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				<title>Divulgado estudo de reconstrução virtual do endocrânio de Cinodontes Traversodontídeos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/09/divulgado-estudo-de-reconstrucao-virtual-do-endocranio-de-cinodontes-traversodontideos</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 14:00:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[cinodonte]]></category>
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						<description><![CDATA[Um novo estudo intitulado “Virtual reconstruction of cranial endocasts of traversodontid cynodonts (Eucynodontia: Gomphodontia) from the Upper Triassic of Southern Brazil – Reconstrução virtual do endocrânio de cinodontes traversodontídeos (Eucynodontia: Gomphodontia) do Triássico Superior do sul do Brasil” foi publicado há poucos dias no periódico Journal of Morphology. De autoria da aluna do Programa de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Um novo estudo intitulado “<em>Virtual reconstruction of cranial endocasts of </em>traversodontid cynodonts<em> (</em>Eucynodontia: Gomphodontia<em>) from the Upper Triassic of Southern Brazil</em> – Reconstrução virtual do endocrânio de <em>cinodontes traversodontídeos</em> (<em>Eucynodontia:</em><span class="text_exposed_show"><em> Gomphodontia</em>) do Triássico Superior do sul do Brasil” foi publicado há poucos dias no periódico Journal of Morphology.</span></p>
<p><span class="text_exposed_show"> De autoria da aluna do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal Ane Elise Branco Pavanatto, em conjunto com os pesquisadores Leonardo Kerber e Sérgio Dias da Silva, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa/UFSM), o </span><span style="font-size: inherit">estudo descreve a morfologia externa do cérebro de duas espécies de cinodontes, <em>Siriusgnathus niemeyerorum</em> e <em>Exaeretodon riograndensis</em>, que viveram onde hoje é a região da Quarta Colônia durante o Período Triássico (há cerca de 230 milhões de anos). </span></p>
<p><span style="font-size: inherit">Para que os pesquisadores pudessem estudar a anatomia da parte interna dos crânios, e assim analisar a morfologia da cavidade encefálica (região que abriga o cérebro), os crânios das duas espécies foram tomografados em um tomógrafo médico igual ao utilizado na realização de exames e diagnósticos médicos (o equipamento foi cedido pela Dix – Diagnóstico por Imagem, de Santa Maria). </span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>O grupo dos cinodontes chama atenção dos pesquisadores devido a sua relação de parentesco com os mamíferos, e são um importante grupo de estudo para quem busca compreender a origem e evolução dos primeiros mamíferos. Com isso, destaca-se a morfologia dos cérebros dos dois cinodontes, alongados e estreitos, sem estruturas diferenciadas como uma divisão do cérebro em duas regiões (hemisférios cerebrais) e cerebelo, como observado no cérebro dos mamíferos, sendo morfologicamente mais semelhantes ao padrão observado nos répteis.</p>
<p><span style="font-size: inherit">Confira o </span><a style="font-size: inherit" href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/jmor.21029" target="_blank" rel="noopener noreferrer">artigo na íntegra</a><span style="font-size: inherit">.</span></p>
<p> </p>
</div>
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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora da UFSM descobre fóssil de animal que viveu há cerca de 230 milhões de anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/08/29/fossil-de-animal-que-viveu-ha-cerca-de-230-milhoes-de-anos-no-rs-e-descoberto</link>
				<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 14:27:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade animal]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[cinodonte]]></category>
		<category><![CDATA[fóssil]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudo publicado recentemente no periódico científico “Journal of South American Earth Sciences” apresentou fósseis de cerca de 230 milhões de anos, pertencentes a uma espécie até então desconhecida para a ciência. A descoberta é resultado da pesquisa de doutorado da paleontóloga Ane Elise Branco Pavanatto, pelo Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="font-weight: 400">Estudo publicado recentemente no periódico científico “Journal of South American Earth Sciences” apresentou fósseis de cerca de 230 milhões de anos, pertencentes a uma espécie até então desconhecida para a ciência. A descoberta é resultado da pesquisa de doutorado da paleontóloga Ane Elise Branco Pavanatto, pelo Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, com o apoio de profissionais do <a href="http://coral.ufsm.br/cappa/index.php/pt-br/">Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa)</a>.</p>
<p style="font-weight: 400">O animal, que recebeu o nome Siriusgnathus niemeyerorum, faz parte do grupo dos cinodontes, linhagem que inclui os ancestrais dos atuais mamíferos. Os fósseis foram encontrados em um novo sítio fossilífero localizado no município de Agudo, na região central do Rio Grande do Sul, e remontam ao período Triássico.</p>
<p style="font-weight: 400">Segundo Pavanatto, Siriusgnathus possuía o tamanho de um cachorro de porte grande e provavelmente era um animal onívoro, ou seja, se alimentava de plantas e de outros animais. O Siriusgnathus faz alusão à estrela Sirius da constelação de Canis Major (Cão Maior), em referência ao nome do grupo (Cinodontes, cino= cão; odontos= dentes). O nome também foi inspirado no personagem fictício Sirius Black da série literária e cinematográfica Harry Potter que, na saga, tinha a capacidade de se transformar em um grande cachorro preto. Essa referência também remete à coloração escura dos fósseis.</p>
<p style="font-weight: 400">Segundo os pesquisadores, o achado da nova espécie mais uma vez demonstra que a paleontologia brasileira ainda guarda espaço para novas descobertas, as quais ajudam a contar a história da biodiversidade do planeta, desde tempos pretéritos.</p>
<p style="font-weight: 400">Os paleontólogos seguirão com os trabalhos de escavação na região. O estudo foi financiado com recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>]]></content:encoded>
													</item>
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