<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=engenharias" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Sun, 06 Sep 2026 03:45:21 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Projeto FormAção realiza workshop no CE Edna May Cardoso</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2026/08/26/projeto-formacao-realiza-workshop-na-emef-edna-may-cardoso</link>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:43:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#Formação]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[meninas na ciência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=437</guid>
						<description><![CDATA[A atividade foi realizada com alunas bolsistas da escola
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na última terça-feira, 25 de agosto, o projeto FormAção esteve no CE Edna May Cardoso, realizando um workshop sobre o uso de GeoGebra Online, um software de matemática dinâmica que reúne planilhas, álgebra, gráficos, geometria, estatística e cálculo para todos os níveis de ensino. O workshop foi conduzido pelos alunos Renan Darlei Selli e Áurea Elizabete Silva Falqueto, do curso de Engenharia de Telecomunicações.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/08/Captura-de-tela-2026-08-26-143844-768x576.jpg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto no CE Edna May Cardoso</figcaption>
										</figure>
		<p>A atividade foi realizada com alunas bolsistas da escola, abordando a exploração da plataforma de forma interativa, como controles deslizantes e ferramentas de visualização, permitindo que as alunas desenvolvessem atividades práticas nos computadores. Também  foram abordadas construções geométricas, como pontos, retas, segmentos e polígonos, além dos conceitos de paralelismo e perpendicularidade. </p>		
										<figure>
										<img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-26-at-13.41.46-768x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Atividade sendo conduzida por alunos do curso de Engenharia de Telecomunicações</figcaption>
										</figure>
		<p>As ações usam os conceitos da área na solução de problemas cotidianos e demonstram como eles podem ser aplicados em tecnologias atuais. Iniciativas como essas buscam associar os conteúdos já vistos em sala de aula com as práticas da área STEM, construindo uma relação de pertencimento com a área e aproximando a comunidade escolar da Universidade.</p><p><em>Notícia: Marina Goularte Marques</em></p>
<p><em>Fotos: Candice Muller</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Isolamento, machismo velado e diminuição de mulheres nas áreas STEM: por que o debate de gênero emerge como necessidade?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/05/30/isolamento-machismo-velado-e-diminuicao-de-mulheres-nas-areas-stem-por-que-o-debate-de-genero-emerge-como-necessidade</link>
				<pubDate>Fri, 30 May 2025 23:18:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
		<category><![CDATA[computação]]></category>
		<category><![CDATA[diminuição]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[machismo]]></category>
		<category><![CDATA[machismo velado]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[stem]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=210</guid>
						<description><![CDATA[Professoras e estudante compartilham experiências e tentativas de mudanças nas Engenharias, Computação e Ciências Exatas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em uma sala de aula da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), há um quadro com números que ensinam questões estatísticas e, nas cadeiras dispostas pela sala, duas mulheres entre vários homens. Uma delas é Yasmin Pires, estudante do 7º semestre de Estatística. Essa imagem representa o isolamento de meninas e mulheres na chamada área STEM: Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (em inglês, Science, Technology, Engineering and Maths). A graduação é motivo de orgulho para ela. “Estar adentrando uma área em que não há uma presença feminina significativa me parece muito disruptivo, então o fato de eu estar aqui é muito satisfatório pra mim. Mas é um pouco solitário também”, comenta. Yasmin conta que, quando ingressou na UFSM, em 2022, em sua turma havia apenas mais uma mulher. Tem contato com alunas de outras turmas, mas as disciplinas que cursa geralmente não recebem mais do que duas ou três mulheres.<br /><br />A sensação de isolamento em cursos como o da Estatística não é exceção. Invisibilidade no local de trabalho, preconceito de gênero, maior dificuldade para chegar em posições de prestígio e atribuição de papeis de cuidado são relatos comuns de profissionais de áreas como as Engenharias, a Computação e as Ciências Exatas. No ambiente acadêmico, que é de formação, o debate sobre gênero também é escasso. Yasmin relata que, em uma disciplina do primeiro semestre, foi apresentada a uma lista com mulheres relevantes para a estatística, mas considera o tema menos presente do que deveria. Quem insere estes questionamentos são as professoras do curso, que são três, e que Yasmin considera inspiradoras.<br /><br />Uma delas é Renata Rojas Guerra, que se mudou de Uruguaiana para Santa Maria para estudar Economia. Depois, fez mestrado em Engenharia de Produção na UFSM e Doutorado em Estatística na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Renata teve orientadores homens tanto no mestrado quanto no doutorado, e não raro ouvia elogios a eles por nunca terem assediado as alunas. Para ela, isso sempre provocou estranhamento e incômodo.</p>		
							<b><i>“Hoje eu ainda escuto e aí acho mais estranho ainda. Era uma coisa que todo mundo falava como um elogio. Aí a gente vê como tem um caminho a seguir. A pessoa faz a obrigação dela, que é não assediar seus estudantes, e está sendo aclamada por isso”, desabafa.</i></b>
			<h3>Diminuição de mulheres na área STEM</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em maio de 2023, foi lançado o relatório <b><i><u>‘</u></i></b><b><i><u><a href="https://sbm.org.br/wp-content/uploads/2023/05/Noticiario_SBM_202305nroedicao_especial.pdf">Sexo e Raça em Matemática, Matemática Aplicada e Estatística: perfil dos estudantes de graduação no Brasil</a></u></i></b><b><i><u>’</u></i></b>, feito pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC) e Associação Brasileira de Estatística (ABE). Renata foi uma das pesquisadoras envolvidas na coleta, tratamento e análise dos dados. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Uma das conclusões do relatório é a diminuição do ingresso e permanência de meninas e mulheres nos cursos analisados. Se em 2009 as mulheres eram 42% das ingressantes, em 2019 passaram a ser 39%. Quanto ao número de formadas, em 2009 elas eram 49%, enquanto em 2019, 47%. Ao olhar para a especificidade dos dados de cursos de bacharelado, a porcentagem de ingressantes é mais baixa: 39% em 2009 e 28% em 2019. Enquanto em 2009 se formavam 43%, em 2019 esse índice diminuiu para 37%.</p><p> </p>		
							<b>Renata conta que os números, que sempre foram sua paixão, nesse momento trouxeram um ponto de alerta: diferente de Yasmin, suas turmas de graduação, mestrado e doutorado tinham várias mulheres. “É muito triste e preocupante, porque tinha muitas. Quando fomos olhar os dados do boletim, vimos que tá diminuindo a proporção de mulheres”, comenta. A percepção da docente é de que este número continua em decréscimo: na UFSM, em 2024, havia uma mulher em uma turma de 11 calouros. Neste ano, novamente, uma única mulher, desta vez em uma turma de 17 estudantes.</b>
		<p>Uma das hipóteses da diminuição do ingresso feminino neste curso é porque a profissão começou a ser mais valorizada. Renata comenta que é um apontamento feito por uma colega, com o qual ela concorda: “A profissão começou a entrar no hall das melhores, das profissões mais bem pagas, né? O cientista de dados ganha mais que um médico no início da carreira, essas propagandas que fazem. E eu acho que isso realmente faz com que os homens comecem a se interessar mais por esses cursos e acabam tirando o espaço que antes era mais das mulheres”, explica.</p>		
			<h3>‘Shhh!’: machismo velado</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-cbfdca39-7fff-7bd6-83ad-93580b9fbcee" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A desigualdade de gênero no ambiente universitário e de trabalho não se manifesta apenas por meio de situações criminosas de assédio. Muitas vezes, são práticas cotidianas de machismo velado, como delegar tarefas de gestão, burocráticas e de cuidado para as mulheres - mesmo que as mesmas sejam pesquisadoras e docentes de alto nível. Desde a ata até a preocupação com o coffe break de um evento, são designadas para elas. Por serem tão naturalizadas, podem passar despercebidas. A professora do Departamento de Engenharia Ambiental e Sanitária, Débora Missio Bayer, conta que não sentiu isolamento em sua formação como engenheira civil. Ela sente que tinha uma certa inocência com relação a não ser afetada pelos estereótipos e preconceitos de gênero. “Aí tu começa a trabalhar e parece que tudo leva um esforço maior: aí tu começa a perceber essas diferenças”, comenta.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O nascimento da filha, Julia, em janeiro de 2020, foi responsável por um chacoalhão. Com a pandemia e o retorno da licença em modelo remoto, Débora não conseguiu voltar a trabalhar na mesma intensidade que antes. Com a maternidade, o olhar se transformou. “Do grupo das minhas colegas de faculdade, poucas seguimos a carreira. [Quase] todas largaram a engenharia, umas por causa da maternidade, outras por outros motivos. Poxa, quantas? Porque os meninos todos estão trabalhando como engenheiros”, desabafa. A percepção da sobrecarga, tanto própria quanto das colegas de turma, inquietou Débora. Para ela, não é mais possível ignorar o debate de gênero no ambiente das áreas de Engenharias, Exatas e Computação.</p><p> </p>		
							“Quando tu vê uma situação de preconceito ou de assédio, tu vê a vida daquela pessoa ser alterada. Se já não alterou a vida emocionalmente, [também altera] na profissão, porque às vezes essas ocorrências são práticas: é um credenciamento no programa, uma chance que se dá pra um homem em vez da mulher. Tu começa a te afetar, né? A te sentir mal por isso”, relata Débora.
		<p>Apesar de não ter sofrido nenhuma situação de assédio sexual ou moral, Débora conta que, como coordenadora de curso, já auxiliou alunas que passaram por estas violências. Sobre estereótipos de gênero com mulheres da área, ela comenta: “Imagina tu ser uma engenheira de obras, de transportes, uma engenheira eletricista, sempre tem um peso. ‘Ah, foi uma mulher que fez o projeto dessa ponte. Será que é confiável?’ Ninguém questiona isso se é o projeto de um homem’. Para Renata, uma situação que a marcou negativamente foi quando recebeu uma avaliação discente anônima no final de um semestre: “Recebi um comentário dizendo que eu usava minissaia - e eu posso dizer que nunca usei, mas se usasse também não teria problema - e que eu derrubava o apagador de propósito para pegar ele no chão…”.</p>		
			<h3>GuriasTec nasce para provocar incômodos</h3>		
		<p>Débora e Renata são as coordenadoras do programa GuriasTec, que contempla cursos das áreas de Engenharias, Computação e Ciências Exatas. Um dos objetivos é o acolhimento às estudantes da UFSM, para diminuir a sensação de isolamento e aumentar a de pertencimento. O incômodo com a pouca presença de gurias e a ausência do debate de gênero foram motivadores para a criação da iniciativa. “Não vamos conseguir reinventar a roda, mudar o mundo, mas acho que vamos conseguir fazer um pouquinho de mudança”, reflete Débora. Para ela, são pequenas ‘perturbaçõezinhas’ que se deve causar na Universidade. “Criar um ambiente de acolhimento, onde as meninas se sintam acolhidas, com quem elas possam contar. Se elas precisarem, vai ter alguém para dar uma mão, para ajudar a se sentirem mais confortáveis dentro daquele lugar, que se sintam no lar delas”, projeta.</p><p>Por meio de vários projetos, o GuriasTec vai até quatro escolas de Santa Maria: EMEF Adelmo Simas Genro, EMEF Diácono João Luiz Pozzobon, EMEF Pão dos Pobres Santo Antônio e Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso. Cinco alunas de cada uma das escolas são bolsistas de iniciação científica júnior (ICJ) e vão participar de variadas atividades, tanto no ambiente escolar quanto no universitário. Para Renata, ir até as escolas é importante para tentar mudar a realidade de pouca inserção de mulheres nas áreas em que elas atuam:</p>		
							“A gente não pode usar a régua de mulheres em posições de poder, que as pessoas veem como mérito. ‘Ah, ela é mulher e chegou lá, então outras mulheres também podem chegar’. A gente tem que usar a régua das meninas que estão nas escolas e tentar fazer com que elas tenham as oportunidades de chegar onde a gente chegou de maneira mais fácil. Se a gente não fizer isso, vai ter uma Renata e uma Débora nas posições que estamos hoje. Mas e todas as outras?”
		<p id="docs-internal-guid-c77f079c-7fff-e332-d722-7d1d03bc4331" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O projeto, para Yasmin Pires, é uma forma de mostrar para as meninas as possibilidades que existem na universidade. “Eu sei como é ser uma adolescente que não sabe qual faculdade/carreira escolher, que não se acha pertencente a nada e não se acha capaz de nada. É muito assustador! E como uma mulher presente em uma área dominada por homens, acredito estar nesse projeto obrigatório, já que posso estar “recrutando” futuras estaticistas brilhantes”, declara. A falta de incentivo para meninas nestas áreas se perpetua na escola, mas começa quando as meninas são crianças e são incentivadas a brincadeiras relativas ao cuidado, como as bonecas, enquanto os meninos são presenteados com carrinhos, kits de cientistas e ferramentas de brinquedo. Yasmin lembra que brincava muito de boneca: “Minha vó era costureira, e ela me ensinava a costurar as roupinhas. Basicamente me incentivavam a brincar de “mãe”. Mas acho que os brinquedos que eu mais gostava eram aqueles de montar. Sabe aquelas mini casinhas de madeira que você montava uma cidadezinha? Adorava brincar com aquilo”.</p><p><br />As ações do programa GuriasTec já começaram, por meio das visitas do Conhecer + às escolas. As notícias podem ser acessadas <u><a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/05/21/conhecer-visita-escolas-de-santa-maria"><i><b>aqui</b></i></a></u> e <u><i><b><a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/05/27/conhecer-emef-adelmogenro">aqui</a>.</b></i></u></p>		
			<h3>[Bastidores]</h3>		
		<p>Enquanto escrevia esta reportagem, ao falar do acolhimento ‘às estudantes’, a própria ferramenta de texto do GoogleDocs me sugeriu uma correção: achou que eu deveria estar falando ‘dos estudantes’. Até aqui, o debate de gênero é necessário. </p>		
													<img width="834" height="564" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-30-at-20.29.30.jpeg" alt="" />													
		<p id="docs-internal-guid-8d17fbff-7fff-ce75-5d54-ce2645bb8f4d" dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Expediente:</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Samara Wobeto, jornalista.</p><p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec: UFSM desenvolve projeto de equidade de gênero na área de tecnologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/11/22/guriastec-ufsm-desenvolve-projeto-de-equidade-de-genero-na-area-de-tecnologia</link>
				<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 19:37:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[computação]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5912</guid>
						<description><![CDATA[Projeto surgido em parceria do CT com o CCNE envolve várias unidades da UFSM e terá financiamento do CNPq.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A partir de uma percepção de escassez nas representações femininas, em especial negras e indígenas, no ambiente universitário, especialmente nas áreas de tecnologia, surge um novo projeto da UFSM. Trata-se do projeto <em><strong><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=425271" target="_blank" rel="noopener">GuriasTec</a></strong></em> que, em parceria com a rede pública de educação básica, visa atenuar essa defasagem por meio da construção coletiva. O projeto envolve dois grandes centros de ensino da UFSM, o CT e o CCNE, e quatro escolas públicas, todas localizadas em regiões periféricas. Recentemente, o projeto foi aprovado na chamada pública "<a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/doc-pdf/cnpq-mcti-mmulheres-n-31-2023-meninas-nas-ciencias-exatas-engenharias-e-computacao.pdf/view" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Meninas nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação</strong></em></a>" do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e terá financiamento do CNPq.</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com o objetivo de potencializar o protagonismo social de meninas e mulheres de escolas da periferia de Santa Maria, o projeto GuriasTec busca incentivar o interesse de alunas no ingresso, formação, permanência e ascensão em carreiras nas áreas de Ciências Exatas, Engenharias e Computação. O público de interesse são estudantes de escolas públicas do Ensino Fundamental e Médio, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade, com a finalidade de compartilhar experiências e aprendizados, difundindo o conhecimento das profissões científicas e tecnológicas em uma linguagem acessível.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":5913,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/IMG_6630-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-5913" /><figcaption class="wp-element-caption">Servidoras participantes do projeto GuriasTec: Evelyn Paniz Possebon, Marcia Pasin, Andrea Schwertner Charão, Jaqueline Quincozes da Silva Kegler, Eliane Cristina Amoretti e Lais Helen Loose.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<p><strong>Contexto de surgimento do projeto</strong></p>
<p>Santa Maria é um polo de educação, com cerca de dez instituições de ensino superior. Dentre elas, a UFSM tem um lugar de destaque, por ser uma instituição pública, com infraestrutura, apoio socioeconômico e ensino de qualidade em diferentes áreas e níveis. Por isso, é dela que se espera o início de movimentos para transformação da realidade, com um olhar cuidadoso para as vulnerabilidades socioeconômicas e étnico-raciais. Dada a realidade de vulnerabilidade das regiões periféricas da cidade, é especialmente importante que, nessas regiões, as meninas sejam estimuladas a perceberem e a buscarem novas possibilidades; para que seja expandido o mundo em que elas se percebem fazendo parte e, por consequência, possibilitando a mudança de suas realidades educacionais e sociais.</p>
<p>Dentre os cursos da UFSM na área de Ciências Exatas (Matemática, Química, Física e Estatística), de Engenharias (Elétrica, Civil, Química, Mecânica, Ambiental e Sanitária, Produção, Controle e Automação, Acústica, Computação, Aeroespacial e Telecomunicações); de Computação (Ciência da Computação e Sistemas de Informação) e de Arquitetura e Urbanismo, apenas 29,85% dos ingressantes foram mulheres no período de 1970 até o momento.</p>
<p>Na análise curso a curso, é possível identificar que em alguns o percentual de mulheres ingressantes não chegou a 20% - o curso de Engenharia Mecânica tem o menor percentual (8% de ingressantes femininas). Mesmo no curso de Arquitetura e Urbanismo, que tem a maior procura por mulheres (cerca de 75% de ingressantes femininas no período analisado), as professoras enxergam a necessidade de uma mudança para além do ingresso, uma mudança estrutural na sociedade e nas instituições - o que justifica o seu engajamento no projeto.</p>
<p>Em relação à representatividade feminina nos departamentos didáticos, o Centro de Tecnologia possui em seu quadro docente apenas 28% de mulheres, enquanto que no Centro de Ciências Naturais e Exatas, considerando os departamentos de Estatística, de Química, de Física e de Matemática, é de apenas 35%. A representatividade de negras e indígenas é irrisória. Considerando que, para ingressar na carreira docente na Instituição é necessário um alto nível de escolaridade (doutorado) é possível perceber como o percurso é ainda mais complexo para as mulheres negras e indígenas.</p>
<p>Logo, o contexto aponta que ainda é necessário um esforço conjunto para a criação e/ou a consolidação de políticas e de estímulos que tornem as áreas em questão de interesse de atuação das meninas. Para além do ingresso delas na Educação Superior, seja ele pelo sistema de cotas ou universal, faz-se necessário minimizar as possíveis distorções, preconceitos e dificuldades oriundas de suas bagagens pessoais, de modo a não afetarem o seu desempenho acadêmico. Nessa conjuntura, ampliar a conexão da sociedade com a UFSM, em especial das meninas, se faz pertinente e urgente.</p>
<p><strong>O projeto</strong></p>
<p>O GuriasTec é uma iniciativa de docentes e técnicas administrativas em educação (TAEs) do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM. Atualmente, integra em sua equipe 23 servidoras das unidades de ensino já citadas e do Centro de Educação (CE), Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) e Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED).</p>
<p>Além da equipe da UFSM, o projeto conta com a participação do <em><strong><a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/smed/1082-nucleo-de-tecnologia-educacional-municipal-santa-maria" target="_blank" rel="noopener">Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal de Santa Maria (NTEM)</a></strong></em> e das seguintes escolas municipais: Escola Municipal de Ensino Fundamental Diácono João Luiz Pozzobon, Escola Municipal de Ensino Fundamental Adelmo Simas Genro e Escola Municipal de Ensino Fundamental Pão dos Pobres Santo Antônio e Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso.</p>
<p>A vigência do GuriasTec será de três anos, prevendo a oferta de 28 bolsas de estudo, destinadas a alunas dessas escolas, professoras da educação básica e discentes de iniciação científica, pós-doutorado e divulgação científica. O projeto também disponibilizará recursos para custeio, tendo em vista a recente aprovação do projeto na chamada pública nº 31/2023 do MCTI/CNPq.</p>
<p>Quanto aos resultados esperados, o projeto prevê além da parceria com escolas, NTEM e lideranças indígenas, a capacitação de pelo menos 20 alunas e 4 professores(as) da educação básica como multiplicadoras e influenciadoras sociais, dentre outros.</p>

<!-- wp:image {"id":5915,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/IMG_6692-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-5915" /><figcaption class="wp-element-caption">Na foto, sentadas, da esquerda para a direita, as servidoras Ísis Portolan dos Santos, Vanessa Schmidt Giacomelli, Tatiana Cureau Cervo, Candice Muller, Elisandra Maziero e Renata Guerra. Em pé, da esquerda para a direita, Ana Lúcia Souza Silva Mateus, Dyana Duarte, Natália Daudt, Vanessa Sari, Rosane Brum Mello, Simoni Timm Hermes, Larissa Kirchhof, Débora Missio Bayer.<br>Participantes não presentes na foto: Carmen Vieira Mathias (CCNE) e Nilza Zampiere (CT)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações e imagens das gestoras do projeto GuriasTec.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vem aí: 2ª Mostra de protótipos do CDIO </title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/08/07/vem-ai-2a-mostra-de-prototipos-do-cdio</link>
				<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 16:48:28 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CDIO]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[mostra de protótipos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5314</guid>
						<description><![CDATA[Mostra apresenta os resultados de projetos de diferentes disciplinas dos cursos de Engenharia do CT]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/eventos/2mostra-cdio">segunda edição da mostra de protótipos</a></strong></em> da iniciativa </span><strong><em><a href="http://www.cdio.org/" target="_blank" rel="noopener">CDIO (Conceiving, Designing, Implementing and Operating)</a></em></strong><span style="font-weight: 400"> acontecerá na próxima segunda-feira (12) a partir das 13h30 no Hall do prédio 7 do CT. A mostra de protótipos teve sua </span><em><strong><a href="https://ufsm.br/r-375-4879" target="_blank" rel="noopener">primeira edição no ano passado</a></strong></em><span style="font-weight: 400"> apresentando os resultados desenvolvidos nos projetos integradores dos cursos de Engenharia do Centro de Tecnologia.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a </span><span style="font-weight: 400">2ª Mostra de protótipos serão apresentados protótipos produzidos em diferentes disciplinas dos cursos de Engenharia do CT. Os protótipos serão apresentados em estandes e serão dadas explicações pelos autores para o público interessado em compreender o projeto e funcionamento, demonstrando as competências técnicas e sociais que cada protótipo abrange.</span></p>
[caption id="attachment_5315" align="alignright" width="315"]<img class=" wp-image-5315" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/08/Post-Feed-52-300x300.jpg" alt="" width="315" height="315" /> Divulgação do evento.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo é que os alunos desenvolvam através dos protótipos os conhecimentos técnicos e também habilidades pessoais, profissionais e de comunicação, cada vez mais importantes para a inserção no mercado de trabalho. A mostra, além de proporcionar experiências profissionais aos estudantes, oportuniza que o público externo conheça os protótipos realizados a partir das disciplinas de Engenharia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa do CDIO faz parte do grupo Internacional de Universidades que busca implementar uma estrutura educacional inovadora para os cursos de engenharia,  desenvolvendo as competências técnicas através da realização de projetos, envolvendo as fases de concepção, projeto, implementação e operação </span><span style="font-weight: 400">de sistemas e produtos do mundo real</span><span style="font-weight: 400">, considerando o contexto empresarial, social e ambiental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A visitação da mostra ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 12/08 a partir das 13h30, no hall do prédio 7 do CT e não necessita de inscrição prévia. Todos os públicos tanto da universidade quanto externos à ela estão convidados a visitar a </span><span style="font-weight: 400">2ª Mostra de protótipos do CDIO e conhecer os protótipos dos cursos de Engenharia do CT.</span></p>
<hr />
<p><em>Texto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p>
<p><em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vaga para bolsista de graduação no Observatório Espacial do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2020/02/05/vaga-para-bolsista-de-graduacao-no-observatorio-espacial-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 16:32:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Renováveis]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=3077</guid>
						<description><![CDATA[O Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia &#8211; LABREN, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais &#8211; INPE está oferecendo uma oportunidade de bolsa de Iniciação Tecnológica e Industrial através do convênio INPE/PETROBRAS para alunos graduandos nas áreas de ciências exatas e engenharias. As atividades do bolsista serão realizadas na estação SONDA de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O <a href="http://labren.ccst.inpe.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia - LABREN</a>, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE está oferecendo uma oportunidade de bolsa de Iniciação Tecnológica e Industrial através do convênio INPE/PETROBRAS para alunos graduandos nas áreas de ciências exatas e engenharias.</p>
<p>As atividades do bolsista serão realizadas na <a href="http://sonda.ccst.inpe.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estação SONDA</a> de coleta de dados radiométricos, ambientais e meteorológicos no Observatório Espacial do Sul, localizado em São Martinho da Serra, sob coordenação do Centro Regional Sul do INPE de Santa Maria.</p>
<p>A bolsa é de cinco (05) horas semanais durante as quais o bolsista deverá realizar atividades <em>in situ</em> tais como:</p>
<ul>
<li>Verificar a coleta e transmissão dos dados coletados;</li>
<li>Corrigir possíveis desalinhamentos dos rastreadores solar;</li>
<li>Nivelamento horizontal de sensores;</li>
<li>Conferir funcionamento de sistema de <em>nobreak</em>, sistema alimentação fotovoltaica e baterias dos sensores;</li>
<li>Realizar a troca de dispositivos tais como baterias, fontes e sensores;</li>
<li>Realizar a manutenção de rotina dos sensores e equipamentos.</li>
</ul>
<p>Para essas atividades é necessário que o bolsista tenha as seguintes habilidades:</p>
<ul>
<li>Leitura e interpretação de texto técnico em língua inglesa;</li>
<li>Domínio no uso de multímetro;</li>
<li>Conhecimento intermediário de programação;</li>
<li>Conhecimento básico de eletrônica.</li>
</ul>
<p>O valor mensal da bolsa é de R$560,00 e o acesso à estação pode ser feito semanalmente através de viatura do INPE quando houver disponibilidade ou com carro próprio com combustível pago pelo projeto, sendo que neste último caso fica a critério do bolsista.</p>
<p>O aluno interessado na vaga deve enviar o currículo para o endereço de e-mail <a href="mailto:marcelo.pes@inpe.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">marcelo.pes@inpe.br</a> e passar por uma entrevista online.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        