvalho e em barril de amburana; licor de cachaça; mel; melado líquido.

Segundo a professora Neila Richards, iniciativas como essa reforçam a importância da qualificação e reconhecimento dos produtos coloniais no cenário nacional, alinhando tradição, inovação e sustentabilidade. A divulgação das agroindústrias vencedoras em cada categoria (bem como das classificadas em 2º e 3º lugares) está prevista para esta quinta-feira (4).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertura de Edital de Concurso Público para Docentes do Magistério Superior na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/29/abertura-de-edital-de-concurso-publico-para-docentes-do-magisterio-superior-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 14:19:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[concurso magistério]]></category>
		<category><![CDATA[Magistério Superior]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70338</guid>
						<description><![CDATA[Vagas são para as áreas de Comunicação e Agronomia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria informa que, no período de 1º a 30 de setembro, estarão abertas as inscrições para Concurso Público para duas vagas de Professor da Carreira de Magistério Superior (Edital UFSM N. 223/2025).</p>
<p style="font-weight: 400">As vagas são para o Campus Campus Frederico Westphalen e Campus Santa Maria, nas seguintes áreas:</p>
<p style="font-weight: 400">- Ciências Sociais Aplicadas/ Comunicação/ Jornalismo e Editoração;</p>
<p style="font-weight: 400">- Ciências Rurais/ Agronomia/ Fitopatologia.</p>
<p style="font-weight: 400">As informações detalhadas sobre as áreas do Concurso, regime de trabalho, remuneração e exigências complementares estão disponíveis no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/editais/223-2025">Edital UFSM N. 223/2025.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conservação do solo: curso explica estratégias para aumentar produtividade e conter desastres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/28/conservacao-do-solo-curso-explica-estrategias-para-aumentar-produtividade-e-conter-desastres</link>
				<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 19:01:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70313</guid>
						<description><![CDATA[Curso da UFSM ensina técnicas de conservação do solo e da água para reduzir erosão, enchentes e perdas na produção agrícola]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Atualmente, o debate sobre os prejuízos que os desastres naturais trazem para a agricultura estão muito presentes na sociedade. Com base nesse contexto, o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície, vinculado ao Departamento de Solos da UFSM, desenvolve o curso Práticas de Manejo do Escoamento Superficial, pensado para servir de apoio a técnicos e produtores rurais como ação preventiva a esses desastres. O curso é desenvolvido com o apoio da Emater/RS e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Voltado a Desastres Climáticos, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).

[caption id="attachment_70314" align="alignright" width="616"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/885b59b5-8e09-4603-a75b-13ffef013918.jpg"><img class=" wp-image-70314" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/885b59b5-8e09-4603-a75b-13ffef013918-300x225.jpg" alt="" width="616" height="462" /></a> Lavoura sob plantio direto e com terraços de infiltração[/caption]

O programa de pesquisa “Estratégias de conservação de solo e de água em bacias rurais para a adaptação dos sistemas produtivos às mudanças climáticas” busca oferecer a agricultores e outros profissionais alternativas eficazes de manejo e controle do escoamento superficial nos solos agrícolas, atividade que auxilia a diminuir os danos trazidos pelas chuvas extremas, que causam a erosão, enxurradas e enchentes.

<b>O que é o escoamento superficial?</b>

O escoamento do solo é o fluxo de água que se move pela superfície de um terreno após a ocorrência de chuvas ou outras formas de precipitação. O professor Jean Paolo Gomes Minella, do Departamento de Solos, explica que quando chove – seja pelas características da chuva, dos solos, do relevo ou de como o agricultor maneja o solo – a água pode escoar por debaixo da superfície, recarregando o aquífero, abastecendo as fontes e aumentando a umidade do terreno. Mas também pode escoar sobre a superfície.

Na ocorrência da última opção, quando o escoamento é superficial, a água da chuva não se infiltra no solo. Quando o manejo é inadequado, ou quando a chuva é extremamente alta, essa proporção que vai escoar pela superfície, se movendo por conta do relevo, ocasiona uma série de danos, como a erosão dos solos.

“Além dos impactos ao produtor, o escoamento superficial se propaga rapidamente para os rios, causando enxurradas, enchentes, erosão fluvial e deposição de sedimentos nos rios. Infelizmente isso tudo ficou muito claro para a população do Rio Grande do Sul no ano passado”, complementa o professor.

[caption id="attachment_70316" align="alignleft" width="417"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/da208049-4398-4685-a246-23701b737ea7.jpg"><img class=" wp-image-70316" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/da208049-4398-4685-a246-23701b737ea7-200x300.jpg" alt="" width="417" height="626" /></a> O professor Jean Minella ministra aula durante o primeiro módulo do curso[/caption]

<b>Qual é a importância do manejo correto?</b>

O grupo de pesquisa desenvolve tecnologias para controlar o escoamento superficial em bacias agrícolas. Com a realização do curso, busca auxiliar os técnicos a melhor manejar os solos para aumentar a infiltração. Através do aumento da disponibilidade de água durante os períodos de estiagem, também busca-se diminuir os problemas de erosão e enxurradas nos períodos de chuvas excessivas. O professor Jean conta que o manejo do escoamento depende das características de cada propriedade, do agricultor, dos tipos de solo e relevo. Por esta razão, cada propriedade precisa de um planejamento específico, realizado por técnicos, engenheiros agrônomos e outros profissionais.

“A nossa proposta nesse projeto é um processo de formação continuada desses técnicos, para explicar para eles o que é o escoamento superficial e os processos decorrentes dele, como a erosão, que foi abordada no primeiro módulo. No segundo módulo, os participantes vão receber um treinamento de como fazer esse planejamento de cada lavoura, com foco no terraceamento. No terceiro módulo, que será realizado em 2026, os alunos vão retornar, trazendo suas impressões, dificuldades e sugestões para melhoria da técnica”, explica.

<b>Como funciona o terraceamento?</b>

Para garantir o manejo do escoamento superficial, uma das técnicas mais utilizadas é a prática milenar do terraceamento. O professor explica que nas décadas de 80 e 90 os terraços eram muito grandes, já que ainda não existia o plantio direto. Sendo assim, o solo precisa ser revolvido todos os anos, o que trazia prejuízos. “Então hoje quando a gente fala para o agricultor ou tenta sugerir o uso de terraço, eles têm na memória aquela prática do passado e muitos são resistentes a ela. É preciso explicar detalhadamente para o agricultor e para os técnicos que o terraceamento a que nós estamos nos referindo agora é completamente diferente.”

O terraço ao qual o professor Jean se refere é menor e traz vantagens na produção agrícola, pois proporciona maior umidade do solo, o que é também vantajoso para os momentos de estiagem. Os terraços são pequenas elevações no terreno (cerca de 40 a 50 cm de altura) construídas em nível ou em um pequeno gradiente. Quando o escoamento superficial se forma e começa a se propagar, ele é detido pelo terraço e faz com que a água se infiltre, e não se propague pela superfície.

[caption id="attachment_70317" align="alignright" width="438"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/3544227f-9f21-416b-ba4a-968d610ee52d.jpg"><img class=" wp-image-70317" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/3544227f-9f21-416b-ba4a-968d610ee52d-225x300.jpg" alt="" width="438" height="584" /></a> O professor Fabrício Pedron, do Departamento de Solos da UFSM, explica técnicas de terraceamento[/caption]

Para garantir que o manejo do escoamento do solo seja realizado de maneira correta, é necessário seguir algumas etapas. Primeiro é preciso realizar a cobertura do solo e a adição de matéria orgânica, depois é necessário garantir a maximização da infiltração da água no solo, para que então possam ser construídos os terraços.

“A falta de planejamento na construção de terraços pode gerar problemas, já que eles são obras hidráulicas que precisam ser dimensionadas. Terraços demais são um desperdício de tempo e recurso e terraços de menos podem romper, causando danos à lavoura”, explica Minella.

Com a realização do curso, o grupo de pesquisa espera que os participantes possam aplicar os conhecimentos aprendidos nas suas cidades ou áreas de ação. “A nossa expectativa é que cada técnico que venha consiga pelo menos implementar uma unidade experimental na sua região de ação. Porque a gente sabe que muitos agricultores são motivados a fazer melhorias na sua propriedade com base no sucesso prático de alguém”, diz o professor da UFSM.

<b>Impacto no meio ambiente</b>

No Laboratório de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície, localizado no prédio 44L do campus sede, um grupo de estudantes e pesquisadores estudam a hidrologia através do monitoramento da bacia do rio Guarda Mor, localizado na região da Quarta Colônia de Imigração Italiana. No laboratório, os alunos estudam como o uso e o manejo do solo em determinados momentos afetam o comportamento hídrico – ou seja, os fluxos de água, de sedimento, de contaminantes que acontecem ao longo do ano, em razão do clima.

Para Minella, a bacia do rio Guarda Mor representa muito bem as questões de relevo e solos da ocupação agrícola da região. Ele afirma que, através desse monitoramento, ele e os estudantes puderam ver na prática a importância da implementação dessas práticas agrícolas. “O manejo do escoamento superficial nas lavouras pode reduzir as vazões de pico durante esses eventos extremos, em torno de 40%. Então, imagina se as vazões de pico que causaram tantos desastres, como queda de pontes e destruição de casas, fosse reduzido quase pela metade. O número de pessoas atingidas seria muito menor”, conclui.

<b>Segundo módulo do curso acontece em setembro</b>

Realizado em julho, o primeiro módulo do curso contou com cerca de 130 participantes. O segundo módulo será oferecido em três municípios: Santa Maria, nos dias 11 e 12 setembro; Cachoeira do Sul, em 25 e 26 de setembro; São Vicente do Sul, em 9 e 10 de outubro. Nessas três turmas, o conteúdo oferecido será o mesmo. As inscrições podem ser realizadas gratuitamente <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScY-kBhxKEwypPWYZsH2C_rPihmVtZ27g-66HU9m6AzbHHYhg/viewform" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Outras informações constam no <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lapehs" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> do laboratório</a>.

<i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Divulgação/Camila Rodrigues Pereira</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe da UFSM lança novo livro sobre produtividade em lavouras de soja</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/21/equipe-da-ufsm-lanca-novo-livro-sobre-produtividade-em-lavouras-de-soja</link>
				<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 21:31:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70234</guid>
						<description><![CDATA[A 5ª edição do Soybean Money Maker acompanhou 158 lavouras no Brasil e Paraguai, com cerca de 1 milhão de hectares monitorados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Ebook-SMM-5a-Edicao-24-25-2-scaled.jpg"><img class=" wp-image-70235 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Ebook-SMM-5a-Edicao-24-25-2-212x300.jpg" alt="" width="529" height="749" /></a>Com o propósito de produzir mais alimentos, aumentar a segurança alimentar e preservar a natureza, foi idealizado o Soybean Money Maker. Trata-se de um esforço conjunto entre produtores, universidades e empresas privadas para gerar informações baseadas em dados, de forma transparente e imparcial, com o objetivo de revolucionar o manejo das lavouras de soja na América Latina. Recentemente, a equipe do projeto lançou a <a href="https://d5ad0d23-4600-4b67-a1ab-73247c260385.usrfiles.com/ugd/d5ad0d_783edd159d34472e83a7d3f1864efe3a.pdf" target="_blank" rel="noopener">5ª edição do livro sobre o Soybean Money Maker</a>, com base nos índices de sustentabilidade de cada lavoura participante. Nesta edição, referente à safra 2024/25, o projeto acompanhou 158 lavouras no Brasil e Paraguai, representando cerca de 1 milhão de hectares monitorados.

O Soybean Money Maker tem como objetivo identificar as práticas de manejo que permitem aos produtores elevar o índice de sustentabilidade das lavouras, maximizando o lucro, reduzindo o impacto ambiental e aumentando a eficiência produtiva. A iniciativa coleta dados de lavouras reais para gerar conhecimento e promover a transferência de tecnologia, fundamentada na interação entre cultivar, ambiente, manejo e produtor.

O projeto iniciou-se na safra 2020/21, como resultado da colaboração entre produtores, pesquisadores, professores, alunos, consultores e empresas privadas. Ao todo, já foram realizados 153 dias de campo, com o lançamento de um e-book anual, além de mais de cem palestras, alcançando aproximadamente 10 mil pessoas presencialmente e 12 milhões pelas redes sociais da Equipe FieldCrops.

O projeto vem crescendo ano a ano, consolidando-se como referência em intensificação sustentável da soja. Através da metodologia do Soybean Money Maker, é possível identificar lavouras lucrativas e eficientes e calcular um índice de sustentabilidade com critérios técnico-científicos. O professor Alencar Zanon comenta que esta iniciativa, liderada pela UFSM, é o maior trabalho de produção sustentável de soja da América Latina.

Alunos de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e Agronomia da UFSM realizam suas dissertações e teses com base nos dados gerados, conciliando o avanço da ciência com as demandas dos produtores de soja.

Os e-books e outras informações sobre o projeto constam no <a href="https://www.equipefieldcrops.com/" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> da Equipe FieldCrops</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da UFSM recebe prêmio no 13º Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/18/pesquisador-da-ufsm-recebe-premio-no-13o-congresso-brasileiro-de-arroz-irrigado</link>
				<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 11:27:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[planejarroz]]></category>
		<category><![CDATA[ppga]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[SimulArroz]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70155</guid>
						<description><![CDATA[Nereu Augusto Streck foi condecorado por sua relevante contribuição à cadeia produtiva do arroz nas últimas duas décadas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature">
[caption id="attachment_70156" align="alignright" width="510"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/IMG-20250816-WA0009.jpg"><img class="wp-image-70156" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/IMG-20250816-WA0009.jpg" alt="foto colorida horizontal de um homem apresentando dados em um telão e falando ao microfone" width="510" height="381" /></a> Nereu ministrou minicurso sobre o aplicativo PlanejArroz durante o congresso[/caption]
O professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM e um dos coordenadores da Equipe FieldCrops Nereu Augusto Streck recebeu um prêmio durante o 13º Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado, que aconteceu de 12 a 15 de agosto, em Pelotas. </div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature">A honraria foi concedida a Nereu por sua relevante contribuição à cadeia produtiva do arroz nas últimas duas décadas, em especial pelo desenvolvimento do SimulArroz, o único modelo brasileiro baseado em processos da cultura do arroz e que é responsável pelo módulo Produtividade no aplicativo PlanejArroz, ferramenta digital criada em parceria da UFSM com a Embrapa Clima Temperado, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA). O aplicativo ajuda os produtores a produzirem arroz com mais sustentabilidade ambiental, social, econômica e com menos emissão de gases de efeito estufa.</div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature">"O arroz, junto com o feijão, é o alimento mais importante do prato de mais de 200 milhões de brasileiros, e ajudar a cadeia produtiva do cereal a ter mais sustentabilidade é a nossa função na pesquisa" comenta Nereu. "Este prêmio foi conquistado a muitas mãos nestes 20 anos, especialmente os estudantes de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e em Agronomia sob minha orientação, que, através de suas dissertações e teses, geraram conhecimento científico que hoje está ajudando, de um lado, os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, e na outra ponta, os brasileiros que consomem arroz seguro todos os dias", completa.</div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature"> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe da UFSM lança novo livro sobre projeto de produtividade em lavouras de arroz</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/12/equipe-da-ufsm-lanca-novo-livro-sobre-projeto-de-produtividade-em-lavouras-de-arroz</link>
				<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 18:18:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70119</guid>
						<description><![CDATA[A 4ª edição do Rice Money Maker acompanhou 30 lavouras distribuídas entre Brasil, Paraguai e Argentina]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A equipe Field Crops lançou um <a href="https://d5ad0d23-4600-4b67-a1ab-73247c260385.usrfiles.com/ugd/d5ad0d_deb001f44c2e45f8b21dc24a8c7f97fe.pdf" target="_blank" rel="noopener">livro sobre a 4ª edição do Rice Money Maker</a>. Liderado pela UFSM, o projeto consiste em um esforço conjunto entre produtores, universidades e empresas privadas para gerar informações baseadas em dados, de forma transparente e imparcial, com o objetivo de revolucionar o manejo das lavouras de arroz na América Latina.

O Rice Money Maker iniciou-se em 2021, com a participação de 14 lavouras na Argentina, Brasil e Uruguai. Em 2022, expandiu-se também para o Paraguai. Na 3ª edição, referente à safra 2022/2023, contou com 31 lavouras nesses quatro países, que se destacam na produção orizícola fora do continente asiático.

Na 4ª edição, referente à safra 2024/2025, o projeto acompanhou 30 lavouras distribuídas entre Brasil, Paraguai e Argentina, consolidando-se como referência em monitoramento técnico-científico para a produção de arroz sustentável na região.

As informações de cada lavoura são processadas com ferramentas e modelos matemáticos validados pela comunidade científica, gerando parâmetros e indicadores econômicos, ambientais e sociais. Através da metodologia Rice Money Maker, é possível identificar lavouras sustentáveis e calcular um índice de sustentabilidade com critérios técnico-científicos.

Como reconhecimento ao desempenho produtivo aliado à sustentabilidade, os produtores que atingiram eficiência produtiva superior a 70% receberam o selo Safe Rice – uma certificação que evidencia o compromisso com boas práticas agrícolas e responsabilidade ambiental.

Os resultados detalhados são apresentados no livro sobre a 4ª edição, com base nos índices de sustentabilidade de cada lavoura participante. De acordo com o professor Alencar Zanon, o Rice Money Maker é o maior projeto de produção sustentável de arroz da América Latina. Alunos de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e Agronomia da UFSM realizam suas dissertações e teses com base nos dados gerados, conciliando o avanço da ciência com as demandas dos produtores de arroz.

Outras informações estão disponíveis no <i>site</i> da <a href="https://www.equipefieldcrops.com/" target="_blank" rel="noopener">Equipe FieldCrops</a>.]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>UFSM/FW participa da 18ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/11/ufsm-fw-participa-da-18a-reuniao-tecnica-estadual-sobre-plantas-bioativas</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 19:12:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento ocorre nesta semana em Frederico Westphalen, com a temática “Plantas bioativas: saúde, bem-estar e mercado”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) participa, de terça (12) a quinta-feira (14), da 18ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas. O encontro, sediado neste ano na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), Campus Frederico Westphalen, é organizado pela Emater/RS-Ascar em parceria com instituições de ensino e pesquisa da região, incluindo a UFSM/FW, e tem como temática “Plantas bioativas: saúde, bem-estar e mercado”.

Realizada anualmente no Rio Grande do Sul, a reunião tem como objetivo promover a troca de conhecimentos, saberes e experiências sobre o uso de plantas na saúde humana, animal e vegetal. O evento também busca discutir políticas públicas, práticas integrativas e a valorização das plantas bioativas, integrando a ciência com saberes tradicionais.

<b>O papel das plantas bioativas</b>

Além de promover o debate, a qualificação e a troca de experiências sobre o tema, o evento visa fortalecer a cadeia produtiva e a rede de entidades envolvidas com plantas medicinais, aromáticas e outras bioativas. Também busca o uso sustentável da biodiversidade e a garantia de acesso seguro a essas plantas para a sociedade, apoiando a capacitação de técnicos e agentes de assistência rural.

As plantas bioativas estão presentes no cotidiano da população brasileira desde tempos remotos. São consideradas bioativas todas aquelas que exercem alguma ação sobre outros seres vivos, seja pela simples presença no ambiente ou pelo uso direto de substâncias extraídas. Essa ação pode ocorrer de forma intencional ou sem a consciência humana do efeito. Nessa categoria estão incluídas as plantas medicinais, aromáticas, condimentares, inseticidas, repelentes, tóxicas, bactericidas, fungicidas e até mesmo aquelas utilizadas com finalidades místicas ou religiosas.

<b>Programação diversificada</b>

A 18ª edição do evento contará com palestras de especialistas, como Harri Lorenzi, referência nacional em botânica e autor de dezenas de livros sobre plantas; minicursos práticos nas áreas de cultivo, processamento, controle de qualidade e uso de plantas bioativas; feira de produtos; relatos de experiências; e atividades voltadas ao bem-estar, como meditação, reiki, ioga e massagem. Ao todo, serão 36 minicursos e mais de 40 atividades programadas, reunindo um público estimado de 300 pessoas. A programação completa está disponível <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/programacao-2.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
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