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				<title>UFSM Cachoeira do Sul abre inscrições para a 5ª Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/18/ufsm-cachoeira-do-sul-abre-inscricoes-para-a-5a-feira-de-ciencias-tecnologia-e-inovacao</link>
				<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 14:30:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento será realizado em 29 de agosto e reunirá projetos, pesquisas e iniciativas voltadas à ciência, tecnologia e inovação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">A UFSM Campus Cachoeira do Sul está com inscrições abertas para a <a href="https://evento.nte.ufsm.br/5FCTI/home">5ª Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação</a> (FCTI). O evento será realizado no dia 29 de agosto de 2026 e tem como objetivo promover a integração entre universidade, escolas e comunidade por meio da divulgação de projetos e experiências científicas, tecnológicas e inovadoras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A feira constitui um espaço de compartilhamento de conhecimentos e de incentivo à pesquisa, reunindo estudantes, professores, orientadores e colaboradores para a apresentação de trabalhos, experimentos, protótipos, banners e ações de investigação científica, tecnologia, inovação e criatividade desenvolvidos em diferentes áreas do conhecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 2 de agosto por meio do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdstUM36ifcjYWeVzovQOE15pnNM7wrj08jrL5aLvv-0kMrvQ/viewform">formulário</a>. Podem participar estudantes, professores, pesquisadores e demais interessados em compartilhar trabalhos e experiências voltados à produção e à difusão do conhecimento.</p>
<h3>E-book da edição de 2025 já está disponível</h3>
<p class="isSelectedEnd">O <a href="https://omp.ccsul.ufsm.br/index.php/FCTI/catalog">e-book da 4ª Feira de Ciências</a>, Tecnologia e Inovação da UFSM-CS, realizada em 2025 já está disponível. A publicação reúne os trabalhos apresentados durante o evento e registra a produção científica e tecnológica desenvolvida por estudantes, professores, orientadores e colaboradores.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM/PM lança plataforma gratuita com dados sobre riscos e eventos climáticos no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/projeto-da-ufsm-pm-lanca-plataforma-gratuita-com-dados-sobre-riscos-e-eventos-climaticos-no-rs</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:47:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes 2024]]></category>
		<category><![CDATA[escritório de inovação rio da várzea]]></category>
		<category><![CDATA[P&D Clima]]></category>
		<category><![CDATA[rio da várzea]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

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						<description><![CDATA[P&amp;D Clima oferece subsídios para governos, ógãos de defesa civil, pesquisadores e sociedade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><img class="wp-image-73223 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/PD-Clima.jpg" alt="Imagem colorida vertical. A peça gráfica tem como imagem de fundo o teclado de um notebook acima de uma mesa. Em destaque, a tela de um celular com uma das imagens da P&amp;D Clima, incluindo um mapa do Rio Grande do Sul. No canto inferior à esquerda, o título, em branco, P&amp;D Clima. Mais abaixo, o selo de 20 anos da UFSM-PM" width="414" height="517" />Com o objetivo de disponibilizar informações climáticas de forma gratuita, simples e acessível, transformando dados em informação útil para a tomada de decisão, nasce o “P&amp;D Clima: Ciência e Informação Contra a Crise Climática no RS”, uma plataforma voltada ao enfrentamento das mudanças climáticas no Rio Grande do Sul. A iniciativa, criada em resposta às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, foi desenvolvida por meio do Escritório Local de Inovação Rio da Várzea (ELI-RV), vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p dir="ltr">As enchentes que atingiram o estado em 2024, consideradas um dos maiores desastres climáticos da história recente do Brasil, evidenciaram a necessidade de reunir, organizar e disponibilizar dados climáticos confiáveis para apoiar a compreensão de riscos, o planejamento de ações e o enfrentamento de eventos extremos. Nesse contexto, a plataforma foi criada para orientar a tomada de decisões, apoiar políticas públicas e fortalecer a resiliência das comunidades afetadas.</p>
<p dir="ltr">Ao transformar dados em conhecimento acessível, o <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true">P&amp;D Clima</a> busca oferecer subsídios para que governos, órgãos de defesa civil, pesquisadores e a sociedade possam identificar riscos com maior antecedência, planejar medidas preventivas, construir cidades mais resilientes e tomar decisões mais assertivas diante de eventos climáticos extremos.</p>
<p dir="ltr">A criação da plataforma digital constitui uma das três grandes frentes de atuação do projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR).</p>
<p dir="ltr">A primeira frente adota uma abordagem qualitativa, baseada em visitas técnicas a regiões que enfrentaram grandes desastres ambientais e climáticos. O objetivo é compreender os fatores que contribuíram para esses eventos, com especial atenção à governança ambiental e à comparação entre as estratégias adotadas em diferentes contextos nacionais e internacionais. Além de experiências em países como Estados Unidos, Japão e Espanha, a equipe também realiza estudos em locais brasileiros marcados por tragédias socioambientais, como Mariana e Brumadinho (MG). No Rio Grande do Sul, os pesquisadores promoverão, ainda, uma imersão nas áreas mais afetadas pelas enchentes de 2024, buscando identificar desafios, respostas institucionais e oportunidades de aprimoramento das políticas de prevenção e gestão de riscos.</p>
<p dir="ltr">A segunda frente de atuação possui caráter quantitativo e concentra-se na análise dos dados coletados ao longo da pesquisa. A partir dessas informações, os pesquisadores pretendem gerar previsões relacionadas a situações de risco, contribuindo para o planejamento e a tomada de decisões em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.</p>
<p dir="ltr">Por fim, a terceira frente consiste no desenvolvimento da plataforma, concebida como um produto tecnológico voltado à sociedade. A ferramenta reúne dados, informações e indicadores de forma acessível, permitindo que gestores públicos, pesquisadores e a comunidade em geral tenham acesso a conteúdos que auxiliam na compreensão dos riscos climáticos e ambientais, fortalecendo ações de prevenção e monitoramento.</p>
<p dir="ltr">Para o professor Nelson Guilherme Machado Pinto, coordenador do projeto, o principal diferencial do P&amp;D Clima em relação a outras plataformas está na organização das informações por região de modo a contemplar as 28 regiões dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDEs) do Rio Grande do Sul. Segundo ele, essa estrutura facilita o acesso a dados específicos de cada território, tornando as informações mais úteis para gestores públicos, pesquisadores e para a população em geral.</p>
<p dir="ltr">Outro aspecto destacado por Nelson é a aproximação entre a universidade e a sociedade, por meio da disponibilização de conteúdos de fácil compreensão e acesso gratuito. “A gente está com o El Niño anunciado para este ano e, possivelmente, vai enfrentar algumas questões climáticas associadas a esse fenômeno. Então, essa é uma forma de a gente contribuir, enquanto universidade, grupo de pesquisa e programa de pós-graduação, trazendo informações confiáveis e dados acessíveis para a população. Como a plataforma é gratuita e aberta a todos e todas, ela permite que qualquer pessoa tenha acesso a conteúdos importantes para entender melhor essas questões e se preparar diante dos desafios climáticos”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">A plataforma já está disponível e pode ser acessada por meio de computadores, tablets e smartphones. Nela, os usuários encontram informações ambientais, econômicas e demográficas, além de dados relacionados às enchentes de 2024 e a outros desastres naturais que impactaram o Rio Grande do Sul. A ferramenta busca democratizar o acesso ao conhecimento e contribuir para o planejamento, a prevenção e a adaptação frente aos desafios climáticos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o projeto</strong></p>
<p dir="ltr">O P&amp;D Clima foi desenvolvido no âmbito do projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR/UFSM-PM). </p>
<p dir="ltr">O projeto foi aprovado no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Voltado a Desastres Climáticos, em dezembro de 2024, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). A pesquisa tem como foco as enchentes de grandes proporções que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, buscando discutir os fatores que contribuíram para os desastres climáticos do estado, com foco na governança ambiental e na comparação com modelos adotados em outros países. </p>
<p dir="ltr">Como parte das atividades do projeto, a equipe realizou missões técnicas em Brumadinho (MG) e Mariana (MG), em 2025, e, em 2026, em Nova Orleans (EUA) e Tóquio, no Japão, locais marcados por grandes desastres ambientais e climáticos. As visitas possibilitaram o estudo de diferentes experiências de gestão de riscos, recuperação de áreas afetadas e reconstrução de comunidades. </p>
<p dir="ltr">O projeto também prevê uma missão técnica em Valência, na Espanha, ampliando a análise comparativa entre o Rio Grande do Sul e experiências internacionais voltadas à prevenção, adaptação e mitigação de desastres, além de visitas nas áreas mais afetadas pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul.</p>
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<div id=":ql" class="a3s aiL ">
<div id="avWBGd-22">
<div dir="ltr">
<div><i>Divisão de Divulgação Institucional UFSM-PM</i></div>
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<div class="yj6qo"> </div>
<div class="adL"> </div>
</div>
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</div>
<div id=":qx" class="hq gt "> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição "SOSPECHOSAS", ação de internacionalização promovida pelo MACT/UFSM.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/museus/arte-ciencia-tecnologia/2026/06/03/exposicao-sospechosas-acao-de-internacionalizacao-promovida-pelo-mact-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 01:58:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[  A Embaixada do Brasil em Buenos Aires, em parceria com o MACT/UFSM e outras instituições da Argentina e do Brasil, apresenta a exposição &#8220;Sospechosas&#8220;, da artista Giselle Beiguelman (USP), aberta a partir de 04 de junho, em Buenos Aires.   O projeto e a curadoria conjunta da exposição são da professora aposentada do CAL e conselheira do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div><img class="aligncenter wp-image-772 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/807/2026/06/cabecalho_001-1024x312.jpg" alt="" width="1024" height="312" /></div>
<div> </div>
<div><hr /></div>
<div>A <strong>Embaixada do Brasil em Buenos Aires</strong>, em parceria com o <strong>MACT/UFSM</strong> e outras instituições da Argentina e do Brasil, apresenta a exposição "<strong>Sospechosas</strong>", da artista Giselle Beiguelman (USP), aberta a partir de 04 de junho, em Buenos Aires.</div>
<div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O projeto e a curadoria conjunta da exposição são da professora aposentada do CAL e conselheira do MACT Nara Cristina Santos e de Fernando Codevilla, professor do PPGART/CAL e coordenador da área de Artes do MACT UFSM. </div>
</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">
<div dir="auto">
<div dir="auto">Na mostra transdisciplinar proposta pelos curadores <strong>explora-se as relações entre botânica, história, colonialismo, memória e tecnologia</strong>, a partir da investigação de Beiguelman, que traça um paralelo entre plantas proibidas ou demonizadas pelo colonialismo — por seus usos rituais ou medicinais, propriedades afrodisíacas ou alucinógenas — e mulheres apagadas da história da arte e da ciência. A exposição é concebida como uma instalação de grande escala, apresentando plantas vivas e artificiais, e imagens criadas em colaboração com inteligência artificial (IA). "<strong>Sospechosas</strong>" apresenta uma versão da exposição "<strong>Venenosas, Nocivas e Suspeitas</strong>", realizada em São Paulo (2024) e Porto Alegre (2025), e incorpora novas obras relacionadas à Argentina, desenvolvidas em diálogo com importantes instituições científicas e acadêmicas locais. Depois da abertura da exposição dia 04, <strong>no dia 08, acontece a conferência da artista e uma Mesa redonda</strong> na sede da reitoria da UNTREF.</div>
</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Sospechosas <strong>fortalece as atividades de internacionalização da UFSM</strong>, com a produção conjunta da Embaixada do Brasil e do Instituto Guimarães Rosa, do Museu de Arte, Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (Brasil) e da Universidade de Três de Fevereiro. Conta com o apoio do Instituto Darwinion de Botânica (CONICET e ANCEFN), do Jardim Botânico Lucien Hauman e do Herbário Gaspar Xuarez (FAUBA, UBA), da Cátedra Szlifman da UBA (FADU) e da FAPESP.</div>
<div dir="auto"> </div>
</div>
<hr />
<p><img class="aligncenter wp-image-774 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/807/2026/06/conferencia_001-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p> </p>
<hr />
<p>Imagens: divulgação do evento.<br />Textos: curadoria.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-773 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/807/2026/06/marcas_001-1024x135.jpg" alt="" width="1024" height="135" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PLANETÁRIO DA UFSM PROMOVE OBSERVAÇÃO NOTURNA DO FENÔMENO LUA AZUL</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/03/planetario-da-ufsm-promove-observacao-noturna-do-fenomeno-lua-azul</link>
				<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:21:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento teve foco educativo com fomento à ciência por meio da astronomia
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr">No último domingo (31), o Planetário da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou mais uma edição da Observação Noturna do Céu, atividade dedicada à Lua Azul, fenômeno referente à segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês do calendário. O evento reuniu cerca de 50 participantes, entre adultos e crianças, interessados em conhecer mais sobre astronomia e observar o satélite natural da Terra.</p>		
													<img width="768" height="789" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-15.10.32-1-1-768x789.jpeg" alt="" />													
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> A programação iniciou na sala de projeção do Planetário, com explicações sobre a Lua Azul, e seguiu com a sessão “O Lado Escuro da Luz”, que abordou diferentes aspectos relacionados à luz e à observação do céu. O momento mais aguardado da noite foi a observação da lua por meio de um telescópio instalado no largo do Planetário.  </p>		
													<img width="681" height="654" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/LUA-AMPLIADA-2.jpg" alt="" />													
		<p dir="ltr" style="margin-bottom: 12pt;margin-top: 12pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify">De acordo com a diretora do espaço, Jaqueline Trentim, a ação teve como objetivo proporcionar uma experiência prática de contato com a astronomia por meio de uma visualização detalhada da superfície lunar. A iniciativa buscou ampliar o conhecimento do público sobre fenômenos astronômicos a partir da união entre conteúdo teórico, atividades audiovisuais e observação telescópica, aproximando a comunidade e a Universidade com a divulgação científica. </p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 12pt;margin-top: 12pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify">  <br /></p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 12pt">Fotos: Jaqueline Trentim e Bianca Agne.</p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 12pt">Texto: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify;padding: 0pt 0pt 12pt">Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cigarro eletrônico faz mal? Entenda os impactos à saúde e os riscos de dependência </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/26/vape</link>
				<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:02:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vape]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72908</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa desenvolvida por estudantes da UFSM aponta riscos respiratórios e reforça alerta sobre dependência em nicotina 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="712" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/estudo-arte-Vape-1024x712.jpg" alt="Imagem horizontal de uma mão segurando um cigarro eletrônico no fundo tem uma fumaça branca. Ao lado do aparelho tem textos com nomes de várias substâncias presentes em sua composição. O fundo é vermelho escuro." /><figcaption>Cigarro eletrônico pode conter mais de 2 mil substâncias em sua composição</figcaption></figure>
<p>Ainda na adolescência, Laura Giacetti teve contato com uma nova forma de consumir nicotina. Em 2017, aos 13 anos, experimentou pela primeira vez um cigarro eletrônico influenciada por amigos mais velhos que já utilizavam o dispositivo. Na época, o aparelho parecia algo moderno e inofensivo. “Eu achava aquilo super legal, descolado, sabe? E como era algo novo, ninguém falava muito dos riscos”, relembra.</p>
<p>O que começou como curiosidade rapidamente se transformou em hábito. Nos anos seguintes, passou a utilizar o cigarro eletrônico diariamente, até perceber que o consumo já havia se tornado uma dependência. Foi durante a pandemia de Covid-19 que ela identificou a gravidade da situação. Laura conta que priorizava a compra dos dispositivos sempre que tinha algum dinheiro disponível. “Eu dormia com ele embaixo do meu travesseiro para usar assim que eu acordava. Eu não saía de casa sem [o cigarro eletrônico] nunca. Foi aí que eu entendi que já não era algo normal, era realmente uma dependência”, relata hoje aos 22 anos.</p>
<p>O cigarro eletrônico já faz parte da realidade de uma parcela significativa dos adolescentes brasileiros. Dados da <a style="font-size: 1rem" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/46172-consumo-de-cigarro-eletronico-cresce-entre-estudantes-de-13-a-17-anos">Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar</a> (PeNSE) 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 29,6% dos estudantes de escolas públicas e privadas entre 13 e 17 anos afirmaram já ter experimentado. O levantamento aponta ainda que a exposição ao dispositivo é maior entre as meninas: 31,7% relataram já ter usado cigarros eletrônicos, frente a 27,4% dos meninos. </p>
<p>Apesar de populares entre os jovens, os cigarros eletrônicos têm comercialização, importação e propaganda proibidas no Brasil desde 2009, conforme a Resolução nº 46 da<a style="font-size: 1rem" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2009/res0046_28_08_2009.html"> Anvisa</a>. Conhecidos também como <i style="color: #000000;font-size: 1rem">vape</i>, <i style="color: #000000;font-size: 1rem">pod</i> ou dispositivo eletrônico para fumar, os aparelhos funcionam por meio do aquecimento de um líquido que contém principalmente nicotina, frequentemente em altas concentrações, propilenoglicol, glicerina vegetal, aromatizantes e metais pesados como níquel, estanho e chumbo. Ao ser aquecido, esse líquido cria um aerossol tóxico que contém substâncias cancerígenas quando inaladas, equivalendo, em alguns casos, a mais de 20 maços de cigarro comum. </p>
<p>Segundo o pneumologista Paulo Correia, ex-coordenador da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, as substâncias químicas presentes nos cigarros eletrônicos reagem entre si durante o aquecimento, formando compostos tóxicos capazes de provocar inflamações severas nos pulmões. Entre essas substâncias estão compostos carbonílicos e derivados químicos associados a doenças respiratórias graves. </p>
<figure>
										<img width="1024" height="712" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-arte-Vape-1024x712.jpg" alt="Imagem horizontal de uma montagem com fotos de um pulmão, na frente uma mão segurando um cigarro eletrônico ao redor tem fumaça branca sobre um fundo vermelho." />											</p>
<figcaption>Uso de cigarros eletrônicos pode causar danos pulmonares graves<br />
</figcaption>
</figure>
<h3><strong>Indústria do vape usa sabor, design e redes sociais </strong></h3>
<p>Para a doutora em saúde pública Cristina Perez, coordenadora técnica da  organização <a href="https://actbr.org.br/">ACT Promoção da Saúde</a> o avanço desses dispositivos entre adolescentes reflete estratégias históricas da indústria do tabaco para atrair novos consumidores. Segundo Cristina, o vape é apresentado de forma enganosa como produto menos nocivo, enquanto utiliza elementos voltados ao público jovem, como sabor doce, design tecnológico e divulgação em redes sociais.</p>
<p>Fora do Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que esses produtos estão alimentando uma nova geração dependente de nicotina, com milhões de adolescentes usuários no mundo. Cristina também avalia que, embora a comercialização dos cigarros eletrônicos seja proibida, a fiscalização ainda é insuficiente. A venda irregular em redes sociais, o comércio informal e a entrada ilegal dos dispositivos no país ajudam a ampliar o acesso. O que representa um alerta para a saúde pública. </p>
<p>Na vida de Laura, esse alerta surgiu quando os impactos do fumo começaram a afetar sua saúde respiratória. Antes acostumada a uma rotina ativa e à prática de esportes, ela conta que passou a sentir dificuldades até mesmo em atividades simples do dia a dia após o uso diário do cigarro eletrônico. “Eu sempre fui uma pessoa muito ativa, que gosta muito de esporte. Nunca tive nenhum problema, mas depois que comecei a usar o vape todo dia, senti uma dificuldade muito grande para respirar. Só de correr um pouco já ficava super ofegante”, relata. Segundo Laura, mesmo após interromper o uso do dispositivo, parte das consequências respiratórias ainda permanecem. “Hoje em dia isso nunca melhorou”, afirma.</p>
<p>De acordo com Paulo, os sintomas de doenças respiratórias relacionadas ao uso do cigarro podem surgir após poucas semanas de utilização e variam conforme o organismo de cada pessoa e o tipo de produto utilizado. “É como se fossem múltiplas inflamações dentro do pulmão”, explica. Essas lesões podem atingir tanto a região responsável pela respiração quanto provocar formação de bolhas pulmonares com danos permanentes. </p>
<p>O pneumologista afirma que os sintomas mais comuns incluem tosse, febre, dores no peito e falta de ar. Em casos mais graves, os pacientes podem precisar de ventilação mecânica, apresentar sequelas respiratórias permanentes e até necessitar de transplante pulmonar. Segundo ele, exames como tomografia e espirometria ajudam a identificar alterações inflamatórias e danos causados pelo uso contínuo do vape. </p>
<h3><strong>Pesquisa da UFSM alerta para danos respiratórios </strong></h3>
<p>Pesquisadores do curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) têm investigado os impactos do uso de cigarros eletrônicos na saúde respiratória. Em um artigo publicado neste ano, estudantes da instituição analisaram estudos sobre a EVALI, sigla em inglês para lesão pulmonar associada ao uso de cigarros eletrônicos e vaporizadores. A condição ganhou atenção internacional após centenas de casos de internações relacionadas ao uso de vape, especialmente entre jovens.</p>
<p>O estudo, intitulado <a href="https://revista.scientificsociety.net/wp-content/uploads/2026/04/Art.ID_.1273.pdf"><i>Lesão pulmonar associada ao uso de cigarro eletrônico e vaporizadores (EVALI): uma revisão narrativa</i></a>, aponta que os dispositivos eletrônicos liberam aerossóis tóxicos. Segundo os pesquisadores, os sintomas da EVALI podem incluir tosse persistente, dor no peito, febre, fadiga e dificuldade respiratória progressiva. Em muitos casos, os sinais se confundem com outras doenças pulmonares, o que dificulta o diagnóstico.</p>
<p>Além dos danos pulmonares, o estudo aponta que a exposição contínua à nicotina presente nos dispositivos eletrônicos pode causar dependência intensa e rápida, especialmente entre adolescentes. Os pesquisadores destacam que adolescentes estão mais vulneráveis aos efeitos da nicotina, já que o cérebro ainda está em desenvolvimento nessa faixa etária, favorecendo a consolidação da dependência. </p>
</p>
<p>							“A indústria do tabaco sempre foi um lobo. Agora tenta vestir a pele de cordeiro”,<br />
														pneumologista Paulo Correia, <br />ex-coordenador da Comissão de Tabagismo da <br />Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia</p>
<h3><b>“A melhor coisa que fiz na minha vida foi não usar mais o vape.” </b></h3>
<p>Em 2023, Laura, que hoje trabalha como influenciadora digital, <a href="https://vt.tiktok.com/ZS9sjxsDw/">publicou um vídeo</a> nas redes sociais relatando sua experiência ao abandonar o uso de cigarros eletrônicos. No conteúdo, ela incentiva seguidores a deixarem o vício. Atualmente, a publicação já ultrapassa 100 mil visualizações.</p>
<p>Nos comentários, usuários relatam experiências semelhantes às vividas por Laura e compartilham dificuldades relacionadas à dependência e aos impactos na saúde. “Quero muito parar, estou tendo muita dificuldade em respirar”, escreveu um internauta. “Hoje em dia eu só fumo o <i style="color: #000000;font-size: 1rem">pod </i>se [sic] eu estou sem cigarro. Não tenho muito vício em si no <i style="color: #000000;font-size: 1rem">pod</i>, mas no cigarro sim. Tô tentando parar e vou conseguir. Hoje eu decidi de vez não fumar mais”, comentou outro usuário na publicação. </p>
<p>Parar de usar o cigarro eletrônico, no entanto, não foi um processo simples para Laura. Conforme a influenciadora digital, um dos maiores desafios foi romper com os hábitos criados ao longo dos anos e se afastar de pessoas que continuavam incentivando o uso do <i style="color: #000000;font-size: 1rem">vape</i>. “Eu me afastei de muitas pessoas, de muitos ‘amigos’. Me afastei de quem usava e não respeitava minha decisão de parar, porque quem realmente se importa com você quer te ver bem”, conta. </p>
<p>Laura relata que passou a pesquisar mais sobre os impactos do <i style="color: #000000;font-size: 1rem">vape</i> na saúde e se impressionou com imagens e relatos sobre os resíduos produzidos pelos aparelhos. “Quando eu vi de verdade os efeitos, me deu um nojo inexplicável. Lembro de ver uma foto de um líquido amarelo escuro que sai do vape e pensar que aquilo estava dentro do meu corpo”, recorda. Depois de um episódio de falta de ar que a levou ao hospital, ela decidiu abandonar o uso dos dispositivos. “O médico confirmou que era por causa do vape. Aquilo mudou tudo para mim. Joguei todos os meus vapes fora e nunca mais usei.”, relembra. </p>
<p>Para quem deseja parar de fumar <i>vape</i>, o pneumologista Paulo Correia recomenda buscar acompanhamento profissional. Ele explica que o tratamento mais eficaz envolve o desmame gradual da nicotina, associado a estratégias de reposição e medicamentos específicos utilizados no combate ao tabagismo. “Parar de fumar é possível, mas com acompanhamento médico o processo se torna muito mais seguro e eficiente”, ressalta.</p>
<p>O especialista também alerta para a desinformação disseminada nas redes sociais sobre os cigarros eletrônicos. Conforme o médico, a ideia de que o vape seria “apenas vapor de água” ajuda a normalizar o consumo entre jovens e reduz a percepção de risco. “A indústria do tabaco sempre foi um lobo. Agora tenta vestir a pele de cordeiro”, critica.</p>
<p><b><i>Texto:</i></b><i> João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</i></p>
<p><b><i>Artes gráficas:</i></b> <i>Daniel Michelon De Carli, designer</i><i> </i></p>
<p><b><i>Edição:</i></b><i> Maurício Dias, jornalista</i><i> </i></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Inédito em Frederico Westphalen, Pint of Science lota os espaços e consolida rota da ciência na região</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/22/inedito-em-frederico-westphalen-pint-of-science-lota-os-espacos-e-consolida-rota-da-ciencia-na-regiao</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:19:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Promovido pela UFSM/FW, evento debateu desde inteligência artificial e superbactérias até o uso da nanotecnologia na medicina, em três noites de imersão e troca de conhecimento com a comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_14246" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/foto_convertida-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Público prestigiando apresentação do professor Emanuel Araújo. Foto: Isabelle Okubo[/caption]<p>O primeiro <strong>Pint Of Science</strong> do município, promovido pela UFSM Campus Frederico Westphalen, superou as expectativas e lotou as casas em todas as noites. De 18 a 20 de maio, o público participou ativamente do evento de divulgação científica que aconteceu simultaneamente em 213 cidades do Brasil e em vários outros locais do mundo.</p><p>A equipe organizadora avaliou como positiva a realização da atividade em Frederico, afirmando que essa foi uma experiência assertiva e construtiva para todos os que estiveram presentes no Pint Of Science e que colaboraram na promoção. Ao todo, mais de cem perguntas foram trazidas pela comunidade, que além de contar com um ambiente diferente de aprendizado, pôde participar ativamente respondendo a questões trazidas pelos apresentadores.</p><h2>Tradução pela IA: um sistema falho?</h2><p>A primeira noite foi marcada por discussões em torno das traduções feitas por inteligência artificial e o uso de óleos essenciais para a proteção das plantas, com as falas dos professores Cristiano Bertolini e Denise Schmidt, respectivamente. Trazendo exemplos reais diretamente da China, Bertolini explicou que os maiores problemas de tradução estão relacionados ao contexto cultural em que os termos estão inseridos, reforçando que o Processamento de Linguagem Natural deve ser visto como ferramenta de apoio e que os erros de tradução podem se tornar problema perigoso em áreas como direito e saúde, por exemplo.</p><h2>Plantas para futuro promissor</h2><p>Já a professora Denise falou da capacidade multifacetada de aplicação dos óleos essenciais, destacando o potencial de um mercado promissor para manejo fitossanitário, devido às propriedades antifúngicas, antibacterianas, inseticidas e repelentes. Lembrando da inteligência das plantas, tema amplamente pesquisado internacionalmente, a docente do curso de Agronomia da UFSM/FW falou da capacidade das plantas produzirem aromas, por exemplo, como mecanismos de defesa, com potencial bioativo para utilização na proteção vegetal.</p><h2>Manipulação da realidade</h2><p>No dia seguinte foi a vez de discutir notícias falsas, o uso de drones e IA para mapeamento no campo e prender a respiração na expectativa da próxima pandemia. Mirian Redin de Quadros abordou como a desinformação, isto é, a criação de conteúdos falsos para manipular a realidade, se tornou um risco para a sociedade, apontando como o apelo emocional, o viés de confirmação e a noção de pertencimento faz com que ainda se acredite em fake news. Ao final, trouxe recomendações para que o público não caia nessas armadilhas.</p>[caption id="attachment_14240" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/IMG_6741-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Professora Mirian Redin de Quadros durante exposição. Foto: Larissa da Costa[/caption]<h2>Mapeamento tecnológico otimiza produção</h2><p>Na sequência, Emanuel Araújo da Silva demonstrou como o uso de drones e Inteligência Artificial podem servir para otimizar os cuidados com as plantações. No experimento realizado no mapeamento de um olival, a tecnologia auxiliou na geração de mapas detalhados de cada planta que orientam poda, irrigação e adubação de forma mais precisa.</p><h2>Pandemia à vista?</h2><p>Com um público atento, Letícia Trevisan Gressler fez o público prender a respiração enquanto falava de uma possível nova pandemia. Em meio à notícia da descoberta de uma superbactéria resistente a 14 antibióticos na água de Porto Alegre, a pesquisadora explorou como o uso indiscriminado de antimicrobianos é um problema que extrapola as paredes dos hospitais, uma vez que as bactérias resistentes já circulam entre pessoas, animais e ecossistemas. A estimativa da OMS, segundo explica, é que em 2050 devemos chegar a 10 milhões de mortes por ano devido a superbactérias e que, para prevenir a próxima pandemia, precisamos adotar o conceito de One Health.</p><h2>No ar, no mar, no solo, no cume</h2><p>A última noite contou com a presença de jovens pesquisadoras, que trataram de microplásticos, sobre o papel do jornalismo e a possibilidade de usarmos moléculas como máquinas. Luma Dal’Astra Zanella, que pesquisa os microplásticos em seu mestrado, explicou que eles estão em todos os lugares do planeta, dos mais altos aos mais profundos, trazendo o exemplo do Monte Everest, onde os cientistas detectaram microplásticos a 8.440 metros de altitude, próximo ao cume, e na Fossa das Marianas, o ponto mais profundo dos oceanos. Sua pesquisa, salientou, investiga como esses materiais interagem com compostos como o Naftaleno e quais fatores influenciam para a dispersão de poluentes no ambiente.</p><h2>Papel do jornalismo</h2><p>Depois a estudante de jornalismo, Júlia Negrello Decarli, refletiu como as histórias de vida dos profissionais da comunicação impactam nas informações que chegam até nós. Sua apresentação, baseada na pesquisa que estudou os profissionais que cobriram a maior tragédia ambiental da história do Rio Grande do Sul, em 2024, trouxe reflexões sobre o papel do jornalismo em situações socioambientais críticas.</p><h2>Universo invisível</h2><p>Suzan Kamine Kunz revelou um universo invisível a olho nu. Segundo explicou, as máquinas moleculares poderão funcionar como um código direcionado daqui há alguns anos. Ela ainda apresentou possibilidades para o futuro da medicina, da nanotecnologia e dos materiais inteligentes. Suzan é membro de um dos poucos grupos de pesquisa no mundo que detêm a tecnologia, o Núcleo de Química de Heterociclos (NUQUIMHE), que junto com outro do México, estão na América Latina.</p><h2>Ciência para superar os desafios do amanhã</h2><p>Com o sucesso absoluto e a intensa participação da comunidade, o primeiro Pint of Science de Frederico Westphalen cumpre seu papel fundamental: democratizar o acesso ao conhecimento acadêmico. Ao tirar os pesquisadores dos laboratórios e levá-los para perto das pessoas, a UFSM/FW não apenas consolida o município na rota global da divulgação científica, mas também planta a semente para que o festival se torne parte fixa do calendário da região nos próximos anos.</p>[caption id="attachment_14242" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/Participacao-na-terceira-noite-do-Evento-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Público prestigiando apresentações da terceira noite. Foto: Valentina dos Santos da Silva[/caption]<p>O Pint of Science em Frederico Westphalen provou que a ciência se faz viva quando compartilhada. O evento encerra sua primeira edição deixando claro que o diálogo entre a universidade e a sociedade é o caminho mais sólido para decifrar os desafios do amanhã.</p><p><strong>Promoção:</strong><br />Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.</p><p><strong>Patrocínio:</strong><br />Sicredi<br />Maudito Gastro Bar<br />Speed<br />Criare Camiseteria<br />Vitrola<br />Complexo 34<br />SRS Digital</p><p><strong>Apoio:</strong><br />Cotrifred<br />Unna<br />Empório – produtos Gourmet<br />Ecológica Jr.</p>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Campus da UFSM em Frederico Westphalen sedia de forma inédita evento internacional que visa aproximar a ciência da comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/20/campus-da-ufsm-em-frederico-westphalen-sedia-de-forma-inedita-evento-internacional-de-que-visa-aproximar-a-ciencia-da-comunidade</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:29:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Pint of Science ocorre simultaneamente em 213 cidades e segue nesta quarta-feira]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->[caption id="attachment_72881" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_7829-300x225.jpg" alt="" width="500" height="375"> No primeiro dia, a atividade aconteceu na cafeteria e livraria Vitrola[/caption]
</p><p> Pela primeira vez na história, o campus da UFSM em Frederico Westphalen promove uma edição do Pint of Science, evento internacional que busca aproximar temas científicos da sociedade por meio de um debate descontraído. A iniciativa iniciou na segunda (18), seguiu na terça (19) e finaliza nesta quarta-feira (20) - a programação para este último dia está no fim do texto. No primeiro dia, foi realizado na cafeteria e livraria Vitrola e, nos outros dois, no MauDito Gastro Pub.</p>
<p>Anualmente, o Pint of Science acontece de forma simultânea em diversas cidades de todo o mundo, sempre em uma sequência de segunda a quarta-feira do mês de maio. Em 2026, Frederico Westphalen é um dos 213 municípios que sedia a atividade, que tem a seguinte proposta: levar pesquisadores para conversar com o público em ambientes informais, como bares, cafés e restaurantes, tornando a ciência mais acessível.</p>
<p>A professora do Departamento de Ciências da Comunicação, Patrícia Persigo, faz parte da organização da iniciativa e explica que a ideia de promover o evento, além do propósito em si, surgiu com o planejamento da celebração de duas décadas de existência do campus. “A UFSM em Frederico completa 20 anos em 2026. Então, ainda em 2025 nós estávamos pensando o que poderíamos fazer para que marcasse tanto a nossa história, do campus, quanto a da cidade, já que as duas se entrelaçam desde a chegada da Universidade”, contou a docente.</p>
<p>A vice-diretora do campus, Eliane Santos, acredita que a realização do Pint of Science é um marco para a instituição: “é um evento de relevância mundial. Foi todo um trabalho feito a muitas mãos que começou ainda no ano passado e agora estamos colhendo os frutos. Trazer a ciência para a comunidade externa é muito importante pois traz visibilidade e credibilidade e mostra a importância dos investimentos na ciência”.</p>
<h3><b>Ciência no dia a dia</b></h3>
<p>Em 2012, os cientistas ingleses Michael Motskin e Praveen Pauul viram de uma forma positiva a possibilidade de levar o que acontecia dentro dos laboratórios para a sociedade e, dessa forma, em 2013, realizaram a primeira edição do Pint of Science na história. Entretanto, promover a divulgação científica não é uma tarefa fácil.</p>
<p>Na visão da professora Patrícia, inclusive, esse é o grande desafio: “pensar em como tornar esse conhecimento algo do dia a dia das pessoas... Falar na linguagem da rotina, para que as pessoas saiam com alguma ideia diferente”. Foi isso que o docente do Departamento de Tecnologia da Informação do campus da UFSM em Frederico Westphalen, Cristiano Bertolini, tentou em sua palestra.</p>
[caption id="attachment_72882" align="alignright" width="550"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_7834-300x225.jpg" alt="" width="550" height="413"> Cristiano Bertolini (à direita) apresentou a palestra “Onde fica o banheiro? Os erros de tradução que a IA (ainda) comete”[/caption]
<p>Ele foi o responsável por apresentar o tema “Onde fica o banheiro? Os erros de tradução que a IA (ainda) comete”, que abriu a edição inaugural do evento. Para ele, apesar das dificuldades, é uma grande oportunidade de disseminar o conhecimento produzido na instituição. “Nós ficamos muitas vezes dentro da universidade falando para a mesma bolha, mas devemos falar para outras bolhas também e esse evento é um exemplo de sucesso. Devemos procurar promover mais eventos locais para divulgar essas informações mais científicas”, afirmou.</p>
<p>A vice-diretora Eliane salienta: “a pesquisa tem por objetivo trazer um benefício para a população. Você estuda por um tempo e tenta, de alguma forma, beneficiar a população com isso”. A técnico-administrativa do campus do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) em Frederico Westphalen, Sabrina Finatto, foi uma das pessoas presentes no primeiro dia de Pint of Science na cidade.</p>
<p>Sabrina revela que não conhecia o evento mas, quando viu as postagens de divulgação nas redes sociais, ficou curioso para “ver como seria”. “É bem interessante. A gente tá discutindo pesquisa, ciência, em um bar. Isso agrega a um assunto que, muitas vezes, pode ser visto como chato, agora num ambiente descontraído. Eu acho que é muito importante”, destacou.</p>
<p>Além do envolvimento com a sociedade, que diz respeito ao caráter extensionista da Universidade, a professora Patrícia aponta outro grande propósito - ou sonho - com a realização do Pint of Science: “a gente quer colocar Frederico Westphalen e o campus da UFSM no mapa mundial de divulgação científica. Nós sabemos que há muito potencial e pesquisa de ponta para isso”.</p>
<h3><b>Agenda do Pint of Science</b></h3>
<p>A programação desta quarta-feira inicia às 18h30min com a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental, Luma Zanella, com a palestra “Você já comeu plástico hoje?”. Na sequência, a acadêmica de Jornalismo, Júlia Decarli, apresenta “Como noticiar uma tragédia quando você também é vítima dela?” e, para encerrar, com a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Química, Suzan Kunz: “E se as máquinas fossem moléculas?”.</p>
<p><i><b>Texto e fotos</b>: Pedro Pereira, jornalista</i></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Pint of Science estreia em Frederico Westphalen com grande participação do público</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/19/pint-of-science-estreia-em-frederico-westphalen-com-grande-participacao-do-publico</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 19:58:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Pint of Science]]></category>

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						<description><![CDATA[Primeira noite do festival internacional de divulgação científica promovido pela Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen, reuniu mais de 100 pessoas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nem mesmo a noite fria da segunda-feira, 18 de maio, afastou o público da estreia do <b style="font-size: 16px">Pint of Science</b> em <b style="font-size: 16px">Frederico Westphalen</b>. A primeira edição do festival internacional de divulgação científica reuniu cerca de 100 pessoas na Vitrola para uma noite marcada por debates, troca de experiências e integração entre ciência e comunidade.</p><p>A programação de abertura trouxe ao centro das discussões temas ligados ao cotidiano e à tecnologia. A professora <b>Denise Schmidt</b> abordou “o uso de óleos essenciais na agricultura”, ressaltando a eficiência do composto no controle de pragas na agricultura. Enquanto o professor <b>Cristiano Bertolini</b> debateu “os erros de tradução da IA”, explicando que os maiores erros estão relacionados ao contexto cultural.</p>[caption id="attachment_14229" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/pint_of_science_foto_larissa_da_costa2-1024x683.jpg" alt="Professora Denise Schmidt durante exposição" width="1024" height="683" /> Professora Denise Schmidt durante exposição | Fotos: Lasrissa da Costa[/caption]<h2>Participação ativa</h2><p>Durante as apresentações, o público participou ativamente com perguntas, relatos de experiências e interações nas atividades propostas. Para <b>Graziela Mota</b>, cientista social e estudante de Agronomia da UFSM/FW, a experiência foi surpreendente. “Sempre achei que os espaços do aprendizado eram os da sala de aula, mas ontem eu fui convencida do contrário. Amei a experiência!”, destacou.</p><h2>Troca de conhecimento</h2><p>A repercussão positiva também foi percebida pela equipe da casa anfitriã. <b>Francieli Paholski</b>, do marketing da Vitrola, ressaltou a importância de receber o evento no município. “Receber o <b>Pint of Science</b> na Vitrola foi uma experiência muito especial para nós. Ver o espaço cheio de pessoas interessadas em conhecimento, troca de ideias e ciência reforça o quanto iniciativas como essa são importantes para Frederico Westphalen e toda a região”, ressaltou.</p><p>Francieli também destacou a importância do evento como oportunidade para o intercâmbio de ideias. “O propósito do evento conversa diretamente com os nossos valores como empresa. Acreditamos no poder do diálogo, da troca de experiências e do conhecimento como formas de aproximar pessoas e transformar realidades. Para nós, foi motivo de orgulho fazer parte desse momento histórico”, afirmou.</p>[caption id="attachment_14228" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/pint_of_science_foto_larissa_da_costa-1024x683.jpg" alt="Professor Cristiano Bertolini durante sua fala" width="1024" height="683" /> Professor Cristiano Bertolini durante sua fala[/caption]<h2>Participe! O evento continua</h2><p>A programação do <b>Pint of Science</b> continua nesta terça-feira, a partir das 18h30, no Maudito Gastro Pub, sob coordenação dos professores da UFSM/FW, <b>Paulo R. dos Santos Salbego</b> e <b>Patrícia M. Pérsigo</b>, e promoção do Comitê de Internacionalização da instituição.</p><p>A noite inicia com a palestra “<i>Por que ainda acreditamos em fake news?</i>”, ministrada pela professora <b>Mirian Redin de Quadros</b> (UFSM/FW). Em seguida, o professor <b>Emanuel Araújo Silva</b> (UFSM/FW) propõe um paralelo entre tecnologia e cotidiano ao questionar “<i>O que a cerveja, o drone, a IA e a oliveira têm em comum?</i>”. Encerrando a programação, a professora <b>Letícia Trevisan Gressler</b>, do Instituto Federal Farroupilha, conduz a discussão “<i>A próxima pandemia já começou: e você faz parte dela</i>”. O público ainda terá a oportunidade de interagir com os palestrantes e ganhar brindes.</p><p>Os patrocinadores do evento, Sicredi Conexão, SpeedRS, Criare Camiseteria, Complexo 34 e SRS Digital, seguem sendo parceiros da iniciativa ao lado da Vitrola e do Maudito Gastro Pub, com sorteio de brindes e ações de incentivo à participação do público. Os apoiadores Cotrifred, Unna Maison, Empório – produtos gourmet e Ecológica Jr. também integram a iniciativa e contribuem para a experiência do festival.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pint of Science coloca Frederico Westphalen na rota mundial da ciência </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/pint-of-science-coloca-fw-na-rota-mundial-da-ciencia</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:39:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[pint of science]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[E se a sua melhor conversa de bar pudesse mudar o mundo? Festival internacional reúne pesquisadores para levar conhecimento de forma simples à comunidade em ambientes descontraídos 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Estudantes-testando-funcionamento-de-drones-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizonal de dois estudantes, um homem e uma mulher vestidos com roupas casuais e estão em um local fechado. Os dois estão com as mãos em um controle semelhante ao usado para jogos de videogame." />											<figcaption>Estudantes testam funcionamento de drones</figcaption>
										</figure>
		<p>Nos dias 18, 19 e 20 de maio, o festival internacional que brinda a ciência, o Pint of Science, ocorre em Frederico Westphalen. “Além de democratizar o acesso ao conhecimento científico, o festival contribui para despertar vocações, fortalecer a educação e valorizar a produção científica nacional”, explica a assessoria de comunicação da edição brasileira do festival. “Vale destacar que não há necessidade de inscrições e todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso com a inclusão e o amplo acesso à ciência”, complementa.  </p>
<p>Pela primeira vez, vamos transformar nossos espaços em centros de inovação. Vamos brindar às descobertas que mudam nossas vidas e mostrar que a nossa cidade respira conhecimento. Não importa se você é estudante, agricultor, empresário ou apenas alguém curioso. Este evento é para quem acredita que aprender pode — e deve — ser divertido. </p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A estreia de Frederico Westphalen no Pint Of Science consolida o município como um polo de disseminação de conhecimento no interior do Rio Grande do Sul. Ao unir inovação, tecnologia e consciência social em ambientes descontraídos, o festival reafirma que o progresso da sociedade começa, muitas vezes, em uma boa conversa. Não perca a chance de fazer parte deste marco histórico para a ciência da nossa cidade.</p>
O Pint of Science em Frederico Westphalen é uma promoção do <i style="color: #000000;font-size: 16px">Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.  O patrocínio é de </i><i style="color: #000000;font-size: 16px">Sicredi, Maudito Gastro Bar, Speed, Criare Camisetaria, Vitrola e Complexo 34. Os apoiadores são: </i><i style="color: #000000;font-size: 16px">SRS Digital, Cotrifred, Unna, Empório – produtos Gourmet e Ecológica Jr. </i>
<h3><b> </b></h3>
<h3><b>Três dias de Pint of Science em Frederico Westphalen</b></h3>
<p> </p>
<p><b style="color: #000000;font-size: 1rem">18 de maio (segunda) - Ciência aplicada e inovação </b></p>
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<p>A Vitrola vai abrir as portas para falarmos de Ciência Aplicada e Inovação. A professora Denise Schmidt responderá se os <i>Aromas podem proteger as plantas</i>. Enquanto Cristiano Bertolini pergunta:<i> Onde fica o banheiro?</i> Ao trazer essa questão, ele vai pontuar <i>os erros de tradução que a IA (ainda) comete</i>.   </p>
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<p><b>19 de maio (terça) – Tecnologia e informação </b></p>
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<p>Será a vez do Maudito Gastro Bar recepcionar os pesquisadores para um dia de debates sobre Tecnologia e informação. Na era da Inteligência Artificial, a distinção entre o real e a mentira vira linha tênue. Para falar sobre a temática, a professora Mirian Redin de Quadros discutirá:<i> Por que ainda acreditamos em fake news?</i> Na sequência, Emanuel Araújo Silva faz em sua apresentação um paralelo divertido com a percepção de que "dois chopes parecem iguais, mas não são" para explicar a gestão de um olival de 34 hectares. O tema da sua fala é: <i>O que a cerveja, o drone, a IA e a oliveira têm em comum?.</i>  </p>
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<p>A professora Letícia Trevisan Gressler encerrá a noite com a discussão sobre uma das maiores ameaças globais à saúde, associada a milhões de mortes por ano e com potencial de crescer ainda mais nas próximas décadas: a resistência antimicrobiana. As superbactérias já começaram a aparecer e estão até na água que consumimos. Então, para ficar por dentro desse assunto, não perca a fala da pesquisadora:<i> A próxima pandemia já começou: e você faz parte dela</i>. </p>
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<p><b>20 de maio – Novas gerações e a ciência em formação </b></p>
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<p>Na última noite, ainda no Maudito Gastro Bar, jovens estudantes apresentarão suas pesquisas a partir da proposta Novas gerações e a ciência em formação. De forma leve, Luma Dal’ Astra Zanella mostra a presença dos microplásticos no ambiente e no nosso cotidiano, desde a origem do plástico até onde esses materiais já foram encontrados. Será que <i>Você já comeu plástico hoje?</i> </p>
<p> </p>
<p>Em 2024, o Rio Grande do Sul parou em meio às piores enchentes da história. Com suas casas e famílias também atingidas, muitos jornalistas precisaram trabalhar para mostrar em tempo real os fatos. Júlia Negrello Decarli pesquisou como as histórias de vida dos profissionais da comunicação impactam nas informações que chegam até nós. A estudante vai apresentar o tema <i>Como noticiar uma tragédia quando você também é vítima dela?</i> </p>
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<p>Por fim, uma experiência com máquinas moleculares que imitam movimentos macros. Embora invisíveis a olho nu, pesquisas mostram que essas moléculas, no futuro, conseguiriam, por exemplo, fazer a entrega direcionada de medicamentos dentro do organismo. Química pura mostrada de maneira simples pela mestranda Suzan Kamine Kunz, que vai fazer sua fala a partir da pergunta, <i>E se máquinas fossem moléculas? </i></p>
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<p><i style="color: #000000;font-size: 1rem"><b>Texto</b>: Cristina Guerini, produtora cultural</i></p>
<p><i><b>Fotos</b>: Gabriel Cocco</i></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Experimento-realizado-com-microplasticos-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizonal de bancada em laboratório de química. Uma pessoa com luvas azuis segura uma recipiente com pequenos pedaços de plástico e um ferramenta semelhante a uma pinça e coloc em um becker que contém um líquido cor alaranjada e translúcido. Ainda na bancada estão outras vidrarias com o mesmo líquido alarjado." />											<figcaption>Experimento feito com microplásticos no campus Frederico Westphalen da UFSM</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
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				<title>Pint of Science coloca FW na rota mundial da ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/12/pint-of-science-coloca-fw-na-rota-mundial-da-ciencia</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:36:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso à ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Pint of Science]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14192</guid>
						<description><![CDATA[E se a sua melhor conversa de bar pudesse mudar o mundo? Festival internacional reúne pesquisadores para levar conhecimento de forma simples à comunidade em ambientes descontraídos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nos dias 18, 19 e 20 de maio, o festival internacional que brinda a ciência, o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/05/o-brinde-que-faltava-pint-of-science-estreia-em-frederico-westphalen" target="_blank" rel="noopener">Pint of Science</a>, ocorre em Frederico Westphalen. “Além de democratizar o acesso ao conhecimento científico, o festival contribui para despertar vocações, fortalecer a educação e valorizar a produção científica nacional”, explica a assessoria de comunicação da edição brasileira do festival. “Vale destacar que não há necessidade de inscrições e todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso com a inclusão e o amplo acesso à ciência”, complementa.</p>
<p>Pela primeira vez, vamos transformar nossos espaços em centros de inovação. Vamos brindar às descobertas que mudam nossas vidas e mostrar que a nossa cidade respira conhecimento. Não importa se você é estudante, agricultor, empresário ou apenas alguém curioso. Este evento é para quem acredita que aprender pode — e deve — ser divertido.</p>
<p><strong>Quando</strong>: de 18 a 20 de maio de 2026, às 18h30.</p>
<p>Fique por dentro da programação completa:</p>
<h2>18 de maio - Ciência aplicada e inovação</h2>
<p>A <strong>Vitrola</strong> vai abrir as portas para falarmos de Ciência Aplicada e Inovação. A professora <strong>Denise Schmidt</strong> vai responder se os Aromas podem proteger as plantas. Enquanto <strong>Cristiano Bertolini</strong> pergunta: Onde fica o banheiro? Ao trazer essa questão, ele vai pontuar os erros de tradução que a IA (ainda) comete.</p>
<h2>19 de maio – Tecnologia e informação</h2>
<p>É a vez do <strong>Maudito Gastro Bar</strong> recepcionar os pesquisadores para um dia de debates sobre Tecnologia e informação. Na era da Inteligência Artificial, a distinção entre o real e a mentira vira linha tênue. Para falar sobre a temática a professora <strong>Mirian Redin</strong> de Quadros vai discutir Por que ainda acreditamos em fake news? Na sequência, <strong>Emanuel Araújo Silva</strong> faz em sua apresentação um paralelo divertido com a percepção de que "dois chopes parecem iguais, mas não são" para explicar a gestão de um olival de 34 hectares. O tema da sua fala é O que a cerveja, o drone, a IA e a oliveira têm em comum?.</p>
<p>Encerra a noite a professora <strong>Letícia Trevisan Gressler</strong>, que vai trazer a discussão sobre uma das maiores ameaças globais à saúde, associada a milhões de mortes por ano e com potencial de crescer ainda mais nas próximas décadas: a resistência antimicrobiana. As superbactérias já começaram a aparecer e estão até na água que consumimos. Então, para ficar por dentro desse assunto, não perde a fala da pesquisadora: A próxima pandemia já começou: e você faz parte dela.</p>
<h2>20 de maio – Novas gerações e a ciência em formação</h2>
<p>Na última noite, ainda no <strong>Maudito Gastro Bar</strong>, jovens estudantes vão apresentar suas pesquisas a partir da proposta Novas gerações e a ciência em formação. De forma leve, <strong>Luma Dal’ Astra Zanella</strong> mostra a presença dos microplásticos no ambiente e no nosso cotidiano, desde a origem do plástico até onde esses materiais já foram encontrados. Será que Você já comeu plástico hoje?</p>
<p>Em 2024 o Rio Grande do Sul parou em meio às piores enchentes da história. Com suas casas e famílias também atingidas, muitos jornalistas precisaram trabalhar para mostrar em tempo real os fatos. <strong>Júlia Negrello Decarli</strong> pesquisou como as histórias de vida dos profissionais da comunicação impactam nas informações que chegam até nós. A estudante vai apresentar o tema Como noticiar uma tragédia quando você também é vítima dela?</p>
<p>Por fim, uma experiência com máquinas moleculares que imitam movimentos macros. Embora invisíveis a olho nu, pesquisas mostram que essas moléculas, no futuro, conseguiriam, por exemplo, fazer a entrega direcionada de medicamentos dentro do organismo. Química pura mostrada de maneira simples pela mestranda <strong>Suzan Kamine Kunz</strong>, que vai fazer sua fala a partir da pergunta, E se máquinas fossem moléculas?</p>
<p>A estreia de Frederico Westphalen no <strong>Pint Of Science</strong> consolida o município como um polo de disseminação de conhecimento no interior do Rio Grande do Sul. Ao unir inovação, tecnologia e consciência social em ambientes descontraídos, o festival reafirma que o progresso da sociedade começa, muitas vezes, em uma boa conversa. Não perca a chance de fazer parte deste marco histórico para a ciência da nossa cidade.</p>
[caption id="attachment_14195" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/pint_of_science_manejo_drone-1024x683.jpg" alt="Estudantes apresentam equipamentos utilizados em pesquisas com drones e sensoriamento remoto" width="1024" height="683" /> Estudantes apresentam equipamentos utilizados em pesquisas com drones e sensoriamento remoto | Foto: Gabriel Cocco[/caption]
<p> </p>
<p>Veja as cidades participantes na região Sul do Brasil:</p> <iframe src="https://www.google.com/maps/d/embed?mid=18Ze_wfoj0A2ud2HH-FI5fIZvEaf-zmA&amp;ehbc=2E312F" width="640" height="480"></iframe> <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p><strong>Promoção:</strong></p>
<p>Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.</p>
<p><strong>Patrocínio:</strong></p>
<p>Sicredi</p>
<p>Maudito Gastro Bar</p>
<p>Speed</p>
<p>Criare Camiseteria</p>
<p>Vitrola</p>
<p>Complexo 34</p>
<p>SRS Digital</p>
<p><strong>Apoio</strong>:</p>
<p>Cotrifred</p>
<p>Unna</p>
<p>Empório – produtos Gourmet</p>
<p>Ecológica Jr.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O brinde que faltava: Pint of Science estreia em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/05/o-brinde-que-faltava-pint-of-science-estreia-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:08:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[pint of science]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM FW]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72690</guid>
						<description><![CDATA[Evento inédito ocorre de 18 a 20 de maio na cidade e promete levar ciência de forma descontraída para a população local

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><img class="size-full wp-image-72692 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Logo_divulgacao_Pint_of_Science.jpeg" alt="Imagem colorida vertical com a marca do Pint of Science. Dentroe de um copo de cerveja com o nome do evento, um cérebro com óculos. No canto direito do cérebro, uma bandeirinha do Brasil fincada." width="400" height="400" /></p>
<p dir="ltr">A universidade é um campo aberto para o surgimento de ideias, soluções inovadoras e novas tecnologias. Mas elas não precisam mais ficar restritas aos artigos científicos. Agora, esses projetos precisam encontrar mesas compartilhadas, amigos e o clima de Frederico Westphalen. Pela primeira vez, o <em>Pint of Science,</em> promoção internacional de divulgação científica<em>,</em> chega ao município para provar que lugar de ciência é em todo lugar.</p>
<p dir="ltr">A programação, que consiste em bate-papo descontraídos com cientistas em bares e pubs, será realizada nos dias 18, 19 e 20 deste mês a partir das 18h30. No dia 18, o <em>Pint of Science</em> será no Vitrola (Rua Alfredo Haubert, 762, Centro). No dias 19 e 20, a UFSM leva a ciência para as mesas do Maudito Gastro Pub (Rua Monsenhor Vítor Batistela, 477, Centro). A entrada é franca e aberta ao público em geral.</p>
<p dir="ltr">A primeira edição do <em>Pint of Science</em> em Frederico Westphalen tem promoção do Comitê Descentralizado de Internacionalização da UFSM/FW e patrocínio de Sicredi, Maudito Gastro Bar, Speed, Criare Camisetaria, Vitrola e Complexo 34. São apoiadores da programação SRS Digital, Cotrifred, Unna, Empório – produtos Gourmet e Ecológica Jr. </p>
<p dir="ltr"><strong style="font-size: 1rem">SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>O quê</strong>: Pint of Science 2026</p>
<p dir="ltr"><strong>Quando</strong>: </p>
<p dir="ltr">- Dia 18 de maio (segunda) às 18h30: Vitrola (R. Alfredo Haubert, 762 - Centro)  </p>
<p dir="ltr">- Dias 19 e 20 de maio (terça e quarta) às 18h30: Maudito Gastro Pub (R. Monsenhor Vítor Batistela, 477 - Centro)</p>
<p dir="ltr"><b>Informações</b>: @ufsmfw</p>
<p> </p>
<p dir="ltr"><em>Com informações da Divisão de Divulgação Institucional da UFSM FW</em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->



<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O brinde que faltava: Pint of Science estreia em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/05/o-brinde-que-faltava-pint-of-science-estreia-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:05:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[conexões-entre-pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Pint of Science]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14162</guid>
						<description><![CDATA[Evento inédito ocorre de 18 a 20 de maio na cidade e promete levar ciência de forma descontraída para a população local
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A universidade é um campo aberto para o surgimento de ideias, soluções inovadoras e novas tecnologias. Mas esses assuntos não precisam mais ficar restritas a artigos científicos. Agora, esses projetos precisam encontrar mesas compartilhadas, amigos e o clima de <b>Frederico Westphalen</b>. Pela primeira vez, o <a href="https://pintofscience.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Pint of Science</a> chega à cidade para provar que lugar de ciência é em todo lugar.</p><p>Para tirar esse projeto do papel, o Campus da <b>UFSM em Frederico Westphalen</b> (<b>UFSM/FW</b>) conta com quem já conecta a nossa região todos os dias. A <b>SpeedRS </b>entende “que ser parceiro da primeira edição em Frederico Westphalen representa um compromisso com o desenvolvimento da nossa cidade. Estamos honrados em apoiar uma iniciativa inédita que chega à nossa região e que tem potencial de se tornar um <b>marco cultural</b> importante”. Para <b>Rafael Montini</b>, CEO da SpeedRS Provedor, “conectar pessoas vai além da parte técnica, é fortalecer espaços de troca de conhecimento e crescimento coletivo.”</p><p>Para a <b>Sicredi Conexão</b>, fortalecer o conhecimento da comunidade é um investimento no amanhã. Segundo aponta <b>Diego Somavilla</b>, Gerente da Sicredi Conexão, “investir em conhecimento é investir no futuro”. “Apoiar o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/04/16/pela-primeira-vez-em-frederico-westphalen-pint-of-science-aproxima-sociedade-da-producao-cientifica" target="_blank" rel="noopener"><b>Pint of Science</b></a> é reafirmar nosso compromisso com iniciativas que aproximam a ciência das pessoas e fortalecem, aqui na nossa região, uma sociedade mais informada, participativa e próspera”, complementa.</p><h2>Transformação</h2><p>E se a ciência transforma realidades, ela precisa de impulsos. A <b>Criare Camiseteria</b> se juntou ao movimento por acreditar no impacto positivo dessa união entre universidade e sociedade. Para <b>Patrick Spolti</b>, “a divulgação científica é essencial, porque conhecimento transforma realidades”. Conforme explica, “eventos como esse despertam curiosidade, incentivam o pensamento crítico e fortalecem a conexão entre universidade e sociedade. Para nós, é uma forma de investir no <strong>futuro da nossa região</strong> e estar ao lado de iniciativas que geram impacto positivo”.</p><p>O <b>Complexo 34</b> enxerga a iniciativa como a possibilidade de colocar Frederico na rota internacional. Para <b>Yuri Vendruscolo</b>, “estar ao lado de um evento internacional, que chega pela primeira vez à cidade, reforça nosso compromisso com iniciativas que geram conhecimento, desenvolvimento local e conexões entre pessoas”.</p><h2>Malte com sabor de conhecimento</h2><p>Mas, para essa ideia se concretizar, dois lugares abriram as portas para dar voz à ciência.</p><p>No <b>Maudito Gastro Pub</b>, as ideias vão circular tanto quanto as pessoas. O proprietário <b>Vinícius Fonseca </b>celebra: "É motivo de orgulho ver nosso espaço de lazer se transformar em ponto de aprendizado". Segundo o empresário, iniciativas como essa amplificam o acesso ao conhecimento. “Apoiar um evento de <strong>divulgação científica</strong> como esse é importante porque aproxima a ciência do dia a dia. Nem todo mundo tem acesso fácil à universidade ou ao meio acadêmico, e iniciativas assim quebram essa barreira. Quando a ciência chega de forma leve, acessível e em um ambiente descontraído, ela se torna mais interessante, mais compreensível e mais valorizada”, sintetiza.</p><p>Na <b>Vitrola</b>, a comida e o café ganham o aroma do saber. <b>Ramir Severiano</b>, proprietário do café, destaca a importância de exercer essa função social: “Ser parceira e anfitriã desta edição inaugural representa a concretização do nosso compromisso com a circulação de ideias e a disseminação do conhecimento. Significa exercer nossa <strong>função social</strong> ao transformar o nosso espaço em um ambiente de diálogo direto entre a academia e a comunidade local”. Conforme o empreendedor, a “participação de empresas locais em projetos de divulgação científica é essencial para promover o engajamento intelectual da sociedade e fortalecer o desenvolvimento cultural da nossa região”.</p><p>Quando a ciência senta à mesa com você, Frederico Westphalen inteira evolui. Este é um convite de todos nós — realizadores e parceiros — para você fazer parte desta história.</p><p>A gente se encontra no <b>Pint of Science FW</b> 2026!</p><h2>SERVIÇO</h2><p><strong>O quê:</strong> Pint of Science 2026<br /><strong>Quando:</strong> 18h30 | 18 de maio de 2026: Vitrola (R. Alfredo Haubert, 762 - Centro)<br />18h30 | 19 e 20 de maio de 2026: Maudito Gastro Pub (R. Monsenhor Vítor Batistela, 477 - Centro)<br />Evento gratuito e aberto ao público em geral (pague somente o que consumir)<br />Mais informações: @ufsmfw</p><p><strong>Promoção:</strong><br />Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.</p><p><strong>Patrocínio:</strong><br />Sicredi<br />Maudito Gastro Bar<br />Speed<br />Criare Camiseteria<br />Vitrola<br />Complexo 34</p><p><strong>Apoio:</strong><br />SRS Digital<br />Cotrifred<br />Unna<br />Empório – produtos Gourmet<br />Ecológica Jr.</p>		
													<img width="400" height="400" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-08.45.04-1.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM recebe Medalha John C. Marsden por melhor tese de doutorado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/04/egressa-da-ufsm-recebe-medalha-john-c-marsden-por-melhor-tese-de-doutorado</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:53:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ppgba]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72673</guid>
						<description><![CDATA[Premiação da Linnean Society reconhece pesquisa sobre cinodontes do Triássico sul-brasileiro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72678" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1-886x1024.jpg" alt="" width="400" height="462" /> Lívia Roese-Miron teve tese premiada[/caption]
<p data-start="201" data-end="499">A egressa do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Lívia Roese-Miron, foi agraciada, em 2026, com a Medalha John C. Marsden, concedida pela Linnean Society ao melhor trabalho de doutorado em biologia em áreas além da botânica.</p>
<p data-start="501" data-end="881">O reconhecimento está relacionado a um estudo publicado em 2025 na <em data-start="568" data-end="611">Zoological Journal of the Linnean Society</em>, que apresenta parte dos resultados de sua tese. A pesquisa investigou o <em data-start="685" data-end="713">Siriusgnathus niemeyerorum</em>, um cinodonte, grupo de vertebrados que integra a linhagem ancestral dos mamíferos, que viveu há mais de 200 milhões de anos, no período Triássico, no sul do Brasil.</p>
<p data-start="883" data-end="1345">O trabalho envolveu a análise detalhada de um crânio completo da espécie por meio de tomografia computadorizada de alta resolução. A partir disso, foi possível reconstruir estruturas internas, incluindo descrições inéditas dos nervos cranianos e do ouvido interno. Os resultados também apontam novas características relacionadas à mobilidade facial, com implicações para a compreensão de comportamentos como alimentação, defesa e interação social desses animais.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="859" height="657" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Imagem-1.jpg" alt="" />											<figcaption>Detalhes do crânio de Siriusgnathus niemeyerorum</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="843" height="706" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Imagem-2.jpg" alt="" />											<figcaption>Detalhes da anatomia interna do crânio de Siriusgnathus niemeyerorum</figcaption>
										</figure>
		<p data-start="1347" data-end="1678">“Estou muito honrada em receber este prêmio. O reconhecimento reflete os esforços envolvidos no trabalho e destaca a importância de estudar a evolução dos sinápsidos. Sou especialmente grata aos meus coautores e ao orientador, professor Leonardo Kerber, cujas contribuições foram essenciais para a pesquisa”, afirma a pesquisadora.</p>
<p data-start="1680" data-end="1995">Segundo o editor-chefe da revista, Jeff Streicher, responsável pela seleção do trabalho premiado, o estudo se destaca pelo rigor analítico e pela qualidade das ilustrações. Ele também ressaltou o potencial das tecnologias atuais para investigar estruturas do sistema nervoso de espécies extintas há milhões de anos. A divulgação oficial da premiação está disponível no site da Linnean Society, e o artigo pode ser acessado<a href="https://doi.org/10.1093/zoolinnean/zlaf107"> aqui</a>. </p>
<p data-start="1680" data-end="1995"><em>Texto: CAPPA/UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM/FW desenha futuro sustentável no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/30/projeto-da-ufsm-fw-desenha-futuro-sustentavel-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:14:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[castástrofe climática]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72655</guid>
						<description><![CDATA[Ação universitária ajuda a preparar a sociedade para o enfrentamento de extremos climáticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72656" align="alignleft" width="500"]<img class="wp-image-72656 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Atividade-com-alunos-do-Ensino-Fundamental-871x1024.jpg" alt="" width="500" height="588" /> Atividade com alunos do Ensino Fundamental[/caption]
<p data-start="370" data-end="955">Passados dois anos das enchentes que arrasaram o Rio Grande do Sul, o estado enfrenta o desafio de ir além da reconstrução e avançar na adaptação às mudanças climáticas. Nesse cenário, iniciativas que integram ciência, educação e comunidade ganham protagonismo na construção de soluções sustentáveis. No campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW), o projeto de extensão “Engenharia na Escola: Construindo um Futuro Sustentável” atua diretamente na formação de uma nova geração mais consciente e preparada para lidar com os desafios socioambientais.</p>
<h3 data-section-id="1rieegg" data-start="957" data-end="996">Universidade e escola mais próximas</h3>
<p data-start="998" data-end="1328">A proposta busca estreitar os laços entre a universidade e as escolas públicas da região, por meio de oficinas, dinâmicas e palestras. As atividades apresentam, de forma acessível, conceitos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental, incentivando o protagonismo dos estudantes e a compreensão do papel da engenharia na sociedade.</p>
<p data-start="1330" data-end="1804">De acordo com a professora Cristiane Carine dos Santos, docente do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental e coordenadora do projeto, a iniciativa tem como foco estimular o senso crítico e desenvolver ações de adaptação e mitigação diante da crise climática. “A ideia é que os alunos do Ensino Fundamental se aproximem da universidade, conheçam as áreas da engenharia e comecem a pensar no futuro, ao mesmo tempo em que desenvolvem consciência ambiental”, explica.</p>
<h3 data-section-id="1n4vy4g" data-start="1806" data-end="1832">Aprendizado na prática</h3>
<p data-start="1834" data-end="2109">As atividades são desenvolvidas com metodologias participativas, incluindo oficinas práticas que simulam situações do cotidiano. Um dos exemplos é a construção de modelos de cidades sustentáveis com materiais recicláveis, que posteriormente são expostos à comunidade escolar.</p>
<p data-start="2111" data-end="2595">Entre os temas abordados estão os impactos das mudanças climáticas, com destaque para as enchentes. Por meio de experimentos simples, os alunos conseguem visualizar como diferentes materiais influenciam a infiltração da água no solo. “Trabalhamos, por exemplo, a diferença entre um material convencional e um material permeável. Isso ajuda os estudantes a entenderem como soluções de engenharia podem reduzir alagamentos e melhorar a qualidade de vida nas cidades”, destaca Cristiane.</p>
<h3 data-section-id="dv3bh4" data-start="2597" data-end="2623">Formação para o futuro</h3>
<p data-start="2625" data-end="2919">Mais do que apresentar conceitos técnicos, o projeto reforça o papel da educação na transformação social. Ao incentivar o pensamento crítico e a responsabilidade ambiental desde a infância, a iniciativa contribui para formar cidadãos capazes de tomar decisões mais conscientes ao longo da vida.</p>
<p data-start="2921" data-end="3346">No momento em que o Rio Grande do Sul discute a vulnerabilidade das cidades e debate formas de se preparar para eventos climáticos cada vez mais extremos, como o forte El Niño previsto para este ano, ações como essa demonstram como o conhecimento produzido na universidade pode ser traduzido em impacto direto na sociedade. Como resultado, fortalecem a resiliência das comunidades e contribem para um futuro mais sustentável.</p>
<p data-start="3348" data-end="3484"><em>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</em><br data-start="3391" data-end="3394" /><em>Foto: arquivo pessoal de Cristiane dos Santos</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM-PM realizam missão no Japão para análise de estratégias de enfrentamento às mudanças climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/pesquisadores-da-ufsm-pm-realizam-missao-no-japao-para-analise-de-estrategias-de-enfrentamento-as-mudancas-climaticas</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:13:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[FAPERGS]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAGR]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM PM]]></category>

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						<description><![CDATA[Visitas técnicas, reuniões institucionais e estudos de campo em Tóquio integram projeto que investiga governança ambiental e prevenção de desastres com base em experiências internacionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="470" data-end="955">Uma missão técnica internacional levou pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Palmeira das Missões, a Tóquio, no Japão, entre os dias 19 e 26 de abril. A atividade integra o projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR/UFSM-PM).</p>
<p data-start="957" data-end="1140">Participaram da missão o coordenador do projeto, professor Nelson Guilherme Machado Pinto, do Departamento de Administração e coordenador do PPGAGR, e o mestrando Thiago Machado Budó.</p>
<h3 data-start="957" data-end="1140">País referência</h3>
<p data-start="957" data-end="1140">O Japão foi escolhido como destino por ser um dos países mais suscetíveis a eventos extremos, como terremotos, tsunamis, tufões e erupções vulcânicas. Esse contexto permite o contato direto com políticas e práticas consolidadas na gestão de riscos e desastres, alinhando-se ao objetivo da missão: compreender estratégias de prevenção e mitigação de impactos causados por eventos naturais.</p>
<p data-start="1142" data-end="1568">Durante a agenda, os pesquisadores realizaram visitas técnicas e reuniões institucionais. Entre as atividades, esteve a análise da Baía de Tóquio e do Rio Sumida, com observação de estruturas e produtos voltados à prevenção de desastres. Na University of Tsukuba, com apoio do professor Claus Aranha, foram analisadas estruturas físicas preparadas para emergências, além de sistemas de prevenção, evacuação e gestão de riscos.</p>
<p data-start="1570" data-end="1839">Os pesquisadores também visitaram o Tokyo Rinkai Disaster Prevention Park, onde observaram a organização de um sistema de prevenção e resposta a desastres, com foco em terremotos. A visita incluiu a análise da infraestrutura e das estratégias de orientação à população.</p>
<p data-start="1841" data-end="2170">A missão incluiu ainda reunião na Embaixada do Brasil em Tóquio, no setor de Ciência, Tecnologia e Inovação, representado por Carolina Saito e Vinicius Yamanaka Paes. O encontro teve como objetivo discutir iniciativas voltadas ao enfrentamento de desastres associados às mudanças climáticas, com foco na cooperação internacional.</p>
<p data-start="2172" data-end="2336">Durante a estadia, foram realizadas observações de campo, discussões técnicas e análises sobre resiliência, políticas públicas e estratégias de adaptação climática. O professor Nelson afirma que o Japão possui estruturas organizadas e programas de treinamento voltados à preparação da população para situações de risco. Segundo ele, o país desenvolve ações contínuas de orientação, com simulações e protocolos definidos para diferentes tipos de desastres, o que contribui para a resposta após eventos extremos. Ele destaca que a integração entre planejamento urbano, tecnologia e capacitação da população permite reduzir impactos e organizar ações em situações de emergência.</p>
<h3 data-start="3620" data-end="3637">Sobre o projeto</h3>
<p data-start="3639" data-end="4099">O projeto foi aprovado em dezembro de 2024 no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento voltado a Desastres Climáticos, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). A pesquisa tem como foco as enchentes de grandes proporções que atingiram o estado em 2024, buscando compreender os fatores que contribuíram para esses eventos, com ênfase na governança ambiental e na comparação com modelos adotados em outros países.</p>
<p data-start="4101" data-end="4420">Como parte do cronograma, a equipe já realizou missões técnicas em Brumadinho (MG), em setembro de 2025, e em Mariana (MG), em outubro do mesmo ano — cidades marcadas por rompimentos de barragens em 2019 e 2015, respectivamente. Mais recentemente, em fevereiro de 2026, os pesquisadores estiveram em Nova Orleans (EUA).</p>
<p data-start="4422" data-end="4643">O projeto ainda prevê uma missão técnica em Valência, na Espanha, ampliando a base comparativa entre o contexto do Rio Grande do Sul e experiências internacionais relacionadas à gestão e mitigação de desastres ambientais.</p>
<p data-start="3010" data-end="3309"><em>Com informações do Projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do </em><em>Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”.</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Meteorologistas da UFSM participarão de encontro sobre eventos extremos no dia 6 de maio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/meteorologistas-da-ufsm-participarao-de-encontro-sobre-eventos-extremos-no-dia-6-de-maio</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:06:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática será em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Órgão vinculado à Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict/RS), o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática promove no dia 6 de maio, em Porto Alegre, o evento intitulado “Tempo Severo no Rio Grande do Sul: impactos e caminhos para soluções”. Realizado em parceria com a UFSM e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o encontro vai reunir especialistas, pesquisadores e gestores para debater a preparação do estado para fenômenos extremos que vão além das cheias, com foco em tempestades severas, avaliação de danos, monitoramento e construção de resiliência. O evento estava inicialmente previsto para 28 de abril, em alusão ao Dia Internacional para Redução de Riscos gerados por Tempestades Severas, também tendo em vista as inundações que devastaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024.</p>
<p>As atividades ocorrem nos turnos da manhã (9h às 12h) e tarde (14h às 17h), no auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari. Do painel da manhã, intitulado “Tempestades severas e seus impactos”, participarão dois professores do curso de Meteorologia da UFSM: Vagner Anabor e Mauricio Ilha de Oliveira. Anabor vai abordar o tema “Sistemas convectivos e tempestades severas: características regionais”, enquanto que Oliveira falará sobre “Fenômenos de tempo severo (tornados, microexplosões, granizo)”.</p>
<p>Anabor também vai participar do painel da tarde, intitulado “Avaliação de danos, treinamentos e mitigação”. Na ocasião, ele falará sobre a “Previsão baseada em impactos e oportunidades de treinamento”. Desse painel também participará o meteorologista da UFSM Murilo Machado Lopes, que vai abordar a Rede Voluntária de Observadores de Tempestades e avaliação de danos.</p>
<p>Os interessados em participar do encontro devem preencher até 30 de abril o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGiaZJnMtYAxDgmRKT942SoVURVRCQjlGVk9BME1BMlQ3OUpXTFNKSjQ0Ny4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também está disponível a programação completa. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/p/DWokZJxlpKd/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">perfil da Sict/RS no Instagram</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento vai abordar impactos de tempestades severas e soluções para o RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/evento-vai-abordar-impactos-de-tempestades-severas-e-solucoes-para-o-rs</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:02:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Professores e pesquisadores do curso de Meteorologia da UFSM estão entre os palestrantes do encontro, que ocorre em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Órgão vinculado à Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict/RS), o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática promove no dia 28 de abril, em Porto Alegre, o evento intitulado “Tempo Severo no Rio Grande do Sul: impactos e caminhos para soluções”. Realizado em parceria com a UFSM e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o encontro vai reunir especialistas, pesquisadores e gestores para debater a preparação do estado para fenômenos extremos que vão além das cheias, com foco em tempestades severas, avaliação de danos, monitoramento e construção de resiliência. O evento é realizado em alusão ao Dia Internacional para Redução de Riscos gerados por Tempestades Severas, também tendo em vista as inundações que devastaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024.

As atividades ocorrem nos turnos da manhã (9h às 12h) e tarde (14h às 17h), no auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari. Do painel da manhã, intitulado “Tempestades severas e seus impactos”, participarão dois professores do curso de Meteorologia da UFSM: Vagner Anabor e Mauricio Ilha de Oliveira. Anabor vai abordar o tema “Sistemas convectivos e tempestades severas: características regionais”, enquanto que Oliveira falará sobre “Fenômenos de tempo severo (tornados, microexplosões, granizo)”.

Anabor também vai participar do painel da tarde, intitulado “Avaliação de danos, treinamentos e mitigação”. Na ocasião, ele falará sobre a “Previsão baseada em impactos e oportunidades de treinamento”. Desse painel também participará o meteorologista da UFSM Murilo Machado Lopes, que vai abordar a Rede Voluntária de Observadores de Tempestades e avaliação de danos.

Os interessados em participar do encontro devem preencher até a próxima quarta-feira (22) o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGiaZJnMtYAxDgmRKT942SoVURVRCQjlGVk9BME1BMlQ3OUpXTFNKSjQ0Ny4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>, onde também está disponível a programação completa. Outras informações constam no <a href="https://www.instagram.com/p/DWokZJxlpKd/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">perfil da Sict/RS no Instagram</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pela primeira vez em Frederico Westphalen, Pint of Science aproxima sociedade da produção científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/04/16/pela-primeira-vez-em-frederico-westphalen-pint-of-science-aproxima-sociedade-da-producao-cientifica</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:43:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#pint26]]></category>
		<category><![CDATA[#pintbr]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento científico]]></category>

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						<description><![CDATA[Festival internacional reúne pesquisadores em bares, cafés e restaurantes para discutir ciência de forma acessível]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/04/pint_of_science-300x300.jpg" alt="Imagem ilustrativa do evento" />													
		<p>O Campus da <strong>UFSM</strong> em <strong>Frederico Westphalen</strong> (UFSM/FW) anuncia a chegada do <strong>Pint of Science 2026</strong>. O festival internacional de divulgação científica ocorre de 18 a 20 de maio na <strong>Vitrola</strong> e no <strong>Maudito Gastro Pub</strong>, no centro da cidade. O evento acontece anualmente em 27 países durante o mês de maio e tem como objetivo fomentar a divulgação científica em ambientes descontraídos.</p>
<p>O <strong>Pint of Science</strong> traz cientistas para compartilhar com a comunidade suas pesquisas mais recentes. É uma oportunidade em que as pessoas podem debater pesquisas com os próprios pesquisadores, sem a necessidade de conhecimento prévio sobre o assunto.</p>
<h2>Por que participar?</h2>
<p>Aberto ao público em geral e com entrada gratuita, o <strong>Pint of Science</strong> ajuda a população a compreender a importância da <strong>pesquisa científica</strong> para o enfrentamento de desafios sociais e para o fortalecimento do desenvolvimento local. A atividade é um momento da comunidade conhecer as pesquisas que estão sendo desenvolvidas na região.</p>
<p>"Ao aproximar ciência e sociedade em espaços informais de convivência, o projeto busca estimular o interesse público pela produção científica, promovendo o pensamento crítico e a valorização da ciência como bem coletivo", explica a professora do Departamento de Ciências da Comunicação, <strong>Patrícia Persigo</strong>, idealizadora da edição local. Segundo a docente, o evento "busca contribuir para o fortalecimento da divulgação científica no contexto local e regional, integrando a cidade a um movimento internacional, reafirmando o compromisso com uma ciência mais acessível e democrática".</p>
<h2>Sobre o evento</h2>
<p>A iniciativa teve início em 2012 quando os dois cientistas ingleses, <strong>Praveen Paul</strong> e <strong>Michael Motskin</strong>, do <em>Imperial College London</em>, criaram e organizaram um evento chamado "<strong>Conheça os Pesquisadores</strong>", que levava pessoas aos seus laboratórios para mostrar o tipo de pesquisa que realizavam. A partir disso surgiu a ideia de levar os cientistas até as pessoas. Em maio de 2013, realizaram o primeiro festival <strong>Pint of Science</strong> em apenas três cidades do <strong>Reino Unido</strong>, mas rapidamente o festival se espalhou pelo mundo e agora ocorre em cerca de 500 cidades.</p>
<p>Com o <strong>Pint of Science</strong> ocorrendo simultaneamente em centenas de locais ao redor do mundo, em 2025 o evento congregou 27 países com 512 cidades participantes, atingindo mais de 130 mil pessoas. A iniciativa chegou ao <strong>Brasil</strong> em 2015, por meio do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo - <strong>USP</strong>. Em 2025, o festival contou com a adesão de 145 cidades brasileiras.</p>
<p><em>Em breve mais informações com a programação completa.</em></p>
<h2>SERVIÇO</h2>
<p><strong>O quê</strong>: Pint of Science 2026<br /><strong>Quando</strong>: 18, 19 e 20 de maio de 2026<br /><strong>Onde</strong>: Vitrola e Maudito Gastro Pub, Centro/ Frederico Westphalen<br /><strong>Evento gratuito</strong> e aberto ao público em geral<br /><strong>Mais informações</strong>: @ufsmfw</p><p><strong>Promoção</strong>:<br />Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.</p><p><strong>Patrocínio</strong>:<br />Sicredi<br />Maudito Gastro Bar<br />Speed<br />Criare Camiseteria<br />Vitrola<br />Complexo 34</p><p><strong>Apoio</strong>:<br />SRS Digital<br />Cotrifred<br />Unna<br />Empório - produtos Gourmet<br />Ecológica Jr.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Núcleo da UFSM apresenta planos de recuperação da Reserva do Ibirapuitã e Parque do Espinilho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/09/nucleo-da-ufsm-apresenta-planos-de-recuperacao-da-reserva-do-ibirapuita-e-parque-do-espinilho</link>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:59:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72426</guid>
						<description><![CDATA[Elaborados dentro do Projeto RestauraPampa, os planos foram entregues à Sema-RS pela equipe do Neprade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72427" align="alignright" width="648"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-23-at-22.00.51.jpeg"><img class=" wp-image-72427" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-23-at-22.00.51-1024x659.jpeg" alt="Em pé e atrás de uma mesa com cadeiras, 15 pessoas posam para a foto, segurando livros e fôlderes." width="648" height="417" /></a> Equipes do Neprade e Sema-RS reúnem-se para a entrega dos planos recuperação[/caption]

As equipes do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade) da UFSM e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema-RS) reuniram-se em Porto Alegre, no dia 19 de março, para a entrega do Plano de Recuperação da Reserva Biológica de Ibirapuitã e do Plano de Recuperação para o Parque Estadual do Espinilho.

Os planos são produtos do Projeto RestauraPampa, desenvolvido pelo Neprade com apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), Sema-RS e Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). O projeto foi proposto no âmbito do GEF Terrestre, um programa para a restauração dos biomas Pampa, Caatinga e Pantanal que tem o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como agência implementadora.

Os planos foram entregues em formato de livro impresso e e-book e apresentam levantamentos de flora, fauna e solos, mapeamento de ambientes por níveis de degradação e por planejamento de recuperação para as duas unidades de conservação. As estratégias de recuperação são detalhadas para permitir a replicação das técnicas. O projeto RestauraPampa também deu origem a trabalhos de pós-doutorado, doutorado, mestrado e de conclusão de curso de graduação, além do protocolo de caracterização de afloramentos rochosos.

Na ocasião foram entregues ainda cópias do protocolo de manejo, controle e monitoramento com prevenção, detecção precoce e resposta rápida para novas espécies invasoras no Parque Estadual da Quarta Colônia, produzido a partir de edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) em parceria com a Sema-RS. Também foi elaborado o e-book “A Tecnologia Social das Agroflorestas”, que está sendo revisado e atualizado em parceria com a Sema-RS e a empresa Taesa.

Os exemplares impressos foram recebidos pela equipe da Sema-RS, incluindo a presença do secretário adjunto Marcelo Camardelli Rosa e dos especialistas do Departamento de Biodiversidade, Divisão de Unidades de Conservação e Divisão de Flora, além dos servidores do Parque Estadual do Espinilho e das reservas biológicas de Ibirapuitã e de São Donato.

Os e-books e documentos mencionados estão disponíveis no link da “bio” do <a href="https://www.instagram.com/neprade.ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Neprade no Instagram</a>. Os produtos desenvolvidos dão suporte científico à execução e elaboração de políticas e programas institucionais de restauração ecológica e conservação de ecossistemas.

<i>Texto: equipe Neprade</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Doutorando da UFSM apresenta pesquisa sobre soja em seminário nos Estados Unidos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/06/doutorando-da-ufsm-apresenta-pesquisa-sobre-soja-em-seminario-nos-estados-unidos</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:49:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72382</guid>
						<description><![CDATA[Estudante do PPGEA realizou palestra na University of Florida durante período de doutorado sanduíche]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="306" data-end="592">O doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Felipe Schmidt Dalla Porta, apresentou resultados de sua pesquisa em seminário realizado na University of Florida (UF), nos Estados Unidos, na última sexta-feira (3).</p>
<p data-start="594" data-end="889">A atividade integrou o <em data-start="617" data-end="647">Crop Simulation Lab Seminars</em>, promovido no McNair Bostick Crop Simulation Lab, no campus da universidade em Gainesville. O evento reúne pesquisadores para o compartilhamento de conhecimento técnico, troca de experiências e discussão de estudos com impacto internacional.</p>
<p data-start="891" data-end="1134">O doutorado sanduíche de Felipe é desenvolvido no <em data-start="941" data-end="996">Department of Agricultural and Biological Engineering</em>, sob orientação dos professores Gerrit Hoogenboom e Kenneth Boote, referências internacionais na área de modelagem de culturas agrícolas.</p>
<p data-start="1136" data-end="1548">De acordo com o professor Nereu Augusto Streck, orientador no PPGEA, o estudante está nos Estados Unidos desde novembro de 2025, dedicando-se ao aprendizado e à aplicação do DSSAT (<em data-start="1317" data-end="1370">Decision Support System for Agrotechnology Transfer</em>). O sistema reúne modelos dinâmicos capazes de simular o crescimento e a produtividade de mais de 45 culturas agrícolas, considerando a interação entre solo, planta e atmosfera.</p>
<p data-start="1550" data-end="1663">A pesquisa tem como foco a cultura da soja, na qual o Brasil se destaca como maior produtor e exportador mundial.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora do PPG em Engenharia Agrícola estuda 42 variedades de dália na Europa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/02/pesquisadora-do-ppg-em-engenharia-agricola-estuda-42-variedades-de-dalia-na-europa</link>
				<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:03:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dália de corte]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado sanduíche]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72373</guid>
						<description><![CDATA[Estudante realiza experimento voltado para o cultivo sustentável e lucrativo de flor apreciada no mercado internacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FB_IMG_1775134374951-1024x1024.jpg" alt="Foto colorida vertical em formato selfie de mulher adulta branca de cabelo escuro e preso. Ela veste um casaco escuro e segura uma prancheta com uma folha euma caneta. A imagem mostra ela no campo, à frente de uma plantação." />											<figcaption>Pesquisadora Moara Fernandes realiza experimento com dálias de corte na Itália</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FB_IMG_1775134393979-1024x1024.jpg" alt="Foto colorida vertical de uma flor fechada verde ainda antes do desabrochar." />											<figcaption>Experimento com dálias deve gerar dados inéditos sobre flor</figcaption>
										</figure>
		<p>A estudante do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Moara Eliza Siqueira Fernandes realiza doutorado sanduíche na Itália e na França durante seis meses. Financiada pelo Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da Coordenação de Aprimoriamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a pesquisadora desenvolve experimentos e aprende técnicas de engenharia de água e solo para o cultivo sustentável e lucrativo de flores.</p>
<p>O doutorado no exterior teve início em fevereiro no Consiglio per la Ricerca e l'Agricoltura (CREA) - instituto semelhante à Empabra - , na cidade de Péscia, na região da Toscana, na Itália. Lá, a pesquisadora implantou um experimento inédito para estudar 42 variedades de dália de corte, flor apreciada no mercado mundial. Moara ainda passará pela&nbsp;Mansuino Breeding Emotions,&nbsp;empresa italiana de flores com&nbsp;atuação internacional.</p>
<p>De acordo com o professor Nereu Augusto Streck, orientador da doutoranda, a pesquisa deverá produzir diferentes variedades de dália e gerará informações práticas e aplicadas para produtores de todo o mundo. "Com isso, juntamos duas demandas importantes, a internacionalização do PPGEA e a pesquisa aplicada com impactos globais", sintetiza o professor.</p>
<p>
</p>&nbsp;
&nbsp;
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De forma inédita, Equipe FieldCrops faz previsão de safra de soja com ferramenta baseada em ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/de-forma-inedita-equipe-fieldcrops-faz-previsao-de-safra-de-soja-com-ferramenta-baseada-em-ciencia</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:39:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72232</guid>
						<description><![CDATA[Ferramenta envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg"><img class="alignright wp-image-72234" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg" alt="" width="441" height="624" /></a></p>
<p>Antecipar o quanto o Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, vai produzir em cada região brasileira é uma meta arrojada e que pode mexer com o mercado internacional da principal <em>commodity</em> agrícola mundial e beneficiar o produtor brasileiro. A Equipe FieldCrops da UFSM atingiu esta meta e apresentou na semana passada a previsão de safra de soja para todo território nacional que a produz. A ferramenta científica envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial.</p>
<p>Como exemplo da força da ferramenta, o professor Nereu Augusto Streck explica que, para o Rio Grande do Sul, a estimativa feita pela Emater/RS é de 2.87 toneladas por hectare (ton/ha), e a estimativa da Equipe FieldCrops da UFSM, utilizando modelos matemáticos chancelados pela ciência e as ferramentas mais modernas de mineração de dados e inteligência artificial, é de 2.94 ton/ha, ou seja, a precisão da ferramenta é muito alta.</p>
<p>"Alcançamos uma ferramenta de gestão de riscos antes de o risco acontecer e até antes do produtor de soja colocar a semente na terra, o que vai ser uma grande virada de chave e colocar o Brasil ainda mais alto no cenário mundial do agronegócio", destaca Nereu.</p>
<p>O professor Alencar Junior Zanon, que aprendeu a metodologia de previsão de safra na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, e a trouxe ao Brasil, reafirma a importância do protagornismo da UFSM no desenvolvimento da ferramenta de previsão. O pesquisador destaca que, ao longo das safras 2025/2026, os produtores do <em>Soybean Money Maker</em> acompanharam o que o ambiente permitiu que colhessem em suas lavouras, pois essa tecnologia é mais uma das grandes ferramentas disponíveis dentro do maior diagnóstico de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de estudantes da UFSM conquista destaque internacional em competição de engenharia agrícola</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/17/grupo-de-estudantes-da-ufsm-conquista-destaque-internacional-em-competicao-de-engenharia-agricola</link>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:36:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[GTM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm cs]]></category>

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						<description><![CDATA[Equipe da Universidade garantiu medalha de prata no evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="251" data-end="575"><img class="alignleft wp-image-72196 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Sem-titulo-768x548-1.jpg" alt="" width="768" height="548" />O Grupo de Tecnologia de Máquinas Agrícolas (GTM), composto por estudantes do curso de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Cachoeira do Sul, alcançou reconhecimento internacional ao conquistar o segundo lugar na Technical Section 5 – System Management da CIGR Engineering Student International Competition 2025.</p>
<p data-start="577" data-end="855">A colocação garantiu à equipe a Medalha de Prata (Silver Medal), concedida aos projetos classificados na segunda posição em cada área temática da competição. O trabalho foi desenvolvido coletivamente pelos integrantes do GTM, sob orientação do professor Tiago Rodrigo Francetto.</p>
<p data-start="857" data-end="1236">A competição é organizada pela International Commission of Agricultural and Biosystems Engineering (CIGR) e reúne estudantes de diferentes países, com o objetivo de estimular a criação de soluções inovadoras para desafios contemporâneos da agricultura. Entre os temas abordados estão sustentabilidade, eficiência energética, transformação digital e gestão de sistemas produtivos.</p>
<p data-start="1238" data-end="1465">Os projetos participantes passam por uma avaliação técnica conduzida por especialistas internacionais, que consideram critérios como inovação, consistência científica, aplicabilidade prática e qualidade da apresentação técnica.</p>
<p data-start="1467" data-end="1772">Na categoria System Management, voltada à gestão e otimização de sistemas agrícolas, a primeira colocação ficou com uma equipe da Bangladesh Agricultural University. O grupo da UFSM garantiu o segundo lugar, à frente de outras equipes participantes, incluindo representantes da mesma instituição asiática.</p>
<p data-start="1774" data-end="1968">Além da conquista, o GTM foi o único grupo da América Latina a receber premiação nesta edição da competição, reforçando o protagonismo da engenharia agrícola brasileira no cenário internacional.</p>
<p data-start="1970" data-end="2236">O resultado evidencia a qualidade da formação oferecida pela UFSM e o envolvimento dos estudantes em atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, especialmente nas áreas de mecanização agrícola, agricultura digital e gestão de sistemas produtivos.</p>
<p data-start="2238" data-end="2345">Os resultados completos da competição podem ser conferidos no site <a class="decorated-link" href="https://www.cigrstudentcompetition.org/" target="_blank" rel="noopener" data-start="2306" data-end="2345">https://www.cigrstudentcompetition.org/ </a></p>
<h3 data-section-id="3itoxj" data-start="2352" data-end="2383">Sobre a CIGR e a competição</h3>
<p data-start="2385" data-end="2670">A CIGR (International Commission of Agricultural and Biosystems Engineering) é uma organização científica internacional que reúne profissionais e instituições da área de engenharia agrícola em todo o mundo, promovendo o avanço do conhecimento, da inovação e da cooperação entre países.</p>
<p data-start="2672" data-end="2895">Entre suas principais iniciativas está o CIGR–EurAgEng World Congress, evento de referência global que reúne pesquisadores, estudantes e especialistas para discutir tecnologias e soluções voltadas à agricultura sustentável.</p>
<p data-start="2897" data-end="3137">Nesse contexto, também ocorre a CIGR Engineering Student International Competition, voltada ao reconhecimento de projetos desenvolvidos por estudantes universitários, incentivando a inovação e a troca de conhecimento em nível internacional.</p>
<p data-start="2897" data-end="3137"> </p>
<p data-start="2897" data-end="3137"><em>Com informações da Assessoria de Comunicação da UFSM Campus Cachoeira do Sul</em></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da Universidade do Porto debate gestão da ciência em palestra na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/16/pesquisador-da-universidade-do-porto-debate-gestao-da-ciencia-em-palestra-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:37:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>

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						<description><![CDATA[Vladimiro Miranda, da Universidade do Porto, palestrou no Espaço Collab InovaTec na manhã desta segunda-feira (16)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) abriu suas portas para receber o professor Vladimiro Miranda, da Universidade do Porto, em Portugal, para a palestra sobre gestão da ciência e inovação nas políticas de pesquisa, na manhã desta segunda-feira (16). Realizada no Espaço Collab InovaTec, o momento iniciou por volta das 10h e contou com a presença de estudantes, servidores e pesquisadores. </p>
<p>Reconhecido pela Stanford University como um dos cientistas mais influentes do mundo, Vladimiro Miranda foi membro do Conselho de Administração do Inesc Tec (Portugal), uma organização privada sem fins lucrativos de pesquisa e desenvolvimento reconhecida pelo Ministério da Ciência e com a Universidade do Porto como principal associado. Hoje, ele é presidente do Inesc P&amp;D Brasil.</p>
<p>À Agência de Notícias, Vladimiro destaca os principais pontos abordados na palestra. Para ele, as pessoas precisam focar nas organizações. Segundo o pesquisador, no Brasil ainda predomina um modelo em que os investimentos em pesquisa são direcionados a pesquisadores individuais, quando o ideal seria fortalecer as estruturas institucionais que dão suporte à produção científica.</p>
<p>Ele defende que a gestão da ciência seja reconhecida como parte essencial do próprio processo científico. Na avaliação do pesquisador, é preciso construir uma cultura de gestão da pesquisa, envolvendo pesquisadores, dirigentes e também o poder público. Um dos desafios, segundo ele, é conscientizar os próprios cientistas sobre a importância desse tema, além de incentivar lideranças institucionais e governos a prestarem mais atenção à forma como os recursos e projetos científicos são administrados.</p>
<p>Durante a palestra, Vladimiro também falou sobre o livro “Gestão de Pesquisa – Políticas e Realidades” que escreveu sobre o tema. Segundo ele, a obra não foi pensada para o público em geral, mas especialmente para pesquisadores, com o objetivo de provocar reflexão sobre o cenário atual da ciência e a forma como a pesquisa é organizada. O autor afirma que procurou condensar ideias e apontar caminhos para ampliar a compreensão sobre a importância da gestão da ciência, defendendo que mudanças nesse campo são essenciais para tornar o sistema de pesquisa mais eficiente. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_3716-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal e colorida de alguns exemplares do livro Gestão de Pesquisa – Políticas e Realidades empilhados em uma mesa branca" />											<figcaption>Vladimiro Miranda lançou o livro “Gestão de Pesquisa – Políticas e Realidades”</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_3753-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal e colorida do perfil de Vladimiro Miranda. Ele segura um microfone enquanto fala ao quórum presente na palestra" />											<figcaption>Da Universidade de Porto, Vladimiro abordou a gestão da ciência e inovação nas políticas de pesquisa</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, também esteve presente na palestra. Ele afirma conhecer o pesquisador há muitos anos, pois foi diretor de inovação do Inesc P&amp;D Brasil.“A UFSM faz parte do Inesc. Fui diretor de inovação do instituto por dois anos”, afirmou. De acordo com ele, a presença do palestrante na universidade se deve justamente à experiência acumulada ao longo de sua trajetória internacional e às contribuições que pode trazer para o debate sobre gestão da ciência.</p>
[caption id="attachment_72188" align="alignright" width="597"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_3739-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal e colorida de Tiago Marchesan discursando na palestra" width="597" height="398" /> O vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, destacou a importância da palestra[/caption]
<p>Sobre os benefícios da palestra, Marchesan destacou que o encontro abre espaço para avaliar e aprimorar os processos internos de pesquisa. Segundo ele, uma gestão mais estruturada permite que os pesquisadores encontrem o suporte e a dinâmica necessários para que os projetos avancem e se concretizem.</p>
<p>Além disso, o professor Luciano Schuch, gestor do InovaTec Parque Tecnológico da UFSM, também participou do encontro. Segundo ele, o professor Vladimiro trabalha com a gestão da inovação e dos processos que envolvem o desenvolvimento de projetos.</p>
<p>De acordo com Schuch, o convidado apresenta uma metodologia que busca dar mais valor aos projetos e às formas como os investimentos chegam até eles. “Por trás da inovação existe uma rede de pessoas, e conectar tudo isso é um grande desafio”, destacou.</p>
<p>Para o gestor do parque tecnológico, as perspectivas e experiências compartilhadas pelo professor podem servir de inspiração para aprimorar os processos de inovação dentro da universidade e fortalecer a articulação entre pesquisa, desenvolvimento e investimento.</p>
<h2>Sobre o palestrante</h2>
<p>Vladimiro nasceu em Porto. Ele se formou em Engenharia Elétrica em 1977 e recebeu o PhD em Engenharia Elétrica pela Faculdade de Engenharia da Universidade de Porto em 1982. Ao longo da carreira, participou da criação e do desenvolvimento de institutos de investigação científica na Europa, na China e na América do Sul. É conselheiro científico e técnico de várias organizações internacionais na Europa, África, Ásia e América do Sul e tem uma extensa obra técnica como autor e coautor de publicações científicas. </p>
<p> </p>
<p><b><i>Texto:</i></b><i> Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></i><b><i>Fotos:</i></b><i> Ana Bacovis, estudante de Jornalismo e bolsista do InovaTec Parque Tecnológico<br /></i><b><i>Edição:</i></b><i> Mariana Henriques, jornalista</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paleontólogos da UFSM reconstroem o cérebro de um precursor dos pterossauros, os répteis voadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/16/paleontologos-da-ufsm-reconstroem-o-cerebro-de-um-precursor-dos-pterossauros-os-repteis-voadores</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:48:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72177</guid>
						<description><![CDATA[Descoberta foi publicada no periódico científico Palaeontology]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72179" align="alignright" width="593"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Paleontologa-analisando-a-caixa-craniana-do-fossil-de-Venetoraptor.-Fotografia-por-Rodrigo-T.-Muller.jpg"><img class=" wp-image-72179" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Paleontologa-analisando-a-caixa-craniana-do-fossil-de-Venetoraptor.-Fotografia-por-Rodrigo-T.-Muller.jpg" alt="" width="593" height="395" /></a> Paleontóloga analisa a caixa craniana do réptil (Foto: Rodrigo T. Müller)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Paleontólogos da UFSM publicaram, na última sexta-feira (13), um novo estudo no periódico científico </span><i><span style="font-weight: 400">Palaeontology</span></i><span style="font-weight: 400">, no qual apresentam a reconstrução do cérebro de um réptil extinto a partir de tomografias computadorizadas. As análises foram realizadas com base em um fóssil de 233 milhões de anos, encontrado no município de São João do Polêsine (RS), no território do Geoparque Quarta Colônia Unesco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Frequentemente confundidos com dinossauros, os pterossauros foram répteis que dominaram os céus durante a Era Mesozoica e desenvolveram a capacidade de voo antes mesmo das aves. Embora esses animais tenham sido abundantes nos Períodos Jurássico e Cretáceo, sua origem no Período Triássico ainda é pouco compreendida. Dentre as diversas adaptações que essa linhagem apresentou para o voo, as mudanças no cérebro estão entre as que mais chamam a atenção e despertam curiosidade. A chave para entender como o cérebro dos pterossauros evoluiu para permitir o voo está em compreender como era o cérebro de seus precursores, para que as diferenças entre eles possam ser discernidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto, há poucos fósseis no mundo de precursores dos pterossauros que preservem bem a região do crânio que abriga o cérebro. Nesse contexto é que um fóssil brasileiro ajudou a entender como foi o cérebro desses precursores dos répteis voadores. O novo estudo, liderado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria e com a participação de cientistas dos Estados Unidos, Argentina e Alemanha, investigou detalhes da anatomia do fóssil de um </span><a href="https://www.nature.com/articles/s41586-023-06359-z"><span style="font-weight: 400">lagerpetídeo descrito em 2023</span></a><span style="font-weight: 400">. A pesquisa faz parte da tese de doutorado de Lísie Vitória Soares Damke, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, sob a orientação do paleontólogo Rodrigo Temp Müller.</span></p>
[caption id="attachment_72180" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Reconstrucao-artistica-de-Venetoraptor-e-modelo-3D-do-cerebro.-Ilustracao-de-Caio-Fantini.jpeg"><img class="wp-image-72180 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Reconstrucao-artistica-de-Venetoraptor-e-modelo-3D-do-cerebro.-Ilustracao-de-Caio-Fantini-1024x605.jpeg" alt="" width="1024" height="605" /></a> Reconstrução artística de Venetoraptor e modelo 3D do cérebro (Ilustração: Caio Fantini)[/caption]
<h3>Como estudar o cérebro de um animal extinto?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os lagerpetídeos foram répteis esguios que representam os precursores mais próximos dos pterossauros. Contudo, ao contrário de seus parentes voadores, os lagerpetídeos não possuíram a capacidade de voar. É justamente por isso que existe tanto interesse em compreender como era o cérebro desses animais, já que analisá-lo pode ajudar a revelar quais características surgiram nos pterossauros a partir do momento em que o grupo se tornou capaz de levantar voo. Contudo, como o cérebro é uma estrutura composta por tecidos moles, que raramente se preservam no registro fóssil, estudar sua anatomia é uma tarefa desafiadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para contornar essa limitação, cientistas utilizam tomografias computadorizadas para preencher digitalmente as cavidades do crânio que correspondem ao espaço que seria ocupado pelo encéfalo. Em seguida, as estruturas internas são separadas digitalmente, o que permite a criação de um modelo tridimensional aproximado do cérebro.</span> <span style="font-weight: 400">É a partir desse modelo que os pesquisadores conseguem inferir hábitos e comportamentos por meio de medidas e análises baseadas em animais atuais.</span></p>
[caption id="attachment_72181" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Infografico-ilustracao-por-Matheus-Fernandes-Gadelha-2.jpg"><img class="wp-image-72181 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Infografico-ilustracao-por-Matheus-Fernandes-Gadelha-2-1024x631.jpg" alt="" width="1024" height="631" /></a> Infográfico do réptil (Ilustração: Matheus Fernandes Gadelha)[/caption]
<h3>Nem do céu nem da terra: um réptil que vivia na copa das árvores</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Foi por meio desses procedimentos que o grupo de pesquisadores conseguiu reconstruir o cérebro do lagerpetídeo brasileiro </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400">. Esse réptil com cerca de 1 metro de comprimento possuía um bico pontiagudo, garras longas, membros delgados e locomovia-se de maneira bípede. Embora ele não fosse capaz de voar, acredita-se que ele se deslocava entre as copas das árvores, utilizando suas garras recurvadas para se prender nos galhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O excelente grau de preservação dos elementos cranianos fossilizados ajudou a revelar detalhes importantes da anatomia do cérebro e do ouvido interno desse animal. Uma das estruturas que mais chama a atenção no modelo tridimensional é o flóculo do cerebelo, uma estrutura associada ao equilíbrio e à estabilização da visão durante os movimentos da cabeça. Na espécie estudada, essa estrutura é bastante desenvolvida, sugerindo que esses animais já possuíam um controle refinado dos movimentos da cabeça e da visão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa também apontou que partes dos canais semicirculares, estruturas do ouvido interno que fazem parte do labirinto ósseo e são fundamentais para o equilíbrio dos organismos, apresentam um aumento notável em comparação com alguns outros répteis. Essas habilidades podem ter sido úteis para ajudar esse animal a caçar suas presas e/ou a se locomover com maior facilidade entre as árvores. Nos pterossauros, o flóculo do cerebelo também é muito grande, mas a presença dessa estrutura bem desenvolvida em </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400"> demonstra que essa condição não era exclusiva de répteis voadores.</span></p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Embora tenha sido possível reconstruir boa parte do cérebro de </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400">, ainda existem regiões desconhecidas, pois os ossos que as envolviam em vida não se preservaram. Entre elas estão os bulbos olfatórios, regiões do encéfalo responsáveis pelo sentido do olfato. O grupo de pesquisadores espera encontrar novos fósseis da espécie que preservem a região do crânio associada a essas estruturas, o que poderá permitir, no futuro, inferir a capacidade olfativa do animal. Para isso, continuam realizando escavações no sítio fossilífero que revelou os fósseis de </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400"> em 2022. A equipe também possui diversos achados inéditos em fase de preparação em laboratório ou em estudo, o que sugere um cenário promissor para os próximos anos no que diz respeito à investigação dos lagerpetídeos e à origem dos pterossauros.</span></p>
<h3>Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O fóssil de </span><i><span style="font-weight: 400">Venetoraptor gassenae</span></i><span style="font-weight: 400"> está depositado no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM), localizado no município de São João do Polêsine. O centro integra o Geoparque Quarta Colônia Unesco e abriga uma importante coleção de fósseis do Triássico brasileiro, além de uma exposição aberta à visitação gratuita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo foi conduzido por Lísie V.S. Damke, Leonardo Kerber, Mario Bronzati, Maurício S. Garcia, Martín D. Ezcurra, Sterling J. Nesbitt e Rodrigo T. Müller. A pesquisa recebeu apoio do CNPq, INCT Paleovert, CAPES e Alexander von Humboldt Foundation.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O artigo intitulado “</span><a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/pala.70047" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400">Braincase anatomy and palaeoneurology of Venetoraptor gassenae, a lagerpetid pterosauromorph from the Late Triassic of southern Brazil</span></i></a><span style="font-weight: 400">” foi publicado no periódico </span><i><span style="font-weight: 400">Palaeontology.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fonte: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da UFSM</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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