<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=bioherbicida" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Sat, 04 Apr 2026 12:41:17 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM e Transfertech atua no desenvolvimento do primeiro bioherbicida do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/04/18/parceria-entre-ufsm-e-transfertech-atua-no-desenvolvimento-do-primeiro-bioherbicida-do-brasil</link>
				<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 14:53:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[bioherbicida]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61865</guid>
						<description><![CDATA[O objetivo é criar um produto eficaz e pouco prejudicial ao meio ambiente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria e a empresa Transfertech fecham acordo para desenvolvimento de um herbicida bioquímico para o controle de plantas daninhas. O projeto conta com investimento de mais de R$680 mil, e se bem-sucedido, será o primeiro produto desse tipo a ser registrado no Brasil. Até agora, os resultados são promissores, mas ainda é necessário aprimorar algumas etapas do processo e torná-lo economicamente viável.</span></p>
<h3>Bioherbicida e herbicida químico</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A principal diferença entre o bioherbicida e o herbicida químico é que o produzido através da biotecnologia é menos prejudicial ao meio ambiente. O coordenador do projeto, professor Marcio Mazutti, explica que “as moléculas químicas são muito estáveis no ambiente, demorando um tempo de degradação muito grande e afetando muitas culturas ao redor e o ecossistema como um todo. Já as moléculas biotecnológicas são facilmente degradadas pelos micro-organismos que já estão no solo. O efeito residual, ou seja, o efeito de dano ambiental causado por essas moléculas, é muito menor”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O bioherbicida desenvolvido pelo projeto é obtido a partir de um fungo patógeno de plantas, o </span><i><span style="font-weight: 400">Fusarium fujikuroi</span></i><span style="font-weight: 400"> e substitui principalmente o glifosato, um herbicida amplamente utilizado na agricultura no mundo todo. Apesar de ser eficaz no controle de plantas daninhas, o uso excessivo e inadequado do glifosato tem causado impactos negativos no meio ambiente, incluindo a contaminação de águas superficiais e subterrâneas, a diminuição da biodiversidade e a redução da qualidade do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, cada vez mais as plantas daninhas têm se tornado resistentes ao glifosato, o que abre espaço no mercado para um produto que possa atender essa demanda. De acordo com o professor, tornando o bioherbicida um produto muito eficaz no combate a plantas daninhas, a adoção por parte dos agricultores ao produto será muito facilitada. “Os agricultores estão ávidos por produtos novos que tenham eficácia comprovada e que resolvam o problema que hoje o glifosato não tem resolvido. A expectativa é de uma aceitação grande”, comenta. </span></p>
<h3>Desenvolvimento do projeto</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa começou com o desenvolvimento de um processo piloto, buscando um alto nível de maturidade tecnológica que facilite a transferência da tecnologia para o setor industrial. O objetivo é promover a difusão do conhecimento gerado e ampliar a adoção de práticas sustentáveis no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador do projeto explica que o principal objetivo é aprimorar o produto para que ele possa ganhar escala: “O micro-organismo isolado apresentou algum potencial e, com o passar dos anos, foi aperfeiçoado e desenvolvido, chegando a um ponto em que apresentou resultados em casa de vegetação muito interessantes, próximos ao efeito do glifosato em algumas plantas daninhas e em determinadas situações até melhor. O principal gargalo é a necessidade de aumentar a escala do processo, produzindo lotes pioneiros e realizando testes em maior escala”, afirma Mazutti.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Com informações da ProInova</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        