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				<title>Comunicação do diagnóstico é estratégia para a adesão ao tratamento de HIV</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/comunicacao-do-diagnostico-e-estrategia-para-a-adesao-ao-tratamento-de-hiv</link>
				<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 18:06:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carga viral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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						<description><![CDATA[O tratamento adequado diminui a carga viral no organismo e a chance de transmissão do vírus]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-0fee1a73-7fff-8f0c-c8f0-b491b0f8d63f" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Discriminação, preconceitos e desigualdades sociais permeiam a realidade daqueles que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Embora a medicina e a ciência tenham evoluído desde a década de 1980 - que marca o início da epidemia -, pessoas soropositivas ainda são afetadas pelos estigmas relacionados ao HIV. “O medo do estigma desencoraja o indivíduo a revelar sua sorologia, o que fragiliza sua rede de apoio e prejudica sua capacidade e vontade de aderir ao tratamento”, relata a professora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Cristiane Cardoso de Paula.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O HIV é um vírus sem cura, que ataca o sistema imunológico e deixa o organismo sem células de defesa (CD4) no combate a doenças. Entretanto, com o tratamento, é possível controlar a taxa de replicação viral, diminuir os sintomas e complicações da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) causada pela infecção e, assim, melhorar a qualidade de vida. Conforme o Ministério da Saúde, 95% do total de pacientes em tratamento antirretroviral no país já não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido a carga viral suprimida. Em outras palavras, os medicamentos impedem a multiplicação do vírus, e a quantidade deste no sangue torna-se tão baixa que não é detectável/transmissível.</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/Capa-3-1024x667.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-5332f1ed-7fff-8a69-de93-54dce4021fc2" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Apesar da comprovação da eficácia do tratamento, a não adesão ainda é um dos maiores desafios da rede de atenção à saúde. Dados da Política Municipal de HIV/AIDS, Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s) e Hepatites Virais revelaram que somente em Santa Maria, das 2,5 mil pessoas que vivem com o vírus, cerca de 800 abandonaram o tratamento. </p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A não adesão à terapia antirretroviral está atrelada a diversos fatores, como o uso prolongado da medicação, os efeitos colaterais e os estigmas sociais que ela acompanha. Cristiane explica que a adesão pode ser influenciada negativamente por situações cotidianas que geram o medo da revelação do diagnóstico e da exposição à discriminação da comunidade, por exemplo, ao acessar o serviço de saúde mais próximo de seu domicílio. “Tudo isso mostra a complexidade da adesão, ou seja, o desafio que precisa ser compartilhado entre a pessoa que vive com HIV, a equipe de saúde e a rede de apoio para que o tratamento possa ser mantido a longo prazo”, afirma a docente.</p>		
			<h3>Comunicar em tempo oportuno</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-91b8a9a2-7fff-8bf6-0866-8595e6f7881d" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ao mesmo tempo em que é desafiadora, a comunicação adequada do diagnóstico do HIV pode favorecer a aceitação do tratamento e servir como uma ferramenta para o fortalecimento do vínculo com a equipe de saúde. A maior incidência dos casos de infecção encontra-se na faixa etária de 25 a 29 anos. Conforme o <u><a href="https://www.scielo.br/j/bioet/a/jhMB7ctjy55QSZvcwCrNjzx/?format=pdf&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">estudo</a></u> publicado por pesquisadoras do PPGEnf e do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), em 2021, a prevalência da infecção em adultos jovens aponta a juvenização da epidemia e se soma ao quantitativo de crianças e adolescentes na categoria de transmissão vertical (que ocorre quando a criança é infectada por alguma IST durante a gestação, o trabalho de parto ou a amamentação). </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em algum momento da vida, esses indivíduos experienciam a comunicação de seu diagnóstico e, independente da categoria de exposição e da idade, isso repercute no seu cotidiano. A não-comunicação ou comunicação inadequada, no caso de jovens, afeta o início da vida sexual, a adesão ao tratamento, a motivação para o autocuidado e a contenção da doença. Já para as crianças, não revelar o diagnóstico com a intenção de protegê-la também desencadeia resultados negativos a longo prazo. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A pesquisa, de caráter qualitativo, foi conduzida com dez participantes da região Sul do Brasil, com idade entre 15 e 24 anos, e procurou identificar os elementos do processo comunicativo do diagnóstico de infecção pelo HIV na vivência de cada um dos jovens. Os participantes relataram que a descoberta do diagnóstico aconteceu por meio de conversa entre médicos e familiares, de forma processual, em um momento específico na gestação ou parto ou aconteceu de forma indireta (por meio de documentos, exames, internações hospitalares, morte dos pais biológicos por AIDS, entre outros). </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um/a dos participantes identificado/a como (J3) relata que descobriu a soropositividade aos 10 anos de idade, com o falecimento da mãe por AIDS e, consequentemente, a descoberta do falecimento do pai pelo mesmo motivo. “Diziam que eu tinha que tomar (os medicamentos), que eu tinha que tomar, só. Eu perguntava por que e me diziam ‘um dia tu vai saber’”, relata.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na perspectiva da pesquisadora, comunicar em tempo oportuno, ou seja, ainda na infância, visa garantir o direito da criança de conhecer seu diagnóstico, mas também evita que ela descubra sozinha ou por terceiros e tenha reações negativas: “Descobrir sozinha [que tem o vírus] pode gerar dúvidas do motivo de não lhe contar por falta de confiança e, muitas vezes, a criança reproduz o silêncio da família. Assim, mesmo sabendo seu diagnóstico, não tem com quem esclarecer suas dúvidas e medos”, afirma Cristiane.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Desse modo, os profissionais de saúde, em conjunto com a família, se deparam com a tarefa de comunicar a notícia adequadamente, de maneira humanizada, com respeito e clareza. Os resultados da pesquisa “<u><a href="https://www.scielo.br/j/bioet/a/jhMB7ctjy55QSZvcwCrNjzx/?format=pdf&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">Comunicação do diagnóstico de infecção pelo HIV</a></u>” concluem que a comunicação deve ser individualizada, ou seja, desenvolvida em um processo adaptado para a capacidade de entendimento de cada pessoa, o que inclui o nível de compreensão, estágio de desenvolvimento e contexto social e familiar. Além disso, é preciso levar em conta que a comunicação não é um evento isolado, mas um processo em constante desenvolvimento, que pode ocorrer com pessoas e profissionais diferentes, ao longo de várias conversas, ambientes e situações. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A mesma pessoa (J3) citada anteriormente, relatou que a descoberta tardia gerou sentimentos negativos: “Quando eu descobri, eu me isolei. Com o tempo, eu fui me abrindo, tinha dias (em) que eu me abalava e ficava meio depressivo, daí eu pensava em parar de tomar os remédios.” De forma diferente, o/a participante (J6) teve uma experiência de revelação mais gradual e processual: “Eu fiquei triste, sabe, quando contaram o diagnóstico do HIV. Para mim, era uma novidade. Eu não acreditei, não gostei. Eu continuei tomando meus remédios normal. Eu entendi que pra ser saudável e viver bem, eu precisava tomar esses remédios”. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para passar orientações confiáveis e facilitar a compreensão da infecção, os familiares e profissionais podem utilizar vídeos, brinquedos, desenhos, livros, folhetos, analogias e até mesmo ferramentas de informática, como redes sociais e sites. Durante o processo, devem-se abordar assuntos referentes à transmissão do HIV, ao uso de medicamentos, ao acompanhamento no serviço e à rotina de exames laboratoriais. Nessa etapa, é necessário enfatizar que a terapia está em constante avanço e já progrediu quanto à quantidade (menos comprimidos) e à qualidade (gosto e tamanho dos comprimidos), e que os efeitos colaterais costumam passar com o tempo. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Outra estratégia a ser utilizada é colocar o indivíduo em contato com demais pessoas soropositivas, com o objetivo de encorajar, gerar acolhimento, apoio e orientação por meio da representação social. Assim, transforma-se a visão que se tem da condição, ao eliminar os estigmas que levam a crenças como a da “morte precoce”, da impossibilidade de se relacionar, de ter filhos e de ter uma vida longa e saudável. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em síntese, a última etapa do processo de comunicação do diagnóstico é permanente e consiste na constante avaliação da compreensão das informações pelo indivíduo. É recomendado que a rede de apoio acompanhe a repercussão e os efeitos decorrentes da transmissão de informações.</p>		
			<h3>Linhas de cuidado</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A complexidade da atenção às pessoas com HIV exige ação multidisciplinar da equipe de saúde de forma articulada e integrada, demonstra outro <u><a href="https://www.scielo.br/j/ean/a/JrZB768xWN45KGsvxjRPB5x/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a></u> conduzido por integrantes do PPGEnf. É necessária a descentralização das ações e a integração entre o Serviço Especializado (SE) e os serviços de Atenção Primária à Saúde (APS). O objetivo, além de que os APS sejam reconhecidos como fonte de primeiro contato, é que pessoas que vivem com o vírus sejam transferidas aos especialistas sem que deixem de comparecer aos serviços de atenção primária para acompanhamento de sua condição crônica e para a promoção da sua saúde.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a investigação, a comunicação entre os serviços ainda precisa melhorar para que a linha de cuidado se efetive. Este é um desafio no Sistema Único de Saúde (SUS), em especial no atendimento às pessoas vivendo com HIV - que historicamente foram atendidas nos SE -, para os profissionais que precisam estar capacitados para este atendimento compartilhado e para as pessoas que precisam compreender a importância desse acesso aos serviços de APS. Para que isso seja possível, a integração entre os serviços precisa ser estabelecida por meio de um fluxo de usuários no sistema, o que permite que os cuidados às pessoas com HIV sejam partilhados em um sistema de redes de atenção à saúde. </p><p dir="ltr"> </p><p>O <u><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv" target="_blank" rel="noopener">SUS</a></u> oferece acesso a diversas estratégias gratuitas de combate ao HIV, como a educação sexual, as campanhas de prevenção e conscientização, a testagem, a profilaxia pós-exposição, a profilaxia pré-exposição e os tratamentos e cuidados contínuos.</p>		
			<h3>“Revelar” e “Via Láctea”: tecnologias educativas</h3>		
		<h6 dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Desde 1998, o <u><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gp-pefas/" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Pesquisa Cuidado à Saúde das Pessoas, Famílias e Sociedade (GP-PEFAS)</a></u> tem desenvolvido projetos para responder às demandas da sociedade e estuda o HIV por meio de três linhas de pesquisa: cuidado às pessoas vivendo com HIV e suas famílias; adesão ao tratamento antirretroviral do HIV e sífilis; e comunicação do diagnóstico de HIV para as crianças. Nessas linhas, um dos projetos sob coordenação da professora Cristiane é intitulado “Tradução de conhecimentos na produção de tecnologias educativas promotoras de cuidado de crianças em risco de exposição ao HIV”. Uma dessas tecnologias é o website informativo “Revelar”, que tem como público-alvo os profissionais de saúde e o objetivo é ajudá-los no acompanhamento do processo comunicativo do diagnóstico de HIV. "Para apoiar os familiares na revelação do diagnóstico, os profissionais necessitam de ferramentas de acompanhamento desse processo comunicativo”, esclarece Cristiane.</h6><p><br />Além disso, há também a tese da doutoranda Marília Alessandra Bick, que visa produzir a tecnologia educativa no formato de website informativo, o “<u><a href="https://www.ufsm.br/pet/ciencia-da-computacao/alimentacao-lactea" target="_blank" rel="noopener">Via Láctea</a></u>: o caminho para segurança alimentar e nutricional de crianças menores de 6 meses não amamentadas”.</p><p> </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="444" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/image1-1-1024x444.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Capa do website</figcaption>
										</figure>
		<p>Conforme a autora, o website consiste numa tecnologia cuidativo-educacional com conteúdo escrito e imagético baseado em evidências científicas, traduzido para o público-alvo que são familiares de crianças vivendo com HIV. “O objetivo desse produto é contribuir com o fornecimento de orientações adequadas para famílias de crianças menores de seis meses que não são amamentadas”, explica Marília.</p>		
									<figure>
										<img width="634" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/Picsart_23-01-16_19-23-01-799.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Print do questionário do website</figcaption>
										</figure>
		<p id="docs-internal-guid-b25a2a7c-7fff-711c-1cb9-a378e2217277" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A justificativa para o desenvolvimento do site é decorrente de que as crianças nascidas de mulheres que vivem com HIV não devem ser amamentadas, pois este é um dos cuidados para prevenir a transmissão do vírus para o bebê. Receber alimentação láctea (fórmula láctea ou leite de vaca líquido ou em pó) pode gerar insegurança alimentar, logo, é fundamental garantir que a criança receba os nutrientes que precisa e que o preparo e a oferta do leite ou da fórmula sejam realizados com os cuidados de higiene necessários, para evitar riscos de adoecimento na infância. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O site é hospedado em página institucional da UFSM e já está disponível para acesso. A tese será defendida no dia 24 de janeiro.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p><em><strong>Reportagem:</strong> Jéssica Medeiros, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em></p><p><em><strong>Design gráfico:</strong> Julia Coutinho, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em></p><p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em></p><p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenador do curso de Medicina da UFSM relata experiências com TDAH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/coordenador-do-curso-de-medicina-da-ufsm-relata-experiencias-com-tdah</link>
				<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 12:46:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[coordenador medicina ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[desatenção]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9571</guid>
						<description><![CDATA[Professor do Departamento de Clínica Médica da UFSM desde 2016, Rafael Vaz foi diagnosticado com o transtorno em 2019]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-c8a649b8-7fff-4cb2-e83f-0082c2d146bf" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Dificuldades de atenção, inquietude motora e impulsividade. Esses são alguns dos sintomas de quem apresenta o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Conforme informa Mauricio Moller Martinho, professor e integrante do Departamento de Neuropsiquiatria da UFSM, o TDAH é “um transtorno do neurodesenvolvimento, de origem multifatorial, e causa prejuízos nos âmbitos social, familiar, acadêmico e ocupacional”. </p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Rafael Vaz, professor do Departamento de Clínica Médica e coordenador do curso de Medicina da UFSM, tem TDAH. Ele descobriu a doença na fase adulta - algo atípico. “Uma das coisas que mascarou bastante é que eu sempre fui um dos melhores da turma desde a escola, depois na faculdade. E isso também é um perfil do diagnóstico tardio: você estuda mais do que os outros, tem algumas técnicas indiretas para corrigir algumas falhas, e dá certo”, destaca.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/12/TDAH_capa-1024x668.jpg" alt="Descrição da imagem: colagem horizontal e em tons claros de um menino com a cabeça abaixada sobre um livro. Ele está na metade direita da imagem. Tem pele branca, cabelos loiros e veste camiseta amarela com listras pretas. Está com os braços sobre o livro, que está aberto. Sobre sua cabeça, um cérebro sobreposto em dois aviões de papel e um arbusto de flores nos tons creme e lilás. Sobre os olhos dele, uma faixa horizontal preta e o texto, em branco, &quot;TDAH&quot;. Ao redor do menino, dois livros nas cores roxa e turquesa, mais quatro aviões de papel que seguem riscos pontilhados, uma peça de lego na cor amarela, um aparelho horizontal preto, e a conta &quot;2+2&quot; em vermelho. O fundo é creme com textura de papel." loading="lazy" />														
		<p>O docente relata que começou a perceber melhor os sintomas durante a faculdade, quando começou a apresentar sinais de desatenção: “Aconteceram algumas coisas anedóticas, como deixar as pessoas falando sozinha; colocar a xícara de café na cafeteira, preparar o café e não tomar; perder o carro, coisas do tipo”, conta. Até que, com a sobrecarga do trabalho, resolveu consultar um psiquiatra e fazer uma avaliação.</p>		
			<h4>“Tudo que eu falo eu aprendi com os psiquiatras. Eu faço tratamento farmacológico e faz bastante diferença. Eu tenho um padrão mais desatento. Eu não tenho aquela hiperatividade, apesar de ter um pouquinho às vezes, de fazer várias atividades ao mesmo tempo”, explica Vaz.</h4>		
		<p>O professor, que assumiu a coordenadoria do curso de Medicina da Universidade em agosto deste ano, enfatiza que falar sobre o problema em ambiente universitário é importante para que mais pessoas, principalmente alunos, saibam que podem tê-lo e possam tratá-lo. Além disso, o professor faz um alerta para pessoas que fazem autodiagnóstico da doença: “Quando eu fui ao psiquiatra, ele fez vários testes para confirmar se aquilo me trazia dano, porque a ideia do diagnóstico é essa: você pode ser desatento, mas, para você ter TDAH, você tem que ter dano”, destaca.</p>		
			<h3>Como diagnosticar o transtorno na infância e na fase adulta?</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-3b2a0270-7fff-cb05-ebf8-8a9516f46843" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Segundo o professor do Departamento de Neuropsiquiatria da UFSM, Maurício Martinho, para um correto diagnóstico do TDAH na infância, é essencial entender a distinção entre o comportamento típico para a idade e o comportamento em que o ‘limiar patológico foi ultrapassado’: “Conhecer o desenvolvimento humano típico é necessário para o diagnóstico. É importante entender que, mesmo crianças e adolescentes sem TDAH podem ter algum grau de desatenção, hiperatividade ou impulsividade”, relata. </p><p dir="ltr"> </p><p>Além disso, Maurício salienta que dois terços das crianças diagnosticadas com TDAH na idade escolar continuam com sintomas na vida adulta, mas que, em adultos, os sintomas apresentam-se de forma diferente: o nível de hiperatividade muitas vezes diminui, enquanto os sintomas de desatenção tornam-se mais evidentes.</p>		
			<h4>“No adulto, a hiperatividade costuma se manifestar como uma sensação subjetiva de inquietude. A impulsividade pode se apresentar como impaciência, falar em excesso, e ‘agir sem pensar’. Alguns sintomas podem resultar em conflitos nos relacionamentos, instabilidade em empregos e envolvimento em situações perigosas. A desatenção pode ser identificada pelo comprometimento da capacidade de manter a atenção, esquecimento de compromissos e perda frequente de objetos”, explica Maurício.</h4>		
		<p>Com relação ao tratamento da doença, o especialista destaca que ele deve ser ‘multimodal’, ou seja, integrar psicoeducação sobre a doença com a família e a escola, suporte acadêmico, psicoterapias, treinamento de habilidades  parentais e farmacoterapia. Para ele, a ideia corrente de que o diagnóstico de TDAH seja um prenúncio definitivo de  fracasso escolar e acadêmico é algo que prejudica o paciente. Da  mesma forma, o receio das famílias quanto aos efeitos da medicação sobre as crianças muitas vezes atrasa ou impossibilita o início do tratamento.</p><p id="docs-internal-guid-6a5ac069-7fff-1661-df9e-818cbaac10e5" dir="ltr"><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p dir="ltr"><em><strong>Reportagem:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p dir="ltr"><em><strong>Design gráfico:</strong> Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista; </em></p><p dir="ltr"><em><strong>Mídia social: </strong>Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária; </em></p><p dir="ltr"><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p>Edição geral: Luciane Treulieb, jornalista.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Saiba os serviços prestados pelo LABAC</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/labac/2021/08/10/saiba-os-servicos-prestados-pelo-labac</link>
				<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 17:23:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bacteriologia]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[veterinária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/labac/?p=142</guid>
						<description><![CDATA[O Laboratório de Bacteriologia realiza os seguintes exames e diagnósticos bacteriológicos: Cultura e identificação bacteriana a partir de amostras de secreção, suabes, urina, fezes, órgãos, entre outros; Cultura microbiológica do leite; Contagem bacteriana em tanque de leite; Diagnóstico de clostridioses (gangrena, enterotoxemia, carbúnculo sintomático, etc.); Cultura e caracterização molecular de Escherichia coli (ETEC, EPEC, STEC); Diagnóstico de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Laboratório de Bacteriologia realiza os seguintes exames e diagnósticos bacteriológicos:</p>
<ul>
<li>Cultura e identificação bacteriana a partir de amostras de secreção, suabes, urina, fezes, órgãos, entre outros;</li>
<li>Cultura microbiológica do leite;</li>
<li>Contagem bacteriana em tanque de leite;</li>
<li>Diagnóstico de clostridioses (gangrena, enterotoxemia, carbúnculo sintomático, etc.);</li>
<li>Cultura e caracterização molecular de <em>Escherichia coli</em> (ETEC, EPEC, STEC);</li>
<li>Diagnóstico de ceratoconjuntivite infecciosa bovina;</li>
<li>Diagnóstico de campilobacteriose genital bovina;</li>
<li>Diagnóstico de enfermidades respiratórias bacterianas de equinos (rodococose, adenite, entre outras);</li>
<li>Teste de sensibilidade aos antimicrobianos (antibiograma);</li>
<li>Diagnóstico molecular para diversas enfermidades bacterianas de animais (<a href="http://laca.ufsm@gmail.com">consulte</a>).</li>
</ul>
<p>Clique <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/labac/wp-content/uploads/sites/674/2020/04/Tabela-de-pre%C3%A7os_LABAC-2020_b.pdf">aqui</a> para acessar os exames realizados e os custos.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Certificação para aplicação da escala labirinto para diagnóstico de autismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgdch/2020/10/02/elementor-374</link>
				<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 20:09:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[certificado]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>

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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="595" height="842" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/523/2020/10/indice5.jpg" alt="" loading="lazy">]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem cinco projetos de pesquisa  contemplados em edital da FAPERGS para o combate à COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/29/ufsm-tem-cinco-projetos-de-pesquisa-contemplados-em-edital-da-fapergs-para-o-combate-a-covid-19</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 15:03:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[edital emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[fapergs]]></category>
		<category><![CDATA[impactos economômicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[Lançado no início de abril pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o edital emergencial Ciência e Tecnologia no combate à COVID-19 anunciou o resultado preliminar dos projetos selecionados. Cinco pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria tiveram seus projetos contemplados e receberão fomento para a execução.&nbsp; O edital contemplou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Lançado no início de abril pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o edital emergencial Ciência e Tecnologia no combate à COVID-19 anunciou o resultado preliminar dos projetos selecionados. Cinco pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria tiveram seus projetos contemplados e receberão fomento para a execução.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O edital contemplou pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, que apresentaram pesquisas com potencial de retorno em curto prazo. De acordo com a Fundação, o período de execução dos projetos é de 12 meses, com um investimento total estimado em R$ 5 milhões, com possibilidade de suplementação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os projetos que serão executados na UFSM são pesquisas que contemplam os impactos da pandemia na saúde mental de estudantes e profissionais de saúde, impactos socioeconômicos, desenvolvimento de plataformas de diagnóstico e desenvolvimento de produtos antivirais candidatos terapêuticos para a COVID-19.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Projetos da UFSM contemplados</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><em>Ansiedade, depressão, estresse e sua relação com a saúde e percepção de riscos e danos de profissionais de enfermagem de hospitais de referência do Rio Grande do Sul no enfrentamento da pandemia COVID-19: estudo de métodos mistos, </em>da professora Alexa Pupiara Flores Coelho, do curso de graduação em Enfermagem da UFSM-Palmeira das Missões.</li><li><em>Saúde mental e uso de substâncias psicoativas em estudantes da área da saúde durante a pandemia da covid-19</em>, da professora do Departamento de Enfermagem Daiana Foggiato de Siqueira. </li><li><em>Observatório socioeconômico da covid-19: uma análise do impacto da pandemia em questões econômicas e sociais por meio de uma perspectiva estadual, regional e nacional</em>, do professor do  Departamento de Economia e Relações Internacionais Daniel Arruda Coronel. </li><li><em>Desenvolvimento de uma plataforma multiplex para diagnóstico molecular diferencial de COVID-19</em>, do professor Eduardo Furtado Flores, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva.</li><li><em>Estudo dos Efeitos da Azitromicina, Anticorpo anti-CD147, Indometacina e Nimesulida na Infeção de Células Pulmonares Humanas com SARS-CoV2</em>, da professora Micheli Mainardi Pillat, do Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UFSM. </li></ul>
<!-- /wp:list -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Chat para atendimento virtual é mais uma opção para orientações sobre o COVID-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/03/chat-para-atendimento-virtual-e-mais-uma-opcao-para-orientacoes-sobre-o-covid-19</link>
				<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 19:21:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[AVMB]]></category>
		<category><![CDATA[chat]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[orientações]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Com a intenção de orientar a população e evitar a superlotação de pronto-atendimentos, uma parceria entre o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) lançou, e a empresa AVMB &#8211; soluções em TI, criou um novo canal com orientações para os casos suspeitos do novo coronavírus (COVID-19).&nbsp; O Chat do Disque Covid UFSM é uma ferramenta [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Com a intenção de orientar a população e evitar a superlotação de pronto-atendimentos, uma parceria entre o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) lançou, e a empresa AVMB - soluções em TI, criou um novo canal com orientações para os casos suspeitos do novo coronavírus (COVID-19).&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Chat do Disque Covid UFSM é uma ferramenta  de atendimento virtual (<a rel="noreferrer noopener" href="http://bit.ly/covidufsm" target="_blank">bit.ly/covidufsm</a>), que pode ser usada por quem apresentar algum sintoma ou tenha alguma dúvida sobre o COVID-19. Com base nas respostas selecionadas, o aplicativo fornecerá uma pontuação enquadrando o paciente em um quadro clínico, leve, moderado e exacerbado. Com base no diagnóstico, serão informados os procedimentos que o usuário deverá adotar. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na elaboração da ferramenta, um grupo foi criado no HUSM com o objetivo de desenvolver um pré-diagnóstico, que foi coordenado pelo Dr. Gustavo Dotto com o auxílio do Dr. Victor Ieiri. Toda a orientação para conclusão do diagnóstico foi feita pela equipe do HUSM e a equipe técnica da AVMB desenvolveu funcionalidades para um sistema robôs de atendimento (chatbots).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Aldiocir Dalla Vecchia, proprietário da AVMB - soluções em TI, outras funcionalidades serão implementadas na sequência, como mitos e verdades, dados da evolução no mundo e mapeamento das pessoas que usaram o chatbots, com possibilidade de mapeamento por quadro clínico. Além disso, pode ser acessado em qualquer plataforma. “Esta solução está sendo disponibilizada sem qualquer custo para as prefeituras e hospitais que desejarem utilizar, visando atenuar este momento tão delicado. O momento requer precaução e doação de todos para o bem de Santa Maria.", afirma. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esse novo mecanismo serve de apoio para o <a href="https://www.ufsm.br/2020/03/17/ufsm-lanca-disque-covid-para-esclarecimentos-a-comunidade/">Disque Covid UFSM</a>, além de aumentar o alcance para a população tirar suas dúvidas. Gustavo Dotto, chefe da Unidade e Saúde do HUSM, comenta que o pré-diagnóstico oferecido pelo chat reforça a importância da ligação telefônica caso o usuário apresente sintomas. “Temos que orientar a população para evitar a superlotação dos serviços de saúde e também saber canalizar o paciente com sintomas exacerbados, que são os pacientes em estado grave. Essa é uma das nossas linhas de frente neste trabalho.” finaliza Gustavo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Este produto pode ser acessado depor WhatsApp, Facebook, SMS e sites, de qualquer plataforma. Dúvidas sobre o funcionamento da plataformas podem ser dirigidas ao e-mail contato@avmb.com.br. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Vitória Parise, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira, jornalista da Agência de Notícias da UFSM</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
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