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				<title>PoliFeira do Agricultor abre ponto temporário de vendas no Colégio Politécnico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/31/polifeira-do-agricultor-abre-ponto-temporario-de-vendas-no-colegio-politecnico</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:08:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa busca ampliar o acesso da comunidade acadêmica a alimentos da agricultura familiar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão do Colégio Politécnico da UFSM, iniciou no dia 10 de março a comercialização temporária de produtos em um ponto físico dentro do próprio colégio. A iniciativa, coordenada pela equipe do projeto, busca ampliar o acesso da comunidade acadêmica a alimentos provenientes da agricultura familiar e livres de agrotóxicos, já que os produtos vendidos na feira passam por análises regulares no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM, garantindo maior segurança e qualidade aos consumidores.

[caption id="attachment_72345" align="alignright" width="631"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Polifeira1.jpg"><img class=" wp-image-72345" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Polifeira1-1024x768.jpg" alt="A foto mostra uma edificação rústica (semelhante a um galpão) com base de tijolos e telhado de placas de metal. Na fachada, estão afixados cartazes que anunciam os produtos vendidos pela PoliFeira." width="631" height="473" /></a> O ponto de vendas temporário da PoliFeira localiza-se no espaço da antiga lancheria do Colégio Politécnico (foto: João Victor Souza)[/caption]

De acordo com Cristiano Dotto, coordenador da PoliFeira, a experiência também serve como um teste para que no futuro se almeje um ponto fixo permanente de vendas para o projeto. Segundo a agricultora familiar Miraci Sippert Schú, do município de Agudo, o novo ponto de comercialização dentro do colégio tem representado uma oportunidade adicional de venda para os feirantes. Ela conta que tem reposto os produtos duas vezes por semana, sempre trazendo mercadorias novas para manter a oferta de alimentos frescos aos consumidores que circulam pelo campus.

Para a produtora, a iniciativa também contribui para ampliar as oportunidades de comercialização da agricultura familiar. “Esse espaço dentro do Politécnico nos dá a oportunidade de fazer uma feira a mais na semana”, afirma. De acordo com ela, a presença de um ponto de vendas temporário facilita o contato com novos consumidores e fortalece a relação entre os agricultores e a comunidade acadêmica.

O ponto de comercialização localiza-se no espaço da antiga lancheria do Colégio Politécnico da UFSM. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

As feiras da PoliFeira seguem ocorrendo semanalmente nos seguintes locais:

• Terça-feira, das 7h às 12h30min – Avenida Roraima (entre a Faixa Nova e a Faixa Velha de Camobi)

• Quarta-feira, das 7h às 13h30min – Prédio 26A do campus (próximo ao estacionamento do Hospital Universitário)

• Quinta-feira, das 12h às 18h – Largo do Planetário

• Domingo – Largo do Planetário

<b>Critérios para participar como feirante permanente</b>

Para os agricultores interessados em integrar o grupo de feirantes permanentes, existem alguns critérios de seleção. Os agricultores devem estar comprometidos com práticas sustentáveis, produção própria e com interesse em participar ativamente das ações de ensino, pesquisa e extensão vinculadas ao projeto. Os demais critérios são os seguintes:

• Ser agricultor familiar de Santa Maria ou da região;

• Produzir aquilo que pretende comercializar (com possibilidade de complementação local ou regional);

• Visitar a feira ou participar de uma reunião coletiva para conhecer o funcionamento;

• Receber visita técnica na propriedade;

• Preencher a ficha de inscrição e assinar termo de compromisso com as regras da feira;

• Obter licença de feirante (no caso de feiras fora do campus).

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo WhatsApp do projeto: (55) 9.9221-0697. Novidades, bastidores e ações especiais da PoliFeira estão disponíveis em seu perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/polifeira" target="_blank" rel="noopener">@polifeira</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da PoliFeira do Agricultor</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM realiza plantio de flores no Monumento ao Imigrante Italiano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/31/projeto-da-ufsm-realiza-plantio-de-flores-no-monumento-ao-imigrante-italiano</link>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:44:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Desde abril de 2025, o Projeto Flores para Todos realiza a restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72332" align="alignright" width="638"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_20260327_161226056_HDR.jpg"><img class=" wp-image-72332" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_20260327_161226056_HDR-1024x576.jpg" alt="Um homem e duas mulheres plantam flores em um canteiro localizado em torno a uma grande rocha. O canteiro fica à beira de uma estrada asfaltada, uma ladeira bastante inclinada aos pés de um morro. À esquerda, está estacionado um carro branco." width="638" height="359" /></a> Integrantes da Equipe PhenoGlad e da Prefeitura de Silveira Martins participaram do plantio[/caption]
<p>Na última sexta-feira (27) foi concluída mais uma etapa da restauração e modernização do paisagismo da cidade de Silveira Martins, realizada através do Projeto Flores para Todos em parceria com a Prefeitura e a UFSM. Integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM e da Prefeitura de Silveira Martins fizeram o plantio de flores em um canteiro localizado no Monumento ao Imigrante Italiano.</p>
<p>Situado na VRS 304, a 2,5 km da sede do município, o Monumento ao Imigrante Italiano é um belvedere construído em 1977 para homenagear o centenário da imigração italiana na região da Quarta Colônia. O local oferece uma vista panorâmica da serra e por isso recebe turistas que se deslocam para a cidade de Silveira Martins</p>
<p>Segundo o coordenador nacional do Projeto Flores para Todos, professor Nereu Augusto Streck, responsável pelo planejamento paisagístico, o embelezamento do Monumento ao Imigrante Italiano era uma das prioridades que a Prefeitura tinha desde o ano passado. “Agora concretizamos mais esta etapa com chave de ouro”, comemora o Professor. “A cada nova entrega de resultados reafirmamos o compromisso do Projeto Flores para Todos com a comunidade de Silveira Martins e os turistas que visitam o município”, conclui.</p>
<p>A restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins é realizada através do Projeto Flores para Todos. Iniciou em abril de 2025 e continuará nos próximos três anos, em conformidade com as demandas da Prefeitura.</p>
<p><i>Texto: Projeto Flores para Todos</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lidera rede pioneira de monitoramento de CO₂ em lavouras e pastagens do Sul do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-lidera-rede-pioneira-de-monitoramento-de-co%e2%82%82-em-lavouras-e-pastagens-do-sul-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:04:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de solos]]></category>
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		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[gases efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[labgee]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa utiliza torres de fluxo para monitorar gases de efeito estufa em sistemas agrícolas e aponta caminhos para a produção sustentável e a geração de créditos de carbono]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72209" align="alignright" width="647"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg"><img class=" wp-image-72209" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg" alt="" width="647" height="486" /></a> Rodrigo, Débora e Murilo monitoram dados no LABGEE (Foto: Ricardo Bonfanti)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma rede de medição de carbono instalada em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul está revelando, com precisão inédita, como diferentes sistemas de produção agropecuária interagem com o clima. Coordenado pela UFSM, por meio do Laboratório de Gases do Efeito Estufa (LABGEE), o projeto utiliza torres de fluxo, um equipamento semelhante à estação meteorológica, porém equipado com sensores mais precisos. Essas torres são consideradas o método mais avançado do mundo para medir continuamente a emissão e a absorção de gases de efeito estufa em lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa coloca a UFSM entre as instituições protagonistas no Brasil e no mundo no monitoramento contínuo e em tempo real do balanço de CO₂ em sistemas agrícolas, o que é estratégico para compreender o papel da agropecuária nas mudanças climáticas. No Brasil, pesquisas desse tipo em sistemas agrícolas monitorados continuamente por torres de fluxo são raras, especialmente em culturas importantes para a economia regional, como soja, arroz irrigado e pecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">À frente desta iniciativa, os professores Débora Roberti, do Departamento de Física do CCNE, e Rodrigo Jacques, do Departamento de Solos do CCR, destacam a importância deste trabalho, que, ao mesmo tempo em que ressalta o papel do manejo adequado das áreas agrícolas e desmistifica a produção rural - quando bem feita - como vilã das mudanças climáticas, projeta novos mercados e fortalece a internacionalização da UFSM.</span></p>
<h3>Sensores medem CO₂ em tempo real</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, nove torres de fluxo estão instaladas em diferentes sistemas produtivos do Sul do país, incluindo lavouras de soja, trigo, milho e arroz irrigado, além de pastagens naturais do bioma Pampa. Os equipamentos estão distribuídos em propriedades nos municípios gaúchos de Catuípe (duas unidades), Alegrete, Cachoeira do Sul (quatro unidades) e Santa Maria, além de uma área no Paraná. Os locais foram escolhidos por permitirem comparar manejos tradicionais ou melhorados das lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As torres de fluxo são equipadas com sensores altamente sensíveis, capazes de registrar de forma contínua as absorções e emissões de gases do efeito estufa de uma área. Os instrumentos realizam 10 medições por segundo, identificando se, por exemplo, o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400">) está sendo liberado para a atmosfera ou absorvido pelas plantas - e, após, armazenado no solo. “A metodologia em si é única no mundo, só ela que faz isso. É a mais avançada e universalmente aceita”, explica Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da medição dos gases, os equipamentos registram variáveis meteorológicas, como temperatura do ar e do solo, radiação solar e precipitação. Todos os dados são transmitidos automaticamente pela internet para o LABGEE, situado no prédio do INPE, onde são processados e analisados pelos pesquisadores e estudantes de pós-graduação de Física e Meteorologia, com apoio do meteorologista Murilo Lopes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com esse monitoramento contínuo, os cientistas conseguem calcular o chamado fluxo de carbono, que representa o saldo (balanço) entre o carbono retirado da atmosfera pelas plantas durante a fotossíntese e aquele liberado por processos naturais, como respiração das plantas, decomposição da matéria orgânica e atividade de organismos vivos. O acompanhamento permite identificar em tempo real, ao longo do dia, dos meses, das estações e dos anos, quando um sistema produtivo atua como emissor ou absorvedor de carbono.</span></p>
<h3>De meia em meia hora, por três anos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“É preciso no mínimo 10 medidas por segundo da concentração do CO₂ e da velocidade vertical do vento na atmosfera. Com uma análise estatística destes dados se obtém o fluxo, e então é possível dizer, a cada meia hora, se um sistema emitiu ou absorveu”, explica Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como as medições são realizadas continuamente, a cada meia hora, os pesquisadores conseguem acompanhar ao longo do ano o comportamento das emissões e absorções em cada área monitorada. Com um ano completo de dados, já é possível calcular o balanço anual de carbono de um sistema agrícola, pecuário ou natural e identificar práticas que aumentam a absorção ou as emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, para garantir resultados mais robustos, o monitoramento precisa se estender por períodos maiores, já que as condições climáticas variam de um ano para outro - no caso, três anos é o período mínimo determinado pelos pesquisadores para captar melhor estas variações. “Esse é o destaque desta técnica, que está na vanguarda das metodologias de medida de gás do efeito estufa na atmosfera”, salienta Débora.  </span></p>
[caption id="attachment_72258" align="alignleft" width="396"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72258 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" alt="" width="396" height="582" /></a> Uma das nove torres instaladas pela UFSM (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Pioneirismo e investimentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Débora destaca o pioneirismo do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), que acumula mais de 30 anos de experiência em monitoramento com torres de fluxo, com atualização constante das tecnologias utilizadas. “Nosso grupo, nos anos 1990, já participava de projetos na Amazônia. Mais tarde começamos a usar nos sistemas de manejo do Rio Grande do Sul, e começamos a monitorar mais continuamente a partir de 2010”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conjunto dos equipamentos utilizados no projeto representa um investimento de cerca de R$ 5 milhões, obtido pelo LABGEE ao longo dos anos por meio de projetos financiados por diferentes agências. </span></p>
<h3>Trabalho interdisciplinar</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A interdisciplinaridade é essencial para o êxito do projeto. Pesquisadores da Física, da Agronomia, da Meteorologia, trabalhando juntos, contribuem para o melhor entendimento dos resultados, que são utilizados por diversos grupos na UFSM, incluindo a área de sensoriamento remoto, e também de outras universidades. "É um trabalho bem amplo, e os resultados são compartilhados", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rodrigo exemplifica que, enquanto para as Ciências Rurais a ênfase maior é no armazenamento do carbono no solo, a Física se interessa pela contribuição dos gases para o aquecimento global, e a Economia estuda a venda e remuneração de créditos de carbono. "A fixação e emissão de carbono é um assunto que permeia vários grupos de pesquisa na UFSM, com diferentes óticas, e todos estão, de certo modo, dependentes de uma metodologia de quantificação, de como saber se um sistema produtivo, seja industrial ou agropecuário, está emitindo ou absorvendo. Aí é que entra esta metodologia, que é uma maneira mais moderna de quantificar", ressalta.</span></p>
<h3>Protagonismo e reconhecimento internacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho motiva tanto os produtores rurais envolvidos, que, com o manejo correto, visualizam no futuro monetizar créditos de carbono, quanto alunos de cursos como Física, Meteorologia, Agronomia e Engenharia Ambiental, que participam ativamente dos estudos e, mensalmente, visitam as propriedades nas quais as torres estão instaladas, sob a coordenação do meteorologista Murilo. "Nosso protagonismo é também na formação de recursos humanos para trabalhar com essa metodologia, que não é simples", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A referência da UFSM na área não é de hoje. "Somos pioneiros no Brasil para este monitoramento contínuo ao longo dos anos, com torres de fluxo. O grupo que tem o maior protagonismo é o nosso. Inclusive, por 20 anos, fizemos em Santa Maria o Congresso Brasileiro de Micrometeorologia, evento bianual que recebia a comunidade nacional e internacional", lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reconhecimento internacional só cresce. Atualmente, os dados obtidos pelas torres de monitoramento estão entrando em um banco de dados mundial, sendo utilizados por grupos de pesquisa de inúmeros países. "Somos um grupo muito internacionalizado, com inúmeras parcerias. Também recebemos muitos pesquisadores estrangeiros e enviamos alunos de doutorado e pós-doutorado para países como Portugal e Estados Unidos", acrescenta a pesquisadora.</span></p>
[caption id="attachment_72210" align="alignright" width="566"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg"><img class=" wp-image-72210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg" alt="" width="566" height="425" /></a> Dados são apresentados aos produtores participantes (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Importância ambiental e potencial econômico</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A agricultura é frequentemente apontada como uma das fontes de emissão de gases de efeito estufa, mas os estudos conduzidos pela UFSM mostram que sistemas produtivos bem manejados, como é o caso dos que estão sendo monitorados, também podem remover carbono da atmosfera, contribuindo para reduzir o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As medições feitas pelas torres de fluxo permitem identificar quais práticas agrícolas aumentam essa capacidade de captura, como o uso de plantas de cobertura, rotação de culturas, integração lavoura-pecuária e manejo adequado das pastagens. “Quanto mais planta tiver no solo, sem intervalos, maior é a absorção, porque o que absorve o CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400"> da atmosfera e coloca no solo são as plantas, por meio da fotossíntese. Sistemas sem pousios são os que mais absorvem”, destaca Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para reduzir o aquecimento global, essas práticas podem melhorar a fertilidade do solo e abrir oportunidades para geração de créditos de carbono na agropecuária, que podem ser comercializados com empresas interessadas em compensar suas emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estimativas indicam que, se metade das áreas de pastagens naturais do Pampa fosse utilizada para geração de créditos de carbono, seria possível produzir cerca de 3,3 milhões de créditos por ano. Considerando um valor médio de US$ 10 por crédito, o potencial de receita chegaria a US$ 33 milhões anuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, práticas que aumentam a captura de carbono — como rotação de culturas, plantas de cobertura e manejo adequado do solo — tendem a melhorar a fertilidade e a estrutura do solo, contribuindo também para maior produtividade agrícola.</span></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72276 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este-1024x575.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></a></p>
<p> </p>
<h3>O que mostra o monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados das pesquisas conduzidas pela UFSM têm indicado que práticas agrícolas adequadas podem transformar lavouras e pastagens em aliadas importantes no combate às mudanças climáticas, ao ampliar a captura de carbono e reduzir emissões de gases de efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No arroz irrigado, a introdução de pastagens de inverno nas lavouras reduziu as emissões de CO₂ em 20% e de metano em 60%. As lavouras que cultivam soja e trigo, muito comuns na região, podem absorver até três vezes mais CO₂ por hectare se intercaladas por plantas de cobertura. A produção de bovinos em pastagens do Pampa pode absorver CO₂ pelo correto manejo da pastagem, compensando as emissões de metano pelo gado, aliando a produção de uma carne de qualidade com absorção de gases do efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já a lavoura de trigo, segundo Rodrigo, é uma grande absorvedora de CO₂, mas deixá-la parada, sem cultivo, a torna uma emissora de CO₂. De maneira geral, conforme ele, as lavouras do RS têm potencial de serem absorvedoras de CO₂ e poderiam ser utilizadas para venda de créditos de carbono.  </span></p>
<h3>Próximos passos: novas culturas e créditos de carbono</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudos conduzidos pela UFSM seguem em andamento e buscam ampliar o conhecimento sobre como diferentes práticas agrícolas influenciam o balanço de gases de efeito estufa nos sistemas produtivos do Sul do Brasil. Os pesquisadores esperam que os dados obtidos possam orientar estratégias de produção mais sustentáveis, apoiar políticas públicas e fortalecer o papel da agropecuária na mitigação das mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim que cada um dos sistemas produtivos que estão sendo monitorados atualmente completar três anos de dados gerados, outras culturas poderão ser contempladas, como a integração entre lavoura e pecuária e a fruticultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro passo futuro, assim que houver dados de três anos em cada sistema, é trabalhar em projeto piloto de crédito de carbono. "Como esse trabalho não é em nível de pequenos experimentos, mas sim em nível de fazenda, esses dados que estamos gerando podem servir como uma linha de base para saber se os agricultores estão absorvendo ou emitindo, sendo possível, então, entrar no mercado de crédito de carbono", afirma Débora.</span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti</em><br /><em>Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De forma inédita, Equipe FieldCrops faz previsão de safra de soja com ferramenta baseada em ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/de-forma-inedita-equipe-fieldcrops-faz-previsao-de-safra-de-soja-com-ferramenta-baseada-em-ciencia</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:39:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72232</guid>
						<description><![CDATA[Ferramenta envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg"><img class="alignright wp-image-72234" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg" alt="" width="441" height="624" /></a></p>
<p>Antecipar o quanto o Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, vai produzir em cada região brasileira é uma meta arrojada e que pode mexer com o mercado internacional da principal <em>commodity</em> agrícola mundial e beneficiar o produtor brasileiro. A Equipe FieldCrops da UFSM atingiu esta meta e apresentou na semana semana passada a previsão de safra de soja de forma discretizada para todo território nacional que produz soja utilizando uma ferramenta científica que envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial.</p>
<p>Como exemplo da força da ferramenta, o professor Nereu Augusto Streck explica que, para o Rio Grande do Sul, a estimativa feita pela Emater/RS é de 2.87 toneladas por hectare (ton/ha), e a estimativa pela Equipe FieldCrops da UFSM, utilizando modelos matemáticos chancelados pela ciência e as ferramentas mais modernas de mineração de dados e inteligência artificial, é de 2.94 ton/ha, ou seja, a precisão da ferramenta é muito alta.</p>
<p>"Alcançamos uma ferramenta de gestão de riscos antes de o risco acontecer e até antes do produtor de soja colocar a semente na terra, o que vai ser uma grande virada de chave e colocar o Brasil ainda mais alto no cenário mundial do agronegócio", destaca Nereu.</p>
<p>O professor Alencar Junior Zanon, que aprendeu a metodologia de previsão de safra na Universidade de Nebraska (uma das melhores universidades de agronomia do mundo), nos Estados Unidos, e a trouxe para o Brasil, reafirma a importância de a UFSM ser a protagonista no desenvolvimento da ferramenta de previsão e destaca que, ao longo das safras 2025/2026, os produtores do Soybean Money Maker acompanharam o que o ambiente permitiu que colhessem em suas lavouras, pois essa tecnologia é mais uma das grandes ferramentas disponíveis dentro do maior diagnóstico de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Fazenda dentro da universidade”: 7° Dia de Campo do Advanced Farm 360º aproxima UFSM, produtores e tecnologias do agro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/fazenda-dentro-da-universidade-7-dia-de-campo-do-advanced-farm-360o-aproxima-ufsm-produtores-e-tecnologias-do-agro</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:15:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[advanced farm 360]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dia de campo]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[técnico em agropecuária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72223</guid>
						<description><![CDATA[Evento realizado na área agrícola do Colégio Politécnico apresentou pesquisas aplicadas e abriu as portas da UFSM para a comunidade conhecer, na prática, o que é produzido no setor]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72225" align="alignright" width="629"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0015.jpg"><img class=" wp-image-72225" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0015.jpg" alt="" width="629" height="419" /></a> Palestra de abertura teve como tema “Agricultura regenerativa na visão do produtor e da academia”[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O 7º Dia de Campo Advanced Farm 360º reuniu estudantes, pesquisadores, produtores rurais e comunidade na tarde de sexta-feira (20), na área agrícola do Colégio Politécnico da UFSM. Com programação voltada à apresentação de pesquisas e tecnologias para o agronegócio, o evento buscou aproximar a universidade da sociedade e difundir soluções aplicadas ao campo por meio de atividades práticas e estações temáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação iniciou com a abertura oficial e um painel sobre agricultura regenerativa como ferramenta de sustentabilidade nos sistemas de produção. Ao longo da tarde, os participantes foram divididos em grupos para percorrer as estações técnicas, com momentos de explicação e espaço para perguntas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a professora e colaboradora do projeto Jaqueline Sgarbosa, o dia de campo é pensado como uma estratégia de conexão direta com a sociedade. “É uma atividade desenvolvida com a finalidade de demonstrar para a comunidade o que estamos desenvolvendo de pesquisas, muitas delas em parceria com empresas, que atendem demandas reais dos produtores”, explica.</span></p>
[caption id="attachment_72226" align="alignleft" width="307"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0084-scaled.jpg"><img class="wp-image-72226" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0084-scaled.jpg" alt="" width="307" height="460" /></a> Professora Jaqueline Sgarbosa é uma das colaboradoras do projeto[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Ela destaca que o próprio conceito do projeto está ligado a essa integração. A proposta “360º” representa justamente o fechamento de um ciclo, conectando universidade, empresas e sociedade na construção de soluções para o setor agrícola. “Não basta desenvolver pesquisas, é preciso que elas sejam aplicadas e gerem recomendações mais assertivas para o produtor”, complementa. </span></p>
<h3>Tecnologias apresentadas no campo</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o roteiro técnico, os participantes passaram por cinco estações temáticas, que contemplaram diferentes áreas da produção agrícola:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Produção de arroz irrigado e manejo sustentável de áreas de várzea;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para a cultura da soja;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para a cultura do milho;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Agricultura digital e de precisão;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Inovações tecnológicas para o setor agropecuário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">A dinâmica permitiu que os grupos permanecessem em cada estação por cerca de 25 a 30 minutos, promovendo interação direta com os apresentadores e troca de experiências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a professora Magda Aita Monego, diretora do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico, o evento cumpre um papel fundamental ao difundir as tecnologias desenvolvidas na instituição para a comunidade. “A agricultura regenerativa conecta ciência, prática e visão de futuro no agro”, afirmou, durante a abertura.</span></p>
<h3>Formação prática e integração com o mercado</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além da difusão de tecnologias, o dia de campo também se consolida como espaço de formação prática para os estudantes. Mais de 40 alunos dos cursos de Agronomia e técnicos de Agropecuária e Agricultura de Precisão participaram da organização da atividade, vivenciando desde o planejamento até a execução do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Jaqueline Sgarbosa, esse é um dos pilares do projeto. A iniciativa funciona como uma “fazenda dentro da universidade”, permitindo que os estudantes tenham contato direto com práticas reais do campo. “Um dos nossos principais lemas é ensinar na prática, permitindo que os alunos coloquem em ação aquilo que aprendem em sala de aula”, afirma.</span></p>
[caption id="attachment_72227" align="alignright" width="306"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0167-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72227" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0167-scaled.jpg" alt="" width="306" height="459" /></a> Gabriela Câmpara e mais de 40 estudantes participaram da organização[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A relação com o setor produtivo também é um diferencial. Atualmente, o projeto conta com mais de 30 empresas parceiras, envolvendo áreas como sementes, fertilizantes, máquinas, tecnologias agrícolas e bioinsumos. Essa articulação, segundo a coordenadora, é fundamental para aproximar a universidade das demandas reais do campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A acadêmica de Agronomia Gabriela Câmpara, que atuou na organização, destaca justamente esse papel integrador. “O dia de campo faz essa conversa entre produtores, alunos e empresas. Todo mundo troca informação”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A experiência também impacta quem participa como visitante. A estudante do curso técnico em Agropecuária Gabriela Rodrigo Renzoni ressalta o aprendizado adquirido. “É muito proveitoso. São experiências novas e coisas que a gente pode usar no dia a dia e futuramente aplicar nas propriedades ou nas cooperativas”, afirma.</span></p>
<h3>Troca de experiências e impacto na formação</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A experiência também mobiliza egressos da instituição. Formada neste ano, Ana Lívia dos Santos Ribeiro retornou ao Colégio Politécnico para acompanhar a atividade. “É gratificante poder prestigiar os colegas e ver o esforço deles. Eu sei o quão importante é o desenvolvimento desse evento”, diz. Ela ainda reforça que a integração entre as áreas é um diferencial: “Sem a agricultura, a pecuária não sobrevive. É uma via de mão dupla”.</span></p>
[caption id="attachment_72228" align="alignleft" width="306"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0127-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72228" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0127-scaled.jpg" alt="" width="306" height="459" /></a> Acadêmico Marcos Dahmer participou como apresentador pela primeira vez[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Entre as apresentações, os próprios estudantes tiveram espaço para divulgar pesquisas. O acadêmico Marcos Rubens Dahmer, do terceiro semestre de Agricultura, participou como apresentador pela primeira vez, com um estudo sobre produtividade de arroz irrigado com uso de bioinsumos. O interesse pelo projeto surgiu após visitar a edição anterior do evento. “Quando participei no ano passado, percebi as possibilidades aqui dentro. Gostei e vi que era a área de campo que eu queria, então consegui me inserir no projeto”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a reitora da UFSM, Martha Adaime, também presente na abertura do 7º Dia de Campo Advanced Farm 360º, iniciativas como essa reforçam a qualidade da formação oferecida pela instituição. “Mais eficiente do que o número de estudantes é a qualidade dos estudantes. E aqui vemos a preocupação com ensino, pesquisa, extensão e inovação”, destacou.</span></p>
<h3>Evento estratégico para o setor agrícola</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os dias de campo são realizados em momentos estratégicos do calendário agrícola – uma vez no verão e outra no inverno. Segundo Sgarbosa, a escolha do período está relacionada ao ciclo das culturas, permitindo que os participantes visualizem, na prática, os resultados das tecnologias aplicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É nesse momento que conseguimos observar se aquilo que foi desenvolvido apresenta resultado ou não. O produtor quer ver o que está sendo feito, quer visualizar”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atividade sempre é aberta a diferentes públicos, incluindo estudantes, produtores, empresas e comunidade em geral. Nesta edição, houve maior adesão de participantes em relação aos anos anteriores: cerca de 500 participantes, reforçando o interesse crescente pelas discussões envolvendo inovação e sustentabilidade no agronegócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Realizado em uma tarde de altas temperaturas, o evento contou ainda com a distribuição gratuita de água para os participantes e foi encerrado com uma confraternização. A iniciativa reafirma o papel da universidade como espaço de produção e compartilhamento de conhecimento, aproximando teoria e prática no desenvolvimento do setor agrícola.</span></p>
<p><em>Confira mais imagens do evento:</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":72229,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9996.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9996-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72229" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9982.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9982-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72230" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9979.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9979-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72231" /></a></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Giovanna Rist, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM desenvolve pesquisa para explorar potencial antioxidante e nutritivo das folhas de bambu</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/06/ufsm-desenvolve-pesquisa-para-explorar-potencial-antioxidante-e-nutritivo-das-folhas-de-bambu</link>
				<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 18:17:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

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						<description><![CDATA[A pesquisa com o bambu envolve análises físico-químicas, nutricionais, funcionais e econômicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM está conduzindo o projeto “Explorando o potencial antioxidante e nutritivo das folhas de bambu”, uma iniciativa que investiga as propriedades funcionais e nutricionais das folhas de <i>Dendrocalamus asper</i>, espécie mais cultivada no Rio Grande do Sul. A pesquisa é coordenada pela professora Milene Teixeira Barcia, do Departamento de Tecnologia e Ciência de Alimentos da UFSM.

O projeto busca compreender como diferentes métodos de secagem e extração influenciam a presença de compostos bioativos, a capacidade antioxidante, a bioacessibilidade e a segurança toxicológica do chá produzido a partir das folhas. Além disso, pretende avaliar o uso do subproduto da extração para o enriquecimento de alimentos, ampliando o aproveitamento integral da planta e contribuindo para práticas sustentáveis na indústria alimentícia.

A pesquisa envolve análises físico-químicas, nutricionais e funcionais, além de avaliações econômicas relacionadas à viabilidade de produção, agregando conhecimento técnico e formando novos pesquisadores na área de ciência e tecnologia de alimentos.

O estudo é realizado em colaboração com um produtor de bambu, que fornece amostras das folhas para análise, compartilhando conhecimentos sobre o cultivo e as práticas produtivas adotadas no Brasil. A propriedade também abriga o Museu do Bambu, que já exibiu artigos científicos produzidos pelo grupo de pesquisa da UFSM.

Segundo a professora Milene Barcia, essa troca tem sido fundamental para garantir que a investigação responda a demandas reais do setor. “O objetivo central do grupo de pesquisa é avaliar o potencial funcional e nutricional das folhas de bambu. Além do chá, também investigamos outras potencialidades da folha de bambu, com projetos aprovados no CNPq e Fapergs, visando ampliar o uso da folha na área de alimentos”, explica.

A parceria permite, ainda, que estudantes tenham contato direto com as etapas produtivas, o que enriquece sua formação e aproxima a pesquisa da realidade de quem trabalha com o bambu no estado.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos entrega paisagismo do Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/15/projeto-flores-para-todos-entrega-paisagismo-do-espaco-multidisciplinar-de-silveira-martins</link>
				<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 20:38:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Silveira Martins]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto paisagístico foi elaborado pelo professor Nereu Augusto Streck, durante a 15ª e 16ª fases do projeto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71669" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IMG-20251211-WA0109.jpg"><img class=" wp-image-71669" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IMG-20251211-WA0109-300x185.jpg" alt="Foto horizontal. Tendo um prédio ao fundo, um homem agachado sobre um canteiro de flores fala para um público formado por cerca de 15 pessoas." width="637" height="393" /></a> Agachado sobre o canteiro, o professor Nereu Streck explica ao público o projeto paisagístico elaborado para o local[/caption]

Na última quinta-feira (11), o Projeto Flores para Todos entregou o paisagismo do Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins. Várias partes da área externa da instituição receberam tratamento paisagístico, desde o pomar até o gramado entre os prédios. Cada área teve um desenho paisagístico distinto e adaptado para as condições ambientais (luz e solo).

No pomar, uma área muito sombreada, os canteiros foram desenhados em estilo orgânico e receberam plantas que se adaptam ao ambiente de pouca luz o dia todo. Na área gramada entre os prédios, junto aos muros foram desenhados canteiros no estilo <i>mixed borders</i>, ou bordaduras mistas, e receberam espécies anuais e perenes com grande contraste de cores, texturas e alturas. Na área de entrada da instituição, a novidade foram os canteiros regenerativos, a tendência mais contemporânea no paisagismo mundial. Esses canteiros chamam a atenção pelo formato natural, com plantas espontâneas que regeneram o ambiente de cada canteiro de forma singular.

O projeto paisagístico foi do professor Nereu Augusto Streck e a execução foi durante a 15ª e 16ª fases do Projeto Flores para Todos, em 2025. “Em dezembro de 2024 fomos desafiados pela direção do Espaço Multidisciplinar a restaurar e vitalizar a área da instituição”, comenta. “Aceitamos o desafio, utilizamos as técnicas internacionais de sustentabilidade e um ano depois entregamos um paisagismo que preserva o ambiente e valoriza as espécies nativas, mas sem esquecer as espécies cultivadas que geram renda a produtores familiares de flores”, explica o professor. “Agora temos na instituição um laboratório a céu aberto para os visitantes, amantes das flores e estudantes que desejam conhecer o que se tem de mais moderno em paisagismo”, conclui.

A solenidade de entrega de resultados teve a presença do pró-reitor de Extensão, professor Flavi Ferreira Lisboa Filho, da diretora do Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, professora Cadija Coutinho, do diretor de Desenvolvimento Regional da Pró-Reitoria de Extensão, Leandro Nunes Gabbi, e da coordenadora do curso de Agronomia, professora Francine Damian. Durante o roteiro por todas as partes do paisagismo, os participantes ouviram explicações técnicas realizadas pelo professo Nereu, por integrantes da Equipe PhenoGlad e pelo professor Nelson Diehl Kruse, do Departamento de Defesa Fitossanitária.

<i>Texto: Projeto Flores para Todos</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos entrega nova etapa de restauração do paisagismo de Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/30/projeto-flores-para-todos-entrega-nova-etapa-de-restauracao-do-paisagismo-de-silveira-martins</link>
				<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 19:37:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71152</guid>
						<description><![CDATA[As espécies plantadas foram escolhidas por sua rusticidade e características estéticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71155" align="alignright" width="623"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG_20251029_181233427_HDR-1.jpg"><img class=" wp-image-71155" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG_20251029_181233427_HDR-1-300x181.jpg" alt="Foto horizontal. Mostra uma praça com canteiros, contendo também árvores, gramado, lixeiras e um monumento pintado de branco" width="623" height="376" /></a> Novos canteiros foram plantados na praça central de Silveira Martins[/caption]
<p>Nesta quarta-feira (29) foi concluída mais uma etapa da restauração e modernização do paisagismo da cidade de Silveira Martins, realizada através do Projeto Flores para Todos em parceria com a Prefeitura Municipal e a UFSM, representada pela Equipe PhenoGlad. Foi realizado o plantio de canteiros na praça central de Silveira Martins com espécies herbáceas com muito colorido. Os canteiros são em estilo vitoriano, com pequenas adaptações utilizando os conceitos de Burle Marx, o mais famoso paisagista brasileiro. Participaram das atividades integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM e da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e servidores da Prefeitura.</p>
<p>Segundo o coordenador nacional do Projeto Flores para Todos, professor Nereu Augusto Streck, responsável pelo planejamento paisagístico, as espécies plantadas foram escolhidas por sua rusticidade e características estéticas. “As flores que escolhemos em comum acordo com a Prefeitura de Silveira Martins são muito coloridas e aguentam sol, calor, chuva, frio e precisam pouca água, o que garante sua adaptação à grande variabilidade climática que estamos enfrentando nos últimos anos”, explica.</p>
<p>As ações de restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins através do Projeto Flores para Todos iniciaram-se em abril de 2025 e continuarão nos próximos três anos.</p>
<p><i>Texto e foto: Projeto Flores para Todos</i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Agricultura orgânica estará em pauta em evento promovido pela Feira Ana Primavesi</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/29/agricultura-organica-estara-em-pauta-em-evento-promovido-pela-feira-ana-primavesi</link>
				<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 22:33:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[feira ana primavesi]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71136</guid>
						<description><![CDATA[Serão abordados temas como permacultura, agroecologia, sementes crioulas e certificação de alimentos orgânicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Seminario-agroecologia-31-out-2025.jpg"><img class=" wp-image-71137 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Seminario-agroecologia-31-out-2025-240x300.jpg" alt="" width="574" height="718" /></a>A <a href="https://www.instagram.com/feiraanaprimavesi/" target="_blank" rel="noopener">Feira Orgânica Ana Primavesi</a> convida a comunidade a participar nesta sexta-feira (31) do evento intitulado “Solo vivo, palavra viva: conversa sobre saberes e sabores orgânicos”. Visando a celebrar os saberes do campo, a agroecologia e a cultura alimentar, as atividades ocorrem nos turnos da manhã e tarde, com início às 8h30min, no Auditório Flávio Miguel Schneider, localizado junto ao prédio 42 do campus sede da UFSM. Entre os destaques da programação (disponível na imagem ao lado), está uma palestra às 10h com o permacultor João Rockett, que vai falar sobre “Agricultura de super existência”. Ao longo do dia, também haverá uma edição especial da feira orgânica, bem como da Feira de Sementes Crioulas.

A participação no evento é gratuita, sem necessidade de inscrição prévia. Os participantes vão receber certificado.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM representa o Brasil em simpósio internacional sobre produtividade agrícola na China</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/professor-da-ufsm-representa-o-brasil-em-simposio-internacional-sobre-produtividade-agricola-na-china</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 10:42:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[soybean money maker]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71099</guid>
						<description><![CDATA[Alencar Zanon foi convidado para apresentar resultados do projeto Soybean Money Maker]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71100" align="alignright" width="559"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-23.15.32-e1761301045734.jpeg"><img class="wp-image-71100" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-23-at-23.15.32-e1761301045734.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um homem de terno escuro, óculos, falando ao microfone em um palco de tom amadeirado, olhando de lado para um grande telão onde há um mapa do brasil e dados sobre a produção agrícola" width="559" height="345" /></a> Zanon participou do evento nesta semana na Huazhong Agricultural University[/caption]
<p>A UFSM marcou presença em Wuhan, China, em um dos mais importantes debates sobre a produção de alimentos. O professor Alencar Junior Zanon, do curso de Agronomia e dos programas de pós-graduação em Agronomia e Engenharia Agrícola, representou a instituição e o Brasil no International Symposium on Global Crop Yield Potential (Simpósio Internacional sobre Potencial de Produtividade Global de Culturas), realizado de segunda (20) a quinta-feira (23) na Huazhong Agricultural University.</p>
<p>O simpósio reuniu pesquisadores de instituições de destaque global, como a Universidade de Nebraska-Lincoln (EUA), a Universidade de Mar del Plata (Argentina), o Instituto de Pesquisa do Arroz das Filipinas e a Universidade Agrícola de China, contando com representantes de diversos países do mundo.</p>
<p>Zanon apresentou os resultados do projeto Soybean Money Maker (SMM), desenvolvido na UFSM. O SMM dedica-se a compreender as limitações das lavouras de soja no Brasil, fornecendo dados e recomendações técnicas para os produtores com o intuito de conciliar aumento da produção de soja com a redução do impacto ambiental. Além disso, dados levantados pelo SMM também servem de base para trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses dos integrantes da Equipe FieldCrops, coordenada por Zanon.</p>
<p>Membro do corpo editorial da revista Crop and Environment (considerada uma das 10 melhores na área de agronomia), Zanon ressaltou a honra do convite e destacou a qualidade da pesquisa no país anfitrião. “Fico muito surpreso e gostaria de destacar a pesquisa das universidades chinesas, pelo seu foco dentro da lavoura do produtor, entendendo todas as realidades que acontecem no ambiente de produção”, afirmou.</p>
<p>Para o futuro, a cooperação internacional será essencial. "O próximo passo, logo após construir este networking global, é conduzir experimentos para entender o máximo que pode ser produzido na atual área agricultável, onde nós, da Equipe FieldCrops, estaremos representando o Brasil nesses trabalhos", destaca o professor.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento na UFSM discute utilização de bioinsumos a partir desta terça (16)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/16/evento-na-ufsm-discute-utilizacao-de-bioinsumos-a-partir-desta-terca-16</link>
				<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:00:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[#bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[bioconnection]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70508</guid>
						<description><![CDATA[2º BioConnection é promovido pelo Grupo de Pesquisa em Manejo de Grandes Culturas de Coxilha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Grupo de Pesquisa em Manejo de Grandes Culturas de Coxilha da UFSM promove nesta terça (16) e na quarta-feira (17), das 18h às 22h, o 2º BioConnection. O objetivo é realizar um evento destinado a produtores rurais sobre a temática da utilização de bioinsumos na agricultura, seus desafios e inovações. A programação ocorre no Auditório Flávio Miguel Schneider, prédio 42, no Centro de Ciências Rurais (CCR).</p>
<p>Durante o evento, pesquisadores irão apresentar inovações tecnológicas e discutir diferentes aspectos dos bioinsumos, enquanto produtores rurais irão apresentar <em>cases</em> de sucesso e o uso desses insumos na agricultura.</p>
<p>O público-alvo é constituído por profissionais, produtores rurais, patrocinadores e estudantes de graduação e pós-graduação. </p>
<p>Programação e inscrições no <a href="https://conteudo.maissoja.com.br/bioconnection" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p>Mais informações na página do <a href="https://www.instagram.com/coxilhaufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> do Grupo de Pesquisa Coxilha UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores e startup da UFSM são agraciados com o prêmio “O Futuro da Terra”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/03/professores-e-startup-da-ufsm-sao-agraciados-com-o-premio-o-futuro-da-terra</link>
				<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 21:41:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[pulsar]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70384</guid>
						<description><![CDATA[Neste ano, a UFSM recebeu cinco prêmios, sendo contemplada em todas as categorias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Reconhecer pesquisas que contribuem para aperfeiçoar o desenvolvimento e o desempenho do agronegócio gaúcho é o objetivo do prêmio “O Futuro da Terra”, entregue pelo Jornal do Comércio em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). Neste ano, a distinção aos expoentes da pesquisa que beneficia diretamente o agronegócio foi entregue na segunda-feira (1º) à noite, no auditório da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), localizado no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 48ª Expointer. Neste ano, a UFSM recebeu cinco prêmios, sendo contemplada em todas as categorias.

Docente aposentado da UFSM, o professor José Miguel Reichert foi escolhido neste ano para receber o prêmio especial. Na categoria “Cadeias de Produção e Alternativas Agrícolas”, foi premiado o professor Volmir Sergio Marchioro, do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais do Campus de Frederico Westphalen. Juliano Smanioto Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, foi agraciado na categoria “Inovação e Tecnologia Rural”. Docente do Departamento de Ciências Florestais, Fabrício Jaques Sutili recebeu o prêmio na categoria “Preservação Ambiental”. Por fim, a empresa Crops Team (instalada na Pulsar Incubadora Tecnológica e vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico) venceu na categoria “Startup do Agronegócio”

Os vencedores são selecionados por um colegiado especial, composto por membros do Comitê de Assessoramento Científico e Tecnológico da área de Ciências Agrárias da Fapergs. Também foram contemplados professores das universidades federais do Rio Grande do Sul (Ufrgs), do Rio Grande (Furg), de Pelotas (UFPel) e da Fronteira Sul (UFFS), além de uma startup da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A lista dos 13 premiados e outras informações sobre a cerimônia de premiação constam no <a href="https://www.jornaldocomercio.com/expointer/o-futuro-da-terra/2025/09/1216702-jc-e-fapergs-destacam-importancia-da-ciencia-ao-entregar-premio-o-futuro-da-terra-na-expointer.html" target="_blank" rel="noopener">site do Jornal do Comércio</a>.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação da Fapergs</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM é jurada em concurso de produtos da agricultura familiar na Expointer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/03/professora-da-ufsm-e-jurada-em-concurso-de-produtos-da-agricultura-familiar-na-expointer</link>
				<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 04:09:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70377</guid>
						<description><![CDATA[A docente Neila Richards está atuando como avaliadora nas categorias de queijo colonial e doce de leite]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_70378" align="alignright" width="607"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Concurso-EMATER-queijo-01-09-2025-1.jpeg"><img class=" wp-image-70378" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Concurso-EMATER-queijo-01-09-2025-1-300x169.jpeg" alt="" width="607" height="342" /></a> Sentadas à mesa, as juradas Amanda de Souza da Motta, Neila Richards, Saionara Araujo Wagner, Tatiana Vieira e Larissa Bueno Ambrosini (da esq. para a dir.) experimentam queijos[/caption]

Considerada uma das maiores vitrines da agricultura brasileira, a 48ª Expointer começou no último sábado (30) e segue até o próximo domingo (7) no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Uma das principais atrações para quem visita a feira é o Pavilhão da Agricultura Familiar, que neste ano reúne o <a href="https://www.expointer.rs.gov.br/expointer-deste-ano-comeca-a-se-consolidar-como-a-edicao-dos-recordes" target="_blank" rel="noopener">número recorde de 456 empreendimentos</a>. Para avaliar os melhores alimentos à venda no local, está acontecendo o 13º Concurso de Produtos da Agroindústria Familiar. A professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, está atuando como uma das avaliadoras do concurso, nas categorias de queijo colonial e doce de leite.

Ao lado dela, também atuam como juradas as professoras Amanda de Souza da Motta, Saionara Araujo Wagner e Tatiana Vieira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e a pesquisadora Larissa Bueno Ambrosini, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DPPA), órgão da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação.

Além de queijo e doce de leite, o concurso conta com várias outras categorias: suco de uva tinto integral; vinho de mesa seco (nas categorias bordô, branco e outras uvas); vinhos finos tinto e branco; salame tipo italiano; linguiça de carne suína defumada; cachaça prata; cachaças envelhecidas em barril de carvalho e em barril de amburana; licor de cachaça; mel; melado líquido.

Segundo a professora Neila Richards, iniciativas como essa reforçam a importância da qualificação e reconhecimento dos produtos coloniais no cenário nacional, alinhando tradição, inovação e sustentabilidade. A divulgação das agroindústrias vencedoras em cada categoria (bem como das classificadas em 2º e 3º lugares) está prevista para esta quinta-feira (4).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertura de Edital de Concurso Público para Docentes do Magistério Superior na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/29/abertura-de-edital-de-concurso-publico-para-docentes-do-magisterio-superior-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 14:19:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[concurso magistério]]></category>
		<category><![CDATA[Magistério Superior]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70338</guid>
						<description><![CDATA[Vagas são para as áreas de Comunicação e Agronomia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria informa que, no período de 1º a 30 de setembro, estarão abertas as inscrições para Concurso Público para duas vagas de Professor da Carreira de Magistério Superior (Edital UFSM N. 223/2025).</p>
<p style="font-weight: 400">As vagas são para o Campus Campus Frederico Westphalen e Campus Santa Maria, nas seguintes áreas:</p>
<p style="font-weight: 400">- Ciências Sociais Aplicadas/ Comunicação/ Jornalismo e Editoração;</p>
<p style="font-weight: 400">- Ciências Rurais/ Agronomia/ Fitopatologia.</p>
<p style="font-weight: 400">As informações detalhadas sobre as áreas do Concurso, regime de trabalho, remuneração e exigências complementares estão disponíveis no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/editais/223-2025">Edital UFSM N. 223/2025.</a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conservação do solo: curso explica estratégias para aumentar produtividade e conter desastres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/28/conservacao-do-solo-curso-explica-estrategias-para-aumentar-produtividade-e-conter-desastres</link>
				<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 19:01:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70313</guid>
						<description><![CDATA[Curso da UFSM ensina técnicas de conservação do solo e da água para reduzir erosão, enchentes e perdas na produção agrícola]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Atualmente, o debate sobre os prejuízos que os desastres naturais trazem para a agricultura estão muito presentes na sociedade. Com base nesse contexto, o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície, vinculado ao Departamento de Solos da UFSM, desenvolve o curso Práticas de Manejo do Escoamento Superficial, pensado para servir de apoio a técnicos e produtores rurais como ação preventiva a esses desastres. O curso é desenvolvido com o apoio da Emater/RS e do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Voltado a Desastres Climáticos, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).

[caption id="attachment_70314" align="alignright" width="616"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/885b59b5-8e09-4603-a75b-13ffef013918.jpg"><img class=" wp-image-70314" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/885b59b5-8e09-4603-a75b-13ffef013918-300x225.jpg" alt="" width="616" height="462" /></a> Lavoura sob plantio direto e com terraços de infiltração[/caption]

O programa de pesquisa “Estratégias de conservação de solo e de água em bacias rurais para a adaptação dos sistemas produtivos às mudanças climáticas” busca oferecer a agricultores e outros profissionais alternativas eficazes de manejo e controle do escoamento superficial nos solos agrícolas, atividade que auxilia a diminuir os danos trazidos pelas chuvas extremas, que causam a erosão, enxurradas e enchentes.

<b>O que é o escoamento superficial?</b>

O escoamento do solo é o fluxo de água que se move pela superfície de um terreno após a ocorrência de chuvas ou outras formas de precipitação. O professor Jean Paolo Gomes Minella, do Departamento de Solos, explica que quando chove – seja pelas características da chuva, dos solos, do relevo ou de como o agricultor maneja o solo – a água pode escoar por debaixo da superfície, recarregando o aquífero, abastecendo as fontes e aumentando a umidade do terreno. Mas também pode escoar sobre a superfície.

Na ocorrência da última opção, quando o escoamento é superficial, a água da chuva não se infiltra no solo. Quando o manejo é inadequado, ou quando a chuva é extremamente alta, essa proporção que vai escoar pela superfície, se movendo por conta do relevo, ocasiona uma série de danos, como a erosão dos solos.

“Além dos impactos ao produtor, o escoamento superficial se propaga rapidamente para os rios, causando enxurradas, enchentes, erosão fluvial e deposição de sedimentos nos rios. Infelizmente isso tudo ficou muito claro para a população do Rio Grande do Sul no ano passado”, complementa o professor.

[caption id="attachment_70316" align="alignleft" width="417"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/da208049-4398-4685-a246-23701b737ea7.jpg"><img class=" wp-image-70316" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/da208049-4398-4685-a246-23701b737ea7-200x300.jpg" alt="" width="417" height="626" /></a> O professor Jean Minella ministra aula durante o primeiro módulo do curso[/caption]

<b>Qual é a importância do manejo correto?</b>

O grupo de pesquisa desenvolve tecnologias para controlar o escoamento superficial em bacias agrícolas. Com a realização do curso, busca auxiliar os técnicos a melhor manejar os solos para aumentar a infiltração. Através do aumento da disponibilidade de água durante os períodos de estiagem, também busca-se diminuir os problemas de erosão e enxurradas nos períodos de chuvas excessivas. O professor Jean conta que o manejo do escoamento depende das características de cada propriedade, do agricultor, dos tipos de solo e relevo. Por esta razão, cada propriedade precisa de um planejamento específico, realizado por técnicos, engenheiros agrônomos e outros profissionais.

“A nossa proposta nesse projeto é um processo de formação continuada desses técnicos, para explicar para eles o que é o escoamento superficial e os processos decorrentes dele, como a erosão, que foi abordada no primeiro módulo. No segundo módulo, os participantes vão receber um treinamento de como fazer esse planejamento de cada lavoura, com foco no terraceamento. No terceiro módulo, que será realizado em 2026, os alunos vão retornar, trazendo suas impressões, dificuldades e sugestões para melhoria da técnica”, explica.

<b>Como funciona o terraceamento?</b>

Para garantir o manejo do escoamento superficial, uma das técnicas mais utilizadas é a prática milenar do terraceamento. O professor explica que nas décadas de 80 e 90 os terraços eram muito grandes, já que ainda não existia o plantio direto. Sendo assim, o solo precisa ser revolvido todos os anos, o que trazia prejuízos. “Então hoje quando a gente fala para o agricultor ou tenta sugerir o uso de terraço, eles têm na memória aquela prática do passado e muitos são resistentes a ela. É preciso explicar detalhadamente para o agricultor e para os técnicos que o terraceamento a que nós estamos nos referindo agora é completamente diferente.”

O terraço ao qual o professor Jean se refere é menor e traz vantagens na produção agrícola, pois proporciona maior umidade do solo, o que é também vantajoso para os momentos de estiagem. Os terraços são pequenas elevações no terreno (cerca de 40 a 50 cm de altura) construídas em nível ou em um pequeno gradiente. Quando o escoamento superficial se forma e começa a se propagar, ele é detido pelo terraço e faz com que a água se infiltre, e não se propague pela superfície.

[caption id="attachment_70317" align="alignright" width="438"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/3544227f-9f21-416b-ba4a-968d610ee52d.jpg"><img class=" wp-image-70317" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/3544227f-9f21-416b-ba4a-968d610ee52d-225x300.jpg" alt="" width="438" height="584" /></a> O professor Fabrício Pedron, do Departamento de Solos da UFSM, explica técnicas de terraceamento[/caption]

Para garantir que o manejo do escoamento do solo seja realizado de maneira correta, é necessário seguir algumas etapas. Primeiro é preciso realizar a cobertura do solo e a adição de matéria orgânica, depois é necessário garantir a maximização da infiltração da água no solo, para que então possam ser construídos os terraços.

“A falta de planejamento na construção de terraços pode gerar problemas, já que eles são obras hidráulicas que precisam ser dimensionadas. Terraços demais são um desperdício de tempo e recurso e terraços de menos podem romper, causando danos à lavoura”, explica Minella.

Com a realização do curso, o grupo de pesquisa espera que os participantes possam aplicar os conhecimentos aprendidos nas suas cidades ou áreas de ação. “A nossa expectativa é que cada técnico que venha consiga pelo menos implementar uma unidade experimental na sua região de ação. Porque a gente sabe que muitos agricultores são motivados a fazer melhorias na sua propriedade com base no sucesso prático de alguém”, diz o professor da UFSM.

<b>Impacto no meio ambiente</b>

No Laboratório de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície, localizado no prédio 44L do campus sede, um grupo de estudantes e pesquisadores estudam a hidrologia através do monitoramento da bacia do rio Guarda Mor, localizado na região da Quarta Colônia de Imigração Italiana. No laboratório, os alunos estudam como o uso e o manejo do solo em determinados momentos afetam o comportamento hídrico – ou seja, os fluxos de água, de sedimento, de contaminantes que acontecem ao longo do ano, em razão do clima.

Para Minella, a bacia do rio Guarda Mor representa muito bem as questões de relevo e solos da ocupação agrícola da região. Ele afirma que, através desse monitoramento, ele e os estudantes puderam ver na prática a importância da implementação dessas práticas agrícolas. “O manejo do escoamento superficial nas lavouras pode reduzir as vazões de pico durante esses eventos extremos, em torno de 40%. Então, imagina se as vazões de pico que causaram tantos desastres, como queda de pontes e destruição de casas, fosse reduzido quase pela metade. O número de pessoas atingidas seria muito menor”, conclui.

<b>Segundo módulo do curso acontece em setembro</b>

Realizado em julho, o primeiro módulo do curso contou com cerca de 130 participantes. O segundo módulo será oferecido em três municípios: Santa Maria, nos dias 11 e 12 setembro; Cachoeira do Sul, em 25 e 26 de setembro; São Vicente do Sul, em 9 e 10 de outubro. Nessas três turmas, o conteúdo oferecido será o mesmo. As inscrições podem ser realizadas gratuitamente <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScY-kBhxKEwypPWYZsH2C_rPihmVtZ27g-66HU9m6AzbHHYhg/viewform" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Outras informações constam no <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lapehs" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> do laboratório</a>.

<i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Divulgação/Camila Rodrigues Pereira</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe da UFSM lança novo livro sobre produtividade em lavouras de soja</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/21/equipe-da-ufsm-lanca-novo-livro-sobre-produtividade-em-lavouras-de-soja</link>
				<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 21:31:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70234</guid>
						<description><![CDATA[A 5ª edição do Soybean Money Maker acompanhou 158 lavouras no Brasil e Paraguai, com cerca de 1 milhão de hectares monitorados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Ebook-SMM-5a-Edicao-24-25-2-scaled.jpg"><img class=" wp-image-70235 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Ebook-SMM-5a-Edicao-24-25-2-212x300.jpg" alt="" width="529" height="749" /></a>Com o propósito de produzir mais alimentos, aumentar a segurança alimentar e preservar a natureza, foi idealizado o Soybean Money Maker. Trata-se de um esforço conjunto entre produtores, universidades e empresas privadas para gerar informações baseadas em dados, de forma transparente e imparcial, com o objetivo de revolucionar o manejo das lavouras de soja na América Latina. Recentemente, a equipe do projeto lançou a <a href="https://d5ad0d23-4600-4b67-a1ab-73247c260385.usrfiles.com/ugd/d5ad0d_783edd159d34472e83a7d3f1864efe3a.pdf" target="_blank" rel="noopener">5ª edição do livro sobre o Soybean Money Maker</a>, com base nos índices de sustentabilidade de cada lavoura participante. Nesta edição, referente à safra 2024/25, o projeto acompanhou 158 lavouras no Brasil e Paraguai, representando cerca de 1 milhão de hectares monitorados.

O Soybean Money Maker tem como objetivo identificar as práticas de manejo que permitem aos produtores elevar o índice de sustentabilidade das lavouras, maximizando o lucro, reduzindo o impacto ambiental e aumentando a eficiência produtiva. A iniciativa coleta dados de lavouras reais para gerar conhecimento e promover a transferência de tecnologia, fundamentada na interação entre cultivar, ambiente, manejo e produtor.

O projeto iniciou-se na safra 2020/21, como resultado da colaboração entre produtores, pesquisadores, professores, alunos, consultores e empresas privadas. Ao todo, já foram realizados 153 dias de campo, com o lançamento de um e-book anual, além de mais de cem palestras, alcançando aproximadamente 10 mil pessoas presencialmente e 12 milhões pelas redes sociais da Equipe FieldCrops.

O projeto vem crescendo ano a ano, consolidando-se como referência em intensificação sustentável da soja. Através da metodologia do Soybean Money Maker, é possível identificar lavouras lucrativas e eficientes e calcular um índice de sustentabilidade com critérios técnico-científicos. O professor Alencar Zanon comenta que esta iniciativa, liderada pela UFSM, é o maior trabalho de produção sustentável de soja da América Latina.

Alunos de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e Agronomia da UFSM realizam suas dissertações e teses com base nos dados gerados, conciliando o avanço da ciência com as demandas dos produtores de soja.

Os e-books e outras informações sobre o projeto constam no <a href="https://www.equipefieldcrops.com/" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> da Equipe FieldCrops</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da UFSM recebe prêmio no 13º Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/18/pesquisador-da-ufsm-recebe-premio-no-13o-congresso-brasileiro-de-arroz-irrigado</link>
				<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 11:27:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[planejarroz]]></category>
		<category><![CDATA[ppga]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[SimulArroz]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70155</guid>
						<description><![CDATA[Nereu Augusto Streck foi condecorado por sua relevante contribuição à cadeia produtiva do arroz nas últimas duas décadas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature">
[caption id="attachment_70156" align="alignright" width="510"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/IMG-20250816-WA0009.jpg"><img class="wp-image-70156" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/IMG-20250816-WA0009.jpg" alt="foto colorida horizontal de um homem apresentando dados em um telão e falando ao microfone" width="510" height="381" /></a> Nereu ministrou minicurso sobre o aplicativo PlanejArroz durante o congresso[/caption]
O professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM e um dos coordenadores da Equipe FieldCrops Nereu Augusto Streck recebeu um prêmio durante o 13º Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado, que aconteceu de 12 a 15 de agosto, em Pelotas. </div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature">A honraria foi concedida a Nereu por sua relevante contribuição à cadeia produtiva do arroz nas últimas duas décadas, em especial pelo desenvolvimento do SimulArroz, o único modelo brasileiro baseado em processos da cultura do arroz e que é responsável pelo módulo Produtividade no aplicativo PlanejArroz, ferramenta digital criada em parceria da UFSM com a Embrapa Clima Temperado, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA). O aplicativo ajuda os produtores a produzirem arroz com mais sustentabilidade ambiental, social, econômica e com menos emissão de gases de efeito estufa.</div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature">"O arroz, junto com o feijão, é o alimento mais importante do prato de mais de 200 milhões de brasileiros, e ajudar a cadeia produtiva do cereal a ter mais sustentabilidade é a nossa função na pesquisa" comenta Nereu. "Este prêmio foi conquistado a muitas mãos nestes 20 anos, especialmente os estudantes de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e em Agronomia sob minha orientação, que, através de suas dissertações e teses, geraram conhecimento científico que hoje está ajudando, de um lado, os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, e na outra ponta, os brasileiros que consomem arroz seguro todos os dias", completa.</div>
<div id="m_-3768264855017912789ymail_android_signature"> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe da UFSM lança novo livro sobre projeto de produtividade em lavouras de arroz</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/12/equipe-da-ufsm-lanca-novo-livro-sobre-projeto-de-produtividade-em-lavouras-de-arroz</link>
				<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 18:18:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70119</guid>
						<description><![CDATA[A 4ª edição do Rice Money Maker acompanhou 30 lavouras distribuídas entre Brasil, Paraguai e Argentina]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A equipe Field Crops lançou um <a href="https://d5ad0d23-4600-4b67-a1ab-73247c260385.usrfiles.com/ugd/d5ad0d_deb001f44c2e45f8b21dc24a8c7f97fe.pdf" target="_blank" rel="noopener">livro sobre a 4ª edição do Rice Money Maker</a>. Liderado pela UFSM, o projeto consiste em um esforço conjunto entre produtores, universidades e empresas privadas para gerar informações baseadas em dados, de forma transparente e imparcial, com o objetivo de revolucionar o manejo das lavouras de arroz na América Latina.

O Rice Money Maker iniciou-se em 2021, com a participação de 14 lavouras na Argentina, Brasil e Uruguai. Em 2022, expandiu-se também para o Paraguai. Na 3ª edição, referente à safra 2022/2023, contou com 31 lavouras nesses quatro países, que se destacam na produção orizícola fora do continente asiático.

Na 4ª edição, referente à safra 2024/2025, o projeto acompanhou 30 lavouras distribuídas entre Brasil, Paraguai e Argentina, consolidando-se como referência em monitoramento técnico-científico para a produção de arroz sustentável na região.

As informações de cada lavoura são processadas com ferramentas e modelos matemáticos validados pela comunidade científica, gerando parâmetros e indicadores econômicos, ambientais e sociais. Através da metodologia Rice Money Maker, é possível identificar lavouras sustentáveis e calcular um índice de sustentabilidade com critérios técnico-científicos.

Como reconhecimento ao desempenho produtivo aliado à sustentabilidade, os produtores que atingiram eficiência produtiva superior a 70% receberam o selo Safe Rice – uma certificação que evidencia o compromisso com boas práticas agrícolas e responsabilidade ambiental.

Os resultados detalhados são apresentados no livro sobre a 4ª edição, com base nos índices de sustentabilidade de cada lavoura participante. De acordo com o professor Alencar Zanon, o Rice Money Maker é o maior projeto de produção sustentável de arroz da América Latina. Alunos de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e Agronomia da UFSM realizam suas dissertações e teses com base nos dados gerados, conciliando o avanço da ciência com as demandas dos produtores de arroz.

Outras informações estão disponíveis no <i>site</i> da <a href="https://www.equipefieldcrops.com/" target="_blank" rel="noopener">Equipe FieldCrops</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW participa da 18ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/11/ufsm-fw-participa-da-18a-reuniao-tecnica-estadual-sobre-plantas-bioativas</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 19:12:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70110</guid>
						<description><![CDATA[Evento ocorre nesta semana em Frederico Westphalen, com a temática “Plantas bioativas: saúde, bem-estar e mercado”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) participa, de terça (12) a quinta-feira (14), da 18ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas. O encontro, sediado neste ano na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), Campus Frederico Westphalen, é organizado pela Emater/RS-Ascar em parceria com instituições de ensino e pesquisa da região, incluindo a UFSM/FW, e tem como temática “Plantas bioativas: saúde, bem-estar e mercado”.

Realizada anualmente no Rio Grande do Sul, a reunião tem como objetivo promover a troca de conhecimentos, saberes e experiências sobre o uso de plantas na saúde humana, animal e vegetal. O evento também busca discutir políticas públicas, práticas integrativas e a valorização das plantas bioativas, integrando a ciência com saberes tradicionais.

<b>O papel das plantas bioativas</b>

Além de promover o debate, a qualificação e a troca de experiências sobre o tema, o evento visa fortalecer a cadeia produtiva e a rede de entidades envolvidas com plantas medicinais, aromáticas e outras bioativas. Também busca o uso sustentável da biodiversidade e a garantia de acesso seguro a essas plantas para a sociedade, apoiando a capacitação de técnicos e agentes de assistência rural.

As plantas bioativas estão presentes no cotidiano da população brasileira desde tempos remotos. São consideradas bioativas todas aquelas que exercem alguma ação sobre outros seres vivos, seja pela simples presença no ambiente ou pelo uso direto de substâncias extraídas. Essa ação pode ocorrer de forma intencional ou sem a consciência humana do efeito. Nessa categoria estão incluídas as plantas medicinais, aromáticas, condimentares, inseticidas, repelentes, tóxicas, bactericidas, fungicidas e até mesmo aquelas utilizadas com finalidades místicas ou religiosas.

<b>Programação diversificada</b>

A 18ª edição do evento contará com palestras de especialistas, como Harri Lorenzi, referência nacional em botânica e autor de dezenas de livros sobre plantas; minicursos práticos nas áreas de cultivo, processamento, controle de qualidade e uso de plantas bioativas; feira de produtos; relatos de experiências; e atividades voltadas ao bem-estar, como meditação, reiki, ioga e massagem. Ao todo, serão 36 minicursos e mais de 40 atividades programadas, reunindo um público estimado de 300 pessoas. A programação completa está disponível <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/programacao-2.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Equipe FieldCrops da UFSM lidera missão técnica a lavouras de alta produtividade nos EUA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/01/equipe-fieldcrops-da-ufsm-lidera-missao-tecnica-a-lavouras-de-alta-produtividade-nos-eua</link>
				<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 13:21:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69966</guid>
						<description><![CDATA[Grupo visitou instituições de referência e centros de inovação tecnológica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69967" align="alignright" width="550"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-11.54.37.jpeg"><img class="wp-image-69967" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-07-31-at-11.54.37.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um grupo de pessoas, alguns em pé e outros agachados, ao ar livre, em frente a uma pedra escrito West Central Research &amp; extension center." width="550" height="338" /></a> Comitiva reuniu professores, produtores rurais, consultores e empresários brasileiros[/caption]
<p>Com o objetivo de conhecer de perto novas tecnologias e práticas agrícolas de alto desempenho nos Estados Unidos, a Equipe FieldCrops liderou, desde o dia 26 de julho até esta sexta-feira (1º), uma missão técnica ao Corn Belt americano. A iniciativa, supervisionada pelo professor Alencar Zanon, do Departamento de Agronomia da UFSM, contou com a participação de professores, produtores rurais, consultores e empresários brasileiros.</p>
<p>Durante o roteiro, a comitiva visitou instituições de referência, como Kansas State University e University of Nebraska–Lincoln, além de centros de inovação tecnológica, como a Flickner Innovation Farm e a John Deere. Nessas visitas, foram abordados temas estratégicos, a exemplo do manejo de irrigação em milho e soja, o melhoramento genético de culturas agrícolas e o manejo nutricional, além das mais recentes tecnologias aplicadas no campo.</p>
<p>Para Zanon, ações como essa são fundamentais para promover a internacionalização da UFSM e ampliar a visão técnica<br />de produtores e consultores, uma vez que atividades como esta permitem que produtores e consultores conheçam a realidade dos sistemas de altas produtividades dos EUA.</p>
<p>O produtor rural Geovano Parcianello reforça o impacto da participação nesta missão, uma vez que, para ele, “é uma oportunidade para adquirir conhecimento que pode ser adaptado à realidade no Brasil.” Já o consultor Leandro Barcelos destaca o valor estratégico da experiência. “Observar de perto o que os produtores americanos estão fazendo para alcançar altos rendimentos nos ajuda a aprimorar as nossas próprias práticas de manejo", afirma.</p>
<p>No entanto, a troca de informações com a comitiva brasileira também mostrou-se enriquecedora para os produtores americanos, como ressaltado por Nicolas Cafaro La Menza, professor do Departamento de Agronomia e Horticultura da University of Nebraska–Lincoln. “Foi uma oportunidade enriquecedora de troca de informações com pessoas do Brasil, maior produtor de soja do mundo”, comentou.</p>
<p>Conforme Zanon, a missão reafirma o compromisso da Equipe FieldCrops com a busca por inovações e o fortalecimento de pontes internacionais para o avanço da agricultura brasileira.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Projeto da UFSM entrega resultados da eficiência produtiva de lavouras de soja no Paraguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/04/projeto-da-ufsm-entrega-resultados-da-eficiencia-produtiva-de-lavouras-de-soja-no-paraguai</link>
				<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 12:14:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[soybean money maker]]></category>

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						<description><![CDATA[Primeira edição do Soybean Money Maker no país envolveu quatro produtores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69675" align="alignright" width="548"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-04-at-08.44.49-2.jpeg"><img class="wp-image-69675" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-04-at-08.44.49-2.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um grupo de pessoas sentadas em um amplo espaço" width="548" height="411" /></a> Evento em Hohenau reuniu mais de 100 pessoas[/caption]
<p>No marco do Soybean Money Maker, projeto liderado pela Equipe FieldCrops da UFSM, foram apresentados, no dia 28 de junho, os resultados do diagnóstico das lavouras de soja no Paraguai referentes à safra 2024/25.</p>
<p>O evento foi realizado na localidade de Hohenau e contou com a participação de mais de 100 pessoas, entre produtores, consultores e representantes técnicos, que acompanharam a apresentação conduzida pelo professor Alencar Junior Zanon e pelo doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) Pedro Ramón Chávez Sanabria.</p>
[caption id="attachment_69676" align="alignleft" width="277"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-04-at-08.45.33.jpeg"><img class="wp-image-69676" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-04-at-08.45.33.jpeg" alt="" width="277" height="466" /></a> Alencar Junior Zanon[/caption]
<p>“Foi a primeira edição do Soybean Money Maker no Paraguai, e agradecemos aos quatro produtores que se somaram a esse grande diagnóstico de lavouras de soja”, afirmou Zanon.</p>
<p>O Soybean está em seu quinto ano consecutivo no Brasil, atuando em mais de 15 estados e no primeiro ano no Paraguai, atuando em três departamentos, totalizando 150 lavouras avaliadas.</p>
<p>Zanon destaca também o seu compromisso com a internacionalização da UFSM e, principalmente, que o conhecimento gerado chegue ao produtor rural em todo o mundo.</p>
<p>Pedro Chávez, natural do Paraguai, reforçou a importância do Soybean para a agricultura local. Segundo ele, não se trata apenas de produzir mais, mas de ajudar os produtores a serem mais eficientes em suas lavouras, sempre com responsabilidade ambiental e social. “Foi o primeiro ano do Soybean no Paraguai, mas tenho certeza de que este é apenas o começo, e que conseguiremos levar a agricultura paraguaia a um novo patamar”, afirmou.</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Escolas de Novo Cabrais visitam projeto de paisagismo regenerativo na UFSM Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/16/escolas-de-novo-cabrais-visitam-projeto-de-paisagismo-regenerativo-na-ufsm-silveira-martins</link>
				<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 20:30:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Silveira Martins]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69534</guid>
						<description><![CDATA[Os alunos e professores das escolas também foram até a praça central da cidade, onde o paisagismo regenerativo é aplicado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_69536" align="alignright" width="585"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG_20250616_104631470_HDR-1.jpg"><img class=" wp-image-69536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG_20250616_104631470_HDR-1-300x212.jpg" alt="" width="585" height="413" /></a> O professor Nereu Streck apresentou o projeto de paisagismo regenerativo aos estudantes e professores das escolas de Novo Cabrais[/caption]

Na manhã desta segunda-feira (16) alunos do 6º ao 9º ano e professores das escolas municipais de ensino fundamental Pedro Lovato e Teófilo Streck, ambas de Novo Cabrais (RS), visitaram o Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM em Silveira Martins. O objetivo da visita foi conhecer o paisagismo regenerativo que, de forma inédita, vem sendo realizado desde dezembro de 2024 pela Equipe PhenoGlad da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos.

O professor Nereu Augusto Streck acompanhou os alunos e professores das escolas e explicou os princípios do paisagismo regenerativo. “Os alunos viram na prática os resultados do que é a tendência mais moderna na área de paisagismo”, explica o professor. Ao chegar no espaço da UFSM, os alunos acharam um pouco estranho os canteiros regenerativos, mas assim que entenderam e passaram pelos canteiros logo se encantaram e passaram a apreciar um novo jeito de enxergar as plantas”, complementa.

De acordo com ele, o paisagismo regenerativo utiliza os princípios do paisagismo pós-medieval associado aos princípios da agroecologia, agricultura regenerativa, agricultura orgânica, permacultura e agricultura de processos, e isso os jovens alunos entenderam na prática hoje.

Após a visita à UFSM, o professor Nereu acompanhou os alunos e professores das duas escolas até a praça central da cidade, onde mostrou a eles os canteiros que já foram restaurados pelo Projeto Flores para Todos em parceria com a Prefeitura de Silveira Martins.

<i>Texto: Projeto Flores para Todos</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM apoia planejamento de produção agropecuária no Médio Alto Uruguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/30/projeto-da-ufsm-apoia-planejamento-de-producao-agropecuaria-no-medio-alto-uruguai</link>
				<pubDate>Sat, 31 May 2025 00:19:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69348</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa integra ensino, pesquisa e extensão para fortalecer a agricultura familiar e ampliar a renda das famílias produtoras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No Campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW), o projeto “Planejamento de sistemas de produção agropecuária da região do Médio Alto Uruguai” é desenvolvido visando ao apoio e à qualificação dos sistemas de produção agropecuária praticados por agricultores familiares dessa região gaúcha. A iniciativa é coordenada pelo professor Arlindo Jesus Prestes Lima, juntamente com estudantes do curso de Agronomia, e busca assessorar diretamente os produtores locais na elaboração de estratégias para melhorar a eficiência e a sustentabilidade das suas atividades produtivas.

O projeto responde a demandas que surgiram a partir de análises realizadas no âmbito da disciplina de Desenvolvimento Rural, componente curricular do curso de Agronomia que, desde 2019, é ministrada na modalidade teórico-prática. A proposta do projeto é proporcionar aos estudantes uma formação que associe teoria e prática, ao mesmo tempo em que contribui para a melhoria das condições produtivas e econômicas das famílias agricultoras da região.

<b>Diagnóstico técnico e qualificação dos sistemas produtivos</b>

As ações do projeto consistem em avaliar se os métodos usados são eficientes e trazem uma boa renda para as famílias. Com base nisso, são elaboradas propostas que ajudam os produtores a aproveitar melhor o que já têm e, se possível, diversificar as atividades, sempre respeitando as características locais.

Também são realizados seminários, oficinas e reuniões técnicas para compartilhar os diagnósticos e dialogar com os produtores sobre as alternativas de desenvolvimento que melhor atendem às suas necessidades. A metodologia utilizada se baseia na teoria dos sistemas agrários, permitindo a compreensão da complexidade das atividades agrícolas, a partir de uma visão integrada entre aspectos ecológicos, técnicos, econômicos e sociais.

<b>Experiência consolidada e referência regional</b>

O projeto teve início no município de Caiçara, no qual uma parceria entre a UFSM/FW, a Secretaria Municipal de Agricultura e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS) possibilitou aos estudantes conhecer de perto as práticas agrícolas locais e propor projetos estratégicos de qualificação dos sistemas produtivos dos agricultores.

O sucesso da iniciativa motivou sua expansão para outros municípios da região, como Rodeio Bonito, Cristal do Sul, Taquaruçu do Sul e Frederico Westphalen. Nesses locais, foram realizados estudos e atividades práticas, que resultaram em novas propostas de qualificação.

<b>Fortalecimento da agricultura familiar e geração de renda</b>

As análises realizadas pelo projeto, até o momento, indicam que muitos produtores da região, principalmente aqueles com propriedades de até 20 hectares, enfrentam dificuldades financeiras e utilizam métodos de produção que não geram renda suficiente para manter a família no campo.

Por isso, o projeto busca apresentar alternativas simples e viáveis, que possam melhorar a produtividade e, consequentemente, aumentar a renda dessas famílias. Entre as principais atividades analisadas, estão a produção de leite, a criação de suínos, o cultivo de frutas e hortaliças, além de sistemas que integram agricultura com preservação ambiental, como as agroflorestas. Os resultados dessas análises serão compartilhados com os produtores em encontros que acontecerão ao longo de 2025, reforçando o caráter participativo do projeto.

<b>Integração entre universidade e campo</b>

Este projeto destaca-se como um exemplo de integração entre ensino, pesquisa e extensão universitária, promovendo uma aproximação concreta entre a UFSM/FW e os produtores rurais da região do Médio Alto Uruguai. Ao mesmo tempo em que proporciona aos estudantes uma formação prática e contextualizada, o projeto contribui para a qualificação dos sistemas produtivos da agricultura familiar e para o fortalecimento da renda das famílias que se sustentam a partir da atividade agropecuária na região.

Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de produção sustentável de arroz apresenta resultados em evento na Argentina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/26/projeto-de-producao-sustentavel-de-arroz-apresenta-resultados-em-evento-na-argentina</link>
				<pubDate>Mon, 26 May 2025 23:21:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69270</guid>
						<description><![CDATA[O campeonato Rice Money Maker premiou produtores nos pilares ambientais, econômicos e sociais, bem como em sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_69271" align="alignright" width="553"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Captura-de-pantalla-2025-05-26-183534.jpg"><img class=" wp-image-69271" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Captura-de-pantalla-2025-05-26-183534-300x176.jpg" alt="" width="553" height="325" /></a> O campeonato Rice Money Maker reúne produtores do Brasil, Argentina e Paraguai[/caption]

No último sábado (24), em San Javier (na província de Santa Fé, na Argentina), foi realizada a entrega de resultados e premiação do maior campeonato de sustentabilidade de arroz irrigado das Américas, o campeonato Rice Money Maker – Safra 2024/2025. O evento, que conta com produtores da Argentina, Paraguai e dos três estados que mais produzem arroz no Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins), tinha como objetivo principal promover a interação entre produtores e técnicos, bem como compartilhar conhecimentos e experiências provenientes dos diferentes países participantes do campeonato.

O foco do evento foi entender a interação da ecofisiologia e do manejo para melhorar a gestão dos recursos no cultivo de arroz, destacando as lacunas de rendimento das lavouras de arroz na Argentina, Brasil e Paraguai. O professor da UFSM Alencar Zanon, coordenador da Equipe FieldCrops, apresentou o tamanho da lacuna de produtividade e quais são os principais fatores que estão impedindo os produtores de produzir mais. Além disso, a coordenadora do campeonato, Camille Flores, concedeu a premiação nos pilares ambientais, econômicos e sociais, bem como os grandes campeões em sustentabilidade. O grande campeão em sustentabilidade vem da cidade de Torres, no litoral gaúcho. É a Agropecuária Munari; em segundo lugar, ficou Gabriel Munari.

Um dos principais <i>insights</i> do campeonato foi a evidência de que o arroz produzido de maneira sustentável deve ser reconhecido. Por isso, produtores com eficiência produtiva acima de 70% receberam o Selo de Sustentabilidade Safe Rice, certificado pela UFSM.

Doutoranda em Agronomia pela UFSM, Camille Flores enfatizou a importância desse projeto, que na sua opinião está revolucionando a produção de arroz na América Latina. Ela agradeceu a todos os colaboradores e destacou que uma abordagem focada na eficiência produtiva e no uso eficiente de recursos é fundamental para aumentar a produção de alimentos com sustentabilidade e rentabilidade.

Já o professor Alencar destacou que é necessário aumentar a produção de alimentos para garantir a segurança alimentar, de maneira sustentável. No entanto, isso será possível através de um bom diagnóstico de manejo, com dados oriundos de trabalhos de produtores e metodologias de indicadores de sustentabilidade baseados em ciência.

O coordenador do Rice Money Maker Argentina, professor Cesar Quintero, destacou a importância da grande colaboração entre a UFSM e a Universidad Nacional de Entre Ríos, que já é de longa data, união que possibilita o avanço na ciência, na formação de recursos humanos e na interação entre produtores, técnicos e alunos dos dois países.

<i>Texto: Equipe FieldCrops</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos entrega primeiros canteiros na praça de Silveira Martins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/19/projeto-flores-para-todos-entrega-primeiros-canteiros-na-praca-de-silveira-martins</link>
				<pubDate>Mon, 19 May 2025 19:00:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Silveira Martins]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69193</guid>
						<description><![CDATA[O projeto está renovando o paisagismo da cidade, em ação conjunta com a Secretaria de Cultura, Turismo, Desporto e Eventos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_69195" align="alignright" width="574"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IMG_20250513_100222950_HDR-1.jpg"><img class=" wp-image-69195" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IMG_20250513_100222950_HDR-1-300x217.jpg" alt="" width="574" height="415" /></a> Novas mudas foram plantadas junto ao monumento que comemora o cinquentenário da imigração italiana no município (de 1878 a 1928)[/caption]

Nesta segunda-feira (19) aconteceu a abertura do Mês do Imigrante e da 1ª Mostra Cultural da Imigração Italiana na Quarta Colônia, em Silveira Martins. O evento celebra os 148 anos da chegada dos primeiros imigrantes italianos em Silveira Martins, que aconteceu no dia 19 de maio de 1877.

A abertura do evento contou com a participação do prefeito de Silveira Martins, Sadi Tolfo, e da diretora do Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, Cadidja Coutinho, bem como de alunos e professores das escolas da cidade, vereadores, secretários municipais e comunidade em geral.

Durante a abertura, a UFSM, através do Projeto Flores para Todos, entregou os primeiros canteiros com flores na praça central da cidade. Segundo o professor Nereu Augusto Streck, que coordena ações de restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins (juntamente com a secretária de Cultura, Turismo, Desporto e Eventos, Catia Ferret), este é o primeiro resultado prático entregue para a cidade através do projeto.

“O planejamento feito com a Prefeitura de Silveira Martins prevê ações de curto, médio e longo prazo durante os próximos quatro anos, e os primeiros canteiros com paisagismo foram entregues hoje”, explica o professor Nereu.]]></content:encoded>
													</item>
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        </rss>
        