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						<item>
				<title>UFSM e CTI firmam parceria para transcrição de partituras em Braille</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/12/07/ufsm-e-cti-firmam-parceria-para-transcricao-de-partituras-em-braille</link>
				<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:26:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[O projeto objetiva a transcrição em Braille de peças didáticas para piano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Ler partituras é uma atividade que faz parte do cotidiano dos músicos. </span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Assim como os músicos que enxergam, aqueles que têm deficiência visual também realizam essa tarefa e, para isso, utilizam partituras transcritas na notação musical em Braille.</span></span></span><span style="font-weight: 400"> Entender como uma pessoa com deficiência visual aprende a ler partituras pelo método Braille, analisar o ensino de música e os recursos disponíveis, vêm sendo tema de estudos em universidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta perspectiva, foi aprovada a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica entre a UFSM e o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), </span><span style="font-weight: 400">unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações</span><span style="font-weight: 400">. O objetivo é o estudo sobre a transcrição em Braille de peças didáticas para o piano, de compositores brasileiros contemporâneos. Na Universidade, a coordenação do projeto é da professora Cláudia Fernanda Deltrégia.</span></p>
<h3><b>Como surgiu a iniciativa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, Cláudia Deltrégia ministra uma disciplina chamada Pedagogia da Performance no curso de Especialização em Música </span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">e Introdução à Pedagogia do Piano no Curso de Bacharelado em Piano. </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Durante a preparação de suas aulas, pensou sobre a importância de expor temas relacionados à inclusão dentro de sua área e convidou a pianista e pesquisadora Fabiana Bonilha para dar uma palestra durante uma das aulas, em 2021.</span></span></span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Fabiana Bonilha tem deficiência visual </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">e</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> trabalha no CTI, na Divisão de Tecnologias para Produção e Saúde (DIPTS). </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Lá </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">realiza pesquisa</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">s </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">relacionada</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">s</span></span></span> <span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">à</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> tecnologia assistiva e à transcrição de partituras em Braille. Em sua apresentação, ela relatou as dificuldades encontradas em sua trajetória e falou sobre a importância da leitura da partitura em Braille. Foi este ponto que levou Cláudia a pensar em projetos que pudessem suprir essa lacuna e que tratassem o tema de forma ainda mais intensa dentro da universidade.</span></span></span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Uma primeira iniciativa foi pedir para que Fabiana Bonilha integrasse a comissão organizadora do<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/eventos/vi-einpp"> VI Encontro Internacional sobre Pedagogia do Piano</a>, </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">que aconteceu na UFSM em </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">2021</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">. </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Fabiana </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">orientou bolsistas e membros da comissão organizadora e, desde a divulgação até a realização das palestras, </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">tudo foi </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">adaptad</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">o</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small"> de forma a </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">se tornar </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">o mais inclusivo possível.</span></span></span></p>
<p class="western">Após esse primeiro trabalho, o projeto em questão foi iniciado. Em sua dissertação de mestrado, a docente da UFSM havia compilado partituras inéditas de compositores brasileiros que ainda não haviam sido gravadas e, a partir daí, pensou que poderia ampliar a pesquisa, incluindo também a digitalização de partituras em formatos que permitiriam a transcrição para o Braille. “A palestra da Fabiana dentro do curso de especialização era sobre a leitura da partitura em Braille. Ela acabou dando uma deixa para entendermos que a digitalizar a partitura em certos formatos, ajudaria em uma futura transcrição para Braille”, explica Cláudia.</p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Sendo assim, juntamente com a participação do professor do Curso de Música e Tecnologia e Música da UFSM, Guilherme Barros, e de dois alunos do mesmo curso, Hudson Garcia e Allan Vogt, o projeto iniciou uma parceria entre as instituições e começou a ser desenvolvido. A iniciativa visa, então, prover acesso às partituras em Braille, material difícil de ser encontrado, mas, que quando disponível, dá aos músicos total autonomia para ler e tocar.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Para Fabiana, essa iniciativa tem grande relevância social: “Dar acesso às partituras de um modo que as pessoas com deficiência visual não poderiam ter, é de extrema importância. Nós que temos deficiência visual, vivemos durante toda nossa trajetória com dificuldade de acesso, seja para ler um livro, assistir a um filme, ou em qualquer área da vida. Mas, em específico para a música, a gente vive a barreira de querer estudar uma peça e não encontrar a partitura disponível e precisar abrir mão de estudar o repertório”, explica a pianista.</span></span></span></p>
<h3><b>Afinal, como funciona?</b></h3>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">De acordo com Fabiana, muitas vezes as grafias musicais não convencionais, utilizadas por vários compositores contemporâneos, são formas que o compositor usa para que o leitor visualize na partitura a ideia musical. Geralmente, são usados recursos visuais para que a pessoa possa ler e entender como aquela peça deve ser executada, como uma instrução. O sistema de leitura de uma partitura conta com notas, pautas, claves, o que não é possível para a leitura em Braille.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">No entanto, quando a partitura é transcrita para o Braille, que é um sistema tátil e linear, ela precisa ser lida de uma forma não convencional. Assim, o objetivo maior do projeto é criar um recurso para que o leitor com deficiência visual possa entender aquele conteúdo da mesma forma que um músico sem deficiência.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">As professoras explicam que um dos grandes desafios nesse projeto é que na maioria das vezes, as partituras não são produzidas nem pensadas para Braille, como as pessoas com deficiência visual precisam que elas sejam. Poucas instituições produzem partituras neste formato ou são especializadas na produção do material.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Por outro lado, elas relatam que hoje em dia é possível contar com tecnologias que favorecem a transcrição de partituras, mas ainda são necessárias mais pesquisas e desenvolvimento para o acesso em Braille. De acordo com Fabiana, as pesquisas feitas são uma contribuição neste campo e devem ser cada vez mais incentivadas e valorizadas, impulsionando a inclusão: "É fundamental termos incentivo e recursos para que mais pesquisas sejam desenvolvidas no âmbito acadêmico", comenta.</span></span></span></p>
<h3><b>Expectativas</b></h3>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">O projeto vai até 2024. Até lá, a ideia é que o grupo consiga gravar obras de 20 compositores brasileiros, façam revisão e transcrição das partituras, passando várias delas para o Braille. Cláudia explica que como muitas são com grafia contemporânea, exigem mais criatividade na hora de digitalizar. Assim, o grupo já está pensando em soluções na hora de transcrever com equivalências para o Braille.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">De acordo com Cláudia “a expectativa maior que temos é provocar os compositores para que já pensem em uma forma que facilite a inclusão de pessoas com deficiência visual. Então, se tivermos um tutorial que facilite, que informe as pessoas sobre formatos ou procedimentos na hora de escrever música, essa partitura poderá também ser convertida para o Braille e ampliar o acervo de partituras neste formato. Se isso ocorrer em algum grau, já teremos alcançado um dos nossos objetivos” afirma.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">Hudson Garcia, acadêmico de Música e Tecnologia, fará o seu Trabalho de Conclusão de Curso sobre esse assunto, tendo como base a ideia de criar um tutorial para facilitar que os compositores salvem as suas partituras em certos formatos, incluindo a transcrição para Braille. "Não é algo comum, estamos em 2022 e o material em Braille é muito escasso, então, quando vi a palestra da professora Fabiana Bonilha, foi algo que me chamou muita atenção. Sendo saxofonista, já temos poucos materiais, menos ainda em Braille", contou o estudante.</span></span></span></p>
<h3><b>Inclusão para além do meio acadêmico</b></h3>
<p class="western"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">A ideia da equipe </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">é </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: small">contribuir para que a acessibilidade já faça parte da concepção daquilo que está sendo construído e não algo que vem depois. “Por exemplo, na internet, nas redes sociais ou em grupos de conversa, muitas informações são divulgadas como imagens e as pessoas com deficiência visual não têm acesso porque os leitores de tela não conseguem ler essas informações. Isso deve ser pensado desde o início”, afirma Fabiana. Ela explica que é importante disseminar e conscientizar as pessoas para adquirirem essa prática desde as coisas mais simples, como a descrição de uma imagem. “As pessoas já pré concebem que alguém surdo ou com deficiência auditiva, não assistirá aquele evento, assim como uma pessoa cega não se interessará por uma exposição de arte, ou música. Então há preconceitos e precisamos rompê-los”, finaliza a pesquisadora.</span></span></span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Gabriela Gabbi, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM ofereceu, pela primeira vez, curso de Braille à comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/05/ufsm-ofereceu-pela-primeira-vez-curso-de-braille-a-comunidade</link>
				<pubDate>Mon, 05 Nov 2018 14:49:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[CE]]></category>
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		<category><![CDATA[educação especial]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_45419" align="alignright" width="363"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7336.jpg"><img class="wp-image-45419" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7336.jpg" alt="Foto colorida horizontal em que participantes do curso desenham símbolos de Braille em um quadro" width="363" height="242" /></a> Participantes em atividade do curso[/caption]

A UFSM realizou no mês de outubro, por meio do Departamento de Educação Especial do Centro de Educação, o Curso de Braille para Iniciantes. É a primeira vez que a Universidade oferece, de forma institucional, curso de Braille. Em 2009, o aluno Rodrigo Gonçalves, primeiro aluno cego a se formar na UFSM, ministrara um curso semelhante, sob orientação da professora Luciana Ferrari Montemezzo.

As aulas contaram com práticas de leitura e escrita com tinta. Foram ofertadas quatro turmas, que tiveram a participação de 40 pessoas, das mais diversas áreas, como por exemplo professores da educação básica, de educação especial da rede pública e privada de Santa Maria, estudantes dos cursos de Educação Especial, acadêmicos de pós-graduação do Centro de Ciências Rurais e do Centro de Educação, servidores do Instituto Federal Farroupilha, profissionais de Relações Públicas e Terapia Ocupacional.

A coordenação do projeto é da professora Josefa Lídia Costa Pereira, do Departamento de Educação Especial. O curso tem a colaboração da bolsista Lísias de Freitas Ribas da Rocha e de alguns integrantes do projeto, como Fernanda Tascheto, Cristian Sehnem, Ana Paula Machado e Mara Paiva.

Segundo a professora Josefa, o sistema Braille pode ser produzido manualmente ou computadorizado, dependendo dos recursos existentes em cada instituição. Os professores podem utilizá-lo na educação dos alunos cegos ou com baixa visão incluídos nas escolas e/ou instituições especializadas; nos diferentes espaços da sociedade, como bancos, <em>shoppings</em>, elevadores; em caixinhas de medicação; embalagens de alimentos; identificação de locais (portas) ou espaços de diferentes instituições, dentre outras necessidades.

A perspectiva de oferta do curso de Braille no ano de 2019 dependerá das demandas da sociedade, principalmente das escolas públicas.

[caption id="attachment_45420" align="alignleft" width="354"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7332.jpg"><img class="wp-image-45420" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/MG_7332.jpg" alt="Foto colorida detalha participante em atividade prática de escrita em Braille" width="354" height="236" /></a> Prática da escrita em Braille[/caption]

<strong>Curso despertou o interesse dos participantes</strong>

O interesse em participar do curso pode ser o mais diverso. Para Cintia Pasa Lopes, estudante de Educação Especial e bolsista no Núcleo de Acessibilidade da UFSM, o interesse surgiu porque ela tem um colega com deficiência visual.

Para Stefane Borba, formada em Pedagogia e atualmente estudante de Educação Especial, a motivação foi a curiosidade. “Quando abriu o curso me inscrevi por ter essa curiosidade e por interesse em aprender em como trabalhar a escrita em Braille”, disse.

Já para Graziele Goldani Naidon, formada em Terapia Ocupacional, o interesse surgiu para conhecer mais sobre a área. “Quando eu descobri o curso me interessei em fazer, porque eu  tenho uma aluna com deficiência visual. Então, decidi fazer o curso para, quem sabe, conhecer um pouco mais e poder levar para ela depois”, afirmou.

<em>Texto e fotos: Laura Coelho de Almeida, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em>

<em>Edição: Ricardo Bonfanti</em>]]></content:encoded>
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