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				<title>Programa da UFSM de monitoramento de bacia hidrográfica busca conservar o solo e proteger os recursos hídricos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/01/08/programa-da-ufsm-de-monitoramento-de-bacia-hidrografica-busca-conservar-o-solo-e-proteger-os-recursos-hidricos</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 13:26:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bacia hidrográfica]]></category>
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		<category><![CDATA[rio guarda mor]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudo conduzido pelo GIPEHS sofreu impactos após as chuvas de maio de 2024 e precisou de apoio do CARE/UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68036" align="alignright" width="438"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem1.png"><img class="wp-image-68036" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem1.png" alt="foto colorida horizontal de uma estrutura que parece uma ponte sobre um pequeno rio" width="438" height="327" /></a> Seção de monitoramento hidrossedimentológico da bacia do Rio Guarda Mor[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Cerca de oito meses após os eventos climáticos extremos de maio de 2024, prosseguem na UFSM os projetos que têm relação com os impactos ambientais decorrentes. Muitos estudos que já estavam em andamento foram impactados e passaram por mudanças. Um deles é o programa de monitoramento hidrossedimentológico na bacia experimental do Rio Guarda Mor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície (GIPEHS) da UFSM trabalha na busca de soluções para os problemas relacionados ao escoamento superficial e à erosão em bacias hidrográficas no Rio Grande do Sul. Atualmente, o grupo trabalha com a bacia experimental do Rio Guarda Mor, com o propósito de monitorar e modelar o planejamento de práticas de conservação do solo e proteção dos recursos hídricos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor coordenador do grupo, Jean Paolo Gomes Minella, do Departamento de Solos do Centro de Ciências Rurais (CCR), explica que o trabalho desenvolvido nesta bacia é “entender e descrever o impacto da atividade humana, especialmente a agrícola, nos recursos hídricos, ou seja, como a ocupação humana no espaço afeta o comportamento dos rios e a qualidade da água, especialmente a produção de sedimentos”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Minella explica que para desenvolver este trabalho precisa ser monitorada a chuva e, a partir dela, a transferência de energia, de sedimentos e de água. “Essas medidas são feitas a cada cinco minutos, a chuva, a vazão, os sedimentos, agroquímicos, fertilizantes e tudo que sai da bacia é medido em intervalos com alta frequência temporal. Trazemos essas amostras para o laboratório, e aqui fazemos a análise de quanto sedimento tem na água, como isso varia ao longo dos meses do ano, em função dos tipos diferentes de chuva. Assim, tentamos entender esse fenômeno, essa bacia hidrográfica”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste trabalho são utilizados equipamentos automáticos que ficam submersos na água, realizando a medição do nível do rio e a quantidade de sedimentos. Além dos equipamentos, a equipe de monitoramento, composta por alunos de graduação, pós-graduação e professores da Universidade, vão a campo, principalmente quando chove, para acompanhar desde a elevação do nível do rio até quando o rio voltar ao normal, para coletar amostras e verificar o funcionamento dos equipamentos. </span></p>
<h3>Reestruturação com apoio do CARE/UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com o evento extremo das enchentes de maio do ano passado, os equipamentos que ficam submersos no rio tiveram danos devido ao volume de pedras, troncos e à turbulência da água. Ainda assim, a maior parte dos equipamentos não foi perdida porque o grupo estava fazendo a medição e, ao perceber a magnitude do evento, retirou-a da água e conseguiu salvá-la.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas o coordenador ressalta que equipamentos mais sofisticados e modernos melhorariam os trabalhos do grupo. “Os equipamentos modernos permitem a medição, principalmente da velocidade da água, estando fora do rio, sem a necessidade de estarem submersos, sofrendo o impacto das pedras e dos troncos. São equipamentos muito úteis em rios de montanha, como é o Rio Guarda Mor", afirma Minella.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da reestruturação envolver um projeto de compra de equipamentos de monitoramento mais modernos, o <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE)</a>, que tem o objetivo de unir grupos técnico-científicos a fim de apresentar projetos e soluções possíveis para o enfrentamento da crise climática, auxiliou na reconstrução da seção de monitoramento, que sofreu erosão de margem e deposição de cascalho no fundo do leito. Assim, três meses após as enchentes, o grupo já conseguiu voltar a trabalhar, restabelecendo as medições de vazão, concentração de sedimentos e parâmetros de qualidade de água decorrentes dos estragos do evento climático. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A reestruturação do programa de monitoramento hidrossedimentológico na bacia experimental do Rio Guarda Mor em consequência de eventos climáticos extremos é um dos projetos vinculado ao CARE com o objetivo de aprimorar o monitoramento para melhor compreender a dinâmica hidrológica de pequenas bacias rurais, visando recomendar estratégias de conservação do solo e da água na escala de bacia.</span></p>
[caption id="attachment_68038" align="aligncenter" width="340"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem2-antes.jpg"><img class="wp-image-68038" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem2-antes.jpg" alt="" width="340" height="484" /></a> Seção de monitoramento antes...[/caption]
[caption id="attachment_68039" align="aligncenter" width="624"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem3-depois.jpg"><img class="wp-image-68039" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem3-depois.jpg" alt="" width="624" height="448" /></a> ... e depois dos eventos climáticos extremos do ano passado[/caption]
<h3>Bacia abrange municípios da Quarta Colônia</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A bacia hidrográfica do Rio Guarda Mor é uma sub-bacia do Rio Soturno, localizada na Quarta Colônia, envolvendo os municípios de Ivorá, Silveira Martins, Júlio de Castilhos e São João do Polêsine. Tem uma área de contribuição de 19.5 km², característica do rebordo do planalto, com elevada diversidade geológica e de solos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O GIPEHS busca contemplar a população próxima ao Rio Guarda Mor com ações efetivas de monitoramento e planejamento da bacia, buscando conciliar as atividades agropecuárias desenvolvidas na área com um projeto de conservação do solo e água a ser instituído na bacia, para fazer frente à nova configuração de uso e manejo adotado pelos agricultores.</span></p>
<h3>Impactos no sistema fluvial do Rio Jacuí e Lago Guaíba</h3>
<p><span style="color: initial;font-size: revert">O GIPEHS também realizou uma proposta de projeto de pesquisa ao perceber que, após o evento extremo das enchentes, houve uma grande mobilização de sedimentos para dentro dos rios, que chegaram ao Lago Guaíba. O projeto é para medir os grandes depósitos de sedimentos que ocorreram desde o Rio Jacuí - onde está a bacia do Rio Soturno, que possui a bacia do Rio Guarda Mor - e chegam até o Guaíba. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o professor, com base nas características químicas desses sedimentos, poderá se identificar o potencial poluidor do material depositado. "Todo esse material que foi depositado dentro do Jacuí, ao longo dos anos, vai remobilizar poluentes para dentro do corpo de água, causando problemas de eutrofização, uma série de aspectos negativos para a qualidade da água. Então, nesse estudo, o primeiro objetivo é identificar a origem dos sedimentos, ou seja, quais são as grandes bacias que contribuíram para a maior quantidade de sedimentos presentes ao longo do Rio Jacuí até o Lago Guaíba, e também avaliar o potencial poluidor dele, sendo fundamental para a gestão dos recursos hídricos", relata.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Milena Gubiani, acadêmica de Jornalismo, estagiária da Agência de Notícias <br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Arquivo do GIPEHS</span></em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Laboratório da UFSM tem aumento na demanda por mudas para áreas degradadas pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/17/laboratorio-da-ufsm-tem-aumento-na-demanda-por-mudas-para-areas-degradadas-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 11:27:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
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		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia natural]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[labsilvi]]></category>

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						<description><![CDATA[LABSILVI vem fazendo um trabalho voltado à produção de mudas para estas áreas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66845" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg"><img class="wp-image-66845" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas moças agachadas em meio a um viveiro de mudas, uma delas mede uma planta com uma régua e outra anota em uma planilha" width="602" height="401" /></a> Júlia e Maria Luiza estão entre os bolsistas que têm auxiliado nas atividades[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">As chuvas torrenciais de maio devastaram grandes extensões de áreas ribeirinhas a cursos d'água. Não é preciso sair do Campus Sede da UFSM para constatar o estrago deixado pelas enxurradas. Em toda a região, não foi diferente. São quilômetros e quilômetros de áreas a serem recuperadas. Desta forma, tem aumentado a demanda por mudas junto ao Laboratório de Silvicultura (LABSILVI) e Viveiro Florestal da UFSM. Porém, não há mudas suficientes. E o processo de produção pode levar até dois anos.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora Maristela Machado Araújo, do Departamento de Ciências Florestais, explica que, para o reflorestamento de áreas degradadas pelas chuvas, são indicadas mudas de espécies arbóreas e arbustivas florestais, em especial as reófitas, que são adaptadas à condição de fluxo rápido da água em beiras de rios. Só que a produção destas mudas é complexa e demorada. E por isso, é pouco comum, principalmente em viveiros comerciais - daí o aumento da demanda ao LABSILVI.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A dificuldade inicial está na coleta de propágulos e sementes a partir de árvores matrizes selecionadas, um trabalho árduo que é feito por Maristela e por alunos da Engenharia Florestal na beira de rios e córregos. "As reófitas têm uma semente raríssima. Muitas vezes temos que nos apoiar nas árvores ribeirinhas para a coleta de materiais", relata. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A partir disso, já com os propágulos no LABSILVI, têm início as fases de produção (enraizamento ou germinação), de crescimento e rustificação da muda (prática de transição entre o viveiro e plantio). É um trabalho que demanda mão de obra e recursos para insumos (substratos, fertilizantes, fitoreguladores, recipientes, entre outros) </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">e equipamentos (sopradores, mesas suspensas)</span><span style="font-family: Times New Roman, serif">. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">As estufas, recentemente danificadas por ventos fortes, também carecem de reparos.</span></p>
[caption id="attachment_66846" align="alignleft" width="603"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg"><img class="wp-image-66846" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg" alt="foto colorida horizontal com 3 corredores de mudas, cada um deles com plantas em diferentes estágios de crescimento, de pequenos caules até plantas já crescidas" width="603" height="402" /></a> Mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas no Campus Sede[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora estima que, na região, sejam necessárias atualmente milhares de mudas de dezenas de espécies, as quais apresentam comportamento diferente em relação ao crescimento, demanda hídrica, nutricional e lumínica, além das diferentes técnicas necessárias para sua obtenção. Uma vez enraizadas, as reófitas são espécies que formam abundante sistema radicular e ramos flexíveis, se espalhando e estabilizando os taludes das margens com maior flutuação das águas fluviais.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Atualmente, o LABSILVI está com os estoques de mudas praticamente zerados, especialmente de reófitas. As mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA). A intenção é contribuir com as iniciativas do projeto <a href="https://www.ufsm.br/2024/07/23/projeto-da-ufsm-foca-na-engenharia-natural-para-recuperar-areas-degradadas-pelas-chuvas" target="_blank" rel="noopener">“Engenharia natural: recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle de erosão nas áreas afetadas pelos eventos meteorológicos extremos no Rio Grande do Sul”</a>, vinculado ao Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE) da UFSM.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela acredita ser necessária a realização de cursos de capacitação de produtores sobre produção de mudas e formação de pequenos viveiros florestais, visando ampliar o suprimento de mudas de qualidade utilizadas em práticas de restauração de áreas. O ideal seria que os próprios produtores se apropriassem das tecnologias e, em suas propriedades, multiplicassem plantas para restabelecer áreas.</span></p>
<h3>Preparação para início de reflorestamento</h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela explica que a produção de mudas representa o início de um reflorestamento com objetivo comercial ou ambiental. Cada planta deve apresentar qualidade genética, física, fisiológica e sanitária, sendo capaz de se estabelecer no campo sem os cuidados recebidos no viveiro (que é um "berçário" para a semente germinar e ter seu desenvolvimento inicial). Desse modo, cada pequena planta produzida no viveiro somente existe porque houve planejamento e ações, desde a coleta do material utilizado na propagação, semeio e, posteriormente, o manejo, cujo tempo varia de oito a 24 meses, dependendo do porte da muda e da espécie.<br /><br />Daí a importância de um trabalho profissional e bem executado, como desenvolvido no LABSILVI. Localizado próximo à várzea, no Campus Sede, o laboratório e viveiro conta atualmente com área de produção de mudas, local para equipamentos e insumos e espaço didático para capacitação teórica e prática. O trabalho é conduzido por professores, oito alunos de graduação, dois de mestrado e três de doutorado.</span></p>
[caption id="attachment_66847" align="alignright" width="511"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg"><img class="wp-image-66847" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas, aparecendo somente braços e joelhos agachados, medindo plantas e anotando em planilha" width="511" height="340" /></a> Produção de mudas envolve várias etapas e pode levar até 24 meses[/caption]
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif">A importância do trabalho de acadêmicos</span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Além da mão de obra e de recursos disponíveis, são cada vez mais necessárias pesquisas relacionadas ao acesso aos propágulos, armazenamento, à conservação e multiplicação de plantas. Enfim, estudos que otimizem a produção de mudas, especialmente de espécies reófitas. É nisso que pesquisadores e acadêmicos de graduação e pós-graduação em Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR) estão empenhados. Alguns alunos, por exemplo, têm ajudado tanto nas coletas na beira de cursos d´água quanto no trabalho no viveiro.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Júlia Luiza Stahl, mestranda, e Maria Luiza Bertanha, graduanda em Engenharia Florestal, estão entre os bolsistas que acompanham os processos com as mudas nos espaços do LABSILVI. "É muito importante para nós esta prática, porque proporciona experiência profissional ao mesmo tempo em que aplica ensino, pesquisa e extensão", comenta Júlia.</span></p>
<p><em>Texto e fotos: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM visa estabelecer um sistema de alerta eficaz para riscos climáticos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/06/projeto-da-ufsm-visa-estabelecer-um-sistema-de-alerta-eficaz-para-riscos-climaticos</link>
				<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 12:07:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto Integrado de Monitoramento e Previsão Climática, Hidrológica e Geotécnica está vinculado ao CARE/UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66488" align="alignright" width="795"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/IMG-20240802-WA0026.jpg"><img class="wp-image-66488" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/IMG-20240802-WA0026.jpg" alt="foto horizontal colorida com um grupo de pessoas em frente a uma casinha branca com grandes antenas tipo parabólicas em cima, em um campo aberto em dia de sol" width="795" height="357" /></a> Pesquisadores na estação meteorológica da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Em resposta às devastadoras enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, o </span><a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências</span></a><span style="font-weight: 400"><a href="_wp_link_placeholder"> (CARE)</a> da UFSM foi criado com a missão de implementar iniciativas e projetos voltados para a gestão de eventos extremos e emergências. Um dos destaques dessa atuação é o Projeto Integrado de Monitoramento e Previsão Climática, Hidrológica e Geotécnica, que visa estabelecer um sistema de alerta eficaz para riscos climáticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através da combinação de modernos sistemas de monitoramento e modelos meteorológicos, hidrológicos e geotécnicos, o projeto tem como objetivo prever os impactos de fenômenos climáticos extremos em pequenas bacias hidrográficas, buscando mitigar os efeitos devastadores dessas situações sobre as comunidades afetadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a UFSM conta com sistemas computacionais de alto desempenho que, de acordo com o coordenador principal do projeto, Vagner Anabor, precisam ser aprimorados, além de estações científicas de observação meteorológica. No entanto, é necessário ampliar esses recursos para que se possa ter um monitoramento equivalente em nível regional. Há previsão de aquisição de novas estações meteorológicas para o projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto conta com três coordenadores: Vagner Anabor, do Programa de Pós-Graduação em Meteorologia da UFSM, lidera a coordenação principal; a parte de Geotecnia é supervisionada pelo professor do Departamento de Engenharia Civil Magnos Baroni; e a parte hidrológica está sob a responsabilidade do professor Daniel Allasia, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. </span></p>
<h3><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/Aspas-Vagner-Anabor.png"><img class="wp-image-66489 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/Aspas-Vagner-Anabor.png" alt="" width="474" height="352" /></a>Rede de monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“A proposta consiste em desenvolver uma rede de monitoramento meteorológico e hidrológico de alta resolução em pequenas bacias, ou seja, em bacias hidrográficas como a do Rio Soturno e rios da Quarta Colônia”, afirma Anabor. Segundo ele, essas áreas geralmente não são mapeadas nem monitoradas pelos sistemas hidrológicos nacionais, que priorizam grandes bacias. O Rio Soturno será monitorado pelo projeto, assim como os principais rios da Quarta Colônia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de prever chuvas intensas, o projeto também permitirá prever condições de tempestades severas que produzem granizo, danos por ventos, e funcionará como sistema de monitoramento contínuo. De acordo com o professor, essas informações são fundamentais para o desenvolvimento regional, sobretudo de atividades relacionadas à agricultura, uma vez que podem ser usadas para um planejamento agrícola e previsões de secas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto começa com o monitoramento meteorológico e hidrológico, que fornece uma base de comparação com as previsões meteorológicas de chuvas de até sete dias. Essas previsões e os dados observados ajudam a prever quais serão os volumes de chuva. Então, essas informações entram no modelo hidrológico, que transforma os dados em nível de rio, velocidade da água, mancha de inundação e outras variáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da mesma forma, esses conhecimentos também são importantes para a parte de geotecnia, uma vez que as informações sobre chuvas são fundamentais para a estabilização de terrenos e encostas, permitindo se prever o impacto das chuvas tanto nos rios quanto na possibilidade de deslizamentos.</span></p>
<h3>Informações para a Defesa Civil e comunidade</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto, com duração de dois anos, disponibilizará os dados coletados às comunidades por meio de um aplicativo e redes sociais. Como ainda está em fase de implementação, existe a previsão de instalação de sistemas e, posteriormente, a integração dos dados e a divulgação dessas informações via aplicativo. Esses serviços deverão estar disponíveis também para a Defesa Civil, órgão responsável por um conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e reconstrutivas, destinadas a evitar ou minimizar desastres naturais e acidentes tecnológicos, preservar a moral da população e restabelecer a normalidade social. </span><span style="font-weight: 400">Anabor enfatiza que o papel do projeto é informar a população para sua própria proteção, mas, sobretudo, amparar o trabalho da Defesa Civil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto está na fase de obtenção de recursos, por meio de contatos com prefeituras. Após o período de dois anos, o sistema deverá estar estruturado e poderá ser assumido de forma cooperativa com outras parcerias públicas ou privadas.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: João Pedro Sousa, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli, designer<br />Foto: Arquivo pessoal</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM foca na engenharia natural para recuperar áreas degradadas pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/23/projeto-da-ufsm-foca-na-engenharia-natural-para-recuperar-areas-degradadas-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 11:19:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
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		<category><![CDATA[ciências florestais]]></category>
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		<category><![CDATA[engenharia natural]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66353</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo é revegetar áreas ribeirinhas por meio da recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle da erosão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66360" align="alignright" width="671"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45-1.jpeg"><img class="wp-image-66360" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45-1.jpeg" alt="imagem colorida horizontal mostra, em três linhas horizontais, a evolução de uma área, na imagem de cima, seca e sem vegetação; na imagem do meio, já com bastante verde; e na foto de baixo, mato já consolidado." width="671" height="470" /></a> Amostra de intervenção realizada pela equipe da UFSM no Rio Pardinho, em Santa Cruz do Sul, em parceria com a Corsan[/caption]
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Os eventos climáticos extremos deste ano causaram danos significativos nas áreas ribeirinhas de rios e córregos na região e em outras áreas do Rio Grande do Sul, sendo necessárias ações para mitigar os impactos ambientais e preparar a vegetação ciliar para eventos futuros. Alinhado à proposta da UFSM de desenvolver projetos relacionados ao enfrentamento da crise climática, por meio do <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE)</a>, surge o projeto "Engenharia natural: recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle de erosão nas áreas afetadas pelos eventos meteorológicos extremos no Rio Grande do Sul”. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">O coordenador do projeto, Fabricio Sutili, professor do Departamento de Ciências Florestais, explica que a ideia surgiu após as enchentes de abril e maio. A partir d</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">e</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large"> experiências anteriores da UFSM, ele afirma que é possível desenvolver projetos de engenharia natural específicos para revegetar e estabilizar áreas afetadas pelas enchentes. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">A engenharia natural utiliza técnicas vegetativas, também chamadas de biotécnicas, para controle da erosão do solo, estabilização de margens fluviais e, até certo ponto, a estabilização de encostas e taludes. Integrando ecologia, biologia e engenharia, a engenharia natural emprega plantas, solo e materiais inertes para criar estruturas sustentáveis e resilientes. Estas soluções são consideradas eficazes e proporcionam um método natural e duradouro para a preservação ambiental e recuperação de áreas degradadas.</span></span></span></p>
<h3><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Ações serão realizadas durante dois anos</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Diversas ações estão previstas para serem desenvolvidas até setembro de 2026. A começar pela elaboração de projetos para a recuperação de áreas afetadas, por meio de levantamentos de dados e topografia, e posterior seleção das técnicas adequadas para cada situação, resultando na elaboração de projetos. Inicialmente, deverão ser contempladas áreas afetadas no Campus Sede da UFSM e na região de abrangência do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (Condesus) da Quarta Colônia.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Outro objetivo é o treinamento de pessoal para a produção de mudas de espécies nativas ripárias não comuns em viveiros comerciais. Espécies nativas ripárias são plantas que crescem naturalmente nas margens dos rios e córregos. Elas estabilizam o solo, reduzem a erosão, protegem as áreas agrícolas adjacentes, melhoram a qualidade da água e fornecem habitats para a fauna local. "Neste projeto, damos atenção especial às plantas reófilas, um subgrupo de ripárias que são as mais eficazes na estabilização fluvial e oferecem os melhores resultados hidráulicos durante eventos climáticos extremos", explica Sutili, ressaltando que serão utilizadas exclusivamente espécies nativas. </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Um outro projeto, focado na produção destas mudas na UFSM e complementar a esta iniciativa, também deverá ser executado por meio do CARE.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Serão oferecidos dois tipos de cursos: capacitação na elaboração, acompanhamento e implantação de projetos de engenharia natural e cursos sobre a produção de mudas de espécies reófilas nativas, um conhecimento ainda pouco difundido entre viveiristas e profissionais da área. As capacitações começarão no segundo semestre deste ano, com datas específicas a serem divulgadas em breve. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">O projeto conta atualmente com a parceria de prefeituras do Condesus Quarta Colônia e da Emater. "Temos a intenção de ampliar essa colaboração durante a fase de treinamentos para incluir outros órgãos governamentais, entidades de classe e empresas de engenharia e consultoria ambiental", afirma Sutili.</span></span></span></p>
<h3><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Equipe com experiência</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Além do professor Sutili, responsável pelo planejamento estratégico e supervisão técnica, a equipe técnica do projeto é composta por Rita S. Souza, especialista em técnicas de engenharia natural, responsável pela seleção de espécies vegetais e técnicas de plantio, elaboração dos projetos e treinamentos técnicos, e Junior Dewes, coordenador de campo, responsável pela implementação das ações e coletas de informações, elaboração dos projetos e treinamentos técnicos. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45.jpeg"><img class="wp-image-66361 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45.jpeg" alt="" width="466" height="324" /></a>A equipe tem experiência em projetos de engenharia natural, com capacidade técnica em restauração ecológica e controle de erosão em ambientes fluviais, por meio de projetos já implementados no estado e em outras regiões do país. "A UFSM é pioneira e referência nacional nessa área", afirma Sutili. Alguns dos projetos já executados foram em parceria com empresas como Petrobras, Transpetro e Corsan.</span></span></span></p>
<h3><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Iniciativa multidisciplinar</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Além de professores e acadêmicos da Engenharia Florestal, o projeto tem potencial para incluir outros cursos no futuro. Inclusive há a intenção de incluir temas ligados à engenharia natural nos currículos de graduação e pós-graduação da UFSM, capacitando os futuros profissionais e pesquisadores. "A combinação de conhecimentos em ecologia, engenharia e gestão ambiental torna o projeto atrativo para profissionais com diferentes formações", observa o coordenador.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Sutili destaca a urgência na recuperação rápida e sustentável dos ecossistemas afetados, e acredita que a iniciativa será fundamental para isso, aumentando a resiliência tanto ecológica como hidráulica das margens, reduzindo, com isso, a vulnerabilidade das áreas a eventuais futuros eventos climáticos extremos. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Ele também destaca a importância do vínculo com o CARE/UFSM, que proporciona uma estrutura de apoio e colaboração. "O CARE facilita o diálogo entre os professores e diversas fontes de financiamento. Além disso, serve como um aval oficial da Reitoria, o que confere credibilidade e segurança às iniciativas, potencializando o sucesso e a obtenção de recursos", afirma.</span></span></span></p>
<p>A Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (ADESM) e o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (Condesus) da Quarta Colônia são algumas das entidades que estão articulando em busca de financiamento para os projetos do CARE/UFSM.</p>
<p><em>Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli/Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM apresenta ao governo estadual propostas para a reconstrução do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/12/ufsm-apresenta-ao-governo-estadual-propostas-para-a-reconstrucao-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 14:43:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de apoio para eventos extremos e emergências]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[plano rio grande]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66268</guid>
						<description><![CDATA[Universidade foi quem mais apresentou projetos para o plano de reconstrução do estado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66269" align="alignright" width="574"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/MGL0415.jpg"><img class="wp-image-66269" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/MGL0415.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em pé em uma sala de" width="574" height="382" /></a> Reunião ocorreu na Câmara de Vereadores de Restinga Sêca[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O reitor Luciano Schuch e representantes do Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE) da UFSM participaram da reunião com o vice-governador do Estado, Gabriel Souza, sobre o </span><a href="https://www.estado.rs.gov.br/entenda-como-funcionara-o-plano-rio-grande" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Plano Rio Grande</span></a><span style="font-weight: 400"> para reconstrução, adaptação e resiliência em desastres climáticos, como a enchente de maio. O encontro ocorreu na quinta-feira (11) à tarde, na Câmara de Vereadores de Restinga Sêca. A UFSM já apresentou nove propostas de projetos para a reconstrução do estado, nas áreas de ciências rurais, engenharia e meteorologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes do início dos trabalhos da Câmara Temática, o coordenador do CARE, Júlio César Cossio Rodriguez, e pesquisadores do comitê se reuniram com o secretário-executivo do Plano Rio Grande, Paulo Salerno, para falar sobre as propostas que já foram submetidas para análise do governo com a explicação dos pesquisadores envolvidos em cada projeto. Ao todo, a iniciativa já possui 19 projetos para prevenção, mitigação e recuperação de emergências climáticas que podem ser encontradas em </span><a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">sua página</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em sua fala, o reitor destacou a importância de a região ser considerada não só em relação as suas demandas, mas também na proposição de soluções e como um destino de investimento para projetos que muitas vezes ficam restritos à capital e região metropolitana. O objetivo institucional da Universidade é auxiliar na promoção de políticas de desenvolvimento sustentável que possam se tornar referência em âmbito nacional e também mundial, como no caso dos Geoparques da Quarta Colônia e Caçapava do Sul, reconhecidos pela Unesco.</span></p>
[caption id="attachment_66270" align="alignleft" width="549"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/MGL0219.jpg"><img class="wp-image-66270" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/MGL0219.jpg" alt="foto colorida horizontal de um homem em pé com um telão claro" width="549" height="366" /></a> Coordenador do CARE, Júlio César Cossio Rodriguez[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Dos 12 projetos apresentados para o comitê científico do Plano Rio Grande, nove foram apresentados pela UFSM. “Esse número mostra a capacidade da nossa Universidade para colaborar junto ao poder público em diferentes áreas, como o monitoramento meteorológico, hidrologia, agricultura e na preservação e recuperação dos biomas”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como destacado por Rodriguez, os projetos dos pesquisadores do CARE são pesquisas desenvolvidas há anos na Universidade e têm resultados comprovados, o que destaca a capacidade da Universidade de contribuir de forma ativa na reconstrução e melhorias do estado através do seu conhecimento técnico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a reunião, o executivo estadual apresentou as análises da extensão dos danos do desastre climático à economia do estado, com previsão de </span><span style="font-weight: 400">prejuízos de R$ 5 a R$ 10 bilhões somente neste ano com perdas na arrecadação do ICMS</span><span style="font-weight: 400">. De acordo com as projeções apresentadas, em um cenário de rápida recuperação econômica até 2027, o Estado deve deixar de arrecadar mais de R$ 120 bilhões. Caso a recuperação seja mais lenta, o prejuízo pode passar dos R$ 300 bilhões no mesmo período.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto e fotos: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança programa de fomento à pesquisa em mudanças climáticas e mitigação de impactos de eventos extremos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/27/ufsm-lanca-programa-de-fomento-a-pesquisa-em-mudancas-climaticas-e-mitigacao-de-impactos-de-eventos-extremos</link>
				<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:50:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66138</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo é apoiar projetos busquem o enfrentamento da crise climática e a resiliência do ambiente, da população e dos sistemas produtivos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa e a Pró-reitoria de Inovação, em parceria com o CARE (Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergência), lançam o Programa Institucional de Fomento à Formação de Recursos Humanos e Pesquisa em "Mudanças Climáticas e Mitigação de Impactos de Eventos Extremos".</p>
<p>O objetivo da iniciativa é apoiar projetos que apresentem soluções possíveis para a previsão e o enfrentamento da crise climática e mitigação ou aumento da resiliência do ambiente, da população e dos sistemas produtivos aos impactos dos eventos extremos.</p>
<p>O programa inclui, neste momento, as seguintes ações:</p>
<ul>
<li>Chamada Interna para concessão de bolsas de Mestrado e de Doutorado para projetos de pesquisa em temáticas específicas. A chamada inclui cotas de bolsas de Iniciação Científica e de recursos financeiros associados aos projetos contemplados;</li>
<li>Articulação institucional para a criação e estruturação de um Centro Multiusuário na UFSM em "Prevenção de desastres e mitigação de eventos extremos";</li>
<li>Articulação com laboratórios e grupos de pesquisa da UFSM para a criação de uma Rede de Prestação de Serviços em apoio à comunidade regional impactada com os eventos extremos;</li>
</ul>
<p>Além disso, o Programa também planeja apresentar demandas às agências de fomento e aos órgãos governamentais para que possam aportar recursos que garantam ampliação das ações propostas ou novas ações no âmbito da iniciativa.</p>
<p>Na próxima segunda-feira (01), às 14 horas, está prevista uma live no <a href="https://www.instagram.com/gabinetedoreitorufsm?igsh=NTBmYjZrMzZ3OGVs">Instagram do Gabinete do Reitor</a> para detalhar as ações.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parque Tecnológico da UFSM sedia reunião geral do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/19/parque-tecnologico-da-ufsm-sedia-reuniao-geral-do-gabinete-itinerante-do-ministerio-da-agricultura-e-pecuaria</link>
				<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 11:04:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de apoio para eventos extremos e emergências]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete do Reitor]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec parque tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66073</guid>
						<description><![CDATA[Houve apresentação do Gabinete Itinerante e do Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_66074" align="alignright" width="495"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-e1718794390187.jpeg"><img class="wp-image-66074" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-e1718794390187.jpeg" alt="foto colorida quadrada com pessoas em uma grande sala com paredes coloridas, um homem em pé fala ao microfone" width="495" height="390" /></a> Reunião ocorreu na manhã de terça (18)[/caption]
<p>Na manhã de terça-feira (18), o Inovatec UFSM Parque Tecnológico recebeu a reunião do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária(Mapa), realizada no coworking do Prédio 61H da UFSM. O evento contou com a presença de 11 autoridades que compõem a equipe do Mapa, incluindo membros de Brasília e da Superintendência Federal de Agricultura no Rio Grande do Sul (SFA/RS), além de representantes de diversas organizações, instituições e órgãos públicos do estado (sindicatos, Emater, prefeituras, câmaras de vereadores, associações comerciais e cooperativas). </p>
</div>
<div>
<p>O encontro teve como principais objetivos apresentar o Gabinete Itinerante e o Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul (PERSul) e identificar as principais demandas da região. O Gabinete Itinerante é uma iniciativa do PERSul, criado por meio da Portaria Mapa nº 638/2024, com a missão de fortalecer o agronegócio no Rio Grande do Sul e reparar danos, reafirmando o compromisso do Governo Federal com o setor agropecuário e a continuidade das atividades agrícolas no estado.</p>
</div>
<div>
<p>O superintendente da Agricultura e Pecuária do RS, José Cleber Dias de Souza, enfatizou o compromisso de visitar todas as regiões em situação de emergência e calamidade pública, coordenando equipes multidisciplinares para prestar atendimento a instituições, organizações, entidades públicas e representações do setor agropecuário e industrial. </p>
<p>Durante a reunião, o gerente regional da Emater, Guilherme Passamani, discutiu os impactos das recentes adversidades climáticas com dados levantados pelo instituto, enquanto o gerente regional do Sebrae/RS, Maico Fabiano Fernandes, apresentou o plano emergencial do Sebrae para apoiar micro e pequenas empresas afetadas.</p>
<p>O reitor da UFSM, Luciano Schuch, e o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom, também estiveram presentes no evento, enfatizando a relevância da visita do gabinete à região.</p>
</div>
<div>
<p>Após apresentações e discussões, os representantes municipais tiveram a oportunidade de expor as necessidades dos municípios. Essas informações e demandas serão regularmente reportadas ao Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. </p>
</div>
<div>
[caption id="attachment_66075" align="alignleft" width="562"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-e1718794480530.jpeg"><img class="wp-image-66075" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-e1718794480530.jpeg" alt="foto quadrada colorida de sete pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular branca" width="562" height="403" /></a> Encontro com o Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências[/caption]
<h3>Gabinete Itinerante se reúne com representantes do Care</h3>
</div>
<div>
<p>Ao final da reunião, o superintendente José Cleber Dias de Souza e o coordenador geral de Investimentos de Cooperação Internacional, Luiz Claudio de Santana e Caruso, se reuniram com o <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care&amp;source=gmail&amp;ust=1718877317363000&amp;usg=AOvVaw1xWugvfWH_PoViuBOnrAuz">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (Care)</a>, vinculado ao Gabinete do Reitor da UFSM, que têm o propósito de congregar grupos técnico-científicos a fim de apresentar projetos e soluções possíveis para o enfrentamento da crise climática. </p>
<p>Ainda na tarde de terça, o Gabinete seguiu um roteiro em Santa Maria, que incluiu uma reunião de apresentação, manifestações de lideranças locais e visitas para avaliar perdas e danos. Até sexta-feira (21), o Gabinete passará por São João do Polêsine, Agudo, Restinga Seca, Sobradinho e Arroio do Tigre, com o objetivo de mapear dificuldades materiais e identificar instituições que possam contribuir para a execução das ações do PERSul/MAPA.</p>
</div>
<div><i>Texto e foto: Jéssica Medeiros, assistente de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico</i></div>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
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