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				<title>13ª edição do CITURDES movimentou a UFSM com debates sobre os desafios do turismo rural no Brasil e no mundo</title>
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				<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:04:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Com alunos, empreendedores e interessados no tema, cerca de 180 pessoas vivenciaram o turismo rural ao longo dos três dias]]></description>
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[caption id="attachment_69062" align="alignright" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A9320-300x200.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Evento aconteceu entre os dias 7 a 9 de maio, na UFSM[/caption]
<p>De 7 e 9 de maio, aconteceu na UFSM o XIII Congresso Internacional sobre Turismo Rural e Desenvolvimento Sustentável (CITURDES). Criado pelo professor Joaquim Almeida, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, em 1998, o evento retornou à Universidade neste ano para promover discussões sobre o tema “Desafios e propostas para o turismo rural em tempos de incertezas”.</p>
<p>Ao longo dos dois primeiros dias, diferentes professores - tanto da UFSM como de outras instituições, autoridades de órgãos municipais da região e empreendedores rurais tiveram um momento de fala e de tirar dúvidas do público presente. Entre pesquisadores, estudantes, extensionistas da Emater, pequenos empreendedores rurais e interessados na temática, o XIII CITURDES contou com 180 inscritos.</p>
<p>No terceiro dia, foram realizadas visitas técnicas ao Geoparque Quarta Colônia e ao Geoparque Caçapava. A Universidade organizou o evento em parceria com o Instituto Federal Farroupilha e com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Itinerante, o congresso, embora iniciado no Campus Sede, já rodou o mundo, tendo sido sediado em países como México, Portugal, Costa Rica, Panamá e Espanha.</p>
<p>A coordenação geral do CITURDES ficou por conta dos professores Ivo Elesbão e Mônica Pons, do Departamento de Turismo. Para a docente, é uma honra a UFSM ter a oportunidade de ter a iniciativa “voltando para casa”. “Os desafios hoje para o turismo rural são muitos, mas o que nós procuramos aqui é termos um momento acadêmico e também de relatos de experiência para justamente reunirmos a academia e as pessoas que têm empreendimentos rurais”, declarou. Uma das ideias foi discutir as possibilidades dos caminhos prático e teórico serem trabalhados juntos, com a Universidade contribuindo com a capacitação e a qualificação de profissionais.</p>
<p><b>UFSM como braço do turismo</b></p>
<p>Um dos convidados a participar do evento foi o diretor adjunto da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul, Rodrigo Santos. Na visão do dirigente, a troca de ideias entre o poder público, a iniciativa privada e o ensino superior precisa acontecer: “a UFSM é um grande exemplo disso, com o congresso movimentando e trazendo os assuntos à tona, para o debate, e colocando em um patamar de relevância. O turismo tem esse poder de transformar a vida das pessoas, transformar uma região, tanto de forma social como econômica”.</p>
<p>De acordo com a organização do XIII CITURDES, o turismo rural é uma ferramenta de valorização da produção e de saberes locais. Com o passar do tempo, a demanda por destinos rurais tem aumentado, na mesma medida que as mudanças climáticas vem ampliando os desafios e a complexidade de promover atividades ao ar livre. Para Santos, a conservação dos costumes das regiões é necessária para o desenvolvimento da área.</p>
[caption id="attachment_69064" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A9378-300x200.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Carla Barbieri é professora da North Carolina State University, dos Estados Unidos, e foi uma das palestrantes[/caption]
<p>“A memória das pessoas está muito ligada às experiências. Acho que é algo que a academia também está trazendo cada vez mais: utilizar a memória também como uma fonte de informação, como um dado científico para poder basear estudos. As comunidades, através do turismo rural, estão podendo agora buscar meios de preservar a sua cultura, preservar a sua identidade, através até mesmo de experiências simples. Para nós, pode até parecer algo comum, mas para quem está na ‘cidade grande’, é importante buscar se desconectar um pouco do dia a dia”, afirmou o diretor adjunto da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Quem também marcou presença no congresso foi o secretário de Turismo de Santa Maria, Ewerton Falk, que destacou o quanto a realização do CITURDES ajuda o desenvolvimento da cidade. “Santa Maria é uma cidade que busca ser referência em eventos. A contribuição da Universidade é imensurável. Isso mexe com a economia local. Este evento, como nós estamos presenciando, chama as regiões próximas, vem pessoas de lugares distantes. Do ponto de vista econômico, o evento por si só já fomenta a economia. Do ponto de vista acadêmico, então, nem se fala”, garantiu.</p>
<p><b>Oportunidades de aprendizado</b></p>
<p>Para os alunos, é primordial a chance de conviver com pesquisadores de renome nacional e internacional, na visão da professora Mônica Pons. O acadêmico do curso-técnico de Gestão de Turismo, Rômulo Klusener, que também auxiliou na organização do evento, corrobora com a fala: “entender realmente como o turismo é um tema muito amplo é importante para o meu desenvolvimento. Participar do congresso é uma oportunidade muito legal porque a gente tem essa possibilidade de conversa com os palestrantes. É muito rico, a gente entende que há diversas formas de atuação no turismo”.</p>
<p>Carla Barbieri, professora da North Carolina State University, dos Estados Unidos, é peruana e veio à UFSM pela primeira vez para ministrar uma discussão no CITURDES. Ela já conhecia a iniciativa de uma edição anterior, mas afirma que fica muito alegre vendo que mais edições seguem acontecendo e concorda com a necessidade da troca de ideias com os alunos. “Isso é importante por diferentes razões: para que vejam que o que estão vendo aqui (no Brasil) também acontece em outras partes do mundo, para terem esperanças que está funcionando; também, para que vejam que é possível (crescer na área)”.</p>
<p>Mônica afirma que, além do que é visto em sala de aula, atividades como o evento precisam fazer parte da vivência dos estudantes, “É fundamental proporcionar aos nossos alunos, e aos alunos de outras universidades que estão aqui conosco, sair da sala de aula e compreender melhor a realidade quando a gente está falando sobre turismo rural. Não somente o que significa em termos de uma visita técnica, mas principalmente pensar sobre as metodologias que são utilizadas para receber os visitantes turistas no âmbito do campo”, assegurou a docente.</p>
<p><i>Texto: Pedro Pereira, jornalista</i></p>
<p><i>Fotos: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
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