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						<item>
				<title>Documentário retrata histórias reais de famílias negras que viveram a escravidão e lutaram pela liberdade em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/05/documentario-retrata-historias-reais-de-familias-negras-que-viveram-a-escravidao-e-lutaram-pela-liberdade-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 05 May 2025 11:53:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[egresso]]></category>
		<category><![CDATA[PPGH]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Negros Laços]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto é inspirado na tese de doutorado de egressa da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><img class="alignright wp-image-68996 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/Negros-lacos-1.-Angela-Souza-e-Jessica-Silva-1024x683.jpeg" alt="" width="609" height="406" />Durante os meses de abril, maio e junho de 2025, o projeto Negros Laços realiza a gravação do curta-documentário homônimo, que retrata histórias de famílias negras que viveram a escravidão e a luta pela liberdade em Santa Maria. O curta é inspirado na tese de doutorado da historiadora Franciele Oliveira (egressa do PPGH UFSM), que, ao lado de Jonatan Pach, assina o roteiro do filme sob a direção de Theodor Gonçalves, fundador da Monifa Studio Criativo. O projeto é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc, Edital n° 002/2024 – Artes e Economia Criativa.</p>
<p dir="ltr">No documentário, uma sábia voz ancestral, interpretado por Alcione Flores do Amaral, se dedica a contar, em detalhes, as histórias de três famílias negras, que viveram em Santa Maria em meados do século XIX até a segunda metade do século XX. A narrativa é cruzada pelos próprios depoimentos de seus descendentes, hoje idosos, que compõem a geração de bisnetos da última geração de pessoas escravizadas e netos de nascidos de Ventre Livre. A denúncia da escravidão, a exaltação às famílias escravistas e o apagamento das histórias de famílias negras na cidade são pontos centrais de reflexão da trama.</p>
<p dir="ltr">Entre as famílias acompanhadas pelo curta estão o casal José Francisco do Nascimento (1859 - 1936) e Inocência Maria Joaquina (1873 - 1961), responsáveis pela reconstituição da Irmandade do Rosário; a história de Ana Assis de Oliveira (1869-1917), escravizada pelo Major Duarte e a história de Mathilde dos Santos (1857-1916), filho dos africanos Domingos e Maria, escravizados pela família Niederauer.</p>
<p dir="ltr">Negros Laços pretendem apresentar uma AfroSantaMaria. Permitindo conexões entre passado/presente/futuro e fazendo o público reelaborar as memórias da escravidão e da resistência. O lançamento da obra está previsto para o segundo semestre de 2025.</p>
<p dir="ltr">As gravações e demais fases de produção do documentário podem ser acompanhadas pelo perfil @curta.negroslacos</p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr"><b>Equipe Curta-metragem Negros Laços</b></p>
<p dir="ltr">Direção: Theodor Gonçalves<br />Assistente de direção: Polyana Flora<br />Produção: Theodor Gonçalves<br />Coprodução: Franciele Oliveira<br />Roteiro: Franciele Oliveira e Jonatan Pach<br />Elenco: Jéssica Silva, Angela Souza, Leandra Souza, Vinicio do Carmo, Alcione Flores do Amaral, Gabriel Reolon, Jonatan Pach<br />Direção de fotografia e edição: Marcos Oliveira<br />Direção de Arte: Nigor<br />Design de marca: Bernardo Guterres<br />Contadora: Patricia Cimadon<br />Apoio de pesquisa e produção: Guilherme Pedroso<br />Apoio de produção: Marta Nunes<br />Intérprete de Libras: Carine Martins Barcellos</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egresso da UFSM é o primeiro brasileiro no Colégio Europeu de Neurologia Veterinária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/23/egresso-da-ufsm-e-o-primeiro-brasileiro-no-colegio-europeu-de-neurologia-veterinaria</link>
				<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 11:00:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[egresso]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>

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						<description><![CDATA[O médico recebeu o título em setembro de 2024]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/13.jpg" alt="" width="401" height="401" />“Daqui para o Mundo”. Essa frase descreve bem a trajetória de Dakir Nilton Polidoro Neto, egresso do curso de Medicina Veterinária da UFSM, que hoje compõe o Colégio Europeu de Neurologia Veterinária. A Instituição busca reunir especialistas em neurologia veterinária a fim expandir conhecimentos sobre patologias, diagnósticos, tratamentos e como a cirurgia cerebral pode contribuir no controle de doenças que afetam o sistema nervoso de animais.</p>
<p>Neurologia tem sido uma paixão de longa data para Dakir. Seu interesse na modalidade iniciou ainda na graduação, quando atuou como bolsista de Iniciação Científica na área da neurologia veterinária. “Na época, eu consegui a oportunidade de estagiar com o professor Alexandre Mazzanti. Foi aí que abracei a neurologia e sabia que ia ficar na área”, conta.</p>
<p>Alexandre Mazzanti é professor titular da UFSM e realiza pesquisas sobre neurologia/neurociência. Dakir revelou que Alexandre “apoiou a trajetória desde o início, quando oportunizou estagiar com ele”. Entre 2012 e 2013, após finalizar a graduação em 2011, o veterinário realizou o internato na Faculdade de Medicina Veterinária de Hannover, na Alemanha, e posteriormente, entre 2014 e 2016, fez mestrado pelo Laboratório de Cirurgia Experimental da UFSM com ênfase em Neurologia Clínica e Cirúrgica.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="741" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/3-1024x741.jpg" alt="" />											<figcaption>83ª turma de Medicina Veterinária da UFSM. Dakir é o 4º, na terceira fileira de baixo para cima, da direita pra esquerda</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/8-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Dakir recebeu o título de Mestre pela UFSM. Na foto, ao lado dele, estão Lucas Colomé, neurologista no Rio Grande do Sul, Rafael Fighera, professor de patologia da UFSM e o professor Alexandre Mazzanti.</figcaption>
										</figure>
		<p>Em 2017, Dakir ingressou na residência em neurologia na Universidade de Ghent, na Bélgica, onde mora desde então. “Quando finalizei o programa em 2021, consegui atingir os pré-requisitos para realizar a prova do Colégio”, explica.&nbsp;</p>
<p>No início de 2024, o médico foi aprovado nos exames da Instituição e recebeu o diploma de membro do Colégio Europeu de Neurologia Veterinária, durante o 36º Simpósio do Colégio, em setembro de 2024. “Além do prestígio, há uma grande busca por profissionais com esse título, então surgem muitas oportunidades”, acrescenta.</p>
<h3>Cruzando barreiras</h3>
<p>Para ingressar na residência fora do país, Dakir aprendeu a falar holandês, o que representou um grande desafio. Em paralelo com a chegada do título, o médico também tornou-se o primeiro brasileiro a ser membro da Instituição, o que para ele “é algo muito representativo, até porque são muitas barreiras. Tanto no idioma quanto nas diferenças culturais dificultaram a experiência até conseguir me adaptar”, comenta.</p>
<p>Dakir frisou a importância do apoio recebido ao longo de sua trajetória. “Minha família sempre me deu suporte, ainda mais na questão de estudar fora do país”, afirma. “Tenho muito a agradecer à UFSM por toda minha trajetória, especialmente ao professor Alexandre, e a abertura que a Universidade me deu para crescer como estudante de Medicina Veterinária”, complementa o neurologista.</p>
<p><i>Texto: Pedro Moro, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br></i><i>Fotos: Arquivo pessoal<br></i><i>Edição: Mariana Henriques, Jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de pesar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/profhistoria/2022/05/21/nota-de-pesar-3</link>
				<pubDate>Sat, 21 May 2022 03:24:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[egresso]]></category>
		<category><![CDATA[nota de pesar]]></category>
		<category><![CDATA[PROFHISTORIA]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[É com profundo pesar que o Mestrado Profissional em Rede – PROFHISTÓRIA/UFSM comunica o falecimento de seu egresso, Professor Mestre Éderson Gaike da Rosa, ocorrido nesta sexta-feira (20/05). Nossos sinceros sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de perda e dor. Descanse em Paz professor “Bussunda”!    ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_294" align="alignright" width="222"]<img class=" wp-image-294" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/620/2022/05/Prof.-Bussunda-1.jpg" alt="" width="222" height="269" /> Foto: reprodução/Riachuelo Enem e Vestibulares[/caption]
<p>É com profundo pesar que o Mestrado Profissional em Rede – PROFHISTÓRIA/UFSM comunica o falecimento de seu egresso, Professor Mestre Éderson Gaike da Rosa, ocorrido nesta sexta-feira (20/05). Nossos sinceros sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de perda e dor. Descanse em Paz professor “Bussunda”!</p>
<p> </p>
<div class="d-flex w-100 flex-column flex-sm-row align-items-center align-items-sm-baseline border-top pt-2 justify-content-sm-center"> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula inaugural para os calouros nesta quinta tem Egresso do curso de Administração como palestrante</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2022/04/25/aula-inaugural-do-semestre-letivo-nesta-quinta-tem-como-atracao-palestra-com-egresso-do-curso-de-administracao</link>
				<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 20:43:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[aula inaugural]]></category>
		<category><![CDATA[calouros]]></category>
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						<description><![CDATA[Na próxima quinta feira, dia 28 de abril, no horário das 8h no Auditório do CCSH – Prédio 74C, acontece a aula inaugural dos cursos de Administração da UFSM para este semestre letivo, como atividade integrante da recepção aos calouros. O evento contará com a presença da Administradora Vania de Fátima Barros Estivalete, apresentando o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><font color="#000000">Na próxima quinta feira, dia 28 de abril, no horário das 8h no Auditório do CCSH – Prédio 74C, acontece a aula inaugural dos cursos de Administração da UFSM para este semestre letivo, como atividade integrante da recepção aos calouros.</font></p><p><font color="#000000">O evento contará com a presença da Administradora Vania de Fátima Barros Estivalete, apresentando o Conselho Regional de Administração, ela que já foi docente do Departamento de Ciências Administrativas e ministrou disciplinas no curso.</font></p><p><font color="#000000">Teremos também a apresentação da Objetiva Junior por seus membros representantes, empresa esta atualmente com inscrições abertas para o seu processo seletivo de novos integrantes. O prazo para inscrições vai até o dia da aula inaugural.&nbsp;Para mais informações, os interessados podem buscar as redes sociais da EJ (@objetivajr).</font></p><p>Como atração principal, palestra com o Bacharel em Administração formado pela UFSM, Gabriel Peres. Tendo em vista manter o distanciamento recomendado, respeitando a capacidade máxima de público permitida no auditório, o evento será restrito aos calouros do curso.&nbsp;Convidamos a todas e todos que estão no primeiro semestre curricular da Administração para prestigiarem! Imperdível.</p>
<p><br></p>		
												<img width="567" height="567" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/421/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-25-at-15.30.26.jpeg" alt="" loading="lazy" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Rodrigo Koch, egresso do DINDER do PPGE, venceu o Prêmio Brasil de Teses e Dissertações sobre Futebol e Direitos do Torcedor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppge/2020/12/29/rodrigo-koch-egresso-do-dinder-do-ppge-venceu-o-premio-brasil-de-teses-e-dissertacoes-sobre-futebol-e-direitos-do-torcedor</link>
				<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 15:12:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[egresso]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[PPGE]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[teses]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 16/12, o Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor (SNFDT), promoveu  a entrega aos vencedores do Prêmio Brasil de Teses e Dissertações sobre Futebol e Direitos do Torcedor. Foram selecionados autores de cinco teses e oito dissertações, sendo o Rodrigo Koch, orientando da Prof. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No dia 16/12, o Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor (SNFDT), promoveu  a entrega aos vencedores do Prêmio Brasil de Teses e Dissertações sobre Futebol e Direitos do Torcedor. Foram selecionados autores de cinco teses e oito dissertações, sendo o <strong>Rodrigo Koch, orientando da Prof. Elisete Medianeira Tomazetti e também egresso do DINDER do PPGE, um dos autores dessas 5 teses. </strong>O titulo de seu trabalho foi "Identidades em construção: um olhar sobre a Futebolização da juventude no Ensino Médio" e o mesmo foi contemplado com certificado, troféu e publicação da tese em formato de livro, obtendo a maior pontuação das 5 teses selecionadas. </p>
<p>Para mais informações, acesse o link: <a href="https://www.gov.br/cidadania/pt-br/noticias-e-conteudos/esporte/noticias_esporte/ministerio-da-cidadania-entrega-premio-brasil-de-teses-e-dissertacoes-sobre-futebol-e-direitos-do-torcedor-aos-vencedores">https://www.gov.br/cidadania/pt-br/noticias-e-conteudos/esporte/noticias_esporte/ministerio-da-cidadania-entrega-premio-brasil-de-teses-e-dissertacoes-sobre-futebol-e-direitos-do-torcedor-aos-vencedores</a> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Experiências transformadoras e descobertas de impacto: conheça Marcia Spies</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2019/06/27/experiencias-transformadoras-e-descobertas-de-impacto-conheca-marcia-spies</link>
				<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 13:07:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[egresso]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=1627</guid>
						<description><![CDATA[Natural de Cerro Largo, no Rio Grande do Sul, Marcia Spies cresceu em uma propriedade baseada na produção de alimentos vendidos na cidade. Seus pais são agricultores-feirantes. Ela os ajudou nessa atividade até os 20 anos. Desde a infância, ela tem lembranças de interações com plantas e animais. “Elementos da natureza sempre estiveram presentes nas brincadeiras, desde subir em árvores, colher flores e frutas, brincar com conchas de caramujos, besouros, formigas, folhas que viravam utensílios, até pular e correr na água empossada depois da chuva”, ela conta. Esse contato próximo fomentou a paixão por observar a natureza, e buscar entender as causas e consequências dos fenômenos naturais, levando ela a se interessar pelas áreas das ciências biológicas. Na infância, ela também gostava de ensinar seu irmão mais novo sobre aquilo que aprendia na escola, o que a fez desenvolver um gosto por ensinar.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class=" wp-image-1630 alignleft" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/06/marcia_3-300x300.jpg" alt="" width="220" height="220" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Natural de Cerro Largo, no Rio Grande do Sul, Marcia Spies cresceu em uma propriedade baseada na produção de alimentos vendidos na cidade. Seus pais são agricultores-feirantes. Ela os ajudou nessa atividade até os 20 anos. Desde a infância, ela tem lembranças de interações com plantas e animais. </span><i><span style="font-weight: 400">“Elementos da natureza sempre estiveram presentes nas brincadeiras, desde subir em árvores, colher flores e frutas, brincar com conchas de caramujos, besouros, formigas, folhas que viravam utensílios, até pular e correr na água empossada depois da chuva”, </span></i><span style="font-weight: 400">ela conta. Esse contato próximo fomentou a paixão por observar a natureza, e buscar entender as causas e consequências dos fenômenos naturais, levando ela a se interessar pelas áreas das ciências biológicas. Na infância, ela também gostava de ensinar seu irmão mais novo sobre aquilo que aprendia na escola, o que a fez desenvolver um gosto por ensinar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="size-medium wp-image-1632 alignright" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/06/marcia_1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />No ensino fundamental, Marcia já tinha interesse em cursar ensino superior. No ensino médio, seus principais interesses eram as disciplinas de Biologia e Química, e assim, sem muita orientação, ela decidiu prestar vestibular para o curso de Farmácia - Análises Clínicas, na UFSM, mas não foi aprovada. Passou o ano ajudando seus pais, e fez um cursinho pré-vestibular por um mês, em Santa Maria, quando teve a oportunidade de  conhecer melhor o curso de Farmácia, e por fim, perceber que não era o que ela realmente queria, mas já era tarde para mudar a opção para o vestibular. Novamente ela não passou. Passou mais um ano ajudando os pais, fez vestibular novamente, mas dessa vez passou para o curso que realmente queria: Ciências Biológicas - Licenciatura, na UFSM. E assim, deu início aos estudos em abril de 1999. A escolha pela UFSM se deu por ela valorizar a qualidade de ensino na Universidade Federal, e pela assistência estudantil, que provê uma casa para os estudantes. </span><i><span style="font-weight: 400">“Assim, eu sabia que não seria um custo exorbitante para os meus pais.” </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="size-medium wp-image-1633 alignleft" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/06/marcia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Ela descreve a vivência na UFSM como transformadora. </span><i><span style="font-weight: 400">“Por ser de uma cidade pequena no interior, e vivendo em uma comunidade no interior do município, muito fechada, minha visão de mundo era extremamente limitada.”</span></i><span style="font-weight: 400"> Com a convivência na Universidade, e a experiência de morar na Casa do Estudante, Marcia diz que aprendeu a respeitar a diversidade de formas de pensar e viver, o que foi muito importante para sua formação como cidadã. A UFSM também lhe proporcionou muitas outras experiências de aprendizado e crescimento. </span><i><span style="font-weight: 400">“Fiz cursos de línguas oferecidos gratuitamente, assisti palestras, simpósios, exposições artísticas, apresentações teatrais e musicais, bem como de atividades físicas como natação.”</span></i><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="size-medium wp-image-1631 alignright" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/06/marcia_2-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" />Já no primeiro semestre da graduação, Márcia se engajou em atividades de pesquisa, entrando para um laboratório de pesquisa de zoologia de invertebrados, sob orientação da Profa Carla Kotzian, no terceiro semestre ela conseguiu uma bolsa de pesquisa pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Por intermédio do laboratório, ela atuou em programas ambientais para o licenciamento da Usina Dona Francisca, trabalhando no resgate da fauna na formação do lago da Usina. Paralelamente,  com um grupo de colegas, ela desenvolveu um projeto de levantamento da fauna do campus da UFSM, sob orientação da Profa Sonia Cechin. Durante esse levantamento, ela e os colegas registraram uma espécie de mamífero ameaçado de extinção, que ocupava os cursos d’água que passam pelo campus. Após a descoberta, o grupo solicitou audiência com os responsáveis pela administração do campus, para comunicar o fato e solicitar a não roçada nas proximidades desses cursos d’água. “Na época, não tivemos noção da proporção do nosso ato, mas atualmente é possível ver a vegetação relativamente preservada nas margens dos cursos d’água, certamente a preservação não se deu apenas pelo nosso ato, mas iniciou com nosso pedido, que foi reforçado pelos diversos estudantes que nos seguiram.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Márcia é muito grata à UFSM e ao curso de Ciências Biológicas pelas oportunidades que a instituição lhe abriu. “Entrei uma agricultora/feirante muito tímida, com visão de mundo muito limitada e saí uma bióloga e professora.” Depois de se formar, ela se mudou para Ribeirão Preto, onde fez mestrado e doutorado na USP. Em 2009, ela retornou à Santa Maria, associou-se ao laboratório onde realizou sua iniciação científica, com a Profª Carla Kotzian, e atuou coorientando alunos de Mestrado, e escreveu projetos de Pós-Doutorado. Em março do ano seguinte, foi aprovada em um concurso de professor substituto na unidade de Silveira Martins, onde trabalhou por dois meses. Em agosto do mesmo ano, ela iniciou o Pós-Doutorado na UNESP de Assis, com bolsa da FAPESP, a qual realizou até ser aprovada em concurso na UNIPAMPA em São Gabriel, onde ingressou em agosto de 2011, e trabalha até hoje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No momento em que ingressou na UNIPAMPA, ela foi desafiada a trabalhar com disciplinas específicas da licenciatura, formando professores, e mais tarde atuou na Coordenação do Programa de Bolsas de Iniciação à Docência do curso de Ciências Biológicas. Sua graduação e pós-graduação foram focadas na pesquisa, por isso, ao iniciar o exercício da docência, ela iniciou outro período de transformação. <i>“Me obriguei a ver a Biologia de outra forma, do ponto de vista do ensino, buscando formas de motivar os estudantes, e de tornar o ensino mais significativo.”</i><br /></span></p>
<p><i>Texto por: Gerônimo Souto Lima, acadêmico de Comunicação Social – Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i></p>
<p><i>Revisão: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paixão pela pesquisa e reconhecimento internacional: conheça Igor Kaefer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2019/06/23/paixao-pela-pesquisa-e-reconhecimento-internacional-conheca-igor</link>
				<pubDate>Sun, 23 Jun 2019 21:35:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[egresso]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=1558</guid>
						<description><![CDATA[Nascido no pequeno município de Caibaté, no noroeste do Rio Grande do Sul, próximo às Missões, Igor Kaefer foi uma criança bastante caseira, sempre rodeado de livros, paixão que nutre até hoje. Filho de mãe professora e pai bibliotecário, é natural que ele tenha escolhido a docência como profissão. “Quando adolescente, nem fazia ideia da possibilidade de exercer a atividade de pesquisador.” Hoje, ele concilia a docência e a pesquisa em sua atuação profissional como professor de graduação e pós-graduação na Universidade Federal do Amazonas (UFAM).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Nascido no pequeno município de Caibaté, no noroeste do Rio Grande do Sul, próximo às Missões, Igor Kaefer foi uma criança bastante caseira, sempre rodeado de livros, paixão que nutre até hoje. Filho de mãe professora e pai bibliotecário, é natural que ele tenha escolhido a docência como profissão. </span><i><span style="font-weight: 400">“Quando adolescente, nem fazia ideia da possibilidade de exercer a atividade de pesquisador.” </span></i><span style="font-weight: 400">Hoje, ele concilia a docência e a pesquisa em sua atuação profissional como professor de graduação e pós-graduação na Universidade Federal do Amazonas (UFAM).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="size-medium wp-image-1559 alignright" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/06/igor_kaefer-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" />Igor ingressou no curso de Ciências Biológicas da UFSM em 2004, por meio do Programa de Ingresso ao Ensino Superior (PEIES), com aprovação em primeiro lugar. </span><i><span style="font-weight: 400">“À moda antiga, ouvi meu nome pelo anúncio dos aprovados na estação de rádio. Este foi um dos dias mais felizes da minha vida.” </span></i><span style="font-weight: 400">Logo em seu primeiro ano de graduação, ele iniciou um estágio de iniciação científica sob supervisão da Profª Dra. Sonia Zanini Cechin, hoje diretora do CCNE. O amor pela área de investigação foi tanto, que é o mesmo no qual ele atua até hoje: herpetologia, o estudo da biologia de anfíbios e répteis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da iniciação científica, Igor realizou atividades tanto em pesquisa quanto em extensão. Sempre vinculado ao Laboratório de Herpetologia, sob supervisão da Profª Sonia. Um dos projetos de extensão do qual participou envolvia treinar, por meio de cursos e palestras, profissionais do Exército e do Corpo de Bombeiros, bem como estudantes, a respeito da prevenção de acidentes com animais peçonhentos, como cobras, lagartas, escorpiões e aranhas. Na área da pesquisa, atuou como bolsista no Programa de Educação Tutorial, com pesquisas em biologia de anfíbios e répteis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As pesquisas realizadas ao longo da graduação geraram inúmeras publicações científicas, o que possibilitou que ele realizasse um sonho que havia nutrido por muito tempo: cursar o Programa de Pós-Graduação em Ecologia no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Por conta do extenso número de publicações, Igor pôde progredir diretamente para o doutorado, sem necessidade do mestrado. Em 2012, aos 25 anos, ele se formou Doutor em Ecologia pelo INPA, e em 2013 passou a atuar como professor adjunto em Ecologia na UFAM, onde ele trabalha até hoje. Além da atuação como docente, Igor é coordenador do Comitê Científico de Ciências Biológicas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e é parte do Conselho Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ecologia do INPA. Ele também é Bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, e tem experiência na área de biologia animal, com ênfase em herpetologia. Em reconhecimento a sua contribuição cientifica, Igor tornou-se membro afiliado da Academia Brasileira de Ciência na <a href="http://www.abc.org.br/2015/10/16/simposio-e-diplomacao-dos-membros-afiliados-da-regional-norte-2015-2019/">categoria jovem cientista de até 40 anos (2015-2019).</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Falando sobre suas contribuições para a cidade de Santa Maria, ele diz que acredita ter contribuído realizando as atividades de ensino e extensão, com os treinamentos de prevenção. Mas sua maior contribuição, ele diz, são suas produções científicas de alcance internacional, que mantém bons índices de citação. </span><i><span style="font-weight: 400">“Fico muito feliz em ter contribuído, mesmo que na graduação, para o conhecimento da fauna do estado do Rio Grande do Sul e para os índices de produção científica da Universidade”</span></i><span style="font-weight: 400">. A graduação na UFSM foi essencial para sua formação como profissional, visto que foi na Universidade que ele descobriu a pesquisa científica e desenvolveu as habilidades necessárias para atuar como docente universitário, pesquisador e orientador nos níveis de graduação e pós-graduação. </span><i><span style="font-weight: 400">“Devo à UFSM a oportunidade de sair de uma cidade pequena do Rio Grande do Sul e ter tido a possibilidade de produzir conhecimento e alcançar pessoas e lugares em diferentes partes do mundo.”</span></i></p>
<p><i>Texto por: Gerônimo Souto, acadêmico de Comunicação Social – Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i></p>
<p><i>Revisão: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i></p>
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