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				<title>GuriasTec e Energizando a Equidade participam do Encontro de Reitoras e Vice-Reitoras da Região Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2026/08/18/guriastec-e-energizando-a-equidade-participam-do-encontro-de-reitoras-e-vice-reitoras-da-regiao-sul</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:27:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>

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						<description><![CDATA[Integrantes palestraram no evento no dia 13 de agosto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na última quinta-feira, 13 de agosto, as doutoras Debora Missio Bayer e Ísis Portolan dos Santos representaram os projetos GuriasTec e Energizando a Equidade no Encontro de Mulheres Reitoras e Vice-Reitoras da Região Sul da Andifes. Durante a palestra, as pesquisadoras apresentaram as ações desenvolvidas pelos projetos, que atuam no fortalecimento da presença feminina na área STEM entre estudantes da rede pública de ensino.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-18-at-10.06.51-1-768x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Ísis Portolan apresentando o projeto Energizando a Equidade</figcaption>
										</figure>
		<p>O Encontro ocorreu entre os dias 11 e 13 de agosto, por iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e reuniu lideranças femininas de instituições de ensino superior de todo o Sul do país. O objetivo do evento foi promover a troca de experiência  e debate sobre políticas de gênero e gestão universitária, discutindo a participação e representação das mulheres na liderança acadêmica. </p>		
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/08/foto-energizando-768x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Debora Bayer apresentando o projeto GuriasTec</figcaption>
										</figure>
		<p>A participação do GuriasTec e Energizando a Equidade no evento reforça o compromisso com a equidade de gênero dentro e fora da universidade, visibilizando projetos que incentivam meninas a seguirem carreiras nas áreas de exatas e tecnologias..</p><p><em>Notícia: Marina Goularte Marques</em></p>
<p><em>Fotos: Ísis Portolan e Debora Bayer</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>‘Não adianta o conhecimento ficar no artigo científico, no capítulo de livro. Ele tem que chegar no produtor e no técnico’</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/08/05/nao-adianta-o-conhecimento-ficar-no-artigo-cientifico-no-capitulo-de-livro-ele-tem-que-chegar-no-produtor-e-no-tecnico</link>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:18:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
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		<category><![CDATA[Serra Gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

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						<description><![CDATA[Gustavo Brunetto comenta ações e resultados de projeto da UFSM na Serra Gaúcha
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde 2025, um grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se desloca até a Serra Gaúcha para estudar os solos de vinhedos e pomares de pessegueiros que foram atingidos pelas enchentes de 2024. O projeto, no entanto, não é a única motivação da presença do Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces). O Gepaces já atua há cerca de 20 anos com extensão na região. </p><p> </p><p>Nomeado ‘Diagnóstico da aptidão agrícola das terras e fertilidade do solo em áreas agrícolas atingidas por desastres climáticos’, o projeto é vinculado ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). Com a proximidade do encerramento do ciclo de dois anos dos projetos, o professor e coordenador Gustavo Brunetto comenta as ações e resultados obtidos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Quais foram as ações do projeto realizadas até o momento?</p><p>Gustavo Brunetto: A primeira etapa foi justamente diagnosticar as propriedades atingidas. Nós selecionamos propriedades que trabalham com videira e pessegueiro em alguns municípios da Serra. Nós coletamos amostras de solo nessas áreas, que foram selecionadas com a interação com o setor privado. Houve a participação de algumas cooperativas que produzem fruta e vinho na Serra, a Emater e as secretarias da agricultura também participaram. Então, foram escolhidas aquelas propriedades que mais foram atingidas, que tiveram muita perda de solo, perda de água, perda de nutriente e plantas. Inclusive algumas famílias até tiveram danos maiores. No segundo momento, depois da seleção, nós fomos ao campo e desenvolvemos uma metodologia de amostragem de solo para essas áreas que foram muito afetadas, porque normalmente a amostragem de solo a gente coleta em um cenário que não foi danificado por causa do excesso de chuva. Ali o solo foi movimentado. Foram metros de solo acumulados em alguns locais e em outros a perda de solo foi muito grande. Então, nós, primeiro, desenvolvemos uma metodologia para termos confiabilidade nos resultados e depois nós coletamos essas amostras de solo. Elas foram levadas para o laboratório e nós analisamos os elementos químicos. E, aí, nós conseguimos obter os resultados.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Pode citar os principais resultados?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Esses resultados foram organizados e submetidos à análise estatística e nós chegamos à conclusão de quais elementos foram mais perdidos [no solo], por exemplo, o fósforo e a matéria orgânica. Em vários momentos, esses resultados retornaram para o setor produtivo. Era um acordo que nós tínhamos. Então, por exemplo, em várias palestras, esses resultados foram apresentados para a Emater, para os associados, os produtores e os técnicos vinculados à cooperativa em toda a Serra Gaúcha, e aos estudantes. No ano passado, nós fomos convidados pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul para participar de um evento regional onde demonstramos que nós, da UFSM, fomos a primeira instituição pública a fazer um trabalho nessa área.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A primeira instituição que deu o start depois de todo aquele acontecido foi a UFSM. Por quê? Porque nós já estávamos há 20 anos ali, trabalhando na Serra.&nbsp;</p>
		<p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Nós tínhamos expertise do que fazer, porque nós estamos num programa conceito 7, então o nosso curso é de excelência, o melhor programa de pós-graduação da região Sul. Então, automaticamente, sabendo o que tem que fazer, nós fomos convidados e nós fizemos.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/gepaces_stills_2.2.1-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Vinhedos na Serra Gaúcha.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: O que veio depois do diagnóstico e da análise dos solos degradados?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Numa segunda etapa, e por isso que fomos adquirindo outros recursos [de um edital da FAPERGS], para impulsionar esse trabalho, nós coletamos os solos dessas áreas com diferentes níveis de degradação. Esse solo veio para Santa Maria e agora nós estamos fazendo cultivos em casas de vegetação para verificar, por exemplo, se as estratégias que acreditamos que podem ser utilizadas para recuperar o solo funcionam. Por exemplo, a aplicação de resíduos orgânicos, ou seja, materiais derivados de animais, que têm carbono. Carbono no solo forma matéria orgânica. Estamos verificando se esses materiais podem ajudar a aumentar o teor de matéria orgânica no solo, mas também se o uso de plantas de cobertura é uma estratégia para aumentar o teor de carbono. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Nós estamos criando um cenário em condição controlada, com solos em diferentes níveis de degradação, testando o que nós podemos fazer, com estratégias agronomicamente já aceitas e conhecidas, para ajudar a recuperar esse solo. Isso é um screen inicial, um estudo inicial que a gente sempre faz em casa de vegetação, porque o solo foge de um padrão normal.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Estes resultados [de análises] são feitos em parceria com o Programa de Pós-graduação em Agrobiologia e com o Programa de Pós-graduação em Química, que participam da proposta. A ideia é levarmos esse resultado para os técnicos e produtores, que é um dos objetivos dentro dessa ideia da extensão. E se nós captarmos mais recursos, a outra ação que vamos fazer é instalar campo, ensaios, áreas demonstrativas com produtores nas áreas que tiveram a perda de solo, para verificar se realmente aquilo que aparece como melhores estratégias para recuperar o solo em ambiente controlado aqui na UFSM, em casa de vegetação, se elas podem ser reproduzidas no campo.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Qual é a importância de entender o nível de carbono no solo?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Nós aproveitamos o monitoramento das áreas degradadas e ampliamos, estamos monitorando outras áreas que tiveram índices menores de degradação de perda de solo. Estamos avaliando o estoque de carbono, ou seja, a concentração de carbono que tem no solo, a quantidade acumulada de carbono e tentando explicar quais são as práticas que já são feitas pelo produtor que mais promovem o acúmulo. O carbono é uma possibilidade de agregar o solo para se estruturar melhor. E isso ajuda na infiltração de água. No período que chover mais, se tu tem um solo que tem a capacidade de infiltrar mais água, menos água vai ser escoada, menos nutriente vai ser perdido e menos solo vai ser perdido.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Nós estamos fazendo, talvez, o maior diagnóstico na Serra Gaúcha já feito até hoje.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ele é feito há mais de um ano, isso é importante destacar. Há mais de um ano nós estamos verificando se, por exemplo, o uso de planta de cobertura aumenta o teor de carbono em uma área que nunca teve planta de cobertura para proteger o solo entre vinhedos ou frutíferas. Se a planta de cobertura mostrar que tem essa potencialidade, nós vamos poder ter garantia de dizer: ‘Olha, se o produtor utilizar plantas de cobertura durante vários anos, ele vai ter uma porta de carbono no solo e automaticamente você vai ter um solo que tem condição de infiltrar mais água e perder menos’. Por outro lado, se o produtor nunca utilizar plantas de cobertura, ele vai ter menos carbono e se acontecerem chuvas intensas, maiores serão as perdas.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Qual é a importância disso para o produtor?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Hoje, certamente, o nosso grupo de pesquisa é um dos que tem contribuído muito para gerar conhecimento nessas áreas de agricultura familiar que dependem da fruticultura. Nós estamos falando de uma das regiões que mais produz frutas no Brasil e que mais produz hortaliças no Rio Grande do Sul. Então nós estamos falando de produção de alimentos. É alimento no prato, não é alimento que às vezes é destinado ao mercado externo, não, isso aqui é circulação de dinheiro interno. Então, ajudando essas propriedades, nós estamos ajudando toda a população, seja regional, estadual, também municipal e nacional, porque estamos falando de alimentos que são consumidos diariamente, no café da manhã, almoço e janta. E destaco que sempre foi um trabalho em colaboração, com as cooperativas, associação de produtores, empresa de extensão privada e pública. A gente sempre divulga, porque não adianta gerar o conhecimento se você não faz essa divulgação. Então a gente tem essa preocupação, levando a marca da Universidade para fora dos muros, para a sociedade entender que é importante ter pesquisa. E ela tem uma aplicabilidade, soluciona o problema deles, da sociedade, bota dinheiro no bolso dos produtores, que isso aí também é importante.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/gepaces_stills_agosto_2.40.3-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Professor Gustavo Brunetto, coordenador do projeto.</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: De onde vem a preocupação de vocês para que o conhecimento produzido pela pesquisa chegue aos produtores e demais públicos que podem se beneficiar dele? </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Essa preocupação surgiu por causa da minha história, porque eu sou filho de pequeno produtor. Eu sempre trabalhei com fruticultura, agricultura. E eu observava que, quando meu pai trabalhava, nós tínhamos deficiência ou necessidade de mais conhecimento técnico. Mas aí tem algumas coisas que são fundamentais.</p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Primeiro é ter conhecimento técnico. Quem gera o conhecimento é o pesquisador. Por isso que hoje eu sou o pesquisador. Segundo, não adianta o conhecimento ficar no artigo científico, no capítulo de livro. Ele tem que chegar no produtor e no técnico.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Por isso que nós temos a preocupação de fazer extensão. Por isso que nós também aprovamos esse projeto, porque a gente tem histórico de fazer extensão. Nós não começamos a fazer extensão por causa do projeto por causa do edital. Já são mais de 20 anos fazendo isso. Geramos o resultado e levamos para o produtor por diferentes canais: dia de campo, palestra, workshop, nivelamento técnico dos técnicos. E eu vou te dizer que as pessoas que participam de todas essas ações recebem muito bem tudo o que a gente fala. Por quê? Primeiro, porque elas sentem que a universidade, os professores e os alunos estão engajados e preocupados em solucionar problemas reais, que são do dia a dia, que geram dificuldade econômica para o produtor. Segundo, eles verificam que aquilo que nós estamos propondo melhora o solo dele, produz mais e ele ganha dinheiro. Porque também não adianta melhorar e ele não ganhar dinheiro, aí a gente não convence ele. E a preocupação, além de tudo isso, é formar pessoas de qualidade. Temos uma preocupação muito grande de formar bons alunos de iniciação científica, excelentes mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos. E para a pessoa também estar bem formada ela precisa conhecer a realidade. Então esse projeto também é uma oportunidade do aluno estar em contato com a realidade e entender que aquilo que ele está estudando é importante. Isso motiva o aluno. Ele não pode ficar só dentro da universidade, ele tem que ter oportunidades de frequentar outros ambientes. Conversar com o produtor, conversar com o técnico, voltar para dentro da universidade, repensar se aquilo que ele está fazendo como pesquisa é adequado, se precisa algum ajuste. Isso aí é fundamental para a formação do bom profissional.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Durante toda a execução do projeto foi possível perceber a preocupação de vocês com a comunicação científica e com a divulgação científica. Qual é a importância dessas ações em conjunto com a pesquisa e a extensão?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Todos os conhecimentos e os resultados que nós geramos tentamos publicar em boas revistas nacionais e internacionais. Por quê? Porque estamos em um programa de pós-graduação e é necessário mostrar pra comunidade científica que estamos publicando. Além disso, nós sempre publicamos os resultados em livros e capítulos de livros. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Somado a isso, nós temos publicado informes e comunicados técnicos, que são materiais com uma linguagem mais simples, para o técnico e produtor. Temos várias cartilhas da amostragem de solo, amostragem de tecido, tudo nesse contexto para avaliar se o solo foi mais ou menos degradado, o que que precisa ser feito. E também, o nosso grupo Gepaces tá online, né? Nós estamos agora esperando para lançar um site, que vai ser também um local para alimentar com material técnico gerado pelo nosso grupo e os parceiros. É uma quantidade enorme, por quê? Como o nosso grupo tem um respeito muito grande fora da Universidade Federal de Santa Maria, frequentemente somos contatados para fornecer esses capítulos de livros, livros, resumos, ir nos eventos. Então, nós vamos colocar todos esses materiais de 20 anos de pesquisa, que é uma quantidade enorme, dentro do site. E gratuitamente para o produtor e o técnico poderem acessar. E para fechar isso, é um outro movimento que nós fizemos sempre uma vez por ano, eu também ministro uma disciplina no curso de EAD do Técnico em Fruticultura, no Politécnico. São pessoas que já trabalham e que buscam o EAD em fruticultura para se especializar no tema adubação e nutrição de frutíferas. Às vezes, em um semestre, você tem 60 alunos que já estão no campo, eles recebem esse conhecimento e já estão utilizando. Também ministro aulas aqui no Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo e no Programa de Vitivinicultura e Enologia, que a gente compartilha essas informações. Então, verifica que nós temos canais que, às vezes, são materiais impressos e ou via e-book, material digital. Às vezes, são contatos face com face, que a gente conversa com os interessados. Também utilizamos outros canais de mídias, por exemplo, o Instagram do nosso do grupo tem mais de 5 mil  seguidores, é muito ativo. E além disso, os canais clássicos, muita entrevista em rádio e televisão, isso é frequente. Então a gente tenta ter essa amplitude de estratégias de divulgação.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Você comentou um pouco sobre a sua relação com a pesquisa e com a preocupação de converter o conhecimento produzido para os produtores. Qual é a tua percepção pessoal como professor, como pesquisador, como filho de pequenos agricultores, com os resultados alcançados no projeto e, consequentemente, a diferença que vocês conseguem fazer na vida desses produtores?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Primeiro: os resultados obtidos são de qualidade, porque a gente tem um rigor metodológico no campo e no laboratório muito grandes. Então todos os resultados são confiáveis, seguindo metodologias. Isso é importante. Além disso, os resultados estão chegando ao usuário. Isso também é fundamental. Chegar pelas nossas ações, mas também pelas ações dos parceiros, cooperativas, que têm nos ajudado muito a mobilizar os produtores e mesmo os colegas da extensão, do privado, do público, que mobilizam, chamam. Então às vezes você tem um evento que tem 60, 100, 150 pessoas mobilizadas, e a gente vai lá e divulga as informações. E somado a tudo isso é muito gratificante escutar os relatos dos produtores. Eles sentem que alguém está preocupado com ele. E no nosso caso aqui, nós estamos preocupados, os pesquisadores e os alunos. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">O produtor agradece o fato de os resultados melhorarem e fazerem com que ele permaneça na sua propriedade.&nbsp;</p>
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Se você não tem o mínimo de apoio científico, o camarada às vezes começa a se desanimar, começa a diminuir a sua lucratividade e ele sai da atividade agrícola, o que não é o nosso desejo. Então, os relatos são muito positivos, seja lá na casa do produtor, seja nos eventos que nós temos feito.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além do Arco: Por último, professor, queria saber se tem algo que não te perguntei mas que acha importante acrescentar?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Gustavo Brunetto: Conseguimos fazer o projeto em virtude da colaboração público-privada. Eu sou um defensor árduo disso, que a Universidade tem que conversar com o setor da extensão, com o setor da inovação, com o setor público fora outras instituições públicas, mas também com o setor privado. Então esse projeto deu certo porque tivemos o apoio de várias instituições e dentro de cada instituição pública e privada. Nós temos bons parceiros que também se esforçaram e destaco também o engajamento dos alunos. Porque se não fosse o engajamento dos alunos, não teria como fazer e termos sucesso. Alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado vestiram a camisa e fizeram com maestria aquilo que a gente tinha proposto no projeto. Por isso que eles também estão contentes com os resultados e com os feedbacks.</p><p><b><i>Expediente:</i></b></p><p><b>Entrevista: </b>Samara Wobeto, jornalista volunt´ária</p><p><b>Edição: </b>Luciane Treulieb, jornalista</p><p><b>Imagens: </b>Marcos Oliveira</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenadores(as) de projetos PET, Pibid, Prolicen, FIEn ou FIEn-EB podem inscrever atividades para a Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/07/01/coordenadoresas-de-projetos-pet-pibid-prolicen-fien-ou-fien-eb-podem-inscrever-atividades-para-a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:19:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Fien]]></category>
		<category><![CDATA[Fien Educação Básica]]></category>
		<category><![CDATA[FienEB]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[PIBID]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[prolicen]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Divulga Ciência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=27306</guid>
						<description><![CDATA[  A Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Santa Maria está recebendo propostas de atividades para seu estande na Feira do Livro de Santa Maria. Podem participar do Edital coordenadores(as) de projetos em andamento das seguintes iniciativas: PET (Programa de Educação Tutorial); Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência); Prolicen (Programa de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2026/07/ufsm-prograd-feira-do-livro-2026-santa-maria-rs-chamada-de-projetos-card.jpg"><img class="alignright wp-image-27307 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2026/07/ufsm-prograd-feira-do-livro-2026-santa-maria-rs-chamada-de-projetos-card.jpg" alt="" width="526" height="526" /></a>A Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Santa Maria está recebendo <a href="https://www.ufsm.br/prograd/editais/040-2026"><strong>propostas de atividades</strong></a> para seu estande na <a href="https://feiradolivrosm.com.br"><strong>Feira do Livro de Santa Maria</strong></a>.</p>
<p>Podem participar do Edital coordenadores(as) de projetos em andamento das seguintes iniciativas:</p>
<ul style="list-style-type: square">
<li>PET (Programa de Educação Tutorial);</li>
<li>Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência);</li>
<li>Prolicen (Programa de Licenciaturas);</li>
<li>FIEn (Fundo de Incentivo ao Ensino);</li>
<li>FIEn-EB (Fundo de Incentivo ao Ensino em Conexão com a Educação Básica)</li>
</ul>
<p>As inscrições seguem até o dia 13 de julho e devem ser feitas por meio do link disponível no <a href="https://www.ufsm.br/prograd/editais/040-2026"><strong>Edital 040/2026</strong></a>, cujo acesso pode ser realizado no site<a href="https://ufsm.br/prograd/editais"><strong> ufsm.br/prograd/editais</strong></a>.  </p>
<p>Podem ser submetidas atividades de cunho artístico, educativo, cultural e/ou de divulgação científica.</p>
<p>Cada projeto ou programa terá direito a uma <strong>bolsa eventual de R$ 120,00</strong>, a ser concedida a um(a) estudante ou dividida entre dois(duas) estudantes, indicados(as) pelo(a) coordenador(a).</p>
<p>A seleção e o acompanhamento de bolsistas estará a cargo do(a) respectivo(a) coordenador(a). O nome, a matrícula e os dados bancários dos(as) bolsistas deverão ser informados no Plano de Trabalho, conforme subitem 3.2.8 do Edital.</p>
<p>A Edição de número 53 da <a href="https://feiradolivrosm.com.br"><strong>Feira do Livro de Santa Maria</strong> </a>ocorrerá <strong>de 07 a 22 de agosto de 2026</strong> na Praça Saldanha Marinho. O horário de funcionamento será das 13h30 às 19h30 (de segunda a sexta-feira e aos domingos). Aos sábados, a Feira abrirá das 10h às 19h30.  </p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao email <a href="mailto:prograd@ufsm.br"><strong>prograd@ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec lança terceiro episódio do seu podcast</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2026/06/02/guriastec-lanca-terceiro-episodio-do-seu-podcast</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:04:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[GuriasCom]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na última segunda-feira, 1º de junho, o projeto GuriasTec lançou o terceiro episódio da segunda temporada do GuriasTec PodCast. O programa discorreu sobre liderança feminina na ciência, pesquisas sobre a área da química e trajetória profissional. O episódio recebeu a doutora em Química pela Universität Bielefeld (Alemanha) e Pró-Reitora de Graduação da UFRGS, Nádya Pesce. Também contou com a presença da Química, doutora em ciência pela USP e Pró-Reitora de Graduação da UFSM, Cláudia Barin.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-20.25.34-1024x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Luciana Mendes, Cláudia Barin e Nádya Pesce</figcaption>
										</figure>
		<p>A segunda temporada do programa tem formato de roda de conversa e conta com a participação de cientistas, lideranças e inventoras das áreas de atuação do grupo. O roteiro, apresentação e edição são feitos pela bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. Os episódios vão ao ar sempre na última semana de cada mês. </p><p>O terceiro episódio já está disponível nas plataformas Deezer e Spotify nos links abaixo.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/7ESJgW8oqJoXpbHqADuH12?si=1eea98fa53c84e62">https://open.spotify.com/episode/7ESJgW8oqJoXpbHqADuH12?si=1eea98fa53c84e62</a></p>
<p> </p>
<p><a href="https://link.deezer.com/s/33r5uR0Z3ZXGifccoqcPa">https://link.deezer.com/s/33r5uR0Z3ZXGifccoqcPa</a></p><p><b>Expediente: </b></p>
<p><i>Notícia: Marina Goularte Marques</i></p>
<p><i>Foto: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O brinde que faltava: Pint of Science estreia em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/05/o-brinde-que-faltava-pint-of-science-estreia-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:05:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[conexões-entre-pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Pint of Science]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento inédito ocorre de 18 a 20 de maio na cidade e promete levar ciência de forma descontraída para a população local
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A universidade é um campo aberto para o surgimento de ideias, soluções inovadoras e novas tecnologias. Mas esses assuntos não precisam mais ficar restritas a artigos científicos. Agora, esses projetos precisam encontrar mesas compartilhadas, amigos e o clima de <b>Frederico Westphalen</b>. Pela primeira vez, o <a href="https://pintofscience.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Pint of Science</a> chega à cidade para provar que lugar de ciência é em todo lugar.</p><p>Para tirar esse projeto do papel, o Campus da <b>UFSM em Frederico Westphalen</b> (<b>UFSM/FW</b>) conta com quem já conecta a nossa região todos os dias. A <b>SpeedRS </b>entende “que ser parceiro da primeira edição em Frederico Westphalen representa um compromisso com o desenvolvimento da nossa cidade. Estamos honrados em apoiar uma iniciativa inédita que chega à nossa região e que tem potencial de se tornar um <b>marco cultural</b> importante”. Para <b>Rafael Montini</b>, CEO da SpeedRS Provedor, “conectar pessoas vai além da parte técnica, é fortalecer espaços de troca de conhecimento e crescimento coletivo.”</p><p>Para a <b>Sicredi Conexão</b>, fortalecer o conhecimento da comunidade é um investimento no amanhã. Segundo aponta <b>Diego Somavilla</b>, Gerente da Sicredi Conexão, “investir em conhecimento é investir no futuro”. “Apoiar o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/04/16/pela-primeira-vez-em-frederico-westphalen-pint-of-science-aproxima-sociedade-da-producao-cientifica" target="_blank" rel="noopener"><b>Pint of Science</b></a> é reafirmar nosso compromisso com iniciativas que aproximam a ciência das pessoas e fortalecem, aqui na nossa região, uma sociedade mais informada, participativa e próspera”, complementa.</p><h2>Transformação</h2><p>E se a ciência transforma realidades, ela precisa de impulsos. A <b>Criare Camiseteria</b> se juntou ao movimento por acreditar no impacto positivo dessa união entre universidade e sociedade. Para <b>Patrick Spolti</b>, “a divulgação científica é essencial, porque conhecimento transforma realidades”. Conforme explica, “eventos como esse despertam curiosidade, incentivam o pensamento crítico e fortalecem a conexão entre universidade e sociedade. Para nós, é uma forma de investir no <strong>futuro da nossa região</strong> e estar ao lado de iniciativas que geram impacto positivo”.</p><p>O <b>Complexo 34</b> enxerga a iniciativa como a possibilidade de colocar Frederico na rota internacional. Para <b>Yuri Vendruscolo</b>, “estar ao lado de um evento internacional, que chega pela primeira vez à cidade, reforça nosso compromisso com iniciativas que geram conhecimento, desenvolvimento local e conexões entre pessoas”.</p><h2>Malte com sabor de conhecimento</h2><p>Mas, para essa ideia se concretizar, dois lugares abriram as portas para dar voz à ciência.</p><p>No <b>Maudito Gastro Pub</b>, as ideias vão circular tanto quanto as pessoas. O proprietário <b>Vinícius Fonseca </b>celebra: "É motivo de orgulho ver nosso espaço de lazer se transformar em ponto de aprendizado". Segundo o empresário, iniciativas como essa amplificam o acesso ao conhecimento. “Apoiar um evento de <strong>divulgação científica</strong> como esse é importante porque aproxima a ciência do dia a dia. Nem todo mundo tem acesso fácil à universidade ou ao meio acadêmico, e iniciativas assim quebram essa barreira. Quando a ciência chega de forma leve, acessível e em um ambiente descontraído, ela se torna mais interessante, mais compreensível e mais valorizada”, sintetiza.</p><p>Na <b>Vitrola</b>, a comida e o café ganham o aroma do saber. <b>Ramir Severiano</b>, proprietário do café, destaca a importância de exercer essa função social: “Ser parceira e anfitriã desta edição inaugural representa a concretização do nosso compromisso com a circulação de ideias e a disseminação do conhecimento. Significa exercer nossa <strong>função social</strong> ao transformar o nosso espaço em um ambiente de diálogo direto entre a academia e a comunidade local”. Conforme o empreendedor, a “participação de empresas locais em projetos de divulgação científica é essencial para promover o engajamento intelectual da sociedade e fortalecer o desenvolvimento cultural da nossa região”.</p><p>Quando a ciência senta à mesa com você, Frederico Westphalen inteira evolui. Este é um convite de todos nós — realizadores e parceiros — para você fazer parte desta história.</p><p>A gente se encontra no <b>Pint of Science FW</b> 2026!</p><h2>SERVIÇO</h2><p><strong>O quê:</strong> Pint of Science 2026<br /><strong>Quando:</strong> 18h30 | 18 de maio de 2026: Vitrola (R. Alfredo Haubert, 762 - Centro)<br />18h30 | 19 e 20 de maio de 2026: Maudito Gastro Pub (R. Monsenhor Vítor Batistela, 477 - Centro)<br />Evento gratuito e aberto ao público em geral (pague somente o que consumir)<br />Mais informações: @ufsmfw</p><p><strong>Promoção:</strong><br />Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.</p><p><strong>Patrocínio:</strong><br />Sicredi<br />Maudito Gastro Bar<br />Speed<br />Criare Camiseteria<br />Vitrola<br />Complexo 34</p><p><strong>Apoio:</strong><br />SRS Digital<br />Cotrifred<br />Unna<br />Empório – produtos Gourmet<br />Ecológica Jr.</p>		
													<img width="400" height="400" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-08.45.04-1.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec realiza minicurso para professores do Ensino Fundamental e Médio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/09/05/guriastec-realiza-minicurso-para-professores-do-ensino-fundamental-e-medio</link>
				<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 14:36:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Atividade foi realizada no dia 1º de forma remota]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nesta semana, 01, o programa GuriasTec realizou um minicurso de apresentações no canva voltado para professores e alunas bolsistas das escolas parceiras do projeto, mediada pelas estudantes do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM: Beatriz Henriques (bolsista do GuriasTec) e Bruna Garcia (voluntária). O minicurso foi estruturado em três etapas. Na primeira, as alunas apresentaram uma breve exposição sobre a ferramenta, destacando suas principais funcionalidades. Em seguida, os participantes desenvolveram uma atividade “hands on”, explorando o Canva ao elaborar apresentações a partir de um roteiro pré-estabelecido ou de suas próprias necessidades. Por fim, houve a socialização dos trabalhos produzidos, acompanhada de troca de experiências entre os participantes.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="448" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-04-at-15.06.25-e1757082969339-1024x448.jpeg" alt="minicurso canva" />											<figcaption>Participantes do projeto conduziram a atividade</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="550" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-04-at-15.06.25-3-1024x550.jpeg" alt="atividade canva" />											<figcaption>Foram expostas as ferramentas do Canva</figcaption>
										</figure>
		<p>A ação contou com a supervisão da professora Candice Müller, do curso de Engenharia de Telecomunicações, Departamento de Eletrônica e Computação/UFSM, e surgiu a partir da demanda das docentes em criar apresentações com recursos visuais atrativos de forma prática e acessível. O minicurso foi realizado de maneira remota.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="476" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-04-at-15.06.25-1-e1757083217359-1024x476.jpeg" alt="participantes canva" />											<figcaption>O minicurso teve um momento de troca entre os participantes</figcaption>
										</figure>
		<p><strong>Expediente:</strong></p><p><em>Notícia: Luciana Mendes</em></p><p><em>Imagens: Candice Müller</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec e Ciência Pop: parceria na divulgação científica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/08/21/guriastec-e-ciencia-pop-parceria-na-divulgacao-cientifica</link>
				<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:32:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Projetos buscam aumentar divulgação científica de mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Hoje, 21 de agosto, o projeto GuriasCom GuriasTec iniciou nova parceria com o projeto Ciência Pop. A iniciativa tem o objetivo de impulsionar a divulgação científica e popularizar o conhecimento científico nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). A reunião contou com a presença dos coordenadores do projeto: Luciana Renata de Oliveira, pesquisadora da USP, Dyana Cristine Duarte, professora do Departamento de Física  da UFSM e participante do GuriasTec e Ciência Pop, e Josemar Alves, professor do Departamento de Física da UFSM.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="428" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/08/Reuniao-com-ciencia-pop-21.08.2025-post-1024x428.jpg" alt="reunião com ciencia pop" />											<figcaption>A reunião foi feita de maneira remota</figcaption>
										</figure>
		<p>Também participaram do encontro: Jaqueline Kegler, professora do Departamento de Comunicação da UFSM e coordenadora do GuriasCom GuriasTec, Luciana Mendes, bolsista de divulgação científica do projeto e aluna da Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, e Marina Huppes Kist, voluntária do grupo e graduanda em Desenho Industrial da UFSM. Foram definidas ações, como criação de identidade visual em conjunto e divulgação de perfis de cientistas da Universidade Federal de Santa Maria.</p><p><b>Ficha técnica:</b></p><p><i>Notícia e fotos: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Muralismo realiza ação na EMEF Diácono João Luiz Pozzobon</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/07/04/muralismo-realiza-acao-na-emef-diacono-joao-luiz-pozzobon</link>
				<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 15:37:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
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		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade com estudantes do 6º e 8º ano foi realizada ontem na EMEF Diácono João Luiz Pozzobon]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ontem, 03, o projeto Muralismo do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM foi até a Escola Municipal de Ensino Fundamental Diácono João Luiz Pozzobon para realizar uma ação com estudantes do 6º e 8º anos, mediada pelas bolsistas do GuriasTec da instituição. A atividade foi realizada por voluntárias do projeto, as alunas da graduação de Arquitetura e Urbanismo: Camili Finger, Nicole Spall, Camila Ângelo e Maria Eduarda Dala, com orientação da professora Evelyn Paniz. Foi feita uma apresentação sobre a profissão, o que a arquitetura faz, o que é o muralismo e exemplos dessa expressão artística. Além disso, foi exposto o objetivo do grupo, que é realizar a pintura de um mural na fachada da escola.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="602" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-20.03.25-1-e1751643424100-1024x602.jpeg" alt="atividade" />											<figcaption>Voluntárias do projeto conduziram a atividade</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="933" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-18.40.21-e1751643615514-1024x933.jpeg" alt="integrantes do grupo" />											<figcaption>Integrantes do grupo</figcaption>
										</figure>
		<p>As crianças escolheram o tema “desenho animado” e fizeram ilustrações em grupos sobre isso. O grupo irá criar uma arte baseada nos elementos dos desenhos dos estudantes e aprovar junto à escola para a pintura do muro, atividade que está prevista entre os meses de agosto e setembro. Após isso, será feita a inauguração da fachada junto às crianças.</p>		
										<figure>
										<img width="1600" height="1080" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-20.03.14-e1751643717576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Professoras da escola auxiliaram na atividade</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-20.03.10-768x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Desenhos criados pelos alunos</figcaption>
										</figure>
		<p>Para a coordenadora do Muralismo, a professora Evelyn Paniz, o objetivo é requalificar o ambiente escolar: “Nós queremos incentivar os estudantes a ter uma sensação de pertencimento na escola”. Para as bolsistas do GuriasTec, e alunas do 8º ano, o exercício foi muito interessante porque puderam ajudar os colegas na criação dos desenhos, o que deu ideias para elas: “A gente escolheu falar de educação e universidade porque combina bastante e engloba o mundo”, ressaltaram Isadora Moreira, Carmem Aparecida e Ana Cássia.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="749" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-20.03.14-1-e1751644214959-1024x749.jpeg" alt="bolsistas" />											<figcaption>Bolsistas do projeto na escola</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="958" height="642" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-20.03.06.jpeg" alt="desenho" />											<figcaption>Desenho criado pelos estudantes</figcaption>
										</figure>
		<p>Os estudantes César Pietro, Bernardo, Diogo, do 6º ano destacaram as influências para suas criações, como os desenhos animados na televisão, como uma expressão do que vivenciam no cotidiano e o ambiente à sua volta. “Um desenho animado que explica a importância do estudo e do grafite de rua”, falou César. “Eu gostei muito, queria fazer mais”, disse Bernardo. “Eu acho que o muro vai ficar bem legal e vai combinar com os desenhos de todo mundo”, explicou Diogo.</p><p>A proposta do grupo é inaugurar um muro de uma escola por ano.</p><p><strong>Expediente:</strong></p><p><em>Notícia e imagens: Luciana Mendes</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa GuriasTec recebe alunas do Ensino Fundamental na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/07/02/programa-guriastec-recebe-alunas-do-ensino-fundamental-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 22:38:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
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		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade com as alunas foi realizada na segunda, 30, no Centro de Tecnologia na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nesta segunda, 30, o programa GuriasTec realizou um encontro no Centro de Tecnologia da UFSM com as estudantes bolsistas das Escolas Municipais: de Ensino Fundamental Adelmo Simas Genro e de Ensino Fundamental Pão dos Pobres Santo Antônio. As gurias foram recebidas no Laboratório informatizado do CT pelas universitárias Bruna Righi, Anielen Pereira, Laura Lovato e Sofia Bertolini de Ciências da Computação, e Maria Eduarda Haidar de Engenharia da Computação. Foi feita uma atividade com a Plataforma Arduino para programação de sensores de áudio, distância, e luzes led.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="685" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-30-at-18.52.57-e1751495914566-1024x685.jpeg" alt="exercício" />											<figcaption>Professora Marcia Pasin conduziu o exercício</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="635" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-30-at-18.52.33-e1751496094454-1024x635.jpeg" alt="bolsistas e professoras" />											<figcaption>Professoras, alunas bolsistas e a professora Marcia</figcaption>
										</figure>
		<p>Para a professora do Departamento de Linguagens e Sistemas de Computação da UFSM, Marcia Pasin, a tarefa tinha como objetivo fazer com que as meninas pudessem se ver e ocupar o espaço da universidade. As alunas da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pão dos Pobres Santo Antônio contaram que os exercícios foram divertidos e fáceis, além de nunca terem realizado nada parecido. “A gente tinha até medo, nunca nem ouvi falar antes”, explica Samanta. As estudantes ressaltaram a importância da utilização desses materiais no cotidiano. “O da buzina dá pra usar em carros, interfones, despertadores. O da luz em semáforos, setas de carro. Também ter sensores de detectores de movimento”, destacaram Maria Vitória, Ana Clara, Lavínia e Giovana.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-30-at-18.52.41-1024x768.jpeg" alt="led" />											<figcaption>Atividade de programação de led realizada pelas alunas</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="850" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-30-at-18.52.37-e1751496300796-1024x850.jpeg" alt="som" />											<figcaption>Atividade de programação de sensor de áudio realizada pelas alunas</figcaption>
										</figure>
		<p>Ao final, as gurias puderam fazer um passeio pelo campus da UFSM, como prédios dos cursos do Centro de Ciências Naturais e Exatas, a Biblioteca Central, Casa do Estudante e Restaurante Universitário (RU). As próximas atividades incluirão as outras escolas parceiras e estão previstas para agosto e a ideia é que as próximas aulas sejam ministradas pelas graduandas.</p><p>Acompanhe o grupo para as demais ações.</p><p><strong>Expediente:</strong></p>
<p><em>Notícia e imagens:</em> <i>Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec lança podcast</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/06/30/guriastec-lanca-podcast</link>
				<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:38:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Hoje, 30 de junho, o Programa GuriasTec lançou o guriastec podcast. A iniciativa tem o objetivo de incentivar o ingresso, a formação e a permanência de meninas e mulheres nas suas carreiras das áreas de ciências exatas, engenharias e computação, ao divulgar a atuação de mulheres e promover o debate sobre o tema. O primeiro episódio contou com a presença de duas convidadas: Brenda Salenave Santana, egressa da UFSM, doutora em Ciência da Computação e professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPeL), e Marcia Pasin, doutora em Ciências da Computação, professora no Departamento de Linguagens e Sistemas de Computação da UFSM e integrante do GuriasTec. A gravação foi realizada de forma remota.</p>		
										<figure>
										<img width="1010" height="533" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/06/gravacao-1.jpg" alt="" />											<figcaption>A gravação do episódio foi feita de maneira remota</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="989" height="655" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/06/gravacao-2.jpg" alt="" />											<figcaption>Luciana Mendes, Brenda Salenave e Marcia Pasin</figcaption>
										</figure>
		<p>A primeira temporada do programa tem formato de roda de conversa e conta com a presença de egressas da UFSM das áreas de atuação do projeto, e uma integrante do GuriasTec, com apresentação da bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. O intuito é sempre na última semana do mês, tratar de possibilidades de carreira, futuro no mercado de trabalho e academia.</p>		
										<figure>
										<img width="610" height="211" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/06/Prancheta-3.png" alt="" />											<figcaption>Marca criada por Marina Huppes Kist</figcaption>
										</figure>
		<p>A marca foi desenvolvida pela estudante de Desenho Industrial, Marina Huppes Kist. A construção dos elementos buscou seguir a do GuriasTec, remetendo a um produto da marca ao mesmo tempo trazendo o símbolo do podcast: o microfone.</p><p>O episódio já está disponível no Spotify e Deezer pelos links abaixo.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/show/21QsgaNYUndWPpglf9MX3X?si=ca6afe6dc86c44f3">https://open.spotify.com/show/21QsgaNYUndWPpglf9MX3X?si=ca6afe6dc86c44f3</a></p>
<p><a href="https://link.deezer.com/s/30l33Ui5uZBxmP74Z093a">https://link.deezer.com/s/30l33Ui5uZBxmP74Z093a</a></p><p><strong>Expediente:</strong></p>
<p><em>Notícia e fotos: Luciana Mendes</em><br /><em>Desenvolvimento de marca: Marina Huppes Kist, bolsista de Desenho Industrial</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conhecer + realiza ação no CE Professora Edna May Cardoso</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/06/12/conhecer-realiza-acao-no-ce-professora-edna-may-cardoso</link>
				<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 18:02:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Conhecer +]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsistas]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[visitas]]></category>

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						<description><![CDATA[Apresentação do projeto foi realizada essa semana, 10 de junho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última terça, 10, o programa GuriasTec fez a visita na quarta e última escola parceira do projeto Conhecer +, que tem como objetivo integrar as estudantes bolsistas das escolas e suas familiares às professoras e estudantes da UFSM. O projeto realizou uma roda de conversa para apresentação no Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso, localizada no Camobi. As participantes do Conhecer+ puderam compartilhar suas histórias, inspirações e oportunidades nas áreas de interesse. Além disso, foi feita uma introdução dos setores da Universidade, como as unidades de ensino vinculadas ao GuriasTec (Centro de Tecnologia e Centro de Ciências Naturais e Exatas). Foram apresentadas também as oportunidades que as estudantes terão, como: laboratórios, bibliotecas e Restaurantes Universitários (RUs). As alunas bolsistas também receberam um bloquinho e um crachá do GuriasTec.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/06/foto-1-geral-4-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>A professora Tatiana Cervo conduziu a apresentação do projeto Conhecer +</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="609" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/06/fotos-meninas-e-familia-1024x609.jpeg" alt="" />											<figcaption>Professora, alunas bolsistas e familiares do CE Professora Edna May Cardoso</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="503" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/06/todo-mundo-1024x503.jpeg" alt="" />											<figcaption>Atividade no CE Professora Edna May Cardoso</figcaption>
										</figure>
		<p>As próximas atividades do projeto Conhecer+ acontecerão na Universidade Federal de Santa Maria. Acompanhe o grupo para as demais ações.</p><p><strong>Expediente:</strong></p>
<p><em>Notícia e imagens: Luciana Mendes</em></p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conhecer + realiza ação na EMEF Adelmo Simas Genro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/05/27/conhecer-emef-adelmogenro</link>
				<pubDate>Tue, 27 May 2025 22:49:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Conhecer +]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alunas]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[visitas]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade foi realizada ontem, 26 de maio
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última segunda, 26, o programa GuriasTec visitou mais uma escola por meio do projeto Conhecer +, que tem como objetivo integrar as estudantes bolsistas das escolas e suas familiares às professoras e estudantes da UFSM. Na Escola Municipal de Ensino Fundamental Adelmo Simas Genro, localizada no bairro Santa Marta, o projeto realizou uma roda de conversa para que todas se conheçam, e uma apresentação da Universidade, os centros de ensino nos quais o projeto é desenvolvido (Centro de Tecnologia (CT) e Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), laboratórios, bibliotecas, Restaurantes Universitários (RUs) e outras oportunidades e possibilidades. As alunas bolsistas também receberam um bloquinho e um crachá do GuriasTec.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="550" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/05/20250526_192103-1024x550.jpg" alt="" />											<figcaption>Professora Tatiana Cervo conduziu a apresentação do projeto Conhecer +</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="620" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/05/20250526_194433-1024x620.jpg" alt="" />											<figcaption>Professora e alunas bolsistas da EMEF Adelmo Simas Genro
</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="745" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/05/20250526_195304-1024x745.jpg" alt="" />											<figcaption>Atividade na EMEF Adelmo Simas Genro</figcaption>
										</figure>
		<p>A próxima atividade do projeto Conhecer+ será no dia 10 de junho, no Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso.</p><p><b><i>Expediente:</i></b></p>
<p><i>Notícia: Samara Wobeto<br>Fotografias: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>6/2025 - Edital 06/2025 - Edital de Seleção de Bolsista de Divulgação Científica do Programa GuriasTec</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/editais/006-2025</link>
				<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 18:31:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[bolsista]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>

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						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Guia de Internacionalização</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/guia-de-internacionalizacao</link>
				<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 17:10:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[intercâmbio]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

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						<description><![CDATA[POSCOM pelo mundo é um guia de internacionalização na pós-graduação. O guia, lançado em 2023, foi criado com o objetivo de ser um manual, com relatos de experiências de docentes e discentes do POSCOM que tiveram a oportunidade de levar suas pesquisas para outras Universidades em diferentes Países. Além do potencial enriquecedor que o processo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify"><strong>POSCOM pelo mundo</strong> é um guia de internacionalização na pós-graduação.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">O guia, lançado em 2023, foi criado com o objetivo de ser um manual, com relatos de experiências de docentes e discentes do POSCOM que tiveram a oportunidade de levar suas pesquisas para outras Universidades em diferentes Países.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify">Além do potencial enriquecedor que o processo de internacionalização tem para docentes e discentes da Pós-Graduação e de suas pesquisas e produções acadêmicas, fazer intercâmbio é uma grata oportunidade para o desenvolvimento pessoal e profissional das pessoas.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p style="text-align: justify"> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dia do Paleontólogo: Escavar, pesquisar e divulgar ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/tvcampus/2024/03/11/dia-do-paleontologo-escavar-pesquisar-e-divulgar-ciencia</link>
				<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 11:54:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[TVC]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dia do paleontólogo]]></category>
		<category><![CDATA[dinossauros]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudar os fósseis e vestígios do passado requer tempo e paciência, afinal, cada etapa é importante! 🦕 Em 7 de março é comemorado o Dia Do Paleontólogo, profissional que, com muito trabalho, ajuda a responder perguntas sobre a evolução dos seres vivos que há séculos intrigavam a humanidade. 🦖 Na UFSM, o CAPPA desenvolve atividades [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Estudar os fósseis e vestígios do passado requer tempo e paciência, afinal, cada etapa é importante! </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">🦕 Em 7 de março é comemorado o Dia Do Paleontólogo, profissional que, com muito trabalho, ajuda a responder perguntas sobre a evolução dos seres vivos que há séculos intrigavam a humanidade. </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">🦖 Na UFSM, o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa">CAPPA</a> desenvolve atividades paleontológicas na região da Quarta Colônia, onde estão localizados os dinossauros mais antigos do mundo. </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">🏛️ No local, uma exposição apresenta ao público um pouco da vida há milhões de anos. E essa é justamente a nossa parada: a </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">exposição</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica, em São João do Polêsine. Confere só!</span></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:embed {"url":"https://youtu.be/cWVYt3A9ASg?si=PZGyG2S8NCBbCXP4","type":"video","providerNameSlug":"youtube","responsive":true,"className":"wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"} -->
<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtu.be/cWVYt3A9ASg?si=PZGyG2S8NCBbCXP4
</div></figure>
<!-- /wp:embed -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCNE na Praça: evento expôs atividades da Unidade para a população de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/27/ccne-na-praca-evento-expos-atividades-da-unidade-para-a-populacao-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 20:08:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[arco]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[PIBID]]></category>

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						<description><![CDATA[Objetivo foi aproximar a comunidade da Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-64669 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/IMGL8170.jpg" alt="" width="600" height="400" />No último sábado, dia 25, ocorreu o evento “CCNE na Praça” na Praça Saldanha Marinho, no centro de Santa Maria. O objetivo foi expor os cursos e projetos do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) para a população que transitava no calçadão da cidade. A iniciativa foi organizada por estudantes da disciplina de Assessoria de Relações Públicas e contou com o apoio da Subdivisão de Comunicação do </span><span style="font-weight: 400">CCNE. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Thaiani Cardoso, uma das organizadoras, o principal propósito foi aproximar a comunidade com o meio acadêmico a partir de um evento na praça. </span><span style="font-weight: 400">“O pessoal vem e se encanta, não esperam ver tantas coisas fantásticas que tem por aqui” complementa. A iniciativa contou com exposições de réplicas do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), jogos didáticos da Central de Tutoria, visualização de células e animais com os cursos de Ciências Biológicas, predição de alturas e quiz da Estatística, exposição do Jardim Botânico, experimentos e quiz da Física, apresentações e jogos pedagógicos da Geografia, jogos e projetos de pesquisa da Matemática, entre outros. Também foram apresentadas as atividades do Programa de Educação Tutorial (PET) e do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com tantas atrações, o evento chamou a atenção de várias pessoas que lotaram o local, curiosas para saber mais sobre o que era mostrado, interagir com os estandes ou tirar dúvidas sobre assuntos de interesse, como animais expostos pelo curso de C</span><span style="font-weight: 400">iências Biológicas, fosseis exibidos pelo Cappa ou plantas que podem ser utilizadas para fazer um telhado verde. Além disso, quem parava para ver o evento contava com o auxílio de alunos, professores e servidores do Centro para entender melhor sobre o assunto. Cristiane Chaves, graduanda em estatística, conta que muitas das pessoas que paravam para saber mais do curso nem o conheciam e que na feira ela e seus colegas puderam explicar melhor sobre a graduação para os interessados. Já o servidor do Cappa, Flávio Augusto Pretto, comenta sobre a atenção que os fósseis recebem da população, mostrando como o Centro possui um grande potencial de atrair pessoas para a Universidade e para a ciência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignright wp-image-64670 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/IMGL8213.jpg" alt="" width="600" height="400" />Entre as atividades, também aconteceu a distribuição da<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/13a-edicao"> 13ª edição da Revista Arco</a>. Graziela Rocha, estudante de jornalismo que auxiliou na distribuição e acompanhou o evento, destaca a receptividade do público que passou pelo local. </span><span style="font-weight: 400">"</span>A aceitabilidade foi maravilhosa! As pessoas perguntavam a respeito da revista, como que ela era produzida, quem tinha feito, como era selecionado o conteúdo...  É muito bom poder dialogar e explicar esses processos para o público. Foi uma experiência muito positiva que deveria se repetir. Essa divulgação e essa conversa no centro de Santa Maria, para as pessoas que não estão envolvidas e que não estão dentro da Universidade, é extremamente importante, não só para a comunicação, mas para a divulgação daquilo que é feito na Instituição", reflete Graziela. </p>
<p><span style="font-weight: 400">Esta foi a primeira edição do “CCNE na Praça”, entretanto Thaiani comemora o sucesso do evento que recebeu um público maior do que o esperado: “Nosso trabalho se encerra agora no final do ano, mas espero que deem continuidade porque foi um evento muito lindo e bacana, que engrandece tanto os alunos que participam, quanto as pessoas que conseguem ter contato", comenta a estudante.</span></p>
<p><em>Texto e foto: Isadora Piovesan, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Toda Cidade Ensina promove divulgação científica direcionada para a rede básica de ensino</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2023/10/05/toda-cidade-ensina-promove-divulgacao-cientifica-direcionada-para-a-rede-basica-de-ensino</link>
				<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:42:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=8445</guid>
						<description><![CDATA[O projeto, vinculado ao Centro de Educação, produz conteúdos em audiovisual levando ciência para a comunidade.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class=" wp-image-8451 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2023/10/logo-toda-cidade-ensina-300x225.png" alt="" width="252" height="189" />O Toda Cidade Ensina promove a divulgação científica direcionada à rede básica de ensino, por meio da produção de conteúdos audiovisuais. Coordenada pelo professor Luiz Caldeira Brant De Tolentino Neto, a equipe é formada por estudantes da pós-graduação e licenciatura do Centro de Educação (CE). O projeto surgiu como uma forma de suprir as lacunas da educação básica durante a pandemia de COVID-19 e hoje se tornou referência de como fazer divulgação científica de qualidade, unindo educação e comunicação. O Toda Cidade Ensina utiliza, em suas produções, uma linguagem acessível para se aproximar dos jovens estudantes da rede básica.</span></p>
<h4>A educação e a pandemia</h4>
<p><span style="font-weight: 400">O Toda Cidade Ensina surgiu em 2020, financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX/UFSM), durante a pandemia de COVID-19. Pensando nas escolas do ensino básico, que não tinham mais a oportunidade de levar os alunos a conhecer espaços não-formais de ensino, a equipe propôs produções audiovisuais para permitir visitas virtuais a três espaços da região de Santa Maria. Neste início, foram publicados seis vídeos no YouTube do projeto, com tours pelo Jardim Botânico, pelo Centro de Pesquisa Paleontológica (CAPPA), pelo Mantenedouro São Bráz, além de outros conteúdos educacionais.</span></p>
[caption id="attachment_8448" align="alignright" width="315"]<img class="wp-image-8448 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2023/10/IMG_20210122_141036546-300x225.jpg" alt="" width="315" height="236" /> Gravação da visita pelo Centro de Apoio a Pesquisas Paleontológicas (CAPPA)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">As produções do Toda Cidade Ensina são realizadas em parceria com o Centro de Tecnologia Educacional (CTE) e disponibilizadas gratuitamente na internet, com a intenção de democratizar o acesso à ciência. A equipe também deixa, na descrição de todos os seus vídeos, informações de contato com o projeto, para oferecer suporte para professores e estudantes interessados em acessar os demais conteúdos produzidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de estar presente em audiovisual, o Toda Cidade Ensina também conta com uma série de materiais complementares publicados pela Série Extensão, da Editoria PRE. As cartilhas escritas pela equipe exploram com profundidade os temas tratados nas produções em vídeos, oferecendo textos explicativos e até sugestões de atividades para professores. No momento, o grupo não tem conhecimento sobre o público que acessa os materiais. “A ideia é um dia poder acompanhar o movimento das redes. Saber quem está acessando o nosso conteúdo, quanto tempo assiste, o que faz com esse material… Mas a gente não ainda não tem ferramentas pra isso”, explica o coordenador do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cada produção do projeto trata de uma temática específica dentro do campo científico, facilitando o entendimento dos conteúdos com uma linguagem acessível e popular. A escolha de cada assunto é definida a partir da experiência do grupo com a rede básica de ensino, e os conteúdos mais tratados em sala de aula, além de serem direcionadas por uma equipe de curadores. Em 2020, o projeto contava com uma equipe formal de curadores, com professores e estudantes da rede básica, que opinavam sobre os temas mais interessantes de serem abordados. Hoje, essa curadoria é feita de maneira mais informal, definida entre conversas do grupo de pesquisa do professor, da experiência dos acadêmicos nos estágios e até entre a família da equipe. O coordenador comenta que o contato com a rede básica é corriqueiro: “A gente pisa na escola todo o ano, o ano inteiro, então não tem esse distanciamento. A gente está sempre com esse olhar de curadoria na educação básica”.</span></p>
<h4>Ensinando hoje</h4>
<p><span style="font-weight: 400">No final do ano passado, o Toda Cidade Ensina foi aprovado em um Edital do Rede Básica, programa da UFSM de apoio à educação básica de modo remoto, e passou a estruturar novas produções. </span><span style="font-weight: 400">Hoje, a equipe do projeto está no meio da produção de um programa de rádio, que irá ao ar na emissora da universidade, a UNIFM. Pensando em conversar com um público mais amplo, o programa irá trazer temas que instiguem diálogo e discussão na comunidade. A equipe já roteirizou e gravou 10 episódios, que agora estão em fase de pós-produção. “Nós fizemos programas sobre garimpo, sobre mulheres na ciência, sobre ISTs, agora sobre biomas e paisagens brasileiras… A gente está sempre pensando no científico-social, em falar de assuntos problemáticos, controversos”, relata Luiz. </span></p>
[caption id="attachment_8450" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-8450 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2023/10/20230824_191440-_1_-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /> Gravação do programa de rádio no estúdio da UNIFM.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador do projeto explica que a equipe produziu o programa pensando em falar com todas as pessoas, “como a gente não sabe quem vai estar escutando, a gente se direciona a todo mundo”. Por hora, os episódios gravados irão ao ar depois de finalizados, mas o grupo tem a intenção de iniciar um programa para compor a grade semanal da rádio. Além da UNIFM, Luiz comenta que pretende vincular os episódios em rádios comunitárias e disponibilizá-los em formato de </span><i><span style="font-weight: 400">podcast</span></i><span style="font-weight: 400">. Estar em diversas plataformas possibilitará a ampliação do acesso público aos conteúdos, além de oportunizar que professores da rede básica utilizem as produções em sala de aula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das produções envolvidas do programa Rede Básica, o Toda Cidade Ensina também produz vídeos curtos para serem publicados na plataforma TikTok. Luiz explica que a ideia surgiu em 2021, durante a pandemia, com a intenção de fazer divulgação científica de uma forma mais rápida, sem precisar de uma grande produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador do projeto relata que faz questão de que seus estudantes estejam a par de todas as etapas da produção. Toda a equipe é envolvida na pesquisa, roteirização, gravação e até edição dos vídeos, adquirindo mais experiência. Luiz explica que seu maior objetivo, além de democratizar a ciência, é formar futuros professores para fazerem divulgação científica com qualidade. “Nossa aposta é que a melhor pessoa para fazer divulgação científica é o licenciado, que é o intermediário entre a ciência dura e a ciência popular”, explica o coordenador. A criação do projeto também abriu este terceiro caminho para os estudantes da graduação em Ciências Biológicas. Entre o bacharelado e a licenciatura, agora os acadêmicos podem escolher seguir a divulgação científica como carreira profissional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudante da pós-graduação em Ciências Biológicas, Camilo Silva Costa, comenta que o projeto auxiliou na sua formação como educador e comunicador. Ele afirma que a divulgação científica faz a união entre as duas áreas, tornando a informação acessível para um público leigo. “Eu me apaixonei tanto pelo projeto que hoje eu trabalho com divulgação científica, em levar a divulgação científica para rede básica como uma ferramenta pedagógica”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador do projeto comenta que atua na área da comunicação e divulgação científica desde que era aluno da graduação. Luiz fala sobre a alegria em comandar um projeto como este: “É muito gratificante, em vários aspectos. Porque é uma coisa que eu sempre gostei de fazer [...] e me satisfaz muito abrir uma nova possibilidade de trabalho para os meus alunos, estar qualificando pessoas”. O coordenador também esclarece a importância em trabalhar na qualificação da divulgação científica, que ganhou mais visibilidade e importância durante a pandemia de COVID-19. “Agora, que passou a urgência da pandemia, nós podemos pensar em fazer uma divulgação mais institucionalizada, sistematizada, séria, com qualidade e reconhecimento”, disse Luiz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mais informações sobre o projeto, os interessados podem acessar as redes sociais do Toda Cidade Ensina. O grupo está no Instagram, </span><a href="https://www.instagram.com/todacidadeensina/"><span style="font-weight: 400">@todacidadeensina</span></a><span style="font-weight: 400">, </span><a href="https://youtube.com/@todacidadeensina2974?si=A7y0hzapLAvn3UEx"><span style="font-weight: 400">Youtube</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www.tiktok.com/@todacidadeensina?_t=8gG1ceA2P8Y&amp;_r=1"><span style="font-weight: 400">TikTok</span></a><span style="font-weight: 400">. Para o contato direto com o projeto, entrar em contato com todacidadeensina@gmail.com.</span></p>
<hr />
<p><em>Texto por: Luísa Monteiro</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>13ª edição da Revista Arco será lançada no Descubra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/27/13a-edicao-da-revista-arco-sera-lancada-no-descubra</link>
				<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 11:15:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[arco]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Descubra 2023]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63840</guid>
						<description><![CDATA[Nova edição poderá ser retirada durante os 3 dias de evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p align="justify"><img class="wp-image-63860  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/revista-Arco.jpeg" alt="" width="500" height="375" />Em 2023, a <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco">Revista Arco</a> completa 10 anos de existência. Ao longo dos anos, consolidou-se como um veículo de divulgação científica das pesquisas, projetos e tudo o que move a UFSM. Nesta edição, o tema central da publicação é “Mudanças Climáticas: impactos na produção de alimentos, saúde e migração”. O lançamento da nova revista será durante o Descubra, nos dias 28, 29 e 30 de setembro, no estande da Coordenadoria de Comunicação Social, no Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (PICT), antigo Centro de Eventos da UFSM. Nos dias 28 e 29, o evento ocorre das 9h às 17h, e no dia 30, das 9h às 15h.</p>
<p align="justify">Para além do tema das mudanças climáticas, a 13ª edição da revista traz matérias em diferentes formatos sobre uma amplitude de temas, como: prática da canoagem para alunos da Quarta Colônia, tecnologia para produzir morangos com torrão, representatividade negra no cenário gaúcho por meio de pinturas, as clássicas curiosidades, dentre tantos outros assuntos.</p>
<p align="justify">A Revista tem distribuição gratuita e para garantir o seu exemplar, basta passar pelo Descubra nos dias do evento.</p>
<h3 align="justify">Outras ações</h3>
<p align="justify">Com reportagens e ilustrações realizadas por estudantes da Instituição, a revista é uma experiência de aprendizado também para quem produz. Por isso, a equipe da Arco está realizando ao longo de todo o ano exposições de reportagens marcantes na última década, exibidas pelos campi da UFSM e por escolas da região. Os visitantes do Descubra também poderão conhecer parte dessa exposição, que estará no estande da Coordenadoria de Comunicação Social.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Divulgação científica é tema de live no Programa Temas Emergentes do CTE UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgeec/2023/07/10/divulgacao-cientifica-e-tema-de-live-no-programa-temas-emergentes-do-cte-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 18:18:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[educacao em ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[formação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[ideia]]></category>
		<category><![CDATA[ideiaufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>

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						<description><![CDATA[O professor Luiz Caldeira (LAMEN -Laboratórios de Metodologia do Ensino) do Centro de Educação/UFSM e do PPG Educação em Ciências abre o microfone para conversar sobre divulgação científica. Ele conta a história e as ações do projeto Toda Cidade Ensina, que faz divulgação científica voltada para estudantes, professoras e professores da educação básica.  O Programa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="size-medium wp-image-1249 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/565/2023/07/card_divulga_cteufsm_jul23-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /> O professor Luiz Caldeira (LAMEN -Laboratórios de Metodologia do Ensino) do Centro de Educação/UFSM e do PPG Educação em Ciências abre o microfone para conversar sobre divulgação científica. Ele conta a história e as ações do projeto <a href="https://linktr.ee/todacidadeensina" target="_blank" rel="noopener">Toda Cidade Ensina</a>, que faz divulgação científica voltada para estudantes, professoras e professores da educação básica. </p>
<p>O Programa Temas Emergentes e Ensino Híbrido para Educação Básica – ano 2023, vinculado à Coordenadoria de Tecnologia Educacional da Pró-reitoria de Graduação da Universidade Federal de Santa Maria (CTE/PROGRAD/UFSM), visa formar redes de colaboração com a comunidade educacional, promovendo estratégias para aproximar a universidade e a escola, ofertando formação continuada por meio de palestras gratuitas e, consequentemente, contribuindo para uma educação democrática, inclusiva e de qualidade.</p>
<p>As palestras são transmitidas ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UCsLwe9HMnt27tSmMHXsUPzQ/featured" target="_blank" rel="noopener">Canal Capacitação Digital UFSM no YouTube</a>.</p>
<p>https://www.youtube.com/live/yd8ViRDDpZU?feature=share</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ação da UFSM leva divulgação científica e comunicação para escola de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/06/22/acao-da-ufsm-leva-divulgacao-cientifica-e-comunicacao-para-escola-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 16:30:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[arco]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[petcom]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=62656</guid>
						<description><![CDATA[Palestras, oficinas e exposição foram realizadas no Instituto Estadual Luiz Guilherme Prado Veppo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Uma parceria entre a </span><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco"><span style="font-weight: 400">Revista Arco</span></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www.ufsm.br/pet/comunicacao-social"><span style="font-weight: 400">PET - Comunicação Social (PETCom)</span></a><span style="font-weight: 400"> levou divulgação científica e comunicação para o Instituto Estadual Luiz Guilherme do Prado Veppo, no Bairro Tomazetti, por meio de exposições, palestras e oficinas. A iniciativa aconteceu na última quarta-feira, dia 21, e reuniu cerca de 50 estudantes do ensino médio, do 1º ao 3º ano.</span></p>
<p><img class="aligncenter wp-image-62657 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_6105.jpg" alt="" width="800" height="533" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia da ação surgiu para aproximar Universidade e comunidade, bem como popularizar a ciência produzida na Instituição. A editora-chefe da Revista Arco, Luciane Treulieb, explica que a iniciativa foi criada para que os alunos das escolas tomassem conhecimento da diversidade de áreas e temáticas que são abordadas em pesquisas e projetos da Universidade e se interessassem por conhecer e participar do mundo acadêmico. Já a parceria com o PETCom surgiu para somar esforços visando oferecer mais opções de atividades aos estudantes.</span></p>
<h3>Iniciativas que extrapolam os muros da escola</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A imersão dos alunos começou no início desta semana, quando uma exposição em comemoração aos 10 anos da Revista Arco foi montada na escola. O objetivo foi apresentar uma seleção de imagens de reportagens que fazem parte de diferentes edições da revista para aproximar os alunos da ciência da Universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na manhã da quarta-feira, a ação teve continuidade com duas palestras realizadas por pesquisadores da UFSM e oficinas ministradas por estudantes de Comunicação Social - que integram o PETCom. Helena da Silva Bertol e Pedro Daniel Sampaio falaram sobre paleontologia com os alunos e compartilharam o trabalho desenvolvido no Centro de Apoio a Pesquisas Paleontológicas, o Cappa. Ao final da atividade, eles avaliaram de forma positiva a primeira experiência de divulgação científica feita em escolas e esperam que a temática extrapole os muros da escolares e chegue à comunidade. “Se a gente verificar, alguns fósseis do Cappa foram encontrados pelas próprias pessoas da comunidade que, sabendo da nossa existência, nos procuraram nessa situação”, conta Pedro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em seguida, Vania Lucia Loro falou sobre saúde mental com os alunos. Para ela, é fundamental falar sobre a temática com os adolescentes, já que as maiores incidências de depressão acontecem entre os 14 e 30 anos. “Acho que consegui dar o meu recado. Muitas pessoas têm algum sofrimento mental e não conseguem falar, por isso a importância de compor esse espaço”, completa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-62658  alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_6334.jpg" alt="" width="600" height="400" />Após as palestras, os estudantes dividiram-se em oficinas que abordaram quatro temas: oratória, notícias fraudulentas na mídia, edição de áudio e escrita criativa. Essa foi a terceira ação presencial do </span><a href="https://www.ufsm.br/pet/comunicacao-social/projeto-educonexao"><span style="font-weight: 400">EduConexão</span></a><span style="font-weight: 400">, um projeto de extensão universitária vinculado ao </span><span style="font-weight: 400">PETCom</span><span style="font-weight: 400">. O projeto foi criado em 2019 com o objetivo de aliar a formação escolar aos conhecimentos da Comunicação Social, além de educar para a mídia e aproximar os jovens secundaristas do ingresso ao ensino superior e técnico da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A tutora do PETCom, Jaqueline Kegler, comenta que as oficinas integram os objetivos do projeto e as demandas da comunidade escolar. Para a docente, a iniciativa também contribui para os acadêmicos, já que a organização de uma oficina envolve pesquisa, planejamento e didática ao coordenar um espaço coletivo e de diálogo. “A extensão é uma experiência que desacomoda. E tudo que desacomoda nos faz crescer pessoalmente e profissionalmente. Sair do ambiente conhecido e ocupar o papel de ministrantes é sempre desafiador, mas o entusiasmo e o comprometimento trazem bons resultados”, completa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Isabela Ayume Sakae é bolsista do PETCom e foi uma das ministrantes da oficina sobre edição de áudio. Ela conta que, apesar do friozinho na barriga, é um momento de aprendizado para os dois lados - seja para quem leva conhecimento, seja para os alunos que aprendem e colaboram com a atividade a partir do seu ponto de vista. “É o tipo de experiência que a Isabela do passado nunca achou que iria passar, mas hoje, vendo o quão divertida e bonita é a extensão, fico muito feliz em poder fazer parte desse momento”, conta. Já Dimitra dos Santos, também bolsista do PETCom, sente que a troca com os alunos é especial porque, a partir dela, a oficina é construída. “A troca com os alunos, pra mim, é a parte mais legal, ouvir a leitura das produções deles é sempre muito emocionante, sai muita coisa linda dali”, conta Dimitra. </span></p>
<h3>Ir além</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O diretor do Instituto, Adriano Guerra, avalia de forma positiva a realização das oficinas e das palestras. Para ele, a  ação estimula os alunos a irem além. O mesmo </span><i><span style="font-weight: 400">feedback</span></i><span style="font-weight: 400"> positivo também esteve entre os estudantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Anthony Bortoluzzi, aluno do Prado Veppo, conta que achou a oficina interessante, já que editar áudios abre a possibilidade de criar inúmeros conteúdos. Para a aluna Larissa Moreira, que participou da oficina sobre notícias falsas na mídia, esse tipo de atividade é importante para que possam identificar esse tipo de conteúdo. “Acho importante saber para que a gente não acredite em nenhuma notícia fraudulenta”, complementa.</span></p>
<p>Para o segundo semestre de 2023, novas ações em escolas estão sendo planejadas pelo grupo ministrante.</p>
<p><em>Texto: Thais Immig, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Yasmin Meirelles, estudante de relações públicas </em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entrevista com Pirula: "Você está falando a língua de quem está ouvindo?”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2023/06/12/entrevista-com-pirulla-voce-esta-falando-a-lingua-de-quem-esta-ouvindo</link>
				<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 22:38:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[ejor]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisasEJOR]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=2637</guid>
						<description><![CDATA[por Tainá Binelo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Fui apresentada à Revista Superinteressante quando tinha menos de 10 anos de idade. Aproveitava todo e qualquer intervalo das aulas no ensino fundamental para ir até a biblioteca da escola em que estudava e descobrir mais sobre as diversas curiosidades científicas que estavam escritas naquelas 60 páginas. Foi na mesma época, em 2010, que o biólogo e doutor em zoologia pela Universidade de São Paulo (USP), Paulo Miranda Nascimento começou a se tornar o <a href="https://www.instagram.com/pirulla25/?hl=pt">Pirula</a>, agregando ao seu currículo os títulos de divulgador científico e <em>youtuber </em>- o qual alcançaria em 2023 mais de 1 milhão de inscritos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Se há 13 anos eu precisava folhar diversas páginas para ter acesso àquelas informações, influenciadores como Pirula tornaram essa comunicação mais simples a partir das mídias digitais, aproximando a ciência daqueles que se interessam por ela. Esse movimento fora ainda mais valorizado com a chegada da pandemia de Covid-19 em 2020, onde o único caminho para sobreviver ao vírus era o conhecimento. No canal no Youtube do cientista, <a href="https://youtu.be/cYLREaiusVk">vídeos que abordam o tema</a> e buscam descomplicar a vacinação chegaram a mais de 200 mil visualizações.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entretanto, além de informar, os divulgadores científicos brasileiros também precisam batalhar diariamente para que, em meio a uma sociedade polarizada, onde notícias falsas e teorias da conspiração são cada vez mais compartilhadas, consigam garantir seu espaço e deixar claro que sim, <strong>a ciência é confiável.</strong> Os dados são claros: segundo pesquisa realizada pela <a href="https://www.rondonia.fiocruz.br/pesquisa-indica-reducao-da-confianca-na-ciencia-e-nas-vacinas-no-brasil/">Fiocruz</a> em 2022, 68,9% dos entrevistados declararam confiar na ciência, enquanto estudo feito pela 3M (EUA), 90% concordaram com a mesma sentença.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Foi sobre a importância desse trabalho a conversa que tive com Pirula durante a sua visita à Santa Maria para participar do <a href="https://www.instagram.com/xii_sbpv/">XII Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados</a> e da palestra <a href="https://www.youtube.com/live/2OUiIOW4_3w?feature=share">“Como aproximar conhecimento científico e sociedade”</a>, promovida pelo projeto UFSM Divulga Ciência nos dias 18 e 19 de maio. Confira:&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":2638,"width":941,"height":529,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2023/06/paulo-pedrosa-2019-2927.jpg-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-2638" width="941" height="529" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pirula é biólogo, doutor em zoologia e youtuber (créditos: Jefferson Coppola) </em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>EJor: Como a divulgação científica surgiu na sua vida e como você viu que poderia fazê-la para um número ainda maior de pessoas?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pirula: </strong>Eu sempre digo que queria ser professor, mas que me tornei divulgador científico por acidente. Como isso aconteceu? Eu peguei um início da internet, das redes sociais, e notei um vazio que precisava ser preenchido. Se você for ver um vídeo meu de 2015, eu falava “olha, estou vendo rumores de fumaça na montanha da perdição, então se juntando tropas em Mordor, estamos vendo Orcs saindo das montanhas cinzentas” e eu já era meio <em>“profeta do apocalipse”</em> e sabia que algo ruim ia acontecer. Aí então veio uma pandemia para coroar isso e nos mostrar que somos muito sobreviventes, mesmo que infelizmente muitos não tenham conseguido.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Então, meu trabalho passou por vários trancos e barrancos, cometi muitos erros, mas ao mesmo tempo também tentaram me minar e dizer que o que eu tava falando não era exatamente o que as pessoas queriam que fosse dito. Não estou querendo exacerbar a minha relevância, mas contar que pelo menos nesse meio, no micro mundo que estou, a divulgação científica e eu estávamos incomodando. Isso tudo me deixou, como posso dizer, com a casca mais grossa, sabe?</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Ejor: A internet tem sido sua aliada há alguns anos na tarefa de falar sobre ciência e compartilhar conhecimento. Como ela pode ser para quem está começando também?&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pirula</strong>: Para quem é professor, é muito melhor você se preparar para dar uma aula incrível que vai ficar na internet e que você só precisa falar uma vez, do que repetir a mesma aula todo semestre ou mais de uma vez por semana para mais de uma turma. Grava uma aula e mostra, poupe sua saliva, sua garganta, garanta que aquela aula vai estar bem feita, porque você vai poder dar ela tanto de mau humor, de bom humor, aconteceu algum problema, ficou doente, morreu alguém, a sua aula está lá, gravada, linda, maravilhosa, plena. E aí depois você faz uma discussão com os alunos, você conversa, algo que hoje parece chover no molhado por causa da pandemia, mas que eu já recomendava há muito tempo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Ejor: Pirula, que dicas você dá para quem quer começar a divulgar ciência de uma forma mais eficaz e popular? </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pirula: </strong>Se você precisa falar com o público e se soltar, o que eu mais recomendo é explicar várias vezes, dar aula. Por exemplo, uma coisa que eu percebi é que tem gente que dá aula sobre um assunto o tempo todo e automaticamente fala melhor sobre aquilo. Você fala “uau, nossa, essa pessoa é um gênio”, mas no fundo não precisa ser um gênio, só precisa ter o hábito de explicar. O irônico é que muitas das pessoas que fazem divulgação científica são alunos de pós-graduação, que muitas vezes não têm experiência docente ainda. São eles que estão fazendo a comunicação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>EJor: O número de cientistas presentes nas mídias sociais cresce diariamente, principalmente após a pandemia. Como você enxerga esse fenômeno?&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pirula:</strong> Eu antes falava de tudo que aparecia com relação a biologia e muitas vezes até de outras áreas da ciência, seja das naturais, humanas. Mas, agora é desnecessário que eu fale de tudo porque as pessoas estão criando os seus próprios canais, tem gente de todas as áreas no Youtube, no Twitter, nas demais redes, falando sobre diversos assuntos necessários. Não é preciso que eu fale de outras coisas, o que está longe de ser algo ruim pra mim, já que assim eu posso tocar nos assuntos que eu gosto mais.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No comecinho, fazer vídeo para internet era coisa de maluco, tanto que as pessoas que faziam escondiam isso dos outros, dava vergonha falar que você era <em>youtuber</em>. Eu tive sorte que, pelo menos na minha área, ninguém nunca me reprimiu. A pandemia meio que obrigou todo mundo a trabalhar on-line, então isso também ajudou muitas pessoas a perceberem que não é difícil ligar uma câmera e falar, principalmente agora com os <em>smartphones</em>, algo que quando eu comecei ainda não tinha.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>EJor: Se por um lado esse aumento auxilia no acesso à informação, também aproxima a desinformação das pessoas. Qual o papel do divulgador científico nisso?&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pirula:</strong> Se você lembrar de 2013, as pessoas tinham pavor das câmeras. Tudo está mais próximo agora e não só de quem tem coisas interessantes para falar, mas de quem tem bobagens também. Houve uma demora entre as pessoas mais internas na academia, e eu me incluo nisso, em sacar essa mudança, porque como falei, até pra mim foi acidental. Não fui o grande profeta por criar um canal científico, não sou eu que vai salvar o mundo, mas o pessoal meio que achou que não era necessário tanto alarde e não tinha noção do alcance e dos malefícios das coisas. E digo: boa parte de quem causou os malefícios veio do mundo acadêmico também.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É bom a gente lembrar que boa parte dos negacionistas, que divulgam pseudociência, são da academia. Não é uma coisa que veio de fora, é fogo interno, é fogo amigo.E também tem a questão do susto, né? Muitos acadêmicos começaram a falar tentando ajudar e era melhor ficar quieto, porque existe uma falta de prática, falta de jeito, falta de entendimento de quem está ouvindo.<em> </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:quote -->
<blockquote class="wp-block-quote"><!-- wp:paragraph {"align":"center","backgroundColor":"white"} -->
<p class="has-text-align-center has-white-background-color has-background">"<em>Acho que o grande problema é esse: conciliar quem fala com quem ouve. </em><br><em>O acadêmico sério, o que está falando, ele está falando o que precisa ser dito, mas ele está falando a língua de quem tá ouvindo?</em><br><em>Então nesse ponto essa tradução ainda está meio que acontecendo, mas melhorando.</em>"</p>
<!-- /wp:paragraph --></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

<!-- wp:quote -->
<blockquote class="wp-block-quote"><!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph --></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>EJor: Além do descrédito sobre o trabalho feito pelos cientistas, a classe também vivencia uma grande crise em relação ao suporte financeiro. Nesse mesmo cenário, também vemos diversos pesquisadores ganhando patrocínios em razão da sua presença on-line. Você acredita que isso possa interferir de alguma forma no exercício da profissão?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pirula: </strong>Eu acho que isso vai de indivíduo. Tem indivíduo que vai se deslumbrar, tem indivíduo que não vai. Mas, como tio Ben (de homem-aranha) diria: com grandes poderes vem grandes responsabilidades. A pessoa realmente acaba achando que pode mais do que realmente pode, então tem que tomar cuidado. Eu não vejo problema nenhum em pessoas sérias ganharem dinheiro, na verdade, eu acho que é o que deveria. A nossa sociedade é feita para estagnar classes sociais, então é feito para o pobre continuar pobre.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Então, se você tem pessoas fazendo um trabalho sério, um trabalho legal, um trabalho decente e essa pessoa tem chance de ganhar dinheiro, isso é ótimo. E aí, na minha vivência, e olha que eu não soube fazer dinheiro com meu canal, acadêmico no Brasil se acostumou com a miséria e eu não estou falando da pobreza não. Tem gente pobre no Brasil, pobre pobre mesmo, que ganha o dobro ou o triplo do que um aluno de pós-graduação ou mais. A academia brasileira não se acostumou com a pobreza, ela se acostumou com a miséria.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Se a pessoa consegue ganhar uma grana fazendo influência digital, ela tem obrigação de fazer isso, ela está mais do que certa. A gente tem que parar de se acostumar com miséria e com as migalhas que ganhamos. Algumas áreas têm mais facilidade, eu conheci professores muito ricos que foram para áreas que você tem uma influência no mercado privado muito forte, conheci professores milionários na engenharia, na medicina, mas na nossa área de ciências naturais, humanas, não.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento sobre divulgação científica reúne centenas de pessoas na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/22/evento-sobre-divulgacao-cientifica-reune-centenas-de-pessoas-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 22 May 2023 14:33:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento contou com a presença do biólogo e youtuber Pirula para ministrar a palestra]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_62310" align="alignright" width="601"]<img class="wp-image-62310" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/MGL8983.jpg" alt="" width="601" height="400" /> Mais de 400 pessoas participaram do evento para discutir a importância da popularização da ciência[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na última sexta-feira (19), a Universidade Federal de Santa Maria promoveu o evento "</span><span style="font-weight: 400">UFSM Divulga Ciência: como aproximar conhecimento científico e sociedade". O evento marcou o </span><span style="font-weight: 400">pré-lançamento do Guia de Divulgação Científica, celebrou os 10 anos da </span><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco"><span style="font-weight: 400">Revista Arco</span></a><span style="font-weight: 400"> e discutiu sobre a importância de disseminar novos saberes desenvolvidos pela ciência. Para contribuir com o diálogo, a atividade contou com a presença do biólogo e youtuber Pirula, que juntou centenas de pessoas para ouvi-lo no Auditório Wilson Aita, localizado no Centro de Tecnologia (CT) da Universidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Conhecido como Pirula, apelido que ganhou durante a faculdade, Paulo Nascimento é doutor em Zoologia pela Universidade de São Paulo (USP), com ênfase em Paleontologia, e criador do </span><a href="https://www.youtube.com/channel/UCdGpd0gNn38UKwoncZd9rmA"><span style="font-weight: 400">Canal do Pirulla</span></a><span style="font-weight: 400">, voltado a falar sobre ciências, religião e evolução no YouTube, onde hoje possui mais de um milhão de inscritos. Desde 2006, o paleontólogo atua na plataforma produzindo vídeos em que discute temas como criacionismo, vacinação e ciência brasileira em linguagem acessível e de forma descontraída, com o intuito de atingir um público que não está habituado a consumir conteúdos científicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao encontro do objetivo do seu canal, Pirula criou em 2016, em conjunto com outros influenciadores científicos brasileiros, o selo de qualidade colaborativo </span><a href="https://sciencevlogsbrasil.com.br/"><span style="font-weight: 400">Science Vlogs Brasil</span></a><span style="font-weight: 400">, garantindo que determinados produtos midiáticos contenham informação de qualidade, confiável e relevante, a fim de combater a onda de pseudociência e desinformação que tem tomado conta das plataformas virtuais.</span></p>
<h3>A comunicação como novo pilar da ciência </h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante sua fala, o paleontólogo abordou sobre a necessidade de que cientistas aprendam a divulgar seus estudos, tanto para outros pesquisadores quanto para a sociedade em geral, além de explicar formas de fazer essa divulgação, porque, segundo ele, a ciência só faz sentido quando é compartilhada com os outros, uma vez que ela afeta a vida de toda a população. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Somado a isso, o pesquisador afirma que, apesar de as desinformações existirem desde sempre, o avanço das mídias comunicacionais tornou sua disseminação muito mais rápida e de difícil identificação de quais conteúdos falam fatos verídicos e quais apresentam mentiras. Como exemplo, Pirula cita o caso das </span><i><span style="font-weight: 400">fake news</span></i><span style="font-weight: 400"> contadas a respeito da vacinação contra a Covid-19 durante a pandemia. Por isso, </span><span style="font-weight: 400">‘</span><span style="font-weight: 400">’entender a ciência é necessário para evitar vieses cognitivos [interpretações erradas]’’, </span><span style="font-weight: 400">explica o youtuber. Assim, é preciso que os cientistas se dediquem mais a divulgar seus estudos de forma popular, o que pode ser feito por meio de documentários, palestras, livros, plataformas na internet e jornalismo científico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM, bem como as demais universidades federais, tem papel fundamental nessa discussão, já que é nesses ambientes que se produz a maior parcela da ciência brasileira. Para se ter uma ideia, de acordo com o </span><a href="https://www.adurn.org.br/midia/noticias/15209/universidades-publicas-produzem-99-da-ciencia-do-brasil#:~:text=No%20Brasil%20n%C3%A3o%20%C3%A9%20diferente,de%20N%C3%ADvel%20Superior%20(Capes)."><span style="font-weight: 400">relatório</span></a><span style="font-weight: 400"> de 2018 da <em>Clarivate Analytics</em> para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), 99% da produção científica do Brasil é feita nas universidades públicas (federais e estaduais). </span><span style="font-weight: 400">Pensando nisso, a Revista Arco deve lançar ainda em maio o seu Guia de Divulgação Científica, onde haverá instruções sobre como um pesquisador deve se portar ao fornecer uma entrevista, como escrever um texto divulgando pesquisa de forma acessível a pessoas leigas no assunto e considerando aspectos jornalísticos, como o que pode ser considerado pauta, dentre outras dicas. </span></p>
<h3>10 anos da Revista Arco</h3>
[caption id="attachment_62309" align="alignright" width="607"]<img class="wp-image-62309 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/MGL9058-2.jpg" alt="" width="607" height="404" /> Exposição de 10 anos da Revista Arco no hall do CT[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O evento também comemorou os 10 anos da Revista Arco, com exposições de algumas matérias produzidas ao longo deste período. A Arco é uma publicação de jornalismo científico e cultural da UFSM, e terá sua 13ª edição impressa lançada ainda neste ano. O objetivo da revista é transmitir conhecimento para que não fiquem restritos à academia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Luciane Treulieb, jornalista responsável pela revista, esteve presente no evento e comenta que a Arco teve como inspiração a revista de jornalismo científico Darcy, da Universidade de Brasília (UnB) e conta que a primeira ideia de nome para a revista é que fosse “Marianinho”, em homenagem a Mariano da Rocha Filho, fundador da Universidade. No entanto, Arco pareceu representar mais a ligação entre a comunidade e a UFSM. No ano passado, o site da revista teve um milhão de acessos. </span><span style="font-weight: 400">“O que estamos fazendo é de interesse público”</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">comenta Luciane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Arco teve início apenas no modelo impresso e depois passou para o digital. De acordo com Luciane, atualmente a revista está passando por um processo de transformação, pois o objetivo é que a produção de jornalismo científico da Universidade não fique restrita apenas à revista, mas seja uma prática de diversos setores de comunicação. </span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<h3>Perspectiva do público</h3>
[caption id="attachment_62313" align="alignleft" width="600"]<img class="wp-image-62313" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/MGL8951.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Público lotou auditório no CT[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com o auditório lotado, a expectativa do público estava alta para ver o Pirula. A estudante Fernanda Quadros conta que foi ao evento na intenção de absorver tudo que o youtuber tinha para acrescentar sobre divulgação científica, ciência e outros temas que o biólogo trata. </span><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">O humor e a espontaneidade com que o Pirula explica temas complexos e que precisam ser discutidos sempre me agradam muito, e no evento não foi diferente. A forma clara com que ele salienta a questão da necessidade da ciência e da divulgação dos conhecimentos é admirável e, com certeza, de muito valor para toda a comunidade, seja acadêmica ou não</span><span style="font-weight: 400">”, relata Fernanda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor dos cursos de Comunicação Social da UFSM Maurício Fanfa também comenta que foi ao evento por já conhecer e ser fã do youtuber. “</span><span style="font-weight: 400">O que eu mais gostei foi ver o Pirula comentando sobre os aspectos mais práticos da rotina dele de percepções pessoais que ele teve enquanto criador de conteúdo, especialmente no sentido de coisas que ele percebeu durante a carreira dele e que se relacionam com experiências que também temos</span><span style="font-weight: 400">,” conta Maurício. </span><span style="font-weight: 400">Além disso, o professor também comenta sobre a importância da divulgação científica: “</span><span style="font-weight: 400">ela é muito motivadora para o tipo de pensamento que a gente deve incentivar na Universidade. Muito se falou hoje [no evento] sobre divulgação científica para públicos amplos, mas falo para públicos universitários, nós mesmos devemos valorizar um pouco mais esse pensamento o máximo possível. Acho que isso sempre é bom porque motiva a gente a seguir fazendo isso. Ver que a gente está fazendo coisas legais</span><span style="font-weight: 400">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também participaram do evento o reitor da UFSM, Luciano Schuch, a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Cristina Nogueira, o pró-reitor de Planejamento, Rafael Lazarri e o coordenador de Comunicação Social, Maurício Dias. </span><span style="font-weight: 400">A palestra está disponível no YouTube, no </span><a href="https://www.youtube.com/live/2OUiIOW4_3w?feature=share"><span style="font-weight: 400">canal da UFSM</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller e Gabriel Escobar, acadêmicos de Jornalismo, bolsistas da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Ana Alicia Flores, acadêmica de Desenho Industrial<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pint of Science volta a acontecer em Santa Maria entre os dias 22 e 24 de maio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/18/pint-of-science-volta-a-acontecer-em-santa-maria-entre-os-dias-22-e-24-de-maio</link>
				<pubDate>Thu, 18 May 2023 15:08:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[pint of science]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=62271</guid>
						<description><![CDATA[Evento busca aproximar pesquisadores e público em geral para dialogar sobre  ciência em bares da cidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/9hO8cAo-e1684421287661.jpeg" alt="" width="341" height="383" />Durante os dias 22, 23 e 24 de maio Santa Maria volta a sediar o Pint of Science Brazil, evento internacional de divulgação científica. A ação é uma parceria entre a UFSM e a Universidade Franciscana (UFN).</p>
<p>O festival acontece simultaneamente em 123 cidades participantes em todo o país. Com o lema "Um Brinde à Ciência", tem como objetivo estabelecer um diálogo aberto e informal entre os cientistas e o público em geral, contribuindo para o desenvolvimento da educação científica no país.</p>
<p>Nesta edição, todos os apresentadores são professores vinculados à UFSM. Confira a programação de Santa Maria e os temas que serão abordados. As atividades iniciam às 19 horas.</p>
<p><b>22/05 - segunda-feira</b></p>
<p>Old School Pub<br />Cássio Arthur Wollmann - Clima de Praia<br />André Barrios - Boa noite Cinderela</p>
<p>Biroska<br />Eduardo Azevedo - A culpa é do paido da vaca?<br />Bernardo Almeida Iglesias, Roberto Christ Viana Santos e Oscar Endrigo Dorneles Rodrigues - The Last of Nós: o apocalipse dos antibióticos</p>
<p><b>23/05 - terça-feira</b></p>
<p>Old School<br />Gustavo Ferreira Pedrosa - Amplitude do movimento e hipertrofia: nem todos os caminhos levam a Roma<br />Fábio Juner Lanferdini  - A força está com você: influência da arquitetura muscular</p>
<p>Biroska<br />Rafael Pereira - O impacto da I.A. em nosso dia-a-dia<br />Carmen Brum Rosa, Carolina Ferreira de Matos Jauris, Daiani Canabarro Leite, Morgana Pizzolato e Siara Silvestri - Mulheres na ciência: ao infinito e além!</p>
<p><b>24/05 - quarta-feira</b></p>
<p>Old School<br />Felipe Barreto Schuch - Exercite o seu humor. Atividade física e exercício para a saúde mental<br />Daniel Plá - A ciência da cena</p>
<p>Biroska<br />Nereu Augusto Streck - Banho de flores: um negócio para Todos<br />Julio Carlos Pereira da Silva - A microguerra entre o bem e o mal nas plantas: biocontrole de fitopatógenos em culturas agrícolas</p>
<p>O evento é aberto ao público em geral, com entrada gratuita.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/3fc4f133-ae5b-433d-8005-ee79e5a1b2f7-300x300.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/d815077e-2aa2-4611-9e5f-e08b9f3c141b-300x300.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/396eebd9-e940-4a8d-92b1-1f9f2cdfc888-240x300.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/24461b13-e14d-4f18-9118-f3e09058484f-240x300.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/05/35705e8b-4bf6-433c-a88f-66f73f92f977-240x300.jpg" alt="" /></figure>			
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													</item>
						<item>
				<title>Dinossauros em cenários reais são destaques nas redes sociais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/dinossauros-em-cenarios-reais</link>
				<pubDate>Thu, 04 May 2023 13:06:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dinos na Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9703</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisador do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) utiliza o Twitter para  divulgação científica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Já parou para pensar como seria nosso planeta se animais que existiram há milhões de anos ainda estivessem vivos? Quais seriam os hábitos deles? Qual a diferença de tamanho de um humano perto de um animal pré-histórico? Em março de 2022, o geógrafo Jossano de Rosso Morais, mestrando em Biodiversidade Animal pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e pesquisador no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/cappaufsm/">Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa)</a>, começou a escrever<i>&nbsp;threads&nbsp;</i>no&nbsp;<i>Twitter&nbsp;</i>para tentar responder algumas dessas questões e divulgar ciência de forma acessível.</p>
<p>O movimento de disseminar conteúdos científicos nas redes sociais inspirou o pesquisador a começar a escrever os próprios materiais. No início, os assuntos eram voltados para o&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/post466">período Triássico -</a>&nbsp;surgimento dos primeiros dinossauros e mamíferos, por exemplo - e para as pesquisas do Cappa. “Agora estou fazendo&nbsp;<i>threads</i>&nbsp;de diversas notícias que leio e gosto, porque assim consigo aprender mais sobre outros temas também. Não tem um padrão de assunto, é mais aleatório agora”, comenta Jossano.&nbsp;</p>
<p>Entre os conteúdos que o geógrafo produziu que mais repercutiram está uma curiosidade que Jossano mesmo tinha:&nbsp;<a href="https://twitter.com/jossano_morais/status/1588288072323502080">“como seria o mundo se vários animais extintos ainda vivessem no nosso tempo?”</a>. Ele explica que a escolha das montagens desses animais é feita com base no cenário. “Para fazer cada montagem, eu seleciono a ilustração que mais vai se encaixar no cenário escolhido. Os animais precisam ficar adequados à luz e ao tamanho do cenário”. Há uma “liberdade artística” na composição dessas imagens, pois nem sempre o animal retratado viveu na localidade da fotografia.&nbsp; A partir da&nbsp;<i>thread&nbsp;</i>e de uma conversa com o mestrando, a Arco apresenta curiosidades de dois animais extintos: a Preguiça-Gigante e o&nbsp;<i>Parasaurolophus</i>. Confira:&nbsp;</p>
<p><b>Animais extintos: onde habitavam e como viviam?&nbsp;</b></p>
<ul>
<li><b>Preguiça-Gigante</b></li>
</ul>
<figure>
										<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/preguica-gigante-1-768x768.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>O local da fotografia é o município de São João do Polêsine. Preguiça-Gigante realizada por Matheus Gadelha. Montagem: Jossano de Rosso Morais</figcaption></figure>
<p><b>Período</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400">O <i>Megatherium </i>- nome científico da Preguiça-Gigante - é um mamífero que viveu na Era Cenozoica, no período quartenário - após a extinção dos dinossauros</li>
<li style="font-weight: 400">O Cenozoico iniciou-se há cerca de 65 milhões de anos&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400">A extinção da Preguiça Gigante ocorreu aproximadamente há 10 mil anos&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400">São originárias da América do Sul</li>
<li style="font-weight: 400">Já existia seres humanos neste continente&nbsp;</li>
</ul>
<p><b>Características</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400">São parentes das preguiças atuais</li>
<li style="font-weight: 400">Podiam chegar até seis metros de comprimento e pesar quatro toneladas</li>
<li style="font-weight: 400">Eram animais terrestres e herbívoros - alimentação baseada em plantas e folhagens</li>
<li style="font-weight: 400">Não subiam em árvores devido ao tamanho</li>
<li style="font-weight: 400">Muito provavelmente não viviam em bandos, por serem animais gigantes</li>
</ul>
<p><b>Curiosidades</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400">O geógrafo relata que é muito provável que a espécie tenha vivido na Região Central do Rio Grande do Sul, porque já foi <a href="https://www.ufsm.br/2019/04/25/pesquisadores-da-ufsm-descobrem-fossil-de-preguica-gigante-em-cacapava-do-sul">encontrado fóssil em Caçapava do Sul </a>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400">O fóssil encontrado era da espécie <i>Lestodon armatus. </i>Antes já tinham sido achados das espécies <i>Megatherium americanum </i>e <i>Eremotherium laurillardi&nbsp;</i></li>
<li style="font-weight: 400">No campus de Caçapava do Sul da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) foi <a href="https://unipampa.edu.br/portal/campus-cacapava-do-sul-recebe-escultura-de-preguica-gigante">construída uma escultura</a> desse animal extinto&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400">Podem ter sido extintas devido às mudanças climáticas, na vegetação, no ambiente e também o fator humano pode ter sido uma das causas&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400">A Preguiça Gigante usava as <a href="https://twitter.com/jossano_morais/status/1609709338691600385">paleotocas</a> como abrigo.</li>
</ul>
<figure>
										<img width="768" height="578" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/paleotoca-da-preguica-gigante-768x578.jpg" alt="" loading="lazy">											<p></p>
<figcaption>O geógrafo Jossano Morais em frente a uma paleotoca na cidade de Santa Cruz do Sul. Arte da Preguiça-Gigante feita por Rob Brunette. Montagem: Jossano de Rosso Morais</figcaption>
</figure>
<p>Paleotocas são cavernas ou grutas cavadas na própria rocha. Em janeiro de 2023, Jossano&nbsp;<a href="https://twitter.com/jossano_morais/status/1609709338691600385">escreveu no Twitter&nbsp;</a>sobre sua visita a uma paleotoca no interior do Rio Grande do Sul e explicou sobre essas cavernas. Confira o texto escrito pelo pesquisador:</p>
<p>“Visitando uma Paleotoca de Preguiça-gigante</p>
<p>No Interior do RS, em Santa Cruz do Sul, fica essa caverna, ela é bem grande, são vários compartimentos e até hoje é conhecida na cidade como gruta dos Índios, um equívoco como vocês vão ver agora.</p>
<p>A caverna tem cerca de 30 metros de comprimento e 21 de largura, sua descoberta é pouco documentada, mas a região onde ela fica foi ocupada por volta de 1908, desde então o espaço é aberto para o público e muitas vezes tristemente vandalizada.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/paleotoca-2.jpg" alt="" width="746" height="562"></p>
<p>Durante os anos 1980, um estudo encontrou vestígios de povos indígenas que viveram nas redondezas, só que nada na caverna que indicasse que haviam habitado lá, no entanto o nome pegou e ficou conhecida como Gruta dos Índios, só por volta de 2008 que isso iria mudar.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/paleotoca-3.jpg" alt="" width="746" height="562"></p>
<p>O Geólogo Heinrich Frank, que estuda essas formações, esteve no local e encontraram possíveis&nbsp; marcas de garras de preguiças, juntamente com outras evidências, como a localização próximo a cursos d'água e de outras formações feitas por esses animais terem feições muito parecidas.</p>
<p>Outro ponto é a ausência de outros fatores geológicos que poderiam ter formado essa estrutura, assim como o fato dos indígenas não terem o costume, nem ferramentas adequadas para sua construção.</p>
<p>A parte triste desse fato incrível ter sido construída por animais gigantes que viveram milhares de anos atrás é a falta de estrutura e investimento no local para informar os visitantes sobre a formação e a importância do local. O que espero que algum dia venha a acontecer.</p>
<p>Ainda não foram publicados estudos sobre o local, mas segue as entrevistas do geólogo que fez as análises: <a href="http://www.blog.gpme.org.br/?p=2558">http://www.blog.gpme.org.br/?p=2558</a>”</p>
<p></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
</p>
<ul>
<li><b> </b><b><i>Parasaurolophus</i></b></li>
</ul>
<p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<p></p>
<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/parasaurolophus-768x1024.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>O local da fotografia é o município de Cerro Branco, no Rio Grande do Sul. Arte do dinossauro de Jacob Baardse. Montagem: Jossano de Rosso Morais</figcaption></figure>
<p><b>Período</b></p>
<ul>
<li>O dinossauro&nbsp;<i>Parasaurolophus&nbsp;</i>viveu na&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/post466">Era Mesozoica</a>, no período Cretáceo, entre 80 e 70 milhões de anos atrás.</li>
<li>Viveu apenas na América do Norte, onde hoje estão localizados os Estados Unidos e o Canadá.</li>
</ul>
<p>[caption id="attachment_9709" align="aligncenter" width="746"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/05/Parasaurolophus-2.jpg" alt="" width="746" height="560"> O local da foto é o município de Vila Nova do Sul, no Rio Grande do Sul. Arte do Parasaurolophus por Napon Suzuki. Montagem: Jossano de Rosso Morais[/caption]</p>
<p><b>Características</b></p>
<ul>
<li>Eram animais muito grandes, de até 10 metros de comprimento, e de quatro a cinco metros de altura.</li>
<li>Eram herbívoros.</li>
<li>Andavam tanto como bípedes - em duas patas -, como quadrúpedes - nas quatro patas.</li>
<li>Viviam em bandos.</li>
</ul>
<p><b>Curiosidades</b></p>
<ul>
<li>Até hoje analisa-se a função da famosa crista do&nbsp;<i>Parasaurolophus.&nbsp;</i>Jossano explica que provavelmente a estrutura ajudava a produzir um tipo de som.</li>
<li>Em uma cena do filme Jurassic Park: Mundo Perdido de 1997,&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=A1xr8YQpzf0&amp;ab_channel=ShinGoji">o dinossauro aparece emitindo um som</a>.</li>
</ul>
<p><strong><em>Expediente:</em></strong></p>
<p><em><strong>Reportagem:</strong> Eduarda Medeiros Paz, acadêmico de Jornalismo;<br></em><em><strong>Edição de Produção:</strong>&nbsp;Samara Wobeto;<br></em><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso Organização de Eventos Científicos: estratégias para popularização e divulgação da ciência está com inscrições abertas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/04/10/curso-organizacao-de-eventos-cientificos-estrategias-para-popularizacao-e-divulgacao-da-ciencia-esta-com-inscricoes-abertas</link>
				<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 11:19:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[PROGEP]]></category>

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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas está promovendo o curso Organização de Eventos Científicos: estratégias para popularização e divulgação da ciência. A ação acontece no período de 08 de maio a 19 de junho na modalidade Presencial, e tem como objetivos específicos: As informações completas sobre a capacitação e inscrições podem ser encontradas no Portal de Capacitação.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas está promovendo o curso Organização de Eventos Científicos: estratégias para popularização e divulgação da ciência. A ação acontece no período de 08 de maio a 19 de junho na modalidade Presencial, e tem como objetivos específicos:</p>
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<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Apresentar experiências de organização de eventos para a divulgação e popularização da ciência;</li>
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<li>Capacitar os proponentes a editais para projetos que contemplem a prática de divulgação e popularização da ciência através de eventos;</li>
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<!-- wp:list-item -->
<li>Promover o pensamento inovador em organização de eventos para a divulgação e popularização de resultados obtidos em ações de pesquisa, ensino e extensão.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
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<p>As informações completas sobre a capacitação e inscrições podem ser encontradas no <a href="https://portal.ufsm.br/capacitacao/index.html;jsessionid=ae282d719ff2ee93217196eeb156">Portal de Capacitação</a>. </p>
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													</item>
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