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				<title>II Geógrafas e Trajetórias: Geografias Feitas por Mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2026/07/29/ii-geografas-e-trajetorias-geografias-feitas-por-mulheres</link>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:06:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O Coletivo As Minas da Geo é formado por estudantes de graduação e pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Criado em 2022, a partir do Movimento de Mulheres As Minas da Geo (2016), tem como objetivo valorizar, incentivar e dar visibilidade às trajetórias e pesquisas de mulheres geógrafas. Diante das desigualdades [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>O Coletivo As Minas da Geo é formado por estudantes de graduação e pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Criado em 2022, a partir do Movimento de Mulheres As Minas da Geo (2016), tem como objetivo valorizar, incentivar e dar visibilidade às trajetórias e pesquisas de mulheres geógrafas.</div>
<div>
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<div>
<p>Diante das desigualdades de gênero e do machismo estrutural presentes no ambiente acadêmico, buscando fortalecer a presença das mulheres na ciência e promover uma Geografia mais plural, crítica e inclusiva. Apresentamos a <strong>2ª edição do evento "Geógrafas e Trajetórias: Geografia Feita por Mulheres"</strong>, ampliando o debate sobre a participação feminina na produção do conhecimento e destacando as contribuições das geógrafas para a pesquisa e a universidade pública. o evento acontecerá de forma híbrida, entre os dias 16 a 18 de setembro de 2026.  As inscrições estão abertas para todo Brasil e mundo, e são completamente gratuitas, além disso, as submissões de trabalhos estão abertas. </p>
<p><span style="color: #311873"><b>PROGRAMAÇÃO:</b></span></p>
<p>A programação contará com:</p>
<ul>
<li>Roda de conversa com o coletivo "As Minas da Geo" <span style="color: #9c00ff">(PRESENCIAL)</span></li>
<li>Mesa de Abertura: De onde vem as geografias feitas por mulheres? <span style="color: #ff00ff">(ONLINE)</span></li>
<li>Apresentação de trabalhos bloco 1 <span style="color: #ff00ff">(ONLINE) (submissões abertas)</span></li>
<li>Apresentação de trabalhos bloco 2 <span style="color: #9c00ff">(PRESENCIAL) (submissões abertas)</span></li>
<li>Mesa de debate: Por onde passam as geografias feitas por mulheres? A internacionalização de mulheres na geografia <span style="color: #ff00ff">(ONLINE)</span></li>
<li>Cine debate (<span style="color: #9c00ff">PRESENCIAL)</span></li>
<li>Saída de Campo<span style="color: #9c00ff"> (PRESENCIAL)</span></li>
<li>Mesa de Encerramento: Para onde vão as Geografias feitas por mulheres? <span style="color: #ff00ff">(ONLINE)</span></li>
</ul>
<div>A inscrição pode ser feita através do link:</div>
<div><a href="https://www.even3.com.br/ii-geografas-e-trajetorias-geografias-feitas-por-mulheres-758529/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.even3.com.br/ii-geografas-e-trajetorias-geografias-feitas-por-mulheres-758529/&amp;source=gmail&amp;ust=1785416230469000&amp;usg=AOvVaw3XIrW6jgQtOR3wGraH3Sux">https://www.even3.com.br/ii-<wbr />geografas-e-trajetorias-<wbr />geografias-feitas-por-<wbr />mulheres-758529/</a></div>
</div>
<div> </div>
<div>Esperamos você! </div>
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</div>
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<div> </div>
<div><img class="alignnone size-medium wp-image-1160" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2026/07/Material-4-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />                                                                                                   <img class="alignnone size-medium wp-image-1159" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2026/07/Material-3-1-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></div>
<div> </div>
<div> </div>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da Fiocruz e da UFSM defendem que América Latina e Caribe tenham soberania genômica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/26/pesquisadores-da-fiocruz-e-da-ufsm-defendem-que-america-latina-e-caribe-tenham-soberania-genomica</link>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:45:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina e caribe]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[genômica]]></category>
		<category><![CDATA[soberania genômica]]></category>
		<category><![CDATA[the lancet]]></category>
		<category><![CDATA[vigilância genômica]]></category>

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						<description><![CDATA[Artigo publicado na The Lancet argumenta que região precisa ter mais autonomia sobre dados genéticos ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Um artigo publicado na <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X26001201" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X26001201&amp;source=gmail&amp;ust=1782569263679000&amp;usg=AOvVaw1uHoqtqdNoFWHGn1VqqJoC">revista científica The Lancet</a> defende que países latino-americanos precisam deixar de ser apenas fornecedores de dados genéticos e comecem a controlar tecnologia, infraestrutura e benefícios da pesquisa genômica.</p>
<p>Por décadas, países da América Latina contribuíram com amostras biológicas, dados genéticos e participação em pesquisas internacionais. Segundo o texto, a região continua ocupando um papel desigual: ela fornece dados genômicos, enquanto países ricos concentram tecnologia, patentes e capacidade industrial.</p>
<p>No artigo “<em>Genomic sovereignty for health equity in Latin America and the Caribbean</em>” (em tradução livre “Soberania genômica para a equidade em saúde na América Latina e no Caribe”), os pesquisadores brasileiros Gabriel da Luz Wallau (UFSM e Fiocruz) e Túlio de Lima Campos (Fiocruz) defendem a criação de uma agenda de “soberania genômica” para a América Latina e o Caribe. A proposta é que os países da região tenham maior autonomia sobre seus dados genéticos e participem de forma mais justa dos benefícios gerados pela ciência.</p>
<p>Atualmente, a Fiocruz junto à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), tem utilizado a genômica para estudar patógenos, os  agentes biológicos (vírus e bactérias) capazes de invadir um organismo hospedeiro e provocar doenças. A genômica faz o papel da caracterização e identificação de vírus e doenças, podendo elencar a sua gravidade ao ser humano.<br /><br /><b>O que é soberania genômica?</b></p>
<p><b><br /></b>A ideia de soberania genômica parte do princípio de que informações genéticas, sejam elas humanas, de vírus ou bactérias, são recursos estratégicos para grandes potências farmacêuticas. Elas ajudam no desenvolvimento de vacinas, medicamentos, testes diagnósticos e sistemas de vigilância epidemiológica.</p>
<p>Durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, cientistas do mundo inteiro compartilharam rapidamente sequências genéticas do coronavírus. Isso acelerou o desenvolvimento de vacinas e permitiu monitorar variantes perigosas. Porém, muitos países latino-americanos enfrentaram atrasos no acesso às vacinas e pouca participação nas decisões globais sobre propriedade intelectual e produção farmacêutica. Wallau complementa: “existe um desbalanço, a gente gera informação para ajudar a responder um surto global, mas quando nós precisamos do retorno, nós não temos esse retorno, não na velocidade que nós precisamos”.  </p>
<p>O Tratado Pandêmico, que foi emitido pela Organização Mundial de Saúde após a pandemia Covid-19, traz ao debate como as grandes potências farmacêuticas detém o poder e se recusam a entrar em um consenso sobre compartilhamento de dados e distribuição igualitária de recursos.<br /><br /><b>Medicina de precisão pode aumentar desigualdades</b></p>
<p>O artigo dos pesquisadores Gabriel da Luz Wallau  e Túlio de Lima Campos também chama atenção para outro problema: a falta de diversidade genética nos grandes bancos de dados internacionais. Hoje, a maior parte das informações genéticas usadas pela medicina de precisão vem de populações europeias e norte-americanas. Isso significa que testes genéticos e ferramentas de diagnóstico podem funcionar pior em populações com diversidades genéticas maiores, como as latino-americanas.<br /><br />Na prática, uma variante genética considerada perigosa em europeus pode ser comum e inofensiva em brasileiros, por exemplo. O resultado pode ser o excesso de diagnósticos, erros clínicos ou tratamentos inadequados. Para os pesquisadores, investir em bancos genéticos regionais é essencial para reduzir desigualdades em saúde e tornar a medicina de precisão realmente eficiente para diferentes populações.<br /><br /><b>Dependência tecnológica</b></p>
<p><b><br /></b>Os autores argumentam que muitos países da região ampliaram a sua capacidade de sequenciamento genético durante a pandemia, mas continuam dependentes de infraestrutura estrangeira para a análise de dados, o armazenamento e o desenvolvimento tecnológico. Para Wallau, o Brasil se encontra em um estágio inicial de desenvolvimento: “nós somos um grande gerador de dados, mas a gente não consegue fazer os próximos passos”. Isso cria um modelo no qual países latino-americanos fornecem dados “brutos”, enquanto grandes centros internacionais transformam essas informações em produtos, tecnologias e patentes. “O desafio é garantir que o compartilhamento de dados também resulte em compartilhamento de poder, infraestrutura e tecnologia”, defendem os pesquisadores.<br /><br /><b>Ciência, saúde e geopolítica</b></p>
<p>A discussão sobre soberania genômica mostra como a ciência e a geopolítica estão cada vez mais conectadas. Dados genéticos deixaram de ser apenas material de pesquisa: hoje fazem parte de disputas econômicas, diplomáticas e tecnológicas. Para os autores, a questão central é garantir que a região da América Latina e do Caribe deixe de ser apenas fornecedora de amostras e passe a ocupar posição de liderança na produção científica global.</p>
<p><i>Texto: Laura Fedatto/Bolsista SCom CCNE<br />Edição: Wellington Hack/Bolsista SCom CCNE</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM recupera história dos Campos Neutrais e foca no turismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/projeto-da-ufsm-recupera-historia-dos-campos-neutrais-e-foca-no-turismo</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:47:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[campanha gaúcha]]></category>
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		<category><![CDATA[LabGeotec]]></category>
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		<category><![CDATA[região central]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa garantiu recursos do Senado para instalar réplicas históricas em seis municípios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73378" align="alignright" width="752"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Municipios_reduzido-1.jpg"><img class=" wp-image-73378" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Municipios_reduzido-1.jpg" alt="" width="752" height="627" /></a> Mapa histórico elaborado por José Varela Y Ulloa, chefe da Comissão Demarcadora espanhola, concluído em 1788[/caption]
<p>Em 1777, o Tratado de Santo Ildefonso, firmado por Espanha e Portugal, estabeleceu uma faixa neutra para encerrar a disputa territorial na área onde hoje é o Rio Grande do Sul. Dez anos depois, para demarcar os Campos Neutrais, foram instalados 10 marcos de pedra ao longo da então Coxilha Grande, que ficava entre Bagé e Santa Maria. Agora, um projeto liderado pela UFSM visa resgatar esse período histórico e fomentar o turismo e o desenvolvimento regional.</p>
<p>O projeto "Recuperação da memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul” surgiu a partir de pesquisas desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGeo) da UFSM, durante o doutorado em Geografia do pesquisador Adenilson Farias Zanini, sob a orientação do professor Waterloo Pereira Filho. Os estudos buscaram compreender a influência dos elementos geográficos na formação territorial do Rio Grande do Sul e revelaram a relevância histórica dos Campos Neutrais e dos Marcos Ibéricos para a organização do território gaúcho durante o século XVIII.</p>
<p>Concluído o doutorado, Zanini deu continuidade à pesquisa em estágio de pós-doutorado junto ao Laboratório de Geotecnologias (LabGeotec), vinculado ao PPGGeo. As pesquisas documentais, cartográficas e geoespaciais relacionadas à temática foram ampliadas. O pesquisador consultou mapas históricos, diários de demarcação, documentos e registros preservados em acervos nacionais e internacionais, o que permitiu reconstruir aspectos pouco conhecidos da ocupação e da organização territorial do estado.</p>
<p>A importância dos Campos Neutrais motivou a elaboração do projeto em andamento, que busca recuperar e valorizar a memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul. "A identificação, interpretação e divulgação do momento histórico relacionado com a demarcação dos Campos Neutrais e a instalação dos Marcos Ibéricos fortalece a importância de associar a relação dos elementos geográficos com a formação territorial gaúcha", destaca.</p>
<p>Com o avanço das tropas portuguesas, a partir de 1801, os marcos geográficos dos Campos Neutrais foram retirados, e com o passar do tempo, este período histórico foi sendo pouco lembrado.</p>
[caption id="attachment_73379" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-24-at-08.59.26.jpeg"><img class="wp-image-73379 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-24-at-08.59.26-e1782394425746-1024x691.jpeg" alt="" width="1024" height="691" /></a> Mapa de localização do Sítio dos Campos Neutrais e da Rota dos Marcos Ibéricos[/caption]
<h3>Réplicas dos marcos ibéricos serão instaladas</h3>
<p>Segundo Zanini, a proposta busca aproximar a população de sua própria história por meio da criação do “Sítio dos Campos Neutrais” e da “Rota dos Marcos Ibéricos”, associando pesquisa científica, educação patrimonial, turismo cultural e desenvolvimento regional em uma área que compreende os municípios de Santa Maria, Dilermando de Aguiar, São Gabriel, Lavras do Sul, Dom Pedrito e Bagé.</p>
<p>Como não foram localizados vestígios dos marcos instalados pelas comissões demarcadoras ibéricas em 1787, as pesquisas documentais permitiram identificar a localização aproximada. Nestes pontos, serão instaladas 10 réplicas dos marcos históricos, acompanhadas de sinalização física e digital, incluindo informações históricas acessíveis aos visitantes.</p>
<p>As próximas fases envolvem trabalhos de campo para validação dos locais, detalhamento técnico das instalações, ampliação das pesquisas documentais e articulação com os municípios para a implantação gradual da rota histórica e das estruturas de visitação.</p>
<p>Além da recuperação histórica, o projeto pretende disponibilizar novos conhecimentos para escolas, pesquisadores e gestores públicos, fortalecendo a identidade regional e ampliando a valorização do patrimônio cultural gaúcho.</p>
<p>O projeto de pesquisa e extensão conta com recurso oriundo de emenda parlamentar do Senado Federal, sob a rubrica do senador Hamilton Mourão. O montante é destinado à estruturação do projeto de pesquisa e extensão e ao desenvolvimento das ações de recuperação da memória histórica e cultural do Rio Grande do Sul. A <span style="font-size: revert;color: initial">Fundação de Apoio a Tecnologia e Ciência (Fatec) é responsável pelo gerenciamento e execução dos recursos do projeto. O prazo de execução estabelecido é, inicialmente, de dois anos, prorrogáveis pelo mesmo período, de acordo com a necessidade das partes envolvidas.</span></p>
<h3>Projeto foi apresentado e discutido em fórum regional</h3>
<p>O projeto "Recuperação da memória histórica e cultural das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul” foi apresentado e discutido durante fórum regional realizado no dia 19 de junho, no prédio da Reitoria da UFSM. Conforme Zanini, o diálogo entre Universidade, gestores públicos, pesquisadores e representantes da sociedade civil dos municípios envolvidos resultou no fortalecimento da articulação institucional necessária para a continuidade das ações previstas, consolidando o interesse regional em torno da recuperação da memória histórica dos Campos Neutrais e da implantação futura da Rota dos Marcos Ibéricos.</p>
<p>O encontro também permitiu ampliar a divulgação do projeto, sensibilizar gestores e lideranças locais quanto à importância do patrimônio histórico regional e reforçar a necessidade de atuação integrada entre os municípios para viabilizar ações de preservação cultural, educação patrimonial e desenvolvimento turístico.</p>
<h3>Patrimônio transformado em ativo cultural e econômico</h3>
<p>Para os municípios envolvidos, a iniciativa liderada pela UFSM representa uma oportunidade de valorizar um patrimônio histórico singular, fortalecer a identidade regional e criar novas possibilidades de desenvolvimento econômico por meio do turismo cultural. A proposta busca estruturar uma rede regional baseada na preservação da memória, na educação patrimonial e na circulação de visitantes, promovendo benefícios para setores como hospedagem, gastronomia, comércio, turismo rural e serviços.</p>
<p>"Mais do que recuperar fatos históricos, o projeto busca transformar esse patrimônio em um ativo cultural e econômico, capaz de contribuir para o desenvolvimento sustentável das regiões Centro e Campanha do Rio Grande do Sul", enfatiza o pesquisador.</p>
<p>Já para a UFSM, trata-se de mais uma oportunidade de transformar conhecimento científico em benefício direto para a sociedade, reforçando seu papel como instituição pública comprometida com a pesquisa, a extensão universitária e o desenvolvimento regional.</p>
<p>A iniciativa fortalece também a atuação do LAbGeotec e do PPGGeo como referências na produção de conhecimento sobre o território gaúcho, demonstrando a capacidade da universidade de gerar impactos que ultrapassam os limites acadêmicos. "O LabGeotec desempenha papel central na execução do projeto, integrando técnicas de geoprocessamento, cartografia histórica, georreferenciamento e análise espacial para identificação dos locais históricos e desenvolvimento das ações previstas. Já o PPGGeo fornece a base acadêmica e científica que sustenta o projeto, fortalecendo a integração entre pesquisa, ensino e extensão universitária e ampliando a inserção social do conhecimento produzido pela UFSM", salienta Zanini.  </p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em><br /><em>Artes: Adenilson Zanini e Rafael Zini Ouriques</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM recebem placa de reconhecimento da Anvisa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/pesquisadores-da-ufsm-recebem-placa-de-reconhecimento-da-anvisa</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:33:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
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		<category><![CDATA[PPGCTA]]></category>
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		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[Professores Érico Flores e Juliano Barin foram condecorados na comemoração dos 100 anos da Farmacopeia Brasileira]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Os professores Érico Flores e Juliano Smanioto Barin, pesquisadores dos programas de pós-graduação em Química (PPGQ) e em Ciência e Tecnologia dos Alimentos (PPGCTA) da UFSM, foram agraciados no dia 17 de junho com uma placa em reconhecimento institucional da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pelos trabalhos prestados durante a celebração dos 100 anos da Farmacopeia Brasileira.</p>
<p>O evento ocorreu de 17 a 18 de junho, em Brasília, e reuniu autoridades da Anvisa, da <a href="https://cienciasfarmaceuticas.org.br/retrospectiva/abertura-da-exposicao-comemorativa-100-anos-da-farmacopeia-brasileira-na-sede-da-anvisa/">Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil (ACFB)</a> e delegados do 16º Encontro Mundial das Farmacopeias. As comemorações e solenidades de abertura contaram com a presença de convidados de destaque nacional e internacional, incluindo autoridades regulatórias nacionais, membros da diretoria colegiada da Anvisa, diretores, vice-presidentes e acadêmicos da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil (ACFB), comitivas internacionais com representantes das farmacopeias americana, britânica, europeia, indiana, japonesa, mexicana, sul-coreana e da organização mundial da saúde (OMS), além de apoiadores institucionais como representantes de entidades parceiras do setor, como Interfarma, Sindusfarma e PróGenérico.</p>
<p>Atualmente, Érico é o coordenador nacional do Comitê Técnico Temático de Insumos Farmacêuticos e membro titular do Comitê Gestor da Farmacopeia Brasileira, e Barin é o coordenador do Grupo de Trabalho sobre Impurezas Elementares, também da FB/Anvisa.</p>
<p>A placa de reconhecimento foi entregue aos docentes pelo reconhecimento pela sua atuação e contribuições científicas na área de desenvolvimento e avaliação de métodos analíticos para fármacos e excipientes envolvendo o uso de radiação micro-ondas e de ultrassom para a posterior determinação de metais e não metais, especialmente de impurezas elementares, em diversos tipos de amostras de interesse farmacêutico, industrial e também de alimentos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GEGTA promove Colóquio e lançamento de livro sobre Matopiba</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2026/06/17/gegta-promove-coloquio-e-lancamento-de-livro-sobre-matopiba</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:19:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Página Inicial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=7345</guid>
						<description><![CDATA[O evento realizará mesa redonda para debate da publicação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>

<!-- wp:image {"id":7347,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
</p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/06/MESA-REDONDA-1.jpg" alt="" /></figure>
<p>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>O Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho e Ambiente (GEGTA), vinculado ao Departamento de Geociências UFSM, promove o Colóquio “Dinâmicas Socioambientais do Matopiba: Contribuições para o ensino de Geografia do Brasil". A mesa redonda e o lançamento da publicação acontece na terça-feira, 22 de junho, às 17h, no Canal GEGTA no Youtube.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>O evento conta com a presença dos palestrantes Carlos Alberto Feliciano, Fernando C. de Macedo Mota e Vicente Eudes Lemos Alves; e mediação do professor do curso de Geografia e autor do livro, Eduardo Schiavone Cardoso. Para emissão de certificado, é necessário realizar inscrição durante o evento.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Link da transmissão:</strong> <a href="https://www.youtube.com/@gegta-ufsm">https://www.youtube.com/@gegta-ufsm</a></p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da UFSM ministra conferência plenária em congresso na Grécia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/12/pesquisador-da-ufsm-ministra-conferencia-plenaria-em-congresso-na-grecia</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:26:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73209</guid>
						<description><![CDATA[Érico Flores foi o único brasileiro a apresentar conferência no Encontro da Sociedade Europeia de Sonoquímica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73210" align="alignright" width="521"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Erico.jpg"><img class="wp-image-73210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Erico.jpg" alt="" width="521" height="392" /></a> Docente apresentou trabalhos desenvolvidos por grupos da UFSM[/caption]
<p>O professor do Departamento de Química da UFSM Érico Flores foi um dos quatro pesquisadores internacionais convidados a apresentar uma conferência plenária durante o <a href="https://ess19.com/" target="_blank" rel="noopener">19th Meeting of the European Society of Sonochemistry</a> (19th ESS, 19º Encontro da Sociedade Europeia de Sonoquímica), realizado de 25 a 29 de maio na cidade de Chania, na ilha de Creta, Grécia. Estiveram presentes os principais pesquisadores em nível mundial na área de ultrassom e sonoquímica, com palestrantes da Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, Canadá, Japão, França, entre outros.</p>
<p>O ESS tem sido organizado pela Sociedade Europeia de Sonoquímica há várias décadas e atualmente é o mais tradicional evento internacional na área de ultrassom aplicado a reações e processos químicos. Nesse contexto, o grupo de pesquisa liderado pelo professor Érico na UFSM tem sido frequentemente convidado para palestras, nas quais os trabalhos mais recentes são apresentados e discutidos com pesquisadores de renome internacional.</p>
<p>Na Grécia, Érico ministrou a conferência plenária intitulada “<em>New advances in ultrasound based water treatment and green synthesis of metallic nanoparticles</em>” (“Novos avanços no tratamento de água baseado em ultrassom e para a síntese verde de nanopartículas metálicas”), apresentando os principais avanços e aplicações de sistemas de ultrassom de alta potência na área de tratamento de água para substâncias resistentes e também para novos tipos de síntese de nanomateriais.</p>
<p>Entre outras atividades, o grupo de pesquisa coordenado por Érico, dos programas de pós-graduação em Química (PPGQ) e em Engenharia Química (PPGEQ), tem sido frequentemente recebido destaque como referência na América do Sul na área de sonoquímica, contando com depósito de patentes, várias publicações de artigos científicos em revistas internacionais de alto impacto, além de capítulos de livros em cooperação com empresas e grupos de pesquisa do exterior.</p>
<p>A participação de pesquisadores em eventos de alto nível tem sido o resultado das ações de internacionalização e de inovação dos integrantes do Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (Laqia) e do Laboratório de Estudos em Petróleo (Cepetro), ambos vinculados ao Departamento de Química da UFSM.</p>
<p>Os seguintes pesquisadores também fazem parte da equipe responsável pela pesquisa apresentada no evento: professores Cezar Bizzi, Fábio Duarte, José Neri Paniz, Paola Mello, Rochele Picoloto e Rodrigo Bolzan, além do professor Juliano Barin, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, e dos pós-doutorandos Altevir R. Viana, Gabriel T. Druzian, Mariele S. Nascimento e Thiago C. Pereira.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da pós-graduação da UFSM ministram palestras em workshop sobre preparo de amostras na UFPel</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/28/pesquisadores-da-pos-graduacao-da-ufsm-ministram-palestras-em-workshop-sobre-preparo-de-amostras-na-ufpel</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:27:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCTA]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeq]]></category>
		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>
		<category><![CDATA[preparo de amostras]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73019</guid>
						<description><![CDATA[PPGQ, PPGEQ e PPGCTA tiveram participação de destaque no evento, com docentes e estudantes participando, coordenando atividades e ministrando conferências]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73020" align="alignright" width="517"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/quim.jpg"><img class=" wp-image-73020" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/quim.jpg" alt="" width="517" height="383" /></a> Professor Osmar Damian Prestes, do Departamento de Química e PPGQ, coordenou atividades experimentais no XIV WPA[/caption]
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Um dos mais tradicionais eventos da área de química analítica no país, o XIV Workshop sobre Preparo de Amostras (WPA) aconteceu de 11 a 14 de maio, na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O evento, que já foi organizado duas vezes na UFSM, reúne os principais pesquisadores da área no Brasil e traz nomes experientes e renomados de outros países para palestras e treinamento práticos, num formato diferenciado de evento científico. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Nesta edição, pesquisadores dos Programas de Pós-Graduação em Química (PPGQ), Engenharia Química (PPGEQ) e em Ciência e Tecnologia dos Alimentos (PPGCTA) da UFSM ministraram palestras e coordenaram demonstrações práticas, empregando sistemas modernos para o preparo de amostras para posterior análise empregando técnicas instrumentais.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">A UFSM destacou-se pela expressiva participação, com mais de 20 estudantes e docentes. No primeiro dia de apresentação de conferências, o professor Juliano S. Barin (PPGCTA), ministrou a conferência “Emprego de ácidos diluídos no preparo de amostras”. Juliano, juntamente com o professor Cezar A. Bizzi (PPGQ), também presente no evento, foi um dos pioneiros no Brasil trabalhando com o emprego de reagentes diluídos para diversas aplicações, ambos possuindo diversas publicações científicas nesse tema, em periódicos internacionais de alto impacto.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">No dia 13, o professor Renato Zanella (PPGQ) apresentou a conferência “Preparo de amostras de alimentos para a determinação de resíduos de agrotóxicos”, destacando a temática da determinação de pesticidas, em que a UFSM é referência, possuindo um dos laboratórios mais equipados e diversificados para tais análises no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Em seguida, a professora Paola A. Mello (PPGQ e PPGEQ) abordou o “Uso de ultrassom como estratégia alternativa no preparo de amostras: possibilidades e limitações”, em que discutiu esta vertente, na qual a UFSM acumula experiência e vem trazendo contribuições importantes à comunidade científica nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Já o professor Érico M. M. Flores, pesquisador do PPGQ e PPGEQ, apresentou a palestra de encerramento do evento, intitulada “Sistemas de combustão para a determinação de metais e não metais”, na qual abordou o uso da técnica de combustão como alternativa versátil para o preparo de amostras, apresentando o <em>know-how</em> da UFSM no tema, com experiência acumulada e patente concedida em dezenas de país, equipamento comercial para uso da técnica. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Além das conferências apresentadas, pesquisadores, pós-doutorandos e alunos do PPGQ ministraram atividades práticas, que ocorreram sempre no período da tarde, ao longo desse evento. Nessas atividades, o professor Osmar Prestes (PPGQ) coordenou a sessão intitulada “Extração de resíduos de pesticidas”, em que o estado da arte dos procedimentos de extração de compostos orgânicos de diversas matrizes foi demonstrado aos participantes, que receberam treinamento para a execução adequada de protocolos, alinhados às mais atuais tendências. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Ainda, o pesquisador de pós-doutorado no PPGQ, Gabriel T. Druzian coordenou o roteiro “Combustão iniciada por micro-ondas e decomposição assistida por radiação ultravioleta” e a pesquisadora (também pós-doutoranda no programa) Mariele S. Nascimento, coordenou o roteiro que abordou a “Moagem criogênica, sistemas de purificação de reagentes e decomposição com aquecimento convencional”. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Vinícius P. Souza, estudante de doutorado do PPGQ da UFSM, que integrou a Comissão de Apoio do evento e participou das atividades, relatou que “esta foi uma experiência muito enriquecedora, pois além de assistir a palestras ministradas por pesquisadores de reconhecimento nacional e internacional, abordando os conceitos teóricos, foi possível também visualizar, na prática, a aplicação de tais conhecimentos”.</span></p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM cria atlas geoambiental de cidades gaúchas </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/atlas-geoambiental-rs</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:47:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[atlas]]></category>
		<category><![CDATA[atlas geoambiental]]></category>
		<category><![CDATA[atlas municipal]]></category>
		<category><![CDATA[bacia ibuí]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[LAGEOLAM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72916</guid>
						<description><![CDATA[Desenvolvida pelo Lageolam da UFSM, a iniciativa reúne mapas, fotografias e dados históricos para ajudar municípios a compreenderem o próprio território 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4893-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida de três atlas geoambientais sob uma mesa de fundo claro. Os atlas estão fechados e têm capas com fotos de acidentes geográficos e fundos em azul claro, azul escuro e laranja" />											<figcaption>Ao todo são 10 atlas publicados pelo grupo de pesquisa</figcaption>
										</figure>
		<p>Marcada pela presença de rios, diferentes formações de relevo e uma rica diversidade ambiental, a região da bacia hidrográfica do Ibicuí reúne alguns dos principais patrimônios naturais do oeste do Rio Grande do Sul. Com mais de 35 mil km² de extensão, a região abrange municípios como Santiago, Cacequi e Santa Maria, conectando características geográficas, históricas e socioambientais que ajudam a compreender a dinâmica do território gaúcho. É nesse contexto que o Laboratório de Geologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Lageolam, desenvolve os Atlas Geoambientais Municipais, coleções que reúnem mapas, imagens, fotografias e dados sobre os municípios da região. </p><p>Ao todo, a iniciativa já mapeou 10 municípios gaúchos. Segundo o coordenador do Lageolam Luis Eduardo Robaina, o objetivo inicial era fazer com que os atlas fossem utilizados pelo poder público para a gestão de políticas no território do município. Mas, a partir de 2018, os atlas também chegaram às salas de aula. Cada material produzido recebe uma versão didática com exercícios e jogos com foco no público escolar. A iniciativa aumentou o interesse dos municípios no trabalho realizado pelo grupo de pesquisa. </p><p>Os cadernos didáticos são personalizados de acordo com as características de cada local. No material de São Martinho da Serra, por exemplo, a apresentação é feita pela Cruz Missioneira, símbolo presente no brasão municipal. Já em Nova Esperança do Sul, a “guia” é a Gruta Subterrânea Nossa Senhora de Fátima, importante ponto turístico local.</p><p>Na universidade, a produção do material também recebe papel didático importante. Para o doutorando em Geografia, Eric Beilfuss, participar da elaboração dos atlas geoambientais foi uma experiência marcante tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal. De acordo com o estudante, o projeto permitiu unir áreas da Geografia que sempre teve interesse em vivenciar na prática, como cartografia e geoprocessamento. “Foi uma experiência muito importante porque consegui participar de todas as etapas da produção, desde a coleta de dados até a elaboração dos mapas”, destaca.</p><p>Eric também comenta que o trabalho contribuiu para ampliar sua percepção sobre o papel social da universidade e da pesquisa científica. Um dos exemplos citados por ele é o Atlas Geoambiental de Jari, objeto de pesquisa de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Para ele, a experiência mostrou como o conhecimento produzido dentro da universidade pode alcançar diretamente a comunidade. “Foi muito importante perceber como a pesquisa pode sair de dentro da universidade e chegar até as pessoas, hoje os atlas são usados dentro de salas de aula, por exemplo”, afirma.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4900-1024x683.jpg" alt="Imagem vertical colorida de mãos segurando um atlas geoambiental aberto, nas páginas estão mapas do município de São Borja em verde" />											<figcaption>As coleções reúnem mapas, imagens, fotografias e dados sobre os municípios da região, como o de São Borja</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Como o atlas é feito?</strong></h3>
<p>Em suas páginas, estão organizadas informações históricas, socioeconômicas e ambientais, como rede hidrográfica, relevo, geologia, tipos de solo, uso e ocupação da terra, vegetação original e divisões geoambientais, oferecendo um panorama amplo das características e transformações do município retratado.</p>
<p>A elaboração dos atlas começa com a análise de diferentes bases de dados geográficos e ambientais. Para isso, a equipe do Lageolam utiliza ferramentas como sensoriamento remoto, técnica que permite obter imagens do território à distância, cartas topográficas e imagens de satélite, que ajudam a identificar características naturais e urbanas dos municípios.</p>
<p>Depois da etapa inicial, os pesquisadores realizam trabalhos de campo para complementar as informações coletadas digitalmente. Durante as visitas aos municípios, a equipe registra fotografias, coleta amostras de solos e rochas, e analisa elementos da paisagem, como relevo, vegetação, hidrografia e áreas de ocupação urbana e rural.</p>
<p>A produção dos atlas varia conforme o envolvimento de cada município e da disponibilidade de informações locais. Conforme o professor Romário Trentin, integrante do Lageolam, quando há maior participação das prefeituras, escolas e comunidades, o material incorpora conteúdos mais específicos e aprofundados sobre a realidade local. Em outros casos, a equipe precisa buscar os dados de forma independente, recorrendo a instituições públicas, bibliotecas e museus.</p>
<p>Além disso, o grupo também utiliza pesquisas feitas na UFSM. "Nós já temos muitos trabalhos acadêmicos realizados na região. Temos 30 anos de pesquisa na Bacia do Ibicuí. Então nós conhecemos o território. O diferencial do Atlas é a forma como essas informações são apresentadas", destaca Robaina.&nbsp;</p>
<h3><b>São Borja foi o primeiro município contemplado com a iniciativa</b></h3>
<p>O curso de Geografia da UFSM sempre produziu mapas variados dos municípios gaúchos. No entanto, o poder público tinha dificuldade de trabalhar com esses mapas por falta de corpo técnico qualificado e, também, pelo fato de mapas da bacia hidrográfica representarem os cursos d’água sem os limites territoriais dos municípios.</p>
<p>Então, em 2007, a Prefeitura de São Borja solicitou ao Lageolam uma apresentação de todos os tipos de mapas que o Lageolam havia feito sobre o município, um atlas. Este foi o primeiro do tipo a ser desenvolvido pelo laboratório. Para tornar os atlas mais fáceis de compreender para os gestores públicos, eles passaram a trabalhar utilizando como referência os limites territoriais, mas sem deixar de incluir as bacias hidrográficas presentes dentro dos territórios.&nbsp;</p>
<p>De acordo com o docente, o projeto atuou inicialmente em municípios menores da região com o objetivo de prestar apoio técnico no mapeamento das características físicas de seus territórios. "Santa Maria, por exemplo, tem um corpo técnico e já possui informações sobre seu território. Já esses municípios com os quais trabalhamos têm muito mais dificuldade para conseguir apoio técnico”, explica Robaina.&nbsp;</p>
<p>Todos os atlas desenvolvidos pelo grupo estão disponíveis e podem ser acessados de forma gratuita no <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/cartilha">site do laboratório</a>.&nbsp;</p>
<p>Texto: Bernardo Salcedo, jornalista, e João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias&nbsp;</p><p>Fotos: Gabriele Mendes, estudante de jornalismo e estagiária na Agência de Notícias&nbsp;</p><p><b>Edição</b>: Mariana Henriques e Maurício Dias, jornalistas da Agência de Notícias</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da Química e Engenharia Química da UFSM é homenageado com destaque em evento nacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/pesquisador-da-quimica-e-engenharia-quimica-da-ufsm-e-homenageado-com-destaque-em-evento-nacional</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:44:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeq]]></category>
		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72905</guid>
						<description><![CDATA[Professor Érico Flores foi um dos condecorados na comemoração dos
30 anos de evento nacional de química]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72906" align="alignright" width="307"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Sem-titulo.jpg"><img class=" wp-image-72906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Sem-titulo.jpg" alt="" width="307" height="409" /></a> Érico Flores foi homenageado[/caption]
<p>De 11 a 14 de maio aconteceu a celebração dos 30 anos de um dos mais importantes eventos da área de química analítica no Brasil. O XIV Workshop sobre Preparo de Amostras (WPA), organizado pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), reuniu os principais especialistas na área de preparo de amostras, incluindo pesquisadores do exterior.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Nessa última edição do WPA, o professor Érico Flores, orientador do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) e de Engenharia Química (PPGEQ) da UFSM, foi um dos homenageados, recebendo uma placa de reconhecimento pela sua atuação e contribuições científicas na área de preparo de amostras, envolvendo o uso de radiação micro-ondas e de ultrassom para a posterior determinação de metais e não metais em diversos tipos de amostras de interesse ambiental, farmacêutico, industrial e de alimentos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Atualmente, estamos na vanguarda do desenvolvimento de vários métodos avançados para o preparo de amostras, estando à frente de países com grande tradição nessa área, como os Estados Unidos, Alemanha, Espanha e França”, destaca Érico. Segundo ele, isso traz, além da visibilidade nacional e internacional, a possibilidade de novas cooperações com grupos de pesquisa e com empresas no Brasil e no exterior.</p>
<p>Além do professor Érico, único homenageado da região sul do Brasil, também foram homenageados pesquisadores da USP, UFSCar, UFBA, UESB, Embrapa e de empresas do Brasil e do exterior (Áustria, Estados Unidos e Itália).</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCNE inaugura banco vermelho, o 10º do Campus Sede da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/ccne-inaugura-banco-vermelho-o-10o-do-campus-sede-a-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:20:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[banco vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72894</guid>
						<description><![CDATA[Momento simbólico recorda a luta feminina pela vida e pelo respeito na sociedade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72895" align="alignright" width="582"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE.jpg"><img class=" wp-image-72895" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE.jpg" alt="" width="582" height="388" /></a> Inauguração ocorreu na quarta-feira (20)[/caption]
<p>Na última quarta-feira (20), o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM realizou a inauguração do banco vermelho. Localizado na lateral do Prédio 13, em área aberta, o banco foi posicionado em um local com ampla circulação de pessoas da comunidade acadêmica e externa, ampliando a visibilidade da campanha de conscientização sobre violências de gênero na sociedade.</p>
<p>Durante a cerimônia, a reitora da UFSM, professora Martha Adaime, destacou a importância da instalação do banco e do momento simbólico de inauguração para recordar a luta feminina pela vida e pelo respeito na sociedade. Martha, que já foi diretora do CCNE, também lembrou das dificuldades que professoras, técnico-administrativas em educação e estudantes mulheres enfrentam no ambiente acadêmico, especialmente na caminhada para alcançar e permanecer em cargos estratégicos e de poder em universidades e na sociedade.</p>
<p>Para a professora Laís Loose, docente do departamento de Estatística da UFSM e integrante do <a href="https://www.instagram.com/guriastecufsm/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/guriastecufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1779458689150000&amp;usg=AOvVaw2CSI_-3BJXWKnoXhpSJVZ1">projeto de extensão GuriasTech</a>, não basta apenas atrair meninas para as áreas de ciências exatas, engenharias e tecnologias, sendo necessário o movimento de consolidar um ambiente seguro para sua permanência. A docente enfatizou a importância de ações que incentivem mais mulheres a ingressar e permanecer na UFSM, garantindo o desenvolvimento do conhecimento científico e humano em suas atividades acadêmicas e profissionais.</p>
<p>Cristiane Amoretti, secretária executiva do Setor de Apoio Pedagógico do CCNE, afirmou que não se pode pensar em uma universidade mais plural sem ações de conscientização e de promoção da igualdade de gênero no ambiente acadêmico. Para Cristiane, ações como o banco vermelho, que recordam vidas impedidas de se desenvolver, mostram que há um longo caminho a ser trilhado em busca de ambientes com mais respeito e possibilidades para meninas e mulheres na sociedade.</p>
<p>Participaram do evento de inauguração representantes do Gabinete da Reitoria, Pró-Reitoria de Extensão, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Pró-Reitoria de Graduação, Casa Verônica, docentes, TAES e estudantes do CCNE e de outros Centros acadêmicos da UFSM.</p>
<h3>Sobre o banco vermelho</h3>
<p>A campanha do Banco Vermelho é um convite à reflexão, ao acolhimento e à responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais segura, justa e igualitária - especialmente para as mulheres. Criada em 2016, na Itália, a campanha se espalhou pelo mundo para chamar a atenção para as diversas violências de gênero que acometem a sociedade.</p>
<p>A cerimônia de inauguração do banco vermelho no CCNE marcou a instalação do 10º banco no campus da UFSM Santa Maria.</p>
<p><em>Texto: Subdivisão de Comunicação do CCNE</em><br /><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Banco Vermelho é inaugurado no CCNE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2026/05/21/banco-vermelho-e-inaugurado-no-ccne</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:49:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=7231</guid>
						<description><![CDATA[Cerimônia marcou o compromisso do CCNE e da UFSM no enfrentamento às violências de gênero na academia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última quarta-feira, 20, o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM realizou a inauguração do Banco Vermelho. Localizado na lateral do Prédio 13, em área aberta, o Banco foi posicionado em um local com ampla circulação de pessoas da comunidade acadêmica e externa, ampliando a visibilidade da campanha de conscientização sobre violências de gênero na sociedade.</p><p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE_Martha.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE_Martha-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Durante a cerimônia, a reitora da UFSM, professora Martha Adaime, destacou a importância da instalação do Banco e do momento simbólico de inauguração para recordar a luta feminina pela vida e pelo respeito na sociedade. Martha, que já foi diretora do CCNE, também lembrou das dificuldades que professoras, técnicas-administrativas em educação e estudantes mulheres enfrentam no ambiente acadêmico, especialmente na caminhada para alcançar e permanecer em cargos estratégicos e de poder em universidades e na sociedade.</p><p>Para a professora Laís Loose, docente do departamento de Estatística da UFSM e integrante do<a href="https://www.instagram.com/guriastecufsm/"> projeto de extensão GuriasTech</a>, não basta apenas atrair meninas para as áreas de ciências exatas, engenharias e tecnologias, sendo necessário o movimento de consolidar um ambiente seguro para sua permanência. A docente enfatizou a importância de ações que incentivem mais mulheres a ingressar e permanecer na UFSM, garantindo o desenvolvimento do conhecimento científico e humano em suas atividades acadêmicas e profissionais. </p><p>Cristiane Amoretti, secretária executiva do Setor de Apoio Pedagógico do CCNE, afirmou que não podemos pensar em uma universidade mais plural sem ações de conscientização e de promoção da igualdade de gênero no ambiente acadêmico. Para Cristiane, ações como o Banco Vermelho, que recordam vidas impedidas de se desenvolver, mostram que há um longo caminho a ser trilhado em busca de ambientes com mais respeito e possibilidades para meninas e mulheres na sociedade. </p>[caption id="attachment_7232" align="alignleft" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></a> Evento reuniu representantes de diversas unidades acadêmicas da UFSM. Foto: Luis Ferraz/CCNE[/caption]<p>Participaram do evento de inauguração representantes do Gabinete da Reitoria, Pró-Reitoria de Extensão, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Pró-Reitoria de Graduação, Casa Verônica, docentes, TAES e estudantes do CCNE e de outros Centros acadêmicos da UFSM.</p><p><b>SOBRE O BANCO VERMELHO</b></p><p>A campanha do Banco Vermelho é um convite à reflexão, ao acolhimento e à responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais segura, justa e igualitária - especialmente para as mulheres. Criada em 2016, na Itália, a campanha se espalhou pelo mundo para chamar a atenção para as diversas violências de gênero que acometem a sociedade.</p><p>A cerimônia de inauguração do Banco Vermelho no CCNE marcou a instalação do 10.º banco no <i>campus</i> da UFSM Santa Maria.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM participa de intercâmbio educacional na China</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/19/professora-da-ufsm-participa-de-intercambio-educacional-na-china</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:48:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[profmat]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72866</guid>
						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Matemática integrou organização da delegação brasileira formada por professores premiados na Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72867" align="alignright" width="551"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000392539-1024x576.jpg" alt="" width="551" height="310" /> Delegação brasileira reuniu 19 professores de diferentes regiões do país[/caption]
<p data-start="1812" data-end="2200">A professora Carmen Vieira Mathias, do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), participou, entre os dias 2 e 17 de maio, de um intercâmbio pedagógico e cultural na China, atuando como uma das responsáveis pela organização e logística da delegação brasileira formada por professores medalhistas da Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil (OPMBR).</p>
<p data-start="2202" data-end="2654">Além das atividades desenvolvidas na UFSM, Carmen exerce a função de vice-coordenadora nacional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat), programa gerido pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). A atuação no programa possibilitou sua participação na organização da OPMBR, iniciativa que reconhece e premia professores de Matemática de todo o país pelas práticas pedagógicas desenvolvidas em suas escolas e comunidades.</p>
<h3 data-start="2656" data-end="3147">Internacionalização</h3>
<p data-start="2656" data-end="3147">A missão internacional reuniu 19 professores medalhistas de ouro da olimpíada, oriundos de diferentes regiões do Brasil, reconhecidos pelo trabalho desenvolvido na educação básica. O intercâmbio teve como principal base a cidade de Xangai, onde a delegação participou de uma programação organizada pelo Centro UNESCO-TEC para Formação de Professores, instituição vinculada à UNESCO e reconhecida internacionalmente pelas pesquisas e práticas voltadas à educação e ao desenvolvimento docente.</p>
<p data-start="3149" data-end="3660">Durante a estadia, os participantes realizaram visitas e atividades acadêmicas em diferentes instituições de ensino chinesas, incluindo a Fudan University, uma das universidades mais prestigiadas do país, além de escolas de referência em Xangai. Os professores brasileiros acompanharam aulas, conheceram metodologias de ensino, participaram de discussões pedagógicas e também apresentaram práticas desenvolvidas no Brasil, promovendo trocas de experiências entre educadores dos dois países.</p>
<p data-start="3662" data-end="4052">Um dos principais focos do intercâmbio foi o estudo do <em data-start="3717" data-end="3749">Teaching Research Group System</em>, modelo chinês voltado à formação continuada e ao trabalho colaborativo entre professores. O sistema prioriza o planejamento coletivo de aulas, a observação entre pares e a revisão constante das práticas pedagógicas, buscando soluções conjuntas para desafios relacionados à aprendizagem dos estudantes.</p>
<p data-start="4054" data-end="4446">A programação também incluiu seminários sobre políticas educacionais em Xangai, momentos de reflexão coletiva e atividades conduzidas pelos próprios professores brasileiros nas escolas chinesas. Na segunda etapa da missão, realizada em Pequim, a delegação participou de atividades culturais e visitas a marcos históricos do país, ampliando as experiências de intercâmbio acadêmico e cultural.</p>
<p data-start="4448" data-end="4852">Segundo Carmen, a experiência contribuiu para ampliar perspectivas sobre formação docente e inovação pedagógica, além de fortalecer redes de colaboração internacional entre educadores brasileiros e chineses. Entre os principais aprendizados, destacam-se a valorização da carreira docente, o investimento em formação continuada e o planejamento colaborativo como estratégia para qualificar o ensino.</p>
<p data-start="548" data-end="921">Nos próximos meses, os professores participantes do intercâmbio também estarão envolvidos nas ações do programa nacional <em data-start="669" data-end="698">Compromisso Toda Matemática</em>, política pública voltada ao fortalecimento da aprendizagem de Matemática na educação básica.</p>
<p data-start="3337" data-end="3838">Nesse cenário, as experiências e os conhecimentos compartilhados durante a missão internacional poderão contribuir para debates e ações formativas relacionadas à formação continuada de professores, acompanhamento pedagógico e práticas inovadoras de ensino. “A experiência vivenciada na China torna-se ainda mais relevante porque possibilita trazer ao debate educacional brasileiro reflexões sobre formação continuada de professores, planejamento colaborativo, acompanhamento pedagógico e práticas inovadoras de ensino. Muitas das práticas observadas durante o intercâmbio podem inspirar ações no contexto brasileiro, especialmente no fortalecimento do trabalho coletivo entre professores, na criação de espaços permanentes de estudo pedagógico e na ampliação de estratégias que promovam maior protagonismo dos estudantes no processo de aprendizagem. Os conhecimentos e experiências compartilhados durante o intercâmbio poderão contribuir diretamente para as discussões e ações formativas desenvolvidas no âmbito dessa política nacional, fortalecendo o compromisso coletivo com uma educação matemática mais inclusiva, significativa e transformadora”, avalia a docente.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico da UFSM passa a integrar rede internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/jardim-botanico-da-ufsm-passa-a-integrar-rede-internacional</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:01:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioma pampa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72851</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 40 anos de atuação, o espaço agora faz parte da BGCI, organização que reúne jardins botânicos de mais de 100 países e fortalece ações de pesquisa e preservação da biodiversidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Design-sem-nome-2-1024x576.jpg" alt="Foto colorida na horizontal que mostra, ao centro, uma moldura digital preta com o certificado oficial da Botanic Gardens Conservation International (BGCI), que reconhece o Jardim Botânico da UFSM como membro da organização. O certificado aparece em tom de verde claro, com escritos em branco e a logo da BGCI no topo, em inglês. Ao fundo da moldura, aparece uma árvore do jardim com folhas secas em tons alaranjados misturadas a folhas verdes." />													
		<p>O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passou a integrar a Botanic Gardens Conservation International (BGCI), organização internacional que reúne jardins botânicos de mais de 100 países. Localizado no prédio 13F do cam´pus sede e vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), o espaço divulgou a novidade em suas redes sociais no dia 7 de maio. A conquista representa um marco para o Jardim Botânico, que agora passa a fazer parte de uma rede global voltada à conservação da biodiversidade vegetal.</p><p>De acordo com a diretora do Jardim Botânico, Simone Messina Gomez, a integração à rede internacional é um objetivo de longa data da gestão e deve contribuir diretamente para o desenvolvimento das atividades de conservação e pesquisa realizadas na universidade. “A BGCI atua na conservação da biodiversidade em nível mundial e nos oferece referenciais e modelos a seguir. Ainda temos muito a aprender sobre práticas de conservação com eles”, destaca a diretora. </p><p>Fundada em 1987, no Reino Unido, a BGCI é uma organização independente voltada à preservação da diversidade vegetal. A entidade reúne jardins botânicos e centros de conservação de diferentes nações, promovendo ações de pesquisa, educação ambiental e proteção de espécies ameaçadas. Entre os principais objetivos da organização está o desenvolvimento de estratégias para reduzir os riscos de extinção de plantas e fortalecer iniciativas de conservação da biodiversidade em escala global. </p><p>Para a gestora do jardim da UFSM, esse suporte se torna ainda mais relevante diante dos impactos das mudanças climáticas. “Muitas plantas começam a diminuir ou até entrar em extinção por causa das mudanças climáticas. A BGCI cria metodologias para que os jardins botânicos possam atuar nessa conservação”, explica Simone.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4355-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra, ao centro, uma placa retangular vermelha com a inscrição “Bem Vindos” em letras brancas. A placa está pendurada por cordas em um galho de árvore que atravessa a parte superior da foto. Ao fundo, aparece uma área arborizada com folhas em tons de verde, amarelo e alaranjado, iluminadas pela luz do sol. A mistura de cores nas árvores remete à transição entre o verão e o outono, criando um cenário natural e acolhedor." />											<figcaption> O Jardim Botânico integra o campus sede da UFSM há 45 anos</figcaption>
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		<h3><strong>Integração internacional amplia oportunidades de conservação e pesquisa </strong></h3><p>De acordo com Simone, a entrada do Jardim Botânico na BGCI deve ampliar as possibilidades de atuação em diferentes áreas. “Nós queremos adentrar a tudo que a rede pode nos oferecer, como por exemplo, acesso à base de dados, capacitações e maior visibilidade para os nossos projetos”, afirma.</p><p>Além da visibilidade internacional para pesquisas e projetos, integrar a organização também garante acesso a redes globais de cooperação, programas de conservação de espécies vegetais e ferramentas científicas utilizadas por jardins botânicos ao redor do mundo. Entre elas está o <i>PlantSearch</i>, plataforma internacional da BGCI voltada ao compartilhamento de informações sobre coleções vivas mantidas por jardins botânicos. A ferramenta reúne dados taxonômicos de mais de 1.100 coleções de plantas vivas, sementes, pólen e tecidos localizadas em diferentes países. “A gente tem, agora, acesso a cadastros de plantas do mundo inteiro e nós vamos poder inclusive agregar nessa plataforma”, expõe Simone. </p><p>Essa conexão também possibilita novas oportunidades de qualificação para a equipe e participação em iniciativas internacionais de conservação. “Temos muitas coisas para explorar dentro do BCGI, como cursos online de formação para nossa equipe. Então, essa filiação abre portas para a participação dos projetos de conservação vegetal”, afirma a diretora.</p><p>Além disso, fazer parte do BCGI ainda permite que o Jardim Botânico participe de editais internacionais de financiamento. “É a primeira vez que a gente vai poder participar de um edital de fomento internacional para conseguir mais recursos aqui para o Jardim Botânico”, destaca Simone. Alguns editais já estão disponíveis para instituições vinculadas à organização. “Agora tem um edital que está aberto que oferece 2.500 dólares para os jardins selecionados. Então, com esse recurso, podemos conseguir comprar materiais de consumo para os projetos e investir mais ainda no nosso local.”</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4416-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde." />											<figcaption>O Telhado Verde da UFSM deverá ampliar a presença de espécies do bioma Pampa em sua composição vegetal.
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		<h3><strong>Com integração à BGCI, o Jardim Botânico projeta os próximos passos </strong></h3><p>Com a nova fase do jardim, a gestão evidencia a vontade de fortalecer ações voltadas à conservação do bioma Pampa. “Nós já temos alguns projetos em andamento, um deles é criar um jardim só com plantas do bioma Pampa para incentivar a conservação”, afirma a diretora Simone. </p><p>O espaço possui uma característica considerada única por estar localizado em uma área de transição entre Mata Atlântica e Pampa, o que amplia o potencial para projetos de conservação de espécies nativas. “Nós já identificamos que existem algumas espécies que estão em risco de extinção dentro do próprio jardim botânico e queremos então multiplicar essas espécies e outras do pampa no nosso telhado verde”, explica.</p><p>Utilizado como espaço de conservação e educação ambiental, o telhado verde do prédio 13F permite o crescimento de vegetação sobre a estrutura da construção e contribui para a absorção da água da chuva e preservação das plantas. Segundo a diretora, a proposta é reformular o paisagismo do local para priorizar espécies do bioma Pampa. “Queremos recriar o paisagismo do telhado com o bioma pampa, porque nós entendemos que ele é algo único aqui do sul. Então, é algo inovador e que tem bastante chance de ganhar o edital de fomento, nós estamos bem confiantes.”</p><p>Além disso, o espaço busca investir em iniciativas ligadas ao ecoturismo e à aproximação da comunidade com as atividades realizadas no jardim. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4373-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra a fachada do prédio do Jardim Botânico da UFSM em um dia de céu limpo. O prédio branca ocupa grande parte da imagem. No centro da parede da frente, está o logotipo do Jardim Botânico UFSM, acompanhado do escrito “Prédio 13 F” em letras pretas à direita. Na parte superior do edifício há o telhado verde com plantas e grades metálicas de proteção. Em frente ao prédio, uma rampa de acesso de concreto em direção à entrada principal. Ao lado da rampa há canteiros com flores pequenas, além de vasos com plantas. À direita da imagem, próximo à entrada, há uma placa colorida indicando os horários de funcionamento do Jardim Botânico." />											<figcaption>O local tem funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Em eventos especiais, o espaço também abre aos domingos. </figcaption>
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		<h3><strong>Equipe multidisciplinar integra ações do Jardim Botânico</strong></h3><p>A diretora do Jardim Botânico da UFSM, Simone Messina Gomez, é doutora em Educação e especialista em Educação Ambiental pela universidade. A relação dela com o espaço começou ainda na graduação, quando atuou como uma das primeiras estagiárias do local. Hoje, à frente da gestão, Simone articulou o processo que levou o espaço à rede internacional Botanic Gardens Conservation International (BGCI). “Eu sou uma pessoa que gosta muito de aproveitar a oportunidade. Quando soube dessa possibilidade, entrei em contato com a Aliança Brasileira de Jardins Botânicos (ABJB) e ela me proporcionou todo o procedimento que era necessário”, relata.</p><p>Para a diretora, a conquista representa um momento importante na sua trajetória. “Eu sei que fazer parte do BCGI é o meu momento de fazer história como gestora também. Porque a gestão um dia passa e eu estou deixando essa herança para o local”, afirma.</p><p>O Jardim Botânico da UFSM conta com uma equipe formada por cerca de seis servidores, dez estagiários e três profissionais terceirizados responsáveis pela jardinagem. A diretora destaca ainda que o número de pessoas envolvidas nos projetos cresce constantemente.</p><p>Além das áreas tradicionalmente ligadas ao meio ambiente, o jardim também desenvolve atividades interdisciplinares com estudantes de diferentes cursos da instituição. “Temos alunos da Biologia, Engenharia Florestal, Desenho Industrial, até Ciência da Computação, que criaram um mapa do jardim”, afirma Simone.</p><p>O local é aberto à comunidade e oferece visitas guiadas para apresentar coleções e curiosidades do mundo vegetal. Entre os espaços disponíveis estão a coleção de plantas carnívoras, o telhado verde, o jardim sensorial, a exposição de animais taxidermizados, além de trilhas e coleções vivas, como o cactário e espécies nativas da região. O local tem entrada gratuita e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com aberturas ocasionais aos domingos durante eventos especiais, como o Viva o Campus UFSM. </p><p>Mais informações sobre visitas e atividades podem ser acompanhadas pelo Instagram do jardim, <a href="https://www.instagram.com/jardimbotanicodaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">@jardimbotanicodaufsm</a>.</p><p><em><strong>Texto</strong>: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p><p><em><strong>Fotos</strong>: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p><p><em><strong>Edição</strong>: Maurício Dias </em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe o XXVII Fórum Paulo Freire</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/ufsm-recebe-o-xxvii-forum-paulo-freire</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:38:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#PPGEMEF]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[Ipê Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72834</guid>
						<description><![CDATA[Evento reúne diferentes gerações para debater o pensamento de Paulo Freire e segue com inscrições abertas para ouvintes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="354" data-end="718">Entre os dias 21 e 23 de maio, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediará o XXVII Fórum de Estudos: Leituras de Paulo Freire – <em data-start="479" data-end="531">Sementes para o Esperançar com diferentes gerações</em>. Iniciado em 1998, o Fórum tem o objetivo de promover discussões sobre os estudos do professor e filósofo brasileiro Paulo Freire.</p>
<p data-start="720" data-end="1261">O evento é organizado por um coletivo de discentes e docentes do Centro de Educação (CE), do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), do Programa Pré-Universitário Alternativa, do Coletivo Práxis, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências (PPGECi), do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Ensino de Física (PPGEMEF) e da Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo (UEIIA), além de diversos grupos de pesquisa vinculados à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p data-start="1263" data-end="1617">As inscrições para ouvintes estão abertas. Podem participar professores da educação básica e do ensino superior, além de estudantes de graduação e pós-graduação. Estudantes e professores que participam de movimentos populares ou integram coletivos têm gratuidade na inscrição do evento.</p>
<p data-start="1619" data-end="1740">Mais informações sobre o Fórum, programação e a inscrições estão disponíveis na <a href="https://evento.nte.ufsm.br/xxviiforumfreire2026/home">página do evento</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove eventos integrados sobre Educação Matemática, Ensino de Física e Ciências</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/ufsm-promove-eventos-integrados-sobre-educacao-matematica-ensino-de-fisica-e-ciencias</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:32:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#Escola de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[PIBID]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72833</guid>
						<description><![CDATA[Programação reunirá professores, pesquisadores e estudantes de diferentes níveis de ensino para troca de conhecimentos e apresentação de pesquisas na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="470" data-end="997">Durante os dias 13 e 16 de julho de 2026, a Universidade Federal de Santa Maria promove a IX Escola de Inverno de Educação Matemática, a III Escola de Inverno de Ensino de Física e o VI Encontro Nacional PIBID Matemática e Ciências. Esta edição tem como tema central “Educação Matemática, Ensino de Física e Ciências: caminhos e diálogos”, propondo o fortalecimento do debate sobre os processos de ensino e aprendizagem, a formação inicial e continuada de professores e a articulação entre pesquisa acadêmica e prática docente.</p>
<p data-start="999" data-end="1367">O evento visa promover o diálogo entre as áreas e os diferentes níveis de ensino, além de divulgar pesquisas e práticas pedagógicas desenvolvidas no campo das Ciências Exatas e fortalecer a formação docente por meio de reflexões críticas sobre políticas públicas, metodologias de ensino, práticas inclusivas, tecnologias educacionais e interdisciplinaridade no ensino.</p>
<p data-start="1369" data-end="1524">Podem participar do evento acadêmicos de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores da educação básica e do ensino superior, além de estudantes.</p>
<p data-start="1526" data-end="1869">Os eixos temáticos aceitos para submissão de trabalhos são: Ensino, aprendizagem e avaliação; Formação de professores; Políticas públicas em educação; Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação; Práticas inclusivas; Ciência, Tecnologia e Sociedade; História, Filosofia e Sociologia da Ciência; e Educação Estatística/Educação Financeira.</p>
<p data-start="1871" data-end="2046">Mais informações sobre os eventos e as normas de submissão de trabalhos podem ser acessadas no site do programa. Para contato direto, o e-mail é <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="2016" data-end="2045">escoladeinverno.ins@gmail.com</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>V Simpósio Gaúcho de Herpetologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/v-simposio-gaucho-de-herpetologia</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:24:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?post_type=eventos&#038;p=7182</guid>
						<description><![CDATA[<div>É com imenso prazer que anunciamos o retorno do Simpósio Gaúcho de Herpetologia, que chega, neste ano, à sua quinta edição. Após oito anos desde a sua última realização, este será o primeiro encontro de herpetólogos gaúchos sediado no coração do estado, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria. Nesta edição, o V SGH contará com a direção do Prof. Dr. Tiago Gomes e a organização da equipe do Laboratório de Herpetologia.</div>
<div></div>
<div>Com o tema “<strong>Herpetofauna dos Campos Sulinos: Diversidade, Evolução e Conservação</strong>”, o Simpósio propõe-se a oferecer e promover um espaço de debate e discussão dos principais avanços e desafios dos trabalhos e estudos sobre a herpetofauna. O evento também busca fomentar a troca de conhecimentos, o fortalecimento da rede de contatos e a proposição de novas parcerias. Assim, o V SGH tem como objetivo unificar, mais uma vez, herpetólogos, futuros herpetólogos e entusiastas da área, promovendo a troca de saberes em herpetologia, com especial atenção à herpetofauna dos ambientes campestres do estado do Rio Grande do Sul.</div>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div>É com imenso prazer que anunciamos o retorno do Simpósio Gaúcho de Herpetologia, que chega, neste ano, à sua quinta edição. Após oito anos desde a sua última realização, este será o primeiro encontro de herpetólogos gaúchos sediado no coração do estado, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria. Nesta edição, o V SGH contará com a direção do Prof. Dr. Tiago Gomes e a organização da equipe do Laboratório de Herpetologia.</div>
<div></div>
<div>Com o tema “<strong>Herpetofauna dos Campos Sulinos: Diversidade, Evolução e Conservação</strong>”, o Simpósio propõe-se a oferecer e promover um espaço de debate e discussão dos principais avanços e desafios dos trabalhos e estudos sobre a herpetofauna. O evento também busca fomentar a troca de conhecimentos, o fortalecimento da rede de contatos e a proposição de novas parcerias. Assim, o V SGH tem como objetivo unificar, mais uma vez, herpetólogos, futuros herpetólogos e entusiastas da área, promovendo a troca de saberes em herpetologia, com especial atenção à herpetofauna dos ambientes campestres do estado do Rio Grande do Sul.</div>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Defesa de memorial: Professora Sandra Ana Bolfe</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2026/05/08/defesa-de-memorial-professra-sandra-ana-bolfe</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:05:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=7169</guid>
						<description><![CDATA[Defesa acontece na próxima quarta (13), no Auditório Milton Santos.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/05/Defesa-de-Memorial.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/05/Defesa-de-Memorial-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" /></a>O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM convida a comunidade para participar da Defesa de Memorial <strong>Os caminhos da docência na Geografia, </strong>desenvolvido pela professora Sandra Ana Bolfe. </p><p>A defesa acontece no dia 13 de maio de 2026 (quarta-feira), no Auditório Milton Santos (Prédio 17), às 09h.  O evento é aberto ao público e não é necessária inscrição prévia.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1º Workshop SBMM Sul de Microscopia em Biociências está com inscrições abertas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/05/1o-workshop-sbmm-sul-de-microscopia-em-biociencias-esta-com-inscricoes-abertas</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:53:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biociências]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAGROBIO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72689</guid>
						<description><![CDATA[Evento será realizado nos dias 15 e 16 de junho de 2026 e conta com parceria do PPG Agrobiologia da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="216" data-end="598">Estão abertas as inscrições para o 1º Workshop SBMM Sul de Microscopia em Biociências, que ocorre nos dias 15 e 16 de junho de 2026, em Porto Alegre (RS). O evento reúne pesquisadores, estudantes e profissionais interessados no uso da microscopia aplicada às biociências, promovendo a troca de conhecimentos e o fortalecimento de redes de pesquisa na região Sul do país.</p>
<p data-start="600" data-end="996">Organizado pela Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise (SBMM), em parceria com o Instituto de Ciências Básicas da Saúde da UFRGS, o workshop conta com a participação de diversas instituições, entre elas a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Programa de Pós-Graduação em Agrobiologia (PPG Agrobiologia), vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</p>
<p data-start="998" data-end="1234">A programação deve abordar diferentes aplicações da microscopia em áreas como biologia celular, microbiologia, biotecnologia e outras frentes das biociências, com foco na integração entre pesquisa, inovação e desenvolvimento científico.</p>
<p data-start="1236" data-end="1395">O evento conta com patrocínio de empresas da área e financiamento da FAPERGS, além do apoio institucional de universidades e centros de pesquisa da região Sul.</p>
<p data-start="1397" data-end="1531">Interessados podem acessar mais informações e realizar a inscrição no <a href="https://www.even3.com.br/1-workshop-da-regional-sul-da-sociedade-brasileira-de-microscopia-e-microanalise-em-biociencias-713526/">site do evento</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCNE além do arco: projeto de internacionalização chega à Espanha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2026/05/04/ccne-alem-do-arco-projeto-de-internacionalizacao-chega-a-espanha</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:45:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Página Inicial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=7155</guid>
						<description><![CDATA[Desenvolvida pelo Departamento de Química, ação trabalha com pesquisas em quatro países]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A pesquisa na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) abre portas e ultrapassa os arcos e muros da universidade. Coordenado pela professora Clarissa Frizzo, do Departamento de Química da UFSM, o projeto de internacionalização “Desenvolvimento de Ligantes para G-quadruplex baseados em Líquidos Iônicos”, realiza atividades em Portugal, Espanha e Dinamarca.</p><p>O projeto procura expandir os estudos sobre os G-quadruplexos (G4s) - estruturas especiais de DNA e de RNA que participam de processos importantes no nosso corpo, principalmente relacionados ao câncer. A pesquisa em andamento propõe a criação de novos compostos que unem moléculas fluorescentes (baseadas em heterociclos aromáticos) com líquidos iônicos. O objetivo é entender como as mudanças na estrutura desses compostos afetam suas propriedades físico-químicas e a sua capacidade de interagir com os G4s.</p><p>Atualmente, a equipe reúne nove pesquisadores e quinze estudantes de pós-graduação, integrando a UFSM com a Universidade do Tocantins (UFT), Universidade de Sevilha (Espanha) e a Universidade de Coimbra (Portugal). </p><p>A pós-doutoranda Caroline Raquel Bender, atualmente professora no Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Maria, está em Sevilha desenvolvendo estratégias baseadas em ressonância magnética nuclear para estudos quantitativos de interações em sistemas complexos. A bolsista define a sua experiência como extremamente enriquecedora. “Nesse período, tenho me dedicado ao desenvolvimento do projeto de pesquisa com ênfase em estudos quantitativos e na investigação de interações intermoleculares em sistemas complexos por meio da técnica de RMN”.</p><p>Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site da UFSM e nas redes sociais dos Laboratórios vinculados ao Núcleo de Química de Heterociclos (NUQUIMHE), como o <a href="https://www.instagram.com/lablinm.ufsm/">Laboratório de Líquidos Iônicos e Nanomateriais, o LABLINm</a>. </p>		
		<p><em>Texto: Laura Fedatto/Bolsista SCom CCNE</em></p><p><em>Edição: Wellington Hack/Bolsista SCom CCNE</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Meteorologistas da UFSM participarão de encontro sobre eventos extremos no dia 6 de maio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/meteorologistas-da-ufsm-participarao-de-encontro-sobre-eventos-extremos-no-dia-6-de-maio</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:06:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72606</guid>
						<description><![CDATA[Atividade do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática será em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Órgão vinculado à Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict/RS), o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática promove no dia 6 de maio, em Porto Alegre, o evento intitulado “Tempo Severo no Rio Grande do Sul: impactos e caminhos para soluções”. Realizado em parceria com a UFSM e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o encontro vai reunir especialistas, pesquisadores e gestores para debater a preparação do estado para fenômenos extremos que vão além das cheias, com foco em tempestades severas, avaliação de danos, monitoramento e construção de resiliência. O evento estava inicialmente previsto para 28 de abril, em alusão ao Dia Internacional para Redução de Riscos gerados por Tempestades Severas, também tendo em vista as inundações que devastaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024.</p>
<p>As atividades ocorrem nos turnos da manhã (9h às 12h) e tarde (14h às 17h), no auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari. Do painel da manhã, intitulado “Tempestades severas e seus impactos”, participarão dois professores do curso de Meteorologia da UFSM: Vagner Anabor e Mauricio Ilha de Oliveira. Anabor vai abordar o tema “Sistemas convectivos e tempestades severas: características regionais”, enquanto que Oliveira falará sobre “Fenômenos de tempo severo (tornados, microexplosões, granizo)”.</p>
<p>Anabor também vai participar do painel da tarde, intitulado “Avaliação de danos, treinamentos e mitigação”. Na ocasião, ele falará sobre a “Previsão baseada em impactos e oportunidades de treinamento”. Desse painel também participará o meteorologista da UFSM Murilo Machado Lopes, que vai abordar a Rede Voluntária de Observadores de Tempestades e avaliação de danos.</p>
<p>Os interessados em participar do encontro devem preencher até 30 de abril o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGiaZJnMtYAxDgmRKT942SoVURVRCQjlGVk9BME1BMlQ3OUpXTFNKSjQ0Ny4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também está disponível a programação completa. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/p/DWokZJxlpKd/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">perfil da Sict/RS no Instagram</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Relatos de Expedições Científicas na Antártica: Experiências e Desafios em Campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/relatos-de-expedicoes-cientificas-na-antartica-experiencias-e-desafios-em-campo</link>
				<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 12:19:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?post_type=eventos&#038;p=7113</guid>
						<description><![CDATA[<div>
<div dir="auto">Você já imaginou como são as expedições científicas no continente mais extremo do planeta?</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Venha participar da palestra “Relatos de Expedições Científicas na Antártica: Experiências e Desafios em Campo” e conhecer de perto vivências reais, desafios e descobertas em ambiente polar.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f4c5/32.png" alt="📅" data-emoji="📅" aria-label="📅" /> Data: 27/04/2026</div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/23f0/32.png" alt="⏰" data-emoji="⏰" aria-label="⏰" /> Horário: 9h</div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f4cd/32.png" alt="📍" data-emoji="📍" aria-label="📍" /> Local: Auditório Sérgio Pires – Prédio 17 (UFSM)</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f393/32.png" alt="🎓" data-emoji="🎓" aria-label="🎓" /> Palestrantes:</div>
<div dir="auto">•Filipe Gaudie Ley Lindau (Centro Polar e Climático – UFRGS)</div>
<div dir="auto">•Luciano Marquetto (UFSM)</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f4dc/32.png" alt="📜" data-emoji="📜" aria-label="📜" /> Haverá emissão de certificado de participação.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
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							<content:encoded><![CDATA[  <div>
<div dir="auto">Você já imaginou como são as expedições científicas no continente mais extremo do planeta?</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Venha participar da palestra “Relatos de Expedições Científicas na Antártica: Experiências e Desafios em Campo” e conhecer de perto vivências reais, desafios e descobertas em ambiente polar.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f4c5/32.png" alt="📅" data-emoji="📅" aria-label="📅" /> Data: 27/04/2026</div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/23f0/32.png" alt="⏰" data-emoji="⏰" aria-label="⏰" /> Horário: 9h</div>
<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f4cd/32.png" alt="📍" data-emoji="📍" aria-label="📍" /> Local: Auditório Sérgio Pires – Prédio 17 (UFSM)</div>
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<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f393/32.png" alt="🎓" data-emoji="🎓" aria-label="🎓" /> Palestrantes:</div>
<div dir="auto">•Filipe Gaudie Ley Lindau (Centro Polar e Climático – UFRGS)</div>
<div dir="auto">•Luciano Marquetto (UFSM)</div>
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<div dir="auto"><img class="an1" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/17.0/1f4dc/32.png" alt="📜" data-emoji="📜" aria-label="📜" /> Haverá emissão de certificado de participação.</div>
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<div dir="auto"></div>
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													</item>
						<item>
				<title>Central de Tutoria do CCNE retoma atendimentos para estudantes da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/15/central-de-tutoria-do-ccne-retoma-atendimentos-para-estudantes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:13:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[apoio pedagógico]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72493</guid>
						<description><![CDATA[A iniciativa apoia ingressantes dos mais de 130 cursos da UFSM em disciplinas de ciências naturais e exatas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Central de Tutoria do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) retomou, nesta semana, os atendimentos aos estudantes da UFSM que necessitam de apoio em seu processo de aprendizado durante a graduação. Desenvolvida desde 2019 pelo Setor de Apoio Pedagógico (SAP) do CCNE, a Central realiza ações de tutoria por pares (quando os próprios estudantes participam do processo de ensino), integrando tutores de diferentes cursos das ciências exatas e naturais para auxiliar estudantes com dificuldades de aprendizagem em conteúdos básicos.

A iniciativa visa apoiar os ingressantes dos mais de 130 cursos da UFSM que identificam problemas de aprendizado em alguns conhecimentos exigidos no ensino superior e que não foram bem trabalhados ou bem aprofundados no ensino médio. O espaço funciona como suporte a todas as disciplinas de exatas e naturais, com ênfase nas dificuldades relativas aos conteúdos introdutórios dos currículos dos cursos, diminuindo os índices de evasão e reprovação ao longo do processo formativo.

Neste semestre, a Central de Tutoria está trabalhando com atendimentos nas áreas de Matemática, Química, Física, Estatística, Biologia, Geografia, além de possuir o apoio a projetos de escrita de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e de relatórios.

Para o estudante de Engenharia Aeroespacial e tutor de Química Geral, Luiz Eduardo Felix, o trabalho desenvolvido pela Central é fundamental para garantir que os estudantes possam ter uma base mais sólida na graduação. “Nós procuramos trabalhar com as dúvidas que vêm, principalmente, [a partir de conteúdos] do ensino médio. Muitos alunos que passaram sua formação pela pandemia não absorveram o conteúdo da melhor forma”, ressalta.

João Gabriel dos Santos, tutor de Física I, destaca que o objetivo da central é auxiliar o maior número de estudantes da UFSM, oferecendo atendimento rápido e focado nas necessidades individuais de cada pessoa. João integra a central desde o ano passado, e pretende continuar ofertando tutorias por mais tempo, lembrando da importância da ação para a sua própria formação profissional.

Estudantes que queiram acessar a Central de Tutoria do CCNE necessitam agendar um horário pelo formulário disponível no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/apoio-pedagogico/central-de-tutoria" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do CCNE</a>. Os atendimentos acontecem presencialmente, na sala 1110 do prédio 13 do campus sede; e on-line, para estudantes dos campi de Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CCNE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula Magna do PROFGEO abordará docência na educação básica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2026/04/13/aula-magna-do-profgeo-abordara-docencia-na-educacao-basica</link>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:08:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[PROFGEO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=6995</guid>
						<description><![CDATA[Evento contará com a professora Helena Callai (UNIJUÍ)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/04/Aula-Magna_profgeo-rede.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2026/04/Aula-Magna_profgeo-rede-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>A coordenação nacional do Mestrado Profissional em Ensino de Geografia (PROFGEO) promove, no dia 24 de abril (sexta-feira), às 19h, a Aula Magna “<b>Formação Inicial e continuada das professoras/es de Geografia: desafios e possibilidades da docência na Escola Básica</b>”. O evento será realizado no Auditório Marie Curie (prédio 17) e terá transmissão ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/@profgeo9417">canal do PROFGEO no YouTube</a>.</p><p>A aula magna será proferida pela professora e pesquisadora Helena Copetti Callai, professora da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ). A professora Helena é mestre em Geografia (Geografia Humana) e doutora em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio pós-doutoral na Universidade Autônoma de Madrid (Espanha). Atua com pesquisas na área do Ensino de Geografia, com ênfase em educação geográfica, epistemologia, cidade e cidadania. Também é bolsista de produtividade nível 1D do CNPq.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula Magna do PROFGEO: Formação Inicial e continuada das professoras/es de Geografia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/aula-magna-do-profgeo-formacao-inicial-e-continuada-das-professoras-es-de-geografia</link>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:07:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?post_type=eventos&#038;p=6993</guid>
						<description><![CDATA[<p>A coordenação nacional do Mestrado Profissional em Ensino de Geografia (PROFGEO) promove, no dia 24 de abril (sexta-feira), às 19h, a Aula Magna “Formação Inicial e continuada das professoras/es de Geografia: desafios e possibilidades da docência na Escola Básica”. O evento será realizado no Auditório Marie Curie (prédio 17) e terá transmissão ao vivo pelo canal do PROFGEO no YouTube.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A coordenação nacional do Mestrado Profissional em Ensino de Geografia (PROFGEO) promove, no dia 24 de abril (sexta-feira), às 19h, a Aula Magna “Formação Inicial e continuada das professoras/es de Geografia: desafios e possibilidades da docência na Escola Básica”. O evento será realizado no Auditório Marie Curie (prédio 17) e terá transmissão ao vivo pelo canal do PROFGEO no YouTube.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula Magna PPGEMEF: a pesquisa qualitativa e sua austeridade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/aula-magna-ppgemef-a-pesquisa-qualitativa-e-sua-austeridade</link>
				<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 21:13:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?post_type=eventos&#038;p=6967</guid>
						<description><![CDATA[<p>Na próxima terça-feira (14), o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Ensino de Física (PPGEMEF) recebe o professor e pesquisador Cirlande Cabral (UEA) para a Aula Magna <strong>A pesquisa qualitativa e sua austeridade: o caso da Teoria Fundamentada dos Dados (TFD)</strong>. O evento será às 9h, no Auditório A do CCNE.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na próxima terça-feira (14), o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Ensino de Física (PPGEMEF) recebe o professor e pesquisador Cirlande Cabral (UEA) para a Aula Magna <strong>A pesquisa qualitativa e sua austeridade: o caso da Teoria Fundamentada dos Dados (TFD)</strong>. O evento será às 9h, no Auditório A do CCNE.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
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        </rss>
        