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				<title>UFSM participa de estudo internacional sobre ameaças às terras indígenas na Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/03/ufsm-participa-de-estudo-internacional-sobre-ameacas-as-terras-indigenas-na-amazonia</link>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:22:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM Divulga Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[vale da Javari]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa com 66 autores de 57 instituições ao redor do mundo resultou em artigo publicado na Nature Sustainability
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Vale-do-Javari-acervo-pessoal-de-gabriel-de-oliveira-e-erin-koster-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal registra uma paisagem de rio e de vegetação da Amazônia. Em primeiro plano, há um pequeno curso de rio marrom com vegetação rasteira à sua margem, cercado por árvores mais frondosas. À direita, um pequeno barco de madeira está na margem do rio. Ao fundo, o curso de água se encontra com o rio, onde também é possível observar outros barcos pequenos de madeira e casas simples. O céu está parcialmente nublado, com a luz do sol atravessando as árvores no canto superior esquerdo da imagem." />											<figcaption>Vale do Javari na Amazônia é a terra de maior concentração mundial de Povos Indígenas voluntariamente isolados</figcaption>
										</figure>
		<p>O artigo “Ameaças Fronteiriças em Espiral na Amazônia Indígena”, publicado em 28 de julho de 2026, na revista Nature Sustainability, teve como um dos autores o estudante de pós-doutorado do Programa de Pós-Graduação em Física da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Alecsander Mergen. </p><p>O pesquisador foi o responsável pelo processamento de imagens via satélite de áreas ao redor da Terra Indígena Vale do Javari, localizada na região oeste do estado do Amazonas. Foram identificados índices de desmatamento a 5, 10, 50, 100 e 200 quilômetros de distância do território mapeado. </p><p>O trabalho ocorreu durante o doutorado sanduíche de Alecsander na <i style="color: #000000;font-size: 1rem">University of South Alabama</i>, entre 1° de junho e 31 de dezembro de 2025. A colaboração surgiu a partir de convite do professor Gabriel de Oliveira, lotado na instituição estadunidense e líder da pesquisa. </p><p>A coleta de dados via satélite foi feita e analisada por Alecsander durante o doutorado na UFSM. Em sua tese, foram identificadas as trocas de dióxido de carbono (CO₂) em áreas de criação de gado com vegetação nativa no Pampa, por meio de imagens de satélite, para desenvolver modelos capazes de monitorá-las em todo o bioma. </p><p>No estágio doutoral, o cientista pôde ampliar o conhecimento sobre sensoriamento remoto na área do Javari, na Amazônia. Para criar modelos específicos para a análise do território brasileiro, também foram feitos estudos no Delta do Rio Mobile-Tensaw, na cidade de Mobile, Alabama. Alecsander considera que aquela região se assemelha com o Vale do Javari, por ser banhada por um grande rio e cercada pela vegetação.</p><p>O Vale do Javari é a terra de maior concentração mundial de Povos Indígenas voluntariamente isolados. Com 8.544.440 hectares, o vale está localizado entre as fronteiras do Brasil, do Peru e da Colômbia. O território ganhou atenção mundial em 2022 após os assassinatos do jornalista estadunidense Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, que expuseram as ameaças de atividades ilegais na região. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="562" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/Grafico-desmatamento-1-1024x562.jpeg" alt="Gráfico de linhas, em cores, apresenta a evolução do desmatamento no Vale do Javari e em áreas de amortecimento localizadas a diferentes distâncias da região, entre 2008 e 2024. O eixo horizontal indica os anos, enquanto o eixo vertical mostra a área desmatada, em quilômetros quadrados, com valores de 0 a 400 km². A legenda identifica o Vale do Javari e as zonas de 5, 10, 50, 100 e 200 quilômetros. A linha referente à Zona 200 km apresenta os maiores valores ao longo de todo o período, com oscilações e crescimento acentuado a partir de 2018. O desmatamento nessa área atinge o pico em 2022, próximo de 380 km², e diminui em 2023 e 2024. A Zona 100 km também registra aumento expressivo a partir de 2018, chegando a cerca de 180 km² em 2022. As zonas de 50, 10 e 5 km apresentam valores menores, embora também tenham aumento do desmatamento a partir de 2018. O Vale do Javari permanece entre as áreas com menores valores de desmatamento no período." />											<figcaption>Desmatamento anual em quilômetros quadrados na Terra Indígena Vale do Javari e zonas de amortecimento </figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Desmatamento, violência e extração de recursos ilegais</b></h3>
<p>A zona de amortecimento do Vale do Javari, uma faixa de 200 quilômetros ao redor da terra indígena e considerada uma área de proteção,&nbsp;foi analisada via satélite para que fosse possível identificar a situação do desmatamento na região. Os resultados do estudo mostraram que, quanto mais distante da Terra Indígena, maiores são os índices de desmatamento. “Isso mostra o quão importante é preservar essas áreas indígenas e o poder de preservação que elas exercem na área amazônica”, destacou o pesquisador Alecsander Mergen, do PPG em Física.&nbsp;</p>
<p>O estudo ainda mostra que, desde 2008, a devastação ambiental vem crescendo no Vale do Javari. Entre 2017 e 2022, o desmatamento aumentou de forma exponencial. Em 2022, a perda florestal no entorno foi 187,5 vezes maior do que na própria Terra Indígena. São várias as causas para esse resultado. O pesquisador aponta o fator agrícola na Amazônia como um dos responsáveis.&nbsp;</p>
<p>Além disso, o narcotráfico, a caça e a pesca ilegais são as principais causas das invasões e ameaças diretas à Terra Indígena. A vulnerabilidade ocorre pela localização fronteiriça do território. Alecsander sugere que, principalmente nas áreas mais remotas, devem ser aumentadas as políticas públicas de fiscalização.&nbsp;</p>
<p>No Vale do Javari, cinco povos indígenas mantêm contato com a sociedade em redor: os Marubo, Mayoruna, Matis, Kanamari e Kulina. Dois grupos têm contato recente: os Korubo e Tsohóm-Djapá. E, pelo menos, 14 grupos vivem em isolamento voluntário.</p>
<h3><b>Ciência de alta qualidade</b></h3>
<p>Antes de voltar ao Brasil, o cientista participou da Reunião Anual de 2025 da<i> American Geophysical Union </i>(AGU) em Nova Orleans, Louisiana. O encontro é considerado o maior do mundo na área de biogeociências. “A UFSM tem esse <i>know-how</i> muito grande de conseguir contatos e de ter esse poder científico. Todo mundo conhece a Universidade de Santa Maria, então isso abre muito as portas”, relatou.&nbsp;</p>
<p>Além de estudar as ameaças fronteiriças na Amazônia a partir de dados via satélite, o trabalho de Alecsander na <i>University of South Alabama</i> resultou na instalação de torres de fluxo para monitorar a emissão de gases decorrente do efeito estufa. Após a experiência, surgiu a oportunidade de uma parceria com o <a href="https://mamiraua.org.br/noticias/torre-fluxo/">Instituto Mamirauá</a> para a implantação de uma torre de fluxo em uma área de preservação ambiental na Amazônia.&nbsp;</p>
<p>O líder da pesquisa, o professor Gabriel de Oliveira, ainda o chamou para seguir com o pós-doutorado nos Estados Unidos. No entanto, com já havia recebido o convite do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), Alecsander decidiu permanecer na UFSM. O pesquisador avalia a relevância da experiência no exterior para a busca de conhecimento, mas, observa, a importância de contrtibuir com a evoluição a pesquisa brasileira e mostrar para o mundo a ciência de alta qualidade feita no país.&nbsp;</p>
<p>A professora do PPG em Física da UFSM, Débora Roberti, ressalta que, quando os estudantes retornam à UFSM, trazem conhecimento para os grupos de pesquisa e contribuem para a formação de outros colegas. "O benefício dos alunos saírem para esse período no exterior não fica restrito a eles. Eles também trazem esse retorno científico e institucional para a Universidade", avalia. A professora lembra, ainda, que PPG participa do Capes Global, iniciativa que fomenta redes de cooperação internacional entre instituições brasileiras de ensino superior com diferentes graus de internacionalização.&nbsp;</p>
<p>O artigo “Ameaças Fronteiriças em Espiral na Amazônia Indígena” pode ser acessado na revista <a href="http://google.com/url?q=https://www.nature.com/articles/s41893-026-01874-z&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1788445021520054&amp;usg=AOvVaw14hWCy4oRv-EOWW_wjvNcC">Nature Sustainability.</a></p>
<p><i><strong>Texto</strong>: Nicolle Seixas, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias.</i></p>
<p><i><b>Foto</b>:&nbsp;</i><i style="font-size: 16px">Acervo pessoal /&nbsp;</i><i style="font-size: 16px">Gabriel de Oliveira / Erin Koster</i></p>
<p><i style="font-size: 1rem"><strong>Gráfico:&nbsp;</strong></i>Alecsander Mergen / Gabriel de Oliveira / Erin Koster</p><p><i style="font-size: 1rem"><strong>Edição</strong>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudo com participação da UFSM revela como transformações ambientais influenciam doenças na Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/03/estudo-com-participacao-da-ufsm-revela-como-transformacoes-ambientais-influenciam-doencas-na-amazonia</link>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:16:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de organizações públicas]]></category>
		<category><![CDATA[ppgop]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa publicada em revista internacional  identificou que diferentes formas de ocupação do território estão associadas à ocorrência de doenças]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Como as atividades econômicas e as transformações ambientais influenciam a ocorrência de doenças na Amazônia? Essa foi a pergunta que guiou um estudo internacional com participação da pesquisadora Camila de Moura Vogt, docente do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas (PPGOP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Publicado na revista </span><i><span style="font-weight: 400">Nature Communications Earth &amp; Environment,</span></i><span style="font-weight: 400"> o artigo analisou dados de todos os municípios da Amazônia Legal e identificou que diferentes formas de uso da terra, associadas a fatores sociais e econômicos, estão relacionadas a padrões distintos de ocorrência de doenças transmitidas por vetores, como malária, dengue, leishmaniose e doença de Chagas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho é resultado de uma colaboração construída ao longo de mais de uma década no âmbito do Projeto SInBIOse Trajetórias, coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que reúne pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, como economia, epidemiologia, ecologia, biologia, saúde pública, sensoriamento remoto e ciência da computação. O objetivo é compreender a saúde de forma integrada, considerando também aspectos ambientais, econômicos e sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Camila, essa abordagem parte do conceito de </span><i><span style="font-weight: 400">One Health</span></i><span style="font-weight: 400"> (Saúde Única), que entende que a saúde humana está diretamente relacionada às condições ambientais e sociais. "A questão da saúde não está relacionada apenas à doença. Ela depende também do contexto econômico, do uso do solo, do desmatamento, da estrutura de saúde e da forma como as pessoas vivem", explica.</span></p>
<h3>Economia, ambiente e doenças</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa utilizou informações de 2015 a 2019 para compreender por que determinadas doenças aparecem em conjunto em alguns municípios da Amazônia, enquanto outras predominam em regiões diferentes. Para isso, os pesquisadores analisaram dados ambientais, sociais, econômicos e epidemiológicos de toda a Amazônia Legal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados mostraram que existe uma forte correlação entre as atividades econômicas desenvolvidas em cada região e o perfil das doenças registradas. Áreas com menor desmatamento e maior presença de agricultura familiar e sistemas agroflorestais apresentaram maior ocorrência de malária e doença de Chagas. Já regiões mais urbanizadas ou marcadas pela expansão da pecuária e pelo desmatamento concentraram casos de dengue e alguns tipos de leishmaniose.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a pesquisadora, o estudo demonstra que as doenças não podem ser compreendidas de forma isolada. "A doença não acontece simplesmente. Existe um ambiente propício para que ela ocorra. Cada modelo econômico modifica o ambiente, altera os habitats dos vetores e a exposição das populações, criando diferentes padrões de doenças", explica. Além das características ambientais, a pesquisa também encontrou associações entre diferentes formas de pobreza urbana e rural, e também a incidência das doenças, reforçando que fatores sociais podem influenciar na dinâmica epidemiológica da região.</span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/43247_2026_3619_Fig7_HTML.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-73646" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/43247_2026_3619_Fig7_HTML.jpg" alt="" width="1920" height="1724" /></a></p>
<h3>A contribuição da UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na pesquisa, Camila contribuiu com as análises relacionadas à pobreza multidimensional, tema que desenvolve em suas pesquisas. Segundo ela, indicadores baseados apenas na renda não conseguem representar a realidade de populações que vivem em contextos específicos da Amazônia. "Quando analisamos essas regiões, olhar apenas para a renda não é suficiente. Existem diferenças importantes no acesso à saúde, aos serviços públicos e à infraestrutura. Por isso, trabalhamos com indicadores de pobreza multidimensional, que conseguem representar melhor essas condições”, descreve.</span></p>
<h3>Subsídios para políticas públicas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Embora o estudo identifique correlações e não relações de causa e efeito, os resultados podem contribuir para o planejamento de políticas públicas de saúde e para o fortalecimento da vigilância epidemiológica. Segundo Camila, compreender como as mudanças ambientais alteram os padrões das doenças pode auxiliar gestores públicos na distribuição de recursos, definição de campanhas de prevenção e organização dos serviços de saúde. "Quando muda o padrão das doenças, muitas vezes também está mudando o ambiente. Entender essas dinâmicas permite direcionar melhor as políticas públicas e planejar ações de acordo com a realidade de cada território", conta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O grupo de pesquisa continua atualizando as bases de dados e desenvolvendo novos estudos em áreas específicas da Amazônia, buscando compreender como as transformações ambientais influenciam a saúde das populações.</span></p>
<h3>Saúde além das doenças</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para a pesquisadora, a principal contribuição do estudo é reforçar que saúde, meio ambiente e desenvolvimento econômico são temas inseparáveis. "Tudo está interconectado. O meio ambiente interfere na forma como a saúde responde, e isso também está relacionado à pobreza, ao planejamento urbano e ao uso da terra. Quando entendemos esse contexto, conseguimos pensar em políticas públicas mais eficientes”, relata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Camila também destaca a importância da colaboração entre diferentes áreas do conhecimento e da publicação em uma das revistas científicas mais relevantes do mundo na área ambiental. "É muito gratificante participar de um grupo tão multidisciplinar e representar a UFSM em uma revista de referência internacional. Trabalhar com pesquisadores de diferentes áreas amplia nossa forma de compreender problemas complexos e ajuda a produzir conhecimento com potencial de impacto para a sociedade ", finaliza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O artigo completo pode ser acessado </span><a href="https://www.nature.com/articles/s43247-026-03619-4"><span style="font-weight: 400">neste link</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><em>Texto:<span style="font-weight: 400"> Isadora Bortolotto, estudante de Jornalismo e voluntária na Agencia de Notícias</span></em><br /><em>Arte: <span style="font-weight: 400">Comunicações Terra e Meio Ambiente (Commun Earth Environ) ISSN 2662-4435 (online)</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes da UFSM farão palestras em evento da Universidade Federal do Tocantins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/02/estudantes-da-ufsm-farao-palestras-em-evento-da-universidade-federal-do-tocantins</link>
				<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 14:00:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[UFT]]></category>

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						<description><![CDATA[Ciclo de palestras sobre questões ambientais conta com apoio da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Estudantes de pós-graduação da UFSM foram convidados pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) para ministrar palestras pelo ciclo "Os ventos do norte não movem moinhos: leituras sobre o pensamento latino-americano".</p>
<p>Janaina Betto, estudante de pós-doutorado em Extensão Rural, vai explanar sobre "O chamado ao reflorestar: mulheres indígenas e a luta política em defesa da Amazônia e demais biomas" na quinta-feira (5), às 19h, no Auditório do Warã, no Campus de Miracema. A palestra poderá ser acompanhada pelo <a href="https://www.youtube.com/@gipef" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<p>Além de promover o debate sobre a defesa da Amazônia e a importância da atuação das mulheres indígenas, a palestra visa reforçar a conscientização sobre a preservação dos biomas brasileiros e as lutas políticas associadas a essas causas.</p>
<p>Marcos Britto Corrêa, pós-doutorando em Educação e integrante da comissão de organização do evento, e Micaela Severo da Fonseca, mestranda em Ciências Sociais, também farão palestras, em datas a serem divulgadas posteriormente.</p>
<p><span style="color: initial">O ciclo de palestras oferece uma certificação de 30 horas para os participantes. </span><span style="color: initial;font-size: revert">As inscrições podem ser realizadas através do preenchimento do </span><a style="font-size: revert" href="https://forms.gle/SegrGQNRTAge54EC8" target="_blank" rel="noopener">formulário</a><span style="color: initial;font-size: revert">.</span></p>
<p><span style="color: initial;font-size: revert">O evento conta com o apoio da UFSM e da Associação Tocantinense dos Biólogos (Atobio) e está aberto a todos os interessados em ampliar o conhecimento sobre as questões ambientais e sociais que impactam a Amazônia e o restante do país.</span></p>
<div>
<div> </div>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor Fabrício Pedron do GEPED participa da organização da I Competição de Solos na Amazônia Ocidental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/12/01/professor-fabricio-pedron-coopera-na-organizacao-da-i-competicao-de-solos-na-amazonia-ocidental</link>
				<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 20:14:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[GEPED]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=9446</guid>
						<description><![CDATA[O professor Fabrício Pedron, membro do Grupo de Estudos em Pedometria (GEPED) da UFSM e docente do Departamento de Solos, fez parte da organização da I Competição de Solos da Amazônia Ocidental. A organização das provas de identificação de solos, realizada em parceria com os professores Luis Antonio Coutrim dos Santos, da Universidade do Estado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-9447 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/12/solos-nov-23-300x182.jpg" alt="" width="433" height="263" />O professor Fabrício Pedron, membro do <a href="https://www.instagram.com/gepedufsm/"><strong>Grupo de Estudos em Pedometria (GEPED) da UFSM</strong></a> e docente do Departamento de Solos, fez parte da organização da I Competição de Solos da Amazônia Ocidental. A organização das provas de identificação de solos, realizada em parceria com os professores Luis Antonio Coutrim dos Santos, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), e Milton Campos, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), para a competição que ocorreu na Universidade Estadual do Amazonas em Itacoatiara, AM, entre os dias 27 e 29 de novembro.</p>
<p>A competição ocorreu concomitantemente ao <a href="https://museudesolosdaamazonia.com/2023-2/"><strong>V Simpósio de Solos da Amazônia Ocidental</strong></a> e reuniu especialistas, pesquisadores e estudantes interessados na compreensão e análise dos solos nesta região da Amazônia. O professor Fabrício Pedron levou seus conhecimentos para enriquecer o evento, que contou com atividades práticas, palestras e discussões acadêmicas.</p>
<p>Durante os três dias de competição, os participantes tiveram a oportunidade única de aprimorar suas habilidades, trocar experiências e contribuir para o avanço do conhecimento sobre os solos na Amazônia Ocidental. O evento não apenas promoveu a interação entre os participantes, mas também estimulou o desenvolvimento de abordagens inovadoras e soluções para desafios relacionados ao estudo e uso dos solos na região.</p>
<p>O Prof. Fabrício Pedron expressou sua satisfação em participar da iniciativa e ressaltou a importância de eventos como esse para fomentar a pesquisa e a colaboração científica. A Competição de Solos da Amazônia Ocidental proporcionou uma plataforma única para a troca de conhecimentos e o fortalecimento dos laços entre os pesquisadores dedicados ao estudo do solo.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De Santa Maria a Roraima: a trajetória de uma médica gaúcha no atendimento aos Yanomamis</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/31/de-santa-maria-a-roraima-a-trajetoria-de-uma-medica-gaucha-no-atendimento-aos-yanomamis</link>
				<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 10:49:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Ebserh]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[yanomamis]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64338</guid>
						<description><![CDATA[No início de 2023, teve início uma intensa campanha de apoio ao povo indígena Yanomami, vítima do impacto do garimpo ilegal em suas terras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/infografico-garimpo.png"><img class="aligncenter wp-image-64339 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/infografico-garimpo.png" alt="" width="955" height="522" /></a>As terras indígenas Yanomamis se localizam na chamada Amazônia Legal e abrangem os estados de Roraima, Amazonas e parte da Venezuela. O território Yanomami é composto por cerca de 665 aldeias e, de acordo com um </span><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">levantamento do Instituto Socioambiental (ISA)</span></a><span style="font-weight: 400">, o povo Yanomami conta com um conjunto cultural e linguístico diverso, estando na agricultura e coleta seu principal meio de subsistência. Até 2019, estima-se que 28 mil indígenas habitavam a região. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No início de 2023, os povos Yanomamis ganharam destaque na mídia por conta  da denúncia de desassistência do então governo do ex-presidente Jair Bolsonaro com a população. Em janeiro deste ano, o </span><span style="font-weight: 400">Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional), investigou um rumor acerca de óbitos de crianças indígenas por doenças que têm tratamento e, após uma investigação aprofundada, o rumor foi confirmado. </span><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/coes/coe-yanomami" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">O Centro de Operações de Emergência Yanomami</span></a><span style="font-weight: 400"> foi criado ainda em janeiro com o objetivo de organizar as estratégias e medidas que seriam adotadas no combate à crise humanitária e, de lá, foram retirados os números que compõem esta reportagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dados do </span><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/coes/coe-yanomami" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI)</span></a><span style="font-weight: 400">, mostraram que, de 2019 a 2022, ocorreram 538 óbitos de menores de 5 anos no território Yanomami. Desses, 495 foram considerados como evitáveis, frutos da desassistência sanitária e nutricional. A situação levou o Ministério da Saúde a declarar, em 20 de janeiro, a situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional no território. </span></p>
<h3>Garimpando com sangue</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Pela quarta vez, a terra indígena Yanomami é cenário de uma corrida por ouro. Nos anos 1970 a 1990, da Ditadura Militar a redemocratização, garimpeiros adentram as terras. Em 1980, estima-se que 20% da população indígena tenha sido dizimada por conta de doenças levadas por garimpeiros. Nessa nova onda do garimpo, intensificada a partir de 2019, já considera-se que mais de 20 mil garimpeiros invasores estão em Roraima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atuação dos garimpeiros estimula uma série de prejuízos ambientais. Áreas florestais são desmatadas para a ocupação dos garimpeiros e o mercúrio utilizado para a extração dos minerais e separação do ouro polui a água que chega ao povo Yanomami, causando uma série de doenças e contaminando, inclusive, os peixes que são fonte de alimentação dos indígenas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também, é importante entender que a atuação dos garimpeiros vai além do impacto ambiental. No início deste ano, a Secretaria Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes recebeu uma denúncia de </span><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/relatos-apontam-30-casos-de-jovens-yanomami-gravidas-de-garimpeiros" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">30 jovens Yanomamis que estariam grávidas de garimpeiros</span></a><span style="font-weight: 400">, vítimas de estupros. </span><a href="https://sites.google.com/view/eixojornalismo/mudar-historia-lugar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Em entrevista</span></a><span style="font-weight: 400">, a acadêmica indígena de Relações Internacionais da UFSM, Rayane Xipaya, falou sobre os métodos utilizados por garimpeiros: “como você acha que é a abordagem dos garimpeiros? Eles matam. Eles entram na terra indígena atirando e matando. Estupram mulheres e crianças. É uma violência total, não só com o meio natural, mas com os seres que estão ali”, contou a estudante. </span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Infografico-Atendimento.png"><img class="alignright size-full wp-image-64340" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/Infografico-Atendimento.png" alt="" width="1920" height="765" /></a></p>
<h3>“A gente sempre faz de tudo, mas às vezes o tudo não é suficiente”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Frente ao sobrecarregamento enfrentado pelos postos de atendimento em Roraima, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) fez um apelo aos profissionais de saúde que estivessem interessados em atuar na atenção ao povo Yanomami. Dos 19 profissionais enviados à Roraima, quatro eram colaboradores de hospitais federais gaúchos. Do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), foi enviada a médica Rafaela Feltrin. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Formada em Medicina pela UFSM, Rafaela fez residência em pediatria e em medicina intensiva pediátrica no HUSM, área em que ainda trabalhava e onde passou a atuar nas terras Yanomamis. “Fiquei sensibilizada com a sobrecarga dos trabalhadores do Hospital da Criança de Roraima e como a Ebserh recrutou, eu quis. Meu sonho sempre foi fazer algum voluntariado e achei que esse fosse o momento de retribuir a minha formação”, conta a médica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rafaela relata que foi difícil acompanhar de perto o impacto do garimpo ilegal, mas que o atendimento humanizado foi uma marca da atuação na região: “o atendimento deles é diferenciado, muito humanizado no hospital em que vivenciei. A maioria deles não fala português, então contamos com intérpretes para entender a situação e realizar um diagnóstico mais detalhado”, pontua. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No período em que esteve em Roraima, a médica teve a oportunidade de conviver e observar de perto diferenças culturais, mas pontuou que a troca com colegas de trabalho e com os pacientes foi marcante: “houve muita troca de conhecimento e aprendizado. Deixamos um pouco de nós naquele hospital - ideias e ajustes”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, Rafaela conta que foi difícil acompanhar a triste realidade enfrentada pelos Yanomamis: “eu trabalho em uma UTI pediátrica, vejo crianças graves todos os dias, mas não na proporção de Roraima. É impactante ver crianças venezuelanas, indígenas, brasileiras, desprovidas de saúde básica, que chegam graves no hospital e, infelizmente, acabam indo a óbito. A gente sempre faz de tudo, mas às vezes o tudo não é suficiente”, diz a médica. </span></p>
<h3>Novas ações</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Iniciativas de atendimento ao povo Yanomami continuam. Novos postos de atendimento foram criados, campanhas de vacinação foram intensificadas e a </span><a href="https://apublica.org/2023/03/fiscais-do-ibama-sao-recebidos-a-tiros-por-garimpeiros-ilegais-na-terra-yanomami/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">fiscalização do Ibama </span></a><span style="font-weight: 400">segue destruindo maquinários e impedindo a ação dos garimpeiros. O percurso de restauração é longo, mas continua com o apoio de diferentes frentes humanitárias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Rafaela, a experiência de atuar em Roraima foi marcante para sua trajetória, profissional e pessoal. “Pretendo em algum momento da vida repetir ações comunitárias, pois foi enriquecedor de forma pessoal e profissional. O profissional da saúde precisa estar sempre buscando conhecimento, estudando e se atualizando, poder vivenciar tudo foi muito importante na minha vida”, conta a médica. </span></p>
<p><em>Texto: Milene Eichelberger, acadêmica de Jornalismo, voluntária na Agência de Notícias</em><br /><em>Artes: Lucas Zanella, acadêmico de Desenho Industrial, estagiário</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Amazônia ganha base de dados inédita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/03/amazonia-ganha-base-de-dados-inedita</link>
				<pubDate>Fri, 03 Feb 2023 12:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ppgop]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61122</guid>
						<description><![CDATA[Os dados abrangem indicadores ambientais, socioeconômicos e epidemiológicos e vão  possibilitar monitorar a saúde do bioma e de seus habitantes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-61125 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/Imagem11.jpeg" alt="" width="600" height="450" />Pesquisadores do Centro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose/CNPq) publicaram, no dia 02 de fevereiro, a </span><span style="text-decoration: underline"><a href="https://doi.org/10.1038/s41597-023-01962-1"><span style="font-weight: 400">base de dados Trajetórias</span></a></span><span style="font-weight: 400"> na revista </span><i><span style="font-weight: 400">Scientific Data</span></i><span style="font-weight: 400">, do grupo Nature. A base reúne 36 indicadores ambientais, socioeconômicos e epidemiológicos referentes ao período de 2000 e 2017 para todos os 772 municípios de nove estados da Amazônia Legal Brasileira. Os dados estão disponíveis de </span><span style="text-decoration: underline"><a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.7098053"><span style="font-weight: 400">forma aberta e gratuita</span></a></span><span style="font-weight: 400"> para quem quiser consultar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A seleção, a análise e a equalização destes dados levaram aproximadamente três anos e cobriram uma área de 5 milhões de km², o que representa aproximadamente 60% de todo o território brasileiro. “Este conjunto de dados vai permitir investigar a associação entre os sistemas agrários amazônicos e seus impactos nas mudanças ambientais e epidemiológicas, além de ampliar as possibilidades de compreensão, de forma mais integrada e consistente, dos cenários que afetam o bioma amazônico e seus habitantes”, explica Claudia Codeço, coordenadora do projeto e pesquisadora da Fiocruz.</span></p>
<h3><b>Conhecimento compartilhado</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A base de dados Trajetórias é resultante do projeto Trajetórias, um dos sete projetos de síntese do SinBiose/CNPq. O foco da iniciativa é gerar sínteses do conhecimento acerca das relações entre desenvolvimento econômico, uso do solo, epidemiologia e conservação na Amazônia. A equipe reúne epidemiologistas, economistas, ecologistas, biólogos, geógrafos, médicos e cientistas sociais que desenvolveram indicadores multidisciplinares e coerentes para estudos integrados na Amazônia brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das autoras da pesquisa e integrante do Trajetórias, a docente do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria, </span><span style="font-weight: 400">Camila de Moura Vogt, contribui com o grupo na </span><span style="font-weight: 400">linha voltada às </span><span style="font-weight: 400">questões econômicas e sociais da Amazônia Legal. Juntamente com docentes da Universidade Federal do Pará, trabalhou o </span><span style="font-weight: 400">enfoque</span><span style="font-weight: 400"> da pobreza multidimensional a partir de microdados do Censo. “O objetivo é poder cruzar dados econômicos, epidemiológicos e ambientais de maneira a evoluir a discussão de políticas públicas e ações que envolvam a região”, explica Camila.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dessas informações, também é possível </span><span style="font-weight: 400">consultar na base Trajetórias dados como perda de habitat; uso e cobertura da terra; mobilidade humana; anomalias climáticas; carga de doenças transmitidas por vetores; e índices de pobreza multidimensional para populações rurais e urbanas para cada um dos municípios da Amazônia Legal Brasileira, entre outros. </span></p>
<h3><b>Dados e Indicadores</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignright wp-image-61124 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/Imagem2.jpg" alt="" width="600" height="450" />Os temas disponíveis para os indicadores e índices estudados estão pontuados em quatro marcos temporais: os censos demográficos de 2000 e 2010 e os censos agropecuários realizados em 2006 e 2017. Além dos dados do Censo do IBGE, a base de dados conta com informações derivadas de imagens de satélite de fontes nacionais e internacionais e do Sistema Nacional de Notificação de Doenças. “Essas fontes de dados foram escolhidas devido ao seu fácil acesso, abrangência temporal e espacial e alta qualidade dos dados” explicam os autores. Ana Rorato, uma das pesquisadoras do grupo, complementa ao afirmar que “trata-se de um conjunto de dados provenientes de diferentes fontes e instituições que foram harmonizados, ou seja, que passam a compartilhar a mesma unidade de análise espacial e temporal para que possam ser comparados”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para uma melhor compreensão do contexto abordado, os autores buscaram criar índices que reflitam a realidade amazônica. Claudia Codeço exemplifica através do índice de pobreza tradicional, um medidor pode funcionar bem em grandes metrópoles, mas não funciona na realidade amazônica. “Medir a pobreza na região amazônica é uma tarefa complexa, pois requer uma compreensão de questões que transcendem os indicadores econômicos”, explicam os autores. A abordagem adotada mede o grau de privação familiar em áreas rurais e urbanas, que podem afetar e ser afetadas por mudanças ambientais e econômicas. Assim, criou-se o Índice de Pobreza Multidimensional em suas versões rural e urbana. Estes índices são compostos a partir do cálculo de 15 a 19 indicadores de saúde, educação e condições de vida (que inclui habitação, serviços coletivos, emprego e bens de consumo privados). “Pobreza multidimensional significa privação simultânea em múltiplas dimensões”, explica Claudia. Neste cálculo, uma família é considerada multidimensionalmente pobre se sua pontuação de privação é superior a 0,25.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra preocupação na preparação da base de dados Trajetórias foi de garantir que estes dados possam ser reproduzidos futuramente. Para isso, a “receita” para se repetir cada indicador está detalhadamente descrita no artigo publicado. “Isto vai possibilitar o monitoramento da saúde única da Amazônia em diferentes momentos e situações”, explica Ana Rorato. </span><span style="font-weight: 400">A partir desses resultados, o grupo já projeta as novas ações: “o próximo passo é desenvolver modelos e identificar tipologias ambientais e seus graus de impacto na Amazônia para então fazer predições para o futuro”, finaliza Claudia Codeço.</span></p>
<h3><b>Sobre o Projeto Trajetórias</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto Trajetórias do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose/CNPq) teve início em 2019 e está sediado na Fiocruz e INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais). Seu objetivo é sintetizar o conhecimento sobre os serviços ecossistêmicos e suas relações com o sistema econômico e a saúde humana na Amazônia. O projeto desenvolve novos protocolos de classificação e avaliação dos ecossistemas e de serviços ambientais específicos relacionados às doenças, cujos determinantes mais importantes são ambientais. O objetivo é fornecer uma estrutura para o debate conjunto das dimensões econômica, ambiental e de saúde, buscando dar maior visibilidade aos modos de vida das populações locais, suas estruturas e sistemas de produção.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Com informações e fotod do LiSS - Laboratório de Investigação em Sistemas Socioambientais do INPE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>006/2022 - FIPE - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/editais/006-2022</link>
				<pubDate>Wed, 25 May 2022 17:40:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[FIPE]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?post_type=editais&#038;p=1347</guid>
						<description><![CDATA[<p>Projeto: RESILIÊNCIA EMPREENDEDORA EM ORGANIZAÇÕES DA AMAZÔNIA LEGAL</p>
<p>Responsável: Professor Rodrigo Marques de Almeida Guerra &#8211; Depto. de Ciências Administrativas</p>
<p>Inscrições: Período de 24/05/2022 a 27/05/2022 pelo e-mail rmaguerra1@gmail.com</p>
<p>Requisito (entre outros): Estar regularmente matriculado(a) na Universidade Federal de Santa Maria no ensino<br />
técnico, tecnológico ou superior (graduação- licenciatura, bacharelado e tecnólogos) até o<br />
período final de vigência da bolsa.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Projeto: RESILIÊNCIA EMPREENDEDORA EM ORGANIZAÇÕES DA AMAZÔNIA LEGAL</p>
<p>Responsável: Professor Rodrigo Marques de Almeida Guerra &#8211; Depto. de Ciências Administrativas</p>
<p>Inscrições: Período de 24/05/2022 a 27/05/2022 pelo e-mail rmaguerra1@gmail.com</p>
<p>Requisito (entre outros): Estar regularmente matriculado(a) na Universidade Federal de Santa Maria no ensino<br />
técnico, tecnológico ou superior (graduação- licenciatura, bacharelado e tecnólogos) até o<br />
período final de vigência da bolsa.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora do NEPRADE participa de reportagem da National Geographic</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/conexus-biomapampa/2021/07/01/pesquisadora-do-neprade-participa-de-reportagem-da-national-geographic</link>
				<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 16:54:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[national geographic]]></category>
		<category><![CDATA[Neprade]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas agroflorestais]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/conexus-biomapampa/?p=579</guid>
						<description><![CDATA[A doutoranda da UFSM Jéssica Puhl Croda participou da reportagem da revista National Geographic intitulada “These farmers show that agriculture in the Amazon doesn’t have to be destructive”. A reportagem conta a história do Projeto Reca (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), instituição na qual a pesquisadora desenvolveu sua pesquisa de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="960" height="540" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/67/2021/07/Jessica-agrofloresta.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A doutoranda da UFSM Jéssica Puhl Croda participou da reportagem da revista National Geographic intitulada “<em>These farmers show that agriculture in the Amazon doesn’t have to be destructive</em>”. A reportagem conta a história do Projeto Reca (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), instituição na qual a pesquisadora desenvolveu sua pesquisa de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola da UFSM, sob orientação da professora Ana Paula Rovedder. Jéssica avaliou indicadores ecológicos, sociais e econômicos dos sistemas agroflorestais praticados no Reca, na Amazônia brasileira.</p>
<p>“O Reca é uma cooperativa inovadora, exemplo de como cultivar de forma sustentável, protegendo a biodiversidade e mantendo a floresta em pé, ainda mais em um importante momento em que a Amazônia vem sendo devastada a um ritmo alarmante”, ressalta Jéssica, que continua seus estudos com agroflorestas em sua tese de doutorado pelo PPG em Engenharia Florestal da UFSM. Dessa vez, a pesquisadora avalia quintais agroflorestais em assentamentos da reforma agrária pelo Programa Conexus Bioma Pampa, desenvolvido em parceria entre o Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf) e o Núcleo de Estudos em Recuperação em Áreas Degradadas (Neprade), com apoio científico do CNPq.</p>
<p>A reportagem completa da National Geographic está disponível no <a href="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/these-farmers-show-that-agriculture-in-the-amazon-doesnt-have-to-be-destructive" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertura do I Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva debate sobre os biomas do Pantanal, Mata Atlântica e Amazônico.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/24/abertura-do-i-forum-primavera-da-articulacao-floresta-viva-debate-sobre-os-biomas-do-pantanal-mata-atlantica-e-amazonico</link>
				<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 11:51:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo canellas]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O primeiro dia do I Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva: “(In)formar e Reflorestar”, na última segunda (23), contou com a presença de dois convidados que debateram a importância da informação e formação da opinião pública e articulações das questões socioambientais que envolvem os ataques sofridos pelos biomas florestais da Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica.&nbsp; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O primeiro dia do I Fórum Primavera da Articulação Floresta Viva: “(In)formar e Reflorestar”, na última segunda (23), contou com a presença de dois convidados que debateram a importância da informação e formação da opinião pública e articulações das questões socioambientais que envolvem os ataques sofridos pelos biomas florestais da Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na primeira hora do evento, o jornalista Marcelo Canellas, convidado para a abertura do fórum, exibiu sua reportagem transmitida pelo Fantástico e premiada pelo Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, a mais tradicional premiação jornalística brasileira. Com o título “os defensores da floresta” a reportagem acompanha a operação da polícia na Amazônia que prendeu os dois líderes de um grupo acusado de invadir terras públicas e ameaçar os fiscais da floresta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O jornalista também contou que neste ano, dedicou-se especialmente à denúncia do desmonte das políticas ambientais que fragiliza a Amazônia e coloca em risco a integridade e a sobrevivência dos povos indígenas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Precisamos dar voz ao novo entendimento da relação dos homens com a floresta e da economia com a floresta. Eu acho que há esperança de que as pessoas tenham em mente que a floresta precisa ser preservada. Esse evento aqui que vocês estão liderando, pode ser um embrião de algo mais amplo em defesa dos biomas brasileiros. É uma iniciativa que tem tudo para ganhar a simpatia da sociedade, desde que ela ganhe o debate público,” cometa Canellas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Eduardo Malta Campos Filho, coordenador de projetos de restauração do ISA ( Instituto Socioambiental) de São Paulo,&nbsp; foi o segundo convidado do dia de abertura do fórum . Ele conta que trabalha disseminando o método da muvuca, que é uma mistura de sementes nativas florestais de diferentes ciclos de vida com sementes de adubação verde, semeadas após preparo do solo com maquinário agrícola.&nbsp; Também atua na organização dos grupos de coletores da ARSX (Associação Rede de Sementes do Xingu), além de outros grupos a partir da experiência do Xingu, como na região de Aracruz/ES, com índios Tupinikim e Guarani, coordenando a restauração ecológica na região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O ISA é uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, fundada em 1994, para propor soluções de forma integrada a questões sociais e ambientais com foco central na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“A oportunidade das pessoas de entrarem na mata, juntar sementes e isso gerar renda é muito bom e como consequência as pessoas vão aprender mais sobre a mata, vão andar no próprio território, fiscalizando e conhecendo. Elas levam os jovens para conhecer e esses jovens aprendem sobre o território, sobre as plantas e seus usos, é um projeto muito virtuoso e de resistência”, finaliza Eduardo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sobre o Fórum</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Fórum é a primeira ação do projeto Articulação Floresta Viva, que abordará questões socioambientais, pluriculturais, multidisciplinares, internacionais, ecológicas e de diversidade para efetivação de projetos de reflorestamento nos biomas afetados pela destruição humana. O projeto conta com a participação das populações tradicionais das florestas e povos originários, instituições, organizações, governos, universidades e financiadores na produção de propostas e ações que permitam proteger a biodiversidade dessas florestas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades, promovidas pela Pró Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (PRE/UFSM) a partir do projeto Articulação Floresta Viva, continuarão acontecendo nos dias 24,2 5,26 e 30 de novembro e 1,2 de dezembro. Nesses dias de evento acontecerão palestras e mesas compostas por importantes formadores de opinião e ativistas do campo ambiental que desenvolvem projetos de reflorestamento nos biomas Pantanal, Mata Atlântico e Amazônico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As palestras irão ser transmitidas no período da tarde em dois horários, às 14 e 16 horas pelo <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/channel/UCZo0Npm8Cw0mvIq8CtZnMzw" target="_blank">canal do Youtube da PRE </a><a href="https://www.youtube.com/channel/UCZo0Npm8Cw0mvIq8CtZnMzw">.</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Ana Júlia Müller Fernandes, bolsista da Agência de Notícias da UFSM.</em> <br><em>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nova edição da revista Ciência Florestal aborda questões relacionadas à Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/12/12/nova-edicao-da-revista-ciencia-florestal-aborda-questoes-relacionadas-a-amazonia</link>
				<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 11:39:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>

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						<description><![CDATA[Foi lançada nesta semana a nova edição (v. 29, n. 4) da revista Ciência Florestal. A última edição de 2019 traz um conjunto de artigos que contemplam uma variedade de assuntos, com pesquisas no campo da Engenharia Florestal que incluem temas relativos à região mais polêmica do Brasil na atualidade, a Amazônia. Nesta publicação, a seção [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Foi lançada nesta semana a nova edição (v. 29, n. 4) da revista Ciência Florestal. A última edição de 2019 traz um conjunto de artigos que contemplam uma variedade de assuntos, com pesquisas no campo da Engenharia Florestal que incluem temas relativos à região mais polêmica do Brasil na atualidade, a Amazônia.</p>
<p>Nesta publicação, a seção artigos apresenta 17 trabalhos, que abordam anatomia da madeira, política e gestão florestal no ambiente amazônico, entre outros. Além desses, a publicação abrange sete notas técnicas que falam sobre ciclagem de nutrientes, a certificação florestal no contexto da Amazônia, além da exatidão do sistema Prodes no levantamento dos desmatamentos da região amazônica.</p>
<p>A nova edição do periódico pode ser conferida no <a href="https://periodicos.ufsm.br/cienciaflorestal/issue/view/1431/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores estudam parente da capivara que viveu há cerca de 10 milhões de anos na Amazônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/18/pesquisadores-estudam-parente-da-capivara-que-viveu-na-amazonia-ha-cerca-de-10-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 18:32:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[roedor caviomorfo]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa conduzida por Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), Francisco Ricardo Negri, da Universidade Federal do Acre, e Daniela Sanfelice, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, apresenta nova perspetiva sobre parentes das capivaras viveram há cerca de 10 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Pesquisa conduzida por Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), Francisco Ricardo Negri, da Universidade Federal do Acre, e Daniela Sanfelice, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, apresenta nova perspetiva sobre parentes das capivaras viveram há cerca de 10 milhões de anos na Amazônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o Mioceno da América do Sul (23 a 5 milhões de anos atrás), os roedores caviomorfos (capivara, porco-da-índia, chinchila e porco-espinho) eram muito mais diversos em formas e tamanhos corporais do que os seus parentes de agora. Para efeito de comparação, a capivara, maior animal deste grupo, pesa, em média, 60 kg. Já os parentes do Mioceno passavam dos 500 kg e que atingiam o tamanho de um boi. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":46952} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/neoepiblema_acreensis-1024x668.jpg" alt="" class="wp-image-46952" /><figcaption> Reconstrução artística do roedor <em>Neoepiblema acreensis </em>feita por Márcio L. Castro </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre estes roedores, destacam-se os pertencentes ao grupo dos Neopiblemidae. Um deles era o <em>Neoepiblema</em>, que pesava em torno de 86 Kg a 151 Kg e viveu na região amazônica há cerca de 10 milhões de anos em ambientes pantanosos que ali existiam antes do surgimento de uma das maiores floresta do mundo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estudo recentemente publicado no periódico estadunidense <em><a href="https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/02724634.2018.1549061?journalCode=ujvp20&amp;">Journal of Vertebrate Paleontology</a></em> por Leonardo Kerber, Francisco Negri e Daniela Sanfelice observou a diversidade de espécies de <em>Neoepiblema</em> durante o Mioceno da América do Sul a partir da morfologia dentária destes animais, e constatou que existiam duas espécies deste roedor.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma delas é <em>Neoepiblema acreensis</em>, espécie endêmica da região amazônica do Brasil, descrita em 1990 - havia sido considerada inválida, e agora, a partir de novos dados, passou a ter validade. Além de <em>Neoepiblema acreensis</em>, novas espécies de roedores, tal como <em>Potamarchus adamiae</em>, <em>Pseudopotamarchus villanuevai </em>e <em>Ferigolomys pacarana, </em>têm sido descritas a partir fósseis encontrados no Acre. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para os pesquisadores, os registros, tanto das espécies conhecidas como das novas, documentam a diversidade extinta e demonstram um grande endemismo da biota amazônica, antes mesmo do surgimento dos ecossistemas modernos. Os dados também ajudam a entender como a vida se desenvolveu naquela região, mostrando como a biodiversidade evoluiu e se extinguiu ao longo dos últimos milhões de anos. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Com informações do Cappa/UFSM</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A sala de aula é o Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/a-sala-de-aula-e-o-brasil</link>
				<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 14:37:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[casa ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[operação portal amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto rodon]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=1688</guid>
						<description><![CDATA[Universitários de diversas localidades e áreas de ensino são conectados através do projeto Rondon]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div id="container_dados">
<div class="texto_noticia">
<p><img class="wp-image-1537 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2017/08/4ª-edição-5-sociedade-sala-de-aula-brasil-v1-300x196.png" alt="" width="450" height="294" />Buscar soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes do país é o objetivo do Projeto Rondon, criado em 1967 pelo Governo Federal. O projeto envolve a participação de professores e estudantes universitários voluntários, que têm o compromisso de produzir projetos coletivos e realizar ações que capacitem multiplicadores e colaborem para o bem-estar da população.</p>
<p>Entretanto, o benefício não é apenas daqueles que recebem as equipes em suas cidades, mas principalmente dos que participam das operações. O lema do projeto, “Lição de vida e de cidadania”, reforça um dos maiores legados do Rondon: a experiência da prática cidadã e de responsabilidade social. Além de contribuir para a própria formação acadêmica, o projeto permite aos universitários conhecer e vivenciar diferentes realidades e culturas.</p>
<p>Este ano, a UFSM participou da Operação Portal da Amazônia, realizada entre os dias 25 de janeiro e 10 de fevereiro. A operação contou com 339 rondonistas de 34 instituições de ensino superior, distribuídos em 17 municípios, nos estados do Maranhão e Tocantins. A equipe da UFSM realizou suas atividades em Senador La Rocque, município localizado na região oeste do Maranhão. O grupo, liderado pelos professores Fernando do Nascimento Lock e Ubiratan Tupinambá da Costa, trabalhou nas áreas de Comunicação, Meio Ambiente, Trabalho e Tecnologia e Produção.</p>
<p>Uma das participantes das oficinas do Rondon foi a professora de matemática Márcia Oliveira Castro, que elogiou a iniciativa: “Foi uma experiência gratificante, que trouxe ideias significativas e informações que serão úteis não só na minha sala de aula, mas no meu dia a dia.”</p>
<strong>COMUNICAÇÃO</strong>
<p>A equipe de Comunicação foi responsável pela divulgação do projeto na cidade. Para isso, produziu materiais informativos e visitou os veículos de comunicação do município e região, inclusive os comunitários. Também foram ministradas oficinas para incentivar a prática de parcerias para grupos comunitários, campanhas de valorização da cidade e rádios comunitárias.</p>
<p><strong>MEIO AMBIENTE</strong></p>
<p>Pensando na prática sustentável, estudantes de Engenharia Florestal da UFSM ensinaram os moradores do município a implantar uma horta comunitária, além de demonstrar a prática da compostagem, feita com materiais como cascas de frutas e de ovos e resto de alimentos. Outras atividades relacionadas ao meio ambiente foram as oficinas sobre reciclagem e saneamento básico, um dos maiores problemas da região.</p>
<p><strong>TRABALHO</strong></p>
<p><span style="font-size: inherit">Estudantes dos cursos de Engenharia de Produção e Ciências Contábeis foram os responsáveis pelas oficinas de Informática, em que os participantes puderam ver, na prática, como trabalhar em funções básicas do computador, como edição de texto, planilha eletrônica e apresentador de slides. A dupla também ministrou oficinas sobre orçamento familiar e empresarial, custo e formação de preço e associativismo e cooperativismo.</span></p>
<p><strong>TECNOLOGIA E PRODUÇÃO</strong></p>
<p><span style="font-size: inherit">Acadêmicas dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária ministraram oficinas relacionadas à produção de gado de leite e corte, boas práticas de fabricação, e doenças transmitidas por alimentos. Além disso, com a ajuda de toda a equipe, realizaram a demonstração de uma nova prática para a construção de casas ecológicas, bastante presentes na região, que utilizou telas de bioconstrução, em vez da técnica de pau a pique.</span></p>
</div>
</div>
<div id="container_dados">
<div class="texto_noticia">
<p> </p>
</div>
</div>
<div class="texto_rodape"><em><strong>Repórter</strong>: Daniela Huberty</em></div>

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													</item>
					</channel>
        </rss>
        