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						<item>
				<title>Estudantes da UFSM farão palestras em evento da Universidade Federal do Tocantins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/02/estudantes-da-ufsm-farao-palestras-em-evento-da-universidade-federal-do-tocantins</link>
				<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 14:00:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[UFT]]></category>

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						<description><![CDATA[Ciclo de palestras sobre questões ambientais conta com apoio da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estudantes de pós-graduação da UFSM foram convidados pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) para ministrar palestras pelo ciclo "Os ventos do norte não movem moinhos: leituras sobre o pensamento latino-americano".</p>
<p>Janaina Betto, estudante de pós-doutorado em Extensão Rural, vai explanar sobre "O chamado ao reflorestar: mulheres indígenas e a luta política em defesa da Amazônia e demais biomas" na quinta-feira (5), às 19h, no Auditório do Warã, no Campus de Miracema. A palestra poderá ser acompanhada pelo <a href="https://www.youtube.com/@gipef" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<p>Além de promover o debate sobre a defesa da Amazônia e a importância da atuação das mulheres indígenas, a palestra visa reforçar a conscientização sobre a preservação dos biomas brasileiros e as lutas políticas associadas a essas causas.</p>
<p>Marcos Britto Corrêa, pós-doutorando em Educação e integrante da comissão de organização do evento, e Micaela Severo da Fonseca, mestranda em Ciências Sociais, também farão palestras, em datas a serem divulgadas posteriormente.</p>
<p><span style="color: initial">O ciclo de palestras oferece uma certificação de 30 horas para os participantes. </span><span style="color: initial;font-size: revert">As inscrições podem ser realizadas através do preenchimento do </span><a style="font-size: revert" href="https://forms.gle/SegrGQNRTAge54EC8" target="_blank" rel="noopener">formulário</a><span style="color: initial;font-size: revert">.</span></p>
<p><span style="color: initial;font-size: revert">O evento conta com o apoio da UFSM e da Associação Tocantinense dos Biólogos (Atobio) e está aberto a todos os interessados em ampliar o conhecimento sobre as questões ambientais e sociais que impactam a Amazônia e o restante do país.</span></p>
<div>
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</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor Fabrício Pedron do GEPED participa da organização da I Competição de Solos na Amazônia Ocidental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/12/01/professor-fabricio-pedron-coopera-na-organizacao-da-i-competicao-de-solos-na-amazonia-ocidental</link>
				<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 20:14:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[GEPED]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

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						<description><![CDATA[O professor Fabrício Pedron, membro do Grupo de Estudos em Pedometria (GEPED) da UFSM e docente do Departamento de Solos, fez parte da organização da I Competição de Solos da Amazônia Ocidental. A organização das provas de identificação de solos, realizada em parceria com os professores Luis Antonio Coutrim dos Santos, da Universidade do Estado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-9447 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/12/solos-nov-23-300x182.jpg" alt="" width="433" height="263" />O professor Fabrício Pedron, membro do <a href="https://www.instagram.com/gepedufsm/"><strong>Grupo de Estudos em Pedometria (GEPED) da UFSM</strong></a> e docente do Departamento de Solos, fez parte da organização da I Competição de Solos da Amazônia Ocidental. A organização das provas de identificação de solos, realizada em parceria com os professores Luis Antonio Coutrim dos Santos, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), e Milton Campos, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), para a competição que ocorreu na Universidade Estadual do Amazonas em Itacoatiara, AM, entre os dias 27 e 29 de novembro.</p>
<p>A competição ocorreu concomitantemente ao <a href="https://museudesolosdaamazonia.com/2023-2/"><strong>V Simpósio de Solos da Amazônia Ocidental</strong></a> e reuniu especialistas, pesquisadores e estudantes interessados na compreensão e análise dos solos nesta região da Amazônia. O professor Fabrício Pedron levou seus conhecimentos para enriquecer o evento, que contou com atividades práticas, palestras e discussões acadêmicas.</p>
<p>Durante os três dias de competição, os participantes tiveram a oportunidade única de aprimorar suas habilidades, trocar experiências e contribuir para o avanço do conhecimento sobre os solos na Amazônia Ocidental. O evento não apenas promoveu a interação entre os participantes, mas também estimulou o desenvolvimento de abordagens inovadoras e soluções para desafios relacionados ao estudo e uso dos solos na região.</p>
<p>O Prof. Fabrício Pedron expressou sua satisfação em participar da iniciativa e ressaltou a importância de eventos como esse para fomentar a pesquisa e a colaboração científica. A Competição de Solos da Amazônia Ocidental proporcionou uma plataforma única para a troca de conhecimentos e o fortalecimento dos laços entre os pesquisadores dedicados ao estudo do solo.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De Santa Maria a Roraima: a trajetória de uma médica gaúcha no atendimento aos Yanomamis</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/31/de-santa-maria-a-roraima-a-trajetoria-de-uma-medica-gaucha-no-atendimento-aos-yanomamis</link>
				<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 10:49:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Ebserh]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[yanomamis]]></category>

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						<description><![CDATA[No início de 2023, teve início uma intensa campanha de apoio ao povo indígena Yanomami, vítima do impacto do garimpo ilegal em suas terras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/infografico-garimpo.png"><img class="aligncenter wp-image-64339 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/infografico-garimpo.png" alt="" width="955" height="522" /></a>As terras indígenas Yanomamis se localizam na chamada Amazônia Legal e abrangem os estados de Roraima, Amazonas e parte da Venezuela. O território Yanomami é composto por cerca de 665 aldeias e, de acordo com um </span><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">levantamento do Instituto Socioambiental (ISA)</span></a><span style="font-weight: 400">, o povo Yanomami conta com um conjunto cultural e linguístico diverso, estando na agricultura e coleta seu principal meio de subsistência. Até 2019, estima-se que 28 mil indígenas habitavam a região. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No início de 2023, os povos Yanomamis ganharam destaque na mídia por conta  da denúncia de desassistência do então governo do ex-presidente Jair Bolsonaro com a população. Em janeiro deste ano, o </span><span style="font-weight: 400">Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional), investigou um rumor acerca de óbitos de crianças indígenas por doenças que têm tratamento e, após uma investigação aprofundada, o rumor foi confirmado. </span><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/coes/coe-yanomami" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">O Centro de Operações de Emergência Yanomami</span></a><span style="font-weight: 400"> foi criado ainda em janeiro com o objetivo de organizar as estratégias e medidas que seriam adotadas no combate à crise humanitária e, de lá, foram retirados os números que compõem esta reportagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dados do </span><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/coes/coe-yanomami" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI)</span></a><span style="font-weight: 400">, mostraram que, de 2019 a 2022, ocorreram 538 óbitos de menores de 5 anos no território Yanomami. Desses, 495 foram considerados como evitáveis, frutos da desassistência sanitária e nutricional. A situação levou o Ministério da Saúde a declarar, em 20 de janeiro, a situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional no território. </span></p>
<h3>Garimpando com sangue</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Pela quarta vez, a terra indígena Yanomami é cenário de uma corrida por ouro. Nos anos 1970 a 1990, da Ditadura Militar a redemocratização, garimpeiros adentram as terras. Em 1980, estima-se que 20% da população indígena tenha sido dizimada por conta de doenças levadas por garimpeiros. Nessa nova onda do garimpo, intensificada a partir de 2019, já considera-se que mais de 20 mil garimpeiros invasores estão em Roraima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atuação dos garimpeiros estimula uma série de prejuízos ambientais. Áreas florestais são desmatadas para a ocupação dos garimpeiros e o mercúrio utilizado para a extração dos minerais e separação do ouro polui a água que chega ao povo Yanomami, causando uma série de doenças e contaminando, inclusive, os peixes que são fonte de alimentação dos indígenas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também, é importante entender que a atuação dos garimpeiros vai além do impacto ambiental. No início deste ano, a Secretaria Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes recebeu uma denúncia de </span><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/relatos-apontam-30-casos-de-jovens-yanomami-gravidas-de-garimpeiros" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">30 jovens Yanomamis que estariam grávidas de garimpeiros</span></a><span style="font-weight: 400">, vítimas de estupros. </span><a href="https://sites.google.com/view/eixojornalismo/mudar-historia-lugar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Em entrevista</span></a><span style="font-weight: 400">, a acadêmica indígena de Relações Internacionais da UFSM, Rayane Xipaya, falou sobre os métodos utilizados por garimpeiros: “como você acha que é a abordagem dos garimpeiros? Eles matam. Eles entram na terra indígena atirando e matando. Estupram mulheres e crianças. É uma violência total, não só com o meio natural, mas com os seres que estão ali”, contou a estudante. </span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Infografico-Atendimento.png"><img class="alignright size-full wp-image-64340" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Infografico-Atendimento.png" alt="" width="1920" height="765" /></a></p>
<h3>“A gente sempre faz de tudo, mas às vezes o tudo não é suficiente”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Frente ao sobrecarregamento enfrentado pelos postos de atendimento em Roraima, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) fez um apelo aos profissionais de saúde que estivessem interessados em atuar na atenção ao povo Yanomami. Dos 19 profissionais enviados à Roraima, quatro eram colaboradores de hospitais federais gaúchos. Do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), foi enviada a médica Rafaela Feltrin. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Formada em Medicina pela UFSM, Rafaela fez residência em pediatria e em medicina intensiva pediátrica no HUSM, área em que ainda trabalhava e onde passou a atuar nas terras Yanomamis. “Fiquei sensibilizada com a sobrecarga dos trabalhadores do Hospital da Criança de Roraima e como a Ebserh recrutou, eu quis. Meu sonho sempre foi fazer algum voluntariado e achei que esse fosse o momento de retribuir a minha formação”, conta a médica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rafaela relata que foi difícil acompanhar de perto o impacto do garimpo ilegal, mas que o atendimento humanizado foi uma marca da atuação na região: “o atendimento deles é diferenciado, muito humanizado no hospital em que vivenciei. A maioria deles não fala português, então contamos com intérpretes para entender a situação e realizar um diagnóstico mais detalhado”, pontua. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No período em que esteve em Roraima, a médica teve a oportunidade de conviver e observar de perto diferenças culturais, mas pontuou que a troca com colegas de trabalho e com os pacientes foi marcante: “houve muita troca de conhecimento e aprendizado. Deixamos um pouco de nós naquele hospital - ideias e ajustes”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, Rafaela conta que foi difícil acompanhar a triste realidade enfrentada pelos Yanomamis: “eu trabalho em uma UTI pediátrica, vejo crianças graves todos os dias, mas não na proporção de Roraima. É impactante ver crianças venezuelanas, indígenas, brasileiras, desprovidas de saúde básica, que chegam graves no hospital e, infelizmente, acabam indo a óbito. A gente sempre faz de tudo, mas às vezes o tudo não é suficiente”, diz a médica. </span></p>
<h3>Novas ações</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Iniciativas de atendimento ao povo Yanomami continuam. Novos postos de atendimento foram criados, campanhas de vacinação foram intensificadas e a </span><a href="https://apublica.org/2023/03/fiscais-do-ibama-sao-recebidos-a-tiros-por-garimpeiros-ilegais-na-terra-yanomami/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">fiscalização do Ibama </span></a><span style="font-weight: 400">segue destruindo maquinários e impedindo a ação dos garimpeiros. O percurso de restauração é longo, mas continua com o apoio de diferentes frentes humanitárias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Rafaela, a experiência de atuar em Roraima foi marcante para sua trajetória, profissional e pessoal. “Pretendo em algum momento da vida repetir ações comunitárias, pois foi enriquecedor de forma pessoal e profissional. O profissional da saúde precisa estar sempre buscando conhecimento, estudando e se atualizando, poder vivenciar tudo foi muito importante na minha vida”, conta a médica. </span></p>
<p><em>Texto: Milene Eichelberger, acadêmica de Jornalismo, voluntária na Agência de Notícias</em><br /><em>Artes: Lucas Zanella, acadêmico de Desenho Industrial, estagiário</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Amazônia ganha base de dados inédita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/03/amazonia-ganha-base-de-dados-inedita</link>
				<pubDate>Fri, 03 Feb 2023 12:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ppgop]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61122</guid>
						<description><![CDATA[Os dados abrangem indicadores ambientais, socioeconômicos e epidemiológicos e vão  possibilitar monitorar a saúde do bioma e de seus habitantes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-61125 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/Imagem11.jpeg" alt="" width="600" height="450" />Pesquisadores do Centro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose/CNPq) publicaram, no dia 02 de fevereiro, a </span><span style="text-decoration: underline"><a href="https://doi.org/10.1038/s41597-023-01962-1"><span style="font-weight: 400">base de dados Trajetórias</span></a></span><span style="font-weight: 400"> na revista </span><i><span style="font-weight: 400">Scientific Data</span></i><span style="font-weight: 400">, do grupo Nature. A base reúne 36 indicadores ambientais, socioeconômicos e epidemiológicos referentes ao período de 2000 e 2017 para todos os 772 municípios de nove estados da Amazônia Legal Brasileira. Os dados estão disponíveis de </span><span style="text-decoration: underline"><a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.7098053"><span style="font-weight: 400">forma aberta e gratuita</span></a></span><span style="font-weight: 400"> para quem quiser consultar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A seleção, a análise e a equalização destes dados levaram aproximadamente três anos e cobriram uma área de 5 milhões de km², o que representa aproximadamente 60% de todo o território brasileiro. “Este conjunto de dados vai permitir investigar a associação entre os sistemas agrários amazônicos e seus impactos nas mudanças ambientais e epidemiológicas, além de ampliar as possibilidades de compreensão, de forma mais integrada e consistente, dos cenários que afetam o bioma amazônico e seus habitantes”, explica Claudia Codeço, coordenadora do projeto e pesquisadora da Fiocruz.</span></p>
<h3><b>Conhecimento compartilhado</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A base de dados Trajetórias é resultante do projeto Trajetórias, um dos sete projetos de síntese do SinBiose/CNPq. O foco da iniciativa é gerar sínteses do conhecimento acerca das relações entre desenvolvimento econômico, uso do solo, epidemiologia e conservação na Amazônia. A equipe reúne epidemiologistas, economistas, ecologistas, biólogos, geógrafos, médicos e cientistas sociais que desenvolveram indicadores multidisciplinares e coerentes para estudos integrados na Amazônia brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das autoras da pesquisa e integrante do Trajetórias, a docente do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria, </span><span style="font-weight: 400">Camila de Moura Vogt, contribui com o grupo na </span><span style="font-weight: 400">linha voltada às </span><span style="font-weight: 400">questões econômicas e sociais da Amazônia Legal. Juntamente com docentes da Universidade Federal do Pará, trabalhou o </span><span style="font-weight: 400">enfoque</span><span style="font-weight: 400"> da pobreza multidimensional a partir de microdados do Censo. “O objetivo é poder cruzar dados econômicos, epidemiológicos e ambientais de maneira a evoluir a discussão de políticas públicas e ações que envolvam a região”, explica Camila.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dessas informações, também é possível </span><span style="font-weight: 400">consultar na base Trajetórias dados como perda de habitat; uso e cobertura da terra; mobilidade humana; anomalias climáticas; carga de doenças transmitidas por vetores; e índices de pobreza multidimensional para populações rurais e urbanas para cada um dos municípios da Amazônia Legal Brasileira, entre outros. </span></p>
<h3><b>Dados e Indicadores</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignright wp-image-61124 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/Imagem2.jpg" alt="" width="600" height="450" />Os temas disponíveis para os indicadores e índices estudados estão pontuados em quatro marcos temporais: os censos demográficos de 2000 e 2010 e os censos agropecuários realizados em 2006 e 2017. Além dos dados do Censo do IBGE, a base de dados conta com informações derivadas de imagens de satélite de fontes nacionais e internacionais e do Sistema Nacional de Notificação de Doenças. “Essas fontes de dados foram escolhidas devido ao seu fácil acesso, abrangência temporal e espacial e alta qualidade dos dados” explicam os autores. Ana Rorato, uma das pesquisadoras do grupo, complementa ao afirmar que “trata-se de um conjunto de dados provenientes de diferentes fontes e instituições que foram harmonizados, ou seja, que passam a compartilhar a mesma unidade de análise espacial e temporal para que possam ser comparados”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para uma melhor compreensão do contexto abordado, os autores buscaram criar índices que reflitam a realidade amazônica. Claudia Codeço exemplifica através do índice de pobreza tradicional, um medidor pode funcionar bem em grandes metrópoles, mas não funciona na realidade amazônica. “Medir a pobreza na região amazônica é uma tarefa complexa, pois requer uma compreensão de questões que transcendem os indicadores econômicos”, explicam os autores. A abordagem adotada mede o grau de privação familiar em áreas rurais e urbanas, que podem afetar e ser afetadas por mudanças ambientais e econômicas. Assim, criou-se o Índice de Pobreza Multidimensional em suas versões rural e urbana. Estes índices são compostos a partir do cálculo de 15 a 19 indicadores de saúde, educação e condições de vida (que inclui habitação, serviços coletivos, emprego e bens de consumo privados). “Pobreza multidimensional significa privação simultânea em múltiplas dimensões”, explica Claudia. Neste cálculo, uma família é considerada multidimensionalmente pobre se sua pontuação de privação é superior a 0,25.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra preocupação na preparação da base de dados Trajetórias foi de garantir que estes dados possam ser reproduzidos futuramente. Para isso, a “receita” para se repetir cada indicador está detalhadamente descrita no artigo publicado. “Isto vai possibilitar o monitoramento da saúde única da Amazônia em diferentes momentos e situações”, explica Ana Rorato. </span><span style="font-weight: 400">A partir desses resultados, o grupo já projeta as novas ações: “o próximo passo é desenvolver modelos e identificar tipologias ambientais e seus graus de impacto na Amazônia para então fazer predições para o futuro”, finaliza Claudia Codeço.</span></p>
<h3><b>Sobre o Projeto Trajetórias</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto Trajetórias do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose/CNPq) teve início em 2019 e está sediado na Fiocruz e INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais). Seu objetivo é sintetizar o conhecimento sobre os serviços ecossistêmicos e suas relações com o sistema econômico e a saúde humana na Amazônia. O projeto desenvolve novos protocolos de classificação e avaliação dos ecossistemas e de serviços ambientais específicos relacionados às doenças, cujos determinantes mais importantes são ambientais. O objetivo é fornecer uma estrutura para o debate conjunto das dimensões econômica, ambiental e de saúde, buscando dar maior visibilidade aos modos de vida das populações locais, suas estruturas e sistemas de produção.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Com informações e fotod do LiSS - Laboratório de Investigação em Sistemas Socioambientais do INPE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>006/2022 - FIPE - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/editais/006-2022</link>
				<pubDate>Wed, 25 May 2022 17:40:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[FIPE]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?post_type=editais&#038;p=1347</guid>
						<description><![CDATA[<p>Projeto: RESILIÊNCIA EMPREENDEDORA EM ORGANIZAÇÕES DA AMAZÔNIA LEGAL</p>
<p>Responsável: Professor Rodrigo Marques de Almeida Guerra &#8211; Depto. de Ciências Administrativas</p>
<p>Inscrições: Período de 24/05/2022 a 27/05/2022 pelo e-mail rmaguerra1@gmail.com</p>
<p>Requisito (entre outros): Estar regularmente matriculado(a) na Universidade Federal de Santa Maria no ensino<br />
técnico, tecnológico ou superior (graduação- licenciatura, bacharelado e tecnólogos) até o<br />
período final de vigência da bolsa.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Projeto: RESILIÊNCIA EMPREENDEDORA EM ORGANIZAÇÕES DA AMAZÔNIA LEGAL</p>
<p>Responsável: Professor Rodrigo Marques de Almeida Guerra &#8211; Depto. de Ciências Administrativas</p>
<p>Inscrições: Período de 24/05/2022 a 27/05/2022 pelo e-mail rmaguerra1@gmail.com</p>
<p>Requisito (entre outros): Estar regularmente matriculado(a) na Universidade Federal de Santa Maria no ensino<br />
técnico, tecnológico ou superior (graduação- licenciatura, bacharelado e tecnólogos) até o<br />
período final de vigência da bolsa.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora do NEPRADE participa de reportagem da National Geographic</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/conexus-biomapampa/2021/07/01/pesquisadora-do-neprade-participa-de-reportagem-da-national-geographic</link>
				<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 16:54:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[national geographic]]></category>
		<category><![CDATA[Neprade]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas agroflorestais]]></category>

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						<description><![CDATA[A doutoranda da UFSM Jéssica Puhl Croda participou da reportagem da revista National Geographic intitulada “These farmers show that agriculture in the Amazon doesn’t have to be destructive”. A reportagem conta a história do Projeto Reca (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), instituição na qual a pesquisadora desenvolveu sua pesquisa de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="960" height="540" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/67/2021/07/Jessica-agrofloresta.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A doutoranda da UFSM Jéssica Puhl Croda participou da reportagem da revista National Geographic intitulada “<em>These farmers show that agriculture in the Amazon doesn’t have to be destructive</em>”. A reportagem conta a história do Projeto Reca (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), instituição na qual a pesquisadora desenvolveu sua pesquisa de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola da UFSM, sob orientação da professora Ana Paula Rovedder. Jéssica avaliou indicadores ecológicos, sociais e econômicos dos sistemas agroflorestais praticados no Reca, na Amazônia brasileira.</p>
<p>“O Reca é uma cooperativa inovadora, exemplo de como cultivar de forma sustentável, protegendo a biodiversidade e mantendo a floresta em pé, ainda mais em um importante momento em que a Amazônia vem sendo devastada a um ritmo alarmante”, ressalta Jéssica, que continua seus estudos com agroflorestas em sua tese de doutorado pelo PPG em Engenharia Florestal da UFSM. Dessa vez, a pesquisadora avalia quintais agroflorestais em assentamentos da reforma agrária pelo Programa Conexus Bioma Pampa, desenvolvido em parceria entre o Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf) e o Núcleo de Estudos em Recuperação em Áreas Degradadas (Neprade), com apoio científico do CNPq.</p>
<p>A reportagem completa da National Geographic está disponível no <a href="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/these-farmers-show-that-agriculture-in-the-amazon-doesnt-have-to-be-destructive" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertura do I Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva debate sobre os biomas do Pantanal, Mata Atlântica e Amazônico.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/24/abertura-do-i-forum-primavera-da-articulacao-floresta-viva-debate-sobre-os-biomas-do-pantanal-mata-atlantica-e-amazonico</link>
				<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 11:51:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo canellas]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O primeiro dia do I Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva: “(In)formar e Reflorestar”, na última segunda (23), contou com a presença de dois convidados que debateram a importância da informação e formação da opinião pública e articulações das questões socioambientais que envolvem os ataques sofridos pelos biomas florestais da Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica.&nbsp; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O primeiro dia do I Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva: “(In)formar e Reflorestar”, na última segunda (23), contou com a presença de dois convidados que debateram a importância da informação e formação da opinião pública e articulações das questões socioambientais que envolvem os ataques sofridos pelos biomas florestais da Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na primeira hora do evento, o jornalista Marcelo Canellas, convidado para a abertura do fórum, exibiu sua reportagem transmitida pelo Fantástico e premiada pelo Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, a mais tradicional premiação jornalística brasileira. Com o título “os defensores da floresta” a reportagem acompanha a operação da polícia na Amazônia que prendeu os dois líderes de um grupo acusado de invadir terras públicas e ameaçar os fiscais da floresta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O jornalista também contou que neste ano, dedicou-se especialmente à denúncia do desmonte das políticas ambientais que fragiliza a Amazônia e coloca em risco a integridade e a sobrevivência dos povos indígenas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Precisamos dar voz ao novo entendimento da relação dos homens com a floresta e da economia com a floresta. Eu acho que há esperança de que as pessoas tenham em mente que a floresta precisa ser preservada. Esse evento aqui que vocês estão liderando, pode ser um embrião de algo mais amplo em defesa dos biomas brasileiros. É uma iniciativa que tem tudo para ganhar a simpatia da sociedade, desde que ela ganhe o debate público,” cometa Canellas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Eduardo Malta Campos Filho, coordenador de projetos de restauração do ISA ( Instituto Socioambiental) de São Paulo,&nbsp; foi o segundo convidado do dia de abertura do fórum . Ele conta que trabalha disseminando o método da muvuca, que é uma mistura de sementes nativas florestais de diferentes ciclos de vida com sementes de adubação verde, semeadas após preparo do solo com maquinário agrícola.&nbsp; Também atua na organização dos grupos de coletores da ARSX (Associação Rede de Sementes do Xingu), além de outros grupos a partir da experiência do Xingu, como na região de Aracruz/ES, com índios Tupinikim e Guarani, coordenando a restauração ecológica na região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O ISA é uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, fundada em 1994, para propor soluções de forma integrada a questões sociais e ambientais com foco central na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“A oportunidade das pessoas de entrarem na mata, juntar sementes e isso gerar renda é muito bom e como consequência as pessoas vão aprender mais sobre a mata, vão andar no próprio território, fiscalizando e conhecendo. Elas levam os jovens para conhecer e esses jovens aprendem sobre o território, sobre as plantas e seus usos, é um projeto muito virtuoso e de resistência”, finaliza Eduardo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sobre o Fórum</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Fórum é a primeira ação do projeto Articulação Floresta Viva, que abordará questões socioambientais, pluriculturais, multidisciplinares, internacionais, ecológicas e de diversidade para efetivação de projetos de reflorestamento nos biomas afetados pela destruição humana. O projeto conta com a participação das populações tradicionais das florestas e povos originários, instituições, organizações, governos, universidades e financiadores na produção de propostas e ações que permitam proteger a biodiversidade dessas florestas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades, promovidas pela Pró Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (PRE/UFSM) a partir do projeto Articulação Floresta Viva, continuarão acontecendo nos dias 24,2 5,26 e 30 de novembro e 1,2 de dezembro. Nesses dias de evento acontecerão palestras e mesas compostas por importantes formadores de opinião e ativistas do campo ambiental que desenvolvem projetos de reflorestamento nos biomas Pantanal, Mata Atlântico e Amazônico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As palestras irão ser transmitidas no período da tarde em dois horários, às 14 e 16 horas pelo <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/channel/UCZo0Npm8Cw0mvIq8CtZnMzw" target="_blank">canal do Youtube da PRE </a><a href="https://www.youtube.com/channel/UCZo0Npm8Cw0mvIq8CtZnMzw">.</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Ana Júlia Müller Fernandes, bolsista da Agência de Notícias da UFSM.</em> <br><em>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nova edição da revista Ciência Florestal aborda questões relacionadas à Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/12/12/nova-edicao-da-revista-ciencia-florestal-aborda-questoes-relacionadas-a-amazonia</link>
				<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 11:39:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>

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						<description><![CDATA[Foi lançada nesta semana a nova edição (v. 29, n. 4) da revista Ciência Florestal. A última edição de 2019 traz um conjunto de artigos que contemplam uma variedade de assuntos, com pesquisas no campo da Engenharia Florestal que incluem temas relativos à região mais polêmica do Brasil na atualidade, a Amazônia. Nesta publicação, a seção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Foi lançada nesta semana a nova edição (v. 29, n. 4) da revista Ciência Florestal. A última edição de 2019 traz um conjunto de artigos que contemplam uma variedade de assuntos, com pesquisas no campo da Engenharia Florestal que incluem temas relativos à região mais polêmica do Brasil na atualidade, a Amazônia.</p>
<p>Nesta publicação, a seção artigos apresenta 17 trabalhos, que abordam anatomia da madeira, política e gestão florestal no ambiente amazônico, entre outros. Além desses, a publicação abrange sete notas técnicas que falam sobre ciclagem de nutrientes, a certificação florestal no contexto da Amazônia, além da exatidão do sistema Prodes no levantamento dos desmatamentos da região amazônica.</p>
<p>A nova edição do periódico pode ser conferida no <a href="https://periodicos.ufsm.br/cienciaflorestal/issue/view/1431/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores estudam parente da capivara que viveu há cerca de 10 milhões de anos na Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/18/pesquisadores-estudam-parente-da-capivara-que-viveu-na-amazonia-ha-cerca-de-10-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 18:32:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[roedor caviomorfo]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa conduzida por Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), Francisco Ricardo Negri, da Universidade Federal do Acre, e Daniela Sanfelice, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, apresenta nova perspetiva sobre parentes das capivaras viveram há cerca de 10 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Pesquisa conduzida por Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), Francisco Ricardo Negri, da Universidade Federal do Acre, e Daniela Sanfelice, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, apresenta nova perspetiva sobre parentes das capivaras viveram há cerca de 10 milhões de anos na Amazônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o Mioceno da América do Sul (23 a 5 milhões de anos atrás), os roedores caviomorfos (capivara, porco-da-índia, chinchila e porco-espinho) eram muito mais diversos em formas e tamanhos corporais do que os seus parentes de agora. Para efeito de comparação, a capivara, maior animal deste grupo, pesa, em média, 60 kg. Já os parentes do Mioceno passavam dos 500 kg e que atingiam o tamanho de um boi. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":46952} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/neoepiblema_acreensis-1024x668.jpg" alt="" class="wp-image-46952" /><figcaption> Reconstrução artística do roedor <em>Neoepiblema acreensis </em>feita por Márcio L. Castro </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre estes roedores, destacam-se os pertencentes ao grupo dos Neopiblemidae. Um deles era o <em>Neoepiblema</em>, que pesava em torno de 86 Kg a 151 Kg e viveu na região amazônica há cerca de 10 milhões de anos em ambientes pantanosos que ali existiam antes do surgimento de uma das maiores floresta do mundo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estudo recentemente publicado no periódico estadunidense <em><a href="https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/02724634.2018.1549061?journalCode=ujvp20&amp;">Journal of Vertebrate Paleontology</a></em> por Leonardo Kerber, Francisco Negri e Daniela Sanfelice observou a diversidade de espécies de <em>Neoepiblema</em> durante o Mioceno da América do Sul a partir da morfologia dentária destes animais, e constatou que existiam duas espécies deste roedor.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma delas é <em>Neoepiblema acreensis</em>, espécie endêmica da região amazônica do Brasil, descrita em 1990 - havia sido considerada inválida, e agora, a partir de novos dados, passou a ter validade. Além de <em>Neoepiblema acreensis</em>, novas espécies de roedores, tal como <em>Potamarchus adamiae</em>, <em>Pseudopotamarchus villanuevai </em>e <em>Ferigolomys pacarana, </em>têm sido descritas a partir fósseis encontrados no Acre. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para os pesquisadores, os registros, tanto das espécies conhecidas como das novas, documentam a diversidade extinta e demonstram um grande endemismo da biota amazônica, antes mesmo do surgimento dos ecossistemas modernos. Os dados também ajudam a entender como a vida se desenvolveu naquela região, mostrando como a biodiversidade evoluiu e se extinguiu ao longo dos últimos milhões de anos. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Com informações do Cappa/UFSM</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A sala de aula é o Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-sala-de-aula-e-o-brasil</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 14:37:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[casa ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[operação portal amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto rodon]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=1688</guid>
						<description><![CDATA[Universitários de diversas localidades e áreas de ensino são conectados através do projeto Rondon]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div id="container_dados">
<div class="texto_noticia">
<p><img class="wp-image-1537 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2017/08/4ª-edição-5-sociedade-sala-de-aula-brasil-v1-300x196.png" alt="" width="450" height="294" />Buscar soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes do país é o objetivo do Projeto Rondon, criado em 1967 pelo Governo Federal. O projeto envolve a participação de professores e estudantes universitários voluntários, que têm o compromisso de produzir projetos coletivos e realizar ações que capacitem multiplicadores e colaborem para o bem-estar da população.</p>
<p>Entretanto, o benefício não é apenas daqueles que recebem as equipes em suas cidades, mas principalmente dos que participam das operações. O lema do projeto, “Lição de vida e de cidadania”, reforça um dos maiores legados do Rondon: a experiência da prática cidadã e de responsabilidade social. Além de contribuir para a própria formação acadêmica, o projeto permite aos universitários conhecer e vivenciar diferentes realidades e culturas.</p>
<p>Este ano, a UFSM participou da Operação Portal da Amazônia, realizada entre os dias 25 de janeiro e 10 de fevereiro. A operação contou com 339 rondonistas de 34 instituições de ensino superior, distribuídos em 17 municípios, nos estados do Maranhão e Tocantins. A equipe da UFSM realizou suas atividades em Senador La Rocque, município localizado na região oeste do Maranhão. O grupo, liderado pelos professores Fernando do Nascimento Lock e Ubiratan Tupinambá da Costa, trabalhou nas áreas de Comunicação, Meio Ambiente, Trabalho e Tecnologia e Produção.</p>
<p>Uma das participantes das oficinas do Rondon foi a professora de matemática Márcia Oliveira Castro, que elogiou a iniciativa: “Foi uma experiência gratificante, que trouxe ideias significativas e informações que serão úteis não só na minha sala de aula, mas no meu dia a dia.”</p>
<strong>COMUNICAÇÃO</strong>
<p>A equipe de Comunicação foi responsável pela divulgação do projeto na cidade. Para isso, produziu materiais informativos e visitou os veículos de comunicação do município e região, inclusive os comunitários. Também foram ministradas oficinas para incentivar a prática de parcerias para grupos comunitários, campanhas de valorização da cidade e rádios comunitárias.</p>
<p><strong>MEIO AMBIENTE</strong></p>
<p>Pensando na prática sustentável, estudantes de Engenharia Florestal da UFSM ensinaram os moradores do município a implantar uma horta comunitária, além de demonstrar a prática da compostagem, feita com materiais como cascas de frutas e de ovos e resto de alimentos. Outras atividades relacionadas ao meio ambiente foram as oficinas sobre reciclagem e saneamento básico, um dos maiores problemas da região.</p>
<p><strong>TRABALHO</strong></p>
<p><span style="font-size: inherit">Estudantes dos cursos de Engenharia de Produção e Ciências Contábeis foram os responsáveis pelas oficinas de Informática, em que os participantes puderam ver, na prática, como trabalhar em funções básicas do computador, como edição de texto, planilha eletrônica e apresentador de slides. A dupla também ministrou oficinas sobre orçamento familiar e empresarial, custo e formação de preço e associativismo e cooperativismo.</span></p>
<p><strong>TECNOLOGIA E PRODUÇÃO</strong></p>
<p><span style="font-size: inherit">Acadêmicas dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária ministraram oficinas relacionadas à produção de gado de leite e corte, boas práticas de fabricação, e doenças transmitidas por alimentos. Além disso, com a ajuda de toda a equipe, realizaram a demonstração de uma nova prática para a construção de casas ecológicas, bastante presentes na região, que utilizou telas de bioconstrução, em vez da técnica de pau a pique.</span></p>
</div>
</div>
<div id="container_dados">
<div class="texto_noticia">
<p> </p>
</div>
</div>
<div class="texto_rodape"><em><strong>Repórter</strong>: Daniela Huberty</em></div>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        