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						<item>
				<title>Rádio Universidade Resiste</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2025/10/02/radio-universidade-resiste</link>
				<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 16:36:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[30ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[#ed30]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Como a emissora continua em meio ao declíno da AM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:audio {"id":4114} -->
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Audio-Site-Revista-.mp3"></audio></figure>
<!-- /wp:audio -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O rádio alcança semanalmente 80% da população brasileira, segundo a Kantar IBOPE Media, mas enfrenta limitações técnicas: 68% das emissoras utilizam equipamentos com mais de dez anos de uso, de acordo com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT). Além disso, muitas emissoras AM enfrentam desafios logísticos e financeiros para migrar para a faixa FM, um processo iniciado em 2013 com o Decreto nº 8.139, que visa melhorar a qualidade de áudio e competitividade frente às mídias digitais. A migração exige investimentos em novos equipamentos, pagamento de outorgas (que variam de R$ 8 mil a R$ 4 milhões a depender da cidade e potência) e, em grandes centros, depende da liberação da faixa estendida após o desligamento do sinal analógico de TV, concluído em 2023. Esses custos e a demora na aprovação de projetos pelo Ministério das Comunicações e Anatel dificultam o processo, especialmente para emissoras menores.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O sistema de Amplitude Modulada (AM) surgiu em 1906 e se consolidou no período pós-Primeira Guerra Mundial, com destaque para o grande alcance do sinal. A Frequência Modulada (FM), que surgiu em 1933 e se consolidou nos anos 1960, trouxe qualidade sonora superior, menos interferência e programação mais variada. Com o tempo, o rádio enfrentou novos desafios trazidos pela televisão, pela internet e pelas plataformas digitais. A sobrevivência do meio passou a depender da reinvenção de sua linguagem e formatos.&nbsp;<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em meio a esse cenário, a Rádio Universidade 800 AM, da UFSM, destaca-se como exemplo de adaptação e compromisso com a comunidade, com operação mantida em AM e alcance ampliado via<em> streaming online</em>. A emissora resiste aos desafios e inova com a transmissão <em>online</em>, que expande sua audiência globalmente. Durante a enchente de maio de 2024, no Rio Grande do Sul, a Rádio Universidade permaneceu no ar enquanto outras mídias sofreram interrupção por falta de infraestrutura digital. O diretor do Núcleo de Rádios da UFSM, Jonathan Ferreira, relembra o período: “A FM ficou fora do ar por 15 dias. Já a AM seguiu no ar e informou a população.” A equipe da universidade organizou uma campanha que arrecadou rádios AM e os distribuiu às comunidades afetadas, o que reforçou sua relevância social.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM mantém duas emissoras: a Rádio Universidade, inaugurada em 1968, e a UniFM 107.9, lançada em 2017. Ambas desempenham papel relevante na formação universitária e na prestação de serviço público. A Rádio Universidade e a UniFM nasceram com o objetivo de divulgar as atividades da instituição e, conforme estimativa do Núcleo de Rádios da UFSM em 2020, chegou a ultrapassar um milhão de ouvintes. De acordo com dados fornecidos pela direção das Rádios, a Universidade AM alcança 51 cidades da região, enquanto a UniFM cobre cerca de 20 municípios, com audiência aproximada de 480 mil pessoas. A programação educativa, cultural e científica, apoiada por uma equipe multidisciplinar integrada à comunidade acadêmica, consolida a missão pública das emissoras, que transcendem a lógica comercial.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação da 800 AM inclui coberturas de vestibulares, congressos, projetos acadêmicos e eventos institucionais, além de conteúdos de cidadania e divulgação científica. “O rádio público não pode ser pensado com lógica comercial. Ele tem que chegar aonde o mercado não tem interesse em ir”, afirma Ferreira. A emissora conta com 10 servidores, entre jornalistas, sonoplastas e programadores, dois operadores terceirizados e bolsistas dos cursos de Jornalismo, &nbsp;Jornalismo, Relações Públicas, Produção Editorial, Engenharia Acústica, Música e Tecnologia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4108,"width":"1448px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Copia-de-IMG_0910-edit-web-1-1024x649.jpg" alt="" class="wp-image-4108" style="width:1448px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo de mais de cinco décadas, a 800 AM passou por diversas mudanças técnicas. Discos e fitas foram substituídos por sistemas digitais por computador, sistema esse que foi ampliado com o surgimento da conexão<em> Wi-Fi</em>. O locutor Roberto Montagner destaca que, com o<em> streaming,</em> a diferença de qualidade entre AM e FM deixa de ser relevante. “Hoje qualquer rádio pode ser ouvida online, de qualquer lugar do mundo”, explica. Embora muitas AM tenham migrado para FM, a 800 AM permanece em sua frequência original. “O grande diferencial do AM é o alcance geográfico. Ele chega a lugares que o FM não alcança, especialmente em regiões remotas”, observa Jonathan<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o site Tudo Rádio, apenas três universidades no Rio Grande do Sul ainda mantêm estações AM: a UFSM, a UFRGS e a UCPel. O Atlas da Notícia de 2023 aponta que mais de 26 milhões de brasileiros vivem em “desertos de notícia” — municípios sem veículos jornalísticos locais. Neste contexto, emissoras universitárias, como a 800 AM desempenham um papel essencial ao oferecer informações de interesse público, programação educativa e cultural, além de dar visibilidade a comunidades negligenciadas pela grande mídia.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O pesquisador Luiz Arthur Ferraretto, da UFRGS, define em seu artigo científico <em>“Uma proposta de periodização para a história do rádio no Brasil”</em> que o atual momento da radiodifusão é de convergência, em que o rádio expande sua presença em <em>podcasts, streamings e web</em> rádios. Para ele, o futuro do AM dependerá de sua capacidade de adaptação às transformações tecnológicas e culturais. A Rádio Universidade AM mostra que é possível inovar sem abandonar a missão pública que a originou. Seu papel pedagógico, cultural e social sustenta sua relevância, mesmo em meio às ondas da crise.<br><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Desesrtos de Informação</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Quem vive em um deserto de informação enfrenta uma realidade distante e desconexa com o resto do mundo e até mesmo da sociedade, e são vulneráveis a possíveis desastres socioambientais. Um exemplo claro disso foi durante as enchentes de Maio de 2024 no Rio Grande do Sul que deixou centenas de famílias desabrigadas. Durante a tragédia as pessoas afetadas tinham dificuldade para se informar sobre pontos de coletas de doações e locais de abrigo, pois a energia elétrica foi afetada e a internet instável.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para tentar mitigar este problema, foi lançado no dia 24 de Março de 2025 o Fundo de Apoio ao Jornalismo (FAJ). A primeira iniciativa no Brasil com o objetivo de apoiar o Jornalismo Local. Foram selecionadas até 15 organizações, que receberam entre R$75 mil e R$150 mil por ano durante três anos. Quem empreendia nesse setor sabe que, embora não fosse uma quantia absurdamente volumosa, esse tipo de recurso tem o potencial de transformar completamente organizações pequenas em veículos profissionais e de qualidade.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":4110,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2025/09/Copia-de-Flavio-de-Mello-no-primeiro-estudio-Arquivo-Flavio-e-Maria-Elena-de-Mello-Web-1-1024x653.jpg" alt="" class="wp-image-4110" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Repórteres</strong>: <em>Renan Silveira, Pedro Felipe de Almeida, João Pedro Amaral</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Fotos:</strong> <em>Matheus Lanzarin/Acervo Rádios UFSM&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PARCERIAS SÃO ALTERNATIVAS PARA FESTAS UNIVERSITÁRIAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2024/07/30/parcerias-sao-alternativas-para-festas-universitarias</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 20:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[29ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed29]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[festas universitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3910</guid>
						<description><![CDATA[Com as restrições a eventos no Campus, parcerias são organizadas para a realização das festas universitárias.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Para escutar o áudio da reportagem, clique  abaixo:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:audio {"id":3912} -->
<figure><audio controls src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/Audio-Rodrigo.mp3"></audio></figure>
<!-- /wp:audio -->		
										<figure>
										<img width="598" height="399" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2024/07/Capturarr.jpg" alt="Fotografia horizontal, colorida e em plano geral de uma banda que se apresenta em um palco. O grupo musical é composto por seis integrantes, cinco homens e uma mulher, que é a vocalista. No palco, a formação da banda está dividida com três pessoas na parte da frente e as outras três na parte de trás.Na frente,um homem de estatura média está em pé,de óculos escuro, segurando uma flauta, com 2 garrafas de água ao lado dele, ao lado dele temos outro homem também de óculos escuro, porém com uma compleição física mais larga, cabelos longos, tocando um violão, a sua direita temos uma mulher que está segurando um microfone e está cantando num palco. Ela possui uma flor na cabeça e está com um vestido longo. Atrás temos um integrante com um violão menor, de cabelos longos e lisos de roupa clara, a sua direita um homem de cabelos longos, porém ondulados com uma guitarra bem grande. Ao fundo, há uma bandeira preta com o nome da banda Chimarruts escrito em branco." />											<figcaption>Crédito: Tainara Liesenfeld/Arquivo Agência de Notícias da UFSM</figcaption>
										</figure>
		<p style="color: #000000;font-size: 16px">Há seis anos, a UFSM publicou uma resolução que determinava a proibição de venda de bebidas alcoólicas no Campus. Sem o lucro desse comércio, as festas universitárias nos espaços da UFSM se tornaram inviáveis. <em><a style="color: #204c90" href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/resolucao-n-026-2018#:~:text=Art.,dos%20im%C3%B3veis%20sob%20sua%20administra%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" rel="noopener">A resolução N.026/2018,</a> </em>que determinou  a proibição, tem base na <em><a style="color: #204c90" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6117.htm" target="_blank" rel="noopener">Política Nacional sobre o álcool</a></em><em>,</em> e visava mitigar os impactos do alcoolismo na comunidade acadêmica. Com isso, foi necessário alterar os locais das festas e consequentemente, o valor do investimento por parte das associações de turma. </p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Com o aumento de gastos, começaram a se criar grupos maiores e com experiência na organização de eventos. Um exemplo é as atléticas universitárias, grupos que antes ficavam restritos a alguns centros estudantis e com foco em eventos esportivos. A diretora de esportes e eventos da atlética do curso de Relações Internacionais, a ‘Anárquica’, Larissa Locatelli, menciona que os valores atuais de organização de uma festa giram em torno de R$ 17 mil.</p>
<p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.38">A nova configuração fez com que outras partes da Universidade passassem a olhar a formação de atléticas como forma de manter as festas. Anteriormente, as associações de turma eram as responsáveis por essa organização, porém num momento posterior as atléticas começaram a ocupar esse espaço. Uma das razões era o fato das atléticas previamente estabelecidas terem diretorias especializadas para eventos. Isso aumentava a capacidade de angariar recursos e viabilizar os novos gastos, além do uso de parcerias com outros grupos através de ações em conjunto ou patrocínios, o que não era tão comum em outros tempos. </p>
<p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.38"> </p><p>Dois dos cursos que resolveram investir nesse modelo foram os Relações Internacionais e Fisioterapia. Eles criaram suas atléticas em 2019 e 2020, respectivamente, e realizam eventos através do modelo de parcerias. Exemplos são as festas <strong><em><a href="https://www.instagram.com/reel/C8K7hmiyJnA/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener">Rino Dusa</a></em></strong>, parceria entre as atléticas de Relações Internacionais e Fisioterapia, e a <em><a href="https://www.instagram.com/p/C40h4u-MhJ5/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener"><strong>Se ela dança eu danço</strong></a></em>, organizada pelos grupos do Direito e Relações Internacionais.</p>		
			<h4>Planejamento<br><br></h4>		
		<p style="color: #000000;font-size: 16px">As festas começam a ser planejadas com meses de antecedência, pois demandam uma série de atividades. Para o coordenador da ‘Medusa’, Pedro Ribas, a organização,  em geral,  é bastante trabalhosa e envolve a procura por prestadores de serviço, distribuidores de comida e bebida. ´”A negociação com atrações e o local é algo que gira em torno de 45 a 60 dias de organização”, afirma Pedro.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">Larissa Locatelli reitera que a principal razão para essa parceria é a dificuldade para se pagar o custo inicial das festas. Segundo ela, o evento costuma dar lucro, mas os custos para a realização costumam ser altos demais para uma atlética sozinha conseguir dar conta. No entanto, um outro fator levantado por ela como chave para a iniciativa de parcerias, foi a integração entre diferentes grupos, que ela explicou abaixo:</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">“Eu gosto, particularmente, de fazer festa  em conjunto, justamente pela integração com outras pessoas, outros ambientes, muda um pouco em relação às RI, e assim realizamos uma gama de contatos com diferentes grupos”</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A divulgação das festas é dividida em duas frentes: a presencial, com destaque para as ações realizadas nos restaurantes universitários, e a digital, focada nas ativações por redes sociais. A diretora de marketing Bárbara Matté Puhl, conta que a maior parte das vendas ocorrem por meio digital, mas que as vendas físicas também são significativas e destacou o engajamento do próprio curso como fator de sucesso.</p>		
		<p><strong>Reportagem: </strong>Rodrigo Praxedes Aarão</p>
<p><strong>Contato:</strong></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>BONECOS GANHAM VIDA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/30/bonecos-ganham-vida</link>
				<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 14:56:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[bonecos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[stop motion]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3744</guid>
						<description><![CDATA[O processo delicado e minucioso da artista Jordana Pedroso em confeccionar peças inspiradas em filmes de stop motion. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":3745,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/1-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma miniatura de um gato em decomposição. O gato está deitado sobre uma cama com lençol branco e travesseiro azul. O gato tem pelagem laranja, branco e preto. A cavidade do estômago está aberta e nela há fungos, musgos e cogumelos em tons de bege, verde e vermelho. Entre os musgos, as costelas do gato. O fundo é uma parede bege com iluminação em tom sépia." class="wp-image-3745" /><figcaption class="wp-element-caption">Peça do projeto de TCC de Jordana Pedroso, gato em decomposição | Foto: Jordana Pedroso</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apaixonada por animais e inspirada por filmes de <em>stop motion</em>, a artista visual Jordana Pedroso, formada pela UFSM, atrai a atenção de amantes de miniaturas e do mundo da animação. Suas obras autorais são reproduções de peças usadas em longas-metragens. Foi em 2019 que Jordana entrou no universo dos bonecos tridimensionais. Sua primeira criação foi a versão da artista em pano e retalhos. Na pandemia, ela começou a se inserir no cenário dos bonecos de <em>stop motion </em>após encomenda de uma seguidora. O personagem Sr. Raposo, do filme “O Fantástico Sr. Raposo" (2009), do diretor Wes Anderson, ganhou vida pelas mãos da artista com técnicas ainda pouco exploradas, como a pelagem.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":3746,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/8-1024x682.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida da artista Jordana Pedroso segurando uma miniatura dela mesma. A artista tem cabelo preto com uma mecha rosa e olhos pretos. Ela utiliza uma máscara preta e veste uma camisa rosa com gravata preta. Com a mão direita ela segura uma boneca em sua frente. A boneca possui cabelo preto com uma mecha rosa e olhos pretos. A boneca utiliza uma máscara preta e veste uma camisa rosa com gravata preta e uma calça quadriculada nas cores preta e branca. O fundo é uma árvore com iluminação escura." class="wp-image-3746" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com pelos de sua gata - Linda, fibras de árvore, novelos de lã,<em> biscuit</em>, fungos e arame, a artista confecciona suas peças de 28 centímetros com técnicas artesanais que desenvolveu. Os bonecos têm traços que viraram sua marca: animais peludos com características humanóides, como gatos, cachorros, raposas e ratos. O trabalho delicado e minucioso leva no mínimo um mês para ser finalizado, e depois é vendido para colecionadores.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além das reproduções fiéis dos bonecos utilizados em filmes de <em>stop motion</em>, Jordana cria peças autorais que mesclam o manufaturado com o natural, como a fibra da árvore paineira e fungos. Criada em 2021, a primeira peça autoral é a gata Alicia, que tem pelagem preta e branca, olhos roxos, boina, blusa de tricot e uma saia xadrez. As inspirações foram as cores do outono e os acessórios vintage de couro.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":3747,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/13-734x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de uma miniatura da gata &quot;Alicia&quot;. A gata está em pé sob uma mesa branca. A gata tem pelagem predominantemente preta e branca, olhos roxos e fucinho rosado. A gata veste uma boina marrom, um blusão listrado de tricot nas cores marrom escuro e marrom claro, uma saia xadrez preta e branca segurada por um cinto marrom. A gata calça uma bota de couro marrom com cadarços pretos. A gata usa uma bolsa transversal de couro marrom, nas laterais da bolsa há flores brancas e rosas. O fundo é uma parede branca.  " class="wp-image-3747" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/3-1-768x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de duas miniaturas dos personagens &quot;Rusty&quot; e &quot;Spots&quot; do filme &quot;Ilha dos Cachorros&quot;. O cachorro da esquerda está sentado na mão da artista Jordana Pedroso. O cachorro da direita está sentado sobre a mesa. O cachorro da esquerda tem pelagem branca e laranja, olhos castanhos, fucinho acinzentado e uma coleira preta com um pingente prateado escrito &quot;Rusty&quot;. O cachorro da direita tem pelagem predominantemente branca com pontos pretos espalhados pelo corpo, olhos azuis, fucinho rosado e uma coleira preta com um pingente prateado escrito &quot;Spots&quot;. O fundo é um papel kraft marrom." class="wp-image-3760" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":3759,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/10-2-939x1024.jpeg" alt="Fotografia vertical e colorida da miniatura da &quot;Sra Raposa&quot; do filme &quot;O Fantástico Sr. Raposo&quot;. A miniatura está em pé segurada pela mão da artista Jordana Pedroso sob uma mesa rosa. A fotografia mostra detalhes da miniatura, que veste um vestido amarelo com estampa de maçãs vermelhas. O vestido possui três bolsos onde tem pincéis vermelhos e beges e uma tesoura vermelha. No peito da miniatura tem um broche preto e branco de uma raposa com moldura dourada. A raposa tem pelagem laranja. Ao fundo, um desenho da personagem &quot;Sra Raposa&quot;." class="wp-image-3759" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O segundo trabalho autoral faz parte da monografia do final do curso. Defendida em fevereiro de 2023, “A conexão da vida através dos fungos” mostra a decomposição de felinos em diferentes estágios. "Aquelas peças que criei para o TCC, focado em fungos e em decomposição era um tema recorrente, porque eu gosto de trabalhar com coisas interdisciplinares, gosto de biologia, matemática e física”, comenta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A obra de arte foi apresentada em dois pedaços de troncos repartidos, entre as frestas da madeira, miniaturas de gatos eram rodeadas por cogumelos naturais e de tecido. A orientadora e professora de Artes Visuais, Helga Corrêa, fala sobre a principal referência, &nbsp;o universo <em>fungi. </em>A docente aborda também as reflexões sobre a metamorfose e a transformação dos corpos, quando em processo de desintegração. “Apesar da aparente morbidez que o tema possa sugerir, asseguro que o trabalho é de uma delicadeza e beleza cativantes, o que propicia a aproximação dos espectadores e uma autêntica interação com a obra”, comenta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":3751,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/12-1024x719.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de Jordana Pedroso olhando sua peça para o TCC. A artista tem cabelo preto e veste um blazer preto e utiliza um pingente branco de coelho no pescoço. Ela segura uma de suas peças de um tronco repartido, com cogumelos vermelhos, brancos e marrons, rodeados por musgos. Ao fundo um piso cinza com iluminação escura." class="wp-image-3751" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/11-961x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de cogumelos feitos de couro e tecido para o TCC da artista Jordana Pedroso. A primeira fileira é formada por sete cogumelos pequenos com cores escuras de cinza, preto, marrom e amarelo. A segunda fileira é formada por seis cogumelos pequenos nas cores branco, preto e marrom escuro. A terceira fileira é formada por cinco cogumelos maiores nas cores branco, marrom claro e bege. Ao fundo uma folha sulfite branca." class="wp-image-3750" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A artista já soma mais de 54 mil seguidores no <a href="https://www.instagram.com/jordanacpedroso/"><em>Instagram</em></a>, <a href="https://www.tiktok.com/@jordanacpedroso"><em>TikTok</em></a> e <a href="https://twitter.com/jordanacpedroso"><em>Twitter</em></a>. Além do apoio dos amantes de arte e miniaturas, Jordana tem o reconhecimento de animadores de filmes de <em>stop motion </em>consolidados, como Fuga das Galinhas (2000) e Pinóquio por Guillermo del Toro (2022). Ela conta que troca conhecimento com a comunidade dos filmes de animação e recebeu, em 2021, um convite para participar da pré-produção do filme brasileiro <a href="https://animaking.com.br/nossos_trabalhos/minhocas-2/">“Minhocas 2”</a>, do diretor Paolo Conti.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jordana trabalhou durante três meses em Florianópolis, no estúdio Animaking, com figurino e cabelo dos personagens. Para a artista, nas animações cada detalhe é importante, e entre as dificuldades percebidas estão o cabelo e a sobrancelha das peças. Como solução, ela desenvolveu uma técnica exclusiva que será utilizada no longa-metragem das minhocas. "As peças ficaram bem legais, mas não posso falar muito porque ainda está em produção”, complementa. Poder se inserir no mercado do stop motion é um sonho que aos poucos se realiza para Jordana, que ainda quer trabalhar na produção internacional de um longa.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":3752,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/4-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de uma miniatura do personagem &quot;Rat&quot; do filme &quot;O Fantástico Sr. Raposo&quot;. O rato está em pé sob uma mesa de madeira. O rato tem pelagem preta, olhos vermelhos e orelhas grandes arredondadas. O rato veste um blusão listrado de tricot nas cores branca e vermelha. Na mão esquerda a miniatura segura uma faca. O fundo é uma parede branca com sombras escuras." class="wp-image-3752" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<p><strong>Por dentro das técnicas</strong></p>
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<p>Em seu quarto, Jordana mostra sua área de trabalho composto por lupas, réguas, pequenos instrumentos e esboços das obras, e detalha como funciona o processo de criação dos personagens. Ela segura a terceira reprodução do Sr. Raposo e mostra o passo a passo de uma peça, que começa por um estudo preciso, com tecidos, cores e detalhes que serão utilizados durante a etapa de confecção. Após isso, ela começa a armadura, que é uma estrutura de arame que sustenta o corpo do boneco. Em seguida vem o enchimento, a modelagem com <em>biscuit </em>da cabeça, dos braços e pés, a pintura das partes em que foram utilizadas massa, a pelagem com uso de fios de lã escovados e a confecção das roupas e acessórios do boneco.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":3754,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/5-1024x784.jpg" alt="Foto horizontal e colorida de partes de uma miniatura de um gato. No canto superior esquerdo há um suporte metálico. No canto inferior esquerdo o corpo não finalizado da miniatura, onde aparece a cavidade do estômago e as costelas do boneco. No centro da fotografia, a cabeça do gato com pelagem laranja, branca e preta. Ao lado da cabeça aparece um carretel de linha de costura na cor preta. Acima da linha, um pote de vidro com palitos de madeira. Ao fundo, uma mesa de madeira amarelada." class="wp-image-3754" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":3755,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/9-692x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de um esboço da miniatura da personagem &quot;Sra Raposa&quot; do filme &quot;O Fantástico Sr Raposo&quot;. A fotografia do desenho mostra anotações de detalhes da miniatura, da roupa, dos olhos e da pelagem. A folha é segurada por uma prancheta." class="wp-image-3755" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
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<p>Em meio a uma caixa com materiais variados, Jordana conta sobre o personagem Sr. Raposo. Ela gosta de fazer novas versões do boneco para aprimorar as técnicas. Além da costura e do acabamento, a pelagem foi uma das etapas que mais evoluíram desde a primeira peça da raposa em 2020. A artista explica com detalhes sobre a técnica: “O pelo dos animais tem um fluxo de crescimento, ele tem uma ordem, então tenho que começar de baixo para cima para conseguir fazer a finalização no nariz”.&nbsp; Outro cuidado de Jordana é a escala de suas peças, que precisam de atenção e às vezes tornam-se um desafio. Nos filmes em <em>stop motion</em> as peças são criadas em diversos tamanhos, diferente da artista que costuma trabalhar com bonecos de 28 cm: “Uma das principais coisas em trabalhar com peças pequenas é conseguir adaptar o tamanho dos detalhes para aquele boneco, para que faça sentido”. A artista visual ressalta a diferença do seu trabalho artístico para os bonecos utilizados em filmes: "Meu trabalho puxa mais para uma escultura do que um boneco animado, mas é muito inspirado nisso”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":3757,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/7-768x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida da cabeça de uma miniatura do personagem &quot;Sr Raposo&quot; do filme &quot;O Fantástico Sr Raposo&quot;. A cabeça da raposa está em um suporte de madeira com base quadrada segurada pela mão da artista Jordana Pedroso. A cabeça da raposa tem pelagem predominantemente laranja e branca, olhos verdes, fucinho preto e um leve sorriso. O suporte está sob uma mesa de madeira clara. Ao fundo uma cortina branca." class="wp-image-3757" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/6-856x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de uma miniatura do personagem &quot;Sr Raposo&quot; do filme &quot;O Fantástico Sr Raposo&quot;. A raposa está em pé, segurada pela mão da artista Jordana Pedroso. A raposa tem pelagem predominantemente laranja e branca, olhos verdes, fucinho preto e um leve sorriso. A raposa veste uma camisa social branca com uma gravata listrada nas cores marrom claro e marrom escuro e uma calça na cor cáqui. O fundo é uma parede branca." class="wp-image-3758" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":3756,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/2-868x1024.jpg" alt="Fotografia vertical e colorida de uma miniatura do personagem &quot;Spots&quot; do filme &quot;Ilha dos Cachorros&quot;. O  cachorro está sentado na mão da artista Jordana Pedroso. O cachorro tem pelagem predominantemente branca com pontos pretos espalhados pelo corpo do animal, olhos azuis, fucinho rosado e uma coleira preta com um pingente prateado escrito &quot;Spots&quot;. O fundo é uma parede branca com iluminação levemente amarelada." class="wp-image-3756" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem: </strong><em>Vinícius Maeda</em><br><strong>Fotos:</strong> <em>Jordana Pedroso</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:vinicius.maeda@acad.ufsm.br">vinicius.maeda@acad.ufsm.br</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CULTURA NAS TELAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/30/cultura-nas-telas</link>
				<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 14:55:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube da Boca]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3795</guid>
						<description><![CDATA[Cineclube da Boca da UFSM divulga a cultura cinematográfica local e nacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":3803,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/1-4-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um auditório com cerca de 20 pessoas sentadas em cadeiras estofadas na cor verde escuro e parte traseira em preto. A fotografia está em um ângulo fechado, e todas as pessoas estão de costas. A maioria delas tem pele branca. A partir da terceira fileira de cadeiras, do fundo para a frente, a imagem está desfocada. Até onde é possível identificar, cerca de sete pessoas têm cabelo comprido, em tons de ruivo, castanho, preto e loiro. O restante tem cabelo curto, a maioria em tons de castanho escuro e preto. A maioria das pessoas veste casaco. Ao fundo, em desfoque, um homem em pé na frente de uma tela de projeção. Na tela, que tem fundo branco, um tripé com câmera e informações textuais desfocadas. Ao lado da tela e na esquerda da foto, duas bandeiras hasteadas, uma do Brasil e uma da UFSM, além de uma caixa de som. O fundo e a lateral esquerda da foto são uma parede na cor verde claro. Na extremidade superior, teto branco com várias lâmpadas embutidas." class="wp-image-3803" /><figcaption class="wp-element-caption">Segunda reunião da Oficina de Formação Cineclubista de 2023 | Foto: Rafael Rintzel</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Toda quarta-feira, próximo às 19h, cinéfilos, estudantes e apreciadores se reúnem no auditório do prédio 67 da UFSM em busca de uma imersão na cultura cinematográfica. O espaço, com pouco mais de 100 poltronas em frente a uma grande tela, acolhe semanalmente cerca de 40 pessoas dispostas a apreciar a sétima arte e discutir cinema, cultura e sociedade. Desde 2016, no <a href="https://www.instagram.com/cineclubedaboca/">Cineclube da Boca</a>, filmes nacionais, regionais e independentes integram mais de 90% das obras transmitidas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A prática iniciou no Brasil em 1928&nbsp; com a criação do Chaplin Club no Rio de Janeiro e logo cresceu e ganhou destaque durante os anos 40. No Rio Grande do Sul, Santa Maria é considerado um polo cineclubista da região, com um clube ativo desde 1978, Lanterninha Aurélio, além do Clube de Cinema Edmundo Cardoso e diversos outros que não estão mais em funcionamento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As sessões do Cineclube da Boca iniciaram em 15 de dezembro de 2016, com o filme “Manhã Transfigurada", de Sérgio Assis Brasil, o primeiro longa de ficção feito em Santa Maria. A partir deste, foram exibidos filmes de variados gêneros e até lançamentos, como ‘’A Intenção da Noite’’, de Fabrício Koltermann, que contou com 130 espectadores.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O professor do departamento de Turismo e do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, Gilvan Dockhorn, foi o idealizador do cineclube e ainda coordena o projeto. Segundo Dockhorn, o plano inicial era criar um curso de Cinema na universidade, mas não foi possível por questões orçamentárias, o que levou à criação do Cineclube da Boca. No projeto, o ano inicia com uma oficina cineclubista, onde os interessados podem aprender mais sobre a prática e, no futuro, organizar as sessões. No encerramento do ano há uma homenagem a uma figura importante na história do cinema. Todas as sessões iniciam com apresentação e discussão da obra a ser transmitida e finalizam com um debate sobre o filme e sobre assuntos relacionados. A prioridade é que os cineastas dos filmes transmitidos estejam presentes para que o debate seja ainda mais rico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Conforme o coordenador do projeto, o cinema tradicional não dá conta de garantir o acesso à cultura e o cineclube se torna o espaço de acesso às produções não vistas na grande mídia: curta e média metragens, filmes experimentais e outras produções alternativas. Em meio à ascensão dos filmes de Hollywood no século 20 e a popularidade dos streamings nos últimos anos, a prática cineclubista permanece como uma forma de promover a cultura regional e local e democratizar o acesso a produtos culturais com sessões gratuitas ou de baixo custo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:quote {"align":"center"} -->
<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center"><!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph --><cite><strong>“Não conhecer a cinematografia local, regional e brasileira, é desconhecer uma parte da cultura” </strong><br>Gilvan Dockhorn </cite></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o coordenador do projeto, o cineclube é aberto para todas as pessoas interessadas em assistir aos filmes. Não há tipos de produções que não sejam exibidas, nem restrições de público.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A estudante do quinto semestre de Produção Editorial, Taiane Wendland, realizou a oficina no último ano e hoje cuida da parte técnica das sessões. Segundo ela, a indústria cinematográfica <em>hollywoodiana</em> reprime produções que saem do seu padrão, como as obras regionais e independentes: “a escolha de exibir produções locais é um respiro para todos os produtores que nunca vão ter um espaço no mercado”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atual presidente do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Tetê Avelar, reforça que sem o cineclubismo, grande parte das produções independentes nunca chegariam ao público. Segundo ela, esses filmes precisam de um lugar para serem exibidos, vistos e analisados, as sessões fazem isso e dão uma devolutiva do público para o produtor.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A caloura de Produção Editorial, Laisa Binato, conta que gostaria de cursar a graduação em Cinema, mas, sem um curso na região, vê no cineclube uma oportunidade de aprender mais sobre o assunto. Laisa afirma que, antes do Cineclube da Boca, não sabia que existiam tantas produções cinematográficas na região, e que os encontros abriram seu olhar para o cinema local. Segundo ela: “para alguém que quer se aproximar do audiovisual, vai ser muito importante para ter um olhar diferente não só de produções grandes, mas do audiovisual brasileiro, das pessoas que a gente conhece e das pessoas da UFSM fazendo audiovisual”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Conselho fez um mapeamento em 2023 e encontrou aproximadamente 250 cineclubes em diferentes regiões do país. Conforme a presidente, durante a pandemia foram iniciadas sessões online que facilitam a transmissão dos filmes e permitem que eles alcancem um número maior de espectadores. Segundo Tetê Avelar, o Brasil tem um número grande de cineclubes em funcionamento, mas não há conhecimento da quantidade exata.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":3804,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/2-5-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um homem em pé em frente a uma tela de projeção. Ele está no centro de um corredor formado por cadeiras estofadas na cor verde escuro. O homem tem pele branca, olhos escuros, cabelos lisos, escuros e na altura do pescoço. Ele veste camiseta preta sobre camisa de manga comprida na cor branca, calça jeans e calçados escuros. As mãos dele estão entrelaçadas em frente ao abdômen. Ele olha para o lado direito da fotografia, na direção das cadeiras. Atrás dele, a tela de projeção com o fundo branco, em que há o desenho de uma câmera de cinema sobre um tripé, ambos em preto. Ao lado, as informações textuais em destaque: “De 26 de abril a 24 de maio” e “Oficina de formação cineclubista”. Abaixo, em letra menor: “Todas as quartas-feiras, das 19 horas às 21 horas”. As demais informações textuais estão atrás do homem. Ao fundo, a parede do auditório, na cor verde claro." class="wp-image-3804" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>Coordenador do Cineclube da Boca, Gilvan Dockhorn | Foto: Rafael Rintzel</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem:</strong> <em>Amanda Teixeira</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:%61%6da%6edap%74%65%69%78%65%69%72a%30%34@%67%6d%61i%6c.c%6fm">amandapteixeira04@gmail.com</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>MÚSICA COMO EXPRESSÃO E CRESCIMENTO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2022/09/02/musica-como-expressao-e-crescimento</link>
				<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 22:10:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[27ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed27]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3662</guid>
						<description><![CDATA[O desenvolvimento musical na formação e integração da comunidade A música tem um papel importante na sociedade. Por meio dela, pode-se desenvolver habilidades motoras, cognitivas e de interação social, que interferem nos afetos e impulsos humanos. Segundo o&nbsp; projeto do Governo Federal “A música na Escola”, de 2012, o som, além de ser processado pelo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>O desenvolvimento musical na formação e integração da comunidade</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":3663,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","className":"is-style-default"} -->
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2022/08/unnamed-1-1.jpg" alt="É uma foto horizontal, colorida, com uma mulher sentada com um violão em cima da perna direita, sem aparecer seu rosto, e mostra um pouco do seu cabelo. Ela veste uma camisa branca, com um colete suéter preto por cima, calça preta, usa um relógio preto e uma pulseira com detalhes em dourado na mão direita, e dois anéis dourados na esquerda. Suas unhas são compridas e da cor preta. Ela está dedilhando as cordas do violão, que é da cor bege na frente e castanho madeirado atrás e nas bordas. A fundo, tem uma parede branca, e uma parte de uma porta de madeira da cor marrom, no lado direito. " class="wp-image-3663" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A música tem um papel importante na sociedade. Por meio dela, pode-se desenvolver habilidades motoras, cognitivas e de interação social, que interferem nos afetos e impulsos humanos. Segundo o&nbsp; projeto do Governo Federal “A música na Escola”, de 2012, o som, além de ser processado pelo cérebro, pode alterar a frequência cardíaca e o ritmo respiratório. Mais do que mexer com as reações no organismo, ele tem o poder de modificar estruturalmente o cérebro - o treino musical aumenta o tamanho e a conectividade das áreas cerebrais. Entretanto, atualmente, mesmo com todas as comprovações dos benefícios da música, a legislação que torna obrigatória sua manifestação nas escolas públicas e privadas do país, ainda não permite que esses privilégios sejam alcançados por todos os alunos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como forma de facilitar o acesso à cultura, o programa e o Curso de Extensão em Música da UFSM (Cemus), coordenados por Lucius Batista Mota, visam integrar a comunidade de Santa Maria e região, desde crianças até adultos, para que tenham uma formação musical. Outro objetivo é oferecer aos alunos do Departamento, a chance de vivenciar a docência. As aulas, que acontecem na Antiga Reitoria, no Centro de Santa Maria, têm suas metodologias focadas nas necessidades e nos propósitos dos alunos, para que a música se encontre com as histórias de vida de cada um.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a Doutoranda em Educação, Marília Lopes Heman, aluna do CEMUS, os professores da extensão estão preparados para acolher os interesses dos participantes, que divergem de acordo com suas bagagens. Assim, buscam construir uma dimensão afetiva dos aulistas com a música e tratá-la como um elemento essencial do cotidiano&nbsp; Outro aspecto é que os universitários possam ministrar aulas, ainda antes da conclusão acadêmica, além de adquirirem experiências, tanto na parte teórica quanto na prática. Característica importante, como destaca o professor de Língua Portuguesa do Colégio Militar, Lucélio Jantuta, que faz parte do programa: “Então, eu preferi que fosse aqui para aproveitar essa oportunidade que a universidade nos proporciona de participar de um projeto que ela direciona à comunidade, somado à qualidade dos alunos oriundos dela”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Oportunidades como esta, citada por Lucélio, são possíveis graças ao investimento em projetos de extensão disponibilizados pela UFSM. Na comunidade, o CEMUS atua há mais de 30 anos. Com o passar do tempo, mudou de nome mas não deixou de agir como elo entre a sociedade e a cultura, e ajuda as pessoas a se desenvolverem nessa área. Além disso, atua como facilitador de transformações sociais, ao oferecer aos acadêmicos a oportunidade de dar aulas e, aos que desejam ingressar na <strong>graduação</strong>, um curso preparatório para o vestibular, como é o caso da Oficina Preparatória para o Teste de Conhecimento Específico em Música da UFSM.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudante de Música e professor do Programa, João Guilherme Tavares Friess, conta que durante a pandemia trabalhou com três alunos que se preparavam para o processo seletivo e, mesmo com as limitações das aulas online, todos conseguiram ingressar na UFSM. Esses resultados provam que o Projeto se mostra comprometido com os propósitos de quem participa. Ao longo de suas três décadas de funcionamento, o<strong> Cemus </strong>possibilita que o progresso das turmas e dos docentes avance, e que a cultura possa abranger uma maior parcela da sociedade. - Até aqui</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“E isso tudo é muito de pertencimento, de estar lá sendo quem você é, e estar aprendendo, apesar das dificuldades.” - Marília Lopes Heman , aluna de violão.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao tratar a música como ferramenta de liberdade e acolhimento, sua relevância alcança sentimentos que podem ser sentidos apenas na musicalidade. Dessa forma, ao passo que o Curso de Extensão contribui para que pessoas das mais variadas idades tenham a oportunidade de iniciar um novo hobby ou habilidade, também cria novos jeitos de expressão e comunicação. Seja para a Oficina Preparatória, para otimizar a relação delas com os instrumentos ou para descobrir novos hobbies. O Cemus é a prova da importância da Instituição pensar em sua comunidade, e faz com que a universidade vá além da sala de aula, cumprindo sua função social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Extensão em Música está disponível no site da UFSM, e pode ser contatado pelo email <a href="mailto:cemus@ufsm.br">cemus@ufsm.br</a> ou telefone (55) 99976-0302.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Extensão em Música está disponível em: <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/musica/cursos-de-extensao/">Cursos de Extensão – Música (ufsm.br)</a>, para mais informações.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Andreina Possan e Elisa Bedin</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entre desafios e adaptações: como os programas produzidos para as rádios universitárias seguiram durante a pandemia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2021/08/29/entre-desafios-e-adaptacoes-como-os-programas-produzidos-para-as-radios-universitarias-seguiram-durante-a-pandemia</link>
				<pubDate>Sun, 29 Aug 2021 21:15:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[26ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed26]]></category>
		<category><![CDATA[rádios universitárias]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3558</guid>
						<description><![CDATA[Durante a pandemia, as Rádios Universitárias tiveram que continuar encontrando formas de ir ao ar, mesmo com estúdios vazios, assim como os programas precisaram se reformular para continuar a transmitir conteúdo. Foto: Arquivo Pessoal Marcelo De Franceschi dos Santos. Em março de 2020, assim como outras&nbsp; atividades da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), as [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2021/08/IMG_6726-Foto-Marcelo-De-Franceschi-dos-Santos-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal de dois letreiros, lado a lado, com a informação &quot;No Ar&quot;, dentro do estúdio da Rádio Universitária da Universidade Federal de Santa Maria. Os letreiros, em caixa alta e cor vermelha, estão inseridos em dois suportes em formato de paralelepípedo, na cor branca. Esses letreiros, quando iluminados, sinalizam que o programa de rádio está ao vivo naquele momento. O letreiro da esquerda, mais distante na imagem, está ligado, bem iluminado. O letreiro da direita, em foco na imagem, está desligado. Ao fundo da imagem, há o vidro que divide o estúdio e o setor onde a parte técnica da rádio fica." loading="lazy"><figcaption>Durante a pandemia, as Rádios Universitárias tiveram que continuar encontrando formas de ir ao ar, mesmo com estúdios vazios, assim como os programas precisaram se reformular para continuar a transmitir conteúdo. Foto: Arquivo Pessoal Marcelo De Franceschi dos Santos.</figcaption></figure>

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em março de 2020, assim como outras&nbsp; atividades da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), as Rádios Universitárias foram atingidas em cheio com o anúncio de que a pandemia agora fazia parte do contexto nacional. Com isso, a necessidade de isolamento social e da paralisação das aulas, que mal haviam começado, era urgente. De forma apressada, as programações radiofônicas tiveram que ser repensadas, já que a presença nos estúdios acabava de se tornar uma realidade distante, e os alunos, responsáveis por muitas apresentações, seguiam com suas aulas de forma remota. Entretanto, mesmo em meio às dificuldades, muitos programas adaptaram-se para continuar indo ao ar, até mesmo reinventando sua forma de criar conteúdo sonoro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em um primeiro momento, todas as gravações presenciais da <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/unifm">UNIFM</a> 107.9 e da <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/radio-am">Universidade</a> 800 AM, Rádios Universitárias da UFSM, do Campus Sede em Santa Maria, foram canceladas. Isso aconteceu para que houvesse tempo de adaptar as programações, que eram feitas ao vivo pelos servidores e pelos universitários.&nbsp;</p>
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<p><p>Nos estúdios, nenhum programa continuou ao vivo. O coordenador das rádios da UFSM, Marcelo de Franceschi dos Santos,&nbsp; comenta que o único programa ao vivo é o Panorama CCR, apresentado pelo estudante de Comunicação Social - Jornalismo, Gian Noal, que já possuía conhecimento de operações sonoras.</p>
[caption id="attachment_3560" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2021/08/IMG_6697-Foto-Marcelo-De-Franceschi-dos-Santos-1024x683.jpg" alt="Foto horizontal colorida do setor técnico de um estúdio de rádio. Sobre uma bancada, há uma mesa de som entre dois monitores de computador. Ao centro, a mesa de som na cor cinza, com botões vermelhos e luzes amarelas, e um pequeno painel com números e detalhes sobre o som que está sendo transmitido da mesa para o rádio. O monitor à esquerda da mesa está ligado em uma tela de cor azul escuro. O monitor à direita da mesa está desligado. Junto aos monitores há equipamentos, como teclados, mouse e caixas de som. Ao fundo, há um vidro que mostra o estúdio da rádio, com as estruturas de suporte de microfone, onde são feitas as programações ao vivo." width="1024" height="683"> Nos estúdios, o vazio do trabalho remoto foi ainda maior em razão da mudança de prédio que a Coordenadoria das Rádios Universitárias está passando. Foto: Arquivo Pessoal Marcelo De Franceschi dos Santos.[/caption]</p>
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<p>No regime de trabalho remoto decretado pela Universidade, todos ficaram sem acesso aos equipamentos profissionais da rádio, o que tornou a produção um grande desafio. Contudo, alguns programas já analisavam a possibilidade de gravar em casa e, assim, terem seus programas veiculados na rádio.&nbsp;</p>
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<p>O coordenador das rádios da UFSM conta que alguns programas não conseguiram suprir um padrão de qualidade sem muitos ruídos, o que levou muitos quadros a deixarem de ser transmitidos: “Existe uma perda de qualidade considerável quando as gravações não são feitas com equipamentos sonoros e em estúdio com isolamento acústico.” Entretanto, ele comenta que quando esses áudios gravados em casa não possuem ruídos que dificultam o entendimento do som, eles podem ir ao ar.</p>
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<p>Mesmo fora dos estúdios, os alunos envolvidos em conteúdos veiculados nas rádios, tiveram que ter iniciativa e criatividade para adaptar as suas produções. O <a href="https://www.instagram.com/gritosdosilencio/?hl=pt-br">Gritos do Silêncio</a>, por exemplo, programa semanal da Rádio UNIFM - um projeto de extensão desenvolvido por alunos de Comunicação Social da UFSM, fez seu primeiro investimento nas redes sociais, com a utilização de ferramentas de foto e vídeo para retratar assuntos antes transmitidos ao vivo. Com a impossibilidade de inserção na rádio, o projeto seguiu suas atividades com o podcast, um formato que pode ser ouvido pela internet a qualquer hora, por meio do celular, computador ou outro aparelho digital. Assim, os acadêmicos tiveram que aprender a gravar seus áudios&nbsp; em casa, entrar em contato com fontes e fazer entrevistas de forma online, editar as gravações para depois veicular. Com possíveis auxílios e instruções das rádios da Universidade, segue-se com o objetivo de aprimorar a qualidade de gravação, com avaliações e ajustes das produções.&nbsp;</p>
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<p>Outro exemplo de projeto que precisou se adaptar foi o Radar Esportivo. Se no passado as produções eram voltadas para programas e transmissões ao vivo para Rádio, agora passou a investir mais em multiplataformas. São desenvolvidos conteúdos para perfis no <a href="https://www.instagram.com/radaresportivo/">Instagram</a>, <a href="https://twitter.com/radarufsm">Twitter</a>, <a href="https://www.facebook.com/RadarEsportivoUFSM/?ref=page_internal">Facebook</a>, e em&nbsp; plataformas de Streaming, a partir da gravação de podcasts relacionados ao esporte nacional e internacional. A integrante do projeto e estudante do curso de Comunicação Social - Jornalismo da UFSM, Flávia Morishita, conta que o projeto passou por momentos de incertezas no início da pandemia, quando os integrantes ainda não sabiam a forma como iriam adaptar suas criações. Nesse contexto, as conversas entre os&nbsp; membros do Radar sobre as infinitas possibilidades para continuar com a produção foram recorrentes e fundamentais para o redirecionamento das atividades.</p>
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<p>Apesar dos inúmeros desafios, são feitas coberturas e transmissões ao vivo, com aproveitamento de ferramentas como o Reels, IGTV e as Lives no Instagram, que passaram a ser ainda mais valorizadas nesse período de isolamento social. Entre as coberturas feitas pelo projeto por meio de seus perfis, estão os Jogos Olímpicos de Verão de 2020, que ocorreram de 23 de julho a 08 de agosto de 2021, em Tóquio, no Japão.&nbsp;</p>
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<p>Entre essas adaptações, é possível ver uma das grandes ascensões desse período quando o assunto é produção sonora: o podcast. Para além do cotidiano universitário, a popularização dos podcasts durante a pandemia aconteceu de forma rápida, com muitas pessoas que passaram a acompanhar esse formato de conteúdo e novos projetos abraçando a ideia. As plataformas de streaming foram ágeis em reorganizar seus sites e aplicativos, facilitando a procura e o acesso à podcasts, fazendo indicações e valorizando o trabalho de quem cria esse tipo de material. Isso fez com que ainda mais indivíduos se interessassem pela área, e os mais diversos assuntos começassem a serem abordados, com diferentes durações: das mais curtas às mais longas, edições repletas de efeitos sonoros ou mais simples, além de publicações semanais, diárias ou mensais. Enfim, para todos os gostos.</p>
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<p>Nesse sentido, o doutor em Comunicação e Informação e professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luiz Artur Ferraretto, conta que mesmo antes do Covid-19 já havia uma tendência ao processo de crescimento dos podcasts: “Com a pandemia, em função das pessoas ficarem mais tempo em casa, e por causa de um desgaste, no caso brasileiro, da grande mídia.” Esse desgaste, segundo ele, seria causado por uma série de fatores: como a falta de adaptação da mídia, polemismo, propaganda explícita do Governo Federal exercida por profissionais dos jornais e um discurso totalmente negacionista sobre a pandemia. Tudo isso causa uma superficialidade aos conteúdos, que o podcast consegue suprir e aprofundar.</p>
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<p>Esse processo de crescimento do podcast traz à tona o lado positivo, da profundidade de conteúdo, mas tem um perigo também. Nesse sentido, o professor alerta para um detalhe importante: entre esse avanço acelerado, pode se perder muito da profundidade dos assuntos, até mesmo para podcasts que têm - ou deviam ter - caráter jornalístico. “Há&nbsp; muito diletantismo nisso. Vivemos em lógicas de bolhas, em função das redes sociais. Daqui a pouco, alguns podcasts não são produzidos profissionalmente, mas sim com base em influência propagandista, e de tudo que não gosta de contradições, e isso faz com que se corra o risco do público não sair da sua bolha.” explica Ferraretto, que acrescenta que o processo dos indivíduos buscarem ouvir apenas conteúdos que concordam com o que eles já pensam, pode ser muito perigoso para a sociedade como um todo.&nbsp;</p>
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<p><strong>Para além de Santa Maria</strong></p>
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<p>Outras formas de adaptação foram adotadas durante esse período, e é possível acompanhá-las em mais universidades do estado gaúcho. Na Universidade Federal de Rio Grande (FURG), o mais tradicional programa jornalístico de rádio, o FMCafé, acontecia de segunda à sexta, de dentro do estúdio, mas com a vinda do coronavírus, se adaptou para o formato de lives, transmitidas, primeiramente, uma vez por semana. A partir de junho de 2020, os programas começaram a ser apresentados em todas as terças e quintas, na <a href="https://www.facebook.com/FURGoficial">página da Universidade no <em>Facebook</em></a>.</p>
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<p>A responsável pelo programa FMCafé, Tammie Faria, da Secom/FURG, conta que o conteúdo se tornou multiplataforma, já que a live, depois da transmissão, fica no canal da instituição no YouTube, o <a href="https://www.youtube.com/c/FURGoficial/videos">FURGOficial</a>. Além disso, já existe o projeto de utilizar os áudios da live para podcast no site da FURG e no Spotify, criando o FM Café Podcast. Mesmo no cenário pós-pandemia, em que as atividades presenciais poderão retornar, Tammie aponta que “é bem possível que o trabalho multiplataforma continue”.</p>
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<p>O FMCafé, que é feito por um jornalista da FURG, em conjunto com um bolsista da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), voltará a ser transmitido via rádio ainda neste ano. Isso acontecerá com a inserção do áudio do FMCafé Live, em reprise, no novo estúdio do campus Carreiros da FURG.&nbsp;</p>
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<p>Já na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a programação da <a href="http://www.ufrgs.br/radio/">Rádio da Universidade</a> é conhecida pelo forte aspecto musical, especialmente com música clássica. parte dos programas radiofônicos que abrangem cultura, jornalismo geral e assuntos da Universidade, sofreram reduções e modificações por causa do trabalho remoto. Segundo André Grassi, jornalista da ‘Rádio da Universidade’, desde o início do trabalho remoto, essa programação musical é apresentada pelas locutoras com dificuldade, pois elas não podem ainda utilizar o estúdio presencialmente.&nbsp;</p>
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<p>Essa é uma parte difícil da necessidade de adaptações das programações nesse momento. “Realizamos entrevistas, edição de som e apresentação de nossas casas e existem dificuldades para agilizar a entrega dos programas, por falta de estrutura.” expressa André sobre essa situação. O jornalista também conta que, no ano passado, os problemas eram maiores, pois havia restrição até mesmo para a ida dos operadores à rádio, que precisava ficar no automático por ainda mais tempo.&nbsp;</p>
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<p><strong>O retorno aos estúdios</strong></p>
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<p>Na UFSM, a previsão de retorno para as produções dos estudantes depende da vacinação geral da população e do retorno às atividades presenciais, que ainda deve ser autorizado pelos conselhos superiores. O retorno tanto para o campus, para a continuidade das aulas, quanto para os estúdios, ainda é arriscado, e a segurança dos alunos e servidores é uma prioridade para que tudo possa voltar ao normal em breve.</p>
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<p>&nbsp;Por enquanto, os trabalhos seguem de casa. Mesmo com os obstáculos técnicos, a saudade do <em>ao vivo </em>diretamente da rádio, os desafios implantados pelo ensino à distância, e as inseguranças causadas pela pandemia, o esforço e dedicação têm sido imensos para continuar a transmissão de conteúdo para a comunidade - por qualquer que seja a plataforma.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p class="has-text-align-right"><p><em>Reportagem: Giovana Zago</em></p></p>
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													</item>
						<item>
				<title>TV Campus e TV OVO voltam à rotina de produção</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2021/08/29/tv-campus-e-tv-ovo-voltam-a-rotina-de-producao</link>
				<pubDate>Sun, 29 Aug 2021 14:53:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[26ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed26]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3554</guid>
						<description><![CDATA[Auditório do Centro de Eventos vazio durante uma gravação. Foto: Vitor Ceolin Com a declaração da pandemia pela Organização Mundial da Saúde, em março de 2020, assistimos a suspensão de filmagens, o fechamento dos cinemas e o cancelamento das estreias de filmes. Depois de algum tempo, as filmagens voltaram a acontecer, com protocolos de biossegurança [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2021/08/audtorio-vazio-durante-gravacao-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida de um auditório, pela perspectiva de quem está no palco. Diversas poltronas azuis escalonadas por altura, todas vazias, estão divididas por dois corredores. Ao centro da imagem, no aglomerado maior de cadeiras, um homem utiliza uma câmera; ao seu lado uma mesa com um computador. No aglomerado de poltronas da esquerda, um homem com chapéu na cabeça utiliza uma câmera. Ao fundo, centralizado, um homem está sentado na ilha de edição. Na parte inferior da imagem, o limite do palco com duas caixas de som, uma à esquerda e outra à direita. Na parte superior da imagem, um mezanino com mais poltronas. Diversos spots de luz branca iluminam o auditório." loading="lazy"><figcaption>Auditório do Centro de Eventos vazio durante uma gravação. Foto: Vitor Ceolin<br>
</figcaption></figure>

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<p>Com a declaração da pandemia pela Organização Mundial da Saúde, em março de 2020, assistimos a suspensão de filmagens, o fechamento dos cinemas e o cancelamento das estreias de filmes. Depois de algum tempo, as filmagens voltaram a acontecer, com protocolos de biossegurança de forma a proteger os participantes das gravações,&nbsp; festivais de cinema ocorreram de forma online e o streaming cresceu. E você já se perguntou como ficaram as produções audiovisuais locais? Como a UFSM e a cidade de Santa Maria têm tratado isso? Para tentar entender essa situação, ouvimos integrantes do Estúdio 21 e da TV Campus, que atuam dentro da UFSM, e da TV OVO, tv comunitária de Santa Maria.</p>
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<p><strong>A produção audiovisual na </strong><a href="https://www.ufsm.br/midias/tvcampus/"><strong>TV Campus</strong></a></p>
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<p>A TV Campus, que em 2021 completa 26 anos, foi a primeira televisão universitária a exibir conteúdo via cabo no país e tem a&nbsp; missão de difundir, através do audiovisual, as atividades e o conhecimento científico das áreas de ensino, pesquisa e extensão da UFSM.&nbsp; A equipe da TV Campus possui nove servidores, dois contratados e oito acadêmicos. Para entender como foi o trabalho da emissora nesse tempo de pandemia, conversamos com o diretor da TV, Gabriel Machado Soares.&nbsp;</p>
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<p>Em março de 2020, quando todos tiveram que trabalhar de casa, a TV Campus parou totalmente as gravações até entender como ocorreriam&nbsp; as atividades dali para frente. Aproveitaram o tempo para editar e finalizar as gravações já feitas, além de reorganizar as rotinas. O maior impacto foi não estar mais no Campus para produzir as imagens, além de ter ficado sem a infraestrutura dos estúdios de gravação e salas de edição. Soares ressalta que a produção da TV Campus, depois de um período de crescimento, caiu muito em 2020.&nbsp; Primeiro pela questão da impossibilidade de trabalhar no campus, a saída de um local com&nbsp; infraestrutura e a ida para casa. E segundo, o conteúdo que estava sendo produzido antes da pandemia, perdeu o sentido, isso porque&nbsp; passaram a ter uma pauta única, a Covid-19.</p>
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<p>O diretor informa que antes havia três tipos de produções: conteúdo original, 100% produzido pela TV Campus; coproduções - conteúdo que a emissora se envolve na produção, mas não é exclusivo da TV Campus; e o conteúdo compartilhado, que é produzido por outras instituições, mas com relevância para o público da emissora. Soares destaca que produziam um programa de entrevistas no estúdio e faziam uma espécie de curadoria de conteúdo de outras instituições no programa Rede IFES, no qual as aberturas eram gravadas na TV Campus. O programa Cine Nacional também exigia da equipe a seleção de curtas-metragens de todo o Brasil e a gravação da abertura e encerramento das exibições.</p>
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<p><p>A pandemia de Covid-19 foi&nbsp; pauta única durante todo o primeiro semestre de 2020 e parte do segundo semestre também. Primeiro, os temas tratavam de dúvidas sobre&nbsp; a doença, quais seus sintomas, como se proteger, entre outros aspectos. Depois foram mostradas as ações desenvolvidas pela UFSM para enfrentar a pandemia. Aos poucos voltaram&nbsp; formatos já existentes, como o ‘TVC’, um jornal com o dia a dia dos acontecimentos na Universidade. No final de 2020, o ‘TV Campus Entrevista’ foi reformulado e reestreou em fevereiro de 2021 , com todos envolvidos em trabalho remoto: produtor, convidado, apresentador e editor. O ‘Elas na Ciência’ é um programa novo que foi criado durante a pandemia e vai para a segunda temporada.</p>
[caption id="attachment_3556" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2021/08/ator-no-palco-durante-gravacao-1024x683.jpg" alt="Fotografia colorida de um homem de cabelo curto e castanho, sem camisa no meio do palco iluminado. Ele está agachado de joelhos, em cima de uma porção de terra. À direita uma pilha de folhas secas e algumas rosas vermelhas. À esquerda um amontoado de folhas secas. Ao fundo, tudo está escuro." width="1024" height="683"> Ator no palco durante a gravação do Palco Online. Foto: Vitor Ceolin[/caption]</p>
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<p>A TV Campus fez alguns trabalhos presenciais nesse período pandêmico, como os espetáculos do ‘Palco Online’ e o ‘Concerto de Inverno’, coproduções com a Pró-reitoria de Extensão (PRE) e com a Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE). Soares enfatiza que havia condições adequadas aos protocolos de biossegurança da Universidade. Apenas servidores envolveram-se nestas produções. O diretor da TV Campus conta que estava em&nbsp; pré-produção um documentário sobre os 50 anos do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). Entretanto, a partir de conversas com médicos, diretores e assessoria, foi decidido não prosseguir com a produção.&nbsp;</p>
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<p>Soares destaca que as mídias da TV Campus cresceram muito devido à procura crescente por conteúdo audiovisual: “Nosso canal no YouTube dobrou de tamanho nesse período, e o canal começou em 2012, a gente conseguiu mais seguidores nesse um ano do que nos outros oito anos.” A produção da emissora disponibilizada no canal 15 da Net também está disponível em seu canal do <a href="https://www.youtube.com/user/tvcampusUFSM">Youtube</a>, no Farol da UFSM, e alguns conteúdos estão disponíveis&nbsp; no Facebook da TV Campus. Desde maio de 2021 a TV Campus tem um bloco de 30 minutos na TV Câmara de Santa Maria, canal aberto 18.2, no qual apresenta programas, reportagens e documentários, que mostram os projetos de pesquisa, ensino e extensão e divulgam as ações institucionais e da comunidade acadêmica.&nbsp;</p>
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<p><strong>Ainda não é possível visualizar o retorno do Estúdio 21</strong></p>
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<p>O Estúdio 21 é mantido pelo Departamento de Ciências da Comunicação e abriga espaços para a pesquisa e a produção eletrônica.&nbsp;Inclui estrutura de estúdio, gravação e edição de materiais para televisão, rádio e outras plataformas digitais. A equipe do Estúdio 21 é formada por sete servidores e ainda conta com bolsistas, estagiários e voluntários.&nbsp;</p>
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<p>O diretor de produção Felipe Dagort destaca que o Estúdio 21 parou totalmente durante a pandemia: “Fizemos pouquíssimos trabalhos, mais voltados ao institucional, só com gravação de reuniões e fotos, nada com grandes produções.”. Dagort diz que ainda&nbsp; não consegue visualizar um possível cenário de retorno, devido ao espaço físico do estúdio. Como as salas são pequenas, as atividades presenciais com alunos ficam prejudicadas: “A produção de vídeos para a Universidade talvez possa voltar, mas as aulas é muito difícil”, finaliza.</p>
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<p><strong>A </strong><a href="https://tvovo.org/portal/"><strong>TV OVO</strong></a><strong> se adaptou e continuou a produzir</strong></p>
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<p>A TV OVO é uma associação sem fins lucrativos criada em 1996 por Paulo Tavares e um grupo de adolescentes que, na época, participavam de oficinas ministradas por ele. Atua na formação audiovisual de jovens, na produção de vídeos comunitários,&nbsp; curtas-metragens e no registro da memória santa-mariense. Desenvolve projetos e oficinas em comunidades periféricas e escolas públicas, além de realizar cursos de formação, cineclube e núcleos de vídeo comunitário.&nbsp;</p>
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<p>O integrante do conselho fiscal da entidade e documentarista Marcos Borba explica que quando a pandemia foi declarada, as atividades foram paralisadas por quatro meses – de março a julho de 2020. Nesse período começaram a organizar as atividades de forma online, passaram a fazer reuniões semanais e realizaram um colóquio sobre Audiovisual e Representatividade Negra com a participação do ator Flávio Bauraqui.</p>
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<p><p>A realização das oficinas foi cancelada devido à suspensão das aulas presenciais, e foi preciso pensar em uma forma de ensinar como produzir audiovisual. Borba destaca que resolveram criar a série ‘Luz, skate e ação’ no Youtube para ensinar sobre a produção de audiovisual, com uma linguagem simples. A série tem seis episódios. O personagem é um youtuber, que não sabia nada de audiovisual e passa a pesquisar e compartilhar o tema com seus seguidores. O primeiro episódio aborda a ideia tida pela personagem e a criação do roteiro; o segundo traz a pré-produção da série; o terceiro aborda a direção de fotografia; o quarto trata da direção de arte, da gravação e da decupagem; o quinto ensina sobre a edição e finalização; e o último episódio aborda a exibição. Para as gravações, que aconteceram entre setembro e outubro de 2020, utilizaram os protocolos de segurança, como lugares ventilados, uso de máscaras e álcool em gel e uma equipe reduzida&nbsp; (o ator e mais quatro pessoas, com apenas três na sala de gravação). Os ensaios foram online para minimizar os riscos de contágio. A edição e finalização foi online: os editores faziam o trabalho em casa, mandavam a versão para o resto da equipe, que assistia e pedia os ajustes necessários. Depois dos cortes, a edição pronta ia para finalização. Você&nbsp; pode assistir a série em: <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLHgjtFjZWUeDrfAyZZ71zY0GX12s5rP-l">Luz, Skate, Ação!</a></p>
[caption id="attachment_3557" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2021/08/Divulgacao-luz-skate-e-acao-da-TV-OVO-1024x576.jpg" alt="Fotografia colorida de um rapaz de pele parda, cabelo castanho e curto, sentado atrás de uma mesa, apoiando suas mãos sobre um caderno. Ele está centralizado na imagem e veste uma camiseta cinza. Em destaque, centralizado, adicionada na imagem, a informação “Luz, skate, ação!” na cor verde. Logo abaixo, a informação “Episódio 1” na cor branca. A esquerda da mesa uma luminária azul e algumas canetas coloridas. Ao centro um fone de ouvido preto e cinza e alguns post-its coloridos. À direita um notebook cinza com alguns adesivos colados. Ao fundo, à esquerda uma parede branca com alguns quadros, um violão e um cabideiro com roupas; ao centro uma cortina branca e à direita uma parede branca com alguns quadros, uma cama, um skate e duas prateleiras." width="1024" height="576"> Capa da série Luz, skate, ação! Imagem: divulgação TV OVO[/caption]</p>
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<p>A série <em>TBT</em> foi criada a partir do documentário sobre recuperação de memória, que estava em produção e também precisou de adaptações. &nbsp;A equipe então decupou todo o arquivo dos últimos anos,&nbsp; pescou histórias e apresentou uma série audiovisual, chamada <em>TBT</em> por onde passa a história da cidade. Essas medidas foram tomadas para proteger a equipe da TV OVO e as pessoas que seriam&nbsp; entrevistadas, já que&nbsp; são mais velhas,&nbsp; que fazem parte dos grupos de risco da Covid-19.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>No momento, apenas uma colaboradora vai presencialmente à TV OVO, os demais só quando é necessário. Segundo Borba, “Tem muita gente em home-office que tá nas suas cidades, porque a gente tem voluntários de outras cidades e hoje são feitas algumas gravações, mas todas elas externas”. Na produção de documentários, as gravações têm ocorrido em ambientes abertos, com boa circulação de ar e com material de proteção adequado: máscaras PFF2, óculos de proteção, álcool em gel para higienização e equipes pequenas. A pré e a pós-produção continuam acontecendo de forma remota. Borba destaca que: “Acho que isso é uma das coisas que a pandemia ensinou, que a gente consegue trabalhar remotamente, conversar, ter ideias, organizar uma produção não necessariamente estando frente a frente”. Entretanto, destaca que nada substitui o contato, embora seja possível seguir as produções de forma virtual.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Sobre as perspectivas do futuro, Borba acredita que vão conseguir fazer trabalhos em modelo híbrido, especialmente os colóquios, será possível ter a participação de diversas pessoas que não conseguiriam estar em Santa Maria, seja por questões de agenda ou pela falta de recursos financeiros. O documentarista relata que “essa troca de experiências com pessoas que têm conhecimento muito, muito bom e não necessariamente vão se dispor a se deslocar até aqui”. Um documentário sobre o ‘Bric da Vila Belga’ está em pré-produção e, por enquanto, a equipe realiza entrevistas de forma remota, para entender melhor o tempo que será necessário para gravar com os participantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Borba expõe que uma das suas preocupações é&nbsp; sobre as sessões, seja no cinema ou nas exibições cineclubistas, que a TV OVO faz. “Tenho um pouco de dúvida e talvez a pandemia tenha machucado um pouco essa nossa relação porque a gente passou a consumir muito mais audiovisual em várias plataformas sozinho. A ideia de ficar todos juntos em silêncio assistindo um filme, talvez isso seja um pouquinho mais complicado", relata Borba.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Em 2021, a TV OVO trabalha em seis documentários, um colóquio sobre o tema “Audiovisual e Questões Socioambientais”, em formato de <em>live</em>, três <em>workshops</em> na área do audiovisual, realização de duas sessões de cinema em espaços públicos e exibições cineclubistas, com exibição de produções gaúchas independentes. Mesmo que as escolas voltem integralmente às atividades presenciais, as oficinas nas escolas não retornarão ao presencial em 2021.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Quer ficar por dentro das atividades da TV Campus, da TV OVO e do Estúdio 21? Segue as redes sociais:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>TV Campus:</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Facebook</em>:&nbsp; <a href="https://www.facebook.com/tvcampus">@tvcampus</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Instagram</em>: <a href="https://www.instagram.com/tvcampusufsm/?hl=pt-br">@tvcampusufsm</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>TV OVO:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Facebook</em>: <a href="https://www.facebook.com/tvovosm">@tvovosm</a>&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Instagram</em>: <a href="https://www.instagram.com/tvovosm/?hl=pt-br">@tvovosm&nbsp;</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estúdio 21:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Instagram</em>: <a href="https://www.instagram.com/estudio21.ufsm/?hl=pt-br">@estudio21.ufsm</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><p><em>Reportagem: Cadiani Lanes Garcez</em></p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        