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				<title>Seriemas no campus da UFSM: entenda como conviver com essas aves</title>
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				<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 15:46:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Nas últimas semanas, foram registrados casos de ataques de seriemas a pessoas no campus sede 
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							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/SERIEMA-1-1024x683.jpg" alt="Descrição: Fotografia na horizontal colorida de duas seriemas na grama. As aves têm bicos e pernas vermelhas, penas morrons, crista com tufos e cílios grandes." />											<figcaption>Aves são reconhecidas pelo bico e pernas avermelhadas, pelo penacho com tufos e pelos cílios </figcaption>
										</figure>
		<p>A presença das seriemas na UFSM tem chamado mais atenção do que o normal. Antes, essas aves circulavam pelo campus e se tornavam atrações entre as pessoas, mas recentemente houve relatos de ataques a indivíduos, o que despertou preocupação entre estudantes e servidores. </p><p>A primavera marca o período reprodutivo da espécie, quando os animais podem ficar mais territorialistas, especialmente ao defender ninhos e filhotes. No campus, é comum observar quatro seriemas circulando juntas.<br /></p><h3><b>Quem são as seriemas?</b></h3><p>De acordo com a professora do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Marilise Mendonça Krügel, as seriemas têm altura média de 70 centímetros, podendo chegar a 90 centímetros de comprimento e pesar até 1,4 quilos. São facilmente reconhecidas pelo bico e pernas vermelhos, pela crista formada por um tufo de penas longas e pelas pestanas marcantes. </p><p>Essas aves têm uma dieta variada, que vai de insetos a pequenos vertebrados, como roedores, anfíbios, répteis, e até outras espécies de aves. “Através do aplicativo <a href="https://efauna.ctlab.ufsm.br/"><i>eFauna</i></a>, recebemos, em fevereiro deste ano, o registro de um dos filhotes de seriema comendo um filhote de cardeal”, conta Marilise.</p><p>As seriemas são aves campestres, mas procuram árvores para dormir empoleiradas. São excelentes corredoras, podendo atingir até 50 km/h. Constroem seus ninhos com gravetos, a alturas que variam desde o chão até 5 metros. </p><p>A fêmea geralmente põe dois ovos, que são incubados pelo casal por cerca de 24 a 30 dias. Após duas semanas, os filhotes deixam o ninho e passam a acompanhar os pais, adquirindo a plumagem adulta entre 4 e 5 meses. </p><p>Segundo a professora, as seriemas não são naturalmente agressivas. No entanto, as aves podem adotar comportamentos defensivos diante do movimento intenso de pedestres e veículos. “É normal que defendam ninhos e filhotes. O exemplo mais comum de agressividade entre aves que já conhecemos bem é o do quero-quero”, explica.</p><p>Atualmente, o campus sede da UFSM já tem o registro de 354 espécies de animais silvestres, entre anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Só de aves, são 246 espécies que vivem no local ou o utilizam como ponto de passagem.</p>		
										<figure>
										<img width="1920" height="1280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/SERIEMA-2.jpg" alt="Fotografia na horizontal colorida. Uma seriema anda pela grama. Ao fundo, o Espaço Multiuso, prédio pequeno em formato triangular e, mais distante, a Reitoria, prédio retangular de dez andares. Há dois carros estacionados ao lado no Multiuso desfocados estacionados próximos ao prédio do Espaço Multiuso. O céu está nublado" />											<figcaption>Seriema anda próxima a local que escolheu para construção dos ninho, nos arredores do Multiuso
</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Como a UFSM tem acompanhado a situação</b></h3><p> </p><p>A engenheira sanitarista e ambiental Nicolli Reck, coordenadora de Gestão Ambiental da UFSM, explica que o Setor de Planejamento Ambiental (SPA) realiza o acompanhamento constante da fauna no campus, em conformidade com a licença ambiental emitida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM). Esse trabalho conta com o apoio de professores e pesquisadores, além do aplicativo <i>eFauna</i> UFSM, que permite o registro georreferenciado de avistamentos e ocorrências com a fauna. “Assim que o SPA recebeu os relatos, foi solicitada orientação técnica ao órgão ambiental responsável, reforçando o compromisso institucional com o manejo adequado destes animais”, destaca Nicolli.</p><p>Ainda, segundo ela, não há indicação de remoção das seriemas do campus. “São animais de vida livre, saudáveis e legalmente protegidos. Sua retirada poderia gerar prejuízos ao equilíbrio ambiental e à própria sobrevivência dos indivíduos”, afirma.</p><p> </p><h3><b>Orientações de convivência</b></h3><p> </p><p>A universidade prioriza a sensibilização da comunidade acadêmica, ao orientar sobre o convívio seguro com a fauna silvestre. A recomendação é não se aproximar nem alimentar os animais. Além disso, é importante:</p><p> </p><ul><li style="font-weight: 400">Redobrar a atenção com crianças e animais domésticos;</li><li style="font-weight: 400">Observar sempre de longe;</li><li style="font-weight: 400">Respeitar o espaço da fauna, lembrando que o campus é o habitat de diversas espécies.</li></ul><p>Em caso de acidente, o ocorrido deve ser registrado junto ao SPA e, em situações de ferimentos mais graves, é importante procurar atendimento médico. Nicolli reforça que não se deve retaliar os animais, lembrando que se trata de fauna protegida por lei. <a href="https://www.ufsm.br/2025/08/22/alerta-sobre-seriemas-no-campus-sede">Um alerta foi publicado pela instituição.</a></p><p> </p><p><i>Texto: Isadora Bortolotto, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias </i></p><p><i>Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Edição: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
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