<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=comunidade" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 21:12:17 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Regina Tchelly ministra curso de aproveitamento integral de alimentos em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/regina-tchelly-ministra-curso-de-aproveitamento-integral-de-alimentos-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 19:20:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[aproveitamento integral alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Ivo Lorscheiter]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo social]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[promover ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[regina tchelly]]></category>
		<category><![CDATA[Vulnerabilidade Social]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73010</guid>
						<description><![CDATA[Capacitação reuniu mulheres em situação de vulnerabilidade social para ensinar geração de renda, empreendedorismo e combate ao desperdício de alimentos
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A5480-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida mostra uma mulher falando para um grupo com cerca de 40 mulheres em um salão comunitário. As participantes estão em pé entre cadeiras brancas, observando a palestrante durante a atividade do curso." />											<figcaption>Capacitação aconteceu na associação comunitária do bairro Dom Ivo Lorscheiter
</figcaption>
										</figure>
		<p>Cerca de 40 mulheres em situação de vulnerabilidade social participaram do curso “<i>Faça e Venda com aproveitamento integral dos alimentos</i>”, ministrado em Santa Maria desde segunda-feita (24) e que segue até quinta-feira (27). Promovida pelo projeto de extensão PROMOVER, do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a capacitação ocorreu na associação comunitária do bairro Dom Ivo Lorscheiter, com foco no empreendedorismo feminino, geração de renda e combate ao desperdício.</p><p>A formação foi conduzida por Regina Tchelly, chef paraibana que ganhou projeção internacional ao fundar o projeto<a href="https://www.instagram.com/favela_organica/"> Favela Orgânica</a>, no morro da Babilônia, no Rio de Janeiro. Reconhecida por sua atuação na gastronomia sustentável, Regina começou a iniciativa com apenas R$ 140 e hoje viaja o país ensinando comunidades periféricas a enxergar valor no que o comércio tradicional descarta.</p><p>De acordo com o Relatório<a href="https://docs.google.com/presentation/d/1oAI95Jwmh3M4hkW2stemMEOncwd4ug2i/edit#slide=id.p1"> Diagnóstico sobre a Fome e o Desperdício de Alimentos no Brasil</a> (2022), elaborado pela <i>Integration Consulting</i> em parceria com o Pacto Contra a Fome, o país desperdiça anualmente 55,4 milhões de toneladas de comida, do total de 161,3 milhões de toneladas produzidas desde o campo até a mesa. O levantamento aponta que o desperdício atinge principalmente frutas, hortaliças, tubérculos e laticínios, que juntos somam cerca de 45 milhões de toneladas descartadas por ano,  justamente os ingredientes aproveitados nas oficinas. </p><p>Segundo uma das organizadoras, Isabel Lopes Moreira, a escolha da chef Regina Tchelly para conduzir a formação ocorreu por ela ser uma referência nacional no aproveitamento integral dos alimentos. Conforme Isabel, a proposta do curso vai além da culinária e busca fortalecer a autonomia financeira das participantes. “A ideia é que a gente dê condições para que as mulheres possam fazer coisas para gerar renda e terem autonomia”, explica. </p><p>As participantes do curso foram selecionadas por meio de chamada pública. De acordo com a coordenadora do projeto, Rita Pauli, um dos critérios considerados foi a situação de vulnerabilidade social das mulheres. Além da formação gratuita, elas também recebem uma bolsa de participação, destinada a garantir que possam frequentar as atividades sem comprometer a renda familiar. </p><p>Para a participante Suelen Medeiros, 40 anos, que atua em uma cozinha solidária na Vila Lorenzi, os conhecimentos adquiridos durante a capacitação vão ser aplicados onde trabalha atualmente. O espaço produz refeições três vezes por semana para pessoas em situação de vulnerabilidade social, especialmente trabalhadores recicladores da região e distribui mais de 150 marmitas. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Outra participante é Pamela Martins Soares, 30 anos, para ela o curso representa uma oportunidade de recomeço profissional. Natural de Canudos e moradora de Santa Maria desde os quatro anos de idade, ela conta que decidiu participar da formação para ampliar os conhecimentos na cozinha e buscar uma nova fonte de renda. “Minha expectativa é aprender coisas novas para empreender, porque no momento estou desempregada. Quero aprender bastante coisa nova, porque eu gosto de cozinhar”, relata.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A5565-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida de uma mulher branca com cabelos vermelhos posando para retrato. Ela sorri para a câmera e veste casaco preto com detalhes estampados nas mangas. Ao fundo, há um painel artístico com manchas coloridas" />											<figcaption>Suelen é uma das três voluntárias de uma cozinha solidária na Vila Lorenzi</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A5546-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida de uma mulher parda, de estatura média sorrindo ao fundo dá para ver uma horta. Ela usa roupas verdes, cachecol azul-turquesa e turbante escuro, enquanto segura um cabo de ferramenta agrícola." />											<figcaption> A paraibana Regina Tchelly já acumula mais de 100 mil seguidores em apenas uma rede social</figcaption>
										</figure>
		<h2>“Eu queria ser muito famosa, uma cozinheira que pudesse modificar a nossa relação com os alimentos” </h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O bom humor de Regina esquentou as participantes da oficina na manhã desta segunda-feira (24). A paraibana lembra que a relação com a cozinha começou ainda na infância, influenciada pela avó e pela mãe. De acordo com a chef, o aproveitamento integral dos alimentos fazia parte da cultura familiar. “Lá na Paraíba é comum aproveitar tudo da comida.” afirma. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Antes de ganhar projeção nacional, Regina trabalhou como empregada doméstica no Rio de Janeiro. Ela conta que sempre sonhou em se tornar conhecida por meio da culinária e usar a comida como ferramenta de transformação social. “Eu queria ser muito famosa, uma cozinheira que pudesse modificar a nossa relação com os alimentos”, relata.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A iniciativa de criar o perfil Favela Orgânica surgiu há cerca de 15 anos, na comunidade da Babilônia, zona sul do Rio de Janeiro, após Regina perceber a grande quantidade de alimentos descartados nas feiras livres da região. “Eu vi que o desperdício de comida das feiras livres era muito grande, então resolvi causar, aproveitar até o talo dos alimentos”, relembra.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Regina considera que as redes sociais foram fundamentais para ampliar o alcance do trabalho desenvolvido dentro da comunidade. “Usei a rede social da melhor maneira, de forma genuína, e foi um processo muito orgânico, muito maravilhoso”, afirma. Orgulhosa de sua trajetória, a influenciadora relembra que já foi convidada para palestrar na Europa e acumula participações em programas de TV aberta, como o Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Hoje, Regina percorre diferentes cidades do país promovendo oficinas. Em Santa Maria, ela afirma que o principal objetivo é incentivar mulheres periféricas a acreditarem no próprio potencial e transformarem a culinária em uma possibilidade de autonomia financeira. “Tenho certeza que vão sair professoras, cozinheiras mais potentes e líderes para potencializar o aproveitamento integral dos alimentos”, projeta.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Texto: João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fotos: Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt">Edição: Maurício Dias, jornalista </p> ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Campus da UFSM em Frederico Westphalen sedia de forma inédita evento internacional que visa aproximar a ciência da comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/20/campus-da-ufsm-em-frederico-westphalen-sedia-de-forma-inedita-evento-internacional-de-que-visa-aproximar-a-ciencia-da-comunidade</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:29:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[FW]]></category>
		<category><![CDATA[pint of science]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72880</guid>
						<description><![CDATA[Pint of Science ocorre simultaneamente em 213 cidades e segue nesta quarta-feira]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->[caption id="attachment_72881" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_7829-300x225.jpg" alt="" width="500" height="375"> No primeiro dia, a atividade aconteceu na cafeteria e livraria Vitrola[/caption]
</p><p> Pela primeira vez na história, o campus da UFSM em Frederico Westphalen promove uma edição do Pint of Science, evento internacional que busca aproximar temas científicos da sociedade por meio de um debate descontraído. A iniciativa iniciou na segunda (18), seguiu na terça (19) e finaliza nesta quarta-feira (20) - a programação para este último dia está no fim do texto. No primeiro dia, foi realizado na cafeteria e livraria Vitrola e, nos outros dois, no MauDito Gastro Pub.</p>
<p>Anualmente, o Pint of Science acontece de forma simultânea em diversas cidades de todo o mundo, sempre em uma sequência de segunda a quarta-feira do mês de maio. Em 2026, Frederico Westphalen é um dos 213 municípios que sedia a atividade, que tem a seguinte proposta: levar pesquisadores para conversar com o público em ambientes informais, como bares, cafés e restaurantes, tornando a ciência mais acessível.</p>
<p>A professora do Departamento de Ciências da Comunicação, Patrícia Persigo, faz parte da organização da iniciativa e explica que a ideia de promover o evento, além do propósito em si, surgiu com o planejamento da celebração de duas décadas de existência do campus. “A UFSM em Frederico completa 20 anos em 2026. Então, ainda em 2025 nós estávamos pensando o que poderíamos fazer para que marcasse tanto a nossa história, do campus, quanto a da cidade, já que as duas se entrelaçam desde a chegada da Universidade”, contou a docente.</p>
<p>A vice-diretora do campus, Eliane Santos, acredita que a realização do Pint of Science é um marco para a instituição: “é um evento de relevância mundial. Foi todo um trabalho feito a muitas mãos que começou ainda no ano passado e agora estamos colhendo os frutos. Trazer a ciência para a comunidade externa é muito importante pois traz visibilidade e credibilidade e mostra a importância dos investimentos na ciência”.</p>
<h3><b>Ciência no dia a dia</b></h3>
<p>Em 2012, os cientistas ingleses Michael Motskin e Praveen Pauul viram de uma forma positiva a possibilidade de levar o que acontecia dentro dos laboratórios para a sociedade e, dessa forma, em 2013, realizaram a primeira edição do Pint of Science na história. Entretanto, promover a divulgação científica não é uma tarefa fácil.</p>
<p>Na visão da professora Patrícia, inclusive, esse é o grande desafio: “pensar em como tornar esse conhecimento algo do dia a dia das pessoas... Falar na linguagem da rotina, para que as pessoas saiam com alguma ideia diferente”. Foi isso que o docente do Departamento de Tecnologia da Informação do campus da UFSM em Frederico Westphalen, Cristiano Bertolini, tentou em sua palestra.</p>
[caption id="attachment_72882" align="alignright" width="550"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_7834-300x225.jpg" alt="" width="550" height="413"> Cristiano Bertolini (à direita) apresentou a palestra “Onde fica o banheiro? Os erros de tradução que a IA (ainda) comete”[/caption]
<p>Ele foi o responsável por apresentar o tema “Onde fica o banheiro? Os erros de tradução que a IA (ainda) comete”, que abriu a edição inaugural do evento. Para ele, apesar das dificuldades, é uma grande oportunidade de disseminar o conhecimento produzido na instituição. “Nós ficamos muitas vezes dentro da universidade falando para a mesma bolha, mas devemos falar para outras bolhas também e esse evento é um exemplo de sucesso. Devemos procurar promover mais eventos locais para divulgar essas informações mais científicas”, afirmou.</p>
<p>A vice-diretora Eliane salienta: “a pesquisa tem por objetivo trazer um benefício para a população. Você estuda por um tempo e tenta, de alguma forma, beneficiar a população com isso”. A técnico-administrativa do campus do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) em Frederico Westphalen, Sabrina Finatto, foi uma das pessoas presentes no primeiro dia de Pint of Science na cidade.</p>
<p>Sabrina revela que não conhecia o evento mas, quando viu as postagens de divulgação nas redes sociais, ficou curioso para “ver como seria”. “É bem interessante. A gente tá discutindo pesquisa, ciência, em um bar. Isso agrega a um assunto que, muitas vezes, pode ser visto como chato, agora num ambiente descontraído. Eu acho que é muito importante”, destacou.</p>
<p>Além do envolvimento com a sociedade, que diz respeito ao caráter extensionista da Universidade, a professora Patrícia aponta outro grande propósito - ou sonho - com a realização do Pint of Science: “a gente quer colocar Frederico Westphalen e o campus da UFSM no mapa mundial de divulgação científica. Nós sabemos que há muito potencial e pesquisa de ponta para isso”.</p>
<h3><b>Agenda do Pint of Science</b></h3>
<p>A programação desta quarta-feira inicia às 18h30min com a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental, Luma Zanella, com a palestra “Você já comeu plástico hoje?”. Na sequência, a acadêmica de Jornalismo, Júlia Decarli, apresenta “Como noticiar uma tragédia quando você também é vítima dela?” e, para encerrar, com a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Química, Suzan Kunz: “E se as máquinas fossem moléculas?”.</p>
<p><i><b>Texto e fotos</b>: Pedro Pereira, jornalista</i></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto SEJA realiza V Encontro com Professores de Ensino Médio na UFSM/FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/06/projeto-seja-realiza-v-encontro-com-professores-de-ensino-medio-na-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 18:44:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14171</guid>
						<description><![CDATA[O projeto SEJA UFSM-FW do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW), realizará o “V Encontro com Professores de Ensino Médio na UFSM FW: Aproximando Escola e Universidade”, no próximo dia 13 de maio de 2026. O evento tem como público de interesse os Diretores, Vice-Diretores, Coordenadores Pedagógicos e Professores. A [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O <strong>projeto SEJA UFSM-FW</strong> do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW), realizará o “<strong>V Encontro com Professores de Ensino Médio na UFSM FW: Aproximando Escola e Universidade</strong>”, no próximo dia 13 de maio de 2026. O evento tem como público de interesse os <strong>Diretores, Vice-Diretores, Coordenadores Pedagógicos e Professores</strong>.</p>[caption id="attachment_14174" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/DSC_0035-1-1-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Momento de fala da Coordenação do Projeto durante Encontro realizado em 2025[/caption]<p>A programação está organizada para acontecer no turno da manhã, com a realização de duas oficinas, de forma concomitante: “<strong>Autonomia digital: iniciando o uso de ferramentas de Inteligência Artificial</strong>” ministrada pelo professor <strong>Evandro Preuss</strong>, do Curso de Sistemas de Informação, da UFSM/FW; e “<strong>Autonomia digital: praticando o uso de ferramentas de Inteligência Artificial</strong>”, ministrada pela professora <strong>Greice Sarturi</strong>, do Curso de Administração, do Campus da UFSM em Palmeira das Missões.</p><p>A proposta das duas oficinas é olhar para o uso da <strong>Inteligência Artificial na Educação.</strong> Porém, a oficina do professor Evandro é para professores iniciantes no domínio das tecnologias e a oficina da professora Greice aprofunda um pouco mais os conhecimentos já trabalhados na edição do evento de 2025. Os participantes poderão optar pela oficina de seu interesse no dia do evento.</p><p>No ano de 2025 o encontro contou com a <strong>presença de 60 professores</strong>, representantes das mais de 20 escolas de Ensino Médio da cidade e região. Conforme <strong>Estela Crespan</strong>, Coordenadora do Projeto SEJA, a iniciativa “consolida o compromisso do campus de Frederico Westphalen com a educação básica da região noroeste gaúcha. Mais do que uma visita, o encontro é um <strong>espaço estratégico de diálogo entre a universidade e a escola</strong>. Além da capacitação, o evento permite que educadores conheçam de perto a estrutura acadêmica, as formas de ingresso e as políticas de permanência na UFSM. Ao estreitar esses laços, busca-se <strong>fortalecer o papel dos professores como multiplicadores de conhecimento</strong> para que possam inspirar estudantes a projetarem o ensino superior como uma realidade próxima e acessível.”</p>[caption id="attachment_14173" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/DSC_0105.JPG-1-1024x683.jpeg" alt="" width="1024" height="683" /> Representantes do Projeto e das escolas de Ensino Médio durante encontro em 2025[/caption]<p> </p><p>Para ter mais informações, acesse o Instagram do projeto: <a href="https://www.instagram.com/sejaufsmfw?igsh=MW45Znkyd3Bjb2NjNQ==">@sejaufsmfw</a></p><p><em><strong>Texto e Fotos:</strong></em> <em>Equipe do Projeto SEJA UFSM-FW</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PROGRAMAÇÃO GERAL 8M -  UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/eventos/programcaogeral8mufsm</link>
				<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:45:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mês da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=eventos&#038;p=4197</guid>
						<description><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mês de março é historicamente marcado pela luta das mulheres por direitos, igualdade e justiça. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o 8 de Março reafirma o compromisso institucional com o enfrentamento às violências contra as mulheres e com a construção de uma universidade mais segura, equitativa e inclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de todo o mês, a Casa Verônica, em articulação com diferentes setores, coletivos, projetos, unidades acadêmicas e movimentos da comunidade universitária, promove uma programação diversa que integra formação, cultura, tradição, saúde, arte e protagonismo feminino.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta vai além da denúncia das violências. Busca fortalecer a autonomia das mulheres, ampliar redes de apoio, qualificar o debate público e visibilizar trajetórias que transformam a universidade. Oficinas formativas, atividades culturais, rodas de conversa, ações simbólicas, seminários e iniciativas de comunicação compõem uma agenda que articula prevenção, enfrentamento e promoção de direitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Combater as violências contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva. Ao ocupar espaços, compartilhar saberes e fortalecer vínculos, reafirmamos que viver sem violência é um direito e que a universidade é um espaço fundamental para essa transformação.</p>
<p>Acompanhe a programação em nossos canais institucionais e nas redes sociais.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="isSelectedEnd">O mês de março é historicamente marcado pela luta das mulheres por direitos, igualdade e justiça. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o 8 de Março reafirma o compromisso institucional com o enfrentamento às violências contra as mulheres e com a construção de uma universidade mais segura, equitativa e inclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de todo o mês, a Casa Verônica, em articulação com diferentes setores, coletivos, projetos, unidades acadêmicas e movimentos da comunidade universitária, promove uma programação diversa que integra formação, cultura, tradição, saúde, arte e protagonismo feminino.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta vai além da denúncia das violências. Busca fortalecer a autonomia das mulheres, ampliar redes de apoio, qualificar o debate público e visibilizar trajetórias que transformam a universidade. Oficinas formativas, atividades culturais, rodas de conversa, ações simbólicas, seminários e iniciativas de comunicação compõem uma agenda que articula prevenção, enfrentamento e promoção de direitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Combater as violências contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva. Ao ocupar espaços, compartilhar saberes e fortalecer vínculos, reafirmamos que viver sem violência é um direito e que a universidade é um espaço fundamental para essa transformação.</p>
<p>Acompanhe a programação em nossos canais institucionais e nas redes sociais.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Enlaces conversa com Wagner Virago </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/13/enlaces-conversa-com-wagner-virago</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 17:31:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[65 anos ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enlaces]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[paradesporto]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71380</guid>
						<description><![CDATA[Militar e paratleta iniciou no paradesporto neste ano e é vice-campeão brasileiro
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/wagner-virago-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Wagner, homem jovem. Ele está sentando do lado esquerdo. Atrás dele, a pista olímpica do CEFD, que tem um piso cor de telha com marcações em branco." />											<figcaption>Wagner Virago treina na pista olímpica do CEFD e sonha com as Paraolimpíadas de Los Angeles </figcaption>
										</figure>
		<p>Militar há 16 anos, Wagner Virago recentemente iniciou sua carreira como atleta profissional. Desde criança, convive com familiares policiais militares e desejava ser como eles. Quando cresceu, prestou o serviço militar obrigatório e decidiu que era lá que queria continuar. Hoje, Wagner atua na Brigada Militar de Santa Maria.&nbsp;</p>
<p>Na infância, praticou diversos esportes, como futebol e judô. Na vida adulta, participou de corridas e lutas. Até que um acidente de moto aos 22 anos o fez perder o movimento do pé esquerdo. Inicialmente, Wagner teve dificuldade para lidar com a situação. Contudo, o esporte o ajudou a recuperar a motivação e, neste ano, ingressou no atletismo paralímpico como velocista de 100 e 200 metros na categoria T44.&nbsp;</p>
<p>Nossa entrevista foi realizada na pista olímpica do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus sede da UFSM. Debaixo de forte sol, o atleta nos contou sua história de superação.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Como você ingressou na carreira militar?</b></p>
<p><b>WAGNER VIRAGO </b>- Eu venho de uma família de militares. Meu pai e meus primos são todos policiais militares. E eu sempre fui motivado a ingressar nesse meio por parte do meu pai.&nbsp;</p>
<p>Em 2006, quando prestei o serviço obrigatório, tive uma proposta de emprego. Era entrar nesse emprego ou servir no exército. Eu conversei com meu pai e ele falou: “vai para o exército. Tem que passar por essa experiência. Eu passei, tu tem que passar. Vai ser bom para ti”. E eu entrei no exército e gostei daquele ambiente. Na época, não me via fazendo outra coisa. Eu gosto de farda e coturno. Desde então, queria seguir carreira na unidade. Fiquei três anos no 4° BLog <i>[Batalhão Logístico em Santa Maria]</i>.&nbsp;</p>
<p>Na época, comecei a estudar para a ESA <i>[Escola de Sargentos e Armas]</i>, para me efetivar na carreira. Estudei durante dois anos e reprovei na redação. Como já estava bem afiado nos estudos, fiz o concurso da brigada. Passei bem classificado e consegui ficar aqui na região. Desde 2009, sou policial militar aqui na cidade.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - A carreira militar já exige exercícios físicos, como que o esporte entrou na sua vida?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>A carreira militar exige muita disciplina e resiliência. Você tem que estar bem preparado fisicamente. Sempre levei isso muito a sério.&nbsp;</p>
<p>No final do meu curso, quando entrei na Brigada Militar, sofri um acidente de moto. Esse acidente foi bem feio, quase amputei a perna abaixo do joelho. Fiquei com uma lesão, uma deficiência permanente na perna. No meu pé, eu não tenho os movimentos de tornozelo, de reversão e inversão.&nbsp;</p>
<p>Após o acidente, engordei mais de 30 quilos. Fiquei um tempo depressivo, porque era muito novo, não sabia lidar com aquela situação. Eu tinha muita ansiedade, comia muito, não conseguia gastar energia e engordei. O esporte começou a entrar nessa fase da minha vida, como reabilitação, porque passei por cirurgias na perna. Eu comecei a correr, fazer musculação e estudar nutrição. Dei a volta por cima, emagreci 30 quilos, comecei a treinar e percebi que o esporte mudou minha vida de um jeito. Eu voltei a ser aquele cara motivado e empenhado.&nbsp;</p>
<p>Na época eu participei de algumas competições mesmo com a deficiência, como corridas de rua e rústica. E eu ia bem classificado, ponteava e, em algumas, era campeão. O esporte me traz bem-estar e vontade de seguir.</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Quais foram os desafios que você enfrentou para se tornar atleta paralímpico?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>Eu sou muito novo no atletismo, mas já participei de outras modalidades do esporte antes. Lutas, corridas de rua e corridas com obstáculos. Nesse universo de paratleta, sempre fui um atleta amador. Agora estou me profissionalizando no atletismo. Entrei em março e estou aprendendo muito com meus professores, com a universidade, com todo o apoio que eu tenho da minha associação, o RS Paradesporto, que represento. Essa associação tem parceria com a Universidade.</p>
<p>No início, tudo é muito difícil. Às vezes tu não sabes se estás no caminho certo. Eu agradeço a Deus, porque tenho uma equipe muito forte e uma estrutura no meu entorno que me direciona na Universidade, na minha família e na minha associação. Graças a eles eu estou me direcionando ao esporte.</p>
<p>Estou conquistando meu espaço. Eu participei só de três competições oficiais. Então tenho muito para aprender. Apesar das dificuldades, eu, como bom militar, sigo firme, com resiliência. Toda rotina como militar, como atleta, não é fácil. Sou pai também. Então envolve muita coisa. Mas tu tem que fazer o melhor.</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Você sempre gostou mais do atletismo ou pensou em outros esportes também?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>Eu comento que sou um cara multiesportista. Eu já pratiquei várias modalidades. Quando eu era pequeno, jogava futebol e fui atacante do Santos. Eu fui pro judô. Tenho uma história na luta de braço. Fui campeão gaúcho da luta de braço. Depois, fui pra rústica e corridas de rua. Também participei de provas de OCR, que são com obstáculos. Fiquei em quarto lugar no Sul Americano de OCR no ano passado. Agora, vou focar nessa carreira, que é o mundo das velocidades. Pista, atletismo, 100 metros e 200 metros.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Como você chegou até a Universidade?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>&nbsp;Eu sou acadêmico de Educação Física. No final do ano passado, estava estudando uma disciplina que falava sobre educação física inclusiva e tinha a história das Paralimpíadas, que surgiram na Segunda Guerra Mundial como forma de reabilitação. No final, essa disciplina fazia referência ao Comitê Paralímpico Brasileiro, o CPB. No domingo à noite, eu já acessei o site do comitê e tinha ali: “quero ser um paratleta”. Ali havia as cidades que trabalhavam com a iniciação do esporte adaptado. Não tinha Santa Maria, mas tinha em Porto Alegre. Então, eu mandei uma mensagem no Whatsapp para a RS Paradesporto. Expliquei que eu tinha uma deficiência e praticava o esporte, mas não sabia se essa deficiência me habilitava a participar como um atleta profissional. E ela foi receptiva, me passou para o técnico deles e marcou um treinamento em Porto Alegre. Eu fui lá, fiz um teste, ele gostou muito. Daí começou a minha história no para-atletismo.&nbsp;</p>
<p>Só que eu tinha uma questão: eu não tinha onde treinar. Porque a pista olímpica mais próxima era em Porto Alegre, o que ficava inviável. Daí, a própria presidente me falou sobre a UFSM: “lá tem uma pista muito boa”. Então, ela fez um ofício para a Universidade para solicitar que fizesse meus treinamentos aqui na pista. E aí começou a parceria da RS Paradesporto com o NAEEFA [<i>Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada</i>]. Estou treinando hoje com o apoio deles.</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Como é a sua rotina de treino?</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>É uma rotina que começou muito bagunçada e está um pouco melhor agora. Eu ainda não estou treinando como gostaria, por ter a rotina de militar, de pai, marido e atleta. Tudo muito corrido, mas eu tento me adaptar conforme as demandas vão chegando. Eu não consigo me organizar muito, pois trabalho no batalhão de choque, que tem muita demanda. Às vezes não consigo encaixar com os treinos.</p>
<p>Minha atividade principal é a militar e o paradesporto está entrando agora. O NAEEFA é bem flexível. Eu espero me organizar melhor ano ano que vem e encaixar melhor os treinos.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Qual foi a sua conquista mais significativa, para você, no esporte?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>Eu tive três competições oficiais. A minha primeira competição foi em março. Agora realmente sou paratleta, sou federado e rankeado.&nbsp;</p>
<p>A competição mais importante foi a última em que participei do meeting paralímpico. Depois da primeira fase do nacional, a segunda foi bem marcante para mim. Eu fui vice-campeão brasileiro. Eu não esperava, porque estava na correria do dia-a-dia, não vinha treinando fielmente. Essa foi muito marcante para mim, para a minha associação e para a Universidade também.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- O que mais te motiva hoje?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>A minha família, minha filha e Deus. Eu tenho uma filha com síndrome de Down, a Selena. Ela tem dois aninhos e vejo o esforço dela desde muito novinha. Ela sempre tem questões de fonoaudiologia e fisioterapia. Ela me motiva muito. A minha família é a minha base e o meu apoio. O que eu faço, os meus esforços, é pensando neles.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Quais são os seus próximos objetivos?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>Quero seguir na minha carreira militar, visando a evolução. Eu me orgulho muito de ser militar.</p>
<p>No esporte, quero me tornar um campeão e estou me preparando para o Campeonato Brasileiro, que será daqui a três semanas. É o campeonato mais importante para mim. Lá vão estar os melhores atletas do Brasil. É uma competição que vale bolsa atleta para quem ficar entre os três primeiros. É bem acirrada e um nível muito alto.&nbsp;</p>
<p>Eu quero ser campeão e quero executar uma corrida melhor que na última. Eu sempre converso com o pessoal do NAEEFA aqui e com a minha associação: o ano que vem promete muita coisa, muitas competições. Em 2027, tem os Mundiais de Atletismo e o Parapan. Ano que vem quero treinar bem para, em 2027, eu representar Santa Maria nessas competições internacionais.&nbsp;</p>
<p>Quem sabe, em 2028, o sonho de todo atleta que são as Paralimpíadas, que serão em Los Angeles. É o meu sonho: representar Santa Maria e Rio Grande do Sul nas Paralimpíadas de Los Angeles.&nbsp;</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- O que o atletismo é para você?&nbsp;</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>O atletismo é a minha vida. O esporte é sinônimo de superação, resiliência, foco e determinação. A minha mãe me contava que quando eu era moleque, com 5 ou 6&nbsp; anos, meu pai tinha uma pensão de militares. Ele alojava mais de 30 militares e eu fui criado no meio desses milicos. Nós tínhamos uma casinha lá e eu ficava nas pensões brincando.&nbsp;</p>
<p>A minha mãe me contava que os milicos saiam para fazer atividade física. Fazer barra, flexão, correr e alongamento ali no pátio mesmo. Eu ficava no meio deles fazendo as mesmas coisas. Eu corria, fazia flexão. Os milicos suavam bastante e eu, por ser pequeno, não suava. Eu chegava no tanque, me molhava e falava: “estou todo suado”. Eu sempre estive nesse meio. E o esporte é isso, ele me traz uma versão melhor a cada dia.</p>
<p></p>
<p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Para finalizar, a gente sempre deixa os entrevistados escolherem o lugar para a nossa conversa. Por que você escolheu a pista do CEFD?</b></p>
<p><b>WAGNER - </b>Porque aqui é onde eu estou transformando minha vida no esporte. Eu tenho que ser grato a Deus por me apresentar às pessoas certas. Se eu estou aqui é porque tem alguém por trás disso fazendo acontecer. À professora Luciana, que é a coordenadora que me colocou aqui dentro, à minha associação que fez contato com a Universidade e fechou parceria para eu treinar. Então, nada melhor que essa pista para fazer essa entrevista. É o lugar onde eu sofro bastante com esse sol, mas é onde me supero todos os dias. E é através dessa pista que eu vou conquistar bons resultados lá fora.</p>
<p style="font-size: 16px"><i>A Série Enlaces entrevista pessoas ligadas à UFSM. É um especial dos 65 anos da instituição produzido pela Agência de Notícias para o site e para o Instagram.</i></p>
<i style="font-size: 1rem"><b>Entrevista e texto</b>: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias&nbsp;</i><br><i style="font-size: 1rem"><b>Fotos e vídeo</b>: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias&nbsp;</i><br><i style="font-size: 1rem"><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista da Agência de Notícias</i>
<p><i><b>Supervisão geral</b>: Mariana Henriques, jornalista e chefe da Agência de Notícias</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Salão de Extensão chega à 20ª edição</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/05/salao-de-extensao-chega-a-20a-edicao</link>
				<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 18:22:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[40 JAI]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71270</guid>
						<description><![CDATA[Evento da JAI reúne apresentações de trabalhos que envolvem a relação da universidade com a comunidade   
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/2025-11-05-jai-ccr-44-Paulo-Barauna-5-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de apresentação de trabalho. Ao fundo, um universitário em pé apresenta trabalho. À frente dele, grupo de estudante sentados em classes escolares. Alguns deles estão com notebook ligado." />											<figcaption>20º Salão de Extensão conta com apresentações orais e em formato de banner</figcaption>
										</figure>
		<p>Na 40ª edição da Jornada Acadêmica Integrada (JAI), os trabalhos realizados com a comunidade ganham espaço para apresentações no 20° Salão de Extensão, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), em paralelo à JAI da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p><p>Entre os dias 3 e 7 deste mês acontecem as apresentações em banner e as comunicações orais dos trabalhos extensionistas, dividimos em áreas temáticas. Sendo: saúde; trabalho, meio ambiente e tecnologia e produção; educação e direitos humanos; comunicação e cultura e arte. As sessões de apresentação em banner acontecem no hall e mezanino Centro de Convenções, já as sessões de apresentação oral acontecem no Centro de Ciências Rurais (CCR), no prédio 44. </p><h3><b>Estudantes compartilham os trabalhos durante Salão de Extensão</b></h3><p>Na manhã desta quinta-feira (5), estudantes participaram das comunicaçãões orais das áreas de trabalho, meio ambiente e tecnologia e produção. Emily Santos Gervasio, estudante do 7º semestre de Química Industrial apresentou o trabalho "Elaboração de guia de coleta de amostras de relevância ambiental" que é “uma elaboração de um guia de amostragem de relevância ambiental, de solo e água, que mandamos ao laboratório para fazer análise de contaminantes”, destacou Emily. Este trabalho é desenvolvido no Centro SAMA, que integra o Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP). Outro trabalho desenvolvido no Centro SAMA foi da acadêmica Daiane Nunes, do 4º semestre de Farmácia. Em sua primeira participação na JAI, a universitária levou o trabalho "Elaboração de cartilha de experimentos com solo para aplicação na educação básica". </p><p>Estevão Nascimento de Matos, estudante do 5º semestre de Agronomia, participou do Salão de Extensão com o trabalho "Produtividade de cultivares de soja em ambientes de sequeiro e irrigado no Rio Grande do Sul", desenvolvido pela Equipe FieldCrops. Na apresentação, o Estevão trouxe os resultados de “dados de ambientes de sequeiro e de ambientes  de irrigado, que mostraram quanto cada cultivar produziu”, explicou. O estudante avaliou como positiva a primeira participação na JAI e destacou por despertar mais interesse pelo assunto dos trabalhos.</p><p>Além das apresentações no Salão de Extensão, a Jornada conta com apresentações do Salão de Ensino. As sessões orais deste eixo acontecem no Centro de Artes e Letras (CAL), no prédio 40. Já a mostra de banners ocorre no Centro de Convenções. <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/681/2025/10/Planilha-Geral.pdf" target="_blank" rel="noopener">As listas das apresentações estão online</a>.  </p><p>A programação do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/cafe/siec/salao-de-extensao/salao-de-extensao-2025" target="_blank" rel="noopener">20º Salão de Extensão</a> e da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2025#programacao" target="_blank" rel="noopener">40º JAI</a> estão online.  </p><p><i><b>Texto</b>: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Fotos</b>: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rotas Negras</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas</link>
				<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 13:27:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[quilombos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?page_id=3675</guid>
						<description><![CDATA[Rotas Negras Afroturismo Diário de Viagens Nossa Equipe  Nossos Eventos Restinga Seca Descrição: Nova Palma Descrição: Dona Francisca Descrição: Silveira Martins Descrição: Faxinal do Soturno Descrição: São João do Polesine Descrição:]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="330" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/10/Cabecalho_Imagem1-1024x330.jpg" alt="Imagem com título do projeto e logos da UFSM, ODH e NEABI para ilustrar a página." />													
		<p style="text-align: center"><b><i>Rotas Negras</i></b></p>		
		<p style="text-align: center"><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo"><strong>Afroturismo</strong></a></p><p style="text-align: center"><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/diario-de-viagens"><b>Diário de Viagens</b></a></p><p style="text-align: center"><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/equipe"><b>Nossa Equipe </b></a></p><p style="text-align: center"><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/eventos"><b>Nossos Eventos</b></a></p>		
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/restinga-seca">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/restinga-seca">
							Restinga Seca						</a>
					</h3>
									<p>
						Descrição:					</p>
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/Sao-Miguel-reln2xhnopfc9yfjo95rfkvpewv0s89j166n4rvqns.jpg" alt="São Miguel" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/RS_quilombo_Martimianos-1024x678-1-relmdlq7jer7g77xkb1n8yyl75ozdtpw7tdnmdfmbc.jpg" alt="RS_quilombo_Martimianos-1024x678" /></figure>			
													<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/2-2896x1944-1-rei6wdbevdkdjw64ltvuhpkmhfonggg71ya97sfc8o.jpg" title="2-2896&#215;1944" alt="2-2896x1944" loading="lazy" />													
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/nova-palma">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/nova-palma">
							Nova Palma						</a>
					</h3>
									<p>
						Descrição:					</p>
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/dona-francisca">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/dona-francisca">
							Dona Francisca						</a>
					</h3>
									<p>
						Descrição:					</p>
													<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/1765395243750-rg1wsbllsya94sa3iudka9xc645vnew7xxjjbj1ltk.jpg" title="1765395243750" alt="1765395243750" loading="lazy" />													
													<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/maxresdefault-rei70zouh1w4mvggmbst91l7mmwmavsootr75rknnc.jpg" title="maxresdefault" alt="maxresdefault" loading="lazy" />													
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/silveira-martins">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/silveira-martins">
							Silveira Martins						</a>
					</h3>
									<p>
						Descrição:					</p>
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/faxinal-soturno">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/faxinal-soturno">
							Faxinal do Soturno						</a>
					</h3>
									<p>
						Descrição:					</p>
													<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/6214c896-ffbb-490c-9134-a73cb77919ec-rei79nr9i1rbpev602oy8uu8uk6hae7kjqcehmpy9k.jpg" title="6214c896-ffbb-490c-9134-a73cb77919ec" alt="6214c896-ffbb-490c-9134-a73cb77919ec" loading="lazy" />													
													<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/elementor/thumbs/img_polesine-rei74p5xfiyufi2kyxhu33wnzcmqnwikj6e5b22r3s.jpg" title="img_polesine" alt="img_polesine" loading="lazy" />													
				<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/sao-joao-do-polesine">
								</a>
									<h3>
						<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas/sao-joao-do-polesine">
							São João do Polesine						</a>
					</h3>
									<p>
						Descrição:					</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1º Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias reúne sobreviventes e especialistas na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/02/1o-congresso-internacional-de-vitimas-de-queimaduras-em-tragedias-reune-sobreviventes-e-especialistas-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 15:34:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[AVTSM]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70369</guid>
						<description><![CDATA[Gratuito e aberto ao público, o evento segue até quarta-feira (3)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70370" align="alignleft" width="546"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/IC3A9844-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal. Ao meio está Flávio José da Silva. Ele veste uma camisa preta e calça jeans escura. Em seu rosto utiliza um óculos com armação quadrada. O destaque vai para o item em seu pescoço, a Medalha do Mérito Farroupilha. Mais à esquerda está Martha Adaime, com seu corpo virado para a direita, ela veste um blazer verde limão e segura o certificado da Medalha do Mérito Farroupilha. Mais à direita está Valdeci Oliveira, vestindo um paletó azul e óculos quadrados. Ele está virado para a esquerda, junto de Martha, segura o certificado." width="546" height="364" /> Flávio José da Silva recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha pelo deputado estadual Valdeci Oliveira[/caption]
<p data-start="216" data-end="709">O auditório Wilson Aita, do Centro de Tecnologia da UFSM, se tornou berço do primeiro Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias na manhã desta terça-feira (2). O evento reúne, entre hoje e amanhã, 22 palestrantes divididos entre sobreviventes, pesquisadores da saúde e especialistas no tratamento de queimaduras para um momento de depoimentos, trocas de experiências e reflexão sobre os avanços no tratamento e nas políticas públicas voltadas ao acolhimento das vítimas.</p>
<p data-start="711" data-end="1153">Conforme Flávio José da Silva, presidente da Associação das Vítimas da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) e organizador da ação, a ideia do congresso surgiu da carência de eventos do tipo. “Depois de ver matérias de vítimas de queimaduras e perceber que não havia um evento desse tipo, decidimos fazer um congresso que traga pessoas de diferentes locais, como do Paraguai, Argentina e Bahia, para ter esse intercâmbio de experiências”, contou.</p>
<p data-start="1155" data-end="1463">A abertura do Congresso contou com depoimentos de políticos e da gestão da Universidade, e ainda foi marcada pela entrega da Medalha do Mérito Farroupilha à AVTSM. A honraria, concedida pelo deputado estadual Valdeci Oliveira, é a maior homenagem oferecida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.</p>
<p data-start="1465" data-end="1767">Flávio é pai de uma das vítimas do incêndio da Boate Kiss, tragédia que causou a morte de 242 pessoas e feriu outras 636. Atualmente, está em seu terceiro mandato na associação e compartilha: “Precisamos liderar essa busca por justiça e mudança. Nossa missão é fazer com que isso não se repita mais”.</p>
<h3 data-start="1769" data-end="1822">Sobreviventes compartilham relatos no Congresso</h3>
<p data-start="1947" data-end="2533">Na manhã desta terça, a palestrante Adrielle Macedo Silva, sobrevivente e vítima de queimadura, compartilhou sua trajetória e o papel que desempenhou na luta por um tratamento digno na Bahia, seu estado natal, com a conquista da distribuição gratuita de malhas compressivas — um tipo de vestuário terapêutico que exerce pressão controlada sobre a área afetada pela queimadura. “Eu busquei ajuda em várias instâncias e entrei com um processo judicial na procuradoria pública. Hoje, o Hospital Geral do Estado da Bahia oferece a malha gratuitamente para quem precisa”, revelou Adrielle.</p>
<p data-start="2535" data-end="3072">Vinda de Goiânia (GO), a psicóloga e sobrevivente de queimadura Rhafrezzya Alves de Freitas, que palestrará no Congresso na tarde desta quarta-feira, destacou que sua fala abordará a autoaceitação e como viver após a recuperação. Ela contou que este é o primeiro evento do tipo em que participa e considerou o momento um “marco, que deveria acontecer em cada cidade com índices altos de queimaduras”. A psicóloga acrescentou ainda: “O Estado precisa saber que existimos. Se ficarmos escondidos, eles não vão saber nossas necessidades”.</p>
<p data-start="3074" data-end="3518">Atualmente, Rhafrezzya oferece apoio psicológico para mulheres dependentes químicas e vítimas de queimaduras. “Há 15 anos eu dedico minha vida a isso. Eu percebi que existiam pessoas em sofrimento invisivelmente. Não costumo encontrar sobreviventes de queimaduras nos lugares. Sinto que os corpos de queimados não ocupam espaços. Eu vi a psicologia como um caminho de acesso a essas pessoas e uma forma de conquistar o nosso espaço”, pontuou.</p>
<p data-start="3638" data-end="4314">Além de Adrielle e Rhafrezzya, o palestrante Delvani Rosso, sobrevivente da Boate Kiss e integrante da AVTSM, também esteve presente. Delvani, que participará de uma mesa-redonda na tarde desta terça-feira, enxerga o Congresso como uma oportunidade de ressignificação. “Vejo essa troca de experiências como algo positivo. Receber pessoas, não só daqui, mas de outros lugares, com histórias similares, ajuda a entender como eles conseguiram ressignificar o que sofreram. Eu vivi muitos anos de forma revoltada com a vida até buscar ajuda. Busquei ressignificar as dores e os traumas. Hoje eu faço palestras e trabalho com desenvolvimento pessoal e comunicação”, compartilhou.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/IC3A9806-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal. Mostra duas mulheres que sorriem. À esquerda Adrielle Macedo, uma mulher com cabelos pretos, curtos e lisos. Ela veste uma blusa que diz “Associação Nacional dos Amigos e Vítimas de Queimaduras”. Ela olha para a câmera. À direita está Rhafrezzya Alves, uma mulher loira, com cabelos lisos e longos. Ela usa um vestido azul e branco longo, com alças finas." />											<figcaption>Adrielle Macedo (à esquerda) e Rhafrezzya Alves (à direita) são palestrantes no Congresso</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/IC3A9814-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal. Mostra um homem que olha para a câmera. É Delvani Rosso, um homem alto, calvo, com óculos com armação redonda. Ele veste uma camisa preta lisa. Ao fundo está a sala onde o congresso." />											<figcaption>Delvani Rosso, sobrevivente da Boate Kiss palestrará na tarde desta terça-feira (2)</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="4316" data-end="4356">Autoridades prestigiaram a ocasião</h3>
[caption id="attachment_70374" align="alignleft" width="506"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/IC3A9836-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal, Mostra uma mesa grande com cinco pessoas. Mais à esquerda está Edson Roberto, um homem de cabelos pretos e curtos, que veste roupa social. Ao lado direito dele está Valdeci Oliveira, vestindo um paletó azul, uma camisa branca e uma calça de alfaiataria da mesma cor do paletó. À direita de Valdeci está Flávio José da Silva. Ele veste uma camisa preta e calça jeans escura. À sua direita está Martha Adaime que veste um blazer verde limão e uma blusa bege. Ao lado direito de Martha está Marina Callegaro, que está com o cabelo preso e veste uma blusa preta." width="506" height="337" /> Autoridades governamentais e gestão da UFSM estiveram presentes na abertura do evento[/caption]
<p data-start="4358" data-end="4882">O superintendente do Hospital Universitário de Santa Maria, Humberto Palma, participou da abertura oficial do Congresso e destacou o valor da inovação e da reflexão trazidas pela iniciativa. “Esse evento é feito para trazer reflexões e técnicas. Um dos pontos relevantes que temos que debater é a necessidade de descentralizar as unidades de tratamento de queimados. Outro ponto relevante é a importância das equipes multiprofissionais, além do investimento em técnicas acessíveis a todos que precisarem”, frisou o médico.</p>
<p data-start="4884" data-end="5320">Também esteve presente a vice-reitora da UFSM, Martha Adaime, que comentou sobre o valor das trocas de experiências proporcionadas pelo Congresso. “Essas reflexões precisam ser discutidas, repassadas e investigadas diante do que deveria ter sido feito de diferente. A falta de centro de referência em queimaduras na época levantou a necessidade dessas reflexões. Muito se tem a falar e aprender nesses dois dias de evento”, finalizou.</p>
<p data-start="5322" data-end="5558">Além de Humberto e Martha, estiveram presentes o deputado estadual Valdeci Oliveira, o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias de Santa Maria, Edson Roberto das Neves Junior, e a vereadora Marina Callegaro.</p>
<h3 data-start="5679" data-end="5722">O futuro e a programação do Congresso</h3>
<p data-start="5724" data-end="6088">Promovido pela AVTSM, com apoio da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (AMP/RS), o Congresso está em fase experimental. O presidente Flávio Silva conta que a expectativa é realizar o evento anualmente e abordar temáticas diferentes. “Estamos pensando em uma segunda fase que também vai contemplar estratégias de prevenção de incêndios”, contou.</p>
<p data-start="6090" data-end="6221">O Congresso segue na tarde desta terça-feira (2) e durante a quarta-feira (3). A programação detalhada pode ser conferida abaixo:</p>
<p data-start="6223" data-end="6244"><strong data-start="6223" data-end="6242">Terça-feira (2)</strong></p>
<p data-start="6246" data-end="6513"><em data-start="6246" data-end="6254">Tarde:</em><br data-start="6254" data-end="6257" />13h50min – Retomada das atividades<br data-start="6291" data-end="6294" />14h – Mesa-redonda: Dra. Kelly Daniele de Araújo, Dr. Cristiano Frank e Ariane Lopes<br data-start="6378" data-end="6381" />16h – Coffee Break<br data-start="6399" data-end="6402" />16h30min – Mesa-redonda: Prof. Marcos Fuhr, Rosa Serafim e Delvani Rosso<br data-start="6474" data-end="6477" />18h – Encerramento do primeiro dia</p>
<p data-start="6515" data-end="6537"><strong data-start="6515" data-end="6535">Quarta-feira (3)</strong></p>
<p data-start="6539" data-end="6750"><em data-start="6539" data-end="6547">Manhã:</em><br data-start="6547" data-end="6550" />8h50 – Início das atividades<br data-start="6578" data-end="6581" />9h – Mesa-redonda: Carmen Lúcia Hartman e Cláudia Davidovich Nunez<br data-start="6647" data-end="6650" />10h – Coffee Break<br data-start="6668" data-end="6671" />10h30min – Dr. Jorge Cavagna e Dr. Eduardo Chem<br data-start="6718" data-end="6721" />12h – Intervalo para almoço</p>
<p data-start="6752" data-end="7053"><em data-start="6752" data-end="6760">Tarde:</em><br data-start="6760" data-end="6763" />13h50 – Retomada das atividades<br data-start="6794" data-end="6797" />14h – Mesa-redonda: Ana Paula Rodrigues, Rhafrezzya de Freitas, Maike dos Santos e Daniel Moraes<br data-start="6893" data-end="6896" />16h – Coffee Break<br data-start="6914" data-end="6917" />16h30min – Mesa-redonda: Felipe Palácios, Maria Estela de Palácios, Gabriel Rovadoschi e Liane Righi<br data-start="7017" data-end="7020" />18h – Encerramento do Congresso</p>
<p data-start="7055" data-end="7155">Informes e outros avisos relacionados ao Congresso podem ser acompanhados pelo Instagram da AVTSM.</p>
<p data-start="7157" data-end="7344"><em><strong data-start="7157" data-end="7167">Texto:</strong> Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</em><br data-start="7237" data-end="7240" /><em><strong data-start="7240" data-end="7250">Fotos:</strong> Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</em><br data-start="7326" data-end="7329" /><em><strong data-start="7329" data-end="7340">Edição:</strong> Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mais uma edição do "Viva o Campus do Patrimônio Cultural" no dia 24/08</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/08/19/mais-uma-edicao-do-viva-o-campus-do-patrimonio-cultural-no-dia-24-08</link>
				<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:44:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[planetário ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=13339</guid>
						<description><![CDATA[O evento integra a programação especial do Dia do patrimônio Cultural, confira abaixo mais detalhes sobre o que ocorrerá no domingo. 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão UFSM, através da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove, neste domingo, <strong>24 de Agosto,</strong> o <strong>Viva o Campus</strong>  do Patrimônio Cultural. O evento integra as ações da universidade em alusão ao Dia Estadual do Patrimônio Cultural, as atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das <strong>15h às 19h.</strong><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A edição de 2025 contará com a presença dos parceiros do VC: da Polifeira do Agricultor; Sessões no Planetário abertas ao público; e do mais novo parceiro o LabCuni que oferece uma experiência única realizando o piquenique com os coelhos, da Mostra de Morfologia, do Projeto Hangar e de atividades no Jardim Botânico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2>Confira a programação:</h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p><strong>Atividades Parceiros VC:<br></strong><strong>Jardim Botânico&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>15h às 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Visita livre ao telhado verde</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Reinauguração do novo jardim sensorial com visitas livres</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Exposição de animais taxidermizados</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Horta mandala</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Planetário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Sessões de Cúpula</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>15h - Da Terra ao Universo<br>16h - O Mundo Virtual de Arthur + As Aventuras de Zito<br>17h - Estrelas dos Faraós</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Piquenique com o Coelho</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>15h às 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Largo do Planetário</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Interação com os coelhos do LabCuni</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mostra Morfo</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Exposição da Morfologia<br>15h às 18h<br>Prédio 19<strong><br></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Projeto Hangar Aeroespacial</strong><strong><br></strong>15h-18h:&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>* Apresentações gerais</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>* Simulador de voo</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>* ⁠15:30 - Oficina de minifoguetes</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Prédio H (Em frente ao INRI e do lado do GPMOT, final da rua do INPE)</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Presença da Polifeira do Agricultor&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Largo do Planetário</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_3-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_15-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Disciplina do Centro de Tecnologia promove interação entre universidade e sociedade por meio da Educação em Computação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/11/disciplina-do-centro-de-tecnologia-promove-interacao-entre-universidade-e-sociedade-por-meio-da-educacao-em-computacao</link>
				<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 12:25:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69791</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes aplicam conhecimentos em projetos que vão da educação básica ao bem-estar universitário]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Neste semestre, a professora Andrea Schwertner Charão, do Departamento de Linguagens e Sistemas de Computação (DLSC), ministrou pela primeira vez a disciplina <em data-start="622" data-end="673">Práticas Extensionistas na Educação em Computação</em>, uma iniciativa que integra ensino, pesquisa e extensão. Criada no contexto da reestruturação curricular do Centro de Tecnologia (CT), ocorrida em 2023, a disciplina tem como objetivo ampliar a compreensão dos estudantes sobre o papel da extensão universitária e seu impacto na sociedade.</p>
<h3 data-start="964" data-end="1011">Uma disciplina que conecta teoria e prática</h3>
<p data-start="1013" data-end="1418">Destinada a cursos da área de Computação, a disciplina aborda desde os fundamentos da extensão universitária até os desafios da Educação em Computação, incluindo metodologias para planejar e avaliar ações extensionistas. Além da carga horária teórica, os estudantes desenvolvem projetos práticos em colaboração com diferentes setores da sociedade, aplicando conhecimentos da Computação em contextos reais.</p>
<p data-start="1420" data-end="1890">A turma pioneira foi composta principalmente por estudantes do 3º semestre do curso de Ciência da Computação, que ingressaram no novo Projeto Pedagógico de Curso (PPC). A nova estrutura curricular exige o cumprimento de uma carga horária mínima de extensão, permitindo que os alunos escolham entre projetos ou disciplinas extensionistas. Recentemente, a disciplina também foi aprovada para o curso de Sistemas de Informação e será ofertada novamente no próximo semestre.</p>
<h3 data-start="1892" data-end="1931">Projetos que transformam realidades</h3>
<p data-start="1933" data-end="2028">Após uma fase exploratória, a turma se dividiu em três grupos, atuando em diferentes contextos:</p>
<p data-start="2030" data-end="2554"><strong data-start="2030" data-end="2081">Grupo 1 — Organização e bem-estar universitário</strong><br data-start="2081" data-end="2084" />O grupo promoveu um encontro voltado a estudantes para discutir desenvolvimento pessoal e acadêmico. Intitulado <em data-start="2196" data-end="2208">Planejação</em>, o evento foi realizado em 11 de junho e contou com a participação do psicólogo Renato Favarin (CAED/UFSM). A atividade incluiu dicas de organização, gestão do tempo e estratégias para reduzir a sobrecarga. Convidados e participantes compartilharam experiências e construíram coletivamente sugestões para uma vida universitária mais equilibrada.</p>
<p data-start="2556" data-end="3111"><strong data-start="2556" data-end="2626">Grupo 2 — BNCC Computação: atividades desplugadas para professores</strong><br data-start="2626" data-end="2629" />Em parceria com o Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal (NTEM/SMEd), o grupo desenvolveu atividades lúdicas e sem uso de computadores para apoiar a implementação do componente Computação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na rede municipal de ensino. O objetivo foi capacitar professores da Educação Básica em pensamento computacional, contribuindo para enfrentar os desafios da aplicação da BNCC de Computação, publicada em 2022 e cuja implementação teve início em 2024.</p>
<p data-start="3113" data-end="3729"><strong data-start="3113" data-end="3179">Grupo 3 — Soluções tecnológicas para o Jardim Botânico da UFSM</strong><br data-start="3179" data-end="3182" />O grupo criou um sistema de agendamento automatizado para visitas ao Jardim Botânico da UFSM, com o objetivo de reduzir a demanda manual da equipe. A solução foi validada pela direção do Jardim e será implementada gradualmente. Além disso, os estudantes desenvolveram uma visita virtual com visão 360º de pontos de interesse do espaço, um protótipo de visita guiada por GPS com mapa e bússola do smartphone, e uma extensão de aplicativo web com informações detalhadas sobre as espécies do acervo, acessíveis por QR Code nas placas identificadoras.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/Grupo-1.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Grupo 1" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY5NzkyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA3XC9HcnVwby0xLmpwZWcifQ%3D%3D">
							<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/Grupo-1.jpeg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Psicólogo Renato Favarin (à esquerda) e prof. Andrea (ao centro) com estudantes do grupo 1, Mariana, Laura e André</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/Grupo-2.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Grupo 2" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY5NzkzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA3XC9HcnVwby0yLmpwZyJ9">
							<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/Grupo-2.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Francisco, Daniel, Guilherme, João Vitor e Miguel, membros do grupo, em exposição ao NTEM/SMEd</figcaption>
										</figure>
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/grupo-3.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="grupo 3" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY5Nzk0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA3XC9ncnVwby0zLmpwZWcifQ%3D%3D">
							<img width="1024" height="743" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/grupo-3.jpeg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Placas desenvolvidas pelo grupo 3 prestes a serem instaladas no Jardim Botânico</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="3731" data-end="3766">Extensão como formação integral</h3>
<p data-start="3768" data-end="3930">Para a professora Andrea, a disciplina funcionou como uma “incubadora de projetos extensionistas”, demonstrando que a extensão vai além da exigência curricular: “Muitos estudantes expressam preocupação com a carga horária de extensão, mas a experiência da turma mostrou que ela oferece oportunidades únicas de aprendizado e impacto social. A extensão forma profissionais mais completos, capazes de dialogar com diferentes áreas e públicos.”</p>
<p> </p>
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM realiza oficina de escrita criativa em escola da Cohab Fernando Ferrari</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/26/projeto-da-ufsm-realiza-oficina-de-escrita-criativa-em-escola-da-cohab-fernando-ferrari</link>
				<pubDate>Mon, 26 May 2025 23:48:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69272</guid>
						<description><![CDATA[As atividades desafiam cada um à sua medida, criando um espaço para expressar e explorar a criatividade literária]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/OEC-Divulgacao-1.jpg"><img class=" wp-image-69273 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/OEC-Divulgacao-1-240x300.jpg" alt="" width="446" height="557" /></a>O Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso vai receber uma oficina de escrita criativa nos dois próximos sábados (dias 31 de maio e 7 de junho), das 9h30min às 12h30min. Os participantes vão brincar com a escrita a partir de jogos com letras, vocabulário e gramática, tendo como intuito potencializar a produção de pequenos contos, crônicas e poesia. As atividades desafiam cada um à sua medida, criando um espaço para expressar e explorar a criatividade literária. Destinada para maiores de 16 anos, a oficina é promovida pelo projeto de extensão “Oficinas de escrita criativa”, coordenado pela professora Maria Clara da Silva Ramos Carneiro, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da UFSM.

Os interessados em participar da oficina podem se inscrever pelo WhatsApp (55) 9.9941-0105 ou pelo e-mail oficinasdeescrita@ufsm.br.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de Extensão em Música está com inscrições abertas para quatro oficinas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/02/07/projeto-de-extensao-em-musica-esta-com-inscricoes-abertas-para-quatro-oficinas</link>
				<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:49:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68246</guid>
						<description><![CDATA[O público-alvo é constituído por alunos ou egressos de escolas públicas, na faixa etária dos 10 aos 22 anos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Projeto de Extensão em Música (PEM) da UFSM está com inscrições abertas para oficinas gratuitas até o dia 10 de março. Para a turma de 2025, o PEM está oferecendo oficinas de piano, trompete, clarineta e banda jovem para alunos ou egressos de escolas públicas da região de Santa Maria, na faixa etária dos 10 aos 22 anos. Para as oficinas de trompete, clarineta e banda jovem, os interessados devem possuir seus respectivos instrumentos; para a de piano, não há essa necessidade.

As aulas são individuais e ocorrem semanalmente no prédio da antiga Reitoria, no centro de Santa Maria. Os horários serão combinados com os professores Silvia Hasselaar, Clayton Miranda e Guilherme Garbosa, docentes dos cursos de Música da UFSM.

Com relação aos resultados das oficinas, o professor Clayton diz que “os alunos das turmas de trompete dos anos de 2023 e 2024 foram absorvidos como corneteiros durante seu serviço militar obrigatório, além de alguns aprovados do curso de graduação da UFSM”. O professor ainda disse que “as oficinas estão profissionalizando e criando oportunidades para esses estudantes da região de Santa Maria”.

Para se inscrever, os interessados em participar das oficinas devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfAVxV1qqsuITREgYxtMRANALlGjKCTeQm0fLcYGI2tISbqWg/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">formulário on-line</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM promove Oficina de Arte Flores em Santa Margarida do Sul </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/02/equipe-phenoglad-da-ufsm-promove-oficina-de-arte-flores-em-santa-margarida-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 13:03:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[arte floral]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67817</guid>
						<description><![CDATA[Atividades teve a participação de agriculdores familiares e escolas da região]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div> </div>
<p>Na última sexta-feira (29), a<img class="alignleft wp-image-67819" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/FB_IMG_1732911983958.jpg" alt="" width="447" height="335" /> Equipe Phenoglad e o Projeto Flores para Todos realizaram Oficina de Arte Floral no município de Santa Margarida do Sul, na região da Campanha Gaúcha. A atividade aconteceu no espaço da Emater/RS-Ascar no Parque da 25ª Expofeira Agropecuária do município e fez parte da entrega de Resultados da 14ª fase do projeto.</p>
<p>A oficina trouxe técnicas internacionais de arte floral para que os agricultores familiares possam incrementar o lucro com a produção de flores. Além das famílias rurais, escolas participaram das oficinas e de outras atividades do Projeto Flores para Todos, o que contribui para a inclusão social.</p>
<p>A Equipe Phenoglad e o projeto Flores para Todos são coordenados pelos professores Nereu Augusto Streck e Lilian Osmari Uhlmann, do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais. A oficina teve o apoio da Emater/RS-Ascar de Santa Margarida do Sul.</p>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGZ-UFSM realizou na última semana a segunda edição do Simpósio de investigação em produção animal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/2024/12/01/ppgz-ufsm-realizou-na-ultima-semana-a-segunda-edicao-do-simposio-de-investigacao-em-producao-animal</link>
				<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 23:25:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[ppgz]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/?p=766</guid>
						<description><![CDATA[Na última sexta-feira (29 de novembro), ocorreu nos espaço Collab da Incubadora Pulsar-UFSM, o II SIPRA. O evento comemorou os 50 anos de funcionamento do PPGZ e contou com a presença de das autoridades da Universidade como o magnífico Reitor, Prof. Luciano Schuch, Pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa, Profa. Cristina Nogueira, Pró-reitor de Planejamento, Professor [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na última sexta-feira (29 de novembro), ocorreu nos espaço Collab da Incubadora Pulsar-UFSM, o II SIPRA. O evento comemorou os 50 anos de funcionamento do PPGZ e contou com a presença de das autoridades da Universidade como o magnífico Reitor, Prof. Luciano Schuch, Pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa, Profa. Cristina Nogueira, Pró-reitor de Planejamento, Professor Rafael Lazzari e Vice-diretora do Centro de Ciencias Rurais, profa. Fernanda Flores Vogel. O professor aposentado do Departamento de Zootecnia da UFSM, Prof. Paulo Roberto Pires Figueiró, falou sobre os "50 anos do Programa de Pós-graduação em Zootecnia (PPGZ-UFSM)" e a professora Profa. Vanessa Peripolli do IFC/CAPES, abordou o "Processo de avaliação CAPES e particularidades dos programas profissionais". Durante a tarde, os grupos de pesquisa apresentaram trabalhos que vem sendo desenvolvidos atualmente. Os capítulos podem ser acessados através do link: <a href="https://www.meridapublishers.com/sipra2/">https://www.meridapublishers.com/sipra2/</a>.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":767,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2025/01/IMG_3636.jpg" alt="" class="wp-image-767" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":769,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2025/01/IMG_3626.jpg" alt="" class="wp-image-769" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":770,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2025/01/IMG_3621.jpg" alt="" class="wp-image-770" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":771,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2025/01/IMG_3618.jpg" alt="" class="wp-image-771" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":768,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2025/01/IMG_3606.jpg" alt="" class="wp-image-768" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove audiência pública "Juntos pela Política Ambiental"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/29/juntos-pela-politica-ambiental</link>
				<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 15:08:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[agenda ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[política ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[proplan]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67759</guid>
						<description><![CDATA[Comunidade pode contribuir com sugestões para o documento que expressará a compromisso da Instituição com a sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignright wp-image-67805 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IMG-20241129-WA0025-818x1024.jpg" alt="" width="500" height="626" />A discussão da <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/politica-ambientalufsm">minuta da Política Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria</a> será a pauta da audiência pública agendada para o dia 6 de dezembro, sexta-feira da próxima semana, às 9h. A audiência terá formato híbrido, presencialmente no auditório Wilson Aita, no Prédio 7C, anexo C do Centro de Tecnologia, e pelo </span><a href="https://www.youtube.com/live/qiFEgGt7_-E"><span style="font-weight: 400">YouTube da instituição</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Política Ambiental deve expressar, em seu texto, o compromisso da instituição com a sustentabilidade socioambiental. A construção é coletiva e democrática, de modo a refletir as demandas e expectativas da sociedade em relação à pauta ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) é a responsável pela audiência “Juntos pela Política Ambiental” e pelo encaminhamento do documento final. Já a construção da política envolve o Comitê Ambiental, o Programa Socioambiental e todas as entidades representativas das três categorias - estudantes, técnico-administrativos e professores.Compõem o grupo de entidades o Diretório Central dos Estudantes (DCE), a Associação de Pós-Graduandos (APG), a Associação dos Servidores da UFSM (Assufsm), a Seção Sindical dos Técnicos de Nível Superior (Atens), a Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) e a Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (Apusm). </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Plenária e participações online</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Antes da audiência, as contribuições das comunidades acadêmica e externa foram colhidas de duas formas: em plenária organizada pelas entidades representativas e pela </span><a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/pagina-inicial"><span style="font-weight: 400">Plataforma Participa Mais Brasil</span></a><span style="font-weight: 400">. A plenária ocorreu no dia 14 deste mês com participação dos três segmentos. Ao todo, a comissão reuniu 25 contribuições do setor público e de pessoas físicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A partir dessas colaborações, a UFSM e as entidades representativas selecionam os tópicos para composição da minuta. A reunião pré-audiência será nesta sexta (29) na Proplan.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Dinâmica da audiência "Juntos pela Política Ambiental"</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 6 pela manhã, a proposta do documento da Política Ambiental será apresentada pela Proplan. Após, haverá espaço para debate, sugestões e esclarecimentos com especialistas da área. A participação da comunidade é fundamental para consolidação de uma política ambiental inclusiva, eficiente e alinhada com os desafios socioambientais contemporâneos.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Como participar da audiência</b></h3>
<p><b>Presencialmente: </b><span style="font-weight: 400">Auditório Wilson Aita (Prédio 7C) no dia 6 de dezembro (sexta) às 9h</span></p>
<p><b>Online: </b><span style="font-weight: 400">Pelo seguinte endereço no YouTube:</span> <a href="https://www.youtube.com/live/qiFEgGt7_-E"><span style="font-weight: 400">https://www.youtube.com/live/qiFEgGt7_-E</span></a><span style="font-weight: 400"> - os interessados podem se inscrever para receber notificações.</span></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestrando Arte comemora 10 anos em espetáculo no Centro de Convenções</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/22/orquestrando-arte-comemora-10-anos-em-espetaculo-no-centro-de-convencoes</link>
				<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 13:54:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[orquestrando arte]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67692</guid>
						<description><![CDATA[Teatro, música, canto coral e dança se integram na apresentação com 110 pessoas no palco
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/FOTO-13-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Espetáculo contou com integração de teatro, dança e música </figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>Na noite desta quinta-feira (21), a Associação Orquestrando Arte realizou a apresentação “Fazendo Arte, Orquestrando a Festa” no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para comemorar os 10 anos da entidade.</p>
<p>O espetáculo integrou teatro, música, canto coral e dança para representar a elaboração de uma festa surpresa de aniversário para a Orquestrando Arte. A apresentação mostrou ao público o que é desenvolvido pela associação, como a oferta das oficinas. Ao final, a orquestra tocou o tradicional parabéns de aniversário e foi lançada a campanha para criação da sede própria da entidade.</p>
<p>Para “Fazendo Arte, Orquestrando a Festa”, o teatro destacou os preparativos de uma festa. As demais artes, participaram das comemorações. Assim, os integrantes das oficinas prepararam temáticas semelhantes, que pudessem ajudar a composição do espetáculo com 110 pessoas no palco. </p>
<p>Mírian de Agostini Machado, assistente social e gestora da Orquestrando Arte explica que a escolha do tema é uma forma de celebrar a primeira década de atividades da associação. “É o momento de agradecer a comunidade que nos apoia, de comemorar que estamos juntos aqui e das pessoas que passaram pela associação, e, também, de vermos os frutos plantados durante esse tempo”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>		
										<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/FOTO-18.jpg" title="FOTO-18" alt="FOTO-18" loading="lazy" />											<figcaption>Bandeira do Orquestrando Arte foi agitada durante a apresentação no Centro de Convenções</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Percepções dos artistas</b></h3>
<p> </p>
<p>Os irmãos Manuela, 16 anos, e Marcos, 12 anos, estão Orquestrando Arte desde 2022 e participaram do espetáculo como percussionistas. Manuela, que tocou na apresentação do ano passado, compara as duas: “foi uma experiência muito legal por conseguir perceber os dois universos de cada espetáculo e o quanto consegui evoluir”. Eles revelam que a preparação para o espetáculo começa no início do ano, com aulas nas quintas e sextas, além de ensino com a orquestra nos sábados. Ainda destacam a escolha das músicas para decidir o que passar ao público que assiste a apresentação.</p>
<p>Savine, 16 anos, está na associação há um ano e dançou no espetáculo deste ano e ajudou na organização. “Foi uma experiência ótima. As pessoas são acolhedoras. É uma grande família”.</p>
<p>Quem participa do programa, mas não se apresentou também gostou muito de acompanhar o espetáculo, como a Elisa, 8 anos, que toca piano e considerou o espetáculo muito legal. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/FOTO-22-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Final do espetáculo reuniu os 110 participantes no palco</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Conheça o programa Orquestrando Arte</b></h3>
<p> </p>
<p>A Associação Orquestrando Arte é uma entidade beneficente, sem fins lucrativos, com o objetivo de promover a assistência social, educacional e cultural a crianças, adolescentes e jovens de Santa Maria. A entidade desenvolve o Programa Orquestrando Arte - Incubadora Sociocultural, que tem cunho socioeducativo com atividades no contraturno escolar. O programa oferece um espaço de prevenção, proteção e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, além de ser um espaço de promoção da arte e da cultura.</p>
<p>O Orquestrando Arte desenvolve, desde 2014, oficinas de música, dança, teatro e apoio pedagógico para crianças e adolescentes, além de oficinas de costura criativa, crochê e canto coral para adultos a partir dos 15 anos.</p>
<p>Mírian explica como é a atuação: “O programa sociocultural visa, através da música, da arte, da dança e do teatro, fortalecer o vínculo com as crianças, adolescentes e jovens. É uma ferramenta de trabalho que utilizamos para inclusão social e acesso à cultura e à arte, com viés social de garantir direitos”. A assistente social complementa que proposta promove "um espaço de conhecimento e gera novas descobertas e oportunidades para as pessoas”.</p>
<p>O programa também conta com apoio pedagógico para reforço do desempenho escolar, visto que para participar é necessário frequentar a escola.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/FOTO-2-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption> “Fazendo Arte, Orquestrando a Festa” contou com teatro ...</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/FOTO-14-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>...números de dança ...</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/FOTO-11-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>... e apresentação da orquestra</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Parceria com a UFSM</b></h3>
<p> </p>
<p>A sede da associação está localizada no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/complexo-multicultural-antiga-reitoria-ufsm" target="_blank" rel="noopener">Complexo Multicultural Antiga Reitoria</a>, no centro de Santa Maria. O Orquestrando Arte é um campo da extensão, a partir de estágios curriculares e extracurriculares, e da pesquisa, por meio de estudos acadêmicos. Essa troca solidifica o trabalho das instituições e auxilia na visibilidade de ambas, sendo que elas têm o viés de trabalhar para e em prol da comunidade, como argumenta a gestora da entidade. </p>
<p> </p>
<h3><b>Voluntariado no programa</b></h3>
<p> </p>
<p>Para a realização das atividades, o Orquestrando Arte conta com professores voluntários, que são estudantes ou egressos nas áreas das oficinas oferecidas e voluntários que contribuem com o brechó ou com a doação de alimentos para a preparação do lanche aos participantes do programa.</p>
<p>Quem deseja participar das oficinas ou auxiliar nas atividades pode conferir a disponibilidade na sede da entidade, no quarto andar da Antiga Reitoria da UFSM, e conferir mais no perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/orquestrandoarte/">@orquestrandoarte</a>. </p>
<p>Quem deseja auxiliar na construção da sede própria da instituição pode fazer doações pela chave pix orquestrandoarte@gmail.com.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><b><i>Texto</i></b><i>: Milena Gubiani, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</i></p>
<p><b><i>Fotos</i></b><i>: Gustavo Damascena, estudante de produção editorial e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias</i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Comunidade externa avalia a imagem e reputação da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/29/comunidade-externa-avalia-a-imagem-e-reputacao-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 13:57:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CPA]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[proplan]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67434</guid>
						<description><![CDATA[88% dos respondentes afirmam que a entrada de algum membro da família na Universidade seria motivo de orgulho e satisfação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_67436" align="alignright" width="624"]<a href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiMGFjZmU3OWQtNjBkNC00MmRkLTk4YWUtNDg1NTEyOTBkOGE4IiwidCI6Ijk3OTAyMGQ1LTQ5NTAtNGY0My1hOTk0LTg4ZDY4M2VhYjQ3MyJ9&amp;pageName=ReportSectionff505c156942b313e99b"><img class="wp-image-67436" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/pesquisa-de-imagem-1024x574.jpg" alt="" width="624" height="350" /></a> Pesquisa avaliou diferentes aspectos da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Qualidade, conhecimento, oportunidade, educação e inovação: essas são algumas das palavras que evidenciam a imagem que a Universidade tem para a comunidade externa. Uma pesquisa, realizada entre novembro de 2023 e março de 2024, com a população sem vínculo com a UFSM, teve como objetivo reunir dados que identifiquem como essas pessoas veem a Instituição. Como nota geral, a UFSM recebeu 8,46. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estruturada a partir de uma colaboração entre a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e o professor Leander Luiz Klein, pesquisador do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), a pesquisa obteve 1.881 resultados, com diferentes perfis de respondentes. Além disso, o questionário foi realizado com a comunidade externa de Santa Maria, Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeiras das Missões, onde ficam os outros campi da Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O perfil dos respondentes teve uma grande maioria que se classificou como brancos, mas a gente conseguiu abranger, também, a opinião de pessoas de outras cores. Também tivemos resposta de diversas classes sociais e níveis de escolaridade. Então, eu acredito que a gente conseguiu abranger a opinião de diferentes públicos”, comenta Leander.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Silvana Bortoluzzi Balconi, da Coordenadoria de Planejamento e Avaliação Institucional, responsável pela apresentação dos resultados, evidencia a importância dessa pesquisa tanto para a UFSM, quanto para comunidade externa. “É importante para que a Universidade possa ter esse retorno da comunidade e possa ver os pontos que precisam ser feitas melhorias. É também importante para comunidade [externa] para que ela perceba que a gente se importa com o que ela pensa e a opinião dela”, relata.</span></p>
<h3>Metodologia</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O professor Leander explica que a metodologia utilizada é conhecida como “Survey”, ou seja, foi elaborado um questionário com 33 perguntas, pensadas de acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Cada uma delas poderia ser avaliada em uma escala de 1 a 5, sendo 1 discorda totalmente e 5 concorda totalmente. As questões estavam divididas em 6 dimensões, sendo elas: imagem, reputação, qualidade, responsabilidade ambiental, inovação e responsabilidade social.</span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das perguntas específicas, no questionário também constava questões mais gerais a respeito do perfil de quem estava respondendo, como em qual cidade pertence, faixa etária, escolaridade, raça, gênero e classe social. A pesquisa também quis saber como os respondentes obtinham informações sobre a Universidade.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na primeira semana de novembro o questionário foi disponibilizado de forma online, através dos sites da UFSM, que ficou disponível até a primeira semana de janeiro. Após esse período foram selecionados 10 bolsistas para realizar a pesquisa de forma presencial tanto em Santa Maria quanto nas outras cidades. A coleta de dados se encerrou na primeira semana de março, quando os alunos retornaram às aulas.</span></p>
<h3>Resultados</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com nota de 8,46 os resultados mostram o reconhecimento de um bom trabalho realizado pela UFSM. Uma das perguntas que demonstra isso é que 85% afirmaram ter muito orgulho da Universidade estar na sua cidade. Outro fator é que 72% dos respondentes concordam com a afirmação: “vejo a UFSM como agente central da inovação no contexto local e regional”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Silvana destaca também que saber como a comunidade externa recebe as informações da Universidade é importante para que a comunicação com essa população seja realizada da melhor forma. “Sabemos que, de forma geral, o Instagram é onde a população mais se informa sobre a UFSM [47%]. Além disso, também podemos ver esse dado com base na faixa etária. Por exemplo, os adolescentes se informam mais pelo Instagram [69%], mas o pessoal de 42-47 se informa mais pelo nosso site [44%]”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados também mostram que 75,16% visitam eventualmente o campus da Universidade da sua região. E 38% vão à UFSM para atividades de lazer. Além disso, 52,86% dos respondentes afirmam ter amigos ou familiares estudando na Instituição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados completos podem ser encontrados no </span><a href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiMGFjZmU3OWQtNjBkNC00MmRkLTk4YWUtNDg1NTEyOTBkOGE4IiwidCI6Ijk3OTAyMGQ1LTQ5NTAtNGY0My1hOTk0LTg4ZDY4M2VhYjQ3MyJ9&amp;pageName=ReportSectionff505c156942b313e99b"><span style="font-weight: 400">site</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Silvana, agora que os resultados foram apresentados para as pró-reitorias, o próximo passo é que elas possam avaliar e ver o que precisa e pode ser melhorado. Um dos pontos, por exemplo, é como tornar as ações de inovação realizadas na UFSM mais conhecidas da comunidade em geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ela também conta que a intenção é que a pesquisa seja realizada mais vezes, com ajustes que precisam ser feitos. “A ideia agora é que a gente veja o que precisa ser melhorado no questionário e daqui uns dois anos possa aplicar ele novamente”, conta. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reconstrução RS: ação extensionista da UFSM leva cultura a escolas através do cinema</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2024/10/22/reconstrucao-rs-acao-extensionista-da-ufsm-leva-cultura-a-escolas-atraves-do-cinema</link>
				<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 16:24:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Território Imembuy]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=10635</guid>
						<description><![CDATA[Desde 2014, alunos da rede pública de ensino de Santa Maria são contemplados pela iniciativa

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Amparados pela lei 13006 de 2014, que prevê a exibição obrigatória de filmes, por, no mínimo, 2 horas, como parte da estrutura curricular da formação de jovens e adolescentes, o projeto “Quarta Colônia em cine: Professores, Cinema e Escola” busca proporcionar aos alunos a experiência de desfrutar do cinema nacional em um ambiente escolar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ação atualmente atende escolas de Santa Maria e Dona Francisca, na Quarta Colônia. A coordenadora do projeto, professora Valeska Fortes de Oliveira, conta que o convite para a implementação dessa lei partiu da Secretaria de Educação de Santa Maria, que auxiliou na logística de transporte dos professores até o município de Dona Francisca, localizada a aproximadamente uma hora de distância. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora-coordenadora ressalta, também, que esse trabalho ocorre em diversas cidades da região: </span><span style="font-weight: 400">“Nunca deixamos nossas escolas de Santa Maria desatendidas. A Escola Municipal Sérgio Lopes está com projetos de cinema na escola, com crianças e jovens, já há 7 anos. Realizamos uma Mostra das produções dos professores na Casa Círculo com apoio da PRE”. Além disso, Valeska menciona que Silveira Martins é um dos municípios do Território Imembuy que irá receber a ação nas escolas.</span></p>
[caption id="attachment_10637" align="alignleft" width="256"]<img class=" wp-image-10637" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2024/10/4-colonia-em-cine-2-300x169.jpeg" alt="" width="256" height="144" /> Alunos durante oficina promovida pelo projeto[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">      A ideia da ação é atender crianças do primeiro ao nono ano que estejam em situação de vulnerabilidade social e em processo     de recomposição de aprendizagem. Para isso, todas as sextas-feiras, ocorrem, nas escolas onde a iniciativa atua, oficinas de   formação com ateliês de exibição, produção e coleta de imagens, além de pequenas produções cinematográficas sob o olhar das   crianças e jovens. Você pode prestigiar a exposição de tais obras durante a JAI MIRIM, que acontece no Campus Sede da   Universidade Federal de Santa Maria, no dia 27 de novembro.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><i>Texto: Myreya Antunes, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</i></p>
<p><i>Revisão: Catharina Viegas de Carvalho, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE.</i></p>
<p>Imagens: Acervo do Projeto Quarta Colônia em Cine</p>
<p><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Da terra à comunidade: horta prisional ressocializa detentos da PESM e leva alimentos saudáveis a entidades do município</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/30/da-terra-a-comunidade-horta-prisional-ressocializa-detentos-da-pesm-e-leva-alimentos-saudaveis-a-entidades-do-municipio</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 21:59:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66421</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo do projeto é incentivar o consumo de alimentos saudáveis e capacitar apenados trabalhadores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66422" align="alignleft" width="601"]<img class="wp-image-66422 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/IMG_8488.jpg" alt="" width="601" height="400" /> Iniciativa promove, além da ressocialização dos apenados, a produção de diversos alimentos[/caption]
<p>A horta prisional da Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM) é um projeto desenvolvido a partir de um convênio entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Pró-reitoria de Extensão (PRE), e a Superintendência Estadual dos Serviços Penitenciários (SUSEPE). A implantação do projeto, via edital do ODH, iniciou em 21 de julho de 2022 (preparo do solo) e o plantio no início de outubro. As culturas presentes na horta foram produzidas inicialmente a partir de mudas doadas pela empresa INGAL Agrotecnologia e hoje são fornecidas com verbas públicas (por meio do Fundo Penitenciário Estadual) pelo Viveiro Monte Verde, de Itaara, e os produtos são destinados para entidades sociais e escolas municipais.</p>
<p>O Viveiro é fruto de uma sociedade composta pelos irmãos Moisés, Giovani e Erasmo, da família Pozzobom. Moisés Pozzobom relatou que eles têm colaborado com algumas hortas, como a horta agroecológica comunitária Neide Vaz, Zilda Arns e Cipriano da Rocha. De acordo com o sócio, muitas mudas já foram doadas para a PESM, e, recentemente, as plantas passaram a ser adquiridas a partir de um recurso público.</p>
<p>De acordo com Giovani Pozzobom, também um dos sócios do Viveiro, o foco da produção é nas hortaliças; como alfaces de todo tipo, beterraba, repolho, brócolis, couve-flor, tomate, pimentão, berinjela e pepino. Na época de setembro a novembro, aproximadamente, também são produzidas mudas de melancias. As culturas podem levar de 24 a 72 horas para germinar em berços de mudas e depois, ficam de 25 a 60 dias na estufa.</p>
<p>As mudas cultivadas no viveiro destinadas a PESM são plantadas e recebem cuidados de três trabalhadores detentos, que são contemplados com remissão de pena: a cada três dias de trabalho, um é reduzido da sentença. Luis*, Marcos* e André* passam seus dias, de segunda a sexta-feira, dedicando-se à horta prisional.</p>
[caption id="attachment_66423" align="alignright" width="450"]<img class="wp-image-66423 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/IMG_3694.jpg" alt="" width="450" height="600" /> Diferentes culturas são produzidas no local[/caption]
<p>A horta está estabelecida em uma área de 1.690 m² distribuídos em 11 canteiros no perímetro interno da penitenciária. O local é bem arejado e ensolarado, que hoje é propício para o cultivo das múltiplas culturas presentes: alface, tempero verde, manjericão, alecrim, repolho, couve, pimentão, pimenta, radite, rúcula, feijão de porco, soja, crotalária, plantas fitoterápicas e condimentares, etc. “Essa área estava em desuso e com condições de solo inapropriadas para o cultivo, no entanto, após as correções, preparo do solo e plantio de mudas de hortaliças diversificadas em sistema agroecológico, a produção hoje está em um nível adequado”, colocou o Coordenador do projeto, Juarez Felisberto.</p>
<p>Segundo Felisberto, o projeto surgiu a partir de um pedido da PESM realizado para a PRE em decorrência da necessidade de promoção de atividades de horticultura no local. A coordenadora técnica regional da PESM, Adriana Rosa, contou que a horta foi idealizada pela Gestão da Delegacia Penitenciária e Direção da PESM, com apoio do antigo Chefe do Observatório dos Direitos Humanos (ODH) da UFSM, Victor De Carli Lopes, e implantado pelo Técnico Administrativo em Educação Juarez Felisberto.</p>
<p>De acordo com Adriana, o objetivo da horta, além do aproveitamento do espaço,  é contribuir e incentivar o consumo de alimentos saudáveis e capacitar os presos trabalhadores. “A doação para instituições da cidade é muito valorizada pelos trabalhadores presos, por saberem que pelo trabalho deles diversas pessoas serão beneficiadas.”, apontou ela.</p>
<p>Conforme o agente penitenciário responsável pela horta, Silvio Bigo, os apenados que são direcionados para trabalhar na horta passam por um processo seletivo criterioso. Em primeiro lugar, devem apresentar um perfil com experiências prévias e interesse pelo manejo com a terra. Em segundo lugar, passam por uma avaliação psicológica para averiguar se estão em condições de interagir com a comunidade. Por fim, passam por uma avaliação no setor técnico onde também são considerados critérios de idade, tempo de experiência, disciplina e segurança.</p>
<p>Luis, responsável pela adubação e preparo da terra, contou que se interessou pelo projeto pois tinha uma horta em casa, onde passava seu tempo livre. “É uma terapia e faz bem mesmo para a saúde”, afirmou ele.</p>
<p>Marcos relatou sobre a sensação de liberdade que tem ao sair para o pátio e trabalhar na horta. “Para nós é muito bom sair da cela e sentir as estações aqui fora”, disse um dos encarregados pela horta.</p>
<p>Já André comentou que uma das dificuldades que eles têm no serviço é para conseguir matéria orgânica. Ele é responsável pela compostagem, parte essencial da horta e que exige uma certa quantidade de resíduos para formular o composto orgânico. Essa etapa do processo é coordenada pelo ambientalista Homero Boucinha e conta com uma composteira de tijolos e um galpão de armazenamento dos materiais.</p>
<p>Marcos se sente muito contente com os projetos que vêm sendo realizados na PESM em parceria com a UFSM. De acordo com ele, a oficina de literatura é outro escape durante o cumprimento da pena. O detento pôde ler 13 livros e escrever duas poesias no último ano.</p>
<p>O idealizador do projeto, Juarez Felisberto, Servidor do Departamento de Zootecnia da UFSM, relatou que os próximos passos da parceria são a implantação da piscicultura e a produção de cuias a partir do cultivo de porongos. Além disso, a partir do próximo semestre, serão preparados cursos de capacitação para os detentos que trabalham na horta.</p>
<p>Além do apoio institucional da UFSM, pela Pró-Reitoria de Infraestrutura,  Departamento de Zootecnia, Colégio Politécnico - Setores de Máquinas Agrícolas, Horticultura e Usina de Etanol, Museu de Solos, Departamento de Fitotecnia e Laboratório de Engenharia do Meio Ambiente - LEMA, o projeto ainda contou com muito apoio externo. As instituições que forneceram suporte são: COMSEA-SM (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional), Secretaria do Município de Desenvolvimento Rural, INGAL Agrotecnologia, Pinhal Indústria e Comércio Ltda, Redemac Camobi.</p>
<p> </p>
<p>*Para preservar a identidade dos apenados, utilizamos nomes fictícios.</p>
<p> </p>
<p><em>Texto e fotos: Isadora Pellegrini, Bolsista de Comunicação da Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ações do “Reconstrução RS” mobilizam diferentes frentes de extensão da UFSM em Agudo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/24/acoes-do-reconstrucao-rs-mobilizam-diferentes-frentes-de-extensao-da-ufsm-em-agudo</link>
				<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:03:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Solidária e Cidadã]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66369</guid>
						<description><![CDATA[Atividades integram o programa UFSM Solidária e Cidadã e buscam auxiliar reconstrução do município]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66370" align="alignright" width="599"]<img class="wp-image-66370" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-16.10.47-1-1024x768-1.jpeg" alt="" width="599" height="449" /> Equipes da área de agricultura da UFSM em visita à propriedades rurais de Agudo[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está atuando em diferentes frentes de extensão para apoiar a reconstrução do município de Agudo (RS). As ações fazem parte da chamada humanitária “Reconstrução RS” e do programa UFSM Solidária e Cidadã, com o objetivo de ajudar comunidades atingidas pelo desastre climático no estado. Em Agudo, as frentes de trabalho incluem ações na saúde, educação e agricultura.</p>
<p>Localizado há cerca de 60 km de Santa Maria, Agudo possui cerca de 16 mil habitantes e fica em uma área marcada pela presença de morros e encostas. Com as fortes e enchentes, foram registrados danos em áreas de plantação, estradas e pontes, além de deslizamento de terras, erosão do solo e o agravamento do processo de assoreamento dos rios. A primeira visita de equipes da UFSM ao município foi realizada no mês de junho, quando foram identificadas as principais demandas da comunidade.</p>
<p>De acordo com o professor do departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, Vanderlei Franck Thies, em relação à parte de agricultura, a intenção é realizar análise para compreender as melhores alternativas para a recuperação dos solos em propriedades rurais. Segundo ele, a dimensão do desastre impõe desafios práticos e em termos de pesquisa para a área, principalmente considerando o contexto de mudanças climáticas. As ações de recuperação dos solos estão sendo realizadas em parceria com a Emater RS/Ascar.</p>
<h3>Projeto Acolher: ateliês em escolas</h3>
<p>Nas áreas de educação e saúde, as equipes da UFSM vão ajudar na criação de ateliês em quatro escolas municipais localizadas nas áreas mais afetadas pelas chuvas. A ação está sendo coordenada pela professora do departamento de Administração Escolar, Maria Eliza Rosa Gama, e pela professora do departamento de Enfermagem, Rosangela Marion Da Silva. O objetivo é realizar atividades que promovam o bem-estar emocional, a troca de experiências e o cuidado mútuo entre estudantes, professores e funcionários.</p>
<p>As atividades estão marcadas para começar em agosto, envolvendo diferentes grupos de voluntários formados por professores, estudantes da graduação e pós-graduação do Centro de Educação, Centro de Ciências da Saúde e do Centro de Artes e Letras. Entre os temas a serem abordados nos ateliês estão promoção da saúde, artes visuais, teatro e arte e terapia. As instituições que receberão os grupos são as escolas municipais (Emefs): Três de Maio, 7 de Setembro, Olavo Bilac e Alberto Pasqualini.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2024/06/18/reconstruir-rs-ufsm-anuncia-campanha-humanitaria-de-apoio-aos-municipios-afetados-pela-enchente">Saiba mais sobre a chamada humanitária “Reconstrução RS”</a></p>
<p><em>Com informações e fotos da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove ações do “Reconstrução RS” em comunidade quilombola do Rincão dos Martimianos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/24/ufsm-promove-acoes-do-reconstrucao-rs-em-comunidade-quilombola-do-rincao-dos-martimianos</link>
				<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 12:47:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Solidária e Cidadã]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66366</guid>
						<description><![CDATA[Atividades fazem parte das ações de extensão de chamada humanitária e do programa UFSM Solidária e Cidadã]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66367" align="alignleft" width="600"]<img class="wp-image-66367 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/IMG_20240716_104442692_HDR-1024x576-1.jpg" alt="" width="600" height="337" /> Estudantes da UFSM ajudaram em plantio de horta comunitária[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) desenvolveu no mês de julho, ações para apoiar a reconstrução e o desenvolvimento sustentável da comunidade quilombola do Rincão dos Martimianos, em Restinga Seca (RS). As atividades fazem parte do programa UFSM Solidária e Cidadã e integram a chamada humanitária “Reconstrução RS”, criada para auxiliar municípios e comunidades atingidas pelo desastre climático no Rio Grande do Sul.</p>
<p>As equipes multidisciplinares passaram dois dias no território quilombola, onde moram 54 famílias em uma área de 98 hectares. As ações de apoio possuem três frentes principais: saúde e assistência básica, agricultura e alimentação e infraestrutura. Como parte das atividades, professores e estudantes do Colégio Politécnico da UFSM ajudaram no plantio de uma horta comunitária, levaram orientações sobre saúde sexual e reprodutiva, além de realizarem testes rápidos de saúde com membros da comunidade. As equipes foram coordenadas pelos professores Guilherme Emanuel Weiss Pinheiro e Cindy Menezes Silva.</p>
<p>Também nesta etapa, o professor do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), José Abílio Freitas, fez um levantamento das demandas da comunidade relacionadas à infraestrutura elétrica das casas e instalações. O objetivo foi levantar informações para uma próxima visita, junto com estudantes, para realizar as reformas e melhorias necessárias na infraestrutura da comunidade. Participaram também da visita estudantes de cursos de graduação e pós-graduação de áreas como Direito, Economia, Relações Internacionais e Serviço Social.</p>
<p>De acordo com o coordenador de cidadania daPró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE), Victor Lopes, a Universidade possui um histórico de cooperação com os quilombolas do Rincão dos Martimianos. Por isso, após o desastre dos meses de abril e maio, uma visita foi realizada em junho para compreender os impactos das fortes chuvas no território e ouvir demandas da comunidade, o que levou à construção dos planos de trabalho que estão sendo executados.</p>
<p>“Essas comunidades sempre estiveram em uma situação de vulnerabilidade, então, a participação da Universidade na construção sustentável e cidadã, junto a essas pessoas, sempre foi fundamental. Agora, depois do desastre socio-climático, torna-se ainda mais importante fazer nossas ações e uma extensão de fato, atravessando os muros acadêmicos”, afirma Victor Lopes.</p>
<h3>Recepção da comunidade</h3>
[caption id="attachment_66368" align="alignright" width="600"]<img class="wp-image-66368 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-17-at-15.57.11-1-1-1024x768-1.jpeg" alt="" width="600" height="450" /> Participantes realizaram oficina sobre aproveitamento integral dos alimentos[/caption]
<p>Presidente da Associação da Comunidade Quilombola Rincão dos Martimianos, Clédis Resende de Souza destaca o desejo de estabelecer cada vez mais parcerias para desenvolver a agricultura familiar no território, uma demanda antiga pelo resgate das tradições e pela sustentabilidade. “A comunidade tem esse anseio de ter autonomia produtiva, de desenvolver algumas culturas e resgatar nossa ancestralidade”, comenta a líder comunitária.</p>
<p>Todas as ações realizadas pela UFSM foram desenvolvidas a partir das demandas e do diálogo com as lideranças da comunidade. Assim como Clédis, a vice-presidente da Associação, Teresinha Aparecida Lopes Paim, conta sobre os desafios de cuidar da terra e voltar a produzir, após sofrer os impactos das enchentes, que trouxeram graves consequências para o solo e prejudicaram o cultivo de certos alimentos como mandioca, batata e arroz. “Essa articulação com a Universidade é muito boa para reivindicar direitos”, complementa Teresinha.</p>
<h3>Outras ações e parcerias</h3>
<p>Em conjunto com as ações desenvolvidas pela UFSM no Rincão dos Martimianos, a Emater RS/Ascar e diferentes secretarias municipais de Restinga Seca estiveram no território. Equipes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Programa Primeira Infância Melhor (PIM) e da Unidade Básica de Saúde (UBS) fizeram palestras e tiraram dúvidas da comunidade. Já as equipes da Emater-RS ajudaram no plantio da horta e promoveram oficinas de aproveitamento integral de alimentos, além de coletar amostras do solo para análise e estimular o cultivo de plantas medicinais.</p>
<p><a href="https://ufsm.br/r-346-9983">Saiba mais sobre a chamada humanitária “Reconstrução RS”</a></p>
<p><em>Com informações e fotos da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão promove atividades culturais com comunidades atingidas pelas enchentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/02/projeto-de-extensao-promove-atividades-culturais-com-comunidades-atingidas-pelas-enchentes</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 13:30:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Lasca]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Educativo Gama d'Eça]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66181</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa tem como objetivo aproximar a UFSM e comunidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Divisão de Museus, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, leva alunos de regiões afetadas pelas enchentes de maio a espaços culturais da Universidade, através do projeto de extensão UFSM Solidária e Cidadã. Os primeiros participantes foram alunos do primeiro ano da Escola  Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada na zona norte de Santa Maria. Eles conheceram o Museu Gama D’Eça no último dia 19.</p>
<p>A visita contou com a participação do Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA) da UFSM, que realizou uma oficina sobre educação patrimonial a respeito dos povos originários do Rio Grande do Sul, por meio de atividades com arco e flecha.</p>
<p>O chefe da Divisão de Museus, Augusto Nobre Gonçalves, explica que o projeto visa atuar em comunidades que, apesar de estarem geograficamente próximas da UFSM, não conseguem acessar os seus bens culturais. Por isso, o UFSM Solidária e Cidadã realiza uma busca ativa nas escolas ao invés de esperá-las. O transporte dos alunos e professoras da escola foi realizado com um ônibus cedido pela Pró-Reitoria de Infraestrutura. </p>
<p>Para saber mais sobre o programa e a visita, assista à reportagem produzida pela TV Campus.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->https://www.youtube.com/watch?v=4FhrTQpd_Dk<p><em>Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Foto de capa: Divisão de Museus, divulgação<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ações solidárias do Pastos &amp; Solidariedade ajudam famílias e produtores rurais do município de Santa Maria e região</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/2024/06/11/acoes-solidarias-do-pastos-solidariedade-ajudam-familias-e-produtores-rurais-do-municipio-de-santa-maria-e-regiao</link>
				<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 20:09:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[ppgz]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgz/?p=705</guid>
						<description><![CDATA[Uma iniciativa solidária dos estudantes do Laboratório Pastos &amp; Suplementos, coordenado pela Professora Drª Luciana Pötter, trouxe esperança e apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As ações realizadas entre os dias 02 de maio a 27 de maio pelos voluntários, incluindo professores e estudantes do PPGZ-UFSM, e apoiado por várias empresas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Uma iniciativa solidária dos estudantes do Laboratório Pastos &amp; Suplementos, coordenado pela Professora Drª Luciana Pötter, trouxe esperança e apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As ações realizadas entre os dias 02 de maio a 27 de maio pelos voluntários, incluindo professores e estudantes do PPGZ-UFSM, e apoiado por várias empresas e organizações, destacaram a importância da solidariedade em momentos de necessidade. A iniciativa inicial foi a preparação e distribuição de marmitas às vilas e bairros mais afetados pelas chuvas. Vilas e bairros como Itararé, Urlândia, Lidia, Boi Morto, Caturrita, Lorenzi, foram atendidos. Além das marmitas, o grupo realizou entrega de cestas básicas, kits de higiene, limpeza e saúde do bebê em diversos municípios como Ivorá, Silveira Martins, Agudo, Dona Francisca, São João do Polêsine, Faxinal do Soturno, Nova Palma, além de pontos de distribuição da cidade de Santa Maria (Igreja Santa Teresinha, Templo das Nações, Unidade de Pronto Atendimento, A.T. Poncho Branco, etc.). As próximas iniciativas do grupo foram o fornecimento de insumos para alimentação animal voltadas aos produtores rurais de Agudo, além de sementes forrageiras para recuperação das pastagens atingidas pelas enchentes.</p>
<figure>
<figure></figure>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
</figure>
<p><!-- /wp:gallery --></p>
<p><!-- /wp:group --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-09-at-13.54.47-2-768x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-09-at-13.54.51-1-768x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-09-at-13.54.48-768x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-09-at-13.54.51-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-09-at-13.54.53-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/562/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-09-at-13.54.49-1-1024x768.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de pesquisa do LAGEOLAM realiza a primeira oficina no bairro Urlândia para a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR - Santa Maria/RS)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/05/27/grupo-de-pesquisa-do-lageolam-realiza-a-primeira-oficina-no-bairro-urlandia-para-a-elaboracao-do-plano-municipal-de-reducao-de-riscos-pmrr-santa-maria-rs</link>
				<pubDate>Mon, 27 May 2024 23:08:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desastres]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
		<category><![CDATA[PMRR]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/?p=212</guid>
						<description><![CDATA[No dia 15 de maio de 2024, a comunidade das Vilas Urlândia e Santos se uniram ao grupo de pesquisa do Laboratório de Geologia Ambiental da UFSM na primeira oficina para elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos do município.  Após o início das chuvas intensas no Estado do Rio Grande do Sul, no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="825" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-14.04.18-1024x825.jpeg" alt="" />													
		<p>No dia 15 de maio de 2024, a comunidade das Vilas Urlândia e Santos se uniram ao grupo de pesquisa do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam">Laboratório de Geologia Ambiental</a> da UFSM na primeira oficina para elaboração do <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/2024/05/27/plano-municipal-de-reducao-de-riscos-pmrr-santa-maria-rs">Plano Municipal de Redução de Riscos</a> do município. </p><p>Após o início das chuvas intensas no Estado do Rio Grande do Sul, no dia 1 de maio de 2024, muitos moradores locais foram atingidos, tornando ainda mais clara a importância do projeto que está sendo realizado. Na região, foram verificados eventos de inundação, alagamento e erosões de margens fluviais, gerando grandes problemas para a comunidade, como perdas materiais e agravamento da situação de risco dos moradores.</p><p>Durante a execução do trabalho, a participação da comunidade enriqueceu as informações previamente levantadas pelos pesquisadores e apresentaram a sua visão acerca dos problemas observados, com a experiência de quem vive no local. </p><p>A oficina foi realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental São Carlos, na região norte do bairro Urlândia, onde os docentes do LAGEOLAM explicaram o significado do PMRR e sua importância e qual o objetivo da oficina com a comunidade. Foram também apresentados  conceitos como inundação, alagamentos e  erosões de margem. Os participantes se organizaram em grupos e com a ajuda dos docentes e bolsistas identificaram suas residências e caracterizaram os problemas que enfrentaram nas ruas, pátios e moradias, observando o local do bairro, e a altura que a água atingiu.  </p><p>Além de relatar a gravidade das ocorrências atuais, a comunidade também informou sobre os problemas que já haviam ocorrido no local, proporcionando uma cronologia dos eventos, que são recorrentes. </p><p> </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.51-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.51 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.52-1.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.52 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.55-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.55 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.53-3.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.53 (3)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.55.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.55" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/649/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-27-at-13.51.51-2.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-27 at 13.51.51 (2)" /></figure>			
		<p>Durante a atividade, a comunidade demonstrou notável conhecimento sobre onde vivem e os eventos que presenciam, entendendo de forma particular as dinâmicas fluviais que ali ocorrem. </p><p>A execução da oficina deu suporte para os trabalho de campo realizados logo após, nos dias 16 e 17 de maio, onde os pesquisadores percorreram as Vilas Urlândia e Santos, observando presencialmente os fatos relatados pela comunidade. Os mapas elaborados com o auxílio da população serviram de instrumento para os dias de campo, já que ali foram anotados os limites das inundações e alagamentos demarcados pelos moradores. </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM para a comunidade: projeto de atletismo conecta Universidade e escolas públicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/04/29/ufsm-para-a-comunidade-projeto-de-atletismo-conecta-universidade-e-escolas-publicas</link>
				<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[CEFD]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Nieems]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65715</guid>
						<description><![CDATA[Projeto de extensão comunitário atende mais de 500 crianças e adolescentes]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_65716" align="alignleft" width="501"]<img class="wp-image-65716 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/04/MGL9822.jpg" alt="" width="501" height="334" /> Atividades iniciam com alongamento orientado por Laíne[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Crianças correndo, praticando alongamentos, realizando atividades físicas em grupos ou duplas, essa é a visão ao entrar na quadra esportiva da Escola Municipal Diácono João Luiz Pozzobon, em Santa Maria, nos dias em que o Projeto Atletismo Comunitário está lá. Desde 2020, a iniciativa conecta os jovens das escolas públicas de Santa Maria à UFSM. Atualmente, atende duas escolas, uma municipal e outra estadual, além de levar os estudantes para a Universidade uma vez ao mês. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto, vinculado ao Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), atende, além da escola Diácono João Luiz Pozzobon, o Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso, desde 2023. Liderado pelo professor e coordenador de Atletismo da UFSM, Luiz Fernando Cuozzo Lemos, o Atletismo Comunitário pratica o esporte com os alunos dos anos finais do ensino fundamental do Colégio Edna May Cardoso e com todas as turmas da escola Diácono João Luiz Pozzobon, duas vezes por semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda, uma vez por mês esses alunos também têm a oportunidade de praticar as atividades na pista de atletismo da Universidade, o que possibilita um maior contato entre comunidade e UFSM, além dos estudantes poderem praticar em uma pista com padrão olímpico. O deslocamento é realizado com um ônibus, conquistado através de parcerias com diferentes entidades e empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além desses encontros, a coordenadora dos anos finais da escola Diácono João Luiz Pozzobon, Maitê Cezar da Silva, também proporciona a oportunidade de pelo menos 4 estudantes irem ao campus todos os sábados para treinar. “No sábado, como acontece o treino de atletismo da UFSM, eu procuro levar aqueles alunos que têm se destacado, levo com o meu carro. Então eu consigo levar quatro e todo sábado eu vou”, conta a coordenadora. De acordo com Maitê, a cada semana ela reveza quais estudantes levará.</span></p>
[caption id="attachment_65718" align="alignright" width="503"]<img class="wp-image-65718 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/04/MGL9718.jpg" alt="" width="503" height="335" /> Atividades são adaptadas para que o maior número de modalidades possa ser oferecido[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto abarca, dentro do que é possível adaptar para cada escola, todas as modalidades do atletismo, como os saltos, corridas e lançamentos. Ainda, além de possibilitar a prática esportiva para os estudantes, a iniciativa proporciona que os mais qualificados possam participar de competições e representar Santa Maria. “É um projeto que além de estar formando o cidadão, dando oportunidade, ensinando valores que estão atrelados ao esporte, porventura os que se dedicarem, entenderem que tem um talento esportivo, ou mesmo que não tenha talento, mas tenha uma dedicação bastante grande, podem ,através do esporte, buscar uma posição de ascensão social”, comenta Luiz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor explica que para fazer essas parcerias não é necessário pensar em grandes estruturas. As escolas em que atuam no momento já têm uma boa quadra, além de bolas e outros equipamentos como cones. Para praticar os saltos, o projeto construiu, junto com a escola Diácono, uma caixa de areia. Luiz Fernando comenta que para os alunos que não possuem um tênis com condições para prática esportiva, muitas vezes eles conseguem através de doações. “Mesmo que nem sempre tenhamos as condições ideais de lazer e de esporte, isso faz com que eles se desenvolvam muito em movimentos naturais, como antigamente acontecia. Correr, saltar, pular, rolar: isso são capacidades físicas relacionadas ao atletismo”, comenta.</span></p>
<h3>Tradição de família: surgimento do projeto</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia do projeto de Atletismo Comunitário surgiu em 2017, quando o professor Luiz Fernando entrou na Universidade. A proposta foi colocada em prática em 2019, em São Sepé, em parceria com a Prefeitura Municipal. Enquanto isso, em Santa Maria, aconteciam, todas as tardes, aulas na praça Praça Ademar Antônio Cantarelli, no bairro Camobi, em que participavam as escolas da região. Com a pandemia, foi preciso reduzir a atuação, que foi retomada em 2023, nas escolas Diácono e Edna.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, foi apenas em 2024 que o projeto tomou força e pode atender todas as turmas da escola Diácono. Neste ano, os alunos começaram a participar de competições e o Atletismo Comunitário conseguiu parcerias para que pudesse ganhar mais qualidade e oportunizar melhores condições de prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Luiz conta que o desejo de desenvolver projetos como esse vem de casa. “De certa forma, eu sou oriundo de projetos sociais. O primeiro projeto de canoagem de Santa Maria quem criou foi meu pai, lá em 1997, que era o ‘Canoagem na Escola’. Ele acabou mudando a vida de muita gente. Eu mesmo me envolvi muito no projeto e com a comunidade que participava. Com isso me desenvolvi como atleta”, relata o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando se tornou docente, Luiz viu a possibilidade de movimentar e fazer algo a mais pela comunidade de Santa Maria. “A vontade, já vem de casa, de formação enquanto pessoa. Acho que essa é uma das maiores missões que nós temos na Universidade: estar mudando vidas e oferecendo mais para comunidade, para as pessoas”, comenta.</span></p>
<h3>UFSM e comunidade</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A parceria com as escolas aconteceu através da busca ativa do professor Luiz. A coordenadora Maite desde início se mostrou muito receptiva e ansiosa. “Projetos assim são muito importantes, especialmente em uma região que tem um alto índice de vulnerabilidade. Então eu acredito que o esporte salva. Independente do esporte, enquanto eles estão praticando, eles estão dentro da escola, não estão se envolvendo com outras coisas que eles têm acesso no dia a dia deles. Quanto mais a gente conseguir trazer esses alunos para dentro da escola, envolver eles com outras atividades, acho que só traz benefícios”, declara Maitê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A coordenadora acrescenta que quanto mais projetos como esse forem desenvolvidos na escola, melhor é. Para ela, é fundamental a parceria entre escolas e Universidade. “Projetos de esporte ou até de outras áreas também, como cultura, que a Universidade nos oferece, são sempre muito bem-vindos, a gente aceita tudo!”, comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa relação entre Universidade e comunidade é fundamental para Luiz Fernando, que entende que a Instituição deve ter essa inter-relação como essência. “A universidade só existe para comunidade, é nosso papel enquanto funcionário público poder estar realmente ultrapassando os muros da Universidade, chegando na comunidade. Trazendo a universidade para dentro da escola e também levando a realidade, através dos nossos alunos daqui [das escolas], para dentro da universidade, para discutir e construir ciência”, observa Luiz.</span></p>
<h3>Recepção dos alunos</h3>
[caption id="attachment_65717" align="alignleft" width="500"]<img class="wp-image-65717 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/04/MGL9763.jpg" alt="" width="500" height="334" /> Com orientações da equipe, alunos aprendem regras do esporte[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Da coordenadora da escola, passando pelo coordenador do projeto até a aluna de graduação que atua em conjunto, a visão a respeito dos estudantes é a mesma: evolução. De acordo com a graduanda em Educação Física, Laíne Franco, turmas que no início possuíam apenas 10 alunos, hoje contam com 20 ou 30 jovens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Luiz e Maitê concordaram na mudança de comportamento dos alunos. Maitê observa que agora, em sala de aula, os estudantes se preocupam em concluir as atividades para poderem participar do projeto. Além disso, a coordenadora afirma que durante a semana é questionada diversas vezes pelos jovens para saber quando o atletismo comunitário irá até eles, ou até mesmo quando poderão ir até a UFSM novamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor Luiz afirma que os próprios alunos fazem a auto cobrança para se desenvolverem em sala de aula, assim o atletismo comunitário pode continuar.  “Eles são cobrados e relembrados pela comunidade escolar, por mim e por todos, que a participação em sala de aula é fundamental para a manutenção do projeto. É um processo que está em construção, é dinâmico, mas sem sombra de dúvidas ao longo desse tempo, eles vão cada vez mais se monitorarem para poder estar se controlando e assim evitando evasão escolar, a indisciplina”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As alunas do 6° ano comprovam os relatos dos professores. Para Laisa Quevedo e Vivan Rodrigues o projeto é muito legal pois faz com que elas se exercitem mais, e até consideram seguir com os esportes no futuro. “Melhoraram as pernas! Dá para correr mais, ficou melhor com os exercícios que eles dão”, comenta Vivian.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de 12 anos, Andriele Martins, ressalta a importância do atletismo comunitário na escola, para além da atividade física. “Além de dar mais empenho nas pernas, fez muita diferença, porque antes não tínhamos nada. Agora todos melhoraram o desempenho também na sala de aula”, conta a estudante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A paixão pelo projeto também chegou nos estudantes de graduação. “Eu não tenho palavras para mensurar como é gratificante participar desse projeto", conta Laíne. Com lágrimas nos olhos, a estudante de educação física conta como esse projeto pode mudar vidas. Ela ressalta que antes alunos que não faziam questão de participar, agora se dedicam e ficam ansiosos para poder participar de competições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o futuro, o desejo de Luiz é atender ainda mais escolas e, se fosse possível, gostaria que o projeto abraçasse todas as escolas públicas de Santa Maria. “A gente tem um início, quem sabe um dia vamos chegar, temos que analisar as necessidades e potenciais”, relata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No próximo dia 4 de maio, o Atletismo Comunitário levará 4 jovens das escolas para uma competição interestadual que acontecerá em Porto Alegre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Você pode ter contato com o projeto através do Instagram do </span><a href="https://www.instagram.com/nieems_ufsm?igsh=N2xkamI5NnJvcHpw"><span style="font-weight: 400">NIEEMS</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><em>Texto e fotos: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        