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				<title><strong>Fandango com Os Monarcas marca noite de segunda-feira no Acampamento Farrapo</strong></title>
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				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 18:32:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Apresentação reuniu tradicionalistas e comunidade no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella durante a programação da Semana Farroupilha. Por: Scheila Avilla O 46º Acampamento Farrapo de Frederico Westphalen teve uma noite de grande movimentação nesta segunda-feira (14), com o fandango de Os Monarcas. A apresentação, realizada no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella, reuniu tradicionalistas, [&hellip;]]]></description>
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<p><em>Apresentação reuniu tradicionalistas e comunidade no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella durante a programação da Semana Farroupilha.</em></p>
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<p><strong>Por</strong>: Scheila Avilla</p>
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<p>O 46º Acampamento Farrapo de Frederico Westphalen teve uma noite de grande movimentação nesta segunda-feira (14), com o fandango de Os Monarcas. A apresentação, realizada no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella, reuniu tradicionalistas, famílias e visitantes e registrou recorde de público na noite, segundo o jornal O Alto Uruguai.</p>
[caption id="attachment_1182" align="alignnone" width="1024"]<img class="wp-image-1182 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-14.58.40-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /> Os Monarcas levaram o fandango ao palco do 46º Acampamento Farrapo, reunindo o público em uma noite de música e dança. Foto: Sidnei Bairros.[/caption]
<p>Conhecidos pela trajetória na música tradicionalista do Rio Grande do Sul, Os Monarcas têm um repertório voltado aos ritmos de baile e às temáticas ligadas à vida no campo e aos costumes gaúchos. Ao longo da carreira, o grupo consolidou espaço entre os conjuntos de música regional do Estado e passou a integrar a programação de diferentes eventos tradicionalistas.</p>
<p>Durante o fandango, o público acompanhou músicas conhecidas do grupo, como “Tô Voltando Pra Ficar” e “Campeiro do Rio Grande”. O repertório, marcado por ritmos próprios dos bailes tradicionalistas, também possibilitou a participação do público por meio da dança.</p>
[caption id="attachment_1183" align="alignnone" width="576"]<img class="wp-image-1183 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-14.59.38-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /> Foto: Sidnei Bairros.[/caption]
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				<title><strong>Invernada reúne dança e tradição no 46º Acampamento Farrapo</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/15/invernada-reune-danca-e-tradicao-no-46o-acampamento-farrapo</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:17:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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						<description><![CDATA[Apresentação do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre ocorreu na noite de 14 de setembro, em Frederico Westphalen. Por: Scheila Avilla A dança tradicionalista foi destaque na noite deste segunda (14), durante a apresentação da Invernada do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre, no 46º Acampamento Farrapo, em Frederico [&hellip;]]]></description>
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<p><em>Apresentação do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre ocorreu na noite de 14 de setembro, em Frederico Westphalen</em>.</p>
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<p><strong>Por</strong>: Scheila Avilla</p>
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<p>A dança tradicionalista foi destaque na noite deste segunda (14), durante a apresentação da Invernada do DTG Sentinelas do Auxiliadora e do Piquete Alto Alegre, no 46º Acampamento Farrapo, em Frederico Westphalen. A atividade ocorreu no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella e reuniu a comunidade para acompanhar as apresentações que integram a programação da Semana Farroupilha.</p>
<p>Com trajes tradicionais e coreografias características das danças gaúchas, os integrantes da invernada levaram ao público elementos da cultura e das tradições do Rio Grande do Sul. A apresentação fez parte das atividades realizadas ao longo do Acampamento Farrapo, que teve início no dia 11 e segue até 20 de setembro.</p>
[caption id="attachment_1177" align="alignnone" width="576"]<img class="wp-image-1177 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-09.43.50-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /> A invernada do DTG Sentinelas da Auxiliadora marcou presença na programação do evento, levando ao tablado a dança, a música e a tradição que atravessam gerações e fortalecem a cultura gaúcha. Foto: Scheila Avilla.[/caption]
<p>A programação do evento reúne diferentes manifestações da cultura gaúcha, entre elas apresentações artísticas, música, concursos, oficinas e o 11º Canto do Barril. Nesse contexto, as apresentações de invernadas contribuem para manter a dança tradicionalista presente nos festejos e aproximar diferentes gerações da cultura gaúcha.</p>
<p>Além das atividades oficiais, o Parque de Exposições também conta com piquetes e galpões organizados por famílias, grupos de amigos, entidades tradicionalistas e empresas. Os espaços funcionam como pontos de encontro durante a Semana Farroupilha, promovendo momentos de convivência e valorização de costumes como a música, a culinária e as vestimentas tradicionais.</p>
<p>O 46º Acampamento Farrapo segue com programação até o dia 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella, reunindo a comunidade de Frederico Westphalen e região em atividades voltadas à cultura tradicionalista.</p>
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				<title><strong>46º Acampamento Farrapo reúne tradição e cultura gaúcha em Frederico Westphalen</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/09/15/46o-acampamento-farrapo-reune-tradicao-e-cultura-gaucha-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 14:01:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
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		<category><![CDATA[município de Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[semana farroupilha 2026]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação da Semana Farroupilha ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella. Por: Scheila Avilla A cultura e as tradições do Rio Grande do Sul ganham destaque durante a Semana Farroupilha. Em Frederico Westphalen, a programação é marcada pela realização do 46º Acampamento Farrapo, que ocorre de 11 a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Programação da Semana Farroupilha ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella.</em></p>
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<p><em>Por</em>: Scheila Avilla</p>
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<p>A cultura e as tradições do Rio Grande do Sul ganham destaque durante a Semana Farroupilha. Em Frederico Westphalen, a programação é marcada pela realização do 46º Acampamento Farrapo, que ocorre de 11 a 20 de setembro, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Batistella.</p>
<p>Durante dez dias, o espaço recebe atividades voltadas à valorização da cultura gaúcha, reunindo apresentações artísticas, música, concursos e momentos de convivência entre a comunidade. A programação conta com apresentações de invernadas, shows, o 11º Canto do Barril, concursos, oficinas e outras atividades.</p>
[caption id="attachment_1178" align="alignnone" width="576"]<img class="wp-image-1178 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-15-at-09.44.49-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /> Os galpões e piquetes são parte do cenário do 46º Acampamento Farrapo de FW, reunindo elementos que remetem aos costumes e à identidade gaúcha. Entre bandeiras, objetos tradicionalistas e espaços de convivência, cada estrutura ajuda a construir o ambiente de celebração da Semana Farroupilha. Foto: Scheila Avilla.[/caption]
<p>Mais do que uma programação cultural, o Acampamento Farrapo também transforma o parque de exposições em um espaço de encontro entre famílias, amigos e entidades tradicionalistas. A iniciativa proporciona à comunidade a oportunidade de vivenciar costumes que fazem parte da identidade do povo gaúcho.</p>
<p><strong>Piquetes e galpões fazem parte da programação</strong></p>
<p>Além das atividades previstas na programação oficial, um dos destaques do Acampamento Farrapo são as estruturas conhecidas como piquetes ou galpões. Montados temporariamente por famílias, grupos de amigos, Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e empresas, esses espaços se tornam pontos de encontro durante os festejos.</p>
<p>Nos galpões, os participantes podem compartilhar momentos de convivência e manter vivas diferentes manifestações da cultura tradicionalista, como a culinária, a música, as vestimentas e os costumes do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A presença desses espaços reforça uma das características da Semana Farroupilha: a união entre tradição e convivência comunitária. Ao longo dos dias de programação, o parque se torna um ambiente de celebração da cultura gaúcha e de participação da comunidade de Frederico Westphalen e região.</p>
<p>Com 46 edições, o Acampamento Farrapo integra o calendário tradicionalista do município e contribui para a preservação e a transmissão das tradições gaúchas entre diferentes gerações.</p>
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						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Gaúcho no próximo domingo (13)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/ufsm-promove-viva-o-campus-gaucho-no-proximo-domingo-13</link>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:18:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[Dia do Gaúcho será comemorado no Viva o Campus com muitas atividades e música tradicionalistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) UFSM, promove, neste domingo, 13 de setembro, o <strong>Viva o Campus Gaúcho</strong>. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 14h às 18h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, Mostra Morfo; Projeto Arte Além do Ofício; Projeto Hangar Aeroespacial e o Projeto Olha o Passarinho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O evento contará também com oficinas de esportes e jogos campeiros, como bocha e truco, e a atração artística do Viva vai ficar por conta do DTG Noel Guarany com apresentações de canto e dança e a participação especial do cantor Junior Benaduci trazendo muita música gaúcha. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus. Realizada desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.<br /><br /><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</em><em><br /></em><em><br /></em><br /><br /><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA:</em></strong><br /><br />15h às 15h30 – Esportes e jogos campeiros<br />– Bocha na grama, na área próxima ao bosque<br />– Oficina de Truco Gaúcho</p>
<p class="wp-block-paragraph">15h30 – APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS INDIVIDUAIS<br />– Talentos do DTG Noel Guarany<br />Apresentações individuais de música e/ou dança tradicionalista.<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph">16h – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS<br />–  Danças Tradicionais Gaúchas<br />Apresentação coletiva do DTG Noel Guarany, com aproximadamente 15 minutos.<br />Largo do Planetário<br /><br />16h30 – Junior Benaduce<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em><br /></em><strong>PARCEIROS FIXOS</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>PLANETÁRIO</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">14h às 17h30 – Exposição: Céus do Sul<br />Sessões de Cúpula:<br />14:30 / 15:30 / 16:30<br />Filme – O Sol: A Nossa Estrela Viva<br /><br /></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>JARDIM BOTÂNICO</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">14h às 18h<br />Telhado verde<br />Jardim sensorial<br />Exposição de animais taxidermizados <br />Horta Mandala<br />Pracinha Quintal dos brotos<br />Inauguração do “Recanto da erva Mate” com distribuição de sachês de chazinhos para chimarrão aos visitantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>MOSTRA MORFO</em><br />14h às 18h<br />– Mostra de Ciências Morfológicas<br />Prédio 19<br /><br /><em>PROJETO HANGAR</em><br />14h às 18h<br />– Apresentações gerais<br />Prédio 9h, em frente ao IEM e do lado do GPMOT, final da Rua do IMPE</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>POLIFEIRA DO AGRICULTOR</em><br />14h às 18h<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>OFICINA OLHA O PASSARINHO<br /></em>14h às 18h<br />Largo do Planetário</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-17695" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/01-Card-CV-Gaucho-Capa-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Desapego: espetáculo questiona pressões impostas pelos papéis sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/04/desapego</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:12:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[caixa preta]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Desapego]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enquandramento social]]></category>

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						<description><![CDATA[Cia Lápis de Seda também ofereceu oficina de dança inclusiva para pessoas com deficiência
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/ESPETACULO_DESAPEGO_GIULIA_MAFFINI_013-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de bailarinos no palco do Caixa Preta. As dançarinas e os dançarinos, em pé, fazem coreografias com quatro molduras com tamanho semelhante ao de portas. Alguns estão com os corpos entrando e ou saindo molduras" />											<figcaption>Espetáculo de danças com bailarinos com e sem deficiência usou molduras para questionar equadramentos sociais </figcaption>
										</figure>
		<p>O Teatro Caixa Preta, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), recebeu nesta quinta (3) o espetáculo de dança inclusiva <i>Desapego</i>, da Companhia de Dança Lápis de Seda. O grupo de Florianópolis (SC) trouxe ao palco a dança contemporânea produzida por artistas com e sem deficiência.</p><p>Nove bailarinos protagonizaram a cena com a utilização de molduras em tamanho real. Os dançarinos as utilizam como objetos cênicos para ressignificar os enquadramentos sociais. Conforme a diretora da companhia, Ana Luiza Ciscato, este é um espetáculo para se "desapegar daquilo que causa dor durante o processo de tentar se moldar para caber onde não se cabe". </p><p>As diferenças são usadas como matéria-prima de criação. Todos os movimentos vêm dos bailarinos, por meio de laboratórios dirigidos por Ana Luiza, que é também a coreógrafa de Desapego. Conforme a bailarina Roberta Nastari de Oliveira, o principal disparador para a criação da coreografia foram as molduras. Ela conta que os itens são elementos visuais que representam muito bem a proposta do espetáculo no palco. “Isso ajuda também no nosso entendimento da que está por trás do Desapego". As molduras são um link entre o que é subjetivo e o que surge da proposta inicial - o entendimento do que é estar dentro de moldes e o sentimento que se tem ao estar preso ao quadro imposto.</p><p>Produtor do espetáculo, responsável pela logística das apresentações, Ulisses Souza, explica que Desapego foi apoiado pela Funarte e passou por três cidades antes de chegar a Santa Maria: Florianópolis e São José (SC) e Curitiba (PR). O espetáculo, agora, retornará a Florianópolis para encerramento da temporada.</p><p>“Hoje a gente considera que o nosso trabalho é artístico, sensível, e também tem um cunho muito político. A gente entende que trabalha por uma causa”, conclui a diretora.</p><p>A passagem da companhia por Santa Maria se encerrou com uma oficina de dança para pessoas com deficiência no prédio 40C no campus sede da UFSM, ministrada por Ana Luiza. A oficina se trata de uma aula de dança, com todas as etapas de uma aula “convencional”: aquecimento, alongamento e proposta de criação e improvisação por meio de jogos que trabalham a interação -  o que estimula o prestar atenção ao outro.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/ESPETACULO_DESAPEGO_GIULIA_MAFFINI_005-1-1-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de bailarinos no Caixa Preta. No centro da imagem, um bailarino está cercado por pelo menos quadro molduras, que fecham a figura de um quadrado. No entorno, uma bailarina eum bailarino dançam. No canto esquerdo, à frente da cortina, uma mulher observa a cena." />											<figcaption>Cia catarinense trouxe espetáculo inclusivo ao Caixa Preta</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Desapego (2022)</b><b>&nbsp;</b></h3>
<p>O espetáculo aborda os moldes sociais nos quais somos obrigados a nos encaixar para viver no mundo hoje. “É uma coisa que causa muita dor. Você fica o tempo todo se enquadrando num lugar que você não cabe e não caberia se você fosse você mesma”, explica Ana Luiza, diretora da companhia e coreógrafa da apresentação. O espetáculo e a oficina contam com uma intérprete de Libras e reforça seu compromisso com a acessibilidade com o público e com os artistas em cena.</p>
<h3><b>Conheça a Companhia de Dança Lápis de Seda</b></h3>
<p>Fundada em 2013 pela sua diretora Ana Luiza Ciscato, a Cia Lápis de Seda tem sede em Florianópolis e sete espetáculos no seu repertório, sendo o mais recente o “Desapego” (2022).</p>
<p>Formada em Dança, a coordenadora é, também, a coreógrafa das produções da companhia. As criações de Ana Luiza são fruto de 25 anos de experiência em pesquisa e práticas de dança inclusiva.</p>
<p>A Lápis de Seca costuma oferecer oficinas e cursos de formação. “Nosso objetivo é compartilhar com mais pessoas nosso modelo e nossa técnica”, comentou a diretora sobre a importância de apresentar a dança como forma de linguagem e de expressão acessível.&nbsp;</p>
<p>A companhia tem um novo espetáculo em processo de criação, com estreia prevista para novembro de 2026.</p>
<p><em style="font-size: 1rem"><strong>Texto</strong>: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias da UFSM.</em></p>
<p><em><strong>Fotos</strong>: Giulia Maffini, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias da UFSM</em></p>
<p><em><strong>Edição</strong>: Maurício Dias, jornalista</em></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/ESPETACULO_DESAPEGO_GIULIA_MAFFINI_006-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de dançarinas e dançarinos em pé em cadeira de rodas aplaudinho no momento de encerramento do espetáculo. Atrás deles, os objetos cênicos, que são molduras" />											<figcaption>Santa Maria foi a única cidade gaúcha a receber "Desapego" da Cia Lápis de Seda</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Protagonistas da resistência: a luta das mulheres Kaingang contra a violência no Território do Guarita e pela juventude indígena</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/09/01/protagonistas-da-resistencia-a-luta-das-mulheres-kaingang-contra-a-violencia-no-territorio-do-guarita-e-pela-juventude-indigena</link>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:46:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Guarita]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>

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						<description><![CDATA[Mobilização reuniu a comunidade para debater o combate ao machismo, a prevenção ao feminicídio e o resgate da saúde mental e da ancestralidade entre os jovens indígenas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/09/DSC_0094-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Discussões durante a 5ª Mobilização das Mulheres Indígenas Kaingang</figcaption>
										</figure>
		<p>Sob o tema “Entre memória e movimento, construindo redes de cuidado para as juventudes indígenas”, a 5ª Mobilização das Mulheres Indígenas Kaingang do Território do Guarita reuniu mulheres, jovens e a comunidade para reafirmar a resistência dos povos originários no Sul do Brasil. O encontro marcou um momento de denúncia, acolhimento e reconstrução de caminhos frente a desafios urgentes: o combate ao feminicídio, o enfrentamento ao machismo nas aldeias e a urgência de resgatar os sonhos e a identidade da juventude indígena.</p><p>O evento ocorreu nos dias 26 e 27 de agosto de 2026 e contou com a participação de indígenas do território de Apucaraninha, no Paraná. Ao longo do primeiro dia, as discussões foram realizadas no Centro Cultural de Tenente Portela, organizadas no formato de mesas, com a presença de indígenas e equipes que dão suporte à comunidade da aldeia. No segundo dia, as escolas realizaram os Jogos Escolares Indígenas por meio de competições esportivas, contando com modalidades como arco e flecha e bodoque.</p><p>A Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW) esteve presente por meio da equipe de docentes que ministra aulas no curso de Licenciatura Intercultural Indígena. A graduação leva o ensino superior gratuito e de qualidade para os povos indígenas em cinco aldeias da região do Médio Alto Uruguai, no Rio Grande do Sul, entre elas a Terra Indígena Guarita, que é a maior reserva do estado com mais de 23 mil hectares. A área abrange os municípios de Tenente Portela, Redentora e Erval Seco e tem população aproximada de 7 mil pessoas.</p><h3>Luta pelo fim da violência nos territórios</h3><p>O encontro colocou no centro dos debates a proteção das mulheres indígenas contra todas as formas de violência e a prevenção do feminicídio. Sob a bandeira de transformar o "luto em luta", o Grupo de Trabalho (GT) Guarita reafirmou sua força na prevenção da violência dentro do território. As participantes destacaram que a violência de gênero não é parte da cultura ancestral. “Nenhum tipo de violência faz parte da cultura indígena”, afirmaram os integrantes da terceira mesa do dia.</p><p>Os participantes assinalaram a necessidade de combater o machismo estrutural que se infiltrou nas aldeias como reflexo do processo de colonização. As mulheres Kaingang ressaltaram que a defesa do território ancestral é indissociável da defesa do corpo das mulheres indígenas, exigindo a criação de redes internas e externas de proteção e acolhimento.</p>		
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										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/09/DSC_0057-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Participantes durante o encontro no Centro Cultural de Tenente Portela </figcaption>
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		<h3>Juventude, cultura adormecida e saúde mental</h3><p>Segundo dados do Relatório Violência Contra Povos Indígenas no Brasil – 2025, lançado pelo Conselho Indigenista Missionário - Cimi em agosto deste ano, houve aumento nos conflitos relativos a direitos territoriais, assassinatos, suicídios e da mortalidade na infância. O documento apontou 215 suicídios entre os indígenas em um único ano. Por isso, um dos momentos mais profundos do encontro abordou a crise de saúde mental que afeta os jovens indígenas, que tem resultado no aumento de casos de depressão nas comunidades.</p><p>Em sua contribuição para o debate, Milena Jynhpó, do TI do Guarita e estudante do curso de Direito, ressaltou que a ausência de esperança entre os jovens está associada a séculos de apagamento, perseguição e violência contra os povos indígenas do Brasil. “A juventude indígena está sem perspectivas. Não tem sonhos e quer voltar a sonhar. Há mais de 500 anos os indígenas precisam se adaptar ao modelo de vida dos brancos, à realidade imposta pelos colonizadores”, afirmou.</p><p>Embora o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) realize esforços de atendimento coletivo, as lideranças cobraram a presença de mais psicólogos e a formação de médicos indígenas. De acordo com Milena, a resposta para essa crise passa por um atendimento em saúde mental sensível à cosmovisão originária. “Necessitamos de atendimento à saúde mental especializado e adaptado ao modo de vida do nosso povo”, disse.</p><h3>“A terra está em nós”</h3><p>Na opinião de Gilda kuitá, historiadora e membro da Terra Indígena de Apucaraninha, o adoecimento mental da juventude indígena está associado ao apagamento e a discriminação e possui quatro fatores. “O primeiro é a perca da espiritualidade, o segundo é perca da cultura, que está adormecida entre os jovens, seguido da perca da identidade indígena e do preconceito com o idioma do povo”.</p><p>Conforme explica a indígena, que recebeu o dom da espiritualidade, são os professores que devem resgatar a cultura e a espiritualidade perdidas para repassar aos jovens. Como ouvinte do encontro, ela fez um convite à reflexão para a juventude indígena, afirmando que eles devem “perceber que a espiritualidade está em tudo, nas relações sociais, na alimentação, no modo de vida, em tudo o que os cerca”.</p><p>Ao comentar sobre a cosmovisão Kaingang do mundo, Gilda pontuou “que a espiritualidade do seu povo se conecta com as plantas, com a terra, com a água e com as pedras” e que a espiritualidade é o principal tratamento para resgatar os jovens do adoecimento mental. Na visão dos Kaingang, eles surgiram da terra, saindo de dentro da montanha sagrada no começo de tudo, por isso, afirma a indígena, “a terra está em nós”.</p><h3>Educação, retomadas e presença nos espaços de poder</h3><p>A educação emergiu no evento como a principal ferramenta para transformar a realidade e retirar os jovens da marginalidade. Iniciativas como a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) foram celebradas por abrir portas no ensino superior, gerando igualdade e oportunidades especialmente para as mães indígenas.</p><p>A jovem Vanessa Fe Há enfatizou que o povo Kaingang precisa ocupar todos os espaços da sociedade civil, inclusive a comunicação. Com apenas 63 jornalistas indígenas formados no Brasil, o evento alertou para a urgência de disputar a narrativa pública e romper com a invisibilidade que afeta os povos da Região Sul. A luta pelas retomadas territoriais foi reafirmada como caminho indispensável de soberania e preservação da vida.</p>[caption id="attachment_14565" align="alignright" width="200"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/09/Caderneta-da-Mulher-Kaingang-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /> Caderneta da Mulher Kaingang[/caption]<p>Ao comentar a importância do evento, Roselaine Emília Amaral, intérprete de Kaingang no hospital de Tenente Portela, pontuou que “o maior desafio que as mulheres indígenas enfrentam é o preconceito”. Como caminho para transformar esse cenário, a liderança defende o fortalecimento dos mais novos: “Os jovens precisam se sentir parte da comunidade e saber que não estão sozinhos. A ancestralidade nos trouxe até aqui; se não fosse pela luta dos que vieram antes, não estaríamos mais aqui.”</p><p>A tarde do primeiro dia foi também marcada pelo lançamento prévio da Caderneta da Mulher Kaingang, um documento que vai atravessar todas as fases da vida das mulheres para explicar sobre os direitos, violência e saúde. O documento ainda está em construção e o piloto do material foi entregue para que a comunidade possa trazer outras contribuições.</p><p>Ao final do encontro, o Território do Guarita deixou um recado claro: o espaço indígena é o lugar do coletivo e do acolhimento e as mulheres indígenas são a força e a resistência contra todas as formas de violência. A juventude Kaingang só voltará a sonhar quando a cultura tradicional e o direito de existirem em sua plenitude forem devidamente respeitados.</p><p>Texto e fotos: Cristina Guerini <br />Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</p>]]></content:encoded>
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				<title>Companhia de dança inclusiva apresenta espetáculo “Desapego” e oficina para pessoas com deficiência na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/31/companhia-de-danca-inclusiva-apresenta-espetaculo-desapego-e-oficina-para-pessoas-com-deficiencia-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:32:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Lápis de Seda]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Desapego]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividades são gratuitas e oferecem tradução em Libras

]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73938" align="alignleft" width="529"]<img class=" wp-image-73938" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/Desapego-2_Credito-Maria-Antonia-Oliveira.jpg" alt="Foto colorida horizontal de oito dançarinos no palco, entre mulheres e homens. Seis estão em pé, alguns de frente e outros de costas, um em uma cadeira de rodas, e a oitava bailarina está em posição horizontal apoiada sobre os branços e as pernas flexionadas." width="529" height="352" /> Cia catarinenseLápis de Seda apresenta espetáculo no Caixa Preta (Foto: Maria Antonia Oliveira/Divulgação)[/caption]
<p dir="ltr">A Lápis de Seda, companhia catarinense de dança inclusiva formada por bailarinos com e sem deficiência, chega a Santa Maria com o espetáculo "Desapego" e uma oficina de dança para pessoas com deficiência. Com duração aproximada de 1h e classificação livre, a apresentação ocorre nesta quinta-feira (3), às 19h, no Teatro Caixa Preta da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – apoiadora do evento. Já na sexta-feira (4), das 14h às 15h, está agendada a oficina "Prática de Dança para Pessoas com Deficiência", na Sala Mercedes Baptista, no prédio 40C, do Centro de Artes e Letras. Ambas as atividades são gratuitas e oferecem intérprete de Libras. </p>
<p dir="ltr">Composto por bailarinos profissionais, o elenco foge dos moldes convencionais e entrega uma performance de alto rigor técnico. "Desapego" traduz em dança um comportamento comum na sociedade: a busca por aceitação em padrões sociais. O espetáculo propõe, entretanto, a urgência de romper com esse desejo de adaptação às normas. </p>
<p dir="ltr">Roupas fluidas, molduras e um andador ocupam o palco aos poucos, como símbolo de quem reconquista o próprio corpo, enquanto a trilha sonora resgata trajetórias de dor e leveza no dia a dia.</p>
<p dir="ltr">“A dança é um território de pesquisa constante, em que a técnica serve à expressão da alma. Em “Desapego”, o trabalho se desenvolveu a partir da bagagem de movimento que cada bailarino trouxe aos nossos laboratórios. Não buscamos o enquadramento, mas sim a potência do gesto autêntico — um convite para que o público também se desapegue de visões pré-concebidas e se conecte com a arte em sua forma mais pura e profissional”, explica a diretora artística e coreógrafa Ana Luiza Ciscato.</p>
<p dir="ltr">A circulação do espetáculo em Santa Maria integra o projeto "Lápis de Seda: Manutenção e Difusão da Dança Inclusiva", realizado com fomento da Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cultura do Governo Federal.<br /><br /></p>
<p dir="ltr"><strong>Oficina de dança inclusiva</strong></p>
<p dir="ltr">Além da apresentação, a Cia Lápis de Seda oferece, no dia 4, a oficina "Prática de Dança para Pessoas com Deficiência". A atividade é direcionada para pessoas com deficiência. Para participar não é necessário ter experiência em dança. Os interessados devem fazer sua inscrição pelo Whatsapp da companhia: (48) 99670-2251. A ação reforça o compromisso da companhia com a formação de novos olhares e com a construção de um modelo sustentável de cultura inclusiva.</p>
<p dir="ltr"><em>Com informações de HomerPress/Divulgação</em></p>
<p dir="ltr"><em>Foto: Maria Antonia Oliveira/Divulgação)</em></p>
<p dir="ltr"> </p>
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				<title>Quarto imersivo e contação de história trazem legado de Quintana para a Saldanha Marinho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/25/quintana</link>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:54:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[mário quintana]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação contou atividades que resgaram obra do poeta das coisas simples]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1802-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de uma mesa de trabalho com uma máquina de escrever com uma folha parcialmente escrita. Ao lado, um relógio, uma bergamota, um chimarrão, copo de café pela metade, uma térmica, um óculos redondo, um jornal dobrado. Mais ao lado, uma estante cheia de livros" /><figcaption>Quarto imersivo de Quintana trouxe máquina de escrever e objetos que remetem ao autor, como óculos redondo</figcaption></figure>
<p>Mário de Miranda Quintana foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro, considerado um dos principais expoentes da segunda geração do modernismo no país. Natural de Alegrete, o homenageado da 53ª Feira do Livro de Santa Maria era conhecido como "o poeta das coisas simples". Sua obra é marcada pela linguagem simples e pela abordagem de temas cotidianos e contemplativos.</p>
<p>Na década de 1920, Mário Quintana passou a residir em Porto Alegre. E entre 1968 e 1980, morou em um quarto do Hotel Majestic - prédio conhecido por sediar a Casa de Cultura Mário Quintina (CCMQ). Naquele período, o autor atuava como desempacotador de livros na Livraria do Globo, redator no jornal O Estado do Rio Grande, e escreveu Caderno H (1973), Apontamentos de História Sobrenatural (1976) e A Vaca e o Hipogrifo (1977). A primeira obra data de 1940, a Rua dos Cataventos. Quinta ainda foi tradutor, ao trazer para o português Virginia Woolf e Marcel Proust.</p>
<p>Na edição de 2026 da Feira do Livro de Santa Maria, o público pôde visitar um espaço imersivo inspirado no quarto de hotel onde o poeta morou, instalado no centro da Praça Saldanha Marinho. Dentro do lugar, que remetia à uma pequena casa, viam-se elementos que constituem um quarto: cama, escrivaninha e estante. A máquina de escrever, o chimarrão, as bergamotas, os muitos livros e o óculos redondo sinalizaram que ali viveu um dos maiores nomes da literatura brasileira.</p>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1832-1024x683.jpg" alt="Foto colorida de horizonal de três pessoas em pé à frente de uma maquete do Hotel Majestic, conhecido pelo tom rosado. Os dois homens e a mulher, todos jovens, usam roupas formais típicas dos anos 1960 ou 1970" />											</p>
<figcaption>Estudantes Eric Vieira, Manoela Michelin e Guilherme Bueno transportaram os frequentadores da Feira do Livro para o quarto de Quintana no antigo Hotel Majestic</figcaption>
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<h3><b>"O segredo não é correr atrás atrás das borboletas, mas cuidar do jardim"</b></h3>
<p>Três estudantes dos cursos de Licenciatura em Teatro e das Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) transformaram o quarto imersivo de Quintana na Feira do Livro de Santa Maria em um palco. O trio trouxe de forma dinâmica e delicada a história do "poeta das coisas simples" Quintana para a comunidade santa-mariense. </p>
<p>A universitária Manoela Michelin, do curso de Artes Cênicas, conta que a experiência foi muito positiva e as trocas com o público marcaram o Espaço Imersivo. “É uma coisa que sempre nos enriquece enquanto artistas e, também, enquanto pessoas. A gente vive nessa correria e poder escutar uma criança falando ou uma pessoa idosa lendo um poema, sempre traz uma nova visão daquele mesmo texto que a gente está lendo há 10 sessões naquele dia”, compara. Para a atriz, ver a arte ocupar a cidade fora do meio universitário e do meio da pesquisa, é algo muito bonito e especial. </p>
<p>Já o estudante de Licenciatura em Teatro, Guilherme Bueno, reforça a importância de homenagear o poeta: “Acredito que é importante lembrar o trabalho dele para as novas gerações. Como ele mesmo escreveu, ‘o segredo não é correr atrás das borboletas, mas cuidar do jardim para que elas venham até você’. Então acho que a gente faz a manutenção desse jardim para as novas gerações”, reflete.</p>
<p>Ambos artistas pautam a recepção positiva do público: sessões lotadas e, principalmente, o desligamento do mundo externo. “Eles respeitam o uso do celular dentro do espaço e aguardam para fazer fotos e vídeos somente no final. Eles ficam, de fato, imersos e conseguem mergulhar na proposta do trabalho”, conta Guilherme.</p>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1898-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal das duas estudantes na feira do livro. Uma está em pé com o livro em mãos e a outra está sentada com a boneca no colo. As duas estão trajadas com roupas que remetem a crianas" />											</p>
<figcaption>Renata Gassen e Victoria Leal, respectivamente, durante a contação de histórias de "Lili Iventa o Mundo"<br />
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<h3><b>"Uma vida não basta ser apenas vivida, também precisa ser sonhada"</b></h3>
<p>Já na outra ponta da Praça Saldanha Marinho, no estande da Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (APUSM), acontecia, simultaneamente, a contação de história de “Lili Inventa o Mundo”, de Mário Quintana. O livro de poesias foi originalmente publicado em 1983 e acompanha uma menina que “vive no mundo do faz de conta”.</p>
<p>Na abertura do livro, Quintana reflete sobre a imaginação:&nbsp; “As pessoas sem imaginação podem ter tido as mais imprevistas aventuras, podem ter visitado as terras mais estranhas. Nada lhes ficou. Nada lhes sobrou. Uma vida não basta ser apenas vivida: também precisa ser sonhada”. E foi baseada nessa leitura que o Coletivo Elipso, em parceria com a APUSM, desenvolveu sua atividade.</p>
<p>As atrizes do coletivo, Victoria Leal e Renata Gassen, egressas do curso de Licenciatura em Teatro e Artes Cênicas da UFSM, respectivamente, contracenaram com uma boneca e levaram ao palco uma proposta de cena animada. Com músicas, coreografias e momentos contemplativos, a apresentação evitou o didatismo excessivo para incentivar a contemplação de Lili para que a criança pudesse agir com ela “de igual para igual”.</p>
<p>A marcante característica do autor de trazer o cotidiano da personagem para dentro da história foi o que possibilitou que o coletivo criasse uma narrativa a partir dos poemas. “A gente cria uma ordem desses poemas para contar um pouco de como é o dia a dia da Lili, da perspectiva dela. Sempre trazendo essa associação que o Mário Quintana faz com os elementos da natureza, o vento e as coisas que a criança sente: o medo, a alegria da vida&nbsp;dançando na chuva”, explica Renata.&nbsp;</p>
<p>A estudante reflete que, hoje em dia, os conteúdos consumidos pelas crianças têm se tornado cada vez mais óbvios, ou seja, menos lúdicos e imaginativos. É aqui que entra a importância de trazer o autor para o espaço infantil. “Ele é muito importante, porque resgata o lúdico pelo contato com as crianças. Quando ele poetiza sobre assuntos do cotidiano, quando ele traz para as infâncias, é o olhar da criança sobre aquilo”, observa Victoria.</p>
<p>Renata explica que a contação de história ou de um espetáculo se baseia no público a quem é direcionada a atividade. Contudo, as atrizes relatam que, na feira, recebem pessoas de todas as idades e, com isso, perceberam que essa era uma atividade para todo mundo. “Quando a gente chegou, tinham pessoas mais idosas e adultas assistindo, e eles começaram a rir também, se divertiam. A gente consegue envolver os espectadores pela música e pela narrativa. Com a boneca, a gente percebeu que estimulamos a imaginação das pessoas junto com aquilo. Então tudo isso é a soma da sutileza da escrita do Mário Quintana”, conclui.</p>
<p><b style="font-weight: normal"></b></p>
<p><b style="font-weight: normal"><br />
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<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Texto: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias, e Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fotos: Giulia Maffini, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Maurício Dias, jornalista</p>
<p>&nbsp;</p>

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				<title>Editora UFSM celebra ciência e cultura na 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/13/editora-ufsm-celebra-ciencia-e-cultura-na-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:08:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação contou com o lançamento de 17 livros e sessão de autógrafos 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8771-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas debaixo de uma tenda iluminada na Feira do Livro" />											<figcaption>Sessões de lançamento da Editora UFSM levaram moradores da região à Praça Saldanha Marinho </figcaption>
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		<p>A Editora da UFSM lançou 17 obras inéditas na 53ª Feira do Livro de Santa Maria, na Praça Saldanha Marinho, nesta quarta-feira (12). O momento também contou com sessões de autógrafos com os autores e atividades voltadas ao diálogo entre ciência, literatura e arte. </p><p>Entre os lançamentos, estão publicações da Coleção Textos Introdutórios UFSM, da Série Extensão e do Selo Patrimônio e Memória, além de ebooks de literatura, música, educação, editoração, patrimônio, saúde, genética e ciências agrárias.</p><p>Durante a sessão, o diretor da Editora UFSM, Eneias Faria Tavares, destacou que este conjunto de obras representa a grandeza da universidade e das pesquisas realizadas na instituição. O professor ressaltou, ainda, a possibilidade do compartilhamento do conhecimento dos acadêmicos de forma gratuita por meio dos ebooks.</p><p>Já o vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, ressaltou a participação de diversos pesquisadores e autores na produção das obras e enfatizou o papel dos livros na divulgação do conhecimento produzido pela universidade. “A Universidade Federal de Santa Maria que coloca o livro, de qualquer uma dessas formas que seja, o livro eletrônico, físico, mas coloca o livro, transcende não só a universidade, mas transcende o tempo”, afirmou. </p><h3><b>Literatura, editoração e história em destaque</b></h3><p>Neste ano, dentre os lançamentos estão novos títulos para a coleção de livros de bolso “Textos Introdutórios”. Desenvolvida em parceria com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), esta coleção é direcionada aos estudantes do primeiro semestre de graduação com a finalidade de trazer noções básicas das áreas do conhecimento. Dois novos exemplares da coletânea foram lançados na sessão desta quarta: Teorias da Literatura e Princípios de Editoração. Ainda relacionado à editoração está “<i style="color: #000000;font-size: 1rem">Trilhas de Edição”</i>, obra que mostra os bastidores de todo o processo criativo da editora, e está <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/756/2026/06/Trilhas-da-edicao-Editora-UFSM.pdf">disponível online</a>.</p><p>O tema da história do Rio Grande do Sul está presente como a segunda edição inédita do diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil, coordenada por Jéssica Dalcin. A biografia original sobre a vida do estadista gaúcho foi escrita por Artheniza Weinmann Rocha, Luiz Gonzaga Binato de Almeida e José Newton Cardoso Marchiori. O livro traz também um registro do <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=35223&amp;view=detalhes">Castelo de Pedras Altas</a>, construído por Assis Brasil do início do século passado em estilo medieval, local onde ocorreu a Revolução de 1923. </p><p>Outro lançamento é “História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas”, da Série Extensão. A obra resulta do trabalho feito em oficinas educacionais coordenadas pela professora Mari Cleise Sandalowski, do Laboratório de Investigação Sociológica (LABIS).As pesquisadoras Rogéria Tavares e Rafaela Munari, doutoras em Ciências Sociais, explicam que a publicação surgiu de uma disciplina voltada à produção de material didático e foi pensada como apoio pedagógico para professores da educação básica. A proposta é recontar a história do Rio Grande do Sul a partir da presença, da resistência e das lutas dos povos indígenas e negros no estado.</p><p>Para Rafaela, a publicação representa uma forma de levar para as escolas uma perspectiva histórica que nem sempre está presente nos materiais didáticos: “O projeto, que começou como uma atividade acadêmica, agora pode ser aplicado fora da universidade e utilizado como material de apoio para professores. Então, para nós foi bem gratificante receber essa oportunidade”, conta. </p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8801-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal das duas autoras do livro História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas.Ambas estão sentadas à mesa. Uma delas está com o olhar para baixo e outra conversar com a repórter" />											<figcaption>Rogéria Tavares e Rafaela Munari lançaram a obra História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8757-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de homem assinando livro sobre uma mesa. A página do livro traz o nome J.F.Assis Brasil" />											<figcaption>Sessão de autógrafos de versão inédita de biografia do diplomata J.F. de Assis Brasil</figcaption>
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		<h3><b>Obras compartilham ciência com a sociedade</b></h3><p>A engenheira florestal Eveline Soares Zugalde lançou o “Dicionário de Silvicultura” durante a sessão da Editora UFSM. Eveline conta que a publicação surgiu durante a iniciação científica desenvolvida no Laboratório de Ecologia Florestal durante a graduação. O dicionário reúne termos em português, inglês, alemão, espanhol e francês sobre a área florestal. </p><p>O objetivo da produção é facilitar a tradução de pesquisas e trabalhos acadêmicos e contribuir para a comunicação científica internacional neste campo de estudo, conforme explica a autora. O processo de elaboração do dicionário envolveu a consulta a trabalhos científicos em diferentes idiomas e a participação de revisores especializados, responsáveis por verificar as traduções e adequar termos específicos de diferentes regiões. Para a autora, a publicação também representa uma oportunidade de aproximar a pesquisa acadêmica de diferentes públicos.</p><p>Já o Guia Ilustrado dos Fósseis da Quarta Colônia, e-book da Série Extensão, de autoria de Paulo César Rodrigues Ferraz e Flávio Augusto Pretto, aborda a relação entre pesquisa científica e divulgação do conhecimento. A publicaçãoo é o resultado da aproximação entre o conhecimento técnico e a linguagem jornalística. O jornalista Paulo César Ferraz conta que realizou uma série de entrevistas com pesquisadores para conhecer os fósseis da região e levar  o conhecimento científico à sociedade por meio de uma linguagem mais acessível</p><p>O gruia foi pensada para diferentes faixas etárias e tem como uma de suas propostas funcionar como uma porta de entrada para a ciência, principalmente para um público mais jovem. Para o paleontólogo Flávio Pretto, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), a publicação torna a paleontologia mais próxima da comunidade. Segundo ele, contar com a Editora e com a universidade permite ampliar o alcance das ações de extensão e levar o conhecimento produzido na UFSM para públicos dentro e fora da região.</p><h3><b>Bate-papo sobre arte e filosofia no dia 21</b></h3><p>Na próxima sexta-feira (21), a Editora UFSM promove o bate-papo: “Arte, imagem e autoconhecimento: diálogos sistêmicos e filosóficos”, reunindo a atriz e escritora Ingra Lyberato e o professor Odailso Berté. Nesse encontro, as duas obras serão tomadas como ponto de partida para discutir as relações entre arte, memória, imagem e autoconhecimento. A conversa revisitará o universo da novela Ana Raio e Zé Trovão (1990), produção que marcou a teledramaturgia brasileira e teve parte de suas gravações realizadas no Rio Grande do Sul.</p><p>Odailso é um visitante frequente da Feira do Livro e considera que: “para o meu campo, especificamente falando, a Feira fortalece o que a gente chama de pesquisa em arte. O fazer artístico é muito importante, mas o que é que se produz de conhecimento em torno disso é ainda mais”. Por isso, o professor reforça que a feira permite apresentar e disponibilizar obras para a comunidade. “Isso é muito importante, porque é produção de cultura, é a propagação de conhecimento” afirma.</p><p>A Feira do Livro segue até dia 22 de agosto na praça Saldanho Marinho. A programação completa e informações adicionais você encontra <a href="https://www.feiradolivrosm.com/">aqui.</a></p><h3><b>Confira a lista completa de lançamentos</b></h3><p>– “Aprender com Maquetes” (Textos Introdutórios UFSM) – Samuel Brito;</p><p>– “Biologia para Futuros Educadores: Conceitos e Práticas” (Textos Introdutórios UFSM) – Liliana Essi, Maria Angélica Oliveira Linton e Cleusa Vogel Ely;</p><p>– “Dentes Inclusos: Fundamentos, Cirurgia e Cuidados Odontológicos” – 2ª edição (e-book) – Jorge Abel Flores, Felipe Wehner Flores e Pâmela Gutheil Diesel;</p><p>– “Dicionário de Silvicultura” (e-book gratuito) – Mauro Valdir Schumacher, Eveline Soares Ugalde, Grasiele Dick, Clayton Alcarde Alvares, Dany Roberta Marques Caldeira, José Alvarez-Muñoz e Kevin Hall;</p><p>– “Fundamentos em Editoração” (Textos Introdutórios UFSM) – Marília de Araujo Barcellos;</p><p>– “Genética e Reprodução na Pecuária em Quadrinhos” – Thaise Pinto de Melo, Gilson Antônio Pessoa e Daniele Alves de Oliveira;</p><p>– “Harmonia: Um Tratado Sobre a Prática Tonal, Suas Expansões e Adaptações” – Arthur Rinaldi;</p><p>– “J. F. de Assis Brasil: Interpretações” – 2ª edição (Selo Patrimônio e Memória) – Artheniza Weinmann Rocha, Luiz Gonzaga Binato de Almeida e José Newton Cardoso Marchiori;</p><p>– “Pensando o Compor I: Teorias e Práticas da Criação Musical” (e-book gratuito) – Arthur Rinaldi e Paulo Rios Filho;</p><p>– “As Práticas Integrativas e Complementares na Linguagem Infantil” (e-book) – Carolina Lisbôa Mezzomo e Tatiana Bagetti (orgs.);</p><p>– “Taperas nas Paisagens da Quarta Colônia” (Selo Patrimônio e Memória) – Cesar De David;</p><p>– “Teoria da Literatura” (Textos Introdutórios UFSM) – Lucas Zamberlan;</p><p>– “Guia Ilustrado dos Fósseis da Quarta Colônia” (e-book Série Extensão) – Paulo César Rodrigues Ferraz e Flávio Augusto Pretto;</p><p>– “História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas” (e-book Série Extensão) – Mari Cleise Sandalowski;</p><p>– “Design e Contexto Cultural” (e-book Série Extensão) – Marilaine Pozzatti Amadori;</p><p>– “Medidas e Avaliações para Prescrição de Exercícios Físicos em Situações de Campo” (e-book Série Extensão) – Luciane Sanchotene Etchepare, Juliane Berria e Darcieli Lima Ramos (orgs.).</p><p><i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Fotos: Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Edição: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Clube de Leitura de Quadrinhos anuncia encontro com a leitura de Golias, de Tom Gauld</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/07/clube-de-leitura-de-quadrinhos-anuncia-encontro-com-a-leitura-de-golias-de-tom-gauld</link>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:27:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[clube de leitura de quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[ppgl]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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						<description><![CDATA[História trata do tempo livre do herói bíblico ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">Depois de um primeiro encontro que gerou discussões bem interessantes, o Clube de Leitura de Quadrinhos, do Departamento dos Pequenos Quadros (DPQ) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) anuncia o programa para o segundo semestre de 2026. O DPQ é uma ação de extensão do Grupo de Pesquisa Oficinas de escrita, Quadrinhos e Tradução (GPOQT), ligado ao Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL)</p>
<p dir="ltr">O segundo encontro será dia 25 de agosto, às 17h, no auditório da Letras (Prédio 40A), no campus sede. A próxima conversa é sobre o quadrinho Golias, do artista escocês Tom Gauld, com tradução de Hermano Freitas. Nesse quadrinho, o artista apresenta uma nova perspectiva para a história de Davi e Golias, ao responder com humor a pergunta que ninguém fez, mas que todo quer saber: o que o Golias faz no seu tempo livre?</p>
<p dir="ltr">A segunda edição do encontro será conduzida por Lucas Tokuhara, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Letras, que apresentará a obra. A mediação será feira pelo bacharel em Letras Arthur Silveira da Silva Mariano.</p>
<p dir="ltr">O encontro é gratuito e aberto a todo público, sem inscrição. Basta <span style="font-size: revert;color: initial">ler o quadrinho e comparecer no dia do encontro.</span></p>
<h3 dir="ltr"><strong>Agenda do Clube de Quadrinhos</strong></h3>
<p dir="ltr">25/8 - Golias, de Tom Gauld (Tradução de Hermano Freitas)</p>
<p dir="ltr">22/9 - Eles estão por aí, de Greg e Bianca Pinheiro</p>
<p dir="ltr">20/10 - Meu amigo morto, de Simon Gärdenfors (Tradução de Guilherme Braga)</p>
<p dir="ltr">17/11 - Boulevard dos sonhos partidos, de Kim Deitch (Tradução de Maria Clara Carneiro)</p>
<p dir="ltr">8/12 - Marvels, de Kurt Buziek e Alex Ross (Tradução de JP Martins)</p>
<p><strong>Acervo no MEC Livros</strong></p>
<p dir="ltr">Golias e os outros quadrinhos que serão lidos nos encontros futuros estão disponíveis no site e aplicativo MEC Livros, uma iniciativa do MEC com a Biblioteca Nacional. O site funciona como uma biblioteca virtual, portanto os empréstimos têm um prazo de cerca de 14 dias. Para mais informações, é possível entrar em contato com o e-mail <a href="mailto:gpoqt@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">gpoqt@ufsm.br</a> ou seguir o GPOQT no Instagram @gpoqt.ufsm.</p>
<p dir="ltr">Para usar esse serviço, basta seguir esses passos:</p>
<p dir="ltr">1. Acesse o <a href="https://meclivros.mec.gov.br/">site do MEC Livros</a> (), ou baixe o aplicativo MEC Livros;</p>
<p dir="ltr">2. Faça login na sua conta <a href="http://gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://gov.br&amp;source=gmail&amp;ust=1786196501495000&amp;usg=AOvVaw0Ty2INHGjkCBpDAJYfHW65">gov.br</a>;</p>
<p dir="ltr">3. Selecione a obra que você quer ler;</p>
<p dir="ltr">4. Clique em "Obter empréstimo e ler"; </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>1º FIIUFSM Jovem aproxima crianças e adolescentes da formação musical e da vivência universitária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/24/1-fiiufsm-jovem</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:21:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[fiiufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Fiiufsm jovem]]></category>

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						<description><![CDATA[Primeira edição do festival reuniu 55 participantes em três dias de oficinas, práticas coletivas e apresentações no Centro de Artes e Letras da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73576" align="alignright" width="599"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMGL1330-1024x683.jpg" alt="" width="599" height="399" /> 1ª edição do FIIUFSM Jovem reuniu 55 participantes[/caption]
<p data-start="1017" data-end="1538">Entre os dias 21 e 23 de julho, o Centro de Artes e Letras (CAL) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu a primeira edição do Festival Internacional de Inverno Jovem (FIIUFSM Jovem). Voltado a crianças e adolescentes estudantes de música, o evento proporcionou uma imersão em oficinas práticas e atividades pedagógicas inspiradas na experiência do tradicional Festival Internacional de Inverno da UFSM, aproximando os participantes do ambiente universitário e da formação musical oferecida pela instituição.</p>
<p data-start="1540" data-end="1964">A ideia do festival começou a ser construída no fim de 2025, quando o professor do Departamento de Música e coordenador geral do evento, Diogo Baggio, assumiu a coordenação do Festival Internacional de Inverno da UFSM. Inspirado pela experiência à frente da Orquestra Viva, projeto de extensão voltado à formação musical infantojuvenil, ele propôs à comissão organizadora a criação de um evento destinado aos jovens músicos. "Nós queríamos criar um evento pensando nesse grupo de alunos do projeto, mas não exclusivo para eles, e sim inclusivo, aberto para as escolas e para outros instrumentos", explica o coordenador.</p>
<p data-start="2164" data-end="2276">Segundo Baggio, a proposta é despertar desde cedo o interesse dos participantes pela música e pela universidade. "Essa gurizada que está aqui com 14 ou 15 anos, daqui a cinco anos terá 19 ou 20. Eles podem ser os participantes do Festival de Inverno de 2030 ou podem ser nossos alunos da UFSM. A ideia é criar essa sementinha, esse gosto pela música e pela universidade."</p>
<p data-start="2540" data-end="2922">Embora a iniciativa tenha surgido a partir da proposta do professor, a organização contou com o trabalho coletivo de docentes, estudantes e egressos do curso de Música. A programação, inicialmente planejada para ser menor, foi ampliada e mantida integralmente mesmo após mudanças no planejamento inicial, reunindo professores da UFSM, ex-alunos e monitores em uma ação colaborativa.</p>
<h3 data-section-id="1rshqio" data-start="2924" data-end="2964">Formação musical para além da técnica</h3>
[caption id="attachment_73577" align="alignleft" width="605"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMGL1268-1024x659.jpg" alt="" width="605" height="389" /> Estudantes puderam aprimorar técnicas e conhecimentos em variados instrumentos[/caption]
<p data-start="2966" data-end="3248">Durante os três dias de festival, crianças e adolescentes participaram de aulas individuais e coletivas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, bateria, percussão, fagote, oboé, flauta e violão, além da oficina de instrumentos de sopro e percussão para bandas sinfônicas. </p>
<p data-start="2966" data-end="3248">A programação também incluiu atividades abertas ao público que ampliaram a formação musical para além da prática instrumental, como o Laboratório de Acordes, baseado em jogos desenvolvidos na UFSM que aproximam música, matemática e design; oficinas de Introdução à Composição Musical e Tecnologia Musical; a oficina de Autorregulação da Aprendizagem; e atividades de Alongamento, Postura e Expressão Corporal, voltadas ao cuidado com o corpo durante a prática musical. Outro destaque foi a Residência de Artistas, que promoveu a integração entre estudantes dos cursos de Música e Artes Visuais em processos criativos abertos à comunidade.</p>
<p data-start="3891" data-end="4368">Ao longo da programação, os participantes também acompanharam recitais e apresentações musicais. Os Recitais de Abertura e Encerramento dos Professores apresentaram ao público o trabalho dos docentes convidados. Já o Recital dos Estudantes, realizado no último dia de oficinas, levou ao palco os próprios alunos, que mostraram parte do repertório e dos conhecimentos desenvolvidos durante as atividades, encerrando a primeira edição do festival com apresentações de cada turma.</p>
<p data-start="4370" data-end="4550">Para o professor de percussão Gilmar Goulart, docente do curso de Música da UFSM, iniciativas como essa cumprem um papel importante na democratização do acesso ao ensino de música. "A educação musical infelizmente ainda não está sacramentada nas escolas como seria o ideal. Então essa oportunidade de estar três dias dentro da universidade, convivendo com professores e outros estudantes, conhecendo os espaços e vivenciando a música é muito importante", afirma. Segundo o docente, o festival também aproxima crianças e adolescentes da realidade universitária. "É um momento em que a universidade está de portas abertas. Eles conhecem os espaços, conversam com professores e podem imaginar que esse também pode ser o lugar deles no futuro."</p>
<p data-start="5111" data-end="5348">A professora de flauta Marina Montero também destaca o caráter formativo da iniciativa. Ela lembra que participou do Festival Internacional de Inverno como estudante e, agora, retorna como professora na primeira edição do Festival Jovem. "Essa nova edição voltada aos jovens é muito importante para que eles se preparem para, futuramente, participar de festivais de maior magnitude e seguir construindo sua trajetória musical", ressalta.</p>
<p data-start="5543" data-end="5830">A docente conta que um dos momentos mais marcantes para ela foi quando uma das crianças de Santa Rosa (RS), participante de sua oficina, revelou estar muito ansiosa para ter aula com ela. Para Marina, o entusiasmo dos estudantes evidencia o impacto da experiência proporcionada pelo festival. "É muito legal quando a gente traz um material, propõe uma atividade e vê que os alunos engajam muito. Eles ouvem e a gente sabe que vão levar esses aprendizados para a vida musical deles. Em algum momento, vão utilizar tudo isso."</p>
<h3 data-section-id="1iscqt1" data-start="6067" data-end="6096">Experiência que transforma</h3>
<p data-start="6098" data-end="6286">Entre os participantes estavam as irmãs Carla e Cristina Martinez, integrantes da Orquestra de Santa Rosa. Para elas, a oportunidade representou muito mais do que aprender novos conteúdos. "Quem não veio perdeu uma ótima oportunidade de aprender com professores muito bons. Agora nós vamos estar em um nível avançado porque o que a gente aprendeu aqui os nossos colegas que não vieram não sabem", comenta Carla.</p>
<p data-start="6514" data-end="6613">Estudante de flauta, ela conta que um dos principais aprendizados foi repensar sua própria técnica. "Eu tive que desestruturar muito do que eu achava que estava bom, para construir algo muito melhor."</p>
<p data-start="6719" data-end="6817">Já Cristina, aluna de percussão, destaca o contato com instrumentos que nunca havia experimentado. "Eu toquei marimba pela primeira vez. Além de aprender a tocar, o professor contava a história dos instrumentos, como eles surgiram e como evoluíram. Foi uma experiência muito legal que eu nunca tive antes."</p>
<p data-start="7030" data-end="7115">O entusiasmo foi tanto que as duas afirmam que pretendem voltar nas próximas edições. "Se tiver mais 40 festivais, eu participo dos 40", brinca Carla.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMGL1315-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>As irmãs Carla e Cristina estavam entusiasmadas com a possibilidade de novos aprendizados</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-section-id="4tz7ks" data-start="7185" data-end="7214">Perspectivas para o futuro</h3>
<p data-start="7216" data-end="7402">A primeira edição do FIIUFSM Jovem reuniu 55 participantes inscritos, além do público presente nos recitais, e marcou o início de um projeto que pretende se consolidar nos próximos anos. Para Baggio, o objetivo é ampliar cada vez mais o alcance da iniciativa e fortalecer o vínculo entre a universidade e a comunidade. "O objetivo é crescer e fazer com que os jovens entendam que isso não é uma coisa elitista. A música exige estudo, dedicação e interesse, mas é para todos."</p>
<p data-start="7697" data-end="7970">Encerrada a programação do 1º FIIUFSM Jovem, a Universidade dá continuidade ao 41º Festival Internacional de Inverno da UFSM, que ocorre de 26 de julho a 2 de agosto. A abertura será realizada no domingo (26), às 10h, com concerto da Orquestra Sinfônica de Santa Maria.</p>
<p data-start="7972" data-end="8477">Ao longo da semana, o festival oferecerá oficinas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, percussão, piano, violão, regência de orquestra e educação musical, além da prática de orquestra sinfônica. A programação artística contará ainda com recitais diários de música solo e de câmara, apresentações da Orquestra Sinfônica do Festival e será encerrada no dia 2 de agosto, com um concerto gratuito no Centro de Convenções da UFSM.</p>
<p data-start="7972" data-end="8477"><em>Texto e fotos: Gabriele Mendes, estudante de jornalismo</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cultura e desenvolvimento: diálogos e deslocamentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/editoras/facos/cultura-e-desenvolvimento-dialogos-e-deslocamentos</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:10:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/editoras/facos/?page_id=617</guid>
						<description><![CDATA[Cultura e desenvolvimento: diálogos e deslocamentos Elisa Lübeck, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, Luciomar de Carvalho, Mônica Maria Celestina de Oliveira (organizadores)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h1>Cultura e desenvolvimento: diálogos e deslocamentos</h1><h6>Elisa Lübeck, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, Luciomar de Carvalho, Mônica Maria Celestina de Oliveira (organizadores)</h6>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Clube de leitura de quadrinhos realiza diálogo sobre obra de Alison Bechde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/clube-de-leitura-de-quadrinhos-realiza-dialogo-com-alison-bechde</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:46:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[clube de leitura de quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73219</guid>
						<description><![CDATA[Encontro ocorre nesta terça (16) às 17h no Prédio 40A]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-73220 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-15-at-08.59.06.jpeg" alt="Cartaz vertical com fundo preto e imagem da capa do livro Fun Home, que é uma janela com um pessoa atrás de uma cortina. À frente da capa da livro, a foto do autor.  " width="368" height="491" />O Grupo de Pesquisa Oficina Escrita, Histórias em Quadrinhos e Tradução: Teoria da Literatura e Práticas Literárias (GPOQT) da UFSM realiza nesta terça-feira (16) o primeiro encontro do clube de leitura “Departamento dos Pequenos Quadros”. O evento acontecerá no Prédio 40A, na sala 2120, às 17h.</span>

<span style="font-weight: 400">Coordenado pela professora Maria Clara Carneiro, o clube, centrado em histórias em quadrinhos, conversará a respeito de Fun Home, de Alison Bechdel. A obra está disponível para empréstimo na plataforma MEC Livros.</span>

<span style="font-weight: 400">O encontro será mediado e apresentado pelos doutorandos das Letras Ícaro Gonçalves e Gabriel Cavalcanti, com o objetivo promover o debate crítico e estimular a leitura das histórias em quadrinhos como uma linguagem autônoma e particular. Além disso, busca popularizar a recente plataforma MEC Livros do Governo Federal.</span>

<span style="font-weight: 400">A atividade integra projeto de extensão organizado pelo grupo de pesquisa e oferece certificados de participação para os ouvintes. Mais informações pelo <a href="https://www.instagram.com/gpoqt.ufsm?igsh=eTNvdzR4a3RvMzd4">@gpoqt.ufsm</a></span><span style="font-weight: 400">.</span>

<span style="font-weight: 400"><strong>Fun Home</strong> - Uma Tragicomédia em Família narra memórias da infância e juventude da autora e aborda temas como orientação sexual, luto e suicídio, enquanto é tecido de modo não-linear, como uma meticulosa investigação a respeito da figura de seu pai, diretor de uma casa funerária apaixonado por literatura, que morreu quando Bechdel ainda era jovem. A autora reconstrói as próprias memórias na medida em que reflete e questiona o ambiente doméstico em que cresceu. Monta um estudo elaborado a respeito de seu pai e analisa a firmeza com que ele regia a casa, sua possível homossexualidade, os casos que teve ao longo da vida e as circunstâncias de sua morte.</span>

<i>Com informações do GPOQT/PPG Letras/CAL</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM Frederico Westphalen recebe a 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/12/ufsm-frederico-westphalen-recebe-a-15a-mostra-cinema-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:23:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[15 Mostra Cinema e Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[antonia melho]]></category>
		<category><![CDATA[antonia melo]]></category>
		<category><![CDATA[cacique raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[exibição de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[mdch]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>
		<category><![CDATA[nego bispo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14315</guid>
						<description><![CDATA[Campus exibirá filmes que trazem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, emergência climática e preservação cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>UFSM Campus Frederico Westphalen</strong> está entre os pontos de exibição da <strong>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos.</strong> A iniciativa é promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (<strong>MDHC</strong>), em parceria com o Ministério da Educação (<strong>MEC</strong>) e a Universidade Federal do Ceará (<strong>UFC</strong>), dos dias 16 a 18 de junho.</p>
<p>A ação tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema nacional e estimular debates sobre temas fundamentais para a sociedade, como diversidade, inclusão social, cidadania, combate às desigualdades e aos preconceitos. Além disso, a iniciativa busca ampliar os espaços de diálogo e conscientização, aproximando diferentes públicos de discussões essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e respeitosa.</p>
<p>Com o tema “<em>Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável</em>”, a edição deste ano destaca a mudança do clima como um dos grandes desafios contemporâneos. As produções selecionadas incentivam reflexões sobre os impactos da crise ambiental, a responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente e a necessidade de construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.</p>
<p>As sessões no campus ocorrem em diferentes momentos, têm entrada gratuita e são abertas ao público em geral. Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a mostra ocorre dentro da programação do <strong>Pensando Verde</strong>. No dia 18 de junho, no <strong>Estúdio de TV</strong>, haverá a exibição de várias películas. Veja a programação completa a seguir e <a href="https://www.instagram.com/stories/highlights/18128769649544563/" target="_blank" rel="noopener">saiba mais sobre os filmes aqui</a>:</p>		
													<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/12_06_card_mostra_cinema.jpg" alt="" />													
		<p><strong>SERVIÇO</strong><br /><strong>Evento</strong>: 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos<br /><strong>Período</strong>: 16 a 18 de junho <br /><strong>Local</strong>: UFSM Campus Frederico Westphalen<br /><strong>Entrada</strong>: Gratuita<br />Saiba mais em <a href="https://www.instagram.com/ufsmfw/" target="_blank" rel="noopener">nosso Instagram</a>.</p>
<p>A seguir confira alguns trailers dos filmes: </p>https://www.youtube.com/watch?v=MyVpXNKuTGU&#038;list=PLijMKiJgIFZEPONN723Dj7ud8emFFfb0s&#038;index=5https://www.youtube.com/watch?v=pffVhgsfMQohttps://www.youtube.com/watch?v=QdeEGPHj0hYhttps://www.youtube.com/watch?v=0J5bXdXJXrk]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa Fazendo Arte celebra 30 anos dedicados à cultura na rádio universitária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2026/06/01/programa-fazendo-arte-celebra-30-anos-dedicados-a-cultura-na-radio-universitaria</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:42:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fazendo arte]]></category>
		<category><![CDATA[Rejane Miranda]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7949</guid>
						<description><![CDATA[Há 30 anos, estreava na Rádio Universidade de Santa Maria, na frequência 800 AM, o programa Fazendo Arte, criado e apresentado pela jornalista Rejane Miranda. O programa nasceu com a proposta de abrir espaço para divulgar a produção artística de Santa Maria e região, reunindo entrevistas, lançamentos, música e artistas de diferentes áreas da cultura. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Há 30 anos, estreava na Rádio Universidade de Santa Maria, na frequência 800 AM, o programa Fazendo Arte, criado e apresentado pela jornalista Rejane Miranda. O programa nasceu com a proposta de abrir espaço para divulgar a produção artística de Santa Maria e região, reunindo entrevistas, lançamentos, música e artistas de diferentes áreas da cultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dos discos de vinil ao formato digital de hoje, muitas histórias passaram pelos microfones da emissora. Em 2017, com a chegada da UniFM, o programa passou para a frequência 107.9, pela qual continua no ar de segunda a sexta-feira, ao vivo, das 11h ao meio-dia.</p>
<p>“Celebrar 30 anos falando de cultura reforça a importância da comunicação pública, que valoriza não apenas o que está em destaque no momento, mas também as pessoas e iniciativas que fazem da arte uma forma contínua de produzir conhecimento”, destaca Rejane.</p>
<p>Para comemorar a trajetória do programa, um evento vai reunir artistas e a comunidade no dia 3 de junho, quarta-feira, às 19h. A programação conta com pocket shows de Renato Mirailh, Sandro Cartier, Maju Magno e Filipe de Césaro (Fifo), oficinas do coletivo artístico Croma e momentos de memória sobre a contribuição do Fazendo Arte para o rádio e para a cultura de Santa Maria. A organização é de estudantes da disciplina de Gestão de Eventos do curso de Relações Públicas da UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7952,"align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2026/06/LOGO_Vamos-Fazer-Arte-pmg.jpg" alt="" class="wp-image-7952" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Serviço</strong><br><strong>O quê? </strong>“Vamos Fazer Arte?” - Celebração dos 30 anos do programa Fazendo Arte, da UniFM 107.9<br><strong>Quando?</strong> 3 de junho, véspera de feriado, às 19h<br><strong>Onde?</strong> Old School Pub - R. Coronel Niederauer, 1613<br><strong>Organização:</strong> Curso de Relações Públicas da UFSM - Disciplina Gestão de Eventos<br><strong>Parceiros culturais:</strong> Universidade Federal de Santa Maria, Sicredi, Old School Pub, Papelaria Cultura SM, Alvo Positivo Confecções e Coletivo Croma<br><strong>Participações musicais: </strong>Renato Mirailh, Sandro Cartier, Maju Magno e Filipe de Césaro (Fifo)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Museu Gama d’Eça e Victor Bersani: a casa do tempo e da memória de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/museu-gama-deca-e-victor-bersani-a-casa-do-tempo-e-da-memoria-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:46:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[museu gama d'eça]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72838</guid>
						<description><![CDATA[Fechado temporariamente para reformas desde setembro de 2025, espaço histórico da UFSM mantém atividades de preservação, pesquisa e catalogação do acervo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72860" align="alignleft" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1802-1024x683.jpg" alt="" width="601" height="401" /> Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é a casa do tempo de Santa Maria[/caption]
<p>Existe uma casa em que o tempo parece se esconder. As portas de madeira entalhadas, altas e pesadas, protegem o passado da velocidade do mundo atual. Nela, o tempo é mais do que as horas contadas em um relógio: é um morador antigo. O Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é a morada do tempo em Santa Maria.  </p>
<h3>Dia Internacional dos Museus </h3>
<p>No dia 18 de maio, o mundo volta o olhar para espaços como este. Celebrado desde 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), o Dia Internacional dos Museus busca lembrar a importância dessas instituições como espaços de intercâmbio cultural, preservação da memória e fortalecimento da compreensão entre os povos. Em 2026, o tema da data é “Museus Unindo um Mundo Dividido”. </p>
<p>Em Santa Maria, o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é parte dessa história.  O Museu Victor Bersani foi criado em 1913, pela Sociedade União dos Caixeiros Viajantes (SUCV). Enquanto isso, o Museu Gama d’Eça foi fundado em 1968, pela Universidade Federal de Santa Maria. Em 1981, as duas instituições se fundiram e passaram a se localizar na Rua do Acampamento, centro de Santa Maria, em um prédio histórico, herança da família do Dr. Astrogildo de Azevedo. </p>
<p>Hoje, o espaço conta com um acervo de  objetos históricos, documentos, coleção de animais taxidermizados, arqueologia, paleontologia e entomologia.  </p>
<h3>Sem visitas, por enquanto </h3>
<p>Desde de setembro de 2025, o museu não recebe visitantes. O motivo é a necessidade de reforma no telhado do prédio histórico, que apresenta riscos até que seja restaurado. Além disso, a fachada também precisa passar por melhorias, explica Bernardo Duque de Paula, museólogo e diretor do museu. </p>
<p>A reforma, que estava prevista para o final de 2025, teve que ser adiada devido a desistência da empresa que a realizaria. Hoje, a instituição busca uma nova empresa para realizar a obra. </p>
<h3>O tempo não para, nem as atividades no museu </h3>
[caption id="attachment_72861" align="alignright" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1571-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Peças do museu estão sendo armazenadas na Antiga Reitoria[/caption]
<p>Mesmo sem receber o público, o museu continua em movimento. Todos os dias, estudantes, pesquisadores e profissionais atravessam suas portas para fazer com que o tempo continue sendo preservado. </p>
<p>Bernardo conta que o museu é dividido em três áreas: preservação, pesquisa e comunicação. “Tudo que a gente tem, é nosso compromisso preservar. Não só para a atual geração, mas para gerações futuras”, explica. Dentro desta área, há o cuidado com a higienização e a catalogação do acervo.</p>
<p>A pesquisa é indispensável, já que permeia todas as atividades do museu. E a comunicação envolve divulgação científica, atividades educativas e divulgações em redes sociais. Segundo Bernardo, em 2024, 18.700 pessoas visitaram o espaço. Já em 2025, até setembro, 15 mil pessoas passaram pelo acervo. “As exposições foram desmontadas, mas todo esse trabalho de preservação e de pesquisa continua sendo realizado”, afirma o diretor. </p>
<p>Hoje, uma das atividades mais frequentes no espaço é a catalogação do acervo. “Toda peça, quando entra no museu, tem que receber um número de identificação. Então, é preenchida uma ficha catalográfica, com todas as informações daquele objeto. De tempos em tempos, tem que ser feita uma checagem dessas peças, da localização e tudo”, conta Bernardo. </p>
<h3>Nos bastidores do acervo</h3>
<p>Em uma manhã de quarta-feira, a reportagem da Agência de Notícias encontrou Bernardo no museu para uma entrevista e um tour guiado. Durante nossa conversa, caminhamos pelo espaço e observamos os trabalhos que estavam sendo realizados. </p>
<p>Na primeira sala que entramos, cédulas de diferentes épocas e países estavam sendo organizadas e catalogadas pelos estudantes Lucas Rembold e Micael Bellé Razia. Bernardo nos explicou que “as cédulas são retiradas dos envelopes antigos, são acondicionadas em novos envelopes com materiais indicados para a  conservação do material, e são catalogadas e incluídas em uma planilha. Depois, são fotografadas e digitalizadas no repositório digital, em que ficam disponíveis para consulta externa”. Todas as cédulas e moedas que estão no museu hoje, são resultado de doações. </p>
<p>Lucas nos contou que o trabalho no museu influenciou diretamente sua trajetória acadêmica. Ele é mestrando em Patrimônio Cultural. “A minha pós-graduação foi o trabalho que a gente fez ano passado com as moedas, então a numismática é uma área que me atrai bastante”. </p>
<p>Após nossa conversa sobre as cédulas e moedas, seguimos para outra sala do museu. Lá, diferentes espécies de aves taxidermizadas aguardavam um cuidado minucioso. Algumas estavam sendo higienizadas sobre uma mesa por Jordana Pivetta, estudante de Biologia e voluntária responsável pelo manejo desses animais. </p>
<p>Ela explicou que antes de iniciar a higiene é preciso vestir equipamentos de proteção individual (EPIs). Mesmo preservados, os animais podem estar com fungos e piolhos. Após colocar máscara e luvas, o cuidado inicia. “Nos menores, limpamos olhos, bico e patas para soltar o pó. Quando estão mofados, usamos algodão com álcool 70%, mas evitamos as partes pintadas para não remover a tinta. Depois, limpamos os olhos e outras regiões com água pura, fazemos a foto, a identificação, atualizamos a planilha e colocamos no repositório digital”, detalhou Jordana. Após a limpeza, os animais voltam para as vitrines. </p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1378-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Após catalogar moedas, bolsistas do museu trabalham na catalogação de cédulas históricas</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1756-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A limpeza dos animais taxidermizados é realizada com produtos específicos, pincéis e uso de EPIs</figcaption>
										</figure>
		<p>Nos fundos do museu, outro trabalho acontecia longe dos olhos do público: a preparação de novos mobiliários para quando o espaço reabrir. A ideia, explica Bernardo, é que o retorno aconteça com exposições renovadas. ““Quando o museu reabrir, queremos que as exposições estejam todas repensadas. Estamos trabalhando na confecção de novos mobiliários”, conta.</p>
[caption id="attachment_72863" align="alignright" width="604"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1487-1024x683.jpg" alt="" width="604" height="402" /> Mesmo com a espera da reforma no telhado, reformas menores estão sendo realizadas[/caption]
<p>No espaço, vimos pinturas realizadas por Kauan Scheffer, estudante de desenho industrial, que ficarão nos fundos das vitrines dos animais taxidermizados. Vimos, também, Valter Rosa removendo a tinta, lixando e pintando as vitrines antigas. </p>
<h3>O que permanece guardado</h3>
<p>A visita terminou em outro endereço cheio de memória: a Antiga Reitoria da UFSM. Lá, em uma sala do subsolo, funciona a reserva técnica do museu. O local abriga livros, documentos históricos e itens que não estavam mais à mostra nas exposições. Ali também está a biblioteca do museu, organizada por Christian Vargas Dias. Desde dezembro, arquivos estão sendo levados para a Antiga Reitoria para que sejam organizados e catalogados.</p>
<p>Depois, subimos para o quarto andar e encontramos uma sala cheia de caixas de arquivos. Entre eles, documentos da década de 1970. O material que está dentro dessas caixas, será classificado e incorporado à reserva técnica visitada anteriormente. </p>
<p>Bernardo nos contou que umas de suas peças preferidas no acervo é um meteorito ferroso raro e a carruagem do Conde de Porto Alegre, que está em boas condições de preservação. “É uma carruagem que tem toda a história de ter sido usada em batalhas, em acontecimentos importantes aqui da história do Rio Grande do Sul”, contou. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1678-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A carruagem histórica é um dos elementos preferidos de Bernardo no acervo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1662-1-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Utilizada por Conde de Porto Alegre, item está em boas condições de preservação</figcaption>
										</figure>
		<h3>Atividades multidisciplinares </h3>
<p>Em 2025, cerca de 13 estudantes trabalhavam no acervo. História, ecologia, biologia, arquitetura, desenho industrial e arquivologia são algumas das áreas que ajudam a manter o espaço em funcionamento. O Gama d'Eça e Victor Bersani aceita voluntários e bolsistas selecionados através de editais. </p>
<h3>Acervo digital Tainacan </h3>
<p>Ficar um tempo sem visitações possibilitou ao museu que pudesse colocar mais itens em seu acervo digital, o <a href="https://tainacan.ufsm.br/museu-gama-deca/colecoes/" data-wplink-edit="true">Tainacan</a>. A plataforma online permite consultas públicas ao material preservado pela instituição.</p>
<p>Mesmo longe das exposições físicas, o tempo continua sendo organizado, registrado e preservado pelo Museu Gama d'Eça e Victor Bersani </p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias;<br />Fotos: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias;<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Formação superior para indígenas: valorizando cultura e identidade</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/05/06/formacao-superior-para-indigenas-valorizando-cultura-e-identidade</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:37:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Texto: Pedro Giordani / Foto: Carlos Eduardo Ribeiro Em entrevista à TV Brasil, foi perguntado à professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão o que mais espantaria Platão nos tempos atuais. A resposta de Lúcia foi categórica: “Ele se espantaria, provavelmente, acima de tudo, com a nossa falta de identidade. Se você chega e pergunta [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto:</strong> Pedro Giordani / <strong>Foto:</strong> Carlos Eduardo Ribeiro</p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em entrevista à TV Brasil, foi perguntado à professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão o que mais espantaria Platão nos tempos atuais. A resposta de Lúcia foi categórica: “Ele se espantaria, provavelmente, acima de tudo, com a nossa falta de identidade. Se você chega e pergunta a um ser humano: quem é você? Esse ser humano vai ficar enrolado, sem saber o que dizer”, responde a professora. Essa resposta revela um dos grandes dilemas contemporâneos: a crise de identidade, agravada por uma sociedade capitalista que valoriza mais o ter do que o ser.</p>
<p>Porém, essa mazela presente na sociedade, que muitos chamam de “evoluída”, não se reflete na cultura indígena. Em nossa sociedade, é difícil responder a uma pergunta extremamente simples como “quem é você?”, pois a identidade é construída pelas profissões e endereços e consequentemente os bens adquiridos. Caso os perca ou mude de localidade, o indivíduo perde também a sua identidade. Já o indígena sabe quem é, conhece sua origem, de onde veio e ao que pertence. Sua identidade não é construída pela aquisição de bens que, cedo ou tarde, acabarão em uma lixeira.</p>
<p>Diante desse cenário, percebe-se a negação da complexidade e da autonomia desses povos por parte dos chamados “evoluídos”, o que ocasiona problemáticas de exclusão territorial e social, impedindo os indígenas de frequentarem lugares não indígenas. Contudo, após séculos de resistência e contribuição à formação do Brasil, os povos originários estão cada vez mais presentes nos centros acadêmicos de todo o país. Segundo o Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, em 2022 o número de estudantes indígenas matriculados no ensino superior chegou a aproximadamente 70 mil, representando centenas de etnias. Desse total, 29% estavam em universidades públicas e 71% em privadas, um salto expressivo em relação a 2009, quando eram apenas 11,4 mil.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1141 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-16.54.11-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /></p>
<p>Com esse crescimento expressivo, as universidades foram impulsionadas a repensar políticas de acesso e permanência. Porém, ainda estão longe de se tornar espaços que acolham os povos nativos. Isso ocorre porque boa parte da sociedade ainda mantém uma visão de supremacia cultural em relação aos indígenas.</p>
<p>Em discurso, a deputada federal e ativista indígena Célia Xakriabá foi ao encontro da fala da filósofa brasileira Lúcia Helena: “As pessoas, elas sabem o seu interesse, a profissão da sua mãe, mas não sabem de onde vem a sua identidade. E aqueles que carecem muito de saber de onde vêm, não sabem também para onde vão”. Essa fala reflete a importância dos indígenas em todas as áreas da sociedade, e nas universidades não poderia ser diferente.</p>
<p>Aprender e respeitar sua individualidade em todos os espaços é essencial para construir uma educação mais humana e diversificada. Valorizar o conhecimento e a presença indígena é também um passo importante para resgatar o sentido de pertencer e reconectar o ser humano à sua própria essência. Só assim poderemos, de fato, enfrentar e superar a nossa crise de identidade, reconhecendo que compreender quem somos passa, inevitavelmente, por reconhecer de onde viemos.</p>
<p> </p>
<p>Referências:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/shorts/_dY-4usYPcw">https://www.youtube.com/shorts/_dY-4usYPcw</a> - fala da professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/DPgXy-EDYuO/?igsh=MWZzdzAwMm1temRqMg==">https://www.instagram.com/reel/DPgXy-EDYuO/?igsh=MWZzdzAwMm1temRqMg==</a> - fala da deputada federal e ativista indígena Célia Xakriabá (além da fala recortada, usei algumas reflexões abordadas)</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jrwoydK4lUY&amp;list=RDjrwoydK4lUY&amp;start_radio=1">https://www.youtube.com/watch?v=jrwoydK4lUY&amp;list=RDjrwoydK4lUY&amp;start_radio=1</a> - Não utilizei nada especifico, mas a música do Fabio Brazza vai ao encontro da ideia da forma como o indígena enxerga o mundo e a terra, questionando a ideia de ‘’sociedade evoluída ‘’que vivemos</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=36NC4G2KVoE">https://www.youtube.com/watch?v=36NC4G2KVoE</a> - Historia e inspiração que levou à construção da música do Brazza</p>
<p><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/numero-de-estudantes-indigenas-no-ensino-superior-cresce-mas-grupo-enfrenta-desafios-para-se-formar">https://revistapesquisa.fapesp.br/numero-de-estudantes-indigenas-no-ensino-superior-cresce-mas-grupo-enfrenta-desafios-para-se-formar</a> - dados mencionados</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>55/2026 - EDITAL N.º 055/2026 - SELEÇÃO DE BOLSISTAS - PRODUÇÃO CULTURAL E ÁREA TÉCNICA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/055-2026</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:35:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?post_type=editais&#038;p=15909</guid>
						<description><![CDATA[<p>A Pró-reitoria de Extensão (PRE) torna pública a abertura de inscrições para seleção de bolsistas estudantes de graduação ou pós-graduação matriculados na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para atuarem junto à Coordenadoria de Cultura e Arte, no Centro de Convenções.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Pró-reitoria de Extensão (PRE) torna pública a abertura de inscrições para seleção de bolsistas estudantes de graduação ou pós-graduação matriculados na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para atuarem junto à Coordenadoria de Cultura e Arte, no Centro de Convenções.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PET Indígena da UFSM promove roda de conversa sobre vivências e perspectivas indígenas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/28/pet-indigena-da-ufsm-promove-roda-de-conversa-sobre-vivencias-e-perspectivas-indigenas</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:20:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[abril indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[PET Indígena]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72617</guid>
						<description><![CDATA[Atividade integra a programação do Abril Indígena e é aberta à comunidade acadêmica e ao público externo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="332" data-end="663">O Programa de Educação Tutorial (PET) Indígena da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza, no dia 28 de abril, a roda de conversa “Existir para além do olhar do outro”. A atividade ocorre das 18h às 19h, no Centro de Ciências da Saúde (CCS), prédio 26A, sala 1240, e é aberta à comunidade acadêmica e ao público externo.</p>
<p data-start="665" data-end="923">A proposta do encontro é promover um espaço de escuta, troca e reflexão com estudantes indígenas de diferentes etnias brasileiras, abordando questões relacionadas às vivências, saberes, culturas e lutas dos povos indígenas no contexto universitário e social.</p>
<p data-start="925" data-end="1113">A iniciativa integra as ações do Abril Indígena, período dedicado à valorização das culturas indígenas e à ampliação do debate sobre direitos, identidade e representatividade desses povos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Não tem como eu existir sem um livro por perto”: a leitura em tempos de hiperconexão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/23/nao-tem-como-eu-existir-sem-um-livro-por-perto-a-leitura-em-tempos-de-hiperconexao</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:57:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72582</guid>
						<description><![CDATA[Dia Mundial do Livro é uma lembrança sobre a importância da leitura em tempos de hiperconexão tecnológica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72587" align="alignleft" width="524"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A2595-3-1024x683.jpg" alt="" width="524" height="350" /> Os livros fazem parte da rotina de Nadine desde cedo[/caption]
<p>Aos 11 anos, Nadine Guarize descobriu o mundo. Na verdade, Porto Mauá, no noroeste do Rio Grande do Sul, era seu mundo desde que havia nascido. Mas, foi ao conhecer Crepúsculo, de Stephenie Meyer, que entendeu a grandiosidade que existia dentro dos livros. Pensar que era possível escrever sobre um lugar onde vampiros e lobisomens eram reais fez com que Nadine se apaixonasse pelas páginas. </p>
<p>A mãe de Nadine, assim como sua avó, cultivava a leitura como algo fundamental. Quando ela nasceu, não foi diferente. Os livros infantis fizeram parte de seu pequeno mundo desde cedo. Apesar de ainda não saber ler, a mãe de Nadine a incentivava a tentar. </p>
<p>Foi quando começou a frequentar a escola que teve seu primeiro contato com livros infantojuvenis. Ao comentar com sua professora que havia gostado do filme Crepúsculo, descobriu que a história tinha sido originalmente escrita em um livro e que poderia pegá-lo emprestado. Um novo mundo se abria. “Naquele ano, acho que li 50 livros, muitos de fantasia”, comenta Nadine. </p>
<p>Com o passar dos anos, a leitura seguiu presente em sua trajetória. Hoje, aos 23 anos, Nadine cursa Jornalismo na Universidade Federal de Santa Maria e está em seu último ano. Ao longo da vida, conheceu muitos lugares sem sair do país, “a minha mãe sempre fala que, quando a gente está lendo, viaja para lugares que não conseguiríamos ir. Conhecemos novos lugares e culturas em livros da Itália, do Irã, da Índia e da Espanha, por exemplo”. </p>
<p>O hábito da leitura ajudou a construir sua identidade. “Eu não consigo imaginar a minha vida sem a leitura. Não imagino um mundo em que letrinhas em um papel não tenham significado. Isso é uma parte intrínseca na minha personalidade: eu sou o que eu sou, porque eu sempre amei ler. Não tem como eu existir sem um livro por perto”, afirma a leitora. </p>
<p>Em um cenário de hiperconexão, no entanto, histórias como a de Nadine convivem com novos desafios para a formação e a manutenção do hábito da leitura.</p>
<h3>Dia Mundial do Livro </h3>
<p>O dia 23 de abril é o Dia Mundial do Livro. Em 1995, a <a href="https://www.unesco.org/en/days/world-book-and-copyright">Conferência Geral da UNESCO </a>definiu a data, que coincide com o falecimento de William Shakespeare, Miguel de Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega, como um momento de homenagem aos livros e autores. Segundo a UNESCO, “os livros e a arte de contar histórias são um legado da humanidade. São ferramentas poderosas para o pensamento crítico, a reflexão e a emancipação”. </p>
<p>Além disso, todos os anos, desde 2002, a UNESCO escolhe a Capital do Livro. Em 2025, o Rio de Janeiro foi o escolhido. Neste ano, Rabat, no Marrocos, assume o título, com a missão de promover a leitura para diferentes faixas etárias e em toda a sociedade, tanto no país anfitrião quanto internacionalmente.  </p>
<p>No entanto, apesar do incentivo da UNESCO, os dados brasileiros mostram o contrário. Segundo a pesquisa <a href="https://www.prolivro.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Apresentac%CC%A7a%CC%83o_Retratos_da_Leitura_2024_13-11_SITE.pdf">Retratos da Leitura no Brasil</a>, em 2019, 52% da população brasileira era considerada leitora. Em 2024, esse número caiu para 47%, o que representa cerca de 93,4 milhões de leitores.  A redução ocorre no mesmo período em que cresce o consumo de conteúdos digitais, especialmente nas redes sociais, que passam a disputar diretamente o tempo antes dedicado à leitura.</p>
<p>Segundo a Agência Senado, o estudo aponta para a diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do analfabetismo funcional. </p>
<p>A falta de tempo é o motivo mais comum entre os brasileiros que não leem. Enquanto isso, 78% das pessoas responderam que gostam de usar a internet em seu tempo livre. Nesse contexto, a questão que se coloca não é apenas se as pessoas estão lendo menos, mas também como e em que formatos a leitura tem acontecido.</p>
<h3>Das páginas ao scroll ou vice- versa? </h3>
[caption id="attachment_72588" align="alignright" width="506"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A2627-3-1-1024x682.jpg" alt="" width="506" height="337" /> Livros físicos e digitais fazem parte da rotina dos leitores[/caption]
<p>Segurar um livro, sentir a textura das páginas e até o cheiro do papel ainda faz parte da experiência de leitura para muitas pessoas. Para outras, a praticidade fala mais alto: carregar dezenas de títulos em um único dispositivo, ajustar o tamanho da fonte e ler em qualquer lugar são vantagens que tornam o livro digital uma opção cada vez mais presente no cotidiano. Entre o apego ao objeto físico e a facilidade do digital, a leitura também passa por uma transformação de formato, e não apenas de hábito. </p>
<p>Dados recentes mostram que essa mudança acontece de forma combinada. Segundo a pesquisa <a href="https://cbl.org.br/2025/02/com-preco-igual-49-dos-brasileiros-preferem-comprar-em-livrarias-fisicas/"><i>Panorama do Consumo de Livros</i>,</a> realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pela Nielsen BookData, 56% dos consumidores brasileiros compraram apenas livros físicos nos últimos 12 meses, enquanto 14% consumiram apenas digitais e 30% transitaram entre os dois formatos. Isso indica que, embora o impresso ainda predomine, o digital já faz parte da rotina de quase metade dos leitores e não está restrito a dispositivos específicos. Cada vez mais, a leitura digital acontece no celular, integrado ao uso cotidiano das telas. </p>
<p>O avanço também aparece no mercado editorial. Em 2024, os conteúdos digitais representaram cerca de 9% do faturamento das editoras, com crescimento em relação ao ano anterior. Além disso, <a href="https://editora.uemg.br/quem-somos/blog/310-mercado-editorial-brasileiro-em-2024-a-expansao-digital-e-os-desafios-dos-impressos">o formato digital é majoritariamente composto por e-books</a>, que correspondem a cerca de 91% dos títulos digitais publicados no país.</p>
<p>Mesmo assim, o livro físico mantém vantagens valorizadas pelos leitores. Entre os motivos para a preferência pelo impresso estão o manuseio do objeto, a possibilidade de folhear antes da compra e a experiência sensorial da leitura. Já o digital se destaca pela praticidade, portabilidade e facilidade de acesso.</p>
<p>É nesse cenário que as redes sociais têm tomado parte da vida cotidiana. É possível passar horas assistindo a vídeos curtos sem perceber o tempo passar. Nesse contexto, tirar um momento do dia para ficar em silêncio, realizar uma atividade menos enérgica e incentivar a concentração se torna algo distante. Os momentos de lazer passam a ser guiados por conteúdos rápidos, níveis altos e incontrolados de dopamina, o neurotransmissor do prazer,  e superficialidade. </p>
<p>Mesmo com os impactos do uso excessivo de telas, surgem iniciativas que incentivam a leitura. Um exemplo é o “booktok”, nicho da plataforma TikTok voltado para a divulgação de livros. Nesse espaço, criadores de conteúdo compartilham recomendações e experiências de leitura, o que pode despertar o interesse de novos leitores. Se, por um lado, as telas, seja por meio de redes sociais ou dos próprios livros digitais, competem com os livros, por outro também podem funcionar como porta de entrada para novas leituras. </p>
<p>Maria Clara da Silva Ramos, professora de Literatura do curso de Letras da UFSM, vê aspectos positivos nesse movimento. “Acho que pode influenciar outras pessoas a lerem. O problema das redes sociais é a falta de controle sobre o conteúdo”, avalia. </p>
<p>É nesse cenário que autores brasileiros como Machado de Assis, Clarice Lispector, Carla Madeira, Guimarães Rosa, Carolina Maria de Jesus e Socorro Acioli têm ganhado visibilidade entre os jovens. Obras como <i>A Hora da Estrela</i>, <i>Cabeça de Santo</i> e <i>Tudo é Rio</i> passaram a circular com mais frequência entre leitores dessa comunidade digital. Mais do que substituir o livro físico, o ambiente digital tem reconfigurado as formas de acesso, recomendação e interesse pela leitura.</p>
<h3>Toda leitura é válida </h3>
<p>Nesse cenário de mudanças, também se ampliam as formas de leitura e os perfis de leitores. Existem leitores de clássicos, como Franz Kafka, William Shakespeare, Jane Austen ou Jorge Amado. Também existem leitores de obras mais novas, como as de Itamar Vieira Junior, Aline Bei ou Sally Rooney. Segundo Maria Clara, consumir livros complexos ou mais simples não te faz menos leitor. “Tem um escritor francês, Daniel Pennac, que escreveu ‘Os dez direitos do leitor’ e ele diz que um deles é o direito de não ler. Você não precisa ler tudo, a leitura deve ser um ato de prazer”, explica. </p>
<p>Alguns dos livros mais marcantes para as pessoas, segundo a Revista Retratos da Leitura, não são os “clássicos”: </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
													<img width="768" height="499" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/infografico-v2-1-768x499.jpg" alt="" />													
		<p>A leitura pode ser encarada como um momento de lazer, assim como assistir um filme ou uma série. Identificar gêneros e temas de interesse é um passo importante para criar o hábito. O professor de Literatura da UFSM, Anselmo Peres, conta que desenvolveu interesse pela leitura quando suas irmãs lhe apresentaram alguns títulos. Mas, foi na sua graduação em Letras que entendeu que mais se interessava pela literatura LGBTQIA+ e feminista.&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, a leitura LGBTQIA+, por exemplo, tem crescido tanto para livros nacionais como internacionais. “Há mais leitores que estão interessados em consumir essa literatura”, afirma. “Vermelho, branco e sangue azul”, de Casey McQuiston, “Quinze Dias”, de Vitor Martins ou “Os sete maridos de Evelyn Hugo”, de Taylor Jenkins Reid, são exemplos de livros de romance baseados em relações LGBTQIA+.&nbsp;</p>
<p>A identificação com personagens e histórias pode contribuir para processos de autoconhecimento. A liberdade de escolher o que ler também é uma forma de expressão, afirma Anselmo.&nbsp;</p>
<h3>Para quem quer começar&nbsp;</h3>
<p>Iniciar a leitura por ler livros muito densos, que sejam de compreensão mais complexa, pode ser um caminho mais difícil. Segundo Anselmo, deve-se começar a ler por aquilo que mais gosta. “Se uma pessoa gosta de mitologia grega, não é muito bom começar a ler por Odisseia. Se a gente estiver falando de um jovem leitor, é muito mais produtivo ler Percy Jackson”, sugere.&nbsp;</p>
<p>Segundo o professor, para indicar um livro, ele tentaria entender mais sobre a pessoa e sobre a vida dela. “Se estiver falando com uma pessoa com a vida muito romântica e que tem potencial em se atrair pelo mundo da poesia, eu recomendaria uma escritora que tem alguma relação com a própria identidade dela. Então, se eu tivesse a infância de uma menina negra, eu provavelmente recomendaria a poesia da Conceição Evaristo. Se estivesse falando com um jovem que já se entende gay, recomendaria os contos do Caio Fernando Abreu”, exemplifica.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>A rotina pode dificultar a criação do hábito de leitura, especialmente com o consumo constante de conteúdos rápidos. Contudo, entre páginas físicas e telas, o hábito da leitura não desaparece, mas se transforma. Em diferentes formatos e rotinas, o desafio passa a ser menos sobre onde se lê e mais sobre como a leitura encontra espaço no cotidiano.&nbsp;</p>
<p>Seguir alguns combinados diários pode facilitar a adesão ao hábito. Segundo a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/dia-mundial-do-livro-veja-5-dicas-para-criar-o-habito-de-ler/">CNN</a>, algumas práticas que podem ajudar são:&nbsp;</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><b>Constância</b>: ler pelo menos 5 páginas por dia ou manter um meta de páginas para ler;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Curadoria:</b> escolha os livros de acordo com seu gosto;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Concentração</b>: evite ter telas por perto durante seu momento de leitura&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Comunidade</b>: a leitura não é uma atividade solitária, participe de grupos de leitura com seus amigos;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Calma</b>: entenda que o hábito pode demorar para ser construído, leia tranquilamente.</li>
</ol>
<h3>Dicas de obras para ler no MEC Livros&nbsp;</h3>
<p><b></b>O Governo Federal desenvolveu o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros">MEC Livros</a>, uma biblioteca digital com mais de 6 mil títulos literários e totalmente gratuita. O acervo possui livros nacionais e internacionais de poesia, histórias em quadrinhos, romances, contos e muitos outros gêneros literários. Alguns livros que podem ajudar a iniciar o hábito da leitura:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b>A árvore mais sozinha do mundo</b>, de Mariana Salomão Carrara;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Capitães da Areia</b>, de Jorge Amado;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Torto arado</b>, de Itamar Vieira Junior;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Metamorfose</b>, de Franz Kafka;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Alice no País das Maravilhas</b>, de Lewis Carroll;&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Cabeça do Santo</b>, de Socorro Acioli;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Vegetariana</b>, de Han Kang;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Harry Potter e a Pedra Filosofal</b>, de J. K. Rowling;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Arlindo, </b>Ilustralu;&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Enquanto eu não te encontro</b>, de Pedro Ruas;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Ensaio sobre a cegueira</b>, de José Saramago;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A palavra que resta,</b> de Stênio Gardel;</li>
</ul>
<h3>&nbsp;</h3>
<p><em>Texto e fotos: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias&nbsp;</em></p>
<p><em>Ilustração: Pyetra Dornelles, acadêmica de Desenho Industrial e estagiária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Infografia: Daniel Michelon De Carli, designer</em></p>
<p><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição “Retratos de Resiliência” chega ao Complexo Multicultural e segue itinerância pela UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/22/exposicao-retratos-de-resiliencia-chega-ao-complexo-multicultural-e-segue-itinerancia-pela-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:58:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra fotográfica sobre a recuperação do acervo documental fica em exibição até 30 de abril no centro de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="223" data-end="578">A exposição fotográfica “Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” foi instalada nesta quarta-feira (22) no hall do Complexo Multicultural da Antiga Reitoria, no centro de Santa Maria. A mostra permanece em exibição no local até o dia 30 de abril, dando continuidade ao seu circuito itinerante pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p data-start="580" data-end="873">A atividade integra o projeto de desenvolvimento institucional “Exposição Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” e reúne registros que evidenciam o trabalho coletivo de recuperação de documentos afetados pelas enchentes.</p>
<p data-start="875" data-end="1114">Com imagens produzidas por servidoras e servidores da instituição, a exposição destaca os bastidores do processo de salvaguarda do acervo documental, valorizando o empenho técnico e humano envolvido na preservação da memória institucional.</p>
<p data-start="1116" data-end="1302" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Após a passagem pelo Complexo Multicultural, a mostra tem previsão de circulação pelos campi de Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul, encerrando o calendário itinerante da iniciativa.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestra Sinfônica de Santa Maria: uma noite para celebrar 60 anos de música</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/09/orquestra-sinfonica-de-santa-maria-uma-noite-para-celebrar-60-anos-de-musica</link>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 23:22:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[OSSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Concerto no Centro de Convenções da UFSM comemorou aniversário e trajetória da OSSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72429" align="alignleft" width="700"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/CAPA-300x200.jpeg" alt="" width="700" height="467" /> Concerto dos 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria aconteceu no Centro de Convenções[/caption]
<p>Quem compareceu no Centro de Convenções da UFSM no dia 7 de abril percebeu um clima diferente no ar: tempo de celebrar, relembrar e desejar vida longa à Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), a qual completa 60 anos de sonhos que, com dedicação e entrega, seguem se realizando. Para a ocasião, a Orquestra preparou um repertório especial que parece contar uma história. Começo, meio e fim perpassam a memória do grupo, que já foi lar de tantas pessoas. </p>
<p>Ao cruzar pelas escadas do auditório da universidade, o público, lentamente, acomodou-se. Em cima do palco, vários instrumentos – as cordas, as madeiras, os metais e a percussão – deram pistas de que o show estava para começar. Lá atrás, nos camarins, esperavam os músicos e seu condutor, o maestro Cláudio António Esteves. “Depois de todo o trabalho que a gente tem, que a gente ensina para os nossos alunos, não há do que ter medo. O palco é nossa casa”, disse. A hora, agora, é de colher o que foi semeado com tanto carinho pelos componentes do organismo vivo que é a OSSM.</p>
<p>As luzes do ambiente ajustavam-se. Várias fotografias da orquestra ao longo dos anos passavam em uma tela, que sobe aos poucos para dar espaço à grandiosidade do momento. A reitora da UFSM, Martha Adaime, fez seu pronunciamento, breve; ela, assim como todos ali, mal podiam esperar pelo presente que estava por vir. Os artistas entram. Eles sabem exatamente onde ficam os próprios lugares. Entra o maestro. Nesse instante, o público aplaude com a certeza de que estava lá para presenciar um misto de entrega, qualidade e magia.</p>
<p>O concerto iniciou com a abertura da ópera O Guarani, de Antônio Carlos Gomes. Trata-se de um simbólico pioneirismo para a história do Brasil: essa foi a primeira música nacional a ser ouvida - e aclamada - em um grande palco europeu. A composição escolhida abriu portas, bem como a Orquestra Sinfônica de Santa Maria faz desde 1966. Ela chega para mudar o contexto cultural da região central do Rio Grande do Sul e ganhar destaque como uma das mais longevas e importantes instituições musicais do estado. </p>
<p>É o fim do começo, e ninguém sabia o que poderia vir a seguir. Entre uma música e outra, são alguns segundos de espera que fomentam pensamentos de curiosidade e reflexão acerca do que acaba de ser apresentado. Rapidamente, sons de pássaros e melodias que parecem ter uma ordem própria tomam conta do ambiente - é sinal de que o Canto do Sabiá, composto por Frederico Richter, está começando.</p>
<p>Fundador do grupo, Richter foi seu primeiro maestro. Foi ele quem sonhou o que antes era chamado de “Orquestra Possível”, nome dado ao projeto de extensão que precedeu a formação da atual orquestra. O maestro Esteves, que trabalha hoje em prol da perpetuação de um sonho de seis décadas, comentou: “o pessoal inicia com a possibilidade de proporcionar um organismo musical importante para a sua cidade, sua região, estado, país. Não se sabe se isso vai vingar, então se vai trabalhando aos poucos”. Trabalho esse que se firmou com o tempo e se traduz na homenagem prestada ao seu inicializador.</p>
<p><b>A universidade cumprindo seu papel</b></p>
[caption id="attachment_72430" align="alignright" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO-3-300x200.jpeg" alt="" width="600" height="400" /> Acadêmico Dener Madruga apresentou seu solo de contrabaixo durante o evento[/caption]
<p>Não somente os regentes, como todos aqueles que passaram pela orquestra, são peças da grande engrenagem que faz o espetáculo acontecer. Os estudantes, que dão vida ao espaço da universidade pública, compõem parte crucial do que sustenta a OSSM ao longo do tempo - é o que simboliza a apresentação preparada para a sequência do concerto. De repente, parte dos músicos se retirou para dar evidência a Dener Madruga, acadêmico de Música. Ele chegou com seu contrabaixo e se dispôs à frente de seus colegas, ao lado do maestro. Iniciou, então, seu solo. </p>
<p>Dener apresentou o Concerto para Contrabaixo n° 2 de Giovanni Bottesini, compositor que transformou a visão sobre o instrumento ao tirá-lo da posição de suporte harmônico e rítmico. Para o artista, sua apresentação tem uma representatividade muito simbólica, seja como contrabaixista seja como universitário. “Representar a vida acadêmica, ainda mais da CEU - porque eu sou da CEU -, é meio que uma vitória. É mostrar que é possível”, afirmou. </p>
<p>O acadêmico foi escolhido através de uma seleção feita pelo departamento de Música da UFSM. Era o segundo ano seguido que tentava. Com estudo, treinamento e concentração, aqui está, em 2026: à frente de uma audiência que quase não pisca para não arriscar perder momento algum de sua entrega. Dener afirma nunca ter imaginado se apresentar como solista, apesar da antiga vontade de participar de uma orquestra. O maestro comentou: “para ele, também é uma sensação de reconhecimento do esforço, sabe? É a universidade cumprindo o papel dela”.</p>
<p><b>Vida longa à Orquestra Sinfônica de Santa Maria</b></p>
<p>O concerto levou a plateia a imergir na divertida Pizzicato-Polka, peça de Johann Strauss Jr. e Josef Strauss, e apresenta um instrumento que contrapõe completamente o esforço que o contrabaixo exige: o Glockenspiel. Na sequência, um clássico eternizado pela animação Fantasia (1940), de Walt Disney, consumiu o ambiente - é Uma Noite no Monte Calvo, de Modest Mussorgsky, que começava. Entre uma obra e outra, a noite ganhou forma como uma espécie de percurso afetivo, em que cada música revela uma faceta diferente da orquestra. Há leveza, intensidade e espaço para o inesperado.</p>
[caption id="attachment_72431" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO5-300x200.jpeg" alt="" width="500" height="333" /> Público aplaudiu ao fim da noite de celebração dos 60 anos da OSSM[/caption]
<p>Nada mais inesperado, inclusive, do que encerrar a noite com uma abertura. A Abertura Orfeu no Submundo, de Jacques Offenbach, é o que dá o ponto final à celebração dos 60 anos da OSSM. Finalizada a peça, os músicos levantaram-se. O maestro caminhou à diagonal do palco e faz um último agradecimento. Mais uma vez, a plateia aplaudiu – e ela seguiu aplaudindo por algum tempo para tentar fazer jus à oportunidade de prestigiar tamanha força cultural.</p>
<p>Como se trata de um aniversário, houve um Parabéns para Você. Novamente, os músicos tomaram seus postos. A melodia da tradicional e sentimental canção ecoou não somente nos instrumentos, mas nas vozes das pessoas presentes, que acompanharam no canto e nas palmas. Todos sorriram e trocaram olhares, confidentes, de satisfação. O palco, lentamente, esvaziou-se. Chegou ao fim a comemoração de 60 anos de uma potência, um experimento que deu certo, que vive nas memórias de quem passa por ele. O desejo é um só: o de que a Orquestra Sinfônica de Santa Maria siga firme para que possam ser comemorados infinitos anos mais. </p>
<p><em>Texto: Camille Moraes, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Fotos: Adrieny Rosa, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Edição: Pedro Pereira, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editora UFSM promove lançamento de obras sobre literatura e editoração</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/08/editora-ufsm-promove-lancamento-de-obras-sobre-literatura-e-editoracao</link>
				<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:22:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#Editora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72404</guid>
						<description><![CDATA[Evento ocorre no dia 13 de abril, no Espaço Cultural da Editora, com entrada aberta ao público]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72420" align="alignright" width="473"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Convite-lancamentos-com-logos.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72420" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Convite-lancamentos-com-logos.jpeg" alt="" width="473" height="592" /></a>  [/caption]
<p data-start="172" data-end="495">A Editora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promove, no dia 13 de abril, às 15 horas, o lançamento das obras <em data-start="280" data-end="302">Teoria da Literatura</em> e <em data-start="305" data-end="332">Fundamentos em Editoração</em>. A atividade propõe um momento de celebração da escrita, da leitura e da produção acadêmica, reunindo diferentes perspectivas sobre o campo literário e editorial.</p>
<p data-start="497" data-end="720">O encontro será realizado no Espaço Cultural da Editora UFSM e busca promover o diálogo entre autores, leitores e a comunidade acadêmica, valorizando trajetórias e reflexões que atravessam a área das Letras e da editoração.</p>
<p data-start="722" data-end="769">A participação é aberta ao público interessado.</p>
<p>As obras integram a Coleção Textos Introdutórios UFSM, uma parceria entre a Editora UFSM e a Pró-Reitoria de Graduação. Trata-se de uma iniciativa voltada à democratização do conhecimento e ao fortalecimento da graduação, por meio da oferta de bibliografias fundamentais, em formato acessível e didático.</p>
<p><strong>Sobre os autores:</strong></p>
<p>Lucas Zamberlan é professor do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM, com atuação nas áreas de teoria da literatura e literatura brasileira, trabalhando principalmente com leitura crítica e análise de textos literários. Sua trajetória de pesquisa contempla as relações entre literatura, artes, mídias e história, sendo autor de importantes obras no campo dos estudos literários.</p>
<p>Marília de Araújo Barcellos é professora associada do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, com atuação nas áreas de comunicação, leitura e mercado editorial. Sua produção acadêmica articula ensino, pesquisa e extensão, dando ênfase à produção editorial, cultura do livro e circulação do conhecimento, aspectos que fundamentam a obra lançada.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura mural multiartístico sobre cultura afro-gaúcha na Antiga Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-inaugura-mural-multiartistico-sobre-cultura-afro-gaucha-na-antiga-reitoria</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:13:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
		<category><![CDATA[complexo multicultural antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Assinada por Braziliano, a obra é parte do Programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72286" align="alignleft" width="464"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0405-683x1024.jpg" alt="" width="464" height="696" /> Mural artístico Ubuntu Terra Viva no Complexo Multicultural Antiga Reitoria[/caption]<p>Quem passa pela Rua Floriano Peixoto, no centro de Santa Maria, agora se depara com uma composição de cores vibrantes que transforma a paisagem urbana. Tons de azul, vermelho, amarelo e verde dão forma ao mural <em data-start="763" data-end="782">Ubuntu Terra Viva</em>, inaugurado na noite de quarta-feira (25) no Complexo Multicultural Antiga Reitoria. A obra traz novos significados ao espaço e marca a celebração da cultura e da memória afro-gaúcha. </p><h3 data-section-id="1mv0wrs" data-start="1036" data-end="1091">A obra e seus significados</h3><p data-start="1093" data-end="1472">Finalizado em janeiro deste ano, após quase dois meses de produção, o mural ocupa a área externa do prédio da Antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria. A obra foi idealizada pelo artista e muralista Braziliano e executada em 21 dias de pintura, dentro de um processo que envolveu pré e pós-produção, além de uma operação técnica complexa em altura.</p><p data-start="1474" data-end="1745">A composição faz referência à população afro-gaúcha e às suas riquezas culturais. Rostos negros ocupam posição de destaque, acompanhados por elementos simbólicos como as sete ervas e a pomba branca, que representa o orixá Oxalá. As sete ervas carregam significados ancestrais: arruda (proteção), guiné (limpeza espiritual), alecrim (equilíbrio e alegria), manjericão (harmonia), espada-de-são-jorge (defesa), levante (renovação) e comigo-ninguém-pode (proteção espiritual).</p><p data-start="1747" data-end="1978">Além de Braziliano, participaram da execução Alexon Messias, Amanda Rodrigues, Cauê Toledo e Israel Caetano. Segundo o muralista, o trabalho exigiu uma equipe com conhecimento técnico específico para atuação em grandes superfícies.</p><h3>Espaço de circulação e aproximação com a comunidade</h3><p>A escolha do local para a instalação do mural foi estratégica. De acordo com a coordenadora de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, Cassiana Marques da Silva, o prédio recebe, em média, de 200 a 300 pessoas por dia, o que representa cerca de 100 mil visitantes ao ano. “É um prédio muito vivo, muito pulsante, porque nós temos vários projetos que são realizados aqui para a comunidade de Santa Maria”, afirma.</p><p data-start="2714" data-end="3090">A gestora do Complexo, Jeanne Mainardi, destaca que o espaço funciona como porta de entrada da comunidade para a Universidade. Segundo ela, a revitalização do prédio contribui para aproximar o público e ampliar o acesso às iniciativas desenvolvidas no local. Nesse contexto, a obra também atua como elemento de convite e curiosidade sobre o que acontece no interior do local.</p><p data-start="3092" data-end="3354">A iniciativa integra um projeto de rotas turísticas em comunidades quilombolas, financiado pela Fundação Cultural Palmares. Em 2024, a UFSM recebeu R$ 360 mil para o desenvolvimento do programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul: Identidade e Tradição”.</p><p data-start="3356" data-end="3686">O programa promove o protagonismo da juventude negra nas comunidades quilombolas da região da Quarta Colônia. Entre as ações, estão a produção de materiais gráficos e informativos sobre a trajetória dessas comunidades, o fortalecimento da visibilidade de seus saberes e o incentivo ao afroturismo e à economia circular e criativa.</p>[caption id="attachment_72287" align="alignright" width="365"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0422-771x1024.jpg" alt="" width="365" height="485" /> Intervenção artística integrou programação de inauguração[/caption]<h3 data-section-id="18hwiwg" data-start="3688" data-end="3723">Intervenção artística no evento</h3><p data-start="3725" data-end="3992">A programação de inauguração contou, ainda, com uma intervenção da Royale Escola de Dança e Integração Social, em homenagem a Dandara dos Palmares. A coreografia apresentada é inspirada no espetáculo “E as meninas rebeldes vão à luta”, de 2018, e foi adaptada para a ocasião. “A gente pesquisou sobre figuras femininas na história e decidiu trazer a trajetória da Dandara”, explica Layana da Rosa Ferreira, uma das bailarinas.</p><p data-start="4146" data-end="4423">Ao final do evento, foi realizado o descerramento de uma placa, com a presença dos artistas e do vice-reitor, Tiago Marchesan. O material inclui um QR Code que direciona o público a<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas">o site da UFSM,</a> com informações sobre as comunidades quilombolas do centro do Rio Grande do Sul.</p><p><em>Texto: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
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				<title>QuintHall Café inicia nova temporada com programação cultural, acolhimento e bem-estar na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/2026/03/25/quinthall-cafe-inicia-nova-temporada-com-programacao-cultural-acolhimento-e-bem-estar-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:39:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conecta-saude-mental]]></category>
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<h3><b>Inauguração celebra o mês das mulheres com show de Paola Matos e convidadas no dia 26 de março</b></h3>
<p><img class="alignnone size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/341/2026/03/FOTO-RU-3.jpg" width="900" height="500" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O QuintHall Café, projeto do Setor de Atenção Integral ao Estudante (SATIE), vinculado à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE/UFSM), com apoio do projeto UFSM Conecta Saúde Mental, inicia uma nova temporada de atividades no Hall do Restaurante Universitário I, reafirmando sua proposta de transformar o espaço em um território de convivência, cultura e cuidado coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com encontros semanais, sempre às quintas-feiras, o projeto articula arte, saúde mental, integração e diversidade, oferecendo à comunidade universitária um ambiente acolhedor, gratuito e aberto à participação. A programação se inicia no mês de março e segue ao longo do ano, com novas atividades sendo anunciadas gradualmente.</span></p>
<h2><b>Programação de abertura</b></h2>
<h3><b>26 de março | Inauguração – QuintHall Conecta Mulheres</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A abertura da nova temporada do QuintHall Café acontece no dia 26 de março, com uma edição especial dedicada às vozes, histórias e potências femininas. Em diálogo com o mês das mulheres e com o Dia Mundial do Teatro (27/03), a programação propõe uma noite de celebração, encontro e expressão artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O destaque da noite é o show </span><b>“Divinas Tetas”</b><span style="font-weight: 400">, apresentado por </span><b>Paola Matos com participações de</b> <b>Luiza Morais e Clariana, </b><span style="font-weight: 400">com</span> <span style="font-weight: 400">um repertório sensível e potente com interpretações de vozes femininas da música brasileira. A apresentação reforça o protagonismo feminino na arte e convida o público a vivenciar uma experiência coletiva de escuta e celebração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além do espetáculo musical, a programação inicia às 17h com atividades de convivência e, às 18h, contará com </span><b>bingo temático dedicado a escritoras</b><span style="font-weight: 400">, ampliando o diálogo com a produ</span><span style="font-weight: 400">ção cultural feminina em diferentes linguagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A noite também contará com a presença de serviços institucionais da UFSM, além de coletivos estudantis como o DCE e iniciativas de cuidado como o Conecta, fortalecendo a rede de acolhimento e promoção de bem-estar no campus.</span></p>
<h3><b>02 de abril | Café, Chocolate &amp; Encontros – Especial de Páscoa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em clima de Páscoa, o QuintHall propõe uma edição voltada ao encontro e à partilha, combinando cultura, afetos e experiências sensoriais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação contará com apresentação musical e ações voltadas à convivência respeitosa e inclusiva.</span></p>
<h3><b>09 de abril | Calourada Cultural</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Pensada especialmente para recepcionar estudantes ingressantes, a edição promove integração entre calouros e veteranos por meio da arte e da cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A noite contará com show de Zezeth Guys, além da presença de serviços institucionais, Diretórios Acadêmicos, DCE e iniciativas de apoio estudantil, criando um ambiente de acolhida e pertencimento no início da trajetória universitária.</span></p>
<h2><b>Oportunidade para estudantes artistas e propositores culturais</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Além da programação semanal, a PRAE/UFSM está com inscrições abertas, ao longo de 2026, para o cadastramento de </span><b>propostas artísticas, culturais e oficinas</b><span style="font-weight: 400"> a serem desenvolvidas no âmbito do SATIE e do QuintHall Café.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O edital busca mapear iniciativas de estudantes da UFSM voltadas à promoção da saúde mental e do bem-estar, contemplando ações como apresentações musicais, oficinas criativas, práticas corporais, intervenções culturais e outras propostas inovadoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As propostas selecionadas poderão ser convocadas conforme a demanda do serviço, com possibilidade de bolsa no valor de </span><b>R$ 560,00</b><span style="font-weight: 400">, vinculada à execução das atividades. </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prae/editais/016-2026"><span style="font-weight: 400">O edital pode ser encontrado no aqui</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><b>Local:</b><span style="font-weight: 400"> Hall do Restaurante Universitário I – UFSM</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><b>Quando:</b><span style="font-weight: 400"> Quintas-feiras, a partir das 17h</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><b>Entrada gratuita</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após essas primeiras edições, o QuintHall Café segue com sua programação contínua ao longo do ano, trazendo novas temáticas, oficinas, apresentações artísticas e ações de cuidado, que serão divulgadas semanalmente nos canais oficiais do projeto <a href="https://www.instagram.com/satie.prae/">@satie.prae</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O QuintHall Café se propõe, assim, como um espaço permanente de encontro, expressão e acolhimento, contribuindo para a qualidade de vida, a permanência estudantil e o fortalecimento da cultura dentro da universidade.</span></p>
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<p><i>Texto: Matheus Loroña, Bolsista UFSM Conecta Saúde Mental</i></p>
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