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				<title>Projeto Encontros Piratas lança base de dados online sobre a predação marítima no Atlântico Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/06/projeto-encontros-piratas-lanca-base-de-dados-online-sobre-a-predacao-maritima-no-atlantico-sul</link>
				<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 14:07:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[atlântico]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[encontros piratas]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa é coordenada por professor do Departamento de História da UFSM]]></description>
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<p>O projeto de pesquisa Encontros Piratas lançou, no dia 25 de fevereiro, uma <a href="https://heuristref.net/encontrospiratas/web/539" target="_blank" rel="noopener">base de dados online</a> que reúne informações sobre a predação marítima no Atlântico Sul entre os séculos XVI e XIX. A plataforma busca centralizar informações dispersas sobre a predação marítima, oferecendo uma visão mais completa desse fenômeno histórico.</p>
<p>Coordenado pelo professor Adriano Comissoli, docente do Departamento de História da UFSM, o projeto investiga as incursões de piratas e corsários no Atlântico português, compreendendo a predação marítima como ataques de piratas a navios em alto-mar, assaltos a embarcações em águas sob jurisdição estatal, entre outras formas de predação praticadas em tempos de guerra ou de paz, e busca compreender sua influência nas políticas de defesa do império e na formação dos impérios coloniais.</p>
<p>A base de dados organiza informações extraídas de correspondências, relatos de viagem, ordens régias, provimentos militares e periódicos. Estruturada de forma relacional, ela permite estabelecer conexões entre eventos, pessoas e embarcações, possibilitando novas análises sobre a predação marítima. Atualmente a base de dados conta com as seguintes entidades: avistamentos, expedições, navios, notícias, piratas/corsários/armadores, presas, prisioneiros, propostas, relatos e saques.</p>
<p>A plataforma tem um caráter colaborativo, isso significa que ela é aprimorada tanto pelos pesquisadores vinculados ao projeto - além da UFSM, fazem parte nove universidades, duas delas internacionais - quanto pelos usuários que a utilizam, o que permite que usuários sugiram revisões e correções por meio da <a href="https://heuristref.net/encontrospiratas/web/539/531">página de contato.</a></p>
<p>Dessa forma, o projeto busca garantir que as informações estejam sempre atualizadas e corretas. “A ideia da base de dados é motivada pelo princípio de tornar públicos os dados da investigação em andamento. Desse modo, a base beneficia não apenas os pesquisadores diretamente envolvidos, mas cria um alicerce para outros trabalhos”, explica o professor Adriano Comissoli. Ele destaca ainda que a iniciativa reforça a transparência na ciência: “Qualquer pessoa pode conhecer os dados que usamos em artigos e livros. Esperamos que a base fomente novos trabalhos ou ajude outros em curso”.</p>
<p>Novas informações serão adicionadas periodicamente, de acordo com o avanço na coleta e análise de dados feitas pelos pesquisadores vinculados ao projeto.</p>
<p><em>Texto: Subdivisão de Comunicação do CCSH</em></p>
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