<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=campanha-gaucha" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 12:11:44 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Projeto da UFSM recupera história dos Campos Neutrais e foca no turismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/projeto-da-ufsm-recupera-historia-dos-campos-neutrais-e-foca-no-turismo</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:47:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[campanha gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[campos neutrais]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[fatec]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[LabGeotec]]></category>
		<category><![CDATA[PPGeo]]></category>
		<category><![CDATA[região central]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73376</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa garantiu recursos do Senado para instalar réplicas históricas em seis municípios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73378" align="alignright" width="752"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Municipios_reduzido-1.jpg"><img class=" wp-image-73378" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Municipios_reduzido-1.jpg" alt="" width="752" height="627" /></a> Mapa histórico elaborado por José Varela Y Ulloa, chefe da Comissão Demarcadora espanhola, concluído em 1788[/caption]
<p>Em 1777, o Tratado de Santo Ildefonso, firmado por Espanha e Portugal, estabeleceu uma faixa neutra para encerrar a disputa territorial na área onde hoje é o Rio Grande do Sul. Dez anos depois, para demarcar os Campos Neutrais, foram instalados 10 marcos de pedra ao longo da então Coxilha Grande, que ficava entre Bagé e Santa Maria. Agora, um projeto liderado pela UFSM visa resgatar esse período histórico e fomentar o turismo e o desenvolvimento regional.</p>
<p>O projeto "Recuperação da memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul” surgiu a partir de pesquisas desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGeo) da UFSM, durante o doutorado em Geografia do pesquisador Adenilson Farias Zanini, sob a orientação do professor Waterloo Pereira Filho. Os estudos buscaram compreender a influência dos elementos geográficos na formação territorial do Rio Grande do Sul e revelaram a relevância histórica dos Campos Neutrais e dos Marcos Ibéricos para a organização do território gaúcho durante o século XVIII.</p>
<p>Concluído o doutorado, Zanini deu continuidade à pesquisa em estágio de pós-doutorado junto ao Laboratório de Geotecnologias (LabGeotec), vinculado ao PPGGeo. As pesquisas documentais, cartográficas e geoespaciais relacionadas à temática foram ampliadas. O pesquisador consultou mapas históricos, diários de demarcação, documentos e registros preservados em acervos nacionais e internacionais, o que permitiu reconstruir aspectos pouco conhecidos da ocupação e da organização territorial do estado.</p>
<p>A importância dos Campos Neutrais motivou a elaboração do projeto em andamento, que busca recuperar e valorizar a memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul. "A identificação, interpretação e divulgação do momento histórico relacionado com a demarcação dos Campos Neutrais e a instalação dos Marcos Ibéricos fortalece a importância de associar a relação dos elementos geográficos com a formação territorial gaúcha", destaca.</p>
<p>Com o avanço das tropas portuguesas, a partir de 1801, os marcos geográficos dos Campos Neutrais foram retirados, e com o passar do tempo, este período histórico foi sendo pouco lembrado.</p>
[caption id="attachment_73379" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-24-at-08.59.26.jpeg"><img class="wp-image-73379 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-24-at-08.59.26-e1782394425746-1024x691.jpeg" alt="" width="1024" height="691" /></a> Mapa de localização do Sítio dos Campos Neutrais e da Rota dos Marcos Ibéricos[/caption]
<h3>Réplicas dos marcos ibéricos serão instaladas</h3>
<p>Segundo Zanini, a proposta busca aproximar a população de sua própria história por meio da criação do “Sítio dos Campos Neutrais” e da “Rota dos Marcos Ibéricos”, associando pesquisa científica, educação patrimonial, turismo cultural e desenvolvimento regional em uma área que compreende os municípios de Santa Maria, Dilermando de Aguiar, São Gabriel, Lavras do Sul, Dom Pedrito e Bagé.</p>
<p>Como não foram localizados vestígios dos marcos instalados pelas comissões demarcadoras ibéricas em 1787, as pesquisas documentais permitiram identificar a localização aproximada. Nestes pontos, serão instaladas 10 réplicas dos marcos históricos, acompanhadas de sinalização física e digital, incluindo informações históricas acessíveis aos visitantes.</p>
<p>As próximas fases envolvem trabalhos de campo para validação dos locais, detalhamento técnico das instalações, ampliação das pesquisas documentais e articulação com os municípios para a implantação gradual da rota histórica e das estruturas de visitação.</p>
<p>Além da recuperação histórica, o projeto pretende disponibilizar novos conhecimentos para escolas, pesquisadores e gestores públicos, fortalecendo a identidade regional e ampliando a valorização do patrimônio cultural gaúcho.</p>
<p>O projeto de pesquisa e extensão conta com recurso oriundo de emenda parlamentar do Senado Federal, sob a rubrica do senador Hamilton Mourão. O montante é destinado à estruturação do projeto de pesquisa e extensão e ao desenvolvimento das ações de recuperação da memória histórica e cultural do Rio Grande do Sul. A <span style="font-size: revert;color: initial">Fundação de Apoio a Tecnologia e Ciência (Fatec) é responsável pelo gerenciamento e execução dos recursos do projeto. O prazo de execução estabelecido é, inicialmente, de dois anos, prorrogáveis pelo mesmo período, de acordo com a necessidade das partes envolvidas.</span></p>
<h3>Projeto foi apresentado e discutido em fórum regional</h3>
<p>O projeto "Recuperação da memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul” foi apresentado e discutido durante fórum regional realizado no dia 19 de junho, no prédio da Reitoria da UFSM. Conforme Zanini, o diálogo entre Universidade, gestores públicos, pesquisadores e representantes da sociedade civil dos municípios envolvidos resultou no fortalecimento da articulação institucional necessária para a continuidade das ações previstas, consolidando o interesse regional em torno da recuperação da memória histórica dos Campos Neutrais e da implantação futura da Rota dos Marcos Ibéricos.</p>
<p>O encontro também permitiu ampliar a divulgação do projeto, sensibilizar gestores e lideranças locais quanto à importância do patrimônio histórico regional e reforçar a necessidade de atuação integrada entre os municípios para viabilizar ações de preservação cultural, educação patrimonial e desenvolvimento turístico.</p>
<h3>Patrimônio transformado em ativo cultural e econômico</h3>
<p>Para os municípios envolvidos, a iniciativa liderada pela UFSM representa uma oportunidade de valorizar um patrimônio histórico singular, fortalecer a identidade regional e criar novas possibilidades de desenvolvimento econômico por meio do turismo cultural. A proposta busca estruturar uma rede regional baseada na preservação da memória, na educação patrimonial e na circulação de visitantes, promovendo benefícios para setores como hospedagem, gastronomia, comércio, turismo rural e serviços.</p>
<p>"Mais do que recuperar fatos históricos, o projeto busca transformar esse patrimônio em um ativo cultural e econômico, capaz de contribuir para o desenvolvimento sustentável das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul", enfatiza o pesquisador.</p>
<p>Já para a UFSM, trata-se de mais uma oportunidade de transformar conhecimento científico em benefício direto para a sociedade, reforçando seu papel como instituição pública comprometida com a pesquisa, a extensão universitária e o desenvolvimento regional.</p>
<p>A iniciativa fortalece também a atuação do LAbGeotec e do PPGGeo como referências na produção de conhecimento sobre o território gaúcho, demonstrando a capacidade da universidade de gerar impactos que ultrapassam os limites acadêmicos. "O LabGeotec desempenha papel central na execução do projeto, integrando técnicas de geoprocessamento, cartografia histórica, georreferenciamento e análise espacial para identificação dos locais históricos e desenvolvimento das ações previstas. Já o PPGGeo fornece a base acadêmica e científica que sustenta o projeto, fortalecendo a integração entre pesquisa, ensino e extensão universitária e ampliando a inserção social do conhecimento produzido pela UFSM", salienta Zanini.  </p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em><br /><em>Artes: Adenilson Zanini e Rafael Zini Ouriques</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de mais de 10 anos é desenvolvido pela UFSM e contribui para viticultura sustentável</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/10/25/projeto-de-mais-de-10-anos-e-desenvolvido-pela-ufsm-e-contribui-para-viticultura-sustentavel</link>
				<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 15:05:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[campanha gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[gepaces]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>
		<category><![CDATA[uva]]></category>
		<category><![CDATA[vinícola]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=9199</guid>
						<description><![CDATA[Será entregue neste mês para viticultores da Campanha Gaúcha a atualização de uma pesquisa que está em andamento há mais de 10 anos na região. A segunda edição do guia Recomendação de Adubação para Vinhedos da Campanha Gaúcha traz novas informações sobre os níveis de nutrientes adequados em solos cultivados com videiras, entre outras especificidades [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<section class="content--header">
<div class="row medium-uncollapsed content-top-image" data-block-type="featured-image" data-block-id="0">
<div class="column medium-centered medium-22 large-20 desktop "><span style="color: initial">Será entregue neste mês para viticultores da Campanha Gaúcha a atualização de uma pesquisa que está em andamento há mais de 10 anos na região. A segunda edição do guia Recomendação de Adubação para Vinhedos da Campanha Gaúcha traz novas informações sobre os níveis de nutrientes adequados em solos cultivados com videiras, entre outras especificidades que contribuem para qualificar a viticultura na região.</span></div>
</div>
</section>
<div id="mc-article-body" class="mc-article-body">
<article>
<div class="no-paywall">
<div class="wall protected-content">
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="7">
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">A região da Campanha, na Metade Sul do RS, vem se destacando como uma das áreas mais promissoras no cultivo de uvas para a elaboração de vinhos no Brasil e já possui selo de Indicação de Procedência.</div>
<div data-id="banner_materia2">
[caption id="" align="alignleft" width="543"]<img class="content-featured-image" style="color: initial;font-size: 18px" src="https://s2-globorural.glbimg.com/YEo56ASFGe7QuEUpw6wzmsJSYcs=/0x0:2847x1901/888x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/m/9/tKcgUkQSKbCtcNeA1wTQ/campanha-gaucha-foto-daniela-radavelli-divulgacao-.jpg" alt="Campanha Gaúcha vem se destacando como uma das áreas mais promissoras no cultivo de uvas para a elaboração de vinhos no Brasil" width="543" height="362" /> <span style="color: #808080"><em>Campanha Gaúcha vem se destacando como uma das áreas mais promissoras no cultivo de uvas para a elaboração de vinhos no Brasil — Foto: Daniela Radavelli</em></span>[/caption]
</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">O guia é elaborado com base em estudos conduzidos por professores, pesquisadores e estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, ligados ao Departamento de Solos e Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo, com apoio da Vinícola Salton. O projeto teve início em 2011, com a primeira versão do material entregue para produtores de uva há cerca de dois anos, e continuará em realização.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">Segundo os organizadores do estudo, esses experimentos sobre adubação de solo devem estar entre os de maior duração no território brasileiro e na região da Campanha Gaúcha. A atualização da cartilha é considerada fundamental para especialistas porque apresenta também teores de nutrientes indicados em folhas de videiras em relação à produção de uva e variáveis de qualidade do mosto.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">“São poucas recomendações no mundo que apresentam quais são os teores adequados de nutrientes em folhas, que permitem a obtenção dos valores máximos, por exemplo, de variáveis como acidez e sólidos solúveis no mosto. Também apresentamos doses de nutrientes a serem aplicadas em vinhedos, em versões mais precisas que as constatadas na primeira aproximação de recomendação de adubação”, explica o coordenador do grupo de pesquisas, professor Gustavo Brunetto, que é engenheiro agrônomo e Doutor em Ciência do Solo.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">“Por fim, são apresentadas as épocas de aplicação de nutrientes em vinhedos”, completa.</div>
</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="7">
<h3 data-id="banner_materia2"><strong>Manejo</strong></h3>
<div data-id="banner_materia2">Com acesso aos novos dados, técnicos e viticultores podem definir detalhes sobre o uso de fertilizantes, identificando qual a dose e o momento ideal de aplicação. A prática, conforme o estudo, contribui para uma viticultura mais sustentável, uma vez que agrega na qualidade da fruta e evita o excesso de nutrientes em solos, que podem aumentar o potencial de contaminação de solos e águas.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2">O objetivo é impactar positivamente, também, na qualidade do vinho elaborado na região. “Hoje, podemos dizer que a recomendação de adubação em videiras na Campanha Gaúcha é uma das mais qualificadas do Brasil e de países da América do Sul. É mais avançada que outras recomendações, inclusive de países tradicionais produtores de uva no mundo”, afirma Brunetto.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2">Segundo o professor, esse patamar foi possível devido aos estudos realizados em parceria entre a UFSM e outras universidades, como a Unipampa - Campus Dom Pedrito, e outras instituições. Assim como com colaboração e apoio do setor privado, como a Vinícola Salton, que é patrocinadora do estudo.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2">Além do suporte financeiro ao projeto, a pesquisa tem os vinhedos da Salton na Campanha Gaúcha - a Azienda Domenico - como cenário. Pesquisadores da UFSM e profissionais da vinícola fazem o monitoramento e o manejo da área experimental.</div>
<div data-id="banner_materia2">
<p> </p>
[caption id="" align="alignright" width="656"]<img class="content-media__image" src="https://s2-globorural.glbimg.com/5WjOnwcQ6HzcDDehCzPr6-tV6Bc=/0x0:5790x3865/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/N/z/bMFyj4QrqzPY6QVodKfg/pesquisa-campanha-gaucha-divulgacao.jpg" alt="Experimentos sobre adubação de solo devem estar entre os de maior duração no território brasileiro — Foto: Daniela Radavelli/Divulgação" width="656" height="438" /> <span style="color: #808080"><em>Experimentos sobre adubação de solo devem estar entre os de maior duração no território brasileiro — Foto: Daniela Radavelli</em></span>[/caption]
</div>
<div data-id="banner_materia2">
<h3 data-id="banner_materia2"><strong>Boas Práticas</strong></h3>
Os agricultores parceiros da Salton na Campanha Gaúcha receberão a atualização do guia em um encontro na quinta-feira, dia 26 de outubro. Na oportunidade, será ministrada também uma capacitação referente a boas práticas nas relações de trabalho no campo.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2">Na Serra Gaúcha, cerca de 300 produtores rurais parceiros da vinícola já passaram pela atualização de boas práticas, com destaque a aspectos voltados à contratação de mão de obra sazonal e à gestão rural, entre outros temas.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2">As ações integram o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado pelas vinícolas Salton, Aurora e Garibaldi, com o Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul (MPT-RS), em março deste ano, após envolvimento em caso de trabalho em condições análogas à escravidão.</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2">Com 113 anos, a Salton é a vinícola mais antiga em atividade no Brasil e está entre as maiores produtoras de espumantes do país.</div>
</div>
</div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
<div data-id="banner_materia2"><span style="color: #808080"><em>Notícia publicado por Globo Rural - São Paulo - 24 de outubro de 2023.</em></span></div>
<div class="wall protected-content">
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="7">
<div data-id="banner_materia2"> </div>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="9">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container"> </div>
</div>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM e Salton qualifica produtividade  de vinhos na campanha gaúcha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/parceria-entre-ufsm-e-salton-qualifica-produtividade-de-vinhos-na-campanha-gaucha</link>
				<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 12:51:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[campanha gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[produção de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[salton]]></category>
		<category><![CDATA[salton-ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[vinhedos]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9413</guid>
						<description><![CDATA[A colaboração entre professores da UFSM e a Salton existe há mais de 12 anos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A colaboração técnico-científica entre professores do Departamento de Solos e do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)  com a Salton iniciou em 2010.  Maurício Copat, Técnico em Viticultura na Salton, conta que, em 2010, quando começou a implantação do vinhedo em Santana do Livramento, a Salton queria entender o funcionamento do solo e quais necessidades e dificuldades com relação ao solo seriam encontradas na região. A área foi cedida para trabalhos experimentais coordenados por Gustavo Brunetto - professor do Departamento de Solos no  Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da UFSM - que desejava áreas experimentais para a realização de pesquisas.</p>		
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/07/Mapa-1024x1024.jpg" alt="Descrição da imagem: Colagem horizontal e colorida de um mapa do Rio Grande do Sul em verde claro com textura de texto de jornal. No centro do mapa, um arco azul marinho. No lado esquerdo, no centro inferior do mapa, círculo vermelho e cacho de uva, com o texto &quot;Santana do Livramento&quot;. Na parte superior direita do mapa, círculo vermelho, garrafa azul marinho e taça transparente com líquido vermelho, e o texto &quot;Serra Gaúcha&quot;. O fundo é bege com textura de recortes de jornal amassados e desfocados." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Segundo Gustavo Brunetto, a região em que seriam instalados os vinhedos tem condições edafoclimáticas diferentes de outras tradicionais regiões de produção de uva no Rio Grande do Sul, como a Serra Gaúcha. Por isso, surgiu a necessidade da geração de conhecimentos específicos para produção na região da Campanha, relacionados à instalação e às condições dos vinhedos. A importância está em saber quais nutrientes existem no solo para definir a necessidade de aplicação deles, a exemplo do Nitrogênio (N), do Fósforo (P) e  do Potássio (K). </p><p><br />O professor ressalta  que doses excessivas de nutrientes devem ser evitadas, uma vez que podem prejudicar a produção da uva e a sua qualidade, mas também pode potencializar a contaminação do solo e das águas. Nutrientes devem ser aplicados apenas em períodos em que a videira mais necessita. De acordo com o estudo <a href="http://docente.ifsc.edu.br/roberto.komatsu/MaterialDidatico/FIC_Uva/Aduba%C3%A7%C3%A3oUva/NUTRIcaO%20CALAGEM%20E%20ADUBAcaO%20DA%20VIDEIRA_IAC.pdf">Nutrição, Calagem e Adubação da videira</a>, os desequilíbrios nutricionais tornam-se mais evidentes nas folhas das uvas, o que gera alterações fisiológicas na fruta.</p>		
												<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/07/Box-1-1024x576.jpg" alt="Descrição da imagem: Box horizontal e colorido. No centro da imagem, sobre pedaço de papel rasgado, o texto: &quot;Condições edafoclimáticas - são as características do meio ambiente, como o clima, o relevo, a litologia, a temperatura, a umidade do ar, a radiação, o tipo de solo, o vento, a composição atmosférica e a precipitação pluvial. Condições edafoclimáticas são as características do solo que influenciam no crescimento e na produção das plantas, frutas ou vegetais&quot;. No canto superior esquerdo, círculo bordô. No canto inferior esquerdo, garrafa azul marinho e taça transparente com líquido vermelho. No canto superior direito, arco azul marinho. No canto inferior direito, cacho de uva roxo. O fundo é bege, com textura de recortes de jornal amassados e desfocados." loading="lazy" />														
			<h3>O processo de produção do vinho</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com o professor Brunetto, a adequada produção de uva é consequência da correta definição da necessidade ou não da aplicação de nutrientes ao solo, de doses apropriadas de nutrientes e de modos de fornecimento e épocas de aplicação.  O pesquisador explica que, quando necessário, a desfolha (retirada de parte das folhas das plantas) e a poda de inverno - dupla poda ou poda invertida, técnica que permite que os produtores colham a uva no período mais seco -, devem ser realizadas  com o objetivo de melhorar a qualidade do cacho e do vinho. Outras práticas de manejo, como aplicações de fungicidas foliares - <a style="text-decoration: none" href="https://tecnologianocampo.com.br/defensivos-agricolas/">defensivos agrícolas</a> que impedem o crescimento de fungos nas plantas, podem ser necessárias.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mauricio Copat, engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e especialista em Viticultura e Enologia (UFRGS), informa que o processo de produção do vinho é longo: do plantio ao produto, são três anos. Depois da confecção, o resultado é enviado para a sede da indústria, na cidade gaúcha de Bento Gonçalves, para o processo de engarrafamento.</p>		
												<img width="371" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/07/infografico-1-371x1024.jpg" alt="Descrição da imagem: infográfico vertical e colorido com o título &quot;Produção de vinho&quot;. As etapas estão numeradas de 1 a 9, e cada uma está sobre um pedaço de papel bege com as bordas rasgadas. &quot;1. Após a colheita e a chegada da uva até a vincula, acontece o desengace - separação das vagas do engaço ou ráquis, que sustenta o cacho&quot;; &quot;2 - As bagas são amassadas e, em seguida, acontece a prensagem, quando a casca e as sementes são separadas do líquido&quot;; &quot;3 - A prensagem inicial é realizada apenas na elaboração de vinhos brancos. Os vinhos rosés e tintos não passam por esta etapa, pois são fermentados junto com as cascas para ganho de cor&quot;; &quot;4 - Fermentação alcoólica: quando as vagas da uva ficam em contato com o suco em um tanque de fermentação com temperatura controlada. Com o uso de leveduras, os açúcares do mosto serão transformados em álcool&quot;; &quot;5 - quando a fermentação é finalizada, acontece a trasfega, que representa a separação do líquido de resíduos ou sedimentos que permanecem no fundo do recipiente&quot;; &quot;6 - Clarificação: nesta etapa, é retirado qualquer elemento suspenso no vinho para corrigir a turbidez e esterilizar a bebida&quot;; &quot;7 - estabilização tartárica: o vinho é resfriado para que o ácido tartárico cristalize e possa ser separado da bebida por meio da gravidade, o que evita que isso aconteça após o engarrafamento. Quanto mais rápido for o resfriamento, mais eficiente será a precipitação dos cristais&quot;; &quot;8 - Outra trasfega é feita: a depender do tipo de vinho, é necessário fazer várias trasfegas durante a elaboração &quot;; e &quot;9 - Amadurecimento do vinho: pode acontecer em tanques de aço inoxidável ou em barris de carvalho. Vinhos brancos normalmente são amadurecidos em tanques de aço ou em barris de carvalho - como o Chardonnay. Os vinhos tintos passam um tempo em barris de madeira&quot;. Ao lado do número 2, uma taça transparente com líquido vermelho. Ao lado do número 4, um cacho de uva roxo. Ao lado do número 6, uma garrafa azul marinho com rótulo branco. No canto inferior direito, arco em azul marinho. Há três círculos vermelhos espalhados no fundo dos textos. O fundo é bege com textura de recortes de jornal amassados e desfocados." loading="lazy" />														
			<h3>Processo de melhoramento das videiras</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto explica que o projeto busca a definição dos teores mais adequados de nutrientes em solos de vinhedos, bem como os melhores teores de nutrientes em folhas. Esse fator ajuda na definição da real necessidade de aplicação de fertilizantes. No entanto, &nbsp;as doses mais adequadas estão sendo estabelecidas para máximas produções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O professor alega que, mediante pesquisas realizadas, o real impacto das variáveis climáticas sobre a produção da uva está em processo de definição. Se tem observado que a produção e a composição da uva oscila em função de variáveis, especialmente da temperatura do ar e da precipitação de chuva.&nbsp;&nbsp;Além desse fator, Gustavo comenta que, por meio dos estudos, são feitas definições dos modelos de predição de produção da uva, dos vinhos e de composição do mosto - mistura açucarada destinada à fermentação alcoólica. Essas informações ajudam na definição de doses de nutrientes a serem aplicadas em vinhedos, mas também na organização da logística de vinificação e de comercialização de vinhos. Tudo isso torna relevante o manejo de forma correta, e, consequentemente, uma adubação certa, para atingir tanto uma melhor qualidade quanto uma melhor produtividade.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/07/Capa-1024x668.jpg" alt="Descrição da imagem: colagem horizontal e colorida de uma garrafa, uma tava e um cacho de uva. Esses objetos estão no centro da imagem, sobre um disco vermelho bordô. A uva é roxa e tem duas folhas verdes. Ao lado, a taça é transparente e tem líquido bordô dentro. Ao lado, a garrafa azul marinho com rótulo branco e gargalo preto. Atrás da garrafa, um círculo bordô. No lado esquerdo ao fundo, arco azul sobre círculo bordô. O fundo é na cor creme com colagem de pedaços de jornal desfocados e levemente amassados." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mauricio Copat conta que, como a viticultura na fronteira é recente, ainda não há muitos trabalhos científicos sobre essa região -diferentemente da Serra Gaúcha. Contudo, Gustavo Brunetto relata que as informações obtidas por meio das pesquisas  são apresentadas não só para os técnicos da Salton, mas a todos os interessados pelo tema, como a apresentação dos resultados em palestras e reuniões técnicas na região da Campanha. Para Maurício Copat, o maior benefício desta parceria é ter resultados positivos na produção e na qualidade e conseguir repassar esse conhecimento para a região. Além disso, informa que dados já foram e continuam sendo publicados em livros, capítulos de livros, resumos e artigos científicos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p>Um exemplo é a cartilha ‘<a href="https://www.dropbox.com/s/o6n0w425zsg3z7a/Folder%20Amostragem%20e%20Recomenda%C3%A7%C3%A3o%20-%20GEPACES.pdf?dl=0">Amostragem e recomendação de adubação para vinhedos da Campanha Gaúcha</a>’, que traz informações sobre o procedimento de amostragem de solo e de folhas. Na cartilha, também é possível obter informações necessárias para interpretar os nutrientes em solos e folhas, além das doses de nutrientes a serem aplicadas em vinhedos da região da Campanha Gaúcha. Gustavo Brunetto ressalta que, atualmente, a UFSM é reconhecida nacional e internacionalmente na geração de conhecimentos relacionados à nutrição de frutíferas, o que inclui videiras, adubação de frutíferas e contaminação de solos. De acordo com o docente, isso só foi possível com a intensa colaboração de professores, pesquisadores e alunos de outras instituições do Brasil e do exterior. As pesquisas foram realizadas com recursos de agências de fomento públicas, nacionais ou estaduais, e com a colaboração financeira do setor privado, que viu na pesquisa a oportunidade de aumentar a lucratividade.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p><em><strong>Reportagem:</strong> Karoline Rosa, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em></p><p><em><strong>Design gráfico:</strong> Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em></p><p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em></p><p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        