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						<item>
				<title>Expodireto: Projeto de educação ambiental da UFSM reduz em 40 toneladas de resíduos orgânicos destinados a aterros em Seberi</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/10/expodireto-seberi</link>
				<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 21:15:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa de estímulo à compostagem já atendeu 1,6 mil estudantes no Noroeste do RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="712" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/Lindomar-1024x712.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Lindomar Zimmermann apresentou jogo utilizado em proposta de educação ambiental </figcaption>
										</figure>
		<p>A UFSM Campus Frederico Westphalen desenvolve projeto de educação ambiental em escolas do noroeste do Rio Grande do Sul que integram o Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos Sólidos (CIGRES). A iniciativa&nbsp;foi apresentada à comunidade, no estande da Universidade, durante a <a href="https://www.expodireto.cotrijal.com.br/">22ª Expodireto</a>, uma das maiores feiras de inovação e tecnologia voltadas ao agronegócio, realizada em Não Me Toque, entre os dias 7 e 11 deste mês.</p>
<p></p>
<p>Até agora, o projeto "Aperfeiçoamento das Práticas para o Correto Destino dos Resíduos Sólidos Domésticos Produzidos pelos Municípios Consorciados ao CIGRES – Estudo de Caso de Seberi – RS" já atendeu&nbsp;cerca de 1,6 mil estudantes e levou&nbsp;à redução de cerca de 40 toneladas de&nbsp;resíduos sólidos orgânicos por meio da compostagem. Antes, os resíduos eram destinados aos&nbsp;aterros sanitários daquele município.</p>
<p>Responsável pela apresentação do projeto na Expodireto, o estudante de Engenharia Ambiental e Sanitária da UFSM, Lindomar Zimmermann, aponta que os resíduos sólidos orgânicos respondem por cerca de 50% do peso dos materiais normalmente destinados aos aterros sanitários. Assim, além do benefício ao meio ambiente, a compostagem também gera economia aos municípios, ao reduzir o custo da coleta seletiva.&nbsp;<br></p>
<p></p>
<p>O estudante da UFSM considera que os resultados obtidos pelo projeto&nbsp;demonstram que educar uma nova geração de crianças e de adolescentes, mais preocupados com as questões ambientais, é mais fácil e vantajoso do que fazer campanhas para reeducar adultos, que já têm uma visão de mundo cristalizada e são mais avessos às mudanças de comportamento.</p>
<p></p>
<p>Como estratégia pedagógica para ampliar o diálogo com os estudantes das escolas e facilitar a compreensão da importância da compostagem e da destinação correta dos resíduos domésticos, Lindomar desenvolveu um jogo de tabuleiro com 50 casas. No jogo, os alunos lançam um dado e avançam ou recuam espaços, conforme os resultados obtidos.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><i><b>Reportagem e fotografia</b>: Ciro Oliveira, jornalista do Núcleo de Rádios da UFSM</i></p>
<p></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>5 motivos para fazer compostagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/5-motivos-para-fazer-compostagem</link>
				<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 15:29:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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						<description><![CDATA[Prática consiste no reaproveitamento de resíduos orgânicos que se transformam em adubo natural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A preocupação com a questão do descarte correto de resíduos é responsabilidade de todo cidadão, que além de fiscalizar e cobrar o poder público, pode contribuir com pequenas atitudes sustentáveis no dia-a-dia, como a compostagem. </p><p>O Brasil é o 4° <a href="https://www.wwf.org.br/?70222/Brasil-e-o-4-pais-do-mundo-que-mais-gera-lixo-plastico" target="_blank" rel="noopener">maior produtor de lixo do mundo</a>, atrás apenas de Estados Unidos, China  e Índia, de acordo com a World Wide Fund for Nature (WWF). Uma pesquisa publicada em 2020 pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) mostrou que o país gera <a href="https://abrelpe.org.br/panorama-2020/" target="_blank" rel="noopener">cerca de 79 milhões de toneladas de lixo por ano</a>. Com a pandemia, a Abrelpe estima que houve aumento de 10% na geração de resíduos. Mais da metade desse montante são de matérias orgânicas.</p>		
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		<p><strong>O que é compostagem? </strong></p><p>A prática da compostagem é uma alternativa para o descarte de resíduos orgânicos, que podem ser reaproveitados em vez  de ir parar nos aterros sanitários. Trata-se de um processo biológico e natural de decomposição da matéria orgânica de origem vegetal ou animal. O resultado desse processo é um adubo natural rico em nutrientes minerais que pode substituir o uso de produtos químicos em hortas e jardins e que não agride o meio ambiente. </p><p>A compostagem pode ser classificada como anaeróbia ou aeróbia. Na primeira, a decomposição é realizada por micro-organismos que não necessitam de oxigênio para fazer a fermentação da matéria. Esse método pode ser feito em sacolas ou recipientes de plástico bem vedados, há forte exalação de odor e o tempo de estabilização da matéria orgânica é maior. Já na compostagem aeróbia, os organismos precisam do oxigênio para que ocorram as reações químicas. Ela pode acontecer ao ar livre, em tambores ou baldes, os odores não são intensos e a decomposição é mais rápida.</p><p>Há também a vermicompostagem, que utiliza minhocas para realizar as reações químicas de forma mais rápida. Essa é uma alternativa muito comum para quem faz compostagem em casa. A Secretária da Educação e do Esporte do Paraná criou um <a href="http://www.sociologia.seed.pr.gov.br/arquivos/File/tema_consumo/manual_compostagem.pdf" target="_blank" rel="noopener">guia de compostagem caseira</a> para quem deseja adotar a prática.</p>		
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		<p>Na UFSM, o projeto “Compostagem de resíduos orgânicos e produção de fertilizante”, do Colégio Politécnico, reaproveita parte dos restos de alimentos gerados dentro da instituição - especialmente dos Restaurantes Universitários, das lanchonetes e da Reitoria. Os materiais são encaminhados para o setor de compostagem e lá passam por processos como a separação de resíduos e a mistura com palha seca, o que permite a fermentação e a decomposição dessa matéria orgânica. No final, é gerado um composto orgânico que é utilizado como fertilizante em plantações do próprio Colégio. </p><p>O coordenador do projeto, Maurício Tratsch, indica que durante a pandemia tem sido  coletados diariamente 200 quilos de material orgânico do Campus Sede. Com a volta das aulas presenciais, estima-se que esse montante passe dos 400 quilos diários. </p>		
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		<p>Para reforçar a importância dessa prática, a Revista Arco conversou com Rafael Cantú, doutor em Ciências do Solo pela UFSM, com experiência no setor de compostagem, e preparou uma lista com 5 motivos para você adotar a compostagem em sua casa:</p>		
			<h3>1- Uma alternativa sustentável para descarte de resíduos</h3>		
		<p>A compostagem é uma das melhores alternativas para lidar com a reciclagem das matérias orgânicas. Rafael explica que a prática reduz significativamente os agentes patogênicos - aqueles que causam doenças em humanos - e elimina a emissão de metano e gás sulfídrico, que contribuem para o efeito estufa e o mau cheiro, respectivamente.</p>		
			<h3>2-  Aumento da vida útil dos aterros sanitários</h3>		
		<p>Em grande parte das cidades, os resíduos orgânicos são destinados aos aterros sanitários. A estratégia de alocação nesses locais provoca uma série de problemas ambientais, como emissão de gases de efeito estufa, mau cheiro e comprometimento da área por um longo prazo. O uso de caminhões para transporte dos resíduos também representa um gasto de energia e emissão de gases poluentes. </p><p>O tempo de vida útil de um aterro é de, em média, dez anos. Se a quantidade de resíduos gerados por uma comunidade for maior do que a planejada na construção do espaço, os aterros tendem a durar ainda menos tempo. Mesmo com o encerramento das operações, a emissão de gases e chorume - um líquido escuro com alta carga de poluição e resultante de matérias orgânicas - continua por aproximadamente 15 anos naquela área. Nesse caso, quanto menos materiais forem direcionados para os aterros, maior será sua vida útil. </p>		
			<h3>3- Economia de recursos públicos</h3>		
		<p>Com o fechamento de um aterro sanitário, há a necessidade de direcionar os resíduos para outro lugar. Assim, constroem-se outros aterros em outras regiões da cidade, o que gera novos gastos públicos. Com menos matérias orgânicas descartadas, também há menor necessidade de caminhões de coleta seletiva. </p><p>Portanto, ao compostar, o cidadão contribui para a economia de recursos públicos, que poderão ser aplicados em outras áreas.</p>		
			<h3>4- Geração de fertilizantes naturais</h3>		
		<p>O indivíduo adepto ao processo de compostagem tem acesso a um composto orgânico que serve como adubo natural, pode ser absorvido facilmente pelas plantas e apresenta inúmeros benefícios aos solos, jardins e hortas. Além disso, é rico em nutrientes e sais minerais para os alimentos que serão gerados. “Os alimentos produzidos em um solo que recebe composto orgânico tem condições de se desenvolver de maneira mais saudável e resistente, em comparação aos produzidos com fertilizantes sintéticos,  reduzindo assim a necessidade de aplicação dos agrotóxicos”, explica Rafael Cantú. </p>		
			<h3>5- Consciência dos alimentos consumidos e dos resíduos produzidos</h3>		
		<p>Fazer compostagem também permite que o indivíduo observe como está sua alimentação e crie uma relação  de conhecimento com o que consome. Ao separar restos de alimentos, como cascas e talos de frutas e verduras, cascas de ovos ou borra de café, é possível entender os hábitos alimentares e a quantidade de alimentos consumidos. Se o recipiente estiver cheio, a alimentação está equilibrada. Se estiver vazio ou não tão cheio, é preciso ficar atento à necessidade de uma alimentação mais saudável. </p><p>Para quem utiliza o composto orgânico gerado em hortas, há ainda o benefício de saber que aqueles alimentos são ricos em nutrientes e sem uso de agrotóxicos.</p><p><b><i>Expediente</i></b></p><p><b><i>Reportagem</i></b><i>: Luís Gustavo Santos, acadêmico de Jornalismo e voluntário</i></p><p><b><i>Fotografias</i></b><i>: Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária</i></p><p><b><i>Produção Gráfica</i></b><i>:</i> <i>Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista</i></p><p><b><i>Mídia Social</i></b><i>: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária</i></p><p><b><i>Edição de Produção</i></b><i>: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><b><i>Edição Geral</i></b><i>: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
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