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				<title>Laboratório da UFSM tem aumento na demanda por mudas para áreas degradadas pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/17/laboratorio-da-ufsm-tem-aumento-na-demanda-por-mudas-para-areas-degradadas-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 11:27:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[LABSILVI vem fazendo um trabalho voltado à produção de mudas para estas áreas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66845" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg"><img class="wp-image-66845" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas moças agachadas em meio a um viveiro de mudas, uma delas mede uma planta com uma régua e outra anota em uma planilha" width="602" height="401" /></a> Júlia e Maria Luiza estão entre os bolsistas que têm auxiliado nas atividades[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">As chuvas torrenciais de maio devastaram grandes extensões de áreas ribeirinhas a cursos d'água. Não é preciso sair do Campus Sede da UFSM para constatar o estrago deixado pelas enxurradas. Em toda a região, não foi diferente. São quilômetros e quilômetros de áreas a serem recuperadas. Desta forma, tem aumentado a demanda por mudas junto ao Laboratório de Silvicultura (LABSILVI) e Viveiro Florestal da UFSM. Porém, não há mudas suficientes. E o processo de produção pode levar até dois anos.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora Maristela Machado Araújo, do Departamento de Ciências Florestais, explica que, para o reflorestamento de áreas degradadas pelas chuvas, são indicadas mudas de espécies arbóreas e arbustivas florestais, em especial as reófitas, que são adaptadas à condição de fluxo rápido da água em beiras de rios. Só que a produção destas mudas é complexa e demorada. E por isso, é pouco comum, principalmente em viveiros comerciais - daí o aumento da demanda ao LABSILVI.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A dificuldade inicial está na coleta de propágulos e sementes a partir de árvores matrizes selecionadas, um trabalho árduo que é feito por Maristela e por alunos da Engenharia Florestal na beira de rios e córregos. "As reófitas têm uma semente raríssima. Muitas vezes temos que nos apoiar nas árvores ribeirinhas para a coleta de materiais", relata. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A partir disso, já com os propágulos no LABSILVI, têm início as fases de produção (enraizamento ou germinação), de crescimento e rustificação da muda (prática de transição entre o viveiro e plantio). É um trabalho que demanda mão de obra e recursos para insumos (substratos, fertilizantes, fitoreguladores, recipientes, entre outros) </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">e equipamentos (sopradores, mesas suspensas)</span><span style="font-family: Times New Roman, serif">. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">As estufas, recentemente danificadas por ventos fortes, também carecem de reparos.</span></p>
[caption id="attachment_66846" align="alignleft" width="603"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg"><img class="wp-image-66846" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg" alt="foto colorida horizontal com 3 corredores de mudas, cada um deles com plantas em diferentes estágios de crescimento, de pequenos caules até plantas já crescidas" width="603" height="402" /></a> Mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas no Campus Sede[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora estima que, na região, sejam necessárias atualmente milhares de mudas de dezenas de espécies, as quais apresentam comportamento diferente em relação ao crescimento, demanda hídrica, nutricional e lumínica, além das diferentes técnicas necessárias para sua obtenção. Uma vez enraizadas, as reófitas são espécies que formam abundante sistema radicular e ramos flexíveis, se espalhando e estabilizando os taludes das margens com maior flutuação das águas fluviais.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Atualmente, o LABSILVI está com os estoques de mudas praticamente zerados, especialmente de reófitas. As mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA). A intenção é contribuir com as iniciativas do projeto <a href="https://www.ufsm.br/2024/07/23/projeto-da-ufsm-foca-na-engenharia-natural-para-recuperar-areas-degradadas-pelas-chuvas" target="_blank" rel="noopener">“Engenharia natural: recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle de erosão nas áreas afetadas pelos eventos meteorológicos extremos no Rio Grande do Sul”</a>, vinculado ao Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE) da UFSM.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela acredita ser necessária a realização de cursos de capacitação de produtores sobre produção de mudas e formação de pequenos viveiros florestais, visando ampliar o suprimento de mudas de qualidade utilizadas em práticas de restauração de áreas. O ideal seria que os próprios produtores se apropriassem das tecnologias e, em suas propriedades, multiplicassem plantas para restabelecer áreas.</span></p>
<h3>Preparação para início de reflorestamento</h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela explica que a produção de mudas representa o início de um reflorestamento com objetivo comercial ou ambiental. Cada planta deve apresentar qualidade genética, física, fisiológica e sanitária, sendo capaz de se estabelecer no campo sem os cuidados recebidos no viveiro (que é um "berçário" para a semente germinar e ter seu desenvolvimento inicial). Desse modo, cada pequena planta produzida no viveiro somente existe porque houve planejamento e ações, desde a coleta do material utilizado na propagação, semeio e, posteriormente, o manejo, cujo tempo varia de oito a 24 meses, dependendo do porte da muda e da espécie.<br /><br />Daí a importância de um trabalho profissional e bem executado, como desenvolvido no LABSILVI. Localizado próximo à várzea, no Campus Sede, o laboratório e viveiro conta atualmente com área de produção de mudas, local para equipamentos e insumos e espaço didático para capacitação teórica e prática. O trabalho é conduzido por professores, oito alunos de graduação, dois de mestrado e três de doutorado.</span></p>
[caption id="attachment_66847" align="alignright" width="511"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg"><img class="wp-image-66847" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas, aparecendo somente braços e joelhos agachados, medindo plantas e anotando em planilha" width="511" height="340" /></a> Produção de mudas envolve várias etapas e pode levar até 24 meses[/caption]
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif">A importância do trabalho de acadêmicos</span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Além da mão de obra e de recursos disponíveis, são cada vez mais necessárias pesquisas relacionadas ao acesso aos propágulos, armazenamento, à conservação e multiplicação de plantas. Enfim, estudos que otimizem a produção de mudas, especialmente de espécies reófitas. É nisso que pesquisadores e acadêmicos de graduação e pós-graduação em Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR) estão empenhados. Alguns alunos, por exemplo, têm ajudado tanto nas coletas na beira de cursos d´água quanto no trabalho no viveiro.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Júlia Luiza Stahl, mestranda, e Maria Luiza Bertanha, graduanda em Engenharia Florestal, estão entre os bolsistas que acompanham os processos com as mudas nos espaços do LABSILVI. "É muito importante para nós esta prática, porque proporciona experiência profissional ao mesmo tempo em que aplica ensino, pesquisa e extensão", comenta Júlia.</span></p>
<p><em>Texto e fotos: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM foca na engenharia natural para recuperar áreas degradadas pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/23/projeto-da-ufsm-foca-na-engenharia-natural-para-recuperar-areas-degradadas-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 11:19:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
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		<category><![CDATA[ciências florestais]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia natural]]></category>

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						<description><![CDATA[Objetivo é revegetar áreas ribeirinhas por meio da recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle da erosão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66360" align="alignright" width="671"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45-1.jpeg"><img class="wp-image-66360" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45-1.jpeg" alt="imagem colorida horizontal mostra, em três linhas horizontais, a evolução de uma área, na imagem de cima, seca e sem vegetação; na imagem do meio, já com bastante verde; e na foto de baixo, mato já consolidado." width="671" height="470" /></a> Amostra de intervenção realizada pela equipe da UFSM no Rio Pardinho, em Santa Cruz do Sul, em parceria com a Corsan[/caption]
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Os eventos climáticos extremos deste ano causaram danos significativos nas áreas ribeirinhas de rios e córregos na região e em outras áreas do Rio Grande do Sul, sendo necessárias ações para mitigar os impactos ambientais e preparar a vegetação ciliar para eventos futuros. Alinhado à proposta da UFSM de desenvolver projetos relacionados ao enfrentamento da crise climática, por meio do <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE)</a>, surge o projeto "Engenharia natural: recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle de erosão nas áreas afetadas pelos eventos meteorológicos extremos no Rio Grande do Sul”. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">O coordenador do projeto, Fabricio Sutili, professor do Departamento de Ciências Florestais, explica que a ideia surgiu após as enchentes de abril e maio. A partir d</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">e</span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large"> experiências anteriores da UFSM, ele afirma que é possível desenvolver projetos de engenharia natural específicos para revegetar e estabilizar áreas afetadas pelas enchentes. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">A engenharia natural utiliza técnicas vegetativas, também chamadas de biotécnicas, para controle da erosão do solo, estabilização de margens fluviais e, até certo ponto, a estabilização de encostas e taludes. Integrando ecologia, biologia e engenharia, a engenharia natural emprega plantas, solo e materiais inertes para criar estruturas sustentáveis e resilientes. Estas soluções são consideradas eficazes e proporcionam um método natural e duradouro para a preservação ambiental e recuperação de áreas degradadas.</span></span></span></p>
<h3><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Ações serão realizadas durante dois anos</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Diversas ações estão previstas para serem desenvolvidas até setembro de 2026. A começar pela elaboração de projetos para a recuperação de áreas afetadas, por meio de levantamentos de dados e topografia, e posterior seleção das técnicas adequadas para cada situação, resultando na elaboração de projetos. Inicialmente, deverão ser contempladas áreas afetadas no Campus Sede da UFSM e na região de abrangência do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (Condesus) da Quarta Colônia.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Outro objetivo é o treinamento de pessoal para a produção de mudas de espécies nativas ripárias não comuns em viveiros comerciais. Espécies nativas ripárias são plantas que crescem naturalmente nas margens dos rios e córregos. Elas estabilizam o solo, reduzem a erosão, protegem as áreas agrícolas adjacentes, melhoram a qualidade da água e fornecem habitats para a fauna local. "Neste projeto, damos atenção especial às plantas reófilas, um subgrupo de ripárias que são as mais eficazes na estabilização fluvial e oferecem os melhores resultados hidráulicos durante eventos climáticos extremos", explica Sutili, ressaltando que serão utilizadas exclusivamente espécies nativas. </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Um outro projeto, focado na produção destas mudas na UFSM e complementar a esta iniciativa, também deverá ser executado por meio do CARE.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Serão oferecidos dois tipos de cursos: capacitação na elaboração, acompanhamento e implantação de projetos de engenharia natural e cursos sobre a produção de mudas de espécies reófilas nativas, um conhecimento ainda pouco difundido entre viveiristas e profissionais da área. As capacitações começarão no segundo semestre deste ano, com datas específicas a serem divulgadas em breve. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">O projeto conta atualmente com a parceria de prefeituras do Condesus Quarta Colônia e da Emater. "Temos a intenção de ampliar essa colaboração durante a fase de treinamentos para incluir outros órgãos governamentais, entidades de classe e empresas de engenharia e consultoria ambiental", afirma Sutili.</span></span></span></p>
<h3><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Equipe com experiência</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Além do professor Sutili, responsável pelo planejamento estratégico e supervisão técnica, a equipe técnica do projeto é composta por Rita S. Souza, especialista em técnicas de engenharia natural, responsável pela seleção de espécies vegetais e técnicas de plantio, elaboração dos projetos e treinamentos técnicos, e Junior Dewes, coordenador de campo, responsável pela implementação das ações e coletas de informações, elaboração dos projetos e treinamentos técnicos. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45.jpeg"><img class="wp-image-66361 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-22-at-11.20.45.jpeg" alt="" width="466" height="324" /></a>A equipe tem experiência em projetos de engenharia natural, com capacidade técnica em restauração ecológica e controle de erosão em ambientes fluviais, por meio de projetos já implementados no estado e em outras regiões do país. "A UFSM é pioneira e referência nacional nessa área", afirma Sutili. Alguns dos projetos já executados foram em parceria com empresas como Petrobras, Transpetro e Corsan.</span></span></span></p>
<h3><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Iniciativa multidisciplinar</span></span></span></h3>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Além de professores e acadêmicos da Engenharia Florestal, o projeto tem potencial para incluir outros cursos no futuro. Inclusive há a intenção de incluir temas ligados à engenharia natural nos currículos de graduação e pós-graduação da UFSM, capacitando os futuros profissionais e pesquisadores. "A combinação de conhecimentos em ecologia, engenharia e gestão ambiental torna o projeto atrativo para profissionais com diferentes formações", observa o coordenador.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Sutili destaca a urgência na recuperação rápida e sustentável dos ecossistemas afetados, e acredita que a iniciativa será fundamental para isso, aumentando a resiliência tanto ecológica como hidráulica das margens, reduzindo, com isso, a vulnerabilidade das áreas a eventuais futuros eventos climáticos extremos. </span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Helvetica, serif"><span style="font-size: large">Ele também destaca a importância do vínculo com o CARE/UFSM, que proporciona uma estrutura de apoio e colaboração. "O CARE facilita o diálogo entre os professores e diversas fontes de financiamento. Além disso, serve como um aval oficial da Reitoria, o que confere credibilidade e segurança às iniciativas, potencializando o sucesso e a obtenção de recursos", afirma.</span></span></span></p>
<p>A Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (ADESM) e o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (Condesus) da Quarta Colônia são algumas das entidades que estão articulando em busca de financiamento para os projetos do CARE/UFSM.</p>
<p><em>Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli/Agência de Notícias</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Lançamento da edição número 51 da Revista Ciência &amp; Ambiente destaca Plantas para Engenharia Natural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2024/07/17/lancamento-da-edicao-numero-51-da-revista-cienciaambiente-destaca-plantas-para-engenharia-natural</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 17:20:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ciência&ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia natural]]></category>

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						<description><![CDATA[ A mais recente edição da revista Ciência &amp; Ambiente, número 51, acaba de ser lançada, trazendo um tema de grande relevância para a sustentabilidade e conservação ambiental. Sob o título &#8220;Plantas para Engenharia Natural&#8221;, esta edição explora a caracterização biotécnica de plantas para uso no controle de erosão, na estabilização de taludes e na perenização [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> <a href="https://cienciaeambiente.com.br/51-2/"><img class="wp-image-10227 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/07/cienciaambiente-julho-2024-217x300.jpg" alt="" width="362" height="500" /></a>A mais recente edição da revista <a href="https://cienciaeambiente.com.br/"><strong>Ciência &amp; Ambiente</strong></a>, número 51, acaba de ser lançada, trazendo um tema de grande relevância para a sustentabilidade e conservação ambiental. Sob o título "Plantas para Engenharia Natural", esta edição explora a caracterização biotécnica de plantas para uso no controle de erosão, na estabilização de taludes e na perenização de cursos de água.</p>
<p>Inserido no contexto do Bioma Mata Atlântica, o estudo conta com a colaboração dos pesquisadores: Rita dos Santos Sousa, Paula Leticia Wolff Kettenhuber, Luciano Denardi e Fabrício Jaques Sutili. O trabalho aborda de forma detalhada a importância das plantas na engenharia natural, destacando suas funções biotécnicas essenciais para a manutenção e recuperação dos ecossistemas.</p>
<p>A revista Ciência &amp; Ambiente é conhecida por sua abordagem interdisciplinar e rigor científico, e esta edição não é exceção. Os autores trazem uma análise abrangente e aplicada das espécies vegetais que desempenham um papel essencial na proteção do solo e dos recursos hídricos, promovendo práticas sustentáveis e soluções baseadas na natureza.</p>
<p>Esta edição oferece uma leitura essencial para pesquisadores, engenheiros ambientais, gestores de recursos naturais e todos os interessados em soluções inovadoras para a conservação do meio ambiente. <a href="https://cienciaeambiente.com.br/shared-files/5076/?51.pdf"><strong>A revista está disponível para leitura clicando aqui.</strong></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inicia projeto de Proteção Sustentável para Sanga Lagoão do Ouro: Inovação com Engenharia Natural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/2023/11/27/ufsm-inicia-projeto-de-protecao-sustentavel-para-sanga-lagoao-do-ouro-inovacao-com-engenharia-natural</link>
				<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 19:55:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia natural]]></category>
		<category><![CDATA[LabEN]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[sanga]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/?p=2555</guid>
						<description><![CDATA[Se você costuma andar pelo campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em algum momento já passou pela Sanga Lagoão do Ouro, um curso d’água que liga a parte norte a parte sul da UFSM. A Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), em parceria com o Laboratório de Engenharia Natural (LabEN), está dando passos significativos em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_2556" align="alignleft" width="208"]<img class="wp-image-2556" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/343/2023/11/IMG_8209-225x300.jpeg" alt="" width="208" height="277" /> Parte da Sanga Lagoão do Ouro, próxima ao Arco de entrada da UFSM[/caption]
<p>Se você costuma andar pelo campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em algum momento já passou pela Sanga Lagoão do Ouro, um curso d’água que liga a parte norte a parte sul da UFSM. A Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), em parceria com o <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/laben">Laboratório de Engenharia Natural</a> (LabEN), está dando passos significativos em direção à sustentabilidade ambiental com o desenvolvimento de um projeto inovador para a proteção e revestimento vegetal das margens e leito da Sanga. A proposta, parte da renovação da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/licenca-de-operacao-do-campus-sede-da-ufsm">Licença de Operação</a> da UFSM, promete ser um marco no equilíbrio entre a engenharia e a preservação ambiental.</p>
<p>O Setor de Planejamento Ambiental, da PROINFRA, é o órgão responsável por tratar das questões ambientais da UFSM. Segundo Nicolli Reck, Engenheira Sanitarista e Ambiental e Coordenadora de Gestão Ambiental, o LabEN apresentou ao setor um documento referente ao "Projeto Conceitual de Proteção e Revestimento Vegetal". Esse documento destaca uma abordagem inovadora, com técnicas de Engenharia Natural que marcam um significativo avanço na busca por práticas sustentáveis em contraposição às soluções tradicionais de Engenharia Civil. O projeto visa não apenas solucionar os processos erosivos na Sanga Lagoão do Ouro, mas fazê-lo de maneira ecologicamente consciente.</p>
<h2><strong>Como vai funcionar o projeto</strong></h2>
<p>O plano se desdobrará em três fases distintas: projeto conceitual, projeto básico e projeto executivo. A fase conceitual, apresentada no documento, destaca a análise detalhada dos processos erosivos, propondo soluções que incorporam a vegetação como um elemento construtivo vivo.</p>
<p>O Engenheiro Florestal e professor Dr. Fabrício Sutili, juntamente com a Engenheira Biofísica e pesquisadora de pós-doutorado Rita Sousa, lideram o projeto. De acordo com a pesquisadora, a Engenharia Natural é muito utilizada mundialmente em obras de proteção e estabilização de margens e leitos de rios, córregos ou semelhantes: “<em>as plantas deixam de ser consideradas apenas do ponto de vista estético, passando a desempenhar funções de elemento vivo construtivo, podendo ser utilizadas de forma isolada, ou combinadas com materiais inertes</em>”, afirma Rita. Além disso, o projeto se alinha aos princípios da sustentabilidade, promovendo a utilização consciente dos recursos naturais.</p>
<p>A Engenharia Natural, apesar de seu uso em constante crescimento, ainda enfrenta desafios em comparação com as técnicas tradicionais de construção. Para Rita, o desafio está na falta de conhecimento sobre essas técnicas:</p>
<blockquote>
<p>“<em>O maior desafio é a aplicação destes conceitos que seguem uma visão de uma engenharia que é mais ecológica, mas tem resultados técnicos iguais aos das obras tradicionais, e que são ainda mais potencializados do ponto de vista ambiental</em>”, diz a pesquisadora.</p>
</blockquote>
<p><strong>Dessa forma, a UFSM destaca-se como uma instituição comprometida com a inovação sustentável, buscando soluções que transcendem as demandas convencionais da engenharia, assumindo um papel crucial na disseminação de abordagens inovadoras, como a engenharia natural. O projeto da Sanga Lagoão do Ouro representa um passo significativo na busca por práticas mais responsáveis e ecológicas no campo da engenharia.</strong></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Camila Londero, acadêmica de Jornalismo<br /></em><em>Foto: Camila Londero</em></p>
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													</item>
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