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				<title>UFSM e Santa Lúcia Distribuidora firmam parceria para pesquisa sobre diesel e biodiesel</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/26/ufsm-e-santa-lucia-distribuidora-firmam-parceria-para-pesquisa-sobre-diesel-e-biodiesel</link>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:40:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto desenvolvido pelo Laboratório de Biocombustíveis estudará estratégias para melhorar a uniformidade e a estabilidade das misturas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM e a Santa Lúcia Distribuidora de Combustíveis firmaram uma parceria para estudar como diferentes condições operacionais influenciam a incorporação do biodiesel ao óleo diesel. Desenvolvida no Laboratório de Biocombustíveis, vinculado ao Departamento de Engenharia Química da UFSM, e coordenada pela professora Nina Paula Gonçalves Salau, a pesquisa avaliará estratégias para melhorar a uniformidade e a estabilidade da mistura, contribuindo para a qualidade do combustível e sua conformidade com as normas regulatórias.

A iniciativa surgiu de uma demanda apresentada pela empresa e busca compreender melhor a formação do óleo diesel B, combustível comercializado ao consumidor. Ele é obtido pela incorporação do biodiesel B100, utilizado em sua forma pura, ao óleo diesel A, que não contém biodiesel. O estudo pretende analisar o comportamento dessa mistura e avaliar diferentes estratégias tecnológicas de incorporação e homogeneização.

A pesquisa está inserida em um cenário de ampliação da participação dos biocombustíveis na matriz energética brasileira. Atualmente, o país utiliza a mistura B15, composta por 15% de biodiesel, e há previsão de aumento desse percentual até o B20, em 2030. Segundo a coordenadora, a legislação admite uma tolerância de apenas 0,5% em volume em relação ao percentual obrigatório de biodiesel, o que reforça a importância de garantir a uniformidade e a conformidade do combustível comercializado.

Para a professora Nina, um dos diferenciais do projeto é estudar o processo em condições próximas às encontradas na operação de uma distribuidora. “Essa integração permite transformar uma demanda real do setor produtivo em uma pesquisa aplicada, gerando informações que podem contribuir para o aprimoramento dos processos relacionados aos biocombustíveis”, afirma a coordenadora.

Com a parceria firmada, o próximo passo será iniciar a etapa experimental. A Santa Lúcia Distribuidora contribuirá com o investimento e com o fornecimento dos combustíveis utilizados nos estudos (óleo diesel A, óleo diesel B e biodiesel B100), já autorizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de contribuir com sua experiência na área de distribuição. A UFSM será responsável pelo desenvolvimento científico, disponibilizando pesquisadores, infraestrutura laboratorial, equipamentos e conhecimento técnico para a realização dos ensaios e a análise dos resultados.

O acordo também conta com a participação da Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS) e com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A Embrapii contribuirá para fortalecer a cooperação entre a universidade e a empresa, apoiando o desenvolvimento da inovação aplicada e a aproximação da pesquisa científica com as necessidades do setor produtivo.

Durante a etapa experimental, a equipe analisará amostras de diferentes tipos de diesel e biodiesel para caracterizar os combustíveis e avaliar propriedades de interesse. Serão estudadas diferentes condições de temperatura, proporções de biodiesel e estratégias tecnológicas de incorporação e homogeneização. Por se tratar de uma pesquisa aplicada desenvolvida em parceria com uma empresa, parte dos detalhes metodológicos e estratégicos permanecerá confidencial durante sua execução.

Ao final, espera-se obter dados técnicos sobre o comportamento da incorporação do biodiesel ao diesel em diferentes condições operacionais. A equipe também pretende identificar condições que favoreçam a uniformidade da mistura, avaliar as características do óleo diesel B e verificar sua conformidade com as especificações regulatórias. Os resultados poderão apoiar o aperfeiçoamento de processos empregados pelo setor de combustíveis e contribuir para futuras pesquisas e aplicações tecnológicas na área de biocombustíveis.

Além de ampliar o conhecimento sobre biocombustíveis, a parceria fortalece a atuação da UFSM em pesquisas aplicadas e valoriza a infraestrutura e a capacidade científica do Laboratório de Biocombustíveis. O projeto também contribuirá para a formação de estudantes e pesquisadores, para a aproximação da universidade com empresas locais e para o desenvolvimento de soluções com potenciais impactos tecnológicos, econômicos e ambientais.

<i>Texto: Assessoria de</i> <i>C</i><i>omunicaçã</i><i>o da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i>]]></content:encoded>
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				<title>UFSM integra projeto internacional de pesquisa para produção de biocombustíveis avançados</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/21/ufsm-integra-projeto-internacional-de-pesquisa-para-producao-de-biocombustiveis-avancados</link>
				<pubDate>Thu, 21 Mar 2019 20:10:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[biovalue]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[O reitor da UFSM, professor Paulo Burmann, assinou nesta quarta-feira (20), em Campinas (SP), um termo de cooperação que formaliza a participação da universidade no Consórcio BioValue, projeto interinstitucional de pesquisa que tem por objetivo a produção de biocombustíveis a partir de rejeitos da indústria agroflorestal, dentre outros materiais. O projeto, proposto por um consórcio [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O reitor da UFSM, professor Paulo Burmann, assinou nesta quarta-feira (20), em Campinas (SP), um termo de cooperação que formaliza a participação da universidade no Consórcio BioValue, projeto interinstitucional de pesquisa que tem por objetivo a produção de biocombustíveis a partir de rejeitos da indústria agroflorestal, dentre outros materiais. O projeto, proposto por um consórcio de instituições brasileiras, integra o Horizonte 2020, programa de fomento à pesquisa e inovação da União Europeia (UE). A coordenadora do projeto na UFSM, professora Paola de Azevedo Mello, acompanhou o reitor.

A participação da UFSM na iniciativa contribui com o processo de internacionalização da instituição, já que o projeto será desenvolvido em conjunto com o consórcio europeu. Além disso, a universidade se insere em uma importante iniciativa que visa à produção de combustíveis mais limpos.

Para o reitor, este é um projeto importante e estratégico para a UFSM e, principalmente, para a área da química. “Para a universidade, integrar esta iniciativa, proposta pelo grupo de pesquisa da química, é motivo de muita honra e distinção, especialmente neste cenário de dificuldades que estamos enfrentando, com recursos escassos para o financiamento de projetos importantes como este”, avaliou Burmann, reiterando a relevância da pesquisa e sua relação com questões ambientais e energéticas, fundamentais para o desenvolvimento do país.

Com a formalização do termo de cooperação, serão disponibilizados R$ 630 mil para a UFSM. O recurso será destinado, principalmente, para a aquisição de um cromatógrafo com espectrômetro de massa, equipamento que vai permitir a determinação da composição dos biocombustíveis produzidos.

<b>Sobre o projeto –</b> O “Consórcio BioValue – Valorização de cadeia produtiva descentralizada de biomassa visando à produção de biocombustíveis avançados: desenvolvimento e avaliação de rotas termoquímicas integradas à produção da biomassa e a rotas bioquímicas” é coordenado pelo Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações. O projeto foi submetido e aprovado em uma chamada de propostas específica, lançada pela Comissão Europeia e órgãos que compõem o programa europeu Horizonte 2020.

Além da UFSM, participam do projeto outras 11 instituições de ciência e tecnologia, entre universidades e institutos de pesquisa dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Ceará; quatro Fundações de Amparo à Pesquisa (Fapergs, Fapesp, Fapemig e Facepe); e quatro empresas (Klabin, Fibria, Embraer e Petrobras). O consórcio brasileiro, conforme preconizado na chamada, desenvolve suas pesquisas em paralelo com a iniciativa firmada na UE, que selecionou o <a href="http://www.becoolproject.eu">Consórcio Becool</a>.

Na UFSM, o projeto partícipe do Consórcio BioValue foi apresentado pelo Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (Laqia), do Departamento de Química, e será coordenado pela professora Paola de Azevedo Mello, contando com a participação dos professores Fábio Andrei Duarte, Edson Irineu Müller e Cezar Augusto Bizzi, bem como de alunos de iniciação científica e de pós-graduação e de todo o conjunto de professores do Laqia.

A pesquisadora Paola Mello explica que o principal objetivo do BioValue é explorar a sinergia entre a pesquisa e a inovação tecnológica no que tange à produção de biocombustíveis, à diversificação e à logística da cadeia de valor, para o desenvolvimento e implementação de tecnologias para a produção de biocombustíveis a partir de biomassa lignocelulósica. A equipe de pesquisadores da UFSM irá atuar em dois objetivos específicos do projeto: na avaliação de biomassas, correntes intermediárias e biocombustíveis avançados produzidos; e no pré-tratamento de matéria-prima e otimização das condições do processo.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor</i>]]></content:encoded>
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