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				<title>Pesquisadores da pós-graduação da UFSM ministram palestras em workshop sobre preparo de amostras na UFPel</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/28/pesquisadores-da-pos-graduacao-da-ufsm-ministram-palestras-em-workshop-sobre-preparo-de-amostras-na-ufpel</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:27:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
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						<description><![CDATA[PPGQ, PPGEQ e PPGCTA tiveram participação de destaque no evento, com docentes e estudantes participando, coordenando atividades e ministrando conferências]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73020" align="alignright" width="517"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/quim.jpg"><img class=" wp-image-73020" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/quim.jpg" alt="" width="517" height="383" /></a> Professor Osmar Damian Prestes, do Departamento de Química e PPGQ, coordenou atividades experimentais no XIV WPA[/caption]
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Um dos mais tradicionais eventos da área de química analítica no país, o XIV Workshop sobre Preparo de Amostras (WPA) aconteceu de 11 a 14 de maio, na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O evento, que já foi organizado duas vezes na UFSM, reúne os principais pesquisadores da área no Brasil e traz nomes experientes e renomados de outros países para palestras e treinamento práticos, num formato diferenciado de evento científico. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Nesta edição, pesquisadores dos Programas de Pós-Graduação em Química (PPGQ), Engenharia Química (PPGEQ) e em Ciência e Tecnologia dos Alimentos (PPGCTA) da UFSM ministraram palestras e coordenaram demonstrações práticas, empregando sistemas modernos para o preparo de amostras para posterior análise empregando técnicas instrumentais.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">A UFSM destacou-se pela expressiva participação, com mais de 20 estudantes e docentes. No primeiro dia de apresentação de conferências, o professor Juliano S. Barin (PPGCTA), ministrou a conferência “Emprego de ácidos diluídos no preparo de amostras”. Juliano, juntamente com o professor Cezar A. Bizzi (PPGQ), também presente no evento, foi um dos pioneiros no Brasil trabalhando com o emprego de reagentes diluídos para diversas aplicações, ambos possuindo diversas publicações científicas nesse tema, em periódicos internacionais de alto impacto.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">No dia 13, o professor Renato Zanella (PPGQ) apresentou a conferência “Preparo de amostras de alimentos para a determinação de resíduos de agrotóxicos”, destacando a temática da determinação de pesticidas, em que a UFSM é referência, possuindo um dos laboratórios mais equipados e diversificados para tais análises no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Em seguida, a professora Paola A. Mello (PPGQ e PPGEQ) abordou o “Uso de ultrassom como estratégia alternativa no preparo de amostras: possibilidades e limitações”, em que discutiu esta vertente, na qual a UFSM acumula experiência e vem trazendo contribuições importantes à comunidade científica nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Já o professor Érico M. M. Flores, pesquisador do PPGQ e PPGEQ, apresentou a palestra de encerramento do evento, intitulada “Sistemas de combustão para a determinação de metais e não metais”, na qual abordou o uso da técnica de combustão como alternativa versátil para o preparo de amostras, apresentando o <em>know-how</em> da UFSM no tema, com experiência acumulada e patente concedida em dezenas de país, equipamento comercial para uso da técnica. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Além das conferências apresentadas, pesquisadores, pós-doutorandos e alunos do PPGQ ministraram atividades práticas, que ocorreram sempre no período da tarde, ao longo desse evento. Nessas atividades, o professor Osmar Prestes (PPGQ) coordenou a sessão intitulada “Extração de resíduos de pesticidas”, em que o estado da arte dos procedimentos de extração de compostos orgânicos de diversas matrizes foi demonstrado aos participantes, que receberam treinamento para a execução adequada de protocolos, alinhados às mais atuais tendências. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Ainda, o pesquisador de pós-doutorado no PPGQ, Gabriel T. Druzian coordenou o roteiro “Combustão iniciada por micro-ondas e decomposição assistida por radiação ultravioleta” e a pesquisadora (também pós-doutoranda no programa) Mariele S. Nascimento, coordenou o roteiro que abordou a “Moagem criogênica, sistemas de purificação de reagentes e decomposição com aquecimento convencional”. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';color: #1c1c1c">Vinícius P. Souza, estudante de doutorado do PPGQ da UFSM, que integrou a Comissão de Apoio do evento e participou das atividades, relatou que “esta foi uma experiência muito enriquecedora, pois além de assistir a palestras ministradas por pesquisadores de reconhecimento nacional e internacional, abordando os conceitos teóricos, foi possível também visualizar, na prática, a aplicação de tais conhecimentos”.</span></p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM cria atlas geoambiental de cidades gaúchas </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/atlas-geoambiental-rs</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:47:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[atlas]]></category>
		<category><![CDATA[atlas geoambiental]]></category>
		<category><![CDATA[atlas municipal]]></category>
		<category><![CDATA[bacia ibuí]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[LAGEOLAM]]></category>

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						<description><![CDATA[Desenvolvida pelo Lageolam da UFSM, a iniciativa reúne mapas, fotografias e dados históricos para ajudar municípios a compreenderem o próprio território 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4893-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida de três atlas geoambientais sob uma mesa de fundo claro. Os atlas estão fechados e têm capas com fotos de acidentes geográficos e fundos em azul claro, azul escuro e laranja" />											<figcaption>Ao todo são 10 atlas publicados pelo grupo de pesquisa</figcaption>
										</figure>
		<p>Marcada pela presença de rios, diferentes formações de relevo e uma rica diversidade ambiental, a região da bacia hidrográfica do Ibicuí reúne alguns dos principais patrimônios naturais do oeste do Rio Grande do Sul. Com mais de 35 mil km² de extensão, a região abrange municípios como Santiago, Cacequi e Santa Maria, conectando características geográficas, históricas e socioambientais que ajudam a compreender a dinâmica do território gaúcho. É nesse contexto que o Laboratório de Geologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Lageolam, desenvolve os Atlas Geoambientais Municipais, coleções que reúnem mapas, imagens, fotografias e dados sobre os municípios da região. </p><p>Ao todo, a iniciativa já mapeou 10 municípios gaúchos. Segundo o coordenador do Lageolam Luis Eduardo Robaina, o objetivo inicial era fazer com que os atlas fossem utilizados pelo poder público para a gestão de políticas no território do município. Mas, a partir de 2018, os atlas também chegaram às salas de aula. Cada material produzido recebe uma versão didática com exercícios e jogos com foco no público escolar. A iniciativa aumentou o interesse dos municípios no trabalho realizado pelo grupo de pesquisa. </p><p>Os cadernos didáticos são personalizados de acordo com as características de cada local. No material de São Martinho da Serra, por exemplo, a apresentação é feita pela Cruz Missioneira, símbolo presente no brasão municipal. Já em Nova Esperança do Sul, a “guia” é a Gruta Subterrânea Nossa Senhora de Fátima, importante ponto turístico local.</p><p>Na universidade, a produção do material também recebe papel didático importante. Para o doutorando em Geografia, Eric Beilfuss, participar da elaboração dos atlas geoambientais foi uma experiência marcante tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal. De acordo com o estudante, o projeto permitiu unir áreas da Geografia que sempre teve interesse em vivenciar na prática, como cartografia e geoprocessamento. “Foi uma experiência muito importante porque consegui participar de todas as etapas da produção, desde a coleta de dados até a elaboração dos mapas”, destaca.</p><p>Eric também comenta que o trabalho contribuiu para ampliar sua percepção sobre o papel social da universidade e da pesquisa científica. Um dos exemplos citados por ele é o Atlas Geoambiental de Jari, objeto de pesquisa de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Para ele, a experiência mostrou como o conhecimento produzido dentro da universidade pode alcançar diretamente a comunidade. “Foi muito importante perceber como a pesquisa pode sair de dentro da universidade e chegar até as pessoas, hoje os atlas são usados dentro de salas de aula, por exemplo”, afirma.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4900-1024x683.jpg" alt="Imagem vertical colorida de mãos segurando um atlas geoambiental aberto, nas páginas estão mapas do município de São Borja em verde" />											<figcaption>As coleções reúnem mapas, imagens, fotografias e dados sobre os municípios da região, como o de São Borja</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Como o atlas é feito?</strong></h3>
<p>Em suas páginas, estão organizadas informações históricas, socioeconômicas e ambientais, como rede hidrográfica, relevo, geologia, tipos de solo, uso e ocupação da terra, vegetação original e divisões geoambientais, oferecendo um panorama amplo das características e transformações do município retratado.</p>
<p>A elaboração dos atlas começa com a análise de diferentes bases de dados geográficos e ambientais. Para isso, a equipe do Lageolam utiliza ferramentas como sensoriamento remoto, técnica que permite obter imagens do território à distância, cartas topográficas e imagens de satélite, que ajudam a identificar características naturais e urbanas dos municípios.</p>
<p>Depois da etapa inicial, os pesquisadores realizam trabalhos de campo para complementar as informações coletadas digitalmente. Durante as visitas aos municípios, a equipe registra fotografias, coleta amostras de solos e rochas, e analisa elementos da paisagem, como relevo, vegetação, hidrografia e áreas de ocupação urbana e rural.</p>
<p>A produção dos atlas varia conforme o envolvimento de cada município e da disponibilidade de informações locais. Conforme o professor Romário Trentin, integrante do Lageolam, quando há maior participação das prefeituras, escolas e comunidades, o material incorpora conteúdos mais específicos e aprofundados sobre a realidade local. Em outros casos, a equipe precisa buscar os dados de forma independente, recorrendo a instituições públicas, bibliotecas e museus.</p>
<p>Além disso, o grupo também utiliza pesquisas feitas na UFSM. "Nós já temos muitos trabalhos acadêmicos realizados na região. Temos 30 anos de pesquisa na Bacia do Ibicuí. Então nós conhecemos o território. O diferencial do Atlas é a forma como essas informações são apresentadas", destaca Robaina.&nbsp;</p>
<h3><b>São Borja foi o primeiro município contemplado com a iniciativa</b></h3>
<p>O curso de Geografia da UFSM sempre produziu mapas variados dos municípios gaúchos. No entanto, o poder público tinha dificuldade de trabalhar com esses mapas por falta de corpo técnico qualificado e, também, pelo fato de mapas da bacia hidrográfica representarem os cursos d’água sem os limites territoriais dos municípios.</p>
<p>Então, em 2007, a Prefeitura de São Borja solicitou ao Lageolam uma apresentação de todos os tipos de mapas que o Lageolam havia feito sobre o município, um atlas. Este foi o primeiro do tipo a ser desenvolvido pelo laboratório. Para tornar os atlas mais fáceis de compreender para os gestores públicos, eles passaram a trabalhar utilizando como referência os limites territoriais, mas sem deixar de incluir as bacias hidrográficas presentes dentro dos territórios.&nbsp;</p>
<p>De acordo com o docente, o projeto atuou inicialmente em municípios menores da região com o objetivo de prestar apoio técnico no mapeamento das características físicas de seus territórios. "Santa Maria, por exemplo, tem um corpo técnico e já possui informações sobre seu território. Já esses municípios com os quais trabalhamos têm muito mais dificuldade para conseguir apoio técnico”, explica Robaina.&nbsp;</p>
<p>Todos os atlas desenvolvidos pelo grupo estão disponíveis e podem ser acessados de forma gratuita no <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/cartilha">site do laboratório</a>.&nbsp;</p>
<p>Texto: Bernardo Salcedo, jornalista, e João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias&nbsp;</p><p>Fotos: Gabriele Mendes, estudante de jornalismo e estagiária na Agência de Notícias&nbsp;</p><p><b>Edição</b>: Mariana Henriques e Maurício Dias, jornalistas da Agência de Notícias</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da Química e Engenharia Química da UFSM é homenageado com destaque em evento nacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/pesquisador-da-quimica-e-engenharia-quimica-da-ufsm-e-homenageado-com-destaque-em-evento-nacional</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:44:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeq]]></category>
		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[Professor Érico Flores foi um dos condecorados na comemoração dos
30 anos de evento nacional de química]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72906" align="alignright" width="307"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Sem-titulo.jpg"><img class=" wp-image-72906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Sem-titulo.jpg" alt="" width="307" height="409" /></a> Érico Flores foi homenageado[/caption]
<p>De 11 a 14 de maio aconteceu a celebração dos 30 anos de um dos mais importantes eventos da área de química analítica no Brasil. O XIV Workshop sobre Preparo de Amostras (WPA), organizado pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), reuniu os principais especialistas na área de preparo de amostras, incluindo pesquisadores do exterior.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Nessa última edição do WPA, o professor Érico Flores, orientador do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) e de Engenharia Química (PPGEQ) da UFSM, foi um dos homenageados, recebendo uma placa de reconhecimento pela sua atuação e contribuições científicas na área de preparo de amostras, envolvendo o uso de radiação micro-ondas e de ultrassom para a posterior determinação de metais e não metais em diversos tipos de amostras de interesse ambiental, farmacêutico, industrial e de alimentos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>“Atualmente, estamos na vanguarda do desenvolvimento de vários métodos avançados para o preparo de amostras, estando à frente de países com grande tradição nessa área, como os Estados Unidos, Alemanha, Espanha e França”, destaca Érico. Segundo ele, isso traz, além da visibilidade nacional e internacional, a possibilidade de novas cooperações com grupos de pesquisa e com empresas no Brasil e no exterior.</p>
<p>Além do professor Érico, único homenageado da região sul do Brasil, também foram homenageados pesquisadores da USP, UFSCar, UFBA, UESB, Embrapa e de empresas do Brasil e do exterior (Áustria, Estados Unidos e Itália).</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCNE inaugura banco vermelho, o 10º do Campus Sede da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/ccne-inaugura-banco-vermelho-o-10o-do-campus-sede-a-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:20:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[banco vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72894</guid>
						<description><![CDATA[Momento simbólico recorda a luta feminina pela vida e pelo respeito na sociedade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72895" align="alignright" width="582"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE.jpg"><img class=" wp-image-72895" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Banco-Vermelho-CCNE.jpg" alt="" width="582" height="388" /></a> Inauguração ocorreu na quarta-feira (20)[/caption]
<p>Na última quarta-feira (20), o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM realizou a inauguração do banco vermelho. Localizado na lateral do Prédio 13, em área aberta, o banco foi posicionado em um local com ampla circulação de pessoas da comunidade acadêmica e externa, ampliando a visibilidade da campanha de conscientização sobre violências de gênero na sociedade.</p>
<p>Durante a cerimônia, a reitora da UFSM, professora Martha Adaime, destacou a importância da instalação do banco e do momento simbólico de inauguração para recordar a luta feminina pela vida e pelo respeito na sociedade. Martha, que já foi diretora do CCNE, também lembrou das dificuldades que professoras, técnico-administrativas em educação e estudantes mulheres enfrentam no ambiente acadêmico, especialmente na caminhada para alcançar e permanecer em cargos estratégicos e de poder em universidades e na sociedade.</p>
<p>Para a professora Laís Loose, docente do departamento de Estatística da UFSM e integrante do <a href="https://www.instagram.com/guriastecufsm/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/guriastecufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1779458689150000&amp;usg=AOvVaw2CSI_-3BJXWKnoXhpSJVZ1">projeto de extensão GuriasTech</a>, não basta apenas atrair meninas para as áreas de ciências exatas, engenharias e tecnologias, sendo necessário o movimento de consolidar um ambiente seguro para sua permanência. A docente enfatizou a importância de ações que incentivem mais mulheres a ingressar e permanecer na UFSM, garantindo o desenvolvimento do conhecimento científico e humano em suas atividades acadêmicas e profissionais.</p>
<p>Cristiane Amoretti, secretária executiva do Setor de Apoio Pedagógico do CCNE, afirmou que não se pode pensar em uma universidade mais plural sem ações de conscientização e de promoção da igualdade de gênero no ambiente acadêmico. Para Cristiane, ações como o banco vermelho, que recordam vidas impedidas de se desenvolver, mostram que há um longo caminho a ser trilhado em busca de ambientes com mais respeito e possibilidades para meninas e mulheres na sociedade.</p>
<p>Participaram do evento de inauguração representantes do Gabinete da Reitoria, Pró-Reitoria de Extensão, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Pró-Reitoria de Graduação, Casa Verônica, docentes, TAES e estudantes do CCNE e de outros Centros acadêmicos da UFSM.</p>
<h3>Sobre o banco vermelho</h3>
<p>A campanha do Banco Vermelho é um convite à reflexão, ao acolhimento e à responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais segura, justa e igualitária - especialmente para as mulheres. Criada em 2016, na Itália, a campanha se espalhou pelo mundo para chamar a atenção para as diversas violências de gênero que acometem a sociedade.</p>
<p>A cerimônia de inauguração do banco vermelho no CCNE marcou a instalação do 10º banco no campus da UFSM Santa Maria.</p>
<p><em>Texto: Subdivisão de Comunicação do CCNE</em><br /><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM participa de intercâmbio educacional na China</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/19/professora-da-ufsm-participa-de-intercambio-educacional-na-china</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:48:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[profmat]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72866</guid>
						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Matemática integrou organização da delegação brasileira formada por professores premiados na Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72867" align="alignright" width="551"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000392539-1024x576.jpg" alt="" width="551" height="310" /> Delegação brasileira reuniu 19 professores de diferentes regiões do país[/caption]
<p data-start="1812" data-end="2200">A professora Carmen Vieira Mathias, do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), participou, entre os dias 2 e 17 de maio, de um intercâmbio pedagógico e cultural na China, atuando como uma das responsáveis pela organização e logística da delegação brasileira formada por professores medalhistas da Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil (OPMBR).</p>
<p data-start="2202" data-end="2654">Além das atividades desenvolvidas na UFSM, Carmen exerce a função de vice-coordenadora nacional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat), programa gerido pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). A atuação no programa possibilitou sua participação na organização da OPMBR, iniciativa que reconhece e premia professores de Matemática de todo o país pelas práticas pedagógicas desenvolvidas em suas escolas e comunidades.</p>
<h3 data-start="2656" data-end="3147">Internacionalização</h3>
<p data-start="2656" data-end="3147">A missão internacional reuniu 19 professores medalhistas de ouro da olimpíada, oriundos de diferentes regiões do Brasil, reconhecidos pelo trabalho desenvolvido na educação básica. O intercâmbio teve como principal base a cidade de Xangai, onde a delegação participou de uma programação organizada pelo Centro UNESCO-TEC para Formação de Professores, instituição vinculada à UNESCO e reconhecida internacionalmente pelas pesquisas e práticas voltadas à educação e ao desenvolvimento docente.</p>
<p data-start="3149" data-end="3660">Durante a estadia, os participantes realizaram visitas e atividades acadêmicas em diferentes instituições de ensino chinesas, incluindo a Fudan University, uma das universidades mais prestigiadas do país, além de escolas de referência em Xangai. Os professores brasileiros acompanharam aulas, conheceram metodologias de ensino, participaram de discussões pedagógicas e também apresentaram práticas desenvolvidas no Brasil, promovendo trocas de experiências entre educadores dos dois países.</p>
<p data-start="3662" data-end="4052">Um dos principais focos do intercâmbio foi o estudo do <em data-start="3717" data-end="3749">Teaching Research Group System</em>, modelo chinês voltado à formação continuada e ao trabalho colaborativo entre professores. O sistema prioriza o planejamento coletivo de aulas, a observação entre pares e a revisão constante das práticas pedagógicas, buscando soluções conjuntas para desafios relacionados à aprendizagem dos estudantes.</p>
<p data-start="4054" data-end="4446">A programação também incluiu seminários sobre políticas educacionais em Xangai, momentos de reflexão coletiva e atividades conduzidas pelos próprios professores brasileiros nas escolas chinesas. Na segunda etapa da missão, realizada em Pequim, a delegação participou de atividades culturais e visitas a marcos históricos do país, ampliando as experiências de intercâmbio acadêmico e cultural.</p>
<p data-start="4448" data-end="4852">Segundo Carmen, a experiência contribuiu para ampliar perspectivas sobre formação docente e inovação pedagógica, além de fortalecer redes de colaboração internacional entre educadores brasileiros e chineses. Entre os principais aprendizados, destacam-se a valorização da carreira docente, o investimento em formação continuada e o planejamento colaborativo como estratégia para qualificar o ensino.</p>
<p data-start="548" data-end="921">Nos próximos meses, os professores participantes do intercâmbio também estarão envolvidos nas ações do programa nacional <em data-start="669" data-end="698">Compromisso Toda Matemática</em>, política pública voltada ao fortalecimento da aprendizagem de Matemática na educação básica.</p>
<p data-start="3337" data-end="3838">Nesse cenário, as experiências e os conhecimentos compartilhados durante a missão internacional poderão contribuir para debates e ações formativas relacionadas à formação continuada de professores, acompanhamento pedagógico e práticas inovadoras de ensino. “A experiência vivenciada na China torna-se ainda mais relevante porque possibilita trazer ao debate educacional brasileiro reflexões sobre formação continuada de professores, planejamento colaborativo, acompanhamento pedagógico e práticas inovadoras de ensino. Muitas das práticas observadas durante o intercâmbio podem inspirar ações no contexto brasileiro, especialmente no fortalecimento do trabalho coletivo entre professores, na criação de espaços permanentes de estudo pedagógico e na ampliação de estratégias que promovam maior protagonismo dos estudantes no processo de aprendizagem. Os conhecimentos e experiências compartilhados durante o intercâmbio poderão contribuir diretamente para as discussões e ações formativas desenvolvidas no âmbito dessa política nacional, fortalecendo o compromisso coletivo com uma educação matemática mais inclusiva, significativa e transformadora”, avalia a docente.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico da UFSM passa a integrar rede internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/jardim-botanico-da-ufsm-passa-a-integrar-rede-internacional</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:01:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioma pampa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

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						<description><![CDATA[Com mais de 40 anos de atuação, o espaço agora faz parte da BGCI, organização que reúne jardins botânicos de mais de 100 países e fortalece ações de pesquisa e preservação da biodiversidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Design-sem-nome-2-1024x576.jpg" alt="Foto colorida na horizontal que mostra, ao centro, uma moldura digital preta com o certificado oficial da Botanic Gardens Conservation International (BGCI), que reconhece o Jardim Botânico da UFSM como membro da organização. O certificado aparece em tom de verde claro, com escritos em branco e a logo da BGCI no topo, em inglês. Ao fundo da moldura, aparece uma árvore do jardim com folhas secas em tons alaranjados misturadas a folhas verdes." />													
		<p>O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passou a integrar a Botanic Gardens Conservation International (BGCI), organização internacional que reúne jardins botânicos de mais de 100 países. Localizado no prédio 13F do cam´pus sede e vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), o espaço divulgou a novidade em suas redes sociais no dia 7 de maio. A conquista representa um marco para o Jardim Botânico, que agora passa a fazer parte de uma rede global voltada à conservação da biodiversidade vegetal.</p><p>De acordo com a diretora do Jardim Botânico, Simone Messina Gomez, a integração à rede internacional é um objetivo de longa data da gestão e deve contribuir diretamente para o desenvolvimento das atividades de conservação e pesquisa realizadas na universidade. “A BGCI atua na conservação da biodiversidade em nível mundial e nos oferece referenciais e modelos a seguir. Ainda temos muito a aprender sobre práticas de conservação com eles”, destaca a diretora. </p><p>Fundada em 1987, no Reino Unido, a BGCI é uma organização independente voltada à preservação da diversidade vegetal. A entidade reúne jardins botânicos e centros de conservação de diferentes nações, promovendo ações de pesquisa, educação ambiental e proteção de espécies ameaçadas. Entre os principais objetivos da organização está o desenvolvimento de estratégias para reduzir os riscos de extinção de plantas e fortalecer iniciativas de conservação da biodiversidade em escala global. </p><p>Para a gestora do jardim da UFSM, esse suporte se torna ainda mais relevante diante dos impactos das mudanças climáticas. “Muitas plantas começam a diminuir ou até entrar em extinção por causa das mudanças climáticas. A BGCI cria metodologias para que os jardins botânicos possam atuar nessa conservação”, explica Simone.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4355-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra, ao centro, uma placa retangular vermelha com a inscrição “Bem Vindos” em letras brancas. A placa está pendurada por cordas em um galho de árvore que atravessa a parte superior da foto. Ao fundo, aparece uma área arborizada com folhas em tons de verde, amarelo e alaranjado, iluminadas pela luz do sol. A mistura de cores nas árvores remete à transição entre o verão e o outono, criando um cenário natural e acolhedor." />											<figcaption> O Jardim Botânico integra o campus sede da UFSM há 45 anos</figcaption>
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		<h3><strong>Integração internacional amplia oportunidades de conservação e pesquisa </strong></h3><p>De acordo com Simone, a entrada do Jardim Botânico na BGCI deve ampliar as possibilidades de atuação em diferentes áreas. “Nós queremos adentrar a tudo que a rede pode nos oferecer, como por exemplo, acesso à base de dados, capacitações e maior visibilidade para os nossos projetos”, afirma.</p><p>Além da visibilidade internacional para pesquisas e projetos, integrar a organização também garante acesso a redes globais de cooperação, programas de conservação de espécies vegetais e ferramentas científicas utilizadas por jardins botânicos ao redor do mundo. Entre elas está o <i>PlantSearch</i>, plataforma internacional da BGCI voltada ao compartilhamento de informações sobre coleções vivas mantidas por jardins botânicos. A ferramenta reúne dados taxonômicos de mais de 1.100 coleções de plantas vivas, sementes, pólen e tecidos localizadas em diferentes países. “A gente tem, agora, acesso a cadastros de plantas do mundo inteiro e nós vamos poder inclusive agregar nessa plataforma”, expõe Simone. </p><p>Essa conexão também possibilita novas oportunidades de qualificação para a equipe e participação em iniciativas internacionais de conservação. “Temos muitas coisas para explorar dentro do BCGI, como cursos online de formação para nossa equipe. Então, essa filiação abre portas para a participação dos projetos de conservação vegetal”, afirma a diretora.</p><p>Além disso, fazer parte do BCGI ainda permite que o Jardim Botânico participe de editais internacionais de financiamento. “É a primeira vez que a gente vai poder participar de um edital de fomento internacional para conseguir mais recursos aqui para o Jardim Botânico”, destaca Simone. Alguns editais já estão disponíveis para instituições vinculadas à organização. “Agora tem um edital que está aberto que oferece 2.500 dólares para os jardins selecionados. Então, com esse recurso, podemos conseguir comprar materiais de consumo para os projetos e investir mais ainda no nosso local.”</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4416-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde." />											<figcaption>O Telhado Verde da UFSM deverá ampliar a presença de espécies do bioma Pampa em sua composição vegetal.
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		<h3><strong>Com integração à BGCI, o Jardim Botânico projeta os próximos passos </strong></h3><p>Com a nova fase do jardim, a gestão evidencia a vontade de fortalecer ações voltadas à conservação do bioma Pampa. “Nós já temos alguns projetos em andamento, um deles é criar um jardim só com plantas do bioma Pampa para incentivar a conservação”, afirma a diretora Simone. </p><p>O espaço possui uma característica considerada única por estar localizado em uma área de transição entre Mata Atlântica e Pampa, o que amplia o potencial para projetos de conservação de espécies nativas. “Nós já identificamos que existem algumas espécies que estão em risco de extinção dentro do próprio jardim botânico e queremos então multiplicar essas espécies e outras do pampa no nosso telhado verde”, explica.</p><p>Utilizado como espaço de conservação e educação ambiental, o telhado verde do prédio 13F permite o crescimento de vegetação sobre a estrutura da construção e contribui para a absorção da água da chuva e preservação das plantas. Segundo a diretora, a proposta é reformular o paisagismo do local para priorizar espécies do bioma Pampa. “Queremos recriar o paisagismo do telhado com o bioma pampa, porque nós entendemos que ele é algo único aqui do sul. Então, é algo inovador e que tem bastante chance de ganhar o edital de fomento, nós estamos bem confiantes.”</p><p>Além disso, o espaço busca investir em iniciativas ligadas ao ecoturismo e à aproximação da comunidade com as atividades realizadas no jardim. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4373-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra a fachada do prédio do Jardim Botânico da UFSM em um dia de céu limpo. O prédio branca ocupa grande parte da imagem. No centro da parede da frente, está o logotipo do Jardim Botânico UFSM, acompanhado do escrito “Prédio 13 F” em letras pretas à direita. Na parte superior do edifício há o telhado verde com plantas e grades metálicas de proteção. Em frente ao prédio, uma rampa de acesso de concreto em direção à entrada principal. Ao lado da rampa há canteiros com flores pequenas, além de vasos com plantas. À direita da imagem, próximo à entrada, há uma placa colorida indicando os horários de funcionamento do Jardim Botânico." />											<figcaption>O local tem funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Em eventos especiais, o espaço também abre aos domingos. </figcaption>
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		<h3><strong>Equipe multidisciplinar integra ações do Jardim Botânico</strong></h3><p>A diretora do Jardim Botânico da UFSM, Simone Messina Gomez, é doutora em Educação e especialista em Educação Ambiental pela universidade. A relação dela com o espaço começou ainda na graduação, quando atuou como uma das primeiras estagiárias do local. Hoje, à frente da gestão, Simone articulou o processo que levou o espaço à rede internacional Botanic Gardens Conservation International (BGCI). “Eu sou uma pessoa que gosta muito de aproveitar a oportunidade. Quando soube dessa possibilidade, entrei em contato com a Aliança Brasileira de Jardins Botânicos (ABJB) e ela me proporcionou todo o procedimento que era necessário”, relata.</p><p>Para a diretora, a conquista representa um momento importante na sua trajetória. “Eu sei que fazer parte do BCGI é o meu momento de fazer história como gestora também. Porque a gestão um dia passa e eu estou deixando essa herança para o local”, afirma.</p><p>O Jardim Botânico da UFSM conta com uma equipe formada por cerca de seis servidores, dez estagiários e três profissionais terceirizados responsáveis pela jardinagem. A diretora destaca ainda que o número de pessoas envolvidas nos projetos cresce constantemente.</p><p>Além das áreas tradicionalmente ligadas ao meio ambiente, o jardim também desenvolve atividades interdisciplinares com estudantes de diferentes cursos da instituição. “Temos alunos da Biologia, Engenharia Florestal, Desenho Industrial, até Ciência da Computação, que criaram um mapa do jardim”, afirma Simone.</p><p>O local é aberto à comunidade e oferece visitas guiadas para apresentar coleções e curiosidades do mundo vegetal. Entre os espaços disponíveis estão a coleção de plantas carnívoras, o telhado verde, o jardim sensorial, a exposição de animais taxidermizados, além de trilhas e coleções vivas, como o cactário e espécies nativas da região. O local tem entrada gratuita e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com aberturas ocasionais aos domingos durante eventos especiais, como o Viva o Campus UFSM. </p><p>Mais informações sobre visitas e atividades podem ser acompanhadas pelo Instagram do jardim, <a href="https://www.instagram.com/jardimbotanicodaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">@jardimbotanicodaufsm</a>.</p><p><em><strong>Texto</strong>: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p><p><em><strong>Fotos</strong>: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p><p><em><strong>Edição</strong>: Maurício Dias </em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe o XXVII Fórum Paulo Freire</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/ufsm-recebe-o-xxvii-forum-paulo-freire</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:38:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#PPGEMEF]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[Ipê Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72834</guid>
						<description><![CDATA[Evento reúne diferentes gerações para debater o pensamento de Paulo Freire e segue com inscrições abertas para ouvintes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="354" data-end="718">Entre os dias 21 e 23 de maio, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediará o XXVII Fórum de Estudos: Leituras de Paulo Freire – <em data-start="479" data-end="531">Sementes para o Esperançar com diferentes gerações</em>. Iniciado em 1998, o Fórum tem o objetivo de promover discussões sobre os estudos do professor e filósofo brasileiro Paulo Freire.</p>
<p data-start="720" data-end="1261">O evento é organizado por um coletivo de discentes e docentes do Centro de Educação (CE), do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), do Programa Pré-Universitário Alternativa, do Coletivo Práxis, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências (PPGECi), do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Ensino de Física (PPGEMEF) e da Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo (UEIIA), além de diversos grupos de pesquisa vinculados à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p data-start="1263" data-end="1617">As inscrições para ouvintes estão abertas. Podem participar professores da educação básica e do ensino superior, além de estudantes de graduação e pós-graduação. Estudantes e professores que participam de movimentos populares ou integram coletivos têm gratuidade na inscrição do evento.</p>
<p data-start="1619" data-end="1740">Mais informações sobre o Fórum, programação e a inscrições estão disponíveis na <a href="https://evento.nte.ufsm.br/xxviiforumfreire2026/home">página do evento</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove eventos integrados sobre Educação Matemática, Ensino de Física e Ciências</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/ufsm-promove-eventos-integrados-sobre-educacao-matematica-ensino-de-fisica-e-ciencias</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:32:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#Escola de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[PIBID]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72833</guid>
						<description><![CDATA[Programação reunirá professores, pesquisadores e estudantes de diferentes níveis de ensino para troca de conhecimentos e apresentação de pesquisas na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="470" data-end="997">Durante os dias 13 e 16 de julho de 2026, a Universidade Federal de Santa Maria promove a IX Escola de Inverno de Educação Matemática, a III Escola de Inverno de Ensino de Física e o VI Encontro Nacional PIBID Matemática e Ciências. Esta edição tem como tema central “Educação Matemática, Ensino de Física e Ciências: caminhos e diálogos”, propondo o fortalecimento do debate sobre os processos de ensino e aprendizagem, a formação inicial e continuada de professores e a articulação entre pesquisa acadêmica e prática docente.</p>
<p data-start="999" data-end="1367">O evento visa promover o diálogo entre as áreas e os diferentes níveis de ensino, além de divulgar pesquisas e práticas pedagógicas desenvolvidas no campo das Ciências Exatas e fortalecer a formação docente por meio de reflexões críticas sobre políticas públicas, metodologias de ensino, práticas inclusivas, tecnologias educacionais e interdisciplinaridade no ensino.</p>
<p data-start="1369" data-end="1524">Podem participar do evento acadêmicos de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores da educação básica e do ensino superior, além de estudantes.</p>
<p data-start="1526" data-end="1869">Os eixos temáticos aceitos para submissão de trabalhos são: Ensino, aprendizagem e avaliação; Formação de professores; Políticas públicas em educação; Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação; Práticas inclusivas; Ciência, Tecnologia e Sociedade; História, Filosofia e Sociologia da Ciência; e Educação Estatística/Educação Financeira.</p>
<p data-start="1871" data-end="2046">Mais informações sobre os eventos e as normas de submissão de trabalhos podem ser acessadas no site do programa. Para contato direto, o e-mail é <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="2016" data-end="2045">escoladeinverno.ins@gmail.com</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1º Workshop SBMM Sul de Microscopia em Biociências está com inscrições abertas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/05/1o-workshop-sbmm-sul-de-microscopia-em-biociencias-esta-com-inscricoes-abertas</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:53:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biociências]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAGROBIO]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72689</guid>
						<description><![CDATA[Evento será realizado nos dias 15 e 16 de junho de 2026 e conta com parceria do PPG Agrobiologia da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="216" data-end="598">Estão abertas as inscrições para o 1º Workshop SBMM Sul de Microscopia em Biociências, que ocorre nos dias 15 e 16 de junho de 2026, em Porto Alegre (RS). O evento reúne pesquisadores, estudantes e profissionais interessados no uso da microscopia aplicada às biociências, promovendo a troca de conhecimentos e o fortalecimento de redes de pesquisa na região Sul do país.</p>
<p data-start="600" data-end="996">Organizado pela Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise (SBMM), em parceria com o Instituto de Ciências Básicas da Saúde da UFRGS, o workshop conta com a participação de diversas instituições, entre elas a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Programa de Pós-Graduação em Agrobiologia (PPG Agrobiologia), vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</p>
<p data-start="998" data-end="1234">A programação deve abordar diferentes aplicações da microscopia em áreas como biologia celular, microbiologia, biotecnologia e outras frentes das biociências, com foco na integração entre pesquisa, inovação e desenvolvimento científico.</p>
<p data-start="1236" data-end="1395">O evento conta com patrocínio de empresas da área e financiamento da FAPERGS, além do apoio institucional de universidades e centros de pesquisa da região Sul.</p>
<p data-start="1397" data-end="1531">Interessados podem acessar mais informações e realizar a inscrição no <a href="https://www.even3.com.br/1-workshop-da-regional-sul-da-sociedade-brasileira-de-microscopia-e-microanalise-em-biociencias-713526/">site do evento</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Meteorologistas da UFSM participarão de encontro sobre eventos extremos no dia 6 de maio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/meteorologistas-da-ufsm-participarao-de-encontro-sobre-eventos-extremos-no-dia-6-de-maio</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:06:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72606</guid>
						<description><![CDATA[Atividade do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática será em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Órgão vinculado à Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict/RS), o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática promove no dia 6 de maio, em Porto Alegre, o evento intitulado “Tempo Severo no Rio Grande do Sul: impactos e caminhos para soluções”. Realizado em parceria com a UFSM e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o encontro vai reunir especialistas, pesquisadores e gestores para debater a preparação do estado para fenômenos extremos que vão além das cheias, com foco em tempestades severas, avaliação de danos, monitoramento e construção de resiliência. O evento estava inicialmente previsto para 28 de abril, em alusão ao Dia Internacional para Redução de Riscos gerados por Tempestades Severas, também tendo em vista as inundações que devastaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024.</p>
<p>As atividades ocorrem nos turnos da manhã (9h às 12h) e tarde (14h às 17h), no auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari. Do painel da manhã, intitulado “Tempestades severas e seus impactos”, participarão dois professores do curso de Meteorologia da UFSM: Vagner Anabor e Mauricio Ilha de Oliveira. Anabor vai abordar o tema “Sistemas convectivos e tempestades severas: características regionais”, enquanto que Oliveira falará sobre “Fenômenos de tempo severo (tornados, microexplosões, granizo)”.</p>
<p>Anabor também vai participar do painel da tarde, intitulado “Avaliação de danos, treinamentos e mitigação”. Na ocasião, ele falará sobre a “Previsão baseada em impactos e oportunidades de treinamento”. Desse painel também participará o meteorologista da UFSM Murilo Machado Lopes, que vai abordar a Rede Voluntária de Observadores de Tempestades e avaliação de danos.</p>
<p>Os interessados em participar do encontro devem preencher até 30 de abril o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGiaZJnMtYAxDgmRKT942SoVURVRCQjlGVk9BME1BMlQ3OUpXTFNKSjQ0Ny4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também está disponível a programação completa. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/p/DWokZJxlpKd/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">perfil da Sict/RS no Instagram</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Central de Tutoria do CCNE retoma atendimentos para estudantes da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/15/central-de-tutoria-do-ccne-retoma-atendimentos-para-estudantes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:13:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[apoio pedagógico]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72493</guid>
						<description><![CDATA[A iniciativa apoia ingressantes dos mais de 130 cursos da UFSM em disciplinas de ciências naturais e exatas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Central de Tutoria do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) retomou, nesta semana, os atendimentos aos estudantes da UFSM que necessitam de apoio em seu processo de aprendizado durante a graduação. Desenvolvida desde 2019 pelo Setor de Apoio Pedagógico (SAP) do CCNE, a Central realiza ações de tutoria por pares (quando os próprios estudantes participam do processo de ensino), integrando tutores de diferentes cursos das ciências exatas e naturais para auxiliar estudantes com dificuldades de aprendizagem em conteúdos básicos.

A iniciativa visa apoiar os ingressantes dos mais de 130 cursos da UFSM que identificam problemas de aprendizado em alguns conhecimentos exigidos no ensino superior e que não foram bem trabalhados ou bem aprofundados no ensino médio. O espaço funciona como suporte a todas as disciplinas de exatas e naturais, com ênfase nas dificuldades relativas aos conteúdos introdutórios dos currículos dos cursos, diminuindo os índices de evasão e reprovação ao longo do processo formativo.

Neste semestre, a Central de Tutoria está trabalhando com atendimentos nas áreas de Matemática, Química, Física, Estatística, Biologia, Geografia, além de possuir o apoio a projetos de escrita de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e de relatórios.

Para o estudante de Engenharia Aeroespacial e tutor de Química Geral, Luiz Eduardo Felix, o trabalho desenvolvido pela Central é fundamental para garantir que os estudantes possam ter uma base mais sólida na graduação. “Nós procuramos trabalhar com as dúvidas que vêm, principalmente, [a partir de conteúdos] do ensino médio. Muitos alunos que passaram sua formação pela pandemia não absorveram o conteúdo da melhor forma”, ressalta.

João Gabriel dos Santos, tutor de Física I, destaca que o objetivo da central é auxiliar o maior número de estudantes da UFSM, oferecendo atendimento rápido e focado nas necessidades individuais de cada pessoa. João integra a central desde o ano passado, e pretende continuar ofertando tutorias por mais tempo, lembrando da importância da ação para a sua própria formação profissional.

Estudantes que queiram acessar a Central de Tutoria do CCNE necessitam agendar um horário pelo formulário disponível no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/apoio-pedagogico/central-de-tutoria" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do CCNE</a>. Os atendimentos acontecem presencialmente, na sala 1110 do prédio 13 do campus sede; e on-line, para estudantes dos campi de Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CCNE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM integrou a organização da 2ª Olimpíada de Professores de Matemática Ensino Médio no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/01/professora-da-ufsm-integrou-a-organizacao-da-2a-olimpiada-de-professores-de-matematica-ensino-medio-no-brasil</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:29:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[opmbr]]></category>
		<category><![CDATA[shangai]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72357</guid>
						<description><![CDATA[Carmen Mathias também foi convidada para acompanhar os medalhistas em uma imersão acadêmica em Shangai]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72359" align="alignright" width="525"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/1000000187.jpg"><img class=" wp-image-72359" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/1000000187.jpg" alt="" width="525" height="350" /></a> Carmen (de vermelho) participou da entrega de medalhas[/caption]
<p>A professora Carmen Vieira Mathias, do Departamento de Matemática da UFSM, integrou a comissão organizadora da segunda edição da Olimpíada de Professores de Matemática Ensino Médio no Brasil (OPMbr), contribuindo diretamente para a realização do evento. Ela também auxiliou na organização e participou da cerimônia de premiação, realizada na segunda-feira (30), no Ministério da Educação (MEC), em Brasília, reunindo os medalhistas professores e representantes de diversas instituições.</p>
<p>O evento contou também com a presença da comitiva chinesa da Unesco/Shanghai Normal University, instituição que receberá os estudantes medalhistas para uma imersão acadêmica nas primeiras semanas de maio. A docente da UFSM foi convidada e irá acompanhar o grupo durante essa experiência internacional, representando e apoiando os medalhistas ao longo das atividades.</p>
<p>Para Carmen, sua participação reforça o envolvimento da UFSM em iniciativas educacionais de destaque e na promoção de intercâmbios internacionais.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM reúne medalhistas da 20ª edição da Obmep em cerimônia regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/30/ufsm-reune-medalhistas-da-20a-edicao-da-obmep-em-cerimonia-regional</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:56:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[obmep]]></category>

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						<description><![CDATA[Alunos, escolas, professores e uma Secretaria Municipal de Educação receberam as medalhas na sexta-feira (27), no Centro de Convenções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72302" align="alignright" width="540"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0759.jpg"><img class=" wp-image-72302" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0759.jpg" alt="" width="540" height="367" /></a> Henrique Masquin e sua mãe, Elenice, estiveram presentes na cerimônia[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo com o calor de 31° Celsius em Santa Maria, Henrique Masquin, de 16 anos, esperava ansiosamente o início da cerimônia de entrega das medalhas da 20ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática (Obmep), sediada no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na tarde da última sexta-feira (27). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Henrique, que é estudante do segundo ano do ensino médio no Colégio Tiradentes, de Ijuí, participa da competição desde o sexto ano do ensino fundamental. Neste ano, ele recebeu a medalha de prata nacional. “É tanto conhecimento que tu ganha porque te ajuda muito na questão da lógica pros vestibulares, é muito bom também ter isso”, conta à Agência de Notícias. O medalhista ainda projeta o futuro na área de exatas. “Uma engenharia, provavelmente”, diz. Entre as possibilidades, ele cita a UFSM como uma instituição que deseja ingressar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Natural de Três Passos, Henrique veio acompanhado da mãe, Elenice Masquin, que acompanha a trajetória do filho e vê nas olimpíadas um caminho de transformação educacional. Para ela, mais do que medalhas, a participação representa um incentivo para que os estudantes busquem conhecimento e acreditem em seu potencial. Elenice destaca que sempre encorajou os filhos a participarem das provas com dedicação e confiança, reforçando que essas experiências abrem portas e mostram que, com esforço, novas oportunidades podem surgir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O exemplo mais próximo dentro de casa é o do filho mais velho, Gabriel Masquin, que também se dedicou às olimpíadas científicas e hoje estuda no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), uma das instituições mais concorridas do país. Para ela, ver os dois filhos trilhando caminhos semelhantes reforça a importância do incentivo desde cedo. “Eu, como mãe de medalhista, sinto muito orgulho”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Inserido nesse contexto, o desempenho de Henrique Masquin também reflete o alcance da regional RS02 da Obmep, sediada na UFSM. A coordenadora regional e professora de Matemática na UFSM, Taísa Miotto, explica que o Rio Grande do Sul é dividido em cinco regionais da olimpíada, responsáveis por organizar a participação dos estudantes em diferentes territórios. A RS02, que abrange 127 municípios das regiões central e noroeste, é uma delas, ao lado das regionais de Porto Alegre (RS01), Caxias do Sul (RS03), Passo Fundo (RS04) e Rio Grande (RS05). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na edição de 2025, a Obmep reuniu mais de 18 milhões de estudantes em todo o país, com cerca de 870 mil classificados para a segunda fase e milhares de medalhas distribuídas em nível nacional. Dentro desse universo, a regional sediada na UFSM contabilizou 16 medalhas de ouro, 39 de prata e 86 de bronze, além de premiações estaduais que ampliam o reconhecimento dos alunos. Para Taísa, a iniciativa tem impacto direto na trajetória dos estudantes. “Tal premiação é muito válida, pois mais alunos são incentivados a estudar e terem seu desempenho reconhecido”, opina a docente.</span></p>
[caption id="attachment_72304" align="alignleft" width="582"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0770.jpg"><img class=" wp-image-72304" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0770.jpg" alt="" width="582" height="394" /></a> Ao lado dos pais, Karina e Elton, Davi Przyczynski, de 13 anos, conquista medalha na categoria do ensino fundamental[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Os medalhistas do ontem e do hoje</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além de Henrique, estudantes mais jovens também começam a trilhar seus caminhos na olimpíada, como é o caso de Davi Przyczynski, de 13 anos. Aluno do 8º ano do ensino fundamental, ele participa pela terceira vez da Obmep e já colhe resultados ao conquistar uma medalha. Sobre a preparação, Davi conta que conciliou estudos por vídeos com a resolução de provas anteriores. “Eu estudava, via vídeos sobre o assunto e também fazia as provas dos anos passados”, relata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de ainda não ter definido uma profissão, ele afirma ter afinidade com a área de exatas e pretende continuar participando das próximas edições, seguindo um percurso semelhante ao de medalhistas mais experientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a mãe de Davi, Karina Przyczynski, a premiação é resultado direto da dedicação do filho ao longo do tempo. Vinda de Humaitá, na região Celeiro, ela acompanha de perto o interesse crescente do estudante pelas exatas, estimulado desde cedo dentro de casa. “É um momento de muita alegria, emoção e gratidão a Deus, né, e reconhecimento pelo esforço dele, pelo estudo, pela dedicação que ele tá tendo”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, a preparação incluiu a resolução de provas anteriores e o incentivo ao raciocínio lógico, com práticas como o xadrez e exercícios mentais. Para a família, a conquista representa não apenas uma medalha, mas a valorização de um processo contínuo de aprendizado.</span></p>
[caption id="attachment_72305" align="alignright" width="578"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0942.jpg"><img class=" wp-image-72305" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0942.jpg" alt="" width="578" height="393" /></a> Mariana Lovato participou de seis edições da Obmep e, hoje, cursa Música na UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Enquanto Davi sobe ao palco para receber sua medalha ainda nos primeiros anos da trajetória olímpica, histórias como a de Mariana Lovato mostram onde esse caminho pode chegar. Seu primeiro contato com a Obmep foi em 2016, no 6º ano do ensino fundamental, e, a partir dali, participou de todas as edições seguintes, com exceção de 2020, quando não houve prova devido à pandemia. Em todas as vezes em que competiu, foi premiada, acumulando três medalhas de bronze e três de prata ao longo da vida escolar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, aos 21 anos e estudante do bacharelado em Música na UFSM, ela retorna à cerimônia em outro papel: sentada ao piano, conduzindo um dos momentos culturais do evento realizado no Centro de Convenções. “As pessoas pensam que não tem nada a ver, mas tem muito a ver. Ritmo é pura matemática”, conta Mariana. </span></p>
<h3><strong>Universidade de portas abertas</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Eventos como a cerimônia da Obmep reforçam o papel da universidade como espaço público e acessível à comunidade. Para o diretor do Centro de Ciências Naturais (CCNE) e Exatas da UFSM, Felix Alexandre Antunes Soares, a presença de estudantes de diferentes regiões aproxima a instituição da realidade das escolas e amplia horizontes para quem, muitas vezes, visita o campus pela primeira vez. “Isso aproxima muito a universidade das escolas”, afirma. Segundo ele, além de reconhecer o mérito dos alunos, a iniciativa ajuda a romper a ideia de que o ensino superior é distante. “A universidade não é uma coisa distante, intocável”, completa.</span></p>
[caption id="attachment_72307" align="alignleft" width="570"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0969.jpg"><img class=" wp-image-72307" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0969.jpg" alt="" width="570" height="368" /></a> A mesa de abertura foi composta por Márcio Luís Miotto, Taísa Miotto, Martha Adaime, Félix Antunes Soares e Edson Sidney Figueiredo[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O diretor também destaca que as olimpíadas têm impacto direto no ingresso e na formação acadêmica desses estudantes. A UFSM, nos últimos anos, passou a contar com formas específicas de entrada para medalhistas, o que amplia as possibilidades de acesso. “Tem um processo de ingresso específico para esses estudantes”, explica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, ele ressalta o papel fundamental dos professores da educação básica nesse percurso. “A gente tem que agradecer muito aos professores das escolas”, diz, ao defender uma atuação conjunta entre universidade e escolas para estimular talentos e, inclusive, inspirar futuras carreiras acadêmicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Compuseram a mesa de abertura a reitora da UFSM, Martha Adaime, e o diretor do CCNE, Félix Antunes Soares. Participaram ainda o chefe do Departamento de Matemática da UFSM, Edson Sidney Figueiredo, o coordenador regional do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), o professor de Matemática da UFSM Márcio Luís Miotto e a coordenadora regional e professora de Matemática na UFSM, Taísa Miotto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cerimônia regional da 20ª edição da Obmep pode ser assistida na íntegra pelo público no canal do Youtube da </span><a href="https://www.youtube.com/live/Ew7Ev54QVcY"><span style="font-weight: 400">UFSM</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><i><strong>Texto</strong>:</i><i><span style="font-weight: 400"> Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><strong>Fotos</strong>:</i><i><span style="font-weight: 400"> Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</span></i><br /><i><strong>Edição</strong>:</i><i><span style="font-weight: 400"> Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lidera rede pioneira de monitoramento de CO₂ em lavouras e pastagens do Sul do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-lidera-rede-pioneira-de-monitoramento-de-co%e2%82%82-em-lavouras-e-pastagens-do-sul-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:04:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de solos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[gases efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[labgee]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa utiliza torres de fluxo para monitorar gases de efeito estufa em sistemas agrícolas e aponta caminhos para a produção sustentável e a geração de créditos de carbono]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72209" align="alignright" width="647"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg"><img class=" wp-image-72209" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg" alt="" width="647" height="486" /></a> Rodrigo, Débora e Murilo monitoram dados no LABGEE (Foto: Ricardo Bonfanti)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma rede de medição de carbono instalada em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul está revelando, com precisão inédita, como diferentes sistemas de produção agropecuária interagem com o clima. Coordenado pela UFSM, por meio do Laboratório de Gases do Efeito Estufa (LABGEE), o projeto utiliza torres de fluxo, um equipamento semelhante à estação meteorológica, porém equipado com sensores mais precisos. Essas torres são consideradas o método mais avançado do mundo para medir continuamente a emissão e a absorção de gases de efeito estufa em lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa coloca a UFSM entre as instituições protagonistas no Brasil e no mundo no monitoramento contínuo e em tempo real do balanço de CO₂ em sistemas agrícolas, o que é estratégico para compreender o papel da agropecuária nas mudanças climáticas. No Brasil, pesquisas desse tipo em sistemas agrícolas monitorados continuamente por torres de fluxo são raras, especialmente em culturas importantes para a economia regional, como soja, arroz irrigado e pecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">À frente desta iniciativa, os professores Débora Roberti, do Departamento de Física do CCNE, e Rodrigo Jacques, do Departamento de Solos do CCR, destacam a importância deste trabalho, que, ao mesmo tempo em que ressalta o papel do manejo adequado das áreas agrícolas e desmistifica a produção rural - quando bem feita - como vilã das mudanças climáticas, projeta novos mercados e fortalece a internacionalização da UFSM.</span></p>
<h3>Sensores medem CO₂ em tempo real</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, nove torres de fluxo estão instaladas em diferentes sistemas produtivos do Sul do país, incluindo lavouras de soja, trigo, milho e arroz irrigado, além de pastagens naturais do bioma Pampa. Os equipamentos estão distribuídos em propriedades nos municípios gaúchos de Catuípe (duas unidades), Alegrete, Cachoeira do Sul (quatro unidades) e Santa Maria, além de uma área no Paraná. Os locais foram escolhidos por permitirem comparar manejos tradicionais ou melhorados das lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As torres de fluxo são equipadas com sensores altamente sensíveis, capazes de registrar de forma contínua as absorções e emissões de gases do efeito estufa de uma área. Os instrumentos realizam 10 medições por segundo, identificando se, por exemplo, o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400">) está sendo liberado para a atmosfera ou absorvido pelas plantas - e, após, armazenado no solo. “A metodologia em si é única no mundo, só ela que faz isso. É a mais avançada e universalmente aceita”, explica Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da medição dos gases, os equipamentos registram variáveis meteorológicas, como temperatura do ar e do solo, radiação solar e precipitação. Todos os dados são transmitidos automaticamente pela internet para o LABGEE, situado no prédio do INPE, onde são processados e analisados pelos pesquisadores e estudantes de pós-graduação de Física e Meteorologia, com apoio do meteorologista Murilo Lopes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com esse monitoramento contínuo, os cientistas conseguem calcular o chamado fluxo de carbono, que representa o saldo (balanço) entre o carbono retirado da atmosfera pelas plantas durante a fotossíntese e aquele liberado por processos naturais, como respiração das plantas, decomposição da matéria orgânica e atividade de organismos vivos. O acompanhamento permite identificar em tempo real, ao longo do dia, dos meses, das estações e dos anos, quando um sistema produtivo atua como emissor ou absorvedor de carbono.</span></p>
<h3>De meia em meia hora, por três anos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“É preciso no mínimo 10 medidas por segundo da concentração do CO₂ e da velocidade vertical do vento na atmosfera. Com uma análise estatística destes dados se obtém o fluxo, e então é possível dizer, a cada meia hora, se um sistema emitiu ou absorveu”, explica Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como as medições são realizadas continuamente, a cada meia hora, os pesquisadores conseguem acompanhar ao longo do ano o comportamento das emissões e absorções em cada área monitorada. Com um ano completo de dados, já é possível calcular o balanço anual de carbono de um sistema agrícola, pecuário ou natural e identificar práticas que aumentam a absorção ou as emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, para garantir resultados mais robustos, o monitoramento precisa se estender por períodos maiores, já que as condições climáticas variam de um ano para outro - no caso, três anos é o período mínimo determinado pelos pesquisadores para captar melhor estas variações. “Esse é o destaque desta técnica, que está na vanguarda das metodologias de medida de gás do efeito estufa na atmosfera”, salienta Débora.  </span></p>
[caption id="attachment_72258" align="alignleft" width="396"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72258 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" alt="" width="396" height="582" /></a> Uma das nove torres instaladas pela UFSM (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Pioneirismo e investimentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Débora destaca o pioneirismo do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), que acumula mais de 30 anos de experiência em monitoramento com torres de fluxo, com atualização constante das tecnologias utilizadas. “Nosso grupo, nos anos 1990, já participava de projetos na Amazônia. Mais tarde começamos a usar nos sistemas de manejo do Rio Grande do Sul, e começamos a monitorar mais continuamente a partir de 2010”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conjunto dos equipamentos utilizados no projeto representa um investimento de cerca de R$ 5 milhões, obtido pelo LABGEE ao longo dos anos por meio de projetos financiados por diferentes agências. </span></p>
<h3>Trabalho interdisciplinar</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A interdisciplinaridade é essencial para o êxito do projeto. Pesquisadores da Física, da Agronomia, da Meteorologia, trabalhando juntos, contribuem para o melhor entendimento dos resultados, que são utilizados por diversos grupos na UFSM, incluindo a área de sensoriamento remoto, e também de outras universidades. "É um trabalho bem amplo, e os resultados são compartilhados", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rodrigo exemplifica que, enquanto para as Ciências Rurais a ênfase maior é no armazenamento do carbono no solo, a Física se interessa pela contribuição dos gases para o aquecimento global, e a Economia estuda a venda e remuneração de créditos de carbono. "A fixação e emissão de carbono é um assunto que permeia vários grupos de pesquisa na UFSM, com diferentes óticas, e todos estão, de certo modo, dependentes de uma metodologia de quantificação, de como saber se um sistema produtivo, seja industrial ou agropecuário, está emitindo ou absorvendo. Aí é que entra esta metodologia, que é uma maneira mais moderna de quantificar", ressalta.</span></p>
<h3>Protagonismo e reconhecimento internacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho motiva tanto os produtores rurais envolvidos, que, com o manejo correto, visualizam no futuro monetizar créditos de carbono, quanto alunos de cursos como Física, Meteorologia, Agronomia e Engenharia Ambiental, que participam ativamente dos estudos e, mensalmente, visitam as propriedades nas quais as torres estão instaladas, sob a coordenação do meteorologista Murilo. "Nosso protagonismo é também na formação de recursos humanos para trabalhar com essa metodologia, que não é simples", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A referência da UFSM na área não é de hoje. "Somos pioneiros no Brasil para este monitoramento contínuo ao longo dos anos, com torres de fluxo. O grupo que tem o maior protagonismo é o nosso. Inclusive, por 20 anos, fizemos em Santa Maria o Congresso Brasileiro de Micrometeorologia, evento bianual que recebia a comunidade nacional e internacional", lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reconhecimento internacional só cresce. Atualmente, os dados obtidos pelas torres de monitoramento estão entrando em um banco de dados mundial, sendo utilizados por grupos de pesquisa de inúmeros países. "Somos um grupo muito internacionalizado, com inúmeras parcerias. Também recebemos muitos pesquisadores estrangeiros e enviamos alunos de doutorado e pós-doutorado para países como Portugal e Estados Unidos", acrescenta a pesquisadora.</span></p>
[caption id="attachment_72210" align="alignright" width="566"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg"><img class=" wp-image-72210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg" alt="" width="566" height="425" /></a> Dados são apresentados aos produtores participantes (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Importância ambiental e potencial econômico</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A agricultura é frequentemente apontada como uma das fontes de emissão de gases de efeito estufa, mas os estudos conduzidos pela UFSM mostram que sistemas produtivos bem manejados, como é o caso dos que estão sendo monitorados, também podem remover carbono da atmosfera, contribuindo para reduzir o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As medições feitas pelas torres de fluxo permitem identificar quais práticas agrícolas aumentam essa capacidade de captura, como o uso de plantas de cobertura, rotação de culturas, integração lavoura-pecuária e manejo adequado das pastagens. “Quanto mais planta tiver no solo, sem intervalos, maior é a absorção, porque o que absorve o CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400"> da atmosfera e coloca no solo são as plantas, por meio da fotossíntese. Sistemas sem pousios são os que mais absorvem”, destaca Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para reduzir o aquecimento global, essas práticas podem melhorar a fertilidade do solo e abrir oportunidades para geração de créditos de carbono na agropecuária, que podem ser comercializados com empresas interessadas em compensar suas emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estimativas indicam que, se metade das áreas de pastagens naturais do Pampa fosse utilizada para geração de créditos de carbono, seria possível produzir cerca de 3,3 milhões de créditos por ano. Considerando um valor médio de US$ 10 por crédito, o potencial de receita chegaria a US$ 33 milhões anuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, práticas que aumentam a captura de carbono — como rotação de culturas, plantas de cobertura e manejo adequado do solo — tendem a melhorar a fertilidade e a estrutura do solo, contribuindo também para maior produtividade agrícola.</span></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72276 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este-1024x575.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></a></p>
<p> </p>
<h3>O que mostra o monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados das pesquisas conduzidas pela UFSM têm indicado que práticas agrícolas adequadas podem transformar lavouras e pastagens em aliadas importantes no combate às mudanças climáticas, ao ampliar a captura de carbono e reduzir emissões de gases de efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No arroz irrigado, a introdução de pastagens de inverno nas lavouras reduziu as emissões de CO₂ em 20% e de metano em 60%. As lavouras que cultivam soja e trigo, muito comuns na região, podem absorver até três vezes mais CO₂ por hectare se intercaladas por plantas de cobertura. A produção de bovinos em pastagens do Pampa pode absorver CO₂ pelo correto manejo da pastagem, compensando as emissões de metano pelo gado, aliando a produção de uma carne de qualidade com absorção de gases do efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já a lavoura de trigo, segundo Rodrigo, é uma grande absorvedora de CO₂, mas deixá-la parada, sem cultivo, a torna uma emissora de CO₂. De maneira geral, conforme ele, as lavouras do RS têm potencial de serem absorvedoras de CO₂ e poderiam ser utilizadas para venda de créditos de carbono.  </span></p>
<h3>Próximos passos: novas culturas e créditos de carbono</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudos conduzidos pela UFSM seguem em andamento e buscam ampliar o conhecimento sobre como diferentes práticas agrícolas influenciam o balanço de gases de efeito estufa nos sistemas produtivos do Sul do Brasil. Os pesquisadores esperam que os dados obtidos possam orientar estratégias de produção mais sustentáveis, apoiar políticas públicas e fortalecer o papel da agropecuária na mitigação das mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim que cada um dos sistemas produtivos que estão sendo monitorados atualmente completar três anos de dados gerados, outras culturas poderão ser contempladas, como a integração entre lavoura e pecuária e a fruticultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro passo futuro, assim que houver dados de três anos em cada sistema, é trabalhar em projeto piloto de crédito de carbono. "Como esse trabalho não é em nível de pequenos experimentos, mas sim em nível de fazenda, esses dados que estamos gerando podem servir como uma linha de base para saber se os agricultores estão absorvendo ou emitindo, sendo possível, então, entrar no mercado de crédito de carbono", afirma Débora.</span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti</em><br /><em>Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Professor de Química da UFSM é convidado para ministrar conferência em evento na Grécia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/24/professor-de-quimica-da-ufsm-e-convidado-para-ministrar-conferencia-em-evento-na-grecia</link>
				<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:55:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72252</guid>
						<description><![CDATA[Érico Flores será o único pesquisador brasileiro a apresentar
conferência no Encontro da Sociedade Europeia de Sonoquímica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>De 25 a 29 de maio acontecerá o 19º Encontro da Sociedade Europeia de Sonoquímica (<a href="https://ess19.com/" target="_blank" rel="noopener"><em>19th Meeting of the European Society of Sonochemistry/19th. ESS</em></a>), em Chania, Grécia. Nesse congresso, estarão reunidas as principais lideranças mundiais na área de ultrassom e sonoquímica, com pesquisadores de vários continentes.</p>
<p>O professor do Departamento de Química da UFSM, Érico Flores, estará representando o Brasil nesse evento, sendo o único pesquisador da América Latina convidado para apresentar uma das quatro conferências plenárias do evento.</p>
<p>Evento tradicional na área de ultrassom aplicado a reações e processos químicos, organizado pela Sociedade Europeia de Sonoquímica, o 19th ESS congregará pesquisadores renomados da Alemanha, Austrália, China, França, Inglaterra, Índia, Itália, Japão, entre outros países, e será uma oportunidade para aumentar a visibilidade da pesquisa desenvolvida na UFSM na área de ultrassom, cujo grupo de pesquisa liderado pelo professor Érico é um dos expoentes na América Latina.</p>
<p>Érico apresentará a conferência plenária intitulada “<em>New advances in ultrasound based water treatment and green synthesis of metallic nanoparticles</em>” ("Novos avanços no tratamento de água baseado em ultrassom e para a síntese verde de nanopartículas metálicas"), que versará sobre os mais recentes usos da sonoquímica na área de nanomateriais e novos métodos para o tratamento de água para substâncias resistentes.</p>
<p>O grupo de pesquisa coordenado por Érico, dos programas de pós-graduação em Química (PPGQ) e em Engenharia Química (PPGEQ),<br />é referência na América do Sul na área de sonoquímica, já tendo publicado diversos artigos científicos em revistas internacionais de alto<br />impacto, além de capítulos de livros e patentes em cooperação com empresas na área de petróleo.</p>
<p>Em vista das importantes contribuições científicas, o professor Érico tem sido convidado com frequência para ministrar palestras no exterior. Segundo ele, o convite recebido é um reconhecimento adicional da excelência da pesquisa realizada na UFSM, que está integrada com as ações de internacionalização e de inovação dos integrantes do Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (Laqia) e do Laboratório de Estudos em Petróleo (Cepetro), ambos vinculados ao Departamento de Química da UFSM.</p>
<p>Ambos, Laqia e Cepetro, têm se destacado no cenário internacional, entre outras atividades, como pioneiros no desenvolvimento de<br />sistemas empregando a energia de ultrassom aplicada para a intensificação de reações químicas e de processos industriais.</p>
<p>Os demais pesquisadores do Departamento de Química também fazem parte da equipe responsável pela pesquisa apresentada no evento:<br />professores Cezar Bizzi, Fábio Duarte, José Neri Paniz, Paola Mello, Rochele Picoloto e Rodrigo Bolzan, além do professor Juliano Barin,<br />do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos e dos pós-doutorandos Altevir R. Viana, Gabriel T. Druzian e Mariele S.<br />Nascimento.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paleontólogos da UFSM reconstroem o cérebro de um precursor dos pterossauros, os répteis voadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/16/paleontologos-da-ufsm-reconstroem-o-cerebro-de-um-precursor-dos-pterossauros-os-repteis-voadores</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:48:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72177</guid>
						<description><![CDATA[Descoberta foi publicada no periódico científico Palaeontology]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72179" align="alignright" width="593"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Paleontologa-analisando-a-caixa-craniana-do-fossil-de-Venetoraptor.-Fotografia-por-Rodrigo-T.-Muller.jpg"><img class=" wp-image-72179" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Paleontologa-analisando-a-caixa-craniana-do-fossil-de-Venetoraptor.-Fotografia-por-Rodrigo-T.-Muller.jpg" alt="" width="593" height="395" /></a> Paleontóloga analisa a caixa craniana do réptil (Foto: Rodrigo T. Müller)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Paleontólogos da UFSM publicaram, na última sexta-feira (13), um novo estudo no periódico científico </span><i><span style="font-weight: 400">Palaeontology</span></i><span style="font-weight: 400">, no qual apresentam a reconstrução do cérebro de um réptil extinto a partir de tomografias computadorizadas. As análises foram realizadas com base em um fóssil de 233 milhões de anos, encontrado no município de São João do Polêsine (RS), no território do Geoparque Quarta Colônia Unesco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Frequentemente confundidos com dinossauros, os pterossauros foram répteis que dominaram os céus durante a Era Mesozoica e desenvolveram a capacidade de voo antes mesmo das aves. Embora esses animais tenham sido abundantes nos Períodos Jurássico e Cretáceo, sua origem no Período Triássico ainda é pouco compreendida. Dentre as diversas adaptações que essa linhagem apresentou para o voo, as mudanças no cérebro estão entre as que mais chamam a atenção e despertam curiosidade. A chave para entender como o cérebro dos pterossauros evoluiu para permitir o voo está em compreender como era o cérebro de seus precursores, para que as diferenças entre eles possam ser discernidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto, há poucos fósseis no mundo de precursores dos pterossauros que preservem bem a região do crânio que abriga o cérebro. Nesse contexto é que um fóssil brasileiro ajudou a entender como foi o cérebro desses precursores dos répteis voadores. O novo estudo, liderado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria e com a participação de cientistas dos Estados Unidos, Argentina e Alemanha, investigou detalhes da anatomia do fóssil de um </span><a href="https://www.nature.com/articles/s41586-023-06359-z"><span style="font-weight: 400">lagerpetídeo descrito em 2023</span></a><span style="font-weight: 400">. A pesquisa faz parte da tese de doutorado de Lísie Vitória Soares Damke, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, sob a orientação do paleontólogo Rodrigo Temp Müller.</span></p>
[caption id="attachment_72180" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Reconstrucao-artistica-de-Venetoraptor-e-modelo-3D-do-cerebro.-Ilustracao-de-Caio-Fantini.jpeg"><img class="wp-image-72180 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Reconstrucao-artistica-de-Venetoraptor-e-modelo-3D-do-cerebro.-Ilustracao-de-Caio-Fantini-1024x605.jpeg" alt="" width="1024" height="605" /></a> Reconstrução artística de Venetoraptor e modelo 3D do cérebro (Ilustração: Caio Fantini)[/caption]
<h3>Como estudar o cérebro de um animal extinto?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os lagerpetídeos foram répteis esguios que representam os precursores mais próximos dos pterossauros. Contudo, ao contrário de seus parentes voadores, os lagerpetídeos não possuíram a capacidade de voar. É justamente por isso que existe tanto interesse em compreender como era o cérebro desses animais, já que analisá-lo pode ajudar a revelar quais características surgiram nos pterossauros a partir do momento em que o grupo se tornou capaz de levantar voo. Contudo, como o cérebro é uma estrutura composta por tecidos moles, que raramente se preservam no registro fóssil, estudar sua anatomia é uma tarefa desafiadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para contornar essa limitação, cientistas utilizam tomografias computadorizadas para preencher digitalmente as cavidades do crânio que correspondem ao espaço que seria ocupado pelo encéfalo. Em seguida, as estruturas internas são separadas digitalmente, o que permite a criação de um modelo tridimensional aproximado do cérebro.</span> <span style="font-weight: 400">É a partir desse modelo que os pesquisadores conseguem inferir hábitos e comportamentos por meio de medidas e análises baseadas em animais atuais.</span></p>
[caption id="attachment_72181" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Infografico-ilustracao-por-Matheus-Fernandes-Gadelha-2.jpg"><img class="wp-image-72181 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Infografico-ilustracao-por-Matheus-Fernandes-Gadelha-2-1024x631.jpg" alt="" width="1024" height="631" /></a> Infográfico do réptil (Ilustração: Matheus Fernandes Gadelha)[/caption]
<h3>Nem do céu nem da terra: um réptil que vivia na copa das árvores</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Foi por meio desses procedimentos que o grupo de pesquisadores conseguiu reconstruir o cérebro do lagerpetídeo brasileiro </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400">. Esse réptil com cerca de 1 metro de comprimento possuía um bico pontiagudo, garras longas, membros delgados e locomovia-se de maneira bípede. Embora ele não fosse capaz de voar, acredita-se que ele se deslocava entre as copas das árvores, utilizando suas garras recurvadas para se prender nos galhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O excelente grau de preservação dos elementos cranianos fossilizados ajudou a revelar detalhes importantes da anatomia do cérebro e do ouvido interno desse animal. Uma das estruturas que mais chama a atenção no modelo tridimensional é o flóculo do cerebelo, uma estrutura associada ao equilíbrio e à estabilização da visão durante os movimentos da cabeça. Na espécie estudada, essa estrutura é bastante desenvolvida, sugerindo que esses animais já possuíam um controle refinado dos movimentos da cabeça e da visão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa também apontou que partes dos canais semicirculares, estruturas do ouvido interno que fazem parte do labirinto ósseo e são fundamentais para o equilíbrio dos organismos, apresentam um aumento notável em comparação com alguns outros répteis. Essas habilidades podem ter sido úteis para ajudar esse animal a caçar suas presas e/ou a se locomover com maior facilidade entre as árvores. Nos pterossauros, o flóculo do cerebelo também é muito grande, mas a presença dessa estrutura bem desenvolvida em </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400"> demonstra que essa condição não era exclusiva de répteis voadores.</span></p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Embora tenha sido possível reconstruir boa parte do cérebro de </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400">, ainda existem regiões desconhecidas, pois os ossos que as envolviam em vida não se preservaram. Entre elas estão os bulbos olfatórios, regiões do encéfalo responsáveis pelo sentido do olfato. O grupo de pesquisadores espera encontrar novos fósseis da espécie que preservem a região do crânio associada a essas estruturas, o que poderá permitir, no futuro, inferir a capacidade olfativa do animal. Para isso, continuam realizando escavações no sítio fossilífero que revelou os fósseis de </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400"> em 2022. A equipe também possui diversos achados inéditos em fase de preparação em laboratório ou em estudo, o que sugere um cenário promissor para os próximos anos no que diz respeito à investigação dos lagerpetídeos e à origem dos pterossauros.</span></p>
<h3>Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O fóssil de </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400"> está depositado no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM), localizado no município de São João do Polêsine. O centro integra o Geoparque Quarta Colônia Unesco e abriga uma importante coleção de fósseis do Triássico brasileiro, além de uma exposição aberta à visitação gratuita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo foi conduzido por Lísie V.S. Damke, Leonardo Kerber, Mario Bronzati, Maurício S. Garcia, Martín D. Ezcurra, Sterling J. Nesbitt e Rodrigo T. Müller. A pesquisa recebeu apoio do CNPq, INCT Paleovert, CAPES e Alexander von Humboldt Foundation.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O artigo intitulado “</span><a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/pala.70047" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400">Braincase anatomy and palaeoneurology of Venetoraptor gassenae, a lagerpetid pterosauromorph from the Late Triassic of southern Brazil</span></i></a><span style="font-weight: 400">” foi publicado no periódico </span><i><span style="font-weight: 400">Palaeontology.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fonte: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da UFSM</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCNE abre 92 vagas para bolsistas de graduação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/12/ccne-abre-92-vagas-para-bolsistas-de-graduacao</link>
				<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:41:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas para alunos]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72164</guid>
						<description><![CDATA[O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) abriu, na última quarta (11), 92 vagas para bolsistas de graduação em diferentes áreas. As oportunidades são para atuação na Central de Tutoria, nas Subunidades Administrativas do CCNE e no trabalho de monitoria de disciplinas nos cursos do Centro. As inscrições para todas as vagas seguem até o dia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) abriu, na última quarta (11), 92 vagas para bolsistas de graduação em diferentes áreas. As oportunidades são para atuação na Central de Tutoria, nas Subunidades Administrativas do CCNE e no trabalho de monitoria de disciplinas nos cursos do Centro. As inscrições para todas as vagas seguem até o dia 20 de março.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/001-2026-2" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/001-2026-2&amp;source=gmail&amp;ust=1773408973865000&amp;usg=AOvVaw2rx9TwLnyv3qYbLlmH2_o-">Edital 001 – Bolsas de Monitoria dos Departamentos CCNE/UFSM</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/002-2026" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/002-2026&amp;source=gmail&amp;ust=1773408973865000&amp;usg=AOvVaw1-sBneLhQf65YAjICGSPHs">Edital 002 – Bolsas Setor de Apoio Pedagógico – Central de Tutoria</a></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/003-2026" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/003-2026&amp;source=gmail&amp;ust=1773408973865000&amp;usg=AOvVaw2_G7r9QSEdlFmBpOzBmxD3">Edital 003 – Bolsas Subunidades Administrativas CCNE</a></p>
<p>Os requisitos para a inscrição em cada vaga, os documentos necessários e os contatos para dúvidas podem ser acessados nos editais específicos (disponíveis acima e no site do <a href="http://ufsm.br/ccne" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://ufsm.br/ccne&amp;source=gmail&amp;ust=1773408973865000&amp;usg=AOvVaw2mNKAbKEHmEA9c8X-xF1aS">ufsm.br/ccne</a>). Os valores variam de acordo com a jornada de trabalho estabelecida, indo de R$ 420,00 para as vagas de 12h/semanais até R$ 700 para as de 20h/semanais.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM levará projetos e oportunidades para a 26º Expodireto Cotrijal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/05/ufsm-levara-projetos-e-oportunidades-para-a-26o-expodireto-cotrijal</link>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:37:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[expodireto]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72127</guid>
						<description><![CDATA[Evento do agronegócio reúne milhares de pessoas em Não-Me-Toque, no RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Expodireto Cotrijal é um dos principais encontros do agronegócio internacional. Desde 2000, centenas de expositores de mais de 80 países se reúnem em Não-Me-Toque, Rio Grande do Sul, para buscar o desenvolvimento do setor agropecuário. Em 2026, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) estará presente na Feira com um espaço próprio (banca 545) e levará 19 projetos de ensino, pesquisa, extensão  e desenvolvimento institucional. Ainda, os campi de Frederico Westphalen e de Palmeira das Missões divulgarão novos cursos, como o curso de Direito em FW e o futuro curso de Medicina em PM, além de outras oportunidades aos estudantes da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante os cinco dias de evento, de 9 a 13 de março, serão apresentados projetos e ações do Centro de Ciências Rurais, do Colégio Politécnico, do Centro de Ciências Naturais e Exatas, do Centro de Tecnologia e dos campi de Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. Do total, 10 são projetos de extensão, seis de pesquisa, dois de ensino e um de desenvolvimento institucional, evidenciando a diversidade de atividades acadêmicas da instituição.</span></p>
[caption id="attachment_72129" align="aligncenter" width="776"]<img class="wp-image-72129" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/27128_expo2023_05495_1701717844092-300x225.jpg" alt="Fotografia colorida com imagem diurna de uma feira agropecuária ao ar livre. Em primeiro plano, muitas pessoas caminham por uma larga alameda pavimentada. À direita, há um canal ornamental de água azul com curvas e pequenas fontes, cercado por jardins floridos. Ao fundo, aparecem estandes e estruturas do evento, incluindo um prédio verde com a inscrição “Expodireto Cotrijal” e um grande silo branco. À esquerda, grandes mastros exibem as bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul. O céu está claro, com nuvens espalhadas, sugerindo um dia ensolarado e movimentado no evento" width="776" height="582" /> Expodireto Cotrijal reúne mais de 600 expositores de 80 países (Foto de arquivo/divulgação)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">As atividades ocorrerão de segunda a sexta-feira e abordarão temas estratégicos para o desenvolvimento do setor agropecuário e da sustentabilidade, como </span><b>agricultura de precisão, irrigação, produtividade da soja, inovação tecnológica no campo, análise ambiental e desenvolvimento regional</b><span style="font-weight: 400">. Confira a programação completa no estande da UFSM:</span></p>
<p> </p>
<h2><b>Cronograma de participação da UFSM na Expodireto 2026</b></h2>
<p><b>9 de fevereiro (segunda-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">IRRIGA-AÇÃO: Vitrines Tecnológicas Regionais de Irrigação</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Juliano Dalcin Martins</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Crop Júnior Consultoria Agro</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Rian Balsamo Brondani</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Exposição de estandes dos laboratórios do PPGZ</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Thaise Pinto de Melo</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Modelagem e otimização da irrigação para o cultivo sustentável de dália de corte</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Letícia Ferronato</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />10 de fevereiro (terça-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Educação e ruralidades: tecendo aprendizagens entre a escola do campo e a universidade</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Giovanna Cechin</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Advanced Farm 360: ensino, pesquisa, extensão e inovação na agricultura</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Luciano Zucuni Pes</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Politécnico</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Divulgação do curso de Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Lúcio de Paula Amaral</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Politécnico</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Obtenção de micro e nanocelulose a partir de resíduos da produção de sucos de uva e maçã</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Carolina Ferreira de Matos Jauris</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCNE</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />11 de fevereiro (quarta-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Produtos lácteos: desenvolvimento, caracterização e análise sensorial</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Neila Silvia Pereira dos Santos Richards</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Análise econômica e ambiental de lavouras de soja e arroz</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Laura da Silva Camargo</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Qualificação e inovação no uso da lã ovina</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Larissa Milania Scota</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Proposta de um SGA para uma propriedade rural no Quarto Distrito de Santa Maria/RS</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Cinthi Alice do Prado</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />12 de fevereiro (quinta-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Difusão de conhecimentos e tecnologias para o aumento da produtividade da cultura da soja em Cachoeira do Sul</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Zanandra Boff de Oliveira</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Cachoeira do Sul</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Desenvolvimento da cultura da soja em zonas de manejo delimitadas com base no mapeamento da condutividade elétrica aparente do solo</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Eduardo Leonel Bottega</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Cachoeira do Sul</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Motora Empresa Júnior de Consultoria</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Davi Justino Gomes Muniz</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CT</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />13 de fevereiro (sexta-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Estratégias e alternativas para o desenvolvimento regional sustentável</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Rosani Marisa Spanevello</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Palmeira das Missões</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Nelson Guilherme Machado Pinto</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Palmeira das Missões</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Ações de conscientização ambiental com ênfase no gerenciamento de resíduos sólidos em municípios do Médio Alto Uruguai</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Willian Fernando de Borba</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Frederico Westphalen</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Agr Jr. Consultoria Agronômica</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Amanda Trentin Moro</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Frederico Westphalen</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Os projetos foram escolhidos através de um edital aberto pela Pró- reitoria de Extensão que possibilitou a organização de transporte e bolsas aos alunos participantes. Além disso, professores e servidores técnico-administrativos também estarão em Não-Me-Toque.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Benefícios e expectativas </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><i><span style="font-weight: 400">networking </span></i><span style="font-weight: 400">e a chance de receber novas oportunidades são uns dos maiores benefícios para os estudantes, segundo a vice-diretora do campus de Frederico Westphalen, Eliane Santos. “É um espaço para fazer conexões. É muito importante para os nossos estudantes, porque eles fazem networking, conhecem as empresas, muitas vezes surge uma possibilidade de um estágio”, afirma a vice-diretora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Levar a Universidade para o evento é um meio de conexão com a comunidade externa. Interagir com empresas, mostrar pesquisas e oferecer oportunidades a produtores rurais são benefícios no contato com as milhares de pessoas que passam pela feira. “A expectativa é conhecer pessoas, ter novas ideias para o que já fazemos, ampliar nossa possibilidades de pesquisa a partir de problemas que surgirem na feira e realizar parcerias. É uma possibilidade muito importante prestigiar essa feira de grande porte”, finaliza Eliane. </span></p>
<p> </p>
<p><b>Empresas do ecossistema de inovação da UFSM presentes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Empresas do setor ligadas ao </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec"><span style="font-weight: 400">InovaTec UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> e à </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/pulsar"><span style="font-weight: 400">Pulsar Incubadora Tecnológica</span></a><span style="font-weight: 400"> também marcarão presença na Expodireto. Segundo a Pró-reitoria de Inovação e Empreendedorismo, a participação reforça a maturidade do ecossistema de inovação da Universidade, que vem transformando conhecimento científico em soluções aplicadas ao campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na segunda-feira (9), o vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, e o </span><span style="font-weight: 400">gerente do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, Luciano Schuch, entregarão uma placa alusiva à associação da empresa Syngenta, </span><span style="font-weight: 400">referência global em tecnologia agrícola sediada na Suíça, ao Inovatec. Além do ato simbólico, a gestão da Universidade também realizará reuniões com os diretores da empresas para estreitamento dos laços. “A partir da associação da empresa ao Parque, nós facilitamos a conexão com os grupos de pesquisa, laboratórios, e a partir desses contatos podem ser formalizados projetos de P&amp;D ou contratação de serviços, por exemplo”, explica Schuch.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao lado da Universidade (setor 545), a </span><a href="https://bioagreen.com.br/"><span style="font-weight: 400">Bioagreen</span></a><span style="font-weight: 400"> (setor 544) destaca-se pelo desenvolvimento de bioprodutos que aumentam a produtividade agrícola com foco em sustentabilidade e rentabilidade. Seus insumos inteligentes são criados por cientistas em cooperação com produtores, buscando atender às demandas reais do campo com eficiência e responsabilidade ambiental. Ainda nesse setor, a </span><a href="https://www.syngenta.com.br/"><span style="font-weight: 400">Syngenta</span></a><span style="font-weight: 400"> (506), referência global em tecnologia agrícola, apresenta soluções em sementes e proteção de cultivos, contribuindo para que agricultores produzam mais e melhor, com uso consciente de recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No Setor de Máquinas e Equipamentos, a </span><a href="https://www.agcocorp.com/br/pt/home.html"><span style="font-weight: 400">AGCO</span></a><span style="font-weight: 400"> participa por meio da marca Massey Ferguson (setor 21 a 36), apresentando soluções completas em mecanização e agricultura de precisão. Com forte presença no Brasil, a empresa oferece tratores, colheitadeiras, plantadeiras e tecnologias embarcadas que ampliam a eficiência e a competitividade no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já na Arena Agrodigital, espaço dedicado à inovação e à transformação digital no agro, a </span><a href="https://inocular.com.br/"><span style="font-weight: 400">Inocular Soluções Biotecnológicas</span></a><span style="font-weight: 400"> (setor 1034A) apresenta fertilizantes e inoculantes biológicos desenvolvidos para potencializar o desempenho das culturas com retorno econômico e responsabilidade ambiental. No setor 1034, estará o </span><a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/rs"><span style="font-weight: 400">Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE)</span></a><span style="font-weight: 400"> que atua como parceiro estratégico no fortalecimento do empreendedorismo, apoiando micro e pequenas empresas com capacitação, inovação e acesso a oportunidades de mercado. Também participará como visitante do evento a </span><a href="https://www.g2wsistemas.com/"><span style="font-weight: 400">G2W Sistemas</span></a><span style="font-weight: 400">, empresa especializada em eletrônica e automação, conectividade e agricultura de precisão, que desenvolve soluções tecnológicas robustas para aumentar a eficiência operacional e os resultados de produtores e indústrias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Expodireto Cotrijal ocorre do dia 09 ao 13 de março em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, e tem a entrada gratuita.</span></p>
<p> </p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias, e Comunicação da Proinova<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Divulgação Expodireto Cotrijal<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: João Ricardo Gazzaneo</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da Fiocruz ministra aula inaugural conjunta do CCNE, CCR e CCS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/04/pesquisador-da-fiocruz-ministra-aula-inaugural-conjunta-do-ccne-ccr-e-ccs</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:56:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia e inovação computacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72121</guid>
						<description><![CDATA[Rivaldo Venâncio vai falar sobre “Pesquisa avançada e prática clínica: medicina tropical e formação acadêmica”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (5), acontece a aula inaugural “Pesquisa avançada e prática clínica: medicina tropical e formação acadêmica”, promovida pelo Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) em parceria com o Centro de Ciências Rurais (CCR) e o Centro de Ciências da Saúde (CCS). O evento será realizado no anfiteatro C (anexo ao prédio 18 do campus sede) e é aberto a toda a comunidade, sem necessidade de inscrição prévia.

Às 9h, acontece a conferência de abertura: “O papel da Fiocruz e das universidades no enfrentamento das emergências sanitárias pós-2024”, com o professor e pesquisador Rivaldo Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O palestrante é o atual chefe de gabinete da presidência da Fiocruz e é membro dos Grupos Assessores Técnicos para Dengue e para Chikungunya da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Às 14h, no mesmo local, Rivaldo Venâncio também participa da mesa-redonda “Dengue e Chikungunya: desafios da vigilância, manejo clínico e implementação de medidas de controle no Rio Grande do Sul”. Ele vai abordar o tema juntamente com Gabriel Wallau, que é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da UFSM, pesquisador em saúde pública da Fiocruz e do Instituto de Medicina Tropical Bernhard Nocht de Hamburgo (na Alemanha).

<b>Interdisciplinaridade, inovação e IA</b>

Para marcar a abertura do curso de <a href="https://www.ufsm.br/2026/01/20/novo-curso-da-ufsm-bacharelado-em-nanotecnologia-e-inovacao-computacional-e-ofertado-via-sisu" target="_blank" rel="noopener">Nanotecnologia e Inovação Computacional</a>, o CCNE realiza uma outra aula inaugural na próxima segunda-feira (9), com o tema “Interdisciplinaridade, inovação e inteligência artificial (IA): queremos uma universidade do século 19 ou 21?”. O ministrante será o físico Adalberto Fazzio, professor da Universidade de São Paulo (USP) e ex-reitor da Universidade Federal do ABC. Igualmente aberta ao público em geral, a aula inicia-se às 10h no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – prédio 8 do campus sede da UFSM.

Outras informações constam na <a href="https://www.instagram.com/ccneufsm/" target="_blank" rel="noopener">página do CCNE no Instagram</a>.

<i>Com informações da Subdivisão de Comunicação do CCNE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento debate prática clínica e pesquisa avançada com foco em Medicina Tropical e emergências sanitárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/03/04/evento-debate-pratica-clinica-e-pesquisa-avancada-com-foco-em-medicina-tropical-e-emergencias-sanitarias</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:29:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[emergências sanitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12518</guid>
						<description><![CDATA[Amanhã (05) será realizado o evento “Prática Clínica e Pesquisa Avançada”, com foco em Medicina Tropical e Formação Acadêmica, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para discutir os principais desafios contemporâneos no enfrentamento das emergências sanitárias. A programação inicia das 9h às 12h, no Auditório do ANF C (no CCNE da UFSM), com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="110" data-end="423">Amanhã (05) será realizado o evento <a href="https://www.instagram.com/p/DVMZn0gAbcs/?img_index=1"><strong>“Prática Clínica e Pesquisa Avançada”</strong></a>, com foco em Medicina Tropical e Formação Acadêmica, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para discutir os principais desafios contemporâneos no enfrentamento das emergências sanitárias.</p>
<p data-start="425" data-end="928">A programação inicia das 9h às 12h, no Auditório do ANF C (no CCNE da UFSM), com capacidade para 250 pessoas, com a Conferência de Abertura intitulada “O papel da Fiocruz e das Universidades no enfrentamento das emergências sanitárias pós-2024”. O momento será dedicado à reflexão sobre a atuação conjunta da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fundação Oswaldo Cruz</span></span> (Fiocruz) e das universidades na resposta a crises sanitárias recentes e futuras, destacando a importância da integração entre pesquisa, formação acadêmica e prática clínica.</p>
<p data-start="930" data-end="1163">O público-alvo da conferência inclui a classe médica, além de graduandos e pós-graduandos dos cursos de Biologia, Medicina, Farmácia, Medicina Veterinária e áreas afins, fortalecendo o diálogo entre diferentes campos do conhecimento.</p>
<p data-start="1165" data-end="1749">No período da tarde, das 14h às 17h, o Auditório do ANF C sediará a mesa-redonda “Dengue e Chikungunya: Desafios da Vigilância, manejo clínico e implementação de medidas de controle no Rio Grande do Sul”. O debate contará com a participação do Dr. Rivaldo Venâncio, de equipes de Vigilância Epidemiológica municipal, regional e estadual, de Gabriel Wallau (Fiocruz-UFSM) e representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria. </p>
<p data-start="1751" data-end="1902" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Encerrando a programação, às 18h, será realizado um <em>happy hour</em>, proporcionando um momento de integração e troca de experiências entre os participantes. Realização: CCNE, CCR e CCS da UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de pesquisa da UFSM promoveu cursos de capacitação gratuitos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/03/grupo-de-pesquisa-da-ufsm-promoveu-cursos-de-capacitacao-gratuitos</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:37:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Cepetro]]></category>
		<category><![CDATA[laqia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72095</guid>
						<description><![CDATA[Mais de 50 estudantes de graduação e pós-graduação tiveram a oportunidade de se especializar durante uma semana de cursos intensivos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72096" align="alignright" width="556"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Sem-titulo.jpg"><img class=" wp-image-72096" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Sem-titulo.jpg" alt="" width="556" height="417" /></a> Grupo que participou da capacitação[/caption]
<p>Entre os dias 23 e 27 de fevereiro, o Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (LAQIA) e o Centro de Estudos em Petróleo (CEPETRO), vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da UFSM, promoveram cursos de capacitação gratuitos voltados à comunidade acadêmica.</p>
<p>Foi uma semana intensa de cursos, totalizando mais de 30 horas. A abertura da semana de cursos contou com a palestra remota da professora Márcia Foster Mesko, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), egressa do PPGQ e única pesquisadora nível A do CNPq na área de Química na região sul do Brasil. Nessa palestra foram abordados os desafios atuais na formação de profissionais da área de Química e as tendências nessa área. Os demais cursos foram ministrados por estudantes de doutorado e pós-doutorado integrantes dos grupos LAQIA e CEPETRO.</p>
<p>A programação contemplou fundamentos e aplicações recentes de ultrassom e micro-ondas na área da Química, técnicas de espectrometria atômica com plasmas de alta energia, técnicas cromatográficas para análise elementar e molecular, microscopia eletrônica de alta resolução, técnicas clássicas e suas variadas aplicações, dentre outros temas.</p>
<p>A iniciativa teve como público principal estudantes de graduação, incluindo acadêmicos dos cursos de Química Industrial, Tecnologia em Processos Químicos, Farmácia e Engenharia Química.</p>
<p>Para Jaíne Kohler, estudante de Engenharia Química da UFSM, a experiência foi enriquecedora. “Acredito que participar de uma semana de cursos de capacitação, abordando temas e fundamentos amplamente utilizados na área científica, foi extremamente importante. Essa experiência permitiu adquirir novos conhecimentos e aprimorar habilidades nas diferentes técnicas analíticas que contribuirão para minha formação acadêmica e profissional”, afirmou. Além de estudantes de graduação, pós-graduandos e professores também participaram.</p>
<p>A oferta de cursos de capacitação é uma prática já consolidada dos grupos LAQIA e CEPETRO há mais de 20 anos, ocorrendo duas vezes ao ano,<br />complementando e fortalecendo a formação acadêmica dos estudantes da UFSM.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Webinar "Aliança Global para Saúde e Educação Sustentáveis" é nesta terça (3)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/03/webinar-alianca-global-para-saude-e-educacao-sustentaveis-e-nesta-terca-3</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:21:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[aliança global para saúde e educação sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CTISM]]></category>
		<category><![CDATA[gepebio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72094</guid>
						<description><![CDATA[A webinar compartilhada internacional &#8220;Aliança Global para Saúde e Educação Sustentáveis&#8221; ocorre nesta terça-feira (3), às 14h30, pelo YouTube do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Bioestatística (GEPEBio) da UFSM. As palestrantes serão as professoras Beatriz Lucia Salvador Bizotto e Esra Sipahi Döngül, integrantes da Global Edu Leaders Forum. Serão abordados os seguintes temas: aliança [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: comic sans ms, sans-serif;font-size: large">A webinar compartilhada internacional "Aliança Global para </span><span style="font-family: comic sans ms, sans-serif;font-size: large">Saúde e Educação Sustentáveis" ocorre nesta terça-feira (3), às 14h30, pelo <a href="https://www.youtube.com/@gepebioufsm4718" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a> do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Bioestatística (GEPEBio) da UFSM. As palestrantes serão as professoras B<span style="font-family: comic sans ms, sans-serif">eatriz Lucia Salvador Bizotto e <span id="m_-2766171984800739806m_-8184791178417318979gmail-docs-internal-guid-bbcf70a4-7fff-9aeb-98ea-4daebdbfa5e0">Esra Sipahi Döngül, integrantes da G</span></span></span><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;font-size: revert;color: initial">lobal Edu Leaders Forum. </span></p>
<p dir="ltr" role="presentation">Serão abordados os seguintes temas: aliança global para saúde e educação sustentáveis; s<span style="font-size: revert;color: initial">aúde sustentável como plataforma de liderança global: integração entre educação, ODS e produção científica; e </span><span style="font-size: revert;color: initial">GELF como plataforma global de conexão entre educação, saúde, publicações científicas e ODS.</span></p>
<p>A webinar é uma atividade de boas-vindas aos acadêmicos dos cursos e centros envolvidos, em especial o CCNE e o CTISM, mas demais interessados também poderão acompanhar.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paleontólogos da UFSM descobrem crânio fóssil com menos de 1 centímetro no centro do Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/28/paleontologos-da-ufsm-descobrem-cranio-fossil-com-menos-de-1-centimetro-no-centro-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:10:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71903</guid>
						<description><![CDATA[Estudo do Cappa descreveu uma nova espécie de pararéptil, o "Sauropia macrorhinus"]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71905" align="alignright" width="565"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Fossil-de-Sauropia-macrorhinus-por-Rodrigo-Temp-Muller-2.jpeg"><img class=" wp-image-71905" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Fossil-de-Sauropia-macrorhinus-por-Rodrigo-Temp-Muller-2.jpeg" alt="" width="565" height="377" /></a> Fóssil do <em>Sauropia macrorhinus</em> (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) publicaram nesta quarta-feira (28) um novo estudo no periódico científico </span><a href="https://rdcu.be/c9CCP"><i><span style="font-weight: 400">Scientific Reports</span></i></a> <span style="font-weight: 400">apresentando um pequeno crânio fóssil de uma </span><span style="font-weight: 400">espécie inédita</span><span style="font-weight: 400">. O fóssil, encontrado no interior do Rio Grande do Sul, revela detalhes inéditos sobre os ecossistemas terrestres que existiam há cerca de 240 milhões de anos, </span><span style="font-weight: 400">antes da ascensão dos dinossauros</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o Período Triássico (entre 251 e 201 milhões de anos atrás), logo após a maior extinção em massa da história da Terra, a vida passou por um intenso processo de recuperação e diversificação. Foi nesse intervalo que surgiram vários grupos emblemáticos de vertebrados, incluindo os primeiros dinossauros, pterossauros e uma série de répteis hoje completamente extintos. Entre esses grupos estavam os pararépteis, uma linhagem antiga que sobreviveu a grande extinção, mas desapareceu antes do fim do Triássico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Foi nesse contexto que uma nova descoberta no sul do Brasil trouxe informações inéditas sobre esse enigmático grupo de vertebrados. O estudo, liderado pelo paleontólogo da UFSM Rodrigo Temp Müller, descreveu uma nova espécie de pararéptil, </span><i><span style="font-weight: 400">Sauropia macrorhinus</span></i><span style="font-weight: 400">, com base em um crânio quase completo medindo apenas 9,5 milímetros de comprimento, menor do que uma unha. Devido ao seu tamanho minúsculo, o exemplar é o </span><span style="font-weight: 400">menor tetrápode já registrado em depósitos triássicos da América do Sul</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
[caption id="attachment_71906" align="alignleft" width="633"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Paleontologo-analisando-o-fossil-de-Sauropia-macrorhinus-por-Rodrigo-Temp-Muller-3.jpeg"><img class=" wp-image-71906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Paleontologo-analisando-o-fossil-de-Sauropia-macrorhinus-por-Rodrigo-Temp-Muller-3.jpeg" alt="" width="633" height="292" /></a> Paleontólogo analisando o fóssil (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]
<h3>A descoberta e os desafios</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O fóssil foi encontrado no município de Novo Cabrais (RS) pelo paleontólogo Lúcio Roberto da Silva, durante uma saída de campo realizada em conjunto com o médico Pedro Lucas Porcela Aurélio. As rochas que preservaram o exemplar pertencem a depósitos com cerca de 240 milhões de anos, uma época em que os ecossistemas eram dominados por ancestrais dos jacarés e crocodilos, e os continentes ainda estavam unidos, formando a Pangeia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em virtude do tamanho extremamente reduzido, os paleontólogos precisaram realizar a limpeza do fóssil com agulhas, sob lupas de aumento. Em seguida, o paleontólogo Leonardo Kerber submeteu o material a tomografias computadorizadas, que revelaram detalhes impossíveis de observar a olho nu. Com esses dados em mãos, os pesquisadores reconstruíram modelos tridimensionais do crânio, permitindo uma análise muito mais minuciosa. Assim, foi possível constatar a presença de características únicas, indicando que se tratava de um animal até então desconhecido pela ciência.</span></p>
[caption id="attachment_71907" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Infografico-Sauropia-macrorhinus-ilustracao-em-do-animal-em-vida-por-Caetano-Soares.jpeg"><img class="wp-image-71907 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Infografico-Sauropia-macrorhinus-ilustracao-em-do-animal-em-vida-por-Caetano-Soares-1024x630.jpeg" alt="" width="1024" height="630" /></a> Detalhes do <i><span style="font-weight: 400">Sauropia macrorhinus </span></i><span style="font-weight: 400">(Ilustração do animal em vida por Caetano Soares)</span>[/caption]
<h3>Características da nova espécie</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com base no tamanho do crânio, estima-se que o animal tivesse cerca de 5 centímetros de comprimento total. De modo geral, ele se assemelharia a um pequeno lagarto, caminhando sobre quatro patas e com olhos grandes. Entre suas principais características destacam-se as narinas amplas e os dentes grandes, em forma de pino, que provavelmente eram usados para se alimentar de pequenos invertebrados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por ser tão diminuto, é possível que o fóssil pertença a um indivíduo que ainda não havia atingido o tamanho máximo. Essa condição inspirou o nome do animal: </span><i><span style="font-weight: 400">Sauropia </span></i><span style="font-weight: 400">combina o termo grego sauros (“lagarto”) com a palavra regional “piá”, usada no sul do Brasil para se referir a uma criança. Já o nome da espécie, </span><i><span style="font-weight: 400">macrorhinus</span></i><span style="font-weight: 400">, faz referência às narinas proporcionalmente grandes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A análise do grau de parentesco de indicou que </span><i><span style="font-weight: 400">Sauropia macrorhinus</span></i><span style="font-weight: 400"> pertence ao grupo de pararépteis conhecido como Procolophonoidea. Esses animais são particularmente raros no registro fóssil do Triássico Médio da América do Sul, com apenas duas espécies descritas até o momento. Em geral, os procolofonóides eram animais pequenos, com menos de 30 centímetros de comprimento, e desapareceram pouco depois do surgimento dos dinossauros. Esse grupo apresentou uma grande diversidade de hábitos alimentares. Algumas espécies tiveram uma dieta baseada em insetos, enquanto outras eram capazes de consumir vegetação mais dura e fibrosa. Essa diversidade alimentar indica que os procolofonóides exploraram diferentes nichos ecológicos nos ecossistemas do Triássico.</span></p>
[caption id="attachment_71908" align="alignright" width="447"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Sitio-fossilifero-em-Novo-Cabrais-RS-fotografia-por-Rodrigo-Temp-Muller.jpeg"><img class=" wp-image-71908" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/Sitio-fossilifero-em-Novo-Cabrais-RS-fotografia-por-Rodrigo-Temp-Muller.jpeg" alt="" width="447" height="585" /></a> Sítio fossilífero em Novo Cabrais (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]
<h3>Uma nova peça do quebra-cabeça</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Reconstruir as teias alimentares de ambientes pretéritos é um desafio para os pesquisadores, uma vez que essa ação depende da descoberta de muitos fósseis. Nos últimos anos, diversos novos achados oriundos da região central do Rio Grande do Sul têm tornado mais clara como era a composição dos ecossistemas de 240 milhões de anos atrás. Contudo, nunca um animal tão pequeno havia sido encontrado em meio aos fósseis de outros organismos muito maiores naqueles sítios fossilíferos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, a descoberta do pequeno </span><i><span style="font-weight: 400">Sauropia macrorhinus </span></i><span style="font-weight: 400">traz mais uma peça para compor o quebra-cabeça que os paleontólogos tentam reconstruir. A nova espécie pode ter feito parte da dieta de outros predadores ligeiramente maiores, como o pequeno precursor dos crocodilos chamado de </span><i><span style="font-weight: 400">Parvosuchus aurelioi,</span></i><span style="font-weight: 400"> com menos de 1 metros de comprimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, além de representar um dos poucos fósseis de procolofonóides com 240 milhões de anos na América do Sul, </span><i><span style="font-weight: 400">Sauropia macrorhinus </span></i><span style="font-weight: 400">mostra que os ecossistemas do Triássico Médio no sul do Brasil eram mais ricos e diversos do que se imaginava, abrigando não apenas grandes herbívoros e predadores, mas também uma fauna diversa de pequenos vertebrados. Esses animais desempenhavam papéis variados nas teias alimentares terrestres, muito antes do domínio ecológico dos dinossauros.</span></p>
<h3>Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O fóssil de </span><i><span style="font-weight: 400">Sauropia macrorhinus</span></i><span style="font-weight: 400"> está depositado no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), localizado no município de São João do Polêsine, no Rio Grande do Sul. O centro integra o Geoparque Quarta Colônia UNESCO e abriga uma importante coleção de fósseis do Triássico brasileiro, além de uma exposição aberta à visitação gratuita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo foi conduzido por Rodrigo Temp Müller, Lúcio Roberto da Silva, Pedro Lucas Porcela Aurélio e Leonardo Kerber. A pesquisa recebeu apoio do CNPq e INCT Paleovert.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O artigo intitulado “</span><i><span style="font-weight: 400">The smallest tetrapod from the Middle Triassic of South America: a new procolophonoid parareptile from the Ladinian of Southern Brazil</span></i><span style="font-weight: 400">” foi publicado no periódico </span><i><span style="font-weight: 400">Scientific Reports</span></i><span style="font-weight: 400"> e está disponível no <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-026-35114-3" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fonte: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da UFSM</span></i></p>
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				<title>Posse da nova direção do Centro de Ciências Naturais e Exatas ocorre nesta terça (13)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/12/posse-da-nova-direcao-do-centro-de-ciencias-naturais-e-exatas-ocorre-nesta-terca-13</link>
				<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 11:41:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[posse diretores]]></category>

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						<description><![CDATA[Cerimônia no CCNE está marcada para as 9h30]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A cerimônia de posse da nova direção do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM ocorre nesta terça-feira (13), a partir das 9h30, no auditório C, anexo ao prédio 18 do Campus Sede. </p>
<p>Serão empossados como diretor e vice-diretor, respectivamente, os professores Félix Alexandre Antunes Soares e Cristiano Giacomelli.</p>
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<p></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico da UFSM reabre ao público no dia 5 de janeiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/18/jardim-botanico-da-ufsm-reabre-ao-publico-no-dia-5-de-janeiro</link>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 10:53:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante o recesso, espaço passará por manutenção e recuperação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Jardim Botânico da UFSM entrou em recesso na segunda-feira (15) e reabre para visitação do público no dia 5 de janeiro, das 8h às 14h. Aos sábados e domingos a partir de janeiro, o horário de abertura será das 15h às 19h.</p>
<p>Durante o recesso, as equipes administrativa e de jardinagem estarão dedicadas aos cuidados, manutenção e recuperação das áreas verdes.</p>
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													</item>
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