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				<title>PLANETÁRIO DA UFSM PROMOVE OBSERVAÇÃO NOTURNA DO FENÔMENO LUA AZUL</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/03/planetario-da-ufsm-promove-observacao-noturna-do-fenomeno-lua-azul</link>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:21:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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						<description><![CDATA[O evento teve foco educativo com fomento à ciência por meio da astronomia
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr">No último domingo (31), o Planetário da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou mais uma edição da Observação Noturna do Céu, atividade dedicada à Lua Azul, fenômeno referente à segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês do calendário. O evento reuniu cerca de 50 participantes, entre adultos e crianças, interessados em conhecer mais sobre astronomia e observar o satélite natural da Terra.</p>		
													<img width="768" height="789" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-15.10.32-1-1-768x789.jpeg" alt="" />													
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> A programação iniciou na sala de projeção do Planetário, com explicações sobre a Lua Azul, e seguiu com a sessão “O Lado Escuro da Luz”, que abordou diferentes aspectos relacionados à luz e à observação do céu. O momento mais aguardado da noite foi a observação da lua por meio de um telescópio instalado no largo do Planetário.  </p>		
													<img width="681" height="654" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/LUA-AMPLIADA-2.jpg" alt="" />													
		<p dir="ltr" style="margin-bottom: 12pt;margin-top: 12pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify">De acordo com a diretora do espaço, Jaqueline Trentim, a ação teve como objetivo proporcionar uma experiência prática de contato com a astronomia por meio de uma visualização detalhada da superfície lunar. A iniciativa buscou ampliar o conhecimento do público sobre fenômenos astronômicos a partir da união entre conteúdo teórico, atividades audiovisuais e observação telescópica, aproximando a comunidade e a Universidade com a divulgação científica. </p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 12pt;margin-top: 12pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify">  <br /></p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 12pt">Fotos: Jaqueline Trentim e Bianca Agne.</p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 12pt">Texto: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 12pt">Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Planetário da UFSM promove observação da “lua azul”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/01/planetario-da-ufsm-promove-observacao-da-lua-azul</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 21:48:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>

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						<description><![CDATA[Na noite de 31 de maio, crianças, pais e estudantes se reuniram ao redor do telescópio para observar o fenômeno]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Em uma noite gélida de domingo, cerca de cinquenta pessoas se encontraram no Planetário da UFSM com um objetivo: observar a “lua azul”. Crianças, pais e estudantes apontavam os olhos para o céu estrelado de Santa Maria e buscavam encontrar o satélite natural da Terra de um modo diferente.

O dia 31 de maio marcou a ocorrência da lua azul. Apesar de o nome sugerir uma mudança de cor, o fenômeno não altera a aparência do satélite. A lua continua apresentando a mesma tonalidade observada em uma lua cheia comum. A lua azul ocorre quando duas luas cheias são registradas em um mesmo mês, geralmente de 31 dias.

[caption id="attachment_73091" align="alignright" width="648"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG_4166.jpg"><img class=" wp-image-73091" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG_4166-1024x683.jpg" alt="Uma moça observa o céu à noite por meio de um telescópio. Ela é branca e tem cabelo castanho, longo e liso. Está vestida com um casaco marrom." width="648" height="432" /></a> A observação da lua azul foi uma atividade instigante para quem veio ao Planetário da UFSM na noite do último domingo (31)[/caption]

Embora não seja um evento extremamente raro, o fenômeno não acontece todos os anos. Em média, uma lua azul ocorre a cada dois ou três anos. Além de aparecer duas vezes em maio, a lua esteve no ponto mais distante da sua órbita em relação à Terra. Isso significa que ela aparentava estar menor e menos brilhante.
<h3><b>Uma noite para olhar o céu</b></h3>
Os observadores foram recepcionados a partir das 18h30min, no Planetário. Então foram encaminhados para a sala de projeção, onde puderam assistir ao filme “O Lado Escuro da Luz”. Durante a exibição, os participantes conheceram os impactos da poluição luminosa sobre o meio ambiente, a fauna, a saúde humana e a observação astronômica. Para isso, explicou como o ser humano utiliza lâmpadas, lanternas, holofotes e celulares durante a noite, o que pode trazer consequências negativas para a Terra.

Para Lianara Schimanko, bolsista monitora do Planetário, despertar a curiosidade é um dos principais objetivos das atividades. “A gente quer que eles saiam mais curiosos. Que olhem para o céu e queiram saber mais sobre o que é aquilo que estão vendo”. Ela foi a responsável por introduzir os ouvintes às características do céu.

Ao fim do filme, o público se reuniu na área externa do Planetário. Formou-se uma fila diante do telescópio enquanto os participantes aguardavam sua vez de observar a lua. A cada nova observação, comentários sobre as crateras e o brilho do satélite podiam ser ouvidos entre os presentes. Os pais Nadia e Talisson Viana, levaram seus três filhos para observar a Lua. “Achamos legal e gostamos”, contaram as crianças, animadas.

A sessão do último domingo foi a primeira do ano no Planetário. Devido a reformas nos banheiros, o número de participantes também foi reduzido. “Nós observamos essa atividade, porque as pessoas gostam de vir no Planetário e observar a lua, os planetas. Agora, saímos lá fora e já estavam apontando para Júpiter”, compartilha a diretora do Planetário, Jaqueline Trentim.

<i>Texto: Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Planetário vai retomar atividades presenciais durante a Calourada</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/04/08/planetario-vai-retomar-atividades-presenciais-durante-a-colourada</link>
				<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 23:53:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[calourada]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>

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						<description><![CDATA[Prestes a abrir novamente as portas ao público, o Planetário segue sendo referência na difusão do conhecimento científico]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-family: Times New Roman, serif">Nesta sexta-feira (8), Dia da Astronomia, a UFSM tem muito a celebrar: possui o primeiro planetário do interior do Brasil e o primeiro do Rio Grande do Sul, desenhado conforme um esboço do arquiteto Oscar Niemeyer. No ano passado, comemorou 50 anos de existência como um espaço acessível para toda a população conhecer os mistérios do universo, e é esse o objetivo que o local deseja retomar com mais força neste ano, com a volta das visitas presenciais. Inclusive, na programação da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prae/eventos/calourada2022-1/#programacao" target="_blank" rel="noopener">Calourada 2022 da UFSM</a>, constam visitas ao Planetário. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Reinvenção na pandemia –</b> Com dois anos de funcionamento remoto, o Planetário investiu em conteúdo para as redes sociais, como a criação do <i>podcast</i> <a href="https://anchor.fm/planetrio-ufsm/episodes/ESTAO-PLANETRIO-1---O-ensino-de-Astronomia-no-Brasil--Com-Juliana-Romanzini-enm11d" target="_blank" rel="noopener">“Estação Planetário”</a>. Em sua conta no <a href="https://www.instagram.com/planetarioufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>, encontram-se diversos quadros de divulgação científica, como o “Planetário Responde”, “Planetário Recomenda”, “Calendário Astronômico dos Meses” e “Charada Astronômica”, além de sorteios de objetos como binóculos e luminárias. Também foram realizadas <i>lives</i> com nomes renomados da astronomia, uma <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/planetario/exposicao-virtual-50-anos-do-planetario-ufsm/" target="_blank" rel="noopener">exposição virtual de fotos históricas</a> promovida pelo Departamento de Arquivo Geral e a realização de um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=RWesq4s0Lsc" target="_blank" rel="noopener">minidocumentário</a> produzido pela TV Campus para comemorar os 50 anos do Planetário. Tudo isso para manter o público – incluindo os novos públicos – conectados ao local, mesmo com a distância física.</span>

[caption id="attachment_58189" align="alignright" width="558"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/planetario-2.jpg"><img class=" wp-image-58189" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/planetario-2-300x150.jpg" alt="" width="558" height="279" /></a> Uma das ações que marcaram o cinquentenário do Planetário, em 2021, foi o lançamento de um selo comemorativo[/caption]

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Segundo o diretor do Planetário, Régis Augusto Albanese Diniz, o movimento de reinvenção dos serviços foi liderado inicialmente por Jaqueline Trentim Machado, diretora do Planetário de 2019 a 2020 e hoje chefe da Divisão de Museus. Ele conta que nessa época foi iniciado o trabalho de migração para o virtual, para manter o local e seus propósitos ativos. A seleção de bolsistas em setembro de 2020 deu ainda um gás novo ao órgão, pois culminou na ampliação do número de acadêmicos no trabalho para a criação e manutenção dos projetos citados anteriormente. Ademais, Régis considera a programação especial dos 50 anos, desenvolvida pela sua equipe e por outros setores da Universidade (o que inclui a criação de um selo comemorativo, a exposição virtual e o minidocumentário), como o grande marco para esse momento histórico. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Resultados inéditos –</b> Régis faz um balanço de sua gestão, iniciada em 2021, e acredita que houve grandes avanços e benefícios nesse período, citando como exemplo o alcance das sessões virtuais a um patamar que poderia não ocorrer em um cenário diferente. “Levamos o nome da UFSM para 14 estados do nosso país, seja para instituições de ensino ou projeto de secretaria municipal”, salienta o gestor. Além disso, soma-se a isso a criação de uma base de conteúdo com sete sessões diferentes, desenvolvidas pelos acadêmicos, os quais receberam 12 novos colegas voluntários de diferentes áreas para colaborar com as necessidades produtivas e de atendimento das demandas.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Daqui p</b><b>a</b><b>ra frente – </b>Como mencionado antes, o Planetário retomará as atividades presenciais na programação da Calourada. Posteriormente, haverá a retomada dos atendimentos escolares e sessões abertas ao público. Com a ampliação deste e a taxa de ocupação de 50 lugares, o diretor espera que este número seja atingido nos agendamentos escolares e outras sessões. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">Conforme o diretor, a volta das sessões presenciais é o principal atrativo do ano. Como ressaltado, serão mantidas as atividades virtuais, a princípio em menor escala, e haverá o retorno das sessões de cúpula, com a busca por aquisição de novos filmes para estas. Demais possibilidades de ações poderão ser desenvolvidas durante o ano. Outro objetivo é tentar obter equipamentos de observação para ampliar a oferta de atividades especiais, como as observações noturnas. </span>

[caption id="attachment_58190" align="alignleft" width="426"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/planatario-4.jpg"><img class=" wp-image-58190" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/04/planatario-4-300x251.jpg" alt="" width="426" height="357" /></a> O Planetário e a área em torno dele destacam-se como um espaço de convivência para toda a comunidade[/caption]

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>Expectativa – </b>Segundo Régis, o Planetário é um dos locais mais emblemáticos da UFSM e da cidade, além de seu entorno também ser um espaço de convivência para pessoas e animais. “Provavelmente nos serão contadas histórias de visitantes que nos visitaram em outros tempos e que hoje trouxeram seu familiar em uma visita”, espera Régis.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">De acordo com ele, esta relação se faz importante para ampliar o conhecimento científico básico e assim poder despertar o interesse no tema da astronomia, ao se refletir sobre a origem, seja do planeta, da galáxia ou de outras tantas coisas existentes. “Quem sabe a partir de uma visita ao Planetário a paixão pela ciência floresça em uma pessoa e esta futuramente seja um destaque da ciência nacional e mundial?”, questiona o diretor.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><b>O poder da ciência –</b> Para o gestor, o Planetário e toda a sua estrutura funcional é de grande importância para a ampliação do conhecimento das pessoas, tenham elas ou não contato direto com a ciência. A partir disso, ele diz que estas saberão diferenciar o que é realidade ou não, com o seu senso alimentado sobre em que se deve ou não acreditar. Isto é, o órgão colabora para a propagação daquilo que é cientificamente comprovado. “Quanto mais pessoas possuírem contato com a ciência e com o Planetário, menos terraplanistas se criam”, acrescenta. </span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif">O Dia Mundial da Astronomia é comemorado, na visão do diretor do Planetário, com o objetivo de aumentar as trocas entre a comunidade científica e o público em geral. Ele reitera que a astronomia é uma das ciências mais antigas: “até mesmo hoje é uma das primeiras com a qual as crianças têm contato. O olhar para o céu e pensar no que há por trás da nossa observação, e das luzes ao longe; o clássico ‘de onde viemos e para onde vamos?’ vem motivando o homem a buscar respostas há milhares de anos”, finaliza.</span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Gabrielle Pillon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></span>

<span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Edição: Lucas Casali</i></span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>TV Campus participa do 3º Concurso de Audiovisual da Andifes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/02/14/3concurso-andifes</link>
				<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 13:48:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[andifes]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[Uma produção da TV Campus sobre os 50 anos do Planetário concorre ao 3º Concurso Audiovisual da Andifes, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. No total, participam 45 vídeos de instituições de todo o país.&nbsp;&nbsp; Os dez vídeos mais visualizados no Youtube da Andifes serão selecionados para a etapa final. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Uma produção da TV Campus sobre os 50 anos do Planetário concorre ao 3º Concurso Audiovisual da Andifes, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. No total, participam 45 vídeos de instituições de todo o país.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Os dez vídeos mais visualizados no <a style="font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align);background-color: var(--bs-body-bg)" href="https://www.youtube.com/watch?v=vAvKaUQTkrs&amp;list=PL5e3YPC791ctFI_hbSdBgIJ8xjMHKEiZR">Youtube da Andifes</a> serão selecionados para a etapa final. O prazo para conferir as produções segue até 26 de fevereiro. Os resultados da primeira etapa serão apresentados no dia 2 de março. O resultado final será divulgado no dia 16 de março.</p>
<p>A terceira edição do Concurso tem como tema "Universidade: Conhecimento e Cidadania". A promoção é Colégio de Diretores de Comunicação da Andifes. A proposta objetiva estimular o fortalecimento das universidades federais a partir de produções audiovisuais em diferentes formatos com até 1 minuto e 5 segundos.</p>
<p>O publicitário e acadêmico de Desenho Industrial Gabriel Machado Soares é o responsável pela inscrição da UFSM com uma versão do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=RWesq4s0Lsc&amp;t=3s">documentário&nbsp;</a>"Perto das estrelas", Gabriel, que também é diretor da TV Campus, atuou na fotografia da produção ao lado de Pedro Amaral.&nbsp;&nbsp;Débora Dalla Pozza e Pedro Amaral assinam a direção de "Perto das estrelas",&nbsp;</p>
<p></p>https://youtu.be/vAvKaUQTkrs]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Buracos negros: UFSM participará de observações do fenômeno através do Telescópio James Webb</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/buracos-negros-ufsm-telescopio-james-webb</link>
				<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[buracos negros]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[galáxias]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
		<category><![CDATA[telescópio James Webb]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8841</guid>
						<description><![CDATA[Grupo de Astrofísica está entre os 250 selecionados para realizar estudos com o novo equipamento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Parceria internacional entre a <a style="text-decoration: none" href="https://www.nasa.gov/">NASA</a> (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço), a ESA (Agência Espacial Europeia) e a CSA (Agência Espacial Canadense), o desenvolvimento do Telescópio Espacial James Webb (JWST) teve início em 1989. O principal objetivo do projeto é observar o Universo em comprimentos de onda mais longos do que a luz visível. Para isso, o telescópio conta com uma suíte de câmeras de última geração, espectrógrafos e cronógrafos - o primeiro capta a luz em diferentes comprimentos de onda e o segundo mede o tempo.
<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/BuracosNegros_MidText2-1024x531.jpg" alt="Fotografia quadrada e colorida de um telescópio amarelo e preto. Ele está no espaço. O fundo é escuro." loading="lazy" width="1024" height="531"><figcaption>Concepção artística que mostra como o telescópio ficaria no espaço.
Crédito da imagem: NASA</figcaption></figure>
<p id="docs-internal-guid-c9179cc6-7fff-545a-05be-e0abc4da7b5d" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Grupo de Astrofísica da UFSM, coordenado pelo professor Rogemar Riffel, liderou uma das propostas aprovadas para observação com o telescópio James Webb. No total, foram 250 projetos selecionados. Além do grupo da instituição, somente uma proposta liderada por instituições brasileiras foi aprovada. A seleção ocorreu através de uma chamada para o primeiro ano de operação.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na maioria dos observatórios astronômicos terrestres, no entanto, somente pesquisadores de países e instituições que financiaram o desenvolvimento das operações conseguem concorrer nas chamadas. Porém, como o JWST ficará&nbsp; voltado ao&nbsp; espaço, uma parte pequena do tempo de observação estará&nbsp; disponível para outros cientistas no mundo.</p>
“É um telescópio espacial com previsão de lançamento para 24 de dezembro de 2021. É um equipamento moderno capaz de captar a radiação emitida por objetos astronômicos na faixa do infravermelho do espectro eletromagnético. Ele possibilitará a observação das primeiras galáxias formadas no Universo, regiões de formação estelar e planetas em formação fora do sistema solar, com características semelhantes à Terra”, comenta o professor Rogemar Riffel. Ele será lançado através do foguete Ariane 5, no Espaçoporto europeu da Guiana Francesa.
<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/BuracosNegros_Capa-1024x668.png" alt="Fotografia horizontal e colorida de um telescópio amarelo e preto. No centro da imagem, o telescópio, em tamanho muito grande e no formato de uma colmeia de abelhas, e amarelo. No centro, a estrutura do cano de observação do telescópio se projeta para fora. Há dois cabos que sustentam a base inferior à superior, formando um triângulo. A estrtura está sobre uma base de apoio branca e é segurada por um guindaste. Abaixo, sobre o chão branco, 12 pessoas em macacão branco que sobre todo o corpo, e de máscara descartável azul. O espaço é amplo." loading="lazy" width="1024" height="668">

<figcaption>Técnicos da NASA levantam o JWST usando um guindaste e o movem
para dentro de uma sala limpa. Foto: NASA</figcaption></figure>
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:12pt;margin-bottom:12pt">Grupo observará buracos negros supermassivos</p>
</h3>
<p id="docs-internal-guid-e7589fc6-7fff-35a7-3f4d-f76acafeee32" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A ideia dos pesquisadores da UFSM é estudar o papel de ventos de gás molecular e da radiação, produzidos no disco de acreção (acumulação de matéria na superfície de um astro pela ação da gravidade) no entorno de&nbsp; buracos negros supermassivos no centro de galáxias próximas, na evolução de galáxias - o chamado feedback de núcleos ativos de galáxias.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Com o Telescópio Espacial James Webb será possível mapear a cinemática do gás molecular morno (com temperaturas de centenas de Kelvins), quente (aproximadamente 2.000 Kelvins) e ionizado, em detalhes sem precedentes. O projeto prevê observações de três galáxias próximas (NGC3884, CGCG012-070 e UGC08782 – localizadas de 300 a 600 milhões de anos-luz da Terra), nas quais os&nbsp; buracos negros centrais estão capturando matéria ativamente.&nbsp;</p>

<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/3.-concepcao-artistica-do-estudo.jpeg" alt="Fotografia horizontal e colorida em tons de roxo, preto, laranja, e cinza. No centro, um círculo com um buraco no centro, em tons de laranja e marrom. No centro, um feixe de luz laranja que atravessa o círculo de cima a baixo; Ao redor do feixe de luz, uma fumaça cinza que contorna, de forma circular, a luz. O fundo é escuro." loading="lazy" width="672" height="372">

<figcaption>Concepção artística do fenômeno que será observado nas três galáxias.
O disco é mostrado em marrom e os ventos são as nuvens em branco.
O buraco negro é um pontinho no centro da imagem.
Crédito da imagem: ESA/AOES Medialab.</figcaption></figure>
<p id="docs-internal-guid-eea7db64-7fff-78bc-7db0-e0574c98f0dd" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As galáxias foram selecionadas por apresentarem ventos de gás molecular potentes. “A compreensão da física associada aos buracos negros e seus efeitos na evolução de galáxias é fundamental para entender o Universo e, de certa forma, a nossa origem”, destacou Riffel. Foram programadas cerca de 16,2 horas de telescópio para as observações.</p>

<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;background-color:#ffffff;margin-top:0pt;margin-bottom:12pt">Mas afinal, o que é um buraco negro?</p>
</h3>
<p id="docs-internal-guid-fe98061b-7fff-0356-d3aa-e3d1858bd389" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O espaço é um lugar extremamente escuro, de acordo com a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa). Mesmo assim, há áreas&nbsp; mais escuras que outras. É o caso dos buracos negros: não existe nada mais escuro do que eles.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Um buraco negro é uma área de gravidade imensa, em que nada - nem mesmo a luz - pode escapar. Qualquer elemento que chegue perto de um, como uma estrela ou um planeta, por exemplo, é esticado e comprimido em um processo conhecido como “espaguetização”.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O professor Rogemar Andre Riffel, do Grupo de Astrofísica da UFSM, explica: “Buracos negros se formam naturalmente no universo, como resultado do processo de evolução de estrelas massivas ou no centro de galáxias. Em particular, os supermassivos, formados no centro de galáxias, parecem desempenhar um papel importante na evolução delas”.</p>

<h3>Primeiro registro</h3>
A primeira imagem de um buraco negro foi capturada em 2017 e apresentada pelas agências espaciais da Europa e dos Estados Unidos em abril de 2019. O registro foi feito pelo Telescópio do Horizonte de Eventos (Event Horizon Telescope), do centro da galáxia de Messier 87 (ou M87), há cerca de 53 milhões de anos-luz de distância de nosso planeta - 1 ano-luz corresponde à distância que a luz percorre em um ano, equivalente a cerca de 9,5 trilhões de quilômetros.
<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/12/4.-primeiro-registro-de-um-buraco-negro.jpg" alt="Registro fotográfico de um buraco negro. A imagem é escura, e no centro, há um círculo vazado de luz na cor alaranjada, que espalha luz ao redor, de forma leve." loading="lazy" width="680" height="453">

<figcaption>Primeira fotografia feita de um buraco negro. Ele foi encontrado na galáxia conhecida como M87. Crédito da imagem: NASA</figcaption></figure>
No entanto, de acordo com o professor Rogemar Riffel, é errado pensar que os telescópios identificam&nbsp; o buraco negro em si. “Os telescópios detectam apenas a luz emitida pelo disco de gás que alimenta o buraco negro. Tais fenômenos&nbsp; são invisíveis não somente a olho nu, mas também com telescópios. O que nosso olho e o telescópio detectam é a luz”, ilustra. Ou seja, o que os telescópios detectam é a luz emitida pelo disco de gás que o buraco negro se alimenta e não o buraco negro - ele é invísivel.
<h3>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:12pt;margin-bottom:12pt">Supermassivos e estelares</p>
</h3>
<p id="docs-internal-guid-ba2e616c-7fff-ba98-c54a-d2cded8d3ab3" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A alimentação de um buraco negro se dá através de um disco de acreção - estrutura formada por materiais difusos em movimento orbital ao redor de um corpo central -, o qual, além de nutri-lo, produz uma enorme quantidade de energia, emitida na forma de luz, ventos de gás e jatos de partículas.&nbsp; Essa energia liberada pode interagir com o gás galáctico e evitar que novas estrelas sejam formadas e, dessa forma, afetar a evolução da galáxia.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Entretanto, no geral, esse fenômeno não tem nenhum poder devastador. “No centro da nossa galáxia tem um buraco negro de quase 4 milhões de massas solares e nem sequer sentimos sua presença. Somente se está capturando matéria (tem alimento próximo a ele),&nbsp; pode ter algum poder destrutivo da formação de novas estrelas em galáxias”, argumenta Riffel.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Há dois tipos de buracos negros mais estudados: estelares e supermassivos. Os estelares se formam no final da vida das estrelas - na maioria das vezes ela infla, perde massa, esfria e o núcleo se reduz de tamanho - e a quantidade de massa pode ser 20 vezes maior do que a do Sol. Quando a massa colapsa em um ponto muito pequeno, forma-se um buraco negro.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A segunda espécie, por sua vez, tem&nbsp; massa maior que 1 milhão de sóis - podendo chegar a mais de 10 bilhões. Os cientistas encontraram provas de que toda grande galáxia contém um buraco negro supermassivo no centro. Segundo o professor Rogemar, o do centro da Via Láctea é chamado “Sagittarius A*” e possui massa equivalente a 4 milhões de sóis - um sol equivale a cerca de 335 mil vezes a massa da terra.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">“Os buracos negros supermassivos se formaram quando o Universo era jovem, possivelmente junto com as primeiras estrelas e galáxias do Universo. Eles crescem a partir da captura da matéria que está em sua volta e evoluem juntamente com a galáxia que o hospeda”, acrescenta o pesquisador.</p>
<p id="docs-internal-guid-3a48dd29-7fff-0d8f-e3c4-40577a281ea3" dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Expediente</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Reportagem: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Revisão: Gustavo Salin Nuh</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Créditos das Imagens: National Aeronautics and Space Administration - NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, em português)</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Design e Tratamento de Imagem: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt">Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão reativa o Observatório Astronômico da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/10/projeto-de-extensao-reativa-o-observatorio-astronomico-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 18:33:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57167</guid>
						<description><![CDATA[O Projeto Webservatório UFSM promove sessões de observação astronômica virtual ao vivo, via Youtube]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  No século 15, Galileo Galilei desafiou a Inquisição ao confrontar a crença no geocentrismo em favor do modelo heliocêntrico com seus próprios dados observacionais, tornando-se o patrono do método científico e da astronomia observacional. Após séculos do incontestável avanço da ciência e seu impacto no cotidiano, observa-se o crescimento de um movimento internacional de negacionismo científico, o qual tomou notoriedade após o estabelecimento da pandemia de Covid-19. Para combatê-lo, a sociedade precisa se apropriar do conhecimento e do método científico, sendo a astronomia uma das portas de entrada, pois fascina a todos. A observação dos fenômenos celestes não somente instiga a curiosidade, como também tem inspirado gerações a seguirem carreiras nas áreas de ciências e tecnologia, sendo os observatórios astronômicos peças fundamentais na promoção da inclusão científica.

[caption id="attachment_57168" align="alignright" width="599"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/panoramica.jpg"><img class=" wp-image-57168" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/panoramica.jpg" alt="" width="599" height="282" /></a> Localizado em uma área atrás do Colégio Politécnico, o Observatório Astronômico da UFSM foi inaugurado em 1977[/caption]

Contando com seu próprio Observatório Astronômico (localizado no campus sede, em uma área atrás do Colégio Politécnico), a comunidade da UFSM também pode participar desse esforço de divulgação e popularização científica. O observatório, inaugurado em 1977, conta com um telescópio refrator Coudé, da Carl Zeiss, de 150 mm de abertura, adquirido em uma negociação de safra de café protagonizada pelo reitor fundador da UFSM, José Mariano da Rocha Filho. Desconhecido pela comunidade acadêmica por conta de sua localização, o observatório se encontrava nos últimos anos em péssimas condições de uso e, com as recomendações de biossegurança impostas pela pandemia, não poderia receber o público externo.

Como costuma acontecer com frequência, a dificuldade se tornou oportunidade. Em uma parceria entre professores do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), batizada como Projeto Webservatório UFSM, apoiada com recursos do Fundo de Incentivo à Extensão (Fiex) e pelas diretorias dos respectivos centros, o observatório passou por reformas e foi conectado à rede de fibra óptica do campus para que observações astronômicas fossem capturadas com sensor digital e transmitidas pela internet em tempo real.

O Projeto Webservatório UFSM promove sessões de observação astronômica virtual ao vivo, que ocorrem através do Youtube, contando com a presença de convidado especialista em tema pré-definido pelos bolsistas do projeto, e permite interação com o público externo através de envio de perguntas via <i>chat</i>. Já foram realizadas duas sessões: uma no dia 25 de outubro, que discutiu a importância da divulgação científica, e outra na última quinta-feira (4), que tratou da planetologia. Em ambas as ocasiões, foram realizadas observações dos planetas Vênus, Júpiter e Saturno. A gravação pode ser acessada no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCrZhEHVPMh_Q90UuVbB-PNw/featured" target="_blank" rel="noopener">canal do projeto</a>.

[caption id="attachment_57169" align="alignleft" width="543"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/planetas_anotado.jpg"><img class=" wp-image-57169" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/planetas_anotado.jpg" alt="" width="543" height="407" /></a> A digitalização das imagens capturadas pelo telescópio possibilita a realização de astrofotografia, o que rende imagens, por exemplo, de Saturno, Júpiter e Vênus[/caption]

O sensor que digitaliza as imagens capturadas pelo telescópio não somente gera um sinal de vídeo, transmitido pela internet durante as observações virtuais, como também é utilizado para realizar astrofotografia, rendendo ao projeto belíssimas imagens de Saturno, Júpiter e Vênus. Observa-se <em>(na imagem ao lado)</em> Saturno e seus anéis, seguido de Júpiter e três de suas luas (Europa, Io e Ganimedes). De Júpiter ainda se nota a famosa grande mancha vermelha, que corresponde a uma tempestade que ocorre já há muito tempo na atmosfera do planeta. Na sequência, observa-se o planeta Vênus, que passa por fases assim como a lua da Terra. Foram justamente as observações, realizadas por Galileo, de que Júpiter possui suas próprias luas, e de que, por possuir fases, Vênus deve orbitar o sol, que fizeram com que Galileo questionasse o modelo geocêntrico em favor do modelo heliocêntrico.

Finalmente, o telescópio do Observatório da UFSM (vinculado atualmente ao Departamento de Física) também pode ser utilizado para monitoramento da atividade solar, representada pela quantidade e tamanho de manchas solares, que correspondem a explosões eletromagnéticas na superfície do sol, e são responsáveis pela variação da radiação emitida pela estrela, podendo inclusive afetar satélites artificiais e sistemas eletroeletrônicos na Terra. Em imagem capturada pelo observatório da UFSM, quatro manchas solares (<em>na imagem abaixo</em>) foram registradas na última segunda-feira (8).

[caption id="attachment_57170" align="alignright" width="518"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/sol_anotado.jpg"><img class=" wp-image-57170" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/sol_anotado.jpg" alt="" width="518" height="487" /></a> Quatro manchas solares foram detectadas em imagem capturada pelo observatório na última segunda-feira (8)[/caption]

O professor Marcelo Zanetti, do Departamento de Eletrônica e Computação, e o professor Sandro Rembold, do Departamento de Física, informam que o projeto tem dois objetivos principais. O primeiro foca na divulgação científica e na atração de jovens para ingresso em cursos de graduação em ciências exatas e engenharias, fundamentais ao fomento do desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Desta forma, todo o conteúdo em desenvolvimento está sendo elaborado para ser acessível a uma audiência composta de estudantes do ensino fundamental e médio. O segundo objetivo deriva das reformas curriculares recomendadas pelo Plano Nacional de Educação, que requer que todos os cursos de graduação no Brasil tenham pelo menos 10% de sua carga horária voltada para a extensão. Assim, prevê-se o aumento da demanda por atividades de extensão, sendo que o Webservatório possui potencial para atender diversos cursos de graduação da UFSM.

Atualmente o projeto conta com três bolsistas de cursos de graduação da UFSM, apoiados com recursos do Fiex 2021. O bolsista Lucas Brondani Brandão, do curso de Licenciatura em Física, destaca a importância do projeto para Santa Maria e região e seu potencial para contribuir para um ensino de qualidade, pois “o engajamento em projetos com foco estudantil prepara de forma singular para o futuro”. Já a bolsista Emilly Raiane Rodrigues, do curso de Engenharia Aeroespacial, constata que “o projeto é uma ótima ferramenta para a divulgação científica e democratização do acesso à ciência”. Além disso, destaca a possibilidade de interagir com profissionais durante as <i>lives</i>, o que contribui diretamente para sua formação profissional e pessoal. Por fim, o bolsista Yunior Alcantara Guevara, do curso de Engenharia de Telecomunicações, afirma que o projeto complementa sua formação na área de recepção e processamento de sinais digitais, e conclui que, ao inspirar a imaginação e interesse em crianças e adolescentes, o projeto deve motivá-los a “conhecer mais sobre tópicos relativos à ciência”.

A agenda de eventos do Projeto Webservatório é sempre divulgada no seu perfil no <a href="https://www.instagram.com/webservatorio/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>. Os interessados em tornar-se parceiros do projeto podem entrar em contato pelo e-mail projeto.webservatorio@ufsm.br.

<i>Texto: professor Marcelo Zanetti</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>19 curiosidades sobre o espaço e os astronautas em órbita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/curiosidades-sobre-espaco-astronautas</link>
				<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 12:08:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8666</guid>
						<description><![CDATA[Como é viver no espaço? O tempo funciona diferente lá? E os temidos extraterrestres, será que existem?]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Que atire o primeiro meteorito quem nunca teve curiosidade em saber como são as coisas a alguns quilômetros daqui - mais especificamente a 100 km de altitude da terra -, no espaço. Alguns astronautas e estudiosos estão sempre atrás de novos saberes e, até agora, muita coisa já foi descoberta. Porém, ainda surgem dúvidas e o que sabemos é uma gota perto da imensidão que é o espaço.</p><p>Nesse sentido, a Arco apresenta algumas curiosidades sobre o espaço e os astronautas que realizam estudos por lá - sim, existem astronautas em órbita neste momento! Para isso, contamos com as explicações dos professores do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM Marcelo Serrano Zanetti e Eduardo Escobar Bürguer.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/Capa_site-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><strong>1- Desde o dia 17 de junho de 2021, </strong><a href="https://www.howmanypeopleareinspacerightnow.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>10 astronautas ocupavam duas estações espaciais distintas em órbita</strong>:</a> sete na Estação Espacial Internacional (ISS) e três na Estação Espacial Tiangong (China) - esses últimos retornaram na sexta-feira (17).&nbsp;</p>
<p><strong>2 -</strong> Na ISS, são dois astronautas da Corporação Estatal de Atividades Espaciais (ROSCOSMOS/Rússia), três astronautas da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA/EUA), um astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA/UE) e um da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA/Japão). Já em Tiangong, eram três astronautas da Administração Espacial Nacional da China (CNSA/China).&nbsp;</p>
<p><strong>3 -</strong> Astronautas de origem russa ou da extinta União Soviética são chamados de <strong>cosmonautas</strong>, enquanto os de origem chinesa são chamados de <strong>taikonautas</strong>.</p>
<p><strong>4 - </strong><strong>O nome formal da roupa dos astronautas é Unidade de Mobilidade Extraveicular (EMU – Extravehicular Mobility Unit).</strong> O seu uso é necessário pois existe uma grande variação térmica no espaço que, a depender da iluminação solar, pode ir de -150ºC&nbsp; a +120ºC em questão de minutos. Além disso, os trajes espaciais protegem contra a radiação, luz do sol, lixo espacial e fornecem água e oxigênio. Ele é composto por numerosas peças que permitem que ele seja reutilizado por até 6 anos.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="742" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/np-2020-04-010-jsc_emu_parts_10.5x14.5_final_5-28-20-1024x742.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Traje espacial usado pelos astronautas durante uma caminhada espacial. Foto: NASA</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>5 - As estações espaciais possuem um ambiente totalmente controlado de umidade, pressão, contaminação do ar e temperatura (sempre em torno de 24 ºC). </strong>Por isso, é seguro estar nas estações sem o traje.</p><p><strong>6 - </strong><strong>O motivo pelo qual as coisas flutuam no espaço é porque, na verdade, elas estão constantemente caindo</strong> e, dessa forma, aparentam não ter peso. A gravidade as puxa em direção ao centro da Terra - inclusive as estações espaciais e os astronautas.</p><p><strong>7 - Para tomar banho, os astronautas utilizam pequenas toalhas umedecidas, um sabão e um xampu especial.</strong> A água para o banho é provida em pequenas bolsas e, assim como a água da urina e da umidade da respiração, é capturada e reciclada pelo <a href="https://www.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2017/09/recycling_water_on_the_iss_how_it_works_pt._2/17131673-2-eng-GB/Recycling_water_on_the_ISS_How_it_works_pt._2_pillars.png" target="_blank" rel="noopener">“sistema de suporte à vida e controle ambiental</a>”, recondicionada e reutilizada.</p><p><strong>8 - Até 93% de toda a água utilizada é recuperada para uso - aproximadamente 6 mil litros de água por ano.</strong> A água é reciclada com o uso de destiladores rotacionais, filtros, e um processo de catálise de alta temperatura que remove microorganismos e outros contaminantes. De acordo com o professor Eduardo Escobar, apesar de o sistema reaproveitar a água utilizada para higiene e da própria urina dos astronautas, ela se torna mais pura que a de torneira que tomamos diariamente em nossas casas.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="755" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/nasa_water_treatment_system-1024x755.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Sistema de reciclagem de água que fica dentro das paredes das estações. Foto: Universe Today</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>9 -</strong> <strong>Para ir ao banheiro, os astronautas precisam se amarrar para evitar flutuar.</strong> O vaso sanitário possui uma abertura muito menor com relação ao daqui, possuindo aproximadamente 20 centímetros. Os dejetos são coletados por um saco plástico que fica dentro de um pequeno contêiner metálico trocado eventualmente. </p>		
									<figure>
										<img width="400" height="521" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/ISS_toilet_article.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Vaso sanitário no espaço com abertura de aproximadamente 20 centímetros Foto: ESA</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>10 -</strong> <strong>Os astronautas comem, principalmente, alimentos desidratados.</strong> <strong>São três refeições diárias</strong>: café da manhã, almoço e jantar. Nutricionistas garantem que eles tenham a ingestão balanceada de todos os nutrientes, assim, podendo escolher entre vários tipos de alimentos como frutas, oleaginosas, frango, bife, entre outros.</p><p><strong>11 - De acordo com <a href="https://www.esa.int/Science_Exploration/Human_and_Robotic_Exploration/Alpha/Back_to_the_space_cradle" target="_blank" rel="noopener">European Space Agency (ESA)</a>, os astronautas se exercitam duas horas por dia para compensar a perda de massa óssea e muscular de viver em </strong><strong>“ausência de peso”</strong> - lembrando que as pessoas continuam com o mesmo peso, elas só aparentam não tê-lo porque estão em queda livre constantemente <i>(item 6)</i>. E, para ajudar a quebrar a monotonia do treino diário, alguns laboratórios, como a NASA, utilizam o experimento de exercício imersivo com realidade virtual.</p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="680" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/09/iss036e005384-1024x680.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Astronautas se exercitam diariamente para evitar perda de massa. Foto: NASA</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>12 -</strong>&nbsp; Quando se fala em <strong>tempo no espaço</strong>, o professor Marcelo Zanetti explica que <strong>duas teorias são abordadas: a Especial da Relatividade e a Geral da Relatividade, ambas postuladas por Einstein.</strong></p>
<p>Na primeira, o físico explica que o tempo não é absoluto, ou seja, um observador estacionário vai perceber o tempo passar de forma diferente em relação a um observador em movimento. Dessa forma, os relógios em velocidade orbital - no espaço - irão estar atrasados em relação ao relógio na Terra.</p>
<p>Já com a Teoria Geral da Relatividade, Einstein mostra que o tempo desacelera na presença de objetos massivos, pois a massa afeta a estrutura do Espaço-Tempo. Assim, um relógio em altitude orbital avançará com relação a um relógio na superfície da Terra (ou de outro planeta).&nbsp;</p>
<p>Relógios em órbita então combinam esses dois efeitos relativísticos: <b>atrasam com a velocidade na qual se deslocam em órbita, mas avançam devido à sua distância da superfície da Terra.</b></p>
<p><strong>13 - </strong><strong>A diferença resultante entre o que acontece em órbita com relação à Terra é muito pequena para ser percebida por seres humanos, mas pode afetar os sistemas espaciais de forma significativa</strong>, principalmente aqueles que funcionam com base na sincronização de tempo, envolvendo a interação entre sistemas orbitais e sistemas terrestres, como é o caso do conjunto, ou constelação, de satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS).</p>
<p><strong>14 - </strong><strong>Boa parte das atividades dos astronautas em órbita estão relacionadas à manutenção de sistemas e estações espaciais.</strong> Outras observações estão ligadas à análise do corpo humano e do comportamento dos sistemas biológicos em ambiente espacial, buscando formas de mitigar problemas fisiológicos durante uma missão, e prever possíveis consequências que afetam a saúde dos astronautas mesmo após o retorno à Terra.&nbsp;</p>
<p><strong>15<i> - </i></strong><strong>Até então, nenhuma forma de vida extraterrestre foi identificada nesses estudos, nem em amostras colhidas por astronautas, nem em amostras colhidas por sondas robóticas</strong> - naves espaciais não tripuladas. Porém, muitos experimentos são feitos, os quais vêm mostrando que a vida pode existir mesmo no vácuo do espaço - o que abre novas possibilidades para a busca por vida extraterrestre.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>16 - O recorde de estadia ininterrupta em ambiente espacial é do cosmonauta Valeri V. Polyakov, que permaneceu na estação espacial soviética MIR por 437 dias e 18 horas.</strong> A MIR, cujo nome significa “paz” em Russo, foi a primeira estação orbital projetada para ser montada em órbita, com o processo de montagem tendo sido realizado através de múltiplos lançamentos orbitais enviados entre 1986 e 1996. Ela foi&nbsp; desativada em 2001.</p>
<p><strong>17 -</strong> Conforme comenta o professor Marcelo Zanetti, <strong>a última vez que foram abertas seleções para virar astronauta no Brasil foi em 1998.</strong> A Agência Espacial Brasileira (AEB) selecionou Marcos Pontes, atual ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), para se tornar o primeiro astronauta brasileiro, através de um convênio com a NASA. Desde então, não foi aberta mais nenhuma seleção. Mas, para quem tem interesse - e dupla cidadania -, Zanetti comenta que existe a possibilidade de participar da seleção de outros países. Ele recomenda entrar no site dessas agências e conferir os principais requisitos.&nbsp;</p>
<p><strong>18 -</strong> O professor Eduardo Escobar conta que entre os <strong>principais requisitos para se tornar um astronauta</strong> estão: graduação e, no mínimo mestrado, nas áreas de ciências, engenharias, física, matemática ou ciências biológicas e medicina. Anos de experiência profissional, ser fluente em inglês, ter alguma experiência em pilotar aeronaves e ter treinamento em natação, mergulho e técnicas de sobrevivência. Além da parte técnica, o processo seletivo também leva muito em conta capacidades pessoais e interpessoais.&nbsp;</p>
<p><strong>19 - Na UFSM, o curso de Engenharia Aeroespacial qualifica o aluno para trabalhar em sistemas tanto aeronáuticos quanto espaciais.</strong> O curso possui disciplinas específicas sobre sistemas aeronáuticos, veículos lançadores (foguetes) e sistemas espaciais (sondas e satélites). De acordo com o professor Marcelo Zanetti, o curso oferece uma formação bem sólida para início de carreira.</p><p><em><strong>Expediente</strong></em></p><p><i><strong>Reportagem:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><strong>Ilustração: </strong><i>Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário</i></p><p><i><strong>Mídia Social:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária</i></p><p><i><strong>Edição de Produção:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dose de Ciência virtual discute Astronomia nesta quinta (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/29/dose-de-ciencia-virtual-discute-astronomia-na-proxima-quinta-30</link>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 11:40:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[60anosufsm]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Na próxima quinta (30), a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. Na edição que abordará a Astronomia, o Dose de Ciência recebe dois pesquisadores dos mistérios do espaço: Jaderson da Silva Schimoia, professor da UFSM, e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/arte_live_especial_Card_1_-1.png"><img class="alignright  wp-image-53064" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/arte_live_especial_Card_1_-1.png" alt="" width="396" height="396" /></a>Na próxima quinta (30), a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. Na edição que abordará a Astronomia, o Dose de Ciência recebe dois pesquisadores dos mistérios do espaço: Jaderson da Silva Schimoia, professor da UFSM, e Alexandre Cherman, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro. O evento será transmitido ao vivo através do Facebook da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p>
<p>Neste Dose de Ciência, os astrônomos compartilharão as suas experiências e discutirão sobre como é ser um astrônomo no contexto atual brasileiro. Serão abordados temas como a formação científica necessária para se tornar um astrônomo e os desafios científicos que podem surgir ao longo da carreira. Os pesquisadores também apresentarão ao público um pouco sobre as suas pesquisas científicas, além de responder às perguntas enviadas pelo público.</p>
<p>O público poderá interagir enviando seus questionamentos através dos canais institucionais da PRE. O Dose [virtual] de Ciência é uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria, em comemoração aos 60 anos da primeira universidade federal no interior do Brasil.</p>
<p><em>Texto: Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Dose de Ciência discute Astronomia na próxima quinta (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2020/07/28/dose-de-ciencia-discute-astronomia-na-proxima-quinta-30</link>
				<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 18:32:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
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						<description><![CDATA[Na próxima quinta, 30 de julho, a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. Na edição que abordará a astronomia, o Dose de Ciência recebe dois pesquisadores dos mistérios do espaço: Jaderson da Silva Schimoia, professor da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na próxima quinta, 30 de julho, a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. Na edição que abordará a astronomia, o Dose de Ciência recebe dois pesquisadores dos mistérios do espaço: Jaderson da Silva Schimoia, professor da UFSM, e Alexandre Cherman, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro. O evento será transmitido ao vivo através do <a href="https://www.facebook.com/preufsm/"><u>Facebook da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM</u></a>.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Neste Dose de Ciência, os astrônomos compartilharão as suas experiências e discutirão sobre como é ser um astrônomo no contexto atual brasileiro. Serão abordados temas como a formação científica necessária para se tornar um astrônomo e os desafios científicos que podem surgir ao longo da carreira. Os pesquisadores também apresentarão ao público um pouco sobre as suas pesquisas científicas, além de responder às perguntas enviadas pelo público.</p>
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<p>O público poderá interagir enviando seus questionamentos através dos canais institucionais da PRE. O Dose [virtual] de Ciência é uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria, em comemoração aos 60 anos da primeira universidade federal no interior do Brasil.</p>
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<p><img class="alignnone size-large wp-image-4082" src="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/wp-content/uploads/sites/346/2020/07/arte_live_especial_Card_1_-1024x1024.png" alt="" width="1024" height="1024" /></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Astrofísica da UFSM participa da organização de evento internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/02/grupo-de-astrofisica-da-ufsm-participa-da-organizacao-de-evento-internacional</link>
				<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 11:18:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Astrofísica do Departamento de Física da UFSM participa da organização do simpósio IAU Symposium 359: Galaxy Evolution and Feedback Across Different Environments (na tradução, evolução de galáxias e feedback em diferentes ambientes). O evento é promovido pela União Astronômica Internacional (IAU) e ocorre em Bento Gonçalves desta segunda (2) até sexta-feira (6). [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Grupo de Astrofísica do Departamento de Física da UFSM participa da organização do simpósio IAU Symposium 359: Galaxy Evolution and Feedback Across Different Environments (na tradução, evolução de galáxias e feedback em diferentes ambientes). O evento é promovido pela União Astronômica Internacional (IAU) e ocorre em Bento Gonçalves desta segunda (2) até sexta-feira (6). O comitê de organização do simpósio é formado também por pesquisadores da UFRGS e UFFS.</p>
<p>O evento vai contar com a participação de cerca de 200 cientistas da área de astrofísica de todo o mundo e representa uma oportunidade ímpar para a divulgação dos trabalhos desenvolvidos na UFSM e estreitamento de laços de colaboração científica com diversos grupos internacionais e nacionais. A UFSM é representada por oito pesquisadores, entre professores e estudantes de pós-graduação, com recursos obtidos da organização do evento e da Sociedade Astronômica Brasileira.</p>
<p>Além das discussões científicas, também estão previstas diversas atividades voltadas ao público em geral, professores e estudantes de escolas públicas da região. Estas atividades incluem palestras de divulgação científica, ministradas por pesquisadores estrangeiros, atividades com o Planetário Itinerante da UFRGS e de observação astronômica.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O céu não é o limite</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/o-ceu-nao-e-o-limite</link>
				<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 18:36:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[observação noturna]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[planetas]]></category>
		<category><![CDATA[telescópio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=5064</guid>
						<description><![CDATA[Planetário da UFSM realiza evento para observar o céu à noite
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400">Saturno é o único planeta que possui anéis? Os anéis são rígidos? A Estrela D’alva é de fato uma estrela? Qual a melhor fase para observar a lua pelo telescópio? Os questionamentos acerca dos mistérios da galáxia (ou do universo) são muitos. </span>

<strong> </strong>

<span style="font-weight: 400">O cientista-astrônomo e escritor norte-americano Carl Sagan escreveu, em 1994, o livro </span><i><span style="font-weight: 400">Pálido Ponto Azul</span></i><span style="font-weight: 400">. O título faz referência ao planeta Terra pois, na visão de Sagan, é apenas um ponto na imensidão do universo. Um trecho do livro afirma que “</span><span style="font-weight: 400">a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina humildade” por reconhecer as limitações de morar em um planeta que é o “único lar que conhecemos”.</span>

<strong> </strong>

<span style="font-weight: 400">As ações do Planetário da UFSM têm colaborado para popularizar o conhecimento de astronomia por meio de diversas atividades, como exibição de filmes e organização de exposições. A observação noturna é outra possibilidade aberta à comunidade santa-mariense, permitindo, uma vez por mês, que interessados pelo tema possam ver os astros pelos telescópios.</span>

<span style="font-weight: 400">Neste ano, o primeiro evento de observação noturna ocorreu no dia 16 de outubro, durante a Semana Mundial do Espaço, promovido em parceria com o Colégio Politécnico da UFSM.</span>

[caption id="attachment_5073" align="aligncenter" width="2048"]<img class="wp-image-5073 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/NOTURNA_3.jpg" alt="" width="2048" height="1365" /> Fotografia: Rafael C. Beltrame[/caption]

<span style="font-weight: 400">
</span><span style="font-weight: 400">Em 20 de novembro, ocorreu uma nova reunião de interessados para observar o universo à noite. A escolha das datas de realização das atividades depende do clima: se estiver nublado ou chuvoso, não há como observar os astros, portanto quanto mais limpo o céu, melhor. </span>

<span style="font-weight: 400">Com dois telescópios da marca Meade e a companhia de quatro monitores que esclarecem as dúvidas do público e reajustam o posicionamento dos aparelhos, acontece a observação noturna. Um dos telescópios, o mais moderno, é um Meade Lx90 e possui um poder de ampliação de imagem de até 300x, o preço deste telescópio pode chegar até 1.500 dólares fora do Brasil. O mais antigo, também da marca Meade, é utilizado para observar a lua porque o foco não alcança precisamente os planetas.</span>

<span style="font-weight: 400">O número de participantes é limitado, por isso, é necessário retirar uma senha no Planetário no decorrer do dia da atividade. Segundo a bolsista do Planetário e estudante de Física Giovana Stefani,  “</span><span style="font-weight: 400">as turmas são pequenas, porque a cada minuto observado são necessários pelo menos dois monitores ajustando os telescópios”. Geralmente são abertas vagas para 30 pessoas - 15 em cada telescópio. </span><span style="font-weight: 400">Durante a atividade, são observados a lua e os planetas vizinhos da Terra, com exceção de Mercúrio, por causa de sua proximidade em relação ao sol.</span>

<b>OS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR </b>

<span style="font-weight: 400">Os quatro primeiros planetas do Sistema Solar - Mercúrio, Vênus, Terra e Marte - são rochosos, e os outros quatro - Júpiter, Saturno, Urano e Netuno - são gasosos.</span>

<img class="aligncenter size-full wp-image-5074" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/Planetas.jpg" alt="" width="3212" height="2098" />

<span style="font-weight: 400"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5078" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/vênus-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span>

<span style="font-weight: 400">VÊNUS: É o planeta mais próximo da Terra e o segundo do Sistema Solar. Diariamente, é o primeiro astro que aparece no céu e é conhecido como Estrela D’alva - “A primeira estrela do céu”, na verdade, é um planeta. Vênus tem fases semelhantes às da lua, que</span><span style="font-weight: 400"> são o resultado do posicionamento desse planeta com relação ao Sol e à Terra e aos outros planetas da Via Láctea.</span>

<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5067" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/júpiter-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />

<span style="font-weight: 400">JÚPITER: É o maior planeta do Sistema Solar e possui anéis formados por partículas de poeira. É possível enxergá-lo com o telescópio, juntamente com seus principais satélites naturais - as quatro luas galileanas, que possuem esse nome por terem sido descobertas por Galileu Galilei em 1610. Além disso, é possível ver a atmosfera, ou seja, as nuvens de Júpiter. </span>

<span style="font-weight: 400"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5069" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/marte-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span>

<span style="font-weight: 400">MARTE: Marte é o quarto planeta a partir do sol. </span><span style="font-weight: 400">É possível notar a diferença de Marte em relação às estrelas porque ele é bem mais alaranjado, graças à presença de óxido de ferro em sua superfície. Esta característica lhe rendeu a descrição de <i>Planeta Vermelho.</i></span>

<span style="font-weight: 400"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5075" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/saturno-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span>

<span style="font-weight: 400">SATURNO: É possível enxergar o planeta e seus anéis! O planeta é gasoso, possui um pequeno núcleo rochoso, seguido de uma camada de hidrogênio metálico e hélio. Sua atmosfera é composta basicamente por hidrogênio. Os anéis de saturno são formados por várias partículas pequenas de gelo e poeira, portanto, eles não são rígidos.</span>

<span style="font-weight: 400"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5068" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/lua-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span>

<span style="font-weight: 400">LUA: É possível ver as crateras da lua, porém o ideal é que a lua esteja na fase crescente para uma melhor observação. O período da lua cheia não é bom para observá-la pelo telescópio, porque a luz do Sol quase não produz sombra no satélite e dificulta para enxergar as crateras do solo lunar.</span>

<span style="font-weight: 400"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5066" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2018/12/constelações-.png" alt="" width="150" height="150" />ESTRELAS: </span><span style="font-weight: 400">Utilizando o telescópio</span><span style="font-weight: 400">, é possível observar as constelações de forma mais próxima, mas não os detalhes das estrelas, por causa da grande distância em relação à Terra. As constelações são desenhos imaginários criados na antiguidade e que possuem coordenadas específicas no céu. É mais fácil avistá-las a olho nu do que pelo telescópio, porque ele só foca em objetos específicos e mais próximos da Terra. A característica das estrelas possuírem um formato reconhecível no céu noturno é chamado de </span><i><span style="font-weight: 400">asterismo</span></i><span style="font-weight: 400">. </span>

<span style="font-weight: 400">Uma das constelações observáveis da região sul do Brasil é a constelação de Órion. Ela forma o desenho de um guerreiro e seu cinturão e é formado por três estrelas, popularmente conhecidas como as Três Marias.</span>

<img class="wp-image-5096 size-full aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/box_arrumado.jpg" alt="" width="800" height="554" />

<span style="font-weight: 400">Durante o mês de dezembro, o Planetário da UFSM completa 47 anos. Além de ser o planetário mais antigo do Rio Grande do Sul, ele também é o primeiro a ser construído numa cidade do interior, tendo sido inaugurado no dia 14 de dezembro de 1971. </span>

<span style="font-weight: 400">A semana de comemorações teve início no dia 9 de dezembro, com a sessão do filme </span><i><span style="font-weight: 400">Maravilhas do Universo,</span></i><span style="font-weight: 400"> e encerrará com a observação noturna no dia 13 de dezembro, que será realizada no terraço da Biblioteca do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) às 20h.</span>

<span style="font-weight: 400">Para participar da observação noturna, é necessário retirar uma senha na Secretaria do Planetário entre as 8h30 e as 16h do dia 13 de dezembro. As vagas são limitadas.</span>

<strong>Reportagem:</strong> Mirella Joels, acadêmica de Jornalismo

<strong>Edição:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo

<strong>Ilustrações:</strong> Noam Wurzel e Pollyana Santoro, acadêmicos de Desenho Industrial

<strong>Fotografia de capa:</strong> <span style="font-weight: 400">Rafael C. Beltrame</span>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>47 anos do Planetário tem programação que inclui Observação noturna do céu</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/07/47-anos-do-planetario-tem-programacao-que-inclui-observacao-noturna-do-ceu</link>
				<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 16:07:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[observação noturna do céu]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>

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						<description><![CDATA[O Planetário da UFSM comemora 47 anos no mês de dezembro e preparou uma programação especial que começa neste domingo (9). Fundado em 14 de dezembro de 1971, trata-se do 1º planetário do Rio Grande do Sul, o 4º brasileiro e 8º da América Latina, sendo também o primeiro a ser construído no interior do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Planetário da UFSM comemora 47 anos no mês de dezembro e preparou uma programação especial que começa neste domingo (9). Fundado em 14 de dezembro de 1971, trata-se do 1º planetário do Rio Grande do Sul, o 4º brasileiro e 8º da América Latina, sendo também o primeiro a ser construído no interior do país. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Programação:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>9 de dezembro - domingo<br>15h - Sessão: Maravilhas do Universo </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>11 de dezembro-terça-feira<br>15h - Sessão: Maravilhas do Universo<br>Público-Alvo: Alunos do Projeto Eureka (ONG Infância Ação)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>13 de dezembro - quinta-feira <br>15h - Sessão: Dois pedacinhos de vidro<br>19h30min - Sessão: Dois pedacinhos de vidro<br>20h- Observação Noturna do céu<br>Local: Terraço da Biblioteca do CCSH</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br>Observação: Senhas para observação noturna no céu devem ser retiradas na secretaria do Planetário, das 8h30min às 16h. As vagas são limitadas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PET Física divulga a Astrofísica em minicurso</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/28/pet-fisica-divulga-a-astrofisica-em-minicurso</link>
				<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 17:15:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[buracos negros]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres na ciência]]></category>
		<category><![CDATA[observatório astronômico]]></category>
		<category><![CDATA[pet física]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio L’oreal Unesco]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45782</guid>
						<description><![CDATA[Como objetivo de divulgar conhecimentos básicos sobre a Ciência do Universo,o Programa de Educação Tutorial (PET) Física ofereceu no mês de novembro o Minicurso de Introdução à Astrofísica. O evento aconteceu dos dias 5 a 14 e foi aberto para participação de toda comunidade científica,com palestras,oficinas e atividades práticas com convidados especiais. Durante os nove [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/thaisa.jpg" alt="" /><figcaption>Thaisa Bergmann (de pé, quarta da direita p/ à esquerda) é astrofísica, recebeu a Comenda do Mérito Científico do Brasil por estudos pioneiros sobre buracos negros.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como objetivo de divulgar conhecimentos básicos sobre a Ciência do Universo,o Programa de Educação Tutorial (PET) Física ofereceu no mês de novembro o Minicurso de Introdução à Astrofísica. O evento aconteceu dos dias 5 a 14 e foi aberto para participação de toda comunidade científica,com palestras,oficinas e atividades práticas com convidados especiais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante os nove dias de evento, as ações que o cronograma de atividades foram voltadas à diferentes temas, ministradas por cientistas do grupo de Astrofísica da Universidade Federal de Santa Maria, coordenados pelo professor Rogemar Rieffel. Uma das participações mais importantes foi a da astrônoma <a href="https://www.youtube.com/watch?v=NiDNfTZoXts">Thaisa Storchi Bergmann</a>. Cientista pioneira no estudo de buracos negros, ela recebeu recentemente o prêmio L’oreal Unesco para mulheres na ciência e a Comenda do Mérito Científico do Brasil. Em entrevista, Thaisa destacou que a cidade de Santa Maria está se tornando um polo de Astrofísica,com um número significativo de alunos que vêm se dedicando a este tipo de estudo. A cientista ainda ressaltou a importância da realização do evento como uma forma de entusiasmar os jovens a querer descobrir cada vez mais sobre o universo: “Existem várias áreas que podem ser desenvolvidas a partir desses estudos, e momentos como esse contribuem de forma significativa para o avanço da ciência nessa área” afirmou.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além das palestras, os inscritos no evento participaram de uma simulação do céu celeste com o programa <em>Stellarium,&nbsp;</em>no laboratório de informática do Centro de Tecnologia (CT). Na atividade, os participantes aprenderam a localizar estrelas, posições, polos e globo celeste. Além disso, uma sessão no Planetário exibiu um documentário da Organização Espacial Europeia, traduzido e dublado pelos próprios alunos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Minicurso de Introdução à Astronomia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O PET Física organizou também neste mês, pela primeira vez, um minicurso voltado aos estudos da Astronomia, oferecido para algumas escolas públicas de Santa Maria. Do dia 19 ao dia 30 de novembro,participam as escolas Olavo Bilac, Maria Rocha, Cilon Rosa e Manoel Ribas. As atividades com os estudantes aconteceram no contraturno escolar, no prédio da antiga reitoria, no centro da cidade, e tiveram como foco o Sistema Solar.Uma gincana foi organizada para tornar o aprendizado mais dinâmico,prático e recreativo, como a construção de telescópios em PVC eu ma observação noturna no observatório da universidade e sessão no Planetário. De acordo com a organização, os telescópios produzidos serão doados para as escolas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>O grupo PET Física</strong></p>
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<p>Localizado na sala 1320-A do prédio do Centro de Ciências Naturais e Exatas, o Programa de Educação Tutorial do curso de Física tem como objetivo desenvolver atividades acadêmicas em padrões de qualidade e excelência, de natureza coletiva e interdisciplinar, contribuindo com a elevação da qualidade e da formação acadêmica de quem participa. Em 2018 o grupo buscou melhorar o minicurso para que ele fosse mais acessível aos demais centros da UFSM: “A cada edição, o minicurso vem melhorando. E esse ano não foi diferente. Com a vinda da professora Thaisa Storchi Bergmann,acredito que conseguimos ir além do que vínhamos fazendo nas edições anteriores, pois não apenas discutimos os conceitos básicos, mas também discutimos assuntos atuais da astrofísica mundial.” comenta a acadêmica de física e integrante do grupo de estudos em astrofísica, Alice Deconto.</p>
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<p><strong>Observatório Astronômico da UFSM</strong></p>
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<p>Além do Planetário, a UFSM possui outro centro destinado para estudos das galáxias. O Observatório Astronômico (OA) da universidade está localizado nas proximidades do Hospital Veterinário Universitário (HVU). De acordo com o professor do Departamento de Física, Rogemar Rieffel, um dos responsáveis pelo local, não há registros da data de fundação, mas sabe-se que o primeiro telescópio, que se encontra ativo até hoje, veio da Alemanha na década de 1970 e as atividades realizadas são coordenadas pelo grupo de astrofísica e professores da área.</p>
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<p>De acordo com o professor, um dos grandes empecilhos da realização de uma boa observação do céu é a poluição luminosa, que torna mais difícil a observação de objetos menos brilhantes e a visualização de detalhes de objetos do sistema solar. Portanto, isso explica o motivo pelo qual o Observatório está localizado em um espaço mais afastado do campus: “Em sua implementação, a localização do observatório astronômico da UFSM foi escolhida por ser um local afastado dos prédios e de regiões com bastante iluminação. Hoje a poluição luminosa no local é muito alta quando comparado a época de sua instalação,mas ainda assim é uma região mais afastada da região mais iluminada do campus", argumenta.&nbsp;</p>
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<p>O OA serve como um laboratório didático e como um importante meio de divulgação científica para a comunidade em geral. O local nunca foi utilizado para fins científicos. Seu uso é voltado para atividades de ensino e extensão, aulas práticas dos cursos de Física e Meteorologia e realização de observações astronômicas durante eventos, como,a semana acadêmica integrada do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) e o Minicurso realizado pelo PET Física.</p>
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<p><em>Reportagem: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br><em>Edição: Davi Pereira</em><br><em>Foto: PET Física/UFSM</em></p>
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				<title>PET Física promove minicursos de introdução à Astrofísica e Astronomia voltados a escolas e comunidade acadêmica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/10/31/pet-fisica-promove-minicursos-de-introducao-a-astrofisica-e-astronomia-voltados-a-escolas-e-comunidade-academica</link>
				<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 11:00:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
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						<description><![CDATA[O PET Física da UFSM oferece minicursos neste mês de novembro voltados à comunidade acadêmica, a estudantes de escolas de Santa Maria e a demais interessados. O Minicurso de Introdução à Astrofísica é destinado à comunidade da UFSM e demais interessados e tem como objetivo divulgar conhecimentos básicos sobre Astrofísica. Será no formato de palestras com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O PET Física da UFSM oferece minicursos neste mês de novembro voltados à comunidade acadêmica, a estudantes de escolas de Santa Maria e a demais interessados.

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<!-- wp:image {"id":45367,"align":"right","width":432,"height":287,"linkDestination":"custom"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/astrofisica2018.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/astrofisica2018.jpg" alt="" class="wp-image-45367" width="432" height="287" /></a></figure></div>
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<p>O Minicurso de Introdução à Astrofísica é destinado à comunidade da UFSM e demais interessados e tem como objetivo divulgar conhecimentos básicos sobre Astrofísica. Será no formato de palestras com professores do Grupo de Astrofísica da UFSM e alunos de doutorado e mestrado do mesmo grupo, além de atividades práticas, como a ferramenta computacional Stellarium (simulação de observação do céu) e visitas ao Planetário e Observatório da UFSM. São 60 vagas ao todo. </p>
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<p>No momento, restam 38 vagas. A inscrição é R$ 10,00 e pode ser realizada na sala do PET Física, 1320-A do prédio 13 - CCNE (3º andar). </p>
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<p>Como parte das atividades, haverá a palestra da professora Thaisa Bergmann, da UFRGS, no dia 7 de novembro, às 10h, no Auditório Sérgio Pires. Thaisa recebeu o prêmio L’Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência em 2015. A palestra será aberta ao público. Confira o <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/Cronograma-de-atividades-UFSM.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cronograma de atividades</a>.</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/stencil.default.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/stencil.default.jpg" alt="" class="wp-image-45368" width="472" height="314" /></a></figure></div>
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<p>Já o Minicurso de Introdução à Astronomia (projeto de extensão) é destinado aos alunos das escolas Cilon Rosa, Maneco, Olavo Bilac, Maria Rocha e Padre Caetano. Será realizado entre os dias 19 e 30 de novembro, no prédio da antiga Reitoria, e contará com atividades lúdicas, em formato de gincanas. Confira o <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/Cronograma-de-atividades-escola.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cronograma de atividades</a>. </p>
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<p>Fazem parte das atividades uma oficina de como montar um telescópio utilizando canos de pvc e lentes. Serão feitos 12 telescópios, que serão doados a escolas públicas de Santa Maria. No último dia, haverá uma visita ao Planetário da UFSM, seguido de um piquenique até o anoitecer, quando será visitado o Observatório (em caso de céu claro).</p>
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				<title>A ciência do universo atrai visitantes ao campus</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/09/28/a-ciencia-do-universo-atrai-visitantes-ao-campus</link>
				<pubDate>Fri, 28 Sep 2018 14:13:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Olhar para as estrelas pode ser poético, mas também educativo. E como forma de estimular os ensinamentos da astronomia, o Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, no campus de Santa Maria, proporciona à comunidade este espaço de conhecimento sobre o universo com sessões para escolas e público em geral. Considerado símbolo da UFSM e um dos cartões postais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_44806" align="alignright" width="381"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_5427.jpg"><img class="wp-image-44806" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_5427.jpg" alt="Foto horizontal colorida mostrando o Planetário externamente" width="381" height="247" /></a> Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho[/caption]

Olhar para as estrelas pode ser poético, mas também educativo. E como forma de estimular os ensinamentos da astronomia, o Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, no campus de Santa Maria, proporciona à comunidade este espaço de conhecimento sobre o universo com sessões para escolas e público em geral.

Considerado símbolo da UFSM e um dos cartões postais da cidade, o Planetário, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960.

Conforme apurou a Revista Arco, o Planetário foi equipado com apoio dos países do antigo Leste Europeu, que tinham uma dívida com o Brasil em função da importação do café e não tinham o que oferecer em troca. Para saldar a dívida, o Ministério da Educação firmou acordo com a antiga República Democrática Alemã (RDA) para a importação de dez planetários para o Brasil pela companhia alemã Carl Zeiss: seis do modelo Spacemaster, como o da UFSM, dois ZKP-1 e dois ZKP-2.

<strong>Sessões para todos os públicos</strong>

Com uma variada programação, o espaço, com capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. Para as escolas que tiverem interesse em visitar o local, é necessário fazer os agendamentos com até dois dias de
antecedência. Além disso, em programações especiais, como o evento Viva Campus, o local também abre suas portas ao público nos domingos.

O planetário instiga e desperta o interesse e a curiosidade sobre o universo através da exposição “Paisagens Cósmicas: da Terra ao Big Bang”, no <em>hall, </em>e sessões de filmes e documentários com duração de aproximadamente 30 minutos. Reclinados sobre a poltrona e com a atenção voltada para cima, os visitantes buscam, por meio das imagens astronômicas visualizadas na cúpula, obter novos conhecimentos sobre as questões que permeiam o universo.

A Escola São Francisco de Assis, da cidade de Ijuí, que possui um projeto de estudos sobre o Sistema solar, trouxe os alunos do 3º ano do ensino fundamental até a UFSM para acompanhar uma das sessões. “Durante a sessão, pareceu que a gente estava viajando de verdade no espaço em uma nave espacial, e eu achei isso incrível”, relatou a estudante Maria Eduarda Kramer, de 8 anos.

Além disso, a professora Flaviani da Silva destacou a importância de ensinar desde cedo sobre os planetas e como tudo começou. “A nossa escola tem uma característica de não ensinar só com a teoria, mas também com a prática, e nada melhor do que fazer isso através de uma forma que aproxima as crianças, que é a visitação ao Planetário”, disse.

No ano passado, com a ideia de apoiar a PoliFeira do Agricultor, que acontece no Largo Santos Dumont, ao lado do Planetário, a direção optou por realizar sessões abertas ao público em geral todas as quintas-feiras, a partir das 15h.

[caption id="attachment_44807" align="alignright" width="380"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_4557.jpg"><img class="wp-image-44807" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_4557.jpg" alt="Foto horizontal colorida da diretora do Planetário" width="380" height="253" /></a> Jaqueline Machado, diretora do Planetário[/caption]

<strong>Novo museu é projetado</strong>

O Planetário possuía um museu interativo no 2º piso, fundado em 1998, atualmente interditado por questões de acessibilidade e falta de Plano de Proteção Contra Incêndio (PPCI). Neste museu, com área de 370 metros quadrados, dez estações tratavam da história da astronomia, através de dispositivos interativos que chamavam a atenção dos visitantes.

De acordo com Jaqueline Machado, diretora do Planetário, um projeto está sendo elaborado por professores do Centro de Artes e Letras (CAL), Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) e Centro de Tecnologia (CT) para a instalação de um novo museu de Ciência e Tecnologia no lugar do antigo.

<strong>Sessão de observação noturna</strong>

Além da exposição e das sessões, o Planetário da UFSM oferece ao público em geral uma sessão de observação noturna no céu, que ocorre uma vez por mês. A sessão é gratuita e para participar é necessário retirar senha no Planetário até as 16h do dia da observação, pois o número de participantes é limitado a até 40 pessoas. O trabalho é conduzido pelos monitores do Planetário e funciona como um tipo de aula prática para aqueles que têm interesse e curiosidade em desvendar os mistérios do universo. Entretanto, a observação depende das condições climáticas. A de setembro, por exemplo, que estava prevista para o dia 25, não ocorreu devido à chuva.

A astronomia projeta o homem na sua dimensão e no seu lugar no Universo, e os planetários são fundamentais neste contexto. Com isso, através de seus mais de 40 anos de atividade, o Planetário da UFSM funciona como um elo entre os jovens e a Universidade, tornando o ensino da astronomia e da formação do universo agradável a todos.

<strong>Agendamentos:</strong>
8h às 12h e das 13h às 16h30.
<strong>Sessões:</strong>
De segunda a sexta-feira, manhã (9h - 10h - 11h) e tarde (14h - 15h - 16h).
<strong>Ingresso:</strong>
Estudante: R$ 2,00
Público em geral: R$ 4,00
Crianças até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos são isentas do pagamento.
<strong>Mais informações:</strong>
(55) 3220-8226, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, ou pelo <a href="https://www.facebook.com/planetarioufsm1/" target="_blank" rel="noopener">página no Facebook</a>.

<em>Texto: Pablo Cabral Iglesias, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em>

<em>Fotos: Maria Luísa Viana, acadêmica de Jornalista da UFN, estagiária da Agência de Notícias</em>

<em>Edição: Ricardo Bonfanti</em>]]></content:encoded>
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