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				<title>Coletivo Fluir movimenta a educação em defesa das infâncias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/10/coletivo-fluir-movimenta-a-educacao-em-defesa-das-infancias</link>
				<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 18:01:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto articula formação continuada de professoras e brincadeiras como forma de aprendizagem
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Às quartas-feiras, o movimento é intenso para um grupo de professores, doutorandas, mestrandas e graduandas do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Entre salas da Universidade e escolas municipais, o vai e vem é constante, reflexo das ações do projeto Fluir, que busca refletir sobre a educação e as aprendizagens de crianças em contextos de vulnerabilidade. Contemplada pelo edital do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG UFSM Além do Arco), a iniciativa tem como base um compromisso coletivo com a infância. “No princípio de formação do Coletivo temos um objetivo muito claro, um posicionamento radical, que é essa defesa das crianças em situação de vulnerabilidade. Essa é a espinha dorsal”, afirma Fabiane Bridi, professora do Departamento de Educação Especial da UFSM e atual coordenadora do projeto.</p>		
			<h4>Ir e vir</h4>		
		<p>Os encontros se alternam entre escolas e Universidade. Em uma das semanas, o grupo - formado por aproximadamente 134 integrantes da UFSM - se divide em três frentes, cada uma direcionada a uma Escola Municipal de  Educação Infantil (EMEI) de Santa Maria: Chácara das Flores, Montanha Russa e Monte Bello. No espaço da escola, são montados os territórios educativos intersetoriais, com o objetivo de proporcionar espaços onde a brincadeira é entendida como forma de aprendizagem para as crianças.</p><p> </p><p>Espaços onde as professoras possam discutir problemas da escola, possibilidades de mudanças e planejar ações. Onde monitoras e estagiárias podem refletir sobre suas atuações. E onde  funcionárias - como faxineiras e cozinheiras - tenham espaço para  compartilhar dores e desafios do ambiente escolar. “É um espaço de construção, de invenção, de criatividade - para nós e para as crianças”, define Fabiane.</p>		
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		<p>Na semana seguinte, o encontro acontece na Universidade: uma sala ampla do Centro de Educação se enche de vozes, de abraços e de pessoas à medida que as professoras - tanto das escolas quanto da UFSM - chegam para um espaço de formação. A disciplina de extensão ‘Territórios Educativos Intersetoriais: práticas extensionistas em contextos de vulnerabilidade’ é dedicada à discussão sobre educação e as infâncias. Para os pós-graduandos, ela também integra o processo de pesquisa.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/07/IMG_8755-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption></figcaption>
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		<p>Denise Ferreira da Rosa, doutoranda em Educação e integrante do projeto, explica que a disciplina é uma oportunidade de integração entre acadêmicos e professoras das escolas: “É um espaço de escuta e de troca de experiências”, assinala. Ao mesmo tempo em que oportuniza esse diálogo e o compartilhamento de dificuldades entre as professoras das escolas, também representa para elas a chance de retomar o contato com a Universidade. É o caso de Juliana Cezimbra, professora e gestora na EMEF Chácara das Flores, que ressaltou a  volta aos estudos e a reaproximação com a Universidade como um dos principais motivos para frequentar o espaço da disciplina ofertado pelo Fluir.</p>		
			<h4>Vulnerabilidades das infâncias</h4>		
		<p>Entre o final de abril e o início de maio de 2024, chuvas torrenciais atingiram o estado do Rio Grande do Sul e provocaram uma das maiores tragédias climáticas, sociais e políticas do país. A cidade de Santa Maria foi uma das primeiras afetadas. Na região leste, ocorreram deslizamentos de terra no Morro do Canário, no bairro Itararé. </p><p>Priscila Arruda Barbosa, professora na EMEI Criança Cidadã e moradora do bairro, lembra que, diante da tragédia, a preocupação com as crianças desabrigadas se tornou urgente. “Começamos a perceber que a educação sozinha não daria conta. As crianças precisavam de assistência, de abrigos, de novas casas, de novos locais para morar, de equipamentos, de mobiliários, de saúde, de alimentação, de nutrição, de estar bem fisicamente e emocionalmente”, destaca Priscila. </p><p>Foi nesse contexto que a UFSM se movimentou para responder às demandas sociais. Taciana Camera Segat, professora do Departamento de Metodologia de Ensino no Centro de  Educação da UFSM,  conta que o Coletivo Fluir surge a partir dessa calamidade climática e da iniciativa de um grupo de professoras comprometidas com as infâncias, que passaram a visitar abrigos, buscando compreender tanto o impacto vivido pelas crianças quanto o papel da Universidade diante dessa realidade.</p>		
							<b>“A partir deste lugar, que é um lugar de encontro com as crianças e de entendimento de como elas viviam esse afastamento de seus lares, entendemos que existia uma demanda. Era necessário reconhecer esse lugar de vulnerabilidade das infâncias”, explica Taciana.</b>
		<p>Apesar da angústia e da dor de ver as crianças desabrigadas naquele período, Priscila guarda com carinho o início do projeto, que hoje ela considera uma mola propulsora. “Ali começa esse movimento muito grande, que depois a professora Taciana dá o nome de Coletivo Fluir. Eu vi nela uma necessidade de servir socialmente - pelo curso do qual ela é formadora, um curso de pedagogia que é uma ciência da educação e que trabalha com crianças”, destaca. Priscila pontua que foi um estreitamento de laços: “Não é olhar a Universidade de lá e a sociedade de cá. É um olhar da Universidade sobre o que eu posso fazer pela minha sociedade”.</p>		
			<h4>Fluir</h4>		
		<p>O que surgiu como ação pontual se transformou em demanda, virou projeto e foi contemplado no edital do Proext-PG. O primeiro passo foi a criação de territórios para as crianças: espaços de brincadeiras, de diversão, de convivência uns com os outros. São organizados a partir de objetos diversos, que podem ser tanto brinquedos quanto aquilo que as educadoras chamam de materiais não estruturados: galhos, folhas, caixas de ovo, bacias, caixas de remédio, esmaltes, géis de cabelo, secadores, alimentos coloridos, objetos de cozinha e outros itens que, mesmo não sendo brinquedos, provocam e incentivam o brincar.</p>		
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		<p>Nesses espaços, crianças e adultos trocam conhecimento. Taciana afirma que o foco não está no ensino, mas na aprendizagem. “Não é sobre como ensinamos, porque não queremos ir lá ensinar. Queremos criar espaços em que as crianças possam se movimentar, transitar e viver experiências que oportunizem aprendizagens. Que elas construam conhecimento. A ideia é oportunizar espaços de aprender”, explica. Em cada escola, são pelo menos cem crianças, desde bebês até crianças de seis anos, que participam dos encontros. “São um milhão de possibilidades de aprendizagem”, define Taciana.</p><p> </p><p>A partir da formação deste primeiro território, voltado às crianças, surge um segundo. Fabiane explica que, ao propor o projeto às escolas, receberam a demanda da contrapartida de diálogo com as professoras, que sentiam necessidade de formação continuada - nem sempre suprida pelo Estado. “A partir dali se estabelece uma relação de construção de demanda, que é algo que é construído coletivamente, mas também de construção de vínculo”, pontua Fabiane. Para Taciana, esse movimento traduz o conceito que dá nome ao projeto: “Ele parte das crianças, aí flui para os professores, vai para a gestão e então abraça esse quarto território, destinado a processos de formação mais pontuais com professores”, reflete. Esse quarto território é a disciplina de extensão.</p>		
			<h4>Dores da educação pública</h4>		
		<p>Juliana Cezimbra sente que a gestão em escola pública é, por vezes, um trabalho solitário. “Quando tu vê os professores sobrecarregados, sem ânimo para trabalhar porque faltam horas para planejamento, faltam professores e não tem quem substitua, isso nos desmotiva, nos deixa entristecidos”, desabafa. Para ela, a educação básica deveria ser prioridade de todos os governos, como política pública.</p>		
							<b>“Muitas vezes, fica só nos discursos dos governantes, de que é a prioridade, que precisamos favorecer a base. Mas o que se vê? A falta de investimentos financeiros, a falta de recursos humanos. Isso desmotiva e atrapalha o nosso trabalho”, destaca Juliana.</b>
		<p>Essa percepção também é de Priscila, que cita ainda a saúde mental dos professores como preocupação decorrente da precarização dos espaços educativos.</p>		
							<b>“Eu sempre digo que é como se fosse um balão, sabe? Inflamos com as nossas forças, com nossas potências, com o que gostaríamos de fazer. Temos vontade de fazer muitas coisas, o tempo inteiro. Mas esse balão vai murchando com cada uma das nossas fraquezas, das nossas mazelas, que diminuem a força desse balão aos pouquinhos. Temos que cuidar para que ele não estoure, para que a gente não viva um tempo em que eu não tenha mais vontade de fazer. Isso é o que mais tem me preocupado”.</b>
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			<h4>Esperançar a educação</h4>		
		<p>O projeto se constitui também a partir de perspectivas freireanas da educação, adaptadas às realidades atuais e às infâncias. “O nosso projeto é muito freireano. Não estamos lá para ensinar verdades absolutas, mas para oportunizar que as crianças aprendam”, pontua Taciana. </p><p> </p><p>Para Fabiane, trata-se de seguir o princípio de Paulo Freire de que o conhecimento não está apenas com o professor: crianças, adolescentes, adultos e idosos também sabem - sobre suas realidades, seus contextos, suas experiências. Cabe ao educador valorizar esse conhecimento e promover o diálogo, em uma troca em que o professor ensina aprendendo e o estudante aprende ensinando.</p>		
							<b>“O movimento do pensamento dele nos habita: nas hipóteses que as crianças fazem, acolher o que elas dizem, aquilo que elas trazem para nós, isso é uma forma de escuta atenta às crianças, às suas professoras, às demandas escolares. Isso se torna matéria-prima para pensar em outras intervenções”, considera Fabiane.</b>
		<p>Juliana destaca que o projeto enxerga a criança de forma ampla e integral: ainda que em situação de vulnerabilidade, ela é atravessada por sentimentos, por relações sociais e familiares.</p>		
			<h4>Impactos</h4>		
		<p>Embora o foco esteja nas infâncias, os impactos do Coletivo Fluir se estendem para além delas. Denise Ferreira da Rosa observa que, em uma das escolas, colaboradoras, monitoras e estagiárias também têm sido mobilizadas pelas formações realizadas nos territórios, ganhando visibilidade e reconhecimento pela importância de suas ações e compreensões sobre o cuidado, as infâncias e os processos educativos. Esse caráter formativo e transformador não atinge apenas os profissionais da escola. Para acadêmicos e acadêmicas da graduação e da pós-graduação, Denise define o Coletivo Fluir como um espaço de vivência, pesquisa e extensão, o que contribui para o amadurecimento acadêmico e profissional.</p><p>A repercussão das ações se reflete ainda em outros âmbitos. Há uma crescente demanda por participação no projeto — atualmente presente em três escolas, mas procurado por outras instituições, inclusive de fora de Santa Maria. Mais do que o grupo consegue atender, de acordo com Taciana.</p><p>Para Fabiane, o Fluir não transforma somente as escolas, por meio das professoras, das crianças e das funcionárias, mas também os modos de fazer docência e pesquisa. “Isso começa a habitar o teu cotidiano. Você passa a falar muito sobre isso, a citar exemplos, a experienciar, a colher informações, a observar também”, explica Fabiane. </p><p>Esse movimento reverbera também no interesse pela Universidade: houve aumento na procura por vagas da pós-graduação pelas professoras das escolas públicas, além da ampliação de encontros e debates com gestores educacionais, tanto do município quanto da região. Fabiane acredita que a maior expectativa do projeto seja contribuir para alterar políticas públicas e propor novas formas de se pensar a educação. “Eu acho que esse é o nosso movimento: quanto mais pessoas conseguirmos envolver, maior a rede, maior a proteção, mais a defesa das crianças”, conclui Taciana.</p>		
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			<h4>Próximos passos</h4>		
		<p>As atividades nas escolas e na disciplina de extensão continuam durante o ano. As ações do Coletivo Fluir podem ser acompanhadas pelo instagram (<a href="https://www.instagram.com/coletivo_fluir/"><u><i><b>acesse neste link</b></i></u></a><u><i><b>)</b></i></u>.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem e fotografias: Samara Wobeto, jornalista</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição de texto: Luciane Treulieb, jornalista</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Colagem de capa: Evandro Bertol, designer </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM oferece bolsas de iniciação científica para alunos do Ensino Médio de escolas públicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/30/ufsm-oferece-bolsas-de-iniciacao-cientifica-para-alunos-do-ensino-medio-de-escolas-publicas</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 13:44:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[pibic em]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Inscrições para o Edital Pibic EM poderão ser realizadas entre 6 e 12 de agosto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), oferece bolsas para estudantes do Ensino Médio de escolas públicas pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). </div>
<div> </div>
<div>As inscrições poderão ser realizadas entre 6 e 12 de agosto por alunos do Ensino Médio das escolas públicas de ensino regular, militares e técnicas e escolas privadas de aplicação (reconhecidas pelo MEC). Não são permitidos alunos de escolas particulares. Entre os requisitos para inscrição do aluno estão ser “participante” ou “colaborador” do projeto de pesquisa que obteve a cota de bolsa e ter frequência igual ou superior a 80% nas aulas.</div>
<div> </div>
<div>Entre os objetivos do Edital Pibic EM estão fortalecer o processo de disseminação das informações e conhecimentos científicos e tecnológicos básicos entre estudantes do Ensino Médio, incrementar a inserção destes estudantes em projetos e grupos de pesquisa, despertar a vocação científica e tecnológica dos jovens e contribuir para a formação inicial de recursos humanos para a pesquisa.</div>
<div> </div>
<div>A bolsa, cujo valor é definido pelo CNPq, terá duração de 12 meses, a partir de 1º de setembro. </div>
<div> </div>
<div>No total, são oferecidas 49 bolsas em diferentes áreas. </div>
<div> </div>
<div>Mais informações no <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/bolsas-pibic-em-2">Edital Pibic EM.</a></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de mestrado busca voluntários de todas as áreas para atuação em escolas públicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/30/projeto-de-mestrado-busca-voluntarios-de-todas-as-areas-para-atuacao-em-escolas-publicas</link>
				<pubDate>Mon, 30 May 2022 20:11:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias em rede]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58701</guid>
						<description><![CDATA[As atividades do projeto fazem parte de uma pesquisa da Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais em Rede]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O projeto Suricato – Educação Colaborativa está iniciando suas atividades e buscando voluntários de todas as áreas de atuação. A iniciativa tem como intuito formar uma rede colaborativa em educação, que possibilite desenvolver diferentes saberes nas escolas públicas de Santa Maria. Para isso, foi criada uma plataforma on-line onde profissionais locais e membros da comunidade acadêmica poderão informar quais conhecimentos estão dispostos a compartilhar, de maneira voluntária, com alunos de escolas públicas.

As atividades do projeto fazem parte da pesquisa de mestrado da aluna Jaqueline Carvalho Cunha, do Programa de Pós-graduação em Tecnologias Educacionais em Rede da UFSM, sob a orientação das professoras Karla Marques da Rocha e Giliane Bernardi. O projeto servirá como ponte entre comunidade e escolas, que juntas poderão desenvolver atividades como oficinas, rodas de conversa, minicursos, mostras científicas, diálogo com profissionais de diversas áreas e atividades culturais, dentre tantas outras possibilidades.

Os voluntários vão atuar em atividades pontuais, de acordo com suas aptidões e disponibilidade de horários, sempre alinhados às necessidades das escolas participantes. Para se inscrever, o voluntário deverá preencher o formulário disponibilizado no <a href="https://jaquelinesabrini.wixsite.com/suricato" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> do projeto</a>.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail suricato.educacao@gmail.com.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM ajuda estudantes da região central com noções básicas de educação financeira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/06/projeto-da-ufsm-ajuda-estudantes-da-regiao-central-com-nocoes-basicas-de-educacao-financeira</link>
				<pubDate>Fri, 06 May 2022 12:24:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[sumo educacional]]></category>

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						<description><![CDATA[Com a missão de democratizar o acesso à educação financeira, o projeto “Sumo Educacional” busca capacitar estudantes de escolas públicas sobre a melhor forma de lidar com finanças. Iniciado em 2021, já atendeu mais de 22 escolas e a expectativa é que até o fim de 2022 chegue a mais de 30 mil alunos na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Com a missão de democratizar o acesso à educação financeira, o projeto “Sumo Educacional” busca capacitar estudantes de escolas públicas sobre a melhor forma de lidar com finanças. Iniciado em 2021, já atendeu mais de 22 escolas e a expectativa é que até o fim de 2022 chegue a mais de 30 mil alunos na região central.</p>
<p>A proposta é integrar ações do cotidiano com escolhas financeiras e suas consequências, levando os estudantes a refletirem sobre suas realidades, gerirem o próprio dinheiro e projetarem crescimento pessoal. Para Adão Firmino de Feiras Fagundes, coordenador pedagógico da iniciativa, o diálogo com os estudantes é fundamental para que esse tema seja discutido também fora da escola. “Nós acreditamos que a partir do ensino nas escolas, nós vamos conseguir promover com que esse debate chegue até a casa dos alunos”, afirma Fagundes.</p>
<p>O objetivo é que em pouco tempo o “<a href="https://www.ufsm.br/2022/03/18/projeto-da-ufsm-leva-educacao-financeira-a-escolas-de-ensino-basico/" target="_blank" rel="noopener">Sumo Educacional</a>” se torne o maior projeto de educação financeira do estado e possa ser reconhecido em nível nacional.</p>
<p>Conheça mais sobre a iniciativa na matéria produzida pela TV Campus:</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>https://www.youtube.com/watch?v=wOd0oxUvixs]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Clube de Computação oferece novas oficinas online para estudantes de Ensino Médio de escolas públicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/05/20/clube-de-computacao-oferece-novas-oficinas-online-para-estudantes-de-ensino-medio-de-escolas-publicas</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2020 12:27:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52223</guid>
						<description><![CDATA[O Clube de Computação, ação extensionista vinculada ao Centro de Tecnologia da UFSM, está com novas oficinas 100% online e gratuitas, voltadas para estudantes do Ensino Médio de escolas públicas de Santa Maria. A primeira, já em andamento, teve grande procura &#8211; mais de 100 inscritos. Todas as oficinas são da área de computação e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Clube de Computação, ação extensionista vinculada ao Centro de Tecnologia da UFSM, está com novas oficinas 100% online e gratuitas, voltadas para estudantes do Ensino Médio de escolas públicas de Santa Maria. A primeira, já em andamento, teve grande procura - mais de 100 inscritos.</p>
<p>Todas as oficinas são da área de computação e oferecem atividades de iniciação à programação, por meio da qual são criados aplicativos, jogos e outros tipos de software. As oficinas visam aproximar os estudantes do Ensino Médio desta importante área, que não sofre com falta de emprego e gera muitas oportunidades de empreendimento. Mais do que isso, visam contribuir para manter estudantes intelectualmente ativos neste período de distanciamento, em que as escolas estão fechadas.</p>
<p>Uma novidade entre as oficinas é a de programação "Só pra gurias", criada numa parceria entre o Clube de Computação e o grupo BitMarias. Esta oficina alinha-se com tendências mundiais de inclusão de mais mulheres em uma área que carece de mais participação feminina e que, em muitos casos, é completamente desconhecida por garotas cursando o Ensino Médio.</p>
<p>Nas oficinas, com vagas limitadas, será utilizada principalmente a plataforma Discord para interação entre universitários e estudantes do Ensino Médio.</p>
<p><em>Oficinas com inscrições abertas até o próximo domingo (24):</em></p>
<p><strong>Oficina de Iniciação à Programação</strong><br />Período: de 26 de maio a 18 de junho<br />Encontros online às terças e quintas, das 11h às 12h<br />Mais informações no <a href="http://bit.ly/oficina-prog-compclub-2020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<p><strong>Oficina de Programação "Só pra gurias"</strong><br />Período: de 25 de maio a 17 de junho<br />Encontros online às segundas e quartas, das 14h30 às 16h30<br />Mais informações no <a href="http://bit.ly/oficina-gurias-compclub-2020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo da UFSM vai oferecer aulas de circo para alunos de escolas públicas de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/12/grupo-da-ufsm-vai-oferecer-aulas-de-circo-para-alunos-de-escolas-publicas-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 14:53:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[cinecirco]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=51403</guid>
						<description><![CDATA[Estão abertas inscrições para aulas de circo que vão ocorrer no Centro de Atividades Múltiplas Garibaldi Pogetti, o Bombril, no Parque Itaimbé, para estudantes de escolas públicas de Santa Maria. A ação será desenvolvida pelo Grupo Cinecirco, da UFSM, de 18 março a 23 de junho. São disponibilizadas 15 vagas para aulas de iniciação ao [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/03/CARTAZ__PB_OFICINA__31-março.jpg"><img class="alignright  wp-image-51404" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/03/CARTAZ__PB_OFICINA__31-março.jpg" alt="" width="502" height="725" /></a>Estão abertas inscrições para aulas de circo que vão ocorrer no Centro de Atividades Múltiplas Garibaldi Pogetti, o Bombril, no Parque Itaimbé, para estudantes de escolas públicas de Santa Maria. A ação será desenvolvida pelo Grupo Cinecirco, da UFSM, de 18 março a 23 de junho. São disponibilizadas 15 vagas para aulas de iniciação ao circo, direcionadas para crianças de 7 a 10 anos.</p>
<p>As aulas terão como foco desenvolver práticas de acrobacias, perna de pau e bambolê. As atividades serão ofertadas gratuitamente e, neste primeiro semestre de 2020, irão ocorrer nas quartas-feiras pela manhã, entre 9h e 10h30.</p>
<p>As inscrições estão abertas até o dia 31 de março, ou até que as vagas esgotarem. Os interessados e responsáveis pelas crianças devem comparecer ao local das aulas, com documentos de identificação, para preencher a ficha de inscrição.</p>
<p>A atividade é uma realização da UFSM, através dos projetos Circo e Criança e Cinecirco, com o apoio da Prefeitura e produção do Ateliê do Comediante. O projeto tem a coordenação da professora Raquel Guerra e as atividades serão ministradas pela acadêmica Liziana da Rosa, pelo diretor Laédio José Martins e por professores convidados.</p>
<p>A proposta do Grupo de Estudos Cinecirco tem como objetivo promover a formação cultural e social de crianças e jovens, através da integração da UFSM junto à comunidade local.</p>
<p>Além desta oficina permanente, ao longo do semestre o grupo também fará apresentações de espetáculos e workshops desenvolvidos especialmente para as escolas públicas do município, através de agendamento que será divulgado a partir do mês de maio. Estas ações ocorrem através da parceria e convênio entre a UFSM e a Prefeitura de Santa Maria.</p>
<p>Informações sobre as aulas e outras atividades das Artes Cênicas que serão desenvolvidas no Bombril podem ser obtidas através do email tecnicascircenses.ufsm@gmail.com, pelo telefone (55) 99946-4092 ou diretamente no local.</p>
<p> </p>
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				<title>Grupo INOVAEDUC realiza curso de extensão sobre  reestruturação curricular do Ensino Médio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/03/29/grupo-inovaeduc-realiza-curso-de-extensao-sobre-reestruturacao-curricular-do-ensino-medio</link>
				<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 13:51:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[reforma do ensino médio]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Grupo de Estudos, Pesquisas e Intervenções  "Inovação Educacional,Práticas Educativas e Formação de Professores" ( <br>INOVAEDUC ) realizará o Curso de Extensão "Organizando a escola para atendimento crítico às demandas decorrentes das normativas e orientações oficiais para Reestruturação Curricular do Ensino Médio". </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Com atividades que vão de abril a novembro de 2019, o curso é voltado para membros de equipes diretivas, em especial coordenadores pedagógicos, de escolas de ensino médio da rede pública do Rio Grande do Sul. Também é aberto para professores do ensino médio interessados no assunto. </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso inicia no próximo dia 4 de abril, com encontros aproximadamente quinzenais das 8h às 11h45min,  na sala 3361, prédio 16 do campus de Santa Maria .  A carga horária é de 120 horas.  As inscrições podem ser feitas pelo telefone (55) 3220-8434 ou presencialmente na sala 3358 (prédio 16) até o próximo dia 4. </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail inovaeduc.nec@yahoo.com ou ainda pelos telefones (55)  <br>3220-8434 /9413.</p>
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