<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=cultura" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 23:42:42 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Cultura e desenvolvimento: diálogos e deslocamentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/editoras/facos/cultura-e-desenvolvimento-dialogos-e-deslocamentos</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:10:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/editoras/facos/?page_id=617</guid>
						<description><![CDATA[Cultura e desenvolvimento: diálogos e deslocamentos Elisa Lübeck, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, Luciomar de Carvalho, Mônica Maria Celestina de Oliveira (organizadores)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h1>Cultura e desenvolvimento: diálogos e deslocamentos</h1><h6>Elisa Lübeck, Flavi Ferreira Lisbôa Filho, Luciomar de Carvalho, Mônica Maria Celestina de Oliveira (organizadores)</h6>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Clube de leitura de quadrinhos realiza diálogo sobre obra de Alison Bechde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/15/clube-de-leitura-de-quadrinhos-realiza-dialogo-com-alison-bechde</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:46:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[clube de leitura de quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73219</guid>
						<description><![CDATA[Encontro ocorre nesta terça (16) às 17h no Prédio 40A]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-73220 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-15-at-08.59.06.jpeg" alt="Cartaz vertical com fundo preto e imagem da capa do livro Fun Home, que é uma janela com um pessoa atrás de uma cortina. À frente da capa da livro, a foto do autor.  " width="368" height="491" />O Grupo de Pesquisa Oficina Escrita, Histórias em Quadrinhos e Tradução: Teoria da Literatura e Práticas Literárias (GPOQT) da UFSM realiza nesta terça-feira (16) o primeiro encontro do clube de leitura “Departamento dos Pequenos Quadros”. O evento acontecerá no Prédio 40A, na sala 2120, às 17h.</span>

<span style="font-weight: 400">Coordenado pela professora Maria Clara Carneiro, o clube, centrado em histórias em quadrinhos, conversará a respeito de Fun Home, de Alison Bechdel. A obra está disponível para empréstimo na plataforma MEC Livros.</span>

<span style="font-weight: 400">O encontro será mediado e apresentado pelos doutorandos das Letras Ícaro Gonçalves e Gabriel Cavalcanti, com o objetivo promover o debate crítico e estimular a leitura das histórias em quadrinhos como uma linguagem autônoma e particular. Além disso, busca popularizar a recente plataforma MEC Livros do Governo Federal.</span>

<span style="font-weight: 400">A atividade integra projeto de extensão organizado pelo grupo de pesquisa e oferece certificados de participação para os ouvintes. Mais informações pelo <a href="https://www.instagram.com/gpoqt.ufsm?igsh=eTNvdzR4a3RvMzd4">@gpoqt.ufsm</a></span><span style="font-weight: 400">.</span>

<span style="font-weight: 400"><strong>Fun Home</strong> - Uma Tragicomédia em Família narra memórias da infância e juventude da autora e aborda temas como orientação sexual, luto e suicídio, enquanto é tecido de modo não-linear, como uma meticulosa investigação a respeito da figura de seu pai, diretor de uma casa funerária apaixonado por literatura, que morreu quando Bechdel ainda era jovem. A autora reconstrói as próprias memórias na medida em que reflete e questiona o ambiente doméstico em que cresceu. Monta um estudo elaborado a respeito de seu pai e analisa a firmeza com que ele regia a casa, sua possível homossexualidade, os casos que teve ao longo da vida e as circunstâncias de sua morte.</span>

<i>Com informações do GPOQT/PPG Letras/CAL</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM Frederico Westphalen recebe a 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/06/12/ufsm-frederico-westphalen-recebe-a-15a-mostra-cinema-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:23:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[15 Mostra Cinema e Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[antonia melho]]></category>
		<category><![CDATA[antonia melo]]></category>
		<category><![CDATA[cacique raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[exibição de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[mdch]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>
		<category><![CDATA[nego bispo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14315</guid>
						<description><![CDATA[Campus exibirá filmes que trazem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, emergência climática e preservação cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A <strong>UFSM Campus Frederico Westphalen</strong> está entre os pontos de exibição da <strong>15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos.</strong> A iniciativa é promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (<strong>MDHC</strong>), em parceria com o Ministério da Educação (<strong>MEC</strong>) e a Universidade Federal do Ceará (<strong>UFC</strong>), dos dias 16 a 18 de junho.</p>
<p>A ação tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema nacional e estimular debates sobre temas fundamentais para a sociedade, como diversidade, inclusão social, cidadania, combate às desigualdades e aos preconceitos. Além disso, a iniciativa busca ampliar os espaços de diálogo e conscientização, aproximando diferentes públicos de discussões essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e respeitosa.</p>
<p>Com o tema “<em>Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável</em>”, a edição deste ano destaca a mudança do clima como um dos grandes desafios contemporâneos. As produções selecionadas incentivam reflexões sobre os impactos da crise ambiental, a responsabilidade coletiva na preservação do meio ambiente e a necessidade de construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.</p>
<p>As sessões no campus ocorrem em diferentes momentos, têm entrada gratuita e são abertas ao público em geral. Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a mostra ocorre dentro da programação do <strong>Pensando Verde</strong>. No dia 18 de junho, no <strong>Estúdio de TV</strong>, haverá a exibição de várias películas. Veja a programação completa a seguir e <a href="https://www.instagram.com/stories/highlights/18128769649544563/" target="_blank" rel="noopener">saiba mais sobre os filmes aqui</a>:</p>		
													<img width="1024" height="572" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/06/12_06_card_mostra_cinema.jpg" alt="" />													
		<p><strong>SERVIÇO</strong><br /><strong>Evento</strong>: 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos<br /><strong>Período</strong>: 16 a 18 de junho <br /><strong>Local</strong>: UFSM Campus Frederico Westphalen<br /><strong>Entrada</strong>: Gratuita<br />Saiba mais em <a href="https://www.instagram.com/ufsmfw/" target="_blank" rel="noopener">nosso Instagram</a>.</p>
<p>A seguir confira alguns trailers dos filmes: </p>https://www.youtube.com/watch?v=MyVpXNKuTGU&#038;list=PLijMKiJgIFZEPONN723Dj7ud8emFFfb0s&#038;index=5https://www.youtube.com/watch?v=pffVhgsfMQohttps://www.youtube.com/watch?v=QdeEGPHj0hYhttps://www.youtube.com/watch?v=0J5bXdXJXrk]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa Fazendo Arte celebra 30 anos dedicados à cultura na rádio universitária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2026/06/01/programa-fazendo-arte-celebra-30-anos-dedicados-a-cultura-na-radio-universitaria</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:42:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fazendo arte]]></category>
		<category><![CDATA[Rejane Miranda]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7949</guid>
						<description><![CDATA[Há 30 anos, estreava na Rádio Universidade de Santa Maria, na frequência 800 AM, o programa Fazendo Arte, criado e apresentado pela jornalista Rejane Miranda. O programa nasceu com a proposta de abrir espaço para divulgar a produção artística de Santa Maria e região, reunindo entrevistas, lançamentos, música e artistas de diferentes áreas da cultura. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Há 30 anos, estreava na Rádio Universidade de Santa Maria, na frequência 800 AM, o programa Fazendo Arte, criado e apresentado pela jornalista Rejane Miranda. O programa nasceu com a proposta de abrir espaço para divulgar a produção artística de Santa Maria e região, reunindo entrevistas, lançamentos, música e artistas de diferentes áreas da cultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Dos discos de vinil ao formato digital de hoje, muitas histórias passaram pelos microfones da emissora. Em 2017, com a chegada da UniFM, o programa passou para a frequência 107.9, pela qual continua no ar de segunda a sexta-feira, ao vivo, das 11h ao meio-dia.</p>
<p>“Celebrar 30 anos falando de cultura reforça a importância da comunicação pública, que valoriza não apenas o que está em destaque no momento, mas também as pessoas e iniciativas que fazem da arte uma forma contínua de produzir conhecimento”, destaca Rejane.</p>
<p>Para comemorar a trajetória do programa, um evento vai reunir artistas e a comunidade no dia 3 de junho, quarta-feira, às 19h. A programação conta com pocket shows de Renato Mirailh, Sandro Cartier, Maju Magno e Filipe de Césaro (Fifo), oficinas do coletivo artístico Croma e momentos de memória sobre a contribuição do Fazendo Arte para o rádio e para a cultura de Santa Maria. A organização é de estudantes da disciplina de Gestão de Eventos do curso de Relações Públicas da UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7952,"align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/411/2026/06/LOGO_Vamos-Fazer-Arte-pmg.jpg" alt="" class="wp-image-7952" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Serviço</strong><br><strong>O quê? </strong>“Vamos Fazer Arte?” - Celebração dos 30 anos do programa Fazendo Arte, da UniFM 107.9<br><strong>Quando?</strong> 3 de junho, véspera de feriado, às 19h<br><strong>Onde?</strong> Old School Pub - R. Coronel Niederauer, 1613<br><strong>Organização:</strong> Curso de Relações Públicas da UFSM - Disciplina Gestão de Eventos<br><strong>Parceiros culturais:</strong> Universidade Federal de Santa Maria, Sicredi, Old School Pub, Papelaria Cultura SM, Alvo Positivo Confecções e Coletivo Croma<br><strong>Participações musicais: </strong>Renato Mirailh, Sandro Cartier, Maju Magno e Filipe de Césaro (Fifo)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Museu Gama d’Eça e Victor Bersani: a casa do tempo e da memória de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/museu-gama-deca-e-victor-bersani-a-casa-do-tempo-e-da-memoria-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:46:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[museu gama d'eça]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72838</guid>
						<description><![CDATA[Fechado temporariamente para reformas desde setembro de 2025, espaço histórico da UFSM mantém atividades de preservação, pesquisa e catalogação do acervo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72860" align="alignleft" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1802-1024x683.jpg" alt="" width="601" height="401" /> Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é a casa do tempo de Santa Maria[/caption]
<p>Existe uma casa em que o tempo parece se esconder. As portas de madeira entalhadas, altas e pesadas, protegem o passado da velocidade do mundo atual. Nela, o tempo é mais do que as horas contadas em um relógio: é um morador antigo. O Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é a morada do tempo em Santa Maria.  </p>
<h3>Dia Internacional dos Museus </h3>
<p>No dia 18 de maio, o mundo volta o olhar para espaços como este. Celebrado desde 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), o Dia Internacional dos Museus busca lembrar a importância dessas instituições como espaços de intercâmbio cultural, preservação da memória e fortalecimento da compreensão entre os povos. Em 2026, o tema da data é “Museus Unindo um Mundo Dividido”. </p>
<p>Em Santa Maria, o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani é parte dessa história.  O Museu Victor Bersani foi criado em 1913, pela Sociedade União dos Caixeiros Viajantes (SUCV). Enquanto isso, o Museu Gama d’Eça foi fundado em 1968, pela Universidade Federal de Santa Maria. Em 1981, as duas instituições se fundiram e passaram a se localizar na Rua do Acampamento, centro de Santa Maria, em um prédio histórico, herança da família do Dr. Astrogildo de Azevedo. </p>
<p>Hoje, o espaço conta com um acervo de  objetos históricos, documentos, coleção de animais taxidermizados, arqueologia, paleontologia e entomologia.  </p>
<h3>Sem visitas, por enquanto </h3>
<p>Desde de setembro de 2025, o museu não recebe visitantes. O motivo é a necessidade de reforma no telhado do prédio histórico, que apresenta riscos até que seja restaurado. Além disso, a fachada também precisa passar por melhorias, explica Bernardo Duque de Paula, museólogo e diretor do museu. </p>
<p>A reforma, que estava prevista para o final de 2025, teve que ser adiada devido a desistência da empresa que a realizaria. Hoje, a instituição busca uma nova empresa para realizar a obra. </p>
<h3>O tempo não para, nem as atividades no museu </h3>
[caption id="attachment_72861" align="alignright" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1571-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Peças do museu estão sendo armazenadas na Antiga Reitoria[/caption]
<p>Mesmo sem receber o público, o museu continua em movimento. Todos os dias, estudantes, pesquisadores e profissionais atravessam suas portas para fazer com que o tempo continue sendo preservado. </p>
<p>Bernardo conta que o museu é dividido em três áreas: preservação, pesquisa e comunicação. “Tudo que a gente tem, é nosso compromisso preservar. Não só para a atual geração, mas para gerações futuras”, explica. Dentro desta área, há o cuidado com a higienização e a catalogação do acervo.</p>
<p>A pesquisa é indispensável, já que permeia todas as atividades do museu. E a comunicação envolve divulgação científica, atividades educativas e divulgações em redes sociais. Segundo Bernardo, em 2024, 18.700 pessoas visitaram o espaço. Já em 2025, até setembro, 15 mil pessoas passaram pelo acervo. “As exposições foram desmontadas, mas todo esse trabalho de preservação e de pesquisa continua sendo realizado”, afirma o diretor. </p>
<p>Hoje, uma das atividades mais frequentes no espaço é a catalogação do acervo. “Toda peça, quando entra no museu, tem que receber um número de identificação. Então, é preenchida uma ficha catalográfica, com todas as informações daquele objeto. De tempos em tempos, tem que ser feita uma checagem dessas peças, da localização e tudo”, conta Bernardo. </p>
<h3>Nos bastidores do acervo</h3>
<p>Em uma manhã de quarta-feira, a reportagem da Agência de Notícias encontrou Bernardo no museu para uma entrevista e um tour guiado. Durante nossa conversa, caminhamos pelo espaço e observamos os trabalhos que estavam sendo realizados. </p>
<p>Na primeira sala que entramos, cédulas de diferentes épocas e países estavam sendo organizadas e catalogadas pelos estudantes Lucas Rembold e Micael Bellé Razia. Bernardo nos explicou que “as cédulas são retiradas dos envelopes antigos, são acondicionadas em novos envelopes com materiais indicados para a  conservação do material, e são catalogadas e incluídas em uma planilha. Depois, são fotografadas e digitalizadas no repositório digital, em que ficam disponíveis para consulta externa”. Todas as cédulas e moedas que estão no museu hoje, são resultado de doações. </p>
<p>Lucas nos contou que o trabalho no museu influenciou diretamente sua trajetória acadêmica. Ele é mestrando em Patrimônio Cultural. “A minha pós-graduação foi o trabalho que a gente fez ano passado com as moedas, então a numismática é uma área que me atrai bastante”. </p>
<p>Após nossa conversa sobre as cédulas e moedas, seguimos para outra sala do museu. Lá, diferentes espécies de aves taxidermizadas aguardavam um cuidado minucioso. Algumas estavam sendo higienizadas sobre uma mesa por Jordana Pivetta, estudante de Biologia e voluntária responsável pelo manejo desses animais. </p>
<p>Ela explicou que antes de iniciar a higiene é preciso vestir equipamentos de proteção individual (EPIs). Mesmo preservados, os animais podem estar com fungos e piolhos. Após colocar máscara e luvas, o cuidado inicia. “Nos menores, limpamos olhos, bico e patas para soltar o pó. Quando estão mofados, usamos algodão com álcool 70%, mas evitamos as partes pintadas para não remover a tinta. Depois, limpamos os olhos e outras regiões com água pura, fazemos a foto, a identificação, atualizamos a planilha e colocamos no repositório digital”, detalhou Jordana. Após a limpeza, os animais voltam para as vitrines. </p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1378-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Após catalogar moedas, bolsistas do museu trabalham na catalogação de cédulas históricas</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1756-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A limpeza dos animais taxidermizados é realizada com produtos específicos, pincéis e uso de EPIs</figcaption>
										</figure>
		<p>Nos fundos do museu, outro trabalho acontecia longe dos olhos do público: a preparação de novos mobiliários para quando o espaço reabrir. A ideia, explica Bernardo, é que o retorno aconteça com exposições renovadas. ““Quando o museu reabrir, queremos que as exposições estejam todas repensadas. Estamos trabalhando na confecção de novos mobiliários”, conta.</p>
[caption id="attachment_72863" align="alignright" width="604"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1487-1024x683.jpg" alt="" width="604" height="402" /> Mesmo com a espera da reforma no telhado, reformas menores estão sendo realizadas[/caption]
<p>No espaço, vimos pinturas realizadas por Kauan Scheffer, estudante de desenho industrial, que ficarão nos fundos das vitrines dos animais taxidermizados. Vimos, também, Valter Rosa removendo a tinta, lixando e pintando as vitrines antigas. </p>
<h3>O que permanece guardado</h3>
<p>A visita terminou em outro endereço cheio de memória: a Antiga Reitoria da UFSM. Lá, em uma sala do subsolo, funciona a reserva técnica do museu. O local abriga livros, documentos históricos e itens que não estavam mais à mostra nas exposições. Ali também está a biblioteca do museu, organizada por Christian Vargas Dias. Desde dezembro, arquivos estão sendo levados para a Antiga Reitoria para que sejam organizados e catalogados.</p>
<p>Depois, subimos para o quarto andar e encontramos uma sala cheia de caixas de arquivos. Entre eles, documentos da década de 1970. O material que está dentro dessas caixas, será classificado e incorporado à reserva técnica visitada anteriormente. </p>
<p>Bernardo nos contou que umas de suas peças preferidas no acervo é um meteorito ferroso raro e a carruagem do Conde de Porto Alegre, que está em boas condições de preservação. “É uma carruagem que tem toda a história de ter sido usada em batalhas, em acontecimentos importantes aqui da história do Rio Grande do Sul”, contou. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1678-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A carruagem histórica é um dos elementos preferidos de Bernardo no acervo</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1662-1-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Utilizada por Conde de Porto Alegre, item está em boas condições de preservação</figcaption>
										</figure>
		<h3>Atividades multidisciplinares </h3>
<p>Em 2025, cerca de 13 estudantes trabalhavam no acervo. História, ecologia, biologia, arquitetura, desenho industrial e arquivologia são algumas das áreas que ajudam a manter o espaço em funcionamento. O Gama d'Eça e Victor Bersani aceita voluntários e bolsistas selecionados através de editais. </p>
<h3>Acervo digital Tainacan </h3>
<p>Ficar um tempo sem visitações possibilitou ao museu que pudesse colocar mais itens em seu acervo digital, o <a href="https://tainacan.ufsm.br/museu-gama-deca/colecoes/" data-wplink-edit="true">Tainacan</a>. A plataforma online permite consultas públicas ao material preservado pela instituição.</p>
<p>Mesmo longe das exposições físicas, o tempo continua sendo organizado, registrado e preservado pelo Museu Gama d'Eça e Victor Bersani </p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias;<br />Fotos: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias;<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Formação superior para indígenas: valorizando cultura e identidade</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2026/05/06/formacao-superior-para-indigenas-valorizando-cultura-e-identidade</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:37:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=1140</guid>
						<description><![CDATA[Texto: Pedro Giordani / Foto: Carlos Eduardo Ribeiro Em entrevista à TV Brasil, foi perguntado à professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão o que mais espantaria Platão nos tempos atuais. A resposta de Lúcia foi categórica: “Ele se espantaria, provavelmente, acima de tudo, com a nossa falta de identidade. Se você chega e pergunta [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto:</strong> Pedro Giordani / <strong>Foto:</strong> Carlos Eduardo Ribeiro</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em entrevista à TV Brasil, foi perguntado à professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão o que mais espantaria Platão nos tempos atuais. A resposta de Lúcia foi categórica: “Ele se espantaria, provavelmente, acima de tudo, com a nossa falta de identidade. Se você chega e pergunta a um ser humano: quem é você? Esse ser humano vai ficar enrolado, sem saber o que dizer”, responde a professora. Essa resposta revela um dos grandes dilemas contemporâneos: a crise de identidade, agravada por uma sociedade capitalista que valoriza mais o ter do que o ser.</p>
<p>Porém, essa mazela presente na sociedade, que muitos chamam de “evoluída”, não se reflete na cultura indígena. Em nossa sociedade, é difícil responder a uma pergunta extremamente simples como “quem é você?”, pois a identidade é construída pelas profissões e endereços e consequentemente os bens adquiridos. Caso os perca ou mude de localidade, o indivíduo perde também a sua identidade. Já o indígena sabe quem é, conhece sua origem, de onde veio e ao que pertence. Sua identidade não é construída pela aquisição de bens que, cedo ou tarde, acabarão em uma lixeira.</p>
<p>Diante desse cenário, percebe-se a negação da complexidade e da autonomia desses povos por parte dos chamados “evoluídos”, o que ocasiona problemáticas de exclusão territorial e social, impedindo os indígenas de frequentarem lugares não indígenas. Contudo, após séculos de resistência e contribuição à formação do Brasil, os povos originários estão cada vez mais presentes nos centros acadêmicos de todo o país. Segundo o Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, em 2022 o número de estudantes indígenas matriculados no ensino superior chegou a aproximadamente 70 mil, representando centenas de etnias. Desse total, 29% estavam em universidades públicas e 71% em privadas, um salto expressivo em relação a 2009, quando eram apenas 11,4 mil.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1141 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-16.54.11-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /></p>
<p>Com esse crescimento expressivo, as universidades foram impulsionadas a repensar políticas de acesso e permanência. Porém, ainda estão longe de se tornar espaços que acolham os povos nativos. Isso ocorre porque boa parte da sociedade ainda mantém uma visão de supremacia cultural em relação aos indígenas.</p>
<p>Em discurso, a deputada federal e ativista indígena Célia Xakriabá foi ao encontro da fala da filósofa brasileira Lúcia Helena: “As pessoas, elas sabem o seu interesse, a profissão da sua mãe, mas não sabem de onde vem a sua identidade. E aqueles que carecem muito de saber de onde vêm, não sabem também para onde vão”. Essa fala reflete a importância dos indígenas em todas as áreas da sociedade, e nas universidades não poderia ser diferente.</p>
<p>Aprender e respeitar sua individualidade em todos os espaços é essencial para construir uma educação mais humana e diversificada. Valorizar o conhecimento e a presença indígena é também um passo importante para resgatar o sentido de pertencer e reconectar o ser humano à sua própria essência. Só assim poderemos, de fato, enfrentar e superar a nossa crise de identidade, reconhecendo que compreender quem somos passa, inevitavelmente, por reconhecer de onde viemos.</p>
<p> </p>
<p>Referências:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/shorts/_dY-4usYPcw">https://www.youtube.com/shorts/_dY-4usYPcw</a> - fala da professora e filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/DPgXy-EDYuO/?igsh=MWZzdzAwMm1temRqMg==">https://www.instagram.com/reel/DPgXy-EDYuO/?igsh=MWZzdzAwMm1temRqMg==</a> - fala da deputada federal e ativista indígena Célia Xakriabá (além da fala recortada, usei algumas reflexões abordadas)</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jrwoydK4lUY&amp;list=RDjrwoydK4lUY&amp;start_radio=1">https://www.youtube.com/watch?v=jrwoydK4lUY&amp;list=RDjrwoydK4lUY&amp;start_radio=1</a> - Não utilizei nada especifico, mas a música do Fabio Brazza vai ao encontro da ideia da forma como o indígena enxerga o mundo e a terra, questionando a ideia de ‘’sociedade evoluída ‘’que vivemos</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=36NC4G2KVoE">https://www.youtube.com/watch?v=36NC4G2KVoE</a> - Historia e inspiração que levou à construção da música do Brazza</p>
<p><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/numero-de-estudantes-indigenas-no-ensino-superior-cresce-mas-grupo-enfrenta-desafios-para-se-formar">https://revistapesquisa.fapesp.br/numero-de-estudantes-indigenas-no-ensino-superior-cresce-mas-grupo-enfrenta-desafios-para-se-formar</a> - dados mencionados</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>55/2026 - EDITAL N.º 055/2026 - SELEÇÃO DE BOLSISTAS - PRODUÇÃO CULTURAL E ÁREA TÉCNICA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/055-2026</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:35:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?post_type=editais&#038;p=15909</guid>
						<description><![CDATA[<p>A Pró-reitoria de Extensão (PRE) torna pública a abertura de inscrições para seleção de bolsistas estudantes de graduação ou pós-graduação matriculados na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para atuarem junto à Coordenadoria de Cultura e Arte, no Centro de Convenções.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Pró-reitoria de Extensão (PRE) torna pública a abertura de inscrições para seleção de bolsistas estudantes de graduação ou pós-graduação matriculados na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para atuarem junto à Coordenadoria de Cultura e Arte, no Centro de Convenções.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PET Indígena da UFSM promove roda de conversa sobre vivências e perspectivas indígenas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/28/pet-indigena-da-ufsm-promove-roda-de-conversa-sobre-vivencias-e-perspectivas-indigenas</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:20:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[abril indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[PET Indígena]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72617</guid>
						<description><![CDATA[Atividade integra a programação do Abril Indígena e é aberta à comunidade acadêmica e ao público externo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="332" data-end="663">O Programa de Educação Tutorial (PET) Indígena da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza, no dia 28 de abril, a roda de conversa “Existir para além do olhar do outro”. A atividade ocorre das 18h às 19h, no Centro de Ciências da Saúde (CCS), prédio 26A, sala 1240, e é aberta à comunidade acadêmica e ao público externo.</p>
<p data-start="665" data-end="923">A proposta do encontro é promover um espaço de escuta, troca e reflexão com estudantes indígenas de diferentes etnias brasileiras, abordando questões relacionadas às vivências, saberes, culturas e lutas dos povos indígenas no contexto universitário e social.</p>
<p data-start="925" data-end="1113">A iniciativa integra as ações do Abril Indígena, período dedicado à valorização das culturas indígenas e à ampliação do debate sobre direitos, identidade e representatividade desses povos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Não tem como eu existir sem um livro por perto”: a leitura em tempos de hiperconexão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/23/nao-tem-como-eu-existir-sem-um-livro-por-perto-a-leitura-em-tempos-de-hiperconexao</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:57:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72582</guid>
						<description><![CDATA[Dia Mundial do Livro é uma lembrança sobre a importância da leitura em tempos de hiperconexão tecnológica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72587" align="alignleft" width="524"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A2595-3-1024x683.jpg" alt="" width="524" height="350" /> Os livros fazem parte da rotina de Nadine desde cedo[/caption]
<p>Aos 11 anos, Nadine Guarize descobriu o mundo. Na verdade, Porto Mauá, no noroeste do Rio Grande do Sul, era seu mundo desde que havia nascido. Mas, foi ao conhecer Crepúsculo, de Stephenie Meyer, que entendeu a grandiosidade que existia dentro dos livros. Pensar que era possível escrever sobre um lugar onde vampiros e lobisomens eram reais fez com que Nadine se apaixonasse pelas páginas. </p>
<p>A mãe de Nadine, assim como sua avó, cultivava a leitura como algo fundamental. Quando ela nasceu, não foi diferente. Os livros infantis fizeram parte de seu pequeno mundo desde cedo. Apesar de ainda não saber ler, a mãe de Nadine a incentivava a tentar. </p>
<p>Foi quando começou a frequentar a escola que teve seu primeiro contato com livros infantojuvenis. Ao comentar com sua professora que havia gostado do filme Crepúsculo, descobriu que a história tinha sido originalmente escrita em um livro e que poderia pegá-lo emprestado. Um novo mundo se abria. “Naquele ano, acho que li 50 livros, muitos de fantasia”, comenta Nadine. </p>
<p>Com o passar dos anos, a leitura seguiu presente em sua trajetória. Hoje, aos 23 anos, Nadine cursa Jornalismo na Universidade Federal de Santa Maria e está em seu último ano. Ao longo da vida, conheceu muitos lugares sem sair do país, “a minha mãe sempre fala que, quando a gente está lendo, viaja para lugares que não conseguiríamos ir. Conhecemos novos lugares e culturas em livros da Itália, do Irã, da Índia e da Espanha, por exemplo”. </p>
<p>O hábito da leitura ajudou a construir sua identidade. “Eu não consigo imaginar a minha vida sem a leitura. Não imagino um mundo em que letrinhas em um papel não tenham significado. Isso é uma parte intrínseca na minha personalidade: eu sou o que eu sou, porque eu sempre amei ler. Não tem como eu existir sem um livro por perto”, afirma a leitora. </p>
<p>Em um cenário de hiperconexão, no entanto, histórias como a de Nadine convivem com novos desafios para a formação e a manutenção do hábito da leitura.</p>
<h3>Dia Mundial do Livro </h3>
<p>O dia 23 de abril é o Dia Mundial do Livro. Em 1995, a <a href="https://www.unesco.org/en/days/world-book-and-copyright">Conferência Geral da UNESCO </a>definiu a data, que coincide com o falecimento de William Shakespeare, Miguel de Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega, como um momento de homenagem aos livros e autores. Segundo a UNESCO, “os livros e a arte de contar histórias são um legado da humanidade. São ferramentas poderosas para o pensamento crítico, a reflexão e a emancipação”. </p>
<p>Além disso, todos os anos, desde 2002, a UNESCO escolhe a Capital do Livro. Em 2025, o Rio de Janeiro foi o escolhido. Neste ano, Rabat, no Marrocos, assume o título, com a missão de promover a leitura para diferentes faixas etárias e em toda a sociedade, tanto no país anfitrião quanto internacionalmente.  </p>
<p>No entanto, apesar do incentivo da UNESCO, os dados brasileiros mostram o contrário. Segundo a pesquisa <a href="https://www.prolivro.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Apresentac%CC%A7a%CC%83o_Retratos_da_Leitura_2024_13-11_SITE.pdf">Retratos da Leitura no Brasil</a>, em 2019, 52% da população brasileira era considerada leitora. Em 2024, esse número caiu para 47%, o que representa cerca de 93,4 milhões de leitores.  A redução ocorre no mesmo período em que cresce o consumo de conteúdos digitais, especialmente nas redes sociais, que passam a disputar diretamente o tempo antes dedicado à leitura.</p>
<p>Segundo a Agência Senado, o estudo aponta para a diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do analfabetismo funcional. </p>
<p>A falta de tempo é o motivo mais comum entre os brasileiros que não leem. Enquanto isso, 78% das pessoas responderam que gostam de usar a internet em seu tempo livre. Nesse contexto, a questão que se coloca não é apenas se as pessoas estão lendo menos, mas também como e em que formatos a leitura tem acontecido.</p>
<h3>Das páginas ao scroll ou vice- versa? </h3>
[caption id="attachment_72588" align="alignright" width="506"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A2627-3-1-1024x682.jpg" alt="" width="506" height="337" /> Livros físicos e digitais fazem parte da rotina dos leitores[/caption]
<p>Segurar um livro, sentir a textura das páginas e até o cheiro do papel ainda faz parte da experiência de leitura para muitas pessoas. Para outras, a praticidade fala mais alto: carregar dezenas de títulos em um único dispositivo, ajustar o tamanho da fonte e ler em qualquer lugar são vantagens que tornam o livro digital uma opção cada vez mais presente no cotidiano. Entre o apego ao objeto físico e a facilidade do digital, a leitura também passa por uma transformação de formato, e não apenas de hábito. </p>
<p>Dados recentes mostram que essa mudança acontece de forma combinada. Segundo a pesquisa <a href="https://cbl.org.br/2025/02/com-preco-igual-49-dos-brasileiros-preferem-comprar-em-livrarias-fisicas/"><i>Panorama do Consumo de Livros</i>,</a> realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pela Nielsen BookData, 56% dos consumidores brasileiros compraram apenas livros físicos nos últimos 12 meses, enquanto 14% consumiram apenas digitais e 30% transitaram entre os dois formatos. Isso indica que, embora o impresso ainda predomine, o digital já faz parte da rotina de quase metade dos leitores e não está restrito a dispositivos específicos. Cada vez mais, a leitura digital acontece no celular, integrado ao uso cotidiano das telas. </p>
<p>O avanço também aparece no mercado editorial. Em 2024, os conteúdos digitais representaram cerca de 9% do faturamento das editoras, com crescimento em relação ao ano anterior. Além disso, <a href="https://editora.uemg.br/quem-somos/blog/310-mercado-editorial-brasileiro-em-2024-a-expansao-digital-e-os-desafios-dos-impressos">o formato digital é majoritariamente composto por e-books</a>, que correspondem a cerca de 91% dos títulos digitais publicados no país.</p>
<p>Mesmo assim, o livro físico mantém vantagens valorizadas pelos leitores. Entre os motivos para a preferência pelo impresso estão o manuseio do objeto, a possibilidade de folhear antes da compra e a experiência sensorial da leitura. Já o digital se destaca pela praticidade, portabilidade e facilidade de acesso.</p>
<p>É nesse cenário que as redes sociais têm tomado parte da vida cotidiana. É possível passar horas assistindo a vídeos curtos sem perceber o tempo passar. Nesse contexto, tirar um momento do dia para ficar em silêncio, realizar uma atividade menos enérgica e incentivar a concentração se torna algo distante. Os momentos de lazer passam a ser guiados por conteúdos rápidos, níveis altos e incontrolados de dopamina, o neurotransmissor do prazer,  e superficialidade. </p>
<p>Mesmo com os impactos do uso excessivo de telas, surgem iniciativas que incentivam a leitura. Um exemplo é o “booktok”, nicho da plataforma TikTok voltado para a divulgação de livros. Nesse espaço, criadores de conteúdo compartilham recomendações e experiências de leitura, o que pode despertar o interesse de novos leitores. Se, por um lado, as telas, seja por meio de redes sociais ou dos próprios livros digitais, competem com os livros, por outro também podem funcionar como porta de entrada para novas leituras. </p>
<p>Maria Clara da Silva Ramos, professora de Literatura do curso de Letras da UFSM, vê aspectos positivos nesse movimento. “Acho que pode influenciar outras pessoas a lerem. O problema das redes sociais é a falta de controle sobre o conteúdo”, avalia. </p>
<p>É nesse cenário que autores brasileiros como Machado de Assis, Clarice Lispector, Carla Madeira, Guimarães Rosa, Carolina Maria de Jesus e Socorro Acioli têm ganhado visibilidade entre os jovens. Obras como <i>A Hora da Estrela</i>, <i>Cabeça de Santo</i> e <i>Tudo é Rio</i> passaram a circular com mais frequência entre leitores dessa comunidade digital. Mais do que substituir o livro físico, o ambiente digital tem reconfigurado as formas de acesso, recomendação e interesse pela leitura.</p>
<h3>Toda leitura é válida </h3>
<p>Nesse cenário de mudanças, também se ampliam as formas de leitura e os perfis de leitores. Existem leitores de clássicos, como Franz Kafka, William Shakespeare, Jane Austen ou Jorge Amado. Também existem leitores de obras mais novas, como as de Itamar Vieira Junior, Aline Bei ou Sally Rooney. Segundo Maria Clara, consumir livros complexos ou mais simples não te faz menos leitor. “Tem um escritor francês, Daniel Pennac, que escreveu ‘Os dez direitos do leitor’ e ele diz que um deles é o direito de não ler. Você não precisa ler tudo, a leitura deve ser um ato de prazer”, explica. </p>
<p>Alguns dos livros mais marcantes para as pessoas, segundo a Revista Retratos da Leitura, não são os “clássicos”: </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
													<img width="768" height="499" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/infografico-v2-1-768x499.jpg" alt="" />													
		<p>A leitura pode ser encarada como um momento de lazer, assim como assistir um filme ou uma série. Identificar gêneros e temas de interesse é um passo importante para criar o hábito. O professor de Literatura da UFSM, Anselmo Peres, conta que desenvolveu interesse pela leitura quando suas irmãs lhe apresentaram alguns títulos. Mas, foi na sua graduação em Letras que entendeu que mais se interessava pela literatura LGBTQIA+ e feminista.&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, a leitura LGBTQIA+, por exemplo, tem crescido tanto para livros nacionais como internacionais. “Há mais leitores que estão interessados em consumir essa literatura”, afirma. “Vermelho, branco e sangue azul”, de Casey McQuiston, “Quinze Dias”, de Vitor Martins ou “Os sete maridos de Evelyn Hugo”, de Taylor Jenkins Reid, são exemplos de livros de romance baseados em relações LGBTQIA+.&nbsp;</p>
<p>A identificação com personagens e histórias pode contribuir para processos de autoconhecimento. A liberdade de escolher o que ler também é uma forma de expressão, afirma Anselmo.&nbsp;</p>
<h3>Para quem quer começar&nbsp;</h3>
<p>Iniciar a leitura por ler livros muito densos, que sejam de compreensão mais complexa, pode ser um caminho mais difícil. Segundo Anselmo, deve-se começar a ler por aquilo que mais gosta. “Se uma pessoa gosta de mitologia grega, não é muito bom começar a ler por Odisseia. Se a gente estiver falando de um jovem leitor, é muito mais produtivo ler Percy Jackson”, sugere.&nbsp;</p>
<p>Segundo o professor, para indicar um livro, ele tentaria entender mais sobre a pessoa e sobre a vida dela. “Se estiver falando com uma pessoa com a vida muito romântica e que tem potencial em se atrair pelo mundo da poesia, eu recomendaria uma escritora que tem alguma relação com a própria identidade dela. Então, se eu tivesse a infância de uma menina negra, eu provavelmente recomendaria a poesia da Conceição Evaristo. Se estivesse falando com um jovem que já se entende gay, recomendaria os contos do Caio Fernando Abreu”, exemplifica.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>A rotina pode dificultar a criação do hábito de leitura, especialmente com o consumo constante de conteúdos rápidos. Contudo, entre páginas físicas e telas, o hábito da leitura não desaparece, mas se transforma. Em diferentes formatos e rotinas, o desafio passa a ser menos sobre onde se lê e mais sobre como a leitura encontra espaço no cotidiano.&nbsp;</p>
<p>Seguir alguns combinados diários pode facilitar a adesão ao hábito. Segundo a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/dia-mundial-do-livro-veja-5-dicas-para-criar-o-habito-de-ler/">CNN</a>, algumas práticas que podem ajudar são:&nbsp;</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><b>Constância</b>: ler pelo menos 5 páginas por dia ou manter um meta de páginas para ler;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Curadoria:</b> escolha os livros de acordo com seu gosto;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Concentração</b>: evite ter telas por perto durante seu momento de leitura&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Comunidade</b>: a leitura não é uma atividade solitária, participe de grupos de leitura com seus amigos;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Calma</b>: entenda que o hábito pode demorar para ser construído, leia tranquilamente.</li>
</ol>
<h3>Dicas de obras para ler no MEC Livros&nbsp;</h3>
<p><b></b>O Governo Federal desenvolveu o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros">MEC Livros</a>, uma biblioteca digital com mais de 6 mil títulos literários e totalmente gratuita. O acervo possui livros nacionais e internacionais de poesia, histórias em quadrinhos, romances, contos e muitos outros gêneros literários. Alguns livros que podem ajudar a iniciar o hábito da leitura:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b>A árvore mais sozinha do mundo</b>, de Mariana Salomão Carrara;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Capitães da Areia</b>, de Jorge Amado;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Torto arado</b>, de Itamar Vieira Junior;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Metamorfose</b>, de Franz Kafka;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Alice no País das Maravilhas</b>, de Lewis Carroll;&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Cabeça do Santo</b>, de Socorro Acioli;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A Vegetariana</b>, de Han Kang;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Harry Potter e a Pedra Filosofal</b>, de J. K. Rowling;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Arlindo, </b>Ilustralu;&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Enquanto eu não te encontro</b>, de Pedro Ruas;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>Ensaio sobre a cegueira</b>, de José Saramago;</li>
<li style="font-weight: 400"><b>A palavra que resta,</b> de Stênio Gardel;</li>
</ul>
<h3>&nbsp;</h3>
<p><em>Texto e fotos: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias&nbsp;</em></p>
<p><em>Ilustração: Pyetra Dornelles, acadêmica de Desenho Industrial e estagiária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Infografia: Daniel Michelon De Carli, designer</em></p>
<p><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição “Retratos de Resiliência” chega ao Complexo Multicultural e segue itinerância pela UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/22/exposicao-retratos-de-resiliencia-chega-ao-complexo-multicultural-e-segue-itinerancia-pela-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:58:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72571</guid>
						<description><![CDATA[Mostra fotográfica sobre a recuperação do acervo documental fica em exibição até 30 de abril no centro de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="223" data-end="578">A exposição fotográfica “Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” foi instalada nesta quarta-feira (22) no hall do Complexo Multicultural da Antiga Reitoria, no centro de Santa Maria. A mostra permanece em exibição no local até o dia 30 de abril, dando continuidade ao seu circuito itinerante pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p data-start="580" data-end="873">A atividade integra o projeto de desenvolvimento institucional “Exposição Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” e reúne registros que evidenciam o trabalho coletivo de recuperação de documentos afetados pelas enchentes.</p>
<p data-start="875" data-end="1114">Com imagens produzidas por servidoras e servidores da instituição, a exposição destaca os bastidores do processo de salvaguarda do acervo documental, valorizando o empenho técnico e humano envolvido na preservação da memória institucional.</p>
<p data-start="1116" data-end="1302" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Após a passagem pelo Complexo Multicultural, a mostra tem previsão de circulação pelos campi de Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul, encerrando o calendário itinerante da iniciativa.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestra Sinfônica de Santa Maria: uma noite para celebrar 60 anos de música</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/09/orquestra-sinfonica-de-santa-maria-uma-noite-para-celebrar-60-anos-de-musica</link>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 23:22:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[OSSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72428</guid>
						<description><![CDATA[Concerto no Centro de Convenções da UFSM comemorou aniversário e trajetória da OSSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72429" align="alignleft" width="700"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/CAPA-300x200.jpeg" alt="" width="700" height="467" /> Concerto dos 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria aconteceu no Centro de Convenções[/caption]
<p>Quem compareceu no Centro de Convenções da UFSM no dia 7 de abril percebeu um clima diferente no ar: tempo de celebrar, relembrar e desejar vida longa à Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), a qual completa 60 anos de sonhos que, com dedicação e entrega, seguem se realizando. Para a ocasião, a Orquestra preparou um repertório especial que parece contar uma história. Começo, meio e fim perpassam a memória do grupo, que já foi lar de tantas pessoas. </p>
<p>Ao cruzar pelas escadas do auditório da universidade, o público, lentamente, acomodou-se. Em cima do palco, vários instrumentos – as cordas, as madeiras, os metais e a percussão – deram pistas de que o show estava para começar. Lá atrás, nos camarins, esperavam os músicos e seu condutor, o maestro Cláudio António Esteves. “Depois de todo o trabalho que a gente tem, que a gente ensina para os nossos alunos, não há do que ter medo. O palco é nossa casa”, disse. A hora, agora, é de colher o que foi semeado com tanto carinho pelos componentes do organismo vivo que é a OSSM.</p>
<p>As luzes do ambiente ajustavam-se. Várias fotografias da orquestra ao longo dos anos passavam em uma tela, que sobe aos poucos para dar espaço à grandiosidade do momento. A reitora da UFSM, Martha Adaime, fez seu pronunciamento, breve; ela, assim como todos ali, mal podiam esperar pelo presente que estava por vir. Os artistas entram. Eles sabem exatamente onde ficam os próprios lugares. Entra o maestro. Nesse instante, o público aplaude com a certeza de que estava lá para presenciar um misto de entrega, qualidade e magia.</p>
<p>O concerto iniciou com a abertura da ópera O Guarani, de Antônio Carlos Gomes. Trata-se de um simbólico pioneirismo para a história do Brasil: essa foi a primeira música nacional a ser ouvida - e aclamada - em um grande palco europeu. A composição escolhida abriu portas, bem como a Orquestra Sinfônica de Santa Maria faz desde 1966. Ela chega para mudar o contexto cultural da região central do Rio Grande do Sul e ganhar destaque como uma das mais longevas e importantes instituições musicais do estado. </p>
<p>É o fim do começo, e ninguém sabia o que poderia vir a seguir. Entre uma música e outra, são alguns segundos de espera que fomentam pensamentos de curiosidade e reflexão acerca do que acaba de ser apresentado. Rapidamente, sons de pássaros e melodias que parecem ter uma ordem própria tomam conta do ambiente - é sinal de que o Canto do Sabiá, composto por Frederico Richter, está começando.</p>
<p>Fundador do grupo, Richter foi seu primeiro maestro. Foi ele quem sonhou o que antes era chamado de “Orquestra Possível”, nome dado ao projeto de extensão que precedeu a formação da atual orquestra. O maestro Esteves, que trabalha hoje em prol da perpetuação de um sonho de seis décadas, comentou: “o pessoal inicia com a possibilidade de proporcionar um organismo musical importante para a sua cidade, sua região, estado, país. Não se sabe se isso vai vingar, então se vai trabalhando aos poucos”. Trabalho esse que se firmou com o tempo e se traduz na homenagem prestada ao seu inicializador.</p>
<p><b>A universidade cumprindo seu papel</b></p>
[caption id="attachment_72430" align="alignright" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO-3-300x200.jpeg" alt="" width="600" height="400" /> Acadêmico Dener Madruga apresentou seu solo de contrabaixo durante o evento[/caption]
<p>Não somente os regentes, como todos aqueles que passaram pela orquestra, são peças da grande engrenagem que faz o espetáculo acontecer. Os estudantes, que dão vida ao espaço da universidade pública, compõem parte crucial do que sustenta a OSSM ao longo do tempo - é o que simboliza a apresentação preparada para a sequência do concerto. De repente, parte dos músicos se retirou para dar evidência a Dener Madruga, acadêmico de Música. Ele chegou com seu contrabaixo e se dispôs à frente de seus colegas, ao lado do maestro. Iniciou, então, seu solo. </p>
<p>Dener apresentou o Concerto para Contrabaixo n° 2 de Giovanni Bottesini, compositor que transformou a visão sobre o instrumento ao tirá-lo da posição de suporte harmônico e rítmico. Para o artista, sua apresentação tem uma representatividade muito simbólica, seja como contrabaixista seja como universitário. “Representar a vida acadêmica, ainda mais da CEU - porque eu sou da CEU -, é meio que uma vitória. É mostrar que é possível”, afirmou. </p>
<p>O acadêmico foi escolhido através de uma seleção feita pelo departamento de Música da UFSM. Era o segundo ano seguido que tentava. Com estudo, treinamento e concentração, aqui está, em 2026: à frente de uma audiência que quase não pisca para não arriscar perder momento algum de sua entrega. Dener afirma nunca ter imaginado se apresentar como solista, apesar da antiga vontade de participar de uma orquestra. O maestro comentou: “para ele, também é uma sensação de reconhecimento do esforço, sabe? É a universidade cumprindo o papel dela”.</p>
<p><b>Vida longa à Orquestra Sinfônica de Santa Maria</b></p>
<p>O concerto levou a plateia a imergir na divertida Pizzicato-Polka, peça de Johann Strauss Jr. e Josef Strauss, e apresenta um instrumento que contrapõe completamente o esforço que o contrabaixo exige: o Glockenspiel. Na sequência, um clássico eternizado pela animação Fantasia (1940), de Walt Disney, consumiu o ambiente - é Uma Noite no Monte Calvo, de Modest Mussorgsky, que começava. Entre uma obra e outra, a noite ganhou forma como uma espécie de percurso afetivo, em que cada música revela uma faceta diferente da orquestra. Há leveza, intensidade e espaço para o inesperado.</p>
[caption id="attachment_72431" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/FOTO5-300x200.jpeg" alt="" width="500" height="333" /> Público aplaudiu ao fim da noite de celebração dos 60 anos da OSSM[/caption]
<p>Nada mais inesperado, inclusive, do que encerrar a noite com uma abertura. A Abertura Orfeu no Submundo, de Jacques Offenbach, é o que dá o ponto final à celebração dos 60 anos da OSSM. Finalizada a peça, os músicos levantaram-se. O maestro caminhou à diagonal do palco e faz um último agradecimento. Mais uma vez, a plateia aplaudiu – e ela seguiu aplaudindo por algum tempo para tentar fazer jus à oportunidade de prestigiar tamanha força cultural.</p>
<p>Como se trata de um aniversário, houve um Parabéns para Você. Novamente, os músicos tomaram seus postos. A melodia da tradicional e sentimental canção ecoou não somente nos instrumentos, mas nas vozes das pessoas presentes, que acompanharam no canto e nas palmas. Todos sorriram e trocaram olhares, confidentes, de satisfação. O palco, lentamente, esvaziou-se. Chegou ao fim a comemoração de 60 anos de uma potência, um experimento que deu certo, que vive nas memórias de quem passa por ele. O desejo é um só: o de que a Orquestra Sinfônica de Santa Maria siga firme para que possam ser comemorados infinitos anos mais. </p>
<p><em>Texto: Camille Moraes, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Fotos: Adrieny Rosa, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Edição: Pedro Pereira, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editora UFSM promove lançamento de obras sobre literatura e editoração</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/08/editora-ufsm-promove-lancamento-de-obras-sobre-literatura-e-editoracao</link>
				<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:22:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#Editora]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72404</guid>
						<description><![CDATA[Evento ocorre no dia 13 de abril, no Espaço Cultural da Editora, com entrada aberta ao público]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72420" align="alignright" width="473"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Convite-lancamentos-com-logos.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72420" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Convite-lancamentos-com-logos.jpeg" alt="" width="473" height="592" /></a>  [/caption]
<p data-start="172" data-end="495">A Editora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promove, no dia 13 de abril, às 15 horas, o lançamento das obras <em data-start="280" data-end="302">Teoria da Literatura</em> e <em data-start="305" data-end="332">Fundamentos em Editoração</em>. A atividade propõe um momento de celebração da escrita, da leitura e da produção acadêmica, reunindo diferentes perspectivas sobre o campo literário e editorial.</p>
<p data-start="497" data-end="720">O encontro será realizado no Espaço Cultural da Editora UFSM e busca promover o diálogo entre autores, leitores e a comunidade acadêmica, valorizando trajetórias e reflexões que atravessam a área das Letras e da editoração.</p>
<p data-start="722" data-end="769">A participação é aberta ao público interessado.</p>
<p>As obras integram a Coleção Textos Introdutórios UFSM, uma parceria entre a Editora UFSM e a Pró-Reitoria de Graduação. Trata-se de uma iniciativa voltada à democratização do conhecimento e ao fortalecimento da graduação, por meio da oferta de bibliografias fundamentais, em formato acessível e didático.</p>
<p><strong>Sobre os autores:</strong></p>
<p>Lucas Zamberlan é professor do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM, com atuação nas áreas de teoria da literatura e literatura brasileira, trabalhando principalmente com leitura crítica e análise de textos literários. Sua trajetória de pesquisa contempla as relações entre literatura, artes, mídias e história, sendo autor de importantes obras no campo dos estudos literários.</p>
<p>Marília de Araújo Barcellos é professora associada do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, com atuação nas áreas de comunicação, leitura e mercado editorial. Sua produção acadêmica articula ensino, pesquisa e extensão, dando ênfase à produção editorial, cultura do livro e circulação do conhecimento, aspectos que fundamentam a obra lançada.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura mural multiartístico sobre cultura afro-gaúcha na Antiga Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-inaugura-mural-multiartistico-sobre-cultura-afro-gaucha-na-antiga-reitoria</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:13:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
		<category><![CDATA[complexo multicultural antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72285</guid>
						<description><![CDATA[Assinada por Braziliano, a obra é parte do Programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72286" align="alignleft" width="464"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0405-683x1024.jpg" alt="" width="464" height="696" /> Mural artístico Ubuntu Terra Viva no Complexo Multicultural Antiga Reitoria[/caption]<p>Quem passa pela Rua Floriano Peixoto, no centro de Santa Maria, agora se depara com uma composição de cores vibrantes que transforma a paisagem urbana. Tons de azul, vermelho, amarelo e verde dão forma ao mural <em data-start="763" data-end="782">Ubuntu Terra Viva</em>, inaugurado na noite de quarta-feira (25) no Complexo Multicultural Antiga Reitoria. A obra traz novos significados ao espaço e marca a celebração da cultura e da memória afro-gaúcha. </p><h3 data-section-id="1mv0wrs" data-start="1036" data-end="1091">A obra e seus significados</h3><p data-start="1093" data-end="1472">Finalizado em janeiro deste ano, após quase dois meses de produção, o mural ocupa a área externa do prédio da Antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria. A obra foi idealizada pelo artista e muralista Braziliano e executada em 21 dias de pintura, dentro de um processo que envolveu pré e pós-produção, além de uma operação técnica complexa em altura.</p><p data-start="1474" data-end="1745">A composição faz referência à população afro-gaúcha e às suas riquezas culturais. Rostos negros ocupam posição de destaque, acompanhados por elementos simbólicos como as sete ervas e a pomba branca, que representa o orixá Oxalá. As sete ervas carregam significados ancestrais: arruda (proteção), guiné (limpeza espiritual), alecrim (equilíbrio e alegria), manjericão (harmonia), espada-de-são-jorge (defesa), levante (renovação) e comigo-ninguém-pode (proteção espiritual).</p><p data-start="1747" data-end="1978">Além de Braziliano, participaram da execução Alexon Messias, Amanda Rodrigues, Cauê Toledo e Israel Caetano. Segundo o muralista, o trabalho exigiu uma equipe com conhecimento técnico específico para atuação em grandes superfícies.</p><h3>Espaço de circulação e aproximação com a comunidade</h3><p>A escolha do local para a instalação do mural foi estratégica. De acordo com a coordenadora de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, Cassiana Marques da Silva, o prédio recebe, em média, de 200 a 300 pessoas por dia, o que representa cerca de 100 mil visitantes ao ano. “É um prédio muito vivo, muito pulsante, porque nós temos vários projetos que são realizados aqui para a comunidade de Santa Maria”, afirma.</p><p data-start="2714" data-end="3090">A gestora do Complexo, Jeanne Mainardi, destaca que o espaço funciona como porta de entrada da comunidade para a Universidade. Segundo ela, a revitalização do prédio contribui para aproximar o público e ampliar o acesso às iniciativas desenvolvidas no local. Nesse contexto, a obra também atua como elemento de convite e curiosidade sobre o que acontece no interior do local.</p><p data-start="3092" data-end="3354">A iniciativa integra um projeto de rotas turísticas em comunidades quilombolas, financiado pela Fundação Cultural Palmares. Em 2024, a UFSM recebeu R$ 360 mil para o desenvolvimento do programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul: Identidade e Tradição”.</p><p data-start="3356" data-end="3686">O programa promove o protagonismo da juventude negra nas comunidades quilombolas da região da Quarta Colônia. Entre as ações, estão a produção de materiais gráficos e informativos sobre a trajetória dessas comunidades, o fortalecimento da visibilidade de seus saberes e o incentivo ao afroturismo e à economia circular e criativa.</p>[caption id="attachment_72287" align="alignright" width="365"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0422-771x1024.jpg" alt="" width="365" height="485" /> Intervenção artística integrou programação de inauguração[/caption]<h3 data-section-id="18hwiwg" data-start="3688" data-end="3723">Intervenção artística no evento</h3><p data-start="3725" data-end="3992">A programação de inauguração contou, ainda, com uma intervenção da Royale Escola de Dança e Integração Social, em homenagem a Dandara dos Palmares. A coreografia apresentada é inspirada no espetáculo “E as meninas rebeldes vão à luta”, de 2018, e foi adaptada para a ocasião. “A gente pesquisou sobre figuras femininas na história e decidiu trazer a trajetória da Dandara”, explica Layana da Rosa Ferreira, uma das bailarinas.</p><p data-start="4146" data-end="4423">Ao final do evento, foi realizado o descerramento de uma placa, com a presença dos artistas e do vice-reitor, Tiago Marchesan. O material inclui um QR Code que direciona o público a<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas">o site da UFSM,</a> com informações sobre as comunidades quilombolas do centro do Rio Grande do Sul.</p><p><em>Texto: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>QuintHall Café inicia nova temporada com programação cultural, acolhimento e bem-estar na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/2026/03/25/quinthall-cafe-inicia-nova-temporada-com-programacao-cultural-acolhimento-e-bem-estar-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:39:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conecta-saude-mental]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Paola Matos]]></category>
		<category><![CDATA[PRAE/UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[quinthall café]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[Satie]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm conecta saúde mental]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/progep/?p=46473</guid>
						<description><![CDATA[Inauguração celebra o mês das mulheres com show de Paola Matos e convidadas no dia 26 de março O QuintHall Café, projeto do Setor de Atenção Integral ao Estudante (SATIE), vinculado à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE/UFSM), com apoio do projeto UFSM Conecta Saúde Mental, inicia uma nova temporada de atividades no Hall do Restaurante [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3><b>Inauguração celebra o mês das mulheres com show de Paola Matos e convidadas no dia 26 de março</b></h3>
<p><img class="alignnone size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/341/2026/03/FOTO-RU-3.jpg" width="900" height="500" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O QuintHall Café, projeto do Setor de Atenção Integral ao Estudante (SATIE), vinculado à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE/UFSM), com apoio do projeto UFSM Conecta Saúde Mental, inicia uma nova temporada de atividades no Hall do Restaurante Universitário I, reafirmando sua proposta de transformar o espaço em um território de convivência, cultura e cuidado coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com encontros semanais, sempre às quintas-feiras, o projeto articula arte, saúde mental, integração e diversidade, oferecendo à comunidade universitária um ambiente acolhedor, gratuito e aberto à participação. A programação se inicia no mês de março e segue ao longo do ano, com novas atividades sendo anunciadas gradualmente.</span></p>
<h2><b>Programação de abertura</b></h2>
<h3><b>26 de março | Inauguração – QuintHall Conecta Mulheres</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A abertura da nova temporada do QuintHall Café acontece no dia 26 de março, com uma edição especial dedicada às vozes, histórias e potências femininas. Em diálogo com o mês das mulheres e com o Dia Mundial do Teatro (27/03), a programação propõe uma noite de celebração, encontro e expressão artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O destaque da noite é o show </span><b>“Divinas Tetas”</b><span style="font-weight: 400">, apresentado por </span><b>Paola Matos com participações de</b> <b>Luiza Morais e Clariana, </b><span style="font-weight: 400">com</span> <span style="font-weight: 400">um repertório sensível e potente com interpretações de vozes femininas da música brasileira. A apresentação reforça o protagonismo feminino na arte e convida o público a vivenciar uma experiência coletiva de escuta e celebração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além do espetáculo musical, a programação inicia às 17h com atividades de convivência e, às 18h, contará com </span><b>bingo temático dedicado a escritoras</b><span style="font-weight: 400">, ampliando o diálogo com a produ</span><span style="font-weight: 400">ção cultural feminina em diferentes linguagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A noite também contará com a presença de serviços institucionais da UFSM, além de coletivos estudantis como o DCE e iniciativas de cuidado como o Conecta, fortalecendo a rede de acolhimento e promoção de bem-estar no campus.</span></p>
<h3><b>02 de abril | Café, Chocolate &amp; Encontros – Especial de Páscoa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em clima de Páscoa, o QuintHall propõe uma edição voltada ao encontro e à partilha, combinando cultura, afetos e experiências sensoriais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação contará com apresentação musical e ações voltadas à convivência respeitosa e inclusiva.</span></p>
<h3><b>09 de abril | Calourada Cultural</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Pensada especialmente para recepcionar estudantes ingressantes, a edição promove integração entre calouros e veteranos por meio da arte e da cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A noite contará com show de Zezeth Guys, além da presença de serviços institucionais, Diretórios Acadêmicos, DCE e iniciativas de apoio estudantil, criando um ambiente de acolhida e pertencimento no início da trajetória universitária.</span></p>
<h2><b>Oportunidade para estudantes artistas e propositores culturais</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Além da programação semanal, a PRAE/UFSM está com inscrições abertas, ao longo de 2026, para o cadastramento de </span><b>propostas artísticas, culturais e oficinas</b><span style="font-weight: 400"> a serem desenvolvidas no âmbito do SATIE e do QuintHall Café.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O edital busca mapear iniciativas de estudantes da UFSM voltadas à promoção da saúde mental e do bem-estar, contemplando ações como apresentações musicais, oficinas criativas, práticas corporais, intervenções culturais e outras propostas inovadoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As propostas selecionadas poderão ser convocadas conforme a demanda do serviço, com possibilidade de bolsa no valor de </span><b>R$ 560,00</b><span style="font-weight: 400">, vinculada à execução das atividades. </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prae/editais/016-2026"><span style="font-weight: 400">O edital pode ser encontrado no aqui</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><b>Local:</b><span style="font-weight: 400"> Hall do Restaurante Universitário I – UFSM</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><b>Quando:</b><span style="font-weight: 400"> Quintas-feiras, a partir das 17h</span><span style="font-weight: 400"><br /></span><b>Entrada gratuita</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após essas primeiras edições, o QuintHall Café segue com sua programação contínua ao longo do ano, trazendo novas temáticas, oficinas, apresentações artísticas e ações de cuidado, que serão divulgadas semanalmente nos canais oficiais do projeto <a href="https://www.instagram.com/satie.prae/">@satie.prae</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O QuintHall Café se propõe, assim, como um espaço permanente de encontro, expressão e acolhimento, contribuindo para a qualidade de vida, a permanência estudantil e o fortalecimento da cultura dentro da universidade.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i>Texto: Matheus Loroña, Bolsista UFSM Conecta Saúde Mental</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CONCERTO DE ANIVERSÁRIO 60 ANOS DA OSSM E ABERTURA DA TEMPORADA 2026 </title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/orquestra-sinfonica/2026/03/17/concerto-de-aniversario-60-anos-da-ossm-e-abertura-da-temporada-2026</link>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:57:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[concerto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra]]></category>
		<category><![CDATA[OSSM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/orquestra-sinfonica/?p=681</guid>
						<description><![CDATA[O concerto inaugural da Orquestra celebra o exato dia de sua fundação, comemorando seis décadas de dedicação à música. O repertório foi cuidadosamente selecionado para acolher a comunidade acadêmica neste início de semestre e saudar a sociedade que sempre nos prestigia. Nesta noite festiva, apresentaremos peças que marcaram nossa trajetória, que homenageiam nosso fundador e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="851" height="315" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/599/2026/03/CAPA-FB-1.jpg" alt="" />													
		<p>O concerto inaugural da Orquestra celebra o exato dia de sua fundação, comemorando seis décadas de dedicação à música. O repertório foi cuidadosamente selecionado para acolher a comunidade acadêmica neste início de semestre e saudar a sociedade que sempre nos prestigia. Nesta noite festiva, apresentaremos peças que marcaram nossa trajetória, que homenageiam nosso fundador e clássicos que habitam o imaginário coletivo, mesmo que muitos não recordem suas origens.</p>
<p>A noite começa com Antônio Carlos Gomes, o primeiro compositor do “Novo Mundo” a conquistar os palcos europeus. No século XIX, em meio ao domínio de gigantes como Verdi e Puccini, Gomes cativou o exigente público da Europa com a ópera O Guarani. A abertura que ouviremos hoje — funcionando como um “trailer” que antecipa os temas mais marcantes da trama — simboliza o reconhecimento definitivo da música brasileira no circuito internacional.</p>
<p>Na sequência, prestamos tributo ao compositor Frederico Richter, fundador e primeiro maestro desta Orquestra, com o "Canto do Sabiá" da Suíte Três Cantos Poéticos. Uma suíte é uma composição articulada em diferentes partes, sendo esta a primeira das três. Trata-se de uma peça evocativa que desafia a audição tradicional: em vez de melodias convencionais, Richter utiliza onomatopeias e a imitação do canto do pássaro como fio condutor do desenvolvimento musical. A Orquestra agora é a floresta e resta a você observar o movimento e escutar o pássaro através dela.</p>
<p>Para celebrar a vida acadêmica, receberemos o acadêmico contrabaixista Dener Madruga como solista. Ele demonstrará toda a versatilidade do contrabaixo, instrumento frequentemente associado apenas ao suporte harmônico e rítmico. O Concerto nº 2 de Giovanni Bottesini é fundamental em seu repertório, elevando-o ao patamar de solista com uma sonoridade cativante. Em seus três movimentos, a peça exige agilidade, destreza técnica e expõe uma carga emocional que surpreende o público.</p>
<p>Ainda utilizando os naipes de cordas da orquestra teremos Pizzicato-Polka de Johann Strauss Jr. e Josef Strauss. Aqui o público vai observar uma maneira curiosa dos violinos, violas, violoncelos e contrabaixos de serem tocados: sem o uso do arco, o que resulta numa sonoridade de cordas “beliscadas” que dá o nome em italiano à música. Curioso também que os compositores tenham escolhido um instrumento de percussão, o glockenspiel, para fazer uma intervenção “solista”, mas, neste caso, não vamos esperar agilidade, destreza ou arroubos em quantidade de notas como no concerto de contrabaixo. Só assistindo para entender…</p>
<p>A quinta obra da noite é a célebre Uma Noite no Monte Calvo, de Modest Mussorgsky, imortalizada na animação Fantasia, de Walt Disney. A peça narra musicalmente um encontro sobrenatural na véspera do dia de São João: o despertar de seres das trevas, a chegada de um espírito maléfico, a dança das bruxas, o ritual e, finalmente, o badalar dos sinos da igreja, que dispersa a escuridão anunciando o romper da alvorada às seis horas da manhã. Apresentaremos aversão reorquestrada por Rimsky-Korsakov, a mais difundida mundialmente.</p>
<p>Encerraremos o programa com a energia contagiante de Orfeu no Submundo, de Jacques Offenbach. Algumas traduções trazem como Orfeu no Inferno, o que não faz jus à mitologia grega. Sua seção mais famosa é o “Galope Infernal”, popularmente conhecido como Can-can —a dança frenética que simboliza o cabaré Moulin Rouge em Paris. É uma das peças mais vibrantes e reconhecidas de toda a música sinfônica, garantindo um fechamento festivo para este jubileu.</p>
<p> </p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><strong>Repertório</strong>:</p>
<p><strong>1.</strong>⁠ ⁠Antonio Carlos Gomes (1792-1868). Abertura da Ópera “<strong>O</strong><strong> </strong><strong>Guarani</strong>“<br /><strong>2.</strong><strong>⁠</strong> ⁠Frederico Richter (1932-2023). Canto do Sabiá da Suíte “<strong>Três</strong><strong> </strong><strong>Cantos</strong><strong> </strong><strong>Poéticos</strong>“<br /><strong>3.</strong><strong>⁠</strong> ⁠Giovanni Bottesini (1821-1889). Concerto nº 2 para Contrabaixo e Orquestra. Solista: Dener Madruga<br /><strong>          </strong><strong>I.</strong><strong> </strong><strong>Allegro</strong><strong><br /></strong><strong>          </strong><strong>II.</strong><strong> </strong><strong>Andante</strong><strong><br /></strong><strong>          </strong><strong>III.</strong><strong> </strong><strong>Allegro</strong><strong><br /></strong><strong>4.</strong><strong>⁠</strong> ⁠Josef Strauss (1827-1870). <strong>Pizzicato-Polka. </strong>"Solista": Lúcia da Silva de Oliveira<strong><br /></strong><strong>5.</strong>⁠ ⁠Modest Mussorgsky (1839-1881) Orquestração: Nikolay Rimsky Korsakov. <strong>Uma</strong><strong> </strong><strong>Noite</strong><strong> </strong><strong>no</strong><strong> </strong><strong>Monte</strong><strong> </strong><strong>Calvo</strong><strong><br /></strong><strong>6.</strong><strong>⁠</strong> ⁠Jacques Offenbach (1819-1880). <strong>Orfeu</strong><strong> </strong><strong>no</strong><strong> </strong><strong>Submundo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Concerto</strong><strong> </strong><strong>de</strong><strong> </strong><strong>Aniversário</strong><strong> </strong><strong>60</strong><strong> </strong><strong>anos</strong><strong> </strong><strong>da</strong><strong> </strong><strong>OSSM</strong><strong> </strong><strong>e</strong><strong> </strong><strong>Abertura</strong><strong> </strong><strong>da</strong><strong> </strong><strong>Temporada</strong><strong> </strong><strong>2026</strong><strong><br /></strong><strong>Data:</strong><strong> </strong>07/04/2026 (terça-feira)<br /><strong>Horário:</strong><strong> </strong>20h<br /><strong>Local:</strong><strong> </strong>Centro de Convenções da UFSM<br /><strong>Ingressos Gratuitos:</strong><strong> </strong>Portaria dos Fundos do Centro de Convenções da UFSM, Rótula Papelaria (Camobi) e Farmácia Cruz Vermelha (Centro)</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Discursos médicos no século XVIII: genealogia de saberes e conhecimentos através da linguagem”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgletras/2025/12/03/discursos-medicos-no-seculo-xviii-genealogia-de-saberes-e-conhecimentos-atraves-da-linguagem</link>
				<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:24:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Professores]]></category>
		<category><![CDATA[ppgl]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgletras/?p=5093</guid>
						<description><![CDATA[Professora Tatiana Keller (PPGLetras) publica capítulo intitulado “Discursos médicos no século XVIII: genealogia de saberes e conhecimentos através da linguagem” em coletânea dedicada ao português histórico. A obra, organizada por Maria José Bocorny Finatto e publicada pela Editora da Abralin, reúne pesquisas que exploram trajetórias científicas, práticas de cura e construções discursivas do período, contribuindo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="1153" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/559/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-03-at-15.16.02-2-1-768x1153.jpeg" alt="" />													
		<p>Professora Tatiana Keller (PPGLetras) publica capítulo intitulado “Discursos médicos no século XVIII: genealogia de saberes e conhecimentos através da linguagem” em coletânea dedicada ao português histórico. A obra, organizada por Maria José Bocorny Finatto e publicada pela Editora da Abralin, reúne pesquisas que exploram trajetórias científicas, práticas de cura e construções discursivas do período, contribuindo para a compreensão da evolução histórica da língua e dos saberes médicos.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>EDIÇÃO DECORRENTE DE DISSERTAÇÃO DEFENDIDA NO PPGL/UFSM VENCE PRÊMIO FNLIJ 2025 NA CATEGORIA TEATRO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgletras/2025/12/03/edicao-decorrente-de-dissertacao-defendida-no-ppgl-ufsm-vence-premio-fnlij-2025-na-categoria-teatro</link>
				<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:01:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[editores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Professores]]></category>
		<category><![CDATA[ppgl]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgletras/?p=5085</guid>
						<description><![CDATA[Defendida em fevereiro de 2009, a dissertação intitulada “Otelo, de Shakespeare: Crítica e Tradução Literária”, de autoria de Enéias Tavares e orientação do professor Lawrence Flores Pereira, resultou em tradução da tragédia clássica de Shakespeare, sendo levada aos palcos com direção de Aline Castaman. Em 2024, a tradução foi publicada pela editora carioca DarkSide Books [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: left">Defendida em fevereiro de 2009, a dissertação intitulada “Otelo, de Shakespeare: Crítica e Tradução Literária”, de autoria de Enéias Tavares e orientação do professor Lawrence Flores Pereira, resultou em tradução da tragédia clássica de Shakespeare, sendo levada aos palcos com direção de Aline Castaman. Em 2024, a tradução foi publicada pela editora carioca DarkSide Books em edição com ilustrações do artista francês e Julien Delval e introdução da ativista afrofuturista Valerie Lawson.</p>		
													<img width="1024" height="536" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/559/2025/12/Fig-01-2-1024x536.jpg" alt="" />													
		<p>Em novembro de 2025, a edição havia recebido o selo “Altamente Recomendável” pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), ao lado de outros oito títulos da editora. Agora, é anunciado como vencedor do prêmio FNLIJ 2025 na categoria “Melhor Obra de Teatro”. O Prêmio FNLIJ/IBBY Brasil é um importante reconhecimento da literatura infantil e juvenil no Brasil. A FNLIJ concede prêmios e o selo ''Altamente Recomendável'' anualmente para destacar as melhores obras publicadas no país. O Selo é usado como critério definidor para adoção por escolas e bibliotecas.</p>		
													<img width="1024" height="387" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/559/2025/12/Fig-02-1-1024x387.jpg" alt="" />													
		<p style="text-align: left">Além da Tradução, Tavares assina o posfácio da edição, no qual discute o teatro e a composição de Shakespeare para uma de suas tragédias mais conhecidas. A edição também conta com uma mostra dos bastidores do trabalho de Delval para a criação de suas ilustrações. Essa edição vem somar outros trabalhos sobre Shakespeare por parte dos professores da UFSM, como a pesquisa do professor Régis Augustus Bars Closel sobre uma das peças perdidas de Shakespeare, Sir Thomas More (Editora UFSM, 2024), e as traduções de Lawrence Flores Pereira (Penguin/Cia das Letras), publicadas nos últimos anos em edições críticas anotadas e também premiadas.</p>
<p style="text-align: left">Segundo Tavares, hoje docente do curso de Letras, professor do PPGL e atual diretor da Editora UFSM, ver sua “tradução publicada nesse volume especial é uma honra, além de um imenso reconhecimento da pesquisa que fazemos no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Além disso, exemplifica o alcance dos nossos trabalhos de mestrado e doutorado fora dos muros da universidade, tanto entre estudantes e acadêmicos quanto entre leitores e entusiastas de obras clássicas traduzidas para o português brasileiro”.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espetáculo “Enquanto a Linha Toca”, da Associação Orquestrando Arte, será apresentado no Centro de Convenções da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/18/espetaculo-enquanto-a-linha-toca-da-associacao-orquestrando-arte-sera-apresentado-no-centro-de-convencoes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 16:34:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[orquestrando arte]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71429</guid>
						<description><![CDATA[Entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados na Antiga Reitoria da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="281" data-end="635">O espetáculo multiartístico <em data-start="309" data-end="332">Enquanto a Linha Toca</em>, produzido pela Associação Orquestrando Arte com apoio da Lei Rouanet, será apresentado no dia 5 de dezembro, às 20h, no Centro de Convenções da UFSM. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados na Antiga Reitoria da Universidade (Rua Floriano Peixoto, 1184, 4º andar), com limite de dois por CPF.</p>
<p data-start="637" data-end="975">A atração conta a história de Dener, uma jovem que sonha em ser estilista e tem sua trajetória transformada após receber uma carta misteriosa. A narrativa conduz o público a uma viagem que entrelaça tempo, espaço, magia, memórias, ancestralidade e conhecimento, por meio das oficinas de música, coral, dança e teatro da Orquestrando Arte.</p>
<p data-start="977" data-end="1251">Antes da apresentação, também no dia 5, ocorre a Feira Criativa da Orquestrando Arte, no hall da Antiga Reitoria da UFSM, das 14h às 17h. A feira reúne produtos artesanais desenvolvidos em parceria com a Incubadora Social da UFSM, com participação de mulheres da comunidade.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina HP Lovecraft em português: a tradução da ficcção completa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/17/oficina-hp-lovecraf-em-portugues-a-traducao-da-ficccao-completa</link>
				<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 16:01:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[lovecraft]]></category>
		<category><![CDATA[tradução literária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71409</guid>
						<description><![CDATA[Atividade tem vagas limitadas e será realizada na próxima segunda (24)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-71410 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/image-1.jpg" alt="Imagem colorida vertical com a foto do rosto do convidado à direita, um homem branco com cabelos escuros. A imagem traz informações da oficina que constam no texto " width="431" height="611" />A coordenação dos cursos de Licenciatura, Bacharelado e Pós-Graduação em Letras, a direção do Centro de Artes e Letras (CAL) e o Miskatonic Research Group da UFSM junto do Laboratório Corpus realizam oficina de tradução literária “H. P. Lovecraft em português: A tradução brasileira da ficção completa”.  O workshop acontecerá na próxima segunda (24), das 13h30 às 17h30, no auditório do prédio 74E.</p>
<p>A oficina terá a presença de Guilherme da Silva Braga (IFRS), cuja tradução, organização e apresentação que resultou nas 1.640 páginas foi recentemente publicada pela Penguin-Companhia em dois volumes. Nela, Guilherme apresentará aos participantes os desafios dessa publicação e discorrerá sobre os desafios tradutórios enfrentados durante o processo de tradução deste (agora) clássico escritor norte-americano, além de propor exercícios práticos de tradução a partir de excertos selecionados de obras do autor.</p>
<p>A atividade será voltada para estudantes de Letras e Comunicação Social interessados em Tradução, Edição e Mercado Editorial, valendo certificado de 4 horas. Inscrições gratuitas e limitadas em <a href="https://forms.gle/BBJhuP2B4YSaRv2G6" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/BBJhuP2B4YSaRv2G6&amp;source=gmail&amp;ust=1763481133565000&amp;usg=AOvVaw0vGv1gRbEjo74j1DtJZfsN">https://forms.gle/BBJhuP2B4YSaRv2G6</a>.<br /><br /><strong>Minibiografia do Convidado</strong><br />Guilherme da Silva Braga é doutor e mestre em Estudos de Literatura pela UFRGS com pós-doutorado em tradução literária pela UC (Portugal). Ofereceu palestras, oficinas e disciplinas relacionadas a tradução em instituições como PUC-RS, UCS, IFRS, UC (Portugal) e TCD (Irlanda). Atualmente ocupa o cargo de professor visitante do IFRS – Campus Canoas. Como tradutor literário, teve publicadas cerca de oitenta traduções de obras clássicas e modernas feitas a partir do inglês, do sueco, do norueguês e do dinamarquês. Em 2023 recebeu o prêmio de tradução literária oferecido pela NORLA (Noruega), e em 2024 ganhou o prêmio de tradução da APCA pela tradução de É a Ales (Companhia das Letras, 2023), de Jon Fosse.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hip-Hop no Quilombo Vovó Isabel</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/eventos/hip-hop-no-quilombo-vovo-isabel</link>
				<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 15:10:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha da Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Hip-Hop]]></category>
		<category><![CDATA[nova palma]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Vovó Isabel]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=eventos&#038;p=4026</guid>
						<description><![CDATA[<p>Movimento hip-hop no Quilombo em Nova Palma!</p>
<p>No dia 19 de novembro, o Quilombo Vovó Isabel, em Nova Palma, será palco de uma apresentação do Coletivo da Batalha da Roraima, celebrando o Dia da Consciência Negra, com muita rima e poesia 🎤</p>
<p>O encontro propõe um momento de reconhecimento e valorização da cultura negra por meio do hip-hop, da rima e da oralidade, expressões potentes para a resistência do povo preto.</p>
<p>Esse momento é uma realização do Quarta Colônia Geoparque Mundial UNESCO, Prefeitura de Nova Palma e EMATER, reforçando o nosso compromisso com o fortalecimento das identidades, da memória e da diversidade cultural do território.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Movimento hip-hop no Quilombo em Nova Palma!</p>
<p>No dia 19 de novembro, o Quilombo Vovó Isabel, em Nova Palma, será palco de uma apresentação do Coletivo da Batalha da Roraima, celebrando o Dia da Consciência Negra, com muita rima e poesia 🎤</p>
<p>O encontro propõe um momento de reconhecimento e valorização da cultura negra por meio do hip-hop, da rima e da oralidade, expressões potentes para a resistência do povo preto.</p>
<p>Esse momento é uma realização do Quarta Colônia Geoparque Mundial UNESCO, Prefeitura de Nova Palma e EMATER, reforçando o nosso compromisso com o fortalecimento das identidades, da memória e da diversidade cultural do território.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em sua 11ª edição, Noite da Dança terá 13 apresentações no Teatro Caixa Preta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/03/em-sua-11a-edicao-noite-da-danca-tera-13-apresentacoes-no-teatro-caixa-preta</link>
				<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 22:13:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71231</guid>
						<description><![CDATA[Serão apresentadas obras de dança contemporânea, dança moderna, balé clássico, jazz, dança afro-brasileira e danças gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/cartaz-noite-2.jpeg"><img class=" wp-image-71232 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/cartaz-noite-2-240x300.jpeg" alt="Imagem vertical, que consiste no cartaz de divulgação do evento." width="576" height="720" /></a>Na próxima quinta-feira (6), ocorre no Teatro Caixa Preta a 11ª edição da Noite da Dança, mostra organizada pela Licenciatura em Dança da UFSM, reunindo produções cênicas realizadas em disciplinas e projetos do curso. O evento começa às 19h, com ingressos gratuitos pela plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/xi-noite-da-danca/3173035" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a>, e contará com 13 coreografias dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança.

“A mostra celebra a diversidade da dança produzida na UFSM”, explica a coordenadora da Noite da Dança, professora Neila Baldi. Durante pouco mais de uma hora, poderão ser apreciadas coreografias de dança contemporânea, dança moderna, balé clássico, jazz, dança afro-brasileira e danças gaúchas. Entre as temáticas abordadas, destacam-se a enchente do ano passado, questões de gênero, vivências dentro da universidade e despedidas.

A Noite da Dança é um projeto de extensão criado em 2017, com o objetivo de levar as produções do curso de Licenciatura em Dança para a comunidade santa-mariense e também estimular que estudantes desenvolvam projetos artísticos. Das 13 obras coreográficas apresentadas neste semestre, duas são fruto de pesquisa de estudantes, uma é de extensão e as demais são oriundas dos componentes curriculares dos dois cursos.

A abertura da mostra ficará a cargo da disciplina Processos Criativos em Dança II, sob orientação do professor Odailso Berté. Inspirada por músicas do compositor mineiro Marcus Viana, “Tropilha” usa a imagem das amazonas relacionada a diferentes perfis de mulheres, como rainhas, heroínas, personagens de telenovela e figuras míticas. Esses arquétipos femininos têm em comum a sororidade e a relação com a imagem masculina, que mescla confronto e alianças possíveis.

Já o encerramento será com “Água até Aqui”, coreografia de Will Nienow, que ele dirige junto com Lucca Pilla. A obra representa a situação de calamidade das enchentes vivenciada em todo o estado em maio de 2024. A cena é fruto da disciplina Fundamentos da Dança Moderna, sob orientação do professor Lucca Pilla.

A duração da mostra é de aproximadamente uma hora. A produção é de Elisa Giacomelli, Júlia Roncai, Lauren Diel, Manoela Cargnelutti, Natã Bertotti e Priscila Portz, sob a coordenação-geral da professora Neila Baldi.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Museu do Conhecimento se prepara para receber 4ª JAI Mirim</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/31/museu-do-conhecimento-se-prepara-para-receber-4a-jai-mirim</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 16:41:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[JAI Mirim]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Conhecimento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71189</guid>
						<description><![CDATA[Novo espaço museal do campus sede foi inaugurado em outubro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="769" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Museu-do-Conhecimento-Entrega-de-Chaves-Foto-Bianca-1024x769.jpg" alt="Foto colorida horizontal de sala escura com projeções em textso em verdes no teto e nas paredes. No canto direito da sala escura, um homem em uma mesa controla as projeções" />											<figcaption>Projeções digitais no Museu do Conhecimento no campus sede</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="769" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Museu-do-Conhecimento-Entrega-de-Chaves-Foto-Bianca-8-1024x769.jpg" alt="Foto colorida horizontal de mulher jovem tocando em tela de painel" />											<figcaption>Totem digital é usado como suporte para exposições</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr">Após a cerimônia de entrega de chaves, realizada na tarde de 24 de outubro, que reuniu diversas lideranças acadêmicas e equipes de pesquisa, o Museu do Conhecimento se prepara para sediar a 4ª edição da Jornada Acadêmica Integrada Mirim (JAI Mirim). </p><p dir="ltr">A solenidade da semana passada marcou um novo e importante espaço para a educação museológica e a ciência na região. O ato contou com a presença do reitor, professor Luciano Schuch, e da vice-reitora, professora Martha Adaime, de pró-reitores, de diretores de unidades de ensino, coordenadores de cursos, chefias de departamentos, docentes e discentes que presenciaram a inauguração das placas e a entrega oficial das chaves do Museu, seguidos das exposições. </p><p dir="ltr">Os pesquisadores dos Laboratórios Multiusuários do Museu apresentaram exposições e apresentações de seus projetos e produtos distribuídos em seis totens digitais. A atividade ainda contou com encenação com roteiro baseado nas Bruxas de Salem, de  Arthur Miller. A esquete dirigida pela professora Dulce Mörschbächer e encenada por estudantes da Escola de Artes Eduardo Trevisan, EMAET, no átrio, destacou a importância da cultura, da arte de ciência andarem juntas. </p><p dir="ltr">O reitor destacou a vocação do novo espaço para unir a comunidade e o conhecimento: “Este espaço é a concretização do nosso compromisso em levar a ciência para além dos muros da Universidade. É um lugar de encontro, de descoberta e de democratização do conhecimento. Sua inauguração representa um passo gigantesco para a popularização da ciência e para o impacto social da UFSM.”</p><h3>JAI Mirim</h3><p dir="ltr">A JAI Mirim será realizada na próxima quarta-feira (5) e terá 109 projetos desenvolvidos por estudantes. A diversidade de temas e a participação recorde marcam a edição deste ano, que reunirá trabalhos de 67 escolas. </p><p dir="ltr">A equipe do Museu do Conhecimento reforça a essência deste novo espaço: 'Tornar a ciência visível e acessível é o primeiro passo para formar futuros pesquisadores. O Museu será um laboratório vivo, potencializando a qualidade do ensino e a formação de nossos estudantes e professores, desde a educação básica até a pós-graduação.”</p><p dir="ltr"><em>Texto: Fabiane Gomes - Mestranda PPGTER/UFSM </em></p><p dir="ltr"><em>Registros Fotográficos: Bianca Petry Bortoluzzi - Bolsista do Museu</em></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Museu-do-Conhecimento-Entrega-de-Chaves-Foto-Bianca-2-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas à frente de uma parede com uma placa coberta por um tecido azul" />											<figcaption>Descerramento da placa durante a inauguração do Museu do Conhecimento</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/Museu-do-Conhecimento-Entrega-de-Chaves-Foto-Bianca-6-1024x577.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas sentadas em uma escadaria circular que preenche boa parte do espaço" />											<figcaption>Novo espaço de exposições da UFSM receberá JAI Mirim</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM-PM sedia exposição “Memória, Orgulho e Identidade” no Mês da Consciência Negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/31/em-celebracao-ao-mes-da-consciencia-negra-ufsm-pm-sedia-a-exposicao-fotografica-memoria-orgulho-e-identidade</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:34:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[identidades]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[mês da consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[religiões afrobrasileiras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71185</guid>
						<description><![CDATA[Mostra traz mais de 30 fotografias de terreiros de religiões afrobrasileiras do Norte do RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG_9911-1536x1024-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de homem de costas que observa fotos enquadradas em uma parede vermelha. A imagem mostra parcialmente as fotos de praticantes de cultos afro" />											<figcaption>Exposição integra programação do Mês da Consciências Negra no campus Palmeir das Missões</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/DZV_9229-1536x1025-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de mulher negra com roupa branca e turbante na cabeça. A mulher usa um colar, está de braços abertos e sorrindo. O local em que ela está tem folhas verdes largas" />											<figcaption>Exposição traz imagens de religiões afrobrasileiros </figcaption>
										</figure>
		<p>A exposição fotográfica “Memória, Orgulho e Identidade” pode ser visitada no hall do Prédio 1 da UFSM – Campus Palmeira das Missões até 19 de novembro. Com fotografias do documentarista Diogo Zanatta e curadoria da museóloga Patrícia Vivian, a mostra reúne mais de 30 imagens resultantes de pesquisa de campo em seis terreiros do norte do Rio Grande do Sul. As fotografias registram pessoas, espaços e ritos de religiões de matriz africana.</p>
<p>A mostra já passou por Passo Fundo, Marau, Erechim e Carazinho, onde contou com batuque e presença de Mãe Carmem de Holanda, liderança do Candomblé. Na ocasião, Mãe Carmem resumiu o espírito da mostra: “As nossas tradições pregam o bem, a vida em comunidade e a valorização da natureza; respeito entre religiões precisa ser um compromisso de todos.”</p>
<p>Para a curadora Patrícia Vivian, trazer a exposição para a UFSM aproxima&nbsp;universidades, escolas, comunidades de terreiro e pessoas em geral: “O trabalho convida a&nbsp;ver com calma e a ouvir com respeito, sem preconceitos. As imagens ajudam a&nbsp;desmontar&nbsp;estereótipos&nbsp;e a&nbsp;abrir diálogo público sobre liberdade e diversidade religiosa”, comenta. Já o fotógrafo&nbsp;Diogo Zanatta ressalta o caráter documental: “As fotos nasceram de escuta em&nbsp;cada casa visitada. São retratos de fé e para valorizar essas crenças&nbsp;que ainda são tratadas com discriminação.”</p>
<h3><b>Sobre a PNAB&nbsp;(Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura)</b></h3>
<p>“Fazer cultura no interior já é difícil. Fazer um projeto sobre religiões de matriz africana só&nbsp;foi possível por causa da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento. Essa política dá acesso&nbsp;a quem nunca teve: pessoas pretas, pardas, indígenas, periféricas, LGBTQIA+, como eu”,&nbsp;destaca o idealizador Nicolas Lian.&nbsp;Ele também conta que o intuito do projeto é dar visibilidade aos povos de terreiros e ressalta&nbsp;a receptividade das lideranças religiosas. “Quando a gente chegou nos terreiros, a vontade&nbsp;das lideranças de falar, de contar suas histórias, de desmistificar os preconceitos foi&nbsp;enorme. Eles vivem a intolerância todo dia e, mesmo assim, recebem a gente com&nbsp;generosidade, com verdade. Cada terreiro tem sua forma de pensar, de praticar, de viver —&nbsp;e isso mostra como há uma diversidade imensa dentro das próprias religiões afro-brasileiras, que quase ninguém conhece porque nunca tem espaço”.</p>
<h3><b>Material Educativo</b></h3>
<p>Além das imagens, o público encontra material educativo gratuito: um livreto com conceitos&nbsp;e referências sobre as tradições afro-brasileiras que foi pensado para aprofundar os&nbsp;conhecimentos a respeito do tema. Em cada cidade, a equipe promove conversas com&nbsp;educadores e gestores culturais, estimulando o uso pedagógico do acervo e ações de&nbsp;combate ao racismo religioso.</p>
<p>A equipe também registra os impactos da circulação para compor um futuro curta documental desdobramento do projeto, com depoimentos de pais e mães de santo e de visitantes sobre o que a mostra mobiliza nas cidades por onde passa. O projeto é realizado pela Skopo Media, produtora cultural de Passo Fundo que atua com audiovisual, fotografia e design. A produtora também realiza formações, assessorias e projetos culturais voltados para a valorização de territórios e narrativas sociais.</p>
<p><em>Texto: Divisão de Divulgação Institucional UFSM PM</em></p>
<p><em>Fotos: Diogo Zanatta/Divulgação</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mostra fotográfica de Victor Hugo Cecatto será aberta nesta sexta-feira no Acervo Artístico da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/30/mostra-fotografica-de-victor-hugo-cecatto-sera-aberta-nesta-sexta-feira-no-acervo-artistico-da-ufsm-2</link>
				<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 21:31:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[acervo artístico]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71158</guid>
						<description><![CDATA[Cecatto é reconhecido por seu trabalho como ilustrador de capas de discos, bem como de designer e fotógrafo de espetáculos teatrais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/cecatto.jpg"><img class=" wp-image-71159 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/cecatto-240x300.jpg" alt="Imagem vertical em preto e branco. Consiste no cartaz de divulgação da mostra, o qual exibe o rosto de um homem usando óculos escuros." width="546" height="682" /></a>Nesta sexta-feira (31), às 15h30min, ocorre no <a href="https://www.instagram.com/acervoartisticoufsm/" target="_blank" rel="noopener">Acervo Artístico da UFSM</a> a abertura da mostra fotográfica “Não Estou Lá”, do artista visual Victor Hugo Cecatto, falecido em março deste ano. Realizada sob a curadoria da professora Reinilda Minuzzi, do Departamento de Artes Visuais, a exposição é composta por cerca de 70 impressões de fotografias de temas variados, incluindo cópias de fotos originais. Elas retratam um pouco da trajetória do autor no período de 1984 a 2024. Com um percurso que inclui experiência no exterior, Cecatto foi um profissional atuante na cena cultural brasileira, sobretudo no Rio de Janeiro, cidade na qual viveu e trabalhou por mais de 20 anos.</p>
<p>Em 1984, ele formou-se em Administração pela UFSM, onde também estudou Comunicação Visual, até 1988. No ano seguinte, muda-se para os Estados Unidos, tendo frequentado cursos de extensão nas áreas de fotografia e computação gráfica na University of California Los Angeles (UCLA), além de trabalhar no laboratório fotográfico L.A. Photoworks.</p>
<p>Começou profissionalmente como fotógrafo e depois passou a trabalhar também como designer gráfico. Ilustrou diversos livros e campanhas publicitárias, como também capas de discos de artistas como Lulu Santos, Adriana Calcanhoto, Gabriel o Pensador, Paulinho Moska, Raimundos, Cidade Negra, Fernanda Abreu e Wagner Tiso, entre outros.</p>
<p>No teatro, trabalhou como designer e fotógrafo com diretores e atores como Gerald Thomas, Clarissa Freire, Diogo Vilela, Guilherme Leme, Marcus Avisi, Ernesto Piccolo, João Fonseca, Alexandre Reinecke e Victor Garcia Peralta, entre outros. Em arquitetura, também desenvolveu projetos cenográficos e de design de superfície.</p>
<p>A previsão é que a mostra ocupe o salão de exposições do acervo (localizado nos fundos da Biblioteca Central) durante todo o mês de novembro. A exposição é realizada em parceria entre o Acervo Artístico e a Pró-Reitoria de Extensão.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Shopping Praça Nova recebe mostra de espetáculos dos cursos de Artes Cênicas da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/shopping-praca-nova-recebe-mostra-de-espetaculos-dos-cursos-de-artes-cenicas-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 19:45:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71117</guid>
						<description><![CDATA[Promovida pelo projeto de extensão “Porta Aberta”, a mostra visa a fomentar a circulação dos projetos artísticos produzidos nos cursos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Inicia-se neste sábado (25) – com a apresentação da peça “E Agora?” – a 1ª Mostra dos Cursos de Artes Cênicas (habilitações em Direção Teatral e Interpretação Teatral) no Shopping Praça Nova. Esse será o primeiro dos cinco espetáculos previstos. Conforme a sinopse, “dois personagens mascarados vivem suas individualidades até serem confrontados pela necessidade de conviver, compartilhar espaços e experiências. Com uma linguagem cênica que transita entre o absurdo e o humor, o espetáculo investiga as sutilezas das relações humanas, explorando a comicidade corporal e o poder expressivo das máscaras”. Com direção e orientação do professor Elcio Rossini, a peça inicia-se às 17h na sala LUC2 101 (no piso superior do shopping), onde também serão encenados os demais espetáculos que compõem a mostra. A classificação indicativa é livre e a duração é de aproximadamente 40 minutos.</p>
[caption id="attachment_71118" align="alignright" width="561"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG-20251008-WA0002.avif"><img class=" wp-image-71118" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG-20251008-WA0002.avif" alt="Foto quadrada. Mostra duas pessoas sob um fundo preto. Uma (à esquerda) tem cabelo comprido e liso e está vestida de preto, enquanto que a outra, com cabelo curto e ondulado e veste uma camisa branca sob um colete preto. Ambos estão mascarados, e estão abraçados em uma postura semelhante à de uma dança de salão." width="561" height="566" /></a> Primeiro espetáculo da mostra, a peça “E Agora?” apresenta personagens mascarados, com uma linguagem cênica que “transita entre o absurdo e o humor”[/caption]
<p>A mostra continua neste domingo (26), às 19h, com o espetáculo “Descompasso”, o qual é dirigido pelo estudante Thales Schlottfeldt, sob a orientação da professora Mariane Magno Ribas. Inspirada em textos de Alexandre Patricio de Almeida e Liana Ferraz, a peça apresenta um homem e uma mulher que percorrem uma trajetória delicada e complexa “através da poesia do movimento, da subjetividade das emoções e da fragilidade do amor”, segundo a sinopse. O espetáculo tem classificação indicativa de 14 anos e duração aproximada de 50 minutos.</p>
<p>Promovida pelo projeto de extensão “Porta Aberta”, a mostra visa a fomentar a circulação dos projetos artísticos produzidos nos cursos de Artes Cênicas da UFSM. Os componentes artísticos, espetáculos e performances foram desenvolvidos de acordo com as diretrizes de ensino e pesquisa das disciplinas de Ateliê de Criação de Cena. O projeto de extensão, que está em seu oitavo ano, é coordenado pela professora Mariane Magno Ribas, a qual também é a atual coordenadora das duas habilitações em Artes Cênicas.</p>
<p>A programação prossegue na próxima sexta-feira (31) e nos dias 6 e 28 de novembro, quando serão apresentados, respectivamente, os espetáculos “Maldito”, “Cérebro-Coração” e “À Procura de um Autor”. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no balcão de atendimento do shopping.</p>
<p>A programação completa e outras informações constam no <a href="https://extensaoportaberta.wixsite.com/website-4" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> da mostra</a>, a qual conta com o apoio do Centro de Artes e Letras (CAL), Centro de Processamento de Dados (CPD), Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e Imprensa Universitária.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        